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A importância das embalagens no e-commerce

As embalagens no e-commerce são extremamente importantes, pois elas asseguram a integridade dos produtos contra danos, avarias e outros problemas que podem ocorrer durante o envio das mercadorias.

Mas, além disso, os invólucros também são uma maneira de cativar o cliente, demonstrando que a empresa tem cuidado com os produtos e realiza um trabalho profissional, com atenção aos mínimos detalhes.

No artigo de hoje, saiba mais sobre a importância das embalagens no e-commerce e quais as vantagens de usá-las no seu negócio. Acompanhe a leitura!

Por que devo usar embalagens?

Seja com uma caixa de encomenda 6b ou uma simples sacola, as embalagens tornaram-se imprescindíveis para as empresas. Afinal de contas, elas asseguram a qualidade dos produtos, fazendo com que eles cheguem inteiros à casa do consumidor.

Porém, percebeu-se que as embalagens também são ótimas ferramentas de marketing, pois além da proteção, elas igualmente melhoram o relacionamento com o público, imprimem a identidade da marca e ajudam na divulgação do seu negócio.

Portanto, as embalagens tornaram-se um fator de competitividade essencial dentro de um mercado cada vez mais competitivo e exigente.

As marcas de luxo dão um bom exemplo nesse sentido. Não é incomum vermos sacola de tecido personalizada, com o logo da empresa e as cores da identidade visual, ou até mesmo, caixas belíssimas que ajudam na composição do produto.

Fora que a abertura das embalagens fornece uma experiência única aos compradores. Podemos ver isso nos famosos unboxings (desembalando), que são conteúdos famosos e populares no YouTube e perfis no Instagram.

Ou seja, os invólucros são parte do marketing visual, sensorial e de experiência, para que o cliente sinta que adquiriu muito mais do que um simples produto, mas também está comprando algo diferenciado e especial.

Fora que a proteção é incomparável! Imagine que um motoboy entregador acaba deixando a mercadoria cair no chão durante o trajeto até o consumidor final.

Sem uma embalagem adequada, o produto pode se danificar, ainda mais se for algo frágil, como vidro. Mas com o invólucro correto, é possível assegurar que o item se mantenha inteiro, sem danos.

Isso vale para todos os tipos de envios, não só com a contratação de serviço de motoboy terceirizado, mas a logística de caminhões, por exemplo, também pode oferecer riscos à integridade das mercadorias, quando não protegidas adequadamente.

Como escolher as embalagens certas para seus produtos?

Diante de todas as vantagens das embalagens, os negócios estão priorizando cada vez mais o uso de invólucros resistentes, ainda mais os e-commerces (já que eles trabalham diretamente com a entrega dos produtos).

No entanto, muitas pessoas têm dúvidas de como escolher as embalagens certas. Afinal de contas, não se pode usar a mesma caixa que abriga marmitas para empresa para embalar peças de roupas, por exemplo.

Por isso, separamos algumas dicas que podem te ajudar na escolha dos pacotes corretos. Confira!

1 – Conheça quais produtos irá oferecer

Entender as características dos produtos é o primeiro passo para escolher a embalagem certa. Para isso, leve em consideração alguns pontos da mercadoria:

  • Tamanho;
  • Peso;
  • Fragilidade;
  • Perecividade;
  • Temperatura ideal.

Essas especificações ajudam na escolha da embalagem com o nível de resistência correto e, além disso, caso a sua mercadoria exija um condicionamento específico, é possível procurar pelo invólucro correto.

Por exemplo, no embalo de uma lava louça compacta, é preciso escolher uma embalagem que suporte os atritos do deslocamento. Porém, ao abrigar um alimento, é necessário optar por pacotes com capacidade térmica.

Da mesma forma, é fundamental conhecer a quantidade média de produtos adquiridos para a venda, especialmente se o seu e-commerce costuma vender itens em grande quantidade, ou mescla mercadorias grandes, pequenas e médias.

Isso facilita na hora de escolher as embalagens ideais para a logística.

2 – Considere os quesitos de proteção

Como percebemos, a questão da proteção é um dos itens mais importantes na escolha das embalagens. Por esse motivo, vale a pena conhecer quais são os principais materiais usados na confecção de embalagens, bem como na proteção dos produtos. São eles:

  • Almofadas de ar: para produtos pequenos;
  • Plástico-bolha: para produtos mais frágeis;
  • Papel kraft ou papel seda: para envolver produtos resistentes;
  • Caixa de papelão ou envelope: para diversos tipos de produtos.

Aqui, nos quesitos de proteção, vale a pena considerar a facilidade de transporte também. Por exemplo, na logística de um kimono infantil judô, pode ser muito mais fácil usar um envelope do que uma caixa grande de papelão.

3 – Tenha embalagens personalizadas

Para atingir os objetivos de marketing, vale a pena investir em embalagens personalizadas para os seus produtos.

Verifique o custo de estamparia, bem como a impressão do logo em alguns invólucros. Isso ajuda na geração de brand awareness, além de ser uma forma de mostrar a sua empresa para um número maior de pessoas.

4 – Explore os cinco sentidos do comprador

Mais do que entregar um produto sem avarias, as embalagens também são parte da experiência de compra. Por esse motivo, elas se tornaram indispensáveis para todos os tipos de empresas, principalmente os e-commerces.

Sendo assim, vale a pena explorar mais os cinco sentidos dos compradores para criar uma afetividade do público com a marca.

Você pode usar materiais com um toque diferenciado, ou até mesmo borrifar uma essência nos produtos. Além disso, vale a pena incluir alguns brindes, como balinhas ou canetas.

Outra alternativa é incluir um cartão da loja ou até mesmo uma cartinha, agradecendo o consumidor pela compra. É um gesto simples, mas que faz toda a diferença na fidelização dos clientes.

5 – Desenvolva embalagens que facilitem o carregamento

Além de pensar nos compradores, é importante levar em conta a facilidade do carregamento, tanto para os clientes quanto para os responsáveis logísticos.

Inclusive, quanto mais fácil for de carregar, menor é o risco de avarias. Assim, no caso de mercadorias grandes, como uma mesa grande para escritório, vale a pena dividi-la em mais de uma caixa, por exemplo.

6 – Coloque o valor do frete

O valor do frete deve estar incluso como parte da compra do consumidor. Dessa forma, o cliente saberá que está pagando para ter segurança no envio da sua mercadoria, já que toda a compra de embalagens e o envio logístico têm um custo para os e-commerces.

No entanto, tente realizar algumas promoções, como fretes grátis em compras acima de um limite de gastos, ou descontos. Isso ajuda a convencer os clientes, tornando-os mais próximos de fazer uma compra com você.

Importante ressaltar que as embalagens menores e mais leves tendem a custar menos. Ou seja, você tem a oportunidade de baratear o frete, mas sempre mantendo o cuidado com a segurança da mercadoria.

Quais são os principais tipos de embalagens?

Agora que você já sabe como escolher a embalagem ideal, está na hora de conhecer quais são os principais pacotes usados pelos e-commerces. Dessa forma, você terá uma ideia mais concreta de qual invólucro é o melhor. Veja a seguir:

Caixas de papelão

As caixas de papelão são as embalagens mais famosas dos e-commerces, pois elas ganham no quesito versatilidade. Afinal, elas são capazes de transportar a grande maioria dos produtos, tendo diversidade de tamanhos e comprimentos.

Além disso, as caixas de papelão ocupam pouco espaço e são fáceis de montar. Por isso, são as preferidas dos responsáveis logísticos.

Para escolher as caixas certas, uma dica é identificar a quantidade média de produtos vendidos, para encontrar embalagens padronizadas para o seu negócio.

Não deixe de usar proteção interna, como plástico-bolha ou almofadas de ar, no caso de produtos frágeis.

Envelopes de papel kraft

O papel kraft ajuda na criação de embalagens com diversas resistências. Inclusive, a grande vantagem desse modelo é que a maioria já vem com uma fita colante, que ajuda no fechamento do invólucro.

Em geral, os envelopes de papel kraft são usados para empacotar livros, CDs, bijuterias e pequenas peças de roupas. Por vezes, podem ser substituídos por envelopes de plástico.

Além disso, esse tipo de embalagem é mais fácil e barato de personalizar. Por esse motivo, os envelopes são a preferência de grande parte dos e-commerces.

Conclusão

As embalagens são fundamentais para os e-commerces. Mais do que ajudar a proteger os produtos contra avarias e danos, elas também contribuem com a experiência de compra. 

Não é à toa que muitos e-commerces são conhecidos pelo envio de embalagens diferenciadas, que encantam o público.

O artigo de hoje buscou trazer algumas dicas de como escolher a embalagem ideal, considerando as características da sua mercadoria. Dessa forma, você poderá melhorar o marketing da sua empresa e se destacar da concorrência.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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8 dicas para tornar o seu e-commerce mais seguro

As compras online não são uma novidade. No entanto, apesar das tecnologias de criptografia, é cada vez mais necessário deixar o seu e-commerce mais seguro, seja para atrair clientes ou mesmo para deixar o seu comércio mais profissional.

Sendo assim, ampliar as tecnologias e os métodos de segurança é uma forma de transmitir confiança aos consumidores, ainda mais porque os pagamentos por cartão de crédito são os mais comuns nesse tipo de transação.

Então, para que o cliente sinta que pode informar os seus dados no seu site, separamos algumas dicas para tornar o seu e-commerce mais seguro e protegido contra ataques de hackers, bem como de pessoas mal-intencionadas.

1 – Escolha uma plataforma ideal

O primeiro passo é observar se a sua plataforma e-commerce é realmente confiável. Afinal de contas, a hospedagem da sua loja virtual faz toda a diferença na segurança (e isso vale tanto para canais pagos, quanto gratuitos).

O ideal é ter uma plataforma que permita a comercialização de produtos do seu e-commerce e faça o gerenciamento de toda a infraestrutura. Normalmente, é cobrado um valor mensal ao lojista, justamente para manter essas questões de segurança.

Esse gerenciamento é semelhante a um monitoramento virtual, pois ele assegura que todos os dados da sua loja virtual permaneçam protegidos contra invasão de hackers. Só aí já é possível aumentar as questões de segurança do seu e-commerce.

2 – Tenha certificado SSL e selos de segurança

O certificado SSL pode ser comprado, mas também pode vir instalado com as plataformas de hospedagem. Daí a importância de escolher um canal de qualidade.

O principal objetivo do certificado SSL é garantir a criptografia digital do seu site, tanto que ele é representado por um cadeado, que aparece logo na barra de endereço da página.

Dessa forma, quando o cliente digita os seus dados, o SSL criptografa as informações e as envia com segurança para o servidor da loja.

