O-que-é-diferencial-competitivo-de-uma-empresa-01

Você sabe mesmo qual é o diferencial competitivo da sua empresa?

Você já percebeu como o Marketing Digital possibilitou que empresas de todos os portes e nichos atraiam e se relacionem melhor com a audiência? Se por um lado essa vantagem abriu as fronteiras da comunicação entre a marca e o consumidor, por outro fortaleceu a concorrência. Ao descobrir o seu diferencial competitivo, você garante um melhor resultado e mais visibilidade.

O que um lead qualificado precisa para se tornar um cliente satisfeito? Hoje a resposta não se resume apenas à qualidade do produto. Deve haver uma identificação dos valores da empresa e da solução oferecida. O prospect também deseja se sentir único, em uma relação verdadeira com a marca, além, é claro, de perceber benefícios exclusivos.

Entenda quem é o seu público

Talvez você esteja pensando que esse fator é óbvio para qualquer ação de Marketing Digital. Entretanto, o diferencial está no posicionamento estratégico e você só conseguirá alcançá-lo se ouvir a persona. Modele as suas soluções de acordo com os fatores que agregam valor. Com um CRM e o monitoramento de redes sociais, por exemplo, você consegue responder a perguntas como:

  • O que faz meus clientes escolherem a minha marca?
  • Quais são os valores inegociáveis que tornam meu produto destacado perante a concorrência?
  • Como meu produto ajuda (de forma real) o cliente?
  • A concorrência pode alcançar os diferenciais que meu negócio oferece hoje?

Faça benchmarking e veja o posicionamento da concorrência

Agora que você já descobriu o que a sua audiência quer e gosta, é hora de saber o que as outras empresas estão oferecendo, não é mesmo? Afinal, como você pode definir um diferencial sem saber de quais parâmetros você pretende se destacar? Com o ambiente virtual, ficou mais simples analisar dados de mercado e até mesmo estratégias da concorrência.

Use o benchmarking para descobrir se:

  • Seu produto supera as tecnologias e tendências do mercado;
  • Existem gargalos de oportunidade que podem ser aproveitados, mas a concorrência ainda não identificou;
  • Tem alguma estratégia de concorrentes que possam ser otimizadas;
  • Observando o mercado, seu produto ainda se apresenta inovador e exclusivo.

Cuide da equipe para implementar o diferencial competitivo

Às vezes, é difícil para os colaboradores entenderem o negócio. Primeiro você precisa definir os pontos positivos que precisam ser fortalecidos. Depois, atualize e capacite todos os envolvidos com a cultura da empresa.

Assim, a sua marca transmite os valores estabelecidos em todos os contatos e canais de atendimento. Imagine que seus leads façam uma pesquisa online antes de visitar sua loja física (o que é uma tendência) e têm uma experiência integrada, identificando sua marca? O fortalecimento da cultura alinha o posicionamento da empresa.

 

vantagem competitiva

 

Use a análise SWOT para identificar oportunidades em potencial

Também conhecida como FOFA (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças), essa é uma ferramenta que cruza dados internos e externos sobre o seu empreendimento. Você sabe o motivo da SWOT ser um recurso importante?

  • Entender as tecnologias do mercado que sua empresa precisa acompanhar;
  • Descobrir quais são as vantagens únicas do seu negócio;
  • Acompanhar oportunidades que podem se transformar no seu diferencial competitivo. Como um valor agregado (agilidade, personalização, dentre outros) ou mesmo uma técnica (automação do atendimento ou geolocalização, por exemplo).

Conte com apoio profissional para uma visão mais abrangente

Você já identificou pontos que podem virar o diferencial competitivo do seu negócio ou mesmo não sabe qual destacar para a sua empresa? Talvez seja hora de contar com uma consultoria de Marketing para ter uma perspectiva mais segura sobre a sua empresa. Além de ser experiente, uma agência está sempre se atualizando sobre ferramentas de análise e o mercado.

O diferencial competitivo é muito importante para fortalecer o propósito de marca, criando exclusividade e conexão com o público certo. Identifique a melhor forma de destacar as soluções que a sua empresa entrega e assegure de a concorrência não copiará seu diferencial com facilidade. Para garantir uma visão certeira e otimizada, faça uma consultoria do seu negócio.

 

 

Fonte: Orgânica Digital.

O que é Inbound Marketing?

Conheça essa estratégia para atrair o interesse de seu público-alvo.

Sabe aquela empresa que te conquista com um e-mail cheio de conteúdo bacana ou uma postagem no Facebook de utilidade pública, em vez de entupir sua timeline e caixa de entrada com ofertas e propagandas?

Então, essa empresa, sabiamente, está se utilizando do famoso Inbound Marketing, um conjunto de estratégias que visam a atrair o interesse de um público-alvo.

Também conhecido como marketing de atração, os esforços dessa modalidade são voltados para ações que conquistem a confiança e ofereçam informação aos usuários.

De acordo com dados do Hubspot, 58% das empresas brasileiras praticam Inbound Marketing, sendo que 92% delas têm retorno positivo.

É uma abordagem diferente em relação ao marketing tradicional, o chamado Outbound Marketing, que tem como base o anúncio de produtos com foco direto em vendas. No Inbound, a intenção de venda não é tão destacada, mas a conversão vem como resultado das atividades.

