Nossa equipe de especialistas está aqui para responder às suas dúvidas. Pergunte-nos qualquer coisa!
capa-blog-site-cta

Call To Action: o que é e como utilizar?

Estimular os consumidores em potencial para que avancem nas transações comerciais é decisivo para as empresas e, nesse cenário, diversas táticas são empregadas, sendo uma dessas o Call to Action (CTA) ou chamada para ação.

É um recurso indispensável no marketing digital quando se trata de conduzir o usuário a tomar uma atitude e, por esse motivo, tem grande ligação com a produção de conteúdos, ofertas e captação de leads.

Os leads são os consumidores em potencial, que em determinado ponto demonstram interesse pela empresa e certamente, o CTA pode ser um dos fatores decisivos.

O impacto da persona e do funil de vendas no CTA

Tanto a persona quanto o funil de vendas são imprescindíveis para um direcionamento mais preciso na implantação de um CTA ou de qualquer outra tática de marketing digital.

A persona indica os aspectos de um consumidor ideal, ou seja, é um perfil semifictício, enquanto o funil de vendas é uma representação da jornada de compras dos clientes, desde o primeiro contato com a empresa até a concretização do processo de aquisição.

Primeiramente, no que diz respeito à persona, entre os principais dados levantados, estão:

  • Ambições;
  • Dores;
  • Consumo de conteúdo;
  • Interesses.

Já em relação ao funil, ele pode estar em diferentes estágios: topo, meio ou fundo. O topo é marcado pela descoberta, pois o visitante não tem conhecimento sobre a empresa e muitas vezes ele se enquadra à sua necessidade.

Um exemplo de CTA adequado para esse caso, como de uma empresa que efetua poço cacimba, seria oferecer um webinar, que é basicamente uma videoconferência, nesse caso, poderia ser de uma via ou até mesmo um e-book sobre esse tipo de reserva de água.

Basicamente, no meio do funil, as soluções já começam a ser averiguadas e, conforme o cliente em potencial avança, comparações são realizadas, busca por preços e outros elementos configuram o processo da decisão de compra.

Nos casos em que há um preparo maior para a compra, as empresas podem apostar em CTAs como testes gratuitos, já que o conhecimento a respeito do serviço ou produto e da marca pode favorecer a decisão.

Ao unir esses dois conceitos, é possível perceber que a detecção da persona e do estágio no funil é capaz de contribuir de maneira significativa para criar um CTA mais eficiente devido à  maior compatibilidade com a audiência.

Objetivos e canais para o CTA

Ao longo do texto, é possível observar com clareza a versatilidade do CTA, principalmente em relação aos meios em que podem ser aplicados de acordo com os objetivos.

A landing page é um desses meios, sendo uma página específica para conversões, uma vez que possui poucos elementos, com o CTA como maior foco. 

De um modo geral, conta com um formulário em que o cliente em potencial deve preencher seus dados para obter algo, como um e-book, inscrever-se para receber novidades, descontos, entre outras possibilidades.

É uma medida valiosa para empresas, por exemplo, é possível iniciar um relacionamento mais próximo a partir dos dados de clientes que preencheram um formulário para ter acesso a um material exclusivo sobre caixa de calibração de relés

Já no caso de anúncios, é válido abordar que, como os textos comumente são curtos, é indispensável redobrar o cuidado com a escolha do CTA para garantir a eficácia. Os anúncios podem estar presentes nos mais variados locais, desde redes sociais até sites.

Em blogs, naturalmente, esse tipo de restrição é dispensada, mas é preciso que exista atenção no que diz respeito a qual cliente se pretende atrair quando se pensa nos estágios do funil de vendas.

Como solução, é possível utilizar os recursos apresentados, que são o conhecimento da persona e a aplicação do funil.

O aumento de tráfego para outra publicação da plataforma é um dos benefícios provenientes de uma chamada para ação em blog, o que contribui com as técnicas SEO, que correspondem à otimização de páginas para um melhor posicionamento nos buscadores.

Por exemplo, em um conteúdo de uma empresa que trabalha com aço, um texto com link sobre barra redonda 1 2 pode ser inserido para direcionar o leitor a outro artigo a fim de obter maiores informações sobre esse item.

Dicas para a criação do Call to Action

A essa altura do texto, já é possível perceber a importância do Call to Action para as estratégias comerciais, uma vez que ela pode influenciar inclusive a eficiência das conversões.

Portanto, ter conhecimento de medidas para criar chamadas para ação de forma adequada pode fazer toda a diferença. Confira, a seguir, alguns pontos que podem ser adotados.

Direcionamento para benefícios

Conforme citado, há táticas em que o CTA é empregado em troca de materiais valiosos, mas, de um modo geral, é interessante que esse recurso seja colocado de modo que os benefícios da ação sejam indicados.

Afinal, a percepção de uma vantagem agrega um valor significativo para o usuário, como ao oferecer dicas de aprimoramento do trabalho com metais na indústria, como dobra chapa inox e dispor um CTA estimulando o download.

O que pode potencializar os resultados desse tipo de aplicação é o reconhecimento claro de um problema, que lembre o usuário de sua necessidade. 

Consequentemente, as vantagens serão ressaltadas e as chances da ação proposta na chamada a ser atendida serão elevadas.

Estimule o senso de pertencimento

O senso de pertencimento é um conceito cada vez mais explorado no marketing digital, onde se acredita que um dos fatores cruciais para a decisão das pessoas é a ação de outras.

É uma forma de persuasão chamada de prova social e que pode ser aplicada de modos variados, sendo muito comum em formulários de landing pages.

Um exemplo seria uma empresa que trabalha com elementos para máquinas industriais, como ponte rolante apoiada e coloca uma chamada para ação apresentando um determinado número de assinantes para receber novidades, estimulando o cliente em potencial a se inscrever.

Muitas vezes, os elementos associados às provas sociais podem ser um complemento do Call to Action, usados justamente para potencializar o poder de persuasão.

Desperte a curiosidade

Formas de apresentar resultados positivos são constantemente buscadas, independentemente da área, e esse é um dos aspectos explorados quando se trata de despertar a curiosidade das pessoas.

Afinal, uma empresa que apresenta soluções que podem de fato agregar valor nos problemas que sua audiência possui, pode utilizar isso para o CTA.

Para isso, basta apresentar o que é feito e um case de sucesso, por exemplo, um profissional de marketing digital que atingiu determinado resultado por meio do e-mail marketing e que indica um e-book para leitura.

Outra possibilidade é uma empresa que comercializa e/ou aplica revestimento epóxi autonivelante de forma que a superfície fica preparada satisfatoriamente para receber diferentes tipos de revestimentos e apresenta grande durabilidade.

O público-alvo terá curiosidade de obter maiores informações sobre questões da área e como os resultados são alcançados, o que consequentemente pode influenciar as conversões.

A diversidade, nesse caso, é notável, e gatilhos mentais podem ser explorados amplamente desde a surpresa até a satisfação das pessoas.

Aproveite a agilidade

A rapidez viabilizada pelos recursos digitais também pode ser empregada como uma grande dica na elaboração do CTA.

Nesse caso, é válido observar que, nesse meio, o imediatismo é cada vez mais evidente e a chamada gratificação instantânea torna-se uma das técnicas exploradas.

Por exemplo, ao escolher fazer o download sobre a importância de utilizar um calibrador de rosca tampão para potencializar a confiabilidade do uso desse elemento, o usuário naturalmente espera que, no máximo em poucos minutos, o material esteja em seu e-mail.

Essa é uma forma de potencializar a atração das pessoas ainda mais e contribuir com a taxa de conversão.

Disponibilize um bônus

O bônus pode mudar totalmente o posicionamento do cliente em potencial, uma vez que brindes são capazes de atrair e, dependendo do desempenho, podem converter e reter consumidores.

Basta imaginar que profissionais da área de logística estão em busca de elementos que contribuam com a organização do espaço e se deparam com uma plataforma que comercializa produtos como rack metalico empilhavel.

Nesse caso, o Call to Action poderia ser implantado juntamente à disponibilização de um cupom de desconto na primeira compra.

Invista na estética

Trabalhar a estética no Call to Action também pode fazer grande diferença para os resultados obtidos.

Entre as alternativas, você pode apostar na personalização, cores diversas que se destaquem na página e até mesmo chamadas com visual de botões, que podem potencializar a atratividade.

Naturalmente, é preciso que todo o processo seja cautelosamente planejado para não comprometer a harmonia da página, sendo válido observar que o CTA pode ser implantado das mais variadas maneiras.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa-blog-site-LGBT

Por que sua marca deveria saber o que a comunidade LGBTQIA+ espera dela

Quantas vezes você escutou os termos diversidade e inclusão nos últimos meses? Provavelmente várias. O número de buscas no YouTube por eles aumentou 71% e 24% respectivamente, só no último ano. Eles passaram a ser discutidos pela indústria da beleza, abraçados pelas artes e observados pelo mercado como um todo em diferentes esferas, gerando debates apaixonados e polêmicos que, acima de tudo, ajudam a moldar os nossos tempos.

Mas será que estamos abrangendo os pontos mais importantes dessa discussão? Nosso foco está no que realmente importa na hora de promover a diversidade e a inclusão? Ou melhor: será que a comunidade LGBTQIA+ está efetivamente inserida nesse debate? Qual é a percepção dela sobre a maneira como o tema vem sendo abordado? Quais serão os maiores desafios dessa discussão daqui pra frente?

Para entender melhor esse universo a partir da perspectiva de quem o vive na prática, o Google e a Box 1824 conduziram um estudo qualitativo e abrangente1. Como parte da metodologia, foram recrutados entrevistadores de dentro e de fora da comunidade LGBTQIA+, com e sem “lugar de fala” (ou seja, “propriedade e vivência”) em ambos os temas. O resultado? Um retrato sobre as diferenças entre o que é realidade e o que é percepção dessas questões, além de aprendizados que podem ajudar as marcas a encontrar caminhos para se posicionar de forma construtiva, honesta e coerente com seus valores dentro de um cenário em transformação.

COMEÇANDO PELO COMEÇO: POR QUE EXISTEM TANTAS LETRAS NA SIGLA?

