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Como o Marketing de Relacionamento pode ajudar sua loja virtual?

Com o advento da internet, as possibilidades de contato entre as empresas e os clientes evoluíram incrivelmente. Hoje uma pessoa aparece no radar de uma empresa antes mesmo de saber que aquela solução existe – isso devido o conceito de “jornada da compra”. 

Entre tantas estratégias tradicionais e inovadoras, o marketing de relacionamento é, certamente, uma das mais importantes.

De fato, essa própria modalidade de marketing já começa muito antes de o visitante se tornar um cliente propriamente dito, tanto que algumas das estratégias de relacionamento incluem e-mail marketing e newsletters para quem ainda não avançou no funil de vendas.

Você já ouviu dizer que a primeira impressão é a que fica? Então, quando o assunto são os hábitos de compra e venda, e a relação das pessoas com as empresas e marcas preferidas, isso é ainda mais verdadeiro.

Imagine que uma pessoa está interessada em prótese dentária com aparelho. Hoje em dia, pode ser que ela venha a ter contato com sua marca bem antes de você poder apresentar as vantagens do seu serviço nas redes sociais, por exemplo, com um monte de gente reclamando, ou elogiando.

Essa é a realidade do mundo e do mercado atual, e é daí que vem a importância fundamental de as marcas saberem fazer a gestão do relacionamento com o seu público, seja um cliente efetivo, um lead qualificado ou apenas um visitante aparentemente “desinteressado”. Nos dias que correm, é preciso tratar todo mundo da mesma forma.

Os modos mais indicados para esse tipo de estratégia, os quais aprofundaremos adiante, são os seguintes:

  • Marketing de conteúdo;
  • Blogs, redes sociais, e-mail marketing;
  • Relacionamento pró-ativo;
  • Como fidelizar cada vez mais;
  • Importância do feedback, etc.

Portanto, se você não quer ficar de fora dessas novidades indispensáveis para o seu negócio, e aprender mais sobre as principais estratégias de marketing de relacionamento voltado para lojas virtuais e e-commerce em geral, siga adiante na leitura.

Conteúdos relevantes e relacionamento com o cliente

Como vimos acima, um bom marketing de relacionamento é capaz não apenas de fidelizar, mas também de captar cada vez mais clientes.

Um modo excepcional de fazer essa primeira etapa, que é converter o cliente, consiste em gerar conteúdos de qualidade gratuitamente. Ou seja, conteúdos que tenham a ver com o seu segmento, obviamente, mas que nem por isso deixem de ser úteis e agregar valor.

Se você trabalha com placa fotoluminescente rota de fuga, por exemplo, talvez lendo assim o cliente nem saiba do que se trata. Mas certamente ele já viu aquelas plaquetas que indicam “Saída de emergência”, ou o local onde o extintor está, e daí por diante.

Um bom começo é explicar qual a diferença das placas normais para a luminescente (que acende no escuro), e como esta última opção, que é a que você vende, pode salvar vidas em situações emergenciais de princípio de incêndio, queda de luz, enchentes, etc.

Há vários modos de gerar conteúdo para seu e-commerce e distribuí-lo. O formato por excelência desse tipo de marketing de conteúdo não é outro senão o dos blogs e vlogs. 

Nos dois casos, você precisa antes escrever o conteúdo, ter um script, seja para permanecer em texto e virar post, postagem nas redes, e-mail marketing, seja para virar vídeo.

Na mesma linha do exemplo anterior, uma empresa de instalação de sprinklers pode educar os clientes a respeito da importância desse acessório. 

E quando o leitor/espectador achar que não tem a ver com ele, pois ele não possui um escritório ou empresa, explicar que cada vez mais as residências têm recorrido a esse recurso de segurança.

Naturalmente, os formatos de textos mudam bastante. Um post de blog pode ter entre 500 e 1500 palavras (algo entre 2 ou 5 páginas), por exemplo. Depende muito do conteúdo e do modo como você vai comunicá-lo e atrelá-lo ao seu e-commerce.

A linguagem pode ser formal ou informal. Se você vai tratar de rede de proteção para sacada de apartamento, por exemplo, certamente não fará piadinhas, pois a pessoa pode estar procurando essa solução após ter ouvido falar de um caso de acidente, ou pior, após ter passado por alguma situação de risco de vida (quem sabe de alguma criança ou pet).

Depois, é possível transformar o mesmo conteúdo em postagens menores, tanto para e-mail marketing, que exige mais agilidade, quanto para postagens nas mídias sociais, que exigem ainda mais.

Quem vai decidir a dosagem certa é o cliente, já que esse é o princípio número um do marketing de relacionamento. Então se um e-mail marketing quiser, por exemplo, trazer mais informações, disponha de algo como “clique aqui para ler mais detalhes”, em vez de simplesmente jogar um bloco de informações na caixa de entrada do seu lead.

No caso das redes sociais, isso chega a ser estratégico. Tire um resuminho do post (o que no jornalismo chamam “linha fina”) e publique apenas ele, com alguma imagem bacana. E faça isso lincando a postagem com o conteúdo no blog.

A importância do relacionamento pró-ativo

Como vimos, o relacionamento com o cliente precisa começar antes de ele ser um cliente propriamente dito. Se você acha que só quem já comprou algo ou já “deu algum dinheiro para sua empresa” merece sua atenção, você nunca conseguirá fazer um bom marketing de relacionamento.

Ainda assim, também não adianta ficar gerando conteúdo em cima de conteúdo, provar que você é uma autoridade no assunto, e encher os visitantes/leads/clientes de informação, se eles não tiverem espaço para interagir.

Essa relação é uma via de mão dupla, e saber ouvir é tão importante quanto saber falar, sobretudo quando você vende pela internet. 

Não adianta fazer artigos excelentes sobre as vantagens de se utilizar uma lava louça profissional se, após vender as primeiras unidades, você ignorar dois ou três clientes que venham alertar que, como é a primeira vez que lidam com essa solução, estão tendo algumas dificuldades consideráveis.

Imagine uma resposta do tipo “Mas o produto tem algum defeito efetivo, ou é apenas dificuldade de uso? Pois se for, leia o manual”. Não é preciso dizer que todo seu trabalho de marketing de conteúdo foi jogado no lixo, não é mesmo?

Hoje em dia é preciso estender um tapete vermelho para os clientes. Os tempos podem ter mudado o quanto seja, e a internet permite maravilhas no sentido de atrair mais gente, mais leads e mais oportunidades. 

Contudo, verdades simples como “O cliente sempre tem razão” não podem desaparecer dos seus princípios.

A palavra da vez é pró-atividade. Se você vende filtro para piscina externo e já sabe quais são as dificuldades mais comuns dos clientes, faça um manual você mesmo e despache junto com o produto, a fim de evitar transtornos para o cliente.

Certamente você irá fidelizar uma legião de pessoas. Afinal, você mesmo não gostaria de ser tratado assim pelas empresas nas quais decide acreditar?

Como receber feedbacks e crescer por meio deles

Como vimos acima, há vários modos de fazer o cliente se sentir diferente, como se você tivesse estendido um tapete para ele. Essa é a essência do marketing de conteúdo.

Além de personalizar o atendimento, e de se antecipar às dificuldades que o seu próprio produto/serviço pode gerar, é importante saber algo inevitável: não há pró-atividade que evite os imprevistos, os mal-entendidos, as dificuldades de comunicação.

Portanto, é preciso estar sempre pronto para receber feedbacks negativos. Na verdade, por mais críticos e até impiedosos que eles possam parecer – é verdade, muitas vezes o cliente pode se alterar e até “perder um pouco da razão”-, no fundo eles são todos positivos, pois indicam um norte de melhorias que ainda que fizessem o reclamante jamais acreditar em você, tem tudo para melhorar sua solução e amanhã trazer mais gente interessada.

De qualquer modo, é preciso tomar cuidado. Se você trabalha com casa e construção, por exemplo, que é um nicho mais regionalizado, evite ter tantas críticas negativas, ou o negócio pode “se queimar de vez”, como dizem.

Então, é preciso ser ainda mais pró-ativo. Se um condomínio residencial contratou a instalação de piso intertravado retangular, e algo saiu do combinado, é melhor que ele tenha canais para reclamar direto contigo, antes de postar algo nas redes sociais, concorda?

Portanto, pedir feedback para todos os clientes, antes mesmo de eles decidirem fazer a crítica, é a melhor das opções. Tenha não apenas canais para fazer isso (um e-mail de pós-venda, ou mesmo uma ligação), como estimule o cliente a se expressar contigo.

Hoje é comum contratar serviços de casa e construção pela internet, os quais podem ir desde algo simples como pintura e reparos gerais, até instalação de pisos como o supracitado, ou de meio fio de concreto pré moldado.

É preciso levar em conta o seguinte: no caso da loja virtual, em que o cliente está mais distante, ele pode se decepcionar e até se ofender com mais facilidade.

Portanto, as estratégias de marketing de relacionamento que mencionamos acima são o que de melhor uma empresa moderna pode fazer para zelar pela sua imagem, tanto quanto para aumentar seus resultados gerais.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para o setor industrial

O Inbound Marketing é um conceito criado em 2006, por Brian Halligan e Dharmesh Shah, da empresa americana Hubspot. Eles desenvolveram um software de gerenciamento de campanhas e, em 2009, lançaram essa estratégia no livro “Inbound Marketing: seja encontrado usando o Google, a mídia social e os blogs”.

De maneira resumida, o Inbound Marketing é toda estratégia de marketing que se baseia em ganhar o interesse do público, ao invés de comprá-lo. 

Quer dizer que a ideia é criar conteúdos relevantes, para um determinado nicho de pessoas e, dessa maneira, conquistar, cativar e obter a permissão para se comunicar de forma direta, para um melhor relacionamento da empresa com os potenciais clientes.

O planejamento do Inbound Marketing é voltado, principalmente, para ações online. Por essa razão, a estratégia faz parte do conjunto de ações do Marketing Digital, sendo um dos métodos mais eficientes para encantar o público.

Mas, para que o Inbound Marketing tenha efeito, é preciso colocar o potencial cliente no centro do processo. Assim, a estratégia utiliza o conceito de “persona”, que nada mais é que uma imagem representativa do cliente ideal e suas características (sexo, idade, profissão, hobbies, etc). 

Com isso, o usuário pode ser levado aos diferentes estágios de compra, dando prioridade para a informação e consumo de conteúdo relevante, antes de efetivar a compra.

O Inbound Marketing no setor industrial

O marketing para indústrias, e incluindo o Inbound Marketing, consiste em toda e qualquer ação estratégica de divulgação, com planejamento de ações digitais, para negociação de venda e para gerar experiências impactantes, com o intuito de captar e reter clientes.

É algo muito próximo do que as empresas que lidam com consumidores finais fazem (as chamadas business to client, ou B2C). No entanto, há diferenças no modo de abordagem, bem como nas maneiras de despertar o interesse e manter o cliente fidelizado.

A diferença principal está no perfil dos clientes. O empreendedor industrial não é o mesmo que o B2C, por isso, a indústria deve ter atenção quanto às necessidades e interesses desse cliente. 

Por exemplo, ao comercializar um maquinário como a empilhadeira a combustão, o cliente não pensa somente no preço, mas também, na produtividade do equipamento e no que a máquina irá agregar ao seu fluxo produtivo.

