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Análise SWOT para e-commerce: saiba como montá-la e suas vantagens

Compreender como reconhecer problemáticas e verificar dados são atitudes imprescindíveis para todo empreendimento digital. Tanto que a Análise Swot para e-commerce tornou-se um dos métodos de verificação mais usados nos dias de hoje.

Embora a sua origem não seja recente, a estratégia é muito eficaz para as iniciativas digitais, devido ao seu alto poder de precisão e capacidade de cruzar informações de maneira simples, fácil e prática.Com isso, os gestores podem fazer uma varredura completa, mas sem gastar muito tempo, o que pode comprometer o desenvolvimento de campanhas online.

No artigo de hoje, conheça mais sobre a análise SWOT para e-commerce, saiba como montá-la e suas vantagens. Acompanhe a leitura!

O que é a Análise SWOT?

Também chamada de “Matriz FOFA”, a análise SWOT é um método de verificação do desempenho empresarial, sendo uma ferramenta usada para compreender os fatores internos e externos de uma empresa e, com isso, ter dados para tomada de decisões.

A análise SWOT é muito prática, o que permite a aplicação para os mais variados tipos de negócios – desde um prestador de serviços autônomos, até um buffet para festa de aniversário de grande porte.

Por isso, o método é frequentemente aplicado na administração de lojas virtuais, já que são necessárias constantes adaptações.

O termo SWOT é um acrônimo para Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats, que em português significa Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, respectivamente (daí a sigla FOFA).

O método foi desenvolvido com base nos dados coletados das empresas Fortune 500, uma das classificações mais renomadas do mundo, que faz a organização das 500 maiores corporações existentes. 

Os quatro pilares da SWOT significam:

  • Strengths: tudo no que a empresa é boa;
  • Weaknesses: no que a empresa tem dificuldade;
  • Opportunities: as oportunidades do mercado;
  • Threats: as forças que ameaçam o negócio.

Na matriz, as forças e as fraquezas são categorizadas como “causas internas” de uma empresa. Já as oportunidades e ameaças, externos.

Além do mais, as forças e oportunidades são vistas como pontos positivos, enquanto as fraquezas e ameaças, são negativos.

Em resumo, a análise SWOT pode ser representada com o seguinte desenho:

Pense, por exemplo, em um e-commerce especializado na venda de jóias. Uma das “forças” do negócio pode ser a comercialização do anel de ouro feminino delicado, um dos carros-chefe da loja virtual.

Temos aí um fator interno e positivo. Ao mesmo tempo, o comércio eletrônico tem dificuldades para a confecção de conjuntos, como pares de brincos e colares, pois o público acredita que o preço de mercado não está competitivo. 

Aqui, temos uma das “fraquezas”, que é um fator interno ainda, porém negativo.

Ao mesmo tempo, não há perspectiva para melhora nos preços, uma vez que o mercado de ouro está com uma alta inflação. O que configura a “ameaça”, como fator externo e negativo.

O e-commerce está confeccionado um novo modelo de anel de formatura folheado a ouro, que é uma “oportunidade”, já que o seu público está com um nível de escolaridade cada vez mais alto (fator externo e positivo).

Como compreender os 4 quadrantes da SWOT?

Em geral, a análise SWOT é uma ferramenta relativamente simples. Por conta disso, uma parcela das estratégias dos negócios começam suas avaliações com o método e, posteriormente, incrementam novos modos de observação dos cenários.

Contudo, para colocar em prática a SWOT, é necessário compreender a fundo o que cada um dos seus quadrantes significa. 

A seguir, conheça com detalhes as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças:

1 – Strengths (Força)

Para averiguar quais fatores internos são capazes de representar bem o seu negócio, isto é, uma “força” da organização, vale a pena responder às seguintes perguntas:

  • Quais são as melhores atividades e processos da organização?
  • Quais os melhores produtos comercializados?
  • Quais recursos são diferenciais da concorrência?
  • O que a empresa oferece de novo aos clientes?

Por exemplo, um e-commerce de mochilas e bolsas pode ter como diferencial um produto único, que é a mala estilo vintage, com um excelente custo-benefício. Quer dizer que é uma mercadoria que a concorrência não tem e que faz sucesso com os compradores.

2 – Weaknesses (fraquezas)

Aqui temos o oposto da “força”, isto é, o quadrante representa o que falta à empresa, as desvantagens internas que podem limitar e prejudicar a atuação do negócio.

Para identificar esses fatores, responda:

  • A equipe tem uma boa qualificação?
  • Qual é a qualidade dos insumos e materiais?
  • Os processos operacionais são confiáveis?
  • Os preços são competitivos com o mercado?
  • A concorrência tem diferenciais que não possuímos?

Nos e-commerces, a questão do preço é muito importante, visto que a internet é capaz de oferecer um leque de vantagens, inclusive ofertas com melhores valores.

Mas vale dizer que a qualidade também é fundamental. Não adianta nada oferecer um super desconto em produtos de limpeza para cozinha de restaurante, se a mercadoria não tem qualidade e não agrada o cliente.

Isso também pode prejudicar os negócios e, neste caso, a falta de qualidade para manter o preço baixo é uma fraqueza.

3 – Opportunities (oportunidades)

As oportunidades referem-se aos aspectos externos que influenciam positivamente o seu e-commerce. Neste caso, é necessário ficar atento às condições do mercado, como:

  • Alguma política pública beneficia o meu negócio?
  • Há alguma redução de taxas de impostos?
  • Há algum atrativo na região que possa ser proveitoso?
  • O novo comportamento dos consumidores é favorável?

Um exemplo notório é o crescimento das vendas online após a pandemia do novo coronavírus.

Embora a crise financeira, as lojas virtuais tiveram a oportunidade de crescer, já que as pessoas não podiam sair de casa e as compras eram feitas na internet.

4 – Threats (ameaças)

Por fim, as ameaças representam os aspectos externos que prejudicam a sua empresa. 

Neste caso, há uma perda não só de lucros, mas fatores que determinam a sobrevivência ou não do seu negócio no mercado. Algumas perguntas para construir esse quadrante são:

  • Há algum grande concorrente?
  • Houve alguma mudança nos impostos?
  • A crise financeira está impactando os negócios?
  • O novo comportamento do consumidor é desfavorável?

Voltamos ao exemplo da pandemia da Covid-19. Embora fosse uma chance para os e-commerces, negócios como um transporte executivo bilíngue estão tendo que lidar com a queda, justamente devido ao isolamento social.

Como é um serviço que depende diretamente do contato presencial, não sendo feito online, a área de transportes, viagens e turismo, por exemplo, estão enfrentando uma crise e precisam se adaptar ao “novo normal”.

Quais as vantagens da análise SWOT para os e-commerces?

Uma das principais vantagens da análise SWOT é a sua facilidade de aplicação em qualquer tipo de negócio. 

Nesse sentido, as lojas virtuais que trabalham com a entrega de produtos ou que prestam serviços, como a instalação de um som para festa completo, podem usar a matriz para o planejamento estratégico assertivo da organização.

Vale dizer que os benefícios da SWOT impactam as empresas a longo prazo, já que a análise dos quatro fatores envolvidos no métodos ajuda a traçar novos planos e adaptações para as empresas.

Além do mais, a metodologia permite:

  • Compreender mais sobre o mercado e o seu negócio;
  • Traçar novas metas e objetivos;
  • Avaliar as condições favoráveis ou desfavoráveis para venda;
  • Conhecer melhor os concorrentes e os clientes;
  • Identificar possíveis tendências e novos mercados;
  • Prevenir-se de situações e cenários indesejados;
  • Trabalhar na melhoria contínua dos negócios;
  • Potencializar as qualidades da sua empresa;
  • Reunir diversos tipos de informações e dados;
  • Orientar investimentos e gastos.

A análise SWOT é interessante para que sua empresa crie um planejamento estratégico, tático e operacional efetivo.

Afinal, a organização passa a se conhecer muito melhor, tendo maior noção de quais são suas qualidades e fraquezas, bem como o contexto externo em que está inserida. Inclusive, a análise SWOT pode ser aplicada de modo pontual. 

Por exemplo, se uma loja quer saber se vale a pena investir em sacola kraft lisa para a embalagem de seus produtos, a metodologia é capaz de avaliar o cenário, a concorrência e até mesmo as preferências dos clientes.

Assim, o e-commerce saberá se esse tipo de invólucro é realmente ideal para o seu negócio, ou se é preciso procurar por novos tipos de sacolas.