Se é uma busca por inclusão, por que precisamos de tanta diferenciação? Exatamente para mostrar que as diferenças existem. Apesar de estar claro o significado de cada letra entre os especialistas e ativistas da comunidade, não há um consenso sobre qual sigla é a mais adequada para reconhecer cada grupo, muito menos sobre o tamanho que a nomenclatura acabou atingindo ao longo dos anos. A primeira sigla foi criada na década de 70, e desde então passa por atualizações constantes.

O importante é compreender que a inclusão de todos os grupos aparece como um primeiro passo na busca por visibilidade para as suas existências. Assim, incluir uma letra passa a ser parte significativa do processo para gerar visibilidade e reconhecimento.

DIVERSIDADE NO BRASIL: EXPECTATIVA x REALIDADE

Pode parecer contraditório. Apesar de o termo “diversidade” ser muito usado, parte da população LGBTQIA+ não se sente conectada a ele, e até ironiza seu uso mais amplo. O estudo indica que quanto mais esse público sofre discriminação, menos ele acredita que nossa sociedade é diversa.

Já a percepção de pessoas cis² e hétero, dentro do grupo estudado, é diferente – especialmente nas classes mais altas. Em princípio, boa parte dos entrevistados categoriza a homofobia como negativa, e a diversidade, aceitável. Mas nas entrevistas, mesmo entre os que acreditam não ser homofóbicos, é possível perceber a manifestação de vieses inconscientes. Um sinal de que frequentemente a norma – ou seja, os padrões estéticos, culturais e de comportamento mais “aceitos” na sociedade – fala mais alto que a diversidade em si.

QUANTO MAIOR A DISCRIMINAÇÃO, MAIOR O ENVOLVIMENTO

“Você é trans/gay/lésbica? Nem parece.” Essa fala ilustra um conceito chamado “passabilidade”, ou seja, “o quanto um membro da comunidade LGBTQIA+ aproxima-se da norma”. Ele está relacionado à maneira como a pessoa é lida pela sociedade. Uma mulher trans que tenha características físicas parecidas com as de uma mulher cis, por exemplo, tem uma passabilidade maior. E por que isso é relevante?

O estudo mostrou que, quanto mais perto a pessoa está da norma, menores são seus relatos de discriminação – por vezes, foi possível notar até um certo distanciamento das questões e das pessoas que compõem os outros perfis da sigla. Da mesma forma, quanto mais longe de uma “norma social predominante” a pessoa estiver, mais excluída ela possivelmente se sentirá e mais sujeita às dificuldades relacionadas ao preconceito.

Para ajudar a ilustrar essa dinâmica, o estudo gerou um Grid da Diversidade Sexual que relaciona a sexualidade com várias outras dimensões (demográficas, socioeconômicas, étnicas, de gênero) e que vai nos mostrando como essas interseccionalidades vão gerando, cada vez mais, esse distanciamento de um “padrão social ideal”.

O grid reflete os preconceitos ligados a gênero, etnia e classe social: de acordo com ele, um homem gay branco, com nível superior, tende a ser menos discriminado do que uma mulher lésbica negra. E isso, junto com seu grau de passabilidade, vai determinar o quanto a pessoa se envolve com os seis assuntos mais comentados, reivindicados e urgentes para a população LGBTQIA+ hoje:

1) VIOLÊNCIA: DO PRECONCEITO AO GENOCÍDIO LGBTQIA+

2) POLÍTICA: DA INVISIBILIDADE À FRAGILIDADE DE DIREITOS

3) SAÚDE: DO ACESSO BÁSICO RESTRITO À VIDA QUE ACABA

4) TRABALHO: DA DISCRIMINAÇÃO À EXCLUSÃO DO MERCADO

5) EDUCAÇÃO: DO COMBATE À FOBIA LGBTQIA+ À EXCLUSÃO ESCOLAR

6) FAMÍLIA: DA EXCLUSÃO À IMPOSSIBILIDADE DE CONSTITUIR UMA

RESULTADO: O CICLO DA EXCLUSÃO

O que o estudo conclui é que essas seis agendas frequentemente se inter-relacionam, muitas vezes em uma relação destrutiva de causa e efeito. Nas diferentes trajetórias LGBTQIA+, esse Ciclo de Exclusão, na maioria dos casos, começa na família e culmina em violência. Casos de exclusão no próprio núcleo familiar são mais comuns do que imaginamos, afetando diretamente a assiduidade escolar, por exemplo. Na escola, além de episódios de bullying contra o jovem LGBTQIA+, também se repete o movimento de exclusão. Nos dados oficiais, ficam registrados somente os números de evasão escolar, sem esclarecimento dos motivos.

Por consequência, a falta de inclusão e acolhimento já nesses primeiros anos de vida se reflete no acesso à educação e, como um efeito dominó, limita as chances de inserção no mercado de trabalho. Somado a isso, há também a falta de representatividade política, ou seja, direitos básicos que não são pautados e discutidos na esfera pública, gerando mais vulnerabilidade e violência.

VISIBILIDADE E NORMALIZAÇÃO: SUPERPODERES BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO

Apenas falar sobre o problema é uma solução? Sabemos que não. Mas é um passo importante. O YouTube hoje tem 2,3 milhões de vídeos com conteúdo LGBTQIA+. Criadores da comunidade ou conectados a ela constroem todos os dias narrativas que mostram suas realidades e sensibilizam as pessoas em relação ao Ciclo da Exclusão.

Dentro do YouTube, as oportunidades são diversas. Não apenas para entender mais sobre esse universo, mas também para colaborar com a normalização da existência dessas pessoas. Elas têm audiência por falar sobre a agenda de inclusão, mas fazem um trabalho muito importante ao retratar que a existência delas não é unidimensional. São pessoas reconhecidas como especialistas em diferentes temas, como gamesentretenimentobeleza e muitos dos outros assuntos explorados na plataforma.

PARTE DA TRANSFORMAÇÃO PASSA POR CRIAR UM CICLO DE INCLUSÃO. E AS MARCAS, PODEM AJUDAR?

Em uma palavra: sim. Os benefícios da diversidade para as marcas são muito maiores do que um olhar para a comunidade LGBTQIA+ enquanto mercado consumidor. Ter uma equipe mais diversa efetivamente trabalhando para sua marca facilita conexões mais empáticas com as pessoas de uma forma geral.

É importante considerar a relação que se cria quando se percebe um alinhamento legítimo às questões vividas por pessoas da comunidade. Isso pode ser observado inclusive em termos práticos: dos quase 18 milhões de brasileiros que se identificam com alguma das letras da sigla, 50% se dizem dispostos a priorizar uma marca que apoie a causa, mesmo contra ofertas mais vantajosas3.

Existe um passo simples e eficiente que está ao alcance das marcas e que foi o campeão de citações durante o estudo: empregar pessoas da comunidade.

Quando começa no trabalho, a inclusão tem potencial de quebrar as cadeias destrutivas. Ter poder aquisitivo permite estudar mais, abre oportunidades de crescimento profissional e pessoal. Em seguida, vêm o acesso a serviços de saúde e a ocupação de espaços políticos em busca de direitos. Por fim, já com uma vida mais estruturada, a pessoa LGBTQIA+ pode se sentir mais protegida das diferentes formas de violência.

Outras iniciativas consideradas determinantes para avançar a agenda inclusiva:

O QUE MINHA MARCA JÁ PODERIA FAZER HOJE?

Em um país onde a sociedade ainda está aprendendo a acolher as diferenças, é importante ressaltar que onde há muito a ser feito também há muitas oportunidades. E as marcas têm um papel importante na transformação do cenário da comunidade LGBTQIA+.

A pesquisa nos trouxe vários direcionamentos úteis para refletir e agir de maneira positiva em relação à agenda inclusiva. Dividimos abaixo alguns deles, que podem ser tanto pontos de partida como de inspiração para outras ações.

Quando o assunto é diversidade, é comum existir a cobrança de que o discurso venha acompanhado de ação. No caso das parcerias – com iniciativas que se dedicam aos temas da agenda de inclusão –, é importante considerar ações que façam a diferença de maneira efetiva na estrutura em questão, indo além da doação de lucros. A marca pode promover treinamentos para aumentar o alcance da iniciativa que visa apoiar? Pode construir novos espaços físicos? Melhorar os que já existem? O que aceleraria a mudança além de recursos financeiros?

Avaliar o contexto e discutir possíveis melhorias com as partes envolvidas é fundamental.

Em todos os casos, o primeiro passo deve ser olhar pra dentro: estou apoiando a agenda de inclusão, mas estou fazendo o mesmo com os colaboradores da minha empresa?

Retratar algo a partir do ponto de vista de quem vive, e não apenas de quem observa. Para criar conexões com verdade e emoção, a recomendação é buscar histórias e experiências verdadeiras, dando espaço para que os próprios protagonistas também gerem narrativas. Aqui entra a importância de ter representatividade no time – da idealização à produção.

Simplificar a linguagem para que a mensagem alcance todos os públicos é essencial. Quando falamos de diversidade, é preciso pensar com o objetivo de sensibilizar e engajar as pessoas além do público LGBTQIA+.

Seja na hora de buscar parcerias com Criadores ou mesmo de escolher a melhor maneira de executar sua mensagem, é importante lembrar: o público LGBTQIA+ não é unidimensional. Ele não deve ser considerado só quando o assunto é diversidade. Sua campanha é sobre games? Viagem? Beleza? As pessoas LGBTQIA+ atuam, consomem e têm interesse em diferentes áreas. A representatividade real precisa partir dessa premissa e também precisa considerar as diferentes classes sociais, raças, identidades de gênero e orientação sexual que compõem a comunidade, ajudando a garantir a visibilidade do maior número de existências possível.

É necessário entender que as realidades são diferentes, ainda que exista uma agenda comum. Vale se atentar ao cuidado de não colocar todas as letras da sigla “em um mesmo barco”.

Há um abismo de conhecimento entre boa parte das pessoas cis e hétero sobre a realidade LGBTQIA+. Até mesmo dentro da comunidade há desinformação sobre as agendas. Produzir conteúdo que mostre essas diferenças é uma oportunidade de se diferenciar e promover a mudança da conscientização e da cultura sobre o tema no Brasil.

