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Remarketing: o que é e porque fazer

Você já ouviu falar do remarketing? Essa é uma estratégia muito usada no ambiente digital, já que permite que as empresas possam anunciar mais de uma vez no Google Ads.

No artigo de hoje, saiba mais o que é o remarketing e porque fazer com que essa estratégia seja parte do seu planejamento de comunicação é vantajoso. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que é remarketing?

O remarketing, como o próprio nome sugere, significa fazer um marketing novamente para a mesma pessoa. Ou seja, a intenção é gerar impacto mais de uma vez, especialmente em um usuário que já tenha demonstrado interesse no produto.

Por exemplo, um usuário que viu o seu anúncio sobre vinho para presente, mas não efetuou a compra, tem grandes chances de ser convencido com uma estratégia de remarketing.

Na prática, as campanhas podem ser feitas através do envio de conteúdos por e-mail, que reativam os clientes na base de busca e, desse modo, incentivam os usuários a tomarem alguma ação (como a compra do produto).

O remarketing também pode ser usado em diferentes situações, como para relembrar que os itens foram esquecidos em um carrinho de compra, ou até mesmo para avisar de promoções no seu e-commerce.

Outra opção é usar a tecnologia do banco de dados para orientar anúncios patrocinados específicos. Assim, se um usuário procurar por buffet de massas e acaba se deparando com uma empresa específica, é possível direcionar a propaganda pelo Google Ads.

O próprio Google divulgou o potencial da estratégia de remarketing. De acordo com a plataforma, cerca de 97% dos usuários não se convertem logo de início. Por esse motivo, o remarketing aparece como uma estratégia extremamente válida.

Hoje em dia, também é possível fazer remarketing com outras mídias de marketing, como no Facebook. Afinal de contas, as redes sociais tornaram-se muito populares nos últimos anos, influenciando fortemente a tomada de decisão dos usuários.

Quais as principais vantagens do remarketing?

O principal objetivo do remarketing é aumentar o número de conversões, isto é, potenciais clientes, ou como são mais conhecidos, os leads. Para isso, a estratégia atua de forma simples, já que raramente o usuário realiza uma compra de primeira.

Sendo assim, o remarketing permite que o consumidor tenha um contato mais próximo com a marca, já que os anúncios e os conteúdos são personalizados, tornando as mensagens muito mais eficientes e assertivas. 

Dessa maneira, quando alguém procurar por uma lembrancinha com chocolate, mesmo sem realizar a compra, o usuário passa a ser cada vez mais convencido de que vale a pena investir no produto.

Dá para pensar no remarketing como uma versão follow up, só que voltada ao ambiente digital – em especial, para gerar conversões.

Para termos uma ideia, cerca de 58% das pessoas gostam de receber e-mails que informam mercadorias em liquidação. Além disso, cerca de 51% dos usuários afirmam que preferem conteúdos personalizados e tratamento VIP. 

Em conjunto, 41% dos adultos, entre 25 a 34 anos, apreciam os e-mails sobre abandono de carrinho. Por isso, vale a pena investir no remarketing.

Como investir em uma campanha eficiente de remarketing?

Diante de todas as vantagens do remarketing, muitas organizações estão investindo cada vez mais na estratégia. No entanto, é necessário criar um planejamento eficiente, identificando os leads em sua jornada de compra e personalizando o conteúdo.

Para facilitar esse trabalho, o remarketing trabalha com um sistema de listas, que será a base para a segmentação das mensagens de e-mail. Normalmente, as listas se dividem conforme o tipo de ação tomada pelos usuários.

Por exemplo, se alguém já fez um pedido com motoboy entrega, a lista do remarketing pode incluir uma campanha que ofereça descontos para os próximos produtos.

Algumas opções de ações com remarketing são:

  • Ofertas e produtos em liquidação;
  • Campanhas para se inscrever em newsletter;
  • Cupons de desconto;
  • Avisos de esquecimento no carrinho de compras;
  • Download de materiais ricos e informativos.

Partindo disso, é possível estruturar mensagens, layouts e anúncios personalizados, que ajudam a obter destaque com o método de remarketing.

Quais são as formas de remarketing com o Google Ads?

Além das campanhas de e-mail, o remarketing também é facilmente aplicável no Google Ads. De modo geral, há duas formas de aplicar a estratégia: através da Rede de Display e da Rede de Pesquisa.

Na sequência, conheça as especificações de cada uma delas.

Rede de Display

A Rede de Display consiste em um grupo de sites parceiros que dispõe de um espaço para publicar anúncios online dentro de suas páginas. Ou seja, são ambientes em que se pode divulgar banners para impactar os usuários.

A grande vantagem da Rede de Display é a presença de imagens chamativas, que despertam o interesse do público.

Ou seja, funciona como uma espécie de cartão de visita colorido, só que online.

Rede de Pesquisa

Já a Rede de Pesquisa cria um anúncio padrão e com um texto específico. Dessa forma, quando alguém faz uma pesquisa na página de resultados, o site aparece como um dos primeiros resultados de busca.

A Rede de Pesquisa inclui as seções de busca no Google Imagens, Google Maps e Google Shopping, bem como os sites parceiros.

Como criar uma estratégia de remarketing no Google Ads?

Criar uma campanha de remarketing na rede de Pesquisa é uma forma de fazer com que o seu anúncio continue aparecendo na internet. Sendo assim, é mais fácil alcançar o sucesso e o reconhecimento da sua marca.

Para criar uma estratégia de remarketing no Google Ads, o procedimento é simples. A seguir, conheça o passo a passo:

  • Faça o login no Google Ads;
  • Vá até Ferramentas e Configurações;
  • Clique em “Origens do público-alvo” e conheça as listas disponíveis;
  • Clique e configure a sua tag;
  • Selecione os dados que deseja coletar, segundo as especificações;
  • Conclua e confirme o procedimento.

É importante conhecer as especificações do seu público-alvo. Afinal de contas, quem está interessado(a) em empresas de refeições coletivas possui algumas características muito específicas, que tornam o seu marketing mais direcionado.

Para a configuração da Rede de Pesquisa, o procedimento é um pouco diferente.

O primeiro passo é fazer a otimização de palavras-chave, sendo indicada para aqueles usuários que clicam em um anúncio de campanha, mas não realizam uma compra.

Dessa maneira, ao aumentar o lance das palavras-chave da sua campanha no Google Ads, é possível aumentar suas chances de aparecer no topo da lista de pesquisas. Como consequência, há uma maior conversão.

Também é fundamental customizar o texto dos anúncios, fazendo pequenos ajustes. Alguns termos como “frete grátis” e “promoções” são capazes de aumentar ainda mais as chances de conversão, tornando o seu anúncio muito mais eficiente.

Além do mais, não se pode esquecer de aplicar as palavras-chave. Ou seja, se o termo que tiver um bom índice de pesquisa for stand para evento, é necessário usar a palavra ao longo do seu texto de descrição.

Como aliar o remarketing com a estratégia de inbound marketing?

O remarketing pode ser combinado com o inbound marketing para desenvolver uma estratégia de comunicação digital muito eficiente e poderosa. Dessa forma, antes de limitar o envio de e-mails pontuais, também é possível promover conteúdos interessantes.

Com isso, é possível tornar os seus usuários visitantes mais corriqueiros no seu site, sendo uma forma de gerar leads, da mesma forma que para fidelizar os clientes.

Isso porque o conteúdo é um dos grandes diferenciais do ambiente digital.

Afinal de contas, quando se procura por um marmitex para empresa no Google, o interesse é ir além do preço do produto, mas também conhecer mais sobre o item, como as opções de refeições, calorias, entre outros.

Perceba que o remarketing sozinho foca apenas em acelerar a decisão de compra, enquanto o inbound marketing tem o objetivo de criar um relacionamento saudável com os leads, acelerando a caminhada ao longo do funil de vendas.

Conclusão

O remarketing é uma das estratégias mais eficientes para aumentar o número de conversões e alcançar um número maior de potenciais clientes. Apesar do nome ser um pouco estranho, as campanhas de remarketing são muito eficientes e comuns.

Uma das melhores maneiras de aplicar essa estratégia é por meio das campanhas de e-mail. Através delas, é possível enviar mensagens personalizadas, como ofertas, descontos e avisos de esquecimentos em carrinhos de compras.

Dessa maneira, é possível aumentar o número de leads e, com isso, ter maiores chances de sucesso e reconhecimento da sua marca.

O artigo de hoje trouxe algumas especificações sobre como aplicar a estratégia de remarketing de maneira eficiente e, desse modo, conquistar sucesso com as suas campanhas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

geração de leads

Geração de leads: 5 estratégias para você captar possíveis clientes

Toda empresa precisa entender o que é a geração de leads, uma vez que, atualmente, é o caminho mais rápido para atrair e conquistar novos clientes.

O mercado está muito concorrido em qualquer setor, portanto, se destacar em seu nicho de atuação e atrair pessoas para o seu negócio não é uma tarefa fácil. Inclusive, pode ser até mesmo considerado como um desafio para os empreendedores.

Vale dizer que essa situação não está relacionada apenas ao aumento da concorrência, mas também ao comportamento cada vez mais exigente dos consumidores.

Com o marketing digital a situação não é diferente. Se uma empresa quer conquistar um número maior de consumidores, ela precisa de boas estratégias de marketing digital para conseguir mais leads, ou seja, potenciais clientes.

Se você quer ter um negócio de sucesso, então precisa saber como conquistar leads qualificados. Esse processo depende de um bom planejamento e do uso das estratégias corretas.

Tendo um bom número de pessoas interessadas na solução que seu negócio oferece, é natural que as oportunidades de venda também aumentem.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é lead, sua importância, dar algumas dicas, bem como mostrar quais são seus benefícios. Então, para acabar com as suas dúvidas, continue a leitura.

O que é lead?

Lead nada mais é do que alguém que, em algum momento, demonstrou interesse pelo seu produto ou serviço vendido. O primeiro contato é, digamos, provocado pela marca.

Ou seja, ela não vai diretamente em busca do cliente em potencial por meio de estratégias, como ligações. Mas sim, recebe algum tipo de contato de uma pessoa que se sentiu atraída por suas soluções.

Um exemplo disso é uma fabricante de painel de led para igreja que realizou uma pesquisa online e teve um bom número de pessoas que responderam.

Portanto, quando o visitante de um site preenche um formulário contendo dados simples, como nome e e-mail, ele passa a ser considerado um lead.

A partir disso, a marca pode enviar um e-mail para ele com um conteúdo, o que se torna uma forma de contato menos intrusiva, do que simplesmente ligar e oferecer produtos ou serviços que nem ao menos sabe se esse cliente de fato precisa.

Sendo assim, podemos resumir que o objetivo de atrair leads é estabelecer uma comunicação mais aberta com essas pessoas, a fim de entender suas reais necessidades, para aí sim oferecer seus serviços.

Importância da geração de leads para os negócios

Para um estúdio de gravação de áudio ou qualquer outra empresa, gerar leads é importante porque o processo de compra mudou, o que implica em encontrar novas maneiras de alcançar o público.

