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Recurso de pagamentos no WhatsApp chega ao Brasil para pessoas físicas e pequenas empresas

Temos o grande prazer de anunciar que, a partir de hoje, os usuários no Brasil poderão utilizar o recurso de pagamentos no WhatsApp para enviar dinheiro com segurança e fazer pagamentos no comércio local diretamente em suas conversas no WhatsApp.

Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap para essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento.

Além disso, enviar dinheiro para seus amigos e familiares vai ser tão fácil quanto enviar uma mensagem, o que é muito útil quando estamos fisicamente distantes. Como o recurso de pagamentos no WhatsApp é oferecido pelo Facebook Pay, no futuro, queremos que pessoas e empresas possam usar os mesmos dados de pagamento em toda a família de aplicativos do Facebook.

Um dos pilares da criação do recurso de pagamentos é a segurança, e para evitar transações não autorizadas, será necessário informar um PIN de 6 dígitos ou usar a biometria do celular para autorizar cada transação. A princípio, nossos usuários poderão utilizar cartões de débito e crédito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. Porém, nosso modelo de programa é aberto e facilita a entrada de mais participantes no futuro. Todos os pagamentos serão processados pela Cielo, líder no setor de processamento de pagamentos no Brasil.

Pessoas físicas poderão enviar dinheiro e fazer compras no WhatsApp sem taxas. As empresas pagarão uma taxa de processamento para receber pagamentos de clientes, uma prática comum para comerciantes que aceitam pagamentos com cartão de crédito.

O recurso de pagamentos no WhatsApp será disponibilizado gradualmente a partir de hoje, e futuramente todos os usuários no Brasil poderão aproveitar seus benefícios.

Fonte: Whasapp
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Conheça as diferenças entre CRM e ERP

Todas os empreendedores, gestores ou profissionais que atuam no mundo corporativo com gestão e marketing, já ouviram falar ou até mesmo possuem preferências entre o ERP e CRM.

Afinal, sabemos que investir em sistemas de gestão é essencial. No entanto, com uma infinidade de opções de softwares disponíveis no mercado, é natural que haja disputas entre um ou mais ferramentas.

No entanto, mesmo que muitos gestores tenham dúvidas de qual escolher, é importante destacarmos que o ERP e CRM possuem diferenças claras, e que devem ser levadas em consideração.

É preciso primeiro de tudo identificar quais as necessidades da sua empresa antes de escolher o software de gestão mais adequado.

Uma empresa de locação de tendas que está com problemas na finanças ou na gestão de pessoas, pode se identificar mais com um software do que uma uma agência de publicidade que necessita de otimização para sua equipe de vendas, por exemplo.

Pensando nisso, nós elaboramos este post para te explicar quais as principais diferenças entre o CRM e o ERP. Quer saber mais sobre tudo isso? Então continue nos acompanhando!

O que é o CRM?

CRM é uma abreviação de Customer Relationship Management, que significa gestão de relacionamento com o cliente.

Basicamente, o CRM se trata de uma ferramenta que tem como função analisar o comportamento de leads (potenciais clientes) e consumidores, além de registrar os dados dos mesmos e otimizar as ações de marketing e vendas.

Em outras palavras, o CRM é capaz de armazenar as informações de todos os contatos de uma empresa, como nome, cidade, telefone, e-mail, entre outros, além de também registrar os assuntos de atendimento desses contatos com a empresa.

Se um cliente entra em contato com uma empresa de seringa de insulina, o agente de comunicação que estiver utilizando o CRM vai entender o assunto com mais simplicidade e, então, oferecer um atendimento com mais qualidade e precisão.

O CRM é ideal para as empresas que querem desenvolver estratégias para atrair e qualificar leads, pois os dados e informações relevantes ficam sempre registrados para serem utilizados como base de novas ações.

O que é o ERP?

o ERP é a sigla para Enterprise Resource Planning, que significa sistema integrado de gestão.

O ERP tem a função de otimizar e integrar uma série de processos dentro de uma empresa. Essa ferramenta é normalmente dividida por departamentos, como comercial, contábil fiscais, de estoque, recursos humanos, logística, entre outros.

O ERP é adequado para quem possui dificuldades em lidar com a integração dos processos de cada departamento, pois ele consolida todas as informações dentre as áreas, automatiza os processos e aumenta a produtividade nas tomadas de decisões.

Isso torna muito mais fácil a sincronia entre os departamentos, eliminando a necessidade de retrabalhos, diminuindo custos e evitando perda de informações.

Ou seja, o ERP é de vista muito mais abrangente na questão de gerenciamento, enquanto o CRM foca nos departamentos de marketing e vendas.

Em uma empresa que vende conexões pneumáticas, por exemplo, o ERP cuida de todos os processos desse fluxo, desde o recebimento de um pedido, até a questão de entrega do produto.

Agora que você já conhece todas as diferenças entre o CRM e o ERP, qual deles você mais se identificou? Gostou do post?

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

Annotation 2020-06-10 184310

Como os links podem aumentar o posicionamento do seu e-commerce

Se você tem um e-commerce e quer melhorar o posicionamento dele na internet, e em especial dentro dos mecanismos de busca, as lincagens podem ajudar nessa tarefa. 

Elas possuem duas frentes principais: ranquear um site na internet e ajudar um leitor a complementar a sua leitura ao clicar em um link inserido no decorrer de um conteúdo. 

Certamente, na leitura de um material sobre filtro de ar para compressor, algumas dúvidas sobre o uso do produto podem surgir no visitante da página. 

Ao acessar um blog que traz um artigo sobre o assunto, você já deve ter reparado que algumas palavras estão em destaque. Quando se coloca o cursor do mouse em cima delas, é possível perceber que se tornam um elemento clicável.

Isso é o que se chama de lincagem, ou seja, a utilização de um termo dentro de um conteúdo que faz uma ponte com outra página na internet, seja ela do seu site ou não. 