Fonte: Think with Google

capa-blog-site-endomarketing

Como o Endomarketing podem ajudar no relacionamento com colaboradores

No marketing institucional, o Endomarketing é um conjunto de ações que estão voltadas para o público interno das empresas, com o objetivo de melhorar a sua imagem entre os colaboradores. Isso tende a resultar em uma equipe motivada e, consequentemente, melhores resultados para o empreendimento.

É uma das maneiras mais eficientes de reduzir o índice de rotatividade de funcionários. Também pode ser eficaz na atração de profissionais de alta qualificação, cuja contratação pode ser bastante benéfica para a empresa.

O Endomarketing ajuda as corporações na criação e desenvolvimento de uma imagem de lugar agradável para se trabalhar, fazendo com que as pessoas desejem um emprego na empresa.

O que é Endomarketing?

O Endomarketing é eficiente no relacionamento com os colaboradores porque está voltado para as ações internas da empresa, motivo pelo qual também é chamado de Marketing Interno. É o responsável por melhorar a imagem da empresa entre os funcionários e parceiros, visando a motivação da equipe pelo bem da corporação.

Trata-se de uma estratégia de extrema importância porque os colaboradores são pessoas que têm contato diário com todos os processos das marcas. Isso faz com que eles sejam aptos a opinar e influenciar pessoas à respeito da empresa, de uma maneira geral. 

Para entender, basta imaginar o exemplo de uma empresa de compactador de solo aluguel. Quando os funcionários estão satisfeitos com as suas funções e condições de trabalho, eles tendem a comentar com seus familiares e amigos sobre as vantagens.

Assim, os próprios colaboradores contribuem para a criação de uma percepção positiva da empresa, já que as pessoas ao redor passam a vê-la de uma maneira mais humana, com mais carisma e identificação.

Considerando a competitividade do mercado atual, com novos empreendimentos surgindo a todo momento, é preciso considerar a relevância do Endomarketing para o relacionamento com os colaboradores, que reflete diretamente no sucesso do negócio, independente do segmento de atuação ou das dimensões da empresa. 

Assim como foi citado o exemplo da locadora, o Endomarketing pode ser aplicado a outros tipos de empresas, como uma especializada no gerenciamento de áreas contaminadas cetesb, por exemplo, ou fabricantes de todos os tipos de produtos.

Endomarketing e RH

O Endomarketing não se resume apenas a ações de marketing. Na prática, funciona como uma junção entre os setores de RH (Recursos Humanos) e marketing de um empreendimento.

É uma responsabilidade do RH a atenção às necessidades dos colaboradores da empresa. As equipes se dedicam para transformar problemas em possibilidades de melhoria, com um ambiente de trabalho mais positivo para todos. 

Já o Endomarketing está voltado para a motivação dos funcionários, fazendo com que eles se sintam uma parte importante da empresa e dos seus resultados.

Para isso, as equipes de RH e marketing unem forças para estimular a interação entre colaborador e empresa no desenvolvimento das tarefas cotidianas. Alguns exemplos de ações são:

  • Estímulos para a participação da família junto à empresa;
  • Treinamentos de capacitação, ajudando funcionários a melhorarem habilidades;
  • Troca de experiências, possibilitando mais preparo para as atividades cotidianas;
  • Demonstrações de valorização do desempenho individual e da equipe, etc.

Apesar da importância do Endomarketing, atualmente muitos empreendedores ainda não compreenderam que o investimento pode ajudar empresas de qualquer setor ou tamanho a se destacar consideravelmente em seus mercados de atuação.

Por que trabalhar o Endomarketing?

Ao investir em ações de Endomarketing, vale a pena entender a maneira como elas podem afetar a empresa, com:

1. Colaboradores mais motivados

As ações de Endomarketing ajudam a empresa a manter os funcionários motivados, porque mostram que a corporação está aberta às ideias que eles podem ter a oferecer, incluindo sugestões e melhorias.

A motivação dos colaboradores de uma empresa especializada em transportador helicoidal, por exemplo, pode aumentar de uma maneira expressiva quando eles perceberem que estão em um ambiente que se preocupa com a qualidade, não só do trabalho, mas também do bem-estar dos funcionários.

2. Produtividade otimizada

Com mais motivação, é natural que as empresas que investem em Endomarketing vejam a produtividade dos seus colaboradores aumentar.

Quando eles estão mais satisfeitos e motivados com o trabalho, tendem a executar cada tarefa com mais qualidade, assumir uma postura mais proativa e se comprometer mais com os resultados da empresa de montagem de mezanino industrial metálico, para exemplificar.

3. Menor rotatividade de funcionários

A motivação está diretamente relacionada à diminuição da rotatividade de funcionários nas empresas. Quando eles se sentem mais motivados e satisfeitos, o mais provável é a diminuição na rotatividade.

Atualmente, principalmente nas novas gerações, as pessoas não tomam decisões relacionadas à carreira pensando apenas nos salários. Também pensam na satisfação e bem-estar pessoais, observando a importância que a empresa dá aos funcionários. 

Portanto, um técnico que atua com eliminador de gotas torre de resfriamento, por exemplo, deve se sentir valorizado na empresa para manter a disposição no trabalho com motivação e proatividade.

4. Colaboradores mais comprometidos com a empresa

É válido que os empreendedores se coloquem no lugar dos seus colaboradores, pensando em formas de fazer com que eles se sintam acolhidos pela corporação. 

É fundamental que os gestores se preocupem com as necessidades e opiniões dos funcionários, eles também podem ter sugestões preciosas para melhorar as tarefas cotidianas na empresa.

Assim, o Endomarketing impacta diretamente na lealdade dos colaboradores, fazendo com que eles se sintam mais comprometidos com o local em que trabalham.

5. Clima organizacional mais agradável e saudável

A preocupação com a qualidade de trabalho e bem-estar dos funcionários reflete em bons fluxos de atividades. Mais produtivos e proativos, os colaboradores tendem a se ajustar aos processos com mais facilidade e precisão.

Isso ajuda a melhorar o desempenho do time, com melhores resultados na venda ou aluguel de grupo gerador diesel 150 kva, por exemplo, principalmente devido ao aumento na produtividade.

6. Trabalho com mais qualidade e bem-estar

Algumas atividades diárias todos os dias podem ser desgastantes. Muitos funcionários podem acabar deixando esse momento afetar o seu bem-estar, com riscos para a saúde física e mental.

Entretanto, quando a empresa se preocupa com a saúde dos funcionários e investe na criação de um ambiente agradável, bem como em estratégias de Endomarketing, é possível notar uma melhora. 

Um resultado bastante importante e possível em fabricantes de contator para banco de capacitor, por exemplo, é a diminuição do estresse, que reflete em uma produção com mais qualidade.

Como implementar o Endomarketing?

Para trabalhar o Endomarketing é preciso voltar as atenções ao público interno da empresa, focando nos colaboradores e na percepção que essas pessoas têm do lugar em que trabalham. 

Para isso, as equipes de RH podem realizar entrevistas e pesquisas, com o objetivo de compreender as necessidades, dificuldades e impressões da equipe da empresa.

As informações levantadas devem levar em conta todos os funcionários, de todos os departamentos. 

Elas são usadas para a estruturação e planejamento das ações de endomarketing, sempre visando a aproximação entre o colaborador e a empresa que fabrica barra roscada com olhal, por exemplo. Dentre as principais práticas de Endomarketing, destacam-se:

  • Melhorias nos processos de comunicação interna, estimulando o diálogo;
  • Treinamento de equipes, com nivelamento, interação e troca de experiências;
  • Promoção de palestras e eventos motivacionais, incentivando o crescimento pessoal;
  • Bonificações, de acordo com o desempenho de cada integrante das equipes;
  • Iniciativas de integração e confraternização, aproximando os funcionários;
  • Pesquisas de satisfação com os colaboradores, com temas variados;
  • Análise da possibilidade de home office ou horários flexíveis;
  • Solicitação de referências diante da necessidade de contratações;
  • Estabelecimento de planos de carreiras individuais para os colaboradores;
  • Prática de feedbacks, elogios e agradecimentos diante de bons resultados;
  • Divulgação de bons exemplos de resultados atingidos pela empresa;
  • Investimento em peças institucionais, como vídeos ou apresentações;
  • Relações públicas com comunidade, governos, parceiros, clientes, fornecedores, acionistas, etc;
  • Oferecimento de cursos e palestras à comunidade e famílias;
  • Organização de eventos comerciais, reunindo profissionais e clientes.

Depois de planejadas, as ações devem ser colocadas em prática. A implementação das estratégias de Endomarketing deve seguir com pesquisas de satisfação, buscando a opinião dos funcionários, reforçando o relacionamento com a busca pelas ações mais adequadas.

Ao final, as empresas de diversos segmentos ou dimensões podem notar consideráveis melhorias no clima do local de trabalho, com um relacionamento mais forte e produtivo entre empresa e funcionários. 

Esse relacionamento pode render bons resultados para os empreendimentos, porque satisfeitos e motivados os colaboradores tendem a se esforçar mais, com atividades otimizadas e com melhor qualidade. Desta forma, o Endomarketing contribui para um empreendimento mais rentável e com mais espaço em seu mercado de atuação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa-blog-site-e-commerce

Como estratégias de marketing de conteúdo podem ajudar o seu e-commerce?

Ao longo do tempo é preciso que as empresas se adaptem às modificações tecnológicas, políticas e comunicacionais, o que também pode envolver a popularização de novos modelos, como o e-commerce, que ganha cada vez mais espaço no meio digital.

Para obter uma ideia mais clara da ascensão desse meio no Brasil, é válido abordar dados levantados pela 40ª edição do relatório sobre comércio eletrônico nomeado de Webshoppers, que é realizado pela Ebit/Nielsen.

Basicamente, o primeiro semestre de 2019 apresentou cerca de 20% de crescimento no volume de pedidos nesse meio, indicando R$ 65,2 milhões em volume de solicitações.

Outro dado interessante nesse cenário, é que nesse período, o número levantado que representa novos compradores é de 5,3 milhões, o que certamente tem impacto no impulsionamento desse modelo de negócio.

No entanto, não basta que exista a popularização. Em um meio que se torna cada vez mais positivo, é preciso que os empreendedores busquem formas de sobreviver e se destacar no mercado digital.