A internet acabou com a escassez de informações e trouxe uma enxurrada de conteúdos sobre absolutamente qualquer tipo de assunto.

Essa quantidade enorme é criada constantemente, mas que, por outro lado, pode levar as pessoas a não prestar tanta atenção, uma vez que não conseguem decidir onde manter o foco.

É necessário investir em práticas que prendam a atenção do público, levando em conta que as pessoas estão tão sobrecarregadas de informação que tendem a não dar ouvidos àquilo que não lhes interessa.

Por outro lado, quando alguém está interessado em algo, como som e iluminação para festas, quer saber tudo sobre o assunto e daí surge a necessidade de as marcas se relacionarem com o seu público-alvo.

Para construir esse relacionamento, é importante investir na criação de conteúdo relevante. No entanto, essa estratégia é mais abrangente do que parece.

Exemplo disso é o fato de que as organizações precisam entregar aos seus clientes exatamente o que eles precisam, uma vez que isso desperta sua atenção e faz com que se aproximem mais da marca.

Este é o processo que garante a geração de leads, ou seja, despertar o interesse das pessoas, atravessando com eles todo o processo de compra.

Quando alguém demonstra interesse genuíno por algum produto ou serviço, como montagem de stands, cria uma relação com a empresa, obtendo as informações que precisa e caminhando para o momento da compra.

É o que chamamos de inbound marketing, e trata-se do momento em que a marca atraiu seu público e pode iniciar o trabalho com sua equipe de vendas – levando para a segunda parte do processo de geração de leads.

Dicas para gerar leads

Agora que você entendeu a importância de gerar leads, vamos dar algumas dicas para implementar esse processo em seu negócio. São estratégias como:

1. E-mail marketing

O e-mail marketing é uma das melhores maneiras para um negócio gerar leads, porque por meio dele, é possível enviar mensagens convidando os contatos para eventos, além de promover produtos e serviços.

Uma boa prática de uso do e-mail marketing nesse sentido é usar uma lista de e-mails para divulgar conteúdos de outra com contatos mais segmentados.

2. Convites para eventos

Já que falamos sobre isso na dica anterior, saiba que, para qualquer tipo de negócio, como um buffet para festa de casamento simples, divulgar eventos é uma das maneiras mais eficientes de gerar leads qualificados. Alguns deles são:

  • Seminários on-line;
  • Palestras;
  • Aulas;
  • Lançamentos;
  • Entre outros.

É necessário informar que somente as pessoas que preencherem o formulário de contato terão acesso ao link para participar do evento.

3. Redes sociais

As redes sociais são excelentes plataformas que permitem que as empresas se aproximem dos consumidores de maneira mais pessoal.

Por exemplo, uma loja de artigos esportivos pode responder às dúvidas de seus seguidores e sugerir que eles entrem em seu site para preencher o formulário e ter acesso a um conteúdo completo exclusivo, como um e-book.

Você também pode compartilhar o link de sua landing page na linha do tempo e também de publicações destinadas à conversão de visitantes em leads.

Também é válido incorporar esses links da biografia dos perfis, como Facebook, Instagram e outras redes sociais que sua marca utilize.

4. Site institucional

Os sites são importantes canais onde os visitantes podem ler mais sobre a marca, seus produtos e serviços e, possivelmente, se interessar por eles.

É interessante distribuir as chamadas para ação (Call to Action, ou CTA) em diferentes formatos e com segmentações diferentes.

Exemplo disso é uma empresa de crepe para festa fazer um CTA que convide os visitantes a assinarem a newsletter, e outro que permita o download de um material.

5. Search Engine Optimization (SEO)

O SEO é um conjunto de estratégias importantes para otimizar o site da sua empresa e fazer com que ele apareça nas primeiras páginas de resultados de pesquisa.

Para usá-lo a favor da captação de leads, é necessário criar publicações que usem boas palavras-chave que sejam pesquisadas pelo público-alvo.

Assim, é mais provável que elas deixem seus dados de contato, visto que você entregou materiais que responderam às suas dúvidas.

Vantagens e resultados

A prospecção de leads traz diversas vantagens para as empresas, como uma fabricante de banner horizontal, que refletem diretamente em seus resultados.

Uma delas é o aumento da taxa de conversão, uma vez que é muito mais fácil vender para alguém que já demonstrou algum tipo de interesse no que está sendo ofertado.

Ou seja, há muito mais chances de aumentar as taxas de conversão trabalhando com a captação e a qualificação dos leads.

Os leads são contatos exclusivos da sua empresa, ou seja, durante a comunicação com eles, principalmente por e-mail, você não precisa dividir espaço com outros concorrentes.

Além do mais, a velocidade das conversões também é maior. Se formos comparar algumas ações, como o contato telefônico, convencer o consumidor a comprar é muito mais difícil do que quando o interesse parte dele.

Preencher um formulário de contato é demonstrar interesse nos produtos e serviços, como flyer de festa. Ao nutri-lo com conteúdos e até mesmo durante o contato de um vendedor, fica muito mais fácil vender.

A credibilidade do seu negócio também aumenta, e isso acontece porque é possível saber qual o momento ideal e de que maneira o potencial cliente deve ser abordado.

Isso evita uma comunicação inconveniente e vai de encontro com aquilo que realmente interessa para seu contato e a solução dos problemas dele.

Conclusão

O comportamento de consumo das pessoas mudou muito, e isso acontece porque o mercado está saturado de marcas que oferecem as mesmas soluções.

Os consumidores têm acesso a infinitas possibilidades e podem escolher a dedo quem vai comprar. É por isso que as organizações precisam conquistá-los e mostrar que estão interessadas nos desejos e necessidades deles.

É uma maneira singela de despertar seu interesse e fazer com que eles mesmos busquem estabelecer um contato com a sua marca.

Gerar leads é atrair para o seu negócio pessoas com chances reais de se tornarem clientes, aumentando a confiança delas e oferecendo soluções que realmente atendam aos seus objetivos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

aumentar a autoridade

Saiba como aumentar a autoridade da sua página

Aumentar a autoridade do site é o objetivo de muitas empresas, isso porque a autoridade de domínio é um dos fatores mais importantes para o Google no momento de ranquear as páginas.

Todos os profissionais de SEO buscam incessantemente por maneiras de posicionar os sites entre os primeiros resultados do Google. Melhor ainda, eles querem a primeira posição, o primeiro link que aparece para o usuário ao pesquisar um termo.

Isso porque quem ocupa essa posição tem, ao menos, 200% a mais de cliques do que as outras páginas.

Só que para chegar lá não basta apenas pensar em alguns fatores, como o bom uso de palavras-chave ou backlinks – é preciso ter autoridade de domínio.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é autoridade online, sua importância, como aumentá-la e como influencia nos resultados. Acompanhe!

O que é autoridade de domínio?

DA (sigla para Domain Authority, ou autoridade de domínio), como também é conhecido, diz respeito a uma métrica desenvolvida pelo MOZ (ferramenta de análise de SEO) que prevê o ranqueamento do site. 

A autoridade de domínio é medida numa escala de 1 a 100, então quanto mais alta a pontuação, melhor será a posição no site.

Por outro lado, quanto mais baixa for, menor será o ranqueamento do site, e daí a necessidade de investir em práticas que aumentem a autoridade da página.

O DA simula o algoritmo do Google que identifica os resultados mais relevantes para uma pesquisa. Dentre os fatores que pesam nessa identificação, estão:

  • Idade do domínio;
  • Reputação do site;
  • Qualidade de links recebidos;
  • Qualidade das URLs;
  • Fluxo de visitantes.

Logo, quando uma oficina de funilaria quer avaliar o seu DA, ela deve observar uma pontuação que vai de 1 a 100, onde de 20 a 30 é mediano; de 30 a 50 é bom; e acima de 60, é excelente.

Essa análise é qualitativa e quantitativa, servindo para auxiliar na tomada de algumas decisões quanto às melhorias necessárias.

Importância da autoridade de domínio

Antes de entender a importância dessa métrica, é importante saber que o Google não usa o DA para ranquear as páginas.

No entanto, esse algoritmo leva em consideração os pontos que o buscador faz uso, o que permite prever o ranking.

Isso é fundamental, uma vez que quando a empresa conhece seus concorrentes e pode prever os conteúdos que o Google classifica como positivos, pode aumentar ainda mais a sua relevância na web.

Ou seja, você aumenta o seu domínio online, o que eleva sua posição nos resultados e, como consequência, atrai mais visitantes para o site. Automaticamente haverá mais oportunidades de conversão e, claro, mais lucros.

Então, você deve estar se perguntando: como uma empresa de polimento cristalizado ou de qualquer outro setor pode fazer para aumentar o seu domínio? Vamos falar sobre isso no tópico a seguir.

Dicas para aumentar a autoridade do site

Existem algumas práticas que podem te ajudar a aumentar o domínio do site do seu negócio. São elas:

1 – Criar conteúdo de qualidade

Bons conteúdos são parte fundamental das estratégias de SEO, mas eles também são necessários para aumentar o domínio, uma vez que fazem cescer o número de visitas.

Para fazer marketing de conteúdo do jeito certo, preze por informações aprofundadas, com riqueza de detalhes e que esclareçam as dúvidas mais comuns do público-alvo.

Se uma empresa de envelopamento carros, por exemplo, demonstra conhecimento em sua área de atuação, passa a ser bem vista pelo Google.

2 – Pesquisar palavras-chave orgânicas

Um bom tráfego depende da relevância do site, ou seja, ele deve ser capaz de responder às dúvidas dos clientes e atender às suas necessidades.

São as palavras-chave que vão atrair a atenção dos usuários, por isso, é necessário saber quais são as keywords mais procuradas e encaixá-las no conteúdo.

Contudo, também é necessário usar os termos secundários, visto que são variações que podem ser úteis ao procurar a autoridade de um domínio.

3 – Inspecionar backlinks

Para o uso de links internos e externos, é preciso ter cuidado com os sites que referenciam as suas páginas, pois alguns não são tão relevantes na web e podem prejudicar o seu DA.

Nós sabemos que para qualquer negócio, como uma empresa de higienização interna automotiva, uma boa quantidade de backlinks é importante. Mas a qualidade das páginas que mencionam o seu site também conta.

Para evitar a baixa do seu DA, inspecione as páginas de menção e deixe apenas aquelas que são realmente relevantes. Há algumas ferramentas que podem auxiliar nesse procedimento.

4 – Fazer boas parcerias

Como falamos, os links de qualidade são provenientes de sites relevantes na web. É possível conquistá-los apenas investindo na qualidade dos seus materiais, contudo, você pode acelerar o processo e conquistar bons backlinks mais rapidamente.

Uma dica é propor parcerias com outros blogs que fazem conteúdos ricos, linkando-os para o site do seu negócio.

5 – Usar as redes sociais

O engajamento por meio das redes sociais é essencial para subir a pontuação do DA. O próprio Google avalia essa interação para saber quais conteúdos realmente têm qualidade.

