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Inbound Marketing para novos empreendedores: como alavancar seus negócios

O Inbound Marketing é uma concepção focada na atração de consumidores, por meio da oferta de conteúdo relevante e valioso. 

O conceito foge dos tradicionais padrões publicitários e está ganhando cada vez mais força com a internet, devido à própria mudança de comportamento dos usuários.

Afinal de contas, hoje em dia as pessoas não estão mais interessadas somente em propagandas invasivas, como ocorre nos tradicionais comerciais televisivos. 

Ao contrário, quando buscam por qualquer produto, como freio de carros, elas querem conhecer as vantagens, os diferenciais e curiosidades sobre o componente.

Ou seja, o boom de informações da internet tornou os consumidores mais sedentos por conhecimento, e como consequência, as estratégias de marketing tiveram que se adaptar à nova realidade.

Para os empreendedores, o Inbound Marketing não só acompanha as tendências do mercado, mas também é uma maneira de orientar iniciativas de divulgação, otimizando os gastos com publicidade.

O custo dessa estratégia é muito mais vantajoso em comparação com o marketing tradicional (Outbound Marketing).

No artigo de hoje, acompanhe mais sobre o Inbound Marketing para novos empreendedores e como o métodos ajudam a alavancar seus negócios.

Mas o que é o Inbound Marketing?

O Inbound Marketing consiste em um conjunto de técnicas e estratégias focadas na criação, produção e compartilhamento de conteúdo para um público-alvo específico, com a intenção de conquistar a permissão para comunicar algo de forma direta.

Em resumo, ao invés de interromper o potencial cliente, o método oferece um material valioso, que atraia o usuário até a empresa. 

Desse modo, as pessoas passam a sentir confiança no seu negócio, criando um relacionamento duradouro, que pode resultar em uma venda.

Devido a isso, o Inbound Marketing também é chamado de “Novo Marketing” ou “Marketing de Atração”, tendo adeptos em todos os segmentos de mercado – desde estúdios de música, lojas de roupas, indústrias, restaurantes, entre outros.

A ideia é fazer com que os clientes venham até a empresa, atraídos pela mensagem.

Com isso, apresentam-se soluções adequadas e personalizadas, transformando os usuários não somente em consumidores, mas promotores da marca.

Afinal, as pessoas só recomendam produtos e serviços que confiam. Não é à toa que buscamos indicações para procedimentos, como fazer uma depilação a laser no rosto, ou comprar uma mercadoria.

Sendo assim, o foco do Inbound Marketing é o conteúdo, com o compartilhamento de informações relevantes e valorativas ao cliente em potencial.

Para os novos empreendedores, a estratégia deve ser considerada como um investimento, não um centro de custo, visto que ela tem potencial para aumentar a cartela de consumidores, conquistar a fidelização do público e ampliar as vendas.

Além disso, com a capacidade de mensuração do Inbound todas as ações podem ser analisadas, permitindo que os estrategistas verifiquem o real impacto de cada campanha.

Qual a origem do Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é praticado há muito tempo pelas empresas, mesmo de forma inconsciente. Mas foi somente em 1999, com o livro “Permission Marketing”, de Seth Godin, que a estratégia foi conceituada e teorizada.

De acordo com a obra, o Inbound surge em paralelo com o marketing digital.

Este acompanha as tendências da comunicação e publicidade online, bem como o controle sobre o consumo – na internet, o usuário pode escolher os canais, as mensagens e até as formas de absorver conhecimento.

Nesse sentido, embora o Inbound não seja uma estratégia aplicada somente em plataformas virtuais, o método ganha força com o avanço da internet e dos canais de comunicação online.

Por causa disso, muitos empreendedores focam seus esforços de divulgação em redes sociais, blogs, sites e outros meios da internet. 

Além da eficiência na aplicação desse Novo Marketing, é possível diversificar os conteúdos e gastar muito menos, já que o preço de um anúncio no Facebook, por exemplo, é muito menor do que em uma mídia tradicional.

Quais são as principais vantagens do Inbound Marketing?

O Inbound Marketing pode ser usado para todos os tipos de empreendimentos. 

Inclusive, segundo dados da pesquisa State of Inbound, realizada pela HubSpot, 75% das empresas B2B (Business to Business), B2C (Business to Consumer) e organizações sem fins lucrativos usam a estratégia.

Por isso, é possível adotar campanhas de Inbound para produtos como um sugador odontológico, serviços de usinagem, ou acessórios diversos.

Mas quais são as principais vantagens da estratégia? Abaixo, separamos algumas delas.

1 – Alcance do público-alvo específico

Embora a internet tenha o potencial de ampliar o alcance da audiência, o inbound não refere-se só a quantidade, mas sim a qualidade. 

Com a estratégia, é possível oferecer o conteúdo certo, para o cliente ideal, no melhor momento. Afinal de contas, uma pessoa interessada em um purgador de ar, por exemplo, tem um perfil bastante específico.

Com isso, as chances de conversão de leads (potenciais clientes) são muito maiores. 

De acordo com a Content Trends, o Inbound Marketing é capaz de gerar 3,2 vezes mais potenciais clientes em comparação com outras estratégias de divulgação.

2 – Melhor relacionamento com os clientes

Ao invés de simplesmente “empurrar” um produto ou serviço para a audiência, o Inbound desenvolve ações de atração, o que origina uma relação de confiança com os clientes. 

Com isso, as pessoas se tornam mais propensas a ouvir suas recomendações e dicas, o que aumenta as possibilidades de venda.

Além disso, com esse relacionamento saudável, os consumidores passam a recomendar mais o seu negócio para outras pessoas, gerando um crescimento no número de clientes. 

