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Marketing 4.0: aprenda a implementar na sua clínica

O Marketing 4.0 já é uma realidade para diversos negócios e pode transformar a realidade da sua clínica de modo rápido, escalável e consistente! Quer saber como implementá-lo e suas principais vantagens? Leia este conteúdo.

O Marketing nasce e é até hoje permanece como o estudo voltado a entender o mercado e suas possibilidades (mercadologia), bem como público, produtos e serviços.

Acontece que com o passar do tempo a forma de “estudar e analisar” o mercado passou por grandes mudanças, o que obrigou as empresas se atualizarem.

O chamado Marketing 1.0 surgiu logo após a Revolução Industrial e o foco era tornar produtos acessíveis a maior parte das pessoas a fim de estimular o consumo.

O 2.0 emerge na chamada era da informação, época em que as pessoas passaram a ter acesso a diferentes empresas, produtos, preços e a possibilidade de fazer comparações. O cliente era a prioridade de fábricas e negócios. 

A terceira fase do Marketing ainda possui influência no mercado atual. Ele é fundamentado em responsabilidade social com as empresas transmitindo seus valores, princípios éticos, missão e buscando conexão com o público para além de um produto ou serviço.

Agora vamos ao que interessa!

O Marketing 4.0 na prática

Para entender o Marketing atual é preciso ter em mente que ele é a evolução constante de todas as etapas anteriores e acompanha as tendências digitais.

O Marketing 4.0 está diretamente relacionado com a revolução digital e como pessoas e empresas se posicionam em relação a ela.

Basicamente, uma clínica pode realizar campanhas de Marketing e anúncios sobre procedimentos como clareamento dental com moldeira, aparelho ortodôntico transparente ou qualquer outro procedimento sem adotar as “estratégias tradicionais”.

Inclusive, Marketing Digital e tradicional não só podem como devem trabalhar juntos com a segmentação das redes sociais e os anúncios com links patrocinados de grande alcance.

Então, para ter sucesso com o Marketing 4.0 você vai precisar investir em:

1 – Conteúdo

Lembra da era da informação? Pois bem, ela está mais presente que nunca nas redes sociais e internet de maneira geral.

Diante disso, pense que hoje os consumidores possuem os mesmos problemas de antes porém buscam por resoluções rápidas e ainda têm um grande leque de opções.

Isso significa que a produção de conteúdo relevante será rei para o seu Marketing!

Logo, conheça bem o seu público, seus desejos, dores, problemas e entregue a eles informações relevantes que proponham soluções.

Por exemplo, se um paciente tem questões não resolvidas com o seu sorriso, conteúdos sobre dicas de cuidado, higiene, procedimentos estéticos como lente de contato de dente e muitos outros podem colaborar para a resolução desse problema.

No geral, o conteúdo na sua estratégia de Marketing trará os seguintes benefícios à sua clínica:

  • Autoridade dentro do segmento;
  • Fortalecimento da marca;
  • Fãs da marca;
  • Autoridade.

2 – Ofereça uma experiência completa

Dentro do Marketing 4.0 oferecer um ótimo serviço continua sendo importante, a diferença é que só isso não basta.

Sabe quando a NuBank só aceita um novo cliente por meio de indicação, após a aprovação manda o cartão com uma carta pedindo para a pessoa publicá-la no Instagram e depois interage com esse usuário online?

Pronto! O banco já ofereceu uma experiência que está além de um mero serviço.

Sendo assim, proponha a interação com seus pacientes de modo com que eles tenham uma imersão na realidade de clínica, isso faz com que ele se sinta especial e se torne um fã.

É como diz Kotler, pai do Marketing, reter clientes é melhor que se esforçar para trazer novos. Outro ponto é: compradores satisfeitos recomendam o serviço e propagam a marca espontaneamente.

3 – Crie sua marca e a humanize

Pessoas compram de empresas, mas só confiam em pessoas, essencialmente.

O conceito de organização irredutível, império e coisas do tipo cada vez mais caindo por terra simplesmente porque as pessoas não se identificam mais com essa postura.

Por isso, desenvolva uma persona, crie um tom de comunicação, identidade visual e faça com que isso se conecte com seus clientes por meio de interações, experiências e coisas do tipo.

A marca humanizada cria laços afetivos com seus clientes, faz com que eles se tornem fieis e cria um motivo maior para as pessoas consumi-la.

Afinal, refrigerante, família na mesa, natal e felicidade te remetem a alguma marca, não é mesmo?

Este conteúdo foi produzido por Vue Odonto, clínica especializada em implante dentário e odontologia estética

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Saiba como usar a estratégia de Marketing de Conteúdo no Instagram

Recorrer ao uso do marketing de conteúdo no Instagram se tornou uma necessidade para empresas de diversos setores, pois estamos falando da rede social que mais cresce no Brasil e no mundo.

Para se ter uma ideia, o Instagram é a segunda plataforma mais usada no mundo todo, reunindo consumidores de diferentes perfis. Por esse motivo, estar presente nessa mídia é uma estratégia essencial para que a marca seja vista.

No entanto, é preciso saber como fazer isso para orientar a percepção da empresa, estabelecer a imagem e criar a comunicação de forma adequada.

Isso significa que estar lá não é o suficiente, pois quando falamos de marketing de conteúdo é preciso planejamento e uma boa execução.

Assim, é importante entender o que é o Instagram e o que é Marketing de Conteúdo, além de saber usar as ferramentas e estratégias que eles proporcionam para a imagem da marca.

Dessa forma, qualquer empresa pode fazer boas campanhas nessa rede social, usando um dos principais pilares do marketing digital.

Afinal, os consumidores estão sempre em busca de informações ricas e relevantes, por meio dos canais que eles mais usam.

Pensando nisso, neste artigo vamos falar sobre o que é Instagram, o que é marketing de conteúdo, como usar essa estratégia de marketing nessa plataforma e quais resultados esperar

Entenda o que é o Instagram

O instagram é uma rede social focada no compartilhamento de imagens com amigos e que é feita por meio de dispositivos móveis.

Esse é um app que pode ser encontrado para sistema Android e IOS, podendo ser baixado gratuitamente, para compartilhar fotos que podem conter efeitos para serem compartilhadas com amigos.

Além disso, as empresas como buffet para festa de aniversário podem compartilhar instantaneamente as publicações do Instagram em outras redes sociais, como Facebook. Auxiliando na percepção da marca e na interação com o público em diversos canais.

Com isso, é possível atingir um número maior de pessoas, podendo ampliar o alcance por meio do uso das hashtags (#) – que permitem que os usuários encontrem publicações relacionadas.

O que é Marketing de Conteúdo?

O marketing de conteúdo é a produção de informações e materiais relevantes e valiosos para a persona, visando levá-la a realizar uma ação, além de atrair e engajar o público.

Para isso, o conteúdo pode se apresentar em vários formatos, tais como:

  • Textos;
  • Áudios;
  • Vídeos;
  • Infográficos.

Ao investir nessa estratégia, as empresas conseguem impactar as pessoas de maneira positiva, gerando autoridade e mais oportunidades de negócios.

Esses conteúdos podem ser divulgados por meio de diversos canais, como sites, blogs e as redes sociais, como o Instagram, que já é usado por 90% dos usuários da internet. 

Com isso, ao adotar as ações nas mídias, uma fabricante de piso led festa consegue:

  • Divulgar sua marca;
  • Engajar a audiência;
  • Gerar tráfego;
  • Aumentar as oportunidades.

Exatamente por isso, é preciso que as empresas estejam presentes nesta plataforma.

Mais ainda, para possam sair na frente da concorrência e se destacar, o marketing de conteúdo no Instagram pode ser um grande diferencial.

Como usar o Marketing de Conteúdo no Instagram

Existem muitas ferramentas valiosas que ajudam a produzir conteúdo relevante para o Instagram.

Afinal, é preciso investir em ações que elevam a marca nessa plataforma para que a identidade da marca seja reconhecida e a presença online direcione a percepção da marca.

Para isso, algumas estratégias podem ser adotadas, tais como:

  1. Use diferentes tipos de posts

O marketing de conteúdo tem como foco fazer com que a marca, como no caso de uma empresa de restauração em deck de madeira, leve conteúdo de valor para o seu público.

Isso pode ser feito de diversas maneiras no Instagram, como por meio dos stories. Pelo fato de ficar disponível apenas por 24 horas, esse recurso tem o poder de atrair mais pessoas do que qualquer outro formato e pode ser usado para humanizar a imagem da empresa.

Vale ainda destacar que enquanto nem todos os seguidores do perfil de uma empresa vão receber o que ela publica no feed de notícias, o stories é entregue a 100% dos seguidores.

Assim, publicar um pequeno vídeo nesse formato mantém o público engajado e interagindo com a marca. 

Para isso, esse vídeo pode mostrar, por exemplo, o dia a dia da empresa, fazendo com que as pessoas se sintam mais próximas dela.

Também é possível criar anúncios para o Instagram, assim como uma empresa de paisagismo para quintal com piscina cria no Facebook, de modo a alcançar possíveis clientes.

Os anúncios são feitos pela mesma plataforma, com uma interface simples e que agrade os usuários. 

Vale destacar nesse ponto que é possível que a empresa defina quem é a sua persona ao realizar as estratégias de marketing de conteúdo pelo Instagram.

Isso permite segmentar o público, criando leads com um excelente custo-benefício. 

Para isso, uma alternativa é criar campanhas de retargeting, pois nesse tipo de anúncio as pessoas que já acessaram algum conteúdo no site ou outras redes sociais podem visualizá-lo e fixar a imagem da marca.

Isso é muito vantajoso porque as pessoas que já viram um conteúdo estão procurando por um produto/serviço que a empresa oferece e estão mais propensas a comprar do que aquelas não viram.

Também é possível criar vídeos maiores com conteúdos de interesse do seu público e publicá-lo no IGTV. Trata-se de uma funcionalidade que compete com o YouTube e deve ser bem usada nas estratégias de marketing de conteúdo para aprofundar determinados temas.

Os vídeos podem ter até 1 hora e possibilitam que uma clínica emagrecimento ofereça informações relevantes de assuntos que interessam aos seguidores da página, como os hábitos para adotar uma rotina de exercícios que auxiliam na perda de peso.

