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Impulsionada pela pandemia, expansão do e-commerce chega a 40% ao ano

Aexpansão do e-commerce no país bateu um importante recorde em 2020, totalizando mais de 1,3 milhão de lojas online, com um ritmo de crescimento de 40,7% ao ano, como revela a 6ª edição da pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro. O mapeamento é feito desde 2014 pelo PayPal Brasil em parceria com a BigData Corp.

Reflexo direto da pandemia de Covid-19 e da necessidade de digitalização das empresas, a migração em massa de pequenos negócios para o comércio eletrônico impressiona. Em 2019, 26,93% dos e-commerces eram de pequeno porte e faturavam até R$ 250 mil por ano, segundo o mapeamento. Hoje, esses negócios passaram a representar perto da metade das lojas online (48,06%).

“Muitos negócios tiveram de migrar para a versão online por causa da pandemia – para serem capazes de manter um mínimo de vendas e conseguirem sobreviver. Isso, claro, somado ao amadurecimento que o setor vem apresentando no decorrer dos últimos anos – haja visto o crescimento registrado em 2019, que já havia batido os 37%”, enumera Thiago Chueiri, diretor de Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil.

 

Além da expansão acelerada, o e-commerce no Brasil segue amadurecendo: 55,68% já adotam meios eletrônicos de pagamento, o que representa um aumento de 5,4 pontos percentuais em relação ao estudo de 2019. Da mesma forma, 76,55% das lojas online se encontram em uma das 211 plataformas de e-commerce mapeadas, aumento de 2,52 pontos percentuais sobre o resultado de 2019.

“Para enxergar a presença do pequeno empreendedor no e-commerce brasileiro é preciso avaliar quantos e-commerces não têm sequer um único empregado: pela primeira vez este ano eles são maioria, ou 52,63%. Quando o corte são as lojas online com até cinco empregados, o universo desses pequenos negócios abrange mais de 3/4 do total de comércios eletrônicos”, diz Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp.

Confira os principais destaques do estudo deste ano:

O e-commerce brasileiro em 2020

  • O e-commerce já é responsável por 8,48% do total de sites na internet brasileira. Essa fatia não passava de 2,65% há cinco anos.
  • 88,77% dos sites de e-commerce no Brasil recebem até 10 mil visitas mensais. Outros 8,73% são grandes sites, com mais de meio milhão de visitas mensais. Os 2,5% restantes estão na faixa intermediária: recebem entre 10 mil e meio milhão de visitas por mês.
  • 76,55% dos e-commerces oferecem até dez produtos em seus sites; 12,17% oferecem de 11 a 100 produtos; enquanto 11,28% apresentam mais de uma centena de produtos.
  • São Paulo segue sendo o estado que concentra a maioria dos e-commerces no Brasil (58,95%). Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro, com 6,93%, e Minas Gerais, com 6,2%.
  • 76,67% das ofertas de produtos nos e-commerces brasileiros custam menos de R$ 100; 10,31% delas se situam entre R$ 100,01 e R$ 500; em seguida, há a faixa dos produtos acima de R$ 1 mil, com participação de 10,07%.
  • A faixa de preços com a menor participação, 2,95%, é a das ofertas entre R$ 500,01 e R$ 1 mil (*).
  • “A acessibilidade nos e-commerces aumentou 200% porque antes era quase inexistente, mas ainda está bem longe do ideal”, critica Rodrigues.

Mídias sociais no e-commerce

  • As mídias sociais já são adotadas por 68,63% das lojas online.
  • O YouTube cresceu em importância no e-commerce brasileiro: entre as lojas online que se utilizam de mídias sociais, ele está presente em 39,87%, aumentando sua participação em 7,65 pontos percentuais em relação a 2019. A plataforma fica atrás apenas do Facebook, presente em 54,18% dos comércios eletrônicos do país. Na sequência, vêm Twitter (30,45%), Instagram (21,16%), e Pinterest (4,81%).

“O crescimento do Youtube e do Instagram é uma tendência porque os vendedores estão usando mais ferramentas visuais e interativas para engajar os clientes, seja com vídeos de demonstração dos produtos, reviews de influenciadores ou mesmo comunicação da marca com os clientes”, explica Rodrigues.

  • Entre as soluções adotadas pelas lojas online, a mais popular é a das plataformas fechadas (63,41%), que vêm conquistando participação gradual e constante desde o início da série histórica, segundo o mapeamento. Em seguida, as lojas sem plataforma são o formato preferido por 23,45% dos e-commerces. Plataformas abertas respondem por apenas 13,14% do total.

  • A adesão ao SSL (Secure Sockets Layer), uma camada de segurança que criptografa os dados transacionados entre consumidor e loja online, voltou a crescer e hoje se encontra em 88,43%. Essa adesão só foi maior em 2017, quando chegou a 91,27%.

  • 81,96% dos e-commerces no país já são responsivos, ou seja, já estão preparados para serem acessados em qualquer tela, inclusive a do celular. Este é mais um recorde desta edição da pesquisa.

 

  • Já a presença de analytics caiu 6,4 pontos percentuais entre as lojas online este ano, para uma participação de 48,55%. Segundo Rodrigues, “embora as plataformas entreguem os sites, elas não entregam os dados do analytics, pois algumas preferem usar suas próprias soluções”.

(*) Os valores citados são preços médios dos sites, ou seja, a média do preço de todos os produtos vendidos em uma dada loja virtual.

Metodologia

A série Perfil do E-Commerce Brasileiro usa o processo de captura de dados da internet da BigData Corp., o qual prevê o processamento de mais de 10 petabytes semanalmente, extraídos de visitas a mais de 28 milhões de sites brasileiros, dos quais são obtidos informações estruturadas e seus links. Os dados apresentados foram colhidos na primeira semana de agosto de 2020.

