WhatsApp faz transferências bancárias

WhatsApp faz transferências bancárias.

Correntistas do Banco do Brasil agora podem fazer mais operações por meio do WhatsApp, sem precisar do app do banco. O sistema foi expandido e agora permite a realização de solicitações mais complexas por meio de um chatbot da instituição financeira.

O sistema já estava em testes desde maio deste ano, mas suas funções eram bastante limitadas e restritas a funções de consulta, como visualização do saldo e extrato da conta corrente. Agora, porém, é possível realizar essas 11 operações por meio do WhatsApp.

  • Transferências
  • Consulta código IBAN (International Bank Account Number)
  • Recarga de celular
  • Liberação de cartão
  • Saldo de conta corrente
  • Extrato de conta corrente
  • Extrato de poupança
  • Saldo de poupança
  • Extrato de fundos de investimento
  • Rastreio de cartão
  • Fatura de cartão

Para realizar essas operações, é necessário adicionar o chatbot do Banco do Brasil aos contatos do seu celular, com o número (61) 4004-0001. Quando enviar uma mensagem qualquer, receberá as orientações sobre como usar o serviço.

Vale notar, no entanto, que nem todos os usuários terão acesso à novidade imediatamente. Por enquanto, o sistema está em fase de expansão para atingir apenas 3 milhões de usuários antes de a ferramenta ser liberada para todos.

Em relação a segurança, a autenticação será feita por meio de um link, no qual é necessário digitar seus dados como agência, número da conta e senha, junto de um código de verificação. Assim que houver a confirmação, o próprio robô avisará o usuário de que ele está autenticado.

Fonte: Olhar Digital.

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Google+ será encerrado após falha que expôs dados de 500 mil usuários

Segundo o comunicado do Google, a brecha estava aberta desde 201

A saga do Google+ finalmente chegou ao fim. A rede social do Google, criada no início da década para tentar fazer frente à popularização do Facebook será oficialmente aposentada após a descoberta de uma falha de segurança que expôs dados de aproximadamente 500 mil usuários.

Segundo o comunicado do Google, a brecha estava aberta desde 2015, mas só foi detectada e corrigida em março deste ano. A empresa havia escondido a vulnerabilidade temendo a repercussão do caso. Um comunicado interno vazado pelo Wall Street Journal menciona que revelar a falha no momento da descoberta fariam a empresa “ficar nos holofotes ao lado ou até mesmo no lugar do Facebook, mesmo tendo passado despercebidos pelo escândalo Cambridge Analytica”.

Como resultado da falha, quando o usuário aceitava ceder os dados de seu perfil público ao usar o Google para se conectar a um aplicativo, ele também acabava cedendo informações de todos os seus contatos, e não apenas os dados públicos. A empresa estima que 496.951 pessoas tiveram suas informações expostas, incluindo nomes completos, endereços de e-mail, datas de nascimento, gênero, fotos de perfil, lugares onde as pessoas viveram, ocupação e estado civil. No entanto, o Google diz não ter encontrado evidências de que esses dados foram acessados indevidamente.

De qualquer forma, a empresa aproveitou a situação para anunciar o fim do Google+ como um serviço para o usuário comum. “Esta análise cristalizou o que já sabemos há algum tempo: ainda que nossos engenheiros tenham se esforçado e dedicado para construir o Google+ ao longo dos anos, ele não alcançou adesão ampla de consumidores ou desenvolvedores, e vê pouca interação dos usuários com os apps.

A versão para consumidor do Google+ atualmente tem pouco uso e engajamento: 90% das sessões de usuários do Google+ têm cinco segundos ou menos”, explica o comunicado. Na prática, isso significa que a maioria das pessoas que abrem o aplicativo o fazem por engano e fecham logo em seguida.

Além do fechamento do Google+, que deve acontecer de forma gradativa ao longo dos próximos 10 meses, o Google também prometeu uma série de funções novas para sua ferramenta de login em outros apps. Com isso, usuário terão mais controle sobre as permissões que darão a aplicativos para que acessem informações de suas contas.

