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Marketing 4.0: aprenda a implementar na sua clínica

O Marketing 4.0 já é uma realidade para diversos negócios e pode transformar a realidade da sua clínica de modo rápido, escalável e consistente! Quer saber como implementá-lo e suas principais vantagens? Leia este conteúdo.

O Marketing nasce e é até hoje permanece como o estudo voltado a entender o mercado e suas possibilidades (mercadologia), bem como público, produtos e serviços.

Acontece que com o passar do tempo a forma de “estudar e analisar” o mercado passou por grandes mudanças, o que obrigou as empresas se atualizarem.

O chamado Marketing 1.0 surgiu logo após a Revolução Industrial e o foco era tornar produtos acessíveis a maior parte das pessoas a fim de estimular o consumo.

O 2.0 emerge na chamada era da informação, época em que as pessoas passaram a ter acesso a diferentes empresas, produtos, preços e a possibilidade de fazer comparações. O cliente era a prioridade de fábricas e negócios. 

A terceira fase do Marketing ainda possui influência no mercado atual. Ele é fundamentado em responsabilidade social com as empresas transmitindo seus valores, princípios éticos, missão e buscando conexão com o público para além de um produto ou serviço.

Agora vamos ao que interessa!

O Marketing 4.0 na prática

Para entender o Marketing atual é preciso ter em mente que ele é a evolução constante de todas as etapas anteriores e acompanha as tendências digitais.

O Marketing 4.0 está diretamente relacionado com a revolução digital e como pessoas e empresas se posicionam em relação a ela.

Basicamente, uma clínica pode realizar campanhas de Marketing e anúncios sobre procedimentos como clareamento dental com moldeira, aparelho ortodôntico transparente ou qualquer outro procedimento sem adotar as “estratégias tradicionais”.

Inclusive, Marketing Digital e tradicional não só podem como devem trabalhar juntos com a segmentação das redes sociais e os anúncios com links patrocinados de grande alcance.

Então, para ter sucesso com o Marketing 4.0 você vai precisar investir em:

1 – Conteúdo

Lembra da era da informação? Pois bem, ela está mais presente que nunca nas redes sociais e internet de maneira geral.

Diante disso, pense que hoje os consumidores possuem os mesmos problemas de antes porém buscam por resoluções rápidas e ainda têm um grande leque de opções.

Isso significa que a produção de conteúdo relevante será rei para o seu Marketing!

Logo, conheça bem o seu público, seus desejos, dores, problemas e entregue a eles informações relevantes que proponham soluções.

Por exemplo, se um paciente tem questões não resolvidas com o seu sorriso, conteúdos sobre dicas de cuidado, higiene, procedimentos estéticos como lente de contato de dente e muitos outros podem colaborar para a resolução desse problema.

No geral, o conteúdo na sua estratégia de Marketing trará os seguintes benefícios à sua clínica:

  • Autoridade dentro do segmento;
  • Fortalecimento da marca;
  • Fãs da marca;
  • Autoridade.

2 – Ofereça uma experiência completa

Dentro do Marketing 4.0 oferecer um ótimo serviço continua sendo importante, a diferença é que só isso não basta.

Sabe quando a NuBank só aceita um novo cliente por meio de indicação, após a aprovação manda o cartão com uma carta pedindo para a pessoa publicá-la no Instagram e depois interage com esse usuário online?

Pronto! O banco já ofereceu uma experiência que está além de um mero serviço.

Sendo assim, proponha a interação com seus pacientes de modo com que eles tenham uma imersão na realidade de clínica, isso faz com que ele se sinta especial e se torne um fã.

É como diz Kotler, pai do Marketing, reter clientes é melhor que se esforçar para trazer novos. Outro ponto é: compradores satisfeitos recomendam o serviço e propagam a marca espontaneamente.

3 – Crie sua marca e a humanize

Pessoas compram de empresas, mas só confiam em pessoas, essencialmente.

O conceito de organização irredutível, império e coisas do tipo cada vez mais caindo por terra simplesmente porque as pessoas não se identificam mais com essa postura.

Por isso, desenvolva uma persona, crie um tom de comunicação, identidade visual e faça com que isso se conecte com seus clientes por meio de interações, experiências e coisas do tipo.

A marca humanizada cria laços afetivos com seus clientes, faz com que eles se tornem fieis e cria um motivo maior para as pessoas consumi-la.

Afinal, refrigerante, família na mesa, natal e felicidade te remetem a alguma marca, não é mesmo?

Este conteúdo foi produzido por Vue Odonto, clínica especializada em implante dentário e odontologia estética

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SEO: Como ele pode aumentar as vendas do seu e-commerce

Quando falamos sobre SEO para e-commerce estamos nos referindo, sem dúvida, a alguns dos termos mais importantes do universo digital. A razão para isso é bem simples, e vai ficar clara mais adiante.

Por um lado temos os e-commerces, que nada mais são do que o comércio eletrônico como um todo, o que envolve sites, plataformas e marketplaces que vão desde a venda de produtos de grande apelo popular, até venda entre empresas.

Esse tipo de negociação está entre as que mais cresceram nas últimas décadas, e hoje já concorrem seriamente com as lojas físicas. Já o termo SEO remete aos motores de busca, pois é uma sigla para Search Engine Optimization.

Trata-se da famosa otimização de sites, que faz o ranqueamento das páginas de modo a permitir que elas apareçam com destaque para ferramentas de busca como o Google, Bing e Yahoo, que hoje são os mais utilizados pela média dos brasileiros.

Só de ler isto, certamente você já se identifica com esse cenário e não deve duvidar que seja mesmo dessa forma. Ademais, há números e pesquisas que comprovam esse fato, ano após ano.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Compre&Confie, demonstrou que o e-commerce cresceu mais de 70% no último período. O que, em termos de faturamento, significa mais de R$ 27 bilhões movimentados em apenas um ano.

Já sobre os buscadores, podemos nos focar no Google, que é o maior do mundo e concentra cerca de 90% das pesquisas totais. Segundo a Internet Live Stats, conceituada empresa de pesquisas, o número deles vem crescendo muito.

Atualmente, cerca de metade da população mundial realiza ao menos uma busca por dia. 

Isso significa que a plataforma Google processa mais de 3,5 bilhões de pesquisas, ultrapassando o número de um trilhão de buscas anuais.

Agora, imagina se você tiver um e-commerce ou se estiver migrando seu negócio físico para o digital, e consegue bons posicionamentos nesse motor de busca. A pesquisa por seu portfólio e suas soluções promete crescer espantosamente.

Com isso já fica um pouco mais claro o quanto faz sentido falarmos sobre SEO para e-commerce, não é mesmo? 

Para isso, é preciso ponderar que, embora tudo isso seja democrático e sirva a qualquer empresa, há dicas que não podem passar em branco.

Então se você quer compreender melhor como oxigenar suas vendas no e-commerce por meio da otimização das suas páginas, siga adiante na leitura e tome nota.

Qual a importância da palavra-chave?

Hoje em dia, quase todo mundo já utilizou um site de busca. Se você chegou aqui, pode ter sido por meio do link direito, talvez por indicação de alguém, mas é bem provável que tenha sido por uma pesquisa realizada no Google, no Bing ou no Yahoo.

No caso de ser por pesquisa, qual não foi a importância da palavra-chave que você utilizou, não é mesmo? Os buscadores registram buscas que vão desde sacolas de papel artesanal, até “melhor restaurante de comida japonesa perto de mim”.

Esse tipo de variação também diz muito sobre a importância da palavra-chave, sendo as mais comuns:

  • “Perto de mim”;
  • “Em SP” (RJ, MG, etc.);
  • “Comprar”;
  • “Detalhes”;
  • “Vantagens”;
  • “Preço”.

Isso mostra a conveniência e a facilidade que a plataforma costuma oferecer aos usuários.

O que pouca gente sabe é que a escolha das palavras-chave é uma técnica, quase uma ciência, que pode ser mensurada e agir conforme previsões bem acertadas. Não trata-se de sorte ou de “atirar no escuro”.

O que chamamos cauda longa são as palavras maiores, e cauda curta, as menores. Se você precisa ser encontrado pelas primeiras, como “empresas de instalações elétricas prediais”, certamente quanto mais assertivo for, melhor.

Hoje o próprio Google Ads, por exemplo, oferece o seu “Planejador de palavras-chave”, e ali, você verifica quais as variações mais assertivas dos principais produtos que comercializa no seu e-commerce.

Refere-se a um dos pontos essenciais da melhoria de sites, embora haja vários outros algoritmos que são igualmente importantes, de acordo com o que está aprofundado abaixo.

Sobre a descrição dos seus produtos

Uma dica fundamental para e-commerces é a da descrição do produto. Claro que toda descrição de produto é importante, mesmo fora da internet, porém, aqui se trata, como vimos acima, de cumprir algoritmos ou os famosos “robôs do Google”.

Não é difícil imaginar que muito do que os grandes buscadores posicionam foi selecionado por programação, e não manualmente. Isso é um algoritmo, é ele que se relaciona com você quando procura por vinho frutado tinto.

Eles têm evoluído cada vez mais, como para entender (baseado no seu histórico de pesquisa) se você procura vinho para comprar, ou se você apenas costuma ler artigos a respeito. Este é só um exemplo de possibilidades de interação.

Portanto, descrever bem seus produtos é essencial. Você será encontrado pelo texto, pela descrição dos itens do seu e-commerce. O mais importante aqui é a originalidade, e tem muito site grande que deixa isso passar batido.

Certamente é fácil copiar a descrição que está na caixa original do produto, mas, e se você conseguisse personalizá-la e dizer o mesmo só que do seu modo? Pratique isso, pois assim, o buscador vai reconhecer originalidade no seu conteúdo e priorizá-lo.

Às vezes, no próprio manual do software para loja de brinquedos que você anunciou, existem informações mais ricas sobre aquela solução. Pode ser que os outros sites não tenham explorado isso, então se você o fizer, com certeza vai sair na frente.

