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Instagram Shopping: tudo o que você precisa saber para vender nessa plataforma

O Instagram Shopping é uma ferramenta para vendas diretas dentro do aplicativo. Seus produtos podem ser colocados diretamente na plataforma do Instagram e comprados por lá, ou então encaminhados para seu próprio site onde a venda pode ser finalizada. 

As compras diretas no aplicativo agilizam e muito o processo de seus clientes, além de servirem como uma vitrine virtual de seu empreendimento.

O Instagram é uma rede social de estilo de vida que utiliza fotos e vídeos como veículo de interação entre os usuários. É uma das mais bem-sucedidas redes sociais do mundo desde seu primeiro ano de atividade, tendo sido criada em 2010.

O sucesso do instagram é refletido no Brasil, onde é possivelmente a mais acessada das redes sociais. A participação dos brasileiros no serviço é superior a outras médias mundiais, ocupando um lugar de destaque entre as estatísticas do aplicativo.

Uma empresa de banner informativo tem a possibilidade de explorar a ferramenta para fazer seu objeto de vendas chegar a clientes que buscam a solução, mas que teriam muita dificuldade de encontrar seu negócio por meios arcaicos.

Pensando nisso, a rede social se tornou uma poderosa ferramenta negocial. O Instagram Shopping apresenta algumas vantagens imediatas, como:

  • Aprimora a experiência de compra;
  • Torna-se uma vitrine virtual;
  • Facilita as operações de compra e venda;
  • Maior interação com o público.

O Instagram possui algumas ferramentas integradas que podem ser muito úteis para a análise de seu comércio, buscando um maior engajamento com o público da rede social e ampliando assim suas oportunidades de negócios.

O lojista tem a facilidade de incluir produtos como faria com uma publicação normal, adicionando fotos e vídeos demonstrativos.

A grande diferença está na possibilidade de marcar cada produto, permitindo uma visualização com mais detalhes como preço, descrição e um encaminhamento para mais detalhes sobre o item.

Esta marcação é similar a utilizada no aplicativo para registrar pessoas que aparecem nas fotos. Com essa opção, um balão com o link para o perfil marcado aparece imediatamente na foto, permitindo que você consiga ir ao perfil da pessoa em questão.

No caso das marcações de produtos, o balão aparecerá com o nome e o preço estipulado, além de ser um link que levará o possível consumidor diretamente para a página de descrição do produto. É possível também ser encaminhado para a compra do item.

Ao vender toy art em papel, você pode explorar os recursos artísticos do produto através de publicações, ao mesmo tempo que direciona aqueles interessados em obter as peças para o endereço de venda.

Como explorar melhor o recurso do Instagram Shopping?

Todo recurso novo precisa de uma certa adaptação para começar a funcionar adequadamente para seu empreendimento, mas esta ferramenta é de fácil identificação e pode auxiliar as vendas com uma velocidade impressionante.

Para isso, basta lembrar de algumas opções que o aplicativo já utilizava em suas contas pessoais, otimizando a forma como as publicações são feitas, para dessa forma alcançar o objetivo esperado.

1.       Uso de Hashtags

As hashtags são ferramentas essenciais para o Instagram. Com elas é possível atrair novas pessoas para as publicações, espalhar as informações e se colocar nas páginas de busca do aplicativo. 

Entretanto, o uso das hashtags deve ser utilizado com sabedoria para não gerar um impacto negativo no perfil e nas vendas.  

Usar uma hashtag que não esteja relacionada com o assunto que você está abordando na publicação pode acabar afastando clientes em potencial, uma vez que as pessoas que buscam uma hashtag específica querem encontrar conteúdo relacionado.

Se você trabalha com venda de anel de ouro feminino delicado, é importante compreender que tipo de hashtag atrairá o público que você pretende alcançar com a publicação. Gerar tráfego é bom, mas direcioná-lo é a garantia de mais negócios fechados.

O ideal é identificar as hashtags adequadas a seus produtos e iniciar seu uso consciente para atrair uma quantidade melhor de público, bem como concentrar potenciais clientes que já tem interesse no tópico que seu produto está.

2.       Faça promoções

A vantagem do Instagram é o poder de interação que os usuários podem ter com as empresas.

Pensando nisso, é importante identificar o tipo de promoção que você fará com seu produto, buscando uma maior aceitação entre os clientes.

Muitas publicações podem acabar afastando o público, por serem repetitivas ou pouco atraentes. Compreender as necessidades da rede é uma tarefa essencial para sua estratégia de marketing.

Procure criar conteúdo relevante. Uma publicação que faça as pessoas entenderem por que elas devem consumir seu produto é muito mais assertiva do que uma publicação descrevendo simplesmente sua funcionalidade.

Uma empresa de empresa de demolição de casas pode trabalhar seu público com conteúdos relevantes ao serviço, além de mostrar o dia a dia dos trabalhos, a equipe e quais elementos são ideais para se conhecer nessa linha de trabalho.

Mostre seu processo de criação. Fotos e vídeos de bastidores podem ser um diferencial para atrair as pessoas, que conseguirão se identificar mais com sua marca. Por fim, é importante que sua promoção tenha consistência, mas sem exageros.

É importante criar uma rotina de publicação, uma vez que a existência na rede depende de publicações constantes. Entretanto, o excesso pode soar desesperado, e assim acabar afastando o público de sua rede.

3.       Integração

O Instagram pode servir como um comunicador com suas outras redes sociais e sites. Da mesma forma, é importante levar seu público de outras mídias até a rede social, para que eles possam ter acesso a seu mostruário e possam utilizar a ferramenta para efetuar as compras.

Gerenciar seu perfil no Instagram Shopping não envolve somente colocar os produtos, valores e informações básicas sobre eles. É uma estratégia de negociação, e como tal, depende da relação entre o vendedor e os consumidores.

O site de sua farmácia pode ser completo, mas no instagram você pode ofertar remédio homeopático para ácido úrico, encontrando diretamente pessoas que se interessem por esse tipo de produto.

Deste ponto, você pode encaminhá-lo para outros serviços oferecidos pela empresa. Esse tipo de recurso só funciona quando você compreende as necessidades do aplicativo, tornando-o parte de sua rotina empresarial.

Dessa forma, o público compreenderá sua responsabilidade acerca dos relacionamentos, criando um perfil de confiança para aqueles interessados em adquirir seus produtos.

4.       Simplificação do processo de compra

Um dos grandes problemas das compras online ainda é o excesso de burocracias envolvidas. O Instagram Shopping oferece uma alternativa a isso, permitindo que o cliente consiga chegar ao momento de efetuar a compra com um simples clique.

Isso torna a ferramenta uma das maiores aliadas do mercado de consumo atual.

Pessoas gostam de elementos de simplificação em suas vidas, e conseguir efetuar uma compra sem passar pela dor de cabeça de um utilitário mais ultrapassado pode ser o diferencial de negócios que você pode apresentar.

Isso não só auxilia a transação em si, mas também ajuda como estratégia de marketing, uma vez que um cliente satisfeito com a agilidade da compra certamente irá falar sobre sua empresa com outras pessoas, gerando de forma espontânea mais procura e ampliação de seu negócio.

Se uma corporação busca crachá com chip e encontra sua empresa no Instagram Shopping, ela evita uma série de etapas para conseguir compreender como entrar em contato e iniciar um relacionamento de compra e venda.

Apesar de parecer trabalhoso, a plataforma é simples e intuitiva, permitindo que em alguns instantes explorando seus recursos você consiga utilizar de forma satisfatória o Instagram Shopping.

Como referência de solução estratégica, o aplicativo se torna fundamental para o desenvolvimento de uma empresa no âmbito digital, ampliando o acesso de milhares de pessoas a seus produtos de forma natural e organizada.

Hoje em dia muitas pessoas buscam primeiro na internet quando precisam de algum serviço prestado. Estar com sua empresa de serviço de motofrete conectada é a chave para ser encontrada e conquistar uma gama maior de clientes.

O que eu preciso para usar o Instagram Shopping?

Você tem que adequar seu perfil para poder usar esta ferramenta, compreendendo alguns requisitos que são necessários para atestar a idoneidade do empreendimento e mantendo o padrão de confiança do aplicativo.

Um dos elementos principais é ter a conta empresarial do Instagram. Este elemento é fundamental para acessar não só o shopping, mas todas as ferramentas de análise e de auxílio para o perfil.

Você também precisa ter um site oficial, como prova de existência de sua empresa. No mundo digital, o site toma a forma de um endereço físico, uma vez que será onde os clientes poderão te procurar com dúvidas, elogios ou reclamações.

Mesmo que você trabalhe com serviços presenciais, como uma clínica de acupuntura, é importante identificar a necessidade de se manter relevante nos dias de hoje, tendo o site como cartão postal de sua empresa.

Apesar de o serviço não estar disponível em todos os países, ele já pode ser utilizado no Brasil, sendo uma excelente ferramenta de negócio para expandir seu mercado e conquistar mais clientes.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Marketing digital para academias: saiba como aumentar seus clientes

Há alguns anos, houve uma mudança no olhar do brasileiro em relação ao mundo fitness. Com o nítido aumento do público, os empresários do ramo estão sendo obrigados a entender algumas estratégias de Marketing Digital para academias.

Não apenas nessa área, o setor da comunicação ganhou ainda mais força nos últimos anos. É através do Marketing Digital que a marca se potencializa e passa a ser mais visível para um público maior.

Muitas academias importantes surgiram na última década, assim como apareceram diversas personalidades da área, como fisiculturistas, atletas ou até mesmo as celebridades, que preferiram trocar de segmento.