Isso porque se o link possui uma quantidade boa de curtidas e comentários, logo ele aparenta ser relevante, diferenciando-se dos demais.

Dessa forma, qualquer empresa, como uma de encadernação capa dura, deve estar ativa nas redes sociais. Uma boa dica para fazer isso é criar CTAs com botões de compartilhamento direto nas redes sociais.

Isso também ajuda a atingir um número maior de pessoas, além de comprovar a relevância para o buscador.

6 – Bons elementos de página

O SEO, que trata-se da otimização para motores de busca, é a principal estratégia para potencializar o posicionamento do site no buscador.

A estratégia vai aplicar as melhores práticas e elementos no site, como URL amigável, palavras-chave relevantes, descrição de imagens e informações ricas nos conteúdos.

Da mesma maneira, é necessário se atentar aos títulos, rapidez no carregamento das páginas, design responsivo e chamadas para ação (Call to Action, ou CTA).

7 – Atentar-se à velocidade de carregamento e responsividade

É natural que os usuários desistam de páginas que demoram muito para carregar, o que derruba o DA do seu domínio. As pessoas não têm tempo e nem paciência para esperar uma página carregar, e logo partem para outros sites.

Para evitar esse problema, as empresas como as de eventos que realizam a montagem de stand promocional estão sempre atentas à velocidade de carregamento, evitando erros como o excesso de imagens e vídeos, procurando boas hospedagens.

Além do mais, sites responsivos têm muito mais autoridade de domínio, visto que podem ser acessados por diferentes tipos de dispositivos, principalmente os móveis.

O que é muito importante, porque cada vez mais as pessoas acessam a internet por meio de seus celulares e tablets.

Quando o site não se ajusta à tela desses aparelhos móveis, além de perder uma boa classificação no Google, acaba recebendo poucas visitas.  

Como o DA influencia nos resultados da empresa?

Em vista do que significa prever o rankeamento do site de um negócio, como no caso de uma empresa que faz banner de loja, não fica difícil imaginar de que forma uma boa pontuação no DA pode interferir nos resultados do negócio.

O primeiro fator diz respeito ao aumento do tráfego. Ao analisar a autoridade de seu site, é possível identificar quais são suas falhas e decidir de que maneira revertê-las.

Com isso, seu portal vai aparecer entre os primeiros resultados do Google e, consequentemente, atrair mais visitantes. Quanto mais visitas você tiver, mais pessoas vão conhecer a sua empresa.

Quem tem um bom número de visitas também tem um bom número de conversões, isso porque as chances de converter um visitante em leads são maiores, à medida que o tráfego aumenta.

As conversões permitem que, por exemplo, um restaurante de refeição para empresa inicie um processo de nutrição de leads que os leva a uma nova meta: a compra.

O aumento das vendas é o objetivo de qualquer marca, afinal, são elas que geram receita e fazem com que as companhias se mantenham ativas no mercado.

Quanto mais a empresa vende, mais lucro ela tem, portanto, analisar a pontuação da sua autoridade de domínio vai assegurar que você tenha um bom posicionamento, que te ajude a chegar ao maior objetivo: ser um negócio lucrativo.

Conclusão

Estar na web é uma necessidade para qualquer tipo de empresa, das menores às maiores, visto que hoje é o principal meio de comunicação com os consumidores.

O site é parte indissociável desse processo, mas ele precisa se destacar, afinal, praticamente todo negócio tem o seu próprio site.

Só que não basta apenas criá-lo e esperar as coisas acontecerem – é preciso garantir que ele seja encontrado pelas pessoas, para que elas possam conhecer a sua marca e se interessar pelo que você tem a oferecer.

Aumentar sua autoridade de domínio é a melhor estratégia para isso, uma vez que ela garante que o seu site institucional seja um sucesso e colabore com a conquista de objetivos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

LGPD no e-commerce

LGPD no e-commerce: como a lei vai afetar as lojas online

Muitos donos de lojas online têm se preocupado com as mudanças que estão sendo trazidas pela LGPD no e-commerce, em grande parte por falta de compreensão do que é a lei e das vantagens que ela acaba trazendo para os negócios.

Antes, para fazer a compra de um anel de noivado ouro branco com diamante pela internet, era necessário preencher um cadastro com uma série de dados pessoais, sem saber qual a finalidade que eles teriam. Isso mudou com a nova legislação.

A LGPD, sigla para Lei Geral de Proteção de Dados, foi sancionada em agosto de 2018, entrando oficialmente em vigor em setembro de 2020, após um período de adaptação das empresas.

Com influências do GDPR (General Data Protection Regulation), regulamentação europeia, a LGPD  muda a forma de armazenamento, coleta, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Identificando, assim, os responsáveis e, como consequência, adquirindo uma postura mais protetiva com relação a essas informações e criando fatores que facilitam o processo de análise de responsabilidade.

A lei configura como dados pessoais qualquer informação relacionada a pessoa identificada, o que inclui:

  • Documentos;
  • Endereço;
  • Dados bancários;
  • Informações de registro;
  • Entre outros.

O primeiro e principal elemento da LGPD é o titular. Este é o detentor dos dados que estão sendo utilizados. O segundo ator é o controlador, a empresa ou pessoa que faz a coleta de dados e toma todas as decisões com relação ao armazenamento e a finalidade deles.

O controlador é quem define como são coletados os dados, onde serão guardados e por quanto tempo ficarão sob sua posse. Entra em cena então o operador, que é o elemento responsável pela operacionalização do processo.

É o operador que utilizará as ferramentas de tratamento e processamento dos dados, sempre seguindo as instruções do controlador. 

Por último, temos a figura do encarregado, a pessoa responsável pela comunicação entre as partes, que orienta e que é responsável por boa parte do processo.

Portanto, comprar uma tornozeleira dourada feminina em uma loja virtual se tornou uma opção mais segura, com a garantia de que seus dados estarão protegidos.

Como o LGPD impacta o e-commerce?

Por lidarem diretamente com cadastros de endereços e de dados financeiros, os e-commerce são diretamente afetados pela nova lei. Diversas mudanças tiveram que ser incorporadas para se adaptar a LGPD.

Por exemplo, no cadastro do site é preciso que seja realizada uma confirmação de ciência e consentimento sobre a entrega de dados. Esta deve ser explícita, mostrando ao usuário que ele sabe da responsabilidade de entregar seus dados àquela empresa.

Além disso, o cliente deve ser informado de cada detalhe que utilizará em seu cadastro. 

Ele precisa de aprovação para qualquer movimentação de seus dados, seja para o envio de newsletter, para oferecer produtos similares a capa para violão folk que está procurando, entre outras ações automáticas do site.

Todas as informações devem constar no formulário de aceitação, para evitar qualquer transtorno no futuro.

Além disso, a LGPD responsabiliza exclusivamente as organizações pelas informações retidas. Caso haja alguma falha de segurança e os dados de seus clientes vazem, as punições são severas e as multas altíssimas.

A aplicação da lei levou muitas empresas a entrarem em uma reflexão sobre a importância de solicitar e guardar determinados dados, que podem não ser necessários para a empresa e acabam gerando um risco maior de segurança.

Portanto, os e-commerces precisam mudar suas políticas de privacidade e termos de uso, para conseguir se adaptar aos dez princípios da LGPD.

Além disso, será preciso expor toda e qualquer movimentação que inclua a utilização dos dados do cliente, para que ele compreenda exatamente o que está autorizando.

Como se adaptar a LGPD?

Para conseguir deixar seu e-commerce de notebook semi novo em dia com a nova legislação, é importante se atentar a alguns detalhes que são cruciais para manter sua empresa e seu cliente seguros.

1. Peça consentimento

Com a LGPD em vigor, toda e qualquer informação que o cliente envia para sua empresa precisa estar acompanhada de uma autorização para manipulação e armazenamento dos dados.

É preciso que tudo fique muito claro para o cliente, uma vez que este é um dos pontos mais importantes da lei.

Se você vende calendário personalizado com fotos, é preciso descrever cada uma das atividades que solicitará dados de seus clientes, para então iniciar o processo de produção.

Uma boa forma de identificar essa necessidade para seu cliente é criando um banner ou uma caixa com um CTA (chamada para ação), identificando a necessidade de ele autorizar o cadastro e para quais razões este será utilizado.

Seja o mais claro e direto possível com relação a isso, para que não fiquem dúvidas. 

Caso você opte por aceitar a autorização por uma checkbox, é importante que ela não esteja marcada, para que o cliente não corra o risco de aprovar sem ler o conteúdo.

Uma das principais formas de proteger sua empresa é através dos Termos e Condições de Uso. Por isso, vale a pena consultar um advogado para definir se todas as informações estão juridicamente corretas e procedentes.

2. Explique todas as funcionalidades

A LGPD determina que e-commerces expliquem detalhadamente como os dados de seus usuários estão sendo armazenados. 

Por isso, é importante definir cada um dos elementos que coletam dados durante a visita de um consumidor em seu site.

Você deve deixar claro qual a função de armazenar cookies e qual é o tratamento que a loja dá a esses dados. Deve também identificar a funcionalidade do cadastro da loja e da lista de desejos, bem como o processo de retenção de dados feito com estas coletas.

Se sua empresa utiliza um serviço de motoboy terceirizado, é preciso identificar que os dados de endereço de seu cliente serão passados para a outra empresa poder entregar os produtos. A transparência é fundamental para se adequar a lei.

Normalmente, o texto fica no cabeçalho ou no rodapé da página, com um botão de aceite para que o cliente não precise perder muito tempo fora de seu objetivo principal dentro da loja.

Garantir que o usuário demonstre que entende a intenção de uso de cada um dos dados fornecidos é uma ferramenta de segurança para a empresa, e deve ser realizado de forma consciente e responsável.

3. Utilize apenas para o necessário

Um dos principais pontos de mudança com relação à lei é que o compartilhamento de informações tornou-se proibido. 

Anteriormente, não era incomum que empresas utilizassem dados dos clientes para encontrar produtos que poderiam se encaixar em um determinado perfil.

Outras iam além e dividiam os dados com empresas parceiras para tentar fazer novos negócios, muitas vezes sem o conhecimento e consentimento do cliente. Atualmente, um dos pilares da lei é o princípio de necessidade.

Isso significa que os dados do cliente devem ser utilizados exclusivamente para as finalidades propostas, ou seja, uma empresa não pode solicitar dados que não serão necessários para um tipo específico de transações.

As informações de um cliente de uma fábrica de catraca de acesso devem ser mantidas apenas para a sua finalidade comercial, não sendo necessário o excesso de informações dentro da armazenagem.

4. Permita que seu cliente cancele o cadastro

Outra situação importante da LGPD é ceder ao cliente o direito de ter seus dados retirados de qualquer cadastro realizado, no momento em que desejar.

Isso significa que o cliente não só tem o direito de questionar e identificar a usabilidade de seus dados, mas também pode exigir sua exclusão do sistema.

