O-que-é-diferencial-competitivo-de-uma-empresa-01

Você sabe mesmo qual é o diferencial competitivo da sua empresa?

Você já percebeu como o Marketing Digital possibilitou que empresas de todos os portes e nichos atraiam e se relacionem melhor com a audiência? Se por um lado essa vantagem abriu as fronteiras da comunicação entre a marca e o consumidor, por outro fortaleceu a concorrência. Ao descobrir o seu diferencial competitivo, você garante um melhor resultado e mais visibilidade.

O que um¬†lead qualificado¬†precisa para se tornar um cliente satisfeito? Hoje a resposta n√£o se resume apenas √† qualidade do produto.¬†Deve haver uma identifica√ß√£o dos valores da empresa e da solu√ß√£o oferecida. O prospect tamb√©m deseja se sentir √ļnico, em uma¬†rela√ß√£o verdadeira com a marca, al√©m, √© claro, de perceber benef√≠cios exclusivos.

Entenda quem √© o seu p√ļblico

Talvez voc√™ esteja pensando que esse fator √© √≥bvio para qualquer¬†a√ß√£o de Marketing Digital. Entretanto,¬†o diferencial est√° no posicionamento estrat√©gico e voc√™ s√≥ conseguir√° alcan√ß√°-lo se ouvir a¬†persona. Modele as suas solu√ß√Ķes de acordo com os fatores que agregam valor. Com um¬†CRM¬†e o monitoramento de redes sociais, por exemplo, voc√™ consegue responder a perguntas como:

  • O que faz meus clientes escolherem a minha marca?
  • Quais s√£o os valores inegoci√°veis que tornam meu produto destacado perante a concorr√™ncia?
  • Como meu produto ajuda (de forma real) o cliente?
  • A concorr√™ncia pode alcan√ßar os diferenciais que meu neg√≥cio oferece hoje?

Faça benchmarking e veja o posicionamento da concorrência

Agora que voc√™ j√° descobriu o que a sua audi√™ncia quer e gosta, √© hora de¬†saber o que as outras empresas est√£o oferecendo, n√£o √© mesmo? Afinal, como voc√™ pode definir um diferencial sem saber de quais par√Ęmetros voc√™ pretende se destacar? Com o¬†ambiente virtual, ficou mais simples analisar dados de mercado e at√© mesmo¬†estrat√©gias¬†da concorr√™ncia.

Use o benchmarking para descobrir se:

  • Seu produto supera as tecnologias e tend√™ncias do mercado;
  • Existem gargalos de oportunidade que podem ser aproveitados, mas a concorr√™ncia ainda n√£o identificou;
  • Tem alguma estrat√©gia de concorrentes que possam ser otimizadas;
  • Observando o mercado, seu produto ainda se apresenta inovador e exclusivo.

Cuide da equipe para implementar o diferencial competitivo

Às vezes, é difícil para os colaboradores entenderem o negócio. Primeiro você precisa definir os pontos positivos que precisam ser fortalecidos. Depois, atualize e capacite todos os envolvidos com a cultura da empresa.

Assim, a sua marca transmite os valores estabelecidos em todos os contatos e canais de atendimento. Imagine que seus leads façam uma pesquisa online antes de visitar sua loja física (o que é uma tendência) e têm uma experiência integrada, identificando sua marca? O fortalecimento da cultura alinha o posicionamento da empresa.

 

vantagem competitiva

 

Use a an√°lise SWOT para identificar oportunidades em potencial

Também conhecida como FOFA (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças), essa é uma ferramenta que cruza dados internos e externos sobre o seu empreendimento. Você sabe o motivo da SWOT ser um recurso importante?

  • Entender as tecnologias do mercado que sua empresa precisa acompanhar;
  • Descobrir quais s√£o as vantagens √ļnicas do seu neg√≥cio;
  • Acompanhar oportunidades que podem se transformar no seu diferencial competitivo. Como um valor agregado (agilidade, personaliza√ß√£o, dentre outros) ou mesmo uma t√©cnica (automa√ß√£o do atendimento ou¬†geolocaliza√ß√£o, por exemplo).

Conte com apoio profissional para uma vis√£o mais abrangente

Você já identificou pontos que podem virar o diferencial competitivo do seu negócio ou mesmo não sabe qual destacar para a sua empresa? Talvez seja hora de contar com uma consultoria de Marketing para ter uma perspectiva mais segura sobre a sua empresa. Além de ser experiente, uma agência está sempre se atualizando sobre ferramentas de análise e o mercado.

O¬†diferencial competitivo¬†√© muito importante para fortalecer o prop√≥sito de marca, criando exclusividade e conex√£o com o p√ļblico certo.¬†Identifique a melhor forma de destacar as solu√ß√Ķes que a sua empresa entrega¬†e assegure de a concorr√™ncia n√£o copiar√° seu diferencial com facilidade.¬†Para garantir uma vis√£o certeira e otimizada, fa√ßa uma consultoria do seu neg√≥cio.

 

 

Fonte: Org√Ęnica Digital.

O que é Inbound Marketing?

Conhe√ßa essa estrat√©gia para atrair o interesse de seu p√ļblico-alvo.

Sabe aquela empresa que te conquista com um e-mail cheio de¬†conte√ļdo bacana¬†ou uma postagem no Facebook de utilidade p√ļblica, em vez de entupir sua timeline e¬†caixa de entrada¬†com ofertas e propagandas?

Ent√£o, essa empresa, sabiamente, est√° se utilizando do famoso Inbound Marketing, um conjunto de estrat√©gias que visam a atrair o interesse de um p√ļblico-alvo.

Tamb√©m conhecido como marketing de atra√ß√£o, os esfor√ßos dessa modalidade s√£o voltados para a√ß√Ķes que conquistem a confian√ßa e ofere√ßam informa√ß√£o aos usu√°rios.

De acordo com dados do Hubspot, 58% das empresas brasileiras praticam Inbound Marketing, sendo que 92% delas têm retorno positivo.

√Č uma abordagem diferente em rela√ß√£o ao marketing tradicional, o chamado Outbound Marketing, que tem como base o an√ļncio de produtos com foco direto em vendas. No Inbound, a inten√ß√£o de venda n√£o √© t√£o destacada, mas a convers√£o vem como resultado das atividades.

