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5 dicas para criar títulos para o seu conteúdo

Não é segredo para ninguém que algumas pessoas leem apenas os títulos de matérias jornalísticas e manchetes de jornal. No marketing digital, esse problema ressurge na importância dos títulos para conteúdos de blogs, vlogs e afins.

Na verdade, de nada adianta ter os melhores produtos do mundo, sejam infoprodutos (e-books, apostilas, videoaulas, etc) ou produtos convencionais como roupas, calçados e joias, se o título não for eficiente em atrair a atenção dos clientes em potencial.

Lembrando que a internet trouxe uma democratização incrível dos veículos de divulgação, permitindo que qualquer empresa marque presença nela e promova seu trabalho. Mas o que é bom, por outro lado, cria uma concorrência enorme.

Então, se seus concorrentes utilizam gatilhos e toda uma estratégia de criação de títulos, não é possível você ficar para trás e ainda assim querer resultados melhores, não é mesmo? Daí que decidimos escrever este artigo, sobre como fazer títulos matadores.

Além disso, alguns vícios de formatos antigos de marketing precisam ficar para trás. Por exemplo, o erro de tentar falar a todos os públicos, sem segmentação ou personalização da mensagem, como será aprofundado adiante.

Se a televisão e o rádio tinham o desafio de pulverizar sua mensagem, fazendo o famoso “atirar para todo lado”, no marketing digital isso jamais funcionará, uma vez que tudo precisa levar em conta os perfis da sua persona, com base no público-alvo.

Outro extremo que costuma cair em erro e gerar títulos ruins, é o tamanho da frase. Segmentar não quer dizer colocar quase todas as informações no título, pois isso pode deixá-lo muito grande e bastante desinteressante.

Aliás, existem plataformas que priorizam títulos curtos, como algumas redes sociais e, sobretudo, os motores de busca, que chegam a sugerir limites (como o de não passar de 65 caracteres, por razões de otimização da página).

Na mesma linha, um erro comum é exagerar na dose de humor, metáforas ou até mesmo sensacionalismo. Até porque, é preciso estudar cada segmento a sério e primeiro compreender a linguagem apropriada para seu público.

Além do mais, um título sempre vai precisar entregar o que promete, portanto, não adianta exagerar na promessa apenas para atrair público, e depois frustrar a maioria das pessoas. Esse tipo de ação acaba se tornando um desserviço para o site e a marca.

Então, agora que já vimos o que não é um bom título, que tal irmos no sentido contrário? 

Se você quer entender como criar títulos que engajam de verdade, atraindo o seu público de maneira criativa e assertiva, é só seguir adiante na leitura.

1. AIDA: a estratégia principal

Do que foi dito acima, já deu para compreender que a criação de títulos é quase que uma ciência, ou mesmo uma arte. Por isso mesmo, já existe até uma técnica utilizada pela maioria dos especialistas da área, que é o método AIDA.

Na prática, essa estratégia contém todos os elementos que qualquer segmento pode precisar, seja uma oficina de troca de óleo carro ou uma indústria petrolífera. O próprio significado das quatro letras já demonstra isso:

  • A de ATTENTION (Atração);
  • I de INTEREST (Interesse);
  • D de DESIRE (Desejo);
  • A de ACTION (Ação).

Isso já mostra como a falta de planejamento ou estratégia pode trazer limitações. A maioria de nós pensaria, em um primeiro momento, apenas em gerar atração, não é mesmo? No máximo, interesse e desejo, já a parte da ação provavelmente escaparia.

Inclusive, a própria distinção entre interesse e desejo poderia ficar nebulosa. Então, vamos por partes: primeiro, a atração, que nada mais é do que utilizar ao menos uma palavra central a respeito do que será entregue, e que seja atraente para o leitor.

O interesse pode ser despertado pelo uso de palavras que indiquem qual o benefício ou as vantagens que o leitor terá em acessar aquele conteúdo. Ao passo que o desejo pode surgir no senso de urgência, o que faz a pessoa querer consumir aquilo rápido.

O timing é um elemento fundamental na internet, pois, como vimos, a concorrência e disputa por atenção é muito grande. Aí é que entra o papel da ação, como um título que diga “Aprenda tudo sobre aula de direção baliza”.

Geralmente, a ação vai ser incluída por meio de um verbo, como o “aprenda” do exemplo acima. Outro ainda mais prático seria algo na linha do título que utilizamos neste artigo, que também poderia ser: “5 dicas para criar sites que superam a concorrência”.