Para acessar o mapeamento na íntegra, basta acessar a página do PayPal

Por Dinalva Fernandes, da redação do E-Commerce Brasil

Fonte:

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E-commerce dobra o número de vendas em julho em comparação ao ano passado, diz estudo da MCC-ENET

Mesmo com a flexibilização e a abertura de determinados setores em algumas cidades brasileiras, as vendas por comércio eletrônico seguem em alta. Ao analisar o mês de julho de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, o tamanho do setor dobrou: crescimento de 106,78%. Seguindo a mesma base de comparação, o faturamento teve desempenho maior e registrou aumento de 109,07%. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“Mesmo com parte da reabertura das lojas físicas no Brasil e sazonalidade do mês de julho, que tradicionalmente apresenta menor volume de vendas por conta do período de férias escolares, o comércio eletrônico manteve patamares de crescimento exponenciais”, explica André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Neotrust | Compre & Confie.

“O conjunto de novos consumidores, maior frequência de compra e aquisição de produtos de alto giro continuarão mantendo o e-commerce como um dos setores mais promissores no Brasil”, completou o executivo.

Vendas online

Após ter variado negativamente no mês anterior, ao comparar julho com o mês de junho, as vendas por comércio eletrônico tiveram alta de 5,99%. No acumulado do ano, a variação segue positiva: 65,88%.

Na comparação regional, nas vendas online de julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, o Nordeste lidera com alta de 149,90%. Na sequência, apareceram Sul (102,34%), Sudeste (100,95%), Centro-Oeste (99,79%) e Norte (86,34%).

No acumulado do ano, a configuração praticamente não muda: Nordeste (95,11%), Sul (69,49%), Centro-Oeste (65,12%),Norte (64,92%) e Sudeste (60,19%).

Leia também: Mercado Livre contrata 60 carretas para entregas e terá mais 90 até dezembro.

Faturamento

O faturamento do setor teve alta de 3,03% em julho frente a junho. O acumulado do ano segue em alta com 62,74%.

A composição regional, usando a base de comparação julho deste ano com o mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma: Nordeste (165,45%),Norte (117,38%),Centro-Oeste (106,77%),Sudeste (98,77%),e Sul (94,84%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (100,26%), Norte (60,49%), Sul (60,26%), Sudeste (55,51%) e Centro-Oeste (54,40%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de junho, o e-commerce representou 11,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 7,5%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 12 de agosto.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em junho, ficou da seguinte forma:

  • equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,4%);
  • móveis e eletrodomésticos (23,7%);
  • tecidos, vestuário e calçados (13,1%);
  • outros artigos de usos pessoal e doméstico (9,5%);
  • artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%);
  • hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,1%);
  • e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%).

Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Leia também: Prejuízo operacional de Pinduoduo na China aumenta em meio à pandemia.

Consumidores online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1 pontos percentuais.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Neotrust | Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

Fonte: e-commerce Brasil

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Como a escaneabilidade pode aumentar o tráfego em seu site

A escaneabilidade é uma técnica muito usada na produção de conteúdo em ambientes digitais, pois ela facilita a leitura dinâmica de artigos, colaborando para melhorar a experiência do usuário.

A estratégia ganhou tanta notoriedade nos últimos anos, devido ao aumento no consumo de informações online, que é considerada parte das iniciativas de SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca. 

Ou seja, com a aplicação da escaneabilidade, o seu conteúdo pode alcançar melhores posições no Google.

Por conta disso, vários produtores de conteúdo já estão modificando seus textos para torná-los mais atrativos e dinâmicos para a internet. Afinal de contas, quanto melhor é a classificação no Google, maior é o número de visitantes na sua página.

No artigo de hoje, saiba como a escaneabilidade pode aumentar o tráfego em seu site e conheça algumas dicas para usar a técnica e alcançar um ótimo rankeamento.

Qual é a importância da escaneabilidade?

Quando procuramos algo na internet, como recomendações de uma escola particular infantil creche, a tendência é usarmos algum mecanismo de busca, como o Google. 

Assim, conseguimos nos deparar com inúmeros resultados e, normalmente, escolhemos os primeiros sites.

De acordo com uma pesquisa da imFORZA, o primeiro resultado de pesquisa do Google recebe 18% dos cliques orgânicos, já o segundo ganha 10%, e o terceiro, 7%. Portanto, quanto melhor é a colocação, maior é o tráfego no seu site.

Assim, levando em consideração que a escaneabilidade é um dos fatores de rankeamento do Google e, como consequência, faz parte do SEO, era de se esperar que os conteúdos fossem produzidos para facilitar a leitura dos usuários.

Além disso, temos que levar em conta que a internet não é como um livro. As pessoas não fixam a atenção em blocos de textos muito longos, ainda mais porque elas são multitarefas.

Ou seja, ao mesmo tempo em que alguém procura por uma impressão de cartazes grandes na internet, também busca por outros conteúdos, ou está ouvindo uma música, navegando nas redes sociais e trocando mensagens – tudo ao mesmo tempo!

Basta dar uma olhada em quantas abas ficam abertas no seu navegador. Aposto com você que serão muitas. 

Isso é muito comum, até porque costumamos “pular” de uma página para outra, ler de forma dinâmica os conteúdos de cada uma para verificar se o material é realmente de nosso interesse.

Ah, e não podemos esquecer da falta de tempo!

Hoje em dia, as pessoas têm uma rotina cada vez mais corrida, por isso, é fundamental encontrar um conteúdo que otimize o nosso rendimento enquanto navegamos na web.

Afinal de contas, você prefere ler um parágrafo super longo e monótono sobre como fazer o conserto iphone tela quebrada ou se deparar com um artigo de fácil compreensão, com blocos curtos de texto e muito mais objetivo?

Para o usuário da internet, a segunda opção é certamente a melhor.

6 dicas para melhorar a escaneabilidade no seu conteúdo

A escaneabilidade é uma técnica de otimização de conteúdo voltada à promoção de uma leitura mais fluida e dinâmica para os usuários. Além da organização dos blocos textuais, a estratégia também utiliza listas, imagens, palavras em negrito, entre outros artifícios.

