Brasil terá longa espera por rede 5G.

Na América Latina, o 5G só deve chegar em 2020 e não deve se massificar até 2025, prevê associação global de operadoras móveis.

Países como Estados Unidos, Coreia do Sul e China correm para ser pioneiros no lançamento da tecnologia 5G em 2019. A promessa é de avanços, como a possibilidade de médicos fazerem cirurgias à distância, por meio de robôs conectados à internet. Outra inovação será a Internet das Coisas, que permitirá que eletrodomésticos “aprendam” as preferências de seus usuários com o uso de inteligência artificial. Na América Latina, porém, o 5G só deve chegar em 2020 e não deve se massificar até 2025, prevê a GSMA, associação global de operadoras móveis.

“Ainda não se sabe qual será o primeiro país da América Latina a usar o 5G”, disse Sebastian Cabello, diretor regional para a América Latina da GSMA. No caso do 3G, o primeiro experimento se deu no Chile, e o 4G começou no Uruguai.

O Brasil possui hoje 218 milhões de conexões móveis ativas, sendo 79% em smartphones. Pouco mais da metade (55%) já usa o 4G. Apesar de serem os maiores números da América Latina, segundo a GSMA, os dados refletem o atraso da região. No México, sede da Claro, são 109 milhões de conexões móveis ativas, 63% por smartphones e 24% com 4G.

O avanço em direção ao 5G será lento. Para 2025, a associação prevê que apenas 8% das conexões móveis da América Latina se darão pelo 5G e, inicialmente, em negócios entre empresas e nas conexões máquina a máquina.

Diretores da Anatel afirmam que o Brasil deve conviver com uma desigualdade tecnológica por muitos anos a partir do lançamento do 5G. Embora a agência já trabalhe para viabilizar o leilão de faixas para a nova tecnologia em 2019, a prioridade ainda é universalizar o acesso à internet banda larga. O 4G já está em mais de 4 mil municípios, onde vivem 94,5% da população, mas ainda há 2 mil localidades que não têm nem com sinal de celular 2G, tecnologia usada apenas para ligações de voz, sem acesso à web.

A ausência de internet móvel se espalha por todas as regiões do País e afeta 4 milhões de habitantes. São Paulo, por exemplo, possui áreas descobertas nos municípios de Cafelândia, Campo Limpo Paulista, Cananéia, Casa Branca, Cesário Lange, Ilhabela, Lavrinhas e Presidente Bernardes. “Querer que o Brasil esteja na ponta das discussões tecnológicas sem ter feito o dever de casa é vender ilusões”, disse o conselheiro da Anatel Anibal Diniz. “Não faz sentido falar em 5G, Internet das Coisas, inteligência artificial e carros autônomos sendo que ainda não conseguimos universalizar o acesso à banda larga.”

Recursos. O desafio do 5G será a formatação de um modelo que viabilize capital para a exploração dos novos serviços, disse o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude. A novidade deve ser o slicing, sub-redes dentro de uma mesma rede que vão dar prioridade a alguns aplicativos em detrimento de outros. “Provavelmente esse modelo não estará nas pessoas físicas, mas nas empresas, a partir da Internet das Coisas. Talvez tenhamos algo mais concreto em dois ou três anos”, disse.

A prioridade no Brasil é encontrar formas de financiar novas redes de fibra óptica, disse o diretor da Anatel. Neste ano, a agência reguladora enviou ao governo projetos de lei que direcionam taxas pagas por operadoras a esses investimentos. Hoje, a legislação só permite que o dinheiro seja usado nas redes de telefonia fixa.

A despeito do atraso tecnológico, o Brasil faz um trabalho prévio para receber as novas tecnologias. Diniz destacou que a Anatel propôs ao governo taxação zero para a Internet das Coisas. Sem a mudança, seria necessário pagar para habilitar o chip de cada eletrodoméstico conectado – hoje, o valor por chip de celular é de R$ 26. A proposta precisa passar pelo Executivo e também pelo Legislativo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Exame.

Amazon abre loja com produtos mais bem avaliados.

