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3 Dicas de gestão para os pequenos e-commerces 

A tecnologia é a ferramenta que permite a rápida conexão entre empresas e o público e contempla diferentes escopos, incluindo os e-commerces, modelos de negócio que se posicionam como a nova tendência de mercado.

Embora tenha atingido a popularidade nos últimos anos, esse modelo de negócio foi idealizado por volta dos anos 90 em mercados mais aquecidos no exterior, e pelo sucesso nos resultados obtidos, foi trazido ao Brasil.

Através de plataformas que fomentam o livre-comércio, o consumidor tem diversas opções de um mesmo produto, tendo abertura para decidir o fechamento comercial com o fornecedor de cadeira corporativa que mais atende seus requisitos.

Entre as características do comércio eletrônico, destaca-se a segmentação processual que corrobora para o dinamismo ao longo das negociações propriamente ditas. Desse modo, há a diminuição de custos com aspectos como a logística.

Além disso, com a modalidade de e-commerce o alcance das empresas, principalmente para as PMEs (pequenas e médias empresas), é potencializado. O que corrobora para maiores oportunidades de fechamento de negócios.

Para uma gráfica, migrar para o formato digital auxilia na diminuição de custos fixos e viabiliza o encontro de mais clientes em potencial para seus produtos e serviços, como a confecção de crachá pvc personalizado.

Logo, é correto afirmar que os e-commerces são o braço direito de negócios que almejam potencializar o alcance, mas sem depender de altos investimentos.

 

O que é e-commerce?

Cabe destacar que, devido ao fato dos estudos em marketing e negócios serem originados no exterior e posteriormente adaptados com a realidade do mercado brasileiro, os termos e conceitos são, em suma, encontrados no idioma da língua inglesa.

O termo e-commerce, que quando traduzido corresponde ao conceito de comércio eletrônico no Brasil, refere-se ao modelo de estruturação dos processos de compra e venda na internet, contemplando inclusive as transações comerciais.

Com isso, é possível entender que um comércio eletrônico contempla não só a criação de sites para a apresentação de portfólio virtual, mas também abarca a maximização da experiência do cliente durante o momento de compra.

A jornada do cliente é o conceito que condiz com toda a vivência obtida por um consumidor durante o momento de compra, englobando desde o contato inicial com o potencial fornecedor até o pós-vendas.

É a velocidade ao trocar informações de qualidade que enriquece a experiência obtida por um cliente, potencializando as taxas de conversão de diferentes segmentos, incluindo a venda de mudança com içamento.

Por isso, nas plataformas de e-commerce há a segmentação de processos que confere maior dinamismo processual e na troca de informações.

Ou seja, com o intuito de tornar as compras atrativas, os e-commerces possuem uma estrutura aberta, podendo haver mais partes envolvidas para agregar com melhorias no que tange a logística, finanças e marketing.

Desse modo, pode-se afirmar que o objetivo principal da modalidade de comércio eletrônico é tornar dinâmico o processo comercial nas plataformas digitais, aprimorando a experiência do cliente e somando na comercialização de uniforme feminino social moderno

 

Entenda a diferença entre loja virtual e e-commerces

Pelo fato do conceito ser originado no exterior e posteriormente adaptado para o contexto do mercado brasileiro, é compreensível que haja confusão acerca do significado, inclusive em comparação a outros conceitos, como o de loja virtual.

Com a ampla presença das empresas no ambiente digital, estão em alta as tendências de comercializar produtos e serviços por intermédio da internet. Isto é, são tendências do mercado atual os conceitos de e-commerces e loja virtual. 

Embora sejam semelhantes, possuem particularidades que abrangem a estruturação dos processos, tornando as modalidades distintas, porém complementares.

No conceito de comércio eletrônico, portanto, há o envolvimento de outros escopos não sendo algo restrito somente à automação dos processos de compra e venda.

A loja virtual, indo ao encontro do significado do próprio nome, é o conceito que condiz com comércios digitais, não havendo nesse sentido a separação entre a gestão logística, financeira e comercial. 

Um ponto em comum para ambos os conceitos é a necessidade de dispor da adaptação em conformidade com as características básicas de um produto ou serviço.

Sendo assim, para que uma consultoria de arquitetura anuncie sobre projeto de ampliação residencial, é fundamental seguir as diretrizes comuns encontradas no marketing digital, que exigem o levantamento de dados como:

  • Perfil do cliente ideal;
  • Comportamento do público;
  • Linguagem adequada;
  • Objetivos específicos.

Em adição, as lojas virtuais, em resumo, pertencem ao produtor, fornecedor ou lojista, unificando os processos de gestão. Já no comércio eletrônico, por sua vez, existe a divisão de responsabilidades e a segmentação de processos.