Os objetivos mais comuns do Inbound s√£o:

‚ÄĘ Despertar o interesse do usu√°rio pela marca;

‚ÄĘ Construir uma rela√ß√£o de confian√ßa com o p√ļblico;

‚ÄĘ Fidelizar leitores ou visitantes;

‚ÄĘ Gerar engajamento;

‚ÄĘ Cria√ß√£o de conte√ļdo relevante para um p√ļblico-alvo;

‚ÄĘ Produ√ß√£o e disponibiliza√ß√£o de materiais para download;

‚ÄĘ Investimento em publica√ß√Ķes nas m√≠dias sociais;

‚ÄĘ Trabalho com blogs;

‚ÄĘ Uso de t√©cnicas de SEO;

‚ÄĘ Personaliza√ß√£o de conte√ļdo.

Lado a lado com o marketing de conte√ļdo, o Inbound usa a cria√ß√£o e a disponibiliza√ß√£o de conte√ļdo relevante como um trunfo para atrair a aten√ß√£o do p√ļblico-alvo. O objetivo principal √© agregar valor √† experi√™ncia do usu√°rio com a marca para, ent√£o, ampliar o n√ļmero e a qualidade de visitantes e¬†leads¬†‚Äď e, consequentemente, a quantidade de convers√Ķes.

Conquistando o interesse do p√ļblico, a intera√ß√£o da marca com o usu√°rio n√£o acaba no momento da convers√£o: o Inbound Marketing torna poss√≠vel que o impactado se transforme em um multiplicador, que vai voluntariamente divulgar sua marca comentando sobre a experi√™ncia que teve ou indicando conte√ļdos a outras pessoas.

Os √≥timos resultados obtidos com a aplica√ß√£o do Inbound Marketing t√™m feito sua utiliza√ß√£o cada vez mais popular entre as empresas. Mas, para chegar a resultados satisfat√≥rios, √© preciso dedicar-se e investir nas estrat√©gias. Planejamento e qualidade na cria√ß√£o de conte√ļdo s√£o essenciais para colher bons frutos.

 

Fonte: Uol Host.

7 táticas de marketing que você sempre usou e não sabia.

Entenda como as a√ß√Ķes que voc√™ sempre utilizou na sua empresa para atrair clientes podem ser usadas para construir uma estrat√©gia digital forte e lucrativa!

Qual é o papel do marketing no dia a dia da sua empresa? Se você acha que faz menos do que deveria para o seu negócio ganhar visibilidade, não está sozinho.

Muitos empreendedores não entendem muito do assunto, acham que não têm orçamento suficiente ou já tentaram usar algumas táticas sem grandes resultados.

Por isso, tanta gente desiste do marketing ou resiste a fazer investimentos na área. Mas e se eu te falasse que você sempre fez marketing, mesmo sem perceber?

O¬†Marketing Digital¬†√© cheio de t√©cnicas, ferramentas e processos que podem confundir bastante quem n√£o trabalha com isso todos os dias. √Č por isso que voc√™ n√£o deve se concentrar tanto no que n√£o sabe.

Veja agora como as a√ß√Ķes que voc√™ sempre realizou para atrair clientes podem ser usadas para construir uma estrat√©gia digital forte e lucrativa!

7 táticas de marketing que você já usa sem perceber

Você, que achou que o marketing não era parte integral do seu negócio, vai se surpreender com a lista abaixo. Ela tem nada menos que 8 táticas muito comuns (e bem recomendadas) numa estratégia de marketing digital.

Veja como a sua empresa sempre usou formas consagradas de marketing para conquistar e fidelizar clientes, sem nem perceber isso:

1. Marketing de afiliados

Sabe quando voc√™ oferece comiss√Ķes para que outras pessoas promovam e vendam seus produtos para voc√™? Isso √© marketing de afiliados.

Basicamente, você terceiriza boa parte da divulgação e venda, e compartilha uma pequena parte do lucro com o parceiro.

O marketing de afiliados √© uma estrat√©gia muito comum para¬†infoprodutos, como s√£o chamados os produtos digitais que oferecem alguma informa√ß√£o valiosa ao p√ļblico.

Nesta categoria, podemos incluir livros em formato digital, palestras e cursos online, planilhas, etc.

A tática é tão eficaz que existem até empresas dedicadas apenas a ela, sem contar os blogs, cursos e treinamentos sobre o tema.

2. Testes A/B

Suponha que o bot√£o ‚Äúcomprar‚ÄĚ da sua loja virtual favorita √© da cor vermelha. Para saber se essa cor tem impacto positivo nas vendas, o dono poderia comparar o bot√£o vermelho com um de outra cor, como verde.

Ent√£o, √© poss√≠vel fazer um teste entre as duas varia√ß√Ķes de cores para conferir qual das duas tem mais impacto na convers√£o de visitantes em vendas, por exemplo. Quando feito em um ambiente controlado, com todas as demais vari√°veis que impactam (como texto do bot√£o e a localiza√ß√£o do bot√£o na p√°gina), esse se torna um √≥timo exemplo de um¬†teste A/B.

Mas pense bem, quantos testes como este você já fez na sua empresa? Em muitos casos, são mudanças tão sutis quanto mudar uma vitrine, um portfólio ou trocar os produtos de lugar e ver o que é melhor para as vendas.

3. Programas de fidelidade e de indica√ß√Ķes

Cupons de desconto soam como m√ļsica para os ouvidos de qualquer cliente. Mas eles costumam funcionar melhor quando fazem parte de um programa de fidelidade.

Um exemplo muito comum acontece em lanchonetes e restaurantes: a cada compra, o cliente ganha um cupom. Depois de juntar 10 cupons, ganha um lanche ou pizza gr√°tis, por exemplo.

Os programas de indica√ß√£o tamb√©m fazem grande sucesso, e funcionam de forma t√£o simples quanto: indique um n√ļmero espec√≠fico de amigos e ganhe descontos ou vantagens no seu pr√≥prio servi√ßo.

No mundo digital, esse tipo de programa já foi usado por empresas como Uber e Dropbox, e continuam a fazer sucesso com milhares de negócios dos mais variados tamanhos e segmentos de mercado.

4. Co-marketing

Se alguma vez a sua empresa já uniu forças com outro negócio para ganhar exposição ou gerar oportunidades de venda em conjunto, já fez uso do co-marketing.