Seleção é feita a partir de dados das vendas no site.

A gigante americana do comércio digital Amazon inaugurou na quinta-feira (27) a primeira loja onde vende apenas os produtos mais bem avaliados pelos consumidores em seu site – um novo exemplo de suas ambições no comércio físico.

Durante vários anos, a Amazon abriu inúmeros pontos de venda físicos, principalmente livrarias e lojas “pop-up”, dedicadas a produtos tecnológicos. Há ainda lojas sem caixa nem atendentes.

Na nova loja, chamada rede “4-star”, o grupo de Seattle oferece uma seleção de produtos Amazon e de outras marcas, classificados com pelo menos 4 estrelas em uma escala de 5. Entre eles estão eletrônicos, livros, games e até mamadeiras.

Assim como fez com suas livrarias, que oferecem os títulos mais populares em seu site, a Amazon usa os dados das vendas digitais para fazer a seleção dos produtos.

A loja também tem uma seção de produtos “populares em Nova York”, com base em informações de vendas no site.

Fonte: G1.

IA usada para paliar a falta de médicos na China.

Algumas empresas de tecnologia optam por máquinas que interpretam a frequência cardíaca ou as radiografias de um paciente.

Para superar a escassez de médicos na China, algumas empresas de tecnologia optam por máquinas que, graças à inteligência artificial, interpretam a frequência cardíaca ou as radiografias de um paciente.

Qu Jianguo, aposentado de 64 anos, coloca o pulso em um bracelete de metal colocado sobre a mesa. Alguns minutos depois, recebe em seu telefone celular uma análise médica realizada a partir dos batimentos cardíacos, tudo isso prescindindo de médicos.

Este aparelho criado pela empresa “Ping An Good Doctor” atraiu os olhares durante a Exposição Mundial de Inteligência Artificial, em Xangai, realizada entre 17 e 19 de setembro. Uma boa notícia para a China, que quer liderar os avanços tecnológicos no âmbito médico.

“Vim para ver como amedicina tradicional chinesa [que se baseia na frequência cardíaca para o diagnóstico] pode funcionar sem médico. Seria prático”, explica Qu.

A China conta com apenas 12 milhões de profissionais de saúde para uma população de quase 1,4 bilhão de habitantes.

Ping An Good Doctor, com 228 milhões de inscritos, é uma das maiores plataformas chinesas digitais de cuidados médicos. Afirma receber 500.000 solicitações de consulta por dia.

Diagnóstico express

Os pacientes introduzem dados pessoais e seu histórico médico no aplicativo da empresa e então descrevem seus sintomas. Partindo desta base, a inteligência artificial emite um diagnóstico, que é enviado a um médico.

Este último ganha tempo: basta verificar e validar a pré-análise realizada pelo sistema e escrever, se for necessário, uma receita digital, de modo que os pacientes não precisariam ir a um dispensário.

“Sem dúvida isto pode ajudar a resolver o problema da escassez de médicos. A inteligência artificial pode eximi-los dos gestos banais, simples e repetitivos”, aponta o médico Liu Kang, ex-funcionário do prestigioso hospital Xiehe em Pequim.

“A China ainda se encontra em uma fase de recuperação neste âmbito”, reconhece.

Nos Estados Unidos e na União Europeia (UE), as start-ups e os pesquisadores já se lançaram há algum tempo ao desenvolvimento de tecnologias para resolver as questões de saúde.

A China se inspirou neles e, com a ajuda da inteligência artificial e de big data, cria dispositivos para facilitar o diagnóstico, realizar intervenções cirúrgicas com robôs e participar no desenvolvimento de novos medicamentos.

 

 

Fonte: Exame.

Aplicativo para apuração dos votos em tempo real.

A ferramenta do TSE é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones.

aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014, já tem sua versão para 2018 e a expectativa é que novamente seja um recorde de acessos. Este ano, o aplicativo foi rebatizado para “Resultados 2018”.

A ferramenta é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

Há quatro anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a plataforma foi disponibilizada apenas para aparelhos com sistema Android e foi chamada de “Apuração 2014”. O aplicativo foi baixado em 2,7 milhões de dispositivos.