Entretanto, isso não acontece imediatamente. As empresas têm um prazo de 15 dias para conseguir fazer a retirada de todos os dados e eliminar o cadastro.

Por isso, para facilitar o trabalho de seu e-commerce, é importante criar padrões pensando em momentos como esse.

A criação de um formulário de solicitação ou uma rotina automatizada que permite que o cliente acesse seus dados e os exclua pode poupar tempo e aumentar sua credibilidade.

Se você tiver um negócio local, pode usar um serviço de entrega motoboy para concluir qualquer transação com o cliente rapidamente e ele poderá eliminar o cadastro.

Se possível, coloque parte de sua equipe de atendimento a par da situação atual para ajudar qualquer cliente que tenha dúvidas nesse período.

Considerações finais

A Lei Geral de Proteção de Dados acabou alterando diversos pontos do trabalho de um e-commerce, e será preciso se adaptar às novas regras e funcionalidades.

Entretanto, toda essa preocupação em segurança acaba sendo muito bem-vinda, uma vez que permite que os clientes sintam-se mais confortáveis em consumir produtos online.

A longo prazo, as regras da LGPD acabarão alavancando os e-commerces, e estar a frente nesta corrida pode ser um diferencial essencial para se tornar líder de mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

edgerank

EdgeRank: Conheça mais sobre esse algoritmo do Facebook

O EdgeRank é um algoritmo criado pelo Facebook para determinar o alcance das publicações de uma determinada página aos usuários dessa plataforma. 

Ter um conhecimento aprofundado desse algoritmo é fundamental para qualquer empresa que deseja uma melhor interação com seu público dentro da rede social.

Se você quer engajar uma postagem sobre o paisagismo piscina realizado por sua empresa, é importante entender quais elementos você deve utilizar para alcançar o maior número possível de pessoas.

Quem trabalha com marketing digital sabe a importância de estar ativo e presente nas redes sociais. Por isso, saber quais estratégias tornam a interação entre marca e consumidor possível são essenciais.

Desse modo, compreender a funcionalidade do EdgeRank permite que você consiga entender melhor o que o Facebook busca como relevância de uma publicação, permitindo que você use o algoritmo a seu favor para buscar melhores resultados.

O Facebook cresce progressivamente, e a cada novo usuário, as redes de conexão ficam maiores e mais complexas. Isso acaba sendo um impeditivo para o sistema mostrar todas as informações que uma pessoa pode ter acesso.

Por isso, para conseguir encontrar o público que esteja interessado nos serviços de paisagismo jardim que sua empresa oferece, você deve buscar soluções para aparecer com maior frequência para esses usuários..

O EdgeRank surge, então, como uma solução para adaptar a linha do tempo de cada usuário. O algoritmo avalia a relevância de cada uma das publicações para determinar quando elas devem ser exibidas em um feed de notícias.

Como o EdgeRank é calculado?

Existem três fatores determinantes que o algoritmo busca quando está avaliando uma publicação.

Cada um deles tem seu peso dentro da pesquisa, e é fundamental que um criador de conteúdo saiba utilizar esses pontos de forma estratégica para alcançar um engajamento maior.

1. Fator de afinidade

Este determina o quanto de interações o usuário teve com uma determinada página. Cada curtida, comentário e compartilhamento conta, uma vez que ele avalia de forma orgânica cada uma das atividades.

A qualidade da interação também é levada em conta, sendo que comentários curtos como emojis acabam ficando atrás de conversas com respostas e têm um tempo menor de interação.

O EdgeRank reconhece o histórico do usuário como parte de seus gostos e interesses. 

Portanto, quanto mais uma página de buffet de aniversário infantil for acessada pelo usuário que busca um contato mais próximo, maiores são as chances dela aparecer em seu feed de notícias.

2. Fator de tempo

Uma das principais preocupações do Facebook é apresentar aos usuários um conteúdo o mais atualizado possível. Por isso, publicações antigas tendem a se perder em questão de valor de engajamento.

Desse modo, para que a sua conta continue sendo bem-vista pela plataforma e seu conteúdo entregue aos usuários, é necessária uma consistência em publicações, para não deixar o tempo passar e você perder oportunidades de engajamento.

Quanto mais nova for sua publicação, maiores são as chances dela alcançar um bom resultado orgânico. Portanto, é importante estudar o comportamento de seu público-alvo dentro da plataforma do Facebook.

Você deve aproveitar eventos grandes para fazer uma publicação no momento certo, como no caso de empresas de fantasia de carnaval infantil, que podem aproveitar a proximidade do evento para aumentar o engajamento.

Ao saber quando seus clientes costumam utilizar a rede social, você pode se programar para soltar suas publicações, garantindo o máximo de efetividade com relação ao tempo.

3. Fator de peso e relevância

A relevância é uma análise mais geral da página. O cálculo é realizado levando em consideração todas as interações que aconteceram anteriormente com seu perfil. Quanto mais as pessoas se engajarem em um conteúdo, maior será a exposição orgânica dele.

Algumas ações têm um “peso” maior do que outras quando é feito o cálculo de relevância. Publicações com comentários costumam ser consideradas mais importantes do que aquelas que tem apenas curtidas.

Quanto mais as pessoas falarem de aluguel de espaço para casamento, maiores as chances das suas publicações aparecerem para mais pessoas.

Além disso, conteúdos em foto e vídeo costumam gerar um engajamento muito maior que os de textos e links, portanto, é fundamental saber como colocar seu conteúdo, de maneira a conquistar um maior peso e conquistar mais espaço na rede social.

Como melhorar seu engajamento

Compreender como funciona o EdgeRank é o primeiro passo para conseguir utilizar com propriedade o Facebook para alavancar seu negócio, mas é preciso tomar alguns cuidados para conseguir aproveitar o melhor que o algoritmo tem a oferecer. Por esse motivo:

1. Faça postagens curtas

O Facebook é uma rede social dinâmica, e muitas pessoas não chegam ao final de textos muito longos ou informativos. Opte por postagens curtas, que sejam diretas e sem rodeios, para atrair mais a atenção do público.

Isso não significa, entretanto, que as publicações devem ser pobres de conteúdo. Escreva as informações pertinentes ao post, mas tenha em mente que quanto mais sucinto você for, melhor.

2. Capriche nos recursos visuais

Para conseguir transmitir sua ideia corretamente na rede, o ideal é a utilização de recursos visuais, como fotos e vídeos. Esse tipo de publicação tem uma aceitação muito maior do público, em grande parte pela facilidade de consumo. Dentre as opções, podemos citar:

  • Gifs animados;
  • Fotos com ou sem texto;
  • Transmissões ao vivo;
  • Stories.

Alguns flyers de festa digitais podem acabar sendo muito mais proveitosos que publicações extensas sobre o assunto.

Pensando nisso, utilize fotos e vídeos para a maior quantidade de conteúdo que você puder. Às vezes, uma imagem que chame a atenção vale muito mais do que um texto longo e cheio de detalhes técnicos.

Ainda assim, mantenha esse conteúdo visual sempre em conexão com a mensagem que você está querendo passar. Do contrário, o vídeo ou a imagem não atingirá o público da forma correta e você não conquistará o engajamento necessário.

3. Acompanhe as novidades

O Facebook constantemente se atualiza e cria novas funções para seus usuários. Sempre que uma novidade aparece nos formatos de publicação, é comum que a própria plataforma coloque como prioridade os posts que utilizam essas novas ferramentas.

Por isso, é importante estar atento a qualquer novidade e aproveitar os momentos de lançamento para conseguir engajamentos mais certeiros e com uma recepção melhor.

Entretanto, vale a pena conferir usando as ferramentas de análise da própria plataforma como está a recepção dessa nova funcionalidade. É preciso identificar se, além do EdgeRank, o público está consumindo o material.

Muitas vezes, um conteúdo tradicional com um bom engajamento em curtidas e comentários vale mais a pena do que o trabalho de criar um conteúdo para uma nova função que os clientes não estão demonstrando interesse em utilizar.

4. Incentive o engajamento

Uma forma interessante de conquistar um engajamento maior para suas publicações é através do uso de perguntas. Deixe a publicação em aberto, para que o público consiga interagir diretamente.

É importante manter esse tipo de questionamento pertinente ao conteúdo da publicação, mas muitas vezes, deixar uma lacuna em aberto ou perguntar a opinião do público no post original acaba fazendo com que as pessoas comentem.

Por exemplo, se a sua gráfica quer que os usuários se engajem em sua publicação sobre convites personalizados, pergunte como elas gostariam de personalizar o convite ou para quem elas enviariam um convite desses.

Utilize essa ferramenta como uma forma de identificar e conhecer melhor seu público-alvo. Perguntas polêmicas podem gerar um engajamento bom através dos comentários, mas dificilmente eles servirão para sua empresa.

O ideal aqui é utilizar as perguntas como uma forma de estruturar seu conteúdo para conquistar ainda mais seguidores.

Benefícios do EdgeRank para empresas

A utilização do algoritmo por contas comerciais pode trazer uma série de vantagens, uma vez que a própria ferramenta é uma medida de qualidade de publicações na rede social.

Uma empresa que tem suas publicações alinhadas ao EdgeRank acaba aumentando sua credibilidade, até porque para melhorar o engajamento, precisa criar conteúdo de qualidade e demonstrar autoridade sobre a área de atuação.

Além disso, quanto mais você conseguir se engajar na rede, maior será a quantidade de pessoas interagindo com a sua empresa.

Isso porque a qualidade de suas publicações fará as pessoas se interessarem o suficiente para compartilhar o conteúdo, espalhando de forma viral para suas redes de amigos e familiares.

Até mesmo uma empresa de placas informativas personalizadas que tem um conteúdo interessante nas redes acabará alcançando um público muito maior.

Essa etapa é muito importante para conquistar o engajamento orgânico, uma vez que as pessoas conversam entre si e, quanto mais elas gostarem do seu conteúdo e espalharem para outras pessoas, maior será a chance de você conquistar novos seguidores.

Quanto mais pessoas receberem seu conteúdo, melhor será a conversão de clientes. Essa possibilidade de aumento de lucratividade é fundamental para qualquer negócio que deseja utilizar o Facebook como plataforma de marketing.

Considerações finais

É necessário um tempo de aprendizado para você conseguir aplicar todas as ações necessárias de engajamento com o EdgeRank, mas com isto realizado, as chances de crescimento de sua empresa são enormes.

O Facebook é uma das maiores redes sociais do mundo, e por isso, é essencial estar atualizado no mercado e sempre pronto para novos meios de interação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

algoritmo do google

Conheça as principais atualizações do algoritmo do Google

As atualizações do algoritmo do Google não param. A cada ano que passa, o buscador lança uma nova tendência, que reflete na maneira em que os sites são classificados nos resultados de pesquisa (SERPs).

Com isso, quem investe em SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, precisa ficar de olho em todas as mudanças, para reformular os conteúdos e, dessa forma, alcançar a tão sonhada primeira posição.