Essa é uma das formas mais poderosas de conseguir clientes sem gastar muito. Por isso, algumas empresas que são referência no mercado e contam com grandes orçamentos de marketing já fazem uso dela.

A forma mais comum de fazer co-marketing no ambiente digital √© por produzir conte√ļdo, quer em forma de um artigo para blog, e-book,¬†palestra online¬†ou outra.

A produção do material pode ser dividida ou feita por apenas uma das empresas, mas a grande sacada desta estratégia está em compartilhar os esforços de divulgação e os contatos que serão gerados a partir deste material. Assim, ambas as empresas têm a oportunidade de divulgar sua marca para uma nova base de contatos.

5. An√ļncios segmentados

No marketing digital,¬†an√ļncios segmentados, ou seja, direcionados para que apenas o perfil de p√ļblico selecionado veja, s√£o usados de forma estrat√©gica para gerar √≥timos resultados.

No mundo offline, essa pr√°tica j√° era utilizada ‚ÄĒ mesmo que em uma vers√£o um pouco mais primitiva. Ao distribuir panfletos em frente a um shopping ou em um ponto espec√≠fico da cidade em que voc√™ sabe que o seu p√ļblico costumava frequentar, a sua inten√ß√£o provavelmente era a mesma de quem usa an√ļncios segmentados online, ou seja, alcan√ßar o seu p√ļblico onde ele j√° est√°.

6. Marketing sazonal

Muitas empresas usam eventos populares ou notícias do momento para chamar atenção e gerar engajamento nas redes sociais, por email ou em lojas virtuais.

Grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, bem como hashtags populares nas redes sociais são as oportunidades mais exploradas.

A sua empresa já usou eventos ou notícias das quais todo mundo estava comentando para se promover? Então fez marketing sazonal!

7. Sucesso do cliente

Sucesso do cliente é um dos conceitos modernos de marketing mais usados nas empresas. Esse termo se refere a um novo tipo de atendimento ao cliente, que vai além de simplesmente do suporte. A responsabilidade se estende a garantir que o cliente saiba utilizar o produto ou serviço ofertado pela empresa da melhor maneira possível. A ideia é de que, se o cliente tem resultados consistentes com seus produtos ou serviços, vai se manter cliente por mais tempo.

Quanto mais clientes fi√©is, maior o sucesso do seu neg√≥cio, agora e no futuro. √Č isso que tantas pequenas empresas conseguem por oferecer bom atendimento e servi√ßos de qualidade.

E quem pensa que atendimento e qualidade dos produtos não têm nada a ver com marketing está bem enganado. Esses fatores nunca foram tão importantes para conseguir e manter bons clientes.

O que isso quer dizer para o seu negócio, na prática?

A maior lição que você pode tirar dessa lista é que o marketing não precisa ser um bicho de sete cabeças. Mesmo sem saber, muitas empresas já usam as principais técnicas de marketing digital para vender mais e fazer os clientes felizes.

√Č claro que esse cen√°rio pode melhorar (muito) quando voc√™ coloca essas mesmas a√ß√Ķes em pr√°tica dentro de um processo estruturado, que permite avaliar os resultados e aprender com eles a cada dia. √Č sobre isso que vamos falar em seguida.

O próximo passo: colocar seu negócio na era digital

Se a sua empresa usa de forma analógica as técnicas mais conhecidas no Marketing Digital, o próximo passo é entrar nesse ambiente também para aproveitar ao máximo os benefícios das estratégias.

 

Fonte: Marketing de Conte√ļdo.

E-commerce fatura R$ 23,6 bilh√Ķes no 1¬ļ semestre, alta de 12,1%.

O com√©rcio eletr√īnico brasileiro faturou R$ 23,6 bilh√Ķes no primeiro semestre de 2018, um crescimento de 12,1% ante igual per√≠odo do ano anterior, de acordo com dados do relat√≥rio Webshoppers, produzido pela Ebit/Nielsen.

A pesquisa projeta continuidade do mesmo ritmo de crescimento at√© o final do ano. Para o ano fechado de 2018, a perspectiva √© de alta de 12% nas vendas na compara√ß√£o anual, totalizando faturamento de R$ 53,4 bilh√Ķes.

No primeiro semestre, o com√©rcio eletr√īnico registrou 54,4 milh√Ķes de pedidos, 8% a mais do que no ano passado. O t√≠quete m√©dio aumentou 3,8%, para R$ 433.

A Ebit, empresa especializada em informa√ß√Ķes sobre e-commerce, foi adquirida pela Nielsen num acordo assinado ao final de julho. Com o neg√≥cio, a Nielsen refor√ßou sua unidade de neg√≥cios de com√©rcio online.

 

 

Fonte: Istoé.

Como a experiência do cliente fica melhor com marketing digital?

A boa experiência do cliente deve sempre ser a prioridade da sua empresa e uma estratégia de marketing digital consistente torna isso ainda mais possível. Quer entender como o digital pode ser o diferencial na sua estratégia para fidelizar clientes? 

Há muito mais entre a expectativa e a satisfação do cliente do que pode prever a sua estratégia de customer experience.

E essa constatação está ainda mais certa se não é possível reconhecer o que o marketing digital agrega às vendas e ao atendimento.

Caso a sua empresa esteja buscando desvendar essa rela√ß√£o para potencializar resultados, voc√™ encontrou as informa√ß√Ķes certas.

Mas antes de descobrir como customer experience e marketing digital estão fortemente ligados, você precisa saber o que é fundamental em ambos.

A experiência do consumidor depende da jornada do cliente. E essa história começa com uma expectativa alimentada também pelo marketing. Ao ser estabelecido o relacionamento de compra, a experiência do consumidor é consolidada e deve ser orientada sempre à satisfação.

Os cuidados com a expectativa, a experiência e a satisfação desenham a sua estratégia de customer experience, e a missão deste texto é mostrar que ela deve estar sempre relacionada ao marketing digital, que busca:

  • Atrair novos neg√≥cios;
  • Criar relacionamentos;
  • E desenvolver uma identidade de marca.

Se você quer mais do que sobreviver à crise e alcançar melhores resultados, a experiência do consumidor deve se tornar prioridade na sua empresa.

