WhatsApp faz transferências bancárias

WhatsApp faz transferências bancárias.

Correntistas do Banco do Brasil agora podem fazer mais operações por meio do WhatsApp, sem precisar do app do banco. O sistema foi expandido e agora permite a realização de solicitações mais complexas por meio de um chatbot da instituição financeira.

O sistema já estava em testes desde maio deste ano, mas suas funções eram bastante limitadas e restritas a funções de consulta, como visualização do saldo e extrato da conta corrente. Agora, porém, é possível realizar essas 11 operações por meio do WhatsApp.

  • Transferências
  • Consulta código IBAN (International Bank Account Number)
  • Recarga de celular
  • Liberação de cartão
  • Saldo de conta corrente
  • Extrato de conta corrente
  • Extrato de poupança
  • Saldo de poupança
  • Extrato de fundos de investimento
  • Rastreio de cartão
  • Fatura de cartão

Para realizar essas operações, é necessário adicionar o chatbot do Banco do Brasil aos contatos do seu celular, com o número (61) 4004-0001. Quando enviar uma mensagem qualquer, receberá as orientações sobre como usar o serviço.

Vale notar, no entanto, que nem todos os usuários terão acesso à novidade imediatamente. Por enquanto, o sistema está em fase de expansão para atingir apenas 3 milhões de usuários antes de a ferramenta ser liberada para todos.

Em relação a segurança, a autenticação será feita por meio de um link, no qual é necessário digitar seus dados como agência, número da conta e senha, junto de um código de verificação. Assim que houver a confirmação, o próprio robô avisará o usuário de que ele está autenticado.

Fonte: Olhar Digital.

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Spotify completa 10 anos.

Aplicativo sueco tem mais de 180 milhões de usuários e 35 milhões de músicas em seu catálogo.

O famoso aplicativo sueco de streaming de música Spotify completará dez anos de existência no domingo, na condição de como “salvador” da indústria fonográfica, que foi gravemente prejudicada pela pirataria na internet. Com 35 milhões de músicas em seu catálogo, o Spotify continua sendo o serviço de áudio online “mais popular do mundo”, com uma comunidade de 180 milhões de usuários.

Destes, 83 milhões são assinantes que pagam pelo serviço, que está presente em 65 mercados do planeta. Em março, a plataforma chegou à África do Sul, o que representou seu lançamento no continente africano. O aplicativo também é o serviço que mais proporciona retorno econômico até hoje à indústria musical, com 9,2 trilhões de dólares (cerca de 35 trilhões de reais) até 31 de dezembro de 2017.

Por cada usuário, a plataforma paga 20 dólares (cerca de 77 reais) a selos e gravadoras, enquanto o YouTube, outro nome gigante do ‘streaming’, remunera os artistas com menos de um dólar. Seu desenvolvimento tecnológico começou em 2006 e o lançamento oficial aconteceu dois anos depois, em 2008, alterando a percepção de que era preciso possuir a música em algum tipo de suporte, físico ou virtual, para poder desfrutar da mesma.

Com a revolução digital do início deste século, os consumidores já estavam habituados ao fato de que não era mais preciso adquirir música em suporte físico. No entanto, a facilidade da pirataria pelos meios digitais fez com que, para cada música baixada legalmente, 20 fossem adquiridas de forma ilícita.

Isso fez com que a indústria fonográfica registrasse oito anos de perdas consecutivas, que depois chegariam a 15. O setor musical passou de quase 23,3 bilhões de dólares de faturamento no ano 2000 para cerca de 17 bilhões de dólares em 2008 e chegou ao “fundo do poço” em 2014, com 14,3 bilhões de dólares, o que supôs uma retração de quase 40%, segundo dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês).

Somente nos últimos três anos, a indústria vem retornando para o caminho do crescimento e faturou 17,3 bilhões de dólares em 2017, graças ao empurrão dado pelo ‘streaming’, que gerou 38% das receitas totais, após aumentar seu faturamento em 41% de um ano para o outro.