Ao mesmo tempo, os clientes fiéis compram de novo da empresa, o que garante o ROI (Retorno sobre Investimentos) das campanhas.

3 – Facilidade na mensuração de dados

Por trabalhar majoritariamente com plataformas digitais, é muito mais fácil mensurar as campanhas de Inbound Marketing, visto que os próprios canais online são capazes de gerar relatórios e gráficos de desempenho.

Assim, em uma publicação no Facebook sobre perfil u dobrado, é possível consultar a quantidade de interações e o engajamento do conteúdo. 

Desse modo, em iniciativas futuras, a empresa pode adequar a divulgação, para obter resultados melhores.

A mensuração de dados também orienta os gastos. Com isso, as empresas podem decidir onde irão investir o dinheiro, de modo a alcançar maior conversão de leads e vendas, com um investimento adequado.

E como aplicar o Inbound Marketing no meu negócio?

O processo de operação do Inbound Marketing envolve uma série de etapas e, em cada uma delas, há diferentes tipos de iniciativas capazes de influenciar a tomada de decisão dos potenciais clientes e aumentar as chances de vendas. São elas:

  • A atração;
  • A conversão;
  • A venda;
  • O encantamento.

Imagine, por exemplo, a venda de sacolas ecobag personalizadas. No primeiro estágio, o usuário acabou de conhecer o seu produto, ao procurar por algo relacionado (como atitudes sustentáveis ou produtos recicláveis).

Depois, ao se interessar sobre o produto, ocorre a conversão, que é quando o internauta oferece algum contato em troca de material ainda mais relevante sobre a temática. 

Posteriormente, a venda, influenciada por conteúdos que mostram os diferenciais de mercado (no caso, a sacola).

E, finalmente, o encantamento, que se dá pelo relacionamento contínuo entre a marca e o cliente, de modo a criar a fidelização dos consumidores.

Abaixo, conheça algumas das técnicas que podem ser aplicadas com o Inbound Marketing para novos empreendedores.

1 – Criação de blog posts

Os blogs são os melhores canais para a aplicação prática do Inbound Marketing. Com eles, é possível orientar o marketing de conteúdo, com a criação de textos, artigos, vídeos, entre outros materiais relevantes, para atrair a atenção dos usuários.

Atualmente, cerca de 61% das empresas brasileiras utilizam os blogs para a distribuição de conteúdo. 

Além de ser uma maneira fácil criar e compartilhar, essas plataformas também ajudam os empreendimentos a alcançar mais visitantes e a educar o público sobre um produto ou serviço.

2 – SEO (Search Engine Optimization)

O SEO, ou otimização para os mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas para melhorar o rankeamento de uma página web dentro. Com isso, é possível otimizar a página de modo a facilitar um bom posicionamento nos buscadores, especialmente o Google. 

Assim, quando uma pessoa digita “jateamento de granalha”, por exemplo, pode se deparar com o site ou blog do seu empreendimento.

A principal estratégia do SEO é o uso de palavras-chave nos conteúdos, que são os termos mais buscados pelos internautas. 

Mas há ainda outros métodos, como permitir a boa navegabilidade em dispositivos móveis, usar hiperlinks e optar por fontes confiáveis de informação.

3 – E-mail marketing

O e-mail é um dos canais de comunicação mais usados na internet e, até hoje, é considerado o mais seguro pelos usuários. 

As ações de e-mail marketing envolvem a troca de mensagens com leads ou clientes, para que a sua empresa seja lembrada pelo público.

Desse modo, é possível enviar ofertas exclusivas, boletins informativos, curiosidades, dicas, entre outros conteúdos valiosos, melhorando o relacionamento e aproximando os seus clientes da marca.

Conclusão

O Inbound Marketing tornou-se indispensável para qualquer empreendedor que deseja investir em divulgação na internet. 

Com uma série de ações e estratégias, o método é altamente eficiente para a conversão de leads, além de ajudar com as vendas e da fidelização dos consumidores.

Não é à toa que cada vez mais empresas optam pelo Inbound, já que 95% dos clientes escolhem soluções de negócios que oferecem um conteúdo amplo, auxiliando em cada processo de compra.

Portanto, com um planejamento direcionado, o Inbound é capaz de alavancar seus negócios, aumentando as probabilidades de venda e construindo uma boa imagem da sua empresa no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/o-que-e-inbound-marketing/

https://rockcontent.com/blog/estatisticas-sobre-inbound-marketing/

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A importância de deixar o seu site mais responsivo

Hoje em dia, já não é mais segredo para ninguém a importância de ter um site para a sua empresa. Afinal de contas, é difícil encontrar pessoas que não usam a internet para compras, dado o grande crescimento das plataformas online.

De acordo com o relatório Digital In, as pessoas têm perdido o medo de comprar online. Em 2017, mais de 1,77 bilhões de pessoas (23% da população mundial) realizaram ao menos uma aquisição por e-commerces. 

Ao todo, mais de US$ 1,4 trilhão foram gastos, com um consumo médio de US$ 833 por usuário.

Além disso, mais de 28% das vendas online são realizadas por dispositivos móveis (tablets, celulares e smartphones), que concentram cerca de 43% do share de todo o mercado.

Isso reflete algumas mudanças pelas quais passa o mercado online. 

Os jovens de 26 a 35 anos são os principais usuários dos aparelhos de telefonia, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e eles também estão entre o segmento de pessoas que mais compra pela internet.

Por esse motivo, não vai demorar muito para que os sites responsivos deixem de ser um diferencial da concorrência, para se tornarem uma obrigatoriedade para as empresas que desejam sobreviver no mercado online.