Também, existem alguns recursos que podem ser aplicados para melhorar a escaneabilidade do seu conteúdo e facilitar a vida do leitor, para que ele continue interessado no seu texto.

Quer saber quais são? Então, confira as dicas abaixo!

1 – Parágrafos pequenos

Quem está começando a investir na produção de conteúdo para a internet, deve ter em mente que os blocos extensos de texto são a receita certa para afastar os leitores.

Por isso, muito cuidado! Nada de parágrafos longos. Além de pouco convidativos, eles dificultam a leitura dinâmica e a assimilação de ideias.

A boa legibilidade não depende só do tamanho das palavras, mas do espaço vazio entre elas. É como se fosse um “respiro”, para que os leitores possam encontrar mais facilmente aquilo que realmente procuram.

A dica é usar parágrafos de, no máximo, três ou quatro linhas, com separação de ideias entre cada um dos blocos.

2 – Tamanho do conteúdo

Imagine que você produziu um ótimo texto sobre impressão digital colorida, mas tem um grande problema no conteúdo: ele está muito grande. Então, antes de publicar, revise o material, levando em conta a escaneabilidade.

Por mais completo que o seu artigo esteja, use a linguagem certa e esteja adaptado ao público-alvo, ele pode ser desinteressante só pelo tamanho do conteúdo.

Na internet, há algumas medidas de texto já conhecidas e que, em geral, são usadas para a produção de conteúdo. São elas:

  • 250 palavras: 1 minuto de leitura;
  • 500 palavras: 2 minutos de leitura;
  • 700 palavras: 3 minutos de leitura;
  • 1000 palavras: 5 minutos de leitura;
  • 1400 a 1800 palavras: 8 minutos de leitura;
  • 2000 a 3000 palavras: 15 minutos de leitura.

Para materiais com mais de 1800 palavras, recomenda-se avaliar a produção de um outro conteúdo, que não um artigo, como um e-book ou vídeo.

Afinal de contas, pode ser muito mais interessante para um usuário ver uma produção em vídeo com dicas de como usar uma tag personalizada para laços, por exemplo, do que ler um texto extenso e demorado.

3 – Subtítulos

Os subtítulos são excelentes recursos de escaneabilidade, pois eles ajudam na separação do texto em blocos, facilitando a identificação dos assuntos pelos leitores. Assim, eles podem verificar o tema de cada parte do artigo.

Ou seja, os subtítulos asseguram maior fluidez no texto e, desse modo, até os usuários mais apressados podem ler alguma parte do seu conteúdo.

4 – Listas

As pessoas na internet adoram uma lista. Não é à toa que os conteúdos como “10 exemplos de display personagens”, por exemplo, são extremamente atrativos.

As listas ajudam em uma leitura mais rápida, além de ajudar na fixação das informações, já que os conteúdos são separados em uma ordem que faz sentido aos leitores. 

Para criar boas listas, vale a pena usar marcadores (os chamados bullet points), além de colocar a ideia principal em cada um dos itens. Vale a pena não criar listas muito grandes, com no máximo 10 palavras em cada marcador.

Vamos a um exemplo: a lista a seguir vai trazer dicas de como fazer um sorteio para a sua empresa. Acompanhe:

  • Tenha uma urna acrilica grande;
  • Disponibilize cartões de inscrição;
  • Divulgue o prêmio;
  • Marque uma data para o sorteio;
  • Estabeleça regras de participação.

Agora, imagine que, ao invés dessa lista, você tenha que escrever um texto corrido. Pode ser que o conteúdo não fique tão atraente para o leitor e, além disso, a assimilação seja muito mais difícil.

5 – Formatação

A formatação é outro artifício muito usado na escaneabilidade. Basicamente, consiste na aplicação de formatações de texto, como o negrito, itálico e o sublinhado, para destacar alguns trechos, informações ou palavras específicas.

Com isso, o leitor pode identificar um ponto específico do texto, o que pode facilitar a leitura dinâmica do conteúdo.

Não há uma regra clara para o uso das formatações, mas é preciso seguir um padrão, pois os leitores podem questionar a credibilidade do seu texto se o recurso for aleatório.

Quando aplicamos o SEO, há algumas regras pré-definidas. Por exemplo, o uso de palavras-chave, como talão para sorteio, deve sempre ter um destaque. Normalmente, o realce é feito em negrito, mas isso pode variar conforme a produção.

6 – Imagens

Vivemos no mundo das imagens, então nada melhor do que usar recursos ilustrativos na composição dos textos.

A aplicação de elementos não verbais também é uma forma de quebrar a monotonia do seu conteúdo e ajudar no famoso “respiro” ao longo do artigo.

Uma pesquisa da Brain Rules apontou que os usuários podem lembrar de 65% das informações exibidas com recursos visuais, enquanto somente 10% da informação verbal é assimilada pelo público.

Outro estudo, agora feito pela Nielsen, mostrou que as pessoas gastam 10% a mais de tempo olhando para as imagens de um site, do que lendo o texto.

Por isso, vale a pena investir em imagens no seu conteúdo, como infográficos, ilustrações, fotografias e, até mesmo, vídeos, já que a maioria das plataformas atuais têm capacidade de upload de diferentes tipos de materiais.

Conclusão

Você já pensou na escaneabilidade do seu texto? Se ainda não, está na hora de rever a sua produção de conteúdo para web. 

Afinal de contas, a redação na internet engloba uma série de técnicas, que são fundamentais para o sucesso do seu conteúdo e, além disso, para o SEO do seu site.

Lembre-se: na internet, as pessoas têm pressa. Por isso, a escaneabilidade é o melhor recurso para atrair o interesse dos usuários e alcançar um ótimo tráfego de visitantes.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Alibaba supera estimativas com vendas e demanda por computação em nuvem

OAlibaba superou estimativas do mercado na quinta-feira (20) com receita e lucro trimestrais impulsionados por alta nas vendas de comércio eletrônico e serviços de computação em nuvem causados pelas medidas de isolamento social.

