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Trade Marketing Digital: saiba como aumentar suas vendas com essa estratégia

O Trade Marketing Digital, ou Digital Trade Marketing, é uma estratégia que tem sido cada vez mais adotada por empresas para alavancar suas vendas.

Muitas pessoas já estão na internet vendendo seus produtos e serviços, e podem até alcançar algum sucesso, mas é possível que o empresário não esteja explorando todo o potencial de seu negócio.

Vender um banner com ilhos pela internet pode ser um trabalho muito fácil se você souber quais elementos utilizar para uma melhor conversão.

Isso porque a maioria dos negócios ainda não está completamente adequada para uma experiência correta de compra online.

Esse tipo de problema afeta diretamente os lucros de uma empresa, uma vez que com a queda de vendas, os rendimentos também diminuem, gerando uma série de problemas.

Os carrinhos virtuais muitas vezes são abandonados com itens, deixando apenas o desejo de realizar um negócio na mente do empreendedor. Para isso, foi criada a ideia do Digital Trade Marketing, como uma forma de minimizar esses danos.

A ferramenta propõe melhorar a experiência do usuário, impactando a decisão de compras e aumentando a conversão de clientes que colocam os produtos nos carrinhos virtuais.

Essa técnica é, portanto, adequada para aqueles clientes em estágio final do funil de vendas, onde é o momento de gerar a conversão e conquistar o consumidor.

Utilizando essa ferramenta, você pode identificar as melhores estratégias para vender seus produtos, como fita de cetim personalizada, e identificar quais são os elementos primordiais para converter mais clientes.

Trade Marketing Digital ou tradicional?

O conceito de Trade Marketing não é novo para empreendedores com lojas físicas. Essa estratégia promove ações nos pontos de venda para impulsionar um determinado produto.

Isso pode ter uma série de atividades, desde exposições, posicionamento do produto nas vitrines e aumento de estoque para dar conta das vendas.

O Digital Trade Marketing, entretanto, está mais focado em converter em venda o visitante da loja virtual, buscando maneiras de fidelizar o cliente enquanto realiza a conversão.

A grande diferença entre os dois é a área de atuação. O mundo digital exigiu essa migração para criar novas ferramentas de suporte ao empresário, visando a conclusão de mais negócios.

A forma de consumo mudou com os anos. Antigamente, para efetuar uma compra, você obrigatoriamente tinha que sair de casa e ir até uma loja. Lá, era possível conversar com um vendedor, que se encarregaria de concluir a transação.

Você poderia ir em uma loja e ver em funcionamento uma impressora térmica etiqueta adesiva, por exemplo.

Hoje em dia, a maioria dos produtos e serviços está a um clique de distância, com uma variedade muito maior de escolhas através de e-commerces concorrentes.

Isso obrigou o empreendedor a criar uma experiência diferenciada para o cliente como uma forma de se destacar e conseguir fechar uma venda.

1 – O que considerar no Trade Marketing Digital?

A primeira coisa a se considerar com o Digital Trade Marketing é que a ferramenta deve avaliar os motivos da rejeição de produtos no carrinho.

Esse elemento é uma das maiores problemáticas de e-commerce no Brasil, e conseguir entender os motivos pode ajudar a driblar essa situação. Muitos clientes podem estar até considerando a compra, mas algo os faz desistir.

Identificar esse motivo é fundamental para aumentar suas vendas no site.

Trabalhar com atividades de estimulação sensorial pode te fazer pensar que não é possível converter seu serviço através de vendas online.

Entretanto, uma boa estratégia pode identificar um público-alvo que você estava perdendo por não se atualizar com a internet.

Além disso, a ferramenta busca uma evolução da experiência do cliente enquanto estiver comprando. Não basta ter um bom produto, toda a jornada de compra deve ser uma experiência única e prazerosa para render um bom resultado.

Isso porque, quanto mais satisfeito um cliente estiver, não só ele irá concluir a compra mas também torna-se um promotor de sua empresa, divulgando em suas redes de amigos e familiares sobre a qualidade da experiência, ou com o famoso marketing boca a boca.

Se você tiver uma loja offline, as chances de crescimento ficam ainda maiores. Isso porque a experiência online oferecida pelo Trade Marketing Digital pode melhorar a visão que os clientes têm de seu negócio físico também.

2 – A experiência omnichannel do cliente

Alguns clientes podem preferir efetuar toda a jornada de compras online, mas retirar em mãos o produto: é o famoso omnichannel. Nesse caso, ao chegar em sua loja, você tem uma oportunidade de fidelizar o cliente e garantir que ele voltará mais vezes.

Um consumidor pode comprar pela internet uma cesta para bicicleta, mas pode desejar levar a bicicleta até sua loja para instalação. Ali, você pode mostrar mais produtos e se engajar em uma nova venda, ou garantir o retorno do cliente mais vezes.

Com essas ações, é possível identificar os elementos de sua estratégia de marketing que têm sido mais bem sucedidos, e quais você deve repensar no planejamento para um resultado melhor.

Como o Trade Marketing Digital está focado em diversas pequenas ações, que podem ser facilmente implementadas, é possível testar e diversificar seu plano estratégico para que se adeque às suas necessidades.

Isso permite que você consiga melhorar o efeito que deseja alcançar de forma prática, fácil e assertiva, com ações pontuais.

Como aplicar o Trade Marketing Digital?

Não existe um passo a passo para você seguir no que diz respeito ao Digital Trade Marketing. As ações que envolvem a ferramenta são independentes e podem ser aplicadas em qualquer ordem.

O importante, nesse caso, é a quantidade de ações que você aplicará, e não a sequência de eventos.

Para vender seu serviço de motoboy, é preciso utilizar uma série de ferramentas que possibilitarão ao cliente compreender as especificações do serviço e as formas de contratação.

Comece com um trabalho de base em seu site. Muitas pessoas desistem de compras online por falta de informação, então trabalhe muito bem a descrição de seu produto. Quanto mais detalhado for o perfil de um item, mais segurança o cliente terá na hora de fechar o negócio.

É preciso detalhar tudo com clareza de informação, de forma que o consumidor consiga compreender rapidamente e sem precisar perder muito tempo lendo descritivos técnicos. Isso vale também para imagens.

Não economize na hora de colocar imagens do produto que está à venda. Ângulos diferentes, cores, áreas de exposição. 

O máximo de informações visuais que você puder fornecer será ideal, uma vez que antes de ler toda a descrição de um produto, o cliente se atrai pelo visual.

Além disso, procure uma plataforma responsiva para seu site. Atualmente, muitas pessoas utilizam smartphones e tablets para efetuar suas compras online, e se a página não ficar adequada nessas ferramentas, as chances de o cliente desistir da compra são grandes.

Tente facilitar o máximo possível o checkout da loja. Alguns sites até mesmo oferecem a possibilidade de compra com um clique. Isso ocorre porque, quanto mais demorado for a etapa de pagamento, maiores são as chances do cliente desistir.

1 – A otimização para motores de busca

O SEO (Search Engine Optimization) é uma das ferramentas principais para auxiliar o trabalho dentro do Trade Marketing Digital. 

Com essa estratégia, é possível alavancar suas vendas usando ferramentas de engajamento orgânico, subindo seu ranqueamento em motores de busca.

Para vender vinho lambrusco rosé na internet, não basta ter um excelente produto. É preciso se engajar para aparecer no topo das páginas de busca, onde as pessoas costumam parar sua pesquisa.

Para isso, o SEO possui algumas estratégias, como:

  • Palavras-chave;
  • Otimização de página;
  • Velocidade de carregamento;
  •  Automatização.

Esses processos auxiliam a melhorar a imagem da marca junto ao consumidor ao engajar com conteúdo real e orgânico, permitindo uma maior aproximação entre o cliente e a empresa.

 

2 – Fique de olho na concorrência

Apesar de abandonar um carrinho com produtos ser um problema, ele não é exclusivo. Monitore seus concorrentes, identifique as ações que eles estão tomando para lidar com esse tipo de situação.

Você não deve interferir negativamente nos trabalhos de um concorrente, uma vez que isso seria muito antiético. Mas pode aprender com o que eles estão fazendo certo e utilizar as estratégias para tentar melhorar seu próprio empreendimento.

A análise é fundamental nesse tipo de engajamento de marketing. O processo de evolução da empresa se dá por tentativa e erro, e você provavelmente não vai resolver todos seus problemas na primeira tentativa.

Uma empresa de controle de acesso externo precisará de várias tentativas para resolver todas as pendências envolvendo sua estratégia de marketing.

Por isso, manter um monitoramento constante é fundamental para conseguir identificar quais elementos da estratégia de Digital Trade Marketing estão funcionando, quais você pode deixar de lado e onde melhorar.

É possível inclusive analisar se não é o momento de tentar outras microações dentro do Trade Marketing Digital para melhorar sua conversão de vendas.

O essencial nesse tipo de estratégia é identificar os pontos de falha em seu site, que podem afastar clientes ou fazê-los desistir de comprar. Ao melhorar a experiência de um usuário, você garante mais sucesso e resultados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 dicas para criar títulos para o seu conteúdo

Não é segredo para ninguém que algumas pessoas leem apenas os títulos de matérias jornalísticas e manchetes de jornal. No marketing digital, esse problema ressurge na importância dos títulos para conteúdos de blogs, vlogs e afins.

Na verdade, de nada adianta ter os melhores produtos do mundo, sejam infoprodutos (e-books, apostilas, videoaulas, etc) ou produtos convencionais como roupas, calçados e joias, se o título não for eficiente em atrair a atenção dos clientes em potencial.

Lembrando que a internet trouxe uma democratização incrível dos veículos de divulgação, permitindo que qualquer empresa marque presença nela e promova seu trabalho. Mas o que é bom, por outro lado, cria uma concorrência enorme.

Então, se seus concorrentes utilizam gatilhos e toda uma estratégia de criação de títulos, não é possível você ficar para trás e ainda assim querer resultados melhores, não é mesmo? Daí que decidimos escrever este artigo, sobre como fazer títulos matadores.

Além disso, alguns vícios de formatos antigos de marketing precisam ficar para trás. Por exemplo, o erro de tentar falar a todos os públicos, sem segmentação ou personalização da mensagem, como será aprofundado adiante.

Se a televisão e o rádio tinham o desafio de pulverizar sua mensagem, fazendo o famoso “atirar para todo lado”, no marketing digital isso jamais funcionará, uma vez que tudo precisa levar em conta os perfis da sua persona, com base no público-alvo.

Outro extremo que costuma cair em erro e gerar títulos ruins, é o tamanho da frase. Segmentar não quer dizer colocar quase todas as informações no título, pois isso pode deixá-lo muito grande e bastante desinteressante.

Aliás, existem plataformas que priorizam títulos curtos, como algumas redes sociais e, sobretudo, os motores de busca, que chegam a sugerir limites (como o de não passar de 65 caracteres, por razões de otimização da página).

Na mesma linha, um erro comum é exagerar na dose de humor, metáforas ou até mesmo sensacionalismo. Até porque, é preciso estudar cada segmento a sério e primeiro compreender a linguagem apropriada para seu público.