O foco é fazer produções profissionais, levando conteúdo de qualidade, que engaje os usuários e mostre que o empreendimento é referência na área. Além disso, é possível que ensine os seguidores a usarem o produto ou serviço que sua empresa oferece.

Os vídeos também podem ser compartilhados na página do Instagram, em que será mostrado apenas os minutos iniciais do vídeo, atraindo a atenção.

Caso o usuário demonstre algum interesse, ele consegue clicar na publicação e o vídeo continuará de onde parou. Tais ações podem ser mensuradas e relacionadas às estratégias do estabelecimento

Esse tipo de conteúdo também é vantajoso porque permite usar descrições, ajudando a levar mais tráfego para o blog ou site da empresa.

  1. Tenha uma boa frequência de postagens

Uma empresa de plano alimentar individualizado precisa mais do que ter um perfil no Instagram, ela precisa ter uma estratégia eficiente e recorrente de Marketing de Conteúdo. Por conta disso, ela deve dar atenção à frequência das publicações.

Portanto, é recomendável criar um calendário de publicações, planejando o que será publicado com antecedência, além de usar ferramentas que automatizem as postagens por meio de ferramentas diversas.

Isso vai permitir que o administrador do perfil tenha mais tempo para realizar outras tarefas importantes, sem deixar de ter um perfil de sucesso na rede social.

 

Com as ferramentas, uma academia de aula de fitdance para iniciantes, consegue agendar os conteúdos e alcançar uma boa frequência, com cuidado para realizar uma boa distribuição do conteúdo para alcançar seu público.

  1. Use linguagem apropriada

A linguagem usada varia de negócio para negócio. Por exemplo, uma loja de roupas masculinas sociais não vai usar a mesma linguagem de uma loja de roupas infantis.

Apesar de as duas serem lojas de vestuário, atendem a públicos diferentes e o perfil das pessoas não muda apenas porque elas estão no Instagram.

Para escolher o tipo de linguagem ideal para se comunicar com o público que acompanhará as postagens na plataforma, o indicado é conhecer a sua audiência e suas particularidades.

Vale destacar que essa recomendação é válida para qualquer canal de comunicação, ou seja, tanto nas redes sociais quanto em sites, blogs e e-mails.

  1. Promova concursos

É comum vermos lojas fazendo promoções para atrair as pessoas e os concursos no Instagram têm o mesmo objetivo.

Nesse contexto, uma fabricante de banner para academia pode criar um concurso para que os seguidores compartilhem e divulguem a marca, que realizarão a ação por conta do benefício e confiança que a marca possui.

Para usar essa estratégia, é necessário estabelecer algumas regras, como compartilhar a postagem do anúncio no stories, seguir o perfil e convidar outras pessoas para participar comentando na publicação.

Apesar de ser um pouco trabalhosa, essa estratégia ajuda a alcançar uma boa audiência, incentivando a divulgação da marca pelos seguidores. Quanto mais pessoas participarem, mais retorno a marca vai ter.

Resultados que podem ser alcançados

O marketing de conteúdos pelo Instagram pode trazer excelentes resultados para uma empresa, a começar pelo aumento no engajamento.

Além disso, a empresa se torna mais visível e quanto mais pessoas conhecem, mais oportunidades de bons negócios a marca terá.

Além da visibilidade, o conteúdo constrói uma imagem de autoridade que desperta a confiança das pessoas com relação ao que a organização tem a oferecer.

Mais ainda, isso também faz que a marca se destaque em seu mercado de atuação, ultrapassando a concorrência na preferência dos consumidores.

Conclusão

Só pelo fato de a sua empresa usar o Instagram, ela já está se aproximando mais de seu público. No entanto, é importante investir em boas estratégias, como o Marketing de Conteúdo, para fazer valer os esforços da marca.

Dessa forma, as pessoas se conscientizam a respeito dela e passam a considerá-la uma solução para seus problemas e necessidades.

O Instagram já oferece os recursos que permite que um negócio se destaque. Isso unido às estratégias de marketing de conteúdo, os resultados podem ser ainda mais compensadores.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Análise SWOT para e-commerce: saiba como montá-la e suas vantagens

Compreender como reconhecer problemáticas e verificar dados são atitudes imprescindíveis para todo empreendimento digital. Tanto que a Análise Swot para e-commerce tornou-se um dos métodos de verificação mais usados nos dias de hoje.

Embora a sua origem não seja recente, a estratégia é muito eficaz para as iniciativas digitais, devido ao seu alto poder de precisão e capacidade de cruzar informações de maneira simples, fácil e prática.Com isso, os gestores podem fazer uma varredura completa, mas sem gastar muito tempo, o que pode comprometer o desenvolvimento de campanhas online.

No artigo de hoje, conheça mais sobre a análise SWOT para e-commerce, saiba como montá-la e suas vantagens. Acompanhe a leitura!

O que é a Análise SWOT?

Também chamada de “Matriz FOFA”, a análise SWOT é um método de verificação do desempenho empresarial, sendo uma ferramenta usada para compreender os fatores internos e externos de uma empresa e, com isso, ter dados para tomada de decisões.

A análise SWOT é muito prática, o que permite a aplicação para os mais variados tipos de negócios – desde um prestador de serviços autônomos, até um buffet para festa de aniversário de grande porte.

Por isso, o método é frequentemente aplicado na administração de lojas virtuais, já que são necessárias constantes adaptações.

O termo SWOT é um acrônimo para Strengths, Weaknesses, Opportunities and Threats, que em português significa Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças, respectivamente (daí a sigla FOFA).

O método foi desenvolvido com base nos dados coletados das empresas Fortune 500, uma das classificações mais renomadas do mundo, que faz a organização das 500 maiores corporações existentes. 

Os quatro pilares da SWOT significam:

  • Strengths: tudo no que a empresa é boa;
  • Weaknesses: no que a empresa tem dificuldade;
  • Opportunities: as oportunidades do mercado;
  • Threats: as forças que ameaçam o negócio.

Na matriz, as forças e as fraquezas são categorizadas como “causas internas” de uma empresa. Já as oportunidades e ameaças, externos.

Além do mais, as forças e oportunidades são vistas como pontos positivos, enquanto as fraquezas e ameaças, são negativos.

Em resumo, a análise SWOT pode ser representada com o seguinte desenho:

Pense, por exemplo, em um e-commerce especializado na venda de jóias. Uma das “forças” do negócio pode ser a comercialização do anel de ouro feminino delicado, um dos carros-chefe da loja virtual.

Temos aí um fator interno e positivo. Ao mesmo tempo, o comércio eletrônico tem dificuldades para a confecção de conjuntos, como pares de brincos e colares, pois o público acredita que o preço de mercado não está competitivo. 

Aqui, temos uma das “fraquezas”, que é um fator interno ainda, porém negativo.

Ao mesmo tempo, não há perspectiva para melhora nos preços, uma vez que o mercado de ouro está com uma alta inflação. O que configura a “ameaça”, como fator externo e negativo.

O e-commerce está confeccionado um novo modelo de anel de formatura folheado a ouro, que é uma “oportunidade”, já que o seu público está com um nível de escolaridade cada vez mais alto (fator externo e positivo).

Como compreender os 4 quadrantes da SWOT?

Em geral, a análise SWOT é uma ferramenta relativamente simples. Por conta disso, uma parcela das estratégias dos negócios começam suas avaliações com o método e, posteriormente, incrementam novos modos de observação dos cenários.

Contudo, para colocar em prática a SWOT, é necessário compreender a fundo o que cada um dos seus quadrantes significa. 

A seguir, conheça com detalhes as forças, fraquezas, oportunidades e ameaças:

1 – Strengths (Força)

Para averiguar quais fatores internos são capazes de representar bem o seu negócio, isto é, uma “força” da organização, vale a pena responder às seguintes perguntas:

  • Quais são as melhores atividades e processos da organização?
  • Quais os melhores produtos comercializados?
  • Quais recursos são diferenciais da concorrência?
  • O que a empresa oferece de novo aos clientes?

Por exemplo, um e-commerce de mochilas e bolsas pode ter como diferencial um produto único, que é a mala estilo vintage, com um excelente custo-benefício. Quer dizer que é uma mercadoria que a concorrência não tem e que faz sucesso com os compradores.

2 – Weaknesses (fraquezas)

Aqui temos o oposto da “força”, isto é, o quadrante representa o que falta à empresa, as desvantagens internas que podem limitar e prejudicar a atuação do negócio.

Para identificar esses fatores, responda:

  • A equipe tem uma boa qualificação?
  • Qual é a qualidade dos insumos e materiais?
  • Os processos operacionais são confiáveis?
  • Os preços são competitivos com o mercado?
  • A concorrência tem diferenciais que não possuímos?

Nos e-commerces, a questão do preço é muito importante, visto que a internet é capaz de oferecer um leque de vantagens, inclusive ofertas com melhores valores.

Mas vale dizer que a qualidade também é fundamental. Não adianta nada oferecer um super desconto em produtos de limpeza para cozinha de restaurante, se a mercadoria não tem qualidade e não agrada o cliente.

Isso também pode prejudicar os negócios e, neste caso, a falta de qualidade para manter o preço baixo é uma fraqueza.

3 – Opportunities (oportunidades)

As oportunidades referem-se aos aspectos externos que influenciam positivamente o seu e-commerce. Neste caso, é necessário ficar atento às condições do mercado, como:

  • Alguma política pública beneficia o meu negócio?
  • Há alguma redução de taxas de impostos?
  • Há algum atrativo na região que possa ser proveitoso?
  • O novo comportamento dos consumidores é favorável?

Um exemplo notório é o crescimento das vendas online após a pandemia do novo coronavírus.

Embora a crise financeira, as lojas virtuais tiveram a oportunidade de crescer, já que as pessoas não podiam sair de casa e as compras eram feitas na internet.

4 – Threats (ameaças)

Por fim, as ameaças representam os aspectos externos que prejudicam a sua empresa. 