Dado os fatos, é possível entender que entre as principais vantagens do uso do e-commerce está a diminuição dos custos fixos, dando abertura para o envolvimento de outras partes para a gestão e modelo de trabalho em espaço coworking.

 

Trabalhando em e-commerces com PMEs

As pequenas e médias empresas possuem características precisas, como o limitante do capital, tendo em vista que majoritariamente são negócios familiares e de empreendedores.

Com esse cenário, é compreensível o receio dos proprietários ao investirem em novas tecnologias e soluções, exigindo que haja verdadeiramente segurança nos processos e a visibilidade dos possíveis retornos.

Sabendo disso, os especialistas nos temas de marketing e negócios reúnem uma série de recomendações com a finalidade de proporcionar segurança aos empreendedores ao adotarem os e-commerces na estratégia empresarial.

Por haver a divisão de funções no e-commerce, atualmente é possível compreender que o mercado disponibiliza plataformas para conectar fabricantes, lojistas, vendedores, revendedores e o consumidor. 

Tais plataformas, além de serem responsáveis pela criação e manutenção de sites responsivos para receberem os anúncios de produtos, também disponibilizam os meios seguros de pagamento para todas as partes envolvidas no processo.

Embora sejam encontrados em menor frequência, os prestadores de serviço também podem se cadastrar nas plataformas e anunciar serviços, como foi feito por uma empresa portaria.

Porquanto, o foco principal é a venda de produtos nas modalidades de varejo e atacado, e por realizarem toda a gestão burocrática da comercialização, as plataformas exigem um percentual sobre cada venda concretizada através do site.

Esse nicho de mercado que anteriormente despertava muitas dúvidas nas pessoas sobre a segurança, assertividade e mesmo sobre a qualidade dos produtos vendidos, vem recebendo mais destaque ao longo dos anos. 

Por esse motivo, concentram também um número relativamente alto de anunciantes para um mesmo tipo de produto, sendo crucial investir na satisfação do cliente em prol do bom posicionamento dentro do livre-comércio. 

Por isso, as recomendações reunidas pelos especialistas têm a finalidade de fomentar o uso da modalidade de e-commerce e também fornecer dicas para somar nas vantagens comparativas e competitivas.

 

1 – Planeje-se

O planejamento é crucial para a garantia do sucesso de qualquer estratégia ou procedimento implementado previamente. Em condomínios, por exemplo, o planejamento é essencial para o dinamismo cotidiano no uso do portão social.

Contextualizando com os negócios, é pelo planejamento que os gastos e custos são estimados bem como os resultados são mensurados.

É crucial que as empresas realizem um plano de negócios, detalhando informações como as métricas desejadas, comportamento do público-alvo e, por fim, a definição das partes envolvidas nos processos de compra e venda.

 

2 – Selecione a plataforma ideal

Tão importante quanto ter em mãos as métricas e dados assertivos acerca do público-alvo, é dispor de parcerias que corroborem para o melhor atingimento do êxito.

Por ser uma modalidade adaptada ao mercado brasileiro, é compreensível o fato de que há empresas multinacionais já consolidadas no ramo e que atuam como parceiros no e-commerce, disponibilizando as plataformas e a gestão.

Tal cenário inclusive é positivo para as PMEs, afinal, contar com o apoio de grandes empresas na comercialização de produtos auxilia na redução de gastos e riscos, pois a plataforma passa a fazer a gestão de questões importantes, como a logística.

No entanto, é válido frisar que por serem parceiros, as empresas que disponibilizam as plataformas cobram um percentual equivalente à taxa de serviço por cada venda realizada na plataforma.

 

3 – Invista em marketing

O conceito de marketing pode ser definido como um conjunto de ações feitas por empresas com a finalidade de atrair a atenção do público-alvo, fomentando a comercialização de produtos e serviços.

Analisando a ampla competitividade no ambiente virtual, pode-se afirmar que é indispensável dispor de técnicas de marketing digital em prol do sucesso financeiro e comercial das empresas, inclusive no comércio eletrônico.

Entre as principais técnicas, podem ser destacadas o posicionamento de anúncios, uso de palavras-chave, construção da identidade visual e a utilização das redes sociais para potencializar o alcance.

 

Considerações finais

É comum que o mercado brasileiro receba tendências e conceitos advindos do exterior, os e-commerces (ou comércio eletrônico) são uma modalidade de negócios originadas fora do país e que vem conquistando posição de destaque no modelo de consumo.

Contudo, o uso desse recurso é recomendado para pequenas e médias empresas, tendo em vista que a redução de custos e parcerias estratégicas são as principais características.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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