O YouTube, por exemplo, apresenta uma carteira variada de opções sobre o tema. Os influenciadores fitness ganharam uma legião de fãs, sendo que alguns desses ganharam espaço em outros meios, como na televisão.

A necessidade de buscar o corpo perfeito, semelhante às grandes figuras da área, ou simplesmente pela necessidade de melhorar a saúde, tornou os ginásios, academias e boxes de crossfit populares em todo o Brasil.

Grande parte do movimento é uma consequência do aumento da exposição dos usuários em redes sociais, sejam nas mais comuns ou de relacionamento. Muitos se sentem inseguros ou insatisfeitos com corpo e buscam auxílio nos exercícios físicos.

Quem também ganhou mais clientes foram os nutricionistas, endocrinologistas, personal trainers, entre outros profissionais do ramo. 

Mesmo com esse aumento de exposição, muitas academias ainda não investem no Marketing Digital, optando pela tradicional publicidade boca a boca.

Como consequência dessa atitude passiva, o número de frequentadores não aumenta em todo seu potencial. Isso sem contar que muitos usuários não mantém a regularidade durante todo o ano.

Entender a sazonalidade é uma grande tarefa para esses empreendimentos. Geralmente, são nos meses mais quentes do ano que as matrículas aumentam, assim como há um decréscimo no período frio.

Pensando nisso, se você quer entender como o Marketing Digital pode ajudar a impulsionar sua academia, siga na leitura deste artigo.

Academias no Brasil e no mundo

De acordo com relatório da IHRSA Global Report, divulgado no ano passado, o Brasil possui 34.509 academias, sendo a segunda maior nação do planeta no segmento, atrás apenas dos Estados Unidos. 

O setor trouxe lucros interessantes ao país, com o faturamento de U$ 2 bilhões, atrás apenas do próprio EUA e Canadá, considerando apenas as nações das Américas, sendo que os estadunidenses tiveram faturamento de U$ 32 bilhões. 

Restringindo os dados apenas aos latinos, o Brasil ocupa a primeira colocação do ranking.

No entanto, é curioso que o país difere significativamente dos Estados Unidos no número de clientes nas academias. Enquanto eles possuem 62,4 milhões de usuários, o Brasil tem pouco mais de 9 milhões de frequentadores. 

Isso significa que 18% dos norte-americanos utilizam os ginásios do seu país, enquanto apenas 4% dos brasileiros frequentam as academias.

O grande diferencial é que as academias de lá apresentam ideias inovadoras, misturando diferentes tipos de exercícios e estimulando o participante a se manter regularmente, sem mencionar os custos do local, que são relativamente mais baratos.

Algumas redes de academias do Brasil estão tentando fugir dos treinos convencionais de esteira, bicicleta ergométrica e levantamento de peso. Não é difícil localizar ginásios que ofereçam aula de fitdance para iniciantes, por exemplo.

Como atrair e fidelizar clientes 

Não basta pensar apenas nos 4% de brasileiros que praticam exercícios físicos. É necessário pensar em formas de atrair os outros 96%. 

Há vários universos a serem descobertos por essas companhias e, claro, também é essencial trazer estratégias de como manter a clientela fidelizada. Confira, a seguir, algumas dicas de como fazer isso do jeito certo.

1 – Faça um bom planejamento 

Pensar em Marketing Digital para academias é, principalmente, experimentar novas estratégias para divulgação e expansão da marca. Montar um planejamento apropriado é a primeira missão.

Um planejamento é muito mais elaborado e deve ser realizado com cautela. É justamente nessa parte que muitos perdem dinheiro e a vontade de investir em Marketing Digital. 

Alguns pontos podem ser levados em conta na criação do plano:

  • Definir o objetivo;
  • Escolher os canais de ação;
  • Definir o plano de ação;
  • Cronograma/prazo;
  • Orçamento;
  • Análise do desempenho.

Muitos pensam que aplicar dinheiro para turbinar postagens no Instagram ou Facebook é o suficiente para atrair o público. Ou até, para os mais antigos, espalhar flyers academia em pontos da cidade ou região de atuação.

É bem verdade que esses instrumentos ainda são utilizados, mas eles sozinhos não farão com que o negócio alavanque, até porque não há um segredo específico que faça com que determinado estabelecimento ganhe público de uma hora para outra.

2 – Aproxime o público da sua academia

Um dos grandes desafios de todas as empresas é dialogar com seu público, isto é, promover a aproximação da relação entre o cliente e vendedor. Esse conceito é importante para entender os principais anseios e, assim, fidelizar e atrair novos frequentadores.

Tal diálogo pode ser realizado de diferentes maneiras, como com a criação de um blog, que abrirá a possibilidade de criar conteúdos chamativos aos clientes, educar o mercado e auxiliá-los.

Por exemplo, um artigo sobre plano alimentar individualizado teria o objetivo de explicar sobre a atividade e assim atrair mais pessoas.

Estes podem ser, inclusive, alunos já matriculados que nunca tiveram informações para realizá-lo, ou um público externo, que tornaria a academia mais frequentada.

3 – Mantenha seu perfil nas redes sociais ativo

Dar atenção às redes sociais também é um ótimo caminho nesse processo. Colocar alguma figura, não necessariamente famosa, mas que tenha afinidade com o público é primordial. Essa deve mostrar o cotidiano da academia, atividades, diferenciais, entre outros.

Em determinados dias da semana, por exemplo, o local pode oferecer atividades diferentes. Tudo deve ser registrado nas redes sociais, como a realização de um dia de academia para crianças.

4 – Seja inovador

Como mencionado anteriormente, uma das grandes diferenças das academias dos Estados Unidos são as atividades inovadoras, que fogem daquele normal de ficar 40 minutos caminhando de frente para um espelho.

O empreendedor deve pensar em novas ideias, que busque um público diferente, até porque uma parte dos brasileiros não frequentam os ginásios durante o ano inteiro. 

No caso dos idosos, por exemplo, não há muitas atividades planejadas exclusivamente à terceira idade.

Evidentemente que para os mais velhos não é aconselhável treinos intensos e longos. Uma boa alternativa seria o oferecimento de aula de jazz dance iniciante, sem mencionar que a atividade poderia ser praticada por alunos de todas as idades.

Além disso, a academia pode pensar em utilizar todos os espaços disponíveis em sua sede. 

Isso porque, muitas vezes, alguns setores ficam vazios pela baixa quantidade de alunos matriculados, ou restrito para atividades esporádicas.

Uma outra opção interessante é a utilização desses espaços ociosos como estúdio para ensaio, por exemplo. As próprias aulas de dança para idosos poderiam ser levadas a esses locais.

5 – Entenda os mecanismos de busca

Um dos principais temas abordados pelo Marketing Digital é o posicionamento nos mecanismos de busca da internet, principalmente do Google, o mais utilizado no planeta.

A boa colocação do seu site, quando houver, fará crescer a visibilidade da marca e, consequentemente, atrairá novos clientes, aliado com as estratégias inovadoras de marketing digital.

Há uma grande chance desse mecanismo trazer mais resultados do que um simples banner para academia, embora um não anule a eficiência do outro.

Além de haver a necessidade de registrar a academia no Google Meu Negócio, que incluirá o estabelecimento no Google Maps, facilitando a pesquisa por parte de outros clientes.

Nesta ferramenta, também ficarão as avaliações e recomendações de clientes, por isso, é necessário ficar atento a todas essas movimentações.

Conclusão

Um empresário ou gerente de academia deve pensar em novas maneiras para atrair públicos diferentes. São poucas pessoas que são assíduas em ginásios no Brasil, e não há a necessidade de concorrer por elas.

A verdadeira necessidade é de expandir os horizontes e buscar a melhor estratégia para alavancar o número de matriculados. 

Não é como fazer publicidade com impressão de calendário de mesa, uma vez que a internet é um universo mais complexo.

O preço é um detalhe que poderia ser melhor revisado por essas marcas. Oferecer mais vantagens aos alunos é o melhor caminho, seja com descontos, brindes ou reduções, conforme a fidelização desse cliente.

Algumas academias importantes conseguiram destaque no país com a criação de ideias diferentes, como a possibilidade de frequentar qualquer unidade da marca de acordo com seu plano, por exemplo.

É nisso que os outros empresários devem pensar, afinal, é e sempre será bem difícil encontrar alunos que gostem de praticar exercícios repetitivos em frente em uma tarde de inverno. O cliente deve ter um bom motivo para sair de casa.  

A academia e seus respectivos responsáveis devem ter paciência ao seguir todos os passos do planejamento. 

Não pular etapas ou desistir do processo, evidentemente, pois o Marketing Digital pode gerar grandes resultados para seu empreendimento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Long Tail e Head Tail: saiba os diferentes tipos de palavras-chave

Palavras-chave Long Tail e Head Tail estão presentes nas estratégias de marketing digital de empresas no mundo todo. São compostas por uma ou mais palavras e dizem respeito aos termos que as pessoas mais usam para fazer pesquisas.

Esses tipos de palavras-chave são usadas em buscadores como o Google, sendo fundamental entender bem sobre elas para saber aplicá-las. 

É especialmente importante abordar sobre as long e head tails quando começamos a elaborar um planejamento de estratégias em SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca).

Não dá para fazer SEO sem as palavras-chave e sem saber usá-las, uma vez que são elas que vão otimizar um texto e fazer com que ele seja encontrado mais facilmente pelos usuários, quando estes realizarem uma pesquisa.

De maneira resumida, trata-se, nada mais nada menos, do que a maneira que o usuário escreve sua dúvida no Google.

É dessa forma que o buscador pretende esclarecer suas dúvidas para você obter as respostas que deseja. No entanto, esses termos também norteiam as ações no momento de criar posts, blogs e sites.