Neste caso, a palavra “site” é o elemento de atração, a ação permanece no verbo “criar”, ao passo que o interesse e o desejo (aliado à urgência) surgem no termo “superam a concorrência”, que é algo que todo empresário quer.

2. Por que customizar ao máximo?

Acima falamos sobre segmentação e perfis da persona. É preciso aprofundar isso, afinal, a tentação de “falar para todo mundo” é muito grande. A gente sempre pensa que com isso as chances de atingir alguém aumentam.

Mas não é bem assim. Na verdade, diminuímos as chances, pois é impossível um produto impactar todo mundo. Ele sempre vai ter alguma restrição de gênero, de valor ou simplesmente de interesse.

Pense em um exemplo clássico, se um título diz “Você aí que é advogado, quer resolver X problemas?”, talvez 90% das pessoas que lerem não são advogadas realmente. Porém, quando um advogado ler, vai parecer que foi feito especialmente para ele, concorda?

O mesmo vale para limpeza de bancos automotivos e qualquer outro segmento do mercado. A ideia é customizar ao máximo o título e o conteúdo. Acredite, isso gera um gatilho que torna o material muito mais assertivo e converte muito mais.

3. O poder da simplicidade

É claro que um técnico conhece todos os jargões ou termos específicos do seu segmento. Contudo, embora o foco seja customizar, é sempre bom lembrar que um título não precisa ter palavras difíceis por causa disso.

Então, a não ser que uma palavra-chave técnica seja o grande segredo que você tem certeza que vai atrair a atenção do seu público, prefira sempre o simples, como diz a regra de que “menos é mais”.

Por exemplo: faria mais sentido dizer “Somos a melhor oficina funilaria e pintura do bairro”, ou “Somos a oficina de melhor performance…?”. Perceba que a segunda opção ficou truncada e nichada demais.

Na regra do método AIDA, lembre-se do último elemento, o da “ação”. Foque no verbo como o grande motivador do título, e isso vai evitar o uso de termos secundários. Como no caso de “somos” a melhor do bairro. No fundo, isso é o que importa, concorda?

4. Palavras boas e palavras ruins

É sempre bom lembrar que as palavras ruins precisam ser evitadas, assim como um vendedor costuma evitar elementos negativos, correto? Não exatamente, pois o marketing digital tem suas regras próprias.

É claro que você não fala mal do seu produto, porém, uma palavra ou expressão negativa pode ressaltar a sua solução. Um exemplo clássico seria “Pare de perder dinheiro…”, ou ainda “Não corra riscos: renove sua cnh tipo b”.

É claro que perder dinheiro é algo ruim, e correr o risco de ser parado por um policial rodoviário com a carteira vencida, também. Mas se você aplica esse gatilho psicológico, no fundo, o termo caiu como uma isca, concorda?

Na verdade, todo produto pode ser explorado pela negatividade que sua ausência causa, como um cronograma capilar para crescimento, ou produtos alimentícios, ou mesmo de saúde. 

Também assim, os adjetivos podem ter o mesmo efeito, porém com o sinal invertido. No caso deles, você explora a positividade das palavras, como ao usar os termos “oportunidade”, “incrível”, “excelente”, “única” e tantas outras.

5. Nunca se esqueça do SEO

Não é possível falar em marketing digital sem mencionar o SEO (Search Engine Optimization), que nada mais é do que a Otimização de Páginas para Motores de Busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Atualmente, quando uma pessoa pesquisa algo como “projeto data center”, ela só encontra nas primeiras páginas os sites que fizeram otimização e seguiram os algoritmos. Portanto, seu título precisa levar em conta esses parâmetros.

Afinal, você não vai querer ficar de fora dos grandes buscadores, não é mesmo? Saiba que hoje essas plataformas já são capazes de identificar até mesmo se uma palavra-chave, que consta no título, realmente está presente no corpo do texto.

Então, se for explorar um título com a palavra-chave “escapamento de carro”, certifique-se de que ela está presente no primeiro parágrafo, e que aparece algumas vezes em subtítulos e até no nome das imagens da página.

Tudo isso vai facilitar na otimização e permitir que suas páginas consigam atingir um bom ranqueamento nessas que se tornaram as maiores vitrines da atualidade.

Com isso, vemos que a aplicação de um título estratégico pode fazer toda diferença na hora de criar e promover um conteúdo, especialmente quando as dicas dadas acima são levadas em conta.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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