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8 dicas para tornar o seu e-commerce mais seguro

As compras online não são uma novidade. No entanto, apesar das tecnologias de criptografia, é cada vez mais necessário deixar o seu e-commerce mais seguro, seja para atrair clientes ou mesmo para deixar o seu comércio mais profissional.

Sendo assim, ampliar as tecnologias e os métodos de segurança é uma forma de transmitir confiança aos consumidores, ainda mais porque os pagamentos por cartão de crédito são os mais comuns nesse tipo de transação.

Então, para que o cliente sinta que pode informar os seus dados no seu site, separamos algumas dicas para tornar o seu e-commerce mais seguro e protegido contra ataques de hackers, bem como de pessoas mal-intencionadas.

1 – Escolha uma plataforma ideal

O primeiro passo é observar se a sua plataforma e-commerce é realmente confiável. Afinal de contas, a hospedagem da sua loja virtual faz toda a diferença na segurança (e isso vale tanto para canais pagos, quanto gratuitos).

O ideal é ter uma plataforma que permita a comercialização de produtos do seu e-commerce e faça o gerenciamento de toda a infraestrutura. Normalmente, é cobrado um valor mensal ao lojista, justamente para manter essas questões de segurança.

Esse gerenciamento é semelhante a um monitoramento virtual, pois ele assegura que todos os dados da sua loja virtual permaneçam protegidos contra invasão de hackers. Só aí já é possível aumentar as questões de segurança do seu e-commerce.

2 – Tenha certificado SSL e selos de segurança

O certificado SSL pode ser comprado, mas também pode vir instalado com as plataformas de hospedagem. Daí a importância de escolher um canal de qualidade.

O principal objetivo do certificado SSL é garantir a criptografia digital do seu site, tanto que ele é representado por um cadeado, que aparece logo na barra de endereço da página.

Dessa forma, quando o cliente digita os seus dados, o SSL criptografa as informações e as envia com segurança para o servidor da loja.

A verificação desses dados funciona como uma espécie de controle de acesso externo, pois só pessoas devidamente autorizadas podem ter contato com as informações.

Se a sua loja virtual não possuir a certificação SSL, o Google irá bloquear o site. Em alguns aplicativos de celular, os sites sem SSL nem mesmo carregam, o que já mostra que o e-commerce não é totalmente seguro.

Na prática, o certificado SSL funciona da seguinte maneira:

  1. O usuário coloca os dados pessoais no site;
  2. As informações são recebidas e trancadas no servidor;
  3. Somente o servidor do site pode acessar os dados;
  4. O processo se repete para informações enviadas ao cliente.

Percebe-se que o SSL trabalha com um sistema altamente seguro, que impede o acesso e o uso indiscriminado das informações.

Já os selos de segurança funcionam como uma barreira a mais para a sua loja. Com eles, é possível monitorar e cuidar do e-commerce, reduzindo os riscos de perda ou roubo de dados. Hoje em dia, os selos mais famosos são o Site Blindado e Loja Protegida.

3 – Tenha um site blindado

Ter um site blindado significa combater as possíveis vulnerabilidades de invasão. Isso ajuda a impedir que o seu site seja derrubado ou comprometido pela presença de vírus e malwares.

Você deve blindar todas as páginas do seu e-commerce, até mesmo a que somente exibe o colar comprido feminino, que é um de seus produtos, por exemplo.

É possível tomar essas medidas de resguardo com a busca de brechas. Assim, dá para consertá-las antes da ação dos hackers

Por isso, obrigue a sua loja a passar por análises frequentes de caça, mesmo diante das mínimas aberturas.

Para isso, instale ferramentas precisas, que são capazes de mostrar os espaços por onde os hackers entram. Essa verificação pode ser feita por um scanner que promove a varredura completa da loja virtual.

Entre as vantagens desse fluxo de escaneamento, destacam-se:

  • Aviso prévio antes dos ataques;
  • Levantamento de provas de falhas de segurança;
  • Redução das chances de invasão;
  • Maior segurança aos clientes.

Diferentemente do certificado SSL, nenhum site ou loja virtual é obrigado a ter uma página blindada. Contudo, é uma boa maneira de tornar o seu e-commerce mais seguro.

Procure contratar uma instituição com experiência para o escaneamento e instalação das ferramentas. Assim, você terá a certeza de uma blindagem efetiva.