Pesquisa

Pelo aplicativo, os eleitores poderão acompanhar a contagem dos votos em tempo real. É possível pesquisar desde o desempenho de um determinado candidato por meio de consulta nominal até um dado mais nacional.

Na tela da pesquisa, aparecerá, por exemplo, o quantitativo de votos para cada candidato com a indicação dos eleitos ou, no caso da disputa para governador e presidente da República, dos que irão para o segundo turno. Também é possível selecionar os candidatos favoritos e visualizá-los com destaque.

A ferramenta permite que o usuário selecione a abrangência que deseja acompanhar a apuração. Pode ser “Brasil” para a votação de presidente da República e “Estados” para acompanhar a votação para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

O eleitor também poderá conferir o desempenho nas urnas do candidato a presidente em cada estado. Além de visualizar o número de votos, é possível acompanhar o percentual de apuração das seções e ainda compartilhar essas informações nas redes sociais.

Votos zerados

Os resultados são atualizados automaticamente e, ao final da apuração, serão exibidos os eleitos com o quantitativo de votos obtidos e o percentual de votação por candidato. O candidato que aparecer com zero voto pode não ter tido votação, estar indeferido com recurso ou, após a preparação das urnas, ter sido indeferido, ter renunciado ou falecido.

Os votos para candidatos indeferidos com recurso ou cassados com recurso não serão exibidos, conforme a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97, artigo 16-A). O aplicativo não apresenta resultados da votação em trânsito nem da votação no exterior para o cargo de presidente da República.

Em decorrência da diferença de fuso horário, o TSE irá começar a divulgar os resultados da totalização dos votos para presidente da República às 19h (horário de Brasília) no dia 7 de outubro, quando a votação do primeiro turno estiver encerrada em todo o território nacional.

Para os demais cargos, a totalização dos votos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e a remessa das informações ao TSE terá início logo após o encerramento da votação, às 17h, respeitando o horário local.

 

Fonte: Exame.

Facebook: falha na segurança.

Empresa afirma não saber ainda se informações das contas foram acessadas no ataque. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários a se logarem de novo.

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que descobriu uma falha na segurança que afetou quase 50 milhões de perfis. A empresa diz que não sabe ainda se informações das contas foram acessadas. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários em todo o mundo a se logarem de novo para entrar na rede social.

O problema foi descoberto na última terça (25), afirma o Facebook em comunicado.

“Como nossas investigações estão apenas começando, ainda temos que determinar se essas contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada.”

Ao G1, a empresa diz que ainda não tem confirmação de que o problema afetou perfis no Brasil. Quem foi deslogado vai receber uma notificação no topo do Feed de Notícias, explicando o que aconteceu.

“Estamos levando isso extremamente a sério e vamos informar a todos o que acontece e que ações estão sendo tomadas para proteger a segurança das pessoas”, informa o Facebook.

Onde estava a brecha

O ataque explorou uma brecha no código relacionada ao recurso “Ver como”, que mostra ao usuário como o perfil dele é exibido para outras pessoas.

A brecha permitiu o roubo de tokens de acesso ao Facebook, que funcionam como chaves e permitem que os usuários permaneçam online sem a necessidade de digitar a senha toda vez que acessam a rede social.

“Nós também invalidamos os tokens de quase 50 milhões de contas que sabemos que foram afetadas, para torná-las seguras novamente. Por precaução, nós também invalidamos acesso a tokens de outras 40 milhões de contas que usaram a funcionalidade ‘Ver como’ no último ano”.

A empresa disse que a funcionalidade “Ver como” está temporariamente desativada enquanto é feita uma análise de segurança e a investigação está em andamento.

Fonte: G1.

Aplicativos auxiliam na escolha das eleições 2018.

Gratuitos, apps munem usuários com informação para escolha consciente dos candidatos.

Aplicativos gratuitos para smartphones Android e iPhones podem ajudar você a escolher em quem votar nas eleições de 2018.