Ademais, o perfil de clientes do ramo industrial é composto de pessoas que conhecem bem o mercado e, por isso, se reconhecem como especialistas. Sendo assim, a produção de conteúdo em marketing para indústrias deve gerar autoridade, isto é, ser capaz de informar com precisão.

Isso quer dizer que, ao tratar de processos industrial, por exemplo a dobra de chapa, o Inbound Marketing deve oferecer um conteúdo relevante, mas que leve em consideração os conhecimentos prévios do clientes. 

Eles já sabem o que é a produção e como ela é feita, no entanto, é necessário orientar sobre outras informações específicas.

Vale ressaltar que o Inbound Marketing para indústrias tem como objetivos:

  • Atrair novos potenciais consumidores;
  • Reter e fidelizar os clientes atuais;
  • Verificar quais são os problemas do público e oferecer soluções;
  • Ter mais presença no setor no mundo digital;
  • Ter consolidação no ramo, sendo referência no assunto.

O Inbound Marketing para indústrias também pode ser definido como B2B (business to business), ou seja, a venda é feita para outras empresas. Sendo assim, os profissionais envolvidos são altamente capacitados e treinados nos processos de compra. 

Outra característica está no valor alto das mercadorias e, com isso, a decisão de compra é geralmente feita por um grupo de pessoas, não por um indivíduo isolado.

Por exemplo, o valor de um barramento de cobre para painel, dependendo das especificações e da quantidade, pode ter um preço elevado. Assim, a empresa compradora verifica se a organização como um todo irá decidir o poder de compra. 

A decisão envolve vários processos, como a manifestação de interesse, a concorrência, as negociações de contrato, entre outros.

Diante desse cenário, as estratégias de Inbound Marketing são desenvolvidas de maneira mais complexa, já que a prospecção envolve representações, propostas e negociações de contratos.

Dicas de como utilizar o Inbound Marketing para as indústrias

1 – Utilize o Marketing de Conteúdo

O marketing de conteúdo é o grande aliado do Inbound Marketing, inclusive para indústrias. Com a entrega de algo relevante ao público, é possível resolver os problemas dos clientes e, desse modo, demonstrar que a indústria se preocupa com as suas dores e, ainda, tem competência para atendê-los.

Para produzir conteúdo com o Inbound Marketing, é possível utilizar os seguintes canais:

  • Postagem em blogs;
  • Postagem em redes sociais;
  • E-mail marketing;
  • Newsletters;
  • E-books;
  • Webinars.

Com base na produção desses conteúdos, também é possível criar relacionamentos com o público. 

Em um blog da indústria, por exemplo, os textos publicados podem trazer informações importantes sobre os mais variados produtos, como as especificações do termômetro de globo digital, entre outros.

2 – Utilize as técnica de SEO

Mais de 100 bilhões de buscas são feitas no google mensalmente. Isso quer dizer que grande parte dos usuários pesquisam sobre produtos e/ou serviços através dos mecanismos de busca, principalmente o Google. 

Assim, a indústria pode se aproveitar dessa informação para melhorar seu posicionamento – esse é objetivo do SEO (otimização nos mecanismos de busca).

O Google faz uso de vários critérios para determinar se uma URL é ou não digna de estar na primeira página de resultados e, um desses fatores, é o SEO. Basicamente, a técnica consiste em utilizar palavras-chave ao longo do texto, em uma determinada quantidade de vezes. 

Assim, ao tratar de rosca transportadora helicoidal, é possível produzir um conteúdo com palavras específicas e, desse modo, aumentar as chances de aparecer na primeira página do Google.

3 – Utilize os links patrocinados

Apesar de muitas pessoas acharem que os anúncios pagos não vão de encontro com os princípios do Inbound Marketing, se bem aplicado, a propaganda pode ser ótima na atração dos clientes e na influência da decisão de compra. 

Os links patrocinados permitem uma segmentação específica do público e, por essa razão, ele são altamente assertivos.

Dessa maneira, ao anunciar um inversor de frequência Siemens, é possível segmentar a propaganda para clientes que já possuem maquinários ou equipamentos da Siemens, e que fazem uso do dispositivo. 

Os links patrocinados podem ser feitos das seguintes formas:

  • Search (anúncios na pesquisa): consiste na compra de palavras-chave no Google Adwords, que aparecem como link patrocinado para o site de conteúdo, na pesquisa do usuário. A resposta ocorre pelo número de cliques, por isso, os anúncios devem estar alinhados com o conteúdo do site.
  • Display (anúncios em banners na rede de conteúdo): os banners são ótimas estratégias para chamar a atenção dos usuários, ainda mais porque eles fazem uso de imagens, vídeos e animações. Por meio dele, é possível selecionar os canais e, assim, orientar os usuários para acessar os sites. Em resumo, os displays funcionam como um “atalho”, para que o anunciante possa fazer a propaganda de um produto, como uma cinta de lixa e vincular com conteúdo de site/blog
  • Facebook Ads: o Facebook Ads é a maneira mais eficiente de realizar divulgação por meio das redes sociais, especialmente do Facebook. A grande vantagem está na alta segmentação do público, que pode ser separada por localização, faixa etária, sexo, profissão, etc.

4 – Crie ofertas

As ofertas podem ser uma ótima forma de converter usuários em leads. De modo geral, elas são categorizadas em: ofertas diretas e indiretas. 

No primeiro caso, elas são diretamente voltadas à compra, como por exemplo, pedidos de orçamento, demonstração de produtos, teste gratuitos, exemplificação de resultados (mostrar como ficou a instalação de um rack metalico para armazenagem), entre outros.

Já as ofertas indiretas são focadas em estágios mais avançados da jornada de compra, com o objetivo de educar e resolver os problemas dos leads. 

No Inbound Marketing, elas são fundamentais para influenciar na decisão de compra, pois posicionam a empresa como referência do mercado, em um determinado assunto.

5 – Incorpore o Inbound Sales

O Inbound Sales (traduzido como “vendas internas”) tem como objetivo manter uma equipe de vendedores que utilizam tecnologias de comunicação para reuniões com clientes, demonstrações e fechamento de contratos. 

A grande vantagem está na proximidade do relacionamento com o cliente, além disso, é possível ter um controle maior sobre a atuação do time de vendedores, tendo resultados das vendas, controle de bonificações, etc.

Quer dizer que, mais do que oferecer praticidades aos clientes, o Inbound Sales também é uma maneira de criar estratégias eficientes de treinamento dentro da própria empresa. Isso influencia diretamente na decisão de compra, uma vez que há maiores chances do cliente concretizar a venda, se bem atendido.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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4 motivos para ter um blog para sua empresa

Depois de criar um site, certamente você se perguntará qual é a próxima etapa para que a sua página ganhe cada vez mais visitas e alcance bons resultados. A resposta é bastante simples: ter um blog.

É cada vez mais comum que as empresas invistam em estratégias para atrair mais público para o seu site e, mais do que pagar anúncios, elas utilizam táticas para aumento de tráfego que podem ser bastante interessantes.

Um blog é exatamente isso: uma forma atrativa de fidelizar o seu público.

Quem já possui um site em funcionamento, costuma inserir essa nova categoria, pois ela é capaz de atrair novas visitas, aumentar o tráfego e visibilidade da sua página.

Tudo isso porque no blog você pode publicar sobre os mais diversos conteúdos, que normalmente são relacionados à sua área de atuação. 

Por isso, quando um potencial cliente entra na internet para buscar mais informações sobre algo que ele precisa, ele certamente entrará na sua página.

Mas para que isso aconteça, existe uma regra básica para as postagens em blog: conteúdo de qualidade.

Afinal, para ser encontrado na internet, você deve possuir alguma relevância e ser uma autoridade no assunto.

E você será essa autoridade no seu segmento quando você investir na postagem de bons conteúdos, que atraiam o público e incentivem a participação dos leitores na sua página, com comentários e compartilhamentos, por exemplo.

Assim, se você fizer uma postagem sobre os benefícios da acupuntura para dor de cabeça, os seus leitores podem interagir de maneira ativa na sua página, fazendo com que ela ganhe maior relevância na internet.

Essas são algumas das ações que fazem com que o seu blog cresça na internet. E se ele cresce, é porque cada vez mais pessoas estão interessadas no seu conteúdo.

Se você possui um site de venda de componentes para ar condicionado e cria uma postagem que trata da limpeza de ar condicionado de janela, dando dicas para o seu leitor e falando sobre os benefícios desse serviço, certamente ele irá se interessar em ler mais conteúdos relacionados.

Sendo assim, ele provavelmente irá se cadastrar para receber as novidades que forem surgindo no seu blog, o que cria uma audiência recorrente para a sua página.

Por isso, o blog se mostra uma ferramenta complementar de grande importância para o seu site.

Neste artigo, selecionamos 4 motivos relevantes para que você tenha um blog para a sua empresa.

  1. Ter um blog faz com que você seja encontrado

Você já ouviu falar sobre marketing de conteúdo? Se você deseja criar um blog, certamente já sabe do que se trata.

O marketing de conteúdo tem por objetivo a criação de conteúdos de qualidade para que o público encontre a sua página com maior facilidade.

Por isso, ter um blog é essencial para colocar em prática essa estratégia.

Ela é bastante eficiente pois faz com que seu site/blog possua um bom posicionamento dentro dos principais buscadores, de modo que quando um cliente busca por um conteúdo que está publicado e bem desenvolvido no seu blog, você terá maior visibilidade e relevância na internet.

Um exemplo disso é se uma pessoa está buscando entender como funciona a vistoria cautelar veicular e, ao buscar o assunto na internet, encontra a sua página que fez uma publicação abordando todas as etapas e informações sobre esse serviço.

Quando você auxilia um leitor a entender sobre um assunto, de maneira simples e objetiva, você ganha a atenção dele e faz com que ele aprove o seu conteúdo, e queira receber as suas atualizações periodicamente.

Por esse motivo, ter um blog pode te ajudar a ser encontrado por clientes e potenciais clientes.

  1. Ter um blog faz você fidelizar os seus clientes

Entre as principais preocupações de uma empresa está a fidelização de um cliente. Ter um blog, nesse caso, faz toda a diferença.

Isso porque você pode fazer uma venda seu site, mas não necessariamente aquele cliente vai retornar e comprar novamente. Por isso, você precisa aplicar estratégias para fidelizar esses clientes.

Entre as principais, estão:

  • Um bom atendimento;
  • Ofertas atrativas;
  • Oferecimento de descontos;
  • Envio de brindes;
  • Proporcionar uma boa experiência de compra;
  • Criar um blog e realizar postagens de bons conteúdos;
  • Entre outras.

Sem dúvida um bom atendimento é grande parte do processo de fidelização do cliente. Afinal, quando você realiza adquire um produto/serviço espera ser bem tratado, já que está pagando por ele.

Até porque isso vai determinar a sua avaliação. Por isso, se você vai em uma clínica de estética para passar por uma drenagem linfática abdominal, você deseja que o profissional responsável pelo procedimento seja simpático e cuidadoso, prestando um bom serviço.

Nessa mesma linha, certamente boas ofertas e descontos podem ser um elemento importante da fidelização. 

Se uma pessoa realiza uma compra no seu site e você envia um cupom de desconto para motivá-la a comprar novamente, ela certamente aproveitará a oportunidade.

Pode ser interessante também apostar no envio de brindes. Isso faz com que o cliente tenha uma boa impressão da sua loja. Assim, se ele compra um balizador de embutir para o seu jardim e recebe uma lâmpada led, por exemplo, ele certamente ficará surpreso e agradecido, e voltará a fazer compras com a sua loja.