Afinal, podem surgir diversos comércios eletrônicos do mesmo nicho, por exemplo, na área de casa e construção com produtos como tinta impermeabilizante para telhado. Dessa forma, é preciso ir além da construção de uma plataforma satisfatória para as transações comerciais.

Entre as estratégias comerciais que podem ser adotadas, se pode citar o marketing de conteúdo, um pilar importante do marketing digital, em que os clientes em potencial são atraídos e envolvidos por meio de materiais relevantes e apresentados no momento certo.

Os benefícios da estratégia de conteúdo para o e-commerce

Uma tática que trabalha com conteúdos de qualidade e úteis para os clientes pode ter impacto em questões variadas, tais como:

  • Fortalecimento da marca;
  • Posicionamento;
  • Educação de mercado;
  • Transmissão de segurança.

Materiais estrategicamente elaborados podem construir uma percepção mais positiva da empresa, da mesma forma que contribui com que a presença digital ganhe uma maior força.

Dessa maneira, com técnicas bem elaboradas, a organização constrói uma autoridade mais sólida e quando o usuário se depara com algum tipo de necessidade, devido a percepção positiva já alcançada, há maiores chances de ser procurada.

Conforme abordado, o material tem um papel importante para a atração dos consumidores em potencial e, para compreender essa questão de um modo mais claro, é válido citar que os mecanismos de busca apresentam diversos fatores decisivos para o posicionamento e um deles é a qualidade do conteúdo.

Segundo dados obtidos em uma parceria entre o E-commerce Brasil e o Sebrae, 68% das transações em comércios eletrônicos se originaram de pesquisas orgânicas no ano de 2016.

Além de impactar no posicionamento entre diversos fatores trabalhados nas técnicas de SEO (Search Engine Optimization), há possibilidade de educar o mercado, uma vez que não é sempre que os clientes conhecem totalmente os produtos.

Por exemplo, uma marca que comercializa faixa abdominal feminina pode apresentar conteúdos sobre a utilização, dicas e até mesmo vídeos sobre esse item.

De certo modo, é algo que tem relação com o fato de um conteúdo elaborado com maior cautela também atender as necessidades de usuários cada vez mais exigentes.

Afinal, o processo em um e-commerce é diferenciado, por exemplo, ao buscar por móveis de madeira para cozinha, o cliente será orientado pelas informações e imagens da plataforma.

Dessa forma, o marketing de conteúdo também contribui com a transmissão de maior confiabilidade, principalmente quando é atrelado com imagens e descrições bem selecionadas.

A importância de conhecer a buyer persona

Para usufruir os benefícios apresentados, naturalmente, é imprescindível elaborar os conteúdos com um bom direcionamento. Além de objetivos bem definidos para a produção, o conhecimento da persona é decisivo nesse contexto.

Isso se deve ao fato de que a persona condiz com um perfil semi fictício do cliente ideal, ou seja, ao defini-la, será possível detectar com maior eficácia suas dores, realizar a adaptação de ofertas e como consequência, melhorar os resultados.

É interessante diferenciar esse conceito do público-alvo, que tem um maior foco em pontos demográficos e socioeconômicos, enquanto com a persona é possível alcançar maior precisão por envolver questões mais pessoais. De qualquer forma, ambos são cruciais para empresas de todos os setores. 

Além da faixa etária, profissão, ambições, dores e modo de consumo de conteúdo, é interessante realizar uma pesquisa de mercado e observar os pontos em maior evidência, perfis de clientes em predominância e oportunidades.

Como o conteúdo pode ser trabalhado?

Os conteúdos podem ser trabalhados através de diversas maneiras em um e-commerce, não apenas na plataforma, mas em novos projetos ou já existentes, como em um blog, em que a credibilidade da marca pode ser ainda mais reforçada.

Os blogs se destacam pela versatilidade, por exemplo, uma empresa que vende coberturas, como sombrite para garagem pode também disponibilizar uma categoria para que clientes apresentem sua experiência com a compra.

É algo que pode potencializar a confiança transmitida e estabelecer um relacionamento diferenciado com a audiência.

Ao falar da própria plataforma, é de grande importância que exista atenção na descrição dos produtos, pois nesse caso, não só garante que o cliente em potencial tenha todas as informações que precisa em sua busca, como também é uma oportunidade de empregar o SEO.

As otimizações que envolvem as técnicas SEO visam um melhor posicionamento nos mecanismos de busca e além de um conteúdo de qualidade, nas descrições e demais meios, há possibilidade de empregar as palavras-chave, que são os termos utilizados pelos usuários no momento da pesquisa.

A elaboração de uma FAQ (Frequently Asked Questions) que são as perguntas mais frequentes dispostas em uma página com respostas claras também pode ser uma boa alternativa para trabalhar o conteúdo.

Nesse caso, o cuidado deve ser redobrado para atender a necessidade da persona, principalmente em relação a linguagem selecionada e recursos adicionais, como infográficos, imagens e vídeos.

Como exemplificação, se pode citar empresas que atendem o mercado B2B (Business to Business), que corresponde a transações comerciais entre duas corporações em alguns segmentos, o que pode levar ao uso de mais termos técnicos.

Basta imaginar uma gráfica que produz pasta personalizada com bolsa para brindes em eventos corporativos, nesse caso, o público-alvo pode ter um aprendizado mais avançado em relação a solução buscada do que no B2C (Business to Consumer) em que os negócios são entre empresas e pessoas físicas.

De qualquer forma, se deve priorizar um material informativo em uma FAQ, assim como uma leitura leve e agradável.

Dicas que podem ser adotadas

Há algumas dicas gerais que podem fazer grande diferença na estratégia de marketing de conteúdo para um comércio eletrônico, tais como:

Considerar os diferentes visitantes

Claramente, em meio as pessoas que acessam o e-commerce da empresa, é possível observar diferentes perfis e, consequentemente, ações distintas.

Por exemplo, em um e-commerce de elementos para áreas de lazer, como led para piscina de fibra, parte dos visitantes podem não realizar uma compra.

É algo normal e não indica que todos que não tomaram uma atitude jamais concretizaram uma transação comercial com a marca. Por essa razão, é interessante que no momento de produzir qualquer tipo de material, que todos sejam considerados, não apenas clientes.

Ter planejamento

Contar com um planejamento é indispensável em qualquer tipo de estratégia, especialmente quando se leva em consideração que a ausência desse fator pode comprometer severamente todo o processo.

Além de alinhar os objetivos, é interessante desenvolver um calendário editorial e ter comprometimento para que cada etapa estipulada seja atendida adequadamente.

Isso se deve ao fato de que o calendário apresenta pontos cruciais da estratégia por um período estipulado cuidadosamente pela equipe de profissionais.

Por exemplo, a partir desse tipo de planejamento, uma empresa de ar condicionado em SP que conta com um e-commerce, poderá publicar seus conteúdos com uma frequência satisfatória para os objetivos estipulados.

Estudos atualizados

O modelo de comércio eletrônico é uma adaptação de mercado associada às inovações tecnológicas, certo?

As mudanças são constantes nesse meio, sejam elas ligadas com a tecnologia, comunicação ou no segmento de atuação da empresa, o que também influencia no comportamento do consumidor.

Por exemplo, uma empresa que comercializa lava louça industrial para restaurante deve estar atenta a novos recursos de distribuição, desenvolvimento, otimização de estoque, pagamentos, mudanças na plataforma, entre outras possibilidades.

Ainda mais, o conhecimento das tendências não apenas de tecnologias, como também da área, pode contribuir com materiais mais interessantes e inovadores para a audiência.

Da mesma forma que os conteúdos devem ser atualizados frequentemente, o mesmo se enquadra ao falar do acompanhamento de resultados, uma vez que é decisivo para que os reparos necessários sejam realizados.

Independente dos meios explorados nesse cenário, é muito importante que os profissionais da área de marketing se preocupem com o conhecimento adequado da persona e com a elaboração de materiais que realmente atendam as necessidades detectadas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa-blog-site-mkt-de-relacionamento

Como o Marketing de Relacionamento pode ajudar sua loja virtual?

Com o advento da internet, as possibilidades de contato entre as empresas e os clientes evoluíram incrivelmente. Hoje uma pessoa aparece no radar de uma empresa antes mesmo de saber que aquela solução existe – isso devido o conceito de “jornada da compra”. 

Entre tantas estratégias tradicionais e inovadoras, o marketing de relacionamento é, certamente, uma das mais importantes.

De fato, essa própria modalidade de marketing já começa muito antes de o visitante se tornar um cliente propriamente dito, tanto que algumas das estratégias de relacionamento incluem e-mail marketing e newsletters para quem ainda não avançou no funil de vendas.

Você já ouviu dizer que a primeira impressão é a que fica? Então, quando o assunto são os hábitos de compra e venda, e a relação das pessoas com as empresas e marcas preferidas, isso é ainda mais verdadeiro.

Imagine que uma pessoa está interessada em prótese dentária com aparelho. Hoje em dia, pode ser que ela venha a ter contato com sua marca bem antes de você poder apresentar as vantagens do seu serviço nas redes sociais, por exemplo, com um monte de gente reclamando, ou elogiando.

Essa é a realidade do mundo e do mercado atual, e é daí que vem a importância fundamental de as marcas saberem fazer a gestão do relacionamento com o seu público, seja um cliente efetivo, um lead qualificado ou apenas um visitante aparentemente “desinteressado”. Nos dias que correm, é preciso tratar todo mundo da mesma forma.

Os modos mais indicados para esse tipo de estratégia, os quais aprofundaremos adiante, são os seguintes:

  • Marketing de conteúdo;
  • Blogs, redes sociais, e-mail marketing;
  • Relacionamento pró-ativo;
  • Como fidelizar cada vez mais;
  • Importância do feedback, etc.

Portanto, se você não quer ficar de fora dessas novidades indispensáveis para o seu negócio, e aprender mais sobre as principais estratégias de marketing de relacionamento voltado para lojas virtuais e e-commerce em geral, siga adiante na leitura.

Conteúdos relevantes e relacionamento com o cliente

Como vimos acima, um bom marketing de relacionamento é capaz não apenas de fidelizar, mas também de captar cada vez mais clientes.