Com a tecnologia de ‘streaming’, o consumidor de música não precisa mais adquirir um disco completo se estiver interessado em apenas uma canção, uma situação semelhante ao que acontecia quando as gravadoras lançavam álbuns e singles em suporte físico.

A maior sombra sobre o futuro do Spotify, no entanto, está relacionada com seu equilíbrio econômico, já que, desde a sua fundação, vem registrando prejuízos. Em 2017, a companhia fechou o ano com perdas de 1,5 bilhão de dólares. Por outro lado, suas receitas vêm progredindo e chegaram a 4,99 bilhões de dólares no ano passado e o valor de suas ações na Bolsa de Nova York seguem acima do preço de seu lançamento.

 

Fonte: Veja.

Google: como apagar suas informações.

É possível excluir dados de localização e até mesmo buscas armazenadas em seu smarthphone, além de impedir que eles sejam usados por anunciantes.

Ele sabe o que você procura, o que te interessa e os lugares que você visita, entre muitas outras coisas. Esse é o Google, a ferramenta de busca mais usada do mundo, que completa 20 anos.

“Quando o usuário usa nossos serviços, confia a nós informações dele.”

É assim, de forma clara, que o gigante tecnológico se dirige a seus usuários logo na primeira linha dos termos e condições de privacidade.

Mas o que você provavelmente não sabe é que o Google oferece a possibilidade de excluir as informações armazenadas em um lugar chamado “Minha atividade” ou “My activity”, em inglês.

Nós explicamos como fazer isso em alguns passos.

1. Excluir minha atividade

Cada vez que você faz uma pesquisa no Google, a empresa a salva e a associa à sua conta.

Ela também registra todos os movimentos que você faz, como preencher um formulário ou ler seu e-mail no Gmail.

Todos os dados são coletados em um site chamado “Atividade”. É exatamente nesta área que você tem que ir para consultá-lo.

Você tem três opções na hora de excluir informações:

A primeira é usar a pesquisa para encontrar uma página específica para apagar.

Página mostra informações que o Google mantém sobre você — Foto: ReproduçãoPágina mostra informações que o Google mantém sobre você — Foto: Reprodução

Página mostra informações que o Google mantém sobre você — Foto: Reprodução

A segunda é limpar as buscas feitas no mesmo dia, escolhendo “Hoje” e depois clicando na opção “Excluir”

A terceira opção é eliminar toda a sua pesquisa. Para fazer isso, clique em “Excluir por” na lista à esquerda. Clique em “Excluir por data” e selecione “Todo o período”. Se você tem certeza desta opção, clique em “Excluir”.

Em todos os casos, aparecerá um aviso do Google sobre os possíveis impactos dessa decisão. Mas, na realidade, excluir o histórico de pesquisa do Google e a trilha de navegação não tem nenhuma consequência em relação à operação da sua conta do Google ou seus aplicativos.

2. Elimine toda a sua atividade no YouTube

O Google também mantém um registro de todas as suas pesquisas no YouTube.

Google permite que você veja e exclua suas informações de busca no YouTube — Foto: ReproduçãoGoogle permite que você veja e exclua suas informações de busca no YouTube — Foto: Reprodução

Google permite que você veja e exclua suas informações de busca no YouTube — Foto: Reprodução

Mas isso é algo que você também pode excluir facilmente, apagando o histórico de pesquisa.

3. Como eliminar tudo que os anunciantes sabem sobre você

O Google não só sabe tudo sobre você, mas também repassa essa informação a anunciantes.

É por isso que ele é capaz de mostrar anúncios que combinam com o que você procura.

Mas é possível descobrir quais informações estão sendo transmitidas aos anunciantes.

Para isso, acesse sua conta do Google e depois “Informações pessoais e privacidade”. Desta vez, o que interessa é a opção “Configurações de anúncio”.

As configurações de privacidade permitem que o usuário impeça seus dados de serem repassados a anunciantes — Foto: ReproduçãoAs configurações de privacidade permitem que o usuário impeça seus dados de serem repassados a anunciantes — Foto: Reprodução

As configurações de privacidade permitem que o usuário impeça seus dados de serem repassados a anunciantes — Foto: Reprodução

Uma vez dentro, clique em “Gerenciar Configurações de Anúncio”.