Além do mais, um título sempre vai precisar entregar o que promete, portanto, não adianta exagerar na promessa apenas para atrair público, e depois frustrar a maioria das pessoas. Esse tipo de ação acaba se tornando um desserviço para o site e a marca.

Então, agora que já vimos o que não é um bom título, que tal irmos no sentido contrário? 

Se você quer entender como criar títulos que engajam de verdade, atraindo o seu público de maneira criativa e assertiva, é só seguir adiante na leitura.

1. AIDA: a estratégia principal

Do que foi dito acima, já deu para compreender que a criação de títulos é quase que uma ciência, ou mesmo uma arte. Por isso mesmo, já existe até uma técnica utilizada pela maioria dos especialistas da área, que é o método AIDA.

Na prática, essa estratégia contém todos os elementos que qualquer segmento pode precisar, seja uma oficina de troca de óleo carro ou uma indústria petrolífera. O próprio significado das quatro letras já demonstra isso:

  • A de ATTENTION (Atração);
  • I de INTEREST (Interesse);
  • D de DESIRE (Desejo);
  • A de ACTION (Ação).

Isso já mostra como a falta de planejamento ou estratégia pode trazer limitações. A maioria de nós pensaria, em um primeiro momento, apenas em gerar atração, não é mesmo? No máximo, interesse e desejo, já a parte da ação provavelmente escaparia.

Inclusive, a própria distinção entre interesse e desejo poderia ficar nebulosa. Então, vamos por partes: primeiro, a atração, que nada mais é do que utilizar ao menos uma palavra central a respeito do que será entregue, e que seja atraente para o leitor.

O interesse pode ser despertado pelo uso de palavras que indiquem qual o benefício ou as vantagens que o leitor terá em acessar aquele conteúdo. Ao passo que o desejo pode surgir no senso de urgência, o que faz a pessoa querer consumir aquilo rápido.

O timing é um elemento fundamental na internet, pois, como vimos, a concorrência e disputa por atenção é muito grande. Aí é que entra o papel da ação, como um título que diga “Aprenda tudo sobre aula de direção baliza”.

Geralmente, a ação vai ser incluída por meio de um verbo, como o “aprenda” do exemplo acima. Outro ainda mais prático seria algo na linha do título que utilizamos neste artigo, que também poderia ser: “5 dicas para criar sites que superam a concorrência”.

Neste caso, a palavra “site” é o elemento de atração, a ação permanece no verbo “criar”, ao passo que o interesse e o desejo (aliado à urgência) surgem no termo “superam a concorrência”, que é algo que todo empresário quer.

2. Por que customizar ao máximo?

Acima falamos sobre segmentação e perfis da persona. É preciso aprofundar isso, afinal, a tentação de “falar para todo mundo” é muito grande. A gente sempre pensa que com isso as chances de atingir alguém aumentam.

Mas não é bem assim. Na verdade, diminuímos as chances, pois é impossível um produto impactar todo mundo. Ele sempre vai ter alguma restrição de gênero, de valor ou simplesmente de interesse.

Pense em um exemplo clássico, se um título diz “Você aí que é advogado, quer resolver X problemas?”, talvez 90% das pessoas que lerem não são advogadas realmente. Porém, quando um advogado ler, vai parecer que foi feito especialmente para ele, concorda?

O mesmo vale para limpeza de bancos automotivos e qualquer outro segmento do mercado. A ideia é customizar ao máximo o título e o conteúdo. Acredite, isso gera um gatilho que torna o material muito mais assertivo e converte muito mais.

3. O poder da simplicidade

É claro que um técnico conhece todos os jargões ou termos específicos do seu segmento. Contudo, embora o foco seja customizar, é sempre bom lembrar que um título não precisa ter palavras difíceis por causa disso.

Então, a não ser que uma palavra-chave técnica seja o grande segredo que você tem certeza que vai atrair a atenção do seu público, prefira sempre o simples, como diz a regra de que “menos é mais”.

Por exemplo: faria mais sentido dizer “Somos a melhor oficina funilaria e pintura do bairro”, ou “Somos a oficina de melhor performance…?”. Perceba que a segunda opção ficou truncada e nichada demais.

Na regra do método AIDA, lembre-se do último elemento, o da “ação”. Foque no verbo como o grande motivador do título, e isso vai evitar o uso de termos secundários. Como no caso de “somos” a melhor do bairro. No fundo, isso é o que importa, concorda?

4. Palavras boas e palavras ruins

É sempre bom lembrar que as palavras ruins precisam ser evitadas, assim como um vendedor costuma evitar elementos negativos, correto? Não exatamente, pois o marketing digital tem suas regras próprias.

É claro que você não fala mal do seu produto, porém, uma palavra ou expressão negativa pode ressaltar a sua solução. Um exemplo clássico seria “Pare de perder dinheiro…”, ou ainda “Não corra riscos: renove sua cnh tipo b”.

É claro que perder dinheiro é algo ruim, e correr o risco de ser parado por um policial rodoviário com a carteira vencida, também. Mas se você aplica esse gatilho psicológico, no fundo, o termo caiu como uma isca, concorda?

Na verdade, todo produto pode ser explorado pela negatividade que sua ausência causa, como um cronograma capilar para crescimento, ou produtos alimentícios, ou mesmo de saúde. 

Também assim, os adjetivos podem ter o mesmo efeito, porém com o sinal invertido. No caso deles, você explora a positividade das palavras, como ao usar os termos “oportunidade”, “incrível”, “excelente”, “única” e tantas outras.

5. Nunca se esqueça do SEO

Não é possível falar em marketing digital sem mencionar o SEO (Search Engine Optimization), que nada mais é do que a Otimização de Páginas para Motores de Busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Atualmente, quando uma pessoa pesquisa algo como “projeto data center”, ela só encontra nas primeiras páginas os sites que fizeram otimização e seguiram os algoritmos. Portanto, seu título precisa levar em conta esses parâmetros.

Afinal, você não vai querer ficar de fora dos grandes buscadores, não é mesmo? Saiba que hoje essas plataformas já são capazes de identificar até mesmo se uma palavra-chave, que consta no título, realmente está presente no corpo do texto.

Então, se for explorar um título com a palavra-chave “escapamento de carro”, certifique-se de que ela está presente no primeiro parágrafo, e que aparece algumas vezes em subtítulos e até no nome das imagens da página.

Tudo isso vai facilitar na otimização e permitir que suas páginas consigam atingir um bom ranqueamento nessas que se tornaram as maiores vitrines da atualidade.

Com isso, vemos que a aplicação de um título estratégico pode fazer toda diferença na hora de criar e promover um conteúdo, especialmente quando as dicas dadas acima são levadas em conta.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Black Friday: Saiba como preparar seu e-commerce

A Black Friday é um grande potencializador de negócios. A data é uma das maiores do mundo para o comércio, e participar dela é importantíssimo para a saúde financeira de sua empresa.

Um empreendimento que trabalha com serviço de motoboy, por exemplo, pode alavancar muito as vendas de seu serviço com uma boa infraestrutura desta data comemorativa.

A origem da Black Friday é antiga, e o termo é uma referência a graves crises no mercado dos Estados Unidos. Esses agravamentos levaram as empresas a baixar seus preços para tentar manter um lucro no mercado, que era aproveitado pelos consumidores.

Surgido na Filadélfia, o evento tornou-se a pouco tempo o maior dia de compras do mundo, ganhando impacto internacional ao se espalhar, gerando a ideia de um dia com grandes descontos por parte do comércio, facilitando o poder de compra das pessoas.

É essencial pensar na Black Friday como uma grande oportunidade de gerar novas conversões e ganhar muitos novos clientes, no entanto, é preciso cautela e atenção para um planejamento adequado que não prejudique seu comércio.

Começando no Brasil em 2010, diversas lojas têm incorporado em seus calendários a data, que normalmente é o dia seguinte ao feriado norte-americano conhecido como “Dia de Ação de Graças”, sendo realizado na última sexta-feira do mês de novembro.

Muitas empresas alugam até mesmo uma estrutura de galpão para dar conta de estocar os itens que serão vendidos na data.

Os valores movimentados anualmente são impressionantes e, hoje em dia, é difícil pensar em não participar da Black Friday, pois o prejuízo pode ser muito grande.

Pensando nisso, neste artigo, apresentamos algumas dicas de como seu negócio deve preparar-se para a Black Friday, bem como algumas dicas para conseguir vender bem nessa data. Acompanhe!

Como se preparar para a Black Friday

Não basta colocar descontos em seus produtos e esperar os clientes chegarem até eles. 

Hoje em dia, uma boa estratégia de marketing é fundamental para o funcionamento de uma empresa, e em datas como essa, é mais importante ainda as ações planejadas.

É ideal possuir um pedestal organizador de fila para colocar na área externa de sua loja física, uma vez que a organização deve ser fundamental durante esse dia.

Muitas empresas já costumam tomar a dianteira e anunciar suas promoções antes da data específica. Isso permite que o consumidor faça as escolhas do que pretende comprar e se programe financeiramente para os gastos.

Esse tipo de ação acaba desenvolvendo um gatilho mental no público-alvo, que começa a criar expectativas para a data.

Promoções que realmente se destaquem têm ainda a possibilidade de expandir sua rede de clientes e alcançar novos consumidores que não tinham acesso a seu nicho.

Para não perder o momento, é interessante que toda a campanha prévia a data da Black Friday seja trabalhada em torno de descontos menores e promoções rápidas, que atraiam o cliente e os façam começar a consumir antes mesmo da sexta-feira.

Logo, no dia, a empresa pode preparar a parte pesada das promoções, fazendo com que as pessoas que estavam acompanhando tenham possibilidade de adquirir muito mais.

Comparar preços com a concorrência é uma estratégia que deve ser realizada o ano inteiro.

Um cliente irá procurar pela internet qualquer produto, até mesmo um colar 7 chakras, para avaliar a diferença de preços e de produção. Por isso, é importante ser honesto e ético com as promoções da Black Friday.

Além disso, é preciso identificar o quão dentro do mercado seus produtos ou serviços estão. Entretanto, vale a pena conferir promoções especiais e descontos de Black Friday que os concorrentes estão sugerindo.

Dessa forma, você pode avaliar a situação e identificar um preço competitivo e agradável ao público, sem perder uma margem de lucro. É fundamental que o preço seja qualificado, entretanto.

Um valor muito baixo para um produto pode levantar dúvidas sobre a qualidade e a segurança do item apresentado, diminuindo as chances de venda. Mantenha-se competitivo, ainda que com preços baixos.

Se você fizer as contas e não conseguir diminuir o preço abaixo de seu concorrente, vale a pena tentar outras formas de conquistar o cliente.

Um desconto ou isenção de frete vale muito nesse tipo de situação, e uma diminuição no tempo de entrega pode ser o diferencial que fechará a compra.

Mesmo em serviços, você pode oferecer, por exemplo, um preço promocional para motoboy contrato mensal, melhorando seu portfólio e ganhando mais clientes.

Tenha seu e-commerce bem estruturado

Além das dicas dadas acima, é importante preparar seu site para a Black Friday é fundamental. Só assim ele alcançará os resultados adequados para a data, com um planejamento estratégico completo e uma ação de marketing contundente.