Conclusão

A análise SWOT firmou-se como um dos meios fundamentais para a verificação das estratégias de empresas, incorporadas aos negócios online, como os e-commerces e lojas virtuais.

Prático e eficaz, o método apresenta os princípios internos e externos que podem prejudicar ou colaborar com a sua empresa, sendo possível traçar objetivos mais direcionados, assertivos e orientados.

Com isso, é possível reduzir significativamente os erros e prever cenários. Assim, mesmo em tempos de crise, os e-commerces já dispõem de soluções detalhadas, para garantir a sobrevivência no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Vantagens que um podcast pode acrescentar para a sua empresa

Nenhum empresário ou autônomo tem desculpas para ignorar, nos dias atuais, a importância do marketing de conteúdo. De todas as novidades que têm surgido nesse meio, e uma das mais bacanas e promissoras é a dos Podcasts.

O marketing de conteúdo ou content marketing, como é referido nos EUA, simplesmente revolucionou o modo de fazer publicidade hoje em dia. Sua proposta central é a da prática da prospecção passiva, baseada na evolução gradual do funil de vendas.

Dito de outro modo, o marketing de conteúdo deixa de lado as antigas estratégias de impacto (prospecção ativa de clientes) como as famosas promoções arrasadoras, os preços e prazos malucos, e os diferenciais mais comuns do comércio em geral.

Isso não quer dizer que elas não funcionem mais, assim como a televisão, o rádio e a panfletagem, que  ainda podem trazer resultados, mesmo com a internet tendo se tornado cada vez mais o principal canal de marketing e divulgação de produtos e serviços.

Isso indica que o marketing de conteúdo tem suas regras próprias e elas precisam ser seguidas para que ele funcione. 

De fato, hoje as grandes marcas do mercado praticam essa modalidade como modo natural de pensar no médio e longo prazo.

Muitas vezes, as mesmas marcas também lançam mão do marketing antigo, da prospecção ativa ou mesmo do formato offline. Lembrando que isso vale tanto para grandes multinacionais, quanto para empresas locais e pequenos negócios.

Seja como for, o que motivou o surgimento do marketing de conteúdo foi a mudança de hábitos das últimas gerações, também conhecidas como Gerações Y e Z, que são, respectivamente, os nascidos na década de 1980 e de meados dos anos 2000 para cá.

Nesse público, o modo de consumir e de se relacionar com as marcas (para não falar das facilidades da tecnologia, que vai dos computadores até os smartphones), é significativamente diferente quando comparado a gerações mais antigas.

É aí que entra o papel do podcast, que nada mais é do que uma forma de publicação de conteúdos, por meio de transmissão que faz lembrar o rádio. Geralmente, trata-se de uma bate-papo, onde o entrevistado responde perguntas sobre seu segmento.

Portanto, engana-se quem pensa que o marketing de conteúdo se limita a ter um blog, postar regularmente nas redes e distribuir e-books ou infográficos por aí. 

Essas estratégias ainda são fundamentais, mas podem melhorar e muito com a ajuda dos podcasts.

Se você quer entender como dar essa turbinada na sua geração de conteúdos, aumentando sua autoridade, engajando cada vez mais e, portanto, vendendo mais, siga adiante na leitura.

O que exatamente é um podcast?

Acima mencionamos a questão da mudança de hábitos entre as últimas gerações. 

Os podcasts são uma resposta a isso, pois acumulam uma série de traços que, somados, simplesmente atendem à demanda corrida do dia a dia da maioria de nós.

Imagine que você atua na área de dieta semanal para emagrecer. São tantas as novidades que ocorrem nessa área, que talvez a produção constante de e-books ou disparo de e-mail marketing não deem conta da correria.

Se você mantiver um programa que é um misto de transmissão radiofônica com a proposta do on demand (sob demanda), que permite ao público ouvir o material quando puder, certamente sua conexão com as pessoas vai ser bem maior, concorda?

É disso que se trata. Geralmente, os podcasts são disponibilizado por meio de um arquivo que pode ser baixado, ou mesmo em um streaming que a pessoa acessa por meio de login e senha, mediante pagamento ou não.

Além disso, ele ainda pode ser ouvido em diversas plataformas e dispositivos diferentes, o que obviamente ajuda ainda mais na popularização. 

Como a proposta é lidar com assuntos pertinentes ao seu segmento, a adesão também é grande e gera uma audiência fiel.

Seja para falar de produtos de alto alcance (alimento, roupas, joias), ou de reciclagem de papel alumínio, o formato permite uma eficiência enorme em termos de comunicação. Além de que pode levar educação, informação, entretenimento e muito mais.

Aqui vale soltar a criatividade e inovar cada vez mais, surpreendendo seu público. O importante é que já não estamos nos tempos em que o rádio era monopolizado por poucos, ou que baixar um arquivo demorava muito. Hoje tudo é dinâmico e democrático.

Sobre as plataformas e os agregadores

Falamos sobre os avanços tecnológicos que permitiram o surgimento dos podcasts. De fato, esse tipo de material conta com várias plataformas que facilitam o trabalho de produção e distribuição de conteúdos.

São os famosos agregadores de podcasts, que permitem ouvir direto do aplicativo do celular, consumindo menos dados. 

Todos eles são compatíveis com gravação de áudio para propaganda, mas não interferem na gravação original, só a transmitem.

Os principais agregadores são os voltados para Windows Phone, iPhone e Android, que são, respectivamente, o Podcast Picker, o WeCast, o Overcast, o Stitcher Radio; e o Podcast & Radio Addict, o Podcast Republic e o Pocket Casts.

Já em termos de postagem e compartilhamento, os agregadores incluem as seguintes opções mais famosas:

  • Soundcloud;
  • Google Podcast;
  • Spotify;
  • Deezer;
  • Apple Podcast;
  • Castbox.

O mais bacana é que não há uma nichificação artificial, que tornasse cada agregador mais indicado para um segmento específico. 

Na verdade, falar sobre microfone sennheiser e906 não impede que no dia seguinte o assunto seja menos técnico e específico.

Além disso, como você deverá trabalhar com uma agenda, é possível construir uma relação com o público. Assim, eles já vão saber o que esperar para o próximo programa, e você vai conduzindo os temas de modo mais aprofundado ou mais genérico, conforme a estratégia.

Essa organização facilita para todos os lados: seus ouvintes e clientes sabem o que esperar, e você também pode ir preparando o conteúdo de antemão, sempre tendo uma cota antecipada de materiais que serão aprofundados.

Como pôr a mão na massa e fazer CTA?

A questão do modo como criar um podcast é bastante relativa. Primeiro que ela pode ser mais difícil para uma determinada pessoa e mais fácil para outras, dependendo mesmo da inclinação de cada um.

Segundo que o formato e o conteúdo devem andar juntos. Talvez seu sócio no estúdio musical profissional tenha mais domínio técnico, então ele pode ficar responsável pelo conteúdo. Já quem tem mais facilidade com tecnologia, pode pegar a produção.

Para pôr a mão na massa, vale tentar sozinho primeiro, gravar sua própria voz, ouvir, depois pedir o conselho de alguém, e daí em diante. 

Quando for começar, tenha um roteiro em mãos, com tema e partes bem definidos no papel, como uma checklist.

Um ponto fundamental é o da frequência, pois assim como nos blogs e redes sociais, você cria o hábito de o público já contar com sua presença naquele dia e horário específicos. Além disso, um ponto igualmente importante é o do CTA (Call to Action).

Trata-se das chamadas para ação. Elas podem ser feitas de vários modos diferentes, e são importantes pois refletem sua chance de atingir seus objetivos mais práticos, inclusive os de ordem comercial, se for o caso.

Uma clínica de acupuntura, por exemplo, tem várias maneiras de fazer um CTA eficiente. Tecnicamente, você pode chamar o público para simplesmente ler seu site, curtir suas redes ou preencher algum formulário.

É a partir daqui que você pode anunciar a venda de produtos e serviços, já sinalizando algum material pago atrelado a esse conteúdo gratuito. 

No fundo, são como ações menores dentro de uma campanha bem maior.

Funil de vendas e jornada da compra

Por fim, não é possível falar sobre marketing digital sem falar em jornada da compra. 

Acima mencionamos que os podcasts são uma prospecção de tipo passiva, lembra? Além disso, explicamos que eles são baseados na “evolução gradual do funil de vendas”.