A verificação desses dados funciona como uma espécie de controle de acesso externo, pois só pessoas devidamente autorizadas podem ter contato com as informações.

Se a sua loja virtual não possuir a certificação SSL, o Google irá bloquear o site. Em alguns aplicativos de celular, os sites sem SSL nem mesmo carregam, o que já mostra que o e-commerce não é totalmente seguro.

Na prática, o certificado SSL funciona da seguinte maneira:

  1. O usuário coloca os dados pessoais no site;
  2. As informações são recebidas e trancadas no servidor;
  3. Somente o servidor do site pode acessar os dados;
  4. O processo se repete para informações enviadas ao cliente.

Percebe-se que o SSL trabalha com um sistema altamente seguro, que impede o acesso e o uso indiscriminado das informações.

Já os selos de segurança funcionam como uma barreira a mais para a sua loja. Com eles, é possível monitorar e cuidar do e-commerce, reduzindo os riscos de perda ou roubo de dados. Hoje em dia, os selos mais famosos são o Site Blindado e Loja Protegida.

3 – Tenha um site blindado

Ter um site blindado significa combater as possíveis vulnerabilidades de invasão. Isso ajuda a impedir que o seu site seja derrubado ou comprometido pela presença de vírus e malwares.

Você deve blindar todas as páginas do seu e-commerce, até mesmo a que somente exibe o colar comprido feminino, que é um de seus produtos, por exemplo.

É possível tomar essas medidas de resguardo com a busca de brechas. Assim, dá para consertá-las antes da ação dos hackers

Por isso, obrigue a sua loja a passar por análises frequentes de caça, mesmo diante das mínimas aberturas.

Para isso, instale ferramentas precisas, que são capazes de mostrar os espaços por onde os hackers entram. Essa verificação pode ser feita por um scanner que promove a varredura completa da loja virtual.

Entre as vantagens desse fluxo de escaneamento, destacam-se:

  • Aviso prévio antes dos ataques;
  • Levantamento de provas de falhas de segurança;
  • Redução das chances de invasão;
  • Maior segurança aos clientes.

Diferentemente do certificado SSL, nenhum site ou loja virtual é obrigado a ter uma página blindada. Contudo, é uma boa maneira de tornar o seu e-commerce mais seguro.

Procure contratar uma instituição com experiência para o escaneamento e instalação das ferramentas. Assim, você terá a certeza de uma blindagem efetiva.

4 – Sugira senhas que não sejam fáceis

Para ter um e-commerce mais seguro, vale a pena orientar os clientes acerca de algumas atitudes que podem ampliar a proteção contra ações ilegais. Entre elas, a sugestão de senhas mais difíceis.

Na hora de fazer o cadastro para as compras, seja para qualquer aquisição, desde uma peça de roupa até um anel de prata com diamante, a dica é sugerir um nível de dificuldade para a senha, como o uso de números e letras maiúsculas obrigatórias.

Quanto maior é a dificuldade da senha, mais difícil é a ação dos hackers. Ainda mais porque muitos ataques não são feitos diretamente às plataformas das lojas virtuais, mas sim, no cadastro do cliente.

Por isso, se você é um consumidor e está lendo este artigo, lembre-se de reforçar as suas senhas na hora de ir às compras virtuais.

5 – Considere a instalação de um WAF

O WAF (Web Application Firewall) é outra maneira de blindar o seu site. Essa ferramenta é especialmente designada para agir de maneira proativa, ou seja, interrompendo e identificando ações suspeitas em tempo real.

Além do mais, o WAF protege o seu e-commerce contra ataques de DDoS (ataque de negação de serviço), sendo capaz de funcionar 24 horas por dia.

Normalmente, o WAF é indicado para grandes negócios ou organizações que lidam com dados em excesso, como indústrias que fabricam filtro de combustível diesel.

6 – Cuidado com o armazenamento de dados sensíveis

O lojista também deve considerar o armazenamento de dados sensíveis, que são as informações necessárias para efetuar as transações comerciais nos e-commerces.

A recomendação é usar tecnologias enxutas e práticas, para evitar grandes problemas com o extravio de informações.

Inclusive, essa questão também é válida para outros tipos de serviços online, como entrega motoboy por aplicativos.

Atualmente, todos os comércios, sites, lojas virtuais, aplicativos e sistemas devem se adequar às recomendações da LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais), para o armazenamento e uso das informações.

7 – Instale ferramentas antifraude

Muitos empreendedores digitais consideram que o custo das ferramentas antifraude é dispendioso, mas é necessário encarar isso como um investimento.

Afinal de contas, se a sua loja virtual for vítima de um ataque cibernético, é bem provável que os custos para lidar com esse problema sejam muito maiores. Então, nada melhor do que dispor de recursos preventivos para evitar essas ações ilegais.

Importante ressaltar que vários pedidos recebidos por lojas online não passam de fraudes. Essa é uma barreira que impede a expansão das operações de um e-commerce, ou até mesmo de um aplicativo que trabalha com moto para entrega.

Sendo assim, a instalação de sistemas antifraude é uma forma de bloquear pedidos fraudulentos, além de outros “golpes” que são comuns na internet.

Claro, não existe um recurso 100% eficaz contra fraudes. Mas essas ferramentas ajudam a reduzir consideravelmente as chances de atos ilegais.

Os sistemas antifraude utilizam a tecnologia de inteligência artificial (IA), para a verificação de dados e autorização da compra. 

Isso é extremamente benéfico para todas as lojas virtuais, mas principalmente as que trabalham com produtos de alto valor, como a venda de computador novo.

8 – Acompanhe o desenvolvimento das tecnologias

Os avanços tecnológicos caminham a passos largos nos dias de hoje. Por essa razão, é fundamental acompanhar as últimas tendências na área digital, visto que muitas delas são elaboradas justamente para oferecer maior segurança aos usuários.

Sendo assim, é importante ficar de olho nas principais inovações e lançamentos, bem como nas atualizações dos certificados de segurança.

Como vimos, o certificado SSL, por exemplo, tornou-se obrigatório para os sites que desejam aparecer no Google e aplicativos de dispositivos móveis. Ou seja, é a segurança demonstrando que também faz parte da experiência do usuário.

Conclusão

A segurança é primordial em todos os lugares, incluindo a internet. Apesar de conhecermos a tecnologia criptografada, não estamos isentos de golpes, fraudes e ações de hackers, que podem usar nossos dados para atividades ilícitas.

Por esse motivo, é dever dos e-commerces, bem como dos clientes, buscarem formas alternativas para aumentar ainda mais a proteção nos websites.

O artigo de hoje trouxe algumas dicas de como realizar isso, através da instalação de programas de segurança, certificações e, até mesmo, recomendações quanto ao uso de senhas nas lojas virtuais.

Assim, os clientes sentem mais confiança em comprar com você, já que o seu site oferece um grande respaldo de segurança.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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A importância das imagens para o e-commerce

Imagens para o e-commerce são formas essenciais de escolha de clientes, já que grande parte desses consumidores acaba não tendo contato com um produto previamente, e utiliza as mídias como parâmetro de suas escolhas de compra.

Hoje em dia grande parte das pessoas que são privilegiadas com a utilização constante da internet preferem resolver questões básicas da vida diária por esse canal, pela simplicidade e rapidez na resolução de necessidades ou problemas.

Por exemplo, uma das principais formas de comprar por ingressos de cinema é por meio da internet, por sites de vendas chamados e-commerce, que disponibilizam uma experiência de usuário capaz de providenciar maior autonomia e facilidade de compra.

Alguns sites entregam produtos e serviços comprados em um tempo similar ao de uma compra presencial, mantendo então a proporção de eficiência trazida pela internet, mostrando que a compra online é uma das melhores e mais seguras formas.

Por exemplo, por meio de um e-commerce de doces finos para aniversário é possível comprar os produtos desejados por meio de imagens e descrições do produto, que entregam uma experiência tal como de uma loja, tirando o fator olfato.

As melhores opções de produtos são facilmente escolhidas pelo cliente por meio das ferramentas disponíveis na plataforma, que quase sempre procuram estabelecer uma maior proximidade do cliente com o que será comprado, entregando um atendimento impecável.

Mas, isso só acontece por componentes como fotos e descrições detalhadas, que fornecem tudo aquilo que faz parte da decisão de compra de um cliente, ainda que ele estivesse fisicamente no local de uma loja de entregas rápidas, por exemplo.

Logo, trabalhar questões que envolvem os sentidos do consumidor são formas interessantes de dar continuidade a um trabalho presencial, auxiliando ainda mais na hora de verificar se um produto deve ser comprado ou não. 

Como no caso de:

  • Imagens;
  • Vídeos;
  • Detalhamentos;
  • Depoimentos.

E dentro dessa decisão, uma das opiniões mais decisivas acontece após a visualização de imagens, fotografias que contam mais sobre um determinado produto e sua usabilidade, provando por meio do virtual que essa pode ser uma escolha, no fim das contas.

Imagens na decisão de compra

A imagens de um site tem uma tarefa importante dentro do poder de decisão de compra, já que são a prova mais real e concreta de que o produto é da forma como está sendo imaginado por consumidores que estão fazendo uma compra online.

Por exemplo, na divulgação de um estúdio para ensaio é interessante que o espaço conceda em um site de vendas imagens de como o ambiente é realmente, já que isso pode  ser decisivo para um grupo com um alto número de integrantes.

Uma outra forma de esclarecimento por meio de fotos é essencial quando os produtos são muito específicos, mexendo com a idealização de uma estética específica, como a venda de anel de diamante noivado em um site.

Por ser um objeto que vai estar em constante mostra após ser comprado e utilizado por alguém, é preciso saber se ele tem um visual interessante para o cliente, que provavelmente solicitará por provas do produto, bem como a descrição de suas medidas.

As cores são importantes em e-commerces também, pois evidenciam de que forma é aquele produto que estamos interessados, algo que muitas vezes traz problemas de diferenciações ao vivo, o que pede um cuidado extra de empreendedores.

É bem comum que, por exemplo, uma luminária LED grande apresente uma cor específica em um site, que varia entre tons terrosos. 

No entanto, ao vivo ela apresenta cores mais vivas, uma diferença que quase sempre acontece pela diferença de dispositivos.

Por isso, é uma boa pedida que empresas passem a ter preocupações em como as imagens de produtos estão sendo distribuídas, para que haja um maior cuidado na informação correta, como em cores, que são diferentes em algumas situações.

E dentro de um trabalho de vendas, quanto mais informações visuais um negócio se comprometer a passar, mais ele terá chances de conquistar um cliente, algo que também mexe com a credibilidade da empresa dentro do processo de compra.