Afinal de contas, basta digitar qualquer coisa no celular, como “curso de transporte de passageiros”, por exemplo, e se deparar com muitos resultados. E, é claro, as pessoas vão preferir as páginas com boa navegabilidade em telas menores.

No artigo de hoje, conheça a importância de deixar o seu site mais responsivo e saiba como construir uma plataforma navegável em dispositivos móveis. Acompanhe a leitura!

Mas, primeiro, o que é um site responsivo?

Os sites responsivos são projetados para serem adaptados a qualquer tipo de tela, isto é, desde desktops até celulares, com uma boa resolução e sem deformações. 

A programação é especialmente desenvolvida para identificar a largura e o tamanho de cada aparelho, para então determinar o espaço em que a página irá aparecer.

Importante ressaltar que os sites responsivos ajustam perfeitamente as imagens. Assim, os usuários podem conferir a foto de um guarda corpo de inox, por exemplo, sem interferências, ruídos ou granulações.

Há também uma confusão muito comum entre os sites responsivos e os mobile friendly

Embora ambos proporcionem uma boa experiência de navegabilidade nos tablets e smartphones, a responsividade pode se adequar à qualquer tela, enquanto os mobile são voltados apenas para os celulares.

Sendo assim, muitos negócios preferem adotar a página responsiva, já que não é preciso investir em uma arquitetura diferente, só para navegação nos dispositivos móveis.

Quais as vantagens de ter um site responsivo?

Atualmente, mais de 70% de todo o tráfego da internet se origina dos smartphones. 

Com apenas um toque no celular, é possível ter acesso aos mais diversos conteúdos, desde uma aula de direção para habilitados, até produtos, serviços e curiosidades.

Ao lado disso, cerca de 51% dos consumidores afirmam que usam os dispositivos móveis para descobrir novas marcas e produtos e 89% se mostram mais propensos a recomendar um empreendimento após ter uma experiência de navegação positiva nos smartphones.

Por isso, otimizar o seu site em uma plataforma responsiva é a certeza de expansão e crescimento dos negócios.

Abaixo, confira algumas vantagens de adotar um site responsivo para a sua empresa.

1 – Melhor classificação nos mecanismos de busca

Oferecer uma boa navegabilidade aos usuários é uma das técnicas de SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, uma estratégia que visa melhorar a classificação das páginas web nos buscadores, como o Google.

Quer dizer que um blog post sobre pressostato compressor tem maiores chances de aparecer entre os primeiros resultados, quando a plataforma é responsiva.

Como consequência, é possível aumentar o tráfego orgânico do site, já que os usuários tendem a clicar nos links que estão com melhor rankeamento.

Importante ressaltar que o SEO não se esgota na responsividade. A estratégia também usa outros artifícios, tais como:

  • Emprego de palavras-chave ao longo do conteúdo;
  • Produção de materiais informativos e de qualidade;
  • Construção de uma boa experiência de leitura;
  • Diversificação de conteúdos (texto, foto, vídeo);
  • Entre outros.

Aparecer com um bom rankeamento no Google é um dos objetivos mais comuns dentro do marketing digital. Por isso, ao elaborar um artigo sobre balança digital 180kg, vale a pena investir na utilização do SEO.

2 – Economia com o layout do site

Os sites responsivos são fáceis de gerenciar e de desenvolver. As atualizações aparecem tanto no desktop quanto nos dispositivos móveis, já que não há diferença entre os conteúdos. Com isso, a construção do layout é muito mais simples e econômica.

Afinal de contas, não é preciso requisitar que o programador construa duas plataformas totalmente diferentes, para se adaptar ao tamanho das telas.

Ou seja, os custos operacionais do site responsivo são muito mais otimizados e eficientes.

Portanto, mesmo um pequeno negócio, como uma empresa recém-criada de limpeza ar condicionado automotivo, pode investir na criação de uma página responsiva.

3 – Melhor experiência para o usuário

A experiência é tudo na internet. Os consumidores online tendem a comprar muito mais pelo que vivenciaram dentro de um site e pelo relacionamento com a marca, do que simplesmente por se depararem com um anúncio ou comercial.

Por isso, recomenda-se que as empresas não façam só uma propaganda de uma lampada de led redonda, mas sim, produzam um conteúdo interessante sobre o produto ou outro assunto que seja da curiosidade do público-alvo.

O mesmo vale para a responsividade: ao ter uma boa experiência de navegação, o usuário provavelmente terá mais confiança na sua empresa e, como consequência, irá recomendá-la para outras pessoas.

Dessa forma, é possível não só aumentar as vendas, mais atrair novos visitantes, interessados em compartilhar da mesma experiência positiva.

Além do mais, a responsividade aumenta a velocidade de carregamento dos conteúdos. Ou seja, o internauta consegue visualizar um vídeos sobre o funcionamento de uma caldeiraria industrial, por exemplo, muito mais facilmente.

O tempo também é responsável por melhorar a experiência do usuário. Afinal de contas, com uma rotina cada vez mais rápida e dinâmica, todos querem acessar um site com boa velocidade de carregamento das páginas.

Como criar um site responsivo?

Hoje em dia, é possível encontrar várias plataformas que já oferecem a possibilidade de criação de sites responsivos. 

Isso facilita muito para as empresas, em especial as que não podem arcar com custos de infraestrutura digital, em um primeiro momento.

No entanto, para quem deseja colocar novos recursos e explorar ao máximo da responsividade, recomenda-se contratar um profissional qualificado, como programadores e web designers, que fazem o trabalho de construção e implementação da infraestrutura.