Garantir o estoque de seus produtos é uma excelente sacada. Estime com base nos resultados de anos anteriores para criar uma estrutura adequada, pensando nos produtos com mais saída e nos destaques de suas divulgações.

Como a maioria das lojas oferecem opções alternativas de frete, busque opções menos custosas e que ofereçam o melhor serviço para o cliente.

Durante esse período, junto das vendas que crescem vertiginosamente, a demanda de atendimento também pode aumentar. Não hesite em contratar funcionários temporários para suprir a necessidade de atendimento.

Por serem pessoas que não estão a muito tempo na empresa, é fundamental que haja uma capacitação boa e qualificada, para não causar nenhum tipo de transtorno no atendimento.

Seus colaboradores devem saber exatamente o que você está vendendo, para uma melhor conversação. Se você está tentando vender bermuda tactel elastano, é preciso compreender o tipo de questionamento que um consumidor fará, por exemplo.

No começo da difusão da Black Friday no Brasil, muitas pessoas tentaram fazer promoções falsas e aplicar golpes no consumidor. Isso gerou uma desconfiança que muitas vezes permanece nos clientes.

Por isso, é de fundamental importância que suas promoções sejam reais e honestas. 

Ofereça opções realmente boas, uma vez que a maioria das pessoas tem buscado em históricos e faz uma publicidade negativa forte em empresas que tentam passar a perna no consumidor o durante o evento.

Dicas para vender bem na Black Friday

O consumidor costuma procurar lojas que tenham descontos especiais durante a época. Por isso, criar uma página exclusiva com todas suas promoções pode ser um excelente meio de atrair mais público.

Coloque seu vinho halberth em destaque para conseguir alcançar mais pessoas com a promoção.

É ideal que a página reflita o evento, usando cores temáticas e várias chamadas para ação (CTAs) que destaquem a qualidade de seus serviços ou produtos e por que aproveitar as promoções que você está fazendo.

Reduzir preços progressivamente também é uma excelente estratégia de venda. Nesse caso, a expectativa é ganhar pela quantidade. Oferecer um desconto de 20% que aumenta progressivamente a cada item adicional comprado pode alavancar muito suas vendas.

Anúncios são fundamentais para melhorar suas vendas durante a Black Friday. Dentre as opções de engajamento, você pode divulgar através de:

  • Rádio e TV;
  • Internet;
  • Redes sociais;
  • Panfletos e outdoors.

Qualquer elemento que possa difundir suas promoções é válido. Aproveite também a ocasião para aumentar seu engajamento em redes sociais, utilizando hashtags e outras ferramentas para que sua publicidade alcance mais pessoas.

Além disso, ganhar novos clientes é ótimo, mas é preciso pensar em vantagens para aqueles que já são fiéis a sua empresa. 

Essas pessoas se engajam com o estabelecimento e seguem consumindo, sendo uma importante figura do desenvolvimento da saúde financeira do empreendimento.

Clientes recorrentes de uma empresa de controle de bens patrimoniais têm grandes chances de contratar mais dos serviços com um preço promocional.

Pensando nisso, o ideal é criar promoções exclusivas para clientes já fidelizados, e havendo a impossibilidade de baixar mais os preços, incentivar o consumo com brindes e outros pequenos agrados que farão o cliente ficar ainda mais próximo da empresa.

Verificar sua infraestrutura também é muito importante nesse período. Se você possui um site de vendas, ele deve ficar hospedado em um servidor. É essencial pensar que esse servidor tem grandes chances de sobrecarregar com o excesso de pessoas acessando.

Para conseguir tirar o melhor proveito dessa data, é imprescindível que o estabelecimento mantenha-se em ordem durante todo o período.

Se seu site fica em uma empresa terceirizada de hospedagem, pode ser interessante avisá-los com antecedência para evitar qualquer tipo de transtorno que possa ser causado durante os dias que antecedem e procedem a Black Friday.

Tão relevante quanto a infraestrutura, são os conceitos de segurança. Em compras online, seus consumidores colocarão dados pessoais e financeiros sob a sua responsabilidade.

Garanta que não haverá nenhum vazamento de dados, para evitar uma situação muito complicada após o evento.

Considerações finais

A criatividade é o elemento chave para se destacar na Black Friday. A maioria das empresas irá oferecer produtos com descontos imbatíveis, então pense fora da caixinha para chamar a atenção do público e converter mais resultados.

Ademais, é essencial lembrar que o sucesso da Black Friday é ótimo, mas ainda trata-se de só um dia de ofertas. Seu trabalho de engajamento e vendas durante esse período pode gerar uma imensa base de apoio de consumidores.

Se investido corretamente, o relacionamento com essas pessoas pode tornar sua empresa ainda maior e melhor.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Conheça os fatores que influenciam no valor do frete

Muitos fatores podem influenciar o valor do frete cobrado pelas empresas aos clientes quando estes compram com a companhia, e não referem-se apenas à distância ou à localização do destinatário.

Cada empresa transportadora faz o seu próprio cálculo, de acordo com a sua tabela de frete, e para isso considera diversas variáveis. Uma delas é a característica do serviço prestado, que chega a um consenso do quanto será cobrado.

Existe um desafio maior quando diferentes transportadoras prestam serviço para uma mesma empresa. Esta passa a ter que controlar várias tabelas que contemplam cálculos diversos.

Tudo isso dificulta a conferência manual dos valores, no entanto, ainda assim, é essencial mensurar um valor correspondente.

Se não for calculado adequadamente, a empresa pode sofrer prejuízos financeiros, que vão desde a perda de uma venda até a necessidade de arcar com custos que não estavam no orçamento.

Levando tudo isso em conta, conclui-se que é necessário entender por que o frete varia, os fatores que o tornam diferente e como as empresas podem reduzir esses custos, e é exatamente sobre esse assunto que este artigo se trata.

Se você quer entender melhor para buscar outras alternativas e oferecer condições adequadas de frete aos seus clientes, acompanhe a leitura!

Mas, afinal, por que o valor do frete varia?

O valor do frete, às vezes, pode parecer impossível de prever. Para se ter uma ideia, um mesmo destino e carga podem variar até 300% do preço de uma transportadora para outra.

Quando o consumidor se vê diante dessas alterações, muitas vezes acredita que não existe uma regra para esse cálculo, e que tudo não passa de “chutes” das empresas.

A verdade é existem razões plausíveis que fazem com que os serviços de motoboy entrega ou por meio de outros transportes variem bastante, e dentre elas temos:

  • Tipo de veículo utilizado;
  • Taxas e extras;
  • Área de atuação;
  • Insumos;
  • Mão de obra;
  • Lucro.

No tópico a seguir, vamos esmiuçar alguns fatores que podem diferenciar o valor do frete de uma empresa para outra, para você entender melhor.

Fatores que mudam o valor do frete

O consumidor moderno tem optado cada vez mais por comprar tudo o que precisa pela internet. Só que mesmo em vista de sua praticidade, muitas pessoas desistem de um produto por causa da alta taxa de entrega.

Outras pesquisam em várias lojas para ver em qual delas o frete demora menos ou está mais barato, isto é, analisam se o custo-benefício e o valor da entrega é tão relevante quanto o próprio produto.

Só que os valores cobrados para os fretes dependem de muitos fatores, embasados na tabela usada pela empresa de locação de ônibus que faz o serviço. Nesta tabela, são levados em conta fatores como:

1 – Distância entre saída e destino

Quanto mais longe um do outro, mais é preciso arcar com combustível e manutenção. Como resultado, o frete fica mais alto.

Portanto, uma das bases para se ter uma ideia do quanto vai custar essa entrega é ter noção do quanto o endereço de saída está longe do endereço de entrega.

2 – Características do destinatário

Os fretes também costumam ser mais caros em lugares de difícil acesso ou que apresentam algum risco. Obviamente, as transportadoras não querem ter prejuízos, então cobram mais caro de acordo com a periculosidade e as dificuldades.

Algumas vezes, existe a cobrança de uma taxa extra para movimentar cargas, relacionada à gestão de riscos e logística.

3 – Proteção da carga

As empresas de serviço motoboy ou qualquer outra que realiza entregas circulam com cargas que, muitas vezes, são de valor e, por esse motivo, estão sujeitas a riscos como acidentes, roubos e furtos.

Muitas empresas que realizam esse serviço contam com seguro ou realizam viagens com comboio. Portanto, tudo isso influencia no valor cobrado, para que seja possível garantir a proteção das cargas.

4 – Preço da carga

O preço do produto apresentado na nota fiscal também influencia o valor do frete. Isso está diretamente relacionado ao item anterior, uma vez que saber o valor da carga determina o tipo de proteção que ela precisa.

Outros impostos e taxas também levam em conta o preço do produto. Em outras palavras, quanto mais cara for uma mercadoria, mais caro é o seu frete.

5 – Qualidade do trajeto

Se você comprar um espumante importado que custa caro, é responsabilidade da entregadora fazer com que ele chegue até você intacto.

A proteção da embalagem conta, mas existem outros aspectos que garantem a integridade dos produtos e dos transportes usados que pesam no valor do frete e no estado que a mercadoria chega até os clientes.

As condições das vias, como estradas e ruas, da mesma forma compõem o valor da entrega. Se o caminhão precisa atravessar uma estrada em péssimas condições, ele pode ter vários prejuízos, como danos à sua parte mecânica e às mercadorias.

6 – Impostos e tarifas

Existem vários custos que são cobrados das transportadoras para que elas possam circular com mercadorias, como aparelho academia. Alguns exemplos são pedágios e taxas, além de:

  • Taxa de gerenciamento de risco;
  • Taxa de coleta e entrega;
  • Imposto sobre serviço de qualquer natureza;
  • Tarifa mínima;
  • Taxa de restrição ao trânsito.

Além disso, há também o imposto sobre circulação de mercadorias e serviços (ICMS), que é um tributo bastante variável.

7 – Prazo de entrega

O prazo do frete é definido pela empresa e depende de seu fluxo de produção. Mas o cliente pode optar por um prazo menor do que o estipulado, no entanto, vai pagar mais caro.

Ademais, existem dois tipos de entrega: a econômica e a expressa.

8 – Logística reversa e reenvio

Alguns imprevistos podem prejudicar a remessa, o que acaba por aumentar o valor do frete. Exemplos disso são as dificuldades de entrega para o consumidor final, por conta de restrições de horário, se a carga ficar parada, etc.

Outro exemplo é o reenvio porque o produto não pôde ser entregue na primeira tentativa. 

Aqui também entram os custos com logística reversa, que é quando a transportadora precisa recolher um produto, como creme para cabelo cacheado para trocas ou devoluções.

9 – Peso e cubagem

Cubagem é o espaço que a mercadoria vai ocupar dentro do veículo; o peso, por sua vez, influencia no desgaste dos pneus e o quanto de combustível será necessário.

Levando essas informações em conta, muitas transportadoras consideram a cobrança do frete por quilo movimentado. O valor também pode considerar a comparação entre peso bruto e cubado.