No artigo de hoje, conheça as principais atualizações do algoritmo do Google e saiba como otimizar o seu site para melhorar a classificação nas SERPs. Acompanhe a leitura!

Mas, primeiro: como funcionam os algoritmos?

O algoritmo do Google nada mais é que um conjunto de operações que define a forma como os resultados das buscas serão apresentados aos usuários.

Por exemplo, quando você faz uma pesquisa sobre reeducação alimentar para emagrecer, o Google oferece uma série de resultados. Porém, os que estão no topo da lista são os que seguiram as recomendações dos algoritmos.

Sendo assim, eles são considerados mais valiosos do que os outros sites, com um conteúdo informativo de qualidade, além de oferecer uma boa experiência ao usuário.

Em resumo, os algoritmos são responsáveis por descobrir, entender e organizar o conteúdo que irá aparecer nos resultados de pesquisas, para entregar as melhores respostas aos usuários.

9 principais atualizações do algoritmo do Google

Agora que você já entendeu como os algoritmos funcionam, é o momento de conhecer as principais atualizações do Google nos últimos anos. Dessa forma, você saberá exatamente como otimizar o seu site para melhorar a classificação.

1 – Panda (2011)

O Panda foi uma atualização lançada oficialmente em 2011, que transformou significativamente a estratégia de SEO. Com ela, mais de 12% dos resultados de busca foram afetados e milhares de sites foram rebaixados.

A principal diretriz do Panda é punir as páginas com conteúdos de baixa qualidade. Sendo assim, alguns sites tiveram que reestruturar seus materiais.

De acordo com a atualização, as páginas serão punidas em caso de:

  • Plágio (conteúdo duplicado ou copiado);
  • Produção automática de textos;
  • Pouca informação de qualidade;
  • Excesso de publicidade, ao invés de conteúdo;
  • Geração indiscriminada de backlinks.

Por isso, se uma empresa de motoboy quer começar a investir no SEO, ela precisa ficar atenta a todas as recomendações do Panda, pois essa é uma das atualizações que mais pesa na hora de classificar os conteúdos no Google.

2 – Penguin (2012)

O Penguin (ou pinguim) foi uma atualização lançada em 2012, que afetou cerca de 3% das páginas nas SERPs. 

A ideia aqui é evitar a “superotimização” dos sites, ou seja, páginas que investem pesado em SEO, mas acabam esquecendo que o usuário é quem merece destaque. Normalmente, o excesso de otimização resultava no famoso black hat (técnicas abusivas).

Diante disso, o Penguin passou a punir os sites que produziam conteúdos de baixa qualidade somente para ludibriar o algoritmo.

Como exemplo, podemos destacar os textos que somente repetiam as palavras-chave aleatoriamente. Desse modo, se o termo era contrato motoboy, por exemplo, essa mesma palavra era repetida indiscriminadamente ao longo do artigo.

Essa é uma prática de black hat, punida pelo Penguin.

3 – Hummingbird (2013)

O Hummingbird foi lançado em 2013, tendo como principal objetivo aprimorar os resultados de busca. Diferentemente das atualizações anteriores, a intenção aqui não é punir, mas sim, fazer uma classificação mais estratégica.

Com o Hummingbird, as páginas não precisavam mais conter a representação exata das palavras-chave pesquisadas pelo usuário. Sendo assim, os conteúdos poderiam ter termos variantes, o que colabora com a riqueza textual.

Dessa forma, ao invés de escrever “moto frete” em um blog post, por exemplo, é possível optar pelo conjunto “frete de moto”, que dá mais sentido e leveza ao conteúdo.

Com a ajuda de sinônimos e melhor correspondência do campo semântico, o Google era capaz de compreender o que está sendo pesquisado e, assim, entregar os melhores resultados ao usuário.

4 – Pigeon (2014)

O Pigeon é uma atualização de 2014, que aprimorou as buscas para resultados locais.

Com ela, o Google passou a classificar as pesquisas de acordo com a localização do usuário, entregando resultados de empresas, lojas e outras informações de negócios próximos.

Assim, quando o usuário busca por sala comercial compartilhada, por exemplo, o buscador irá indexar os coworkings que estão dentro da cidade ou bairro em que a pessoa está. Isso ajuda nas buscas mais específicas.

Estima-se que o Pigeon modificou a classificação de vários sites, além de melhorar o rankeamento de pequenos negócios locais.

5 – HTTP/SSL Update (2014)

Também em 2014, o Google lançou outra atualização, mas dessa vez, com foco na segurança. O HTTPS tornou-se um fator de rankeamento porque incentivou a adoção de protocolos de proteção nos sites.

Sendo assim, as páginas que possuem certificados SSL e migram para o HTTPS contam com informações criptografadas, impedindo que os dados possam ser usados por pessoas mal intencionadas, ou perdidos.

Além disso, alguns sites mais seguros, com tecnologia similar a uma catraca controle de acesso, permitindo que somente pessoas autorizadas possam verificar informações, também obtiveram melhor classificação no Google.

6 – Mobilegeddon (2015)

Já em 2015, o Google lançou o Mobilegeddon, uma atualização voltada às pesquisas em dispositivos móveis.

Com essa mudança, os sites mobile-friendly passaram a ganhar mais destaque nos resultados de busca, justamente porque permitiam o acesso através de tablets e smartphones, aparelhos em expansão nos últimos anos.

O objetivo do Mobilegeddon era melhorar a experiência dos usuários que fazem buscas por dispositivos móveis, tendo um site com design mais responsivo e maior velocidade de carregamento.

Na prática, essa atualização não causou grandes mudanças, uma vez que várias páginas já se preparavam para oferecer uma boa navegabilidade em diferentes telas.

7 – Rank Brain (2015)

Outra atualização lançada em 2015 foi o Rank Brain, como uma evolução do Hummingbird

Visto que o Google já era capaz de compreender as intenções de busca do usuário, agora o buscador também utilizaria a inteligência artificial e machine learning para a classificação.

Dessa forma, o mecanismo de busca conseguiu interpretar melhor as consultas dos usuários. Sem a ajuda de intervenção humana, o Google aprendeu automaticamente as questões de interação, para entregar resultados mais relevantes.

Nesse sentido, quando um usuário pesquisava por gravação áudio, por exemplo, o Google já sabia qual era a intenção, por exemplo, encontrar um software ou um estúdio, de acordo com as pesquisas previamente feitas e o comportamento do internauta.

8 – Fred (2017)

A atualização nomeada como Fred foi lançada em 2017, tendo como principal objetivo identificar os sites com conteúdos de baixa qualidade, com excesso de banners publicitários.

O Fred funciona basicamente como o Panda, porém, tem como foco identificar a presença de anúncios patrocinados usados indiscriminadamente nos sites.

9 – BERT (2019)

Em 2019, o Google lançou a atualização conhecida como BERT (Bidirectional Encoder Representations from Transformers). O algoritmo conta com um novo sistema de inteligência artificial, especializado no processamento de linguagem natural (NLP).

De acordo com o próprio Google, cerca de 15% das buscas realizadas diariamente são inéditas. Sendo assim, os sistemas precisam de inteligência suficiente para compreender as intenções dos usuários, mesmo que as pesquisas nunca tenham sido feitas.

Além disso, o BERT consegue identificar quando as palavras-chave são escritas incorretamente. Dessa forma, se alguém busca por “aluguel de endereço fiscal”, mas escreve algo errado, o algoritmo é capaz de fazer essa diferenciação.

Em suma, o BERT consegue compreender o contexto geral das buscas, tendo como base uma análise dos termos que compõem a pesquisa, os significados, o contexto e a relação entre as palavras.

Com essa atualização, a indexação do Google não fica travada em palavras-chave específicas, já que o buscador entende frases completas, mesmo quando são escritas de modo informal.

Conclusão

Ter uma boa classificação no Google não é uma tarefa simples. Afinal de contas, é preciso considerar uma série de aspectos na hora de produzir o conteúdo e, além disso, levar em consideração os algoritmos envolvidos no buscador.

Em conjunto, o Google está em constante mudança, sempre lançando novas atualizações para melhorar a classificação das páginas. Como consequência, o SEO é afetado e vários sites precisam renovar seus materiais para manter o bom rankeamento.

O artigo de hoje buscou trazer algumas das principais atualizações do algoritmo do Google, destacando as mudanças que afetaram diretamente o SEO. 

Ao conhecer todas elas, é possível produzir conteúdos mais direcionados, tendo em vista não só as exigências do buscador, mas também as intenções de busca do usuário.

Assim, você irá conseguir alcançar a tão sonhada primeira posição no Google!

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

CRM

CRM: o que é e qual sua importância

O CRM, sigla para Customer Relationship Management (ou Gestão do Relacionamento com o Cliente) vai muito além de apenas um software. Trata-se de uma abordagem que tem como principal foco os processos de uma empresa o cliente.

Percebendo e antecipando suas necessidades para encontrar as melhores formas de atendê-lo.

O conceito é bem simples: basicamente criar toda uma estratégia de negócios com foco no cliente. Essa estratégia engloba todas as áreas da empresa, desde o operacional até as ações de marketing, vendas e, principalmente, atendimento. 

O processo básico consiste em:

  • Definir;
  • Medir;
  • Analisar;
  • Melhorar;
  • Controlar.

Para facilitar a aplicação destas estratégias, existem diversos sistemas CRM, soluções tecnológicas que permitem um melhor preparo e execução dos elementos necessários para a realização do CRM.

Uma empresa de catraca para academia pode estar com as vendas em baixa por não conseguir lidar de forma adequada com seus clientes. Utilizar uma nova ferramenta estratégica pode acabar mudando completamente a situação da empresa.

Hoje em dia, principalmente por conta do avanço na tecnologia e a facilidade de contato que a internet traz, o perfil do cliente mudou.

Aos poucos, o relacionamento entre consumidor e marca evoluiu e tornou-se a mais importante etapa de um processo de vendas, com a criação de conceitos, como a experiência do cliente.

Não basta um folheto a3 indicando a um cliente que ele pode ter confiança para comprar um produto ali. As relações em si mudaram ao longo do tempo, e uma empresa deve se atualizar para manter-se competitiva.

Isso porque, com muito mais opções de compra no mercado, o diferencial no atendimento tornou-se um dos principais motivos de conquista no mercado. O cliente deve ser cativado, com uma interação inteligente e amigável, que não o diminua a um número.

Um sistema CRM armazena todas as informações que pode sobre clientes atuais e aqueles que ainda não completaram uma transação. Dados como nome, endereço, número de telefone, contatos anteriores que ele teve com a empresa, entre outros.

Com isso, o sistema permite um acompanhamento muito melhor do cliente em questão, que se sentirá muito mais valorizado ao se dar conta de que há um esforço para compreender suas necessidades e buscar soluções adequadas.

Uma série de processos podem ser considerados obsoletos hoje em dia. Para poder deixar de lado estes recursos e acelerar o trabalho com a automação nas áreas necessárias para poder focar-se no cliente, as ferramentas do CRM são fundamentais.