As vendas do principal negócio de varejo do Alibaba saltaram 34%, para 133,32 bilhões de iuans (US$ 19,27 bilhões) no trimestre encerrado em junho.

“Nosso principal negócio doméstico de comércio se recuperou totalmente para os níveis pré-Covid-19, enquanto a receita de computação em nuvem cresceu 59% ano a ano”, disse a vice-presidente financeira, Maggie Wu.

Alibaba como alvo

O Alibaba é visto como um alvo potencial se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomar mais medidas contra empresas chinesas, após lançar campanha contra os aplicativos TikTok e WeChat.

“Hoje, enfrentamos incertezas não apenas da pandemia global, mas também do aumento das tensões entre os EUA e a China”, disse o presidente-executivo, Daniel Zhang.

O lucro líquido do Alibaba mais do que dobrou, para 47,59 bilhões de iuans. Em termos ajustados, a empresa lucrou 14,82 iuans por ação contra estimativa de 13,78 iuans, de acordo com dados da Refinitiv.

A receita foi de 153,75 bilhões de iuans, contra uma previsão de 147,77 bilhões.

Leia também: “O Brasil tem potencial para crescer no e-commerce, mas precisa investir”, afirma executivo da JD.com

As informações são do Reuters

Fonte: ecommerce Brasil

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Impasse de pagamento por WhatsApp completa dois meses sem solução à vista

Embora o BC não tenha se pronunciado oficialmente, o maior avanço até agora foi a liberação para que o serviço seja testado

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Amazon negocia com empresa de computação em nuvem Rackspace

A Amazon está em negociações preliminares para investir na provedora norte-americana de serviços de computação em nuvem Rackspace Technology, afirmaram pessoas familiarizadas com as tratativas.

O negócio envolverá aquisição de uma participação minoritária da varejista na Rackspace. A Rackspace ajuda as empresas a migrarem seus dados para a Amazon Web Services, e o investimento fortaleceria os laços entre as duas empresas. A Rackspace também migra empresas para Google Cloud, Azure, da Microsoft; e VMware.

Não há certeza de que Amazon e Rackspace, que é controlada majoritariamente pela empresa de private equity Apollo Global Management, chegarão a um acordo, disseram as fontes.

Representantes de Rackspace e Apollo não comentaram o assunto. A Amazon não se manifestou.

As ações da Rackspace chegaram a subir 17% na segunda-feira (17).

A Rackspace aluga espaço em seus servidores e ajuda as empresas a armazenarem e acessarem informações em centrais de processamento de dados. A empresa foi adquirida pela Apollo em uma transação alavancada de R$ 4,3 bilhões em 2016, e foi listada na bolsa de valores no início deste mês.

Fonte: e-commerce Brasil

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Google lança função de pedir delivery diretamente pela busca

O Google anunciou na quinta-feira (20) que permitirá fazer pedidos em diferentes plataformas de delivery diretamente pelo buscador ou pelo Google Maps.

Para isso, basta buscar pelo nome do restaurante desejado. O estabelecimento deverá estar cadastrado em um dos aplicativos de entrega parceiros – por enquanto, a função atende pedidos no Rappi, na Delivery Center e na Onyo.

Ao clicar no botão “Faça seu pedido”, o consumidor verá as opções de entrega e frete. A escolha dos pratos e o acompanhamento dos pedidos são feitos na própria interface.

Pagamento pelo app do Google
O pagamento é feito pelo Google Pay, eliminando a necessidade de cadastrar dados e cartão de crédito em cada plataforma de entrega.

Segundo a empresa, além da facilidade aos consumidores, a proposta é oferecer novos canais de descoberta para os restaurantes. A função já está disponível nos navegadores de celular e desktop e deve ganhar novos parceiros em breve.

Leia também: Internet durante a pandemia: 97% dos entrevistados a usam todos os dias, diz pesquisa

As informações são do Pequenas Empresas & Grandes Negócios

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O que é Call To Action e como usar no seu site

Call to Action (CTA) é uma estratégia muito usada pelas empresas entre as suas principais ações de Marketing Digital. Mas apesar de ser bastante comum, algumas pessoas ainda não sabem o que é ou para quê serve.

A maneira de consumir produtos e serviços sofre diversas mudanças, e hoje o consumidor tem acesso a muitas empresas para comprar o que precisa. Mas ele vai escolher aquela que conquistá-lo primeiro.

Para isso, as marcas lançam mão de diferentes estratégias para que possam atrair o público para si, capturar lead e levar esses potenciais clientes a realizar alguma ação que favoreça toda uma estratégia.

Só que, para isso, é preciso convencê-lo, e o CTA tem exatamente essa função. Só que para que ele funcione, é fundamental saber usá-lo adequadamente, pois isso não deve ser feito de qualquer forma.

Essa estratégia não só ajuda a empresa a conseguir uma ação desejada do lead, como também traz muitos benefícios para a marca.

Pensando nisso, neste artigo, vamos falar sobre o que é Call to Action, suas vantagens e como deve ser utilizado pelas empresas de diversos tamanhos e segmentos. Acompanhe!

O que é CTA?

CTA é uma sigla para Call to Action, que é uma chamada (visual ou textual), que faz com que o visitante de uma página realize uma ação.

É uma ferramenta importante para que a empresa consiga promover suas ofertas de Marketing Digital e gerar leads. Por isso é fundamental escolher o tipo certo de CTA.

Alguns dos mais usados são links que direcionam para um post relacionado. Ou seja, pode ser a oferta de material rico ou direcionar o leitor para uma landing page.

Independentemente de qual seja a escolha, é importante que o Call to Action leve o lead para a próxima etapa do funil de vendas.

Uma escola que ofereça curso transporte coletivo de passageiros, por exemplo, pode ter dúvidas sobre a postagem certa para um e-book tão bem produzido, ou então qual assunto o visitante quer ler, dentre outras questões.

Para isso, é necessário saber em que estágio do funil está o lead, conhecer bem a persona e seu nível de conhecimento sobre o assunto. A partir disso é possível escolher o formato ideal de Call to Action.