Outra estratégia importante de fidelização é a boa experiência de compra. Por isso, investir em um layout descomplicado no seu site faz toda a diferença. E se você unir a isso uma boa embalagem, um frete econômico e uma entrega rápida, o cliente ficará muito satisfeito.

Depois disso, é possível aplicar a estratégia da comunicação com o cliente, que pode ser feita com e-mail marketing e por meio do seu blog.

Afinal, sempre que você realizar uma nova postagem, pode comunicá-lo por e-mail, fazendo com que ele visite constantemente a sua página.

No blog, quando você posta sempre conteúdos bastante atrativos e informativos, você faz com que seu cliente crie o hábito de visitá-lo. Isso faz parte de uma estratégia interessante de fidelização, já que as pessoas buscam cada vez mais informação de maneira acessível.

  1. Ter um blog torna a sua empresa uma autoridade

As boas empresas são sempre reconhecidas pela qualidade dos seus produtos/serviços, mas também por serem especialistas em sua área.

Uma empresa pode prestar os serviços de locação de equipamentos para obras e utilizar o seu blog para compartilhar conteúdos informativos para o seu público-alvo, de maneira a abordar diferentes tipos de itens necessários para uma construção.

E assim fazer uma postagem indicando qual é o melhor tipo de martelete para alugar, de acordo com as características do produto e as suas principais aplicações.

Depois, ela pode ainda investir em uma série de postagens que abordem outras ferramentas para canteiros de obras, o que fará com que seus clientes ampliem a capacidade de entendimento do setor.

Assim, as postagens seguintes podem abordar temas como a necessidade de um gerador locação para não haver interrupções no serviço, sobre a importância de se adquirir materiais de qualidade para a construção, ou sobre os equipamentos de segurança essenciais para os funcionários, etc.

Desse modo, a empresa mostra que possui um amplo conhecimento da sua área de atuação, o que a torna uma referência em seu setor.

Por isso, o blog se mostra uma ferramenta importante para a empresa, fazendo com que ela seja reconhecida como uma autoridade.

  1. Ter um blog pode melhorar os seus resultados

Justamente porque um blog permite que a sua empresa seja encontrada, que você fidelize os seus clientes e faz com que você seja visto como uma autoridade no seu setor, o resultado final disso é um crescimento dos resultados.

Por isso, ter um blog pode apresentar bons resultados para sua empresa e, consequentemente, bons lucros para seu negócio.

Se uma empresa que faz venda de redes para quadras esportivas se dedica em alimentar o blog com assuntos relacionados a essa atividade, como os tipos de esportes mais praticados, os benefícios da prática de atividades físicas e os tipos de redes utilizados em cada esporte, certamente vai atrair pessoas que precisam adquirir os seus produtos.

E isso vai impactar diretamente nas vendas da empresa, já que ela não apenas vende itens, mas educa o seu público-alvo e faz com que eles entendam a importância do segmento em que estão atuando.

Por isso, um blog deve fazer parte de uma estratégia de marketing e de resultados, justamente porque ele trará novos clientes e interessados, e fará com que a empresa possua maior relevância e destaque no seu setor.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Saiba o que é funil de vendas e como desenvolver para seu negócio

Os hábitos de consumo mudaram com a internet e “empurrar” um produto para os clientes não é algo bem visto, já que o poder é de quem compra. 

Contar com um funil de vendas é uma forma de se aproximar dos clientes e futuros clientes, ofertando soluções úteis de acordo com sua jornada de compra.

O funil é uma representação de todas as fases que o cliente passa até fechar negócio com a empresa. Basicamente, há três etapas: topo, meio e fundo de funil, e cada uma delas é determinante para planejar conteúdos, estratégias de venda e atendimento do seu negócio.

Não importa se a sua empresa é voltada à venda de materiais de construção como a brita para concreto ou se o foco é atender pessoas que buscam procedimentos estéticos, construir um funil é importante para que você saiba como atrair e nutrir estratégias eficientes para leads e clientes. 

Para te ajudar a entender tudo sobre esse assunto, preparamos esse artigo. Nas próximas linhas, você vai aprender sobre como funcionam as etapas de um funil, de que forma construir uma boa estratégia e qual a importância dessa técnica para a sua empresa. Vamos lá? 

As etapas de um funil de vendas

Antes do cliente fechar negócio, existe um percurso que ele percorre até tomar essa decisão. Esse caminho se chama jornada do cliente e é formado por algumas etapas que ajudam a construir o que entende por funil.

Digamos que a sua empresa trabalha com itens como a chapa de aço perfurada para montagem de máquinas industriais e superfícies. Quais são os gatilhos e estratégias para a sua empresa atender à necessidade do cliente?

Nas estratégias digitais de um site, por exemplo, há um esquema que faz sentido para resumir esse caminho até a decisão: visitantes, leads, oportunidades e vendas. 

Para que a evolução em cada fase tenha sucesso, é importante saber quais são as etapas do funil e como elas podem agregar valor ao público da sua empresa. Confira cada etapa abaixo:

Aprendizado e descoberta

Também conhecida por topo de funil, essa é a primeira etapa na qual os visitantes identificam um problema e buscam possíveis respostas. Digamos que uma empresa terceirizada oferece serviços de limpeza em fachada e precisa melhorar a capacitação e segurança dos colaboradores.

É provável que o setor responsável procure saber mais sobre como funciona o treinamento para trabalho em altura, além do conteúdo da NR-12, da Associação Brasileira de Normas Técnicas que trata desta questão.

Qual é a função de uma estratégia de marketing no topo do funil? Trazer o máximo de informações sobre o assunto, considerando que essa empresa não teve contato com as normas e não sabe por onde começar. Em uma estratégia inteligente, esses conteúdos podem estar disponíveis em um e-book online.

Grande parte das empresas lança o conteúdo rico em uma landing page, de forma gratuita, em troca de contatos do visitante, como o nome e o e-mail e, a partir desse momento, a pessoa vira um lead e avança no funil.

Reconhecimento do problema

Na segunda etapa do funil, o lead já reconhece o problema e suas necessidades, mas ainda considera possíveis soluções. Não é à toa que essa etapa também é conhecida como consideração.

De demandas como ter informações sobre o funcionamento de um queimador industrial no setor agrícola às diferentes alternativas para um tratamento dentário, essa etapa pode ser explorada com a oferta de dicas e técnicas.

No caso do queimador, por exemplo, trazer conteúdos sobre como esse equipamento queima combustíveis, abordar os tipos de queimadores e a manutenção do aparelho são opções. Lembre-se que conteúdo útil é capaz de atrair, engajar e pode levar o lead à uma decisão.

Em relação a procedimentos de saúde como um implante dentário de porcelana, produzir gráficos, tabelas, informações sobre as técnicas, cuidados de recuperação, alternativas e resultados é uma contribuição interessante. 

Independente do tema, coloque-se no lugar da persona, explore e entenda suas necessidades, oferte conteúdo informativo que se enquadre na realidade da pessoa para que ela crie confiança na sua marca.

Decisão de compra

Após oferecer o máximo de informações construtivas sobre o problema do lead, é natural que a sua empresa seja vista como uma referência. Nesta etapa, é importante que a sua empresa transmita essa mensagem: você definitivamente pode ajudar e tem a competência necessária.

A comunicação nos materiais de marketing ou mesmo no atendimento e equipe de vendas deve ser assertiva. Vamos exemplificar:

Imagine que a sua empresa é referência em confecção de materiais para construção civil, como porta de aço reforçada. Ao mostrar alguma solução sobre esse produto, vale criar uma comunicação que destaque pontos como:

  • A durabilidade do aço em relação à outras portas;
  • A segurança que a porta oferece contra arrombamentos;
  • Experiência da sua empresa no mercado de portas de aço;
  • A resistência do aço contra ferrugem e corrosão.

A linguagem deve ser estratégica, e todos os materiais podem despertar um senso de urgência no lead, pois é isso que o torna qualificado para a negociação. Mostre que a sua empresa é a especialista ideal para atender a necessidade do cliente.

Por que construir um funil para o seu negócio?

Se engana quem pensa que as informações da jornada de compra são estratégias somente para o marketing. Todas as pessoas que lidam com o relacionamento em relação ao cliente podem usufruir positivamente a criação do funil.

Um negócio que trabalha com iluminação para piscina LED, por exemplo, pode utilizar as informações da jornada de compra para saber qual a linguagem utilizar e como vender essa solução.

Algumas pessoas podem considerar a segurança um fator importante na hora de buscar iluminação de LED, outras mais facilidade para praticar esportes à noite.

Essas informações são coletadas durante a interação da sua empresa com os leads e ter acesso à elas pode ser útil na hora de melhorar estratégias, otimizar vendas e ter contatos qualificados para uma possível compra.

O funil faz parte do novo marketing, ajuda as empresas na entrega de valor e pode ser utilizado para entender os motivos que influenciam ou afastam os clientes do seu negócio. Sendo assim, vamos para o próximo tópico no qual você terá mais informações sobre como construir essa técnica.

Saiba como desenvolver um funil

O primeiro passo para desenvolver um bom funil é mapear a jornada de compra do seu cliente ideal. Tudo começa com a construção do que se entende por persona, que é um personagem fictício, feito com base em pesquisas reais sobre os hábitos, comportamentos, idade, emprego e preferências do seu público.

Pense em um motorista que pretende transferir ou vender um veículo porque decidiu comprar outro. Essa pessoa precisa saber sobre as obrigatoriedades e emissão de documentos que regularizam a mudança e o laudo cautelar veicular é um deles.

Na prática, essa é uma perícia sobre as condições do veículo, a originalidade das peças, a numeração original do chassi e a autenticidade do automóvel. 

Se a sua empresa oferece consultorias para esse tipo de solução, entender as emoções, gostos e motivos que levaram essa pessoa a buscar sua empresa é uma forma de coletar informações e mapear a jornada.

Outra demanda importante nessa missão é identificar o que pode fazer o seu cliente amadurecer em relação ao produto da sua empresa. Utilizar ferramentas, criar milestones – marcos que mostram fatores de decisão, e investigar possíveis fatores de influência que podem convencer o lead avançar é válido.

Melhorar a comunicação entre as equipes de vendas, marketing e atendimento também é significativo para mapear a jornada e ações de conversão. Todas as equipes podem contribuir com insights, ações, feedbacks, levantamentos e alinhar os pontos de complemento para atender da melhor forma o cliente e converter atendimentos em venda.

Independente da etapa de construção, anote algumas dicas para ter mais sucesso neste momento:

  • Não espere que todo visitante se torne um cliente;
  • Além de conteúdo relevante, ofereça boas experiências aos leads;
  • Não foque no resultado final sem cuidar dos detalhes de cada etapa;
  • Lembre-se que cada etapa pode refletir na decisão final;
  • Ouça clientes, por pesquisa, e-mail e canais de comunicação;
  • Desenvolva conteúdos adequados para cada perfil.

Com todas essas dicas, é válido ressaltar que elaborar uma boa estratégia de vendas não é responsabilidade única do time de marketing e sim faz parte da união de equipes. 

Portanto, uma boa comunicação entre os times é fundamental para unir as melhores informações e embasar tomadas de decisão na hora de vender.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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O e-mail marketing como estratégia de comunicação com clientes

Como usar o e-mail marketing de forma estratégica para atrair, nutrir e fidelizar os clientes? 