Os objetivos mais comuns do Inbound são:

• Despertar o interesse do usuário pela marca;

• Construir uma relação de confiança com o público;

• Fidelizar leitores ou visitantes;

• Gerar engajamento;

• Criação de conteúdo relevante para um público-alvo;

• Produção e disponibilização de materiais para download;

• Investimento em publicações nas mídias sociais;

• Trabalho com blogs;

• Uso de técnicas de SEO;

• Personalização de conteúdo.

Lado a lado com o marketing de conteúdo, o Inbound usa a criação e a disponibilização de conteúdo relevante como um trunfo para atrair a atenção do público-alvo. O objetivo principal é agregar valor à experiência do usuário com a marca para, então, ampliar o número e a qualidade de visitantes e leads – e, consequentemente, a quantidade de conversões.

Conquistando o interesse do público, a interação da marca com o usuário não acaba no momento da conversão: o Inbound Marketing torna possível que o impactado se transforme em um multiplicador, que vai voluntariamente divulgar sua marca comentando sobre a experiência que teve ou indicando conteúdos a outras pessoas.

Os ótimos resultados obtidos com a aplicação do Inbound Marketing têm feito sua utilização cada vez mais popular entre as empresas. Mas, para chegar a resultados satisfatórios, é preciso dedicar-se e investir nas estratégias. Planejamento e qualidade na criação de conteúdo são essenciais para colher bons frutos.

 

Fonte: Uol Host.

7 táticas de marketing que você sempre usou e não sabia.

Entenda como as ações que você sempre utilizou na sua empresa para atrair clientes podem ser usadas para construir uma estratégia digital forte e lucrativa!

Qual é o papel do marketing no dia a dia da sua empresa? Se você acha que faz menos do que deveria para o seu negócio ganhar visibilidade, não está sozinho.

Muitos empreendedores não entendem muito do assunto, acham que não têm orçamento suficiente ou já tentaram usar algumas táticas sem grandes resultados.

Por isso, tanta gente desiste do marketing ou resiste a fazer investimentos na área. Mas e se eu te falasse que você sempre fez marketing, mesmo sem perceber?

Marketing Digital é cheio de técnicas, ferramentas e processos que podem confundir bastante quem não trabalha com isso todos os dias. É por isso que você não deve se concentrar tanto no que não sabe.

Veja agora como as ações que você sempre realizou para atrair clientes podem ser usadas para construir uma estratégia digital forte e lucrativa!

7 táticas de marketing que você já usa sem perceber

Você, que achou que o marketing não era parte integral do seu negócio, vai se surpreender com a lista abaixo. Ela tem nada menos que 8 táticas muito comuns (e bem recomendadas) numa estratégia de marketing digital.

Veja como a sua empresa sempre usou formas consagradas de marketing para conquistar e fidelizar clientes, sem nem perceber isso:

1. Marketing de afiliados

Sabe quando você oferece comissões para que outras pessoas promovam e vendam seus produtos para você? Isso é marketing de afiliados.

Basicamente, você terceiriza boa parte da divulgação e venda, e compartilha uma pequena parte do lucro com o parceiro.

O marketing de afiliados é uma estratégia muito comum para infoprodutos, como são chamados os produtos digitais que oferecem alguma informação valiosa ao público.

Nesta categoria, podemos incluir livros em formato digital, palestras e cursos online, planilhas, etc.

A tática é tão eficaz que existem até empresas dedicadas apenas a ela, sem contar os blogs, cursos e treinamentos sobre o tema.

2. Testes A/B

Suponha que o botão “comprar” da sua loja virtual favorita é da cor vermelha. Para saber se essa cor tem impacto positivo nas vendas, o dono poderia comparar o botão vermelho com um de outra cor, como verde.

Então, é possível fazer um teste entre as duas variações de cores para conferir qual das duas tem mais impacto na conversão de visitantes em vendas, por exemplo. Quando feito em um ambiente controlado, com todas as demais variáveis que impactam (como texto do botão e a localização do botão na página), esse se torna um ótimo exemplo de um teste A/B.

Mas pense bem, quantos testes como este você já fez na sua empresa? Em muitos casos, são mudanças tão sutis quanto mudar uma vitrine, um portfólio ou trocar os produtos de lugar e ver o que é melhor para as vendas.

3. Programas de fidelidade e de indicações

Cupons de desconto soam como música para os ouvidos de qualquer cliente. Mas eles costumam funcionar melhor quando fazem parte de um programa de fidelidade.

Um exemplo muito comum acontece em lanchonetes e restaurantes: a cada compra, o cliente ganha um cupom. Depois de juntar 10 cupons, ganha um lanche ou pizza grátis, por exemplo.

Os programas de indicação também fazem grande sucesso, e funcionam de forma tão simples quanto: indique um número específico de amigos e ganhe descontos ou vantagens no seu próprio serviço.

No mundo digital, esse tipo de programa já foi usado por empresas como Uber e Dropbox, e continuam a fazer sucesso com milhares de negócios dos mais variados tamanhos e segmentos de mercado.

4. Co-marketing

Se alguma vez a sua empresa já uniu forças com outro negócio para ganhar exposição ou gerar oportunidades de venda em conjunto, já fez uso do co-marketing.