Essa é uma das estratégias do SEO (Search Engine Optimization), para otimizar a sua plataforma virtual e fazer com que ela ganhe maior relevância dentro dos buscadores, sendo exibida entre os primeiros sites dos resultados de uma pesquisa. 

Quer saber como as lincagens podem aumentar o posicionamento do seu e-commerce e conhecer as principais estratégias desse tipo de ação? Então siga na leitura deste artigo para ampliar os seus conhecimentos sobre o tema. 

O que são as lincagens e quais são os principais tipos?

É inegável o valor do marketing digital para que um e-commerce consiga um melhor posicionamento na internet, seja ele especializado em outsourcing de impressão em sp ou em venda de roupas infantis.

Isso porque, ao montar a sua loja virtual, é preciso fazer com que ela seja encontrada pelo público. O marketing digital oferece meios interessantes para que você consiga alavancar a sua página e ser visto virtualmente. 

A lincagem é uma dessas frentes, e permite que você realize um trabalho bastante significativo para alcançar o ranqueamento ideal para o seu negócio. 

Os links inseridos nas suas postagens são divididos em dois tipos: podem ser tanto internos, quanto externos. 

Isso quer dizer que a lincagens inseridas podem levar os leitores a aprofundar o conhecimento adquirido naquele material dentro do seu site, mas em outro artigo, ou fora dele, no site de um parceiro.

Vale lembrar que não existe uma determinação sobre qual dos tipos é melhor. Eles devem ser utilizados em paralelo, mas do modo mais natural possível, para que a leitura de um texto na sua página seja agradável para o leitor. 

Se você está escrevendo um artigo sobre instrumentos indispensáveis para uma cozinha industrial, é possível inserir uma lincagem sobre o a palavra-chave “balança digital de precisão”, que leve o leitor ao seu e-commerce.

Esse tipo de uso das lincagens não soa mal ao usuário, justamente porque a palavra-chave está inserida no contexto, e pode despertar a atenção dele, ajudando-o a adquirir o produto mais facilmente. 

Isso também é importante para o seu e-commerce, já que pode promover a venda dos seus itens. 

A importância das lincagens para o seu e-commerce

Uma das vantagens de utilizar as lincagens na sua loja virtual é a de promover vendas e aumentar o seu faturamento. 

Mas elas também são importantes por outros motivos, tais como:

  • Aumento de tráfego para as páginas;
  • Ganho de autoridade para o seu site;
  • Boa avaliação dos mecanismos de busca;
  • Melhor ranqueamento da página na internet;
  • Entre outros. 

Esses são elementos de grande relevância para um e-commerce, podendo potencializar os resultados e possibilitar o cumprimento das metas de venda, graças ao uso das lincagens internas e externas da sua página. 

Se você vende velas religiosas decoradas na sua loja virtual, por exemplo, não deixe de aplicar links nos seus conteúdos, já que eles podem levar os leitores do seu blog para conhecer o produto diretamente no e-commerce, além de facilitar o processo de compra. 

Como escolher links adequados para uma página?

Para começar a fazer lincagens na sua página, é fundamental que você selecione bem os links que vai utilizar. 

Isso porque os buscadores como o Google possuem critérios para avaliar a relevância desses links, o que pode prejudicar ou valorizar a sua página. 

Sendo assim, é indispensável que você escolha links que fazem sentido dentro do seu segmento, e opte por aqueles que são de sites confiáveis e produtivos, que não deixam de atualizar os seus conteúdos e possuem um público engajado. 

Os buscadores estão sempre procurando por páginas que possam levar conteúdos e informações de qualidade, que sejam atuais e bem trabalhados. E as lincagens são fundamentais nessa análise. 

Por isso, ao utilizar um link externo dentro do seu conteúdo sobre impermeabilização caixa d’água concreto, é importante que você verifique se o site escolhido é confiável e se ele investe na atualização dos seus materiais.

Estratégias de lincagem para o e-commerce

Para conseguir aumentar a relevância e o alcance do seu e-commerce, é indispensável utilizar algumas estratégias para que o seu site utilize as lincagens da melhor maneira possível. Conheça algumas das principais a seguir. 

1 – SEO off page

O SEO off page trabalha diretamentamente com lincagens externas, que são de grande importância para conquistar uma melhor relevância para o seu e-commerce. 

Se você possui um blog atrelado a sua loja virtual, é indispensável buscar por páginas de empresas parceiras que sejam confiáveis e estejam empenhadas na elaboração de bons conteúdos, para inserir bons links no seu site. 

Se você vende artigos para festas e acha interessante sugerir a locação de uma fiorino para fretes, como um modo de transportar o material para o espaço do evento, é possível inserir o link do endereço web do parceiro para complementar o seu conteúdo. 

Você deve se certificar de que o link que será inserido no seu site seja bem avaliado pelos buscadores, para que os resultados obtidos com essa estratégia possam trazer bons resultados para o seu e-commerce. 

Uma sugestão importante sobre SEO off page é não esquecer de configurar o link para ser aberto em outra guia, de modo que o usuário permaneça na sua página, mesmo ao clicar no endereço sugerido dentro do seu conteúdo.

O Guest Post também é uma estratégia importante de SEO off page, já que uma página parceira pode oferecer um espaço para a publicação de um conteúdo elaborado pela sua empresa, e que contenha links que levem o leitor para a sua plataforma virtual. 

Dessa forma, você não apenas consegue aumentar a sua relevância, como também conquistar um tráfego maior para o seu site, o que traz avaliações ainda mais positivas da parte dos buscadores. 

2 – Links internos

Utilizar lincagens internas no seu site também é fundamental para conquistar um bom ranqueamento na internet. 

Se você oferece no seu catálogo de produtos uma tenda para festa, é preciso utilizar essa palavra-chave para que o leitor do seu conteúdo encontre o produto no seu e-commerce, com apenas um clique. 