Essas etapas da jornada/funil nada mais são que o caminho que o público percorre entre o estágio de quem desconhece sua marca ou seu pet shop de cachorro banho e tosa, até o estágio de comprador fidelizado e disposto a indicar sua empresa.

As etapas tradicionais são as seguintes:

  1. Aprendizado e descoberta;
  2. Reconhecimento do problema;
  3. Consideração da solução;
  4. Decisão de consumo/compra.

É fundamental ter isso em mente, especialmente para seu CTA (explicado acima) e cada ação comercial futura funcionar de modo bem amarrado. Basta a enumeração feita para ficar claro que não adianta tentar “queimar” etapas.

Realmente, imagina se um lead entra em seu site apenas para ler sobre auto escola para aprender dirigir, você concorda que ainda nem sabe onde a pessoa mora, qual a idade dela, se o interesse é comercial ou estudantil, e daí em diante?

Ao aplicar essa lógica nos podcasts, você vai aprender a direcionar os conteúdos conforme o tema. 

É preciso ser capaz de falar de maneira mais abrangente (a primeira etapa), e só depois mais específica (quando for, por exemplo, uma pergunta direcionada).

Com isso, vemos que são muitas as vantagens e benefícios que um podcast pode trazer para a realidade da sua empresa, bem como os principais passos para atingir o sucesso nessa modalidade incrível.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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SEO: Como ele pode aumentar as vendas do seu e-commerce

Quando falamos sobre SEO para e-commerce estamos nos referindo, sem dúvida, a alguns dos termos mais importantes do universo digital. A razão para isso é bem simples, e vai ficar clara mais adiante.

Por um lado temos os e-commerces, que nada mais são do que o comércio eletrônico como um todo, o que envolve sites, plataformas e marketplaces que vão desde a venda de produtos de grande apelo popular, até venda entre empresas.

Esse tipo de negociação está entre as que mais cresceram nas últimas décadas, e hoje já concorrem seriamente com as lojas físicas. Já o termo SEO remete aos motores de busca, pois é uma sigla para Search Engine Optimization.

Trata-se da famosa otimização de sites, que faz o ranqueamento das páginas de modo a permitir que elas apareçam com destaque para ferramentas de busca como o Google, Bing e Yahoo, que hoje são os mais utilizados pela média dos brasileiros.

Só de ler isto, certamente você já se identifica com esse cenário e não deve duvidar que seja mesmo dessa forma. Ademais, há números e pesquisas que comprovam esse fato, ano após ano.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Compre&Confie, demonstrou que o e-commerce cresceu mais de 70% no último período. O que, em termos de faturamento, significa mais de R$ 27 bilhões movimentados em apenas um ano.

Já sobre os buscadores, podemos nos focar no Google, que é o maior do mundo e concentra cerca de 90% das pesquisas totais. Segundo a Internet Live Stats, conceituada empresa de pesquisas, o número deles vem crescendo muito.

Atualmente, cerca de metade da população mundial realiza ao menos uma busca por dia. 

Isso significa que a plataforma Google processa mais de 3,5 bilhões de pesquisas, ultrapassando o número de um trilhão de buscas anuais.

Agora, imagina se você tiver um e-commerce ou se estiver migrando seu negócio físico para o digital, e consegue bons posicionamentos nesse motor de busca. A pesquisa por seu portfólio e suas soluções promete crescer espantosamente.

Com isso já fica um pouco mais claro o quanto faz sentido falarmos sobre SEO para e-commerce, não é mesmo? 

Para isso, é preciso ponderar que, embora tudo isso seja democrático e sirva a qualquer empresa, há dicas que não podem passar em branco.

Então se você quer compreender melhor como oxigenar suas vendas no e-commerce por meio da otimização das suas páginas, siga adiante na leitura e tome nota.

Qual a importância da palavra-chave?

Hoje em dia, quase todo mundo já utilizou um site de busca. Se você chegou aqui, pode ter sido por meio do link direito, talvez por indicação de alguém, mas é bem provável que tenha sido por uma pesquisa realizada no Google, no Bing ou no Yahoo.

No caso de ser por pesquisa, qual não foi a importância da palavra-chave que você utilizou, não é mesmo? Os buscadores registram buscas que vão desde sacolas de papel artesanal, até “melhor restaurante de comida japonesa perto de mim”.

Esse tipo de variação também diz muito sobre a importância da palavra-chave, sendo as mais comuns:

  • “Perto de mim”;
  • “Em SP” (RJ, MG, etc.);
  • “Comprar”;
  • “Detalhes”;
  • “Vantagens”;
  • “Preço”.

Isso mostra a conveniência e a facilidade que a plataforma costuma oferecer aos usuários.

O que pouca gente sabe é que a escolha das palavras-chave é uma técnica, quase uma ciência, que pode ser mensurada e agir conforme previsões bem acertadas. Não trata-se de sorte ou de “atirar no escuro”.

O que chamamos cauda longa são as palavras maiores, e cauda curta, as menores. Se você precisa ser encontrado pelas primeiras, como “empresas de instalações elétricas prediais”, certamente quanto mais assertivo for, melhor.

Hoje o próprio Google Ads, por exemplo, oferece o seu “Planejador de palavras-chave”, e ali, você verifica quais as variações mais assertivas dos principais produtos que comercializa no seu e-commerce.

Refere-se a um dos pontos essenciais da melhoria de sites, embora haja vários outros algoritmos que são igualmente importantes, de acordo com o que está aprofundado abaixo.

Sobre a descrição dos seus produtos

Uma dica fundamental para e-commerces é a da descrição do produto. Claro que toda descrição de produto é importante, mesmo fora da internet, porém, aqui se trata, como vimos acima, de cumprir algoritmos ou os famosos “robôs do Google”.

Não é difícil imaginar que muito do que os grandes buscadores posicionam foi selecionado por programação, e não manualmente. Isso é um algoritmo, é ele que se relaciona com você quando procura por vinho frutado tinto.

Eles têm evoluído cada vez mais, como para entender (baseado no seu histórico de pesquisa) se você procura vinho para comprar, ou se você apenas costuma ler artigos a respeito. Este é só um exemplo de possibilidades de interação.

Portanto, descrever bem seus produtos é essencial. Você será encontrado pelo texto, pela descrição dos itens do seu e-commerce. O mais importante aqui é a originalidade, e tem muito site grande que deixa isso passar batido.

Certamente é fácil copiar a descrição que está na caixa original do produto, mas, e se você conseguisse personalizá-la e dizer o mesmo só que do seu modo? Pratique isso, pois assim, o buscador vai reconhecer originalidade no seu conteúdo e priorizá-lo.

Às vezes, no próprio manual do software para loja de brinquedos que você anunciou, existem informações mais ricas sobre aquela solução. Pode ser que os outros sites não tenham explorado isso, então se você o fizer, com certeza vai sair na frente.

A originalidade e a relevância são o ponto central aqui. Também é possível fazer descrições mais aprofundadas ao pé da página, como se fosse um blog dentro da landing page ou página de vendas do seu e-commerce, tendência que tem crescido.

Dominando a parte técnica das páginas

Como estamos falando sobre algoritmos, programação e afins, há alguns termos técnicos que não podem ficar de fora. 

A vantagem é que essas plataformas são feitas para serem intuitivas e utilizadas por quase todo internauta.

Então, não se assuste ao ler algo como “meta description”. Trata-se da meta descrição e tem tudo a ver com o que dissemos cima. É simples, se você pesquisa por anzol triplo, sabe aquela descrição curta que aparece logo abaixo dos links?

Trata-se dela, que idealmente não deve ultrapassar 160 caracteres e precisa resumir perfeitamente o que o leitor vai encontrar ali. A dica de ouro é ser chamativo sem ser enganoso, afinal não adianta prometer algo que a página não entrega.

Outra questão técnica e igualmente fácil de manejar é a das URLs, que nada mais são que o endereço do site escrito “por extenso”, por assim dizer. Ou seja, o termo completo que aparece na barra de endereços do navegador.

Quanto mais amigável ela for, melhor será o seu posicionamento. Lembrando que aqui você não “conversa” apenas com os robôs da plataforma, mas também com seu leitor/cliente, que pode prestar mais atenção nisso do que você imagina.

Se o produto é guardanapo de papel infantil, certamente o mais atrativo (além de ter afinidade com o produto, lembrando da regra de não ser enganoso) vai ser algo como: www.seusite.com.br/promoção-de-guardanapo-de-papel-infantil.