Essa é uma das formas mais poderosas de conseguir clientes sem gastar muito. Por isso, algumas empresas que são referência no mercado e contam com grandes orçamentos de marketing já fazem uso dela.

A forma mais comum de fazer co-marketing no ambiente digital é por produzir conteúdo, quer em forma de um artigo para blog, e-book, palestra online ou outra.

A produção do material pode ser dividida ou feita por apenas uma das empresas, mas a grande sacada desta estratégia está em compartilhar os esforços de divulgação e os contatos que serão gerados a partir deste material. Assim, ambas as empresas têm a oportunidade de divulgar sua marca para uma nova base de contatos.

5. Anúncios segmentados

No marketing digital, anúncios segmentados, ou seja, direcionados para que apenas o perfil de público selecionado veja, são usados de forma estratégica para gerar ótimos resultados.

No mundo offline, essa prática já era utilizada — mesmo que em uma versão um pouco mais primitiva. Ao distribuir panfletos em frente a um shopping ou em um ponto específico da cidade em que você sabe que o seu público costumava frequentar, a sua intenção provavelmente era a mesma de quem usa anúncios segmentados online, ou seja, alcançar o seu público onde ele já está.

6. Marketing sazonal

Muitas empresas usam eventos populares ou notícias do momento para chamar atenção e gerar engajamento nas redes sociais, por email ou em lojas virtuais.

Grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, bem como hashtags populares nas redes sociais são as oportunidades mais exploradas.

A sua empresa já usou eventos ou notícias das quais todo mundo estava comentando para se promover? Então fez marketing sazonal!

7. Sucesso do cliente

Sucesso do cliente é um dos conceitos modernos de marketing mais usados nas empresas. Esse termo se refere a um novo tipo de atendimento ao cliente, que vai além de simplesmente do suporte. A responsabilidade se estende a garantir que o cliente saiba utilizar o produto ou serviço ofertado pela empresa da melhor maneira possível. A ideia é de que, se o cliente tem resultados consistentes com seus produtos ou serviços, vai se manter cliente por mais tempo.

Quanto mais clientes fiéis, maior o sucesso do seu negócio, agora e no futuro. É isso que tantas pequenas empresas conseguem por oferecer bom atendimento e serviços de qualidade.

E quem pensa que atendimento e qualidade dos produtos não têm nada a ver com marketing está bem enganado. Esses fatores nunca foram tão importantes para conseguir e manter bons clientes.

O que isso quer dizer para o seu negócio, na prática?

A maior lição que você pode tirar dessa lista é que o marketing não precisa ser um bicho de sete cabeças. Mesmo sem saber, muitas empresas já usam as principais técnicas de marketing digital para vender mais e fazer os clientes felizes.

É claro que esse cenário pode melhorar (muito) quando você coloca essas mesmas ações em prática dentro de um processo estruturado, que permite avaliar os resultados e aprender com eles a cada dia. É sobre isso que vamos falar em seguida.

O próximo passo: colocar seu negócio na era digital

Se a sua empresa usa de forma analógica as técnicas mais conhecidas no Marketing Digital, o próximo passo é entrar nesse ambiente também para aproveitar ao máximo os benefícios das estratégias.

 

Fonte: Marketing de Conteúdo.

E-commerce fatura R$ 23,6 bilhões no 1º semestre, alta de 12,1%.

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre de 2018, um crescimento de 12,1% ante igual período do ano anterior, de acordo com dados do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit/Nielsen.

A pesquisa projeta continuidade do mesmo ritmo de crescimento até o final do ano. Para o ano fechado de 2018, a perspectiva é de alta de 12% nas vendas na comparação anual, totalizando faturamento de R$ 53,4 bilhões.

No primeiro semestre, o comércio eletrônico registrou 54,4 milhões de pedidos, 8% a mais do que no ano passado. O tíquete médio aumentou 3,8%, para R$ 433.

A Ebit, empresa especializada em informações sobre e-commerce, foi adquirida pela Nielsen num acordo assinado ao final de julho. Com o negócio, a Nielsen reforçou sua unidade de negócios de comércio online.

 

 

Fonte: Istoé.

Como a experiência do cliente fica melhor com marketing digital?

A boa experiência do cliente deve sempre ser a prioridade da sua empresa e uma estratégia de marketing digital consistente torna isso ainda mais possível. Quer entender como o digital pode ser o diferencial na sua estratégia para fidelizar clientes? 

Há muito mais entre a expectativa e a satisfação do cliente do que pode prever a sua estratégia de customer experience.

E essa constatação está ainda mais certa se não é possível reconhecer o que o marketing digital agrega às vendas e ao atendimento.

Caso a sua empresa esteja buscando desvendar essa relação para potencializar resultados, você encontrou as informações certas.

Mas antes de descobrir como customer experience e marketing digital estão fortemente ligados, você precisa saber o que é fundamental em ambos.

A experiência do consumidor depende da jornada do cliente. E essa história começa com uma expectativa alimentada também pelo marketing. Ao ser estabelecido o relacionamento de compra, a experiência do consumidor é consolidada e deve ser orientada sempre à satisfação.

Os cuidados com a expectativa, a experiência e a satisfação desenham a sua estratégia de customer experience, e a missão deste texto é mostrar que ela deve estar sempre relacionada ao marketing digital, que busca:

  • Atrair novos negócios;
  • Criar relacionamentos;
  • E desenvolver uma identidade de marca.