Neste caso, há uma perda não só de lucros, mas fatores que determinam a sobrevivência ou não do seu negócio no mercado. Algumas perguntas para construir esse quadrante são:

  • Há algum grande concorrente?
  • Houve alguma mudança nos impostos?
  • A crise financeira está impactando os negócios?
  • O novo comportamento do consumidor é desfavorável?

Voltamos ao exemplo da pandemia da Covid-19. Embora fosse uma chance para os e-commerces, negócios como um transporte executivo bilíngue estão tendo que lidar com a queda, justamente devido ao isolamento social.

Como é um serviço que depende diretamente do contato presencial, não sendo feito online, a área de transportes, viagens e turismo, por exemplo, estão enfrentando uma crise e precisam se adaptar ao “novo normal”.

Quais as vantagens da análise SWOT para os e-commerces?

Uma das principais vantagens da análise SWOT é a sua facilidade de aplicação em qualquer tipo de negócio. 

Nesse sentido, as lojas virtuais que trabalham com a entrega de produtos ou que prestam serviços, como a instalação de um som para festa completo, podem usar a matriz para o planejamento estratégico assertivo da organização.

Vale dizer que os benefícios da SWOT impactam as empresas a longo prazo, já que a análise dos quatro fatores envolvidos no métodos ajuda a traçar novos planos e adaptações para as empresas.

Além do mais, a metodologia permite:

  • Compreender mais sobre o mercado e o seu negócio;
  • Traçar novas metas e objetivos;
  • Avaliar as condições favoráveis ou desfavoráveis para venda;
  • Conhecer melhor os concorrentes e os clientes;
  • Identificar possíveis tendências e novos mercados;
  • Prevenir-se de situações e cenários indesejados;
  • Trabalhar na melhoria contínua dos negócios;
  • Potencializar as qualidades da sua empresa;
  • Reunir diversos tipos de informações e dados;
  • Orientar investimentos e gastos.

A análise SWOT é interessante para que sua empresa crie um planejamento estratégico, tático e operacional efetivo.

Afinal, a organização passa a se conhecer muito melhor, tendo maior noção de quais são suas qualidades e fraquezas, bem como o contexto externo em que está inserida. Inclusive, a análise SWOT pode ser aplicada de modo pontual. 

Por exemplo, se uma loja quer saber se vale a pena investir em sacola kraft lisa para a embalagem de seus produtos, a metodologia é capaz de avaliar o cenário, a concorrência e até mesmo as preferências dos clientes.

Assim, o e-commerce saberá se esse tipo de invólucro é realmente ideal para o seu negócio, ou se é preciso procurar por novos tipos de sacolas.

Conclusão

A análise SWOT firmou-se como um dos meios fundamentais para a verificação das estratégias de empresas, incorporadas aos negócios online, como os e-commerces e lojas virtuais.

Prático e eficaz, o método apresenta os princípios internos e externos que podem prejudicar ou colaborar com a sua empresa, sendo possível traçar objetivos mais direcionados, assertivos e orientados.

Com isso, é possível reduzir significativamente os erros e prever cenários. Assim, mesmo em tempos de crise, os e-commerces já dispõem de soluções detalhadas, para garantir a sobrevivência no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Teste A/B: entenda como essa estratégia auxilia seu blog a ter mais tráfego

O Teste A/B é um dos experimentos mais eficazes no marketing digital, usado para verificar se uma determinada iniciativa está realmente obtendo sucesso ou se é necessário realizar algumas modificações na campanha.

No artigo de hoje, entenda como essa estratégia auxilia seu blog a ter mais tráfego e saiba como aplicar o teste A/B na avaliação das métricas em marketing digital.

O que são testes A/B?

Os testes A/B são comparações entre algumas variáveis de marketing, com a intenção de verificar qual componente irá gerar os melhores resultados.

Por exemplo, você pode testar duas landing pages: a primeira com um banner colorido próximo ao CTA (Call to Action) e a segunda somente com a chamada para a ação, sem figuras, botões ou qualquer outro elemento.

A partir disso, verifica-se qual página teve uma taxa melhor de conversão, sendo possível criar uma campanha mais assertiva da próxima vez.

Os testes A/B não é um teste multivariável, isto é, ele não permite analisar mais de uma variável em uma mesma iniciativa. Em geral, a avaliação é feita apenas com duas variações, com o objetivo de escolher a melhor entre elas.

No caso do exemplo anterior, a variável escolhida era a presença de elementos visuais, com destaque para o banner.

A grande vantagem dos testes A/B nas campanhas de marketing digital é a eliminação de suposições acerca da efetividade de uma determinada ação. 

Por meio da análise, é possível tomar decisões mais embasadas, justificadas em números, diminuindo o risco de falhas.

A eficácia é tanta que o teste A/B é aplicado em muitos contextos. Por exemplo, a avaliação pode ser usada para escolher o melhor rótulo de um vinho para lembrança, com base no número de produtos vendidos com a ilustração X, e outro com a ilustração Y.

Como usar o teste A/B?

Como mencionado, o teste A/B pode ser empregado em uma série de análises dentro do marketing digital. Entretanto, ele é mais usual para medir taxas de conversão.

Até porque quando a intenção é analisar mais de uma variável, há outros tipos de testes possíveis, que podem se mostrar mais relevantes, dependendo do contexto. 

Por conseguinte, é importante ter critério na hora de empregar a verificação.

Diante disso, o teste A/B é fortemente recomendado para as landing pages, sendo possível analisar inúmeras variáveis na página, incluindo:

  • Os títulos;
  • As descrições;
  • Os CTAs;
  • O layout;
  • As cores;
  • O domínio (URL);
  • O formulário;
  • Entre outros.

Fora as landing pages, os testes A/B são muito usados em estratégias de e-mail marketing, já que elas também atuam na conversão e nutrição dos leads.

Por exemplo, ao oferecer desconto em materiais escolares personalizados, através de uma mensagem por e-mail, é possível enviar dois conteúdos: o primeiro com fotos dos produtos, o segundo só com o botão de chamamento. 

A partir daí, verifica-se a taxa de cliques em cada um dos conteúdos. Isso irá ajudar a perceber se o que faz diferença é mesmo o recurso visual, ou a forma como o CTA é desenvolvido/escrito.

Para os blogs, os testes A/B são fundamentais para aumentar o tráfego, uma vez que eles podem apontar quais variáveis são mais atrativas para o público e, consequentemente, elevam o número de visitantes.

Dicas para aplicar o teste A/B nas campanhas

Um dos pontos positivos do teste A/B é a sua facilidade de aplicação, embora isso não implique em uma simplicidade ou reducionismo da análise.

Ao contrário, essa praticidade mostra que a avaliação pode ser aplicada em várias situações, como na oferta de um software para portaria virtual por e-mail, no download de um e-book específico, entre outros.

Nesse momento, pode surgir uma dúvida sobre como aplicar o teste A/B nas campanhas de marketing digital. Abaixo, confira algumas dicas.

1 – Use ferramentas tecnológicas e personalizadas

A evolução tecnológica permitiu que a realização do teste A/B pudesse ser feita com o auxílio de ferramentas digitais, como é o caso do Google Analytics

Isso ajuda a diminuir a ocorrência de erros, visto que muitos cálculos e comparações podem ser passíveis de falhas, seja por desatenção do analista ou por qualquer outro motivo.

2 – Tenha uma significância estatística

A efetividade de um teste A/B deve ser garantida por uma significância estatística. 

Ou seja, se a intenção é analisar duas versões de uma landing page, que oferece um e-book de como fazer uma ambientação 3d, é preciso que um certo número de pessoas acesse a página, para gerar os dados.

 

Ao contrário do que se parece, a significância não é sinônimo de grande volume de dados, mas sim um número relativo aos objetivos da sua empresa.

3 – Escolha boas variações

A melhor maneira de determinar a amostragem do teste A/B é escolhendo as variações certas. Vale dizer que a análise deve, obrigatoriamente, ter apenas um elemento de diferença.

Por exemplo, verificar a ação de uma imagem em uma campanha de e-mail marketing com oferta de serviço de entrega com fiorino é uma boa variação. Mas trocar apenas uma palavra no CTA da iniciativa pode não ser a melhor estratégia.

4 – Estabeleça uma meta

Toda estratégia de marketing necessita de um planejamento e não seria diferente com o teste A/B. Por isso, é necessário determinar o que se espera com a campanha, para identificar o que realmente precisa ser melhorado.

Por exemplo, mesmo observando um crescimento na taxa de conversão em uma landing page com uma imagem do projeto de stand, a porcentagem resultante não é suficiente para as metas da empresa.

4 – Teste as duas versões ao mesmo tempo

O objetivo do teste A/B é verificar como a audiência reage a um determinado conteúdo/ação de marketing. 

Por isso, para realmente avaliar a eficácia das campanhas, é preciso que os testes sejam feitos simultaneamente para avaliar o comportamento do público em um mesmo período.

Isso porque o contexto pode influenciar os resultados. Em um período de alta procura por sala reunião pequena, mesmo que a landing page tenha poucos recursos imagéticos, ela pode ter uma boa taxa de conversão.

Como medir os resultados dos testes A/B?

A última etapa da aplicação do teste A/B é verificar os resultados da avaliação. Ou seja, é o coração da estratégia, pois a análise dos dados irá orientar o desenvolvimento das próximas campanhas de marketing.

A seguir, veja algumas maneiras de medir os resultados.

1 – Espere o tempo certo

Não é preciso conferir os resultados a cada minuto, logo após a aplicação do teste A/B. Dê tempo ao tempo, pois a avaliação pode demorar dias, dependendo dos objetivos.

No caso específico do tráfego em blogs, o período de incubação do teste é de 15 a 30 dias, para uma significância estatísticas. 

2 – Use apenas uma métrica

Caso a sua empresa não possua uma ferramenta tecnológica para automatizar a avaliação do teste A/B, é preciso lembrar de empregar a mesma “fórmula” na análise de ambas versões, verificando a mesma métrica.

Isso ajuda a comparar melhor cada campanha, sendo possível perceber realmente o que está “certo” ou “errado”.

CRO x teste A/B: quais as diferenças?