Vantagens do CTA

Nenhuma ação dentro do Marketing Digital é feita sem um propósito e sem pensar nos benefícios que ela pode trazer para uma empresa. E com o CTA não é diferente.

Essa estratégia não foi criada apenas para enfeitar uma landing page ou para que uma clínica de raio x cachorro tente a sorte. Seu objetivo é converter visitantes em leads, certo? A partir dessa conversão, a empresa tem acesso a vantagens como:

1 – Aumenta o número de potenciais clientes

Se o Call to Action faz a conversão de visitantes em leads, então a empresa passa a ter acesso a um número maior de potenciais clientes, ou seja, pessoas que realmente tenham interesse em adquirir o que ela vende.

São chamados de “potenciais clientes” porque eles demonstraram certo grau de interesse ao clicar no link do CTA. A partir disso, a marca tem um contato valioso que pode se transformar em cliente.

2 – Melhora a credibilidade da marca

Vamos supor que uma pessoa está navegando no site de uma clínica veterinária, a fim de obter informações sobre castração cadelas

Nós sabemos que os pets são muito importantes para cada pessoa, certo? Então antes de levar o animal a qualquer clínica, a pessoa quer confiar nela.

Quando esse visitante do site clica no CTA que orienta ele a fazer seu cadastro para receber um e-book sobre o assunto, ele terá acesso a um material rico que trará todas as informações que ele precisa.

A partir disso, ele começa a perceber que a clínica entende e domina o que faz, transformando-se em autoridade no assunto para aquele visitante.

Isso aumenta a confiança dele e, consequentemente, a credibilidade da clínica. O cliente vai se sentir seguro em levar seu animal até lá, seja para castrar ou para realizar qualquer tipo de procedimento.

3 – Melhora o funil de vendas

O funil de vendas é todo o processo de compra pelo qual o lead passa antes de realizar uma compra. O Call to Action é tão importante para o funil que cada etapa deve ser considerada antes de criar o botão de chamada para a ação.

Logo, ao criar um CTA apropriado para aquele lead que está no topo do funil, se informando um pouco mais sobre desengraxante industrial, por exemplo, a marca consegue levá-lo para a segunda etapa e aproximá-lo um pouco mais da venda.

4 – Melhora o fluxo de vendas

A mesma situação acontece para aqueles que já estão no fundo do funil, pois são leads qualificados prestes a comprar. 

Nesse momento, essas pessoas estão decidindo qual é a melhor opção de empresa para comprar aquilo que desejam.

Um CTA bem elaborado ajuda a convencer o cliente e influencia positivamente em sua decisão. Portanto, ele é fundamental para melhorar o fluxo de vendas.

Como usar o Call to Action para captar leads

Apesar do botão de Call to Action servir para diversas situações, como o fluxo de vendas e funil, nosso foco aqui é ensinar você a usá-lo para capturar leads e iniciar o processo de venda.

Para atrair o lead e levá-lo a realizar determinada ação, é necessário passar por algumas etapas da criação de CTA, tais como:

1 – Conhecer a persona da postagem

Para quem a postagem está sendo direcionado? Sim, a postagem, porque o botão de CTA precisa estar atrelado à uma publicação, quando o assunto é atrair o lead.

Por exemplo, a persona de um conteúdo sobre régua de tomadas para rack provavelmente é uma dona de casa ou é alguém que esteja fazendo algumas melhorias em uma residência.

Dessa forma, a empresa precisa criar conteúdos relacionados a esse produto e outros assuntos que sejam do interesse dessas pessoas. E para conhecer melhor a persona, é importante saber:

  • Seus interesses;
  • Suas necessidades;
  • Suas dúvidas;
  • Seus problemas.

2 – Escolher o objetivo do CTA

Se o Call to Action nada mais é do que uma sugestão para o usuário realizar uma ação desejada pela empresa, ele vai atender aos objetivos do negócio. 

Dentre as principais ações que atraem o potencial cliente estão:

Inscrever-se em uma newsletter

Quando o usuário se inscreve em uma newsletter sobre filtro de mangas, por exemplo, ele avança no funil de vendas, pois demonstrou interesse no produto.

Para estimular essa ação, a empresa pode colocar uma barra lateral em todas as páginas do site. Ou, ainda, pode ser feita uma sugestão no fim do texto.

Ofertar e-book

O e-book é um excelente formato de conteúdo que aprofunda um assunto e educa os potenciais clientes. Mesmo que seja só uma curiosidade, esse tipo de material mostra que determinada marca entende o que faz e oferece boas soluções.

Por ter qualidade e oferecer conhecimento, o e-book torna-se muito chamativo para os usuários, atraindo ainda mais leads para a marca.

Promover webinários

O webinário (ou webinar) é um seminário online em vídeo, que pode ser gravado ou ao vivo e que, em muitos casos, permite a interação da audiência via chat.

Por ser um excelente formato de conteúdo, é uma das melhores estratégias para atração e qualificação de leads.

Por exemplo, uma clínica pode fazer um webinar sobre proveta de vidro para esclarecer as principais dúvidas sobre este assunto para aquelas pessoas que estão pensando em procedimentos que envolvam o material.

Para divulgar o evento online, a empresa pode usar seu próprio site e também as redes sociais.

Cursos

Outro tipo de conteúdo que atrai pessoas e facilita na captura de leads são cursos gratuitos. 

Por exemplo, uma empresa de laudo spda pode oferecer um curso sobre o assunto para síndicos de condomínios e pessoas que estão construindo imóveis.

É importante considerar a possibilidade de oferecer esse curso com vídeos explicativos e não apenas materiais escritos. Isso aumenta a compreensão do público e, consequentemente, o seu interesse.

Conclusão

O Call to Action determina a ação que você quer que o seu cliente ou potencial cliente realize. Além disso, o CTA também é fundamental para as estratégias de captação de leads.