Para colocar isso em prática, acompanhe a seguir cinco evidências de que marketing digital e customer experience se completam e trazem mais resultados.

1. Leads que têm conhecimento

Não existe nada mais frustrante do que alimentar uma expectativa que nunca será concretizada. Se ao olhar para a sua marca o consumidor tem essa experiência, você pode apostar que nunca mais fará negócio com você, além de não recomendar sua marca.

E tudo isso com raz√£o!

Imagine, então, que em vez de receber um cliente desavisado você ajude a informar e formar um lead que tenha pleno conhecimento do seu produto ou serviço. Ele saberia tudo o que precisa para tomar a decisão de compra.

Mas de que modo essa estratégia pode sair da imaginação?

Com¬†marketing de conte√ļdo, um dos grandes pilares da estrat√©gia digital!

Ao produzir informação de qualidade sobre produtos e serviços e disponibilizá-las online, sempre de olho no mercado e nas tendências, a sua empresa alimenta o lead. E um futuro cliente bem nutrido faz escolhas mais conscientes e consistentes.

√Č por isso que voc√™ precisa criar uma base forte de conte√ļdos bem elaborados, multim√≠dias e humanizados.

2. Vendedores experts

Esses conte√ļdos capazes de encantar os¬†leads¬†e convert√™-los em clientes s√£o os mesmos que instruem o time comercial. Capacitar vendedores a falar bem e com propriedade de produtos e servi√ßos completa a sua estrat√©gia de atra√ß√£o e encantamento de clientes.

Afinal de contas, n√£o h√° como pensar o conhecimento sem o marketing de conte√ļdo.

Você gastaria tempo e dinheiro para produzir um workshop interno sobre os produtos e atividades da empresa. Sem contar que, a cada novo integrante do time comercial, teria que fazer uma nova edição do curso.

Com o marketing de conte√ļdo, voc√™ transforma o workshop em webinar e pode capacitar vendedores e clientes ao mesmo tempo. Textos, v√≠deos curtos, infogr√°ficos e at√© ebooks s√£o √≥timos materiais para refor√ßar o aprendizado sobre as suas solu√ß√Ķes e produtos.

3. Base que alimenta o atendimento

Outra fun√ß√£o do conte√ļdo √© alimentar a base de conhecimento para proporcionar um¬†atendimento ao cliente¬†eficiente. N√£o h√° nada pior para a experi√™ncia do consumidor do que ter um problema e tentar resolv√™-lo sem sucesso. E muitas vezes o que leva √† falta de solu√ß√£o √© a aus√™ncia de conhecimento.

Clientes insatisfeitos com o atendimento n√£o v√£o recomendar a sua marca!

Por isso, mais uma vez, o marketing de conte√ļdo √© um recurso que promove a estrat√©gia de¬†customer experience.

Os conte√ļdos produzidos podem ser automatizados, sendo fonte de um¬†atendimentoomnichannel.

Para resolver desafios simples, o consumidor pode acessar as FAQs (Frequently Asked Questions). Essa lista de quest√Ķes re√ļne de modo inteligente as principais dificuldades dos clientes e compartilha aprendizados.

Al√©m das FAQs, o cliente pode se comunicar via chat e ser atendido por rob√īs inteligentes. Tudo isso sem deixar o tradicional atendimento telef√īnico de lado, principalmente para as quest√Ķes mais complexas.

O grande ganho em toda essa din√Ęmica entre o marketing de conte√ļdo e o¬†atendimento ao cliente¬†√© justamente fornecer informa√ß√Ķes que sirvam de aprendizado tanto para as m√°quinas inteligentes quanto para os seres humanos que podem usufruir da informa√ß√£o.

4. Fidelização com marketing

A integração dos canais de venda e atendimento já são tendências concretizadas entre 41% dos varejistas brasileiros.

Como apoio ao time comercial, o marketing digital contribui para atrair novos clientes, ao mesmo tempo que um bom atendimento é fator decisivo para a fidelização.

As estratégias de venda estão cada vez mais ligadas ao cuidado que se deve ter com a identidade de uma marca, pois é essa imagem que levará à criação de expectativas. Toda jornada do cliente começa com elas. Nutri-las desde a chegada do lead até a permanência do cliente só depende da sua estratégia de customer experience.

Pensando em tudo isso, √© preciso entender que entregar boas experi√™ncias e integrar canais s√£o estrat√©gias que fortalecem uma das mais importantes miss√Ķes do marketing: fidelizar clientes.

Quando os canais de venda e atendimento estão integrados ao marketing, parece que a sua marca fala uma só língua. Por isso ela pode, inclusive, parecer mais confiável, ainda mais quando não se coloca como uma marca inatingível ou quando oferece transparência e acesso completo à informação.

Fidelizar clientes não significa impedir a todo custo que eles vão embora, apelando para recursos de questionáveis de retenção.

Quem retém, não fideliza!

Para conquistar a fidelidade, integre comercial, marketing e atendimento usando a tecnologia e a informação a favor da sua marca.

cliente satisfeito

5. Marketing e experiência dependem da interação

Quando a interação é totalmente integrada, os ganhos na conquista de novos clientes e na fidelização dos antigos se tornam evidentes. Mas não somente de automatização é feita essa estratégia.

Humanizar os contatos se tornou um fator importante na conquista do consumidor.

Intera√ß√Ķes humanizadas ficam evidentes desde a escolha do tom de voz de um material do marketing de conte√ļdo at√© a programa√ß√£o de um rob√ī digital voltado ao atendimento.

Quando se pensa em marketing, a primeira ideia que vem à mente está ligada aos métodos clássicos de abordagem do cliente pautados no uso da propaganda em veículos de comunicação. No entanto, a interação deveria estar em primeiro lugar.

Com o marketing digital, o contato passou a se tornar mais importante ao trazer resultados mensuráveis e positivos. Afinal, cada vez mais o consumidor compra online e demanda atendimento rápido e eficaz, com controle de tudo a partir dos smartphones.

O relacionamento com a sua marca est√° na palma da m√£o do consumidor.

Isso significa que o marketing digital se tornou a ferramenta proporcionar uma experiência melhor ao usuário.

Isso porque, quem escolhe como interagir com a sua marca é o cliente. E o seu negócio precisa estar preparado para ser digital.