A originalidade e a relevância são o ponto central aqui. Também é possível fazer descrições mais aprofundadas ao pé da página, como se fosse um blog dentro da landing page ou página de vendas do seu e-commerce, tendência que tem crescido.

Dominando a parte técnica das páginas

Como estamos falando sobre algoritmos, programação e afins, há alguns termos técnicos que não podem ficar de fora. 

A vantagem é que essas plataformas são feitas para serem intuitivas e utilizadas por quase todo internauta.

Então, não se assuste ao ler algo como “meta description”. Trata-se da meta descrição e tem tudo a ver com o que dissemos cima. É simples, se você pesquisa por anzol triplo, sabe aquela descrição curta que aparece logo abaixo dos links?

Trata-se dela, que idealmente não deve ultrapassar 160 caracteres e precisa resumir perfeitamente o que o leitor vai encontrar ali. A dica de ouro é ser chamativo sem ser enganoso, afinal não adianta prometer algo que a página não entrega.

Outra questão técnica e igualmente fácil de manejar é a das URLs, que nada mais são que o endereço do site escrito “por extenso”, por assim dizer. Ou seja, o termo completo que aparece na barra de endereços do navegador.

Quanto mais amigável ela for, melhor será o seu posicionamento. Lembrando que aqui você não “conversa” apenas com os robôs da plataforma, mas também com seu leitor/cliente, que pode prestar mais atenção nisso do que você imagina.

Se o produto é guardanapo de papel infantil, certamente o mais atrativo (além de ter afinidade com o produto, lembrando da regra de não ser enganoso) vai ser algo como: www.seusite.com.br/promoção-de-guardanapo-de-papel-infantil.

Ou seja, esqueça aqueles endereços confusos, quase criptografados, que apresentam caracteres estranhos e são enormes ou sem sentido. Hoje, as próprias plataformas de desenvolvimento de site facilitam essa configuração.

Avaliações: sua história de sucesso!

Tudo o que foi dito até aqui deve ter reforçado a importância que a internet, os e-commerces e os motores de busca atingiram. Certamente, eles se comparam com a importância da televisão e do rádio nas décadas anteriores.

Uma vantagem gritante é que quase ninguém podia pagar por um anúncio em horário nobre na maior emissora do país. Hoje você pode aparecer na maior vitrine do mundo com sua empresa terceirizada de motoboy e com seu e-commerce que venda itens da área.

Mais do que aparecer, você pode escrever uma história de sucesso, oxigenando suas vendas, ampliando seu negócio e lançando bases sólidas para um crescimento escalável e sustentável, tendo resultados desde já, pensando no médio e longo prazo.

Você ainda pode transformar essa história de sucesso em outro fator de otimização. Muita gente utiliza a internet para buscar ou deixar opiniões sobre seu trabalho. 

Então, fique de olho nas avaliações que você recebe por lá, pois essas qualificações dizem muito.

Imagine a importância dos comentários em um produto como anel de formatura folheado a ouro, que lida diretamente com o sonho das pessoas e de uma família inteira, por remeter a um momento tão especial quanto uma formatura acadêmica.

Também não é preciso dizer que se trata de outro algoritmo mensurado pelos robozinhos do Google, não é mesmo? Então acompanhe, agradeça os clientes que deixaram bons feedbacks e considere contatar rapidamente os que manifestaram algo negativo.

Tudo isso demonstra como as técnicas de otimização podem aumentar as vendas do seu e-commerce.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Calendário editorial: entenda como essa ferramenta auxilia no crescimento do seu blog

O calendário editorial é um planejamento com base em um calendário comum. Para isso, deve-se listar a estratégia de publicação de conteúdos sobre o que e quando será publicado no seu blog.

Em outras palavras, trata-se de um cronograma que acompanha o que você precisa escrever e a previsão de lançamento.

O calendário editorial é importante por diversas razões, que abordaremos mais adiante. Mas, vale adiantar que o trabalho com marketing digital, principalmente o marketing de conteúdo, são fundamentais para ampliar a visibilidade da marca.

Por isso, organizar as publicações de acordo com um calendário aumenta os resultados em diversos pontos, como tráfego do site, número de sessões, volume de leads e taxa de conversão.

Mesmo assim, não basta publicar um conteúdo sem objetivos, é preciso se planejar por meio da definição de métricas e personas. Isso porque essas informações são valiosas para construir um bom calendário editorial.

Com isso, a marca consegue passar a mensagem que deseja para o público, de modo organizado e dentro de um período de publicação que permite aos visitantes do site e blog acompanharem.

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é calendário editorial, sua importância e diversos outros aspectos que envolvem a temática. Acompanhe!

Saiba o que é um calendário editorial

O calendário editorial é um documento que inclui o planejamento da estratégia de conteúdo. É nele que as empresas e donos de blogs e sites assinalam informações como:

  • Data de publicação;
  • Datas de postagens em redes sociais;
  • Temas e formatos em cada conteúdo;
  • Palavras-chave dos conteúdos;
  • Personas;
  • Etapas da jornada do cliente;
  • Posts já feitos.

É um planejamento que orienta a equipe de marketing da empresa, como no caso de uma fabricante de talão de orçamento personalizado, e dá a ela um plano de ação para sua estratégia de marketing de conteúdo.

Com isso, é possível ter uma visão panorâmica do que está acontecendo em relação à produção de materiais, redes sociais e postagens em blogs.

Importância do calendário editorial

O calendário editorial é essencial para o sucesso de um blog e pode fazer muito pelas empresas. Exemplo disso são as vantagens trazidas por ele, tais como:

1 – Mais organização

Ele permite que temas de conteúdo e datas de publicação e produção sejam planejados com antecedência. Isso facilita o acompanhamento de status dos materiais e verifica se os processos planejados estão em dia.

Consequentemente, melhora o cumprimento de prazos, mantendo uma boa frequência de publicação. Isso evita surpresas, como não ter algo para ser publicado, tornando a publicação organizada um hábito.

O calendário também ajuda a aprimorar a tarefa de cada membro da equipe, melhorando o desempenho do time como um todo.

2 – Ajuda a avaliar resultados anteriores

Todas as técnicas em marketing digital precisam ser mensuradas para entender o que deu certo e o que não deu, tornando possível realizar melhorias futuras.

Por meio do calendário editorial uma empresa de manutenção impressora a laser consegue avaliar dias e horários que dão mais resultado, temas mais procurados pelo público-alvo e também o tamanho ideal de cada postagem.

A empresa também consegue identificar os melhores CTAs (Call to Action, ou chamadas para a ação) e qual é a frequência ideal de publicação para o público.

3 – Auxilia na geração de ideias

Um dos problemas mais comuns ao se alimentar um blog é a escassez de ideias quanto ao assunto que será abordado. No entanto, o planejamento prévio de conteúdos também funciona como um gerador de ideias.

Por meio dele, é possível identificar conteúdos que podem ser usados em outros formatos, transformar posts em Call to Action, além de atualizar conteúdos mais antigos.

4 – Mais controle sobre a estratégia de conteúdo

Mais do que programar conteúdos futuros, o calendário ajuda, por exemplo, uma empresa de manutenção de empilhadeira manual a saber o que já foi publicado.  

Com isso, também é possível saber a quantidade do que já foi postado para cada persona, etapa do funil ou se é necessário equilibrar de maneira proporcional.

Isso aumenta as chances de impactar mais pessoas, principalmente se a empresa utiliza, junto com o calendário, as estratégias em SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca).

Também ajuda a saber mais sobre temas e palavras-chave que já foram utilizadas. Por isso, antes de pensar em novas pautas, é importante consultar o calendário.

Mesmo para quem acabou de começar, é essencial ter esse controle, afinal, quanto mais materiais são publicados, mais difícil fica de controlar as publicações.

A mesma situação é válida para os formatos de conteúdo, para saber quais são os mais utilizados, tentando diversificar ao máximo.

5 – Ajuda a entender a estratégia de marketing

O calendário editorial também dá uma visão geral das estratégias de conteúdo, facilitando seu entendimento.

Isso acontece porque ele centraliza diversas informações, melhorando a comunicação e o conhecimento das equipes sobre etapas e prazos, permitindo que todos acompanhem os processos.

O que o calendário ajuda a controlar?

O calendário editorial ajuda, por exemplo, uma empresa de ambientação 3d a administrar suas publicações, evitando perder prazos e datas de postagens.

Isso evita o estresse de ter que fazer tudo às pressas e libera os profissionais para a criação de novos conteúdos. Além disso, as empresas têm total domínio sobre os assuntos abordados e não repetem temas.

A organização resulta no total controle das pautas e também das palavras-chave usadas, o que acaba por melhorar o seu ranqueamento no Google.

Com isso, conseguem diversificar o que é postado, não apenas no que diz respeito às pautas, mas também possibilita o trabalho com diversos tipos de mídia, como:

  • Entrevistas;
  • Resenhas;
  • Vídeos;
  • Podcasts;
  • Infográficos;
  • E-books.

Dicas para fazer um calendário editorial

Não existe uma fórmula única para criar um calendário de publicações, pois se adapta à realidade de cada empresa, seja ela uma fabricante de tela branca para projetor. Mas alguns passos são importantes, como:

1 – Conheça bem o público

Criar conteúdos não é uma tarefa fácil, mas pode se tornar mais fácil quando sabemos com quem vamos falar. 

Por isso, o primeiro passo é entender quem é o público-alvo e a persona, do que gostam, seu medos, dores, comportamentos, entre outros.

2 – Defina o objetivo das publicações

É importante ter um propósito, ou seja, saber aonde se quer chegar. É isso o que vai permitir conquistar algum resultado. 

Os objetivos podem variar, por exemplo, uma fabricante de agenda personalizada logo pode querer conquistar mais autoridade.

Também é possível que queira capturar leads, vender determinado produto ou serviço, construir uma audiência etc. Os objetivos também podem mudar a cada etapa do funil de vendas, pois cada fase exige um tipo de conteúdo.

Da mesma forma é importante traçar metas, para que assim seja possível começar a produzir e organizar as demandas dentro do calendário editorial.