Por isso, neste artigo, vamos explicar a importância das palavra-chaves, como elas influenciam as estratégias de SEO, além de abordar sobre os seus dois principais tipos: long tail e head tail. Acompanhe a leitura!

Importância da escolha da palavra-chave

O marketing digital já predomina os esforços das empresas para divulgar sua marca, produtos e serviços na internet, uma vez que o ambiente online faz parte do dia a dia das pessoas em muitos momentos.

Se a maioria dos indivíduos estão conectados, logo os clientes de qualquer negócio estarão lá, como uma joalheria que venda anel de compromisso folheado a ouro.

É preciso que as empresas também marquem essa presença online, mas somente “estar” não é o suficiente; é preciso usar algumas estratégias e técnicas bem elaboradas.

Devemos pensar como usuários da internet para tomar algumas decisões. Por exemplo, quando queremos esclarecer uma dúvida, qual o primeiro lugar que pensamos em pesquisar? Certamente, no Google.

Pode até ser que você tenha outras fontes, mas o Google é a porta de entrada para a pesquisa de diversos assuntos na internet, até mesmo no acesso pelos computadores convencionais.

O Google recebe cerca de 100 bilhões de pesquisas por mês, o que significa que muitas pessoas estão pesquisando sobre variados temas mensalmente. É essencial que as empresas estejam entre os resultados que os usuários vão obter a cada pesquisa.

A razão é óbvia, e podemos usar como exemplo uma empresa de segurança bancária que aparecer entre os resultados de pesquisa de um usuário. Com isso, ela tem muito mais chances de atraí-lo e conquistá-lo como cliente.

É aqui que mora a importância de escolher bem a palavra-chave que será usada em uma estratégia, afinal, é por meio dela que o cliente ou potencial cliente (lead) vai ou não encontrar o seu negócio nos resultados.

No entanto, existem milhares de concorrentes lutando por uma boa posição do Google, por isso é necessário saber quais os termos ideais a serem usados em seus conteúdos. Isso significa que mais do que escolher, é importante pesquisar com calma as palavras-chave.

Essa ação envolve um estudo bem detalhado, conhecimento de público e outras ações importantes, principalmente porque esses termos influenciam diretamente nas estratégias de SEO.

Seu objetivo é otimizar o site e colocar a página em uma boa posição no ranking de resultados. Logo, se uma pessoa pesquisou sobre empresa de escavação, as empresas que fizeram boas escolhas de palavras-chave tendem a aparecer nas primeiras posições.

Nem sempre é uma tarefa fácil, uma vez que muitos acreditam que os termos usados devem ser aqueles que as pessoas mais pesquisam, mas é necessário pensar que a maioria das empresas também podem estar usando as mesmas opções de palavras.

O ideal é escolher as palavras-chave que melhor se encaixam no conteúdo e que realmente descrevam o que tem nele.

Tipos de palavras-chave

Existem dois tipos muito usados de palavra-chave, como mencionamos no início deste conteúdo. Vamos explicar um pouco sobre cada um desses modelos a seguir.

Long tail

O primeiro tipo de palavras-chave é o que chamamos de long tail. Ela ajuda a melhorar as ações em marketing de conteúdo, aumentando o tráfego e atraindo visitantes qualificados.

Trata-se de um termo mais pontual, que atende a uma demanda específica do usuário. Traduzindo para o português, seu nome quer dizer “cauda longa”, e possui quatro ou mais termos em sua estrutura.

Portanto, é destinada a uma pesquisa mais específica. Um exemplo disso é uma pessoa que pesquise algo como “creme rejuvenescedor e clareador em Campinas”. Note que ela procura um creme exclusivo em uma cidade específica.

No entanto, se essa mesma pessoa digitar “creme” no Google, ela ter diversos resultados diferentes como resposta. Em outras palavras, as palavras-chave long tail fornecem resultados mais direcionados.

Usar esse tipo de termo é muito importante para as empresas, pois ele traz vantagens como:

  • Facilitar conversão;
  • Melhor custo-benefício;
  • Clientes mais qualificados;
  • Baixas taxas de rejeição;
  • Aumento do tráfego.

As palavras de cauda longa devem ser usadas frequentemente, pois quanto mais a empresa é específica em seus conteúdos, mais fácil ela aparecerá nos resultados do Google.

É importante ser bastante direcionado, por exemplo: uma farmácia de manipulação pode escolher o termo “shampoo manipulado para oleosidade” em seus conteúdos, pois trata-se de um assunto pontual, que apenas pessoas específicas irão pesquisar.

Para usar uma long tail do jeito certo, também é importante escolher com cuidado o assunto que será abordado. Muitos temas podem tratar um assunto com uma palavra-chave de cauda longa, por isso, o segredo é produzir vários, mas bem direcionados.

Esse tipo de termo também pode ser aplicado em qualquer etapa do funil, mas é preciso ter habilidade em seu uso, além de planejar bem o conteúdo.

Head tail

Além das long tail, também existem as head tail, que dizem respeito a termos mais gerais de busca. Trata-se de uma única palavra que tem como intuito responder a uma pergunta.

Por exemplo, uma clínica para tratamentos na coluna pode usar a palavra “shiatsu nas costas” como tema central de seu blog, caso esta seja sua especialidade.

São termos menores e com alto volume de busca, o que significa que há muitas pessoas pesquisando ao mesmo tempo, o que exige um planejamento estratégico para usá-los.

Essas palavras também são importantes para as estratégias, uma vez que elas conseguem impactar um número maior de usuários. As head tail também complementam as ações com as palavras de cauda longa, por isso, recomenda-se seu uso junto à elas.

Como resultado, as head tails atraem pessoas que tenham um perfil compatível com os produtos ou serviços oferecidos pela marca.

Essas palavras-chave devem ser usadas também porque nem sempre o tema específico do conteúdo será pesquisado.

Por exemplo, se uma gráfica criou um conteúdo sobre “quando solicitar uma impressão digital em cores em papel transparente”, poucas pessoas usarão o termo, mas muitas podem pesquisar somente “impressão digital colorida”.

Esse exemplo de head tail vai fazer com que mais pessoas cheguem até aquele conteúdo que usa uma long tail como tema central de seu conteúdo. Ou seja, uma complementa a outra.

Nem sempre as pautas de atração são o foco dos materiais feitos pelas marcas. No caso do funil de vendas, por exemplo, é importante produzir conteúdos de decisão e consideração.

O tema central não é algo muito procurado, pois o consumidor sabe que tem um problema, mas não sabe qual solução aplicar.

Vamos pensar, por exemplo, em uma mulher que está em sua primeira gravidez. É natural que ela busque informações sobre tudo o que diz respeito a sua nova condição, o que inclui roupas.

Uma confecção terá conteúdos mais específicos, como calça jeans com elástico na cintura, um tipo de vestimenta ideal para as gestantes. Mas não é usando esse termo que ela vai fisgar a grávida.

Isso porque a mulher ainda não sabe que sentirá falta de usar um jeans quando a barriga estiver maior. Portanto, ela vai pesquisar termos como “roupas para gestantes”; “calça jeans grávida”, entre outros.

Portanto, se a confecção em questão quiser atrair esse público mais inexperiente, terá que usar termos mais gerais, como as head tail.

Outro exemplo disso é uma pessoa que acabou de adotar um filhote e precisa dar a primeira vacina no animal. Dificilmente ela procurará informações como “veterinário vacina importada primeira dose”, mas sim algo mais abrange como “clínica veterinária 24hrs”.

Conclusão

As palavras-chave são determinantes para fazer com que as páginas de um blog ou site apareçam entre os primeiros resultados de uma pesquisa. Só que é preciso saber usá-las e conhecer os seus diferentes tipos.

Neste artigo, você aprendeu sobre as palavras de cauda longa e as head tails, bem como quando cada uma deve ser usada. Assim, fica mais fácil criar conteúdos que estejam de acordo com as pesquisas do público-alvo e os mecanismos do Google.

Desse modo, os clientes e potenciais clientes tomam conhecimento dos produtos, serviços e soluções que a marca tem a oferecer, independentemente do nível de conhecimento do consumidor e da especificação do termo usado pela marca.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Growth Hacking: saiba o que é e como aplicá-lo

Quem trabalha com gerenciamento de empresas já deve ter ouvido falar no Growth Hacking

O termo é usado para referir-se a uma estratégia que visa o crescimento dos negócios como um todo e, recentemente, vem sendo muito usado para as ações de marketing.

O artigo de hoje vai tratar mais sobre o que é o Growth Hacking e como aplicá-lo no seu negócio. Continue lendo!

O que é o Growth Hacking?

O termo Growth Hacking foi usado pela primeira vez por Sean Ellis, CEO da Growth Hackers, para tratar de uma estratégia de marketing voltada a experimentos. 

Ou seja, a intenção é encontrar oportunidades e desenvolver ações em prol do crescimento da empresa.

Por exemplo, ao propor a elaboração de um calendário com espaço para escrever como produto publicitário, a estratégia de Growth Hacking deve avaliar o impacto da iniciativa e como ela pode ajudar na ampliação das vendas.

No entanto, para conhecer a real influência da estratégia de marketing, as equipes devem realizar a identificação dos pontos críticos das campanhas, além de descobrir brechas e oportunidades, para a produção de uma ação inteligente e direcionada.

Sendo assim, um dos principais aspectos do Growth Hacking é o uso de KPIs (Key Performance Indicators, ou indicadores-chave de performance, em tradução), que mostram o desempenho de cada material de marketing, de acordo com os objetivos.