4 – Sugira senhas que não sejam fáceis

Para ter um e-commerce mais seguro, vale a pena orientar os clientes acerca de algumas atitudes que podem ampliar a proteção contra ações ilegais. Entre elas, a sugestão de senhas mais difíceis.

Na hora de fazer o cadastro para as compras, seja para qualquer aquisição, desde uma peça de roupa até um anel de prata com diamante, a dica é sugerir um nível de dificuldade para a senha, como o uso de números e letras maiúsculas obrigatórias.

Quanto maior é a dificuldade da senha, mais difícil é a ação dos hackers. Ainda mais porque muitos ataques não são feitos diretamente às plataformas das lojas virtuais, mas sim, no cadastro do cliente.

Por isso, se você é um consumidor e está lendo este artigo, lembre-se de reforçar as suas senhas na hora de ir às compras virtuais.

5 – Considere a instalação de um WAF

O WAF (Web Application Firewall) é outra maneira de blindar o seu site. Essa ferramenta é especialmente designada para agir de maneira proativa, ou seja, interrompendo e identificando ações suspeitas em tempo real.

Além do mais, o WAF protege o seu e-commerce contra ataques de DDoS (ataque de negação de serviço), sendo capaz de funcionar 24 horas por dia.

Normalmente, o WAF é indicado para grandes negócios ou organizações que lidam com dados em excesso, como indústrias que fabricam filtro de combustível diesel.

6 – Cuidado com o armazenamento de dados sensíveis

O lojista também deve considerar o armazenamento de dados sensíveis, que são as informações necessárias para efetuar as transações comerciais nos e-commerces.

A recomendação é usar tecnologias enxutas e práticas, para evitar grandes problemas com o extravio de informações.

Inclusive, essa questão também é válida para outros tipos de serviços online, como entrega motoboy por aplicativos.

Atualmente, todos os comércios, sites, lojas virtuais, aplicativos e sistemas devem se adequar às recomendações da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), para o armazenamento e uso das informações.

7 – Instale ferramentas antifraude

Muitos empreendedores digitais consideram que o custo das ferramentas antifraude é dispendioso, mas é necessário encarar isso como um investimento.

Afinal de contas, se a sua loja virtual for vítima de um ataque cibernético, é bem provável que os custos para lidar com esse problema sejam muito maiores. Então, nada melhor do que dispor de recursos preventivos para evitar essas ações ilegais.

Importante ressaltar que vários pedidos recebidos por lojas online não passam de fraudes. Essa é uma barreira que impede a expansão das operações de um e-commerce, ou até mesmo de um aplicativo que trabalha com moto para entrega.

Sendo assim, a instalação de sistemas antifraude é uma forma de bloquear pedidos fraudulentos, além de outros “golpes” que são comuns na internet.

Claro, não existe um recurso 100% eficaz contra fraudes. Mas essas ferramentas ajudam a reduzir consideravelmente as chances de atos ilegais.

Os sistemas antifraude utilizam a tecnologia de inteligência artificial (IA), para a verificação de dados e autorização da compra. 

Isso é extremamente benéfico para todas as lojas virtuais, mas principalmente as que trabalham com produtos de alto valor, como a venda de computador novo.

8 – Acompanhe o desenvolvimento das tecnologias

Os avanços tecnológicos caminham a passos largos nos dias de hoje. Por essa razão, é fundamental acompanhar as últimas tendências na área digital, visto que muitas delas são elaboradas justamente para oferecer maior segurança aos usuários.

Sendo assim, é importante ficar de olho nas principais inovações e lançamentos, bem como nas atualizações dos certificados de segurança.

Como vimos, o certificado SSL, por exemplo, tornou-se obrigatório para os sites que desejam aparecer no Google e aplicativos de dispositivos móveis. Ou seja, é a segurança demonstrando que também faz parte da experiência do usuário.

Conclusão

A segurança é primordial em todos os lugares, incluindo a internet. Apesar de conhecermos a tecnologia criptografada, não estamos isentos de golpes, fraudes e ações de hackers, que podem usar nossos dados para atividades ilícitas.

Por esse motivo, é dever dos e-commerces, bem como dos clientes, buscarem formas alternativas para aumentar ainda mais a proteção nos websites.

O artigo de hoje trouxe algumas dicas de como realizar isso, através da instalação de programas de segurança, certificações e, até mesmo, recomendações quanto ao uso de senhas nas lojas virtuais.

Assim, os clientes sentem mais confiança em comprar com você, já que o seu site oferece um grande respaldo de segurança.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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