Para isso, é essencial oferecer conteúdos de qualidade que estimulem o visitante a realizar outras ações. Esses materiais criam uma relação de confiança com eles, que percebem que a empresa está interessada em solucionar seu problema.

Levar informação aos visitantes é a melhor maneira de demonstrar a qualidade e a capacidade que a marca tem de resolver seus problemas, atraindo-os e criando novas possibilidades de negócio.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

persona

A importância de identificar a persona do seu negócio

Se você deseja potencializar os resultados das ações de marketing da sua empresa, certamente já ouviu falar sobre a importância de identificar a persona do seu negócio.

É com um perfil bem delineado do público que as suas campanhas de publicidade conseguirão trazer resultados eficientes e reais para o seu estabelecimento. 

Esse elemento vale tanto para a publicidade de uma loja física quanto para de uma virtual, justamente porque, em geral, as pessoas que compram determinados produtos ou serviços podem apresentar características bastante semelhantes. 

Isso faz com que um estabelecimento que venda jaleco para esteticista, por exemplo, precise direcionar o foco das suas campanhas de marketing para profissionais da área de estética, saúde e beleza. 

Independentemente do segmento em que uma empresa atua, ela terá um público-alvo, de modo que é preciso pensar nas melhores estratégias para conquistar a atenção e a confiança dessas pessoas, para que elas se tornem clientes fiéis da marca. 

Mas é possível ser ainda mais assertivo nas campanhas de marketing de uma empresa, desenvolvendo a persona da sua marca e colhendo benefícios por isso.

Se você quer entender a importância de identificar esse perfil, além de compreender como fazer isso para alcançar os leads do seu negócio de maneira otimizada, siga na leitura deste artigo e amplie seus conhecimentos sobre o assunto. 

O que é persona e como criá-la?

A persona é a criação de um perfil fictício, ou seja, é a construção de um personagem que representará o cliente ideal da sua marca. 

Para desenvolvê-la, é importante que você considere as características principais dos seus consumidores reais, de modo a criar um perfil bastante semelhante ao dos potenciais clientes da empresa. 

Sendo assim, é interessante que você saiba mais sobre quem comprou um balcão caixa pequeno na sua loja e, a partir desses dados, você poderá desenvolver a sua persona, levando em consideração:

  • A idade;
  • O gênero;
  • A formação;
  • A profissão;
  • Os hobbies;
  • O estilo de vida;
  • O perfil de compra;
  • Entre outros.

Ao colher essas informações, certamente você perceberá um padrão, que influenciará na criação persona. Além disso, o personagem recebe até mesmo um nome, para que ele seja o mais real possível.

O que é preciso considerar para criar a persona?

Para a criação da persona do seu estabelecimento de motoboy delivery, você deve seguir passos simples, e que podem ser indispensáveis para alcançar o perfil ideal da sua empresa.

1. Faça pesquisas com os seus clientes

Depois de concluir uma venda, você pode enviar para os seus clientes uma breve pesquisa de satisfação, onde eles poderão oferecer subsídios suficientes para que você elabore o perfil fictício da sua marca.

Para não deixar o formulário muito longo, insira apenas as perguntas que fazem mais sentido para o desenvolvimento das suas campanhas, otimizando o seu trabalho e diminuindo o tempo necessário para o preenchimento de todas as respostas. 

Você pode optar por enviar essas perguntas por e-mail, ou mesmo criar enquetes nas redes sociais, tornando essa ação mais dinâmica. 

2. Reúna um número suficiente de pesquisas

Para ter a certeza de que os dados obtidos podem fornecer números consistentes, é importante realizar as pesquisas com, em média, 20 clientes que já compraram um pressostato para compressor na sua loja, por exemplo. 

Dessa forma, você terá uma análise mais precisa e que resultará na criação de uma persona.

3. Analise os dados com a sua equipe de marketing

A análise dos dados coletados é fundamental para definir o perfil ideal do cliente da sua marca. 

Para tanto, você deve levar esses resultados para o departamento responsável pelo marketing do seu negócio. 

Isso porque como as campanhas de publicidade da sua marca serão elaboradas pelo seu time de marketing, é fundamental que você reúna esses profissionais, garantindo que todos participem dessa ação.

Assim, a familiaridade com a persona, tendo como base as pessoas que já fizeram o curso transporte de passageiros oferecido pela sua autoescola é muito maior, o que ajudará os profissionais do seu time a considerarem cada elemento presente na persona.

4. Aposte em uma imagem gráfica

Se a persona da sua empresa tem até mesmo um nome, por que não investir na elaboração de uma imagem gráfica desse personagem?

Esse elemento pode ajudar na inspiração do seu time de marketing, já que ele projetará todas as informações coletadas em uma “pessoa”, criando maior intimidade com a persona, o que torna o trabalho ainda mais assertivo.

Ao seguir todas as etapas mencionadas neste tópico, você certamente conseguirá desenvolver o perfil fictício corretamente, o que influenciará nos resultados obtidos com os seus anúncios e a publicidade da empresa. 

Diferença entre persona e público-alvo

Certamente você já ouviu falar em público-alvo, que apesar de apresentar semelhanças com a persona, não se tratam exatamente do mesmo recurso. 

Isso porque o público-alvo é uma ferramenta mais abrangente de marketing, e é utilizada para identificar grupos de pessoas que podem recorrer aos serviços de troca de óleo câmbio automático, por exemplo.

Assim, as informações a respeito do público-alvo são mais genéricas. Um exemplo disso seria: homens, com faixa etária entre 20-35 anos, que possuem carro próprio e uma renda mensal média de R$ 3.000. 

No caso da persona, essas características são muito mais assertivas, e podem ser criadas de modo individualizado, tal como: 

“Maria, 30 anos, solteira, tem carro próprio e utiliza as redes sociais para encontrar promoções do serviço de troca de óleo. Possui o hábito de viajar aos finais de semana, e por isso, investe um valor mensal em manutenção veicular.”

