Google investe US $ 550 milhões na segunda maior varejista online da China

O Google revelou planos de investir US $ 550 milhões no JD.com – um dos titãs de comércio eletrônico da China. É uma parceria crucial para o Google, que ganha alavancagem no importante mercado consumidor chinês, enquanto envia uma mensagem para concorrentes como a Amazon. Mas isso não quer dizer que o JD.com também não irá colher recompensas do sindicato.

Ao ingressar no Google Shopping, a JD.com – que já tem investimentos da Tencent e Walmart – ampliará seu perfil de forma mais global e conquistará milhões de clientes em potencial no sudeste da Ásia, Europa e Estados Unidos.

Quanto ao Google, a aliança dá à empresa uma vantagem contra os jogadores estabelecidos Alibaba e Amazon . A JD.com é a segunda maior varejista on-line da China e possui experiência em cadeia de suprimentos e logística que o Google pode usar para sua vantagem. O plano subjacente do Google é “acelerar a maneira como os ecossistemas de varejo proporcionam experiências aos consumidores” em escala global, bem como no crescente setor on-line do Sudeste Asiático.

O acordo também continua com a tendência de os produtos do Google se infiltrarem nas fronteiras digitais da China , apesar dos problemas enfrentados por seu mecanismo de busca no passado. Em janeiro, o Google investiu US $ 120 milhões na plataforma de e-Sports Chushou, que está rapidamente se transformando em rival do Twitch.

Fonte: Yahoo Financial

Mais de 80% das lojas virtuais foram afetadas por greve, diz pesquisa

A greve dos caminhoneiros, iniciada no dia 21 de maio, está afetando o funcionamento de todos os serviços do país, inclusive o e-commerce.

Segundo levantamento feito pela Loja Integrada com quase 450 lojistas virtuais em todo o território nacional, 82,1% deles afirmaram que já estão sentindo os impactos negativos da greve em suas vendas.

Já 71,9% dos entrevistados disseram estar com dificuldades para manter o calendário de entregas aos consumidores finais, enquanto 83% deles afirmaram que as vendas caíram notavelmente.

“O Brasil passa por um momento delicado e vários setores estão sendo impactados. O lojista precisa estar preparado para informar seu cliente sobre a demora, oferecer novos prazos, além de preparar o atendimento para possíveis perguntas e reclamações”, disse Alfredo Soares, responsável pela plataforma Loja Integrada.

Isso é importante, inclusive, para prevenir-se de eventuais processos e autuações no Procon. Em São Paulo, o órgão afirmou que pode multar lojas cujas entregas estejam atrasadas por conta da greve dos caminhoneiros.

De acordo com Soares, uma boa dica é usar as redes sociais para se comunicar com seus consumidores, investir em novas formas de envio ou parcerias, além de oferecer um cupom de desconto para uma próxima compra, por exemplo, mas sem prejudicar o bem-estar financeiro da loja.

O levantamento da Loja Integrada também concluiu que 23,8% dos entrevistados afirmaram que os cancelamentos das compras são um problema na greve. Os estados mais afetados pela paralisação dos caminhoneiros são, até o momento, São Paulo, Paraná e Minas Gerais.

Faturamento cai até pela metade

A redação do E-Commerce Brasil entrou em contato com varejistas para entender o impacto da greve dos caminhoneiros e descobriu que, em alguns casos, o prejuízo no faturamento diário chega a 49%.

Segundo um levantamento da ROI Rocket, o volume de buscas nos 10 principais sites de e-commerce atendidos pela agência caiu em média 14,74% – a ROI Rocket atende lojas virtuais de segmentos diversos como moda, móveis, decoração, suplementos alimentares, artigos para casa e lazer, acessórios para carro e moto.

De acordo com o diretor da agência, Cristiano Pohren, os dados são baseados em campanhas de performance como Google Adwords. “O faturamento caiu em média 49,51%, e a taxa de conversão sofreu queda de 23,36%, sendo esta última a que mais afetou nossos clientes”, disse.

Com informações do CanalTech

Fonte: e-commerce Brasil

Como funciona o algoritmo de ranqueamento do Facebook hoje

No dia 11 de janeiro deste ano, Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, fez um post na rede social dizendo que seu algoritmo de rankeamento iria mudar. O foco dessa mudança, segundo ele, era “garantir que o tempo que nós passamos no Facebook é um tempo bem gasto”.