Essa é uma pergunta que gera muitas dúvidas em todas as empresas que desejam estabelecer um relacionamento saudável com o cliente, sem que esse cancele a assinatura de conteúdo ou deixe de consumir algum produto.

Em meio à tantos canais de comunicação, o e-mail continua vivo e eficaz. Não é à toa que 92% dos adultos usam essa ferramenta, segundo dados da Pew Research Center e mais de 76% das empresas brasileiras adotam essa estratégia, de acordo com o estudo Email Marketing Trends 2018.

Por ser um canal de comunicação direto, o e-mail oferece uma entrega imediata e o princípio da sua utilização deve considerar a mensagem certa para a pessoa que precisa dela no momento.

De empresas relacionadas à saúde, que trabalham desde cinta pós cirurgica lipoaspiração até itens de construção civil, esse tipo de campanha pode ser construída nos mais diversos segmentos. 

Leia mais e aprenda quais são as técnicas mais utilizadas para fazer uma entrega de qualidade e ter retorno em vendas e fidelização a partir do e-mail.

Adeque o e-mail marketing ao perfil da sua empresa

Cerca de 95% das pessoas que possuem e-mail o acessam diariamente, segundo com a pesquisa Email Marketing Trends. Mais de 76% das pessoas já compraram algum produto por causa de uma newsletter. 

Os dados provam uma realidade: o e-mail não morreu e você precisa adequá-lo à estratégia da sua empresa.

Se o seu negócio é voltado à venda e assistência de equipamentos como a empilhadeira stillum veículo usado no transporte de cargas em setores diversos como indústria, construção civil e estabelecimentos comerciais – você precisa agregar valor ao público. 

Oferecer conteúdos exclusivos relacionados à logística, trazer curiosidades e soluções relevantes que a persona (perfil de cliente ideal, construído em uma pessoa fictícia com dados reais sobre hábitos de consumo, dados demográficos, entre outros) busca, faz a diferença.

Não faz sentido ter uma empresa na área de construção civil e propor soluções que não estejam relacionadas ao público que se interessa por seu produto. 

Neste contexto, falar de produtos como o barramento tipo pente – um acessório que lembra um pente de cabelo com dentes, usado para reforçar a segurança dos disjuntores – requer uma boa estratégia de conteúdo adequada ao que as pessoas procuram em relação a esse assunto.

São dicas válidas para adequar o conteúdo do e-mail marketing ao perfil da empresa, de forma que a campanha agregue valor para atrair leads e clientes:

  • Utilizar o Google Trends para saber os temas que estão em alta nas buscas;
  • Realizar pesquisas com o público-alvo/ levantar temas que solucionam problemas;
  • Utilizar uma linguagem direta persuasiva (o título do e-mail já diz tudo);
  • Trazer conteúdos informativos e relevantes para o público-alvo.

Trabalhe com campanhas gerais e segmentadas

Normalmente, uma empresa que inicia uma campanha de e-mail marketing adotará uma mensagem de boas-vindas no início do relacionamento.

Dessa forma, é interessante captar algumas informações sobre o perfil do cliente para direcionar os conteúdos que mais interessam o seu perfil. 

A forma de captação do e-mail e dados pessoais da pessoa já pode conter algumas perguntas iniciais. Inclusive, é muito comum que as empresas consigam esses dados por meio de formulários e materiais ricos sobre o assunto como um e-book disponibilizado em uma landing page.

Independente da situação, manter o engajamento do público nas campanhas é algo que requer atenção. Por isso, faça segmentações, pesquise o que seu público gostaria de receber e não mande mensagens indesejadas ou irrelevantes, pois isso afeta o relacionamento e pode tornar a marca irritante.

Se a sua empresa é uma concessionária, por exemplo, uma dica é trazer informações úteis sobre o universo automobilístico. Falar sobre laudo cautelar veicular pode ser uma ideia interessante, por exemplo. 

Esse documento é exigido ao motorista quando há intenção de transferir ou vender o veículo, e são avaliados pontos como: a numeração do chassi, identificação do motor, originalidade das peças e estrutura veicular.

Quanto mais você conhecer o seu público, maiores a chances de entregar a mensagem certa, na hora certa, e de forma estratégica. Não ter esse tipo de cuidado pode comprometer a sua estratégia de comunicação e os resultados esperados no briefing da campanha.

Lembre-se: o seu conteúdo deve oferecer valor ao cliente e trazer soluções. Caso isso não aconteça, o relacionamento pode ficar comprometido e o investimento nas campanhas de e-mail certamente vai parar na caixa de spam.

Ofereça conteúdos exclusivos

O que faz uma pessoa assinar a newsletter da sua empresa? O e-mail tem um potencial de comunicação direto com o cliente e com centenas de mensagens na caixa de entrada, a pessoa só abre uma delas se o assunto for muito interessante.

Vamos exemplificar a história: imagine que uma indústria precisa realizar exame toxicológico demissional nos colaboradores que se desligam da empresa para verificar as condições de saúde do mesmo após exposição em áreas de insalubridade.

Uma empresa que trabalha com saúde e medicina do trabalho oferece esse tipo de solução e vê na indústria uma oportunidade de manter um relacionamento. Se a empresa de saúde já conta com um site e trabalha conteúdos relevantes sobre este exame, o e-mail precisa ter uma informação única e que não está em nenhum outro canal.

Afinal, o poder da mensagem está justamente na originalidade, na oferta de uma solução única e na personalização.

Encante desde a primeira linha

Outra dica para criar conteúdo relevante nos e-mails de marketing é lembrar das técnicas e Inbound Marketing, sobretudo em relação ao propósito de encantar os clientes.

Oferecer serviços e gerar vendas deve ser uma consequência, mas lembre-se que focar nas soluções, em uma linguagem convidativa e encantadora é algo que atrai o público de forma eficiente.

Vai falar de pintura de fachada de prédio? Não comece falando do preço. Destaque o quanto esse serviço valoriza as edificações comerciais, traga informações relevantes, fale da importância da pintura e encante. 

As técnicas de storytelling (arte de contar histórias) aliadas à linguagem copywriting, que é uma forma persuasiva de escrever e convencer seu leitor podem ser muito utilizadas para encantar com uma boa estratégia de conversão.

Escolha um título matador

Se o título estiver grande demais e sem atrativos, a chance de perder o cliente antes mesmo que ele visualize seu conteúdo é alta. 

Felizmente, bons títulos são matadores, ou seja, conseguem captar a atenção do cliente desde o começo e geram mais cliques. Uma dica para criar os títulos é ir direto ao ponto, utilizar as técnicas de SEO para escolher a melhor palavra-chave e criar um senso de urgência em quem está do outro lado da tela.

Sua empresa vende soluções como uma máquina lava louça industrial para restaurante? Experimente passar uma mensagem do porquê a empresa precisa de uma máquina dessa para otimizar a produtividade e ganhar dinheiro.

Atenção: não basta ter um título chamativo, é importante cumprir a promessa de conteúdo. Caso contrário, há o risco do cliente se frustrar com o e-mail e pedir para sair da sua base.

Crie mensagens personalizadas

O e-mail é um canal de comunicação muito pessoal. Por isso, adote uma linguagem personalizada para conversar com seu público-alvo. 

Personalize a mensagem com o nome da pessoa, utilize um tom criativo sem perder a informação útil e relevante. Mostre que a sua empresa também conta com pessoas que podem solucionar problemas.

Uma ideia é sempre assinar o e-mail com a imagem de alguém disposto a ajudar. Isso gera empatia e esse é um requisito do inbound marketing que deve ser adotado em todos os conteúdos relevantes da sua marca.

Pessoas gostam de conversar com pessoas. Quer um exemplo? 

Uma empresa de eventos que oferece uma solução como um gerador para alugar pode identificar qual é o evento que a pessoa realizará e trazer uma solução útil sobre o produto, mas que ao mesmo tempo passe a ideia do quanto é importante que nada dê errado em uma festa tão esperada. 

Como os geradores são equipamentos que mantém a energia elétrica das instalações mesmo no caso de um apagão, contextualizar a solução de forma empática é uma forma de personalizar a mensagem e transmitir a campanha.

Realize testes A/B

Monitorar os resultados de uma campanha de e-mail marketing é muito importante para fazer ajustes, mudar a estratégia e alcançar retorno.

Realize testes A/B na sua campanha. Na prática, os testes são duas versões de um mesmo propósito que tem como objetivo testar o que funciona melhor na campanha de marketing. 

Você pode ter duas abordagens, duas formas de captação, dois tipos de landing page e por meio de ferramentas, consegue determinar qual modelo traz uma taxa de conversão mais atraente.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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16 dicas que podem melhorar os resultados de sua campanha no Google Ads

Quando vou criar uma campanha nova de Google Ads eu analiso o desempenho das campanhas em andamento, e muitas vezes me deparo com erros simples e “grotescos” que poderiam ser evitados. Em alguns casos apenas arrumar esses problemas já fazem o resultado melhorar significativamente.

Para atingir resultados excepcionais, você precisa primeiro solidificar o básico de uma campanha. Após isso você fará planejamentos avançados para alcançar o seu objetivo. Primeiro cuide de questões básicas, depois refine o seu anúncio.

Muitos erros básicos que são cometidos nas campanhas Google Ads acabam frustrando muitas pessoas e até mesmo levando a desistência de continuar investindo em uma das formas mais eficazes de se anunciar na Internet. Campanhas bem feitas podem gerar aumentos significativos de vendas em seu negócio, gerar um crescimento na base de LEADS, aumentar o tráfego para o seu site,  melhorar o posicionamento de sua marca (Branding) e até mesmo promover um app para dispositivos móveis.

#1 – Segmentação geográfica errada

Você já tentou vender pranchas de surfe para o oeste catarinense? É engraçado, mas muitos anunciantes investem em lugares que não eram para investir.

É muito mais fácil vender uma prancha de surfe no litoral do que investir em lugares que não tem praia, vale muito mais a pena pagar R$ 1,00 por clique em um possível cliente do que R$ 0,10 em uma pessoa que não está nenhum pouco interessada na sua oferta.

Uma breve análise do seu produto ou serviços pode resolver esse problema.

Fique atento a localização geográfica do seu anúncio e invista em lugares que provavelmente terá mais conversões, e caso não saiba, faça testes com valores menores e aumente vá otimizando conforme os resultados.

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Google Ads: Locais

#2 – Produto anunciado no Google Ads não existe

Que tal comprar uma camisa em uma loja onde não há camisa pra vender? Em uma campanha de Google Ads há várias campanhas para cada produto da loja e quando vou testar a URL de cada um muitos produtos estão com o estoque esgotado, ou seja, estamos levando um possível comprador para uma URL onde não há nada para comprar.

No final, o CPA acaba tendo um valor muito alto por uma simples falta de atenção.

Dica: Configure sua loja para enviar um e-mail quando acabar o estoque de seus produtos, dessa forma você poderá pausar a campanha imediatamente evitando custos desnecessários.

#3 – Propaganda enganosa (preço, parcelamento etc…)

Muitos anunciantes criam uma campanha no Google e simplesmente esquecem da parte mais importante: a otimização.