Fonte: Olhar Digital

 

Spotify completa 10 anos.

Aplicativo sueco tem mais de 180 milhões de usuários e 35 milhões de músicas em seu catálogo.

O famoso aplicativo sueco de streaming de música Spotify completará dez anos de existência no domingo, na condição de como “salvador” da indústria fonográfica, que foi gravemente prejudicada pela pirataria na internet. Com 35 milhões de músicas em seu catálogo, o Spotify continua sendo o serviço de áudio online “mais popular do mundo”, com uma comunidade de 180 milhões de usuários.

Destes, 83 milhões são assinantes que pagam pelo serviço, que está presente em 65 mercados do planeta. Em março, a plataforma chegou à África do Sul, o que representou seu lançamento no continente africano. O aplicativo também é o serviço que mais proporciona retorno econômico até hoje à indústria musical, com 9,2 trilhões de dólares (cerca de 35 trilhões de reais) até 31 de dezembro de 2017.

Por cada usuário, a plataforma paga 20 dólares (cerca de 77 reais) a selos e gravadoras, enquanto o YouTube, outro nome gigante do ‘streaming’, remunera os artistas com menos de um dólar. Seu desenvolvimento tecnológico começou em 2006 e o lançamento oficial aconteceu dois anos depois, em 2008, alterando a percepção de que era preciso possuir a música em algum tipo de suporte, físico ou virtual, para poder desfrutar da mesma.

Com a revolução digital do início deste século, os consumidores já estavam habituados ao fato de que não era mais preciso adquirir música em suporte físico. No entanto, a facilidade da pirataria pelos meios digitais fez com que, para cada música baixada legalmente, 20 fossem adquiridas de forma ilícita.

Isso fez com que a indústria fonográfica registrasse oito anos de perdas consecutivas, que depois chegariam a 15. O setor musical passou de quase 23,3 bilhões de dólares de faturamento no ano 2000 para cerca de 17 bilhões de dólares em 2008 e chegou ao “fundo do poço” em 2014, com 14,3 bilhões de dólares, o que supôs uma retração de quase 40%, segundo dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês).

Somente nos últimos três anos, a indústria vem retornando para o caminho do crescimento e faturou 17,3 bilhões de dólares em 2017, graças ao empurrão dado pelo ‘streaming’, que gerou 38% das receitas totais, após aumentar seu faturamento em 41% de um ano para o outro.

Com a tecnologia de ‘streaming’, o consumidor de música não precisa mais adquirir um disco completo se estiver interessado em apenas uma canção, uma situação semelhante ao que acontecia quando as gravadoras lançavam álbuns e singles em suporte físico.

A maior sombra sobre o futuro do Spotify, no entanto, está relacionada com seu equilíbrio econômico, já que, desde a sua fundação, vem registrando prejuízos. Em 2017, a companhia fechou o ano com perdas de 1,5 bilhão de dólares. Por outro lado, suas receitas vêm progredindo e chegaram a 4,99 bilhões de dólares no ano passado e o valor de suas ações na Bolsa de Nova York seguem acima do preço de seu lançamento.

 

Fonte: Veja.

Google: como apagar suas informações.

É possível excluir dados de localização e até mesmo buscas armazenadas em seu smarthphone, além de impedir que eles sejam usados por anunciantes.

Ele sabe o que você procura, o que te interessa e os lugares que você visita, entre muitas outras coisas. Esse é o Google, a ferramenta de busca mais usada do mundo, que completa 20 anos.

“Quando o usuário usa nossos serviços, confia a nós informações dele.”

É assim, de forma clara, que o gigante tecnológico se dirige a seus usuários logo na primeira linha dos termos e condições de privacidade.

Mas o que você provavelmente não sabe é que o Google oferece a possibilidade de excluir as informações armazenadas em um lugar chamado “Minha atividade” ou “My activity”, em inglês.