Com base em informações sobre envolvimento em investigações, os apps têm a missão de munir os eleitores com dados para que eles tomem decisões conscientes na urna eletrônica.

Eleitor Digital

O aplicativo disponível para sistema Android reúne entrevistas em vídeo com candidatos à presidência e ao governo do estado. Ele também mostra uma lista de candidatos ao Senado, indicando quais são os que estão envolvidos em processos. É possível seguir os candidatos para receber novidades sobre eles que forem registradas no app.

O Eleitor Digital conta também com uma pesquisa que pode ser respondida para expressar sua opinião e, ao mesmo tempo, checar os resultados de cada tópico. As perguntas são sobre assuntos como porte de armas, redução da maioridade penal, liberação dos jogos de azar, descriminalização do aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, entre outros.

Detector de Ficha de Político

Está na dúvida em quem vai votar e quer checar rapidamente quem tem ficha limpa e quem está envolvido em alguma investigação? Este aplicativo reúne dados sobre candidatos e políticos que estão cumprindo mandato. Podem ser consultados presidentes e ex-presidentes, governadores, senadores e deputados federais. As informações são fornecidas pelo Instituto Reclame Aqui. O app está disponível para Android e iPhone.

Eleições 2018

O aplicativo tem atalhos para seções importantes do site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também traz informações sobre os candidatos, incluindo deputados estaduais. A interface é intuitiva e seu modelo de negócio se apoia na exibição de publicidade de forma não invasiva. O aplicativo tem versão para dispositivos Android.

Appoie

Disponível para Android e iPhone, o aplicativo ajuda a encontrar candidatos que tenham afinidade com você, conhecer suas propostas e também entender quem é eleito adicionalmente quando você escolhe votar em uma determinada pessoa.

 

Fonte: Exame.

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Pesquisa mostra como escolher imagens melhores para mídias sociais

O que sua marca pode fazer para melhorar o engajamento nas mídias sociais? Pense mais visualmente.

Claro, você já usa imagens. Mas você está selecionando os melhores para engajar seu público com base no que é mostrado para ser bem-sucedido em geral e nos fatores exclusivos de cada plataforma? (Dica: nem todas as plataformas de mídia social têm as mesmas práticas recomendadas quando se trata de recursos visuais de sucesso.)

Crie imagens visuais pequenas para o compartilhamento do Facebook

Em plataformas sociais, a mídia visual funciona melhor que o texto. Por exemplo, as imagens ganham 2,3 vezes mais envolvimento no Facebook do que as mensagens de texto, de acordo com a pesquisa do BuzzSumo.

Para promover o seu conteúdo de forma “mais longa no social”, utilize uma imagem que atraiam a atenção nas mídias sociais. Crie uma postagem de imagem relacionada ao conteúdo do seu blog e cite esse conteúdo no campo de texto para estender seu alcance além de simplesmente compartilhar o texto.

Imagens de mídia social devem ser facilmente consumíveis, transmitindo rapidamente uma mensagem emocionalmente impactante e simples. Aqui está o que a pesquisa nos diz sobre quais tipos de imagens são compartilhadas:

  • Mostre uma parte do corpo como uma mão ou um tornozelo. A pesquisa da Convince & Convert mostra que as imagens da marca obtêm o maior engajamento quando mostram uma parte de uma pessoa, normalmente uma mão, interagindo com um objeto. Essas imagens corporais parciais foram 29% melhores que as imagens com uma pessoa completa e 10% melhores que as imagens sem uma pessoa. A sugestão por trás da pesquisa é que os consumidores são mais capazes de se imaginarem interagindo com o produto quando vêem uma parte de outra pessoa interagindo fisicamente com ele. Ver o rosto de uma pessoa tira o espectador da “foto”. Curiosamente, as imagens sem uma pessoa ou parte do corpo receberam o maior número de comentários .

Imagens corporais parciais de marcas têm melhor desempenho do que uma pessoa completa ou nenhuma pessoa por meio do @Convince & Convert.