Você atualiza o preço no seu site, altera a forma de pagamento, parcelamento, frete etc e nada disso é alterado em suas campanhas de Google Ads. O consumidor acaba clicando no anúncio com uma proposta totalmente diferente do que está no site no momento. O ideal é ter um “checklist” para as alterações, ou seja, toda vez que você fizer uma alteração segue uma lista do que tem que fazer para não ter nenhum erro em suas campanhas online. Exemplo:

CHEKLIST ALTERAÇÃO DE “PREÇO”:
(Pode alterar o preço por qualquer outro.)

  1. Verificar o preço dos meus principais concorrentes.
  2. Alterar preço no site.
  3. Alterar preço nos anúncios do Google Ads na Rede de Pesquisa.
  4. Alterar preço nos anúncios do Google Ads na Rede de Display.
  5. Alterar preço nos anúncios do Google Ads no Remarketing.
  6. Atualizar o XML.

Caso tenha um parceiro ou uma agência que gerencia sua conta Ads, faça o seguinte:

  1. Verificar o preço dos meu principais concorrentes.
  2. Alterar preço no site.
  3. Avisar “a agência” das alterações.

O ideal é avisar sempre por e-mail, pois dessa forma fica registrado quando você solicitou as alterações.

#4 – Programação de anúncios (horário)

Certa vez recebi um briefing onde o cliente dizia:

“O meu objetivo é ligações“. Ao entrar em sua conta do Ads percebi que eles estavam aparecendo 24h por dia, então em uma conversa com ele falei:
– Gostei da ideia de você atender chamadas 24h por dia!!!
– Mas eu atendo apenas em horário comercial! – ele falou
– Só que eu vi um anúncio noite passada que dizia “Ligue Agora“.

Fique atento a programação dos horários de suas campanhas, pois muitas vezes elas não condizem com o horário de atendimento de sua empresa. Caso você possa anunciar 24h por dia, tenha uma sugestão: Foque em horários onde há maior procura/compras e diminua a porcentagem do lance em horários onde trará menos conversão. Caso não saiba a resposta exata, vá testando e comprando os resultado até encontrar o melhor horário para focar.

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Programação de anúncios – Google Ads.

#5 – Anúncio com url de destino errado

Grave a frase: “Quanto menos cliques melhor“! Quanto menor a quantidade de cliques para fazer uma compra maior será a probabilidade de conversão.

Você já deve ter feito uma busca no Google e se interessou por um produto ou anúncio. Clicou e quando entrou no site não encontrou de jeito nenhum o que estava sendo anunciado. Já vi isso milhares e centenas de vezes acontecer.

Para ter uma taxa de conversão maior, é preciso levar o usuário exatamente para a página do produto anunciado e não para a página inicial como podemos ver em muitos casos. Vamos supor que você tem uma loja virtual de informática. Veja um exemplo de como deve ser a estrutura de sua campanha:

[Errado] Estrutura Google Ads:

Campanha

Grupo de Anúncios

Anúncios

Informática

Informática

Eletrônicos com o melhor preço do Brasil

[Certo] Estrutura Google Ads:

Campanha

Grupo de Anúncios

Anúncios

Informática

Computador

Computadores com o melhor preço do Brasil

Notebook

Notebooks com o melhor preço do Brasil

Smartphone

Smartphones com o melhor preço do Brasil

Tablet

Tablets com o melhor preço do Brasil

[O Melhor] Estrutura Google Ads:

Campanha

Grupo de Anúncios

Anúncios

Smartphone

Iphone

Iphones com o melhor preço do Brasil

Samsung

Samsung com o melhor preço do Brasil

Motorola

Motorola com o melhor preço do Brasil

LG

LG com o melhor preço do Brasil

#6 – Palavra-chave não compatível com o produto/serviço

Eu costumo afirmar que a base de uma conta de Google Ads são as palavras-chave e é onde geralmente encontro o maior número de erros. Vou lhe passar algumas dicas básicas para não fazer a sua campanha ir por água abaixo:

  1. Comece com palavras focadas e vá ampliando conforme a necessidade.
  2. Explore as correspondências de frase, exata e ampla.
  3. Fique atento ao “Termos de pesquisa” e descubra o que realmente os usuários estão pesquisando.
  4. Invista em palavras que trazem maior número de conversões.
  5. Verifique se suas palavras estão compatíveis com seus anúncios.
  6. Verifique se suas palavras estão compatíveis com sua URL de destino.
  7. Fique atento ao índice de qualidade de cada palavra-chave e tente sempre deixá-los com uma alta pontuação.
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Palavras-chave: Google Ads.

#7 – Nenhuma ou poucas palavras-chave negativas

Continuando o tópico #6 resolvi dar uma importância maior nesse tópico que considero muito importante para o sucesso de uma campanha no Google Ads. Não há como ter uma boa campanha otimizada sem dar a devida atenção as palavras-chave negativas.

Uma das coisas que menos gosto é gastar com usuários que de forma alguma comprarão meu produto/serviço, para evitar esse custo desnecessário você criar uma longa lista de palavras negativas é essencial. (claro, existem exceções)

Segue abaixo algumas práticas recomendadas par melhorar a performance de suas palavras-chave:

  1. Verifique ao menos 1 vez a cada 3 dias os Termos de Pesquisa.
  2. Use o planejador de palavras-chave antes de criar uma lista de palavras.
  3. Você precisa ter 100% de certeza que é viável excluir aquela determinada palavra-chave, pois caso você faça errado, poderá perder muitas conversões futuras. (já vi isso acontecer).

#8 – Apenas 1 anúncio em um grupo de anúncios

Esse é um erro que vejo em pelo menos em 80% das contas de Google Ads. Como você sabe se o seu anúncio está com uma ótima performance se não há nenhum outro anúncio para podermos comparar? Como podermos criar anúncios melhores e pausar os piores se há apenas um único anúncio no seu grupo de anúncios? O Google Ads dá algumas dicas básicas para você ter uma melhor performance com seus anúncios:

  1. Crie ao menos 3 anúncios para cada grupo de anúncios.
  2. Crie anúncios muito diferentes um dos outros para compará-los depois. Dica: crie um anúncio com o nome da empresa, outro com uma pergunta e um terceiro incluindo uma palavra-chave que você tenha usado na campanha.
  3. Após um tempo pause os piores e crie outros baseado no anúncio com melhor performance.

#9 – Campanhas sem extensões (sitelinks, local, chamada, aplicativos e comentários)

Você deve usar todos os recursos disponibilizados pelo Google Ads, pois isso ajudará muito no resultado final. Eu me deparo muito com campanhas incompletas e deixar uma campanha completa é o básico do básico em um conta de Ads. É o mesmo que construir uma casa e não finalizar toda obra; você consegue até morar, porém não com a mesma qualidade que poderia ser. Segue abaixo algumas dicas para suas extensões:

  1. Escolha urls relevantes com o foco em sua conversão e adicione na extensão sitelinks.
  2. Se você tem um endereço físico de sua loja, considere adicionar a extensão de local com o endereço de sua empresa.
  3. Se o seu foco é receber chamadas, adicione os seus telefones nas extensões de chamada.
  4. Adicione na extensão de aplicativo o app de sua empresa. (fique atento ao Sistema operacional)

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#10 – Código de Conversão não configurado

Como assim investir no Adwords e não saber o ROI? Quais palavras converteram? Qual o horário/dia que mais temos vendas? Quais anúncios vendem mais? Essas perguntas entre outras só poderão ser respondidas se for tiver o código de conversão instalado corretamente em seu site.

Dica de ouro: Jamais invista em Google Ads se você não tiver código de conversão. Não importa o seu objetivo, você precisará saber o retorno sobre o seu investimento e apenas dessa forma você terá 100% de controle sobre sua conta e irá investir no que realmente trará retorno no futuro.

Após um período de testes, você saberá como converter com um custo menor, pois os números dirão isso pra você. Então recomendo que pause sua campanha imediatamente caso não tenha o código de conversão instalado.

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Google Ads – Conversões.

#11 – Código de Remarketing não configurado

Uma das campanhas que amo criar é o Remarketing, pois o custo certamente será baixo e a taxa de conversão será altíssima.

É de suma importância ter o código de Remarketing instalado corretamente em seu site e em todas as páginas. Muitos anunciantes ainda não entraram no “mundo do remarketing” e isso é um erro gravíssimo devido ao ROI que ele trará para sua empresa.

#12 – Ficar muito tempo sem otimizar sua conta

Investir no Google Ads não é apenas criar uma campanha e colocar créditos quando acabar. O segredo do sucesso no Ads é simplesmente uma palavra: Otimização.

Minha recomendação é que você entre ao menos uma vez a cada três dias em sua conta no Google, pois assim você já altera o que não está dando certo e evita futuros gastos desnecessários. Caso não tenha tempo para dar a devida atenção, deixe uma pessoa do marketing responsável ou contrate uma agência especializada, mas jamais invista no Google se não tiver uma otimização constante.

#13 – Idioma na configuração da campanha

Vejo esse erro em mais de 70% das contas. Ao definir para qual idioma seu anúncio deve aparecer muitos tem o costume de colocar apenas o português. Mas, no Brasil há muitas pessoas que estudam inglês e deixam sua conta do Google em inglês para praticarem o idioma o que fará com que o seu anúncio não apareça para esses usuários.

“Como funciona: para decidir onde exibir seus anúncios, o Google AdWords analisa a configuração de idioma do usuário do Google ou o idioma da consulta de pesquisa do usuário da página atualmente visualizada ou das páginas recentemente acessadas na GDN (Rede de Display do Google).” by Google.
Se a sua configuração está só para o idioma português, você deve estar perdendo muitos cliques qualificados para o seu website.

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Google Ads – idioma

#14 – Segmentação por dispositivos errada

Já encontrei pessoas que anunciam fortemente em todos os dispositivos que o Google disponibiliza (PC, tablets e celulares), porém poucos sabem qual dessas mídias estão ou não dando retorno.

Caso descubra que através de tablets seu site não converte, exclua esse dispositivo e invista fortemente em computadores e celulares, ou tente descobrir o motivo do resultado ruim no tablet. Creio que em pouco tempo o volume de conversões aumentará.

Não esqueça de verificar se o seu site funciona perfeitamente em dispositivos móveis.

#15 – Campanha de Pesquisa e Display misturadas em uma só

Recomendo deixar as campanhas de pesquisa e display em campanhas separadas, pois o Google já informou que campanhas com baixo investimento ou segmentação local podem ser criadas em uma só campanha. Mas, mesmo assim prefiro já iniciar o projeto com o pé direito.

Com as campanhas separadas fica mais fácil para otimizar, analisar e comparar as métricas, fora que o CTR da display não influenciará no CTR da pesquisa.

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Google Ads – campanha de pesquisa e display.

#16 – Expectativa alta em investimentos baixos

Eu costumo citar uma frase de Tiago Tessmann: “Quanto menor o investimento maior será a expectativa, maior ainda será a frustração e maior das maiores ainda será a minha culpa da falta de resultados”

– André eu quero investir no Brasil inteiro e ganhar muito dinheiro com o Google Ads.
– Que legal, quanto será seu investimento? – perguntei
– R$ 50,00/mês + o cupom que ganhei do Google.

Infelizmente acontecem muitos casos parecidos como esse exemplo que citei acima. Minha dica é: Tenha a expectativa do tamanho do seu investimento. A média de conversão (vendas) que geralmente vejo na maioria das contas é entre 1% e 8%.