Ou seja, esqueça aqueles endereços confusos, quase criptografados, que apresentam caracteres estranhos e são enormes ou sem sentido. Hoje, as próprias plataformas de desenvolvimento de site facilitam essa configuração.

Avaliações: sua história de sucesso!

Tudo o que foi dito até aqui deve ter reforçado a importância que a internet, os e-commerces e os motores de busca atingiram. Certamente, eles se comparam com a importância da televisão e do rádio nas décadas anteriores.

Uma vantagem gritante é que quase ninguém podia pagar por um anúncio em horário nobre na maior emissora do país. Hoje você pode aparecer na maior vitrine do mundo com sua empresa terceirizada de motoboy e com seu e-commerce que venda itens da área.

Mais do que aparecer, você pode escrever uma história de sucesso, oxigenando suas vendas, ampliando seu negócio e lançando bases sólidas para um crescimento escalável e sustentável, tendo resultados desde já, pensando no médio e longo prazo.

Você ainda pode transformar essa história de sucesso em outro fator de otimização. Muita gente utiliza a internet para buscar ou deixar opiniões sobre seu trabalho. 

Então, fique de olho nas avaliações que você recebe por lá, pois essas qualificações dizem muito.

Imagine a importância dos comentários em um produto como anel de formatura folheado a ouro, que lida diretamente com o sonho das pessoas e de uma família inteira, por remeter a um momento tão especial quanto uma formatura acadêmica.

Também não é preciso dizer que se trata de outro algoritmo mensurado pelos robozinhos do Google, não é mesmo? Então acompanhe, agradeça os clientes que deixaram bons feedbacks e considere contatar rapidamente os que manifestaram algo negativo.

Tudo isso demonstra como as técnicas de otimização podem aumentar as vendas do seu e-commerce.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Teste A/B: entenda como essa estratégia auxilia seu blog a ter mais tráfego

O Teste A/B é um dos experimentos mais eficazes no marketing digital, usado para verificar se uma determinada iniciativa está realmente obtendo sucesso ou se é necessário realizar algumas modificações na campanha.

No artigo de hoje, entenda como essa estratégia auxilia seu blog a ter mais tráfego e saiba como aplicar o teste A/B na avaliação das métricas em marketing digital.

O que são testes A/B?

Os testes A/B são comparações entre algumas variáveis de marketing, com a intenção de verificar qual componente irá gerar os melhores resultados.

Por exemplo, você pode testar duas landing pages: a primeira com um banner colorido próximo ao CTA (Call to Action) e a segunda somente com a chamada para a ação, sem figuras, botões ou qualquer outro elemento.

A partir disso, verifica-se qual página teve uma taxa melhor de conversão, sendo possível criar uma campanha mais assertiva da próxima vez.

Os testes A/B não é um teste multivariável, isto é, ele não permite analisar mais de uma variável em uma mesma iniciativa. Em geral, a avaliação é feita apenas com duas variações, com o objetivo de escolher a melhor entre elas.

No caso do exemplo anterior, a variável escolhida era a presença de elementos visuais, com destaque para o banner.

A grande vantagem dos testes A/B nas campanhas de marketing digital é a eliminação de suposições acerca da efetividade de uma determinada ação. 

Por meio da análise, é possível tomar decisões mais embasadas, justificadas em números, diminuindo o risco de falhas.

A eficácia é tanta que o teste A/B é aplicado em muitos contextos. Por exemplo, a avaliação pode ser usada para escolher o melhor rótulo de um vinho para lembrança, com base no número de produtos vendidos com a ilustração X, e outro com a ilustração Y.

Como usar o teste A/B?

Como mencionado, o teste A/B pode ser empregado em uma série de análises dentro do marketing digital. Entretanto, ele é mais usual para medir taxas de conversão.

Até porque quando a intenção é analisar mais de uma variável, há outros tipos de testes possíveis, que podem se mostrar mais relevantes, dependendo do contexto. 

Por conseguinte, é importante ter critério na hora de empregar a verificação.

Diante disso, o teste A/B é fortemente recomendado para as landing pages, sendo possível analisar inúmeras variáveis na página, incluindo:

  • Os títulos;
  • As descrições;
  • Os CTAs;
  • O layout;
  • As cores;
  • O domínio (URL);
  • O formulário;
  • Entre outros.

Fora as landing pages, os testes A/B são muito usados em estratégias de e-mail marketing, já que elas também atuam na conversão e nutrição dos leads.

Por exemplo, ao oferecer desconto em materiais escolares personalizados, através de uma mensagem por e-mail, é possível enviar dois conteúdos: o primeiro com fotos dos produtos, o segundo só com o botão de chamamento. 

A partir daí, verifica-se a taxa de cliques em cada um dos conteúdos. Isso irá ajudar a perceber se o que faz diferença é mesmo o recurso visual, ou a forma como o CTA é desenvolvido/escrito.

Para os blogs, os testes A/B são fundamentais para aumentar o tráfego, uma vez que eles podem apontar quais variáveis são mais atrativas para o público e, consequentemente, elevam o número de visitantes.

Dicas para aplicar o teste A/B nas campanhas

Um dos pontos positivos do teste A/B é a sua facilidade de aplicação, embora isso não implique em uma simplicidade ou reducionismo da análise.

Ao contrário, essa praticidade mostra que a avaliação pode ser aplicada em várias situações, como na oferta de um software para portaria virtual por e-mail, no download de um e-book específico, entre outros.

Nesse momento, pode surgir uma dúvida sobre como aplicar o teste A/B nas campanhas de marketing digital. Abaixo, confira algumas dicas.

1 – Use ferramentas tecnológicas e personalizadas

A evolução tecnológica permitiu que a realização do teste A/B pudesse ser feita com o auxílio de ferramentas digitais, como é o caso do Google Analytics

Isso ajuda a diminuir a ocorrência de erros, visto que muitos cálculos e comparações podem ser passíveis de falhas, seja por desatenção do analista ou por qualquer outro motivo.

2 – Tenha uma significância estatística

A efetividade de um teste A/B deve ser garantida por uma significância estatística. 

Ou seja, se a intenção é analisar duas versões de uma landing page, que oferece um e-book de como fazer uma ambientação 3d, é preciso que um certo número de pessoas acesse a página, para gerar os dados.

 

Ao contrário do que se parece, a significância não é sinônimo de grande volume de dados, mas sim um número relativo aos objetivos da sua empresa.

3 – Escolha boas variações

A melhor maneira de determinar a amostragem do teste A/B é escolhendo as variações certas. Vale dizer que a análise deve, obrigatoriamente, ter apenas um elemento de diferença.

Por exemplo, verificar a ação de uma imagem em uma campanha de e-mail marketing com oferta de serviço de entrega com fiorino é uma boa variação. Mas trocar apenas uma palavra no CTA da iniciativa pode não ser a melhor estratégia.

4 – Estabeleça uma meta

Toda estratégia de marketing necessita de um planejamento e não seria diferente com o teste A/B. Por isso, é necessário determinar o que se espera com a campanha, para identificar o que realmente precisa ser melhorado.

Por exemplo, mesmo observando um crescimento na taxa de conversão em uma landing page com uma imagem do projeto de stand, a porcentagem resultante não é suficiente para as metas da empresa.

4 – Teste as duas versões ao mesmo tempo

O objetivo do teste A/B é verificar como a audiência reage a um determinado conteúdo/ação de marketing. 

Por isso, para realmente avaliar a eficácia das campanhas, é preciso que os testes sejam feitos simultaneamente para avaliar o comportamento do público em um mesmo período.

Isso porque o contexto pode influenciar os resultados. Em um período de alta procura por sala reunião pequena, mesmo que a landing page tenha poucos recursos imagéticos, ela pode ter uma boa taxa de conversão.

Como medir os resultados dos testes A/B?

A última etapa da aplicação do teste A/B é verificar os resultados da avaliação. Ou seja, é o coração da estratégia, pois a análise dos dados irá orientar o desenvolvimento das próximas campanhas de marketing.

A seguir, veja algumas maneiras de medir os resultados.

1 – Espere o tempo certo

Não é preciso conferir os resultados a cada minuto, logo após a aplicação do teste A/B. Dê tempo ao tempo, pois a avaliação pode demorar dias, dependendo dos objetivos.

No caso específico do tráfego em blogs, o período de incubação do teste é de 15 a 30 dias, para uma significância estatísticas. 

2 – Use apenas uma métrica

Caso a sua empresa não possua uma ferramenta tecnológica para automatizar a avaliação do teste A/B, é preciso lembrar de empregar a mesma “fórmula” na análise de ambas versões, verificando a mesma métrica.