Na prática, o que muda é o algoritmo da rede social, que agora tem o propósito divulgado de oferecer às pessoas “mais oportunidades de interagir com quem se importam”.

Mais especificamente, o Facebook afirmou que, além de reações, comentários e compartilhamentos, levaria em conta também posts que geram conversas e o que chamam de “interações significativas” entre pessoas.

Isso significa mostrar menos vídeos virais, que são consumidos de maneira passiva, e de forma geral reduzir em 50 milhões de horas o tempo gasto diariamente por todos os usuários (5% do total).

Há embasamento social e científico para esta decisão. Existem, por exemplo, estudos que mostram uma relação entre o uso excessivo de redes sociais e transtornos mentais como depressão. Entre adolescentes, também há indícios de que o uso excessivo dos celulares (pelo qual as redes sociais podem ser responsáveis) pode aumentar a probabilidade de que eles desenvolvam transtornos psicológicos.

“Ao focarmos nas conexões que importam, nossa comunidade e nosso negócio estarão mais fortes no longo prazo”, continuou Zuckerberg.

Por que o Facebook mudou o algoritmo?

Segundo um porta-voz do Facebook, essa alteração foi feita com base na opinião dos usuários. “Pedimos para milhões de pessoas avaliarem suas experiências e elas nos disseram que gostariam de ver mais publicações de amigos”, disse.

Além disso, continua, “estudos acadêmicos mostram que, quando usamos redes sociais para nos conectar com pessoas de que gostamos, isso pode ser bom para o nosso bem-estar”.

Há outros motivos possíveis. O jornal The Guardian especula, por exemplo, que essa mudança seja uma maneira de se afastar da publicidade negativa causada pela atuação da rede social nas eleições de 2016 nos Estados Unidos e no Brexit.

Afinal, se a rede social só mostrasse posts de amigos, ela dificilmente poderia ser acusada de disseminar “fake news”. (Na época do anúncio da mudança, a crise causada pela Cambridge Analytica ainda não havia estourado.)

Fora isso, continua o jornal, o Facebook vem notando há bastante tempo uma queda no compartilhamento orgânico entre seus usuários. Ou seja: as pessoas não estão mais postando tantas coisas sobre suas vidas pessoais na plataforma.

Se sentirem que esse tipo de post tem bastante alcance entre seus contatos, no entanto, e se virem seus amigos e parentes compartilhando esse tipo de conteúdo, a chance de que façam o mesmo aumenta.

O que muda no algoritmo de ranqueamento do Facebook?

Se você usa o Facebook apenas para postar fotos, ver o que seus amigos estão fazendo e passar o tempo, deve ter notado uma mudança positiva nos últimos meses.

Como o Hootsuite explica, o novo algoritmo “vai te mostrar mais fotos do cachorro que seu tio tem e menos listas do BuzzFeed”. É um exemplo simples, mas que ilustra que a rede social passará a privilegiar seus amigos – sua rede de fato – no seu feed.

Algo em que essas pessoas tenham postado ou comentado (especialmente se marcarem outros amigos seus) será preferido pelo algoritmo. “Vamos prever em que posts você gostaria de interagir com seus amigos e eles estarão mais alto no feed”, explica Adam Mosseri, chefe da área de Feed de Notícias do Facebook.

Naturalmente, há algo do outro lado dessa decisão. Se você gerencia uma página, deve ter notado que o alcance dos posts dela vem caindo – e essa tendência deve se fortalecer. “Posts de amigos e famílias terão uma prioridade maior do que conteúdo público”, afirma Mosseri.

E agora, o que fazer para ranquear no Facebook?

Caso tenha notado essa queda no alcance dos posts da sua página, não se desespere: a rede social explica que conteúdos que inspirem as conversas significativas que ela quer terão destaque no feed.

Em outras palavras, é hora de deixar os clickbaits de lado e trocar de estratégia. A ideia é que os criadores de conteúdo busquem dar aos posts um viés que inspire debates interessantes e estimule os leitores a se engajarem.

Há algumas sugestões do Hootsuite que você pode seguir:

  • Inclua perguntas em seus posts: incite leitores a usar as informações fornecidas para gerar uma boa discussão
  • Entre na conversa: crie posts relacionados a assuntos do momento sobre os quais seus leitores provavelmente terão uma opinião a acrescentar

O próprio Facebook dá outras dicas:

  • Em média, os vídeos ao vivo recebem seis vezes mais interações do que os vídeos normais. Cogite essa opção
  • Em páginas de grupos, as pessoas interagem mais com conteúdo público, como notícias
  • Páginas de negócios locais se conectam com suas comunidades ao postar updates relevantes e criar eventos

Nesse cenário, pode ser tentador usar técnicas simplórias para aumentar os números de engajamento, como escrever algo do tipo “Comente se você também adora gatinhos!” em um vídeo sobre animais de estimação. (No Facebook, isto é conhecido como engagement baiting e é algo penalizado.) Resista.