Uma clínica de drenagem linfática no rosto pode utilizar esse sistema para conseguir identificar as necessidades de seus clientes e apresentar novas propostas no mercado estético.

Isso porque você consegue automatizar o repasse de leads para sua equipe de vendas trabalhar, buscando um contato mais próximo e real com estes possíveis clientes, com o objetivo de encontrar uma conversão maior.

Tipos de CRM

Existem dois modelos básicos de CRM,sendo o Local e o de Nuvem. O caminho que sua empresa vai trilhar depende muito da necessidade e do orçamento disponível para identificar em qual deles você melhor se encaixa.

O CRM Local, também conhecido como On-Premise, é o sistema que é mantido em um servidor físico dentro da empresa. Por ser um equipamento delicado e complexo, é importante que seu estabelecimento tenha uma equipe de TI própria para lidar com ele.

Isso permite que esses profissionais possam manter um maior controle sobre o sistema, mas é importante pensar que todos os processos se tornarão extremamente independentes da equipe de Tecnologia da Informação.

Isso porque qualquer falta de energia pode atrapalhar o uso do sistema, além de problemas de outras fontes que dependam do trabalho constante de suporte do TI para conseguir uma boa utilização.

Além disso, este formato costuma ser mais custoso, uma vez que o equipamento necessário para seu uso pode acabar saindo caro.

Por exemplo, uma clínica de nutricionistas que elaboram plano alimentar para emagrecer provavelmente não terá a estrutura necessária para manter um servidor ativo como uma empresa multinacional tem.

Por isso, muitas empresas têm optado pelos serviços online. Mesmo que estes dependam da internet e estejam sujeitos a uma falha caso a conexão se perca por algum motivo, o sistema tem funcionalidades muito mais atuais neste formato.

Com este modelo, você consegue acessar o sistema 24 horas por dia, todos os dias da semana, de qualquer lugar que você esteja, desde que possua pelo menos um smartphone ou computador e conexão com a internet.

Essa mobilidade é perfeita para pessoas que costumam ter que trabalhar viajando, uma vez que elas podem continuar acompanhando os registros da empresa, independentemente do local.

Os custos de utilização de um serviço desses, se constatado de um especialista, é muito menor que o de montar e configurar um servidor próprio.

Além disso, normalmente as empresas que oferecem esse tipo de serviço já tem suas próprias equipes de TI, que oferecem suporte ao longo de todo o dia, sem gerar custos maiores para a empresa.

Com isso, é possível focar-se nos elementos principais de sua estratégia de negócios, que é a captação e conversão de clientes. Isso porque toda a etapa automatizada do serviço facilitará a busca para a equipe de vendas conseguir melhores resultados.

Benefícios e resultados do CRM

A utilização do CRM pode trazer uma série de benefícios tanto para uma empresa de placas informativas personalizadas, quanto para uma loja de equipamentos eletrônicos, uma vez que a estratégia é muito mais ligada no contato com o cliente.

Conheça, a seguir, algumas das vantagens trazidas com o uso do CRM.

1. Relacionamento com clientes

Por mantê-lo sempre no foco negocial, o CRM permite que o relacionamento com clientes se torne muito mais dinâmico, alcançando resultados melhores.

Isso porque todas as negociações passam a se tornar sistemáticas, fazendo com que a gestão de vendas seja potencializada para seu empreendimento.

Compreendendo o cliente e suas necessidades, você consegue identificar o melhor resultado para ele e gera um aumento de fidelidade, uma vez que o cliente certamente conseguirá confiar em você.

Uma loja de vinho frutado tinto precisa conhecer seus clientes para oferecer novas experiências de consumo, conquistando-os no processo.

Além disso, o sistema cria um conceito de obtenção e análise de feedbacks, permitindo que sempre seja possível aprimorar os planos de ação em vigor e criar novas ferramentas para mudar pontos negativos que surjam em um feedback.

2. Potencializa as vendas

Com a coleta de dados realizada pela ferramenta, um vendedor terá muito mais argumentos para conseguir identificar novas estratégias de vendas com um cliente.

Isso porque ele acaba tendo acesso aos gastos anteriores do cliente, bem como produtos em que houve uma consistência em compras. Em posse destas informações, é possível para um bom vendedor trabalhar a negociação com o cliente.

Quando a equipe de vendas de uma fabricante de camiseta personalizada com logo faz uma abordagem para um cliente que ela conhece, é muito mais fácil identificar quais produtos podem ser ofertados para aumentar a qualidade do comprador.

Além de tornar mais fácil estreitar o relacionamento entre consumidor e marca.

3. Melhora a comunicação

A comunicação é um fator crucial para uma boa equipe de vendas. Isso porque muitas vezes, é necessário que um atendimento se inicie em um contato e passe para outro, ou um cliente retorne uma compra depois de ter finalizado o atendimento com outro atendente.

O sistema CRM permite um compartilhamento padronizado de dados, fazendo com que toda a equipe esteja no mesmo tom quando lidar com sua clientela.

Por isso, qualquer vendedor pode tomar uma negociação de onde ela parou sem ficar perdido ou ter que recomeçar o processo.

É possível também adicionar novas informações para auxiliar os colegas de equipe a conquistar resultados muito mais positivos e adequados para a empresa.

4. Aprimora a gestão

O sistema CRM não auxilia apenas na etapa operacional de um negócio. 

Os gestores têm em suas mãos uma ferramenta poderosa de análise, da qual em poucos instantes conseguem gerar relatórios completos de atividades e avaliar as melhores ações a serem tomadas.

A utilização dessa ferramenta por gestores amplia seu panorama de visão, permitindo que ele alcance resultados muito mais satisfatórios para a empresa.

Um gerente de uma companhia de fretamento de vans, por exemplo, pode acessar em instantes as buscas e negociações de seus serviços, conseguindo identificar as estratégias mais funcionais no processo.

Por isso, é importante que toda a equipe esteja no mesmo tom com relação a aplicação, para que o gestor consiga usufruir da melhor forma possível.

O CRM para as equipes de marketing e vendas

Em muitas empresas, as equipes de marketing e de vendas acabam se rivalizando, em grande parte porque um culpa o outro quando um trabalho não é bem sucedido. Esse tipo de discussão pode acabar sendo muito prejudicial para sua empresa.

Por isso, o ideal é criar um ambiente de conforto, onde ambas as equipes sintam-se conectadas e parte da equipe.

Com um sistema CRM, a equipe de marketing pode verificar os resultados obtidos pela equipe de vendas para formular novas técnicas de engajamento, criando um mecanismo muito mais funcional para o bom andamento das negociações.

Quando as duas equipes estão unidas, você consegue extrair o melhor de cada uma alavancando seus resultados e conquistando ainda mais espaço em qualquer mercado que sua empresa atue.

Uma empresa que decida utilizar as estratégias de CRM tem muito a ganhar, uma vez que a agilidade e padronização do processo podem alavancá-la e torná-la uma líder no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

marketing digital para restaurante

Marketing digital para restaurante: saiba como aplicar essa estratégia

Fazer marketing digital para restaurante é essencial para se destacar da concorrência. Mas, além disso, o uso da estratégia é importante para atrair mais pessoas para o seu negócio e aumentar seus rendimentos.

Afinal, o marketing digital mudou a maneira como as empresas dos mais variados setores do mercado divulgam sua marca, produtos e serviços.

Se antes as propagandas no rádio e na TV predominavam, assim como os anúncios em jornais, revistas e outros veículos impressos, hoje a conversa mudou de rumo.

Esses meios, além de serem mais caros e praticamente inacessíveis para os pequenos negócios, não eram feitos de maneira direcionada. Isso porque era difícil obter informações a respeito do público e as necessidades dele, para segmentá-lo.

O marketing digital mudou essa realidade. Além de ser acessível e perfeitamente cabível financeiramente aos negócios que estão começando agora, ele é feito de maneira direcionada, chegando até o público certo e na hora certa.

Isso é essencial para qualquer empresa, e com os restaurantes não seria diferente. Os seus clientes também estão conectados e é fundamental que você esteja em um contato mais direto com eles.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar por que os restaurantes devem usar o marketing digital, suas vantagens, além de dar dicas para fazer isso. Confira!

Por que usar marketing digital para restaurante?

O marketing digital é considerado a melhor estratégia atualmente. Se ele for bem trabalhado, atrai um número maior de clientes e faz qualquer negócio se destacar.

Mesmo sabendo disso, algumas pessoas continuam achando que somente um panfleto pizzaria pode ajudar. É claro que essa estratégia é importante, mas ela não é a única.

Segundo o IBGE, 116 milhões de pessoas têm acesso à internet no Brasil. Ou seja, mais da metade dos brasileiros estão conectados todos os dias, e passam horas na web.

Seu público está entre essas pessoas, por isso, uma das principais razões para se investir em marketing digital para restaurantes é o fato de que ele permite que você se conecte com um público amplo.

Também é por meio dele que o seu restaurante vai se comunicar com potenciais clientes, por meio de canais como as redes sociais.

Essas plataformas somam milhões de perfis ativos no Brasil, portanto, quem marca presença por lá certamente está próximo de seus clientes e leads, interagindo e divulgando seus produtos e serviços.

Tudo isso é feito de maneira mais acessível, uma vez que as estratégias de marketing, como folhetos restaurante, anúncios no Google e em redes sociais, assim como as práticas orgânicas, são muito mais baratas.

Além de ter um custo baixo, ainda atuam de maneira segmentada, ou seja, o seu restaurante vai atingir exatamente as pessoas que têm interesse nos produtos e serviços que você oferece.

Além do mais, a internet hoje é o meio mais relevante para fazer circular as imagens do que você vende, e nós sabemos muito bem que, no caso dos restaurantes, as fotos dos pratos e da comida são muito importantes para conseguir vender.

É possível usar ferramentas que melhoram as qualidades da imagem e você vai compartilhá-la nos melhores momentos, ou seja, quando o seu público-alvo precisa do que você vende.

Sem falar que é fundamental que o seu negócio exista na web. Para se ter uma ideia, o consumidor moderno está tão habituado ao Google que, se ele pesquisar o nome do seu estabelecimento por lá e não encontrá-lo, vai partir para a concorrência.

Então não basta investir em bons anúncios de comida congelada para semana; é preciso estar em plataformas como o Google Meu Negócio. É por meio dele que o seu restaurante entra no “mapa digital” do buscador e aparece como resultado em uma pesquisa.

Por fim, investir em marketing digital para restaurantes é importante para que o seu negócio tenha mais influência e, com isso, seja indicado pelos seus clientes.

Se você tiver uma boa presença online, as pessoas podem compartilhar seu perfil nas redes sociais, publicações no blog, dentre outros que ajudam a tornar o seu estabelecimento mais conhecido.

Agora que você já sabe por que é importante usar o marketing digital no seu negócio e de que maneira ele influencia a imagem da sua marca, no tópico a seguir, vamos dar algumas dicas de como usá-lo. Acompanhe!