Vale dizer que é importante escolher um tema responsivo para a sua página, já que muitos layouts podem “travar” em dispositivos móveis, devido ao tamanho do arquivo.

Outra dica é ter atenção ao tamanho das imagens. O ideal é optar por uma resolução que não prejudique a qualidade da foto ou da ilustração, garantindo boa visibilidade, mas que ao mesmo tempo, seja leve.

Aliás, é fundamental não usar, de maneira alguma, recursos em Flash. A própria Adobe já anunciou o fim do programa, devido aos inúmeros problemas de navegação e segurança, porém há ainda pessoas que insistem em usar o recursos.

Caso o seu site tenha planos em Flash e há a intenção em transformá-lo em uma página responsiva, busque por alternativas viáveis, como o Java e o CSS. 

Em caso de dúvidas, busque orientação de um programador ou web designer.

Conclusão

O número de dispositivos móveis cresce exponencialmente em todo o mundo. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), só o Brasil conta com dois dispositivos digitais por habitante e a estimativa é que o país tenha mais de 230 milhões de celulares ativos.

Com a facilidade de conexão à internet pelos celulares, em conjunto com o avanço e aperfeiçoamento cada vez mais fino da tecnologia, muitas pessoas têm substituído os computadores pelos smartphones, principalmente em relação às compras virtuais.

No começo do artigo, mostramos alguns dados que corroboram a afirmação, o que deixa claro a importância de adotar a responsividade para os comércios eletrônicos, sites e demais páginas web.

Espera-se que em um futuro não tão distante, a responsividade deixe de ser um diferencial competitivo, para ser uma obrigatoriedade, indispensável para todos os sites que desejam sobreviver no mercado exigente da internet.

Por isso, se a sua empresa ainda não investiu na promoção de uma boa navegabilidade em dispositivos móveis, está na hora de mudar essa perspectiva e buscar por soluções viáveis o quanto antes.

Mais do que vendas, a responsividade irá ajudar na atração de novos clientes, além de oferecer uma experiência única aos usuários.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Saiba como aplicar estratégias de Inbound Marketing para seu negócio

O Inbound Marketing é um dos pilares mais importantes do Marketing Digital, focado em atrair, converter e encantar clientes. Um conceito completamente diferente do que costumávamos ver antigamente.

Isso porque o marketing era sinônimo de interrupção, ou seja, as marcas tiravam as pessoas de suas atividades diárias, como assistir TV, para mostrar os benefícios de seus produtos e serviços através dos comerciais.

Os tempos mudaram e hoje vivemos em uma era digital que trouxe novos conceitos para se fazer e trabalhar o marketing. Mas isso só aconteceu porque a internet mudou radicalmente o comportamento do consumidor.

Eles estão mais bem informados e sempre buscando saber mais a respeito daquilo que desejam ou precisam comprar, independentemente do que seja.

Por isso, as empresas precisaram criar novas formas de conquistar o público e fidelizar seus clientes. Então, surgiu o Inbound Marketing para atender às necessidades de quem vende e de quem compra.

Ele é tão importante que faz parte das estratégias de empresas de todos os tamanhos e setores ao redor do mundo. 

Para que você e seu negócio não fiquem de fora, neste artigo vamos falar sobre o que é Inbound Marketing e quais suas principais estratégias. Acompanhe!

O que é Inbound Marketing?

Inbound Marketing é um extenso conjunto de estratégias que se baseiam na criação e compartilhamento de conteúdos direcionados a um público-alvo específico.

Por meio de materiais ricos e ações bem planejadas, ele conquista a permissão das pessoas para se comunicar com elas de maneira direta.

A partir disso, uma fabricante de fita de led para sanca, por exemplo, consegue criar um relacionamento com seus clientes que promete ser duradouro.

Ou seja, ao invés de usar a velha prática de interromper o público, o Inbound consegue atraí-lo por meio de conteúdos relevantes.

Eles geram impactam nas pessoas e fazem com que elas se sintam confiantes, permitindo que a marca se aproxime e crie um relacionamento que as leve até a venda.

É exatamente por isso que essas estratégias são conhecidas como “Marketing de Atração” ou “Novo Marketing”.

Sua visão é estimular a aproximação dos clientes até as empresas, atraídos pela sua mensagem, o que facilita na hora de apresentar as soluções e transformar clientes em verdadeiros fãs da marca.

Possibilidades e desafios do Inbound Marketing

Assim como qualquer outra prática do Marketing Digital, o Inbound traz possibilidades e desafios em sua aplicação. Por exemplo, se uma clínica de depilação a laser masculina aplicá-lo, pode encontrar desafios como:  

1 – Boas práticas e tempo

Essa ação não funciona da noite para o dia, o que é um dos maiores dificuldades na hora de converter clientes. Boas práticas de Inbound provêm de muita pesquisa e teste, que resultam em crescimento orgânico e aumento de tráfego.

2 – Investimento e fidelidade

A fidelidade é outro ponto crucial para a efetividade do Inbound Marketing. É preciso um planejamento de médio e longo prazo, além de manter ações e investimentos ininterruptos para atingir os resultados esperados.

Com relação às possibilidades, podemos destacar:

Conteúdo gerado por consumidores

Uma empresa de curso do mopp pode usar o Inbound de modo a dar voz aos seus consumidores. Estamos na era do Customer Success (sucesso do cliente), e deixar o consumidor falar é cada vez mais importante. Dentre os materiais gerados por eles estão:

  • Reviews;
  • Pontuações;
  • Comentários;
  • Avaliações.