Para isso, é feita a multiplicação das dimensões da embalagem por um fator determinado, usando a maior para fazer o cálculo.

A intenção é tornar a cobrança mais justa, principalmente quando a mercadoria é leve e volumosa, ocupando o lugar de outras cargas, como os materiais usados por um chaveiro mais próximo.

Como reduzir os custos do frete?

O valor do frete pode influenciar na decisão de compra do cliente, o que significa que ele pode desistir. Para evitar situações como essa, as empresas podem recorrer a algumas estratégias que reduzem o valor do frete.

Uma delas é o frete grátis, uma das melhores ações para atrair e fidelizar clientes, e que também aumenta muito as vendas.

Só que para optar por essa ação é preciso elevar um pouco o custo dos produtos para cobrir o valor total da entrega ou parte dela.

Da mesma forma, se uma revenda de botijão de gás 13kg quiser, pode manter o preço original dos produtos e arcar com as despesas do frete. Só que isso precisa ser feito de modo organizado e sem prejudicar a receita da empresa.

Outra opção é o frete subsidiado, em que o valor é dividido entre a empresa e o cliente, o que traz benefícios para ambos os lados.

Além de possibilitar que o cliente pague menos pela entrega do que seus concorrentes, ele ainda pode ter acesso a um produto mais em conta.

Outra possibilidade muito aplicada é a isenção ou desconto no frete acima de um valor estipulado. Essa estratégia atrai os consumidores e os faz comprar mais para conseguir o desconto da entrega.

Mais uma opção parecida é oferecer frete grátis para clientes VIPs, ou seja, que já compraram outras vezes. Isso atrai a atenção dos consumidores, facilitando as vendas e a fidelização.

Conclusão

Receber um produto em casa é sinônimo de conforto, praticidade e segurança, no entanto, ainda assim, algumas pessoas se assustam com o preço dessa facilidade.

Mas uma coisa é fato: é preciso compreender bem o frete, pois as compras online estão cada vez mais comuns. Se o seu negócio não compreender bem como funciona essa cobrança, vai perder boas oportunidades de venda.

Cada vez mais os serviços de entrega serão parte do dia a dia das organizações, e quanto mais íntimo você estiver dele, melhor.

Além de poder trabalhar melhor com esse serviço, você saberá encontrar maneiras de abrandar seus custos e atrair mais clientes pelo valor da entrega.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

dropshipping

Dropshipping: saiba o que é e como funciona

Que a internet trouxe uma série de possibilidades de atuação para as empresas, disso ninguém duvida. Entre elas é importante mencionar o Dropshipping, que se mostra uma alternativa bastante interessante para o crescimento de um negócio. 

O número de empresários que aposta em uma atuação online vem crescendo constantemente. Isso porque além de ser um formato mais fácil de administrar, ele exige menores investimentos para a operação e manutenção da empresa. 

Assim, é cada vez mais comum encontrar lojas online de diferentes segmentos, como os e-commerces de venda de calçados ou de carpete em rolo. Tudo isso ocorre graças ao auxílio da tecnologia e da simplicidade dos processos de compra virtuais. 

Mas é muito comum que algumas pessoas que pensem em abrir um negócio digital tenham dúvidas e receios sobre o investimento, imaginando que seja preciso juntar um montante alto de dinheiro, principalmente para abrir uma plataforma e comprar o seu estoque. 

De fato, essa é uma necessidade para que qualquer loja física possa funcionar, mas ela não é a única alternativa para quem deseja construir um e-commerce.

O modelo de negócio Dropshipping veio justamente para isso: possibilitar a abertura de uma loja virtual para quem quer vender na internet, mas possui limitações financeiras para comprar grandes quantidades de produtos. 

Sendo assim, quem antes tinha uma desculpa para não empreender no mundo virtual pode hoje aproveitar essa facilidade para começar o quanto antes. 

Grandes plataformas do mercado já atuam nesse formato. Afinal, além de beneficiar os seus negócios, há vantagens também para os pequenos empresários que desejam crescer e que podem desfrutar do tráfego desses sites para conseguir resultados mais rápidos. 

Se você já ouviu falar em Dropshipping ou se ainda não conhece mas se interessou por essa alternativa, este artigo pode ajudar a esclarecer melhor o tema, dando o suporte necessário para quem quer investir nesse tipo de negócio. 

Por isso, siga na leitura deste conteúdo e entenda como utilizar o Dropshipping para abrir e manter um e-commerce lucrativo com maior facilidade. 

O que é Dropshipping?

A internet comporta uma série de possibilidades para quem deseja trabalhar com aluguel de empilhadeira ou com a venda de artigos esportivos, de modo que abrir um site para atuar nesse espaço se torna cada dia mais simples. 

O Dropshipping é um exemplo claro disso: hoje, você não precisa ter um estoque de produtos no seu estabelecimento físico para poder receber pedidos e ter um faturamento interessante. 

O formato vem ganhando cada vez mais adeptos, inclusive grandes magazines do Brasil e do mundo aproveitam da facilidade do Dropshipping para vender mais, atuar em diferentes regiões e conquistar os seus potenciais clientes. 

Para dar início ao novo negócio, é necessário buscar por fornecedores, chamados de parceiros Dropshipping, que ficam responsáveis pelo despacho e entrega das encomendas. 

Assim, após receber o pedido de uma escada andaime, por exemplo, o e-commerce envia a solicitação para o seu parceiro, que vai preparar o pacote e fazer o envio para o cliente. 

Essa alternativa de trabalho tornou possível a abertura de várias lojas virtuais, permitindo que o mercado fosse aquecido e que muitas pessoas descobrissem uma nova forma de ganhar dinheiro sem que fosse necessário investir altas quantias com espaço e estoque. 

As vantagens do Dropshipping

Depois de entender o que é o Dropshipping, é interessante conhecer algumas das principais vantagens de atuar nesse formato de negócio, conseguindo assim abrir uma loja online e ter sucesso no mundo virtual. 

1. Menor investimento inicial

Se para abrir um e-commerce de semijoias alianças era necessário ter uma boa quantia financeira para comprar produtos, com o Dropshipping isso não é preciso. 

Afinal, todo artigo vendido na loja é enviado por um fornecedor, que ficar responsável por separar e preparar o pacote e despachá-lo para o cliente. 

Esse benefício ainda pode ser sentido no aluguel de um espaço físico para o armazenamento de itens, de modo que quem abre um e-commerce para trabalhar com Dropshipping pode fazer isso sem precisar de um endereço comercial. 

Outro ponto interessante é a economia com mão de obra. Quem trabalha com van fretamento, por exemplo, depende de uma equipe completa de motoristas para atuar. No formato Dropshipping, isso também não é necessário. 

2. Facilidade para abrir o negócio

A abertura e a administração de um e-commerce por Dropshipping é bastante simplificada, o que agiliza o início de qualquer negócio. 

Sendo assim, é uma alternativa prática e funcional para quem quer trabalhar de modo autônomo rapidamente. 

3. Maior variedade de produtos

Quem deseja abrir uma loja online para vender diferentes tipos de artigos, que podem ser desde um ferro de passar profissional até itens de alimentação, pode apostar no Dropshipping para se beneficiar. 

Para tanto, será necessário encontrar bons fornecedores em segmentos distintos, sempre se preocupando em selecionar aqueles que trabalham com produtos de qualidade e que são bem avaliados no mercado. 

Dessa forma, o e-commerce pode ter uma abrangência muito maior, impactando clientes com diferentes perfis e necessidades. 

4. Crescimento simplificado

Em geral, quanto uma empresa deseja crescer ela precisa considerar uma série de fatores, tais como a locação de novos espaços físicos ou a contratação e treinamento de novos colaboradores.

No Dropshipping isso pode ser dispensável. Afinal, todo o controle pode ser feito por um sistema, e o estoque nunca será um problema para a empresa. 

Nesse sentido, o desenvolvimento do negócio se torna muito mais simples e eficaz, trazendo retornos interessantes para quem deseja atuar nesse formato de trabalho. 

Essas são algumas das vantagens de começar um e-commerce tendo como base o Dropshipping, permitindo que a empresa alcance bons resultados em pouco tempo. 

O que considerar antes de começar com essa prática?

Atuar com Dropshipping facilita bastante o processo de quem quer ter um negócio virtual de modo descomplicado. Mas antes de começar com essa prática, é fundamental considerar alguns aspectos para evitar surpresas posteriores. 

Um dos pontos fundamentais é ter um bom relacionamento com os seus parceiros. Isso porque a satisfação e a boa avaliação dos seus clientes dependem de uma entrega eficiente e de produtos de qualidade.

Por isso, saber selecionar de maneira criteriosa os fornecedores do seu negócio, verificando se eles possuem uma boa estrutura de entrega expressa transportadora é essencial para o crescimento da sua empresa. 

Além disso, é necessário que o seu catálogo de produtos esteja sempre atualizado com o dos fornecedores, evitando o risco de fazer a venda de itens que não estão disponíveis no parceiro. 

Esse cuidado evita frustração e devolução de valores, sendo que esses elementos podem trazer feedbacks negativos dos seus compradores. 

Também vale mencionar que é indispensável ouvir os seus clientes, entendendo o que eles querem encontrar na sua loja virtual. 

Sendo assim, criar um canal de relacionamento com os consumidores é essencial para colher sugestões e para ampliar o seu negócio, de modo que seja possível obter um crescimento interessante e a fidelização do público. 

Por fim, uma dica estratégica para ajudar na visibilidade do seu e-commerce é investir em marketing digital, criando campanhas de publicidade eficazes e que tragam cada vez mais clientes para o seu negócio. 

Ao tomar esses cuidados, o Dropshipping sem dúvida será um sucesso na sua jornada, garantindo que o seu site se torne uma referência na internet. 

Os resultados esperados com o Dropshipping

Quem decide atuar com vendas virtuais, seja para comercializar etiqueta adesiva grande ou produtos de limpeza, deseja que o seu e-commerce possa crescer e atingir bons resultados. 

Dessa maneira, entender como funciona o Dropshipping e saber utilizá-lo a favor do crescimento do seu site é a melhor forma de conquistar o retorno que se espera. 

Depois de conhecer bem o mercado, pesquisar fornecedores bem avaliados e investir em um atendimento ao cliente de excelência, certamente a loja virtual poderá crescer sem dificuldades ou limitações. 

Nesse processo, saber como cuidar da usabilidade e navegabilidade da sua página é a melhor maneira de fazer com que os visitantes do seu site queiram fazer compras e que recomendem a plataforma para os seus amigos. 

Ao mesmo tempo, ter uma central de relacionamento ágil e empenhada em resolver dúvidas e oferecer soluções para o público é parte importante de qualquer loja virtual.

Por fim, construir uma ponte de comunicação eficiente com os parceiros Dropshipping é o segredo para montar uma base sólida nesse formato de trabalho, de maneira que se possa conquistar bons desempenhos na sua empresa. 

Sendo assim, se você já estava considerando o Dropshipping como uma possibilidade interessante de montar o seu próprio negócio, certamente esse conteúdo ajudou no esclarecimento de algumas dúvidas. 