Dicas de marketing digital para restaurante

O marketing digital não pode ser feito de qualquer maneira. Apesar de parecer muito fácil divulgar o seu hambúrguer artesanal diferente na internet, é preciso saber trabalhar as estratégias desse tipo de marketing.

No caso dos restaurantes, existem algumas práticas que podem ajudar ainda mais a alavancar o negócio. Entre elas, podemos mencionar:

1 – Ter uma boa identidade visual

A identidade visual vai permitir que seus clientes e o público em geral conheçam a sua empresa apenas ao ver seu logo ou qualquer postagem na web.

Ela deve estar presente em todas as ações do seu negócio, ou seja, desde as placas informativas para restaurantes até as campanhas mais caras que você investir.

Para definir a identidade visual é necessário levar em conta os valores da sua companhia e a maneira como ela conversa com o público.

Independentemente do objetivo das campanhas que você cria, é preciso que a identidade visual contenha elementos marcantes e que ajudem a sua empresa a ser identificada mais facilmente pelo público.

2 – Usar fotos profissionais

Para mostrar aos clientes os pratos que são preparados em seu estabelecimento e convencê-los a irem até o local, é imprescindível investir em lindas fotografias.

Mais do que preparar os pratos e usar o melhor smartphone para fotografá-los, é preciso conhecer algumas técnicas que talvez só os fotógrafos conheçam.

Além de conhecerem bem as melhores práticas da fotografia, eles possuem os melhores equipamentos, e sabem produzir as melhores combinações. Por isso, cogite a contratação de um profissional para ter as melhores fotos dos seus alimentos.

3 – Ter um site responsivo

Para uma boa estratégia de marketing digital, é essencial que o seu restaurante tenha um site otimizado e com boa usabilidade.

Para chegar a esse objetivo, ele precisa, em primeiro lugar, ser responsivo, ou seja, um site que pode se adaptar perfeitamente a qualquer tipo de tela, como:

  • Celulares;
  • Tablets;
  • Notebooks;
  • Desktops.

Também é importante que o site tenha um blog vinculado a ele, pois é lá que o seu restaurante vai investir na publicação de conteúdos relevantes para o público.

Inclusive, o blog é uma prática usada por empresas dos mais variados mercados, para publicação de conteúdo relevante para o público-alvo.

O consumidor está cada vez mais exigente, então se ele deseja comprar vinho francês, por exemplo, quer saber mais informações acerca do produto.

No blog do restaurante, é possível falar um pouco mais a respeito da sua empresa, os serviços que ela oferece, sobre seus diferenciais e, claro, sobre o mercado.

É com este canal que você constrói a autoridade de seu negócio, mostrando aos visitantes que você entende do que faz, facilitando, assim, as conversões.

Por fim, qualquer negócio, como um buffet de massas, precisa trabalhar bem suas estratégias de SEO tanto dentro do site como do blog, para que eles possam aparecer entre os primeiros resultados de uma pesquisa.

4 – Colocar o cardápio no site

Nós falamos mais acima sobre a importância de ter um bom site para o seu negócio, só que, além daqueles detalhes, é essencial que você inclua o seu cardápio.

Isso porque ele mostra para o cliente quais são as opções que ele tem disponíveis, e ainda traz algumas vantagens para o seu estabelecimento. Por exemplo, essa prática faz com que o visitante permaneça mais tempo em sua página.

Além disso, ao contrário do cardápio impresso, neste você pode incluir as fotos dos pratos. Também é um excelente espaço para que seus parceiros façam anúncios, o que aumenta seus rendimentos e também ajuda a divulgar o restaurante.

5 – Fazer promoções no Instagram

O Instagram é uma das plataformas mais importantes para trabalhar o marketing do restaurante. Isso porque essa rede social é voltada para a divulgação de imagens, funcionando como um tipo de vitrine para os negócios.

Além de publicar imagens perfeitas do seu estabelecimento e da comida que ele serve, em alguns períodos do ano, é interessante fazer algumas promoções.

Por exemplo, no Dia das Mães, você pode sortear um tradicional bolo caseiro, colocando como regras o compartilhamento da publicação e a marcação de amigos na postagem.

Ou, ainda, no Natal ou Ano Novo, pode-se sortear um almoço entre as pessoas que compartilharem a sua publicação.

Enfim, são maneiras de usar essa rede social a favor do seu negócio, de modo que ele se destaque e ganhe mais notoriedade entre o público.

Conclusão

O marketing digital utiliza estratégias inteligentes para divulgar uma marca, seus produtos e serviços. Ele é importante para qualquer tipo de negócio, inclusive para um restaurante.

Com as dicas deste artigo, certamente você saberá usá-lo e usufruir de todos os seus benefícios. Afinal, trata-se de uma metodologia online e gratuita, que abre espaço para todos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

métricas para e-commerce

Métricas para e-commerce: saiba quais números analisar

Quem está pensando em abrir uma loja virtual, ou até já tem um empreendimento online, precisa levar em consideração a importância das métricas para e-commerce.

Afinal de contas, online ou offline, a administração dos negócios segue a mesma lógica. Por esse motivo, ter ao lado indicadores de desempenho é uma forma de avaliar se o desempenho da sua loja está realmente indo bem.

Hoje em dia, ainda temos a vantagem de contar com várias ferramentas e recursos online, que permitem acompanhar praticamente todas as ações em tempo real.

Ou seja, basta ter um notebook novo e de qualidade, que você pode verificar com precisão as métricas da sua loja.

No artigo de hoje, saiba quais números analisar para ver a performance das suas campanhas e conheça as principais métricas para e-commerce. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que são métricas?

Chamamos de “métricas” todos os resultados, que podem ser numéricos ou não, que uma empresa apresenta, com relação ao seu desempenho estratégico.

Por exemplo, o número de pessoas que fecharam a contratação do serviço de locação de van para praia é uma métrica. 

A quantidade de visitantes do seu site também é outra métrica. 

Número de seguidores, pessoas cadastradas na newsletter… Enfim, as métricas estão em todo o lugar, sendo relacionadas com campanhas de marketing, vendas, mas também com questões de administração e finanças.

As métricas são extremamente importantes para medir o desempenho do seu e-commerce. Isso porque elas demonstram se os dados obtidos são satisfatórios ou não para os negócios, o que pode significar o sucesso do seu empreendimento.

Fora que as métricas também estão relacionadas com a previsibilidade.

Por meio delas, você pode conferir dados reais acerca da sua empresa e, com isso, tomar decisões mais assertivas, o que te ajuda a poupar tempo e dinheiro.

Vale dizer que as métricas também informam sobre o seu público. Isso é fundamental para um e-commerce, diante da grande concorrência da internet.

Por isso, quando uma escola bilíngue infantil conhece bem a sua audiência, ela consegue elaborar campanhas mais orientadas, o que inevitavelmente vai colaborar com os bons resultados da sua empresa.

9 métricas para e-commerce para ter sucesso nas campanhas

É muito normal que alguns e-commerces analisem algumas métricas que não necessariamente medem os objetivos do seu planejamento. Isso porque nem sempre conhecemos os reais indicadores e suas características.

Por esse motivo, separamos algumas das principais métricas para e-commerce que vão te ajudar a ter sucesso nas campanhas. Confira a seguir!

1 – Transações comerciais

As transações comerciais referem-se à quantidade de pedidos que foram realizados na sua loja virtual. Por exemplo, quantas pessoas pediram por uma vela rechaud atacado.

No entanto, vale dizer que essa métrica mede todos os pedidos, incluindo os que não foram concluídos por boletos não pagos, cartões não aprovados, etc. Por isso, é importante ter atenção na hora de avaliar o número de transações comerciais.

Afinal de contas, não basta ter uma grande quantidade – elas precisam ser efetivadas (pagas) para dar lucros ao seu e-commerce.

2 – Receita

A receita consiste no valor monetário das transações comerciais, isto é, quantos reais (R$) os usuários gastaram, somando todos os pedidos.

Dessa forma, se uma aula de canto iniciante custa R$ 50 e a sua escola teve 10 transações, significa que a receita total é de R$ 500. 

No entanto, mais uma vez, é válido ressaltar que todos os valores são contabilizados, inclusive os não pagos.

3 – Taxa de conversão

A taxa de conversão é uma das métricas mais populares quando se trata de e-commerces. Ela refere-se à quantidade de usuários que visitaram o seu site e finalizaram uma compra, ou seja, a porcentagem de pessoas que se tornaram clientes.

Aqui, é possível ter uma ideia maior da performance das campanhas. Afinal de contas, se a taxa estiver baixa, dá para saber o porquê. Os motivos são diversos, como:

  • Dificuldade de navegação no site;
  • Desorganização do catálogo de produtos;
  • Insegurança na hora de fechar a compra;
  • Layout não responsivo;
  • Entre outros.

Aliás, também vale a pena dar uma olhadinha na concorrência. Muitas vezes, a sua taxa de conversão diminui porque outras empresas estão oferecendo melhores soluções, como entregas rápidas.

Quando isso acontecer, você pode planejar uma maneira de conquistar os clientes.

4 – Quantidade média de produtos

A quantidade média de produtos te ajuda a compreender quantas mercadorias saem por pedido no seu site. De forma geral, dá para saber quantos produtos um cliente costuma comprar na sua loja.

Essa métrica ajuda você a medir a quantidade de itens que um usuário costuma comprar para não pagar frete, por exemplo. Assim, você pode ter um insight e fazer uma promoção de up selling.

Imagine que a quantidade média de pratos para congelar vendidos na sua loja é de 5 unidades. Assim, uma dica é fazer uma promoção do tipo: leve 10 e ganhe mais desconto.

Percebe? É uma forma de obter melhores resultados e vender mais!

5 – Ticket médio

O ticket médio refere-se à relação entre a receita e a quantidade de transações comerciais. Para calculá-lo, basta aplicar a seguinte fórmula:

Ticket Médio = receita / transação

Da mesma forma que a quantidade média de produtos, o ticket fornece algumas ideias valiosas para promoções, já que é possível saber o quanto as pessoas costumam gastar na sua loja.

6 – Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é uma das métricas mais famosas do mercado. Ela mede as pessoas que deixaram o seu site sem realizar nenhuma interação, nem ao mesmo navegar em uma outra seção da página.

Essa métrica é muito importante, pois ela é capaz de mostrar quais aspectos do seu site não estão agradando o público.

Vale dizer que o seu produto pode ser muito bom, como uma super modeladora de pão. Mas se o seu site não oferecer uma experiência agradável aos visitantes, é bem provável que você tenha uma alta taxa de rejeição.

7 – ROI (Retorno sobre Investimento)

O ROI é mais uma das métricas mais conhecidas no marketing. Com ela, é possível calcular o retorno sobre o investimento em uma determinada mídia.

Por exemplo, caso você tenha pago um anúncio no Facebook e essa propaganda resultou em um grande aumento de vendas, o seu ROI é positivo.