Eles podem ser inseridos na produção de conteúdos que sigam as técnicas de Inbound. Isso fortalece a relação com os clientes e torna a marca mais confiável.

Diferença entre Inbound e Outbound Marketing

O Inbound e o Outbound Marketing são diferentes em seus conceitos e aplicações, e é importante que as empresas compreendam suas distinções.

Enquanto o Inbound está focado em atrair por meio de conteúdos relevantes, o Outbound age com base em ações ativas, como anúncios, contato por telefone, e-mail, estande de vendas em eventos, propagandas na TV etc.

São ações são de custo mais elevado e que nem sempre possibilitam a medição de seus resultados.

Já uma empresa que retira entulho vai usar o Inbound em canais diferentes, como seu site, blog, redes sociais e e-mails informativos. Tudo possibilitando uma mensuração rápida e assertiva.

Como exemplo de Outbound Marketing, podemos citar os links patrocinados, que são anúncios pagos veiculados em sites de busca, redes sociais etc.

O Inbound, por sua vez, tem como exemplo o envio de um e-book para o lead, por meio de um endereço de e-mail fornecido por ele, contendo informações importantes e relevantes a respeito de um assunto que lhe interessa.

Principais estratégias de Inbound Marketing

Depois da comparação feita acima, deu para entender que o Inbound Marketing trabalha com práticas orgânicas muito importantes para ressaltar a autoridade da marca e sua credibilidade.

No entanto, é preciso conhecer bem e saber trabalhar com suas principais estratégias, conforme veremos a seguir.

1- SEO

SEO é uma sigla para Search Engine Optimization, ou “otimização para motores de busca”.

Como o próprio nome já diz, é um conjunto de técnicas que uma fabricante de barraquinha para festa usa para influenciar os algoritmos de buscadores como o Google, melhorando o seu posicionamento nos resultados de uma pesquisa.

Para usar essa estratégia, a empresa precisa lançar mão de algumas práticas que a envolvem, tais como:

URL

A URL da página do site ou blog de uma marca precisa ser amigável e conter a palavra-chave principal de seu conteúdo.

Uma URL amigável consiste em um endereço fácil de ser decorado, sem a presença de números ou símbolos. Por exemplo, se uma pessoa pesquisar sobre acupuntura para ansiedade no Google, vai encontrar muitos resultados.

Os primeiros são de sites com endereços das páginas como “www.clinica.com.br/beneficiosdaacunputuraparaansiedade”.

Uso de palavras-chave

A palavra-chave é a base de um bom SEO, e como você viu, ela está presente até mesmo na URL de uma página. Esta consiste nos termos mais buscados pelo público-alvo de uma empresa.

Também precisa estar presente nos conteúdos, em seus títulos e ao longo da página para que o buscador possa indexá-la e classificá-la entre os primeiros resultados.

2 – E-mail marketing

O e-mail continua sendo um dos principais canais de comunicação entre empresa e cliente, além de ser uma das melhores estratégias dentro do Inbound.

Por meio dele, uma que conserte instalação elétrica aparente consegue estabelecer um relacionamento com seus leads, trabalhar o funil de vendas, fidelizar clientes e muitas outras possibilidades.

Ela faz isso por meio do envio de conteúdos de valor, como newsletter, e-book e informações sobre atualização de conteúdos no blog.

Ou seja, é um excelente canal para veicular materiais de qualidade, dentro das especificações do Inbound Marketing.

3 – Blog

Os blogs são indispensáveis para as empresas em todos os setores e portes, pois é a principal plataforma para publicação de materiais relevantes para o público.

Por exemplo, se um despachante cria um conteúdo sobre transferência de veículo detran, ele vai publicá-lo no blog, onde também haverá outras publicações sobre os mais variados assuntos de sua área de atuação.

Ele até pode publicar no site, mas essa plataforma é mais indicada para assuntos institucionais e vendas, o que faz do blog imprescindível para o sucesso das estratégias em Inbound Marketing.

5 – Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo se tornou, hoje, uma das ações mais importantes do Marketing Digital quando o assunto são as estratégias orgânicas, e ele é a base do objetivo do Inbound.

Trata-se da criação de materiais ricos e relevantes, que têm como intuito informar o público-alvo, gerando autoridade para a marca credibilidade no que faz e conquistando leads para os negócios.

Esses materiais podem ter vários formatos, podendo ser um e-book, áudios, vídeos, infográficos, entre outros, e abordam os assuntos de uma maneira aprofundada.

Ele é essencial porque os consumidores estão sempre em busca de informações, e como abordado no início do texto, eles estão cada vez mais informados a respeito do que querem ou precisam comprar.

A internet possibilita que eles encontrem milhares de empresas que ofereçam um mesmo produto ou serviço, mas só vão confiar naquelas que demonstram autoridade naquilo que fazem.

Os materiais criados com o Marketing de Conteúdo mostram a competência e a capacidade que uma marca tem para solucionar os problemas de seus clientes. Por isso, é parte do Inbound e deve ser trabalhado pelas empresas.

Conclusão

Estar na internet não é simplesmente criar um perfil nas redes sociais ou um site e achar que os resultados vão aparecer. É preciso trabalhar o Marketing Digital do jeito certo, usando suas melhores estratégias.

E entre as principais está o Inbound Marketing, que engloba as melhores práticas orgânicas para que uma marca conquiste espaço, reconhecimento e respeito por parte dos consumidores e da concorrência.

Tem a capacidade de beneficiar quem vende, porque mostra a credibilidade da empresa; e de quem compra, entregando valor, informação e solução.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Entenda a importância de criar um blog para sua empresa

O blog é uma importante ferramenta de comunicação e compartilhamento de conteúdo, sendo usado como uma espécie de “diário virtual” por internautas de todo o mundo. 