Se você quer mais do que sobreviver à crise e alcançar melhores resultados, a experiência do consumidor deve se tornar prioridade na sua empresa.

Para colocar isso em prática, acompanhe a seguir cinco evidências de que marketing digital e customer experience se completam e trazem mais resultados.

1. Leads que têm conhecimento

Não existe nada mais frustrante do que alimentar uma expectativa que nunca será concretizada. Se ao olhar para a sua marca o consumidor tem essa experiência, você pode apostar que nunca mais fará negócio com você, além de não recomendar sua marca.

E tudo isso com razão!

Imagine, então, que em vez de receber um cliente desavisado você ajude a informar e formar um lead que tenha pleno conhecimento do seu produto ou serviço. Ele saberia tudo o que precisa para tomar a decisão de compra.

Mas de que modo essa estratégia pode sair da imaginação?

Com marketing de conteúdo, um dos grandes pilares da estratégia digital!

Ao produzir informação de qualidade sobre produtos e serviços e disponibilizá-las online, sempre de olho no mercado e nas tendências, a sua empresa alimenta o lead. E um futuro cliente bem nutrido faz escolhas mais conscientes e consistentes.

É por isso que você precisa criar uma base forte de conteúdos bem elaborados, multimídias e humanizados.

2. Vendedores experts

Esses conteúdos capazes de encantar os leads e convertê-los em clientes são os mesmos que instruem o time comercial. Capacitar vendedores a falar bem e com propriedade de produtos e serviços completa a sua estratégia de atração e encantamento de clientes.

Afinal de contas, não há como pensar o conhecimento sem o marketing de conteúdo.

Você gastaria tempo e dinheiro para produzir um workshop interno sobre os produtos e atividades da empresa. Sem contar que, a cada novo integrante do time comercial, teria que fazer uma nova edição do curso.

Com o marketing de conteúdo, você transforma o workshop em webinar e pode capacitar vendedores e clientes ao mesmo tempo. Textos, vídeos curtos, infográficos e até ebooks são ótimos materiais para reforçar o aprendizado sobre as suas soluções e produtos.

3. Base que alimenta o atendimento

Outra função do conteúdo é alimentar a base de conhecimento para proporcionar um atendimento ao cliente eficiente. Não há nada pior para a experiência do consumidor do que ter um problema e tentar resolvê-lo sem sucesso. E muitas vezes o que leva à falta de solução é a ausência de conhecimento.

Clientes insatisfeitos com o atendimento não vão recomendar a sua marca!

Por isso, mais uma vez, o marketing de conteúdo é um recurso que promove a estratégia de customer experience.

Os conteúdos produzidos podem ser automatizados, sendo fonte de um atendimentoomnichannel.

Para resolver desafios simples, o consumidor pode acessar as FAQs (Frequently Asked Questions). Essa lista de questões reúne de modo inteligente as principais dificuldades dos clientes e compartilha aprendizados.

Além das FAQs, o cliente pode se comunicar via chat e ser atendido por robôs inteligentes. Tudo isso sem deixar o tradicional atendimento telefônico de lado, principalmente para as questões mais complexas.

O grande ganho em toda essa dinâmica entre o marketing de conteúdo e o atendimento ao cliente é justamente fornecer informações que sirvam de aprendizado tanto para as máquinas inteligentes quanto para os seres humanos que podem usufruir da informação.

4. Fidelização com marketing

A integração dos canais de venda e atendimento já são tendências concretizadas entre 41% dos varejistas brasileiros.

Como apoio ao time comercial, o marketing digital contribui para atrair novos clientes, ao mesmo tempo que um bom atendimento é fator decisivo para a fidelização.

As estratégias de venda estão cada vez mais ligadas ao cuidado que se deve ter com a identidade de uma marca, pois é essa imagem que levará à criação de expectativas. Toda jornada do cliente começa com elas. Nutri-las desde a chegada do lead até a permanência do cliente só depende da sua estratégia de customer experience.

Pensando em tudo isso, é preciso entender que entregar boas experiências e integrar canais são estratégias que fortalecem uma das mais importantes missões do marketing: fidelizar clientes.

Quando os canais de venda e atendimento estão integrados ao marketing, parece que a sua marca fala uma só língua. Por isso ela pode, inclusive, parecer mais confiável, ainda mais quando não se coloca como uma marca inatingível ou quando oferece transparência e acesso completo à informação.

Fidelizar clientes não significa impedir a todo custo que eles vão embora, apelando para recursos de questionáveis de retenção.

Quem retém, não fideliza!

Para conquistar a fidelidade, integre comercial, marketing e atendimento usando a tecnologia e a informação a favor da sua marca.

cliente satisfeito

5. Marketing e experiência dependem da interação

Quando a interação é totalmente integrada, os ganhos na conquista de novos clientes e na fidelização dos antigos se tornam evidentes. Mas não somente de automatização é feita essa estratégia.

Humanizar os contatos se tornou um fator importante na conquista do consumidor.

Interações humanizadas ficam evidentes desde a escolha do tom de voz de um material do marketing de conteúdo até a programação de um robô digital voltado ao atendimento.

Quando se pensa em marketing, a primeira ideia que vem à mente está ligada aos métodos clássicos de abordagem do cliente pautados no uso da propaganda em veículos de comunicação. No entanto, a interação deveria estar em primeiro lugar.