Muitas pessoas confundem o teste A/B com uma outra forma de análise, o CRO (Conversion Rate Optimization). De maneira geral, este segundo método é um esforço sistemático para otimização das taxas de conversão de um site.

Ou seja, o CRO considera não só as principais variáveis, mas também outros aspectos, como a arquitetura da informação, o UX Design da página, o copywriting, entre outros.

O objetivo do CRO é aproveitar melhor o tráfego já existente na página, aprimorando a experiência do usuário. Como consequência, o público terá uma visão melhor das campanhas, o que é extremamente importante para aumentar as vendas nas empresas.

Daí a importância de estabelecer um planejamento prévio e objetivos, para evitar o emprego de métodos de análise diferenciados, que podem ter efeitos divergentes, comprometendo a análise.

Conclusão

Se tem uma coisa extremamente vantajosa no marketing digital é a possibilidade de avaliação dos resultados de forma precisa, devido à capacidade de armazenamento e análise de dados de cada uma das campanhas.

Nesse sentido, a realização dos testes A/B é fundamental para perceber quais elementos são capazes de conquistar a atenção do público e, consequentemente, melhorar as taxas de conversão, o tráfego orgânico, entre outras métricas.

O artigo de hoje teve a pretensão de trazer algumas informações sobre a aplicação dos testes A/B, embora a eficácia de análise irá depender diretamente dos objetivos e metas da empresa. 

Por isso, vale a pena investir em um planejamento detalhado e personalizado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Programa de afiliados: entenda como funciona e como aplicá-lo em seu e-commerce

Se você tem um e-commerce e deseja ampliar os seus processos de venda, conseguindo parceiros que podem otimizar os resultados do seu negócio, incluir um Programa de afiliados pode ser uma estratégia interessante. 

A tecnologia trouxe uma série de vantagens para o dia a dia das pessoas, mas também para o das empresas, que se beneficiam com recursos e equipamentos cada vez mais eficientes. 

Isso não só melhora consideravelmente a rotina, facilitando a realização de atividades diversas, como também ajuda um negócio a se destacar no mercado e, com isso, aumentar a sua lucratividade. 

Sendo assim, é possível apostar em novas frentes de atuação, como é o caso do programa de afiliados, onde outras pessoas podem promover os produtos que são vendidos no seu e-commerce.

Assim, se você comercializa um vinho seco frutado, é possível contar com o auxílio de um “intermediário” que vai maximizar a visibilidade do item, fazendo com que tanto ele quanto a sua loja virtual ganhem com isso. 

O programa de afiliados surgiu no mercado em 1989, criado pelo empresário William J. Tobin, fundador da plataforma PC Flowers, que notou que a divulgação virtual poderia ser um modo eficaz de aumentar as suas vendas. 

Logo, demais empresários que possuíam lojas virtuais passaram a associar-se a e-commerces parceiros para indicar produtos, através de banners e de conteúdos.

Assim, um usuário que tinha interesse em adquirir um produto visto em um anúncio ou em um link, poderia acessar aquele endereço para efetuar a sua compra. 

Nesse processo, tanto quem intermediava a venda como quem produziu o item ganhavam, criando o primeiro programa de afiliados da internet. 

Dada a sua potencialidade, hoje muitos e-commerces apostam na mesma estratégia, que pode ser diretamente responsável pelo crescimento dos resultados de uma empresa, garantindo uma boa visibilidade para o que se vende na sua loja virtual. 

Se você quer saber mais sobre o programa de afiliados, entendendo como ele funciona e como aplicá-lo no seu site, siga na leitura deste conteúdo e conheça mais sobre o assunto. 

O que é o programa de afiliados?

Quando um estabelecimento especializado na realização de festas e apresentações está com um show em cartaz, ela deseja que mais pessoas saibam sobre ele e, para isso, investe em publicidade e pode contratar promotores para eventos, por exemplo. 

Essas pessoas ficam responsáveis por divulgar o espetáculo, podendo ganhar uma porcentagem do total de vendas realizadas por intermédio do seu trabalho. 

Na internet, existe um mesmo formato que é indicado para quem deseja potencializar os resultados do seu e-commerce, fazendo com que ele seja acessado por usuários que querem adquirir os seus produtos: o programa de afiliados.

Em resumo, para que o programa de afiliados possa existir, é indispensável:

  • Ter uma plataforma online;
  • Gerar produtos ou serviços para a venda;
  • Disponibilizar links de divulgação individuais;
  • Entregar as comissões de venda.

No caso de um e-commerce que comercializa flores ou extintor novos, por exemplo, e que já atua no mercado há algum tempo, não é preciso fazer investimentos para implementar o programa. 

Isso porque, com a criação de um link exclusivo para o trabalho do afiliado, o site só precisa estar funcionando adequadamente para que as vendas ocorram, de modo que a etapa de divulgação fica a cargo do promotor. 

Em termos gerais, o programa de afiliado possui dois responsáveis: o produtor e o afiliado. 

O produtor é aquele que oferece os produtos ou serviços, como um curso com aula de fitdance para iniciantes. Ele é o responsável por entender o seu público, elaborar o conteúdo e criar materiais como ebooks, vídeos e outros conteúdos promocionais. 

Enquanto isso, o afiliado é o vendedor, devendo ser uma personalidade que passa a credibilidade necessária para que as pessoas acessem o link do item que ele está promovendo para realizar a compra. 

Para isso, ele deve ter conhecimento em técnicas e estratégias do mercado digital, já que a sua atuação se dá pela internet. 

Sendo assim, é fundamental que ele saiba construir a sua audiência, para que a divulgação do que está sendo vendido traga os resultados esperados. 

Outro nome comum dado aos afiliados é webmasters, já que eles precisam se tornar experts em vendas online, precisando fazer pesquisas e estar atualizado para conseguir atingir suas metas de divulgação. 

Como aplicar o programa de afiliados no seu e-commerce

Para que a sua loja virtual ofereça um programa de afiliados para profissionais que desejam ganhar dinheiro com a publicidade dos seus produtos, é importante que você defina comissões e estabeleça as suas regras. 

Conhecer melhor como funciona esse mercado também é essencial, para que qualquer dúvida possa dificultar a relação do seu negócio com os seus webmasters

Você pode selecionar os itens que deseja disponibilizar no programa de afiliados, como produtos naturais para emagrecer rápido, de maneira a focar na venda de determinados artigos comercializados no seu e-commerce.

Aliás, é importante possuir uma plataforma que ajude você a identificar as vendas realizadas por meio do link do parceiro, para que os dados sejam conferidos corretamente e as comissões de venda pagas.

Quais as melhores plataformas para programas de afiliados?

Quem já atua com vendas na internet sabe a importância de escolher uma boa plataforma, tanto para a hospedagem do site, quanto para garantir que a loja virtual esteja sempre ativa e sem erros que impeçam a navegação dos usuários. 

Afinal, as ferramentas utilizadas para administrar o seu negócios, como um software para loja de brinquedos, e para promover as suas vendas, como é o caso da sua plataforma de e-commerce, precisam oferecer o suporte necessário para o funcionamento da empresa.

Com o crescimento do programa de afiliados, muitos sites surgiram no mercado, de modo que para escolher alguns deles, é importante consultar taxas e comissões, podendo assim selecionar aquele que faça mais sentido para o seu negócio. 

Entre os principais estão: WordPress, Shopify, Hotmart, Lomadee, Udemy, Monetizze, Eduzz, Amazon, etc.

Tanto o WordPress como o Shopify oferecem recursos para que o seu estabelecimento crie links específicos para os seus afiliados, de forma que o controle pode ser bastante eficaz. 

As demais plataformas podem ser utilizadas em conjunto com o seu e-commerce, possibilitando que você venda os seus produtos por meio delas, desfrutando de processos e recursos que já foram validados por outros usuários.

Identificar a melhor opção para o seu negócio é a melhor maneira de garantir que o programa de afiliados possa trazer o retorno esperado tanto para o produtor, quanto para o webmaster.

Os benefícios do programa de afiliados para a sua empresa

Qualquer estabelecimento, seja ele uma loja virtual especializada na venda de roupas infantis ou seja uma empresa de reciclagem de papel, deve estar sempre em busca de alternativas para otimizar o seu trabalho e aumentar as suas margens de lucro. 

Sendo assim, encontrar as soluções mais recentes do mercado é um meio de potencializar o seu e-commerce, com o auxílio de recursos que estão em alta e que podem oferecer os resultados que se espera. 

Não à toa, o programa de afiliados se tornou uma ótima oportunidade de promover a sua empresa, por meio do trabalho de profissionais interessados em vender os seus produtos e desfrutar de alguns benefícios graças a isso. 

1. Os afiliados são uma equipe de marketing do seu negócio

Ter pessoas engajadas em promover os produtos comercializados pelo seu e-commerce é como contar com uma equipe de marketing bastante ativa, sem ter que investir altas quantias com estrutura física e salários fixos. 

Afinal, o afiliado recebe de acordo com a performance dele, de modo que ele vai buscar sempre vender mais, o que traz vantagens para ambos os lados. 

2. Você seleciona os seus afiliados

O seu e-commerce pode receber uma série de candidatos para o programa de afiliados, de maneira que é possível selecionar aqueles que façam mais sentido para o seu negócio. 

Escolher especialistas que possuam sinergia com o que você vende é um bom meio de certificar que a autoridade do webmaster traga uma boa quantidade de pedidos, já que o engajamento do público com a indicação do afiliado será muito mais eficaz. 

3. A implementação é econômica

Para promover o aluguel de espaço comercial, uma imobiliária poderá precisar de investimento em campanhas de publicidade na internet, para ampliar o tráfego na sua página e conseguir fechar novos negócios. 

Com o programa de afiliados, uma loja virtual não depende de altos investimentos em anúncios virtuais, uma vez que o webmaster fica responsável por divulgar os seus produtos e atrair os compradores, podendo assim economizar com o marketing do seu site. 