Isso não só aumenta a relevância do conteúdo, como também estimula as vendas da sua loja virtual. 

Utilizar links internos na sua página é essencial, mas você deve fazê-lo de modo coerente. 

Durante muito tempo, a quantidade de links inseridos em um texto era motivo para uma boa avaliação, mas esses parâmetros mudaram. 

Ou seja, antes de inserir links em todos os parágrafos de um artigo, você deve considerar o uso daqueles que são mais importantes e que apresentem mais assertividade, de acordo com os temas que estão sendo tratados. 

Se você escreveu sobre automação e quer inserir um link para um conteúdo sobre allen bradley, é preciso escolher o melhor momento, dentro do seu texto, para que a leitura flua naturalmente. 

Afinal, ninguém gosta de consumir um material que pareça apenas publicitário, como um modo de vender produtos, sem conter um caráter informativo. 

As lincagens internas podem ser importantes para aumentar o tráfego de uma página para a outra. 

Por isso, se você perceber que um dos seus endereços não está recebendo um bom número de visitas, pode ser necessário incluí-lo dentro de uma boa postagem. 

Dessa forma, o seu site consegue alcançar uma relevância maior na internet, e estar bem posicionado no ranqueamento dos buscadores. 

Dicas importantes sobre lincagens

Utilizar as lincagens para otimizar os resultados do seu e-commerce é importante, mas você deve estar atento a algumas dicas importantes: 

  1. Não se esqueça de verificar periodicamente se os links inseridos nos seus conteúdos permanecem ativos. Isso porque links fora do ar são prejudiciais para a avaliação do seu site. Dessa forma, se você encontrar esse tipo de lincagem, remova-a ou substitua por uma página que esteja ativa. 
  2. Dê prioridade para a qualidade dos links, e não para a quantidade. Você pode inserir lincagens de empresas que possuam uma grande relevância na internet, o que vai influenciar positivamente no seu e-commerce. 
  3. Tenha uma estratégia: insira links dentro do contexto do assunto que você está tratando. Assim, os leitores da sua página vão fazer questão de acompanhar os seus artigos, o que aumenta a autoridade da sua loja virtual.

Logo, seguindo as dicas abordadas nesse artigo, você poderá melhor promover as vendas do seu e-commerce, ao mesmo tempo que aumenta o posicionamento do site nas buscas do Google, facilitando que ele seja encontrado por cada vez mais usuários. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Em 67 dias, associação registra 107 mil novas lojas online

A conta é bem simples. Entre os dias 23 de março e 31 de maio, a Abcomm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico) registrou o surgimento de 107 mil novas lojas online. Isso significa mais de um novo e-commerce por minuto durante o período.

Os dados constam em reportagem da Revista Época, que mostra que os novos endereços eletrônicos foram criados para vender todos os tipos de produtos, principalmente alimentos, bebidas, roupas, calçados e produtos de limpeza.

Lojas online

De acordo com a reportagem, antes da quarentena, a média de abertura de lojas na internet era bem menor, cerca de de 10 mil estabelecimentos por mês. E os setores que lideraram o ranking de novas lojas online são moda, alimentos e serviços.

Ainda segundo o levantamento feito pela revista, na Região do Bom Retiro, em São Paulo, que sempre recebeu gente do país todo, para fazer compras, “cerca 75% dos lojistas aderiram a algum meio de vendas online”. A informação é do vice-presidente da Câmara de Dirigentes Lojistas da região, Nelson Tranquez.

Comércio eletrônico mundial

O Brasil e vários outros países ainda vivem restrições forçadas, para reduzir a disseminação da Covid-19. O momento de permanecer em casa foi propício para que o comércio eletrônico tivesse crescimento em todo o planeta. Em maio, não foi diferente. Alguns setores registraram um crescimento de três dígitos na comparação anual, de acordo com uma análise da ACI Worldwide. Segundo o levantamento, o crescimento geral das transações de varejo foi de 81% em maio, em comparação com o mesmo período do ano passado.

Fonte: e-commerce Brasil

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Omni-Channel vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa?

Da lojas físicas as lojas virtuais, as formas de consumo vem se modernizando no decorrer dos anos. É comum observar consumidores dentro da loja física experimentando um tênis, agradecendo a paciência do vendedor e realizar a compra do produto uma loja virtual. Muitas vezes a loja virtual concorre com a loja física, mas este cenário vem mudando. Novos conceitos e tecnologias surgiram afim de acompanhar os nossos novo hábitos de compra, entre eles o multi-channel e o omni-channel. Vamos as suas definições:

  • O comércio eletrônico multi-channel (multi-canal ou seja, “muitos” canais), embora menos integrado, permite que os clientes comprem nativamente onde preferirem navegar e comprar.
  • O comércio eletrônico omni-channel ( omni-canal ou seja, “todos” canais) unifica as vendas e o marketing para criar uma experiência de comércio única em toda a sua marca.

Ecommerce multicanal

O que é multicanal?

Segundo definição da Wikipedia multi-canal significa:

“O  multicanal é a mistura de diferentes canais de distribuição e promocionais para fins de marketing. Os canais de distribuição variam de uma loja de varejo, um website ou um catálogo de pedidos por correspondência.

“Marketing multicanal é sobre escolha. O objetivo das empresas que fazem o marketing é facilitar a compra de um consumidor da maneira que for mais adequada ”.

A palavra primordial é “escolha”. O marketing e as vendas multicanal permitem que os clientes não apenas interajam com seus produtos através de qualquer meio que seja mais natural para eles … mas para comprar diretamente por esse meio .

A melhor metáfora para um marketing multicanal  é uma roda com raios.

No centro da roda está o seu produto (ou seja, uma venda). Na borda externa da roda estão os clientes, onde cada canal oferece uma oportunidade separada e independente de compra.