3 – Selecione uma boa ferramenta

Existem diversas ferramentas que organizações de todos os tipos, como uma de automação predial empresas podem usar para criar seu calendário editorial.

No entanto, a escolha vai depender dos requisitos e restrições da própria empresa. Uma boa escolha é fazer o uso do Google Planilhas, assim como o próprio Excel.

4 – Planeje a estratégia

Tendo a ferramenta em mãos, é o momento de planejar a estratégia de conteúdo e colocá-la dentro do calendário. 

Para isso, é fundamental definir a frequência de postagem, título e palavra-chave de cada conteúdo, além da data de publicação.

Defina também o horário da publicação, o responsável pela produção do conteúdo, o formato do material, para qual etapa do funil ele é destinado e quem é a persona.

5 – Construa uma estratégia para a divulgação

Além de um bom planejamento de conteúdo, é necessário usar o calendário para definir a estratégia de divulgação, que inclui, por exemplo, uma fabricante de backdrop portatil definir em quais plataformas o conteúdo será divulgado.

As redes sociais também precisam de uma frequência de postagens, além disso, também é necessário considerar o e-mail marketing que, da mesma forma, ajuda e divulgar materiais e manter o público engajado.

6 – Mensure os resultados

É de extrema importância compartilhar o calendário com a equipe de marketing, assim como seguir corretamente o planejamento e acompanhar seus resultados para calcular futuras estratégias.

Conclusão

O trabalho com o marketing digital é algo que precisa ser bem organizado para que os resultados almejados sejam atingidos, e o calendário editorial é uma das etapas mais importantes dessa organização.

Através dele, um negócio consegue definir melhor cada estratégia e como executá-las de modo prático, a fim de aproximar o seu público e estabelecer a sua marca.

Uma das coisas que o consumidor dos dias atuais mais valoriza é a informação e, com isso, as organizações precisam se atentar ao que o marketing de conteúdo oferece.

Em seguida, é preciso oferecer material de valor e com publicações periódicas, permitindo que as pessoas as acompanhem.

Esse é o papel do calendário editorial, que não apenas organiza o que será publicado, mas também possibilita estratégias mais assertivas e benéficas para as marcas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Como a escaneabilidade pode aumentar o tráfego em seu site

A escaneabilidade é uma técnica muito usada na produção de conteúdo em ambientes digitais, pois ela facilita a leitura dinâmica de artigos, colaborando para melhorar a experiência do usuário.

A estratégia ganhou tanta notoriedade nos últimos anos, devido ao aumento no consumo de informações online, que é considerada parte das iniciativas de SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca. 

Ou seja, com a aplicação da escaneabilidade, o seu conteúdo pode alcançar melhores posições no Google.

Por conta disso, vários produtores de conteúdo já estão modificando seus textos para torná-los mais atrativos e dinâmicos para a internet. Afinal de contas, quanto melhor é a classificação no Google, maior é o número de visitantes na sua página.

No artigo de hoje, saiba como a escaneabilidade pode aumentar o tráfego em seu site e conheça algumas dicas para usar a técnica e alcançar um ótimo rankeamento.

Qual é a importância da escaneabilidade?

Quando procuramos algo na internet, como recomendações de uma escola particular infantil creche, a tendência é usarmos algum mecanismo de busca, como o Google. 

Assim, conseguimos nos deparar com inúmeros resultados e, normalmente, escolhemos os primeiros sites.

De acordo com uma pesquisa da imFORZA, o primeiro resultado de pesquisa do Google recebe 18% dos cliques orgânicos, já o segundo ganha 10%, e o terceiro, 7%. Portanto, quanto melhor é a colocação, maior é o tráfego no seu site.

Assim, levando em consideração que a escaneabilidade é um dos fatores de rankeamento do Google e, como consequência, faz parte do SEO, era de se esperar que os conteúdos fossem produzidos para facilitar a leitura dos usuários.

Além disso, temos que levar em conta que a internet não é como um livro. As pessoas não fixam a atenção em blocos de textos muito longos, ainda mais porque elas são multitarefas.

Ou seja, ao mesmo tempo em que alguém procura por uma impressão de cartazes grandes na internet, também busca por outros conteúdos, ou está ouvindo uma música, navegando nas redes sociais e trocando mensagens – tudo ao mesmo tempo!

Basta dar uma olhada em quantas abas ficam abertas no seu navegador. Aposto com você que serão muitas. 

Isso é muito comum, até porque costumamos “pular” de uma página para outra, ler de forma dinâmica os conteúdos de cada uma para verificar se o material é realmente de nosso interesse.

Ah, e não podemos esquecer da falta de tempo!

Hoje em dia, as pessoas têm uma rotina cada vez mais corrida, por isso, é fundamental encontrar um conteúdo que otimize o nosso rendimento enquanto navegamos na web.

Afinal de contas, você prefere ler um parágrafo super longo e monótono sobre como fazer o conserto iphone tela quebrada ou se deparar com um artigo de fácil compreensão, com blocos curtos de texto e muito mais objetivo?

Para o usuário da internet, a segunda opção é certamente a melhor.

6 dicas para melhorar a escaneabilidade no seu conteúdo

A escaneabilidade é uma técnica de otimização de conteúdo voltada à promoção de uma leitura mais fluida e dinâmica para os usuários. Além da organização dos blocos textuais, a estratégia também utiliza listas, imagens, palavras em negrito, entre outros artifícios.

Também, existem alguns recursos que podem ser aplicados para melhorar a escaneabilidade do seu conteúdo e facilitar a vida do leitor, para que ele continue interessado no seu texto.

Quer saber quais são? Então, confira as dicas abaixo!

1 – Parágrafos pequenos

Quem está começando a investir na produção de conteúdo para a internet, deve ter em mente que os blocos extensos de texto são a receita certa para afastar os leitores.

Por isso, muito cuidado! Nada de parágrafos longos. Além de pouco convidativos, eles dificultam a leitura dinâmica e a assimilação de ideias.

A boa legibilidade não depende só do tamanho das palavras, mas do espaço vazio entre elas. É como se fosse um “respiro”, para que os leitores possam encontrar mais facilmente aquilo que realmente procuram.

A dica é usar parágrafos de, no máximo, três ou quatro linhas, com separação de ideias entre cada um dos blocos.

2 – Tamanho do conteúdo

Imagine que você produziu um ótimo texto sobre impressão digital colorida, mas tem um grande problema no conteúdo: ele está muito grande. Então, antes de publicar, revise o material, levando em conta a escaneabilidade.

Por mais completo que o seu artigo esteja, use a linguagem certa e esteja adaptado ao público-alvo, ele pode ser desinteressante só pelo tamanho do conteúdo.

Na internet, há algumas medidas de texto já conhecidas e que, em geral, são usadas para a produção de conteúdo. São elas:

  • 250 palavras: 1 minuto de leitura;
  • 500 palavras: 2 minutos de leitura;
  • 700 palavras: 3 minutos de leitura;
  • 1000 palavras: 5 minutos de leitura;
  • 1400 a 1800 palavras: 8 minutos de leitura;
  • 2000 a 3000 palavras: 15 minutos de leitura.

Para materiais com mais de 1800 palavras, recomenda-se avaliar a produção de um outro conteúdo, que não um artigo, como um e-book ou vídeo.

Afinal de contas, pode ser muito mais interessante para um usuário ver uma produção em vídeo com dicas de como usar uma tag personalizada para laços, por exemplo, do que ler um texto extenso e demorado.

3 – Subtítulos

Os subtítulos são excelentes recursos de escaneabilidade, pois eles ajudam na separação do texto em blocos, facilitando a identificação dos assuntos pelos leitores. Assim, eles podem verificar o tema de cada parte do artigo.

Ou seja, os subtítulos asseguram maior fluidez no texto e, desse modo, até os usuários mais apressados podem ler alguma parte do seu conteúdo.

4 – Listas

As pessoas na internet adoram uma lista. Não é à toa que os conteúdos como “10 exemplos de display personagens”, por exemplo, são extremamente atrativos.

As listas ajudam em uma leitura mais rápida, além de ajudar na fixação das informações, já que os conteúdos são separados em uma ordem que faz sentido aos leitores. 

Para criar boas listas, vale a pena usar marcadores (os chamados bullet points), além de colocar a ideia principal em cada um dos itens. Vale a pena não criar listas muito grandes, com no máximo 10 palavras em cada marcador.

Vamos a um exemplo: a lista a seguir vai trazer dicas de como fazer um sorteio para a sua empresa. Acompanhe:

  • Tenha uma urna acrilica grande;
  • Disponibilize cartões de inscrição;
  • Divulgue o prêmio;
  • Marque uma data para o sorteio;
  • Estabeleça regras de participação.

Agora, imagine que, ao invés dessa lista, você tenha que escrever um texto corrido. Pode ser que o conteúdo não fique tão atraente para o leitor e, além disso, a assimilação seja muito mais difícil.

5 – Formatação

A formatação é outro artifício muito usado na escaneabilidade. Basicamente, consiste na aplicação de formatações de texto, como o negrito, itálico e o sublinhado, para destacar alguns trechos, informações ou palavras específicas.

Com isso, o leitor pode identificar um ponto específico do texto, o que pode facilitar a leitura dinâmica do conteúdo.

Não há uma regra clara para o uso das formatações, mas é preciso seguir um padrão, pois os leitores podem questionar a credibilidade do seu texto se o recurso for aleatório.

Quando aplicamos o SEO, há algumas regras pré-definidas. Por exemplo, o uso de palavras-chave, como talão para sorteio, deve sempre ter um destaque. Normalmente, o realce é feito em negrito, mas isso pode variar conforme a produção.

6 – Imagens

Vivemos no mundo das imagens, então nada melhor do que usar recursos ilustrativos na composição dos textos.

A aplicação de elementos não verbais também é uma forma de quebrar a monotonia do seu conteúdo e ajudar no famoso “respiro” ao longo do artigo.

Uma pesquisa da Brain Rules apontou que os usuários podem lembrar de 65% das informações exibidas com recursos visuais, enquanto somente 10% da informação verbal é assimilada pelo público.