Então, se você investir R$ 100,00/mês no Google, você terá de 1 a 8 pessoas interessadas em comprar algo e depende exclusivamente de você ou do seu website de a venda se concretizar.

A porcentagem de conversão depende muito da pessoa responsável pelo marketing de sua empresa, pois envolve desde o produto, concorrente, website, otimização do ads, etc.

Espero que com essas dicas você já tenha um resultado melhor nas suas campanhas.

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Mapa da jornada do cliente: melhore a experiências omni-channel

O mapa abaixo ilustra na prática como é a experiência do cliente ou usuário, em uma jornada de compra. Existem diferentes maneiras de mapear essas experiências, vários exemplos estão disponíveis na Web e todos os formulários são úteis – do mais simples ao mais sofisticado. A jornada identifica e ilustra visualmente múltiplos pontos de contato com o cliente, experiências positivas e negativas com a organização e as emoções geradas como resultado.

O que é o mapa da jornada do cliente?

Em suma, o Customer Journey Map é uma ferramenta poderosa para compartilhar a experiência do cliente com todos os membros da equipe envolvidos (produto, design, marketing, atendimento ao cliente, BI e TI e muito mais). A simplicidade da sua representação visual pode rapidamente convencer os principais stakeholders da importância de melhorar um ou mais elementos do serviço ao cliente e ajudá-los a identificar eventuais oportunidades perdidas.

O mapa de jornada do cliente representado aqui é uma verdadeira experiência de omni-channel:

mapa de viagem

Esea é uma compra on-line que começa no site para celular de uma conhecida marca canadense que vende seus produtos on-line e na loja física. O objetivo aqui é demonstrar que o site apresenta oportunidades de melhoria que reduziriam significativamente a taxa de abandono do carrinho de compras e aumentariam a taxa de conversão.

Mapeamento da jornada do cliente: um exemplo concreto

Duas representações de uma compra online são mostradas aqui, uma descrevendo as tarefas e outra expressando visualmente os pontos positivos e negativos da jornada.

Este cenário específico começa com uma necessidade ou um desejo de comprar algumas calças de ioga. Um rápida consulta no smartphone revela que a compra deste tipo de produto requer uma tela ligeiramente maior.

Ao continuar no site da mesma empresa, um grande pop-up convida o cliente a ganhar 15% de desconto imediatamente após o registro. É muito atraente, então porque não!

O registro é rápido. Tudo o que você precisa fazer é fornecer de 2 a 3 informações básicas, digitar seu endereço de e-mail e, boom, você recebe um desconto. Pelo menos é o que o usuário espera. Mas, como mostra o mapa, é aí que as coisas complicam – a validação do endereço de e-mail é necessária antes que você possa obter o desconto.

Obviamente, isso causa uma interrupção na tarefa de compra – você precisa sair do site para verificar seu e-mail e confirmar seu endereço de e-mail – o que pode ser fatal para o comerciante. E fica ainda pior se você não tomar nota ou se lembrar do código de desconto que foi enviado por e-mail, afinal você precisará entrar em sua caixa de correio para encontrá-lo novamente (como foi o caso neste experimento).

Quanto mais tentamos avançar – pesquisando, selecionando e adicionando o produto ao nosso carrinho, mais as coisas se complicam. Informações sobre tamanho, cor, material e visão do produto são difíceis de encontrar. Informações sobre o tipo de pagamento aceito e as condições de devolução dos itens estão ausentes no exato momento em que uma pessoa deve tranquilizar o cliente futuro e fazê-lo sentir-se especial.

O formulário de compra não permite que você veja o item selecionado a qualquer momento e as etapas não são previsíveis. Essa jornada de compra é ruim pois quando você passa para a próxima etapa, a etapa anterior desaparece. Sem dúvida, muitos compradores em potencial provavelmente desistiram neste momento. No entanto, como nossa meta era chegar ao final do processo, ficamos pendurados até recebermos a confirmação da compra. A confirmação chegou rapidamente por e-mail, fornecendo informações sobre a data de entrega esperada (que foi bastante curta).

O produto chegou rapidamente – apenas três dias após a compra online. Infelizmente, as calças eram muito grandes e decidimos devolvê-las à loja. A equipe de atendimento ao cliente não parecia ciente dos procedimentos para devolver as compras feitas on-line. Eles nos disseram, no entanto, que esse tipo de legging deveria ser comprado um tamanho menor. Por que então isso não foi mencionado no site desde o início? Vários telefonemas mais tarde, temos a nossa restituição, deixando um pouco decepcionado desde o tamanho menor não estava disponível na loja.

Experiências decepcionantes afetam a espectativa mínima do cliente

Encontramos vários problemas neste site que estavam relacionados à falta de respeito pelos padrões de interface do usuário, padrões de usabilidade, falta de conhecimento sobre segurança e problemas de segurança online e muitas interrupções no ciclo de comércio eletrônico omni-channel (as pessoas nas lojas deveriam esteja ciente do que está acontecendo online).

Os consumidores ainda enfrentam muitas barreiras que os impedem de abraçar totalmente um canal de serviço digital. Vivemos em uma era orientada a serviços – o serviço é tudo. Os consumidores estão se tornando mais exigentes, suas expectativas são altas e sua lealdade é baixa. Mesmo a adoção de um programa de fidelidade não impedirá os clientes de trocar marcas, fornecedores ou serviços.

Como melhorar a experiência dos seus clientes

As empresas devem se adaptar rapidamente e implementar estratégias para manter seus clientes! Quando as organizações são questionadas sobre a importância da Experiência do Usuário (UX) para elas, todas elas dizem que ela é parte integrante de sua estratégia. Na realidade, no entanto, essas organizações ainda estão longe de ter operacionalizado seu desejo de oferecer experiências ótimas. Como resultado, ficam aquém das expectativas e acabam com clientes, consumidores e usuários insatisfeitos.

A criação de um mapa de experiência do usuário cria conhecimento interno, cria um consenso dentro da organização e ajuda a criar experiências de clientes fluidas e consistentes.

Existe uma ampla gama de atividades e ferramentas que podem ser integradas no ciclo de desenvolvimento durante a fase de pré-projeto, bem como durante e após o uso, para garantir a entrega de um produto e serviço fácil de usar, que atenda às necessidades de clientes e os mantém leais.

Adapte este mapa de experiência do cliente ao seu negócio. Ele pode ser chamado de mapa da experiência do usuário, mapa da experiência do consumidor, mapa do paciente, etc.

Se este artigo faz sentido para o seu negócio, entre em contato com nossos especialistas que poderemos ajudá-lo no processo de compra de seu e-commerce.

Fonte: Technologia

Em pleno 2019, alguém lê e-mail?

Em pleno 2019, alguém lê e-mails?

Vamos falar um pouco sobre lista de e-mails qualificados (ou leads), mas afinal o que é um lead? Um lead nada mais é que o contato de possível cliente, seja o telefone, e-mail, ou qualquer outra forma de contato. Um lead é uma pessoa que está aguardando alguma forma de contato.

O e-mail é o meio de contato mais antigo da internet, a internet toda surgiu por causa da troca de mensagens entre instituições, e até hoje é utilizado ativamente, por praticamente todos os usuários da internet.

Você já deve ter ouvido falar que o e-mail marketing já morreu, e eu escuto isso todo ano, ano após ano, mas eu lhe afirmo, não acredite! Vou tentar te convencer do porquê dessa afirmação está errada, com números e fontes de dados (nada melhor que estatísticas não?!).

Vamos começar do porquê usar e-mail? Uma pergunta comum que ouço no dia a dia, eu tenho alguns dados simples vamos a eles:

58% dos consumidores abrem seu e-mail logo pela manhã, antes de suas redes sociais. (fonte)

91% dos consumidores usam e-mail diariamente. (fonte)

77% preferem receber mensagens promocionais por e-mail, com a sua autorização (ou seja, eles se forem autorizados, as empresas estão aptas a enviar promoções de seu interesse) (fonte)

Para cada R$ 0,25 reais gastos com e-mail marketing, você pode esperar um retorno médio de R$ 10 reais. Então aproveite ao máximo esse ROI. (fonte)

E se ainda não está convencido, de acordo com o Radicati Group, temos mais de 2 bilhões de usuários de e-mails no mundo, a quantidade de e-mails enviado se recebidos por dia está aumentando em 5% a cada ano, e até o final de 2019, deve chegar a 246 bilhões de e-mails.

Mas afinal por que as pessoas acham que o e-mail marketing não funciona?

Existem muitas razões dos quais as pessoas acham que o e-mail marketing não funciona, mas ao me fazer essa pergunta eu vejo apenas duas razões em minha mente: As redes sociais e o spam.

Marketing de mídia social

A maioria das pessoas se deixam levar pelo momento, o velho “efeito manada”, onde o ser humano precisa pertencer a um grupo, e segue cegamente o que está em evidencia, mas se esquecem que também é passageiro, e quando passar, terão que começar do zero em algum momento.

É inquestionável o crescimento das redes sociais, porém ainda assim as estatísticas provam que o e-mail está muito a frente se tratando de retorno sobre o investimento (ROI). As pessoas que compram produto comercializados por e-mail gastam 138% a mais que aqueles que não recebem ofertas por e-mail, o valor médio de um pedido de um e-mail é pelo menos três vezes maior que o da mídia social. A verdade é que as pessoas seguem as marcas nas mídias sociais, mas na verdade não querem que essas marcas entrem em seus DMs.

Marketing de e-mail ineficaz

Muitos acreditam que quantidade e não qualidade faz a diferença, já está mais que comprovado que lista de e-mails funciona, porém vários profissionais e empresas ainda acreditam que bombardear os leads de promoções a todo momento irá gerar vendas constantemente, e sabemos que não é bem assim. Isso ocorre porque muitas empresas pedem muito de seu público no começo, e esquecem que antes de pedir alguma coisa, precisam entregar algo de valor a elas.

Essas ações causam afastamento um afastamento temporário, digo temporário, pois mesmo que o usuário tenha sua caixa de e-mail invadida por spams e na falta de não conseguir organizá-la, a solução será, criar um novo e-mail e não parar de usar e-mail.

 

Uma estratégia de e-mail bem-sucedida é saber como conectar sua mensagem ao seu cliente de maneira que seja relevante para seus desejos, necessidades e estilo de vida. E se não usa ainda lista de e-mails está deixando dinheiro na mesa.

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Omni-Channel vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa?

Da lojas físicas as lojas virtuais, as formas de consumo vem se modernizando no decorrer dos anos. É comum observar consumidores dentro da loja física experimentando um tênis, agradecendo a paciência do vendedor e realizar a compra do produto uma loja virtual. Muitas vezes a loja virtual concorre com a loja física, mas este cenário vem mudando. Novos conceitos e tecnologias surgiram afim de acompanhar os nossos novo hábitos de compra, entre eles o multi-channel e o omni-channel. Vamos as suas definições:

  • O comércio eletrônico multi-channel (multi-canal ou seja, “muitos” canais), embora menos integrado, permite que os clientes comprem nativamente onde preferirem navegar e comprar. 
  • O comércio eletrônico omni-channel ( omni-canal ou seja, “todos” canais) unifica as vendas e o marketing para criar uma experiência de comércio única em toda a sua marca.

Ecommerce multicanal

O que é multicanal?

Segundo definição da Wikipedia multi-canal significa:

“O  multicanal é a mistura de diferentes canais de distribuição e promocionais para fins de marketing. Os canais de distribuição variam de uma loja de varejo, um website ou um catálogo de pedidos por correspondência.