E-commerce multicanal

Não há nada sagrado sobre quantos canais você vende. A questão é simplesmente oferecer aos clientes a opção de comprar de você em qualquer canal que preferirem … e depois dobrar os canais que se mostrarem mais lucrativos.

Como funciona uma abordagem “multicanal”?

Como um exemplo do mundo real, vamos escolher a Leesa, uma empresa de colchões ecommerce, e examinar quatro canais possíveis.

Número um, o site deles. Para um visitante pela primeira vez sem uma conta existente, a Leesa oferece duas sobreposições para maximizar sua loja on-line. Primeiro, uma mensagem de boas-vindas com uma oferta de “US $ 100 de desconto” e um toque sazonal sutil:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Se você optar por ignorar essa oferta e, em vez disso, navegar pelo site por conta própria, uma segunda sobreposição será exibida. Para mim, isso aconteceu depois que eu selecionei um colchão, adicionei-o ao carrinho de compras e decidi abandonar minha compra.

Quando mudei o mouse para sair, uma call-to-action semelhante a “US$ 100 de desconto” apareceu, desta vez acompanhada de uma opção de e-mail direcionada para que a Leesa pudesse me segmentar mais tarde:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Fiel à sua promessa, momentos depois de deixar o site, recebi o primeiro de uma série de e-mails voltados para compradores iniciantes.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Clique em “Finish Shopping” e você será enviado diretamente para o carrinho que abandonou anteriormente com o desconto de US $ 100,00 já aplicado:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Ao operar por e-mail e no local, essa combinação one-two é essencialmente um único canal.

Número dois, mercados. Além de seu site de comércio eletrônico, a Leesa também lista e promove seus produtos no maior mercado digital do mundo, a Amazon.

Depois de mais uma vez abandonar o meu carrinho sem fazer uma compra – desculpe Leesa – fui até a Amazon e procurei por “colchão”. Não é de surpreender que esses sejam os primeiros resultados patrocinados que recebi:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

A chave com o multicanal, no entanto, não é simplesmente listar seus produtos nos mercados … mas ficar nativa.

Como tal, a página de produtos da Leesa está longe de ser genérica. Em vez disso, a Leesa oferece a mesma experiência on-line robusta na Amazon do que no local, completa com um vídeo de produto, prova social e uma explicação detalhada de seu valor exclusivo:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Número três, Facebook. Como é de se esperar, na próxima vez que eu entrei no Facebook, encontrei o mesmo colchão e a mesma oferta que deixei no site, além de anúncios mais robustos do ponto de vista textual e gráfico no meu feed:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importaOmni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Dado o preço de compra relativamente alto – ao contrário de algo como roupas – os anúncios no Facebook da Leesa me levam de volta ao site deles. Sua própria abordagem pode, em vez disso, permitir que os clientes comprem nativamente por meio de uma Loja do Facebook ou do botão Comprar .

Número quatro, Pinterest. Como um exemplo hipotético, a Leesa também pode listar e vender seus produtos nativamente no Pinterest através de um Pin Comprável :

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Em uma estratégia multicanal, cada canal existe como uma oportunidade de compra separada . Quais canais você prioriza se resumem ao seu produto, ao próprio canal e aos testes.

Comércio eletrónico Omni-Channel

O que é “omni-channel”?

Como na maioria das buscas online, a definição da Wikipedia – tirada do SEBRAE significa:

A estratégia omni-channel baseia-se na ideia de que fornecer uma experiência de compra ininterrupta em lojas físicas e por meio de uma variedade de canais digitais não apenas diferencia os varejistas de seus pares, mas também proporciona uma vantagem competitiva sobre os varejistas on-line, alavancando seus ativos de loja ”.

Certamente, a sobreposição entre digital, social, físico e móvel é um bom ponto de partida e, no entanto, mesmo essa definição não faz jus a um prefixo abrangente como “omni”.

Ser onipotente é ser todo poderoso. Onipresente, em todos os lugares em todos os momentos sem exceção … sempre.

Afinal o que significa ser omnicanal ?

No Omni-Channel Retailing , Tommy Walker oferece o que é facilmente o resumo mais abrangente do termo:

“O Omni-channel, como filosofia, é fornecer experiências de marca consistentes, porém únicas e contextuais, em vários pontos de contato com o cliente, incluindo lojas físicas, mercados, web, dispositivos móveis e sociais”.

“Trata-se de permitir que os consumidores comprem onde quer que estejam enquanto se comunicam de uma maneira que esteja em sintonia com o porquê eles usam um determinado canal e demonstrem consciência de seu estágio individual no ciclo de vida do cliente”.

Em essência, o omni-channel remove os limites entre diferentes canais de vendas e marketing para criar um todo unificado e integrado. As distinções entre os canais – onsite, social, mobile, email, físico e agora instant messaging – desaparecem à medida que uma única visão do cliente e uma única experiência de comércio emergem.

Ao contrário da roda multicanal, pense no omni-channel como uma imersão, como mergulhar em um pool de vendas e marketing com tudo incluído ou ser colocado no centro da gravidade de uma marca.

No omni-channel, o cliente – e não o produto ou marca – está no centro:

Comércio eletrônico omni-channel

No lugar de uma abordagem multipolarizada, o omni-channel une os mundos de websites, e-mails, anúncios redirecionados, marketing de mídia social e locais físicos para mostrar aos clientes individuais ofertas personalizadas, produtos e mensagens que se alinham e respondem em todas as etapas do caminho .

Tudo isso pode soar um pouco esotérico, então…

Como funciona uma abordagem “omni-channel”?

Para ilustrar, vamos voltar para a Leesa. Já vimos como a Leesa usa anúncios de retargeting no Facebook. Essa é talvez a forma mais fácil de omnicanal de envolver nossa mente: o que o cliente faz no local afeta diretamente sua experiência com a marca externa .