Por isso, se você tem uma loja virtual e reconhece que o programa de afiliados pode ser uma alternativa prática, eficaz e sustentável para o seu negócio, não deixe de cogitar essa opção para a sua plataforma e colha frutos bastante positivos no seu e-commerce. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Funil de vendas - o que é e como desenvolver para seu negócio

Funil de vendas: o que é e como desenvolver para seu negócio

O funil de vendas é um dos principais conceitos do Inbound Marketing, sendo usado para acompanhar a jornada de compra dos clientes e melhorar os resultados das empresas, seja para o aumento de vendas ou para a fidelização dos clientes

Embora não seja usado somente em ambientes online, o funil de vendas é amplamente empregado no marketing digital, garantindo a eficácia da estratégia.

No artigo de hoje, acompanhe o que é e como desenvolver o funil de vendas para o seu negócio, além de dicas valiosas para aplicar o conceito na sua empresa. Continue a leitura!

O que é o Funil de Vendas?

O funil de vendas, também conhecido como pipeline, é uma representação gráfica da jornada de compras do cliente, desde seu primeiro contato com a empresa, até a concretização da compra do produto ou serviço, ou até além dela.

Na prática, o funil de vendas envolve a primeira vez que uma pessoa vê uma persiana rolô double vision, por exemplo, seja por um blog post ou por um anúncio patrocinado em rede social, até o momento em que o usuário resolve comprar o artigo

Essas ações também envolvem os pós-venda realizados pela loja. É importante verificar que a compra não é um processo homogêneo, mas ocorre por etapas. 

Logo, durante toda a jornada, o cliente passa por vários momentos que revelam se ele está realmente próximo a concretizar o negócio.

Assim, temos o momento em que ele ouve falar pela primeira vez do produto ou serviço, posteriormente faz a pesquisa sobre o assunto e, somente após uma reflexão, decide por realizar a compra e recomendá-lo para outra pessoa, quando a experiência é positiva.

Por esse motivo, para determinar qual é a maturidade do cliente em relação à compra, o funil de vendas é dividido em algumas etapas, que ajudam a elaborar uma estratégia de captação de clientes mais assertiva.

Afinal de contas, uma pessoa que acabou de conhecer o amortecedor de carro de uma determinada empresa tem outra percepção quando comparada a um usuário que já conhece o produto.

As etapas do funil de vendas são:

  • Topo do funil: aprendizado e descoberta;
  • Meio do funil: consideração;
  • Fundo do funil: concretização da compra;
  • Pós-venda: fidelização do cliente.

Nesse sentido, fica mais fácil pensar em ações de marketing, direcionadas e assertivas, capazes de influenciar a tomada de decisão dos consumidores.

Quais são as etapas do funil de vendas?

Como vimos, o funil de vendas é dividido, basicamente, em quatro etapas principais. 

Em cada uma delas, é necessário orientar a estratégia de marketing, conforme o nível de maturidade do cliente.

A seguir, conheça algumas especificações e iniciativas de marketing para cada estágio do funil de vendas.

1 – Topo do funil

O topo do funil, ou ToFu, é o momento da consciência, pois até então o usuário não conhecia o produto/serviço, bem como era indiferente à sua própria necessidade.

Por exemplo, alguém que está procurando informações sobre sintomas que envolvem animais de estimação pode se deparar com o serviço de um veterinário oftalmologista, algo desconhecido anteriormente pelo usuário.

Em resumo, o internauta não buscava pela atividade, devido ao próprio desconhecimento da demanda. 

Mas ao ter o primeiro contato com o empreendimento, no exemplo o veterinário, acaba compreendendo que existe essa necessidade e, por isso, acaba procurando mais informações sobre o serviço.

Diante disso, o topo do funil é o melhor momento para se colocar como especialista no tema. Isso irá ajudar a moldar a percepção do visitante com conteúdos valiosos e de qualidade e respeito do seu negócio.

Aqui, a empresa geralmente lida com usuários que chegaram até o site de alguma forma, mas que não possuem nenhuma informação concreta sobre o produto ou serviço.

Ou seja, a pessoa pode ter visto um anúncio sobre disco de desbaste diamantado e, assim, ter sido redirecionada a uma página web. Porém, o visitante ainda precisa de mais conteúdos sobre o produto. 

Portanto, é o momento de oferecer materiais ricos, na tentativa de converter os usuários em leads (potenciais clientes).

Algumas ações de marketing interessantes para o topo de funil são:

  • Criação de blog posts;
  • Criação de landing pages;
  • Elaboração de postagens em redes sociais;
  • Produção de vídeos e ativos de marketing.

Importante ressaltar que o marketing de conteúdo é o grande aliado do funil de vendas. 

Afinal, o consumidor da internet não quer apenas se deparar com uma propaganda sensacionalista, mas sim verificar um material de qualidade, com informações pertinentes.

Sendo assim, vale muito mais a pena produzir um folder 2 dobras com conteúdo valioso, do que uma propaganda apelativa e comercial.

2 – Meio do funil

O meio do funil (MoFu) define a passagem da primeira para a segunda etapa, a partir do momento em que o visitante tem reconhecimento do problema.

Quer dizer que o usuário já leu o suficiente sobre o assunto e verificou que tem uma demanda, sendo assim, ele está em busca de maneiras para solucionar o contratempo.

Nesta etapa, estamos lidando com os leads, isto é, pessoas que já interagiram com o conteúdo da empresa, forneceram informações básicas de contato (como e-mail ou telefone), em busca de um aprofundamento maior a respeito do produto ou serviço.

Nesse sentido, o lead já sabe que está procurando uma escola período integral, por exemplo, mas ele ainda precisa de mais informações para tomar a decisão correta.

Sendo assim, é importante que a empresa seja honesta e transparente, deixando claro que o objetivo é ajudar o consumidor, não vender algo diretamente. Isso ajuda a estabelecer uma relação de confiança, aproximando o usuário da compra.

Aqui, o ideal é trabalhar com materiais ainda mais ricos, como e-books, webinars, newsletters e diálogo periódico com clientes (através de e-mails, troca de mensagens, entre outros meios).

3 – Fundo do funil

O fundo do funil (BoFu) é a etapa da compra propriamente dita. Neste momento, estamos lidando com os MQLs (Marketing Qualified Leads), que são os leads que já conhecem o produto ou serviço, e estão prontos para fazer contato com vendedores.

Ou seja, as pessoas que estão no fundo do funil perceberam que precisam de ajuda para resolver um problema – e isso significa fechar negócio com a sua empresa. 

Porém, elas precisam ter certeza de que estão fazendo a coisa certa e, por esse motivo, buscam não só pelo seu negócio, mas também pela concorrência.

Assim, no serviço de adição de categoria a, por exemplo, o fundo de funil é o estágio certo para mostrar o quanto a sua autoescola é referência no mercado e o porquê ela é a melhor escolha para o seu cliente.

Por esse motivo, vale a pena continuar com a criação de materiais relevantes, mas com foco nos diferenciais do produto ou serviço, além de citar as principais vantagens da empresa em relação à concorrência.

Também é importante que os vendedores tenham em mãos todos os dados do cliente e saibam orientar sua abordagem de modo direcionado, já que ninguém quer receber informações duplicadas ou conteúdos incorretos.

Por isso, vale a pena investir em ferramentas de automação de marketing, capazes de armazenar e compartilhar dados em tempo real, tornando a comunicação mais efetiva.

4 – Pós-venda

Apesar de nem todas as empresas incluírem o pós-venda como etapa do funil, percebe-se que a fidelização dos consumidores é muito maior quando a estratégia é adotada. 

Afinal de contas, é preciso fazer com que as pessoas se lembrem da sua empresa e, como consequência dessa iniciativa, busquem realizar novas compras e indicar o seu negócio para outras pessoas.

Por exemplo, após a aquisição de uma balança digital 300kg, o empreendimento pode enviar um e-mail ao cliente, pedindo um feedback sobre a mercadoria. Assim, é possível saber o que o consumidor gosta no produto e o que é preciso melhorar.

As estratégias de pós-venda incluem o envio de newsletters, além de outras mensagens, com ofertas, cupons de desconto e até programas de fidelidade.

Conclusão

O funil de vendas é uma representação da jornada de compras do cliente, que tem ajudado a moldar estratégias de marketing direcionadas, como forma de auxiliar na tomada de decisão dos consumidores, bem como aproximá-los do fechamento do negócio.

É fundamental ter em mente que todas as iniciativas precisam contemplar os interesses e preferências de cada usuário, já que o processo de compra não é homogêneo, mas sim, é influenciado por inúmeros fatores.

Assim, com a aplicação do funil de vendas, de modo prático e estratégico, é possível melhorar os resultados de venda, aumentando a conversão de leads, educando o público a respeito dos produtos e serviços e melhorando sua lucratividade e rentabilidade.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/funil-de-vendas/

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As vantagens do Marketing de Conteúdo para e-commerce

O Marketing de Conteúdo é uma das principais estratégias de marketing digital, sendo considerado muito importante para qualquer nicho de mercado, incluindo as plataformas e-commerce.

Esse modelo de negócios, inclusive, cresceu muito no ano de 2020 por conta da pandemia do coronavírus, e a previsão é de que movimente cerca de R$ 106 bilhões até o final do ano, um crescimento de 18% em relação ao ano de 2019.

Os principais fatores que contribuem para isso, além do atual cenário, é uma tendência normal de prevalência desse modelo de compra e venda futuramente, além dos marketplaces e compras por meio dos smartphones.

Isso significa que, assim como a tendência é que as vendas aumentem, cresça também a concorrência. Dessa forma, é necessário que as plataformas e-commerce invistam em estratégias para se destacarem dos demais comércios.

Para isso, é importante ter em vista que, além de o consumidor moderno preferir as compras pela internet, ele também está sempre em busca de informações a respeito do produto ou serviço que deseja.

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é Marketing de Conteúdo e sua importância para as plataformas e-commerce. Acompanhe a leitura!

O que é Marketing de Conteúdo?

O marketing digital se tornou a principal maneira de divulgação de marcas, produtos e serviços, uma vez que a internet é, hoje, o principal meio de comunicação.

Sendo assim, a disseminação rápida de informação transformou o comportamento dos consumidores, assim como o uso das redes sociais para esses fins. Por isso, eles querem saber mais a respeito daquilo que pretendem comprar.