Com o marketing digital, o contato passou a se tornar mais importante ao trazer resultados mensuráveis e positivos. Afinal, cada vez mais o consumidor compra online e demanda atendimento rápido e eficaz, com controle de tudo a partir dos smartphones.

O relacionamento com a sua marca está na palma da mão do consumidor.

Isso significa que o marketing digital se tornou a ferramenta proporcionar uma experiência melhor ao usuário.

Isso porque, quem escolhe como interagir com a sua marca é o cliente. E o seu negócio precisa estar preparado para ser digital.

mobile first veio para ficar!

E a sua empresa já sabe como se posicionar melhor no mundo digital? Aposte na integração entre os canais de vendas e atendimento aliada à estratégia de marketing digital e veja os resultados.

Conteúdo produzido por Maíra Gracini, diretora de marketing da Zendesk !

 

Fonte: Marketing de Conteúdo.

Marketing Digital: 40 termos e siglas para conhecer!

Termos técnicos devem fazer parte do mundo de quem deseja impulsionar seu negócio com o marketing digital

Quem está ingressando agora no mundo do marketing digital e ainda não conhece bem todas as ferramentas incríveis que esse segmento pode oferecer, corre o risco de acabar perdido entre tantos termos e siglas novas.

Mas se você está realmente querendo usar a internet e as ferramentas de marketing em seu favor, e em favor do seu negócio, é importantíssimo conhecer algumas delas para poder planejar, executar e metrificar melhor suas campanhas de marketing.

Para ajudá-lo com essa tarefa, separamos 40 termos e siglas de marketing digital que todo empreendedor deve conhecer! Confira nossa lista a seguir:

Automação de marketing: quando as etapas de marketing digital se tornam automatizadas e, por isso, fica mais fácil escalar os resultados.

Alcance: número de pessoas que visualizaram um post ou campanha que você veiculou.

Alcance orgânico: número de pessoas que visualizaram um conteúdo naturalmente, sem que houvesse nenhum investimento pago para isso.

Alcance pago: número de pessoas que visualizaram um conteúdo porque houve um investimento pago para isso.

Application Programming Interface (API): grupo de padrões para que softwares, aplicativos e outras plataformas web se desenvolvam e se comuniquem.

Banner: imagem ou vídeo, normalmente promocional, que fica no topo das lojas virtuais para atrair a atenção do consumidor.

Black Hat SEO: estratégias ilícitas ou que usam trapaças para posicionar melhor um site no Google.

Blog: conjunto de textos publicados na internet. É possível ter um site inteiro no formato de blog ou incluir uma sessão de blog em um site institucional ou dentro de um e-commerce, por exemplo.

CAC (Custo de Aquisição por Cliente): valor gasto em marketing e outras estratégias para adquirir um novo consumidor para o negócio. É calculado somando todo o valor investido e dividindo esse número pelo total de clientes conquistados dentro de um período.

Conversão: acontece quando o consumidor compra um produto, contrata um serviço ou realiza alguma ação desejada pela empresa.

CPC (Custo por Clique): valor que é descontado de um orçamento toda vez que um consumidor clica em um link. É muito utilizado em campanhas de links patrocinados, cujo objetivo é fazer com que o consumidor clique em uma publicidade e vá para o site do anunciante.

CTA (Call to Action): chamada para que o consumidor execute uma ação, como comprar, fazer um download ou se inscrever em uma newsletter.

Engajamento: participação de um usuário em algum material seu. Os principais tipos de engajamento nas redes sociais são: comentários, curtidas, reações e compartilhamentos.

Guest post: texto publicado em seu blog por um convidado.

Inbound Marketing: nova tendência de marketing em que a marca desperta o interesse do cliente e faz com que ele vá até ela.

inbound marketing

Landing Page: página destinada à um tipo de conversão, sobretudo à criação de leads.

Lead: pessoa que demonstrou interesse no seu mercado, produtos ou marca por meio de um cadastro.

Link patrocinado: publicidade dos buscadores, como o Google, que permite que as marcas criem anúncios relacionados à pesquisa de um usuário.

Link building: estratégias que fazem com que outros sites relevantes, do mesmo segmento, apontem para o seu. O link building é uma importante tática de SEO.

Mobile-friendly: sites, aplicativos e outro conteúdo web que têm design pensado, também, para dispositivos móveis, como smartphones e tablets.

Outbound marketing: marketing mais tradicional, em que a marca procura o consumidor e tenta convencê-lo a comprar.

Opt-in: quando o consumidor, declaradamente, expressa a vontade de receber conteúdo de uma marca, geralmente por e-mail.

Palavra-chave: termo usado como foco de uma campanha ou ação. Pode ser usada para classificar o seu anúncio ou para segmentar uma publicidade, por exemplo.

Page rank: algoritmo do Google utilizado para avaliar e ranquear os sites nas páginas de resultado da mais relevante para a menos relevante.

Page-view: número de visualizações de uma página na internet.

Persona: perfil de cliente criado para guiar as estratégias de marketing e vendas.

Publieditorial: conteúdo patrocinado por uma empresa e publicado em um canal de conteúdo, como um blog ou portal.