“Marketing multicanal é sobre escolha. O objetivo das empresas que fazem o marketing é facilitar a compra de um consumidor da maneira que for mais adequada ”.

A palavra primordial é “escolha”. O marketing e as vendas multicanal permitem que os clientes não apenas interajam com seus produtos através de qualquer meio que seja mais natural para eles … mas para comprar diretamente por esse meio .

A melhor metáfora para um marketing multicanal  é uma roda com raios.

No centro da roda está o seu produto (ou seja, uma venda). Na borda externa da roda estão os clientes, onde cada canal oferece uma oportunidade separada e independente de compra.

E-commerce multicanal

Não há nada sagrado sobre quantos canais você vende. A questão é simplesmente oferecer aos clientes a opção de comprar de você em qualquer canal que preferirem … e depois dobrar os canais que se mostrarem mais lucrativos.

Como funciona uma abordagem “multicanal”?

Como um exemplo do mundo real, vamos escolher a Leesa, uma empresa de colchões ecommerce, e examinar quatro canais possíveis.

Número um, o site deles. Para um visitante pela primeira vez sem uma conta existente, a Leesa oferece duas sobreposições para maximizar sua loja on-line. Primeiro, uma mensagem de boas-vindas com uma oferta de “US $ 100 de desconto” e um toque sazonal sutil:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Se você optar por ignorar essa oferta e, em vez disso, navegar pelo site por conta própria, uma segunda sobreposição será exibida. Para mim, isso aconteceu depois que eu selecionei um colchão, adicionei-o ao carrinho de compras e decidi abandonar minha compra.

Quando mudei o mouse para sair, uma call-to-action semelhante a “US$ 100 de desconto” apareceu, desta vez acompanhada de uma opção de e-mail direcionada para que a Leesa pudesse me segmentar mais tarde:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Fiel à sua promessa, momentos depois de deixar o site, recebi o primeiro de uma série de e-mails voltados para compradores iniciantes.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Clique em “Finish Shopping” e você será enviado diretamente para o carrinho que abandonou anteriormente com o desconto de US $ 100,00 já aplicado:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Ao operar por e-mail e no local, essa combinação one-two é essencialmente um único canal.

Número dois, mercados. Além de seu site de comércio eletrônico, a Leesa também lista e promove seus produtos no maior mercado digital do mundo, a Amazon.

Depois de mais uma vez abandonar o meu carrinho sem fazer uma compra – desculpe Leesa – fui até a Amazon e procurei por “colchão”. Não é de surpreender que esses sejam os primeiros resultados patrocinados que recebi:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

A chave com o multicanal, no entanto, não é simplesmente listar seus produtos nos mercados … mas ficar nativa.

Como tal, a página de produtos da Leesa está longe de ser genérica. Em vez disso, a Leesa oferece a mesma experiência on-line robusta na Amazon do que no local, completa com um vídeo de produto, prova social e uma explicação detalhada de seu valor exclusivo:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Número três, Facebook. Como é de se esperar, na próxima vez que eu entrei no Facebook, encontrei o mesmo colchão e a mesma oferta que deixei no site, além de anúncios mais robustos do ponto de vista textual e gráfico no meu feed:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importaOmni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Dado o preço de compra relativamente alto – ao contrário de algo como roupas – os anúncios no Facebook da Leesa me levam de volta ao site deles. Sua própria abordagem pode, em vez disso, permitir que os clientes comprem nativamente por meio de uma Loja do Facebook ou do botão Comprar .

Número quatro, Pinterest. Como um exemplo hipotético, a Leesa também pode listar e vender seus produtos nativamente no Pinterest através de um Pin Comprável :

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Em uma estratégia multicanal, cada canal existe como uma oportunidade de compra separada . Quais canais você prioriza se resumem ao seu produto, ao próprio canal e aos testes.

 

Comércio eletrónico Omni-Channel

O que é “omni-channel”?

Como na maioria das buscas online, a definição da Wikipedia – tirada do SEBRAE significa:

A estratégia omni-channel baseia-se na ideia de que fornecer uma experiência de compra ininterrupta em lojas físicas e por meio de uma variedade de canais digitais não apenas diferencia os varejistas de seus pares, mas também proporciona uma vantagem competitiva sobre os varejistas on-line, alavancando seus ativos de loja ”.

Certamente, a sobreposição entre digital, social, físico e móvel é um bom ponto de partida e, no entanto, mesmo essa definição não faz jus a um prefixo abrangente como “omni”.

Ser onipotente é ser todo poderoso. Onipresente, em todos os lugares em todos os momentos sem exceção … sempre.

Afinal o que significa ser omnicanal ?

No Omni-Channel Retailing , Tommy Walker oferece o que é facilmente o resumo mais abrangente do termo:

“O Omni-channel, como filosofia, é fornecer experiências de marca consistentes, porém únicas e contextuais, em vários pontos de contato com o cliente, incluindo lojas físicas, mercados, web, dispositivos móveis e sociais”.

“Trata-se de permitir que os consumidores comprem onde quer que estejam enquanto se comunicam de uma maneira que esteja em sintonia com o porquê eles usam um determinado canal e demonstrem consciência de seu estágio individual no ciclo de vida do cliente”.

Em essência, o omni-channel remove os limites entre diferentes canais de vendas e marketing para criar um todo unificado e integrado. As distinções entre os canais – onsite, social, mobile, email, físico e agora instant messaging – desaparecem à medida que uma única visão do cliente e uma única experiência de comércio emergem.

Ao contrário da roda multicanal, pense no omni-channel como uma imersão, como mergulhar em um pool de vendas e marketing com tudo incluído ou ser colocado no centro da gravidade de uma marca.

No omni-channel, o cliente – e não o produto ou marca – está no centro:

Comércio eletrônico omni-channel

No lugar de uma abordagem multipolarizada, o omni-channel une os mundos de websites, e-mails, anúncios redirecionados, marketing de mídia social e locais físicos para mostrar aos clientes individuais ofertas personalizadas, produtos e mensagens que se alinham e respondem em todas as etapas do caminho .

Tudo isso pode soar um pouco esotérico, então…

Como funciona uma abordagem “omni-channel”?

Para ilustrar, vamos voltar para a Leesa. Já vimos como a Leesa usa anúncios de retargeting no Facebook. Essa é talvez a forma mais fácil de omnicanal de envolver nossa mente: o que o cliente faz no local afeta diretamente sua experiência com a marca externa .

Agora imagine isso …

1.  Um cliente passa pelo processo descrito acima, adiciona um colchão queen ao carrinho e sai.

2.  Novamente, o primeiro e-mail que eles recebem contém o incentivo de “US $ 100 de desconto”. Mas eles ignoram isso.

3.  Simultaneamente, eles veiculam uma série de anúncios para o mesmo colchão de casal e cupom de “US $ 100 de desconto” no Facebook, Pinterest, Instagram e YouTube … todos escalonados ao longo de uma semana para garantir que não fiquem aborrecidos.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

4.  Após uma semana sem envolvimento, a Leesa muda automaticamente sua abordagem e começa a apresentar anúncios destacando seu lado socialmente consciente com CTAs para conferir a página de Devolução:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

5.  O anúncio precedente do YouTube para o Dream Center, em Phoenix, Arizona, faz o truque.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

6.  O cliente retorna à Leesa, assiste a outro vídeo e visita a página do colchão do rei, em vez da rainha.

7.  Em resposta, uma nova rodada de anúncios sociais aparece como um e-mail com duas alterações: primeiro, todos eles têm um colchão king size e, segundo, o incentivo é aumentado para “US $ 150 de desconto”.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

8.  Desta vez, a oferta os atrai. O cliente clica no Facebook, preenche suas informações de remessa, mas na última tela de confirmação decide que um colchão precisa ser experimentado antes de ser comprado… então eles saem.

9.  A boa notícia é que a Leesa antecipou essa objeção e detectou que o endereço do cliente está a quilômetros de distância do showroom de Nova York.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

10.  Dois dias depois, o cliente recebe um convite personalizado em sua caixa de correio para conferir o colchão king para si na The Leesa Dream Gallery.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

11.  Finalmente, essa é a oferta que eles aceitam. O cliente pára, adquire o colchão e usa o PDV da Leesa no momento do checkout, que atualiza automaticamente sua conta.

12.  Quando o cliente chega em casa, há um e-mail de agradecimento esperando por eles e uma semana depois outro e-mail chega para revisar o colchão.

13.  Infelizmente, eles ignoram ambos. Então, como um follow-up – porque a Leesa sabe como valiosas avaliações são – dois dias depois, o cliente recebe um convite do Facebook Messenger para enviar sua revisão.

14.  Desta vez… eles respondem e dão à Leesa 5 de 5 estrelas, interagindo exclusivamente através do Facebook Messenger.

15.  Dado que eles estão tão felizes com o novo colchão – e os últimos dois pontos de contato do cliente – na semana seguinte, a Leesa envia tanto uma mala direta física quanto uma mensagem do Messenger descrevendo seu programa “Indique um Amigo”.

16.  Enquanto isso, todos os anúncios do Facebook, Pinterest, Instagram e YouTube de um colchão foram interrompidos . Em seu lugar – encenado ao longo do tempo – os anúncios aparecem para o The Leesa Blanket.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

17.  Para surpresa de Leesa, o cliente compra não um, mas três cobertores. Isso aciona automaticamente uma nova série de anúncios de colchão no social e via email.

18.  Em resposta, o cliente clica em um dos e-mails, mas – em vez de fazer uma compra – passa algum tempo na página de financiamento da Leesa.

19.  Provavelmente, isso significa que eles estão contemplando colchões adicionais, mas estão preocupados com a queda de todo esse dinheiro de uma só vez.

20.  E assim, o próximo e-mail que recebem e o anúncio no Facebook que veem falam diretamente sobre essa necessidade.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Pontos adicionais de contato e canais poderiam ser elaborados. A grande ideia é que, no omni-channel, cada interação com o cliente muda sua experiência geral de seu produto e marca .

O cliente está no centro e sua abordagem a eles está alinhada às suas ações, tanto on-line quanto na vida real.

Escolhendo entre Omni-Channel ou Multi-Channel

No papel, pode parecer que o omni-channel é a escolha certa. Afinal de contas, cria uma experiência de compra muito mais suave, que é o que realmente importa a longo prazo.

No entanto, a resposta é mais complicada do que isso.

Tornar o seu canal omnidirecional exigirá muitos recursos. Pior ainda, não há como parar no meio do caminho. A tecnologia omni-channel não funcional criará a mesma experiência que absolutamente nenhuma tecnologia omnicanal (a menos que você possa descobrir como construí-la de maneira modular).

Assim, enquanto o omni-channel for uma resposta teórica, as empresas poderiam ser mais bem servidas começando com uma experiência multicanal antes de juntá-las em um canal omni-channel.

Duas perguntas devem estar na vanguarda do seu processo de pensamento …

Recursos?

Tornar sua loja uma experiência omnicanal significa investir nas capacidades tecnológicas da sua organização. Mesmo se você tiver uma equipe de TI interna, talvez ainda não tenha essa infraestrutura técnica, qualificação ou visão para iniciar uma transição de omni-channel e concluí-la.

Por exemplo, um sistema de gerenciamento de informações do produto (PIM) é a espinha dorsal de qualquer loja multi-canal ou omni-channel robusta – sua empresa ainda tem uma dessas?