Nos últimos anos, as vantagens da plataforma passaram a ser reconhecidas pelas empresas, que incorporaram o recurso como parte das estratégias de marketing digital.

Muito disso deve-se à própria dinâmica dos consumidores online, sedentos por informação e conteúdo de qualidade. Neste cenário, os blogs são capazes de oferecer materiais interessantes e valiosos, atendendo às demandas dos usuários.

Por esse motivo, ter um blog tornou-se fundamental para quem deseja se destacar no mercado digital. Afinal de contas, é a principal plataforma para aplicação das iniciativas de marketing de conteúdo.

No artigo de hoje, entenda a importância de criar um blog para sua empresa e como usar a ferramenta para melhorar os resultados de marketing. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que é um blog?

O blog nada mais é do que uma página da internet usada para compartilhamento de conteúdo, seja em forma textual, em áudios, vídeos, imagens, desenhos, etc. 

Ou seja, é como se fosse um banco de armazenagem de materiais, usado conforme os interesses do(s) proprietário(s).

Inclusive, o blog é comumente usado como projeto pessoal (os famosos “blogueiros”) para a promoção de celebridades da internet, que podem ou não usar o canal para publicidade de marcas e/ou empresas.

Dessa forma, as pessoas constroem uma certa autoridade na área e se tornam referência no assunto, ao mesmo tempo em que trabalham com um grupo de seguidores que gostam, admiram e celebram o trabalho do(a) blogueiro(a).

No entanto, com o passar dos anos, os blogs foram além de páginas pessoais e se tornaram uma importante ferramenta de marketing digital.

Hoje em dia, já não é novidade nos depararmos com blogs corporativos, que normalmente são inseridos dentro dos sites institucionais das empresas, como parte do menu, em um espaço no qual o visitante pode ter contato com uma série de conteúdos.

Por exemplo, um empreendimento culinário pode usar o blog como uma espécie de caderno de receitas personalizado, dando dicas de preparo de refeições para os usuários, além de outros materiais relevantes.

Ou seja, o blog pode ser usado para esclarecer as principais dúvidas do público-alvo, construir um relacionamento saudável com os clientes e aumentar a visibilidade da empresa no mercado.

Quais as vantagens de ter um blog?

De acordo com uma pesquisa realizada pela Content Trends, as publicações em blogs são capazes de gerar 1,8 vezes mais visitas para as empresas, em comparação com  os negócios que não adotam a estratégia.

Outro estudo feito pelo E-commerce Trends revelou que os comércios eletrônicos que mantêm blogs alcançam 3 vezes mais visitas e 2,5 vezes mais clientes.

Com esses números, já dá para ter uma ideia da importância de criar um blog para a estratégia de marketing da sua empresa.

Mas quais seriam as vantagens dessa plataforma?

Para responder a esta pergunta, separamos uma lista dos pontos positivos de ter um blog. Confira!

1 – Melhor rankeamento nos mecanismos de busca

Atualmente, quase todos os usuários utilizam algum mecanismo de busca, como o Google ou o Bing, para iniciar uma pesquisa na internet. 

Entretanto, não basta aparecer nos resultados, é preciso ter uma boa classificação para atrair mais visitantes e gerar um bom tráfego orgânico.

Por esse motivo, os planejamentos de marketing digital envolvem o SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, um conjunto de técnicas que visa melhorar o rankeamento da sua página web dentro dos buscadores.

Uma das principais estratégias é o uso de palavras-chave, que são os termos mais pesquisados pelo usuário dentro de um conteúdo. 

Assim, ao tratar de lampada de led para residencia, por exemplo, utiliza-se esta palavra-chave, para que o algoritmo do Google possa classificar melhor o material.

Nesse sentido, os blogs aparecem como excelente ferramenta de SEO, visto que as plataformas são capazes de compartilhar inúmeros conteúdos, inclusive textos com o emprego das palavras-chave selecionadas.

Segundo um levantamento da HubSpot, os leads (potenciais clientes) obtidos com o SEO têm uma taxa de fechamento de 14,6%. Quer dizer que é uma boa forma de aumentar as vendas e aumentar o reconhecimento da empresa.

Importante ressaltar que o SEO não se limita ao uso de palavras-chave. A estratégia também envolve outras ações, como:

  • Criação de conteúdo valioso aos leitores;
  • Boa navegabilidade em dispositivos móveis;
  • Presença de menções e hiperlinks no conteúdo;
  • Inserção de imagens e materiais diversificados.

Ou seja, a otimização leva em conta a melhor experiência do cliente para classificar o conteúdo nos resultados de pesquisa.

2 – Aumento de leads e baixo custo

Os blogs servem como canais de comunicação e compartilhamento de materiais aos usuários. 

Por isso, uma empresa de corte e dobra de chapas pode usar a plataforma para falar mais sobre o negócio, oferecendo artigos, vídeos e imagens que tratam sobre o nicho específico de atuação. Esse é o chamado marketing de conteúdo.

Hoje em dia, os clientes não estão interessados somente em uma propaganda massiva a invasiva; ao contrário, querem ser bem informados.

Então não adianta nada ter um blog e só investir em anúncios – é preciso investir em conteúdo de qualidade.

Assim, ao invés de uma propaganda da persiana sob medida da sua empresa, você pode dar dicas de decoração com o produto, ou até mesmo falar sobre as suas vantagens.

Quem adota o marketing de conteúdo consegue gerar 5 vezes mais leads. Além disso, a estratégia custa 62% a menos do que em comparação ao marketing tradicional.