Remarketing: estratégia cujo objetivo é identificar consumidores que demonstraram interesse em um produto e convidá-los a finalizar a compra, por meio de publicidade e e-mail marketing.

Responsivo: aplicativos, sites e outros conteúdos web que são mobile-friendly, ou seja, estão disponíveis para dispositivos móveis.

ROI (Return on Investiment): retorno sobre o investimento feito em uma campanha. É calculado em duas etapas. Primeiro deve-se subtrair o custo da campanha pela receita gerada e, depois, dividir o total pelo custo. Na sequência, multiplica-se o resultado por 100.

Segmentação: ato de dividir um mesmo público em grupos para garantir que campanhas de marketing sejam sempre direcionadas para as personas certas.

Search Engine Marketing (SEM): estratégias de marketing digital (incluindo mídia paga) que tem como objetivo destacar um site nas páginas dos buscadores, como o Google.

Search Engine Optimization (SEO): conjunto de estratégias que um site pode adotar para se posicionar melhor nos resultados dos buscadores de forma orgânica.

SEO

SEO

SERP: nome dado às páginas de resultado que o Google apresenta depois que um usuário faz uma busca.

Taxa de abertura: número de e-mails abertos dividido pela quantidade de e-mails recebidos por seus contatos.

Taxa de clique (CTR): número de cliques que uma peça obteve dividido pelo número de visualizações. Pode ser usada em ferramentas como e-mail marketing e posts de redes sociais.

Teste A/B: teste que consiste em apresentar dois elementos diferentes para o público e avaliar qual deles obtém os melhores resultados.

Visitante: pessoa que fez uma visita ao seu site, blog ou e-commerce.

Visita: número de vezes em que alguém acessou seu site, blog ou e-commerce.

White hat SEO: táticas para posicionar melhor seu site no Google que são aceitas e recomendadas pelo buscador.

 

Fonte: Uol Host.

Transformando o mercado com Inovação Aberta e Cocriação.

Conhecer o consumidor com pesquisas de mercado é uma prática tradicional para que empresas guiem o lançamento de novos produtos e serviços.

Porém, duas práticas têm mostrado que aproximar o consumidor do processo de inovação é ainda mais eficiente com a inovação aberta e a cocriação.

Inovação aberta é uma abordagem do processo de inovação. Nela, a empresa inova com a participação de agentes externos (consumidores, fornecedores e até mesmo concorrentes). O mais interessante é que, na inovação aberta, tanto o processo como os resultados da inovação são públicos, sendo o extremo oposto de abordagens de inovação que estamos acostumados (com o processo e resultado fechados na empresa).

Cocriação é uma prática de inovação aberta, ou seja, uma técnica utilizada na abordagem. Ela conta com a participação efetiva de agentes externos no processo de inovação, principalmente no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Há quatro pilares básicos para empresas que possuem interesse em cocriar com seus consumidores, fornecedores ou concorrentes: 1) diálogo claro para que todos os objetivos sejam atendidos; 2) acesso mútuo a informações e recursos; 3) compreensão dos benefícios e riscos do processo; e 4) transparência de informações.

As vantagens de utilizar a inovação aberta e a cocriação são várias. Vamos imaginar na cocriação com fornecedores: compartilhando o processo de inovação, é possível alcançar soluções com menor custo e maior eficiência para o mercado. Na cocriação com consumidores: a opinião e o feedback efetivos sobre um novo produto ou serviço fazem com que o produto reaja de maneira dinâmica às nuances dos consumidores.

O processo de participação efetiva dos consumidores soa distante da realidade? Vamos observar dois casos que, por conta da tecnologia, facilitaram a cocriação:

Alguns anos atrás, a Fiat lançou uma plataforma colaborativa para criar um carro- -conceito. Batizado de Fiat Mio, o projeto foi criado a partir de sugestões e ideias de consumidores em uma plataforma que alcançou mais de 15 mil interessados. Nela, consumidores publicaram o que esperavam de um carro da Fiat a partir da sua imaginação. Então, uma equipe de técnicos da Fiat analisou a viabilidade das ideias e adicionou as mais interessantes ao projeto. O carro foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel no ano de 2010.

A LEGO, querida de crianças, jovens e adultos há décadas, também lançou uma plataforma colaborativa para criação de novos produtos: a LEGO Ideas. Nela, consumidores são convidados a publicar seus projetos de kits a serem produzidos pela empresa e a votar nas criações de outros consumidores. Então, após os votos e o feedback da comunidade, o projeto que alcançar 10 mil votos é revisado por técnicos da LEGO, aprovado pelo criador e vendido oficialmente no mundo todo. O consumidor, por sua vez, recebe um percentual das vendas e é reconhecido oficialmente como criador do kit.

Estes são apenas dois exemplos de grandes empresas que trabalham com inovação e encontraram uma maneira de fazer com que seus consumidores participem da criação de novos produtos. Ao nosso redor, as plataformas de colaboração também fazem esse papel, desde a concepção da ideia até o financiamento, a exemplo do Kickstarter e do Catarse.

Enquanto pesquisas de mercado buscam compreender os hábitos e preferências dos consumidores, a inovação aberta e a cocriação inserem esses consumidores no processo de inovação. Isso permite que a empresa desenvolva um produto ou serviço que tenha alta aderência no mercado e, consequentemente, maior retorno nas vendas.