Na sequência, opte por “Controlar anúncios com sessão fechada”. Se você clicar nessa opção, você pode escolher se deseja receber anúncios com seus interesses ativados ou desativados (a opção de não receber publicidade não está disponível).

O Google irá avisá-lo de que não se adequará a você porque você vai parar de ver anúncios relacionados aos seus interesses, mas cabe a você escolher.

4. Remover o histórico de localização do Google

Se você usa um dispositivo Android, o Google acompanha os locais que você visitou com seu dispositivo por meio de um recurso chamado Rotas.

Página de privacidade do Google — Foto: ReproduçãoPágina de privacidade do Google — Foto: Reprodução

Página de privacidade do Google — Foto: Reprodução

Para apagar todas essas informações do Google Maps, você deve acessar essa página.

Na tela inicial, é possível interromper o registro virando para a esquerda a chave do “Histórico de localização”.

Para excluir todo o histórico anterior, clique em “gerenciar histórico de localização” e, depois, no ícone de Configurações.

Para deletar dias específicos, basta selecionar, na mesma página, a data no calendário na área esquerda da tela e clicar no botão da lixeira.

Fonte: G1.

Brasil terá longa espera por rede 5G.

Na América Latina, o 5G só deve chegar em 2020 e não deve se massificar até 2025, prevê associação global de operadoras móveis.

Países como Estados Unidos, Coreia do Sul e China correm para ser pioneiros no lançamento da tecnologia 5G em 2019. A promessa é de avanços, como a possibilidade de médicos fazerem cirurgias à distância, por meio de robôs conectados à internet. Outra inovação será a Internet das Coisas, que permitirá que eletrodomésticos “aprendam” as preferências de seus usuários com o uso de inteligência artificial. Na América Latina, porém, o 5G só deve chegar em 2020 e não deve se massificar até 2025, prevê a GSMA, associação global de operadoras móveis.

“Ainda não se sabe qual será o primeiro país da América Latina a usar o 5G”, disse Sebastian Cabello, diretor regional para a América Latina da GSMA. No caso do 3G, o primeiro experimento se deu no Chile, e o 4G começou no Uruguai.

O Brasil possui hoje 218 milhões de conexões móveis ativas, sendo 79% em smartphones. Pouco mais da metade (55%) já usa o 4G. Apesar de serem os maiores números da América Latina, segundo a GSMA, os dados refletem o atraso da região. No México, sede da Claro, são 109 milhões de conexões móveis ativas, 63% por smartphones e 24% com 4G.

O avanço em direção ao 5G será lento. Para 2025, a associação prevê que apenas 8% das conexões móveis da América Latina se darão pelo 5G e, inicialmente, em negócios entre empresas e nas conexões máquina a máquina.

Diretores da Anatel afirmam que o Brasil deve conviver com uma desigualdade tecnológica por muitos anos a partir do lançamento do 5G. Embora a agência já trabalhe para viabilizar o leilão de faixas para a nova tecnologia em 2019, a prioridade ainda é universalizar o acesso à internet banda larga. O 4G já está em mais de 4 mil municípios, onde vivem 94,5% da população, mas ainda há 2 mil localidades que não têm nem com sinal de celular 2G, tecnologia usada apenas para ligações de voz, sem acesso à web.

A ausência de internet móvel se espalha por todas as regiões do País e afeta 4 milhões de habitantes. São Paulo, por exemplo, possui áreas descobertas nos municípios de Cafelândia, Campo Limpo Paulista, Cananéia, Casa Branca, Cesário Lange, Ilhabela, Lavrinhas e Presidente Bernardes. “Querer que o Brasil esteja na ponta das discussões tecnológicas sem ter feito o dever de casa é vender ilusões”, disse o conselheiro da Anatel Anibal Diniz. “Não faz sentido falar em 5G, Internet das Coisas, inteligência artificial e carros autônomos sendo que ainda não conseguimos universalizar o acesso à banda larga.”