Ao comparar as duas abordagens, é possível perceber que uma equipe de marketing trabalhará de maneira mais objetiva ao desenvolver a persona da empresa, pois terá maior afinidade com o personagem. 

Mas isso não significa que o público-alvo não seja uma ferramenta eficaz de marketing. 

Ela poderá ser utilizada em conjunto com a persona, em especial nas etapas iniciais de uma campanha de publicidade. 

Por que identificar a persona do seu negócio?

Independentemente do setor em que você atua, seja com educação infantil ou com reciclagem de papelão, identificar a persona do seu tipo de negócio é fundamental para conquistar resultados mais consistentes para a empresa.

Afinal, ela pode ser utilizada para as mais diversas frentes do seu estabelecimento, possibilitando uma série de ações positivas.

1. A persona ajuda na elaboração de conteúdos

Se você deseja trabalhar com a produção de conteúdos para fortalecer a sua marca ou mesmo para educar o seu público, conhecer a persona é um dos meios mais eficazes para elaborar materiais de qualidade. 

Isso porque quando os seus potenciais clientes forem buscar por um quadro de comando eletrico na internet, eles poderão ter acesso ao artigo postado no seu site, ou ao vídeo disponibilizado nas redes sociais da empresa. 

Além disso, conhecer a persona ajuda você a entender quais conteúdos são valorizados pelo seu público, de modo que o desenvolvimento de textos e outros formatos de materiais pode ajudar você a trazer mais consumidores para perto do estabelecimento. 

2. A persona ajuda você a encontrar o seu público

Definir a persona da sua empresa pode proporcionar uma série de vantagens, sendo que uma delas é saber onde encontrar os seus potenciais compradores, o que ajudará a entender onde você deve investir em publicidade. 

Assim, se o seu público é mais jovem, certamente ele estará mais concentrado no Instagram. 

Do mesmo modo, as pessoas na faixa etária entre 35-50 anos são a maioria no Facebook, segundo dados da plataforma.

Ou seja, ao conhecer o perfil de pessoas que compram no seu estabelecimento, você saberá em quais plataformas investir, conseguindo melhores resultados. 

3. A persona ajuda a definir a linguagem ideal

A maneira de conversar com o seu público dependerá de vários elementos, sendo a idade um deles. 

Isso quer dizer que, com adolescentes, o tom utilizado na comunicação poderá ser mais jovial, enquanto com pessoas mais velhas é importante ser formal. 

Nesse sentido, a persona também contribui para que você determine a linguagem apropriada para se relacionar com os seus clientes, garantindo que eles se identifiquem com a marca e gostem de acompanhá-la mais de perto. 

Considerações finais

Para que uma empresa consiga desenvolver o marketing do seu negócio de maneira mais assertiva e direcionada, ela precisará contar com os principais recursos de publicidade, sabendo aplicá-los no momento certo e com o objetivo adequado. 

Por isso, a persona se torna uma ferramenta indispensável para quem quer se comunicar com o seu público, ao mesmo tempo em que deseja colher resultados práticos com isso. 

Sendo assim, não deixe de identificar a persona do seu negócio, e desfrute de ações de marketing capazes de engajar os seus clientes e fazer com que eles se encantem com o seu estabelecimento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências:

https://resultadosdigitais.com.br/blog/persona-o-que-e/

https://pt.venngage.com/blog/persona-marketing/

Funil de vendas - o que é e como desenvolver para seu negócio

Funil de vendas: o que é e como desenvolver para seu negócio

O funil de vendas é um dos principais conceitos do Inbound Marketing, sendo usado para acompanhar a jornada de compra dos clientes e melhorar os resultados das empresas, seja para o aumento de vendas ou para a fidelização dos clientes

Embora não seja usado somente em ambientes online, o funil de vendas é amplamente empregado no marketing digital, garantindo a eficácia da estratégia.

No artigo de hoje, acompanhe o que é e como desenvolver o funil de vendas para o seu negócio, além de dicas valiosas para aplicar o conceito na sua empresa. Continue a leitura!

O que é o Funil de Vendas?

O funil de vendas, também conhecido como pipeline, é uma representação gráfica da jornada de compras do cliente, desde seu primeiro contato com a empresa, até a concretização da compra do produto ou serviço, ou até além dela.

Na prática, o funil de vendas envolve a primeira vez que uma pessoa vê uma persiana rolô double vision, por exemplo, seja por um blog post ou por um anúncio patrocinado em rede social, até o momento em que o usuário resolve comprar o artigo

Essas ações também envolvem os pós-venda realizados pela loja. É importante verificar que a compra não é um processo homogêneo, mas ocorre por etapas. 

Logo, durante toda a jornada, o cliente passa por vários momentos que revelam se ele está realmente próximo a concretizar o negócio.

Assim, temos o momento em que ele ouve falar pela primeira vez do produto ou serviço, posteriormente faz a pesquisa sobre o assunto e, somente após uma reflexão, decide por realizar a compra e recomendá-lo para outra pessoa, quando a experiência é positiva.

Por esse motivo, para determinar qual é a maturidade do cliente em relação à compra, o funil de vendas é dividido em algumas etapas, que ajudam a elaborar uma estratégia de captação de clientes mais assertiva.

Afinal de contas, uma pessoa que acabou de conhecer o amortecedor de carro de uma determinada empresa tem outra percepção quando comparada a um usuário que já conhece o produto.

As etapas do funil de vendas são:

  • Topo do funil: aprendizado e descoberta;
  • Meio do funil: consideração;
  • Fundo do funil: concretização da compra;
  • Pós-venda: fidelização do cliente.

Nesse sentido, fica mais fácil pensar em ações de marketing, direcionadas e assertivas, capazes de influenciar a tomada de decisão dos consumidores.

Quais são as etapas do funil de vendas?

Como vimos, o funil de vendas é dividido, basicamente, em quatro etapas principais. 

Em cada uma delas, é necessário orientar a estratégia de marketing, conforme o nível de maturidade do cliente.

A seguir, conheça algumas especificações e iniciativas de marketing para cada estágio do funil de vendas.