Isso acontece no caso da contratação virtual por serviços de cenografia para eventos, onde é interessante que sejam mostrados trabalhos anteriores feitos pela empresa, provando que os ambientes montados são de interesse do futuro cliente.

Dessa forma, quanto mais fotos, mais provas de que um serviço está sendo honesto em sua divulgação, ainda que a quantidade não seja mais importante que a qualidade e outros fatores decisivos na hora de subir mídias para um site.

Por exemplo, dentro de um site de acessórios, a principal referência na compra de uma tornozeleira dourada feminina são poucas imagens, mas que mostram uma naturalidade de seu uso, como no caso de modelos, que trazem uma proximidade com o cliente.

Essas e outras preocupações na hora de cuidar de um e-commerce devem ser sempre colocadas em observação por uma empresa, já que podem atrapalhar ou ajudar diretamente na hora de um consumidor continuar na página comprando.

Dessa forma, escolher a imagem certa e cuidar de cada detalhe de sua postagem se torna tão essencial quanto a entrega presencial de um produto, podendo ser ainda mais impactante que o contato ao vivo, como na situação de uma entrega de moto.

Como escolher a imagem correta

Escolher a imagem correta para um site varia de acordo com cada necessidade do cliente e cada tipo de produto.

Afinal, comprar um serviço de jardinagem pode não demandar tanto compartilhamento de imagens como na hora da compra de um vestuário.

No entanto, é possível utilizar como base algumas preocupações recorrentes dentro de e-commerces, com o foco contínuo de valorizar o produto e a empresa por meio de uma forma visual, ainda que ela não responda totalmente pela decisão da compra.

Por exemplo, a disponibilização de fotos e vídeos de um produto de limpeza nem sempre fará com que uma pessoa compre, mas, de acordo com uma pesquisa do E-commerce Quality Index, 85% dos consumidores não compraria em um site sem imagens.

Dessa forma, sabemos então que algumas medidas precisam ser tomadas por um site para que suas vendas aconteçam em maior quantidade, por meio de imagens. 

E sobre essa utilização, entenda mais sobre três principais fundamentos:

Ângulos do produto mostrado

Sempre que puder procure mostrar todos os ângulos e um produto a ser oferecido, já que a melhor forma de uma plataforma de compra online traduzir a experiência ao vivo do consumidor é dando opções para que ele veja o que quer comprar de vários lugares.

Por exemplo, em um e-commerce de produtos usados voltados para dispositivos eletrônicos, é interessante que sejam visualizados alguns detalhes, como carcaça desses aparelhos, câmeras, botões e outras questões pessoais e específicas.

Em outro caso, na situação de uma venda de um móvel, por exemplo, entender quais são as medidas e eventuais detalhes nos itens acaba sendo uma forma eficaz de melhorar as ações de compra, já que são estas questões que interferem na aquisição do produto.

Qualidade em primeiro lugar

Sempre que for subir uma imagem ou até mesmo um vídeo para uma plataforma de compra, é interessante que sejam priorizadas as qualidades das fotos, já que uma foto com péssima resolução, por exemplo, pode ter um efeito negativo na compra.

Por exemplo, em um site de venda de imóveis é interessante que o cliente tenha uma visualização excelente do local onde morará, já que essa opção de conexão com as imagens pode fazer com que o cliente marque ou não uma visita.

Além disso, quanto mais uma imagem mantém sua qualidade em primeiro lugar, mais a empresa é considerada séria e confiável, estando disposta a auxiliar ao máximo na hora de uma compra.

Humanização sempre

Quando possível, é interessante incorporar às fotos dentro de um e-commerce uma utilização real de um produto, já que isso aproxima um cliente que não está tocando em um produto, algo essencial dentro de uma ação de compra.

Por exemplo, ao ver uma modelo utilizando uma blusa em um site de roupas, o cliente pode verificar qual tamanho está sendo vestido e como aquela peça é se molda ao corpo, algo que pode ajudar na hora de uma compra, favorecendo a empresa.

Além disso, a humanização também é uma maneira de entender o quanto um produto pode ser pequeno ou grande, já que o índice comparativo é o corpo humano, como uma mão, uma perna ou o caimento de produtos sendo utilizados.

Conclusão

Imagens são essenciais para fechamentos de negócios em e-commerces, e já que grande parte das vendas vem acontecendo de forma online, nada mais essencial do que incorporar fotos dentro da descrição de um produto ou serviço.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Curva ABC: o que é e para que serve

A curva ABC é uma estratégia muito usada pelas empresas para que possam gerenciar melhor suas prioridades.

O controle de estoque figura entre as principais dificuldades entre as organizações que trabalham com um alto fluxo de vendas.

Quanto mais você vende, melhor deve ser a gestão de estoque, uma vez que ele pode impactar todo o resto empresa.

Tendo isso em mente, foi desenvolvida a curva ABC, uma ferramenta usada por corporações ao redor do planeta, que seleciona quais itens precisam de mais cuidado e apuração.

É ela que evita situações complicadas para a empresa e também para os clientes. Se um supermercado usa essa ferramenta, ele evita falta de produtos e mercadorias, o que pode desapontar a clientela, por exemplo:

  • Café;
  • Macarrão;
  • Arroz;
  • Feijão;
  • Produtos de limpeza.

As plataformas e-commerce também se beneficiam, uma vez que garantem que todos os produtos anunciados no site estejam disponíveis para venda.

Para usar a curva ABC, no entanto, é preciso saber o que é, como funciona, a sua importância para as organizações, de que maneira ela se divide, onde é usada e como pode ser aplicada.

É exatamente sobre esses tópicos que vamos falar aqui. Então, se você tem alguma dúvida, não deixe de ler até o final.

O que é curva ABC?

Curva ABC é uma importante estratégia para empresas de vários setores, sendo usada por corporações em todo o mundo. Por meio dela, é possível controlar e organizar melhor o estoque.

Isso porque a ferramenta classifica os produtos, de acordo com seu grau de importância. Para isso, pode ser levado em conta o preço de custo ou o preço pelo qual o produto, como banner informativo, é vendido.

É importante que as companhias, independentemente do tipo de solução que ofereçam, classifiquem seus produtos de acordo com o volume de vendas e estoque.

A curva ABC identifica as mercadorias de mais importância e maior valor no estoque, então, ela classifica a relevância de cada um.

Em outras palavras, ela coloca os produtos dentro de um ranking, mostrando quais trazem mais retornos para a marca.

Os de maior retorno são classificados na curva A, os de médio na curva B e os de baixo na curva C.

Seu uso se dá no meio administrativo do negócio, visando o controle e a gestão de estoque. No entanto, muitas empresas também empregam o seu conceito em vendas, produção, preços e compras.

Sua divisão, então, se dá entre as curvas e para você entender melhor, vamos especificar cada uma delas.

Na curva A nós temos os produtos mais importantes para a marca, é como se fosse um catálogo de empresas, então, a fórmula 80-20 faz a seleção dos itens. Então, trata-se de 20% dos produtos que correspondem a 80% do total de vendas.

São eles que demandam mais atenção na hora de fazer a gestão de estoque, pois dizem respeito à porcentagem maior do total de vendas.

Por exemplo, se uma empresa tem 100 produtos disponíveis e vende um valor X todo mês, 20%, ou seja, 20 produtos correspondem a 80% da venda, que resulta no valor X. E são poucas as mercadorias que geram a maioria dos lucros.

Na curva B, por sua vez, encontramos os produtos de média importância, e eles correspondem a 30% dos itens, correspondendo a 15% do faturamento.

Sendo assim, naquela empresa que mencionamos na curva A, os de curva B correspondem a 30 produtos, com um valor de venda bem abaixo da curva A.

Por fim, na curva C temos aqueles de menor importância, que correspondem a 50% dos itens e apenas 5% do faturamento. 

Dessa forma, a empresa vende 50% deles correspondendo a um lucro de valor X.

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Importância da curva ABC

Agora que você já sabe o que é essa ferramenta, vamos explicar a sua importância. Trata-se de um processo tão necessário quanto o protocolo de qualificação de operação, pois possibilita uma visão mais abrangente da empresa.

Além disso, auxilia nas tomadas de decisão, ficando muito fácil identificar quais produtos se destacam mais e quais necessitam de maior atenção dentro do estoque.

Por meio dessa prática, o estoque é organizado de acordo com a relevância de cada item presente nele, evitando sua falta, o que acarreta na perda de vendas.

Também é uma forma de evitar que uma grande quantidade de produtos menos relevantes seja armazenada, o que traz custos desnecessários e desequilibra a gestão de estoque.

Esse controle permite que 80% dos processos importantes para a empresa sejam devidamente administrados.

Além disso, é muito mais fácil manter o foco na gestão dividindo o estoque dessa forma do que tentar administrar tudo junto.

Os balanços periódicos feitos trimestralmente, semestralmente ou anualmente de todos os equipamentos que uma empresa de aluguel de empilhadeira oferece, por exemplo, são importantes.

Contudo, o balanço rotineiro promovido pela curva ABC é ainda mais importante porque garante o pleno funcionamento da companhia.

Como fazer a Curva ABC

É possível usar essa ferramenta por meio do Excel, montando uma matriz. Você pode criar três colunas nomeadas como “Identificação”, onde vai o nome do produto; “Quantidade” e “Valor Unitário”.

Calcule o valor total de cada produto, multiplicando a quantidade pelo valor total de cada um. Depois, calcule o valor acumulado dos itens.

Depois, é necessário organizá-los em ordem decrescente em relação ao valor total, usando a tabela “Dados”. Clique em “Organizar” e uma nova janela será aberta.

Na opção “Classificar por” selecione “Valor total” > “Ordem” > “Do maior para o menor” < “OK”. 

Assim, todos os itens vendidos por uma loja de eletrodomésticos, como lava louça compacta, por exemplo, serão organizados do maior para o menor em valores.

Depois, é necessário calcular as porcentagens que se referem aos produtos e à porcentagem acumulada, e é com isso que geramos a Curva ABC.

Depois, você vai dividir os itens em suas respectivas curvas, de acordo com a porcentagem adequada ao seu negócio. Feito isso, crie uma coluna de classe e uma função SE para classificar como A, B e C.

Agora é possível saber em qual classe cada produto se encaixa, e uma empresa de etiqueta de patrimônio pode adicionar uma formatação adicional se quiser sobre as células de cada classe.

Assim, é possível alterar as cores delas de acordo com a classe em que se encontram, depois, é possível definir as zonas (curvas), criando a coluna ABC que permitirá a visualização dessa região na planilha.

A coluna ABC deve estar junta a coluna “Classe”, e em sua primeira linha deve ser adicionada uma fórmula para quantificar a quantidade de itens em cada curva.