Aqui entra a relevância do Marketing de Conteúdo, trazendo materiais que abordem todo tipo de assunto, desde a importância da valvula de retenção para caixa d’agua, até dicas de como escolher o melhor tipo de decoração para sua casa.

Sendo assim, o Marketing de Conteúdo é definido como uma estratégia que tem a missão de atrair clientes pode meio de conteúdos relevantes, que podem assumir diversos formatos, tais como:

  • Vídeos;
  • Textos;
  • Infográficos;
  • E-books.
  • Entre outros.

Não trata-se de uma estratégia que deseja somente promover a marca, mas que atrai o público-alvo por meio de soluções, transformando o negócio em autoridade naquilo que faz.

Sendo assim, quando a marca precisa de uma estratégia focada em engajar o seu público-alvo, crescer sua rede de clientes e potenciais clientes, ela cria materiais relevantes e de valor.

Com isso, atrai, envolve e gera valor para as pessoas, criando uma percepção positiva sobre a marca e aumentando a oportunidade de novos negócios.

O Marketing de Conteúdo para e-commerce

O crescimento rápido do e-commerce no Brasil e no mundo reforça a necessidade que esses negócios têm de investir em Marketing de Conteúdo para captar leads, transformá-los em clientes e fidelizá-los.

Para isso, uma loja e-commerce de masseira pequena, por exemplo, deve investir em conteúdos informativos e relevantes, que apresentem mais do que serviço ou produto ao cliente. Tudo isso permite que o negócio eletrônico tenha acesso a vantagens como:

1 – Mais tráfego para o site

Quase 100% dos usuários da internet utilizam-na para se informar a respeito de alguma coisa. 

Portanto, o site de uma empresa é a porta de entrada para novas oportunidades, sendo o Google um caminho até ela.

Dessa forma, uma loja virtual não deve focar-se apenas nos produtos que expõe no site, mas também em conteúdos informativos e relevantes, que ajudam a colocar o site na primeira página do Google.

É isso que fará com que a marca seja encontrada por seu público-alvo, uma vez que essa estratégia comprovadamente aumenta em até 4 vezes o número de visitas em um site.

2 – Aumenta o engajamento

O engajamento é importante para que uma empresa de tamani bauru e muitas outras construam um relacionamento próximo e constante com uma audiência mais seletiva.

Isso porque, quando os conteúdos de qualidade aumentam as interações das pessoas com a marca, o engajamento cresce. Como resultado, a marca ganha verdadeiros fãs que a defendem e recomendam.

3 – Educa o mercado

É comum que algumas pessoas não compreendam o mercado de atuação que uma empresa está inserida, do que se trata o produto ou serviço que ela vende etc.

Assim sendo, são os conteúdos informativos que vão responder às dúvidas dos compradores e educá-los a respeito dos seus produtos, de modo que eles fiquem cientes de tudo o que é necessário para tomar uma decisão de compra.

Conteúdos que realmente têm qualidade quebram objeções e aumentam a satisfação do cliente. Isso porque essas pessoas vão comprar tendo total consciência do produto e como utilizá-lo.

4 – Gera vendas

O principal objetivo de qualquer negócio é vender, principalmente de uma loja virtual, que concentra todas as suas atividades em vendas. 

E apesar de esse não ser o principal objetivo do Marketing de Conteúdo, ele certamente ajudará a vender mais.

Neste caso, aumentar as vendas diz respeito a focar na produção de conteúdos que visam guiar os leads por toda a jornada de compra, preparando-os para o processo de decisão.

Para isso, é necessário identificar exatamente qual é o público-alvo, pois quem tem interesse em banho cromo dourado não deve receber conteúdo direcionado a pessoas interessadas em outros produtos.

5 – Impulsiona a geração de leads

Para que uma loja on-line tenha sucesso, não basta que ela crie um site e espere as vendas acontecerem. É preciso obter informações dos visitantes para que seja possível criar um conteúdo adequado e que gere oportunidades.

Os leads são potenciais clientes que, além de terem chances de compra, ajudam a empresa a entender o que seu público deseja e outras informações. 

E por meio de Marketing de Conteúdo, uma loja virtual consegue conquistar muito mais leads.

Trata-se de uma estratégia e que traz excelentes resultados no longo prazo, aumentando tráfego e leads, mesmo que a produção não seja frequente.

6 – Reduz o CAC (Custo de Aquisição de Clientes)

Para que uma fabricante de cracha de identificação conquiste um novo cliente, ela precisa investir em Marketing e Vendas.

Quando esse custo não é alto, rapidamente a compra do cliente cobre os gastos para adquiri-lo, mas geralmente custa mais caro, porque o principal hábito das marcas é injetar dinheiro em mídia paga.

Só que o Marketing de Conteúdo também ajuda a atrair novos clientes, por meio de materiais que eliminam as dúvidas deles e facilitam a compra.

Por isso, recomenda-se até que a equipe de vendas trabalhe com e-books, webinars e outros conteúdos que ajudam a diminuir todo o processo de vendas.

O mesmo material fornecido para o cliente pode ser aproveitado pela equipe de vendas, o que sem sombra de dúvidas vai aumentar a conversão de leads, construir autoridade dentre outros benefícios.

7 – Gera brand awareness

Se uma loja virtual de pulseiras tyvek atacado usa a produção de conteúdo, mais pessoas passam a reconhecê-la, bem como seus serviços.

E tudo isso com pessoas mais propensas a comprar, que são familiares com a marca e que se sentem atraídas por ela.

Para exemplificar, o leitor assíduo do blog de uma loja virtual de materiais de construção, que venda pvc para sublimação, vai preferir essa loja quando quiser comprar alguma coisa.

Isso acontece porque ele já conhece a loja, e mesmo que nunca tenha comprado nada na plataforma, ela sempre lhe ajudou com os conteúdos quando mais precisou.

8 – Aumenta o Lifetime Value (LTV)

LTV é uma sigla para Lifetime Value que mostra o valor que o cliente gasta com uma marca. Por exemplo, se numa loja virtual de jóias os consumidores costumam gastar duas vezes R$500,00, então o LTV dele é de R$ 1000,00.

Além disso, todo proprietário de negócio, seja uma loja física ou on-line de catraca com biometria sabe que é muito mais barato vender de novo para um cliente atual do que conquistar um novo cliente.

Portanto, podemos considerar que o uso de uma boa estratégia de marketing de conteúdo com esse objetivo é uma boa prática, porque consegue manter o cliente engajado com a marca.

Inclusive, é possível usar diferentes tipos de conteúdo no pós-venda, como envio de newsletter, oferecer novos produtos e divulgar descontos.

Conclusão

Não existe nada mais valioso para os consumidores do que empresas que têm capacidade para informar e compartilhar informações com o público.

Com isso, elas conseguem provar que mais do que vender, está disposta a ajudar seus clientes com suas soluções. 

Ela demonstra que quer entendê-lo e que ele saiba quais são as melhores soluções, mesmo que isso descarte a venda.

Para as plataformas e-commerce isso não é diferente, uma vez que esse modelo de negócio está totalmente inserido em um mercado moderno. 

E se vende pela internet, precisa de boas estratégias em marketing digital para predominar seu ambiente.

E com o Marketing de Conteúdo, as lojas virtuais conseguem atrair seu público, mostrar sua autoridade no mercado e aumentar as vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Como usar o Marketing de Relacionamento no seu e-commerce

O crescimento do e-commerce no Brasil acompanha o desenvolvimento de novas tecnologias e a ampliação da internet pela população. 

Isso revela um novo consumidor cada vez mais preocupado com informação de qualidade e em adquirir produtos ou serviços personalizados.

Por esse motivo, o Marketing de Relacionamento tornou-se indispensável para os comércios eletrônicos que desejam se destacar no mercado, oferecendo um atendimento diferenciado aos clientes e construindo uma proximidade com o público.

Ou seja, a estratégia promete fidelizar os compradores, algo essencial para aumentar as vendas e ajudar na captação de novos nichos. 

Afinal de contas, as pessoas querem ser bem atendidas e dão preferência para empresas que confiam.

Mas, como usar o Marketing de Relacionamento no seu e-commerce?

O artigo de hoje pretende responder a esta pergunta e dar dicas de como aplicar a estratégia no comércio eletrônico. Acompanhe mais com a leitura!

Mas, afinal, o que é Marketing de Relacionamento?

O Marketing de Relacionamento consiste em um conjunto de ações tomadas pela empresa, com o intuito de criar e manter uma proximidade com os clientes.

Por exemplo, um professor que dá aula de bateria, ao tratar bem seu aluno, constrói um relacionamento saudável, fazendo com que o estudante queira continuar tendo aulas, isto é, adquirindo o serviço.

Para reforçar essa relação, o Marketing de Relacionamento conta com algumas estratégias, oferecendo benefícios aos seus consumidores para fidelizá-los. 

Dessa maneira, os clientes se tornam fãs dos produtos e serviços prestados pela empresa, recomendando-os para outras pessoas.

Em resumo, o Marketing de Relacionamento engloba os seguintes aspectos:

  • Construção de uma marca forte;
  • Criação de autoridade no mercado;
  • Fidelização dos clientes;
  • Comunicação próxima com o público;
  • Contato em diferentes canais de marketing.

Diferentemente do marketing tradicional, em que se vê uma propaganda de persiana double vision que somente tem a intenção de vender, o Marketing de Relacionamento leva em conta todo o processo, desde a produção de conteúdo até o pós-venda.

Nesse sentido, o foco não é somente incitar a compra, mas sim, encantar os clientes. 

Desse modo, cria-se uma relação de confiança e o consumidor passa a defender a marca dentro do seu círculo social.

Quais as vantagens do Marketing de Relacionamento para o seu e-commerce?

Vivemos em uma era em que vender não é tudo. Atualmente, não adianta nada conseguir vender um gerador eólico, por exemplo, se a empresa não é capaz de manter um bom atendimento ao cliente.

As organizações perceberam que existe algo muito valioso nos negócios: a satisfação dos consumidores. 

Por esse motivo, elas mantêm os clientes em primeiro lugar em todas as suas estratégias, desde o desenvolvimento do produto até depois de ter feito uma compra.