Um modo excepcional de fazer essa primeira etapa, que é converter o cliente, consiste em gerar conteúdos de qualidade gratuitamente. Ou seja, conteúdos que tenham a ver com o seu segmento, obviamente, mas que nem por isso deixem de ser úteis e agregar valor.

Se você trabalha com placa fotoluminescente rota de fuga, por exemplo, talvez lendo assim o cliente nem saiba do que se trata. Mas certamente ele já viu aquelas plaquetas que indicam “Saída de emergência”, ou o local onde o extintor está, e daí por diante.

Um bom começo é explicar qual a diferença das placas normais para a luminescente (que acende no escuro), e como esta última opção, que é a que você vende, pode salvar vidas em situações emergenciais de princípio de incêndio, queda de luz, enchentes, etc.

Há vários modos de gerar conteúdo para seu e-commerce e distribuí-lo. O formato por excelência desse tipo de marketing de conteúdo não é outro senão o dos blogs e vlogs. 

Nos dois casos, você precisa antes escrever o conteúdo, ter um script, seja para permanecer em texto e virar post, postagem nas redes, e-mail marketing, seja para virar vídeo.

Na mesma linha do exemplo anterior, uma empresa de instalação de sprinklers pode educar os clientes a respeito da importância desse acessório. 

E quando o leitor/espectador achar que não tem a ver com ele, pois ele não possui um escritório ou empresa, explicar que cada vez mais as residências têm recorrido a esse recurso de segurança.

Naturalmente, os formatos de textos mudam bastante. Um post de blog pode ter entre 500 e 1500 palavras (algo entre 2 ou 5 páginas), por exemplo. Depende muito do conteúdo e do modo como você vai comunicá-lo e atrelá-lo ao seu e-commerce.

A linguagem pode ser formal ou informal. Se você vai tratar de rede de proteção para sacada de apartamento, por exemplo, certamente não fará piadinhas, pois a pessoa pode estar procurando essa solução após ter ouvido falar de um caso de acidente, ou pior, após ter passado por alguma situação de risco de vida (quem sabe de alguma criança ou pet).

Depois, é possível transformar o mesmo conteúdo em postagens menores, tanto para e-mail marketing, que exige mais agilidade, quanto para postagens nas mídias sociais, que exigem ainda mais.

Quem vai decidir a dosagem certa é o cliente, já que esse é o princípio número um do marketing de relacionamento. Então se um e-mail marketing quiser, por exemplo, trazer mais informações, disponha de algo como “clique aqui para ler mais detalhes”, em vez de simplesmente jogar um bloco de informações na caixa de entrada do seu lead.

No caso das redes sociais, isso chega a ser estratégico. Tire um resuminho do post (o que no jornalismo chamam “linha fina”) e publique apenas ele, com alguma imagem bacana. E faça isso lincando a postagem com o conteúdo no blog.

A importância do relacionamento pró-ativo

Como vimos, o relacionamento com o cliente precisa começar antes de ele ser um cliente propriamente dito. Se você acha que só quem já comprou algo ou já “deu algum dinheiro para sua empresa” merece sua atenção, você nunca conseguirá fazer um bom marketing de relacionamento.

Ainda assim, também não adianta ficar gerando conteúdo em cima de conteúdo, provar que você é uma autoridade no assunto, e encher os visitantes/leads/clientes de informação, se eles não tiverem espaço para interagir.

Essa relação é uma via de mão dupla, e saber ouvir é tão importante quanto saber falar, sobretudo quando você vende pela internet. 

Não adianta fazer artigos excelentes sobre as vantagens de se utilizar uma lava louça profissional se, após vender as primeiras unidades, você ignorar dois ou três clientes que venham alertar que, como é a primeira vez que lidam com essa solução, estão tendo algumas dificuldades consideráveis.

Imagine uma resposta do tipo “Mas o produto tem algum defeito efetivo, ou é apenas dificuldade de uso? Pois se for, leia o manual”. Não é preciso dizer que todo seu trabalho de marketing de conteúdo foi jogado no lixo, não é mesmo?

Hoje em dia é preciso estender um tapete vermelho para os clientes. Os tempos podem ter mudado o quanto seja, e a internet permite maravilhas no sentido de atrair mais gente, mais leads e mais oportunidades. 

Contudo, verdades simples como “O cliente sempre tem razão” não podem desaparecer dos seus princípios.

A palavra da vez é pró-atividade. Se você vende filtro para piscina externo e já sabe quais são as dificuldades mais comuns dos clientes, faça um manual você mesmo e despache junto com o produto, a fim de evitar transtornos para o cliente.

Certamente você irá fidelizar uma legião de pessoas. Afinal, você mesmo não gostaria de ser tratado assim pelas empresas nas quais decide acreditar?

Como receber feedbacks e crescer por meio deles

Como vimos acima, há vários modos de fazer o cliente se sentir diferente, como se você tivesse estendido um tapete para ele. Essa é a essência do marketing de conteúdo.

Além de personalizar o atendimento, e de se antecipar às dificuldades que o seu próprio produto/serviço pode gerar, é importante saber algo inevitável: não há pró-atividade que evite os imprevistos, os mal-entendidos, as dificuldades de comunicação.

Portanto, é preciso estar sempre pronto para receber feedbacks negativos. Na verdade, por mais críticos e até impiedosos que eles possam parecer – é verdade, muitas vezes o cliente pode se alterar e até “perder um pouco da razão”-, no fundo eles são todos positivos, pois indicam um norte de melhorias que ainda que fizessem o reclamante jamais acreditar em você, tem tudo para melhorar sua solução e amanhã trazer mais gente interessada.

De qualquer modo, é preciso tomar cuidado. Se você trabalha com casa e construção, por exemplo, que é um nicho mais regionalizado, evite ter tantas críticas negativas, ou o negócio pode “se queimar de vez”, como dizem.

Então, é preciso ser ainda mais pró-ativo. Se um condomínio residencial contratou a instalação de piso intertravado retangular, e algo saiu do combinado, é melhor que ele tenha canais para reclamar direto contigo, antes de postar algo nas redes sociais, concorda?

Portanto, pedir feedback para todos os clientes, antes mesmo de eles decidirem fazer a crítica, é a melhor das opções. Tenha não apenas canais para fazer isso (um e-mail de pós-venda, ou mesmo uma ligação), como estimule o cliente a se expressar contigo.

Hoje é comum contratar serviços de casa e construção pela internet, os quais podem ir desde algo simples como pintura e reparos gerais, até instalação de pisos como o supracitado, ou de meio fio de concreto pré moldado.

É preciso levar em conta o seguinte: no caso da loja virtual, em que o cliente está mais distante, ele pode se decepcionar e até se ofender com mais facilidade.

Portanto, as estratégias de marketing de relacionamento que mencionamos acima são o que de melhor uma empresa moderna pode fazer para zelar pela sua imagem, tanto quanto para aumentar seus resultados gerais.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa-blog-site-industry

5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para o setor industrial

O Inbound Marketing é um conceito criado em 2006, por Brian Halligan e Dharmesh Shah, da empresa americana Hubspot. Eles desenvolveram um software de gerenciamento de campanhas e, em 2009, lançaram essa estratégia no livro “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”.

De maneira resumida, o Inbound Marketing é toda estratégia de marketing que se baseia em ganhar o interesse do público, ao invés de comprá-lo. 

Quer dizer que a ideia é criar conteúdos relevantes, para um determinado nicho de pessoas e, dessa maneira, conquistar, cativar e obter a permissão para se comunicar de forma direta, para um melhor relacionamento da empresa com os potenciais clientes.

O planejamento do Inbound Marketing é voltado, principalmente, para ações online. Por essa razão, a estratégia faz parte do conjunto de ações do Marketing Digital, sendo um dos métodos mais eficientes para encantar o público.

Mas, para que o Inbound Marketing tenha efeito, é preciso colocar o potencial cliente no centro do processo. Assim, a estratégia utiliza o conceito de “persona”, que nada mais é que uma imagem representativa do cliente ideal e suas características (sexo, idade, profissão, hobbies, etc). 

Com isso, o usuário pode ser levado aos diferentes estágios de compra, dando prioridade para a informação e consumo de conteúdo relevante, antes de efetivar a compra.

O Inbound Marketing no setor industrial

O marketing para indústrias, e incluindo o Inbound Marketing, consiste em toda e qualquer ação estratégica de divulgação, com planejamento de ações digitais, para negociação de venda e para gerar experiências impactantes, com o intuito de captar e reter clientes.

É algo muito próximo do que as empresas que lidam com consumidores finais fazem (as chamadas business to client, ou B2C). No entanto, há diferenças no modo de abordagem, bem como nas maneiras de despertar o interesse e manter o cliente fidelizado.

A diferença principal está no perfil dos clientes. O empreendedor industrial não é o mesmo que o B2C, por isso, a indústria deve ter atenção quanto às necessidades e interesses desse cliente. 

Por exemplo, ao comercializar um maquinário como a empilhadeira a combustão, o cliente não pensa somente no preço, mas também, na produtividade do equipamento e no que a máquina irá agregar ao seu fluxo produtivo.

Ademais, o perfil de clientes do ramo industrial é composto de pessoas que conhecem bem o mercado e, por isso, se reconhecem como especialistas. Sendo assim, a produção de conteúdo em marketing para indústrias deve gerar autoridade, isto é, ser capaz de informar com precisão.

Isso quer dizer que, ao tratar de processos industrial, por exemplo a dobra de chapa, o Inbound Marketing deve oferecer um conteúdo relevante, mas que leve em consideração os conhecimentos prévios do clientes. 

Eles já sabem o que é a produção e como ela é feita, no entanto, é necessário orientar sobre outras informações específicas.

Vale ressaltar que o Inbound Marketing para indústrias tem como objetivos:

  • Atrair novos potenciais consumidores;
  • Reter e fidelizar os clientes atuais;
  • Verificar quais são os problemas do público e oferecer soluções;
  • Ter mais presença no setor no mundo digital;
  • Ter consolidação no ramo, sendo referência no assunto.