Se não (ou se esta é a primeira vez que você ouviu falar de um PIM), talvez seja necessário contratar especialistas em tecnologia de comércio eletrônico . Você pode gradualmente construir sua competência tecnológica internamente, mas a orientação especializada pode ajudar a estabelecer uma base sólida para expansão futura (e pode ajudá-lo a recrutar e contratar).

Caso você contrate especialistas, preste atenção ao conselho do ex-consultor de comércio eletrônico Bill Davis :

“Faça muito mais diligência do que normalmente é feito hoje. Os contratos precisam ser estruturados para manter os fornecedores mais responsáveis. Objetivos claros e mensuráveis ​​precisam ser definidos no início do projeto e os resultados devem ser medidos em relação a esses. ”

Além da terceirização, você provavelmente investirá mais em sua própria equipe. RSR escreve em seu relatório que 73% das lojas que excedem a taxa de crescimento da indústria de 4,5 por cento (que eles chamam de “Vencedores de Varejo”) realmente investiram mais em sua equipe nos últimos três anos.

Seus custos de folha de pagamento como porcentagem das vendas aumentaram – mais de cada dólar que eles ganham é investido em sua equipe.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Além disso, você ainda precisa ter o fluxo de caixa para manter seus principais negócios e operações em andamento. Como Davis explica,

“Mesmo os varejistas mais bem administrados, essa é uma jornada de mais de 4 anos para realmente se estabelecer como um varejista de canal omni. Tendo tido alguma visibilidade de onde os varejistas estão, e a maturidade das soluções atuais, eu diria que a maioria dos varejistas está olhando mais de 7 ou mais anos antes que eles possam se referir a eles mesmos no caminho omnicanal ”.

Isso exigirá comprometimento, decisões ousadas e recursos para sustentar a transição.

Flexibilidade?

Embora o omni-channel exija muitos conhecimentos técnicos, é importante não exagerar o papel da tecnologia.

Uma grande parte de fazer a transição é sobre pessoas e incentivos.

McKinsey escreve:

“Incentivos projetados ostensivamente para incentivar o desempenho involuntariamente reforçam o isolamento dos canais – como metas de geração de receita que pressionam cada canal a aumentar seu próprio volume de vendas, independentemente de qualquer impacto nos canais irmãos.

“A competição se torna ainda mais brutal internamente do que com o mundo exterior”.

Desconfie dos incentivos que você estabeleceu para sua equipe e certifique-se de que eles funcionem a longo prazo. Não deixe seu império de comércio eletrônico desabar.

A curva de aprendizado potencialmente íngreme e a consequente incerta do omnicanal exigem que você trabalhe em equipe. Eles devem estar confiantes em tecnologia e inovação humana.

Sua equipe está preparada? Ou eles vão inibir a organização de avançar e desacelerar as coisas?

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Sua equipe de liderança também precisa tomar as rédeas. Os CMOs e os CIOs, em particular, devem desenvolver uma visão compartilhada.

Organizações como a Amazon têm sofisticação técnica suficiente em seus altos escalões para não ter que fazer essa transição – elas começaram com a tecnologia desde o primeiro dia. Mais uma vez, Davis:

“A Amazon usa a tecnologia para criar vantagens e está disposta a aceitar erros, em vez de evitar riscos, sabendo que as lições aprendidas os tornarão mais fortes.

“Um executivo de varejo que tem um profundo conhecimento técnico é mais uma exceção do que a regra e a administração tende a se ater ao que sabe.”

Onde tudo começa …

Em tudo, o elemento crucial a ser compreendido é a diferença entre o omnicanal e o multicanal, porque escolher a abordagem correta começa com uma compreensão clara:

Visão geral omnicanal versus multicanal

Para ter certeza, omni-channel e multi-channel são palavras de ordem … mas isso não significa que eles não possam ser descompactados para obter insights.

Bibliografia:

Fonte: Shopify

ROI - Return on investment word cloud collage, business concept background

Guia para medir o ROI de Mídias Sociais

Como você sabe se a mídia social está funcionando para você? Como você traduz comentários e curtidas para o ROI?

O marketing de mídia social tornou-se importante para empresas em todos os setores e nichos. É muitas vezes considerado como uma das melhores estratégias de marketing digital – mas como você sabe se está funcionando para você? Como você traduz comentários e curtidas em ROI (retorno sobre o investimento)?

Neste artigo mostrarei como medir o ROI de mídia social.

Por que você precisa medir seu ROI de mídia social?

Como com qualquer prática de marketing, você está investindo tempo, dinheiro e esforço em sua estratégia de marketing de mídia social. Então, naturalmente, você quer saber se seus esforços estão valendo a pena.

Isso não quer dizer que, se você não está obtendo um ROI claro das mídias sociais, isso significa que você deve abandoná-lo completamente; em vez disso, medir seu sucesso na mídia social ajuda a entender o que você está fazendo certo ou errado e o que você pode fazer no futuro para realmente alcançar seus objetivos.

Em outras palavras, medir seu ROI de mídia social não é apenas sobre o dinheiro ou sobre o investimento – é aprender com os resultados das mídias sociais e implementar essas descobertas para otimizar e melhorar sua estratégia geral. Não só isso, mas ajudará a descobrir onde você precisa investir mais tempo e esforço, com base nos resultados reais.

1. Comece com seus objetivos

Para saber quais métricas são relevantes para você e quais ajudarão a estabelecer seu ROI, você precisa saber o que deseja alcançar.

Mais tráfego? Mais leads ou inscritos? Mais alcance e engajamento com seu público?

Somente quando você souber o que deseja alcançar, poderá medir com precisão seus resultados.

Comece pensando nos seus objetivos de negócios; Afinal, você está usando o marketing de mídia social para ajudá-lo a alcançar esses objetivos.

Quando tiver clareza sobre o que você deseja alcançar como empresa, você pode começar a detalhar suas metas de mídia social. Seja muito específico sobre o que você quer alcançar e ajuste seus objetivos à medida que avança; Por exemplo, você pode concentrar sua atenção por um mês em aumentar seu tráfego de mídia social em 20%, mas isso não é sustentável a longo prazo. Ou você pode perceber que o Twitter gera muito mais tráfego do que outras redes sociais – nesse caso, você pode ajustar sua estratégia para se concentrar mais no Twitter do que em outras redes sociais.

Sempre que você definir uma meta de mídia social, lembre-se de fazer uma pergunta importante: como isso me ajudará a alcançar meus objetivos de negócios?

2. Estabeleça seus KPIs

Depois de ter suas metas, você precisa estabelecer seus principais indicadores de desempenho (KPIs) – ou seja, as métricas que você precisará monitorar e medir para medir com precisão suas metas de mídia social.

Se você não pode medir um objetivo, então você deve pensar em objetivos alternativos para substituí-lo.

Por exemplo, se sua meta fosse obter mais tráfego de mídia social, você teria que avaliar seus cliques e também seu tráfego de mídia social.

Se você quisesse gerar mais leads , precisaria avaliar suas conversões no website de mídia social.

Se você quisesse mais conhecimento de marca, teria que analisar seu crescimento em seguidores e engajamento.

Basicamente, quaisquer que sejam seus objetivos, você precisa garantir que ele possa ser avaliado e que você saiba em quais métricas deve ficar atento para medi-los:

  • Tráfego
  • Alcance e engajamento
  • Leads e conversões

3. Comece a acompanhar suas métricas

Agora que você já sabe o que deseja alcançar, quais métricas precisa ficar de olho, é hora de começar a acompanhá-las.

Uma das ferramentas mais úteis que você tem à sua disposição para acompanhar o sucesso de suas redes sociais, rastreando seu tráfego, e grátis: o Google Analytics.

Mais ainda, também é ótimo para acompanhar suas conversões reais. ou seja, as ações que seu tráfego (de mídia social) está realizando no seu website.

Como acompanhar suas conversões

Vá até Administrador e clique em Metas para começar:

Google Analytics

Aqui, você poderá definir metas de conversão (até 20 metas) para acompanhar as ações que suas mídias sociais estão realizando em seu site: inscrevendo-se para sua newsletter, comprando algo, agendando uma entrevista com sua empresa e assim por diante.

Além disso, você pode até dar a cada meta um valor monetário, o que tornará o acompanhamento do seu ROI na mídia social tão fácil e o Google Analytics listará automaticamente o valor total de todas as conversões feitas a partir do seu tráfego.

De volta à configuração das metas de conversão, depois de clicar em Metas, você verá vários modelos de meta para escolher:

Google Analytics

Você também pode criar sua própria meta personalizada, mas pode não ser necessária, pois ela abrange quase todas as ações comuns do website. por exemplo: fazer uma reserva ou um pagamento, pedir para se tornar um afiliado, enviar um formulário ou visualizar um conteúdo, entre muitos outros.

Você tem a opção de definir 4 tipos diferentes de objetivos:

  • Link específico / destino
  • Duração e tempo gasto em uma determinada página
  • Número de páginas visitadas por sessão
  • Tomando uma certa ação

E, finalmente, como mencionei antes, você pode definir valores monetários para cada uma das suas metas de conversão. Por exemplo, se para cada 10 pessoas que se inscreverem na sua lista, uma delas comprará de você no valor de R$ 1.000,00,  o valor dessas metas será em torno de R$ 100,00.

Esses resultados serão rastreados automaticamente pelo Google Analytics para que, sempre que você verificar o tráfego do seu website, nesse caso, o tráfego de mídia social, também possa acompanhar seu ROI, medido em quantas conversões foram feitas.

4. Como acompanhar seus cliques de mídia social

Ao verificar sua análise de mídia social (por exemplo, o Facebook Insights), você também pode ver quantos cliques cada post recebeu.

Essa informação é definitivamente relevante, mas os cliques não dizem muito sobre o tráfego de mídia social. Claro, você sabe quais postagens receberam mais cliques, mas não sabe quanto tempo eles gastaram no seu website ou o que eles fizeram lá. Além disso, esse método também dificulta a compreensão de como cada rede social funciona individualmente.

Uma maneira fácil de resolver isso é adicionar parâmetros UTM aos seus links de mídia social; eles são pedaços de código anexados a seus links que permitem rastrear seu tráfego com mais detalhes e entender de onde ele vem.

Você pode gerar facilmente um link com os parâmetros do UTM usando o criador de campanhas do Google Analytics :

Google UTM builder

Você pode criar um parâmetro UTM personalizado de acordo com suas necessidades, mas já existem três parâmetros comuns para escolher.

Use as informações dos seus links para descobrir não apenas quanto tráfego de mídia social você tem, mas também para entender de onde vem o tráfego.

Conclusão

Existem certos passos que você precisa tomar para estabelecer o impacto de suas mídias sociais. Não se trata apenas de verificar sua análise de mídia social e um pouco do Google Analytics. Para saber mais sobre suas análises (e medir com precisão seus resultados), fique atento aos passos abaixo:

  • Estabeleça seus objetivos de mídia social: seja claro sobre o que você deseja alcançar primeiro;
  • Estabeleça seus KPIs objetivos: para cada objetivo que você definir, faça uma lista dos KPIs que você precisará acompanhar para medir o objetivo;
  • Comece a rastrear!

Use sua análise não apenas para descobrir se seu investimento está funcionando, mas também para entender as alterações que você precisa fazer para tirar mais proveito de suas mídias sociais.

Fontes:

André Cardia