Aliás, existem plataformas gratuitas e de fácil gerenciamento, sem a necessidade de investir em nada para começar um blog. Se você mesmo for responsável por produzir conteúdo, então os gastos serão ainda menores.

Contudo, vale a pena investir em um trabalho profissional, para conquistar mais clientes e oferecer exatamente o que os usuários procuram.

3 – Educa o público sobre o seu negócio

Muitas vezes, as vendas não crescem porque as pessoas não conhecem o seu negócio e não sabem que têm a demanda. Por exemplo, é preciso recarregar extintores de incêndio com certa frequência, mas grande parte do público não tem essa informação.

Porém, os blogs podem alterar essa realidade, fornecendo conteúdos educativos sobre o seu produto ou serviço, bem como demais assuntos relacionados ao nicho de atuação.

Como consequência, os usuários passam a enxergar a demanda, algo que aumenta significativamente as chances de concretização de vendas.

Além disso, os blogs conseguem melhorar a visibilidade do seu negócio e, com isso, é possível aumentar a cartela de clientes e seguidores. 

Isso ocorre porque as pessoas que visitam sua página estão interessadas naquilo que você oferece.

Por exemplo, se um artigo traz as principais informações do uso de uma rosca transportadora, os visitantes têm suas dúvidas esclarecidas e isso cria uma relação de gratidão entre os usuários e a empresa. 

Dessa forma, as pessoas sentem-se mais propensas a fechar negócio com você, porque as ajudou.

Ou seja, ao educar o seu público, o blog também constrói um vínculo com a audiência, o que é fundamental para a fidelização dos clientes.

4 – Outra possibilidade de renda

Fora todas essas vantagens, os blogs também podem colaborar com outras possibilidades de renda para as empresas. 

Isso é válido também para pessoas que usam a plataforma como um canal pessoal, de autopromoção.

Quando o seu blog possui um grande número de acessos diários, é possível se cadastrar no Google AdSense, uma ferramenta publicitária que vende espaços na sua página para que outras empresas possam divulgar produtos ou serviços.

Desse modo, os anúncios ficam visíveis para os visitantes, e a cada clique no conteúdo, você recebe uma porcentagem do que o anunciante paga ao Google.

Por exemplo, o blog de um restaurante pode ter um anúncio de entrega motoboy, um serviço que não é diretamente concorrente, mas tem relação com a empresa, principalmente se o estabelecimento trabalhar com delivery.

É importante ressaltar que os anúncios devem ter relação com o nicho do seu empreendimento e, ao mesmo tempo, não é recomendável fazer propaganda de um concorrente direto.

Assim, pode ser interessante divulgar uma loja de andaime de ferro, caso a sua empresa seja do ramo da construção civil, por exemplo.

Conclusão

Ter um blog é extremamente vantajoso para as empresas. Não é à toa que grande parte dos planejamentos em marketing digital já incluem a plataforma como parte da estratégia de divulgação da marca.

No entanto, muitas pessoas ainda veem o blog somente como uma página pessoal. 

Por isso, é importante conhecer as especificações do canal para empresas e, assim, obter ótimos resultados, incluindo o aumento das vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/por-que-ter-um-blog/

https://resultadosdigitais.com.br/especiais/porque-criar-um-blog/#:~:text=Um%20blog%20tem%20alto%20potencial,estrat%C3%A9gia%20de%20Marketing%20de%20Conte%C3%BAdo.&text=Sendo%20consistente%20e%20com%20uma,papel%20no%20faturamento%20da%20empresa.

https://www.planoblife.com.br/maos-a-obra/13-estatisticas-de-blog/

https://robertaredatora.com.br/conheca-22-estatisticas-sobre-blog-que-vao-fazer-voce-querer-ter-um

inbound

5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para e-commerce

O Inbound Marketing é uma estratégia muito eficaz na prospecção de clientes, ainda mais para quem trabalha com a internet, como e-commerces e lojas virtuais.

Ao contrário das tradicionais experiências de propaganda, com anúncios invasivos e sensacionalistas de produtos ou serviços, o Inbound vai de encontro ao novo perfil do consumidor, muito mais interessado em adquirir conhecimento e ter informações valiosas.

Diante disso, ao invés de anunciar uma oferta de uma cadeira de escritorio sem rodinha, por exemplo, o Inbound Marketing irá desenvolver um conteúdo relevante, com dicas de decoração para home office, entre outras especificações para atrair os clientes.

De acordo com uma pesquisa da HubSpot, cerca de 75% das empresas que aplicam o Inbound Marketing acreditam que suas estratégias são eficazes. 

Ao lado disso, 59% dos profissionais de marketing afirmam que o método é capaz de oferecer leads (potenciais clientes) de melhor qualidade para a equipe de vendas.

As vantagens do Inbound são inúmeras, já que o público não se sente invadido pela publicidade, mas sim, contemplado com materiais ricos sobre um determinado assunto.

Assim, a estratégia leva em conta todas as etapas do processo de compra, oferecendo informações interessantes para influenciar na tomada de decisão. 

Ou seja, o Inbound Marketing converte conteúdos para os estágios de:

  • Aprendizado e descoberta;
  • Reconhecimento do problema;
  • Consideração de soluções;
  • Decisão da compra.

Em resumo, o Inbound entrega o conteúdo certo, para o perfil ideal do cliente, no momento mais adequado. 

Por esse motivo, o método é bastante eficiente na conversão de leads e no aumento das vendas nos comércios eletrônicos.

No artigo de hoje, conheça algumas dicas de como utilizar o Inbound Marketing para e-commerce e alcançar ótimos resultados!