O Inbound Marketing para indústrias também pode ser definido como B2B (business to business), ou seja, a venda é feita para outras empresas. Sendo assim, os profissionais envolvidos são altamente capacitados e treinados nos processos de compra. 

Outra característica está no valor alto das mercadorias e, com isso, a decisão de compra é geralmente feita por um grupo de pessoas, não por um indivíduo isolado.

Por exemplo, o valor de um barramento de cobre para painel, dependendo das especificações e da quantidade, pode ter um preço elevado. Assim, a empresa compradora verifica se a organização como um todo irá decidir o poder de compra. 

A decisão envolve vários processos, como a manifestação de interesse, a concorrência, as negociações de contrato, entre outros.

Diante desse cenário, as estratégias de Inbound Marketing são desenvolvidas de maneira mais complexa, já que a prospecção envolve representações, propostas e negociações de contratos.

Dicas de como utilizar o Inbound Marketing para as indústrias

1 – Utilize o Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é o grande aliado do Inbound Marketing, inclusive para indústrias. Com a entrega de algo relevante ao público, é possível resolver os problemas dos clientes e, desse modo, demonstrar que a indústria se preocupa com as suas dores e, ainda, tem competência para atendê-los.

Para produzir conteúdo com o Inbound Marketing, é possível utilizar os seguintes canais:

  • Postagem em blogs;
  • Postagem em redes sociais;
  • E-mail marketing;
  • Newsletters;
  • E-books;
  • Webinars.

Com base na produção desses conteúdos, também é possível criar relacionamentos com o público. 

Em um blog da indústria, por exemplo, os textos publicados podem trazer informações importantes sobre os mais variados produtos, como as especificações do termômetro de globo digital, entre outros.

2 – Utilize as técnica de SEO

Mais de 100 bilhões de buscas são feitas no google mensalmente. Isso quer dizer que grande parte dos usuários pesquisam sobre produtos e/ou serviços através dos mecanismos de busca, principalmente o Google. 

Assim, a indústria pode se aproveitar dessa informação para melhorar seu posicionamento – esse é objetivo do SEO (otimização nos mecanismos de busca).

O Google faz uso de vários critérios para determinar se uma URL é ou não digna de estar na primeira página de resultados e, um desses fatores, é o SEO. Basicamente, a técnica consiste em utilizar palavras-chave ao longo do texto, em uma determinada quantidade de vezes. 

Assim, ao tratar de rosca transportadora helicoidal, é possível produzir um conteúdo com palavras específicas e, desse modo, aumentar as chances de aparecer na primeira página do Google.

3 – Utilize os links patrocinados

Apesar de muitas pessoas acharem que os anúncios pagos não vão de encontro com os princípios do Inbound Marketing, se bem aplicado, a propaganda pode ser ótima na atração dos clientes e na influência da decisão de compra. 

Os links patrocinados permitem uma segmentação específica do público e, por essa razão, ele são altamente assertivos.

Dessa maneira, ao anunciar um inversor de frequência Siemens, é possível segmentar a propaganda para clientes que já possuem maquinários ou equipamentos da Siemens, e que fazem uso do dispositivo. 

Os links patrocinados podem ser feitos das seguintes formas:

  • Search (anúncios na pesquisa): consiste na compra de palavras-chave no Google Adwords, que aparecem como link patrocinado para o site de conteúdo, na pesquisa do usuário. A resposta ocorre pelo número de cliques, por isso, os anúncios devem estar alinhados com o conteúdo do site.
  • Display (anúncios em banners na rede de conteúdo): os banners são ótimas estratégias para chamar a atenção dos usuários, ainda mais porque eles fazem uso de imagens, vídeos e animações. Por meio dele, é possível selecionar os canais e, assim, orientar os usuários para acessar os sites. Em resumo, os displays funcionam como um “atalho”, para que o anunciante possa fazer a propaganda de um produto, como uma cinta de lixa e vincular com conteúdo de site/blog
  • Facebook Ads: o Facebook Ads é a maneira mais eficiente de realizar divulgação por meio das redes sociais, especialmente do Facebook. A grande vantagem está na alta segmentação do público, que pode ser separada por localização, faixa etária, sexo, profissão, etc.

4 – Crie ofertas

As ofertas podem ser uma ótima forma de converter usuários em leads. De modo geral, elas são categorizadas em: ofertas diretas e indiretas. 

No primeiro caso, elas são diretamente voltadas à compra, como por exemplo, pedidos de orçamento, demonstração de produtos, teste gratuitos, exemplificação de resultados (mostrar como ficou a instalação de um rack metalico para armazenagem), entre outros.

Já as ofertas indiretas são focadas em estágios mais avançados da jornada de compra, com o objetivo de educar e resolver os problemas dos leads. 

No Inbound Marketing, elas são fundamentais para influenciar na decisão de compra, pois posicionam a empresa como referência do mercado, em um determinado assunto.

5 – Incorpore o Inbound Sales

O Inbound Sales (traduzido como “vendas internas”) tem como objetivo manter uma equipe de vendedores que utilizam tecnologias de comunicação para reuniões com clientes, demonstrações e fechamento de contratos. 

A grande vantagem está na proximidade do relacionamento com o cliente, além disso, é possível ter um controle maior sobre a atuação do time de vendedores, tendo resultados das vendas, controle de bonificações, etc.

Quer dizer que, mais do que oferecer praticidades aos clientes, o Inbound Sales também é uma maneira de criar estratégias eficientes de treinamento dentro da própria empresa. Isso influencia diretamente na decisão de compra, uma vez que há maiores chances do cliente concretizar a venda, se bem atendido.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa-blog-site

4 motivos para ter um blog para sua empresa

Depois de criar um site, certamente você se perguntará qual é a próxima etapa para que a sua página ganhe cada vez mais visitas e alcance bons resultados. A resposta é bastante simples: ter um blog.

É cada vez mais comum que as empresas invistam em estratégias para atrair mais público para o seu site e, mais do que pagar anúncios, elas utilizam táticas para aumento de tráfego que podem ser bastante interessantes.

Um blog é exatamente isso: uma forma atrativa de fidelizar o seu público.

Quem já possui um site em funcionamento, costuma inserir essa nova categoria, pois ela é capaz de atrair novas visitas, aumentar o tráfego e visibilidade da sua página.

Tudo isso porque no blog você pode publicar sobre os mais diversos conteúdos, que normalmente são relacionados à sua área de atuação. 

Por isso, quando um potencial cliente entra na internet para buscar mais informações sobre algo que ele precisa, ele certamente entrará na sua página.

Mas para que isso aconteça, existe uma regra básica para as postagens em blog: conteúdo de qualidade.

Afinal, para ser encontrado na internet, você deve possuir alguma relevância e ser uma autoridade no assunto.

E você será essa autoridade no seu segmento quando você investir na postagem de bons conteúdos, que atraiam o público e incentivem a participação dos leitores na sua página, com comentários e compartilhamentos, por exemplo.

Assim, se você fizer uma postagem sobre os benefícios da acupuntura para dor de cabeça, os seus leitores podem interagir de maneira ativa na sua página, fazendo com que ela ganhe maior relevância na internet.

Essas são algumas das ações que fazem com que o seu blog cresça na internet. E se ele cresce, é porque cada vez mais pessoas estão interessadas no seu conteúdo.

Se você possui um site de venda de componentes para ar condicionado e cria uma postagem que trata da limpeza de ar condicionado de janela, dando dicas para o seu leitor e falando sobre os benefícios desse serviço, certamente ele irá se interessar em ler mais conteúdos relacionados.

Sendo assim, ele provavelmente irá se cadastrar para receber as novidades que forem surgindo no seu blog, o que cria uma audiência recorrente para a sua página.

Por isso, o blog se mostra uma ferramenta complementar de grande importância para o seu site.

Neste artigo, selecionamos 4 motivos relevantes para que você tenha um blog para a sua empresa.

  1. Ter um blog faz com que você seja encontrado

Você já ouviu falar sobre marketing de conteúdo? Se você deseja criar um blog, certamente já sabe do que se trata.

O marketing de conteúdo tem por objetivo a criação de conteúdos de qualidade para que o público encontre a sua página com maior facilidade.

Por isso, ter um blog é essencial para colocar em prática essa estratégia.

Ela é bastante eficiente pois faz com que seu site/blog possua um bom posicionamento dentro dos principais buscadores, de modo que quando um cliente busca por um conteúdo que está publicado e bem desenvolvido no seu blog, você terá maior visibilidade e relevância na internet.

Um exemplo disso é se uma pessoa está buscando entender como funciona a vistoria cautelar veicular e, ao buscar o assunto na internet, encontra a sua página que fez uma publicação abordando todas as etapas e informações sobre esse serviço.

Quando você auxilia um leitor a entender sobre um assunto, de maneira simples e objetiva, você ganha a atenção dele e faz com que ele aprove o seu conteúdo, e queira receber as suas atualizações periodicamente.

Por esse motivo, ter um blog pode te ajudar a ser encontrado por clientes e potenciais clientes.

  1. Ter um blog faz você fidelizar os seus clientes

Entre as principais preocupações de uma empresa está a fidelização de um cliente. Ter um blog, nesse caso, faz toda a diferença.

Isso porque você pode fazer uma venda seu site, mas não necessariamente aquele cliente vai retornar e comprar novamente. Por isso, você precisa aplicar estratégias para fidelizar esses clientes.

Entre as principais, estão:

  • Um bom atendimento;
  • Ofertas atrativas;
  • Oferecimento de descontos;
  • Envio de brindes;
  • Proporcionar uma boa experiência de compra;
  • Criar um blog e realizar postagens de bons conteúdos;
  • Entre outras.

Sem dúvida um bom atendimento é grande parte do processo de fidelização do cliente. Afinal, quando você realiza adquire um produto/serviço espera ser bem tratado, já que está pagando por ele.

Até porque isso vai determinar a sua avaliação. Por isso, se você vai em uma clínica de estética para passar por uma drenagem linfática abdominal, você deseja que o profissional responsável pelo procedimento seja simpático e cuidadoso, prestando um bom serviço.

Nessa mesma linha, certamente boas ofertas e descontos podem ser um elemento importante da fidelização. 

Se uma pessoa realiza uma compra no seu site e você envia um cupom de desconto para motivá-la a comprar novamente, ela certamente aproveitará a oportunidade.