A tendência é que as páginas que empregarem a estratégia oposta saiam na frente no longo prazo. Como a rede social está privilegiando interações significativas nos feeds, criadores que conseguirem fidelizar e cativar seu público serão beneficiados.

Como aponta o TechCrunch, uma publicação especializada em tecnologia, “o público sempre deseja (mais) conteúdo de seus veículos favoritos e das marcas em que confia”.

Por fim, há uma dose de realismo que precisa ser trazida à mesa: para criadores de conteúdo que dependem muito da rede social para trazer sua audiência, vale a pena repensar o orçamento de publicidade e analisar as métricas com cuidado.

Se o Facebook é um driver de audiência muito importante para você, patrocinar alguns posts pode acabar sendo um investimento rentável. Mas se o custo de posts patrocinados estiver alto demais para o retorno que dão – e isso vai ficar cada vez mais evidente nos próximos meses –, pode ser hora de pensar em outra estratégia.

Fonte: Udacity Brasil

5 maneiras de otimizar seus links do Facebook em 2018.

Como os profissionais de marketing podem alavancar as últimas mudanças no algoritmo do Facebook para fazer com que seus posts de links sejam vistos.

Se você postar conteúdo no Facebook, as chances são de que você compartilhe alguns links com seus seguidores. Você não está sozinho. Os usuários do Facebook compartilham 26 bilhões de links por ano na plataforma, com 54.000 mais compartilhados por minuto.


Clique neste gráfico para ver exatamente quantos links estão sendo compartilhados no Facebook agora. Fonte:  Coupofy

Com um vasto oceano de links do Facebook competindo pela atenção de cada usuário, como você pode ter certeza de que o seu irá flutuar para a superfície em 2018? É aí que entra a otimização do link do Facebook.

O algoritmo Feed de notícias do Facebook decide se as suas postagens orgânicas serão visualizadas ou não. Então, você precisa trabalhar com o algoritmo para garantir que suas postagens de links do Facebook sejam colocadas no topo dos feeds de seus seguidores.

Você também precisa acompanhar todas as alterações mais recentes no algoritmo do Facebook e como elas afetam sua estratégia de mídia social para otimizar as postagens de links em 2018.

Hoje, compartilharemos 5 dicas sobre como otimizar suas postagens de links do Facebook para alcance e engajamento máximos. Por isso, continue rolando e aproveite!

Para mais informações sobre a última alteração no algoritmo do Facebook e como isso pode afetar seu alcance orgânico, leia este artigo .

1. Mantenha seus tempos de carga baixos (especialmente no celular)

primeiro marketing móvel
O usuário médio da Internet fica frustrado e desiste de um site depois de apenas três segundos de atraso, portanto, verifique se o site está em alta velocidade.

A partir de agosto de 2017, o algoritmo do Feed de notícias do Facebook prioriza links para páginas da web de carregamento rápido.

Este movimento tinha como objetivo melhorar a experiência do usuário na plataforma. Afinal, você não quer que as pessoas permaneçam por 30 segundos esperando que um artigo seja carregado, e depois ficando frustradas e saindo do Facebook.

Na verdade, a pesquisa do Facebook descobriu que até 40% dos usuários da Internet desistem de um site após apenas três segundos de atraso.

Para sua informação, a atualização do algoritmo do Facebook para tempos de carregamento de páginas da Web se aplica principalmente a páginas da Web para dispositivos móveis, pois rastreia apenas os tempos de carregamento do aplicativo móvel do Facebook.

Assim, as postagens de link com tempos de carregamento de dispositivos móveis lentos são derrubadas nos Feeds de notícias dos usuários do Facebook, e as postagens de link com carregamento mais rápido aumentam um pouco.

Se você deseja maximizar seu alcance orgânico no Facebook, é necessário garantir que sua página da Web tenha tempos de carregamento rápidos (especialmente considerando como o alcance orgânico vem caindo ultimamente).