Outro estudo, agora feito pela Nielsen, mostrou que as pessoas gastam 10% a mais de tempo olhando para as imagens de um site, do que lendo o texto.

Por isso, vale a pena investir em imagens no seu conteúdo, como infográficos, ilustrações, fotografias e, até mesmo, vídeos, já que a maioria das plataformas atuais têm capacidade de upload de diferentes tipos de materiais.

Conclusão

Você já pensou na escaneabilidade do seu texto? Se ainda não, está na hora de rever a sua produção de conteúdo para web. 

Afinal de contas, a redação na internet engloba uma série de técnicas, que são fundamentais para o sucesso do seu conteúdo e, além disso, para o SEO do seu site.

Lembre-se: na internet, as pessoas têm pressa. Por isso, a escaneabilidade é o melhor recurso para atrair o interesse dos usuários e alcançar um ótimo tráfego de visitantes.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Inbound Marketing para novos empreendedores: como alavancar seus negócios

O Inbound Marketing é uma concepção focada na atração de consumidores, por meio da oferta de conteúdo relevante e valioso. 

O conceito foge dos tradicionais padrões publicitários e está ganhando cada vez mais força com a internet, devido à própria mudança de comportamento dos usuários.

Afinal de contas, hoje em dia as pessoas não estão mais interessadas somente em propagandas invasivas, como ocorre nos tradicionais comerciais televisivos. 

Ao contrário, quando buscam por qualquer produto, como freio de carros, elas querem conhecer as vantagens, os diferenciais e curiosidades sobre o componente.

Ou seja, o boom de informações da internet tornou os consumidores mais sedentos por conhecimento, e como consequência, as estratégias de marketing tiveram que se adaptar à nova realidade.

Para os empreendedores, o Inbound Marketing não só acompanha as tendências do mercado, mas também é uma maneira de orientar iniciativas de divulgação, otimizando os gastos com publicidade.

O custo dessa estratégia é muito mais vantajoso em comparação com o marketing tradicional (Outbound Marketing).

No artigo de hoje, acompanhe mais sobre o Inbound Marketing para novos empreendedores e como o métodos ajudam a alavancar seus negócios.

Mas o que é o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing consiste em um conjunto de técnicas e estratégias focadas na criação, produção e compartilhamento de conteúdo para um público-alvo específico, com a intenção de conquistar a permissão para comunicar algo de forma direta.

Em resumo, ao invés de interromper o potencial cliente, o método oferece um material valioso, que atraia o usuário até a empresa. 

Desse modo, as pessoas passam a sentir confiança no seu negócio, criando um relacionamento duradouro, que pode resultar em uma venda.

Devido a isso, o Inbound Marketing também é chamado de “Novo Marketing” ou “Marketing de Atração”, tendo adeptos em todos os segmentos de mercado – desde estúdios de música, lojas de roupas, indústrias, restaurantes, entre outros.

A ideia é fazer com que os clientes venham até a empresa, atraídos pela mensagem.

Com isso, apresentam-se soluções adequadas e personalizadas, transformando os usuários não somente em consumidores, mas promotores da marca.

Afinal, as pessoas só recomendam produtos e serviços que confiam. Não é à toa que buscamos indicações para procedimentos, como fazer uma depilação a laser no rosto, ou comprar uma mercadoria.

Sendo assim, o foco do Inbound Marketing é o conteúdo, com o compartilhamento de informações relevantes e valorativas ao cliente em potencial.

Para os novos empreendedores, a estratégia deve ser considerada como um investimento, não um centro de custo, visto que ela tem potencial para aumentar a cartela de consumidores, conquistar a fidelização do público e ampliar as vendas.

Além disso, com a capacidade de mensuração do Inbound todas as ações podem ser analisadas, permitindo que os estrategistas verifiquem o real impacto de cada campanha.

Qual a origem do Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é praticado há muito tempo pelas empresas, mesmo de forma inconsciente. Mas foi somente em 1999, com o livro “Permission Marketing”, de Seth Godin, que a estratégia foi conceituada e teorizada.

De acordo com a obra, o Inbound surge em paralelo com o marketing digital.

Este acompanha as tendências da comunicação e publicidade online, bem como o controle sobre o consumo – na internet, o usuário pode escolher os canais, as mensagens e até as formas de absorver conhecimento.

Nesse sentido, embora o Inbound não seja uma estratégia aplicada somente em plataformas virtuais, o método ganha força com o avanço da internet e dos canais de comunicação online.

Por causa disso, muitos empreendedores focam seus esforços de divulgação em redes sociais, blogs, sites e outros meios da internet. 

Além da eficiência na aplicação desse Novo Marketing, é possível diversificar os conteúdos e gastar muito menos, já que o preço de um anúncio no Facebook, por exemplo, é muito menor do que em uma mídia tradicional.

Quais são as principais vantagens do Inbound Marketing?

O Inbound Marketing pode ser usado para todos os tipos de empreendimentos. 

Inclusive, segundo dados da pesquisa State of Inbound, realizada pela HubSpot, 75% das empresas B2B (Business to Business), B2C (Business to Consumer) e organizações sem fins lucrativos usam a estratégia.

Por isso, é possível adotar campanhas de Inbound para produtos como um sugador odontológico, serviços de usinagem, ou acessórios diversos.

Mas quais são as principais vantagens da estratégia? Abaixo, separamos algumas delas.

1 – Alcance do público-alvo específico

Embora a internet tenha o potencial de ampliar o alcance da audiência, o inbound não refere-se só a quantidade, mas sim a qualidade. 

Com a estratégia, é possível oferecer o conteúdo certo, para o cliente ideal, no melhor momento. Afinal de contas, uma pessoa interessada em um purgador de ar, por exemplo, tem um perfil bastante específico.

Com isso, as chances de conversão de leads (potenciais clientes) são muito maiores. 

De acordo com a Content Trends, o Inbound Marketing é capaz de gerar 3,2 vezes mais potenciais clientes em comparação com outras estratégias de divulgação.

2 – Melhor relacionamento com os clientes

Ao invés de simplesmente “empurrar” um produto ou serviço para a audiência, o Inbound desenvolve ações de atração, o que origina uma relação de confiança com os clientes. 

Com isso, as pessoas se tornam mais propensas a ouvir suas recomendações e dicas, o que aumenta as possibilidades de venda.

Além disso, com esse relacionamento saudável, os consumidores passam a recomendar mais o seu negócio para outras pessoas, gerando um crescimento no número de clientes. 

Ao mesmo tempo, os clientes fiéis compram de novo da empresa, o que garante o ROI (Retorno sobre Investimentos) das campanhas.

3 – Facilidade na mensuração de dados

Por trabalhar majoritariamente com plataformas digitais, é muito mais fácil mensurar as campanhas de Inbound Marketing, visto que os próprios canais online são capazes de gerar relatórios e gráficos de desempenho.

Assim, em uma publicação no Facebook sobre perfil u dobrado, é possível consultar a quantidade de interações e o engajamento do conteúdo. 

Desse modo, em iniciativas futuras, a empresa pode adequar a divulgação, para obter resultados melhores.

A mensuração de dados também orienta os gastos. Com isso, as empresas podem decidir onde irão investir o dinheiro, de modo a alcançar maior conversão de leads e vendas, com um investimento adequado.

E como aplicar o Inbound Marketing no meu negócio?

O processo de operação do Inbound Marketing envolve uma série de etapas e, em cada uma delas, há diferentes tipos de iniciativas capazes de influenciar a tomada de decisão dos potenciais clientes e aumentar as chances de vendas. São elas:

  • A atração;
  • A conversão;
  • A venda;
  • O encantamento.

Imagine, por exemplo, a venda de sacolas ecobag personalizadas. No primeiro estágio, o usuário acabou de conhecer o seu produto, ao procurar por algo relacionado (como atitudes sustentáveis ou produtos recicláveis).

Depois, ao se interessar sobre o produto, ocorre a conversão, que é quando o internauta oferece algum contato em troca de material ainda mais relevante sobre a temática. 

Posteriormente, a venda, influenciada por conteúdos que mostram os diferenciais de mercado (no caso, a sacola).

E, finalmente, o encantamento, que se dá pelo relacionamento contínuo entre a marca e o cliente, de modo a criar a fidelização dos consumidores.

Abaixo, conheça algumas das técnicas que podem ser aplicadas com o Inbound Marketing para novos empreendedores.

1 – Criação de blog posts

Os blogs são os melhores canais para a aplicação prática do Inbound Marketing. Com eles, é possível orientar o marketing de conteúdo, com a criação de textos, artigos, vídeos, entre outros materiais relevantes, para atrair a atenção dos usuários.

Atualmente, cerca de 61% das empresas brasileiras utilizam os blogs para a distribuição de conteúdo. 

Além de ser uma maneira fácil criar e compartilhar, essas plataformas também ajudam os empreendimentos a alcançar mais visitantes e a educar o público sobre um produto ou serviço.

2 – SEO (Search Engine Optimization)

O SEO, ou otimização para os mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas para melhorar o rankeamento de uma página web dentro. Com isso, é possível otimizar a página de modo a facilitar um bom posicionamento nos buscadores, especialmente o Google. 

Assim, quando uma pessoa digita “jateamento de granalha”, por exemplo, pode se deparar com o site ou blog do seu empreendimento.

A principal estratégia do SEO é o uso de palavras-chave nos conteúdos, que são os termos mais buscados pelos internautas. 

Mas há ainda outros métodos, como permitir a boa navegabilidade em dispositivos móveis, usar hiperlinks e optar por fontes confiáveis de informação.

3 – E-mail marketing

O e-mail é um dos canais de comunicação mais usados na internet e, até hoje, é considerado o mais seguro pelos usuários. 

As ações de e-mail marketing envolvem a troca de mensagens com leads ou clientes, para que a sua empresa seja lembrada pelo público.

Desse modo, é possível enviar ofertas exclusivas, boletins informativos, curiosidades, dicas, entre outros conteúdos valiosos, melhorando o relacionamento e aproximando os seus clientes da marca.