O cálculo do ROI segue a fórmula:

ROI = (Ganho obtido – Investimento inicial) / Investimento inicial

Por meio dessa métrica, é possível orientar melhor os seus investimentos em marketing digital e, com isso, evitar gastos desnecessários em campanhas improdutivas.

8 – CAC (Custo de Aquisição por Cliente)

O CAC é a soma de todos os recursos investidos para que os clientes cheguem até a sua loja virtual, dividido pelo número de consumidores adquiridos.

Isso quer dizer que quanto menor for o CAC do seu e-commerce, mais bem-sucedida é a sua campanha – fora que a retenção de clientes também estará dando frutos.

Para calcular o CAC, é fundamental que o e-commerce documente todos os gastos de marketing, propaganda e divulgação, uma vez que eles contribuem para que os valores calculados sejam reais.

O CAC também contribui para conhecer a quantidade de dinheiro que precisa ser investido para alcançar as metas propostas pelo seu e-commerce.

9 – Abandono de carrinho

O abandono de carrinho, como o próprio nome sugere, diz respeito à quantidade de pessoas que iniciaram uma compra, mas não concluíram, deixando os produtos pendentes no carrinho de compras.

Para calcular a taxa de abandono de carrinho, a fórmula é:

Abandono de carrinho = (número de pessoas que colocaram um produto no carrinho / número de pessoas que realizaram uma compra) x 100

Com essa métrica, você consegue ter uma ideia do porquê os usuários desistiram da compra, pois isso pode estar atrelado à falta de segurança no check out, ou até mesmo aos valores altos do frete.

Conclusão

As métricas são indicadores indispensáveis para qualquer negócio, seja ele online ou offline. Porém, no caso dos e-commerces, vale a pena conhecer alguns resultados específicos, pois eles ajudam a orientar melhor as próximas campanhas de marketing.

Além disso, é uma maneira de avaliar  se o seu negócio é bem sucedido na internet, já que o ambiente digital tem uma alta concorrência.

No entanto, sabemos que nem sempre é fácil escolher as métricas adequadas para avaliar a sua loja virtual. Por conta disso, o artigo de hoje trouxe algumas dicas que podem te ajudar a escolher os melhores indicadores.

Dessa forma, o seu planejamento irá ser cada vez mais assertivo, com investimentos orientados e, com isso, é possível ter um aumento da lucratividade e redução dos custos.

Então, se você ainda não trabalha com métricas, a hora é agora!

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

gatilhos mentais

Gatilhos mentais: conheça os principais e como aplicá-los

Talvez você nunca tenha ouvido falar em gatilhos mentais, mas com certeza já foi influenciado por essas técnicas. Na verdade, é possível que você seja impactado dezenas de vezes todos os dias, dependendo de onde você mora.

Trata-se de recursos de marketing que se comunicam não apenas com o nosso consciente, mas sobretudo com o inconsciente, tentando influenciar nossa tomada de decisão. De fato, engana-se muito quem pensa que tudo o que decidimos é totalmente racional.

Há muitas decisões que fazemos durante o dia das quais a razão praticamente não participa. Imagine se tudo tivesse que ser racionalizado pelo seu cérebro, desde os movimentos de escovar os dentes até os músculos envolvidos em uma simples corrida.

Por isso é que existe o famoso “piloto automático”, que é aquilo que fazemos em um estado semiconsciente, sem que precisemos prestar atenção. 

Por exemplo, ao ver uma catraca de academia, ninguém tenta pular, mas procura alguém para saber como passar, não é mesmo?

Um estudo muito conhecido, que é “O Erro de Descartes”, de António Damásio, mostra que se tudo fosse mesmo racional, o homem não conseguiria decidir que calça utilizar antes de sair de casa para o trabalho.

Ao identificar essa possibilidade é que o marketing começou a investir nessas técnicas que hoje são chamadas “gatilho mental”. Há décadas, o esforço é o de fazer com que as pessoas tomem um refrigerante e não outro, ou comprem este e não aquele celular.

Não pense, porém, que apenas as grandes marcas do mundo podem utilizá-los. Hoje eles se disseminaram e podem ser aplicados a qualquer negócio, especialmente com o advento da internet e do marketing digital.

Realmente, muitos de nós já cruzamos com alguma landing page, que são páginas de destino focadas em uma ação principal, como comprar algo, baixar um e-book ou preencher um formulário de newsletters.

Ora, certamente essa página estava cheia de gatilhos, que iam desde um reforço de autoridade até um sentimento de escassez e medo de perder a oportunidade. Tudo isso foi pensado para ser assim, com vistas a gerar um efeito muito específico.

Então, se você quer compreender quais são os principais gatilhos mentais do mundo e como aplicá-los no seu próprio negócio, basta seguir adiante na leitura.

O que exatamente são os gatilhos mentais?

Seria um erro imaginar que os gatilhos são uma invenção da publicidade ou do marketing, embora realmente tenham começado a ser aplicados já nas décadas de 1960 e 1970. Mas eles existem desde sempre, onde quer que haja seres humanos.

Sem dúvida, uma empresa que vende esteira para academia pode aplicar psicologia no seu catálogo de vendas. 

Mas também não restam questionamentos de que muitos políticos e até pensadores da antiguidade também tinham algum conhecimento sobre esses fenômenos.

O foco central para entendermos do que se trata, e podermos aproveitar melhor as dicas práticas de gatilhos que daremos abaixo, é entender que o cérebro humano não apenas tem uma energia limitada, como ele sabe disso e faz algo a respeito.

Como vimos acima, se você fosse racionalizar cada decisão, desde os passos que dá até o suco que vai pedir durante o almoço, provavelmente você teria uma congestão cerebral na metade do dia, e não conseguiria fazer mais nada.

Aí é que entram os gatilhos, como um recurso natural que visa a automatizar algumas decisões que o cérebro considera secundárias. É claro que isso tem limites, pois ninguém jamais vai comprar uma casa ou um carro no “piloto automático”, certo? Nem tanto.

É verdade que é mais fácil contar com gatilhos para um serviço como adesivação de carros, ou pintura da fachada de uma casa, mas mesmo na venda desses bens de valor agregado alto, é possível utilizar algum tipo de gatilho.

Até porque, é possível utilizar mais de um ao mesmo tempo, e ele se torna mais poderoso quanto mais próximo está do que a marca realmente pode entregar, já que a função dele não é enganar ninguém, só deixar a concorrência para trás.

O famoso gatilho da escassez

Platão, o filósofo grego, já dizia que não deveríamos esperar uma crise em nossas vidas para aprendermos a dar valor ao que realmente importa. A verdade é que se passaram dois mil e quinhentos anos, e o ser humano não mudou em nada.

Por isso mesmo, sabendo que quase sempre perdemos o que não queríamos perder, surge em nós o gatilho da escassez. Assim, uma promoção de aula de dança sertanejo que tem vagas limitadas atrai mais do que outra que pode ser feita quando eu quiser.

Na verdade, esse gatilho vai além, e mostra que o sentimento de perda é mais forte em nós do que o de ganho. 

Ou seja, dizer que a pessoa não vai ter de pagar uma taxa a mais, seria melhor do que dizer que ela vai ganhar um desconto do mesmo valor.

Portanto, a famosa faixa de “50% off” que toda loja pendura na porta já não faz tanto sentido, não se ela estiver lá todo dia. Não é o fato de ganhar um desconto que faz a pessoa comprar, mas a sensação de que se não comprar hoje, pagará mais caro amanhã.

Um exemplo de como operar essa inversão é o das “vagas limitadas”. Como vimos no exemplo da aula de dança, ou de uma academia de hidroginástica, lembrando que a escassez precisa ser real, ou seus clientes perceberão a falta de boa-fé.

Outro exemplo clássico é o da disponibilidade de “1 item” no carrinho em uma loja virtual. Durante um tempo se pensou que dizer que há apenas um ou dois itens disponíveis seria algo ruim, mas na verdade a conversão aumenta, justamente por causa do risco de perda.

Qual a diferença para o da urgência?

É muito comum ver as pessoas confundindo o gatilho da urgência com o da escassez. No fundo, trata-se realmente do mesmo mecanismo, porém, embasado de um modo diferente.

Se o foco da escassez é o fato de que as vagas ou unidades do produto são limitadas, aqui o fator essencial é o do tempo. A bem dos bens, dizer que só resta um item no estoque não define até quando ele estará lá, concorda?

Já o da urgência vem com prazo de validade. Como dizer que um kimono karatê infantil que você quer dar para o seu filho só estará em promoção até o último horário do dia das crianças, depois, só no ano que vem.

Essa modalidade ficou conhecida com os sites de ofertas coletivas, justamente porque eles colocam um cronômetro bem grande na página, indicando quantos dias, horas, minutos e até segundos faltam para a promoção acabar.

Tal como já referido, é preciso ser sincero. O importante aqui é explicar o motivo de haver um “prazo limitado”, como uma data especial, implicações com o fornecedor ou com sua rotina de trabalho. Do contrário, o gatilho se esvazia e traz o efeito contrário.

O poder da autoridade em sua área

Talvez a gente não vá ao médico mais caro do mundo por falta de dinheiro, mas certamente, reconhecemos que ele só chegou lá porque é excelente no que faz, não é mesmo?

Essa autoridade pode ser replicada no mundo dos negócios, especialmente graças às pesquisas de mercado que costumam ser feitas em todos os segmentos.

Por isso, falar em funilaria é uma coisa, mas falar na funilaria que trabalha com a tinta que, comprovou-se cientificamente, “conserva a aparência do carro pelo dobro do tempo”, aí já é totalmente diferente, concorda?

Hoje em dia é possível demonstrar autoridade de várias maneiras, mesmo fora de uma oferta explicitamente vantajosa. 

Os blogs e vlogs são um modo de fazer isso. Com eles, você vai construindo a imagem que farão de você, até se tornar referência total em seu nicho.

Onde entra o da prova social?

Uma variação do gatilho de autoridade é o da prova social. Ele pode ser usado no caso de você não ter nenhuma pesquisa para comprovar a eficiência do seu produto ou serviço, especialmente se a clientela está aí para provar que é bom mesmo.

Verdade seja dita, os circos eram conhecidos por terem (ao menos os de antigamente), algumas pessoas pagas para rirem no meio da plateia, o que faria com que o restante das pessoas também rissem.

Hoje qualquer marca pode fazer algo parecido, seja para vender celulares ou banner de lona, especialmente se for algo verdadeiro. 

Os modos de ativar esse gatilho são:

  • Trazendo números de pesquisas de satisfação;
  • Utilizando depoimentos de clientes;
  • Mostrando a quantidade de unidades vendidas;
  • Por meio do engajamento em redes sociais;
  • Com fotos/vídeos de clientes usando o produto;
  • Entre outros índices ou conteúdos similares.

Por meio desses quatro gatilhos mentais, que são os principais já utilizados no mundo todo, é possível criar variações (assim como o de urgência deriva do de escassez, e o da prova social deriva do de autoridade).

Ao aplicá-los de maneira justa e criativa, certamente você mudará a realidade comercial do seu negócio.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.