Além disso, você precisa verificar se a sua página da web está otimizada para dispositivos móveis, já que o Facebook decide com que velocidade ou lentidão sua página da web é baseada nos tempos de carregamento de dispositivos móveis. Dessa forma, você verá suas postagens de links do Facebook enviadas para o topo dos feeds dos usuários.

2. Use imagens corretamente em seus posts de link

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Certifique-se de usar imagens de alta resolução e tamanho correto em suas postagens de links do Facebook para maximizar o engajamento. Fonte: The Atlantic via Marketing Land .

As imagens são extremamente importantes para maximizar o engajamento com suas postagens de links do Facebook. É muito mais provável que os usuários cliquem em um link se ele incluir uma imagem grande e atraente.

De fato, de acordo com um estudo do Buzzsumo, posts no Facebook contendo imagens geram 2,3 vezes mais engajamento do que aqueles sem.

Enquanto isso, alguns argumentam que as postagens de links são mais bem-sucedidas do que as postagens de imagens que direcionam o tráfego da Web para seu domínio, pois direcionam os usuários diretamente para o seu website.

A coisa sobre postagens de links com visualizações de imagens é que você obtém o melhor dos dois mundos.

Para ser claro, o Facebook prefere postagens de link com imagens de visualização em posts de fotos com links nas legendas. De acordo com a pesquisa , os links no formato de post de link recebem mais do que o dobro de cliques de link, em média, do que links inseridos em legendas de fotos.

É por isso que atualizaram o algoritmo do Feed de notícias em 2014 para aumentar as postagens de links e eliminar postagens de imagens com links nas legendas.

Além disso, os usuários são levados diretamente para sua página da Web quando clicam na visualização da imagem em um post de link, enquanto clicar na imagem em uma postagem de imagem simplesmente a amplia.

Assim, se você quiser maximizar os cliques no link do Facebook, escreva sua postagem no formato do link e junte-a a uma imagem relevante e interessante. Apenas certifique-se de que é do tamanho certo.

3. Evite manchetes clickbait a todo custo

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Desesperado demais? Se você usa títulos como esses, o Facebook provavelmente está punindo seus posts de links. Fonte: Upworthy via  Corey Padeveen .

Até agora, você provavelmente já ouviu falar de clickbait – as detestáveis ​​manchetes e anúncios que você vê na internet que exageram ou retêm informações de você, incentivando você a clicar neles para ver mais.

Por exemplo: “O homem tenta abraçar um leão selvagem, você não vai acreditar no que acontece depois !!!” ou “6 bebês que parecem exatamente como celebridades … Número 3 vai explodir sua mente!”

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Bem, provavelmente podemos adivinhar… Fonte: Earth Porm via Zerone Magazine .

Provavelmente, é preciso dizer que o Facebook não gosta disso. Os artigos do Clickbait tendem a fazer promessas que não podem cumprir, decepcionando os usuários que clicam neles e fazendo com que a plataforma em que eles estão compartilhados pareçam com spam.

Para melhorar a experiência do usuário, o Facebook atualizou seu algoritmo do News Feed várias vezes para rebaixar as postagens de links do Facebook que se parecem com clickbait.

Em uma atualização de agosto de 2016 , o Facebook refinou seu filtro de clique para funcionar mais como um filtro de spam.

Essencialmente, os engenheiros do Facebook identificaram frases comumente encontradas no clickbait e criaram um sistema que compara todos os títulos que você compartilha no Facebook com um banco de dados de títulos existentes rotulados como “clickbait”.

Se as manchetes nos posts de seu link se assemelham consistentemente ao clickbait, o algoritmo Feed de notícias do Facebook reduzirá o alcance orgânico de sua página. Também reduzirá o alcance orgânico de todas as postagens vinculadas ao seu website.

Indo ainda mais longe, o Facebook aprimorou seu filtro de clickbait pela terceira vez em maio de 2017 , rebaixando posts de links individuais com manchetes clickbait-y no Feed de notícias.

Soa muito duro, certo? Mas, novamente … você não vê muito clickbait no Facebook hoje em dia, não é?

(Além disso, se sua página deixar de postar clickbait, o Facebook restaurará seu alcance orgânico .)

4. Não bombardeie os visitantes do seu site com anúncios

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Por favor não faça isso. Fonte: GIPHY .

No ano passado, o Facebook ajustou seu algoritmo novamente para reduzir o número de links para “experiências de páginas da web de baixa qualidade” na plataforma.

Mas o que exatamente conta como uma “experiência de página da web de baixa qualidade”?