Conclusão

O Inbound Marketing tornou-se indispensável para qualquer empreendedor que deseja investir em divulgação na internet. 

Com uma série de ações e estratégias, o método é altamente eficiente para a conversão de leads, além de ajudar com as vendas e da fidelização dos consumidores.

Não é à toa que cada vez mais empresas optam pelo Inbound, já que 95% dos clientes escolhem soluções de negócios que oferecem um conteúdo amplo, auxiliando em cada processo de compra.

Portanto, com um planejamento direcionado, o Inbound é capaz de alavancar seus negócios, aumentando as probabilidades de venda e construindo uma boa imagem da sua empresa no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/o-que-e-inbound-marketing/

https://rockcontent.com/blog/estatisticas-sobre-inbound-marketing/

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A importância de deixar o seu site mais responsivo

Hoje em dia, já não é mais segredo para ninguém a importância de ter um site para a sua empresa. Afinal de contas, é difícil encontrar pessoas que não usam a internet para compras, dado o grande crescimento das plataformas online.

De acordo com o relatório Digital In, as pessoas têm perdido o medo de comprar online. Em 2017, mais de 1,77 bilhões de pessoas (23% da população mundial) realizaram ao menos uma aquisição por e-commerces. 

Ao todo, mais de US$ 1,4 trilhão foram gastos, com um consumo médio de US$ 833 por usuário.

Além disso, mais de 28% das vendas online são realizadas por dispositivos móveis (tablets, celulares e smartphones), que concentram cerca de 43% do share de todo o mercado.

Isso reflete algumas mudanças pelas quais passa o mercado online. 

Os jovens de 26 a 35 anos são os principais usuários dos aparelhos de telefonia, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e eles também estão entre o segmento de pessoas que mais compra pela internet.

Por esse motivo, não vai demorar muito para que os sites responsivos deixem de ser um diferencial da concorrência, para se tornarem uma obrigatoriedade para as empresas que desejam sobreviver no mercado online.

Afinal de contas, basta digitar qualquer coisa no celular, como “curso de transporte de passageiros”, por exemplo, e se deparar com muitos resultados. E, é claro, as pessoas vão preferir as páginas com boa navegabilidade em telas menores.

No artigo de hoje, conheça a importância de deixar o seu site mais responsivo e saiba como construir uma plataforma navegável em dispositivos móveis. Acompanhe a leitura!

Mas, primeiro, o que é um site responsivo?

Os sites responsivos são projetados para serem adaptados a qualquer tipo de tela, isto é, desde desktops até celulares, com uma boa resolução e sem deformações. 

A programação é especialmente desenvolvida para identificar a largura e o tamanho de cada aparelho, para então determinar o espaço em que a página irá aparecer.

Importante ressaltar que os sites responsivos ajustam perfeitamente as imagens. Assim, os usuários podem conferir a foto de um guarda corpo de inox, por exemplo, sem interferências, ruídos ou granulações.

Há também uma confusão muito comum entre os sites responsivos e os mobile friendly

Embora ambos proporcionem uma boa experiência de navegabilidade nos tablets e smartphones, a responsividade pode se adequar à qualquer tela, enquanto os mobile são voltados apenas para os celulares.

Sendo assim, muitos negócios preferem adotar a página responsiva, já que não é preciso investir em uma arquitetura diferente, só para navegação nos dispositivos móveis.

Quais as vantagens de ter um site responsivo?

Atualmente, mais de 70% de todo o tráfego da internet se origina dos smartphones. 

Com apenas um toque no celular, é possível ter acesso aos mais diversos conteúdos, desde uma aula de direção para habilitados, até produtos, serviços e curiosidades.

Ao lado disso, cerca de 51% dos consumidores afirmam que usam os dispositivos móveis para descobrir novas marcas e produtos e 89% se mostram mais propensos a recomendar um empreendimento após ter uma experiência de navegação positiva nos smartphones.

Por isso, otimizar o seu site em uma plataforma responsiva é a certeza de expansão e crescimento dos negócios.

Abaixo, confira algumas vantagens de adotar um site responsivo para a sua empresa.

1 – Melhor classificação nos mecanismos de busca

Oferecer uma boa navegabilidade aos usuários é uma das técnicas de SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, uma estratégia que visa melhorar a classificação das páginas web nos buscadores, como o Google.

Quer dizer que um blog post sobre pressostato compressor tem maiores chances de aparecer entre os primeiros resultados, quando a plataforma é responsiva.

Como consequência, é possível aumentar o tráfego orgânico do site, já que os usuários tendem a clicar nos links que estão com melhor rankeamento.

Importante ressaltar que o SEO não se esgota na responsividade. A estratégia também usa outros artifícios, tais como:

  • Emprego de palavras-chave ao longo do conteúdo;
  • Produção de materiais informativos e de qualidade;
  • Construção de uma boa experiência de leitura;
  • Diversificação de conteúdos (texto, foto, vídeo);
  • Entre outros.

Aparecer com um bom rankeamento no Google é um dos objetivos mais comuns dentro do marketing digital. Por isso, ao elaborar um artigo sobre balança digital 180kg, vale a pena investir na utilização do SEO.

2 – Economia com o layout do site

Os sites responsivos são fáceis de gerenciar e de desenvolver. As atualizações aparecem tanto no desktop quanto nos dispositivos móveis, já que não há diferença entre os conteúdos. Com isso, a construção do layout é muito mais simples e econômica.

Afinal de contas, não é preciso requisitar que o programador construa duas plataformas totalmente diferentes, para se adaptar ao tamanho das telas.

Ou seja, os custos operacionais do site responsivo são muito mais otimizados e eficientes.

Portanto, mesmo um pequeno negócio, como uma empresa recém-criada de limpeza ar condicionado automotivo, pode investir na criação de uma página responsiva.

3 – Melhor experiência para o usuário

A experiência é tudo na internet. Os consumidores online tendem a comprar muito mais pelo que vivenciaram dentro de um site e pelo relacionamento com a marca, do que simplesmente por se depararem com um anúncio ou comercial.

Por isso, recomenda-se que as empresas não façam só uma propaganda de uma lampada de led redonda, mas sim, produzam um conteúdo interessante sobre o produto ou outro assunto que seja da curiosidade do público-alvo.

O mesmo vale para a responsividade: ao ter uma boa experiência de navegação, o usuário provavelmente terá mais confiança na sua empresa e, como consequência, irá recomendá-la para outras pessoas.

Dessa forma, é possível não só aumentar as vendas, mais atrair novos visitantes, interessados em compartilhar da mesma experiência positiva.

Além do mais, a responsividade aumenta a velocidade de carregamento dos conteúdos. Ou seja, o internauta consegue visualizar um vídeos sobre o funcionamento de uma caldeiraria industrial, por exemplo, muito mais facilmente.

O tempo também é responsável por melhorar a experiência do usuário. Afinal de contas, com uma rotina cada vez mais rápida e dinâmica, todos querem acessar um site com boa velocidade de carregamento das páginas.

Como criar um site responsivo?

Hoje em dia, é possível encontrar várias plataformas que já oferecem a possibilidade de criação de sites responsivos. 

Isso facilita muito para as empresas, em especial as que não podem arcar com custos de infraestrutura digital, em um primeiro momento.

No entanto, para quem deseja colocar novos recursos e explorar ao máximo da responsividade, recomenda-se contratar um profissional qualificado, como programadores e web designers, que fazem o trabalho de construção e implementação da infraestrutura.

Vale dizer que é importante escolher um tema responsivo para a sua página, já que muitos layouts podem “travar” em dispositivos móveis, devido ao tamanho do arquivo.

Outra dica é ter atenção ao tamanho das imagens. O ideal é optar por uma resolução que não prejudique a qualidade da foto ou da ilustração, garantindo boa visibilidade, mas que ao mesmo tempo, seja leve.

Aliás, é fundamental não usar, de maneira alguma, recursos em Flash. A própria Adobe já anunciou o fim do programa, devido aos inúmeros problemas de navegação e segurança, porém há ainda pessoas que insistem em usar o recursos.

Caso o seu site tenha planos em Flash e há a intenção em transformá-lo em uma página responsiva, busque por alternativas viáveis, como o Java e o CSS. 

Em caso de dúvidas, busque orientação de um programador ou web designer.

Conclusão

O número de dispositivos móveis cresce exponencialmente em todo o mundo. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), só o Brasil conta com dois dispositivos digitais por habitante e a estimativa é que o país tenha mais de 230 milhões de celulares ativos.

Com a facilidade de conexão à internet pelos celulares, em conjunto com o avanço e aperfeiçoamento cada vez mais fino da tecnologia, muitas pessoas têm substituído os computadores pelos smartphones, principalmente em relação às compras virtuais.

No começo do artigo, mostramos alguns dados que corroboram a afirmação, o que deixa claro a importância de adotar a responsividade para os comércios eletrônicos, sites e demais páginas web.

Espera-se que em um futuro não tão distante, a responsividade deixe de ser um diferencial competitivo, para ser uma obrigatoriedade, indispensável para todos os sites que desejam sobreviver no mercado exigente da internet.

Por isso, se a sua empresa ainda não investiu na promoção de uma boa navegabilidade em dispositivos móveis, está na hora de mudar essa perspectiva e buscar por soluções viáveis o quanto antes.

Mais do que vendas, a responsividade irá ajudar na atração de novos clientes, além de oferecer uma experiência única aos usuários.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Saiba como aplicar estratégias de Inbound Marketing para seu negócio

O Inbound Marketing é um dos pilares mais importantes do Marketing Digital, focado em atrair, converter e encantar clientes. Um conceito completamente diferente do que costumávamos ver antigamente.

Isso porque o marketing era sinônimo de interrupção, ou seja, as marcas tiravam as pessoas de suas atividades diárias, como assistir TV, para mostrar os benefícios de seus produtos e serviços através dos comerciais.

Os tempos mudaram e hoje vivemos em uma era digital que trouxe novos conceitos para se fazer e trabalhar o marketing. Mas isso só aconteceu porque a internet mudou radicalmente o comportamento do consumidor.