Nós explicamos como fazer isso em alguns passos.

1. Excluir minha atividade

Cada vez que você faz uma pesquisa no Google, a empresa a salva e a associa à sua conta.

Ela também registra todos os movimentos que você faz, como preencher um formulário ou ler seu e-mail no Gmail.

Todos os dados são coletados em um site chamado “Atividade”. É exatamente nesta área que você tem que ir para consultá-lo.

Você tem três opções na hora de excluir informações:

A primeira é usar a pesquisa para encontrar uma página específica para apagar.

Página mostra informações que o Google mantém sobre você — Foto: ReproduçãoPágina mostra informações que o Google mantém sobre você — Foto: Reprodução

Página mostra informações que o Google mantém sobre você — Foto: Reprodução

A segunda é limpar as buscas feitas no mesmo dia, escolhendo “Hoje” e depois clicando na opção “Excluir”

A terceira opção é eliminar toda a sua pesquisa. Para fazer isso, clique em “Excluir por” na lista à esquerda. Clique em “Excluir por data” e selecione “Todo o período”. Se você tem certeza desta opção, clique em “Excluir”.

Em todos os casos, aparecerá um aviso do Google sobre os possíveis impactos dessa decisão. Mas, na realidade, excluir o histórico de pesquisa do Google e a trilha de navegação não tem nenhuma consequência em relação à operação da sua conta do Google ou seus aplicativos.

2. Elimine toda a sua atividade no YouTube

O Google também mantém um registro de todas as suas pesquisas no YouTube.

Google permite que você veja e exclua suas informações de busca no YouTube — Foto: ReproduçãoGoogle permite que você veja e exclua suas informações de busca no YouTube — Foto: Reprodução

Google permite que você veja e exclua suas informações de busca no YouTube — Foto: Reprodução

Mas isso é algo que você também pode excluir facilmente, apagando o histórico de pesquisa.

3. Como eliminar tudo que os anunciantes sabem sobre você

O Google não só sabe tudo sobre você, mas também repassa essa informação a anunciantes.

É por isso que ele é capaz de mostrar anúncios que combinam com o que você procura.

Mas é possível descobrir quais informações estão sendo transmitidas aos anunciantes.

Para isso, acesse sua conta do Google e depois “Informações pessoais e privacidade”. Desta vez, o que interessa é a opção “Configurações de anúncio”.

As configurações de privacidade permitem que o usuário impeça seus dados de serem repassados a anunciantes — Foto: ReproduçãoAs configurações de privacidade permitem que o usuário impeça seus dados de serem repassados a anunciantes — Foto: Reprodução

As configurações de privacidade permitem que o usuário impeça seus dados de serem repassados a anunciantes — Foto: Reprodução

Uma vez dentro, clique em “Gerenciar Configurações de Anúncio”.

Na sequência, opte por “Controlar anúncios com sessão fechada”. Se você clicar nessa opção, você pode escolher se deseja receber anúncios com seus interesses ativados ou desativados (a opção de não receber publicidade não está disponível).

O Google irá avisá-lo de que não se adequará a você porque você vai parar de ver anúncios relacionados aos seus interesses, mas cabe a você escolher.

4. Remover o histórico de localização do Google

Se você usa um dispositivo Android, o Google acompanha os locais que você visitou com seu dispositivo por meio de um recurso chamado Rotas.

Página de privacidade do Google — Foto: ReproduçãoPágina de privacidade do Google — Foto: Reprodução

Página de privacidade do Google — Foto: Reprodução

Para apagar todas essas informações do Google Maps, você deve acessar essa página.

Na tela inicial, é possível interromper o registro virando para a esquerda a chave do “Histórico de localização”.

Para excluir todo o histórico anterior, clique em “gerenciar histórico de localização” e, depois, no ícone de Configurações.

Para deletar dias específicos, basta selecionar, na mesma página, a data no calendário na área esquerda da tela e clicar no botão da lixeira.

Fonte: G1.