De acordo com o Facebook, páginas da Web de baixa qualidade “contêm pouco conteúdo substantivo e têm um grande número de anúncios disruptivos, chocantes ou maliciosos”.

Para uma descrição mais detalhada do que o Facebook considera uma experiência de página da web externa ruim, nos voltamos para suas políticas de publicidade.

Aqui está o que eles não querem ver na sua página web:

  • Texto que bloqueia o texto da página da web original 
  • Conteúdo sexualmente sugestivo ou chocante
  • Anúncios enganosos
  • Uma alta proporção de anúncios para conteúdo
  • Anúncios pop-up, anúncios intersticiais ou outros formatos de anúncios altamente perturbadores

Portanto, fique longe de pop-ups e verifique se você tem uma proporção saudável de anúncios para conteúdo.

Se você incluir anúncios disruptivos em seu website, poderá esperar que o Facebook reduza o alcance orgânico de todas as postagens com links para seu domínio. Como resultado, você verá menos tráfego fluindo para o seu site a partir do Facebook, por isso é legal com os anúncios.

5. Crie conteúdo envolvente e de alta qualidade

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Embora esta dica soe como deveria ser óbvio, uma das melhores maneiras de otimizar seus cliques no link do Facebook em 2018 é criar conteúdo de que as pessoas realmente gostem.

No entanto, o que muitos profissionais de marketing e gerentes de mídias sociais não percebem é que o Facebook tem uma maneira concreta de medir a qualidade de seus links.

Como mencionamos nos dois últimos pontos, o algoritmo do Feed de notícias do Facebook tem uma maneira de identificar e rebaixar postagens de links de “baixa qualidade”. Mas como ele decide quais links são de alta qualidade?

O Facebook mencionou o primeiro fator decisivo durante o impulso inicial para limitar a propagação do clickbait em 2014 – tempo gasto fora do Facebook.

Se os usuários gastarem muito tempo lendo um artigo clicado em um post de link do Facebook, o Facebook considerará o link “alta qualidade” e o priorizará nos Feeds de notícias de outros usuários.

Enquanto isso, se os usuários retornarem ao Facebook alguns segundos depois de clicar no link, é uma boa indicação de que a página da web é de baixa qualidade. Esse link é então descartado nos feeds dos usuários de acordo.

Outro fator que o Facebook usa para determinar a qualidade de um post de link é a proporção de cliques no link para vincular o engajamento do post.

Basicamente, o número de cliques de link é dividido pelo número de reações, comentários e compartilhamentos na postagem para determinar se as pessoas que clicaram no link encontraram algo de valor lá.

Finalmente, com a mais recente mudança no algoritmo do Facebook , Zuckerberg e co. decidiram priorizar as postagens que solicitam “interações significativas” entre os usuários. Isso significa que as postagens de links que levam os usuários comentando e interagindo com os comentários uns dos outros terão um alcance mais orgânico em 2018.

Não é suficiente hoje em dia apenas obter ações ou reações – você precisa fazer as pessoas falarem.

Fonte: Falcon

 

Nova ferramenta que usa inteligência artificial no Adobe Photoshop CC 2018

Conheça a função de seleção do Photoshop CC 2018 que faz a seleção em apenas um clique utilizando inteligência artificial

Quando você precisa selecionar uma parte de uma imagem, seja uma pessoa, um objeto em primeiro plano, existem algumas alternativas a sua escolha. Tem uma galera que prefere a caneta para criar a seleção ou as ferramentas de laço.

Agora a Adobe permite que utilizemos uma ferramenta capaz de identificar o objeto principal da imagem e selecioná-la com apenas um clique. Estamos falando da função Select Subject.

No vídeo abaixo, a Adobe demostra o uso do novo recurso que foi criada com o Adobe Sensei, uma estrutura integrada de inteligência artificial e aprendizado da máquina.

Nós aqui na agência já utilizamos a ferramenta com frequência e observamos que as seleções não são perfeitas, porém fica fácil fazer os ajustes na seleção aplicando uma Quick Mask e usando as ferramentas Brush e Erase. É impressionante como a inteligência artificial nos ajuda no tempo de execução facilitando muito o nosso trabalho.

Enquanto isso que tal darmos uma visitada no portal de fotografias gratuitas Unplash e separar umas imagens profissionais bem bacanas e praticar com essa incrível ferramenta incluída no Adobe Photoshop 2018?

Autor: André Cardia