  • Seja brilhante, claro, vivo e original. A pesquisa apresentada na Conferência Internacional de 2018 sobre Gestão da Informação encontrou imagens muito apreciadas no Facebook tendem a exibir quatro qualidades: brilho, clareza, vivacidade e engenhosidade. Do ponto de vista técnico, os posts da sua imagem de marca devem ser bem iluminados e fáceis de interpretar. Eles também devem apresentar algo lúdico e criativo. Imagens de produtos de estoque não necessariamente farão o trabalho.

Não se esqueça de procurar por dicas visuais no seu feed do Facebook – o que você vê no seu feed é um exemplo do que está sendo compartilhado.

Exemplo: marca de roupas A Shein é uma das marcas de maior crescimento no Facebook, de acordo com os SocialBakers . Um de seus posts recentes mais compartilhados possuía 112 ações:

Enquanto esta postagem teve três compartilhamentos:

Por quê? O primeiro provavelmente é compartilhado mais porque favorece o público. É interessante, bonitinho e bom, o tipo de coisa que você espera ver no seu feed do Facebook, e é por isso que as pessoas o compartilham em seus feeds. O segundo post é focado em vendas (e inclui um rosto), o que não solicita que os espectadores cliquem em “compartilhar”.

Conheça os segredos visuais do Instagram

Imagens que se destacam no Pinterest e no Instagram diferem dos tipos de imagens que tem um bom desempenho no Facebook. De acordo com a pesquisa da Curalate , postagens de sucesso no Instagram tendem a ter as seguintes propriedades:

  • Imagens mais brilhantes
  • Imagens com mais espaço em branco ou espaço de fundo
  • Cores em direção ao extremo azul do espectro
  • Única cor dominante
  • Imagens de baixa saturação, com cores relativamente cinzentas, desbotadas ou pastel
  • Imagens com muita textura

Exemplo: Considere este post da marca de moda Everlane.

post Everlane

DICA: Em contraste com a pesquisa sobre rostos no Facebook, rostos no Instagram ganham mais “curtidas” do que imagens sem rostos, de acordo com pesquisa da Georgia Tech .

Visualize seus dados

Falando de imagens simples que transmitem informações úteis, a visualização de dados pode ser uma maneira poderosa de ganhar atenção nas mídias sociais. As imagens informativas tendem a atrair mais atenção do que o texto e são três vezes mais propensas a serem compartilhadas nas mídias sociais do que os documentos.

Clare McDermott discutiu isso em profundidade. Aqui estão algumas dicas sobre como melhor criar visualizações de dados para conteúdo:

  • Simplifique a visualização de dados. Use formas que as pessoas reconheçam com facilidade como gráficos de pizza e gráficos de barras, e não representações novas que possam ser muito criativas para o seu público.
  • Não mostre tudo . Concentre-se nos resultados mais acionáveis ​​ou interessantes.
  • Use métodos de design sutis para chamar a atenção do usuário para os pontos mais importantes.
  • Use cores com propósito, não para decoração. Use-o para separar categorias ou chamar atenção para um ponto. Nunca use apenas para enfeitar sua imagem.
  • Não use um método que acabe parecendo confuso . Por exemplo, os gráficos de pizza não são o melhor formato se você estiver transmitindo um grande número de categorias.

A visualização de dados é melhor combinada com pesquisa original e como um lead-in para um ímã de lead, como um e-book ou white paper. Aproveite seus dados de uma forma que permita que sua marca faça comentários úteis sobre os principais tópicos de seu setor ou o público em geral. Isso atrai seu público-alvo a compartilhar seu conteúdo e possivelmente suas informações de contato em troca do conteúdo detalhado.

Crie uma chamada para ação que traga uma reação

O conteúdo que é compartilhado e apreciado não envia necessariamente tráfego para seu site, e o conteúdo que atrai altas taxas de cliques não é necessariamente compartilhado o suficiente. A chave é encontrar o equilíbrio certo com as metas de engajamento e CTR. E o apelo à ação deve corresponder ao objetivo do post.

Exemplo: Forever 21 publicou dois posts no Instagram, ambos projetados para vender produtos.