O mobile first veio para ficar!

E a sua empresa já sabe como se posicionar melhor no mundo digital? Aposte na integração entre os canais de vendas e atendimento aliada à estratégia de marketing digital e veja os resultados.

Conte√ļdo produzido por Ma√≠ra Gracini, diretora de marketing da¬†Zendesk¬†!

 

Fonte: Marketing de Conte√ļdo.

Marketing Digital: 40 termos e siglas para conhecer!

Termos técnicos devem fazer parte do mundo de quem deseja impulsionar seu negócio com o marketing digital

Quem está ingressando agora no mundo do marketing digital e ainda não conhece bem todas as ferramentas incríveis que esse segmento pode oferecer, corre o risco de acabar perdido entre tantos termos e siglas novas.

Mas se você está realmente querendo usar a internet e as ferramentas de marketing em seu favor, e em favor do seu negócio, é importantíssimo conhecer algumas delas para poder planejar, executar e metrificar melhor suas campanhas de marketing.

Para ajud√°-lo com essa tarefa, separamos 40 termos e siglas de marketing digital que todo empreendedor deve conhecer! Confira nossa lista a seguir:

Automação de marketing: quando as etapas de marketing digital se tornam automatizadas e, por isso, fica mais fácil escalar os resultados.

Alcance: n√ļmero de pessoas que visualizaram um post ou campanha que voc√™ veiculou.

Alcance org√Ęnico: n√ļmero de pessoas que visualizaram um conte√ļdo naturalmente, sem que houvesse nenhum investimento pago para isso.

Alcance pago: n√ļmero de pessoas que visualizaram um conte√ļdo porque houve um investimento pago para isso.

Application Programming Interface (API): grupo de padr√Ķes para que softwares, aplicativos e outras plataformas web se desenvolvam e se comuniquem.

Banner: imagem ou vídeo, normalmente promocional, que fica no topo das lojas virtuais para atrair a atenção do consumidor.

Black Hat SEO: estratégias ilícitas ou que usam trapaças para posicionar melhor um site no Google.

Blog: conjunto de textos publicados na internet. √Č poss√≠vel ter um site inteiro no formato de¬†blog¬†ou incluir uma sess√£o de blog em um site institucional ou dentro de um e-commerce, por exemplo.

CAC (Custo de Aquisi√ß√£o por Cliente): valor gasto em marketing e outras estrat√©gias para adquirir um novo consumidor para o neg√≥cio. √Č calculado somando todo o valor investido e dividindo esse n√ļmero pelo total de clientes conquistados dentro de um per√≠odo.

Conversão: acontece quando o consumidor compra um produto, contrata um serviço ou realiza alguma ação desejada pela empresa.

CPC (Custo por Clique): valor que √© descontado de um or√ßamento toda vez que um consumidor clica em um link. √Č muito utilizado em campanhas de links patrocinados, cujo objetivo √© fazer com que o consumidor clique em uma publicidade e v√° para o site do anunciante.

CTA (Call to Action): chamada para que o consumidor execute uma ação, como comprar, fazer um download ou se inscrever em uma newsletter.

Engajamento: participa√ß√£o de um usu√°rio em algum material seu. Os principais tipos de engajamento nas redes sociais s√£o: coment√°rios, curtidas, rea√ß√Ķes e compartilhamentos.

Guest post: texto publicado em seu blog por um convidado.

Inbound Marketing: nova tendência de marketing em que a marca desperta o interesse do cliente e faz com que ele vá até ela.

inbound marketing

Landing Page: página destinada à um tipo de conversão, sobretudo à criação de leads.

Lead: pessoa que demonstrou interesse no seu mercado, produtos ou marca por meio de um cadastro.

Link patrocinado: publicidade dos buscadores, como o Google, que permite que as marcas criem an√ļncios relacionados √† pesquisa de um usu√°rio.

Link building: estratégias que fazem com que outros sites relevantes, do mesmo segmento, apontem para o seu. O link building é uma importante tática de SEO.

Mobile-friendly: sites, aplicativos e outro conte√ļdo web que t√™m design pensado, tamb√©m, para dispositivos m√≥veis, como smartphones e tablets.

Outbound marketing: marketing mais tradicional, em que a marca procura o consumidor e tenta convencê-lo a comprar.

Opt-in: quando o consumidor, declaradamente, expressa a vontade de receber conte√ļdo de uma marca, geralmente por e-mail.

Palavra-chave: termo usado como foco de uma campanha ou a√ß√£o. Pode ser usada para classificar o seu an√ļncio ou para segmentar uma publicidade, por exemplo.

Page rank: algoritmo do Google utilizado para avaliar e ranquear os sites nas p√°ginas de resultado da mais relevante para a menos relevante.

Page-view: n√ļmero de visualiza√ß√Ķes de uma p√°gina na internet.

Persona: perfil de cliente criado para guiar as estratégias de marketing e vendas.

Publieditorial: conte√ļdo patrocinado por uma empresa e publicado em um canal de conte√ļdo, como um blog ou portal.

Remarketing: estratégia cujo objetivo é identificar consumidores que demonstraram interesse em um produto e convidá-los a finalizar a compra, por meio de publicidade e e-mail marketing.

Responsivo: aplicativos, sites e outros conte√ļdos web que s√£o mobile-friendly, ou seja, est√£o dispon√≠veis para dispositivos m√≥veis.

ROI (Return on Investiment): retorno sobre o investimento feito em uma campanha. √Č calculado em duas etapas. Primeiro deve-se subtrair o custo da campanha pela receita gerada e, depois, dividir o total pelo custo. Na sequ√™ncia, multiplica-se o resultado por 100.

Segmenta√ß√£o: ato de dividir um mesmo p√ļblico em grupos para garantir que campanhas de marketing sejam sempre direcionadas para as personas certas.

Search Engine Marketing (SEM): estratégias de marketing digital (incluindo mídia paga) que tem como objetivo destacar um site nas páginas dos buscadores, como o Google.

Search Engine Optimization (SEO): conjunto de estrat√©gias que um site pode adotar para se posicionar melhor nos resultados dos buscadores de forma org√Ęnica.

SEO

SEO

SERP: nome dado às páginas de resultado que o Google apresenta depois que um usuário faz uma busca.