Em conjunto a isso, quando um cliente está contente com a sua marca, ele pode indicar a empresa para amigos e familiares, tornando-se um promotor da empresa. 

Grande parte dos lucros virá de consumidores já existentes e do famoso marketing “boca a boca”.

A seguir, confira algumas vantagens do Marketing de Relacionamento para o seu e-commerce.

1 – Aproximação com os clientes

Um dos principais objetivos da estratégia é aproximar os seus clientes da marca, ao ponto em que é possível conhecer melhor quem são os consumidores e, com isso, oferecer as soluções ideais para cada um.

Dessa maneira, é possível segmentar melhor o público e ter uma comunicação mais direcionada, entregando justamente aquilo que o cliente precisa.

Afinal de contas, uma pessoa interessada em um serviço de hidrojateamento, por exemplo, está em busca de um processo de limpeza mais complexo e, portanto, é preciso um atendimento personalizado.

2 – Aumento do faturamento

O Marketing de Relacionamento ajuda a melhorar o faturamento das empresas, visto que o CAC (Custo de Aquisição por Cliente) custa de 5 a 7 vezes mais do que manter um antigo. 

Além disso, quando se mantém os consumidores, há maiores chances de revenda de outros produtos ou serviços.

Fora que o ROI (Retorno sobre Investimento) também é maior, ainda mais quando cada um de seus compradores indica a sua empresa para outras pessoas.

3 – Melhor posicionamento no mercado

Com um relacionamento personalizado e próximo, garante-se a satisfação e a confiança do público. 

Como consequência, o seu negócio pode tornar-se uma referência no mercado e se diferenciar da concorrência.

Afinal de contas, mesmo que muitos comércios eletrônicos tenham uma tecnologia similar de led para piscina, por exemplo, a audiência costuma preferir os e-commerces que se destacam pelo atendimento, pela credibilidade e pela reputação.

4 dicas de Marketing de Relacionamento para o seu e-commerce

O Marketing de Relacionamento serve para formar uma relação constante e progressiva com cada indivíduo. Isso pode ser feito de várias formas, especialmente com o auxílio de ferramentas digitais, para implantação de uma estratégia a médio e longo prazo.

Vale dizer que o Marketing de Relacionamento é uma ação complementar a várias outras iniciativas dentro da empresa. 

Por exemplo, é possível produzir conteúdo relevante sobre uma treliça de ferro, em uma abordagem que privilegia a oferta de materiais interessantes para aproximar o público.

Por esse motivo, a construção do relacionamento é feita em conjunto com demais iniciativas de marketing. Abaixo, conheça algumas técnicas para de Marketing de Relacionamento para o seu e-commerce.

1 – Criação de conteúdo em blogs

Atualmente, o consumidor não quer apenas se deparar com uma propaganda invasiva, como um banner preço das mercadorias. Ao contrário, ele quer ser bem informado sobre o produto ou serviço que está prestes a adquirir.

Sendo assim, o Marketing de Relacionamento pode oferecer exatamente a informação que o público procura, por meio da criação de conteúdo em blogs posts.

Para isso, é necessário conhecer a audiência, quais são suas demandas, preferências e características. 

Dessa forma, é possível elaborar materiais direcionados, que vão realmente chamar a atenção dos potenciais clientes.

Assim, é fundamental que a empresa crie as personas, isto é, representações semifictícias dos clientes, com base nas especificações do público-alvo. 

Depois disso, a criação de conteúdo será muito melhor, com uma linguagem adaptada aos seus consumidores.

2 – Envio de mensagens por e-mail marketing

O e-mail marketing é uma ferramenta poderosa para criar uma proximidade com seus clientes. 

A estratégia é baseada na comunicação entre a empresa e seus consumidores ou leads (potenciais clientes), por meio do envio de mensagens segmentadas.

Normalmente, o e-mail marketing utiliza recursos de automação, para personalizar o conteúdo e enviar mensagens conforme o estágio do funil de vendas em que cada cliente está (ou seja, mais perto ou mais afastado para realizar uma compra).

Além disso, o e-mail marketing também é usado para receber feedbacks dos consumidores. 

Por exemplo, após adquirir um adesivo jateado, a empresa pode enviar uma mensagem ao cliente, perguntando como foi a experiência com o produto.

3 – Participação em programas de fidelidade

Os programas de fidelidade têm como objetivo oferecer vantagens aos clientes que realizam compras recorrentes no seu e-commerce. 

É uma maneira eficiente de fidelizar os consumidores, construindo um relacionamento mais duradouro com a marca.

Mais do que descontos e recompensas, os programas de fidelidade criam vínculos fortes com o público, pois os compradores se sentem especiais e, com isso, tendem a comprar mais com a sua empresa.

4 – Construção de relacionamento por redes sociais

Estar presente nas redes sociais permite que a empresa possa levar o seu conteúdo para um número cada vez maior de usuários. 

Afinal de contas, esses canais crescem exponencialmente na internet e, por isso, são amplamente usados como parte das estratégias de marketing.

Contudo, justamente pelo grande alcance das redes sociais, todos os conteúdos, comentários e respostas ao público devem ser muito bem pensados. 

Até porque, do mesmo modo que uma publicação pode se tornar viral em benefício do seu e-commerce, ela também tem o poder de prejudicar os negócios.

As redes sociais permitem o trabalho com vários tipos de conteúdos, incluindo promoções, anúncios patrocinados, oferta de materiais e publicações interativas para gerar engajamento. 

Portanto, procure saber como trabalhar em cada mídia, para oferecer o melhor material ao seu público.

Conclusão

O Marketing de Relacionamento é uma estratégia extremamente vantajosa para os e-commerces. 

Com capacidade de aproximar a audiência, fidelizar clientes e alcançar novos nichos de mercado, suas técnicas vão muito além da venda, abarcando a construção de laços, mesmo após a compra.

Por esse motivo, é importante trabalhar com o Marketing de Relacionamento em todos os processos de contato com os clientes – desde uma simples publicação em um blog, até uma pesquisa de satisfação enviada por e-mail.

Desse modo, é possível alcançar não só um aumento de vendas, mas o reconhecimento do mercado e o destaque perante a concorrência.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://neilpatel.com/br/blog/importancia-do-marketing-de-relacionamento/#:~:text=Implementar%20um%20programa%20de%20recompensa,Gastar%20mais%20em%20cada%20transa%C3%A7%C3%A3o.

https://resultadosdigitais.com.br/blog/o-que-e-marketing-de-relacionamento/#:~:text=Marketing%20de%20Relacionamento%20%C3%A9%20o,defensores%20e%20divulgadores%20da%20marca.

https://www.e-commerce.org.br/como-o-marketing-de-relacionamento-influencia-no-e-commerce/

https://tangerin.com.br/5-vantagens-do-marketing-de-relacionamento-para-o-seu-negocio/

https://rockcontent.com/blog/marketing-de-relacionamento/

https://rockcontent.com/blog/tudo-sobre-email-marketing/

https://www.sunoresearch.com.br/artigos/programa-de-fidelidade/

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A importância do funil de vendas para um e-commerce

O modelo de negócios e-commerce tem ganhado espaço no mercado, tanto entre os consumidores quanto entre os empreendedores. Ele traz muitas facilidades para os dois lados, por isso, a propensão é que o crescimento avance.

Mesmo sendo uma grande tendência e algo comum em nosso dia a dia, alguns consumidores ainda se sentem receosos para comprar pela internet, e acabam precisando ter que confiar numa marca antes de comprar com ela.

Aqui entra todo o trabalho do marketing digital e as suas estratégias. 

Inclusive, uma delas, conhecida como funil de vendas, é muito importante para esse modelo de negócios, uma vez que ele possibilita que a empresa acompanhe a jornada de compra do cliente.

Só que é necessário conhecer bem o funil de vendas para entender suas funcionalidades e de que maneira ele deve ser estruturado.

Dessa forma, as marcas conseguem despertar o interesse do lead, alimentá-lo e se tornar um modelo de negócio de confiança para ele no momento da compra. 

Consiste em um trabalho cuidadoso e muito eficiente, que exige o envolvimento da equipe de marketing e vendas.

Tendo isso em mente, neste artigo, vamos falar sobre o que é funil de vendas e suas etapas, mostrar como ocorre o percurso do cliente até a compra,  bem como ele deve ser desenvolvido. Acompanhe!

O que é o funil de vendas?

O funil de vendas, também é conhecido como pipeline, trata-se de um modelo estratégico que mostra toda a jornada do cliente, desde o primeiro contato dele com uma marca até a finalização da compra.

Ou seja, ele representa todo o caminho que uma pessoa percorre até que resolva comprar um corrimão de inox ou qualquer outro produto ou serviço.

Com isso, a empresa consegue conduzir o cliente, desde o momento em que ele toma conhecimento de uma solução que está sendo vendida, até que ele resolva comprá-la.

Como ocorre a jornada de compra

O processo de compra não é algo homogêneo, pois acontece por etapas, e durante essa jornada, o cliente vai demonstrando o quão próximo ele está de realizar uma nova aquisição.

Esse processo inicia-se no momento em que a pessoa ouve falar de uma solução pela primeira vez, o momento em que ela começa a pesquisar sobre o assunto para obter mais informações, o momento da compra e, por fim, o que ela fala da empresa depois disso.

Um cliente que acabou de descobrir que precisa de tomada externa está menos preparado do que aquele que já tem essa consciência e sabe qual é a loja que oferece a solução.

Dessa forma, se uma empresa quer determinar o nível de maturidade do cliente no que diz respeito a sua decisão de compra, deve definir cada momento dessa jornada em etapas.

Aqui nasce o funil de vendas, e é importante que as empresas compreendam bem cada uma das etapas que o envolvem.

O funil de vendas é dividido em três etapas, sendo topo, meio e fundo de funil, e cada uma dessas etapas é conhecida por uma sigla, como “ToFu” (ou Top of the Funnel); “MoFu” (ou Middle of the Funnel); e “BoFu” (ou Bottom of the Funnel).

1 – Topo do funil – etapa da descoberta

O topo do funil é conhecido como a etapa da consciência, quando a pessoa acaba de descobrir que precisa, por exemplo, de limpeza de dente, porque até então era indiferente a isso.