Isso ajuda a comparar melhor cada campanha, sendo possível perceber realmente o que está “certo” ou “errado”.

CRO x teste A/B: quais as diferenças?

Muitas pessoas confundem o teste A/B com uma outra forma de análise, o CRO (Conversion Rate Optimization). De maneira geral, este segundo método é um esforço sistemático para otimização das taxas de conversão de um site.

Ou seja, o CRO considera não só as principais variáveis, mas também outros aspectos, como a arquitetura da informação, o UX Design da página, o copywriting, entre outros.

O objetivo do CRO é aproveitar melhor o tráfego já existente na página, aprimorando a experiência do usuário. Como consequência, o público terá uma visão melhor das campanhas, o que é extremamente importante para aumentar as vendas nas empresas.

Daí a importância de estabelecer um planejamento prévio e objetivos, para evitar o emprego de métodos de análise diferenciados, que podem ter efeitos divergentes, comprometendo a análise.

Conclusão

Se tem uma coisa extremamente vantajosa no marketing digital é a possibilidade de avaliação dos resultados de forma precisa, devido à capacidade de armazenamento e análise de dados de cada uma das campanhas.

Nesse sentido, a realização dos testes A/B é fundamental para perceber quais elementos são capazes de conquistar a atenção do público e, consequentemente, melhorar as taxas de conversão, o tráfego orgânico, entre outras métricas.

O artigo de hoje teve a pretensão de trazer algumas informações sobre a aplicação dos testes A/B, embora a eficácia de análise irá depender diretamente dos objetivos e metas da empresa. 

Por isso, vale a pena investir em um planejamento detalhado e personalizado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Saiba como o Pinterest pode ser usado para o seu e-commerce

O Pinterest é uma rede social totalmente voltada para o visual – isto é, no compartilhamento de dicas, ideias e o famoso DIY (do it yourself ou “faça você mesmo”) em forma de imagens, ajudando os usuários a encontrarem referências para experimentar.

Para as empresas, ele está além de uma rede social comum, pois pode auxiliar no aumento do engajamento e das conversões, inclusive quando falamos em e-commerces.

No entanto, algumas pessoas pensam que o Pinterest é mais voltado para o público feminino, o que não é verdade. Essa plataforma tem muito espaço para os negócios colocarem suas estratégias de marketing digital em prática.

Embora algumas empresas ainda insistam em descartar essa rede social, ela está se tornando cada vez mais importante para os negócios.

Apesar de ser totalmente voltada para o visual, uma plataforma e-commerce de decoração pode publicar dicas e ideias para decorar imóveis, com informações para que as pessoas façam, por exemplo.

Uma agência de turismo pode publicar fotos de sugestões de lugares para conhecer, dentre muitas outras possibilidades para empresas de diversos setores.

Por isso, neste artigo vamos falar sobre o que é Pinterest, como esta rede social funciona, sua importância e como empresas de vários ramos, incluindo o e-commerce, podem usá-la. Acompanhe!

O que é Pinterest?

O Pinterest é uma rede social que permite descobrir, salvar e compartilhar ideias. Quando os usuários navegam por ela e por suas publicações, chamadas de “pin”, encontram inspirações sobre diversos assuntos de interesse.

Ela funciona como um mecanismo de busca visual, ou seja, se alguém pesquisar sobre materiais escolares personalizados, pode encontrar uma página no Pinterest repleta de imagens e fotografias dedicadas a isso.

Por isso, diversas ferramentas têm sido lançadas para fortalecer a inteligência de busca visual e se diferenciar de quaisquer outros buscadores.

De qualquer forma, o principal objetivo do Pinterest é inspirar a vida das pessoas.

A importância do Pinterest para os negócios

Estar presente nas redes sociais é uma ação básica e essencial para qualquer negócio, como uma loja virtual de toy art em papel. Por isso, ter um perfil no Pinterest pode trazer vantagens que explicam sua importância, tais como:

1 – Está em constante crescimento

A plataforma possui mais de 300 milhões de usuários, o que tem atraído cada vez mais empresas do mundo todo. 

Por isso, se uma loja virtual investe nessa rede social, terá a oportunidade de trabalhar com algo em ascensão.

2 – Dados através do Pinterest Analytics

Por meio dele, é possível ter acesso a uma série de informações sobre o público e engajamento das publicações.

Geralmente, os usuários que criam uma conta na rede a utilizam para divulgar seu negócio ou trabalho, impactando o maior número possível de pessoas e gerando mais tráfego para seu site. 

Com o Pinterest, uma empresa de banner colorido terá acesso a métricas como:

  • Usuários impactados;
  • Cliques;
  • Pins salvos;
  • Outras métricas de engajamento.

3 – Foto de capa

Usando uma conta business, uma plataforma de vendas consegue customizar o seu perfil, alterando sua foto de capa.

É possível destacar os últimos pins salvos ou uma pasta específica. Se o site listado no perfil já tenha sido verificado, é possível escolher uma imagem ou vídeo customizado.

4 – Criação de vitrine

Na página inicial do perfil de uma escola de aula de sertanejo, por exemplo, é possível destacar até 5 pastas. Com isso, torna-se capaz de destacar conteúdos relevantes, por meio de data de criação, sazonalidade, entre outros.

5 – Pin Builder

Trata-se de uma ferramenta de criação de pins do próprio Pinterest, editando-os para que fiquem perfeitos, seguindo boas práticas. 

Por meio dela, é possível ajustar a proporção da imagem, adicionar logotipo e texto à imagem.

6 – Pin Scheduler

Com essa ferramenta, é possível agendar as publicações para o dia que for mais conveniente para o negócio.

Como as empresas podem usar o Pinterest?

O Pinterest pode ser usado por qualquer tipo de empresa, inclusive as plataformas e-commerce, como uma que venda pulseira berloque prata fina. Para se destacar, algumas dicas são:

1 – Otimizar o Pinterest SEO

Além de rede social, o Pinterest é um site de busca, por isso, depende muito de palavras-chave para mostrar aos usuários alguns conteúdos que eles possam estar interessados.

Existem alguns lugares-chave onde essas palavras podem ser incluídas, como nome, descrição do perfil, descrição dos painéis, além de dentro dos conteúdos.

2 – Fazer busca de palavra-chave

Quando estamos criando uma estratégia usando o Google Ads, o primeiro passo é buscar as palavras-chave. Com o Pinterest é a mesma coisa, pois é importante saber o que o público está pesquisando na plataforma.

Uma maneira simples de fazer isso é digitar os termos de busca que acredita que o público está usando e ver o que aparece.

Se os resultados não estiverem relacionados ao produto ou serviço do e-commerce, com certeza as palavras-chave digitadas não são as mais usadas.

No entanto, é possível obter algumas com base no que a plataforma sugere. Com isso, é aceitável fazer uma lista com as que têm mais potencial. 

Ao criar uma nova campanha de divulgação, é só usar as palavras-chave escolhidas.

3 – Usar diferentes tipos de anúncio

O comportamento do consumidor requer novas estratégias de publicidade. Por meio do Pinterest, uma loja e-commerce de vinho pequeno para lembrança, por exemplo, tem acesso aos mais diversos tipos de anúncios.

Eles promovem a marca e ajudam a planejar uma estratégia publicitária melhor. Alguns exemplos de opções são os pins promovidos, publicações impulsionadas que aparecem na linha do tempo como “Promovido por (nome do negócio)”.

Os pins de vídeo são similares aos com pins normais, mas o vídeo começa de forma automática quando o usuário percorre o conteúdo. 

Os vídeos são excelentes ferramentas para o marketing, inclusive no Pinterest. Isso porque os espectadores se tornam mais propensos a comprar um produto ou serviço, após assistir algum vídeo.

Pins de apenas um clique levam o usuário diretamente ao site da empresa. Se o usuário clica em um pin normal, ele é direcionado a uma página intermediária, que abre uma versão maior da imagem e mais informações.

Inclusive, com os pins de apenas um clique o usuário pode ignorar essa página, mas essa função ainda não está disponível para todos os usuários.

Pins de aplicativos promovidos possibilitam que os usuários façam o download dos mesmos no Google Play ou Apple Store, mas sem deixar o Pinterest.

Por fim, há também os pins cinematográficos, que se movem à medida que os usuários os percorrem, como se fosse um Gif.