Caio Bianchi é professor na Pós-Graduação da ESPM, doutorando em inovação internacional (PMDGI/ESPM) e pesquisador especialista sobre gestão da criatividade, inovação, empreendedorismo e negócios internacionais.

 

Fonte: ESPM.

Sem conteúdo, sua empresa está ficando para trás!

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Gerar conteúdo que realmente entregue valor para sua persona, ao mesmo tempo que atenda as exigências de qualidade cobradas pelas ferramentas de pesquisa, faz com que sua empresa ganhe visibilidade e autoridade online.

Ainda de acordo com a Content Trends 2018, 86,7% dos respondentes usam o Google para procurar conteúdos e informações. Se seu concorrente aparece entre as primeiras posições, e sua empresa está no fim da página, ou sequer aparece entre as opções da primeira página, você está perdendo reconhecimento de marca e acessos ao seu site.

Os resultados da Content Trends mostram que empresas que adotam o Marketing de Conteúdo geram 2,6 mais visitas que aquelas que não adotam a estratégia:

media-de-visitas

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O Marketing de Conteúdo não acaba quando a pessoa chega ao seu site ou blog. Pelo contrário, estratégias de conversão e nutrição com conteúdo ajudam a gerar mais leads, oportunidades e vendas.

Por isso, a diferença é ainda maior quando comparamos a geração de leads. Empresas que adotam o Marketing de Conteúdo geram 3,7 mais leads que aquelas que não adotam a estratégia:

Sim, você já está saindo atrás dos seus concorrentes, e não existe previsão de melhora. Pelo contrário:

media-de-leads

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Publicar conteúdos pertinentes para sua persona gera resultados quase imediatos, principalmente se alinhado a uma boa estratégia de divulgação nas mídias sociais e e-mail marketing. Isto fica claro quando olhamos para o gráfico de uma empresa que não investia em Marketing de Conteúdo, e passou a fazê-lo, como a Kenoby:

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É possível perceber o impacto imediato da publicação e divulgação de conteúdos, a partir de setembro de 2016. Os primeiros conteúdos geraram picos de acessos, que não se consolidaram até por volta de março de 2017. Depois dos primeiros 6 meses de acessos inconstantes, percebemos um resultado semanal estável de acessos orgânicos.

Entretanto, é a longo prazo que os resultados do Marketing de Conteúdo se destacam. A partir de abril de 2017 os acessos iniciam uma crescente constante, que é afetada pelo período de recessos de janeiro, mas voltam a escalar rapidamente após.

Perceba que mesmo nesse período de recesso, os resultados alcançados nos fins de semana superam os picos gerados nos primeiros meses de estratégia. Isso é resultado da consolidação dos resultados orgânicos, que geram tráfego constante para o blog.

Isso fica claro quando olhamos os resultados de empresas que têm estratégias de conteúdo bem estruturadas e documentadas. Assim como a Kenoby, é possível ver curvas similares em outras empresas.

Como funciona uma busca no Google?

Quando você realiza uma busca, não está pesquisando a internet em si, mas sim as páginas que o Google possui em seu índice. O motor de busca utiliza a ferramenta denominada GoogleBot para vasculhar páginas, indo de link em link, e indexando as páginas a seu índice..

Uma vez que você digita uma palavra-chave e realiza a busca, o sistema procura no índice quais páginas possuem a palavra-chave que você digitou, e as coloca em ordem de relevância de acordo com alguns fatores.

Por que ranquear bem leva tempo?

O Google sempre procura entregar o melhor conteúdo possível para cada palavra-chave buscada, e por isso está continuamente avaliando seu site para definir se ele é uma boa fonte de informação para seus usuários. Este processo determina a autoridade de domínio do seu site.

Domínios que têm mais autoridade tem chances maiores de ranquear melhor, afinal o Google já reconhece que eles são fontes confiáveis de conteúdo. Para ser considerado uma boa fonte de informação, o Google avalia fatores como:

  • frequência de produção de conteúdo;
  • como os conteúdos performam em mídias sociais;
  • quanto tempo as pessoas passam na sua página e no seu site;
  • a quantidade de links entre páginas do seu site;
  • a quantidade e qualidade de links de outros sites apontando para o seu.

Existem diversos outros fatores que influem diretamente no posicionamento dos seus conteúdos, mas esses são os mais importantes para gerar autoridade no mercado e mostrar ao Google que seu site merece estar nas primeiras posições das páginas de pesquisa.

A questão aqui é: não é possível construir autoridade de mercado em pouco tempo. Seus conteúdos precisam de tempo para receberem acessos, serem compartilhados em redes sociais e receberem links externos que demonstram sua relevância. Seu blog precisa de tempo para estabelecer uma frequência de publicação e acessos constante, gerar autoridade e virar referência em sua fatia de mercado.

Um pequeno passo para seu blog, um salto gigantesco para seu SEO

Depois de alguns meses planejando, criando, publicando e divulgando conteúdo, você certamente vai viver momentos de decepção com sua estratégia. Esses momentos irão definir se você terá sucesso com seu Marketing de Conteúdo.

Todos os cases de sucesso de estratégias de conteúdo tem uma coisa em comum: continuidade. A persistência na criação de conteúdo vai construindo uma base orgânica que se transforma em uma máquina de geração de oportunidades à longo prazo.