Dessa forma, se a intenção é aumentar o tráfego orgânico de um site, por exemplo, o Growth Hacking irá transformar o KPI em experimentos, para verificar qual campanha irá contribuir para melhorar o número de visitantes na sua página.

Mas qual a diferença do Growth Hacking para as demais estratégias de marketing?

Em primeiro lugar, nem toda campanha de marketing leva em consideração os KPIs. Por exemplo, um grande painel de publicidade já é uma ação tradicional de propaganda, de difícil mensuração e, por conta disso, dificilmente se baseia em um indicador.

No entanto, o grande diferencial está na possibilidade de elaborar ações rápidas, otimizadas e de baixo custo, através de métodos experimentais que validam as hipóteses.

Quer dizer que a proposta do Growth Hacking é descobrir as oportunidades para crescer, com o menor custo possível.

Para alcançar essa meta, a estratégia trabalha com os seguintes elementos:

  • Objetivo: o que se pretende conquistar com a campanha;
  • Hipótese: o que se espera alcançar, tendo um know-how prévio;
  • Experimentos: testes realizados para comprovar a hipótese;
  • Ferramentas: recursos tecnológicos que ajudam na mensuração e implementação.

Dessa maneira, em uma campanha para elaborar flyers odontologia, por exemplo, é possível conquistar ótimos resultados e contribuir para o crescimento do negócio.

O trabalho de um Growth Hacker

O Growth Hacker é um profissional de marketing que tem uma visão estratégica da organização, pois o objetivo não é apenas faturar, mas sim, buscar o crescimento das empresas do modo mais rápido e barato.

Por esse motivo, é importante ter um perfil criativo e explorador, justamente para encontrar inúmeras possibilidades para teste e formular hipóteses. Ao mesmo tempo, o Growth Hacker precisa ser analítico, para conseguir analisar os dados de forma precisa.

Sendo assim, o profissional deve ter conhecimento acerca de metodologia de processos, análise de dados e, é claro, o comportamento do consumidor. 

Esse último aspecto é fundamental para o desenvolvimento de campanhas assertivas, visto que as pessoas interessadas em produtos naturais para emagrecer rápido, por exemplo, têm um perfil bastante específico.

Importante ressaltar que qualquer profissional pode adotar a cultura do Growth Hacking. Afinal de contas, quanto mais os trabalhadores se empenharem em prol do crescimento dos negócios, melhor será o desempenho das campanhas.

Além do mais, a estratégia não precisa ficar restrita ao departamento de marketing. 

Outros setores podem usar a metodologia, como a própria área de vendas, que pode fazer testes da aceitação de rótulos em inglês em seus produtos, por exemplo.

Como aplicar o Growth Hacking nos seus negócios?

O Growth Hacking é um processo, não apenas uma iniciativa. Por esse motivo, é importante conhecer o método a fundo, pois sem as ferramentas corretas, o seu experimento pode não ter os resultados esperados.

A seguir, confira as 4 fases principais para a implementação do Growth Hacking.

1 – Product-Market Fit

O Product-Market Fit é a base do Growth Hacking, pois ele refere-se à criação de produtos, de acordo com as preferências do público-alvo.

Por exemplo, uma auto escola com carros adaptados pode oferecer um serviço diferenciado depois de ter feito uma pesquisa de mercado e visto quais são as reais necessidades de seus clientes.

A falta dessa etapa pode prejudicar o seu negócio, pois muitos produtos são lançados em mercados errados, ou sem levar em consideração os desejos do público.

Por conta disso, aqui o foco é compreender o comportamento do consumidor para então desenvolver produtos conforme a demanda.

2 – Growth Hacks

A segunda etapa consiste na aplicação do Growth Hacking propriamente dita. Aqui, é o momento em que o time vai formular hipóteses e começar a verificar quais iniciativas podem gerar resultados mais rápidos e baratos.

Para isso, é necessário analisar o produto e, com base nos conhecimentos prévios da instituição, encontrar as vulnerabilidades e oportunidades de crescimento.

Por exemplo, um médico domicílio pode verificar o que em seu atendimento pode ser melhorado, quais serviços ele pode realizar de uma nova maneira, como é a abordagem aos pacientes, entre outros aspectos.

3 – Escala e viralização

O objetivo do Growth Hacking é gastar o mínimo possível, por isso, o ideal é fazer com que os consumidores se tornem promotores do seu negócio – e possam receber algum benefício em troca dessa divulgação.

Esta pode ser a etapa mais difícil, pois é necessário criar um relacionamento saudável e duradouro com os clientes, além de oferecer algo vantajoso em troca, para que eles possam indicar o seu produto/serviço.

Por exemplo, os estúdios de música podem fazer um clube de parceiros, oferecendo descontos para os próximos ensaios, aos clientes que já são fiéis.

4 – Otimização e retenção

Nessa etapa, a intenção é melhorar a usabilidade do seu produto ou serviço para satisfazer os interesses dos usuários. Ou seja, é o momento de consolidar a base de clientes.Caso você consiga alcançar esse processo, o seu Growth Hacking está finalizado.

Por esse motivo, a análise dos indicadores e o feedback do público são fundamentais para concretizar as campanhas. Com essas informações, os gestores de marketing podem saber se suas ações contribuíram de fato para o crescimento da empresa.

Principais estratégias de Growth Hacking para a sua empresa

Agora que você já sabe quais são as etapas do Growth Hacking, chegou o momento de aplicar a estratégia na prática. 

Abaixo, conheça algumas campanhas que são capazes de contribuir com o crescimento rápido e barato das empresas.

1 – Marketing de referência

O marketing de referência tem a intenção de fidelizar os clientes e transformá-los em promotores da marca. É o famoso “boca a boca”, quando alguém indica um produto ou serviço, porque teve uma boa experiência com o seu negócio.

A dica é combinar estratégias de fidelização com programas de benefícios, como clubes de vantagens, descontos exclusivos e parcerias com clientes fiéis.

2 – Marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo é um velho conhecido do marketing digital, pois ele consiste na oferta de materiais informativos e relevantes, conforme os interesses do público-alvo, acompanhando o comportamento do consumidor digital.

Nesse sentido, é necessário que a empresa produza diferentes tipos de conteúdos e, desse modo, conquiste o reconhecimento e autoridade no mercado.

3 – Gatilhos mentais

Os gatilhos mentais podem ser aplicados em conjunto com o marketing de referência e o de conteúdo, pois eles têm a intenção de despertar emoções no público, fazendo com que a tomada de decisão de compra seja muito mais rápida.

Um exemplo é o princípio da escassez, quando uma empresa anuncia que aquele determinado produto irá acabar no estoque, portanto é a última oportunidade para o cliente realizar a compra.

Conclusão

O Growth Hacking é um dos métodos mais eficientes para a elaboração de campanhas estratégias em marketing digital. 

Diferentemente das iniciativas tradicionais, o grande destaque da estratégia é focar em um crescimento rápido da empresa, porém, com redução de custos. 

Dessa forma, é possível melhorar o reconhecimento da marca, bem como a lucratividade.

Para isso, o processo faz uso de diferentes ferramentas, mas também foca em propor testes com base em indicadores de performance.

O artigo de hoje buscou trazer algumas dicas de como aplicar o Growth Hacking no departamento de marketing. No entanto, vale dizer que a metodologia pode ser ampliada para diferentes setores da empresa, contribuindo, assim, para melhorar os negócios.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Branding: o que é e como fazer a gestão da sua marca

É bem provável que não exista ninguém que nunca ouviu falar em marketing e publicidade. Porém, existe um outro conceito que é igualmente importante, e que, aliás, vem antes de tudo isso, que é o branding, geralmente ignorado por muitas empresas.

Na verdade, para uma ação publicitária funcionar bem, ela precisa se inserir em uma campanha maior, ou ao menos em uma percepção de marca bem fundada. O papel de lançar essa base é do marketing.

Ao mesmo tempo, para que o marketing funcione de maneira realmente eficiente no médio e longo prazo, ele também precisa de uma base bem formada, que é, justamente, a do branding. Sem levar essa ordem a sério, dificilmente uma marca terá sucesso.

Quando se fala em identidade visual, por exemplo, muita gente pensa no marketing. Contudo, por curioso que pareça, na verdade é papel do branding iniciar o processo de criação do logotipo, da tipografia, das cores e até do slogan.

Neste último caso, inclusive, já entramos na esfera de outra identidade, que muitas pessoas da mesma forma costumam ignorar: é a identidade verbal da marca. Cabe ao branding desenvolver essas duas frentes.

Só então podem começar a vir as peças, ações e campanhas de marketing e publicidade. Porém, cabe outra observação aqui: falar em branding também exige falar sobre outras ideias e conceitos, como a questão da persona e das Gerações X, Y e Z.

Portanto, o branding é só o começo do desafio, daí que decidimos escrever este artigo. Hoje, já não é possível ignorar as demandas de um mercado que se torna cada vez mais competitivo, cujo público também se mostra muito mais exigente.

Todo esforço de fundar a marca, fazer a gestão dela e impactar o público-alvo com eficiência, fazendo as pessoas realmente se engajarem mais e comprarem de você, passa pelo esforço de compreender essas novas gerações.

O traço principal delas é o fato de que hoje até as crianças já crescem com celular e tablet nas mãos. Ou seja, têm um acesso muito maior à informação, e por isso mesmo, são mais exigentes e esperam muito mais das empresas e das relações de compra e venda.

Portanto, se você quer compreender melhor como mudar sua marca de patamar, tornando-a realmente sustentável, basta seguir adiante na leitura.