Eles estão mais bem informados e sempre buscando saber mais a respeito daquilo que desejam ou precisam comprar, independentemente do que seja.

Por isso, as empresas precisaram criar novas formas de conquistar o público e fidelizar seus clientes. Então, surgiu o Inbound Marketing para atender às necessidades de quem vende e de quem compra.

Ele é tão importante que faz parte das estratégias de empresas de todos os tamanhos e setores ao redor do mundo. 

Para que você e seu negócio não fiquem de fora, neste artigo vamos falar sobre o que é Inbound Marketing e quais suas principais estratégias. Acompanhe!

O que é Inbound Marketing?

Inbound Marketing é um extenso conjunto de estratégias que se baseiam na criação e compartilhamento de conteúdos direcionados a um público-alvo específico.

Por meio de materiais ricos e ações bem planejadas, ele conquista a permissão das pessoas para se comunicar com elas de maneira direta.

A partir disso, uma fabricante de fita de led para sanca, por exemplo, consegue criar um relacionamento com seus clientes que promete ser duradouro.

Ou seja, ao invés de usar a velha prática de interromper o público, o Inbound consegue atraí-lo por meio de conteúdos relevantes.

Eles geram impactam nas pessoas e fazem com que elas se sintam confiantes, permitindo que a marca se aproxime e crie um relacionamento que as leve até a venda.

É exatamente por isso que essas estratégias são conhecidas como “Marketing de Atração” ou “Novo Marketing”.

Sua visão é estimular a aproximação dos clientes até as empresas, atraídos pela sua mensagem, o que facilita na hora de apresentar as soluções e transformar clientes em verdadeiros fãs da marca.

Possibilidades e desafios do Inbound Marketing

Assim como qualquer outra prática do Marketing Digital, o Inbound traz possibilidades e desafios em sua aplicação. Por exemplo, se uma clínica de depilação a laser masculina aplicá-lo, pode encontrar desafios como:  

1 – Boas práticas e tempo

Essa ação não funciona da noite para o dia, o que é um dos maiores dificuldades na hora de converter clientes. Boas práticas de Inbound provêm de muita pesquisa e teste, que resultam em crescimento orgânico e aumento de tráfego.

2 – Investimento e fidelidade

A fidelidade é outro ponto crucial para a efetividade do Inbound Marketing. É preciso um planejamento de médio e longo prazo, além de manter ações e investimentos ininterruptos para atingir os resultados esperados.

Com relação às possibilidades, podemos destacar:

Conteúdo gerado por consumidores

Uma empresa de curso do mopp pode usar o Inbound de modo a dar voz aos seus consumidores. Estamos na era do Customer Success (sucesso do cliente), e deixar o consumidor falar é cada vez mais importante. Dentre os materiais gerados por eles estão:

  • Reviews;
  • Pontuações;
  • Comentários;
  • Avaliações.

Eles podem ser inseridos na produção de conteúdos que sigam as técnicas de Inbound. Isso fortalece a relação com os clientes e torna a marca mais confiável.

Diferença entre Inbound e Outbound Marketing

O Inbound e o Outbound Marketing são diferentes em seus conceitos e aplicações, e é importante que as empresas compreendam suas distinções.

Enquanto o Inbound está focado em atrair por meio de conteúdos relevantes, o Outbound age com base em ações ativas, como anúncios, contato por telefone, e-mail, estande de vendas em eventos, propagandas na TV etc.

São ações são de custo mais elevado e que nem sempre possibilitam a medição de seus resultados.

Já uma empresa que retira entulho vai usar o Inbound em canais diferentes, como seu site, blog, redes sociais e e-mails informativos. Tudo possibilitando uma mensuração rápida e assertiva.

Como exemplo de Outbound Marketing, podemos citar os links patrocinados, que são anúncios pagos veiculados em sites de busca, redes sociais etc.

O Inbound, por sua vez, tem como exemplo o envio de um e-book para o lead, por meio de um endereço de e-mail fornecido por ele, contendo informações importantes e relevantes a respeito de um assunto que lhe interessa.

Principais estratégias de Inbound Marketing

Depois da comparação feita acima, deu para entender que o Inbound Marketing trabalha com práticas orgânicas muito importantes para ressaltar a autoridade da marca e sua credibilidade.

No entanto, é preciso conhecer bem e saber trabalhar com suas principais estratégias, conforme veremos a seguir.

1- SEO

SEO é uma sigla para Search Engine Optimization, ou “otimização para motores de busca”.

Como o próprio nome já diz, é um conjunto de técnicas que uma fabricante de barraquinha para festa usa para influenciar os algoritmos de buscadores como o Google, melhorando o seu posicionamento nos resultados de uma pesquisa.

Para usar essa estratégia, a empresa precisa lançar mão de algumas práticas que a envolvem, tais como:

URL

A URL da página do site ou blog de uma marca precisa ser amigável e conter a palavra-chave principal de seu conteúdo.

Uma URL amigável consiste em um endereço fácil de ser decorado, sem a presença de números ou símbolos. Por exemplo, se uma pessoa pesquisar sobre acupuntura para ansiedade no Google, vai encontrar muitos resultados.

Os primeiros são de sites com endereços das páginas como “www.clinica.com.br/beneficiosdaacunputuraparaansiedade”.

Uso de palavras-chave

A palavra-chave é a base de um bom SEO, e como você viu, ela está presente até mesmo na URL de uma página. Esta consiste nos termos mais buscados pelo público-alvo de uma empresa.

Também precisa estar presente nos conteúdos, em seus títulos e ao longo da página para que o buscador possa indexá-la e classificá-la entre os primeiros resultados.

2 – E-mail marketing

O e-mail continua sendo um dos principais canais de comunicação entre empresa e cliente, além de ser uma das melhores estratégias dentro do Inbound.

Por meio dele, uma que conserte instalação elétrica aparente consegue estabelecer um relacionamento com seus leads, trabalhar o funil de vendas, fidelizar clientes e muitas outras possibilidades.

Ela faz isso por meio do envio de conteúdos de valor, como newsletter, e-book e informações sobre atualização de conteúdos no blog.

Ou seja, é um excelente canal para veicular materiais de qualidade, dentro das especificações do Inbound Marketing.

3 – Blog

Os blogs são indispensáveis para as empresas em todos os setores e portes, pois é a principal plataforma para publicação de materiais relevantes para o público.

Por exemplo, se um despachante cria um conteúdo sobre transferência de veículo detran, ele vai publicá-lo no blog, onde também haverá outras publicações sobre os mais variados assuntos de sua área de atuação.

Ele até pode publicar no site, mas essa plataforma é mais indicada para assuntos institucionais e vendas, o que faz do blog imprescindível para o sucesso das estratégias em Inbound Marketing.

5 – Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo se tornou, hoje, uma das ações mais importantes do Marketing Digital quando o assunto são as estratégias orgânicas, e ele é a base do objetivo do Inbound.

Trata-se da criação de materiais ricos e relevantes, que têm como intuito informar o público-alvo, gerando autoridade para a marca credibilidade no que faz e conquistando leads para os negócios.

Esses materiais podem ter vários formatos, podendo ser um e-book, áudios, vídeos, infográficos, entre outros, e abordam os assuntos de uma maneira aprofundada.

Ele é essencial porque os consumidores estão sempre em busca de informações, e como abordado no início do texto, eles estão cada vez mais informados a respeito do que querem ou precisam comprar.

A internet possibilita que eles encontrem milhares de empresas que ofereçam um mesmo produto ou serviço, mas só vão confiar naquelas que demonstram autoridade naquilo que fazem.

Os materiais criados com o Marketing de Conteúdo mostram a competência e a capacidade que uma marca tem para solucionar os problemas de seus clientes. Por isso, é parte do Inbound e deve ser trabalhado pelas empresas.

Conclusão

Estar na internet não é simplesmente criar um perfil nas redes sociais ou um site e achar que os resultados vão aparecer. É preciso trabalhar o Marketing Digital do jeito certo, usando suas melhores estratégias.

E entre as principais está o Inbound Marketing, que engloba as melhores práticas orgânicas para que uma marca conquiste espaço, reconhecimento e respeito por parte dos consumidores e da concorrência.

Tem a capacidade de beneficiar quem vende, porque mostra a credibilidade da empresa; e de quem compra, entregando valor, informação e solução.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Entenda a importância de criar um blog para sua empresa

O blog é uma importante ferramenta de comunicação e compartilhamento de conteúdo, sendo usado como uma espécie de “diário virtual” por internautas de todo o mundo. 

Nos últimos anos, as vantagens da plataforma passaram a ser reconhecidas pelas empresas, que incorporaram o recurso como parte das estratégias de marketing digital.

Muito disso deve-se à própria dinâmica dos consumidores online, sedentos por informação e conteúdo de qualidade. Neste cenário, os blogs são capazes de oferecer materiais interessantes e valiosos, atendendo às demandas dos usuários.

Por esse motivo, ter um blog tornou-se fundamental para quem deseja se destacar no mercado digital. Afinal de contas, é a principal plataforma para aplicação das iniciativas de marketing de conteúdo.

No artigo de hoje, entenda a importância de criar um blog para sua empresa e como usar a ferramenta para melhorar os resultados de marketing. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que é um blog?

O blog nada mais é do que uma página da internet usada para compartilhamento de conteúdo, seja em forma textual, em áudios, vídeos, imagens, desenhos, etc. 

Ou seja, é como se fosse um banco de armazenagem de materiais, usado conforme os interesses do(s) proprietário(s).

Inclusive, o blog é comumente usado como projeto pessoal (os famosos “blogueiros”) para a promoção de celebridades da internet, que podem ou não usar o canal para publicidade de marcas e/ou empresas.

Dessa forma, as pessoas constroem uma certa autoridade na área e se tornam referência no assunto, ao mesmo tempo em que trabalham com um grupo de seguidores que gostam, admiram e celebram o trabalho do(a) blogueiro(a).

No entanto, com o passar dos anos, os blogs foram além de páginas pessoais e se tornaram uma importante ferramenta de marketing digital.