Agora imagine isso …

1.  Um cliente passa pelo processo descrito acima, adiciona um colchão queen ao carrinho e sai.

2.  Novamente, o primeiro e-mail que eles recebem contém o incentivo de “US $ 100 de desconto”. Mas eles ignoram isso.

3.  Simultaneamente, eles veiculam uma série de anúncios para o mesmo colchão de casal e cupom de “US $ 100 de desconto” no Facebook, Pinterest, Instagram e YouTube … todos escalonados ao longo de uma semana para garantir que não fiquem aborrecidos.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

4.  Após uma semana sem envolvimento, a Leesa muda automaticamente sua abordagem e começa a apresentar anúncios destacando seu lado socialmente consciente com CTAs para conferir a página de Devolução:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

5.  O anúncio precedente do YouTube para o Dream Center, em Phoenix, Arizona, faz o truque.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

6.  O cliente retorna à Leesa, assiste a outro vídeo e visita a página do colchão do rei, em vez da rainha.

7.  Em resposta, uma nova rodada de anúncios sociais aparece como um e-mail com duas alterações: primeiro, todos eles têm um colchão king size e, segundo, o incentivo é aumentado para “US $ 150 de desconto”.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

8.  Desta vez, a oferta os atrai. O cliente clica no Facebook, preenche suas informações de remessa, mas na última tela de confirmação decide que um colchão precisa ser experimentado antes de ser comprado… então eles saem.

9.  A boa notícia é que a Leesa antecipou essa objeção e detectou que o endereço do cliente está a quilômetros de distância do showroom de Nova York.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

10.  Dois dias depois, o cliente recebe um convite personalizado em sua caixa de correio para conferir o colchão king para si na The Leesa Dream Gallery.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

11.  Finalmente, essa é a oferta que eles aceitam. O cliente pára, adquire o colchão e usa o PDV da Leesa no momento do checkout, que atualiza automaticamente sua conta.

12.  Quando o cliente chega em casa, há um e-mail de agradecimento esperando por eles e uma semana depois outro e-mail chega para revisar o colchão.

13.  Infelizmente, eles ignoram ambos. Então, como um follow-up – porque a Leesa sabe como valiosas avaliações são – dois dias depois, o cliente recebe um convite do Facebook Messenger para enviar sua revisão.

14.  Desta vez… eles respondem e dão à Leesa 5 de 5 estrelas, interagindo exclusivamente através do Facebook Messenger.

15.  Dado que eles estão tão felizes com o novo colchão – e os últimos dois pontos de contato do cliente – na semana seguinte, a Leesa envia tanto uma mala direta física quanto uma mensagem do Messenger descrevendo seu programa “Indique um Amigo”.

16.  Enquanto isso, todos os anúncios do Facebook, Pinterest, Instagram e YouTube de um colchão foram interrompidos . Em seu lugar – encenado ao longo do tempo – os anúncios aparecem para o The Leesa Blanket.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

17.  Para surpresa de Leesa, o cliente compra não um, mas três cobertores. Isso aciona automaticamente uma nova série de anúncios de colchão no social e via email.

18.  Em resposta, o cliente clica em um dos e-mails, mas – em vez de fazer uma compra – passa algum tempo na página de financiamento da Leesa.

19.  Provavelmente, isso significa que eles estão contemplando colchões adicionais, mas estão preocupados com a queda de todo esse dinheiro de uma só vez.

20.  E assim, o próximo e-mail que recebem e o anúncio no Facebook que veem falam diretamente sobre essa necessidade.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Pontos adicionais de contato e canais poderiam ser elaborados. A grande ideia é que, no omni-channel, cada interação com o cliente muda sua experiência geral de seu produto e marca .

O cliente está no centro e sua abordagem a eles está alinhada às suas ações, tanto on-line quanto na vida real.

Escolhendo entre Omni-Channel ou Multi-Channel

No papel, pode parecer que o omni-channel é a escolha certa. Afinal de contas, cria uma experiência de compra muito mais suave, que é o que realmente importa a longo prazo.

No entanto, a resposta é mais complicada do que isso.

Tornar o seu canal omnidirecional exigirá muitos recursos. Pior ainda, não há como parar no meio do caminho. A tecnologia omni-channel não funcional criará a mesma experiência que absolutamente nenhuma tecnologia omnicanal (a menos que você possa descobrir como construí-la de maneira modular).

Assim, enquanto o omni-channel for uma resposta teórica, as empresas poderiam ser mais bem servidas começando com uma experiência multicanal antes de juntá-las em um canal omni-channel.

Duas perguntas devem estar na vanguarda do seu processo de pensamento …

Recursos?

Tornar sua loja uma experiência omnicanal significa investir nas capacidades tecnológicas da sua organização. Mesmo se você tiver uma equipe de TI interna, talvez ainda não tenha essa infraestrutura técnica, qualificação ou visão para iniciar uma transição de omni-channel e concluí-la.

Por exemplo, um sistema de gerenciamento de informações do produto (PIM) é a espinha dorsal de qualquer loja multi-canal ou omni-channel robusta – sua empresa ainda tem uma dessas?

Se não (ou se esta é a primeira vez que você ouviu falar de um PIM), talvez seja necessário contratar especialistas em tecnologia de comércio eletrônico . Você pode gradualmente construir sua competência tecnológica internamente, mas a orientação especializada pode ajudar a estabelecer uma base sólida para expansão futura (e pode ajudá-lo a recrutar e contratar).

Caso você contrate especialistas, preste atenção ao conselho do ex-consultor de comércio eletrônico Bill Davis :

“Faça muito mais diligência do que normalmente é feito hoje. Os contratos precisam ser estruturados para manter os fornecedores mais responsáveis. Objetivos claros e mensuráveis ​​precisam ser definidos no início do projeto e os resultados devem ser medidos em relação a esses. ”

Além da terceirização, você provavelmente investirá mais em sua própria equipe. RSR escreve em seu relatório que 73% das lojas que excedem a taxa de crescimento da indústria de 4,5 por cento (que eles chamam de “Vencedores de Varejo”) realmente investiram mais em sua equipe nos últimos três anos.