O que é e qual o objetivo do Branding

Você já ouviu falar em “cultura corporativa”? Tem tudo a ver com isso. O branding, também conhecido como brand management (gestão de marca, em inglês), que nada mais é que o esforço de tornar a marca mais eficiente e desejada perante o público.

Assim, uma empresa de escavação precisa de um esforço sólido que garanta uma comunicação efetiva com o mercado, especialmente se a sua ambição for a de se tornar uma referência na região, no país, ou (por que não?) no mundo.

Essa comunicação efetiva visa a transmitir vários aspectos da marca para o público, entre os principais deles:

  • A cultura da marca;
  • O propósito da empresa;
  • Os valores de equipe;
  • A identidade verbal;
  • A identidade visual;
  • O posicionamento.

Você já ouviu aquela afirmação antiga do mundo das vendas, de que os clientes não compram o produto, mas a pessoa, isto é, o vendedor? Com o advento do marketing digital isso continua assim, só que mudou um pouco.

O cenário que temos atualmente é semelhante, com a diferença de que hoje os clientes esperam que a marca se apresente mais ou menos como se ela mesma fosse uma pessoa. Aquela relação fria entre as partes já não existe mais.

Nesse sentido, as pessoas não compram um produto/serviço, mas uma convicção, uma filosofia ou mesmo um estilo de vida. 

O que é ainda mais claro quando o produto lida com questões ambientais, por exemplo, ou de alimentação, entre outras.

Por isso, uma empresa de detergente que mostre suas preocupações com questões de reciclagem, preservação da natureza e maneiras de a indústria química viver harmoniosamente com o meio ambiente, com certeza sairá na frente da concorrência.

Tudo isso pode e deve ser desenvolvido pelo branding. Daí dizer que ele é o esforço de tornar a marca mais desejada na mente das pessoas, que é exatamente o que as maiores marcas do mercado vêm fazendo.

Sobre como fazer a gestão de uma marca

Depois de dizer tudo isso, é bem provável que você esteja convencido da importância do branding. Contudo, a primeira dúvida que surge é como colocar a mão na massa, ou seja, como dar os primeiros passos e fazer a coisa acontecer.

O primeiro ponto a ficar claro é o do propósito. Pegue o exemplo de uma placa informativa para banheiro, ela pode simplesmente colocar seus produtos no mercado, seguindo o que todos os outros já fizeram, ou virar a chave e se destacar.

Toda empresa sabe o que faz, muitas sabem como fazer, mas poucas sabem o seu porquê de existir. É aí que está o grande diferencial, você pode vender “plaquinhas para banheiro”, ou então, “ajudar as pessoas a se orientarem em locais públicos”.

Neste caso, imagine você dizer para seus clientes (estabelecimentos que precisam dessas placas), que o papel deles é fazer com que os consumidores se sintam em casa, tendo uma experiência positiva mesmo quando precisarem utilizar o toilette.

Depois do propósito criado, o que leva essa mensagem para o mercado é a “promessa de marca”, etapa em que a filosofia começa a ser traduzida em logotipo, slogans e elementos que comunicam suas convicções ao público.

O terceiro pilar que ajuda a tornar a coisa real é o posicionamento, que auxilia, como já dito, a humanizar sua marca perante o público. Imaginemos o exemplo de uma empresa que lida com confecção de adesivos personalizados.

Uma dica de ouro seria a de utilizar o elemento “novidade” e “inovação”. Ou seja, você se posicionaria mostrando que sua confecção é moderna, está alinhada com os ideais de hoje, e entrega uma solução que é antiga, mas que você repaginou.

É como dizer que as outras marcas não fazem o que você faz tão bem assim, pois você acabou de fundar (ou de fazer remarketing) dentro do segmento em questão. Isso instiga as pessoas e atrai o público.

Quais elementos trabalhar para chegar lá?

Se pudermos ser ainda mais práticos, é possível detalhar os elementos exatos que você vai precisar gerir, na prática, para fazer a administração da sua marca. Já os mencionamos, mas vamos aprofundar.

O primeiro é a identidade verbal, um esforço que é intransferível. Ele precisa ser feito em todos os segmentos, seja uma empresa de segurança bancária, uma indústria química que lida com termoplásticos ou mesmo um fast food.

Além disso, ninguém nunca vai deixar isso na mão de funcionários, pois o que você precisa é sentar com os sócios e definir os famosos pontos: “Missão, Visão e Valores”. Na sequência vem a identidade visual, que dá um corpo para a etapa anterior.

Alguns começam pelas cores, outros pelo logotipo, como quando uma marcenaria utiliza alguma ferramenta da sua rotina de trabalho. Uma dica é lançar mão de símbolos, ilustrações e ícones, que ajudam na hora de criar o visual.

É o que se chama brainstorming. Outros começam pelo slogan, e depois é que pensam em um modo de torná-lo visível por meio de uma imagem/logotipo. Mais um elemento importante é a tipografia, a fonte principal que a marca utiliza nos textos.

Uma dica bacana é a do tom e da voz. Muitas empresas esquecem, mas é preciso “falar a língua dos clientes”. Ao vender talão de rifa personalizado, você precisa entender como as pessoas que buscam essa solução se expressam.

Um dos principais motivos desse esforço é a internet, pois no blog ou mesmo nas redes sociais, se você perder o tom ou a voz da marca, certamente vai perder engajamento.

Vantagens, benefícios e horizontes do branding

Um passo fundamental é nunca deixa de evoluir, de se informar sobre o que está acontecendo no mercado e buscar informações constantemente.

Você pode saber tudo sobre impressão de cartazes grandes, mas a verdade é que hoje em dia, as coisas mudam bem depressa, e quem não se atualizar acabará ficando para trás.

Além de compreender os perfis dos seus compradores, fique sempre de olho no que a concorrência está fazendo. Além disso, não é preciso ter medo de errar.

O branding também envolve tentativa e erro, bem como reciclagem. Quando você perceber que a equipe está dispersando, que os valores ficaram para trás e todo mundo perdeu o horizonte, cabe a você colocar tudo em ordem novamente.

Essas são as vantagens e resultados de fazer um bom gerenciamento de marca. Seja uma papelaria que vende caixa de encomenda 6b no bairro, ou uma importadora que negocia com o mundo todo, todos precisam ter uma base muito sólida.

Com isso, vemos que o branding é uma bússola para toda marca que queira fazer sua gestão e obter resultados imediatos, bem como para quem foca no médio e no longo prazo.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Featured Snippet: saiba como possuir uma caixa de resposta no Google

Featured Snippet são caixas de respostas que aparecem antes dos resultados orgânicos – isto é, aparecem em ordem de relevância sem o uso de propagandas – na SERP (Search Engine Results Page, ou “página de resultados”) do Google.

Um dos principais objetivos das empresas é estarem bem posicionadas nos resultados do Google. Todo negócio consegue isso por meio de várias estratégias de marketing digital, entre elas o SEO (Search Engine Optimization, ou otimização dos mecanismos de busca).

Estar bem posicionado é importante para que os usuários do Google encontrem o seu site com facilidade e você possa receber mais visitas na sua página.

É isso que vai garantir visibilidade para a marca, novas oportunidades de negócio, além da manutenção do bom posicionamento nas buscas dos assuntos que são abordados no seu site ou blog.

No entanto, o Google criou uma caixa de resposta que podemos considerar a “posição zero” de ranqueamento, ou seja, ela aparece antes mesmo do primeiro colocado, o que tem feito com que muitas empresas desejem o Featured Snippet.

Se antes estar entre as primeiras posições era sinônimo de destaque, essa caixa está mudando o conceito e também a necessidade das infinitas páginas que encontramos no Google. Mas você sabe do que se trata o Featured Snippet?

Neste artigo, vamos conceituá-lo, mostrar como funciona, seus tipos, como conquistar essa posição e quais são suas vantagens. Confira!

O que é e como funciona o Featured Snippet?

Tratam-se de caixas respostas são respostas diretas para as perguntas feitas pelos usuários no Google, com uso de palavras-chave.

A intenção é dar uma resposta para os usuários, sem que eles precisem acessar um site para isso. O Featured Snippet tem três formatos, sendo: parágrafos, listas e tabelas.

O Google criou esse recurso uma vez que ele também quer garantir a melhor experiência aos seus usuários que, como você pode imaginar, são muitos.

A caixa é colocada no topo da SERP, logo acima do primeiro resultado, conhecido, hoje, como “posição zero” do Google.

Dessa forma, se alguém perguntar para o buscador “o que é banner informativo, por exemplo, o Google escolhe o melhor conteúdo de uma página para incluir a resposta no Featured Snippet. Com isso, alcançar essa posição tornou-se o objetivo de muitos sites.

O Google seleciona aquilo que ele considera como melhor resposta entre as páginas mais bem ranqueadas, para oferecer uma resposta direta a quem fez a pergunta.

Nem sempre essa resposta virá do site que aparece na primeira posição, no entanto, elas são provenientes de 30% deles. Isso significa que os esforços para aparecer em primeiro lugar continuam sendo válidos.

Só que é importante entender o que diferencia as primeiras posições no Featured Snippet. De modo mais simplificado, se alguém pesquisa sobre ibanez k7 no Google, vão aparecer nas primeiras posições os conteúdos mais completos.

Na Featured Snippet, por sua vez, aparecerão as respostas diretas, ou seja, que respondem de maneira curta e objetiva do que se trata o produto, assunto, etc.

Também é fundamental não confundir essa caixa de resposta com o knowledge graph. Isso porque o Snippet vai apresentar a palavra-chave da pergunta buscada e logo abaixo uma definição.

A resposta direta do knowledge graph, por sua vez, é constituída de informações da própria base de dados do Google.