A cada conteúdo publicado, você:

  • abre uma nova porta para que potenciais clientes te encontrem e acessem seu site;
  • constrói autoridade para o público, e se coloca na posição de especialista para toda vez que ele tiver uma dúvida;
  • melhora seu posicionamento no Google, pois aumenta sua autoridade, mantém mais pessoas em seu site por mais tempo e gera mais chances de receber visitas e links.

Conteúdo não é uma tendência de marketing passageira. É o presente e futuro do marketing digital.

Fonte: Marketing de Conteúdo.

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Amazon com novidades no Brasil.

A Amazon.com.br anunciou, nesta quarta-feira (22), o lançamento das categorias de Moda e Esportes em seu marketplace.

A Amazon Moda começa a sua operação oferecendo produtos de marcas como Havaianas, Cia. Marítima e Farm, além de designers como Reinaldo Lourenço e Jack Vartanian. Já a categoria Esportes oferece produtos de marcas como Caloi, Penalty, Fila e Garmin.

Juntas, as lojas oferecem mais de 300 mil produtos. Os pedidos podem ser pagos em até dez vezes sem juros em cartões de crédito – os clientes podem pedir reembolso caso o produto não esteja de acordo com o anunciado pelos vendedores por meio do Garantia de A a Z.

“Trabalhamos muito para garantir que nosso marketplace tenha um ótimo catálogo em ambas as lojas, atendendo uma gama variada de clientes”, afirmou Otávio Alves, gerente-geral da Amazon Moda para o Brasil.

A Amazon Moda também oferece calçados, malas e mochilas, óculos, joias e relógios. Algumas das categorias disponíveis são Alta Costura, Novos Estilistas Brasileiros, Grandes Marcas Nacionais e Internacionais, Plus-Size, Vegano ou Sustentável, Digitais e Artesanais.

Já a categoria de Esportes conta com catálogo de produtos de diversas modalidades, de futebol a acampamento, passando por boxe e natação.

 

Fonte: Ecommercebrasil.

Auditorio-Vendas-Guo-Dongbai-ALI-EXPRESS-Forum-2018

Os desafios do AliExpress para vender fora da China.

Quem acessa o site do AliExpress muitas vezes não se dá conta da dimensão que tomou o marketplace – que é um braço de exportação da gigante chinesa Alibaba.

Atualmente, o e-commerce tem cerca de 50 milhões de produtos disponíveis em 110 mil lojas diferentes, todas vendendo por meio da plataforma do AliExpress. Ao todo, são comercializados itens em 20 idiomas, transações podem ser feitas em 18 moedas e entrega é realizada em 207 países.

O Alibaba espera que, em dez anos, 40% da sua receita venha de fora da China.

Tamanha operação, entretanto, demanda muita inteligência de mercado. Segundo Guo Dongbai, CTO da empresa, mais do que as respostas, o que importa são as perguntas certas. “Quando você passa a trabalhar globalmente, como gerenciar diversos servidores em países diferentes? Como você lida com as taxas, os diferentes tipos de riscos de segurança?”, questionou, durante o Fórum E-Commerce Brasil 2018.

De acordo com o executivo, o AliExpress passou a usar big data para entender o comportamento dos consumidores em tantos países e cruzar as informações para ser mais assertivo.

Para se ter uma ideia, a empresa tem registradas em seu sistema 9,5 mil marcas, 507 sistemas operacionais rodando ao mesmo tempo em mais de 39 mil modelos de aparelhos diferentes, com 836 resoluções de tela distintas entre si.

Big Data

Big Data

Esse é o nível de detalhamento.

Assim, o marketplace sabe de onde exatamente chegam os acessos, de onde vem o dinheiro e quais áreas precisam de mais investimento, por exemplo, já que é possível descobrir, com profundidade, o que acontece no site em cada passo dos usuários.

“É preciso inovar onde faz mais sentido. Caso contrário, você investe nos lugares errados [e gasta dinheiro à toa]”, cravou Dongbai.

Um exemplo interessante, de acordo com ele, ocorre quando se cruzam dados de compras no Brasil, Rússia, Espanha e Estados Unidos.

De maneira geral, a exposição de produtos ocorre de forma similar em todos esses países. Nas demais etapas – cliques e checkout -, porém, o comportamento passa a ficar cada vez mais específico por região.

Por isso, uma operação global precisa trabalhar com segmentação de dados. “A gente precisa não só ter os dados, mas usá-los de maneira completa”, afirmou.

Parceiros locais

Apesar do tamanho sem precedentes, o AliExpress ainda tem seus desafios. Os principais dizem respeito justamente às peculiaridades regionais.

Isso porque o e-commerce não tem condições de contratar engenheiros e equipes especializadas para todos os países onde atua. Dessa forma, a intenção da empresa é fazer parcerias com operações locais.

“Eles [fornecedores locais] conhecem os consumidores, [sabem] que tipo de promoção vai fazer as pessoas clicarem mais em um anúncio. Nós não conhecemos o customer service em Brasil, então, precisamos de um parceiro aqui”, exemplificou Guo Dongbai.

De acordo com ele, o Brasil está no radar dos chineses. “Nós pensamos em trazer uma melhor experiência no Brasil. Estamos em contato com operadores locais, mas isso é ainda algo que estamos estudando”, finalizou.

Fonte: Ecommerce Brasil.