Seus custos de folha de pagamento como porcentagem das vendas aumentaram – mais de cada dólar que eles ganham é investido em sua equipe.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Além disso, você ainda precisa ter o fluxo de caixa para manter seus principais negócios e operações em andamento. Como Davis explica,

“Mesmo os varejistas mais bem administrados, essa é uma jornada de mais de 4 anos para realmente se estabelecer como um varejista de canal omni. Tendo tido alguma visibilidade de onde os varejistas estão, e a maturidade das soluções atuais, eu diria que a maioria dos varejistas está olhando mais de 7 ou mais anos antes que eles possam se referir a eles mesmos no caminho omnicanal ”.

Isso exigirá comprometimento, decisões ousadas e recursos para sustentar a transição.

Flexibilidade?

Embora o omni-channel exija muitos conhecimentos técnicos, é importante não exagerar o papel da tecnologia.

Uma grande parte de fazer a transição é sobre pessoas e incentivos.

McKinsey escreve:

“Incentivos projetados ostensivamente para incentivar o desempenho involuntariamente reforçam o isolamento dos canais – como metas de geração de receita que pressionam cada canal a aumentar seu próprio volume de vendas, independentemente de qualquer impacto nos canais irmãos.

“A competição se torna ainda mais brutal internamente do que com o mundo exterior”.

Desconfie dos incentivos que você estabeleceu para sua equipe e certifique-se de que eles funcionem a longo prazo. Não deixe seu império de comércio eletrônico desabar.

A curva de aprendizado potencialmente íngreme e a consequente incerta do omnicanal exigem que você trabalhe em equipe. Eles devem estar confiantes em tecnologia e inovação humana.

Sua equipe está preparada? Ou eles vão inibir a organização de avançar e desacelerar as coisas?

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Sua equipe de liderança também precisa tomar as rédeas. Os CMOs e os CIOs, em particular, devem desenvolver uma visão compartilhada.

Organizações como a Amazon têm sofisticação técnica suficiente em seus altos escalões para não ter que fazer essa transição – elas começaram com a tecnologia desde o primeiro dia. Mais uma vez, Davis:

“A Amazon usa a tecnologia para criar vantagens e está disposta a aceitar erros, em vez de evitar riscos, sabendo que as lições aprendidas os tornarão mais fortes.

“Um executivo de varejo que tem um profundo conhecimento técnico é mais uma exceção do que a regra e a administração tende a se ater ao que sabe.”

Onde tudo começa …

Em tudo, o elemento crucial a ser compreendido é a diferença entre o omnicanal e o multicanal, porque escolher a abordagem correta começa com uma compreensão clara:

Visão geral omnicanal versus multicanal

Para ter certeza, omni-channel e multi-channel são palavras de ordem … mas isso não significa que eles não possam ser descompactados para obter insights.

Bibliografia:

Fonte: Shopify

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Data Mining: o que é e como utilizar

Você já parou para pensar que, a cada instante, milhares de dados são gerados por meio da internet?

Afinal, em meio a era da informatização, um profissional ou empresa que souber administrar e lidar com grandes quantidades de informações pode se destacar e obter sucesso.

Seja na compra de um determinado produto, ou na simples visita de um blog, cada ação tomada nos meios online gera alguma informação que pode ser relevante e direcionar a empresa para a se desenvolver da melhor forma.

Uma empresa que vende rachador de lenha, por exemplo, pode saber se houve um aumento na demanda do produto em outras regiões por meio das informações externas, e assim, criar ações para disparar a venda nos determinados locais.

No entanto, uma grande dúvida dos profissionais que querem encontrar informações úteis e relevantes em meio a grande quantidade de dados é quais os processos e ferramentas utilizar. É aí que o Data Mining surge como excelente alternativa.

Ficou interessado no Data Mining? Então neste post nós iremos explicar todos os detalhes sobre ele e como é possível utilizá-lo em seu negócio. Continue nos acompanhando e vamos a leitura!

O que é Data Mining?

O termo “Data Mining” pode ser definido como mineração de dados. De forma básica, ele se consiste no processo de analisar, verificar, examinar e gerenciar grandes quantidades de dados e informações, com o intuito de achar padrões consistentes e que agregam a organização.

Uma vez que esses padrões são encontrados, eles passam por um processo de validação para serem considerados como útil e relevante.

A partir daí, o gestor ou empreendedor pode utilizá-lo para criar insights e bolar novas ações para se destacar.

É claro, a mineração de dados é algo extremamente complexo, pois envolve a análise de inúmeras informações. E por isso, ela poderá ser realizada apenas com sistemas tecnológicos, como o Data Mining.

Com o uso automatizado do sistema, é encontrar dados que podem ser aliados à uma boa estratégia de marketing. Uma empresa de caldeiraria industrial que utiliza o Data Mining pode encontrar novas tendência em seu setor, analisar o comportamento do público, e alcançar potenciais clientes, aumentando as suas chances de vendas.

Como utilizar o Data Mining?

Já vimos que o processo do Data Mining se consiste na análise e validação de dados consistentes. Mas vamos detalhar mais este processo:

  • Limpeza de dados: O primeiro passo para utilizar o Data Mining é realizar uma avaliação nos dados selecionados e limpar todas as informações que apresentaram algum tipo de problema.
  • Mineração de dados: Após a filtragem e tratamentos das informações, é hora de identificar padrões, relacionamentos e correlações dentro da base de dados. A partir daí, as informações são cotadas como sólidas e podem ser apresentadas.

Por fim, o Data Mining pode ser aplicado de maneira eficiente em diversos setores. Se você tem uma indústria de conexões pneumáticas, por exemplo, é possível tanto criar campanhas promocionais, como também auxiliar em dados de gestão de pessoas, finanças, logística, otimização de produção, entre outros.