1 – Topo do funil

O topo do funil, ou ToFu, é o momento da consciência, pois até então o usuário não conhecia o produto/serviço, bem como era indiferente à sua própria necessidade.

Por exemplo, alguém que está procurando informações sobre sintomas que envolvem animais de estimação pode se deparar com o serviço de um veterinário oftalmologista, algo desconhecido anteriormente pelo usuário.

Em resumo, o internauta não buscava pela atividade, devido ao próprio desconhecimento da demanda. 

Mas ao ter o primeiro contato com o empreendimento, no exemplo o veterinário, acaba compreendendo que existe essa necessidade e, por isso, acaba procurando mais informações sobre o serviço.

Diante disso, o topo do funil é o melhor momento para se colocar como especialista no tema. Isso irá ajudar a moldar a percepção do visitante com conteúdos valiosos e de qualidade e respeito do seu negócio.

Aqui, a empresa geralmente lida com usuários que chegaram até o site de alguma forma, mas que não possuem nenhuma informação concreta sobre o produto ou serviço.

Ou seja, a pessoa pode ter visto um anúncio sobre disco de desbaste diamantado e, assim, ter sido redirecionada a uma página web. Porém, o visitante ainda precisa de mais conteúdos sobre o produto. 

Portanto, é o momento de oferecer materiais ricos, na tentativa de converter os usuários em leads (potenciais clientes).

Algumas ações de marketing interessantes para o topo de funil são:

  • Criação de blog posts;
  • Criação de landing pages;
  • Elaboração de postagens em redes sociais;
  • Produção de vídeos e ativos de marketing.

Importante ressaltar que o marketing de conteúdo é o grande aliado do funil de vendas. 

Afinal, o consumidor da internet não quer apenas se deparar com uma propaganda sensacionalista, mas sim verificar um material de qualidade, com informações pertinentes.

Sendo assim, vale muito mais a pena produzir um folder 2 dobras com conteúdo valioso, do que uma propaganda apelativa e comercial.

2 – Meio do funil

O meio do funil (MoFu) define a passagem da primeira para a segunda etapa, a partir do momento em que o visitante tem reconhecimento do problema.

Quer dizer que o usuário já leu o suficiente sobre o assunto e verificou que tem uma demanda, sendo assim, ele está em busca de maneiras para solucionar o contratempo.

Nesta etapa, estamos lidando com os leads, isto é, pessoas que já interagiram com o conteúdo da empresa, forneceram informações básicas de contato (como e-mail ou telefone), em busca de um aprofundamento maior a respeito do produto ou serviço.

Nesse sentido, o lead já sabe que está procurando uma escola período integral, por exemplo, mas ele ainda precisa de mais informações para tomar a decisão correta.

Sendo assim, é importante que a empresa seja honesta e transparente, deixando claro que o objetivo é ajudar o consumidor, não vender algo diretamente. Isso ajuda a estabelecer uma relação de confiança, aproximando o usuário da compra.

Aqui, o ideal é trabalhar com materiais ainda mais ricos, como e-books, webinars, newsletters e diálogo periódico com clientes (através de e-mails, troca de mensagens, entre outros meios).

3 – Fundo do funil

O fundo do funil (BoFu) é a etapa da compra propriamente dita. Neste momento, estamos lidando com os MQLs (Marketing Qualified Leads), que são os leads que já conhecem o produto ou serviço, e estão prontos para fazer contato com vendedores.

Ou seja, as pessoas que estão no fundo do funil perceberam que precisam de ajuda para resolver um problema – e isso significa fechar negócio com a sua empresa. 

Porém, elas precisam ter certeza de que estão fazendo a coisa certa e, por esse motivo, buscam não só pelo seu negócio, mas também pela concorrência.

Assim, no serviço de adição de categoria a, por exemplo, o fundo de funil é o estágio certo para mostrar o quanto a sua autoescola é referência no mercado e o porquê ela é a melhor escolha para o seu cliente.

Por esse motivo, vale a pena continuar com a criação de materiais relevantes, mas com foco nos diferenciais do produto ou serviço, além de citar as principais vantagens da empresa em relação à concorrência.

Também é importante que os vendedores tenham em mãos todos os dados do cliente e saibam orientar sua abordagem de modo direcionado, já que ninguém quer receber informações duplicadas ou conteúdos incorretos.

Por isso, vale a pena investir em ferramentas de automação de marketing, capazes de armazenar e compartilhar dados em tempo real, tornando a comunicação mais efetiva.

4 – Pós-venda

Apesar de nem todas as empresas incluírem o pós-venda como etapa do funil, percebe-se que a fidelização dos consumidores é muito maior quando a estratégia é adotada. 

Afinal de contas, é preciso fazer com que as pessoas se lembrem da sua empresa e, como consequência dessa iniciativa, busquem realizar novas compras e indicar o seu negócio para outras pessoas.

Por exemplo, após a aquisição de uma balança digital 300kg, o empreendimento pode enviar um e-mail ao cliente, pedindo um feedback sobre a mercadoria. Assim, é possível saber o que o consumidor gosta no produto e o que é preciso melhorar.

As estratégias de pós-venda incluem o envio de newsletters, além de outras mensagens, com ofertas, cupons de desconto e até programas de fidelidade.

Conclusão

O funil de vendas é uma representação da jornada de compras do cliente, que tem ajudado a moldar estratégias de marketing direcionadas, como forma de auxiliar na tomada de decisão dos consumidores, bem como aproximá-los do fechamento do negócio.

É fundamental ter em mente que todas as iniciativas precisam contemplar os interesses e preferências de cada usuário, já que o processo de compra não é homogêneo, mas sim, é influenciado por inúmeros fatores.

Assim, com a aplicação do funil de vendas, de modo prático e estratégico, é possível melhorar os resultados de venda, aumentando a conversão de leads, educando o público a respeito dos produtos e serviços e melhorando sua lucratividade e rentabilidade.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/funil-de-vendas/