Recursos. O desafio do 5G será a formatação de um modelo que viabilize capital para a exploração dos novos serviços, disse o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude. A novidade deve ser o slicing, sub-redes dentro de uma mesma rede que vão dar prioridade a alguns aplicativos em detrimento de outros. “Provavelmente esse modelo não estará nas pessoas físicas, mas nas empresas, a partir da Internet das Coisas. Talvez tenhamos algo mais concreto em dois ou três anos”, disse.

A prioridade no Brasil é encontrar formas de financiar novas redes de fibra óptica, disse o diretor da Anatel. Neste ano, a agência reguladora enviou ao governo projetos de lei que direcionam taxas pagas por operadoras a esses investimentos. Hoje, a legislação só permite que o dinheiro seja usado nas redes de telefonia fixa.

A despeito do atraso tecnológico, o Brasil faz um trabalho prévio para receber as novas tecnologias. Diniz destacou que a Anatel propôs ao governo taxação zero para a Internet das Coisas. Sem a mudança, seria necessário pagar para habilitar o chip de cada eletrodoméstico conectado – hoje, o valor por chip de celular é de R$ 26. A proposta precisa passar pelo Executivo e também pelo Legislativo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Exame.

Amazon abre loja com produtos mais bem avaliados.

Seleção é feita a partir de dados das vendas no site.

A gigante americana do comércio digital Amazon inaugurou na quinta-feira (27) a primeira loja onde vende apenas os produtos mais bem avaliados pelos consumidores em seu site – um novo exemplo de suas ambições no comércio físico.

Durante vários anos, a Amazon abriu inúmeros pontos de venda físicos, principalmente livrarias e lojas “pop-up”, dedicadas a produtos tecnológicos. Há ainda lojas sem caixa nem atendentes.

Na nova loja, chamada rede “4-star”, o grupo de Seattle oferece uma seleção de produtos Amazon e de outras marcas, classificados com pelo menos 4 estrelas em uma escala de 5. Entre eles estão eletrônicos, livros, games e até mamadeiras.

Assim como fez com suas livrarias, que oferecem os títulos mais populares em seu site, a Amazon usa os dados das vendas digitais para fazer a seleção dos produtos.

A loja também tem uma seção de produtos “populares em Nova York”, com base em informações de vendas no site.

Fonte: G1.

IA usada para paliar a falta de médicos na China.

Algumas empresas de tecnologia optam por máquinas que interpretam a frequência cardíaca ou as radiografias de um paciente.

Para superar a escassez de médicos na China, algumas empresas de tecnologia optam por máquinas que, graças à inteligência artificial, interpretam a frequência cardíaca ou as radiografias de um paciente.

Qu Jianguo, aposentado de 64 anos, coloca o pulso em um bracelete de metal colocado sobre a mesa. Alguns minutos depois, recebe em seu telefone celular uma análise médica realizada a partir dos batimentos cardíacos, tudo isso prescindindo de médicos.

Este aparelho criado pela empresa “Ping An Good Doctor” atraiu os olhares durante a Exposição Mundial de Inteligência Artificial, em Xangai, realizada entre 17 e 19 de setembro. Uma boa notícia para a China, que quer liderar os avanços tecnológicos no âmbito médico.

“Vim para ver como amedicina tradicional chinesa [que se baseia na frequência cardíaca para o diagnóstico] pode funcionar sem médico. Seria prático”, explica Qu.

A China conta com apenas 12 milhões de profissionais de saúde para uma população de quase 1,4 bilhão de habitantes.

Ping An Good Doctor, com 228 milhões de inscritos, é uma das maiores plataformas chinesas digitais de cuidados médicos. Afirma receber 500.000 solicitações de consulta por dia.

Diagnóstico express

Os pacientes introduzem dados pessoais e seu histórico médico no aplicativo da empresa e então descrevem seus sintomas. Partindo desta base, a inteligência artificial emite um diagnóstico, que é enviado a um médico.

Este último ganha tempo: basta verificar e validar a pré-análise realizada pelo sistema e escrever, se for necessário, uma receita digital, de modo que os pacientes não precisariam ir a um dispensário.