Os backlinks também não influenciam, uma vez que os posts que aparecem em primeiro lugar têm mais autoridade e domínio. 

Apesar de nem sempre aparecer em cada pesquisa realizada, o que vai determinar é o volume de buscas de uma mesma palavra-chave.

Um fato sobre isso é que as palavras-chave conhecidas como long tail (ou cauda longa) são mais propensas a aparecerem no Featured Snippet

Uma outra característica comum de seu funcionamento é aparecer em formato de lista. Por exemplo, se um usuário pesquisar sobre “vantagens do painel em ps“, o Google vai exibir uma caixa de resposta com essa lista.

Principais tipos de Featured Snippet

Como dissemos anteriormente, existem 3 tipos de caixa resposta, que são escolhidos de acordo com a busca realizada. Dentre eles está o tipo parágrafo, destinado a perguntas e definições de palavras. Algumas perguntas que geram esse tipo são:

  • “O que é…”;
  • “Como fazer…”;
  • “Quem…”;
  • “Onde…”;
  • “Por que…”.

A lista é um tipo muito comum e aparece em perguntas que envolvem receitas, passo a passo, rankings, entre outros. Se um usuário pesquisar, por exemplo, “o que são placas informativas para restaurantes”, aparecerá nos resultados uma lista delas.

O terceiro tipo, conhecido como quadro ou tabela, vai aparecer em casos de comparações, principalmente de preços. Como quando uma pessoa pesquise sobre horários de um cinema, cidades por onde vai passar uma turnê, etc.

Como conquistar um Featured Snippet?

Estar entre os primeiros resultados de busca do Google é o objetivo de muitas empresas, mas, de fato, o Featured Snippet se tornou ainda mais importante, uma vez que ele chega a receber 70% dos cliques dos usuários.

O segredo para conquistá-lo está na otimização dos posts produzidos e dos que você ainda vai produzir. O primeiro passo é não oferecer respostas muito grandes, mesmo que a postagem tenha mais de mil palavras.

Se o seu conteúdo é sobre botas ortopédicas, foque na pergunta central dele. Por exemplo, caso o foco seja se bota imobilizadora substitui o gesso, responda de maneira direta e esclarecedora, em um único parágrafo.

Esse parágrafo deve ter entre 45 e 50 palavras, usando, no máximo, 293 caracteres. Dessa forma, o tamanho das palavras usadas também conta.

Para figurar entre as listas, o ideal é que elas tenham, pelo menos, 4 itens e, no máximo, 10 palavras. Listagens com muitas palavras acabam ficando fora dos critérios do Featured Snippet.

No entanto, não se preocupe com o tamanho dela, pois quanto maior a lista for, melhor. Logo, se a pergunta for sobre vantagens do microagulhamento no rosto, a clínica dona da página pode criar uma lista bem grande com todas elas.

Para conquistar uma caixa resposta de tabela, a dica é que ela tenha, pelo menos, 3 fileiras e 2 colunas, com no máximo 9 fileiras e 3 colunas.

Ademais, é essencial, para todos os tipos, em conteúdos prontos, conferir as palavras-chave que estão aparecendo em um rankeamento de 1 a 10.

A formatação da publicação também é importante, se a intenção for a tabela, crie uma. Da mesma maneira, é fundamental que o conteúdo esteja sempre atualizado, portanto, quanto mais você otimizá-lo, melhor.

Para os conteúdos que ainda estão sendo produzidos, compile uma lista de palavras-chave do nicho do negócio. Busque sempre materiais bastante ricos e tente encaixá-lo em um dos tipos de Snippet.

Vantagens

Muitas pessoas têm dúvidas se vale mais a pena aparecer nessa caixa de respostas ou conquistar as primeiras posições.

O ideal é que, independentemente do post ser sobre dieta para casal emagrecer ou dieta para pets, o foco seja em conquistar tanto o Snippet, quanto as primeiras posições.

Isso porque essa caixa traz muitas vantagens, como autoridade máxima naquilo que a empresa faz e, com isso, o site ganha mais credibilidade.

O usuário vai perceber que o Google considerou a sua resposta como a melhor e colocou o seu site acima de todos os outros. Com isso, o buscador vai considerar que a sua página e a sua empresa sabem muito bem do assunto.

Outra vantagem é estar sempre acima de todos, mesmo que o seu site seja rankeado na décima posição. Você deu a resposta mais objetiva e prática e logo conseguiu ascendê-la no buscador.

O tráfego orgânico também melhora consideravelmente, e isso é ainda mais visível para os sites que não aparecem nos três primeiros lugares de um resultado.

Se uma página de um médico ao domicílio aparecer no Featured Snippet, as chances de clique serão muito maiores do que todos os outros sites.

Inclusive, é uma chance que aquela página de um pequeno negócio, ou um blog que está começando agora tem de aparecer acima de sites muito maiores, como Wikipédia e outros.   

Portanto, quando você conquista uma caixa, vai ser interpretado pelos usuários como a fonte mais confiável para determinado assunto do que todas as outras.

Mas quando você chegar lá, não se esqueça de sempre otimizar seus conteúdos para se manter como a melhor resposta e não perder para um concorrente, certo?

Conclusão

Quando falamos do Google, estamos nos referindo de uma verdadeira porta de entrada para os sites, que são como um cartão de visitas para qualquer negócio hoje em dia.

É importante entender seus mecanismos e fatores de rankeamento, bem como conquistá-lo para figurar entre as primeiras posições. Com o surgimento no Featured Snippet, mostrar sua credibilidade ao Google se tornou algo imprescindível.

Não dá para deixar esse fator de lado, pois se a empresa não se preocupar com isso, talvez todos os seus outros esforços não valeram a pena.

Oferecer a melhor resposta para o Google é fundamental para conquistar o seu Featured Snippet, da mesma forma que para mostrar aos usuários que você oferece o melhor conteúdo.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 fatores que influenciam a decisão de compra do consumidor no e-commerce

Quem deseja abrir um e-commerce precisa estudar de maneira aprofundada sobre o nicho em que vai atuar e, além disso, conhecer os Fatores de decisão de compra dos usuários, sabendo o que deve priorizar na loja virtual. 

É cada vez mais comum que os empresários decidam ampliar os seus negócios, atuando no mundo virtual. Há, inclusive, aqueles que enxergam o potencial da internet e acabam por decidir pela abertura de um e-commerce sem ter um estabelecimento físico.

Mesmo que uma empresa que já faz atendimento presencial queira investir em uma loja virtual, é essencial conhecer o perfil do consumidor desses dois meios de compra, principalmente porque eles não são exatamente iguais.

Pode ser que uma pessoa que deseja adquirir um anel diamante grande não queria fazer um pedido online por não conseguir visualizar o produto de perto, enquanto um consumidor que tenha pouco tempo prefira comprar pelo site para receber em casa. 

Sendo assim, entender os fatores que influenciam na decisão de compra do cliente é essencial para desenvolver um trabalho de vendas assertivo, e que traga os retornos desejados. 

Para ajudar nesse processo, este conteúdo traz os principais elementos que interferem no momento da compra, de forma que entendê-los melhor pode fazer toda a diferença no sucesso do seu e-commerce. 

Então, siga na leitura para conhecer melhor o mercado e saber no que é preciso investir para garantir o sucesso da sua loja virtual.

Compra online ou virtual: o que influencia nesse momento?

Quando um cliente precisa comprar um porta celular acrílico, ele possui duas opções principais de compra: ir até o endereço físico de uma loja ou acessar a internet e encontrar um e-commerce. 

Para saber qual dessas alternativas seguir, é comum que o comprador considere os prós e os contras, tanto no formato presencial, quanto no online. 

Já existem diversas pesquisas que mostram informações relevantes sobre o cenário, de modo que o empresário pode ter acesso a dados que o ajudem a tomar decisões mais assertivas para guiar o seu negócio. 

Segundo o relatório Think with Google de 2018, 63% das experiências com compras começam na internet. Assim, mesmo que o cliente decida fechar negócio em uma loja física, a busca dele começou em sites ou blogs. 

Além disso, a plataforma Episerver fez um levantamento onde constatou que 62% dos entrevistados afirmaram fazer compras virtuais todos os meses. 

Dessa maneira, é preciso entender que alguns pontos podem influenciar no processo que o cliente passa até optar pela ida até um estabelecimento ou pegar o celular do bolso e efetuar a encomenda online de um banner informativo, por exemplo. Eles podem ser:

  • O preço dos produtos;
  • A urgência;
  • A comodidade;
  • A experiência com a marca.

Um dos fatores mais importantes no momento da compra é o preço do produto. Assim, se a loja física oferece bons descontos, ela pode ser escolhida em detrimento de um e-commerce com valores mais altos, e vice-versa.

Outro ponto essencial é a urgência que o consumidor possui em ter o item em mãos. Quando não há uma emergência, o pedido virtual pode atender as necessidades tranquilamente, mesmo que demore alguns dias para chegar. 

A comodidade é mais um elemento de peso na decisão. Se o comprador possui fácil acesso ou mora próximo de um estabelecimento, ele acaba por comparecer no local. 

Mas, caso o produto não seja fácil de encontrar nas proximidades, a encomenda virtual se torna a melhor opção. 

Por fim, é importante mencionar a experiência positiva que ele teve com a marca. Se ao alugar um estúdio para ensaio ele foi bem atendido pela empresa, certamente se fideliza ao estabelecimento. 

Mas, se a expectativa do cliente não for atendida, ele busca novas opções, que podem ser tanto presenciais quanto virtuais. 