Depois, é necessário selecionar a coluna ABC e criar um Gráfico de Barras. Para isso, é preciso clicar sobre o gráfico gerado, e duas novas abas vão aparecer.

Clique em Design > Alterar Tipo de Gráfico > Barras > Barras 100% empilhadas. Depois, selecione o gráfico à direita e clique em “OK”.

Feito isso, dê dois cliques sobre o gráfico para visualizar a janela e conseguir fazer como uma empresa de entregas rápidas, e formatar uma série de dados.

Basta ir em “Largura do Espaçamento”, alterar o valor para zero e pressionar “Enter”. Na guia design, vá em selecionar dados e clique em “Adicionar”. Clique em “Valores da série” e selecione a coluna de porcentagem acumulada (%) e clique em OK.

Se o gráfico mudar, clique nele novamente e depois na aba “Design”. Vá na opção “Alterar tipo de gráfico”, então, uma nova janela se abrirá.

Clique em “Combinação” e localize a última série criada. Marque a caixa de eixo secundário e depois clique em “Tipo de gráfico”, então, selecione o gráfico de linhas e dê um OK.

Depois, basta colocar um título para o gráfico, como “Curva ABC pratos para congelar” e dar um título aos eixos.

Se você quiser adicionar o número de elemento nas partes do gráfico, precisa clicar com o botão direito na zona escolhida e selecionar “Adicionar Rótulos de Dados”.

Seguindo esse passo a passo é possível usar a Curva ABC e controlar melhor o estoque do seu negócio. 

Contudo, se preferir, sua empresa também pode adotar ferramentas apropriadas para a Curva ABC.

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Curva ABC.

Conclusão

Controlar o estoque é muito importante para garantir as vendas e aproveitar cada oportunidade de negócio. É dessa forma que você consegue atender às demandas de seis clientes e expandir sua empresa.

Cada produto receberá a atenção que merece, evitando que se acumulem ou que faltem aqueles que são mais importantes.

Isso economiza recursos e espaço, permitindo que sua organização invista cada vez mais em estratégias que façam sua marca crescer.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

CRO

CRO: o que é e como ele funciona

O CRO é uma das maiores preocupações entre profissionais do marketing, bem como uma das maiores e melhores soluções relacionadas à melhoria de compras e relacionamento com clientes, tudo por meio de plataformas online.

A importância dessa técnica, voltada para a conversão de leads, pode ser atingida por meio de algumas dicas, trazendo resultados cada vez melhores para o site de uma empresa. Confira no texto abaixo tudo o que você precisa para melhorar sua taxa de otimização!

Mas afinal, o que é CRO?

CRO nada mais é do que a sigla para Conversion Rate Optimization, que tem como significado em português Otimização de Conversão. A conversão é a ação de mudança de uma pessoa que entra em contato com um negócio por meio de site, para potencial cliente.

Por exemplo, uma escola de ensino fundamental particular passa a fazer suas principais anunciações de novas matrículas por meio de um site, elaborado de maneira totalmente comercial, oferecendo a oportunidade de conhecimento e agendamento de matrícula.

A quantidade de pessoas que entram no site, por meio de anúncios, divulgação ou pesquisa por meio da internet são contabilizadas por sistemas específicos. 

No momento em que passam de visitantes para interessadas pela matrícula da referida escola, é possível entender que houve uma conversão. Essa transformação em potencial cliente, ou seja, pessoa que irá até o local para fechar contrato, chama-se lead.

Essa conversão pode levar a ações tanto imediatas, como no caso de compras online, quanto a interesses pelo produto ou preço, que são sinalizados por meio do preenchimento de informações pessoais ou contato com funcionários pela web.

O CRO é então uma forma de melhorar a conversão dentro sites, incorporando às estratégias de marketing inúmeras formas para mudar a ação de clientes de qualquer tipo de negócio com presença online, seja melhorando páginas de venda ou refazendo ações.

A implementação de atitudes de CRO é possível por meio da análise da taxa de conversão de um site comercial. É por meio desse dado que é possível enxergar qual estratégia pode estar sendo feita da maneira errada e o que pode ser modificado nela.

Para que essa análise possa ser feita de maneira correta, é preciso verificar qual o tráfego do site, os locais na plataforma onde clientes mais se sentem atraídos e também fazer testes  comparativos, dicas que serão melhor aprofundadas ao longo do texto.

Entenda qual a importância do CRO

A importância de um CRO, como bem informado acima, é melhorar a taxa de conversão, ou seja, a quantidade de pessoas que entram no site da empresa e se interessam em comprar ou pedir informações sobre um produto ou serviço oferecido na divulgação.

Chegar a esse resultado pode trazer mais importância do que uma grande quantidade de pessoas interessadas no negócio. Bem como na maior parte dos negócios, um interesse em compra ou até a realização dela traz benefícios para um empreendimento.

O primeiro deles pode ser visto no aumento das vendas,que são um dos principais objetivos de empreendedores, afinal, quanto mais dinheiro entrando, mais um negócio pode ser considerado de sucesso, além de ser uma ótima oportunidade de melhorias.

Uma segunda boa vantagem da melhoria do CRO é o fato de que o ticket médio de compras em um site pode subir, registrando então, uma melhoria nos negócios e uma comprovação sobre as técnicas sendo utilizadas.

Por exemplo, utilizando métodos de otimização de conversão em um site de uma empresa de informática, foi possível entender que além das compras diárias de notebook novo, clientes passaram a comprar, ainda, mouses que apareciam como sugestão. 

Assim, ficou comprovado que o valor médio de rentabilidade no site subiu, algo que animou tanto as equipes quanto os donos da empresa. Essa mudança é um gatilho a mais para uma terceira vantagem do CRO: a redução de gastos para alcançar um cliente.

Muitas vezes, empresas acabam utilizando inúmeras estratégias para chamar a atenção de compradores, quando algumas soluções podem ser facilmente encontradas por meio de mudanças estratégicas dentro do próprio site.

A experiência do usuário, então, passa a ser prioridade das técnicas de CRO, podendo trazer vantagens relacionadas às oportunidades perdidas, ou seja, a quarta vantagem de fazer um CRO de qualidade na plataforma online de uma empresa.

Por exemplo, um layout que não favorece uma compra, nem ao menos chama a atenção de um possível cliente para a obtenção de um produto ou interesse de um serviço é um erro recorrente, mas pode ser facilmente corrigido com uma avaliação de ativos e passivos.

Todas essas vantagens têm como objetivo garantir a alta taxa de importância de uma empresa, bem como a autoridade dessa marca diante de clientes e do próprio mercado em que ela está inserida, trazendo então possibilidades de pioneirismo.

Como otimizar a taxa de conversão?

Agora que você entendeu como é possível modificar a realidade do site da sua empresa para gerar mais receita e vantagens relacionadas ao trabalho com propósito de sua equipe, confira algumas dicas para colocar em prática o CRO:

1. Experiência do usuário é rei

Conforme explicado anteriormente, a experiência de um usuário no site de uma empresa é essencial para que ele afirme o poder de comprar ou não aquela ideal, transformando-se ou não em um lead, também chamado de potencial comprador.

Para incorporar mudanças mais positivas, verifique quais são as partes do site mais clicadas por um visitante. Essas informações podem ser encontradas por meio de um painel de controle e também por aplicativos e ferramentas de marketing disponíveis na web.

Algumas delas são:

  • Design do site;
  • Mídias utilizadas;
  • Palavras e frases;
  • Produtos e serviços;
  • Conteúdos de Blog.

Além de verificar os pontos de interesse, é possível sugerir melhorias ou compreender melhor os gostos e desejos do possível comprador por meio de testes A/B, que funcionam entregando as mesmas informações, mas com comunicações escritas e visuais diferentes.

Por exemplo, em um site A de uma loja de chaveiro automotivo 24 horas algumas informações foram reduzidas à comunicação própria de redes sociais, como palavras ou frases mais curtas e diretas e designs mais intuitivos e minimalistas.

Na página de testes B, a preferência foi por uma comunicação mais séria, com informações detalhadas, imagens mais coloridas e um design mais voltado para o consumo via computadores, menos incorporado de mecanismos de redes sociais.

A partir dessa análise é possível entender qual será a melhor escolha de potenciais clientes, percebendo isso pela quantidade de acessos, fechamentos de contratos e interesse do público via buscadores. Aqui a comparação e análise é essencial!

Um outro ponto, que faz parte da experiência do usuário dentro da página de uma empresa é o tempo que ele passa no site até que todas as informações apareçam. A velocidade do site é, também, algo essencial para a permanência de uma lead nele

2. Implemente a comunicação direta

Seu site permite que o contato de um potencial cliente seja imediato, acompanhando a chegada de seu interesse pela compra? Você poderá entender melhor essa questão ao notar a presença, por exemplo, de robôs de chat, que fazem entregas rápidas.

Esses robôs, também conhecidos como chatbots, são ferramentas de comunicação direta de um cliente com funcionários de uma empresa, de forma com que dúvidas e vontades de compra sejam rapidamente atendidas, mesmo que com informações automáticas.

Também é interessante que o contato seja feito por meio de inúmeros botões ao longo do site, que levam sempre ao contato com pessoas responsáveis pela aquisição do serviço, e precisam estar visíveis, bem como uma sinalização de trânsito horizontal.

3. Aproveite o tráfego de itens específicos

Dentro de suas análises anteriores às práticas de CRO, você pode ter notado que alguns links, informações ou partes do seu site receberam bem mais atenção do público do que outras. Pegue esses conteúdos e utilize-os em outras possibilidades do seu site.

Por exemplo, uma plataforma de uma empresa de sacola de tecido personalizada teve como principal popularidade dentro do site os conteúdos sobre confecção e escolha de tecidos para fabricação caseira de sacolas, um resultado disparado pelas próprias vendas.

É possível utilizar o sucesso dessas publicações para conquistar o desejo de compra de outros produtos, como e-book ou livros sobre esses conteúdos, aulas e produtos únicos, que podem ser utilizados para confecção própria.

4. Crie um fluxo de relacionamento

Além das mudanças e testes dentro do seu site, tente, se possível, investir em ferramentas que possibilitem maior comunicação entre você e um cliente, bem como aquelas que continuam o relacionamento por meio de e-mail ou aplicativos de mensagem.

É possível criar ainda mais vantagens e oportunidades de compra, isso para todas as empresas desde uma que trabalhe com projeto data center até uma loja de roupas. 

Conclusão

Assim que for implementando as mudanças na sua página, por meio das dicas informadas, procure sempre fazer análises, do que vai ou não funcionar. Dessa forma você estará caminhando para a comunicação perfeita com seus clientes, permitindo mais vendas.