4 – Utilizar tipos de campanhas diferentes

Uma empresa de aula de pilates funcional pode usar 5 estratégias de publicidade no Pinterest, assim como uma loja e-commerce. Elas são:

  • Construindo reconhecimento da marca;
  • Criando engajamento de pins;
  • Conduzindo tráfego ao site;
  • Incentivando a instalação de um aplicativo;
  • Usando vídeo para construir a sua marca.

Para usar uma delas, basta selecionar a que você deseja, mas essa escolha vai depender dos objetivos do negócio.

Por exemplo, para uma plataforma e-commerce, o ideal é aumentar o tráfego do site para as vendas crescerem. Por isso, construir uma campanha de tráfego é uma boa forma de começar os anúncios no Pinterest.

5 – Utilizar segmentação de público

Essa rede social permite segmentar o público, baseado em seu interesse. Também é possível salvar perfis demográficos na conta, ação chamada de “público”.

Trata-se de grupos de pessoas que um pet shop de cachorro banho e tosa, por exemplo, quer que vejam os pins.

O público pode estar baseado na localização – caso seja um negócio local, ou em dados demográficos, como idade e gênero.

Os interesses também ajudam a personalizar o público, como mulheres de 25 a 35 anos, que morem em São Paulo e gostem de maquiagem e produtos de beleza.

Também é possível controlar em quais dispositivos os anúncios serão exibidos, por exemplo, apenas em dispositivos móveis.

6 – Usar imagens incríveis

Estamos falando de uma plataforma de conteúdo imagético, por isso, os usuários precisam de gráficos decorativos que chamem a atenção para os conteúdos e anúncios.

Também é possível criar infográficos, um tipo de conteúdo que as pessoas adoram e que as ajudam a se manterem informadas sobre aquilo que desejam saber de maneira simples, rápida e prática.

Conclusão

Os consumidores estão cada vez mais visuais, portanto, precisam de recursos que levem até ele imagens convincentes a respeito daquilo que desejam consumir.

Para os negócios, principalmente as plataformas e-commerce, que fundam-se exclusivamente da internet para sobreviver, usar o Pinterest é uma excelente oportunidade de levar até o público imagens exclusivas de seus produtos ou serviços.

Além disso, essa rede social colabora muito com o aumento do tráfego nos sites, algo muito vantajoso para quem depende do seu para vender, não é mesmo?

Dessa forma, o Pinterest não deve ser excluído das estratégias de marketing de uma empresa, mas sim fazer parte delas de um jeito inteligente, alcançando excelentes resultados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Programa de afiliados: entenda como funciona e como aplicá-lo em seu e-commerce

Se você tem um e-commerce e deseja ampliar os seus processos de venda, conseguindo parceiros que podem otimizar os resultados do seu negócio, incluir um Programa de afiliados pode ser uma estratégia interessante. 

A tecnologia trouxe uma série de vantagens para o dia a dia das pessoas, mas também para o das empresas, que se beneficiam com recursos e equipamentos cada vez mais eficientes. 

Isso não só melhora consideravelmente a rotina, facilitando a realização de atividades diversas, como também ajuda um negócio a se destacar no mercado e, com isso, aumentar a sua lucratividade. 

Sendo assim, é possível apostar em novas frentes de atuação, como é o caso do programa de afiliados, onde outras pessoas podem promover os produtos que são vendidos no seu e-commerce.

Assim, se você comercializa um vinho seco frutado, é possível contar com o auxílio de um “intermediário” que vai maximizar a visibilidade do item, fazendo com que tanto ele quanto a sua loja virtual ganhem com isso. 

O programa de afiliados surgiu no mercado em 1989, criado pelo empresário William J. Tobin, fundador da plataforma PC Flowers, que notou que a divulgação virtual poderia ser um modo eficaz de aumentar as suas vendas. 

Logo, demais empresários que possuíam lojas virtuais passaram a associar-se a e-commerces parceiros para indicar produtos, através de banners e de conteúdos.

Assim, um usuário que tinha interesse em adquirir um produto visto em um anúncio ou em um link, poderia acessar aquele endereço para efetuar a sua compra. 

Nesse processo, tanto quem intermediava a venda como quem produziu o item ganhavam, criando o primeiro programa de afiliados da internet. 

Dada a sua potencialidade, hoje muitos e-commerces apostam na mesma estratégia, que pode ser diretamente responsável pelo crescimento dos resultados de uma empresa, garantindo uma boa visibilidade para o que se vende na sua loja virtual. 

Se você quer saber mais sobre o programa de afiliados, entendendo como ele funciona e como aplicá-lo no seu site, siga na leitura deste conteúdo e conheça mais sobre o assunto. 

O que é o programa de afiliados?

Quando um estabelecimento especializado na realização de festas e apresentações está com um show em cartaz, ela deseja que mais pessoas saibam sobre ele e, para isso, investe em publicidade e pode contratar promotores para eventos, por exemplo. 

Essas pessoas ficam responsáveis por divulgar o espetáculo, podendo ganhar uma porcentagem do total de vendas realizadas por intermédio do seu trabalho. 

Na internet, existe um mesmo formato que é indicado para quem deseja potencializar os resultados do seu e-commerce, fazendo com que ele seja acessado por usuários que querem adquirir os seus produtos: o programa de afiliados.

Em resumo, para que o programa de afiliados possa existir, é indispensável:

  • Ter uma plataforma online;
  • Gerar produtos ou serviços para a venda;
  • Disponibilizar links de divulgação individuais;
  • Entregar as comissões de venda.

No caso de um e-commerce que comercializa flores ou extintor novos, por exemplo, e que já atua no mercado há algum tempo, não é preciso fazer investimentos para implementar o programa. 

Isso porque, com a criação de um link exclusivo para o trabalho do afiliado, o site só precisa estar funcionando adequadamente para que as vendas ocorram, de modo que a etapa de divulgação fica a cargo do promotor. 

Em termos gerais, o programa de afiliado possui dois responsáveis: o produtor e o afiliado. 

O produtor é aquele que oferece os produtos ou serviços, como um curso com aula de fitdance para iniciantes. Ele é o responsável por entender o seu público, elaborar o conteúdo e criar materiais como ebooks, vídeos e outros conteúdos promocionais. 

Enquanto isso, o afiliado é o vendedor, devendo ser uma personalidade que passa a credibilidade necessária para que as pessoas acessem o link do item que ele está promovendo para realizar a compra. 

Para isso, ele deve ter conhecimento em técnicas e estratégias do mercado digital, já que a sua atuação se dá pela internet. 

Sendo assim, é fundamental que ele saiba construir a sua audiência, para que a divulgação do que está sendo vendido traga os resultados esperados. 

Outro nome comum dado aos afiliados é webmasters, já que eles precisam se tornar experts em vendas online, precisando fazer pesquisas e estar atualizado para conseguir atingir suas metas de divulgação. 

Como aplicar o programa de afiliados no seu e-commerce

Para que a sua loja virtual ofereça um programa de afiliados para profissionais que desejam ganhar dinheiro com a publicidade dos seus produtos, é importante que você defina comissões e estabeleça as suas regras. 

Conhecer melhor como funciona esse mercado também é essencial, para que qualquer dúvida possa dificultar a relação do seu negócio com os seus webmasters

Você pode selecionar os itens que deseja disponibilizar no programa de afiliados, como produtos naturais para emagrecer rápido, de maneira a focar na venda de determinados artigos comercializados no seu e-commerce.

Aliás, é importante possuir uma plataforma que ajude você a identificar as vendas realizadas por meio do link do parceiro, para que os dados sejam conferidos corretamente e as comissões de venda pagas.

Quais as melhores plataformas para programas de afiliados?

Quem já atua com vendas na internet sabe a importância de escolher uma boa plataforma, tanto para a hospedagem do site, quanto para garantir que a loja virtual esteja sempre ativa e sem erros que impeçam a navegação dos usuários. 

Afinal, as ferramentas utilizadas para administrar o seu negócios, como um software para loja de brinquedos, e para promover as suas vendas, como é o caso da sua plataforma de e-commerce, precisam oferecer o suporte necessário para o funcionamento da empresa.

Com o crescimento do programa de afiliados, muitos sites surgiram no mercado, de modo que para escolher alguns deles, é importante consultar taxas e comissões, podendo assim selecionar aquele que faça mais sentido para o seu negócio. 

Entre os principais estão: WordPress, Shopify, Hotmart, Lomadee, Udemy, Monetizze, Eduzz, Amazon, etc.