Então, não deixe de investir nos pontos abordados acima e tenha a tranquilidade de atingir bons resultados no seu negócio virtual.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Matriz BCG

Matriz BCG: conheça mais sobre essa ferramenta

Já imaginou uma ferramenta ou metodologia que permitisse ter uma visão ampla sobre um negócio, seus produtos e a recepção dos clientes, tudo de modo estratégico e voltado para o futuro? Eis aí a grande proposta da Matriz BCG.

Pode parecer que essa sigla não diga muito sobre o método, pois ela remete ao Boston Consulting Group, famoso grupo de consultoria empresarial norte-americano. Mas isso diz tudo sobre a história e o contexto em que a Matriz BCG surgiu.

Ela foi concebida na década de 1970, por um desenvolvedor chamado Bruce Henderson, que se esforçou ao máximo para tornar o método bastante visual, amparado em um desenvolvimento gráfico de análises.

Isso é importante para nos contextualizar sobre a origem de algo que pode mudar nossa empresa de patamar. No sentido de já entendermos, de antemão, que se trata de um método intuitivo, que pode ser aplicado por todos os interessados.

Desde sua criação, essa análise ou matriz se tornou a mais utilizada no mundo todo, segundo o famoso livro “Manual de Estratégia: Conceitos, Prática e Roteiro”, de autoria de José Crespo Carvalho e José Cruz Filipe.

Quem é da área nem precisa de referências, pois certamente já está acostumado a aplicar o método na rotina de desenvolvimento de produtos e soluções. Especialmente com foco em análises de portfólios e estratégias ligadas ao ciclo de vida de cada produto.

Na prática, essa “visão ampla” que mencionamos acima é a visão sistêmica, ou ainda visão holística de que tanto se fala atualmente. De fato, hoje em dia nada é mais importante do que a capacidade de “conversar” com o futuro.

De fato, em um mercado cada vez mais concorrente, saturado e desafiador, e sem um método que permita debater quais produtos merecem continuar na linha de produção, e quais não merecem, dificilmente uma empresa vai conseguir se manter.

Já adiantamos que a aplicação da Matriz BCG não é difícil. Mas, para aplicá-la de maneira realmente funcional e promissora, é preciso conhecer suas etapas e alguns conceitos, que vamos aprofundar adiante.

Então, se você quer conhecer mais sobre essa ferramenta incrível, basta seguir na leitura.

Por dentro da lógica da Matriz BCG

A Matriz BCG, tal como se consagrou no mundo todo, é dividida em dois blocos ou quatro partes distintas. Os blocos dizem respeito às métricas, que incluem o nível “Alto” e o nível “Baixo”, e remetem a dois conceitos práticos.

O primeiro é o de “taxa de crescimento de mercado”, que compara produtos, como o desempenho de um vinho malbec argentino com outras bebidas do mesmo portfólio. Claro, os produtos comparados precisam ter um ticket e um perfil semelhantes.

O segundo bloco diz respeito à “participação do produto no mercado”, o que alguns chamam de “participação relativa”. Essa métrica tem uma visão ainda mais abrangente sobre a realidade do produto dentro da empresa e no mercado como um todo.

Já as quatro partes ou etapas vão muito além, completando os dois blocos/eixos dessa tabela gráfica que é a Matriz BCG, conforme os seguintes símbolos:

  • A interrogação: introdução de um novo produto;
  • A estrela: produtos de crescimento no mercado;
  • A vaca leiteira: ponto de maturidade de um produto;
  • O abacaxi: símbolo de alerta e declínio no mercado.

Adiante aprofundaremos a aplicação desse gráfico. Mas já ficou claro que, se você vai lançar uma novidade como incluir um vinho lambrusco branco em sua carta de vinhos, o primeiro passo é considerar a Matriz BCG.

Ademais, tantos os dois ciclos de mercado dos eixos, quanto os quadrantes, foram pensados de modo pragmático para que um bom líder consiga fazer as demonstrações diante de sua equipe, já que as análises envolvem vários setores da empresa.

Os produtos “interrogação” e “estrela”

O ponto de interrogação é, no sentido lógico, o primeiro quadrante de todos. Trata-se de produtos que ainda não podem ser julgados com base em métricas reais, apenas cenários e conjunturas que se faça no plano de lançamento.

Se você acaba de lançar um bolo de leite ninho simples na sua loja, essa proposta ainda está no reino da aposta, da novidade. Na prática, a empresa não fica parada, é claro, pois o marketing serve justamente para esse tipo de cenário.

Mas a Matriz BCG ainda não consegue canalizar seu potencial analítico para tais itens. Às vezes não é nem sequer um produto novo, mas todo um nicho de mercado que uma marca disruptiva acaba de inventar.

Um ponto essencial a levar em conta é que realmente a adesão do público costuma ser baixa nesses casos, então não há espanto no sentido de colocar tais produtos no quadrante da interrogação, é tudo uma questão de método.

Outro ponto importante é o modo como o produto do quadrante interrogação cruza os dois eixos. Isto é, a maneira como se relaciona com o crescimento de mercado, que é alta, e com a participação do produto no mercado, que é, naturalmente, baixa.

Pela lógica, o próximo passo ou tipo de produto é o “estrela”. Como o nome já sugere, trata-se dos produtos mais interessantes ou principais de qualquer portfólio. Seria como um champagne magnum que gerasse a melhor rentabilidade para a loja.

É o alto índice de resultados/vendas que justifica sua posição de destaque, bem como sua função de manter a marca bem posicionada no mercado. Porém, existem algumas ponderações a serem feitas em relação a ele.

Primeiramente, o fato de ser um produto que, embora não seja tão novo quanto os do quadrante de interrogação, ainda não é estável em termos de vendas contínuas. Ele está vendendo muito porque é algo inovador, tem um forte potencial.

É o caso de uma marca que acaba de ter uma grande ideia, cujo produto principal se mostra um verdadeiro “arrasa quarteirões”. Contudo, é preciso testá-lo no tempo, ver se a aderência é contínua e a consolidação de mercado vai se dar de fato.

O que são o “abacaxi” e a “vaca leiteira”

Mesmo quem nunca ouviu falar na Matriz BCG, certamente já deve ter ouvido a expressão “abacaxi”, como indicando algo que não dá bons resultados ou gera transtornos. Isso diz muito sobre esse quadrante, e o processo de decadência de um produto.

Claro, se uma fabricante de alimentos para eventos percebe que itens como panquecas estão entrando em baixa no gosto do público, ela pode investir mais em crepe para festa, ou em waffles e soluções similares que substituam o produto em declínio.

Ainda assim, é importante manter no radar ou no gráfico BCG o ciclo de vida desses produtos, até como modo de evitar que outros entrem em declínio igual. O que nem sempre é impossível, pois as possibilidades de remarketing e “revisitação” estão sempre aí.

Enfim, a “vaca leiteira”, que é o sonho de toda marca. Se o produto estrela tem altos índices de venda, lembremos que os investimento também são altos, pois demandam muitos testes, muito marketing e reciclagem constante.

Já neste quarto quadrante ou cenário, o produto se consolidou, portanto continua vendendo tal como um produto estrela, porém sem altos custos. Daí sua expressão, que significa a capacidade de “ordenhar” o produto sempre, sem escassez.

Imagine uma loja que vende lembrancinha de chocolate, por exemplo. Não é preciso muito esforço para perceber que esse tipo de lembrancinha ou brinde sempre vai ter uma alta aderência no mercado.

Vale notar que a relação do produto de tipo “vaca leiteira” com as duas linhas do eixo é alta. Portanto, ele tem uma boa participação relativa de mercado e, ao mesmo tempo, um crescimento de mercado elevado, por ser consagrado.

Como se dá a dinâmica da Matriz BCG?

Falar sobre os quatro tipos de produto e sobre as duas linhas do eixo já é algo suficientemente proveitoso para entendermos como se dá o ciclo de vida de um produto.

Ainda assim, podemos abordar o método em termos de aplicação. A primeira grande dica é contentar-se com o fato de que nem todo produto vai chegar a ser “vaca leiteira”, ou mesmo “estrela”.

Como no caso de uma fábrica de peças plásticas, que precisa ter um portfólio grande, justamente para poder equilibrar esse mix de soluções, o que é normal.

Estrategicamente, é o lucro praticamente garantido do “vaca leiteira” que permite a inovação no mercado. O maior mérito da Matriz BCG é fazer a marca compreender essas relações do ciclo de vida, para conseguir consolidar-se realmente.

O sucesso de qualquer empresa está, por assim dizer, em sua carteira de produtos, e não apenas na “carteira de clientes”. Já que, afinal, sem bons produtos, não há compradores constantes.

Imagine o caso de um buffet de massas. Ele precisa ter um gráfico muito claro sobre quais itens são os que mais atraem seus clientes, e mais garantem o fechamento de pedidos e contratos, pois as estratégias vão girar em torno disso.

Hoje, toda grande empresa trabalha seu mix de produtos baseada nessa filosofia. Com isso, vemos como a Matriz BCG é uma ferramenta incrível para todo tipo de marca, especialmente as que querem se consolidar como referência no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

e-commerce

5 dicas para melhorar a entrega de produtos do seu e-commerce

A entrega de produtos comprados pela internet é de grande responsabilidade de de um e-commerce, sendo um dos momentos mais aguardados e importantes para os consumidores modernos, uma vez que a maioria das compras, hoje em dia, é feita online.

Só que pode ser uma grande decepção se o produto atrasa ou vem danificado, e isso pode prejudicar a imagem do seu negócio.

As plataformas e-commerce ganharam destaque nos últimos meses, especialmente durante a pandemia, quando as pessoas começaram a comprar ainda mais pela internet devido o isolamento social.

Só que para se manter competitivo no mercado e ter condições de enfrentar a concorrência, é preciso ir além de bom preço, bem como se atentar à qualidade dos serviços prestados.  

Muitas pessoas preferem pagar mais caro apenas por saberem que determinada loja entrega mais rápido, mesmo que o valor do frete também seja mais alto. No entanto, quem vende pela internet não tem como fugir dessa questão.

Melhorar a entrega é como aprimorar o negócio como um todo, afinal, ele passa a ser visto com bons olhos pelos consumidores.

Pensando em tamanha importância, neste artigo, vamos falar sobre a importância da etapa de entrega, dar dicas para melhorá-la e mostrar os impactos que ela pode trazer para o e-commerce. Acompanhe!

Importância da etapa de entrega para o e-commerce

Uma empresa online de sucesso deve levar em conta diversos fatores, que vão desde a qualidade do produto ou serviço oferecido, atendimento de valor e o momento em que a compra chega na casa do cliente.

A entrega é um fator de peso, uma vez que é essa etapa que vai determinar se o cliente voltará ou não a comprar daquele e-commerce.

Muitas lojas online possuem seu próprio setor de entrega, no entanto, ele demanda um gasto muito maior, inacessível para a maioria, como ter a própria frota.

Os pequenos negócios não saem prejudicados nisso, pois podem contar com alternativas como transportadora cargas pequenas.

Ao terceirizar esse serviço, muito tempo e dinheiro é poupado, ao mesmo tempo em que a empresa consegue alcançar um público ainda maior.