Pode ser interessante também apostar no envio de brindes. Isso faz com que o cliente tenha uma boa impressão da sua loja. Assim, se ele compra um balizador de embutir para o seu jardim e recebe uma lâmpada led, por exemplo, ele certamente ficará surpreso e agradecido, e voltará a fazer compras com a sua loja.

Outra estratégia importante de fidelização é a boa experiência de compra. Por isso, investir em um layout descomplicado no seu site faz toda a diferença. E se você unir a isso uma boa embalagem, um frete econômico e uma entrega rápida, o cliente ficará muito satisfeito.

Depois disso, é possível aplicar a estratégia da comunicação com o cliente, que pode ser feita com e-mail marketing e por meio do seu blog.

Afinal, sempre que você realizar uma nova postagem, pode comunicá-lo por e-mail, fazendo com que ele visite constantemente a sua página.

No blog, quando você posta sempre conteúdos bastante atrativos e informativos, você faz com que seu cliente crie o hábito de visitá-lo. Isso faz parte de uma estratégia interessante de fidelização, já que as pessoas buscam cada vez mais informação de maneira acessível.

  1. Ter um blog torna a sua empresa uma autoridade

As boas empresas são sempre reconhecidas pela qualidade dos seus produtos/serviços, mas também por serem especialistas em sua área.

Uma empresa pode prestar os serviços de locação de equipamentos para obras e utilizar o seu blog para compartilhar conteúdos informativos para o seu público-alvo, de maneira a abordar diferentes tipos de itens necessários para uma construção.

E assim fazer uma postagem indicando qual é o melhor tipo de martelete para alugar, de acordo com as características do produto e as suas principais aplicações.

Depois, ela pode ainda investir em uma série de postagens que abordem outras ferramentas para canteiros de obras, o que fará com que seus clientes ampliem a capacidade de entendimento do setor.

Assim, as postagens seguintes podem abordar temas como a necessidade de um gerador locação para não haver interrupções no serviço, sobre a importância de se adquirir materiais de qualidade para a construção, ou sobre os equipamentos de segurança essenciais para os funcionários, etc.

Desse modo, a empresa mostra que possui um amplo conhecimento da sua área de atuação, o que a torna uma referência em seu setor.

Por isso, o blog se mostra uma ferramenta importante para a empresa, fazendo com que ela seja reconhecida como uma autoridade.

  1. Ter um blog pode melhorar os seus resultados

Justamente porque um blog permite que a sua empresa seja encontrada, que você fidelize os seus clientes e faz com que você seja visto como uma autoridade no seu setor, o resultado final disso é um crescimento dos resultados.

Por isso, ter um blog pode apresentar bons resultados para sua empresa e, consequentemente, bons lucros para seu negócio.

Se uma empresa que faz venda de redes para quadras esportivas se dedica em alimentar o blog com assuntos relacionados a essa atividade, como os tipos de esportes mais praticados, os benefícios da prática de atividades físicas e os tipos de redes utilizados em cada esporte, certamente vai atrair pessoas que precisam adquirir os seus produtos.

E isso vai impactar diretamente nas vendas da empresa, já que ela não apenas vende itens, mas educa o seu público-alvo e faz com que eles entendam a importância do segmento em que estão atuando.

Por isso, um blog deve fazer parte de uma estratégia de marketing e de resultados, justamente porque ele trará novos clientes e interessados, e fará com que a empresa possua maior relevância e destaque no seu setor.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa-blog-site-funil3

Saiba o que é funil de vendas e como desenvolver para seu negócio

Os hábitos de consumo mudaram com a internet e “empurrar” um produto para os clientes não é algo bem visto, já que o poder é de quem compra. 

Contar com um funil de vendas é uma forma de se aproximar dos clientes e futuros clientes, ofertando soluções úteis de acordo com sua jornada de compra.

O funil é uma representação de todas as fases que o cliente passa até fechar negócio com a empresa. Basicamente, há três etapas: topo, meio e fundo de funil, e cada uma delas é determinante para planejar conteúdos, estratégias de venda e atendimento do seu negócio.

Não importa se a sua empresa é voltada à venda de materiais de construção como a brita para concreto ou se o foco é atender pessoas que buscam procedimentos estéticos, construir um funil é importante para que você saiba como atrair e nutrir estratégias eficientes para leads e clientes. 

Para te ajudar a entender tudo sobre esse assunto, preparamos esse artigo. Nas próximas linhas, você vai aprender sobre como funcionam as etapas de um funil, de que forma construir uma boa estratégia e qual a importância dessa técnica para a sua empresa. Vamos lá? 

As etapas de um funil de vendas

Antes do cliente fechar negócio, existe um percurso que ele percorre até tomar essa decisão. Esse caminho se chama jornada do cliente e é formado por algumas etapas que ajudam a construir o que entende por funil.

Digamos que a sua empresa trabalha com itens como a chapa de aço perfurada para montagem de máquinas industriais e superfícies. Quais são os gatilhos e estratégias para a sua empresa atender à necessidade do cliente?

Nas estratégias digitais de um site, por exemplo, há um esquema que faz sentido para resumir esse caminho até a decisão: visitantes, leads, oportunidades e vendas. 

Para que a evolução em cada fase tenha sucesso, é importante saber quais são as etapas do funil e como elas podem agregar valor ao público da sua empresa. Confira cada etapa abaixo:

Aprendizado e descoberta

Também conhecida por topo de funil, essa é a primeira etapa na qual os visitantes identificam um problema e buscam possíveis respostas. Digamos que uma empresa terceirizada oferece serviços de limpeza em fachada e precisa melhorar a capacitação e segurança dos colaboradores.

É provável que o setor responsável procure saber mais sobre como funciona o treinamento para trabalho em altura, além do conteúdo da NR-12, da Associação Brasileira de Normas Técnicas que trata desta questão.

Qual é a função de uma estratégia de marketing no topo do funil? Trazer o máximo de informações sobre o assunto, considerando que essa empresa não teve contato com as normas e não sabe por onde começar. Em uma estratégia inteligente, esses conteúdos podem estar disponíveis em um e-book online.

Grande parte das empresas lança o conteúdo rico em uma landing page, de forma gratuita, em troca de contatos do visitante, como o nome e o e-mail e, a partir desse momento, a pessoa vira um lead e avança no funil.

Reconhecimento do problema

Na segunda etapa do funil, o lead já reconhece o problema e suas necessidades, mas ainda considera possíveis soluções. Não é à toa que essa etapa também é conhecida como consideração.

De demandas como ter informações sobre o funcionamento de um queimador industrial no setor agrícola às diferentes alternativas para um tratamento dentário, essa etapa pode ser explorada com a oferta de dicas e técnicas.

No caso do queimador, por exemplo, trazer conteúdos sobre como esse equipamento queima combustíveis, abordar os tipos de queimadores e a manutenção do aparelho são opções. Lembre-se que conteúdo útil é capaz de atrair, engajar e pode levar o lead à uma decisão.

Em relação a procedimentos de saúde como um implante dentário de porcelana, produzir gráficos, tabelas, informações sobre as técnicas, cuidados de recuperação, alternativas e resultados é uma contribuição interessante. 

Independente do tema, coloque-se no lugar da persona, explore e entenda suas necessidades, oferte conteúdo informativo que se enquadre na realidade da pessoa para que ela crie confiança na sua marca.

Decisão de compra

Após oferecer o máximo de informações construtivas sobre o problema do lead, é natural que a sua empresa seja vista como uma referência. Nesta etapa, é importante que a sua empresa transmita essa mensagem: você definitivamente pode ajudar e tem a competência necessária.

A comunicação nos materiais de marketing ou mesmo no atendimento e equipe de vendas deve ser assertiva. Vamos exemplificar:

Imagine que a sua empresa é referência em confecção de materiais para construção civil, como porta de aço reforçada. Ao mostrar alguma solução sobre esse produto, vale criar uma comunicação que destaque pontos como:

  • A durabilidade do aço em relação à outras portas;
  • A segurança que a porta oferece contra arrombamentos;
  • Experiência da sua empresa no mercado de portas de aço;
  • A resistência do aço contra ferrugem e corrosão.

A linguagem deve ser estratégica, e todos os materiais podem despertar um senso de urgência no lead, pois é isso que o torna qualificado para a negociação. Mostre que a sua empresa é a especialista ideal para atender a necessidade do cliente.

Por que construir um funil para o seu negócio?

Se engana quem pensa que as informações da jornada de compra são estratégias somente para o marketing. Todas as pessoas que lidam com o relacionamento em relação ao cliente podem usufruir positivamente a criação do funil.

Um negócio que trabalha com iluminação para piscina LED, por exemplo, pode utilizar as informações da jornada de compra para saber qual a linguagem utilizar e como vender essa solução.

Algumas pessoas podem considerar a segurança um fator importante na hora de buscar iluminação de LED, outras mais facilidade para praticar esportes à noite.

Essas informações são coletadas durante a interação da sua empresa com os leads e ter acesso à elas pode ser útil na hora de melhorar estratégias, otimizar vendas e ter contatos qualificados para uma possível compra.

O funil faz parte do novo marketing, ajuda as empresas na entrega de valor e pode ser utilizado para entender os motivos que influenciam ou afastam os clientes do seu negócio. Sendo assim, vamos para o próximo tópico no qual você terá mais informações sobre como construir essa técnica.

Saiba como desenvolver um funil

O primeiro passo para desenvolver um bom funil é mapear a jornada de compra do seu cliente ideal. Tudo começa com a construção do que se entende por persona, que é um personagem fictício, feito com base em pesquisas reais sobre os hábitos, comportamentos, idade, emprego e preferências do seu público.

Pense em um motorista que pretende transferir ou vender um veículo porque decidiu comprar outro. Essa pessoa precisa saber sobre as obrigatoriedades e emissão de documentos que regularizam a mudança e o laudo cautelar veicular é um deles.

Na prática, essa é uma perícia sobre as condições do veículo, a originalidade das peças, a numeração original do chassi e a autenticidade do automóvel. 

Se a sua empresa oferece consultorias para esse tipo de solução, entender as emoções, gostos e motivos que levaram essa pessoa a buscar sua empresa é uma forma de coletar informações e mapear a jornada.