Taxa de abertura: n√ļmero de e-mails abertos dividido pela quantidade de e-mails recebidos por seus contatos.

Taxa de clique (CTR): n√ļmero de cliques que uma pe√ßa obteve dividido pelo n√ļmero de visualiza√ß√Ķes. Pode ser usada em ferramentas como e-mail marketing e posts de redes sociais.

Teste A/B: teste que consiste em apresentar dois elementos diferentes para o p√ļblico e avaliar qual deles obt√©m os melhores resultados.

Visitante: pessoa que fez uma visita ao seu site, blog ou e-commerce.

Visita: n√ļmero de vezes em que algu√©m acessou seu site, blog ou e-commerce.

White hat SEO: t√°ticas para posicionar melhor seu site no Google que s√£o aceitas e recomendadas pelo buscador.

 

Fonte: Uol Host.

Transformando o mercado com Inovação Aberta e Cocriação.

Conhecer o consumidor com pesquisas de mercado é uma prática tradicional para que empresas guiem o lançamento de novos produtos e serviços.

Porém, duas práticas têm mostrado que aproximar o consumidor do processo de inovação é ainda mais eficiente com a inovação aberta e a cocriação.

Inova√ß√£o aberta √© uma abordagem do processo de inova√ß√£o. Nela, a empresa inova com a participa√ß√£o de agentes externos (consumidores, fornecedores e at√© mesmo concorrentes). O mais interessante √© que, na inova√ß√£o aberta, tanto o processo como os resultados da inova√ß√£o s√£o p√ļblicos, sendo o extremo oposto de abordagens de inova√ß√£o que estamos acostumados (com o processo e resultado fechados na empresa).

Cocria√ß√£o √© uma pr√°tica de inova√ß√£o aberta, ou seja, uma t√©cnica utilizada na abordagem. Ela conta com a participa√ß√£o efetiva de agentes externos no processo de inova√ß√£o, principalmente no desenvolvimento de novos produtos e servi√ßos. H√° quatro pilares b√°sicos para empresas que possuem interesse em cocriar com seus consumidores, fornecedores ou concorrentes: 1) di√°logo claro para que todos os objetivos sejam atendidos; 2) acesso m√ļtuo a informa√ß√Ķes e recursos; 3) compreens√£o dos benef√≠cios e riscos do processo; e 4) transpar√™ncia de informa√ß√Ķes.

As vantagens de utilizar a inova√ß√£o aberta e a cocria√ß√£o s√£o v√°rias. Vamos imaginar na cocria√ß√£o com fornecedores: compartilhando o processo de inova√ß√£o, √© poss√≠vel alcan√ßar solu√ß√Ķes com menor custo e maior efici√™ncia para o mercado. Na cocria√ß√£o com consumidores: a opini√£o e o feedback efetivos sobre um novo produto ou servi√ßo fazem com que o produto reaja de maneira din√Ęmica √†s nuances dos consumidores.

O processo de participação efetiva dos consumidores soa distante da realidade? Vamos observar dois casos que, por conta da tecnologia, facilitaram a cocriação:

Alguns anos atr√°s, a Fiat lan√ßou uma plataforma colaborativa para criar um carro- -conceito. Batizado de Fiat Mio, o projeto foi criado a partir de sugest√Ķes e ideias de consumidores em uma plataforma que alcan√ßou mais de 15 mil interessados. Nela, consumidores publicaram o que esperavam de um carro da Fiat a partir da sua imagina√ß√£o. Ent√£o, uma equipe de t√©cnicos da Fiat analisou a viabilidade das ideias e adicionou as mais interessantes ao projeto. O carro foi apresentado no Sal√£o Internacional do Autom√≥vel no ano de 2010.

A LEGO, querida de crian√ßas, jovens e adultos h√° d√©cadas, tamb√©m lan√ßou uma plataforma colaborativa para cria√ß√£o de novos produtos: a LEGO Ideas. Nela, consumidores s√£o convidados a publicar seus projetos de kits a serem produzidos pela empresa e a votar nas cria√ß√Ķes de outros consumidores. Ent√£o, ap√≥s os votos e o feedback da comunidade, o projeto que alcan√ßar 10 mil votos √© revisado por t√©cnicos da LEGO, aprovado pelo criador e vendido oficialmente no mundo todo. O consumidor, por sua vez, recebe um percentual das vendas e √© reconhecido oficialmente como criador do kit.

Estes são apenas dois exemplos de grandes empresas que trabalham com inovação e encontraram uma maneira de fazer com que seus consumidores participem da criação de novos produtos. Ao nosso redor, as plataformas de colaboração também fazem esse papel, desde a concepção da ideia até o financiamento, a exemplo do Kickstarter e do Catarse.

Enquanto pesquisas de mercado buscam compreender os hábitos e preferências dos consumidores, a inovação aberta e a cocriação inserem esses consumidores no processo de inovação. Isso permite que a empresa desenvolva um produto ou serviço que tenha alta aderência no mercado e, consequentemente, maior retorno nas vendas.

Caio Bianchi é professor na Pós-Graduação da ESPM, doutorando em inovação internacional (PMDGI/ESPM) e pesquisador especialista sobre gestão da criatividade, inovação, empreendedorismo e negócios internacionais.

 

Fonte: ESPM.

Sem conte√ļdo, sua empresa est√° ficando para tr√°s!

[fusion_builder_container hundred_percent=”no” equal_height_columns=”no” menu_anchor=”” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” class=”” id=”” background_color=”” background_image=”” background_position=”center center” background_repeat=”no-repeat” fade=”no” background_parallax=”none” parallax_speed=”0.3″ video_mp4=”” video_webm=”” video_ogv=”” video_url=”” video_aspect_ratio=”16:9″ video_loop=”yes” video_mute=”yes” overlay_color=”” video_preview_image=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” padding_top=”” padding_bottom=”” padding_left=”” padding_right=””][fusion_builder_row][fusion_builder_column type=”1_1″ layout=”1_1″ background_position=”left top” background_color=”” border_size=”” border_color=”” border_style=”solid” border_position=”all” spacing=”yes” background_image=”” background_repeat=”no-repeat” padding_top=”” padding_right=”” padding_bottom=”” padding_left=”” margin_top=”0px” margin_bottom=”0px” class=”” id=”” animation_type=”” animation_speed=”0.3″ animation_direction=”left” hide_on_mobile=”small-visibility,medium-visibility,large-visibility” center_content=”no” last=”no” min_height=”” hover_type=”none” link=””][fusion_text]

Gerar conte√ļdo que realmente entregue valor para sua persona, ao mesmo tempo que atenda as exig√™ncias de qualidade cobradas pelas ferramentas de pesquisa, faz com que sua empresa ganhe visibilidade e autoridade online.