Agora que você já sabe de todos os detalhes sobre o Data Mining e como é possível utilizá-lo, o que acha de aplicar essa ideia inovadora em seu negócio? Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente!

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

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Impulsionado pela quarentena, e-commerce brasileiro cresce 132,8% em maio

Apesar de a pandemia do novo coronavírus ter afetado as mais diversas empresas e segmentos, o setor de e-commerce é um dos poucos que se salvam em meio à crise. Segundo uma pesquisa da Compre & Confie, o número de pedidos online durante o mês de maio cresceu 132,8%, em comparação com o mesmo período do ano anterior.

O levantamento mostrou que, entre 1º de maio e 24 de maio deste ano, o número de pedidos feitos pela internet no país somaram 23,8 milhões, totalizando um faturamento aproximado de R$ 9,4 bilhões – o que representa um aumento de 126,9% no total arrecadado com as vendas do e-commerce nacional em comparação com o mesmo período de 2019.

No entanto, se o volume total de compras apresentou uma grande melhora, o valor gasto em cada compra diminuiu. Em maio, o tíquete médio das compras teve uma leve retração de 2,6% em relação ao mesmo mês do ano passado. O relatório aponta que, em média, o montante gasto ficou em torno de R$ 393,40.

O estudo da Compre & Confie considera dados factuais de vendas recebidos em tempo real de cerca de 90% do varejo de bens de consumo do e-commerce brasileiro – com exceção do Mercado Livre. Lojas como Magazine Luiza, Casas Bahia, Pontofrio, Extra e outras centenas de varejistas fazem parte do balanço.

A plataforma recebe os dados detalhados de todos os pedidos e produtos comprados diretamente dos sistemas de vendas das lojas.

Gift Cards no e-commerce

No relatório, ainda há dados sobre as categorias que apresentaram o maior crescimento em pedidos. Os gift cards lideram a lista com uma alta de 1.041% nas vendas em maio.

Gift Card (cartão presente, na tradução literal) é um cartão pré-pago que pode ser utilizado para pagar produtos e serviços que aceitam esse método de pagamento.

Outro segmento de produtos que apresentou crescimento considerável durante a pandemia foi o de alimentos e bebidas. A variação positiva em pedidos para essa categoria foi de 339%.

Em um intervalo de 90 dias, do dia 24 de fevereiro até o dia 24 de maio, ainda é possível identificar um aumento considerável no volume de pedidos e no faturamento do e-commerce, ainda que o avanço seja um pouco mais tímido do que o registrado em maio.

Durante esses três meses, a pesquisa da Compre & Confie contabilizou 68,9 milhões de pedidos online – alta de 82,1% em relação ao mesmo período de 2019 – e um faturamento 71% maior, chegando aos R$ 27,3 bilhões.

No dia 24 de fevereiro, data em que começa a amostra, o Brasil ainda não tinha nenhum caso confirmado de coronavírus. A comparação permite concluir que o isolamento foi fundamental para o crescimento mais acentuado em maio.

Fonte: InfoMoney

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A importância do pixel em campanhas no Facebook do seu e-commerce

Se você deseja otimizar as conversões do seu e-commerce, utilizando informações de compras para alcançar novos clientes, o pixel do Facebook pode ajudar nessa tarefa.

Apesar de parecer um elemento muito técnico, o pixel é um código JavaScript que precisa ser inserido na sua página, como forma de rastrear e entender cada ação feita por um visitante da sua página. 

Com esses dados, é possível alcançar esse mesmo usuário novamente, em outra oportunidade. Além disso, também fica mais fácil entender quais elementos que estão no seu site que atraem o público.

Não à toa, o recurso tem sido utilizado por diversos estabelecimentos, que percebem a importância de saber mais sobre o perfil e os desejos de um potencial cliente, para que ele possa receber o estímulo necessário e efetuar uma compra. 

Um exemplo disso pode ser o de uma gráfica, que oferece o serviço de encadernação capa dura na sua página na internet. Ela pode ter recebido cerca de 100 visitantes no anúncio, e ter como resultado 70 conclusões de compra do serviço. 

Se o site contar com o pixel do Facebook, ela pode utilizar as informações coletadas no processo que ocorreu dentro da sua página, de modo a alcançar essas pessoas e oferecer novamente o serviço para elas por meio de um novo anúncio. 

Por isso, mais do que um mero detalhe no código da sua página, o pixel pode ser uma estratégia fundamental para aumentar o seu número de vendas e conquistar clientes de modo simples e efetivo. 

Quer entender o que é o pixel do Facebook, as suas funções e a importância de utilizá-lo no seu e-commerce? Então siga na leitura deste artigo. 

O que é o pixel do Facebook?

Entender como funciona o processo de compra de um cliente, dentro da página, é fundamental para ganhar domínio sobre o segmento e sobre as maneiras de anunciar os seus produtos ou serviços. 

Se você trabalha com a venda de materiais para escoramento de laje, e possui um e-commerce para comercializar esses itens, é indispensável saber o que chama a atenção dos seus clientes para proporcionar um atendimento cada vez mais satisfatório. 

O pixel do Facebook foi desenvolvido para isso: por meio do uso de um tipo de “código espião”, que é aplicado nas configurações sua página, você consegue visualizar cada passo realizado por um usuário dentro do site. 

Com isso, é possível entender todo o processo que ele percorreu, tanto em relação à leitura de conteúdos, quando da análise dos diferentes produtos oferecidos pela sua loja virtual. 

Ao obter essas informações, certamente a sua capacidade de vender aumenta, tanto na primeira visita de um cliente, quanto nas estratégias de retargeting.

O retargeting é, justamente, montar uma segunda oportunidade para conquistar um potencial comprador que já havia adicionado um produto no carrinho, mas não chegou a finalizar a compra. 