Por fim, não tente subestimar o CRO, com ele você verá que seus resultados poderão triplicar.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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As 6 grandes tendências do e-commerce brasileiro para 2021

Depois de um ano em que vimos um crescimento histórico, o que vem por aí neste 2021?

Para o bem ou para o mal, os últimos 12 meses foram inesquecíveis. A pandemia acelerou a digitalização do varejo de uma forma que seria impossível imaginar: no primeiro semestre de 2020, o e-commerce teve o maior crescimento dos últimos 20 anos, avançando 47%. As empresas precisaram investir em canais digitais para poder continuar em contato com os clientes. Quem tinha um e-commerce atualizou seus sistemas, quem estava offline correu para abrir um site ou entrar em um marketplace. O WhatsApp se tornou estratégico e as lojas físicas ganharam a função de hub de distribuição.

E o crescimento do e-commerce continuou acelerado no segundo semestre. Uma boa referência é a Black Friday, em que as vendas cresceram 32% na comparação anual, considerando somente a sexta-feira. Em todo o mês de novembro, a expansão foi de 70%. O varejo foi de vez para o online, incluindo segmentos como materiais de construção e supermercados, e o consumidor gostou.

Como resultado, o varejo brasileiro nunca mais será o mesmo.

O novo ano começa com a expectativa de tempos melhores, mas ainda com a promessa de turbulências. O fim do apoio emergencial e indefinições a respeito de um cronograma de vacinação (ou mesmo de quais vacinas estarão disponíveis) criam mais tensão, mas todos nós estamos imersos nesse ambiente e vamos precisar lidar com ele. A diferença estará em quem conseguir identificar os caminhos para estar mais próximo dos clientes e digitalizar ainda mais seus negócios.

Por isso, neste 2021 todo varejista deveria estar atento aos seguintes pontos, que farão a diferença entre ser líder e ficar para trás:

1) Integração online e offline

O fechamento das lojas físicas de todo o varejo considerado não essencial (responsável por cerca de dois terços das vendas do setor) teve um efeito benéfico inesperado. Com as lojas fechadas ao público, ficou claro que o PDV poderia – e deveria – ser mais que um lugar para a venda de produtos. No melhor exemplo de “se Maomé não vem à montanha, a montanha vai a Maomé”, a loja passa a estar à disposição do cliente de todas as formas possíveis.

Os varejistas perceberam que suas lojas físicas poderiam funcionar como hubs avançados de distribuição para atender os pedidos online dos clientes da vizinhança. Dessa forma, conseguem reduzir significativamente os custos logísticos e os prazos de entrega e ganhar competitividade. O ship from store ganhou um enorme impulso ao longo de 2020: dados da Linx Digital mostram que, na Black Friday, essa modalidade teve um aumento de 142% no número de pedidos e representou 63% de todos os pedidos omnichannel.

Em 2021, mais varejistas irão adotar a entrega a partir das lojas físicas, estimulando a modernização dos sistemas e acelerando a implementação de sistemas OMS. Ao mesmo tempo, o “clique e retire”, a forma mais conhecida de omnichannel, voltará a ganhar força com a vacinação e o aumento do fluxo de clientes nas lojas.

2) Siga as letras: ESG

Os cuidados com práticas ambientais, sociais e de governança (ESG, na sigla em inglês) ganharam espaço durante a pandemia e, neste ano, serão um fator cada vez mais importante na escolha das marcas e na fidelização dos clientes. Empresas com um posicionamento ESG relevante terão uma melhor imagem e tenderão a crescer mais rápido – desde, é claro, que as ações ESG sejam reais.

Isso é muito positivo para o e-commerce, que pode se beneficiar de várias maneiras: usando embalagens recicláveis ou retornáveis; comunicando melhor suas ações de redução da “pegada de carbono” ou para ajudar comunidades carentes; e se envolvendo em causas sociais e/ou ambientais. Empresas que são referência em ESG mostram aos clientes que têm um propósito mais nobre que a venda de produtos. E isso traz resultados financeiros.

3) Inteligência Artificial que funciona

Inteligência Artificial (IA) foi uma das expressões mais presentes nas conversas, em eventos e nos materiais de marketing. Fornecedores dizem que seus sistemas se baseiam em IA, empresas dizem que usam a tecnologia para conhecer melhor seus clientes, e assim se conquista uma imagem de modernidade. Mas é preciso ir muito além disso.

A IA oferece benefícios reais em qualquer atividade que dependa da coleta e da análise de dados para melhorar o relacionamento com os clientes. Neste ano, mais e mais aplicações de tecnologia terão IA embutida. A chave para o sucesso é entregar valor real ao cliente. A IA que funciona é aquela que antecipa demandas dos consumidores para solucionar problemas do varejo e da indústria, como ruptura, planejamento de demanda e personalização de promoções e ações de comunicação.

4) Live streaming

No meio da pandemia, o varejo descobriu o live streaming como uma forma de levar calor humano para as transações online. Uma maneira de tornar o e-commerce mais “com cara de loja física”. Em um primeiro momento, com um jeito bem vintage: apresentar ofertas em vídeo e estimular o cliente a acessar um outro canal para fechar a transação é uma forma de descrever os canais 1406 dos anos 90 (em que o cliente ligava para um número de telefone para fazer o pedido).

O exemplo da China aponta o caminho para o que será o live streaming neste 2021: comprar diretamente do vídeo, sem sair da transmissão e sem direcionar o cliente para outro canal de relacionamento. A integração dos mecanismos de compra às transmissões oferece uma experiência mais imersiva.

Não é à toa que o Interactive Advertising Bureau estima que as vendas geradas pelo live streaming alcancem US$ 120 bilhões em todo o mundo neste ano. Os consumidores querem sentir uma conexão com as marcas, não querem somente comprar produtos. O live streaming consegue oferecer essa conexão, mantendo a segurança do isolamento social. É de se esperar que, passada a crise, os consumidores voltem às lojas, mas o live streaming continue sendo uma força importante para o relacionamento com as marcas.

5) Social commerce, finalmente!

Há anos as vendas pelas redes sociais são uma tendência indicada como “agora vai”. Com a pandemia, mais pessoas passaram a interagir online com suas marcas preferidas, encurtando o caminho para as compras online. Como Instagram, Facebook e TikTok são sinônimo de internet para boa parte dos seus usuários, as experiências de compra nas redes sociais estão se sofisticando. Projeções indicam um crescimento da ordem de 30% nas vendas globais via social commerce nos próximos cinco anos. Mais poder para as big tech, mais desafios para as marcas de varejo.

6) Uma nova logística

A logística é um aspecto estratégico do e-commerce, já que a velocidade de entrega dos produtos é um enorme fator de diferenciação e um dos principais elementos decisivos de compra, ao lado do valor do frete. Novas soluções de entrega diminuem o prazo e reduzem o custo do delivery de produtos, o que torna o e-commerce ainda mais interessante para os clientes e alavanca vendas.

Além do ship from store, que transforma as lojas físicas em hubs logísticos, outro movimento importante dos varejistas online é a busca por novas modalidades de entrega. Os marketplaces estão reforçando suas estruturas de entrega, com investimentos em Centros de Distribuição, carros elétricos, aviões e drones. Startups dedicadas à logística de última milha aumentam as possibilidades do uso de lockers e parceiros de coleta e retirada de entregas. O varejo precisa levar em conta essas novas realidades e desenvolver um mix de entregas que alie velocidade e custos baixos. Essa será uma equação vencedora no e-commerce de 2021.

Fonte: e-commerce Brasil

inteligência artificial no e-commerce

4 maneiras que a inteligência artificial pode ser aplicada no e-commerce

A tecnologia tem tido avanços cada vez mais impressionantes. Hoje em dia, pensar em inteligência artificial no e-commerce deixou de ser um elemento de ficção científica, para ser uma realidade próxima, com diversas vantagens para os profissionais.

As IAs, ou Inteligências Artificiais, são um dos principais recursos tecnológicos da atualidade. Tratam-se de sistemas que simulam a inteligência humana, ultrapassando a programação pré-realizada pelo especialista e tomando decisões de forma autônoma.

Cientistas buscam aperfeiçoamentos tecnológicos em fronts que vão desde partes mais técnicas, como o cabeamento estruturado de redes, até elementos que parecem ter saído de filmes de ficção científica, como robôs e máquinas pensantes.

Esse último contexto foi o que gerou toda a estrutura de pesquisa em inteligências artificiais. Esse tipo de recurso vem sendo estudado há décadas, com testes e pesquisas de como aprimorar estas tecnologias e encontrar soluções adequadas para todos os setores do mercado.

As IAs têm uma excelente capacidade de adaptação, buscando em enormes bancos de dados as soluções mais adequadas para problemas que se apresentam de forma orgânica, eliminando a necessidade de manutenções e interferência humana constante.

Em sua base, a inteligência artificial é uma máquina capaz de tomar decisões de forma independente, apoiada em dados anteriores que são analisados de forma extremamente rápida.

Isso acaba melhorando a capacidade do ser humano de resolver problemas práticos, deixando para as máquinas o serviço repetitivo e podendo se focar em pontos mais importantes.

Por exemplo, um pintor ainda usará seu trabalho mecânico para concluir uma obra, mas pode comprar um galão de tinta branca e deixar a IA misturar tonalidades até achar a cor ideal, sem gastar além do necessário.

Dentro da lógica do mercado, as inteligências artificiais podem ser grandes aliadas na hora de trabalhar com seu e-commerce. Inclusive, as estratégias de marketing digital têm trabalhado em união com esses novos conceitos tecnológicos.

Como usar as IAs em seu e-commerce?

Dentre as inúmeras opções de serviços prestados por inteligências artificiais, algumas são particularmente atrativas para o comércio, sendo muito bem utilizadas para qualquer tipo de loja.

Nesse aspecto, os e-commerces se destacam ainda mais, uma vez que todo o processo da loja é realizado em um campo digital, área nativa de atuação das IAs. Por isso, confira 4 maneiras de utilizar a Inteligência Artificial na sua loja online.

1.    Vitrines automatizadas

Conhecidos como sistemas de recomendação, essas inteligências artificiais ganharam força com os serviços de streaming, identificando os padrões de consumo dos usuários para apresentar opções similares que possam interessá-los.

Neste aspecto, a funcionalidade para o comércio toma forma de uma vitrine personalizada, onde a máquina identifica o que um cliente está buscando e oferece outros produtos similares, que possam ser do interesse do cliente e o façam consumir mais.

Uma pessoa procurando por uma cadeira confortável para escritório, por exemplo, pode acabar encontrando diversas alternativas de itens para salas comerciais, uma vez que a inteligência artificial identifica essa necessidade.

Essas vitrines são moldadas de forma automática pela própria IA, que avalia constantemente as escolhas dos usuários, para apresentar uma experiência única para cada pessoa que entra em seu e-commerce.