Outra demanda importante nessa missão é identificar o que pode fazer o seu cliente amadurecer em relação ao produto da sua empresa. Utilizar ferramentas, criar milestones – marcos que mostram fatores de decisão, e investigar possíveis fatores de influência que podem convencer o lead avançar é válido.

Melhorar a comunicação entre as equipes de vendas, marketing e atendimento também é significativo para mapear a jornada e ações de conversão. Todas as equipes podem contribuir com insights, ações, feedbacks, levantamentos e alinhar os pontos de complemento para atender da melhor forma o cliente e converter atendimentos em venda.

Independente da etapa de construção, anote algumas dicas para ter mais sucesso neste momento:

  • Não espere que todo visitante se torne um cliente;
  • Além de conteúdo relevante, ofereça boas experiências aos leads;
  • Não foque no resultado final sem cuidar dos detalhes de cada etapa;
  • Lembre-se que cada etapa pode refletir na decisão final;
  • Ouça clientes, por pesquisa, e-mail e canais de comunicação;
  • Desenvolva conteúdos adequados para cada perfil.

Com todas essas dicas, é válido ressaltar que elaborar uma boa estratégia de vendas não é responsabilidade única do time de marketing e sim faz parte da união de equipes. 

Portanto, uma boa comunicação entre os times é fundamental para unir as melhores informações e embasar tomadas de decisão na hora de vender.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

capa artigo

O e-mail marketing como estratégia de comunicação com clientes

Como usar o e-mail marketing de forma estratégica para atrair, nutrir e fidelizar os clientes? 

Essa é uma pergunta que gera muitas dúvidas em todas as empresas que desejam estabelecer um relacionamento saudável com o cliente, sem que esse cancele a assinatura de conteúdo ou deixe de consumir algum produto.

Em meio à tantos canais de comunicação, o e-mail continua vivo e eficaz. Não é à toa que 92% dos adultos usam essa ferramenta, segundo dados da Pew Research Center e mais de 76% das empresas brasileiras adotam essa estratégia, de acordo com o estudo Email Marketing Trends 2018.

Por ser um canal de comunicação direto, o e-mail oferece uma entrega imediata e o princípio da sua utilização deve considerar a mensagem certa para a pessoa que precisa dela no momento.

De empresas relacionadas à saúde, que trabalham desde cinta pós cirurgica lipoaspiração até itens de construção civil, esse tipo de campanha pode ser construída nos mais diversos segmentos. 

Leia mais e aprenda quais são as técnicas mais utilizadas para fazer uma entrega de qualidade e ter retorno em vendas e fidelização a partir do e-mail.

Adeque o e-mail marketing ao perfil da sua empresa

Cerca de 95% das pessoas que possuem e-mail o acessam diariamente, segundo com a pesquisa Email Marketing Trends. Mais de 76% das pessoas já compraram algum produto por causa de uma newsletter. 

Os dados provam uma realidade: o e-mail não morreu e você precisa adequá-lo à estratégia da sua empresa.

Se o seu negócio é voltado à venda e assistência de equipamentos como a empilhadeira stillum veículo usado no transporte de cargas em setores diversos como indústria, construção civil e estabelecimentos comerciais – você precisa agregar valor ao público. 

Oferecer conteúdos exclusivos relacionados à logística, trazer curiosidades e soluções relevantes que a persona (perfil de cliente ideal, construído em uma pessoa fictícia com dados reais sobre hábitos de consumo, dados demográficos, entre outros) busca, faz a diferença.

Não faz sentido ter uma empresa na área de construção civil e propor soluções que não estejam relacionadas ao público que se interessa por seu produto. 

Neste contexto, falar de produtos como o barramento tipo pente – um acessório que lembra um pente de cabelo com dentes, usado para reforçar a segurança dos disjuntores – requer uma boa estratégia de conteúdo adequada ao que as pessoas procuram em relação a esse assunto.

São dicas válidas para adequar o conteúdo do e-mail marketing ao perfil da empresa, de forma que a campanha agregue valor para atrair leads e clientes:

  • Utilizar o Google Trends para saber os temas que estão em alta nas buscas;
  • Realizar pesquisas com o público-alvo/ levantar temas que solucionam problemas;
  • Utilizar uma linguagem direta persuasiva (o título do e-mail já diz tudo);
  • Trazer conteúdos informativos e relevantes para o público-alvo.

Trabalhe com campanhas gerais e segmentadas

Normalmente, uma empresa que inicia uma campanha de e-mail marketing adotará uma mensagem de boas-vindas no início do relacionamento.

Dessa forma, é interessante captar algumas informações sobre o perfil do cliente para direcionar os conteúdos que mais interessam o seu perfil. 

A forma de captação do e-mail e dados pessoais da pessoa já pode conter algumas perguntas iniciais. Inclusive, é muito comum que as empresas consigam esses dados por meio de formulários e materiais ricos sobre o assunto como um e-book disponibilizado em uma landing page.

Independente da situação, manter o engajamento do público nas campanhas é algo que requer atenção. Por isso, faça segmentações, pesquise o que seu público gostaria de receber e não mande mensagens indesejadas ou irrelevantes, pois isso afeta o relacionamento e pode tornar a marca irritante.

Se a sua empresa é uma concessionária, por exemplo, uma dica é trazer informações úteis sobre o universo automobilístico. Falar sobre laudo cautelar veicular pode ser uma ideia interessante, por exemplo. 

Esse documento é exigido ao motorista quando há intenção de transferir ou vender o veículo, e são avaliados pontos como: a numeração do chassi, identificação do motor, originalidade das peças e estrutura veicular.

Quanto mais você conhecer o seu público, maiores a chances de entregar a mensagem certa, na hora certa, e de forma estratégica. Não ter esse tipo de cuidado pode comprometer a sua estratégia de comunicação e os resultados esperados no briefing da campanha.

Lembre-se: o seu conteúdo deve oferecer valor ao cliente e trazer soluções. Caso isso não aconteça, o relacionamento pode ficar comprometido e o investimento nas campanhas de e-mail certamente vai parar na caixa de spam.

Ofereça conteúdos exclusivos

O que faz uma pessoa assinar a newsletter da sua empresa? O e-mail tem um potencial de comunicação direto com o cliente e com centenas de mensagens na caixa de entrada, a pessoa só abre uma delas se o assunto for muito interessante.

Vamos exemplificar a história: imagine que uma indústria precisa realizar exame toxicológico demissional nos colaboradores que se desligam da empresa para verificar as condições de saúde do mesmo após exposição em áreas de insalubridade.

Uma empresa que trabalha com saúde e medicina do trabalho oferece esse tipo de solução e vê na indústria uma oportunidade de manter um relacionamento. Se a empresa de saúde já conta com um site e trabalha conteúdos relevantes sobre este exame, o e-mail precisa ter uma informação única e que não está em nenhum outro canal.

Afinal, o poder da mensagem está justamente na originalidade, na oferta de uma solução única e na personalização.

Encante desde a primeira linha

Outra dica para criar conteúdo relevante nos e-mails de marketing é lembrar das técnicas e Inbound Marketing, sobretudo em relação ao propósito de encantar os clientes.

Oferecer serviços e gerar vendas deve ser uma consequência, mas lembre-se que focar nas soluções, em uma linguagem convidativa e encantadora é algo que atrai o público de forma eficiente.

Vai falar de pintura de fachada de prédio? Não comece falando do preço. Destaque o quanto esse serviço valoriza as edificações comerciais, traga informações relevantes, fale da importância da pintura e encante. 

As técnicas de storytelling (arte de contar histórias) aliadas à linguagem copywriting, que é uma forma persuasiva de escrever e convencer seu leitor podem ser muito utilizadas para encantar com uma boa estratégia de conversão.

Escolha um título matador

Se o título estiver grande demais e sem atrativos, a chance de perder o cliente antes mesmo que ele visualize seu conteúdo é alta. 

Felizmente, bons títulos são matadores, ou seja, conseguem captar a atenção do cliente desde o começo e geram mais cliques. Uma dica para criar os títulos é ir direto ao ponto, utilizar as técnicas de SEO para escolher a melhor palavra-chave e criar um senso de urgência em quem está do outro lado da tela.

Sua empresa vende soluções como uma máquina lava louça industrial para restaurante? Experimente passar uma mensagem do porquê a empresa precisa de uma máquina dessa para otimizar a produtividade e ganhar dinheiro.

Atenção: não basta ter um título chamativo, é importante cumprir a promessa de conteúdo. Caso contrário, há o risco do cliente se frustrar com o e-mail e pedir para sair da sua base.

Crie mensagens personalizadas

O e-mail é um canal de comunicação muito pessoal. Por isso, adote uma linguagem personalizada para conversar com seu público-alvo. 

Personalize a mensagem com o nome da pessoa, utilize um tom criativo sem perder a informação útil e relevante. Mostre que a sua empresa também conta com pessoas que podem solucionar problemas.

Uma ideia é sempre assinar o e-mail com a imagem de alguém disposto a ajudar. Isso gera empatia e esse é um requisito do inbound marketing que deve ser adotado em todos os conteúdos relevantes da sua marca.

Pessoas gostam de conversar com pessoas. Quer um exemplo? 

Uma empresa de eventos que oferece uma solução como um gerador para alugar pode identificar qual é o evento que a pessoa realizará e trazer uma solução útil sobre o produto, mas que ao mesmo tempo passe a ideia do quanto é importante que nada dê errado em uma festa tão esperada. 

Como os geradores são equipamentos que mantém a energia elétrica das instalações mesmo no caso de um apagão, contextualizar a solução de forma empática é uma forma de personalizar a mensagem e transmitir a campanha.

Realize testes A/B

Monitorar os resultados de uma campanha de e-mail marketing é muito importante para fazer ajustes, mudar a estratégia e alcançar retorno.

Realize testes A/B na sua campanha. Na prática, os testes são duas versões de um mesmo propósito que tem como objetivo testar o que funciona melhor na campanha de marketing. 

Você pode ter duas abordagens, duas formas de captação, dois tipos de landing page e por meio de ferramentas, consegue determinar qual modelo traz uma taxa de conversão mais atraente.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Shopping Basket