Ou seja, se um visitante visualizou o seu anúncio de gerador elétrico, mas não efetuou a compra, o pixel do Facebook fornece informações suficientes para que você consiga encontrá-lo novamente e impactá-lo com um novo anúncio. 

As funções do pixel do Facebook

O pixel do Facebook oferece diferentes funções, para que a sua utilização se torne indispensável para um e-commerce. 

Entre as principais, estão:

  • Otimizar a veiculação de anúncios;
  • Criação de públicos personalizados;
  • Conhecer o tráfego do seu site;
  • Medir a conversão entre dispositivos;
  • Entre outras.

Já que o pixel oferece dados precisos das ações realizadas dentro do seu site, é possível otimizar a veiculação dos seus anúncios, fazendo com que eles sejam exibidos para os usuários que estão mais inclinados a realizar uma compra. 

Com esses dados, outra função do pixel é a de criar públicos personalizados, ou seja, uma segmentação para desenvolver campanhas específicas para um grupo de contatos que você já possui. 

O tráfego do seu e-commerce pode ser analisado de acordo com as informações coletadas pelo pixel. 

Assim, você pode entender qual foi o passo a passo percorrido pelo cliente, até o clique no botão de comprar em um anúncio de gerador de energia a diesel, por exemplo.

Também é possível medir a conversão da sua loja virtual e saber como cada anúncio feito em diferentes dispositivo influência no fechamento de novos negócios. 

Com essa quantidade de funções, fica claro a importância de um pixel do Facebook na página do seu e-commerce. 

Afinal, você não apenas pode aumentar os resultados das suas vendas, como também criar uma lista de contato segmentada, onde o retargeting pode ser aplicado de modo bastante assertivo. 

Além de impactar pessoas facilmente, você consegue levar até o seu público justamente aquilo que ele procura, de modo que cada nova conversão fornece dados que podem ser utilizados para o aperfeiçoamento das suas vendas. 

O código do pixel do Facebook que será utilizado pode ser obtido dentro da própria plataforma da rede social. 

Se você possui conhecimentos sobre programação, é possível incluí-lo por conta própria. Mas, se você não souber como fazê-lo, peça a ajuda do seu desenvolvedor para começar a utilizar essa ferramenta o quanto antes. 

Dicas de como utilizar o pixel do Facebook no seu e-commerce

Se você tem um e-commerce especializado em produtos de buffet para casamento, pode ser indispensável aplicar o pixel do Facebook na sua página para conseguir ações cada vez mais assertivas.

É possível utilizá-lo para alcançar diferentes estratégias, conforme veremos a seguir.

1 – O pixel do Facebook para entender o perfil do seu público

Certamente você já criou algumas campanhas para aumentar o número de vendas da sua loja virtual, mas ao aplicar o pixel do Facebook, isso pode ser ainda mais interessante. 

Afinal, é possível verificar diversas ações realizadas na sua página, como adicionar um produto como cartão de visita fisioterapia no carrinho, acessar dados de contato da empresa, adicionar produtos na lista de desejo, realizar um cadastro, etc.

Além dessas informações, você consegue rastrear cada etapa cursada pelo visitante, ou seja, em quais abas ele clicou, quais produtos visualizou e quais ele desejou adquirir, mas acabou não finalizando a compra. 

Com base nesses dados, você constrói a persona da sua marca e entende o que ela prioriza e o que não é importante, para dar maior destaque no que chama a atenção dos seus compradores e, assim, potencializar as suas vendas.

2 – O pixel do Facebook no marketing e no remarketing

Se você anunciou produtos para a revitalização de uma fachada comercial, obteve um bom número de vendas, mas quer conquistar ainda mais clientes, o pixel pode ser essencial nesse processo.

Isso porque, com os dados obtidos no seu site, você consegue elaborar uma nova campanha de marketing, promovendo um produto ou serviço de maneira assertiva, graças à atuação do pixel no seu e-commerce. 

Mesmo para as pessoas que, por algum motivo, não concluíram o pedido, é possível acessá-las novamente, realizando o remarketing da sua loja virtual. 

3 – O pixel do Facebook para alcançar o público-alvo da sua loja

O pixel do Facebook também é importante para que você consiga vender mais unidades de itens para limpeza dental, diretamente para o público-alvo do seu negócio.

Isso ocorre devido à criação dos públicos personalizados, onde as características das pessoas que acessaram o seu site foram traçados e, então, se tornou possível configurar anúncios para serem exibidos para usuários com perfil semelhante ao dos seus clientes.

Dessa forma, é possível alcançar cada vez mais pessoas que possuam sinergia com o segmento da sua loja, ou seja, de potenciais clientes que podem adquirir o que você vende no seu site.

4 – O pixel do Facebook para elucidar seus custos

O pixel pode agir em diversas áreas do seu site, mostrando quantas pessoas se inscreveram para receber newsletters, quantas vieram até o seu site por um anúncio, quantas se tornaram leads e quantos compraram.

Com informações específicas como essas, é possível entender os custos investidos na divulgação dos seus produtos, e de quanto foi o seu retorno. 

Por isso, uma das usabilidades estratégicas do pixel é conhecer o ROI da sua empresa, ou seja, o retorno sobre o investimento feito no seu e-commerce.

Considerações finais

Se você tinha dúvidas sobre a utilização do pixel do Facebook para otimizar os processos do seu e-commerce, certamente elas sumiram ao entender mais sobre as funcionalidades dele.

Essa ferramenta de simples aplicação pode ser o melhor caminho para garantir anúncios e campanhas com foco no seu público-alvo, ajudando no remarketing e na fidelização dos clientes. 

Ao inserir o pixel no código da sua página, você conseguirá obter dados importantes e utilizá-los a favor do seu negócio, conseguindo aumentar as vendas e potencializar os resultados da sua loja virtual.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.