“Sem dúvida isto pode ajudar a resolver o problema da escassez de médicos. A inteligência artificial pode eximi-los dos gestos banais, simples e repetitivos”, aponta o médico Liu Kang, ex-funcionário do prestigioso hospital Xiehe em Pequim.

“A China ainda se encontra em uma fase de recuperação neste âmbito”, reconhece.

Nos Estados Unidos e na União Europeia (UE), as start-ups e os pesquisadores já se lançaram há algum tempo ao desenvolvimento de tecnologias para resolver as questões de saúde.

A China se inspirou neles e, com a ajuda da inteligência artificial e de big data, cria dispositivos para facilitar o diagnóstico, realizar intervenções cirúrgicas com robôs e participar no desenvolvimento de novos medicamentos.

 

 

Fonte: Exame.

Aplicativo para apuração dos votos em tempo real.

A ferramenta do TSE é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones.

aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014, já tem sua versão para 2018 e a expectativa é que novamente seja um recorde de acessos. Este ano, o aplicativo foi rebatizado para “Resultados 2018”.

A ferramenta é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

Há quatro anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a plataforma foi disponibilizada apenas para aparelhos com sistema Android e foi chamada de “Apuração 2014”. O aplicativo foi baixado em 2,7 milhões de dispositivos.

Pesquisa

Pelo aplicativo, os eleitores poderão acompanhar a contagem dos votos em tempo real. É possível pesquisar desde o desempenho de um determinado candidato por meio de consulta nominal até um dado mais nacional.

Na tela da pesquisa, aparecerá, por exemplo, o quantitativo de votos para cada candidato com a indicação dos eleitos ou, no caso da disputa para governador e presidente da República, dos que irão para o segundo turno. Também é possível selecionar os candidatos favoritos e visualizá-los com destaque.

A ferramenta permite que o usuário selecione a abrangência que deseja acompanhar a apuração. Pode ser “Brasil” para a votação de presidente da República e “Estados” para acompanhar a votação para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

O eleitor também poderá conferir o desempenho nas urnas do candidato a presidente em cada estado. Além de visualizar o número de votos, é possível acompanhar o percentual de apuração das seções e ainda compartilhar essas informações nas redes sociais.

Votos zerados

Os resultados são atualizados automaticamente e, ao final da apuração, serão exibidos os eleitos com o quantitativo de votos obtidos e o percentual de votação por candidato. O candidato que aparecer com zero voto pode não ter tido votação, estar indeferido com recurso ou, após a preparação das urnas, ter sido indeferido, ter renunciado ou falecido.

Os votos para candidatos indeferidos com recurso ou cassados com recurso não serão exibidos, conforme a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97, artigo 16-A). O aplicativo não apresenta resultados da votação em trânsito nem da votação no exterior para o cargo de presidente da República.

Em decorrência da diferença de fuso horário, o TSE irá começar a divulgar os resultados da totalização dos votos para presidente da República às 19h (horário de Brasília) no dia 7 de outubro, quando a votação do primeiro turno estiver encerrada em todo o território nacional.

Para os demais cargos, a totalização dos votos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e a remessa das informações ao TSE terá início logo após o encerramento da votação, às 17h, respeitando o horário local.

 

Fonte: Exame.

Facebook: falha na segurança.

Empresa afirma não saber ainda se informações das contas foram acessadas no ataque. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários a se logarem de novo.

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que descobriu uma falha na segurança que afetou quase 50 milhões de perfis. A empresa diz que não sabe ainda se informações das contas foram acessadas. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários em todo o mundo a se logarem de novo para entrar na rede social.

O problema foi descoberto na última terça (25), afirma o Facebook em comunicado.

“Como nossas investigações estão apenas começando, ainda temos que determinar se essas contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada.”

Ao G1, a empresa diz que ainda não tem confirmação de que o problema afetou perfis no Brasil. Quem foi deslogado vai receber uma notificação no topo do Feed de Notícias, explicando o que aconteceu.

“Estamos levando isso extremamente a sério e vamos informar a todos o que acontece e que ações estão sendo tomadas para proteger a segurança das pessoas”, informa o Facebook.