Ter em mente esses pontos relevantes na decisão de compra do cliente pode ser essencial para que você aprimore os processos do seu e-commerce e consiga conquistar o seu público de maneira muito mais simples e eficaz. 

O que motiva o cliente a fazer compras online?

Depois de conhecer o cenário entre os negócios físicos e virtuais, é possível ter um maior conhecimento sobre quais itens devem ser bem trabalhados na sua marca, para que ela possa ser vista pelos consumidores. 

Ao mesmo tempo, é essencial saber o que faz com que o cliente prefira comprar etiquetas adesivas personalizadas na internet em vez de ter que ir até um estabelecimento físico. 

1. O custo do frete

Um dos fatores que pesa na decisão do cliente em uma compra online é o preço do envio que, a depender da localidade, pode não ser vantajoso para o comprador. 

De acordo com a plataforma Statista, 63% dos consumidores virtuais abandona o carrinho de compras ao ser impactado por um preço elevado de despacho. 

Não à toa, grandes lojas virtuais buscam serviços de logística que possam diminuir os custos de envio, sendo que algumas delas preferem até mesmo oferecer o frete grátis para conquistar a preferência do público. 

2. As formas de pagamento

Seja para comprar um notebook ou para pedir um tempero tandoori pela internet, o cliente busca opções para realizar o pagamento, de forma que esse é um fator de peso na escolha pela compra em um determinado site. 

Sendo assim, se você deseja que a sua loja seja a melhor alternativa para quem quer fazer um pedido virtual, não deixe de oferecer a quitação do pedido por cartão de crédito ou débito, boleto bancário, transferência virtual, depósito em conta, etc.

Isso porque quando um site possui poucas opções de pagamento e o cliente que não tiver como pagar com as formas que a plataforma disponibiliza, certamente ele sairá da página e deixará de concluir o pedido. 

Dessa maneira, é essencial construir uma loja virtual bastante variada em termos de formatos de pagamento. 

3. A usabilidade do site

As compras virtuais devem ser sempre descomplicadas e práticas para o cliente, seja para adquirir uma pulseira berloque prata fina ou pedir uma capa para sofá. 

Afinal, mesmo que muitas pessoas já tenham aderido às compras online, entrar em um site que não é claro ou que é pouco funcional faz com que o consumidor acabe desistindo do pedido. 

Por isso, é essencial criar páginas para vender os produtos que tenham uma boa descrição, que ofereçam um campo para cálculo de frete e um processo de pagamento rápido e enxuto. 

Com essas características, é possível que o cliente se sinta mais confortável para efetuar a compra, sem ficar cheio de dúvidas em relação ao caminho a seguir até o pagamento do item. 

4. O processo de troca

Alguns segmentos, como os de roupas e calçados, podem ter desafios em relação ao processo de venda virtual. Isso porque o cliente pode acabar solicitando uma peça com tamanho errado, o que exigirá a troca do produto. 

Dessa forma, desenvolver um processo de troca descomplicado, que ajude o comprador a não se sentir lesado ou prejudicado ao receber um item que precisará ser substituído, é um meio eficaz de fidelizar e de amparar o comprador em uma situação inesperada. 

Para contornar essa dificuldade, é importante investir em ações que evitem a confusão do cliente no momento da compra. 

Na venda um anel de formatura folheado a ouro, por exemplo é essencial colocar uma tabela com o diâmetro e com a medida em centímetros, o que possibilita que o consumidor possa verificar esse dado antes de confirmar o pedido. 

Com sapatos e peças de roupas a dica é a mesma: evite apenas mencionar tamanhos P, M e G, sendo importante destacar as medidas conforme o caimento do produto no corpo. 

Ao investir nesses cuidados, os índices de retorno podem diminuir de maneira positiva, o que reduz também custos extras e prejuízos desnecessários. 

5. A avaliação dos produtos e da marca

A reputação que um produto e que uma marca possuem na internet pode fazer toda a diferença na decisão de compra de um usuário. 

Esse fator é ainda mais relevante se aquele for o primeiro pedido do cliente na sua página, pois é cada vez mais comum que as pessoas busquem depoimentos de outros compradores antes de finalizar um pedido em uma loja virtual. 

Sendo assim, construir uma boa reputação e trabalhar para que boas avaliações sejam realizadas pelos compradores, é essencial para que o seu e-commerce cresça na internet e conquiste melhores resultados. 

Considerações finais

Conhecer os fatores que influenciam os clientes que fazem compras virtuais é fundamental para que se possa controlá-los adequadamente e conseguir conquistar a preferência de quem quer comprar pela internet. 

Dessa forma, se você oferece as melhores opções para os seus potenciais clientes, os benefícios colhidos podem ser vários, como o retorno do consumidor para um novo pedido, a indicação da loja para amigos, a fidelização do público, etc.

Por isso, agora que você já conhece esses elementos, não deixe de investir para que eles atendam às exigências dos usuários, aumentem consideravelmente a sua carteira de clientes e potencializem o faturamento do seu negócio.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Marketing 4.0: aprenda a implementar na sua clínica

O Marketing 4.0 já é uma realidade para diversos negócios e pode transformar a realidade da sua clínica de modo rápido, escalável e consistente! Quer saber como implementá-lo e suas principais vantagens? Leia este conteúdo.

O Marketing nasce e é até hoje permanece como o estudo voltado a entender o mercado e suas possibilidades (mercadologia), bem como público, produtos e serviços.

Acontece que com o passar do tempo a forma de “estudar e analisar” o mercado passou por grandes mudanças, o que obrigou as empresas se atualizarem.

O chamado Marketing 1.0 surgiu logo após a Revolução Industrial e o foco era tornar produtos acessíveis a maior parte das pessoas a fim de estimular o consumo.

O 2.0 emerge na chamada era da informação, época em que as pessoas passaram a ter acesso a diferentes empresas, produtos, preços e a possibilidade de fazer comparações. O cliente era a prioridade de fábricas e negócios. 

A terceira fase do Marketing ainda possui influência no mercado atual. Ele é fundamentado em responsabilidade social com as empresas transmitindo seus valores, princípios éticos, missão e buscando conexão com o público para além de um produto ou serviço.

Agora vamos ao que interessa!

O Marketing 4.0 na prática

Para entender o Marketing atual é preciso ter em mente que ele é a evolução constante de todas as etapas anteriores e acompanha as tendências digitais.

O Marketing 4.0 está diretamente relacionado com a revolução digital e como pessoas e empresas se posicionam em relação a ela.

Basicamente, uma clínica pode realizar campanhas de Marketing e anúncios sobre procedimentos como clareamento dental com moldeira, aparelho ortodôntico transparente ou qualquer outro procedimento sem adotar as “estratégias tradicionais”.

Inclusive, Marketing Digital e tradicional não só podem como devem trabalhar juntos com a segmentação das redes sociais e os anúncios com links patrocinados de grande alcance.

Então, para ter sucesso com o Marketing 4.0 você vai precisar investir em:

1 – Conteúdo

Lembra da era da informação? Pois bem, ela está mais presente que nunca nas redes sociais e internet de maneira geral.

Diante disso, pense que hoje os consumidores possuem os mesmos problemas de antes porém buscam por resoluções rápidas e ainda têm um grande leque de opções.

Isso significa que a produção de conteúdo relevante será rei para o seu Marketing!

Logo, conheça bem o seu público, seus desejos, dores, problemas e entregue a eles informações relevantes que proponham soluções.

Por exemplo, se um paciente tem questões não resolvidas com o seu sorriso, conteúdos sobre dicas de cuidado, higiene, procedimentos estéticos como lente de contato de dente e muitos outros podem colaborar para a resolução desse problema.

No geral, o conteúdo na sua estratégia de Marketing trará os seguintes benefícios à sua clínica:

  • Autoridade dentro do segmento;
  • Fortalecimento da marca;
  • Fãs da marca;
  • Autoridade.

2 – Ofereça uma experiência completa

Dentro do Marketing 4.0 oferecer um ótimo serviço continua sendo importante, a diferença é que só isso não basta.

Sabe quando a NuBank só aceita um novo cliente por meio de indicação, após a aprovação manda o cartão com uma carta pedindo para a pessoa publicá-la no Instagram e depois interage com esse usuário online?

Pronto! O banco já ofereceu uma experiência que está além de um mero serviço.

Sendo assim, proponha a interação com seus pacientes de modo com que eles tenham uma imersão na realidade de clínica, isso faz com que ele se sinta especial e se torne um fã.

É como diz Kotler, pai do Marketing, reter clientes é melhor que se esforçar para trazer novos. Outro ponto é: compradores satisfeitos recomendam o serviço e propagam a marca espontaneamente.

3 – Crie sua marca e a humanize

Pessoas compram de empresas, mas só confiam em pessoas, essencialmente.

O conceito de organização irredutível, império e coisas do tipo cada vez mais caindo por terra simplesmente porque as pessoas não se identificam mais com essa postura.

Por isso, desenvolva uma persona, crie um tom de comunicação, identidade visual e faça com que isso se conecte com seus clientes por meio de interações, experiências e coisas do tipo.

A marca humanizada cria laços afetivos com seus clientes, faz com que eles se tornem fieis e cria um motivo maior para as pessoas consumi-la.

Afinal, refrigerante, família na mesa, natal e felicidade te remetem a alguma marca, não é mesmo?

Este conteúdo foi produzido por Vue Odonto, clínica especializada em implante dentário e odontologia estética

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E-commerce ultrapassa moda e é novo líder em engajamento nas redes sociais

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da indústria não se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, a liderança absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.

Já o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espaço para outros segmentos, como é o caso dos serviços alimentícios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posições no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos serviços de delivery.

Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronavírus acarretou em grandes mudanças no comportamento das empresas e dos usuários das redes sociais. “A pandemia acelerou a transformação digital em diversos setores e um número cada vez maior de marcas vão entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percepção à construção de intenção de compra e retenção, em um mundo repleto de interconexões tecnológicas”, explica.

Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.

Abaixo estão os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1 – E-commerce – 17,8% das interações
2 – Varejo – 15,2% das interações
3 – Serviços – 9,3% das interações
4 – Serviços alimentícios – 9,3% das interações
5 – Moda – 7,5% das interações

Instagram

1 – E-commerce – 24,5% das interações
2 – Moda – 22,5% das interações
3 – Varejo – 14% das interações
4 – Beleza – 11,6% das interações
5 – Serviços – 7,6% das interações

Metodologia do relatório

Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

Fonte: e-commerce Brasil

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TikTok para empresas: como seu negócio pode usar essa plataforma para crescer

Popular entre os jovens e com capacidade de gerar conteúdos virais, o TikTok para empresas não foi inicialmente pensado para o mundo dos negócios, mas a sua popularidade e poder de engajamento foram decisivos para as marcas.

Desde 2019, o aplicativo desbancou o Instagram e o Facebook, alcançando a marca de 2 bilhões de downloads. O TikTok já registrou um faturamento de US$ 456,7 milhões, sendo que 72,3% desse valor é da China.

A partir de março de 2020, com a pandemia da Covid-19, o TikTok alcançou o ápice, pois as pessoas passaram a buscar novas formas de entretenimento durante a quarentena. Tanto que o aplicativo chinês se espalhou para todo o mundo, incluindo no Brasil.

Mas como seu negócio pode usar essa plataforma para crescer?

O artigo de hoje pretende responder a essa pergunta, dando dicas de produção de conteúdo e marketing para o TikTok. Quer saber mais? Então, continue lendo!

O que é o TikTok?

O TikTok é uma plataforma focada na criação de vídeos curtos, entre 15 a 60 segundos de duração, com inúmeras ferramentas simples e intuitivas para edição, corte, inserção de filtros e, até mesmo, de trilha sonora.

O aplicativo foi criado pela empresa ByteDance, da China, em uma união com a antiga rede social de música Music.ly.

O que antes começou timidamente, com pequenos tutoriais de receitas de bolos ou petit four de goiabada, bem como vídeos de dublagem, tornou-se um grande fenômeno mundial, com vídeos sobre os mais variados assuntos.

No entanto, o humor é a chave principal para a produção de conteúdo no TikTok. Por isso, os influenciadores (chamados de tiktokers) investem na elaboração de esquetes, mas também em desafios coreográficos.

A rede social é a mais popular entre os jovens de 16 a 24 anos, um público extremamente engajado e que busca cada vez mais por conteúdos de entretenimento na internet.

Diante disso, as empresas que atendem essa faixa etária ou que desejam produzir materiais diferenciados, encontraram no TikTok a oportunidade que faltava para alavancar os negócios e acompanhar as tendências virais das redes.

6 dicas para usar o TikTok no seu negócio

Só pelo grande número de usuários, o TikTok já desperta o interesse de qualquer empresa. Além disso, o aplicativo ainda é pouco explorado no Brasil, sendo uma oportunidade para melhorar o posicionamento da marca e se destacar da concorrência.

No entanto, é preciso lembrar que o TikTok tem como público majoritário os adolescentes. Por isso, dependendo do perfil do seu negócio, a plataforma pode não trazer os resultados esperados – principalmente, se a sua audiência é mais formal.

Por esse motivo, antes de começar a investir na rede, faça uma pesquisa de mercado para avaliar se vale mesmo a pena a produção de conteúdo no TikTok. Dito isso, vamos à algumas dicas de como usar a plataforma:

1 – Tenha espontaneidade

O TikTok não faz uso das tradicionais ferramentas de impulsionamento, como os anúncios patrocinados do Instagram e do Facebook.

Sendo assim, para ter um alto engajamento com os conteúdos, é necessário focar na produção de qualidade e com entretenimento.

Uma dica é produzir vídeos do dia a dia da empresa, incluindo os processos de produção, embalagens de produtos e outras rotinas do seu negócio.

Por exemplo, uma escola de música pode produzir um vídeo de uma aula de sertanejo, com um estudante tocando o trecho de uma música popular, de até 1 minuto.

2 – Participe dos desafios

Os desafios (challenges) do TikTok são ações divulgadas por meio de hashtags, com a intenção de estimular determinadas atividades por várias pessoas. Pode ser uma dança, uma dublagem ou qualquer outra ação criativa.

O intuito do challenge é interagir com outros usuários. Para as empresas, a participação nesses desafios mostra que a marca está atenta às tendências.

Por exemplo, uma academia de treinamento funcional para obesos pode entrar em um challenge de dança, mostrando que todos os corpos são capazes de dançar, se mexer e praticar exercícios físicos.

É uma ótima maneira de interagir com outros usuários e ainda divulgar a ideia do “body positive”, que visa desestimular práticas preconceituosas e gordofóbicas.

3 – Faça parcerias com os influenciadores

Muitos influenciadores digitais surgiram com o TikTok. Em alguns casos, os tiktokers já eram populares em outras redes, como no Instagram e no YouTube, mas há famosos que alcançaram o reconhecimento só com o aplicativo chinês.

Para as empresas, essas pessoas são ótimas para o marketing de influência, pois elas podem recomendar produtos e serviços para seus vários seguidores, tornando o seu negócio muito mais reconhecido e aumentando as chances de conversão.

Por exemplo, uma empresa de confecção de adesivos personalizados pode firmar parceria com um influenciador e propor um challenge. Isso dá ainda mais poder de viralização do conteúdo, o que é fundamental para a popularidade da marca.

No entanto, é preciso focar em tiktokers que sejam representativos para o público-alvo. Por isso, vale a pena ficar atento aos seguintes pontos sobre os seguidores:

  • Eles teriam interesse na marca?
  • Qual a faixa etária?
  • É algo que agrega valor aos usuários?
  • O influenciador fala a mesma língua da empresa?
  • Os valores compartilhados são os mesmos?

Ao responder a essas perguntas, fica mais fácil escolher qual tiktoker representa melhor o seu negócio e pode contribuir para o crescimento da empresa.

Além disso, lembre-se de estudar bem a vida do influenciador. O marketing de influência tem uma relação muito próxima com a pessoalidade dos famosos e, por conta disso, é necessário escolher pessoas que representam os valores da marca.

Há muitos casos de influenciadores que perderam contratos grandes com as empresas, porque se portaram de maneira preconceituosa ou arrogante – o que não é bem visto pela sociedade e, consequentemente, pelos negócios.

4 – Crie vídeos virais

Não é fácil criar um conteúdo viral, mas o TikTok te ajuda nessa produção. Muito disso deve-se à praticidade dos recursos de edição, que pode ser usado por qualquer usuário, até mesmo os leigos.

Uma dica para criar conteúdos virais é analisar o que pode ser interessante para a audiência. Por exemplo, um vídeo curto com dicas de emagrecimento para homens tem poder de se tornar viral, justamente por conta do assunto.

No entanto, conteúdos espontâneos, divertidos e engraçados também são passíveis de viralidade, por isso são extremamente populares no TikTok.

O importante é investir na criatividade, pois esse é o aspecto que mais conta na criação de conteúdos virais.

Afinal de contas, precisamos lembrar que as redes sociais são plataformas de entretenimento, não um canal publicitário. 

Ou seja, um vídeo com a propaganda de um salão de festa rústico pode não fazer tanto sucesso no TikTok, enquanto uma esquete é muito melhor vista pelos usuários.

5 – Tenha uma frequência de postagens

Assim como as demais redes sociais, não basta criar uma conta no TikTok, postar um único desafio, e já esperar que a sua marca conquiste o engajamento. Ao contrário, é preciso ter uma frequência de postagens.

Lembre-se que o aplicativo é extremamente dinâmico, o que significa que a sua postagem do dia anterior sobre toy art em papel pode ser facilmente engolida por outros conteúdos.

Quando lidamos com o público jovem, essa efemeridade é ainda maior.

Por isso, tenha um cronograma de postagens e, se possível faça pelo menos um vídeo por dia no TikTok.

6 – Use uma linguagem jovem

Parece óbvio falar isso diante do público-alvo do TikTok, mas esse é um erro muito comum das empresas. 

Por vezes, os empreendimentos se esquecem de tratar os seguidores como usuários que são muito mais do que clientes e, dessa forma, acabam usando uma linguagem muito corporativa e formal.

No TikTok, esse erro pode comprometer todo o engajamento da sua empresa. Por esse motivo, ao mostrar o processo de embalagem de produtos com sacola tnt lembrancinha, por exemplo, use uma linguagem despojada, informal e dinâmica.

Não se prenda aos jargões, mas também não use palavras de baixo calão, pois isso é mal visto por qualquer seguidor, independentemente da rede social.

Conclusão

O TikTok é um fenômeno mundial. A rede social atingiu o maior índice de downloads em 2020, mas perspectivas mostram que a plataforma só tende a crescer.

Dinâmico, criativo e divertido, o aplicativo é notável pela criação de vídeos virais e pelo alto poder de engajamento dos usuários. Tanto que, por isso, o TikTok atraiu as empresas, principalmente as que possuem um público-alvo jovem e antenado.

No entanto, é importante verificar que o marketing no TikTok é bem diferente das outras redes. 

Por não conter anúncios pagos, as empresas precisam investir bastante na criatividade, pois só assim elas conseguem realmente cativar os seguidores e expandir o reconhecimento da marca.Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.