Com 40.000 “curtidas”, essa imagem incorpora uma pessoa (um fator alto no engajamento). O Forever 21 facilita a localização do produto, fornecendo um código de pesquisa e lembrando o público do link da loja na biografia. O apelo à ação é lógico, porque se você gosta da imagem, provavelmente você está interessado na roupa.

post Forever 21

Agora compare isso com este outro post do Forever21:

Forever 21

A imagem transmite a venda claramente, mas não é o tipo de imagem que os Instagrammers estão procurando. O número relativamente baixo de “curtidas” (dois terços da postagem da camisa torcida, embora estivesse on-line 50% mais tempo que a postagem de exibição do produto) significa que menos pessoas verão a publicação e, em última análise, significaria menos referências ao site do que o post acima.

Se você deseja expandir o alcance de suas chamadas para ação, destaque seus produtos de uma maneira que faça sentido para a plataforma. Instagrammers estão procurando por algo artístico. Os usuários do Facebook estão procurando por algo relacionado. Tweeters estão procurando por algo interessante, e assim por diante.

Conclusão

Usuários de mídia social são vorazes por conteúdo visual e é uma das ferramentas mais poderosas do seu arsenal para expandir seu alcance e impulsionar conversões. Invista em conteúdo visual exclusivo, dê um passo além das imagens de produtos em estoque e preste atenção aos padrões de plataforma para ter sucesso a curto e longo prazo.

Fonte: CMI

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Como Inteligência Artificial melhorará a experiência do seu cliente

Com uma concorrência cada vez mais ferrenha e um leque enorme de serviços e produtos disponíveis ao consumidor, as empresas têm tentado se diferenciar no mercado por meio de conceitos, processos e estratégias que levem, a um nível superior, o relacionamento com o cliente.

Dentre essas estratégias, podemos destacar a aplicação de Inteligência Artificial a Customer Experience (CX), ou Experiência do Cliente. Com o suporte de tecnologias de IA, marcas e negócios estão potencializando toda e qualquer interação com os consumidores e transformando-as em verdadeiras oportunidades de fidelização e venda, como você verá neste artigo.

O que é Customer Experience?

Customer Experience refere-se à jornada, de ponta a ponta, do cliente com a empresa – e não apenas aos pontos-chave, como o momento em que ele adquire um produto ou contrata um serviço, ou ocasiões críticas, quando ele passa por situações de insatisfação com a marca ao interagir com a companhia. É o impacto cumulativo de múltiplos pontos de contato do cliente com a marca ao longo do tempo, resultando em um sentimento de relacionamento verdadeiro (quando esses pontos de contato são positivos) que tem se intensificado e se tornado contínuo graças à internet, por meio de ferramentas de interação em tempo real como chats, assistentes virtuais e redes sociais.

Falando em social media, só no Twitter as interações voltadas para atendimento ao cliente aumentaram em 250% nos últimos dois anos, como aponta a empresa norte-americana Conversocial, especializada em canais digitais de atendimento. Outra estatística interessante levantada pela companhia é a de que a resposta de marcas a reclamações direcionadas a elas, via mídias sociais, aumenta em 25% o chamado “customer advocacy”, conceito referente aos chamados “advogados da marca” (aqueles clientes dos sonhos para qualquer negócio, super fiéis e que recomendam e defendem a empresa em praticamente todas as situações). Dito isto, fica claro o peso das redes sociais na soma dos fatores resultantes na experiência do cliente.

Organizações capazes de gerenciar bem toda a jornada do cliente são recompensadas com níveis mais altos de satisfação de seus consumidores, diminuição das taxas de saída e cancelamento (o infame churn) e aumento de receita. Além disso, essas companhias descobrem formas mais efetivas de cooperação entre colaboradores de diferentes níveis e áreas, otimizando todo o seu processo de relacionamento com o cliente desde a prospecção de novos leads até as ações de upsell (quando você expõe o seu cliente a produtos Premium que são mais caros, encorajando o consumidor a gastar um pouco mais, mas fornecendo-lhe em retorno um melhor serviço/produto) e cross-sell (prática em que você oferece a clientes existentes produtos complementares àqueles que já foram ou estão a ser adquiridos).