Isso porque as empresas que se dedicam a esse trabalho visam suprir as necessidades das lojas virtuais e de seus clientes ao mesmo tempo.

Esses e-commerces entendem que o produto não fala por si só, pois é possível encontrar o mesmo item, pelo mesmo preço, mas em uma loja que faça uma entrega melhor e mais rápida.

Quem faz uma compra é porque deseja aquele determinado produto, e a mesma situação acontece com os consumidores que compram pela internet. A diferença é que esse público preza pelo conforto e comodidade que só os e-commerces podem oferecer.

Comprar de casa, a qualquer horário do dia ou da noite, por um preço muito mais acessível e com uma entrega rápida feita por serviço de motofrete é o que tem levado os consumidores e preferir essa modalidade.

Inclusive, isso tem chamado a atenção de lojistas que estão estendendo seus espaços para a internet, a fim de entrar nesse mercado cada vez mais promissor.

Só que, para se diferenciarem da concorrência, precisam investir na etapa que mais pesa: a entrega.

Por isso, quem entrega mais rápido conquista mais clientes e um espaço maior no mercado, transmitindo imagem de confiança. Mas de que maneira isso pode ser feito? É o que veremos no próximo tópico.

Dicas para fazer uma boa entrega

As plataformas e-commerce trabalham com vendas 100% virtuais. O cliente não pode tocar ou ver o produto pessoalmente até que ele chegue em sua casa, por isso, a expectativa da entrega é tão grande.

Não é como esperar a entrega de remédio que estamos habituados a consumir; é uma espera ansiosa por algo que desejamos.

O momento da entrega da compra é quando a experiência do consumidor finalmente é concretizada. Mesmo que o site da sua loja seja espetacular e ofereça a melhor usabilidade, nada se compara à ocasião em que o cliente recebe o que comprou.

Qualquer erro na entrega pode frustrar o cliente, como um sapato para um casamento que chegou em tamanho errado ou somente após o evento, um objeto que veio com defeito,  entre outras situações que podem desanimar as pessoas que compram pela internet.

Para evitar tudo isso, é preciso investir em soluções que melhorem a entrega do seu e-commerce, tais como:

1. Caprichar na embalagem

A embalagem faz toda a diferença. Por isso, ela deve ser valorizada sendo, além de bonita, resistente contra possíveis impactos que o produto possa sofrer.

Lembrando que quanto mais frágil for o item, mais importante é a embalagem para entrega dele. Você pode até usar sacolas de papel artesanal e plásticos bola, desde que tudo esteja seguro e protegido. Dentre os que mais precisam de proteção são:

  • Vidros;
  • Eletroeletrônicos;
  • Brinquedos;
  • Joias;
  • Móveis.

Todos devem chegar em bom estado para o consumidor, portanto, é papel do vendedor classificar a sua necessidade.  

2. Disponibilizar o rastreio no e-commerce

Se uma gráfica recebeu um grande pedido de impressão de calendário de mesa, sabe que seu cliente gostaria de acompanhar a entrega do produto.

A mesma situação acontece com uma plataforma e-commerce que, aliás, deixam os consumidores bastante ansiosos e até preocupados com o andamento da entrega.

Ao invés de o seu SAC responder às dúvidas deles, que tal oferecer o código de rastreio para o cliente? Várias modalidades de entrega o disponibilizam por meio do e-mail ou até mensagens SMS e, assim, o cliente pode acompanhar sua compra com mais tranquilidade.

3. Entregar o quanto antes

O tempo de entrega é o fato mais importante desse processo. Boa parte dos consumidores, inclusive, paga mais caro para receber o produto o quanto antes.

Uma nova modalidade está crescendo no Brasil, conhecida como “same-day delivery”, que em tradução livre seria “entrega no mesmo dia”.

É mais comum em grandes centros urbanos, próximos a distribuidoras e em compras de produto de maior giro. Caso sua loja online ainda não possa fazer esse tipo de entrega, vale negociar prazos com as transportadoras.

Assim como você escolhe aquelas que usam plástico bolha para mudança para proteger o produto, pode escolher uma que trabalhe com prazos menores.

4. Cumprir os prazos

O cliente fica mais insatisfeito com entregas fora do prazo do que com entregas que demoram, mas ainda estão dentro do período previsto. Não garanta um tempo curto se o seu negócio não é capaz de fazer isso.

Respeitar o prazo é ter respeito com os planos do comprador, como no exemplo do sapato que mencionamos acima. Se alguém precisa dele para o casamento, não é interessante que ele chegue depois.

O ideal é dar a garantia de um tempo longo para entrega e surpreender seu cliente entregando o produto bem antes, do que tentar promessas que você não pode cumprir.

5. Oferecer modalidades diferentes

As plataformas e-commerce podem usar diferentes modalidades de entrega, que vão além das disponibilizadas pelos serviços postais.

Pequenos e médios negócios podem ter sua demanda atendida por eles, mas para quem tem um número alto de vendas, contar com transportadoras privadas é uma necessidade.

Se você vai fazer uma entrega próxima, pode usar meios como as bicicletas. Inclusive, existem empresas especializadas nesse tipo de transporte.

Caso também conte com uma loja física, pode oferecer ao cliente a compra pelo site e a retirada na loja, como costumamos ver.

Um serviço de motoboy terceirizado também pode agilizar etapa e deixar o seu cliente ainda mais satisfeito.

Combinar várias soluções deixa os consumidores mais confortáveis e seguros e ainda pode ser mais econômico, uma vez que seu negócio pode empregar o tipo de entrega de acordo com o local e o produto.

Impactos positivos no e-commerce

Uma boa entrega vai impactar positivamente o e-commerce, primeiro mostrando ao consumidor que ele pode confiar na empresa.

A confiança é um fator muito importante e melhora a imagem do negócio. Ter uma boa imagem é necessário tanto para uma empresa de automação corporativa, quanto para qualquer e-commerce. Ele torna-se essencial.

Algumas pessoas ainda se sentem inseguras ao comprar pela internet, mas se você tem uma boa imagem, consegue atraí-las e fazer com que se sintam mais à vontade para consumir em seu estabelecimento.

Por fim, se o cliente recebe o que adquiriu com rapidez e segurança, vai comprar mais vezes, pois ele sabe que os produtos sempre chegarão dentro do prazo combinado.

É importante fidelizar o cliente para que ele compre mais vezes e cada vez mais. Em períodos sazonais como o Natal, por exemplo, ele pode até mesmo indicar a sua loja para amigos e familiares.

Conclusão

As vendas pela internet têm crescido muito, e a tendência é que as pessoas migrem de vez para esse gênero. Sendo assim, é fundamental ter diferenciais que destaquem a sua loja virtual das demais.

Uma das melhores estratégias para fazer isso é melhorando as entregas, que são o ponto mais importante para qualquer consumidor.

Quem tem uma entrega rápida e segura, torna-se preferência entre os compradores e atrai cada vez mais pessoas.

Com as dicas que demos aqui, certamente seu e-commerce vai se destacar nesse processo e estar entre os preferidos dos consumidores. Afinal, garantir uma boa entrega é investir na imagem e no crescimento do seu negócio.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

engajamento

6 dicas para aumentar o engajamento em suas redes sociais

A importância das redes sociais já não é uma novidade para quem entende o papel do marketing digital hoje em dia. Mas, afinal, como realmente conseguir aumentar o engajamento e os resultados de uma marca?

Além disso, muitas vezes a gente nem sequer compreende o que seja um bom engajamento. Com certeza não tem a ver com curtidas ou compartilhamentos, embora esses possam ser alguns dos indícios.

No fundo, o engajamento verdadeiro só pode nascer da interação de qualidade que você mantém com o seu público. Nem mesmo o número de comentários em uma postagem pode ser considerado um indício infalível.

Imagine, por exemplo, que a marca pretende fazer uma campanha de captação de leads, então consegue fazer algo criativo, chama atenção e recebe um monte de curtidas, compartilhamentos e comentários. Porém, não consegue nenhum lead.

O que há de errado nesse tipo de caso? É bem simples: a marca não se comunicou bem, não conseguiu traduzir sua meta final em meios eficientes de marketing. Não conseguiu, enfim, estabelecer uma interação de qualidade com o público.

Uma marca jamais vai conseguir crescer se não conseguir fazer com que as pessoas ajam conforme ela deseja. Ou seja, se a empresa não toma as rédeas da comunicação, ela perde em termos de engajamento e resultados.

Por isso, essa questão é muito mais abrangente do que parece, e envolve alguns conceitos como público-alvo, personas, planejamento de médio e longo prazo, tipos de linguagem e de gatilhos mentais, etc.

Então, se você quer conhecer as melhores dicas sobre como aumentar o engajamento das suas redes sociais de maneira sustentável, basta seguir adiante na leitura.

1. O poder de dominar as personas

Pense bem: em nossa vida pessoal, o que faz com que consideremos alguns como nossos amigos, outros apenas colegas e alguns não mais do que conhecidos? Tem a ver com o quanto nos conhecemos entre nós, certamente.

Na comunicação de marketing é igual, inclusive nas redes sociais. Você não consegue impactar positivamente um público de dieta para casal emagrecer se não entender mais ou menos como eles pensam e o que esperam da sua solução.

Até alguns anos atrás, o branding e o marketing só falavam, basicamente, em público-alvo. Hoje, esse conceito foi aprofundado de modo incrível, por meio das personas, com as quais você desenvolve dois ou três perfis como se fossem personagens semi fictícios.

Assim, você passa a ter uma clareza muito maior sobre como deve ser cada ação ou campanha publicitária, por ser capaz de falar a língua do seu público, tocando nas dores que ele tem e sugerindo uma solução que realmente o atraia.

As perguntas essenciais para montar as personas são:

  • Onde meu cliente ideal está?
  • Quais redes sociais ele mais utiliza?
  • O que ele faz nas horas vagas?
  • O que ama em uma marca?
  • O que odeia que ocorra em suas compras?
  • Que tipo de conteúdo pode atraí-lo?

Note que perguntas assim vão muito além do tradicional “nome, idade, profissão e endereço”. Aí é que está o segredo, pois ao aplicar algo assim, seu conteúdo sobre paisagismo quintal dos fundos vai mobilizar o público e trazer mais resultados.

O bacana é que, conhecendo a persona deste modo, não apenas a captação de leads e oportunidades irão aumentar (graças ao engajamento), mas também a fidelização de clientes e o pós-venda, trazendo melhorias até no médio e longo prazo.

2. Por dentro do marketing de conteúdo

As redes sociais são o lugar por excelência do marketing de conteúdo. Você pode até utilizar estratégias mais antigas de “promoções arrasadoras”, que exploram mais as vantagens do produto do que uma comunicação de qualidade.

Mas não é possível crescer de modo sustentável fazendo apenas nisso. Portanto, a empresa que vende mala antiga decoração ganha muito mais pontos quando traz conteúdos que agregam algum valor ao seu público.

Às vezes, que tal falar não apenas sobre malas, mas sobre a função delas? Para que viajamos mesmo? A trabalho, esperando crescer na carreira; para realizarmos um sonho; podemos ir sozinhos, com um parceiro, com a família toda, etc.