Essa pessoa não estava buscando nenhum produto ou serviço, mesmo porque ela desconhecia tal necessidade. Mas ao ter um primeiro contato com aquela plataforma e-commerce, ela compreende que precisa de algo.

Neste momento, a empresa deve se colocar como uma especialista naquilo que faz, fornecendo materiais que fazem com que o visitante do site diagnostique o seu problema e compreenda-o por completo.

Quando essa pessoa tiver alguma dúvida, irá recorrer ao mesmo site porque já confia nele.

A empresa sequer possui informações sobre essas pessoas, por isso, é necessário que elas sejam educadas por meio de materiais ricos e que as convertam em leads.

2 – Meio de funil – consideração de uma solução

Um lead passa para a segunda fase do funil de vendas quando ele reconhece seu problema e considera ir atrás de uma solução.

Ele já leu muito sobre o assunto que envolve a sua necessidade, como barramento de cobre e relacionados. 

Por isso, ele está buscando formas de solucionar o problema, e a plataforma e-commerce deve apresentar dicas e técnicas que possam ajudá-lo.

Nesta fase, as empresas estão lidando com os potenciais clientes, indivíduos que já tiveram alguma proximidade com seus conteúdos antes, e que ofereceram informações básicas em troca do acesso a um conteúdo, como o e-mail, por exemplo.

Até então, ele não sabe como solucionar de forma definitiva o problema, logo considera várias soluções, inclusive a compra, porém não sabe se essa é a melhor opção.

Nesse momento, uma loja on-line de peças automotivas, por exemplo, deve ser sincera e dizer exatamente quando é o caso de comprar um produto e apresentar outras alternativas além da compra.

Ela pode oferecer mais conteúdos que levem ainda mais informação para o lead, deixando claro que o objetivo é ajudar e não apenas vender a todo custo.

Isso ajuda a estabelecer uma relação de confiança benéfica, que amadurece ainda mais o lead para a próxima etapa.

3 – Fundo de funil – decisão de compra

No fundo do funil, um e-commerce de aluguel de caçamba estará lidando com MQLs (Marketing Qualified Leads). Potenciais clientes estes que já passaram por todo o processo de educação, e que estão classificados como prontos para comprar.

Esse lead sabe que tem um problema e que não pode solucioná-lo sozinho, precisando comprar um produto ou serviço específico para isso.

As empresas que seguem corretamente todo o processo tornam-se referência e alguém de confiança na hora de negociar. Este é o momento de mostrar que seu negócio é a melhor opção.

Então, após algumas comparações, o lead vai escolher o mais vantajoso e comprar com essa marca.

Como desenvolver um funil de vendas

Para desenvolver um bom funil de vendas, uma plataforma e-commerce precisa realizar alguns procedimentos, tais como:

1 – Mapeamento da jornada

Para que uma revenda de boia elétrica pela internet possa otimizar e monitorar a jornada de compra de seus clientes, primeiro ela precisa conhecê-la.

Caso já tenha um número considerável de jornadas, o mapeamento pode ser feito com uma pesquisa de persona. 

Ou seja, perguntas destinadas àqueles que são considerados os melhores clientes. Essa pesquisa tem como objetivo:

  • Definir o perfil de cliente ideal;
  • Entender suas dúvidas;
  • Saber sobre suas ambições;
  • Que razões o levaram a comprar.

Para os negócios e-commerce que estão começando agora, a dica é conversar com o máximo de clientes possível para entender como chegaram até o site e o que os leva a fechar um negócio.

2 – Definir milestones e etapas

Quando uma plataforma que ofereça aula de música, por exemplo, começa a conhecer a jornada do cliente, precisa ir além das etapas de consciência, consideração e decisão para implementar algumas milestones.

Estas são marcos que mostram que o cliente amadureceu e está mais informado a respeito de um produto ou serviço.

Com isso, é possível saber quando o visitante se tornou lead e quando lead passou para outra etapa do funil. 

Isso permitirá que a marca utilize as ferramentas corretas para convencê-lo a passar para a próxima etapa.

3 – SLA entre vendas e marketing

Ao ter o funil de vendas já estruturado é necessário acordar alguns pontos entre o time ou profissional de marketing e vendas, o famoso Service Level Agreement, ou Acordo de Nível de Serviço, em tradução livre. 

Isso vai definir de que maneira eles podem se ajudar e quais serão as entregas de um para outro.

Além do mais, é necessário fazer marketing constantemente e adequar os conteúdos de acordo com cada etapa do funil, sendo:

  1. Topo de funil: Postagens em blog, infográficos, podcasts, newsletter, postagem em redes sociais;
  2. Meio de funil: Aqui, uma loja virtual de criolipólise de placas e outros itens deve investir em posts de blog e e-book;
  3. Fundo de funil: Já no fundo de funil uma boa aposta são os cases de sucesso e webinars.

Conclusão

As plataformas e-commerce oferecem um modelo de compra e venda muito mais prático para quem compra e para quem vende, só que elas precisam conquistar o seu espaço no mercado e crescer cada vez mais.

Para isso, assim como qualquer outro modelo de negócio, precisam compreender a jornada de compra do cliente e oferecer as informações que ele precisa durante todo esse processo.

Somente dessa forma ele descobre que tem um problema, quais são as soluções disponíveis e quem pode oferecer a melhor saída. Uma relação de confiança necessária para bater a concorrência e facilitar o fluxo de vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Google Ads para médicos e dentistas: 5 motivos para investir

O Google Ads é um recurso muito interessante se o objetivo do seu consultório ou clínica é captar novos pacientes de forma rápida e investindo pouco por isso. Quer saber como usá-lo e quais são suas vantagens? Veja agora!

Felizmente foi-se o tempo em que entregava-se panfletos e cartões para conquistar novos pacientes.

Fato é que atualmente as pessoas fazem tudo pela internet. Pesquisam sobre assuntos, passam o tempo e procuram por serviços e produtos.

A prova disso é o Google, com 4 bilhões de pesquisas diárias sobre os mais diversos temas. Logo, investir no buscador para ter o seu negócio encontrado por potenciais clientes é fundamental no mercado atual.

E é para isso que existe o Google Adwords (ou Ads)! Descubra o que é essa ferramenta, como funciona e quais são seus principais benefícios!

O que é Google Ads?

O AdWords é a plataforma de publicidade do Google e por meio deste serviço anúncios são exibidos como links patrocinados no momento em que alguém realiza uma pesquisa no buscador.

Os anúncios são exibidos nos resultados de pesquisas de acordo com o termo usado nela, as chamadas palavras-chave.

Por exemplo, uma empresa de convênios odontológicos que atua em São Paulo pode aparecer nos resultados de uma busca caso o usuário pesquise algo como: “plano dental em sp”, caso termos como este estejam relacionados ao anúncio.

O Google Ads é a maior parte da receita do Google, pois as empresas cada vez têm investido no recurso.

Como usar o Google Ads na prática

O ideal é que a empresa conheça o público que pretende atingir, afinal, é preciso saber como eles procuram pelo serviço que você vende.

Diante disso, estude o comportamento e perfil de seus pacientes (isso serve como base para atingir novas pessoas), e estruture anúncios que vão de acordo com o seu segmento.

Para isso, faça o seguinte:

  • Escolha palavras-chave específicas;
  • Pesquise o volume de busca dessas palavras;
  • Selecione mais de uma palavra para o anúncio;
  • Pense como o seu cliente/paciente.

Seguir passos como esses vai fazer com que seus anúncios atinjam as pessoas certas no momento mais apropriado e se aproximem do momento de compra, que é o intuito de uma estratégia de ADS.

Mas quais são as vantagens de fazer tudo isso?

1 – Fácil metrificação

Seguindo o exemplo do começo, com o Google Ads é possível mensurar os resultados do seu anúncio sobre planos odontológicos de forma rápida e prática!

2 – Influência sobre o público

Por meio dos anúncios de remarketing do Google Ads é possível influenciar seus potenciais clientes.

Isso por que, os usuários que acessam um site por meio de qualquer fonte, podem ser categorizados em vários públicos-alvo diferentes.

Pelo remarketing, seu público recebe mensagens segmentadas sobre assuntos que podem interessá-lo (seu anúncio), o que influencia diretamente em sua decisão de compra.

3 – Visibilidade 

Como foi dito lá no começo do texto, 4 bilhões de pessoas pesquisam no Google diariamente, ou seja, ele é uma vitrine.

Obviamente é impossível que um consultório ou clínica tenha todo esse alcance, por isso é necessário checar o volume de busca mensal sobre os termos que vão ser usados nos seus anúncios.

Por exemplo, a palavra-chave plano odontológico tem 1.000 de volume de busca mensalmente, isso significa que esse é o número de pessoas que pesquisam por ela.

Cabe ao seu consultório ou clínica estruturar um anúncio que seja de alta conversão.

4 – Resultados rápidos

O AdWords é incrivelmente rápido. É possível colocar uma campanha no ar hoje e obter os primeiros resultados já amanhã. 

O melhor de tudo é que todo esse desempenho é bastante fácil de ser analisado pela própria integração da plataforma com o Google Analytics.

A vantagem disso é que se algum anúncio não estiver alcançando os resultados esperados as mudanças podem ser feitas rapidamente.

5 – Ferramenta barata

Quem decide o que vai pagar é você. Simples assim.

Basicamente, é possível definir quanto gastar a cada mês e ajustar seu orçamento baseado nos resultados obtidos durante a campanha. 

Ou seja, se os anúncios estiverem performando bem é só subir o investimento para captar mais pacientes e aumentar as vendas.

O Google Ads é um recurso que está se tornando cada vez mais popular graças à democratização da internet e claro, a mudança da maneira em que as pessoas consomem atualmente.

Investir na ferramenta é fundamental para aumentar as vendas no curto prazo e os 5 motivos apresentados neste conteúdo são comprovadamente eficientes, porém não são os únicos.

Fato é que: nunca deixe de estudar o seu público antes de montar campanhas e por fim, realize testes para alcançar os benefícios aqui apresentados. Não existe fórmula mágica.

 

Este conteúdo foi produzido por Ideal Odonto