Esse tipo de ação acaba atraindo mais pessoas para consumirem, uma vez que conseguirão encontrar os produtos que desejam e outras opções de forma natural e sem nenhum tipo de invasão na privacidade da compra.

Em alguns casos mais avançados da ferramenta, ela pode inclusive posicionar as propagandas em locais diferentes da página, criando uma interface mais amigável para o usuário e melhorando a experiência de compra como um todo.

Essas inteligências artificiais também podem ser programadas para apresentar conteúdos fixos, como promoções e lançamentos, além de identificar os principais itens de gosto do cliente que está consumindo em sua loja.

2.    Buscas inteligentes

Alguns sistemas de busca utilizam as inteligências artificiais para refinar seus resultados, principalmente os principais motores de pesquisa da web. Entretanto, existem algumas ferramentas especializadas em comércio para ajudar o usuário a encontrar o que precisa.

Dentre as propriedades encontradas em buscadores inteligentes podemos destacar:

  • Velocidade;
  • Busca por similaridade;
  • Busca por cores;
  • Análise comportamental.

O uso mais comum de um buscador inteligente é para apresentar um resultado mais rapidamente ao cliente. Hoje em dia, as pessoas desejam muito mais dinamismo em suas ações, principalmente na internet.

Por isso, uma IA que consiga identificar as palavras que estão sendo digitadas e comece a apresentar resultados antes mesmo de terminar a digitação, acaba passando uma impressão mais profissional da loja para o usuário.

Caso você erre alguma parte da grafia ao procurar por uma loja de material de construção, por exemplo, a ferramenta irá entender a mensagem e procurar mesmo assim a solução para você.

Além disso, muitas IAs estão programadas para identificar similaridades fonéticas. Isso permite que, mesmo que você não saiba exatamente como escrever um nome de produto, ou digite alguma letra errada, a ferramenta encontre o produto que você deseja e outros similares.

O comércio eletrônico tem cada vez mais diversificado suas linhas para atender melhor os clientes.

Por isso, muitos e-commerces começaram a trabalhar com a busca por imagens para identificar produtos que muitas vezes a pessoa não sabe o nome ou como encontrá-lo, mas possui imagens sobre ele.

Algumas IAs mais avançadas possuem, até mesmo, ferramentas de identificação de cor, evitando uma série de erros e facilitando a pesquisa para o usuário interessado.

Assim, se você tirar uma foto de, por exemplo, um papel de parede para sala pequena que achou interessante, a IA pode identificar se a peça existe na loja e apresentar para você o produto.

Quando você faz muitas pesquisas sobre um mesmo assunto, é comum que a IA registre esse histórico. Então, quando você procurar um item similar na loja, o mecanismo encontrará produtos baseados no seu comportamento de consumo.

3.    Utilização de chatbots

O atendimento ainda é parte fundamental de qualquer tipo de venda, seja ela física ou virtual. No caso dos e-commerces, é comum que os clientes tenham diversas dúvidas, uma vez que não conseguem ver os produtos ou tocá-los para testar.

Por conta disso, é muito comum que diversos usuários tenham as mesmas dúvidas, o que pode acabar dando muito retrabalho para a equipe de atendimento. Para facilitar esse tipo de serviço, foram criados os chatbots.

Perguntas simples, como o quão resistente é uma tela para janela, podem ser respondidas automaticamente, facilitando assim a comunicação entre cliente e marca.

Tratam-se de inteligências artificiais de interação, que conseguem compreender as mensagens dos clientes e responder a maioria das perguntas mais frequentes de forma natural.

Além disso, os chatbots incluem perguntas em seus bancos de dados, para expandirem sua capacidade de resposta. Essas ferramentas são fundamentais para um atendimento mais rápido e personalizado.

Com os chatbots, você também tem a vantagem do atendimento irrestrito. Isso porque funcionários têm um período de atendimento, além de pausas regulares para alimentação e descanso.

Os chatbots funcionam 24 horas por dia, 7 dias por semana. Isso significa que mesmo um cliente que esteja em sua página no meio da madrugada, tem chances de encontrar as respostas que ele estava procurando.

Isso garante que alguém que precisa de uma resposta urgente, como um organizador de festas que precise de um stand evento, tenha todas suas dúvidas sanadas e possa adquirir o produto imediatamente.

Vale lembrar que o uso de chatbots não elimina a necessidade de uma equipe de atendimento.

Essas inteligências artificiais funcionam como uma linha de frente, eliminando uma série de etapas para que apenas os clientes com dúvidas mais complexas tenham que aguardar o atendimento com uma pessoa real.

4.    Melhora na experiência do usuário

As inteligências artificiais são capazes de uma série de pequenas ações que acabam melhorando a experiência de compra de um cliente em seu e-commerce.

Através da análise e captação de dados, por exemplo, um cliente que abandonou um carrinho recentemente pode receber essa proposta de compra em seu e-mail, lembrando-o de seu interesse inicial.

Esse tipo de interação é possível porque as inteligências artificiais são capazes de captar inúmeros dados por segundo, identificando pontos como o perfil de consumo e os passos que o cliente fez até abandonar o carrinho de compras.

Muitas vezes, a pessoa decide comprar em um outro momento e acaba esquecendo que queria aqueles itens em primeiro lugar.

Por exemplo, os materiais para a pintura de fachada que você acabou deixando para depois podem aparecer em seu e-mail, lembrando de seu desejo de concluir essa reforma.

Por isso, quando uma IA identifica e envia essa tentativa de compra ao usuário, está conectando o cliente e abrindo uma nova oportunidade.

Além disso, muitas empresas precisam do feedback recebido pelos clientes. Esses feedbacks atestam a qualidade e a confiabilidade da empresa, além de serem excelentes argumentos de venda.

Considerações finais

Hoje em dia, não utilizar os avanços tecnológicos pode ser um grave problema para qualquer empresa, principalmente uma que existe dentro da rede.

A utilização de inteligências artificiais dentro dos e-commerces é um passo no futuro, que permite uma automação muito maior de processos padronizados, permitindo que você e sua equipe se foquem no contato com o cliente e em formas de ampliar as vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

aumentar a autoridade

Saiba como aumentar a autoridade da sua página

Aumentar a autoridade do site é o objetivo de muitas empresas, isso porque a autoridade de domínio é um dos fatores mais importantes para o Google no momento de ranquear as páginas.

Todos os profissionais de SEO buscam incessantemente por maneiras de posicionar os sites entre os primeiros resultados do Google. Melhor ainda, eles querem a primeira posição, o primeiro link que aparece para o usuário ao pesquisar um termo.

Isso porque quem ocupa essa posição tem, ao menos, 200% a mais de cliques do que as outras páginas.

Só que para chegar lá não basta apenas pensar em alguns fatores, como o bom uso de palavras-chave ou backlinks – é preciso ter autoridade de domínio.

Pensando nisso, neste artigo, vamos explicar o que é autoridade online, sua importância, como aumentá-la e como influencia nos resultados. Acompanhe!

O que é autoridade de domínio?

DA (sigla para Domain Authority, ou autoridade de domínio), como também é conhecido, diz respeito a uma métrica desenvolvida pelo MOZ (ferramenta de análise de SEO) que prevê o ranqueamento do site. 

A autoridade de domínio é medida numa escala de 1 a 100, então quanto mais alta a pontuação, melhor será a posição no site.

Por outro lado, quanto mais baixa for, menor será o ranqueamento do site, e daí a necessidade de investir em práticas que aumentem a autoridade da página.

O DA simula o algoritmo do Google que identifica os resultados mais relevantes para uma pesquisa. Dentre os fatores que pesam nessa identificação, estão:

  • Idade do domínio;
  • Reputação do site;
  • Qualidade de links recebidos;
  • Qualidade das URLs;
  • Fluxo de visitantes.

Logo, quando uma oficina de funilaria quer avaliar o seu DA, ela deve observar uma pontuação que vai de 1 a 100, onde de 20 a 30 é mediano; de 30 a 50 é bom; e acima de 60, é excelente.

Essa análise é qualitativa e quantitativa, servindo para auxiliar na tomada de algumas decisões quanto às melhorias necessárias.

Importância da autoridade de domínio

Antes de entender a importância dessa métrica, é importante saber que o Google não usa o DA para ranquear as páginas.

No entanto, esse algoritmo leva em consideração os pontos que o buscador faz uso, o que permite prever o ranking.

Isso é fundamental, uma vez que quando a empresa conhece seus concorrentes e pode prever os conteúdos que o Google classifica como positivos, pode aumentar ainda mais a sua relevância na web.

Ou seja, você aumenta o seu domínio online, o que eleva sua posição nos resultados e, como consequência, atrai mais visitantes para o site. Automaticamente haverá mais oportunidades de conversão e, claro, mais lucros.

Então, você deve estar se perguntando: como uma empresa de polimento cristalizado ou de qualquer outro setor pode fazer para aumentar o seu domínio? Vamos falar sobre isso no tópico a seguir.

Dicas para aumentar a autoridade do site

Existem algumas práticas que podem te ajudar a aumentar o domínio do site do seu negócio. São elas:

1 – Criar conteúdo de qualidade

Bons conteúdos são parte fundamental das estratégias de SEO, mas eles também são necessários para aumentar o domínio, uma vez que fazem cescer o número de visitas.

Para fazer marketing de conteúdo do jeito certo, preze por informações aprofundadas, com riqueza de detalhes e que esclareçam as dúvidas mais comuns do público-alvo.

Se uma empresa de envelopamento carros, por exemplo, demonstra conhecimento em sua área de atuação, passa a ser bem vista pelo Google.

2 – Pesquisar palavras-chave orgânicas

Um bom tráfego depende da relevância do site, ou seja, ele deve ser capaz de responder às dúvidas dos clientes e atender às suas necessidades.

São as palavras-chave que vão atrair a atenção dos usuários, por isso, é necessário saber quais são as keywords mais procuradas e encaixá-las no conteúdo.

Contudo, também é necessário usar os termos secundários, visto que são variações que podem ser úteis ao procurar a autoridade de um domínio.

3 – Inspecionar backlinks

Para o uso de links internos e externos, é preciso ter cuidado com os sites que referenciam as suas páginas, pois alguns não são tão relevantes na web e podem prejudicar o seu DA.

Nós sabemos que para qualquer negócio, como uma empresa de higienização interna automotiva, uma boa quantidade de backlinks é importante. Mas a qualidade das páginas que mencionam o seu site também conta.

Para evitar a baixa do seu DA, inspecione as páginas de menção e deixe apenas aquelas que são realmente relevantes. Há algumas ferramentas que podem auxiliar nesse procedimento.