Esse tipo de abordagem tende a personalizar a comunicação. Tal como dicas práticas do tipo “10 maneiras de preservar uma mala antiga e usá-la como decoração”. 

Assim, você vai muito além de simplesmente postar por postar.

Uma dica interessante é sobre usar as redes como ponte para outros conteúdos, como as produções do seu blog/vlog. Se você tem um artigo ou vídeo sobre microagulhamento no rosto, faça um link para quem quiser se aprofundar no assunto.

Isso vai reforçar sua autoridade e também vai aumentar o engajamento dentro das próprias redes sociais, que foram o veículo que levou o visitante até um conteúdo mais completo.

3. O que é uma agenda editorial?

É verdade que as mídias sociais representam o que há de mais dinâmico no mundo do marketing e dos negócios atualmente. Porém, isso pode causar uma confusão: a de achar que as postagens precisam nascer da correria, do improviso.

Nada mais falso e mais prejudicial. Se você trabalha com talão para sorteio, é claro que pode ter um imprevisto, e então mudar a ordem de uma postagem no dia a dia, mas é preciso ter uma agenda editorial pré-estabelecida.

Primeiramente, porque o público se acostuma e já espera consumir seu conteúdo sempre no mesmo horário, ou nos mesmos dias da semana. Segundo, porque a qualidade da sua produção vai aumentar – e muito.

Na introdução falamos sobre esse problema, que é o de a marca acabar perdendo o fio condutor das suas próprias metas, e se deixar levar pelas novidades do momento.

Por isso, se a empresa lida com lipoescultura no quadril, e não quer perder o controle e a capacidade de gerar oportunidades reais, ela precisa de um bom planejamento que garanta que ela está indo para o lugar certo.

Realmente, muitas empresas acabam caindo nesse tipo de dispersão, e depois culpam a internet por suas campanhas não trazerem resultados.

4. CTAs e a linguagem do seu público

Além da qualidade do conteúdo, é preciso que ele conte com alguns elementos técnicos da linguagem do marketing digital, como os famosos CTAs, que são os Call to Actions, ou seja, as “Chamadas para Ação”.

Assim, ao postar algo sobre agenda personalizada com nome, não finalize sem deixar uma isca para o público interagir com você. Uma sugestão é deixar um CTA como: “Você alguma vez já se esqueceu de algum compromisso por não ter uma agenda?”.

Isso não apenas chama atenção para suas agendas (ou qualquer produto que seja), como vai além e faz com que a pessoa queira interagir, impactando diretamente no engajamento que sua marca pode alcançar.

Isso também reforça a importância de você falar a linguagem do seu público. É natural demorar um tempo até encontrar o ponto exato entre a formalidade e a informalidade.

Mas saiba que na internet o jogo é “de um para um”. Ou seja, o cliente quer ser tratado de modo customizado, como se a marca fosse uma amiga dele, e não uma máquina fria. O que nos leva ao próximo ponto, que é fundamental.

5. Por que interagir com o público?

Esqueça aquele mundo antigo dos SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente), que deixavam os clientes pendurados no telefone por horas a fio, esperando a atenção de um atendente.

Hoje tudo é tão dinâmico que, se a marca não tiver disponibilidade para interagir com o seu público, é melhor ela nem entrar nas redes sociais.

Afinal, se você publica algo sobre banner para academia, mas ignora as dúvidas sobre medidas, valores e prazos de entrega, como pode esperar algum engajamento?

As redes sociais vieram para provar que a participação e opinião do cliente é algo que realmente faz parte da rotina da empresa, então precisa estar integrado à estratégia.

6. Bônus: onde meu público-alvo está?

Já vimos que o conceito de público-alvo foi aprofundado com a estratégia das personas. Mas, afinal, para que ele continua servindo?

Entre várias de suas aplicações, uma das mais importantes é na hora de identificar, por exemplo, onde seus clientes ideias se encontram, já que as redes sociais se tornaram um oceano de oportunidades e modalidades diferentes.

Há redes focadas em mensagens instantâneas, ou em textos mais longos, ou ainda em multimídias como fotos, imagens e vídeos. Outras lidam apenas com o mundo corporativo, e daí em diante.

A própria natureza do seu produto já deve indicar isso, como o fato de que artes gráficas puxam mais para as redes de multimídia; assim como literatura, vestibular e redação se voltam para as mídias de texto.

Uma dica de ouro é focar os esforços principais na rede que apresentar a maior sinergia com o seu público. Você pode até marcar presença nas demais, porém, não tente abraçar todas, ou acabaria perdendo a assertividade.

Com isso, vemos como essas seis dicas podem ajudar e muito na hora de uma marca aumentar seu engajamento e seus resultados nas mídias sociais.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

NPS

O que é NPS e como aplicá-lo em seu negócio

Qualquer empresário que abre um negócio e deseja que ele prospere sabe da necessidade de investir tempo e de aplicar estratégias para mensurar os seus resultados. O NPS (Net Promoter Score) é uma dessas alternativas e pode ser utilizado em diferentes comércios. 

Deter a administração de uma empresa é uma tarefa que possui diversos desafios. Isso porque é necessário mantê-la competitiva para que se possa vender mais e aumentar o faturamento da marca. 

Muitas vezes, esse tipo de investimento faz com que a companhia tenha dificuldades em cuidar do seu público, ou seja, de entender se o nível de satisfação está adequado e trará efeitos positivos para o crescimento da empresa. 

Ao deixar isso de lado, é possível que o negócio esteja sendo prejudicado em grandes proporções. Isso porque o estabelecimento que não mantém um contato próximo com o seu público pode deixar de conquistar novos clientes e começar a perder os atuais.

Isso quer dizer que uma clínica de acupuntura que já possui uma boa carteira de pacientes deve potencializar o relacionamento com eles, buscando sempre entender o que os agrada e do que eles sentem falta no seu espaço. 

Afinal, pensar no seu negócio com empenho é fundamental para que ele se desenvolva, e dar o mesmo tipo de atenção para o público é a forma mais assertiva de garantir o sucesso de qualquer marca.

Ao investir nesse cuidado, a empresa não ganha apenas mais dinheiro, mas fideliza os seus clientes, conquista parceiros e promotores da sua marca, o que gera maior engajamento e indicação de quem desfrutou dos seus serviços e aprovou cada um deles.

Para ajudar nesse processo, surgiu a metodologia NPS, uma métrica que pode oferecer dados bastante relevantes para uma empresa, principalmente quanto esta se empenha em desenvolver uma base sólida de relacionamento com os seus clientes. 

Por isso, se você é empresário e quer entender melhor sobre o NPS e como utilizá-lo no seu negócio, siga na leitura deste conteúdo e conheça as principais perguntas e respostas sobre o assunto. 

O que é o NPS?

É cada vez mais comum que um cliente que solicite um serviço de entrega de remédio receba um formulário para avaliar o atendimento recebido, a satisfação dele com o produto e prazos de recebimento, e até mesmo sobre o profissional responsável pela entrega. 

Tudo isso pode fazer parte de uma estratégia da empresa para medir o nível dos seus serviços e o quanto eles são importantes para os seus consumidores. 

Quando se fala em NPS, é preciso entender que ele se trata de uma metodologia aplicada para mensurar a satisfação do público, levando em conta em que grau de fidelidade ele pode estar, independentemente do segmento da companhia. 

Para isso, a pergunta principal do NPS é: “Qual a probabilidade de você recomendar nossos produtos ou serviços a outras pessoas?”

Ao obter essa resposta, a empresa consegue entender pontos como:

  • Se há qualidade nos seus produtos;
  • Se o atendimento está sendo eficiente;
  • Se o trabalho realizado está agregando valor;
  • Se ela precisa melhorar os seus padrões;
  • Entre outros.

Com essas respostas, uma companhia especializada na confecção de camiseta personalizada para eventos consegue entender melhor se os seus processos e o seu atendimento ao cliente estão sendo satisfatórios para os clientes.

Dessa maneira, é possível aprimorar todo o trabalho feito pelo estabelecimento com base em dados reais, o que certamente impactará nos resultados de uma empresa. 

Quais são os tipos de NPS?

Existem diferentes tipos de NPS, mas é importante ressaltar dois deles: o NPS relacional e o NPS transacional.

No NPS relacional são realizadas perguntas para entender como o cliente se sente, em termos gerais, em relação ao seu negócio. Ele permite entender a satisfação e a lealdade do comprador.

Esse processo deve ser aplicado após um pedido, de modo que seja possível avaliar a percepção do cliente em relação à sua marca. 

A métrica de NPS relacional verifica os níveis de integridade da sua companhia, e pode ser realizada para medir o avanço do seu negócio de acordo com o mercado, periodicamente. 

Já no NPS transacional, a mensuração se dá de modo mais específico, pois é aplicado depois de uma interação do cliente com o estabelecimento. 

Ele pode ser usado depois de uma entrega, depois de uma chamada telefônica para a central ou no pedido de reparo de um produto com defeito, por exemplo. 

Esse tipo de NPS é medido por meio de um feedback do cliente, e pode ser utilizado para aperfeiçoar o ciclo de vida de um consumidor do seu negócio. 

Portanto, independentemente da variedade de produtos comercializadas pela sua empresa, sejam eles um controle de acesso externo ou peças de roupas infantis, é possível aplicar esses dois tipos de NPS para entender o nível de satisfação do seu público. 

Como calcular o NPS e quais são as classificações dele?

Calcular o NPS é mais simples do que se imagina. Para isso, é necessário desconsiderar as avaliações passivas recebidas pelos entrevistados. 

Depois, é preciso saber qual a porcentagem de clientes promotores e subtrair o valor correspondente à porcentagem dos clientes detratores. Assim, o resultado pode variar entre -100 e 100.

Em resumo, a fórmula para calcular o NPS pode ser elaborada assim: % CLIENTES PROMOTORES – % CLIENTES DETRATORES = NPS da sua empresa. 

Para facilitar a compreensão, é possível usar um exemplo fictício de uma empresa que fabrica adesivo plástico personalizado que quer conhecer o seu NPS.

Após a aplicação da pergunta sobre a probabilidade de indicação, ela pode ter recebido o seguinte resultado: 20 respostas, sendo 12 de clientes promotores, 4 de clientes passivos e 4 de clientes detratores. 

Para realizar a conta, ela deve desconsiderar as avaliações passivas e subtrair a quantidade de clientes detratores do número de clientes promotores.

Ou seja, os promotores são, neste caso, 60% dos resultados e os detratores são 20%. Portanto, a nota do NPS da empresa está em 40%.

Essa métrica ajuda a entender se a empresa precisa rever os seus processos, entendendo melhor no que ela deve investir e o quanto o seu relacionamento com o público está afetando a imagem do negócio. 

A classificação do NPS é dividida em áreas, e pode ser encontrada de acordo com o número obtido no cálculo acima. 

  • Excelência: resultado entre 76 e 100;
  • Qualidade: resultado entre 51 e 75;
  • Aperfeiçoamento: resultado entre 1 e 50;
  • Crítica: resultado entre -100 e 0.