Onde estava a brecha

O ataque explorou uma brecha no código relacionada ao recurso “Ver como”, que mostra ao usuário como o perfil dele é exibido para outras pessoas.

A brecha permitiu o roubo de tokens de acesso ao Facebook, que funcionam como chaves e permitem que os usuários permaneçam online sem a necessidade de digitar a senha toda vez que acessam a rede social.

“Nós também invalidamos os tokens de quase 50 milhões de contas que sabemos que foram afetadas, para torná-las seguras novamente. Por precaução, nós também invalidamos acesso a tokens de outras 40 milhões de contas que usaram a funcionalidade ‘Ver como’ no último ano”.

A empresa disse que a funcionalidade “Ver como” está temporariamente desativada enquanto é feita uma análise de segurança e a investigação está em andamento.

Fonte: G1.

Aplicativos auxiliam na escolha das eleições 2018.

Gratuitos, apps munem usuários com informação para escolha consciente dos candidatos.

Aplicativos gratuitos para smartphones Android e iPhones podem ajudar você a escolher em quem votar nas eleições de 2018.

Com base em informações sobre envolvimento em investigações, os apps têm a missão de munir os eleitores com dados para que eles tomem decisões conscientes na urna eletrônica.

Eleitor Digital

O aplicativo disponível para sistema Android reúne entrevistas em vídeo com candidatos à presidência e ao governo do estado. Ele também mostra uma lista de candidatos ao Senado, indicando quais são os que estão envolvidos em processos. É possível seguir os candidatos para receber novidades sobre eles que forem registradas no app.

O Eleitor Digital conta também com uma pesquisa que pode ser respondida para expressar sua opinião e, ao mesmo tempo, checar os resultados de cada tópico. As perguntas são sobre assuntos como porte de armas, redução da maioridade penal, liberação dos jogos de azar, descriminalização do aborto, casamento de pessoas do mesmo sexo, entre outros.

Detector de Ficha de Político

Está na dúvida em quem vai votar e quer checar rapidamente quem tem ficha limpa e quem está envolvido em alguma investigação? Este aplicativo reúne dados sobre candidatos e políticos que estão cumprindo mandato. Podem ser consultados presidentes e ex-presidentes, governadores, senadores e deputados federais. As informações são fornecidas pelo Instituto Reclame Aqui. O app está disponível para Android e iPhone.

Eleições 2018

O aplicativo tem atalhos para seções importantes do site do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) e também traz informações sobre os candidatos, incluindo deputados estaduais. A interface é intuitiva e seu modelo de negócio se apoia na exibição de publicidade de forma não invasiva. O aplicativo tem versão para dispositivos Android.

Appoie

Disponível para Android e iPhone, o aplicativo ajuda a encontrar candidatos que tenham afinidade com você, conhecer suas propostas e também entender quem é eleito adicionalmente quando você escolhe votar em uma determinada pessoa.

 

Fonte: Exame.

Trump pede para Apple levar produção da China para os EUA.

Donald Trump pediu neste sábado para a Apple produzir seus aparelhos tecnológicos nos Estados Unidos em vez de na China, como uma forma de evitar as consequências da guerra comercial em curso com Pequim.

“Os preços (dos produtos) da Apple poderiam aumentar devido às enormes tarifas que podemos impor à China”, tuitou o presidente dos Estados Unidos, após ameaçar na sexta-feira tarifas sobre todas as importações da China, acusando a gigante oriental de práticas comerciais “desleais”.

“Mas há uma solução fácil”, acrescentou, antes de sugerir à gigante eletrônica da Califórnia: “Façam seus produtos nos Estados Unidos em vez de na China. Comecem a construir novas fábricas o quanto antes”.

A empresa, muito dependente do gigante asiático, onde fez a maioria de seus dispositivos, poderia se ver em meio ao fogo cruzado das duas potências.

Seu CEO Tim Cook avaliou, recentemente, que as tarifas impostas à China por Trump eram como “impostos ao consumidor”.

Fonte: Istoé.