Ainda de acordo com a Content Trends 2018,¬†86,7%¬†dos respondentes usam o Google para procurar conte√ļdos e informa√ß√Ķes. Se seu concorrente aparece entre as primeiras posi√ß√Ķes, e sua empresa est√° no fim da p√°gina, ou sequer aparece entre as op√ß√Ķes da primeira p√°gina, voc√™ est√° perdendo reconhecimento de marca e acessos ao seu site.

Os resultados da Content Trends mostram que empresas que adotam o Marketing de Conte√ļdo¬†geram 2,6 mais visitas¬†que aquelas que n√£o adotam a estrat√©gia:

media-de-visitas

media-de-visitas

O Marketing de Conte√ļdo n√£o acaba quando a pessoa chega ao seu site ou blog. Pelo contr√°rio, estrat√©gias de convers√£o e nutri√ß√£o com conte√ļdo ajudam a gerar mais leads, oportunidades e vendas.

Por isso, a diferen√ßa √© ainda maior quando comparamos a gera√ß√£o de leads. Empresas que adotam o Marketing de Conte√ļdo¬†geram 3,7 mais leads¬†que aquelas que n√£o adotam a estrat√©gia:

Sim, você já está saindo atrás dos seus concorrentes, e não existe previsão de melhora. Pelo contrário:

media-de-leads

media-de-leads

Publicar conte√ļdos pertinentes para sua persona gera resultados quase imediatos, principalmente se alinhado a uma boa estrat√©gia de divulga√ß√£o nas m√≠dias sociais e e-mail marketing. Isto fica claro quando olhamos para o gr√°fico de uma empresa que n√£o investia em Marketing de Conte√ļdo, e passou a faz√™-lo, como a¬†Kenoby:

indice

indice

√Č poss√≠vel perceber o impacto imediato da publica√ß√£o e divulga√ß√£o de conte√ļdos, a partir de setembro de 2016. Os primeiros conte√ļdos geraram picos de acessos, que n√£o se consolidaram at√© por volta de mar√ßo de 2017. Depois dos primeiros 6 meses de acessos inconstantes, percebemos um resultado semanal est√°vel de acessos org√Ęnicos.

Entretanto, √© a longo prazo¬†que os resultados do Marketing de Conte√ļdo se destacam. A partir de abril de 2017 os acessos iniciam uma crescente constante, que √© afetada pelo per√≠odo de recessos de janeiro, mas voltam a escalar rapidamente ap√≥s.

Perceba que mesmo nesse per√≠odo de recesso, os resultados alcan√ßados nos fins de semana superam os picos gerados nos primeiros meses de estrat√©gia. Isso √© resultado da consolida√ß√£o dos resultados org√Ęnicos, que geram tr√°fego constante para o blog.

Isso fica claro quando olhamos os resultados de empresas que t√™m estrat√©gias de conte√ļdo bem estruturadas e documentadas. Assim como a Kenoby, √© poss√≠vel ver curvas similares em outras empresas.

Como funciona uma busca no Google?

Quando você realiza uma busca, não está pesquisando a internet em si, mas sim as páginas que o Google possui em seu índice. O motor de busca utiliza a ferramenta denominada GoogleBot para vasculhar páginas, indo de link em link, e indexando as páginas a seu índice..

Uma vez que voc√™ digita uma palavra-chave e realiza a busca, o sistema procura no √≠ndice quais p√°ginas possuem a palavra-chave que voc√™ digitou, e as coloca em ordem de relev√Ęncia de acordo com alguns fatores.

Por que ranquear bem leva tempo?

O Google sempre procura¬†entregar¬†o melhor conte√ļdo poss√≠vel para cada palavra-chave buscada, e por isso est√° continuamente avaliando seu site para definir se ele √© uma boa fonte de informa√ß√£o para seus usu√°rios. Este processo determina a¬†autoridade de dom√≠nio do seu site.

Dom√≠nios que t√™m mais autoridade tem chances maiores de ranquear melhor, afinal o Google j√° reconhece que eles s√£o fontes confi√°veis de conte√ļdo. Para ser considerado uma boa fonte de informa√ß√£o, o Google avalia fatores como:

  • frequ√™ncia de produ√ß√£o de conte√ļdo;
  • como os conte√ļdos performam em m√≠dias sociais;
  • quanto tempo as pessoas passam na sua p√°gina e no seu site;
  • a quantidade de links entre p√°ginas do seu site;
  • a quantidade e¬†qualidade¬†de links de outros sites apontando para o seu.

Existem diversos outros fatores que influem diretamente no posicionamento dos seus conte√ļdos, mas esses s√£o os mais importantes para gerar autoridade no mercado e mostrar ao Google que seu site merece estar nas primeiras posi√ß√Ķes das p√°ginas de pesquisa.

A quest√£o aqui √©:¬†n√£o √© poss√≠vel construir autoridade de mercado em pouco tempo.¬†Seus conte√ļdos precisam de tempo para receberem acessos, serem compartilhados em redes sociais e receberem links externos que demonstram sua relev√Ęncia. Seu blog precisa de tempo para estabelecer uma frequ√™ncia de publica√ß√£o e acessos constante, gerar autoridade e virar refer√™ncia em sua fatia de mercado.

Um pequeno passo para seu blog, um salto gigantesco para seu SEO

Depois de alguns meses planejando, criando, publicando e divulgando conte√ļdo, voc√™ certamente vai viver momentos de decep√ß√£o com sua estrat√©gia. Esses momentos ir√£o definir se voc√™ ter√° sucesso com seu Marketing de Conte√ļdo.

Todos os cases de sucesso de estrat√©gias de conte√ļdo tem uma coisa em comum: continuidade. A persist√™ncia na cria√ß√£o de conte√ļdo vai construindo uma base org√Ęnica que se transforma em uma m√°quina de gera√ß√£o de oportunidades √† longo prazo.