Dessa forma, números baixos podem ser um indicativo de que é necessário fazer melhorias, e números altos indicam que a companhia está no caminho certo. 

Então, não deixe de aplicar o cálculo do NPS para mensurar se o seu estabelecimento de comida para empresas está superando as expectativas do seu público, indicando que um bom trabalho está sendo realizado pela sua equipe. 

Quais as vantagens de usar o NPS?

Depois de entender melhor o que é o NPS, quais os tipos dele e como obter o resultado da sua empresa, é importante saber quais são as vantagens dessa metodologia, de maneira que seja possível aplicá-la continuamente no seu negócio. 

1. Calcular o número de vendas recorrentes

Ao aplicar o NPS, você conhecerá melhor a probabilidade de fazer vendas recorrentes. Isso quer dizer que os clientes que já compraram da sua empresa certamente voltarão para novos pedidos. 

Por isso, entender como calcular o NPS ajuda a ter uma visão sobre faturamento e sobre a necessidade de investir em ações específicas para otimizar o relacionamento com o público. 

2. Entender se é preciso mudar processos

Uma imobiliária que trabalha com a locação de salas para treinamento também pode entender se é preciso mudar os seus processos após a mensuração pelo NPS. 

Isso porque ela pode aplicar questionamentos após o encerramento de um contrato, que vai ajudá-la a perceber se a apresentação do espaço, a negociação e os prazos e preços estavam de acordo com a expectativa do cliente. 

3. Ter acesso a dados valiosos

Entender o que o cliente está pensando sobre a sua empresa é um dado de grande valor, pois permite que você tenha maiores chances de adaptar processos e oferecer produtos ou serviços cada vez mais assertivos para o público. 

Assim como um estudante precisa de um ambiente de estudo adequado para cumprir as suas metas de avaliação, uma empresa depende de informações vindas dos seus clientes para conseguir melhorar a sua atuação e garantir o desenvolvimento da sua marca. 

Nesse sentido, o NPS é uma ferramenta indispensável, pois permite conhecer a opinião do cliente de maneira prática e fidedigna, dada a sua pergunta prática e objetiva sobre o nível de satisfação do comprador. 

Por isso, se você é empresário e reconhece que está precisando mensurar de forma mais aprofundada os processos do seu estabelecimento, o NPS é uma metodologia eficaz e interessante. 

Sendo assim, não deixe de utilizá-la o quanto antes para otimizar o seu negócio e fazer com que ele cresça com maior consistência e sustentabilidade.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

telegram

Telegram: conheça essa rede social e como ela pode ser usada pela sua empresa

Já não é segredo para ninguém como as redes sociais se tornaram importantes na atualidade. Ainda assim, existem muitas empresas que não sabem como tirar proveito ou diferenciar o uso de cada uma delas, como no caso do Telegram.

Para que exatamente ele existe? A qual público se destina e como impactar clientes por meio dele? Será mesmo melhor do que o WhatsApp, ou ambos são diferentes e não concorrem diretamente pela mesma solução?

Enfim, essas são apenas algumas das dúvidas que surgem quando o assunto é Telegram e serviços de mensagens instantâneas via mobile. Isso já bastaria para demonstrar a importância desse assunto, além da guerra de marketing entre as concorrentes.

Por exemplo, pouca gente sabe, mas o WhatsApp é do Facebook. Mesma marca que também integrou o Messenger, uma solução bem mais antiga, que hoje funciona totalmente atrelada ao layout do próprio Facebook.

Em todos esses casos, há muito tempo que essas mídias já não servem apenas para as pessoas conversarem, mas também para marketing digital, posicionamento de marca, geração de leads e oportunidades, além de pós-venda e outras funções.

É importante dizer isso, pois é nesse contexto que o Telegram surgiu, em agosto 2013, criado pelos famosos irmãos Nikolai Durov e Pavel Durov. Não à toa, eles são os fundadores do VK, que é a maior rede social da Rússia.

Contudo, só mais recentemente o Telegram se disseminou no ocidente e no Brasil. A maior diferença dele para o concorrente norte-americano, é que ele se apresenta como sendo mais rápido e até mais seguro, em termos de sigilo e até mesmo anonimato.

Daí que ele tenha crescido consideravelmente em termos de usuários; uma tendência que, aliás, só tende a aumentar. Então, você não vai querer ficar de fora dessa, não é mesmo?

Para entender melhor como essa rede social de mensagens instantâneas pode ajudar no marketing digital e suporte da sua empresa, basta seguir adiante na leitura.

A criação e gestão de canais

Primeiramente, não podemos nos esquecer de que hoje um dos nichos de mercado digital que mais cresce é o de infoprodutos. Obviamente, isso não diz respeito apenas às empresas e autônomos que atuam ali.

Se você segue um canal de médico ao domicílio, consumindo os conteúdos que o dono da conta posta frequentemente, você também faz parte desse universo, como um lead ou um cliente já fidelizado.

O ponto é que o Telegram tem um sistema de criação de canais que favorece muito a comunicação nesse tipo de marketing digital. É possível criar vários canais, tais como:

  • De leads que ainda estão no topo do funil;
  • De clientes que já começaram a consumir;
  • De perfis diferentes dentro da clientela obtida;
  • De funcionários que trabalham com você;
  • Entre tantas outras possibilidades.

Assim, alguém que vende soluções como dieta semanal para emagrecer, pode criar canais diferentes conforme a etapa na qual cada cliente se encontra. Com isso, as marcas podem compartilhar conteúdos e administrar melhor seu funil de vendas.

Lembrando que o WhatsApp ainda não tem essa opção de criação de canais, apenas de grupos. No caso do Telegram a opção dá privilégios ao administrador, mais ou menos como o moderador de uma dessas páginas de grupos de mídia social.

Participantes ilimitados e os bots

Quando o WhatsApp surgiu, certamente a facilidade de enviar textos e áudios com apenas um clique foi algo revolucionário, inclusive mudando para sempre a função da telefonia. Porém, até hoje ele só trabalha com um teto de até 500 pessoas por grupo.

Não demorou muito até que isso se mostrasse limitador. Imagine que você tem uma escola particular integral, e quer criar um grupo de bate-papo e troca de conteúdo. Só que ao chegar em quinhentos contatos não consegue adicionar mais ninguém naquele grupo.

Pode ser que com o tempo isso se mostre um problema, concorda? O Telegram permite gerenciar contas com até 200.000 pessoas num só grupo; é isso mesmo, ele é quatrocentas vezes maior no limite de membros.

Algumas pessoas podem até achar que um bate-papo com tanta gente não faria sentido. E é verdade, mas é por isso mesmo que o administrador pode contar com a função dos bots do Telegram, que são robôs de inteligência artificial que automatizam a interação.

Alguns deles permitem integrar o atendimento com outras plataformas digitais, como caixas de e-mail, rastreadores de despacho, funções da Receita Federal e até resultados de jogos de aposta como loterias.

Além disso, se você trabalha com algo como agenda personalizada com logo, pode integrar a ferramenta com editores de texto, conversores de formato, tradutores de mensagens e até conversão de áudio em texto.

Mais recentemente esses bots se tornaram uma febre virtual. Hoje eles permitem até entretenimento integrado como games, previsão do tempo, horóscopo, edição de fotos, feed de notícias e muito mais.

Envio de arquivos e mensagens secretas

É conhecido o receio que muitas pessoas têm de mandar uma foto pelo WhatsApp e correr o risco de ela chegar numa qualidade menor quando for baixada pela outra pessoa. Seja como for, o Telegram tem soluções que contornam esse tipo de problema.

Primeiramente, ele permite você compactar multimídias antes do envio, o que possibilita verificar como a imagem ou vídeo vai ficar. Assim, você pode mandar mais fotos da sua cenografia 3D, com a certeza de como cada uma será vista pelo cliente.

Além disso, é possível lidar com qualquer formato de arquivo, o que outros programas não permitem, por se restringirem a fotos e vídeos. Com isso, arquivos de texto, tabelas e até imagens em formato de edição podem interagir com a plataforma.

Ou seja, você não vai precisar baixar aplicativos e plugins de terceiros para rodar a troca de arquivos, independentemente do formato e do tamanho. Outra vantagem, aliás, pois o WhatsApp limita não apenas os formatos, mas também os megabytes permitidos.

Outro ponto bacana é que, se o envio de arquivos não é um problema para o Telegram, ele deu um passo além e revolucionou a própria troca de mensagens instantâneas, que hoje incluem até mesmo textos que se autodestroem.

O sistema de criptografia deles é bastante avançado, e tem funções que parecem de espionagem, mas servem para o comércio. Por exemplo, se você está negociando um salão de festa de aniversário, pode descobrir se a pessoa já printou a tela da conversa.

Ferramentas assim permitem mensurar o nível de engajamento da pessoa, se ela está compartilhando com mais alguém o conteúdo. Mais ou menos como no caso de você ativar o rastreador do e-mail, para saber se a pessoa já abriu, se clicou nos links, etc.

Tudo isso potencializa incrivelmente seu marketing digital, as vendas e o suporte ao cliente. No caso das mensagens que se autodestroem, por exemplo, é possível gerenciar cotações com prazo de validade, e daí em diante.

Privacidade: os nomes de usuário

Falando em criptografia e recursos de segurança, não podemos nos esquecer da função do anonimato do número telefônico. Às vezes, você pode não ter dois celulares (um pessoal e um comercial), e ainda assim preferir não misturar as duas coisas, concorda?

Com o Telegram é possível, pois ele permite criar nomes de usuário. Assim você não compartilha o seu número de contato, pois qualquer um pode adicionar você por meio do seu nome, ou mesmo de links de acesso direto, que funcionam como convite.

Neste caso, se você anunciou uma tornozeleira feminina dourada em algum marketplace, mas não quer passar seu número para as pessoas interessadas, embora precise conversar melhor com elas e trocar algumas fotos, pode usar esse recurso.

Esse nível de privacidade e de praticidade não andam juntos no WhatsApp, que só permite ocultar o número no caso de grupos, mas não na conversa particular.

Acesso pelo PC e múltiplas sessões

Quem já utilizou o WhatsApp Web, que é o aplicativo aberto pelo navegador do desktop, sabe como essa função pode facilitar a vida em termos de troca de mensagens grandes, de arquivos e de rotina comercial.

Os problemas começam quando você percebe que, por exemplo, só pode usar essa função com o celular ligado e devidamente conectado à internet. No caso do Telegram não há essa restrição.

Assim, se a bateria do smartphone acabou mas você precisa enviar aquele portfólio de brinquedos infláveis personalizados para o cliente que está perto de fechar, pode abrir sua conta em qualquer navegador e dar sequência ao processo.

Além disso, outros diferenciais incluem trabalhar com múltiplas sessões ao mesmo tempo, e mesmo bloquear ou eliminar conversas inteiras no caso de perda do celular. O que também reforça a questão da privacidade tratada acima.

Com isso vemos como o Telegram se tornou uma rede social incrível em termos de funcionalidade e segurança. E como ele pode facilitar a rotina comercial de uma empresa, potencializando os processos de atendimento e de vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.