Tanto o WordPress como o Shopify oferecem recursos para que o seu estabelecimento crie links específicos para os seus afiliados, de forma que o controle pode ser bastante eficaz. 

As demais plataformas podem ser utilizadas em conjunto com o seu e-commerce, possibilitando que você venda os seus produtos por meio delas, desfrutando de processos e recursos que já foram validados por outros usuários.

Identificar a melhor opção para o seu negócio é a melhor maneira de garantir que o programa de afiliados possa trazer o retorno esperado tanto para o produtor, quanto para o webmaster.

Os benefícios do programa de afiliados para a sua empresa

Qualquer estabelecimento, seja ele uma loja virtual especializada na venda de roupas infantis ou seja uma empresa de reciclagem de papel, deve estar sempre em busca de alternativas para otimizar o seu trabalho e aumentar as suas margens de lucro. 

Sendo assim, encontrar as soluções mais recentes do mercado é um meio de potencializar o seu e-commerce, com o auxílio de recursos que estão em alta e que podem oferecer os resultados que se espera. 

Não à toa, o programa de afiliados se tornou uma ótima oportunidade de promover a sua empresa, por meio do trabalho de profissionais interessados em vender os seus produtos e desfrutar de alguns benefícios graças a isso. 

1. Os afiliados são uma equipe de marketing do seu negócio

Ter pessoas engajadas em promover os produtos comercializados pelo seu e-commerce é como contar com uma equipe de marketing bastante ativa, sem ter que investir altas quantias com estrutura física e salários fixos. 

Afinal, o afiliado recebe de acordo com a performance dele, de modo que ele vai buscar sempre vender mais, o que traz vantagens para ambos os lados. 

2. Você seleciona os seus afiliados

O seu e-commerce pode receber uma série de candidatos para o programa de afiliados, de maneira que é possível selecionar aqueles que façam mais sentido para o seu negócio. 

Escolher especialistas que possuam sinergia com o que você vende é um bom meio de certificar que a autoridade do webmaster traga uma boa quantidade de pedidos, já que o engajamento do público com a indicação do afiliado será muito mais eficaz. 

3. A implementação é econômica

Para promover o aluguel de espaço comercial, uma imobiliária poderá precisar de investimento em campanhas de publicidade na internet, para ampliar o tráfego na sua página e conseguir fechar novos negócios. 

Com o programa de afiliados, uma loja virtual não depende de altos investimentos em anúncios virtuais, uma vez que o webmaster fica responsável por divulgar os seus produtos e atrair os compradores, podendo assim economizar com o marketing do seu site. 

Por isso, se você tem uma loja virtual e reconhece que o programa de afiliados pode ser uma alternativa prática, eficaz e sustentável para o seu negócio, não deixe de cogitar essa opção para a sua plataforma e colha frutos bastante positivos no seu e-commerce. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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4 dicas para as suas redes sociais gerarem tráfego para seu e-commerce

As redes sociais para e-commerce são muito importantes, assim como para o comércio físico, pois essas plataformas estão presentes na vida das pessoas e as influenciam de muitas maneiras.

Ter um perfil nas redes sociais é uma oportunidade para estar em contato com pessoas e empresas de nosso interesse, e também uma fonte de informação segura no que diz respeito a marcas, seus produtos e serviços.

É tão importante para uma empresa estar nessas plataformas que, quando alguma não é facilmente achada na internet, acaba tendo sua imagem prejudicada. Isso porque uma marca não estar nas redes sociais pode ser motivo de desconfiança.

A mesma situação é válida para as plataformas e-commerce, principalmente para aquelas que estão iniciando agora. Se você começou uma loja virtual e precisa atrair público para o site, as redes sociais são uma etapa muito importante.

Por meio delas, mais pessoas podem ficar sabendo sobre a loja virtual e, através das publicações, chegar até o canal de vendas.

Pensando nisso, neste artigo, vamos falar sobre a importância das redes sociais para o e-commerce e como elas podem ajudar a conquistar o sucesso do seu negócio. Acompanhe!

Os diferentes públicos de cada rede social

O marketing digital pelas redes sociais é valioso e traz muitos benefícios para o crescimento de um e-commerce. No entanto, as estratégias em cada uma devem variar porque elas também reúnem públicos variados.

Por isso, todo tipo de empresa, desde lojas de móveis até as que trabalham com salas para treinamento, precisam estar por dentro de cada uma:

1 – Facebook

O Facebook é a maior rede social do mundo, contando com cerca de 2,2 bilhões de usuários mensais. Ele reúne diferentes perfis de pessoas, o que significa que o público da sua loja e-commerce muito provavelmente também está lá.

Nessa rede social, podemos encontrar usuários de todas as idades, sendo ideal para um negócio B2C (Business to Consumer), ou seja, que venda diretamente para o consumidor final.

No entanto, antes de publicar na fanpage da sua loja virtual, é necessário construir um perfil bem detalhado com todas as informações. Também defina que tipo de linguagem vai usar, se será formal ou informal, para atingir a audiência certa.

Isso porque uma empresa de entrega de remédio, por exemplo, vai usar uma linguagem diferente daquela que uma loja de roupas para bebês usaria.

2 – Twitter

O Twitter tem cerca de 335 milhões de usuários, com uma audiência composta basicamente por millennials ou geração Z.

É bom para plataformas e-commerce, pois atende tanto a negócios B2B (Business to Business, que é o comércio estabelecido de empresa para empresa) quanto B2C. É uma ótima opção para uma loja virtual trabalhar o atendimento ao cliente e relações públicas.

3 – Instagram

O Instagram é considerado a segunda maior rede social, com mais de 1 bilhão de usuários ativos. É focado em conteúdo visual, o que acaba por gerar um engajamento muito maior do que do Facebook.

É ideal para lojas e-commerce voltadas a um público mais jovem e para qualquer negócio que queira aumentar o alcance de sua marca.

De qualquer forma, é ideal que as empresas, sejam estas um pet shop virtual ou um pet shop de cachorro banho e tosa, utilizem o Instagram for Business, que dispõe de mais possibilidades de contato, métricas mais avançadas, além de anúncios.

4 – LinkedIn

Essa plataforma possui cerca de 660 milhões de usuários profissionais em todo o mundo, o que é ideal para negócios B2B.

O público é formado por pessoas em idade profissional, sendo a maioria entre 30 a 50 anos.

5 – YouTube

Apesar de não ser uma rede social como as outras, o YouTube conta com quase 2 bilhões de usuários e se transformou no segundo maior site de buscas do mundo.

É importante considerar a produção de vídeos pelo negócio, pois eles se tornaram uma das principais estratégias dentro do marketing digital, se enquadrando perfeitamente nas práticas do marketing de conteúdo.

O público também é formado por pessoas de várias idades, por isso, com certeza, uma loja virtual de anel de compromisso folheado a ouro encontrará o seu público-alvo por lá.

Tipo e frequência de postagem para cada rede social

Existe um tipo de conteúdo e uma frequência específica de postagem para cada rede social, para, assim, aumentar o tráfego de uma plataforma e-commerce. Para te ajudar, trouxemos algumas dicas a seguir.

1 – Facebook

Apesar de ser a rede social mais simples e fácil de usar, não se deve publicar qualquer coisa no Facebook.

Na hora de escolher o tipo de publicação, pense de que forma ela pode gerar interação e como o público vai usar essa rede.

Por ser uma plataforma que valoriza a interação social, o ideal é apostar em conteúdos que gerem engajamento entre as pessoas. Um exemplo disso são aqueles que são mais compartilhados entre os usuários.

Para isso, é necessário investir em um material leve, que fale sobre a marca, seu mercado de atuação, produtos e serviços. Uma empresa de ambientação 3d, pode falar sobre:

  • As novidades do setor;
  • A importância desse trabalho;
  • Quando deve ser feito;
  • Benefícios.

Ou seja, é possível criar muito assuntos relacionados, que levem as pessoas a discutirem entre si e a expressarem suas opiniões, por se sentirem interessadas pelo material.

Com relação à frequência, o ideal é publicar, pelo menos, duas vezes por dia. Mas não existe uma fórmula única, pois vai depender dos objetivos do seu negócio.

2 – Twitter

Essa rede social tem limitador de caracteres e é voltada para quem busca informação rápida e precisa, sem rodeios. Nesse caso, uma loja virtual pode apostar em publicações relacionadas a notícias, pesquisas, etc.