Customer Experience abrange todos os tipos de percepção que o cliente tem em relação à empresa com que ele interage. Elas podem ser racionais, físicas, emocionais, subconscientes ou psicológicas, têm influência sobre o comportamento do consumidor e criam memórias que impulsionam a lealdade dele e afetam o valor gerado por um negócio.

Como Inteligência Artificial otimiza a Customer Experience

Os benefícios da Inteligência Artificial para Customer Experience são variados e resultam em altos ganhos de negócio. Não à toa, 45% das companhias varejistas pretendem utilizar IA dentro de três anos para reforçar a Experiência do Cliente, como apontado por este estudo da empresa de consultoria BRP.

Veja, a seguir, como as empresas têm explorado o potencial da Inteligência Artificial aplicada a Customer Experience.

Automação do relacionamento com o cliente

As empresas têm investido cada vez mais na automação de seus diversos setores, a fim de torná-los escaláveis, mais produtivos e menos custosos – e as áreas de relacionamento e suporte ao cliente não fogem a isso.

Por meio de diferentes tipos de agentes virtuais – programas computacionais de conversação que interagem diretamente com os consumidores sem intervenção humana –, como os chatbots, que estão na moda (você provavelmente já conversou com um deles), tornou-se possível automatizar, de forma efetiva e precisa, as interações dos clientes com as marcas, criando experiências mais personalizadas e imediatas. Inclusive a Gartner já previra há alguns anos que, até 2020, 85% das interações dos consumidores com as marcas acontecerão sem precisar falar com um único ser humano!

A automação da Customer Experience viabilizada pela Inteligência Artificial presente nos agentes virtuais inclui:

  • Suporte ao cliente 24/7, uma vez que os assistentes virtuais não dormem nem têm dias de descanso;
  • Personalização do relacionamento com os clientes, fruto dos dados fornecidos por eles durante as interações com os agentes;
  • Atendimentos sempre em tempo real, sem a necessidade de deixar o cliente esperando para interagir com algum funcionário “de carne e osso”.

Técnicas de IA, como aprendizado de máquina (machine learning) e processamento de linguagem natural (PLN), têm sido utilizadas para a evolução constante dos agentes virtuais, ao ponto de torná-los capazes de reconhecer emoções humanas. Contudo, eles ainda não conseguem realizar todas as funções de um humano.

O ideal, pelo menos no cenário atual, é que chatbots e seus similares sejam utilizados como ferramentas de apoio aos clientes, realizando tarefas mais básicas – como responder dúvidas ou realizar processos de vendas simples –, enquanto os profissionais da empresa se encarregam dos aspectos mais complexos do relacionamento com o consumidor. Desta forma, as chances de o cliente ter uma boa experiência com a marca aumentam exponencialmente.

Visual listening

Você se lembra que, no início do artigo, abordei a importância crescente das redes sociais para uma boa experiência do cliente? Pois bem: as empresas que já têm ou que querem construir um longo e positivo relacionamento com seus consumidores sabem disso e têm recorrido às tecnologias de Inteligência Artificial para acompanhar de perto como as pessoas estão interagindo com as marcas nestes canais digitais.

Visual Listening é uma dessas tecnologias. Ela assemelha-se a social listening, mas com uma diferença importante: o que é analisado pelos algoritmos de IA não são textos, mas imagens. E em um mundo em que 3,2 bilhões de imagens são compartilhadas diariamente, sendo que 80% das figuras e fotos que incluem uma marca não possuem qualquer menção a ela no texto ou descrição que a acompanha, não utilizar uma ferramenta como essa significa ficar alheio a boa parte do que é dito, mesmo que implicitamente, sobre a sua empresa.

Por meio de Visual Listening, as companhias conseguem não apenas analisar cada uma das menções feitas a elas, como ver (literalmente) os tipos de experiência que os clientes estão tendo com elas. Essas abrangentes análises geram oportunidades para, por exemplo, uma determinada marca surpreender um consumidor com uma interação inesperada, ao responder a uma postagem feita por ele no Instagram em que o logotipo da empresa aparece na imagem. Tais ações criam experiências personalizadas e aumentam o nível de satisfação do cliente, contribuindo para uma CX altamente positiva.