Hoje em dia, já não é novidade nos depararmos com blogs corporativos, que normalmente são inseridos dentro dos sites institucionais das empresas, como parte do menu, em um espaço no qual o visitante pode ter contato com uma série de conteúdos.

Por exemplo, um empreendimento culinário pode usar o blog como uma espécie de caderno de receitas personalizado, dando dicas de preparo de refeições para os usuários, além de outros materiais relevantes.

Ou seja, o blog pode ser usado para esclarecer as principais dúvidas do público-alvo, construir um relacionamento saudável com os clientes e aumentar a visibilidade da empresa no mercado.

Quais as vantagens de ter um blog?

De acordo com uma pesquisa realizada pela Content Trends, as publicações em blogs são capazes de gerar 1,8 vezes mais visitas para as empresas, em comparação com  os negócios que não adotam a estratégia.

Outro estudo feito pelo E-commerce Trends revelou que os comércios eletrônicos que mantêm blogs alcançam 3 vezes mais visitas e 2,5 vezes mais clientes.

Com esses números, já dá para ter uma ideia da importância de criar um blog para a estratégia de marketing da sua empresa.

Mas quais seriam as vantagens dessa plataforma?

Para responder a esta pergunta, separamos uma lista dos pontos positivos de ter um blog. Confira!

1 – Melhor rankeamento nos mecanismos de busca

Atualmente, quase todos os usuários utilizam algum mecanismo de busca, como o Google ou o Bing, para iniciar uma pesquisa na internet. 

Entretanto, não basta aparecer nos resultados, é preciso ter uma boa classificação para atrair mais visitantes e gerar um bom tráfego orgânico.

Por esse motivo, os planejamentos de marketing digital envolvem o SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, um conjunto de técnicas que visa melhorar o rankeamento da sua página web dentro dos buscadores.

Uma das principais estratégias é o uso de palavras-chave, que são os termos mais pesquisados pelo usuário dentro de um conteúdo. 

Assim, ao tratar de lampada de led para residencia, por exemplo, utiliza-se esta palavra-chave, para que o algoritmo do Google possa classificar melhor o material.

Nesse sentido, os blogs aparecem como excelente ferramenta de SEO, visto que as plataformas são capazes de compartilhar inúmeros conteúdos, inclusive textos com o emprego das palavras-chave selecionadas.

Segundo um levantamento da HubSpot, os leads (potenciais clientes) obtidos com o SEO têm uma taxa de fechamento de 14,6%. Quer dizer que é uma boa forma de aumentar as vendas e aumentar o reconhecimento da empresa.

Importante ressaltar que o SEO não se limita ao uso de palavras-chave. A estratégia também envolve outras ações, como:

  • Criação de conteúdo valioso aos leitores;
  • Boa navegabilidade em dispositivos móveis;
  • Presença de menções e hiperlinks no conteúdo;
  • Inserção de imagens e materiais diversificados.

Ou seja, a otimização leva em conta a melhor experiência do cliente para classificar o conteúdo nos resultados de pesquisa.

2 – Aumento de leads e baixo custo

Os blogs servem como canais de comunicação e compartilhamento de materiais aos usuários. 

Por isso, uma empresa de corte e dobra de chapas pode usar a plataforma para falar mais sobre o negócio, oferecendo artigos, vídeos e imagens que tratam sobre o nicho específico de atuação. Esse é o chamado marketing de conteúdo.

Hoje em dia, os clientes não estão interessados somente em uma propaganda massiva a invasiva; ao contrário, querem ser bem informados.

Então não adianta nada ter um blog e só investir em anúncios – é preciso investir em conteúdo de qualidade.

Assim, ao invés de uma propaganda da persiana sob medida da sua empresa, você pode dar dicas de decoração com o produto, ou até mesmo falar sobre as suas vantagens.

Quem adota o marketing de conteúdo consegue gerar 5 vezes mais leads. Além disso, a estratégia custa 62% a menos do que em comparação ao marketing tradicional.

Aliás, existem plataformas gratuitas e de fácil gerenciamento, sem a necessidade de investir em nada para começar um blog. Se você mesmo for responsável por produzir conteúdo, então os gastos serão ainda menores.

Contudo, vale a pena investir em um trabalho profissional, para conquistar mais clientes e oferecer exatamente o que os usuários procuram.

3 – Educa o público sobre o seu negócio

Muitas vezes, as vendas não crescem porque as pessoas não conhecem o seu negócio e não sabem que têm a demanda. Por exemplo, é preciso recarregar extintores de incêndio com certa frequência, mas grande parte do público não tem essa informação.

Porém, os blogs podem alterar essa realidade, fornecendo conteúdos educativos sobre o seu produto ou serviço, bem como demais assuntos relacionados ao nicho de atuação.

Como consequência, os usuários passam a enxergar a demanda, algo que aumenta significativamente as chances de concretização de vendas.

Além disso, os blogs conseguem melhorar a visibilidade do seu negócio e, com isso, é possível aumentar a cartela de clientes e seguidores. 

Isso ocorre porque as pessoas que visitam sua página estão interessadas naquilo que você oferece.

Por exemplo, se um artigo traz as principais informações do uso de uma rosca transportadora, os visitantes têm suas dúvidas esclarecidas e isso cria uma relação de gratidão entre os usuários e a empresa. 

Dessa forma, as pessoas sentem-se mais propensas a fechar negócio com você, porque as ajudou.

Ou seja, ao educar o seu público, o blog também constrói um vínculo com a audiência, o que é fundamental para a fidelização dos clientes.

4 – Outra possibilidade de renda

Fora todas essas vantagens, os blogs também podem colaborar com outras possibilidades de renda para as empresas. 

Isso é válido também para pessoas que usam a plataforma como um canal pessoal, de autopromoção.

Quando o seu blog possui um grande número de acessos diários, é possível se cadastrar no Google AdSense, uma ferramenta publicitária que vende espaços na sua página para que outras empresas possam divulgar produtos ou serviços.

Desse modo, os anúncios ficam visíveis para os visitantes, e a cada clique no conteúdo, você recebe uma porcentagem do que o anunciante paga ao Google.

Por exemplo, o blog de um restaurante pode ter um anúncio de entrega motoboy, um serviço que não é diretamente concorrente, mas tem relação com a empresa, principalmente se o estabelecimento trabalhar com delivery.

É importante ressaltar que os anúncios devem ter relação com o nicho do seu empreendimento e, ao mesmo tempo, não é recomendável fazer propaganda de um concorrente direto.

Assim, pode ser interessante divulgar uma loja de andaime de ferro, caso a sua empresa seja do ramo da construção civil, por exemplo.

Conclusão

Ter um blog é extremamente vantajoso para as empresas. Não é à toa que grande parte dos planejamentos em marketing digital já incluem a plataforma como parte da estratégia de divulgação da marca.

No entanto, muitas pessoas ainda veem o blog somente como uma página pessoal. 

Por isso, é importante conhecer as especificações do canal para empresas e, assim, obter ótimos resultados, incluindo o aumento das vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/por-que-ter-um-blog/

https://resultadosdigitais.com.br/especiais/porque-criar-um-blog/#:~:text=Um%20blog%20tem%20alto%20potencial,estrat%C3%A9gia%20de%20Marketing%20de%20Conte%C3%BAdo.&text=Sendo%20consistente%20e%20com%20uma,papel%20no%20faturamento%20da%20empresa.

https://www.planoblife.com.br/maos-a-obra/13-estatisticas-de-blog/

https://robertaredatora.com.br/conheca-22-estatisticas-sobre-blog-que-vao-fazer-voce-querer-ter-um

inbound

5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para e-commerce

O Inbound Marketing é uma estratégia muito eficaz na prospecção de clientes, ainda mais para quem trabalha com a internet, como e-commerces e lojas virtuais.

Ao contrário das tradicionais experiências de propaganda, com anúncios invasivos e sensacionalistas de produtos ou serviços, o Inbound vai de encontro ao novo perfil do consumidor, muito mais interessado em adquirir conhecimento e ter informações valiosas.

Diante disso, ao invés de anunciar uma oferta de uma cadeira de escritorio sem rodinha, por exemplo, o Inbound Marketing irá desenvolver um conteúdo relevante, com dicas de decoração para home office, entre outras especificações para atrair os clientes.

De acordo com uma pesquisa da HubSpot, cerca de 75% das empresas que aplicam o Inbound Marketing acreditam que suas estratégias são eficazes. 

Ao lado disso, 59% dos profissionais de marketing afirmam que o método é capaz de oferecer leads (potenciais clientes) de melhor qualidade para a equipe de vendas.

As vantagens do Inbound são inúmeras, já que o público não se sente invadido pela publicidade, mas sim, contemplado com materiais ricos sobre um determinado assunto.

Assim, a estratégia leva em conta todas as etapas do processo de compra, oferecendo informações interessantes para influenciar na tomada de decisão. 

Ou seja, o Inbound Marketing converte conteúdos para os estágios de:

  • Aprendizado e descoberta;
  • Reconhecimento do problema;
  • Consideração de soluções;
  • Decisão da compra.

Em resumo, o Inbound entrega o conteúdo certo, para o perfil ideal do cliente, no momento mais adequado. 

Por esse motivo, o método é bastante eficiente na conversão de leads e no aumento das vendas nos comércios eletrônicos.

No artigo de hoje, conheça algumas dicas de como utilizar o Inbound Marketing para e-commerce e alcançar ótimos resultados!

1 – Invista na criação de conteúdo informativo

O conteúdo é o coração da estratégia de Inbound. Não é à toa que o marketing de conteúdo é o grande protagonista das campanhas, seja para o compartilhamento de materiais em blogs, redes sociais ou outras plataformas midiáticas.

Segundo a Content Trends, o marketing de conteúdo consegue gerar 4 vezes mais visitas em sites ou blogs, além de render 5 vezes mais leads para as empresas. No Brasil, mais de 70% das empresas utilizam a estratégia.

Para uma produção de qualidade, não basta falar apenas do produto ou serviço, mas trazer informações relevantes, que possam ser úteis para a audiência.