4 – Fazer boas parcerias

Como falamos, os links de qualidade são provenientes de sites relevantes na web. É possível conquistá-los apenas investindo na qualidade dos seus materiais, contudo, você pode acelerar o processo e conquistar bons backlinks mais rapidamente.

Uma dica é propor parcerias com outros blogs que fazem conteúdos ricos, linkando-os para o site do seu negócio.

5 – Usar as redes sociais

O engajamento por meio das redes sociais é essencial para subir a pontuação do DA. O próprio Google avalia essa interação para saber quais conteúdos realmente têm qualidade.

Isso porque se o link possui uma quantidade boa de curtidas e comentários, logo ele aparenta ser relevante, diferenciando-se dos demais.

Dessa forma, qualquer empresa, como uma de encadernação capa dura, deve estar ativa nas redes sociais. Uma boa dica para fazer isso é criar CTAs com botões de compartilhamento direto nas redes sociais.

Isso também ajuda a atingir um número maior de pessoas, além de comprovar a relevância para o buscador.

6 – Bons elementos de página

O SEO, que trata-se da otimização para motores de busca, é a principal estratégia para potencializar o posicionamento do site no buscador.

A estratégia vai aplicar as melhores práticas e elementos no site, como URL amigável, palavras-chave relevantes, descrição de imagens e informações ricas nos conteúdos.

Da mesma maneira, é necessário se atentar aos títulos, rapidez no carregamento das páginas, design responsivo e chamadas para ação (Call to Action, ou CTA).

7 – Atentar-se à velocidade de carregamento e responsividade

É natural que os usuários desistam de páginas que demoram muito para carregar, o que derruba o DA do seu domínio. As pessoas não têm tempo e nem paciência para esperar uma página carregar, e logo partem para outros sites.

Para evitar esse problema, as empresas como as de eventos que realizam a montagem de stand promocional estão sempre atentas à velocidade de carregamento, evitando erros como o excesso de imagens e vídeos, procurando boas hospedagens.

Além do mais, sites responsivos têm muito mais autoridade de domínio, visto que podem ser acessados por diferentes tipos de dispositivos, principalmente os móveis.

O que é muito importante, porque cada vez mais as pessoas acessam a internet por meio de seus celulares e tablets.

Quando o site não se ajusta à tela desses aparelhos móveis, além de perder uma boa classificação no Google, acaba recebendo poucas visitas.  

Como o DA influencia nos resultados da empresa?

Em vista do que significa prever o rankeamento do site de um negócio, como no caso de uma empresa que faz banner de loja, não fica difícil imaginar de que forma uma boa pontuação no DA pode interferir nos resultados do negócio.

O primeiro fator diz respeito ao aumento do tráfego. Ao analisar a autoridade de seu site, é possível identificar quais são suas falhas e decidir de que maneira revertê-las.

Com isso, seu portal vai aparecer entre os primeiros resultados do Google e, consequentemente, atrair mais visitantes. Quanto mais visitas você tiver, mais pessoas vão conhecer a sua empresa.

Quem tem um bom número de visitas também tem um bom número de conversões, isso porque as chances de converter um visitante em leads são maiores, à medida que o tráfego aumenta.

As conversões permitem que, por exemplo, um restaurante de refeição para empresa inicie um processo de nutrição de leads que os leva a uma nova meta: a compra.

O aumento das vendas é o objetivo de qualquer marca, afinal, são elas que geram receita e fazem com que as companhias se mantenham ativas no mercado.

Quanto mais a empresa vende, mais lucro ela tem, portanto, analisar a pontuação da sua autoridade de domínio vai assegurar que você tenha um bom posicionamento, que te ajude a chegar ao maior objetivo: ser um negócio lucrativo.

Conclusão

Estar na web é uma necessidade para qualquer tipo de empresa, das menores às maiores, visto que hoje é o principal meio de comunicação com os consumidores.

O site é parte indissociável desse processo, mas ele precisa se destacar, afinal, praticamente todo negócio tem o seu próprio site.

Só que não basta apenas criá-lo e esperar as coisas acontecerem – é preciso garantir que ele seja encontrado pelas pessoas, para que elas possam conhecer a sua marca e se interessar pelo que você tem a oferecer.

Aumentar sua autoridade de domínio é a melhor estratégia para isso, uma vez que ela garante que o seu site institucional seja um sucesso e colabore com a conquista de objetivos.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

LGPD no e-commerce

LGPD no e-commerce: como a lei vai afetar as lojas online

Muitos donos de lojas online têm se preocupado com as mudanças que estão sendo trazidas pela LGPD no e-commerce, em grande parte por falta de compreensão do que é a lei e das vantagens que ela acaba trazendo para os negócios.

Antes, para fazer a compra de um anel de noivado ouro branco com diamante pela internet, era necessário preencher um cadastro com uma série de dados pessoais, sem saber qual a finalidade que eles teriam. Isso mudou com a nova legislação.

A LGPD, sigla para Lei Geral de Proteção de Dados, foi sancionada em agosto de 2018, entrando oficialmente em vigor em setembro de 2020, após um período de adaptação das empresas.

Com influências do GDPR (General Data Protection Regulation), regulamentação europeia, a LGPD  muda a forma de armazenamento, coleta, tratamento e compartilhamento de dados pessoais.

Identificando, assim, os responsáveis e, como consequência, adquirindo uma postura mais protetiva com relação a essas informações e criando fatores que facilitam o processo de análise de responsabilidade.

A lei configura como dados pessoais qualquer informação relacionada a pessoa identificada, o que inclui:

  • Documentos;
  • Endereço;
  • Dados bancários;
  • Informações de registro;
  • Entre outros.

O primeiro e principal elemento da LGPD é o titular. Este é o detentor dos dados que estão sendo utilizados. O segundo ator é o controlador, a empresa ou pessoa que faz a coleta de dados e toma todas as decisões com relação ao armazenamento e a finalidade deles.

O controlador é quem define como são coletados os dados, onde serão guardados e por quanto tempo ficarão sob sua posse. Entra em cena então o operador, que é o elemento responsável pela operacionalização do processo.

É o operador que utilizará as ferramentas de tratamento e processamento dos dados, sempre seguindo as instruções do controlador. 

Por último, temos a figura do encarregado, a pessoa responsável pela comunicação entre as partes, que orienta e que é responsável por boa parte do processo.

Portanto, comprar uma tornozeleira dourada feminina em uma loja virtual se tornou uma opção mais segura, com a garantia de que seus dados estarão protegidos.

Como o LGPD impacta o e-commerce?

Por lidarem diretamente com cadastros de endereços e de dados financeiros, os e-commerce são diretamente afetados pela nova lei. Diversas mudanças tiveram que ser incorporadas para se adaptar a LGPD.

Por exemplo, no cadastro do site é preciso que seja realizada uma confirmação de ciência e consentimento sobre a entrega de dados. Esta deve ser explícita, mostrando ao usuário que ele sabe da responsabilidade de entregar seus dados àquela empresa.

Além disso, o cliente deve ser informado de cada detalhe que utilizará em seu cadastro. 

Ele precisa de aprovação para qualquer movimentação de seus dados, seja para o envio de newsletter, para oferecer produtos similares a capa para violão folk que está procurando, entre outras ações automáticas do site.

Todas as informações devem constar no formulário de aceitação, para evitar qualquer transtorno no futuro.

Além disso, a LGPD responsabiliza exclusivamente as organizações pelas informações retidas. Caso haja alguma falha de segurança e os dados de seus clientes vazem, as punições são severas e as multas altíssimas.

A aplicação da lei levou muitas empresas a entrarem em uma reflexão sobre a importância de solicitar e guardar determinados dados, que podem não ser necessários para a empresa e acabam gerando um risco maior de segurança.

Portanto, os e-commerces precisam mudar suas políticas de privacidade e termos de uso, para conseguir se adaptar aos dez princípios da LGPD.

Além disso, será preciso expor toda e qualquer movimentação que inclua a utilização dos dados do cliente, para que ele compreenda exatamente o que está autorizando.

Como se adaptar a LGPD?

Para conseguir deixar seu e-commerce de notebook semi novo em dia com a nova legislação, é importante se atentar a alguns detalhes que são cruciais para manter sua empresa e seu cliente seguros.

1. Peça consentimento

Com a LGPD em vigor, toda e qualquer informação que o cliente envia para sua empresa precisa estar acompanhada de uma autorização para manipulação e armazenamento dos dados.

É preciso que tudo fique muito claro para o cliente, uma vez que este é um dos pontos mais importantes da lei.

Se você vende calendário personalizado com fotos, é preciso descrever cada uma das atividades que solicitará dados de seus clientes, para então iniciar o processo de produção.

Uma boa forma de identificar essa necessidade para seu cliente é criando um banner ou uma caixa com um CTA (chamada para ação), identificando a necessidade de ele autorizar o cadastro e para quais razões este será utilizado.

Seja o mais claro e direto possível com relação a isso, para que não fiquem dúvidas. 

Caso você opte por aceitar a autorização por uma checkbox, é importante que ela não esteja marcada, para que o cliente não corra o risco de aprovar sem ler o conteúdo.

Uma das principais formas de proteger sua empresa é através dos Termos e Condições de Uso. Por isso, vale a pena consultar um advogado para definir se todas as informações estão juridicamente corretas e procedentes.

2. Explique todas as funcionalidades

A LGPD determina que e-commerces expliquem detalhadamente como os dados de seus usuários estão sendo armazenados. 

Por isso, é importante definir cada um dos elementos que coletam dados durante a visita de um consumidor em seu site.

Você deve deixar claro qual a função de armazenar cookies e qual é o tratamento que a loja dá a esses dados. Deve também identificar a funcionalidade do cadastro da loja e da lista de desejos, bem como o processo de retenção de dados feito com estas coletas.

Se sua empresa utiliza um serviço de motoboy terceirizado, é preciso identificar que os dados de endereço de seu cliente serão passados para a outra empresa poder entregar os produtos. A transparência é fundamental para se adequar a lei.

Normalmente, o texto fica no cabeçalho ou no rodapé da página, com um botão de aceite para que o cliente não precise perder muito tempo fora de seu objetivo principal dentro da loja.

Garantir que o usuário demonstre que entende a intenção de uso de cada um dos dados fornecidos é uma ferramenta de segurança para a empresa, e deve ser realizado de forma consciente e responsável.

3. Utilize apenas para o necessário

Um dos principais pontos de mudança com relação à lei é que o compartilhamento de informações tornou-se proibido. 

Anteriormente, não era incomum que empresas utilizassem dados dos clientes para encontrar produtos que poderiam se encaixar em um determinado perfil.