Diferentemente do Facebook, o número de publicações é bem maior, cerca de 3 a 5 tweets por dia. Mas para potencializar os resultados, algumas dicas valiosas são:

  • Usar hashtag estrategicamente;
  • Republicar postagens após 12 horas;
  • Retuitar menções ao perfil;
  • Fazer cobertura de eventos;
  • Produzir conteúdo compartilhável;
  • Interagir com seguidores.

3 – LinkedIn

Essa rede social é mais específica para pessoas e empresas que atuem no mesmo setor que você. Então, uma empresa de construção e reforma de varandas pode reunir em seu perfil pessoas do ramo e até lojas de materiais de construção.

Todos os assuntos abordados no LinkedIn devem estar relacionados com o mercado, novas oportunidades de trabalho, economia, investimentos, meio ambiente e muitas outras pautas do tipo.

Isso significa que a sua loja e-commerce nunca deve usar essa rede social para falar sobre promoções, sorteios, entre outros.

Isso porque trata-se de uma rede social corporativa e, dessa forma, as pessoas buscam por conteúdos relacionados aos negócios. Para se ter uma ideia, notícias sobre a indústria são as mais populares, assim como economia e tecnologia.

O foco do LinkedIn é qualidade e não quantidade, então mesmo que uma fabricante de creme rejuvenescedor e clareador publique duas vezes em um mesmo dia, se o conteúdo tiver qualidade, isso será o suficiente.

4 – Instagram

O Instagram é voltado para o compartilhamento de imagens e vídeos, por isso, use esses formatos para mostrar bem o produto que a sua loja e-commerce vende.

Também apresente os bastidores da sua loja, como o preparo do envio de produtos, organização do estoque, novidades etc.

O ideal é publicar, pelo menos, uma ou duas vezes por dia, sem se esquecer do stories, uma das funcionalidades que mais chamam a atenção dos usuários.

Como as redes sociais geram valor para a empresa?

As redes sociais são verdadeiras influenciadoras na vida dos usuários. São formadoras de opinião e contam com recursos que aumentam as vendas de qualquer produto ou serviço, de roupas a sistemas de alarmes comerciais.

O Facebook, por exemplo, disponibiliza mais de 10 tipos diferentes de anúncio, o que permite atingir o público de forma assertiva e, consequentemente vender mais, o que aumenta os lucros.

O Twitter permite uma interação única entre marcas e consumidores e tem se tornado uma das plataformas onde os usuários pesquisam para decidir sobre sua compra.

O Instagram é a plataforma que possui o perfil publicitário mais forte dentre todas as redes sociais, pois possui sistemas avançados de segmentação.

Isso permite que a empresa direcione seus conteúdos de maneira personalizada, além de abrir um espaço maior para interação.

Portanto, por meio de seus recursos, cada rede social oferece uma oportunidade para as plataformas e-commerce aumentem seu valor, gerando cada vez mais lucro.

Conclusão

Estamos vivendo na era da comunicação e as redes sociais colaboram muito para isso. Uma loja e-commerce depende da internet para vender, por isso, deve usar os principais canais para se comunicar e atrair os consumidores até seu site.

As redes sociais, sem dúvida, são excelentes canais e podem fazer com que as lojas online cresçam e aumentem suas vendas e visibilidade consideravelmente.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Facebook anuncia Shops no app principal e novos recursos para e-commerce

Com as medidas de distanciamento social, cerca de 85% da população mundial faz compras online, de acordo com pesquisa do Facebook. Nesta semana, a empresa lançou o Facebook Shops para seu aplicativo e novos recursos para comércio eletrônico também no Instagram.

À medida que o comportamento do consumidor mudava com a pandemia, a gigante das redes sociais investia em novos modelos de negócios para pequenos e grandes empresários.

“Queremos tornar as compras mais fáceis para as pessoas e capacitar qualquer pessoa, desde um empreendedor até a maior marca, a usar nossos aplicativos para se conectar com os clientes e expandir seus negócios. É por isso que estamos criando novas maneiras para as pessoas comprarem em nossos aplicativos e fornecendo ferramentas para ajudar as empresas a vender online”, diz o comunicado da empresa.

Shops, um espaço de compras do Facebook e Instagram, foi lançado em maio e, nas próximas semanas, será disponibilizado para qualquer empresa qualificada e adicionando recursos de personalização, mensagens e novos insights para ajudar as empresas a medir os resultados.

De acordo com comunicado da empresa, Shops é uma maneira mais fácil de as empresas divulgarem seus produtos no Facebook e Instagram em um único lugar, facilitando também a busca por novos negócios e produtos.

George Lee, diretor de Gerenciamento de Produtos, disse ao site TechCrunch que o objetivo é criar algo que seja “exclusivo para o aplicativo do Facebook e para a comunidade do Facebook”. “Isso não quer dizer que não haja aprendizagem generalizada”, disse ele. “[Instagram Shop e Facebook Shop] provavelmente parecem um pouco diferentes no primeiro dia, e o objetivo não é que eles sejam cópias da mesma experiência”.

O Instagram lançou recentemente uma seção de Shops, onde os usuários podem navegar pelos produtos de suas marcas e criadores favoritos. O Instagram Shops chegou ao Brasil no final de julho.

Isenção de taxa

Os novos recursos anunciados pela empresa incluem novos layouts de design para apresentar produtos únicos ou grupos de produtos em lojas, visualização em tempo real das coleções à medida que são projetadas, capacidade de criar lojas automaticamente para novos vendedores e novos insights para medir os resultados no Commerce Manager.

As lojas também terão uma nova opção de mensagens para os clientes enviarem uma mensagem aos vendedores através do MessengerWhatsApp ou Instagram Direct.

No Instagram, a empresa disse que todos os vendedores nos Estados Unidos poderão usar o recurso de checkout do Instagram nas próximas semanas, gerenciado pelo Commerce Manager do Facebook ou pelas plataformas de parceiros BigCommerce e Shopify (com mais integrações planejadas). O Instagram isentará de sua taxa de venda para checkout no resto do ano.

A empresa também tem testado uma experiência de compra ao vivo, em que as empresas podem exibir produtos em um vídeo ao vivo, enquanto os consumidores podem navegar pelos produtos em destaque e fazer compras. O Instagram Live Shopping agora deve estar disponível para todos os vendedores que usam o Instagram Live Shopping nos Estados Unidos.

As informações são do Computer World

Fonte: e-commerce Brasil

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Alibaba e Mercado Livre demonstram interesse em comprar os Correios

Com a iminente privatização dos Correios, a disputa nos bastidores é forte, segundo o colunista Leandro Mazzini, do Blog Esplanada. Além do Alibaba, o Mercado Livre está de olho na estatal, com a qual já tem uma grande parceria de entregas de produtos compradas no seu site.

De acordo com a publicação, enquanto o Alibaba planeja uma oferta discreta, provavelmente com um grande parceiro brasileiro, o Mercado Livre aposta na sua logística de entrega e nos centros de distribuição como um diferencial.

A Associação dos Profissionais dos Correios informa que é praxe na estatal a realização de mutirões quando há greve, e  que a gestão do general Floriano Peixoto, ao comemorar entrega normal de objetos, fez o dever de casa. “Nunca foi preciso sequer um sargento para fazer isso”, complementa a assessoria da associação.

Fonte: e-commerce Brasil

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Amazon lança canal no YouTube com aulas de machine learning

A Amazon criou um canal no Youtube parra disponibilizar gratuitamente parte do conteúdo da a Machine Learning University (MLU). Criada em 2016, a MLU é uma iniciativa da Amazon com o objetivo de capacitar o maior número possível de funcionários para dominar a tecnologia, essencial para que a empresa consiga oferecer aos clientes produtos com maior chance de compra.

Parte do conhecimento produzido dentro dos escritórios da marca acabou de ser disponibilizada de forma online e gratuita desde o início de agosto.

A companhia disponibilizou atualmente três cursos, todos em inglês: processamento de linguagem natural, visão computacional e dados tabulares.

Mais cursos da Amazon

Em comunicado, a empresa informou que pretende disponibilizar mais seis cursos até o final do ano. Os cursos foram criados para resolver problemas enfrentados pela Amazon ao longo dos anos, então a abordagem é mais voltada para resolver problemas relacionados ao universo varejista.

O tempo das aulas varia de 4 a 45 minutos e a empresa disponibilizou no GitHub slides, anotações e datasets que podem ser usados pelos alunos para colocar em prática alguns dos conhecimentos apresentados na aula.

Fonte: e-commerce Brasil