Por exemplo, se um e-commerce vende um gabinete de cozinha 2 metros, pode ser interessante falar sobre as vantagens dos móveis pré-fabricados. 

Ou seja, é trazer materiais sobre o nicho de atuação, sem necessariamente mencionar a mercadoria.

Importante ressaltar que a produção de conteúdo também deve ser diversificada e respeitar as especificações de cada mídia, até porque o artigo de um blog é diferente de uma legenda para um perfil no Instagram.

2 – Use técnicas de SEO (Search Engine Optimization)

O SEO, ou otimização para os mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas que visa melhorar a classificação da sua página web nos buscadores, em especial o Google. 

Dessa forma, o seu conteúdo pode aparecer em destaque dentro dos resultados de pesquisa, o que gera aumento no tráfego orgânico e maior conversão de leads.

É interessante notar que o SEO trabalha em conjunto com o marketing de conteúdo. Muito disso, deve-se à própria dinâmica do algoritmo do Google, que lê majoritariamente códigos e textos. 

Por isso, é comum que os e-commerces tenham blogs em seus sites, para compartilhar artigos e melhorar a classificação nos buscadores.

Uma das técnicas mais comuns do SEO é o emprego de palavras-chave. 

Assim, ao tratar sobre banho de niquel, por exemplo, o responsável irá empregar os termos mais pesquisados nos mecanismos de busca dentro do conteúdo, para ajudar no rankeamento.

Mas o SEO também faz uso de outros recursos, como:

  • Considerar uma boa experiência de leitura do usuário;
  • Ter linkagens dentro do artigo (link building);
  • Oferecer uma boa navegabilidade em dispositivos móveis;
  • Construir um material atrativo e relevante.

Conforme dados do SEO Trends, os e-commerces no Brasil que investem em otimização conseguiram 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes.

Por esse motivo, cada vez mais empresas buscam adaptar seus conteúdos com SEO. 

Diante disso, 61% dos profissionais de marketing afirmam que a estratégia é responsável pelo aumento da presença orgânica, sendo prioridade no Inbound.

3 – Identifique as personas

O Inbound Marketing tem como principal característica a oferta de conteúdo para um determinado público-alvo. Isso quer dizer que os materiais sobre micrometro centesimal, por exemplo, serão oferecidos para pessoas interessadas, com reais intenções de compra.

Para isso, é importante definir quem são as personas, isto é, o perfil ideal dos clientes. 

Somente assim, é possível orientar as campanhas, com conteúdos altamente segmentados, direcionados e assertivos.

A persona é um personagem semi-fictício, elaborado com base nas características do público-alvo do negócio. Para coletar esses dados, é necessário fazer uma pesquisa de mercado, coletando algumas informações, tais como:

  • Faixa etária;
  • Estado civil e gênero;
  • Escolaridade;
  • Nível socioeconômico;
  • Comportamentos de compra;
  • Localidade;
  • Entre outros.

Quanto mais dados, melhor. No entanto, a persona precisa ir além – tem que ter uma história de vida, um contexto. 

Isso ajuda na humanização do conteúdo e, consequentemente, as pessoas passam a confiar mais no seu e-commerce.

4 – Acompanhe o funil de vendas

Além de oferecer o conteúdo para a pessoa certa, o Inbound também direciona materiais no momento certo. 

Quer dizer, talvez o usuário ainda esteja longe de comprar cloreto de magnesio pa em pó 1kg porque ainda não recebeu informações suficientes para tomar essa decisão.

Por causa disso, o Inbound Marketing deve acompanhar o funil de vendas, isto é, a jornada de compra do consumidor. Dessa forma, é possível verificar em qual estágio o usuário está (mais próximo ou mais afastado do fechamento do negócio).

Normalmente, o funil de vendas é dividido em três etapas: 1) topo do funil (descobrimento); 2) meio do funil (consideração); 3) fundo do funil (compra).

Para o primeiro estágio, recomendam-se os blogs posts, em que o usuário irá conhecer mais sobre o produto ou serviço. 

Assim, é possível usar o SEO para que mais visitantes possam se deparar com um artigo sobre o uso da espatula de laboratorio, por exemplo.

No meio do funil, o usuário já conhece o produto ou serviço, sabe que tem um problema e precisa resolvê-lo, mas ainda não está completamente decidido. 

Aqui, vale a pena investir em ações de e-mail marketing, bem como demais iniciativas que ofereçam conteúdos continuamente e aprofundados aos leads.

Por fim, o fundo do funil é a compra propriamente dita. Neste momento, o cliente está levando em consideração possíveis concorrentes, então, é a hora de falar sobre os diferenciais do seu produto ou serviço. 

Por exemplo, o porquê a sua lona para tatame personalizada é considerada a melhor do mercado.

5 – Monitore os resultados

Há muitas maneiras de investir em Inbound Marketing. O segredo é saber direcionar as ações conforme o público-alvo, verificando os estágios de compra e considerando a produção de conteúdo informativo, relevante e de qualidade.

No entanto, assim como toda estratégia de marketing, o Inbound também exige o monitoramento e acompanhamento de resultados. 

Afinal, somente com a análise precisa de relatórios, é possível verificar se as iniciativas estão, de fato, gerando bons resultados ou é preciso adaptá-las.

Por exemplo, de nada adianta ter um grande número de visitantes no seu blog, se não há conversão de leads. 

Quando isso ocorre, é necessário pensar em novas estratégias para melhorar essa porcentagem e, assim, ter maiores chances de vendas.

Hoje em dia, há ferramentas especializadas na análise de resultados. Desse modo, os conteudistas podem ver o engajamento de uma publicação no Facebook sobre gaveteiro com rodinhas e comparar os dados.

No entanto, um erro muito comum é esquecer de fazer essa análise. 

Por isso, separe um dia do mês somente para verificar cada uma das iniciativas de Inbound e, se preciso, refazer algumas ações conforme os objetivos do seu e-commerce.

Conclusão

O Inbound Marketing visa atrair, encantar e fidelizar clientes, diferentemente do marketing tradicional. 

A abordagem faz uso de conteúdo relevante, oferecendo soluções para problemas específicos de um determinado público-alvo e influenciando a tomada de decisões durante a jornada de compra.

Talvez por isso a estratégia ganha cada vez mais notoriedade no mercado, já que grande parte dos conteudistas e profissionais de marketing consideram o Inbound como um dos métodos mais eficazes para prospecção de clientes.

No caso dos e-commerces, o Inbound se destaca ainda mais, visto que a estratégia é aplicada confortavelmente na internet, através de ações de blog posts, compartilhamento em redes sociais, e-mail marketing, entre outros.

Apesar de muito amplo, com as dicas acima, já é possível elaborar um planejamento assertivo de Inbound Marketing e, com isso, conquistar o reconhecimento no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/estatisticas-sobre-inbound-marketing/

https://inteligencia.rockcontent.com/estatisticas-de-seo/

https://blog.lahar.com.br/marketing-digital/inbound-marketing-e-commerce/

https://ecommercenapratica.com/como-usar-o-inbound-marketing-no-seu-ecommerce/

webinar

Webinar: saiba o que é e como funciona

Você já ouviu a previsão de que no futuro a internet será dos vídeos? E não é apenas um palpite, mas sim, diversas pesquisas indicam que, daqui há alguns anos, os vídeos irão dominar a internet.

Para você ter uma ideia, a sexta edição da Video Viewers em conjunto com o Google e Provokers, afirmou que o consumo de vídeo nos meios online cresceu cerca de 165% nos últimos cinco anos, enquanto o de programação de TV obteve uma aumento de apenas 24% no mesmo período.

Ou seja, o vídeo já está se tornando uma das ferramentas mais poderosas do marketing digital, já que também é capaz de gerar leads (potenciais clientes), ampliar o relacionamento de uma empresa, auxiliar no processo de nutrição e até mesmo impulsionar os leads em sua jornada de compra.

E o webinar é uma ferramenta que possibilita uma empresa a gerar estratégias de vídeo inovadoras e personalizadas.

Especialmente se você atua com nicho, como no fornecimento de conexões pneumáticas, por exemplo, o webinar pode ser vantajoso para explicar as vantagens e conceitos dos seus produtos, garantindo a experiência dos clientes.

Mas, afinal, o que é o webinar e como funciona? Neste post, nós iremos falar sobre todos os detalhes do assunto, por isso, continue nos acompanhando!

Afinal, o que é webinar?

O termo “webinar” é uma abreviação da expressão em inglês “web based seminar”, que significa algo como: seminário realizado pela internet.

Basicamente, o webinar é um modelo de videoconferência, ou seja, a conferência de vídeo entre dois ou mais dispositivos de maneira online e instantânea, só que com fins comerciais ou educacionais.

Ou seja, pode ser definido como uma palestra online. Imagine que uma empresa de insumos para cerveja queira lançar um novo produto e gostaria de apresentá-lo ao seu público.

Para isso, ao invés de ter o trabalho de organizar um evento e chamar todos os visitantes, levando em consideração os imprevistos, trânsitos, esforços e estrutura, a empresa pode utilizar a internet para realizar o seu próprio webinar de maneira online e otimizada!

Como funciona um webinar?

Normalmente, o webinar é uma videoconferência apresentada em formato de palestra ou seminário, ou seja, nela, há um apresentador que conduz todas as informações e exposição, além de também interagir com os visitantes por meio de um chat que fica incluso dentro da própria plataforma,

Hoje em dia, é possível encontrar diversas plataformas para a realização de um webinar, como o YouTube Live, GoToWebinar e até mesmo o Google Hangouts.

Se você vende rachador de lenha, com um webinar, é possível apresentar seu produto apenas utilizando uma câmera, microfones e alguns equipamentos de iluminação. Ou seja, é uma maneira simples e com um baixo custo para atrair leads, aumentar a sua notoriedade e melhorar o seu relacionamento!

Agora que você já sabe o que é o webinar e como ele funciona, o que está esperando para aplicá-lo em suas estratégias de marketing digital? Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente!

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.