Conclusão

Está mais do que claro que se as empresas quiserem manter seus clientes (e felizes, de preferência), elas precisarão estar na vanguarda das novas tecnologias.

O uso de Inteligência Artificial para otimização da Customer Experience já é realidade e, por isso, pergunto: a sua empresa já utiliza IA ou outras tecnologias para levar a um novo patamar a experiência dos seus clientes? Conte nos comentários!

Fonte: Hekima

O YouTube adiciona opções de anúncio em vídeo vertical, seguindo as tendências de uso

Nem todo mundo é fã do formato de vídeo vertical, mas as estatísticas de uso não mentem , e com mais usuários cada vez mais acostumados a visualizar o conteúdo sem ter que virar os dispositivos para o lado, o líder de vídeos on-line do YouTube vem adicionando mais recursos para alinhar com a tendência. Seu último anúncio nessa frente vem na forma de novos blocos de anúncios de vídeo verticais, que permitirão que as marcas aproveitem a apresentação completa.

Conforme relatado pelo The Drum:

“Os anunciantes podem agora abrir espaços que preencham a tela de um usuário quando visualizam conteúdo no aplicativo para dispositivos móveis do YouTube de maneira semelhante aos anúncios veiculados por empresas como Instagram e Snapchat. A Hyundai […] está entre as marcas para testar o novo formato criativo, que se expande com base nas dimensões do vídeo “.

Como observado, com o crescimento do formato vertical de Histórias, a adição faz todo o sentido. Inicialmente, o YouTube resistiu a fazer a mudança para acomodar o conteúdo vertical, mas, desde então, adicionou uma série de opções de suporte e, com isso, a lógica da introdução de blocos de anúncios verticais parece um pouco óbvia. Mais de 70% do tempo de exibição do YouTube acontece em dispositivos móveis e, embora o YouTube não tenha fornecido estatísticas específicas sobre a visualização vertical, o anúncio sugere que ele também está aumentando significativamente.

Além disso, o YouTube também anunciou que as marcas poderão comprar em breve anúncios exibidos nos feeds domésticos dos usuários, aproveitando o mecanismo de recomendações do YouTube. Novamente, de acordo com o The Drum , a quantidade de tempo de exibição impulsionada pelas recomendações no feed doméstico do YouTube cresceu três vezes nos últimos três anos, representando outra oportunidade para maximizar a resposta do anúncio.

Você pode não gostar pessoalmente de conteúdo de vídeo vertical, e os criadores de vídeo, em particular, tendem a não gostar das concessões de qualidade que precisam fazer para o formato. Mas, novamente, as estatísticas não mentem. Pode ser do seu interesse começar a investigar maneiras de acessar o formulário de vídeo mais “alto”. 

Fonte: Social Media Today

Trump pede para Apple levar produção da China para os EUA.

Donald Trump pediu neste sábado para a Apple produzir seus aparelhos tecnológicos nos Estados Unidos em vez de na China, como uma forma de evitar as consequências da guerra comercial em curso com Pequim.

“Os preços (dos produtos) da Apple poderiam aumentar devido às enormes tarifas que podemos impor à China”, tuitou o presidente dos Estados Unidos, após ameaçar na sexta-feira tarifas sobre todas as importações da China, acusando a gigante oriental de práticas comerciais “desleais”.

“Mas há uma solução fácil”, acrescentou, antes de sugerir à gigante eletrônica da Califórnia: “Façam seus produtos nos Estados Unidos em vez de na China. Comecem a construir novas fábricas o quanto antes”.

A empresa, muito dependente do gigante asiático, onde fez a maioria de seus dispositivos, poderia se ver em meio ao fogo cruzado das duas potências.

Seu CEO Tim Cook avaliou, recentemente, que as tarifas impostas à China por Trump eram como “impostos ao consumidor”.

Fonte: Istoé.