A cada conte√ļdo publicado, voc√™:

  • abre uma nova porta para que potenciais clientes te encontrem e acessem seu site;
  • constr√≥i autoridade para o p√ļblico, e se coloca na posi√ß√£o de especialista para toda vez que ele tiver uma d√ļvida;
  • melhora seu posicionamento no Google, pois aumenta sua autoridade, mant√©m mais pessoas em seu site por mais tempo e gera mais chances de receber visitas e links.

Conte√ļdo n√£o √© uma tend√™ncia de marketing passageira. √Č o presente e futuro do marketing digital.

Fonte: Marketing de Conte√ļdo.

[/fusion_text][/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

Amazon com novidades no Brasil.

A Amazon.com.br anunciou, nesta quarta-feira (22), o lançamento das categorias de Moda e Esportes em seu marketplace.

A Amazon Moda começa a sua operação oferecendo produtos de marcas como Havaianas, Cia. Marítima e Farm, além de designers como Reinaldo Lourenço e Jack Vartanian. Já a categoria Esportes oferece produtos de marcas como Caloi, Penalty, Fila e Garmin.

Juntas, as lojas oferecem mais de 300 mil produtos. Os pedidos podem ser pagos em at√© dez vezes sem juros em cart√Ķes de cr√©dito ‚Äď os clientes podem pedir reembolso caso o produto n√£o esteja de acordo com o anunciado pelos vendedores por meio do¬†Garantia de A a Z.

‚ÄúTrabalhamos muito para garantir que nosso marketplace tenha um √≥timo cat√°logo em ambas as lojas, atendendo uma gama variada de clientes‚ÄĚ, afirmou Ot√°vio Alves, gerente-geral da Amazon Moda para o Brasil.

A Amazon Moda também oferece calçados, malas e mochilas, óculos, joias e relógios. Algumas das categorias disponíveis são Alta Costura, Novos Estilistas Brasileiros, Grandes Marcas Nacionais e Internacionais, Plus-Size, Vegano ou Sustentável, Digitais e Artesanais.

Já a categoria de Esportes conta com catálogo de produtos de diversas modalidades, de futebol a acampamento, passando por boxe e natação.

 

Fonte: Ecommercebrasil.

Auditorio-Vendas-Guo-Dongbai-ALI-EXPRESS-Forum-2018

Os desafios do AliExpress para vender fora da China.

Quem acessa o site do AliExpress muitas vezes n√£o se d√° conta da dimens√£o que tomou o marketplace ‚Äď que √© um bra√ßo de exporta√ß√£o da gigante chinesa Alibaba.

Atualmente, o e-commerce tem cerca de 50 milh√Ķes de produtos dispon√≠veis em 110 mil lojas diferentes, todas vendendo por meio da plataforma do AliExpress. Ao todo, s√£o comercializados itens em 20 idiomas, transa√ß√Ķes podem ser feitas em 18 moedas e entrega √© realizada em 207 pa√≠ses.

O Alibaba espera que, em dez anos, 40% da sua receita venha de fora da China.

Tamanha opera√ß√£o, entretanto, demanda muita intelig√™ncia de mercado. Segundo Guo Dongbai, CTO da empresa, mais do que as respostas, o que importa s√£o as perguntas certas. ‚ÄúQuando voc√™ passa a trabalhar globalmente, como gerenciar diversos servidores em pa√≠ses diferentes? Como voc√™ lida com as taxas, os diferentes tipos de riscos de seguran√ßa?‚ÄĚ, questionou, durante o F√≥rum E-Commerce Brasil 2018.

De acordo com o executivo, o AliExpress passou a usar big data para entender o comportamento dos consumidores em tantos pa√≠ses e cruzar as informa√ß√Ķes para ser mais assertivo.

Para se ter uma ideia, a empresa tem registradas em seu sistema 9,5 mil marcas, 507 sistemas operacionais rodando ao mesmo tempo em mais de 39 mil modelos de aparelhos diferentes, com 836 resolu√ß√Ķes de tela distintas entre si.

Big Data

Big Data

Esse é o nível de detalhamento.

Assim, o marketplace sabe de onde exatamente chegam os acessos, de onde vem o dinheiro e quais áreas precisam de mais investimento, por exemplo, já que é possível descobrir, com profundidade, o que acontece no site em cada passo dos usuários.

‚Äú√Č preciso inovar onde faz mais sentido. Caso contr√°rio, voc√™ investe nos lugares errados [e gasta dinheiro √† toa]‚ÄĚ, cravou Dongbai.

Um exemplo interessante, de acordo com ele, ocorre quando se cruzam dados de compras no Brasil, R√ļssia, Espanha e Estados Unidos.

De maneira geral, a exposi√ß√£o de produtos ocorre de forma similar em todos esses pa√≠ses. Nas demais etapas ‚Äď cliques e checkout -, por√©m, o comportamento passa a ficar cada vez mais espec√≠fico por regi√£o.

Por isso, uma opera√ß√£o global precisa trabalhar com segmenta√ß√£o de dados. ‚ÄúA gente precisa n√£o s√≥ ter os dados, mas us√°-los de maneira completa‚ÄĚ, afirmou.

Parceiros locais

Apesar do tamanho sem precedentes, o AliExpress ainda tem seus desafios. Os principais dizem respeito justamente às peculiaridades regionais.

Isso porque o e-commerce n√£o tem condi√ß√Ķes de contratar engenheiros e equipes especializadas para todos os pa√≠ses onde atua. Dessa forma, a inten√ß√£o da empresa √© fazer parcerias com opera√ß√Ķes locais.

‚ÄúEles [fornecedores locais] conhecem os consumidores, [sabem] que tipo de promo√ß√£o vai fazer as pessoas clicarem mais em um an√ļncio. N√≥s n√£o conhecemos o customer service em Brasil, ent√£o, precisamos de um parceiro aqui‚ÄĚ, exemplificou Guo Dongbai.

De acordo com ele, o Brasil est√° no radar dos chineses. ‚ÄúN√≥s pensamos em trazer uma melhor experi√™ncia no Brasil. Estamos em contato com operadores locais, mas isso √© ainda algo que estamos estudando‚ÄĚ, finalizou.

Fonte: Ecommerce Brasil.