Outras iam além e dividiam os dados com empresas parceiras para tentar fazer novos negócios, muitas vezes sem o conhecimento e consentimento do cliente. Atualmente, um dos pilares da lei é o princípio de necessidade.

Isso significa que os dados do cliente devem ser utilizados exclusivamente para as finalidades propostas, ou seja, uma empresa não pode solicitar dados que não serão necessários para um tipo específico de transações.

As informações de um cliente de uma fábrica de catraca de acesso devem ser mantidas apenas para a sua finalidade comercial, não sendo necessário o excesso de informações dentro da armazenagem.

4. Permita que seu cliente cancele o cadastro

Outra situação importante da LGPD é ceder ao cliente o direito de ter seus dados retirados de qualquer cadastro realizado, no momento em que desejar.

Isso significa que o cliente não só tem o direito de questionar e identificar a usabilidade de seus dados, mas também pode exigir sua exclusão do sistema.

Entretanto, isso não acontece imediatamente. As empresas têm um prazo de 15 dias para conseguir fazer a retirada de todos os dados e eliminar o cadastro.

Por isso, para facilitar o trabalho de seu e-commerce, é importante criar padrões pensando em momentos como esse.

A criação de um formulário de solicitação ou uma rotina automatizada que permite que o cliente acesse seus dados e os exclua pode poupar tempo e aumentar sua credibilidade.

Se você tiver um negócio local, pode usar um serviço de entrega motoboy para concluir qualquer transação com o cliente rapidamente e ele poderá eliminar o cadastro.

Se possível, coloque parte de sua equipe de atendimento a par da situação atual para ajudar qualquer cliente que tenha dúvidas nesse período.

Considerações finais

A Lei Geral de Proteção de Dados acabou alterando diversos pontos do trabalho de um e-commerce, e será preciso se adaptar às novas regras e funcionalidades.

Entretanto, toda essa preocupação em segurança acaba sendo muito bem-vinda, uma vez que permite que os clientes sintam-se mais confortáveis em consumir produtos online.

A longo prazo, as regras da LGPD acabarão alavancando os e-commerces, e estar a frente nesta corrida pode ser um diferencial essencial para se tornar líder de mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

métricas para e-commerce

Métricas para e-commerce: saiba quais números analisar

Quem está pensando em abrir uma loja virtual, ou até já tem um empreendimento online, precisa levar em consideração a importância das métricas para e-commerce.

Afinal de contas, online ou offline, a administração dos negócios segue a mesma lógica. Por esse motivo, ter ao lado indicadores de desempenho é uma forma de avaliar se o desempenho da sua loja está realmente indo bem.

Hoje em dia, ainda temos a vantagem de contar com várias ferramentas e recursos online, que permitem acompanhar praticamente todas as ações em tempo real.

Ou seja, basta ter um notebook novo e de qualidade, que você pode verificar com precisão as métricas da sua loja.

No artigo de hoje, saiba quais números analisar para ver a performance das suas campanhas e conheça as principais métricas para e-commerce. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que são métricas?

Chamamos de “métricas” todos os resultados, que podem ser numéricos ou não, que uma empresa apresenta, com relação ao seu desempenho estratégico.

Por exemplo, o número de pessoas que fecharam a contratação do serviço de locação de van para praia é uma métrica. 

A quantidade de visitantes do seu site também é outra métrica. 

Número de seguidores, pessoas cadastradas na newsletter… Enfim, as métricas estão em todo o lugar, sendo relacionadas com campanhas de marketing, vendas, mas também com questões de administração e finanças.

As métricas são extremamente importantes para medir o desempenho do seu e-commerce. Isso porque elas demonstram se os dados obtidos são satisfatórios ou não para os negócios, o que pode significar o sucesso do seu empreendimento.

Fora que as métricas também estão relacionadas com a previsibilidade.

Por meio delas, você pode conferir dados reais acerca da sua empresa e, com isso, tomar decisões mais assertivas, o que te ajuda a poupar tempo e dinheiro.

Vale dizer que as métricas também informam sobre o seu público. Isso é fundamental para um e-commerce, diante da grande concorrência da internet.

Por isso, quando uma escola bilíngue infantil conhece bem a sua audiência, ela consegue elaborar campanhas mais orientadas, o que inevitavelmente vai colaborar com os bons resultados da sua empresa.

9 métricas para e-commerce para ter sucesso nas campanhas

É muito normal que alguns e-commerces analisem algumas métricas que não necessariamente medem os objetivos do seu planejamento. Isso porque nem sempre conhecemos os reais indicadores e suas características.

Por esse motivo, separamos algumas das principais métricas para e-commerce que vão te ajudar a ter sucesso nas campanhas. Confira a seguir!

1 – Transações comerciais

As transações comerciais referem-se à quantidade de pedidos que foram realizados na sua loja virtual. Por exemplo, quantas pessoas pediram por uma vela rechaud atacado.

No entanto, vale dizer que essa métrica mede todos os pedidos, incluindo os que não foram concluídos por boletos não pagos, cartões não aprovados, etc. Por isso, é importante ter atenção na hora de avaliar o número de transações comerciais.

Afinal de contas, não basta ter uma grande quantidade – elas precisam ser efetivadas (pagas) para dar lucros ao seu e-commerce.

2 – Receita

A receita consiste no valor monetário das transações comerciais, isto é, quantos reais (R$) os usuários gastaram, somando todos os pedidos.

Dessa forma, se uma aula de canto iniciante custa R$ 50 e a sua escola teve 10 transações, significa que a receita total é de R$ 500. 

No entanto, mais uma vez, é válido ressaltar que todos os valores são contabilizados, inclusive os não pagos.

3 – Taxa de conversão

A taxa de conversão é uma das métricas mais populares quando se trata de e-commerces. Ela refere-se à quantidade de usuários que visitaram o seu site e finalizaram uma compra, ou seja, a porcentagem de pessoas que se tornaram clientes.

Aqui, é possível ter uma ideia maior da performance das campanhas. Afinal de contas, se a taxa estiver baixa, dá para saber o porquê. Os motivos são diversos, como:

  • Dificuldade de navegação no site;
  • Desorganização do catálogo de produtos;
  • Insegurança na hora de fechar a compra;
  • Layout não responsivo;
  • Entre outros.

Aliás, também vale a pena dar uma olhadinha na concorrência. Muitas vezes, a sua taxa de conversão diminui porque outras empresas estão oferecendo melhores soluções, como entregas rápidas.

Quando isso acontecer, você pode planejar uma maneira de conquistar os clientes.

4 – Quantidade média de produtos

A quantidade média de produtos te ajuda a compreender quantas mercadorias saem por pedido no seu site. De forma geral, dá para saber quantos produtos um cliente costuma comprar na sua loja.

Essa métrica ajuda você a medir a quantidade de itens que um usuário costuma comprar para não pagar frete, por exemplo. Assim, você pode ter um insight e fazer uma promoção de up selling.

Imagine que a quantidade média de pratos para congelar vendidos na sua loja é de 5 unidades. Assim, uma dica é fazer uma promoção do tipo: leve 10 e ganhe mais desconto.

Percebe? É uma forma de obter melhores resultados e vender mais!

5 – Ticket médio

O ticket médio refere-se à relação entre a receita e a quantidade de transações comerciais. Para calculá-lo, basta aplicar a seguinte fórmula:

Ticket Médio = receita / transação

Da mesma forma que a quantidade média de produtos, o ticket fornece algumas ideias valiosas para promoções, já que é possível saber o quanto as pessoas costumam gastar na sua loja.

6 – Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é uma das métricas mais famosas do mercado. Ela mede as pessoas que deixaram o seu site sem realizar nenhuma interação, nem ao mesmo navegar em uma outra seção da página.

Essa métrica é muito importante, pois ela é capaz de mostrar quais aspectos do seu site não estão agradando o público.

Vale dizer que o seu produto pode ser muito bom, como uma super modeladora de pão. Mas se o seu site não oferecer uma experiência agradável aos visitantes, é bem provável que você tenha uma alta taxa de rejeição.

7 – ROI (Retorno sobre Investimento)

O ROI é mais uma das métricas mais conhecidas no marketing. Com ela, é possível calcular o retorno sobre o investimento em uma determinada mídia.

Por exemplo, caso você tenha pago um anúncio no Facebook e essa propaganda resultou em um grande aumento de vendas, o seu ROI é positivo.

O cálculo do ROI segue a fórmula:

ROI = (Ganho obtido – Investimento inicial) / Investimento inicial

Por meio dessa métrica, é possível orientar melhor os seus investimentos em marketing digital e, com isso, evitar gastos desnecessários em campanhas improdutivas.

8 – CAC (Custo de Aquisição por Cliente)

O CAC é a soma de todos os recursos investidos para que os clientes cheguem até a sua loja virtual, dividido pelo número de consumidores adquiridos.

Isso quer dizer que quanto menor for o CAC do seu e-commerce, mais bem-sucedida é a sua campanha – fora que a retenção de clientes também estará dando frutos.

Para calcular o CAC, é fundamental que o e-commerce documente todos os gastos de marketing, propaganda e divulgação, uma vez que eles contribuem para que os valores calculados sejam reais.

O CAC também contribui para conhecer a quantidade de dinheiro que precisa ser investido para alcançar as metas propostas pelo seu e-commerce.

9 – Abandono de carrinho

O abandono de carrinho, como o próprio nome sugere, diz respeito à quantidade de pessoas que iniciaram uma compra, mas não concluíram, deixando os produtos pendentes no carrinho de compras.

Para calcular a taxa de abandono de carrinho, a fórmula é:

Abandono de carrinho = (número de pessoas que colocaram um produto no carrinho / número de pessoas que realizaram uma compra) x 100

Com essa métrica, você consegue ter uma ideia do porquê os usuários desistiram da compra, pois isso pode estar atrelado à falta de segurança no check out, ou até mesmo aos valores altos do frete.

Conclusão

As métricas são indicadores indispensáveis para qualquer negócio, seja ele online ou offline. Porém, no caso dos e-commerces, vale a pena conhecer alguns resultados específicos, pois eles ajudam a orientar melhor as próximas campanhas de marketing.

Além disso, é uma maneira de avaliar  se o seu negócio é bem sucedido na internet, já que o ambiente digital tem uma alta concorrência.

No entanto, sabemos que nem sempre é fácil escolher as métricas adequadas para avaliar a sua loja virtual. Por conta disso, o artigo de hoje trouxe algumas dicas que podem te ajudar a escolher os melhores indicadores.

Dessa forma, o seu planejamento irá ser cada vez mais assertivo, com investimentos orientados e, com isso, é possível ter um aumento da lucratividade e redução dos custos.

Então, se você ainda não trabalha com métricas, a hora é agora!

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.