1 – Invista na criação de conteúdo informativo

O conteúdo é o coração da estratégia de Inbound. Não é à toa que o marketing de conteúdo é o grande protagonista das campanhas, seja para o compartilhamento de materiais em blogs, redes sociais ou outras plataformas midiáticas.

Segundo a Content Trends, o marketing de conteúdo consegue gerar 4 vezes mais visitas em sites ou blogs, além de render 5 vezes mais leads para as empresas. No Brasil, mais de 70% das empresas utilizam a estratégia.

Para uma produção de qualidade, não basta falar apenas do produto ou serviço, mas trazer informações relevantes, que possam ser úteis para a audiência.

Por exemplo, se um e-commerce vende um gabinete de cozinha 2 metros, pode ser interessante falar sobre as vantagens dos móveis pré-fabricados. 

Ou seja, é trazer materiais sobre o nicho de atuação, sem necessariamente mencionar a mercadoria.

Importante ressaltar que a produção de conteúdo também deve ser diversificada e respeitar as especificações de cada mídia, até porque o artigo de um blog é diferente de uma legenda para um perfil no Instagram.

2 – Use técnicas de SEO (Search Engine Optimization)

O SEO, ou otimização para os mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas que visa melhorar a classificação da sua página web nos buscadores, em especial o Google. 

Dessa forma, o seu conteúdo pode aparecer em destaque dentro dos resultados de pesquisa, o que gera aumento no tráfego orgânico e maior conversão de leads.

É interessante notar que o SEO trabalha em conjunto com o marketing de conteúdo. Muito disso, deve-se à própria dinâmica do algoritmo do Google, que lê majoritariamente códigos e textos. 

Por isso, é comum que os e-commerces tenham blogs em seus sites, para compartilhar artigos e melhorar a classificação nos buscadores.

Uma das técnicas mais comuns do SEO é o emprego de palavras-chave. 

Assim, ao tratar sobre banho de niquel, por exemplo, o responsável irá empregar os termos mais pesquisados nos mecanismos de busca dentro do conteúdo, para ajudar no rankeamento.

Mas o SEO também faz uso de outros recursos, como:

  • Considerar uma boa experiência de leitura do usuário;
  • Ter linkagens dentro do artigo (link building);
  • Oferecer uma boa navegabilidade em dispositivos móveis;
  • Construir um material atrativo e relevante.

Conforme dados do SEO Trends, os e-commerces no Brasil que investem em otimização conseguiram 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes.

Por esse motivo, cada vez mais empresas buscam adaptar seus conteúdos com SEO. 

Diante disso, 61% dos profissionais de marketing afirmam que a estratégia é responsável pelo aumento da presença orgânica, sendo prioridade no Inbound.

3 – Identifique as personas

O Inbound Marketing tem como principal característica a oferta de conteúdo para um determinado público-alvo. Isso quer dizer que os materiais sobre micrometro centesimal, por exemplo, serão oferecidos para pessoas interessadas, com reais intenções de compra.

Para isso, é importante definir quem são as personas, isto é, o perfil ideal dos clientes. 

Somente assim, é possível orientar as campanhas, com conteúdos altamente segmentados, direcionados e assertivos.

A persona é um personagem semi-fictício, elaborado com base nas características do público-alvo do negócio. Para coletar esses dados, é necessário fazer uma pesquisa de mercado, coletando algumas informações, tais como:

  • Faixa etária;
  • Estado civil e gênero;
  • Escolaridade;
  • Nível socioeconômico;
  • Comportamentos de compra;
  • Localidade;
  • Entre outros.

Quanto mais dados, melhor. No entanto, a persona precisa ir além – tem que ter uma história de vida, um contexto. 

Isso ajuda na humanização do conteúdo e, consequentemente, as pessoas passam a confiar mais no seu e-commerce.

4 – Acompanhe o funil de vendas

Além de oferecer o conteúdo para a pessoa certa, o Inbound também direciona materiais no momento certo. 

Quer dizer, talvez o usuário ainda esteja longe de comprar cloreto de magnesio pa em pó 1kg porque ainda não recebeu informações suficientes para tomar essa decisão.

Por causa disso, o Inbound Marketing deve acompanhar o funil de vendas, isto é, a jornada de compra do consumidor. Dessa forma, é possível verificar em qual estágio o usuário está (mais próximo ou mais afastado do fechamento do negócio).

Normalmente, o funil de vendas é dividido em três etapas: 1) topo do funil (descobrimento); 2) meio do funil (consideração); 3) fundo do funil (compra).

Para o primeiro estágio, recomendam-se os blogs posts, em que o usuário irá conhecer mais sobre o produto ou serviço. 

Assim, é possível usar o SEO para que mais visitantes possam se deparar com um artigo sobre o uso da espatula de laboratorio, por exemplo.

No meio do funil, o usuário já conhece o produto ou serviço, sabe que tem um problema e precisa resolvê-lo, mas ainda não está completamente decidido. 

Aqui, vale a pena investir em ações de e-mail marketing, bem como demais iniciativas que ofereçam conteúdos continuamente e aprofundados aos leads.

Por fim, o fundo do funil é a compra propriamente dita. Neste momento, o cliente está levando em consideração possíveis concorrentes, então, é a hora de falar sobre os diferenciais do seu produto ou serviço. 

Por exemplo, o porquê a sua lona para tatame personalizada é considerada a melhor do mercado.

5 – Monitore os resultados

Há muitas maneiras de investir em Inbound Marketing. O segredo é saber direcionar as ações conforme o público-alvo, verificando os estágios de compra e considerando a produção de conteúdo informativo, relevante e de qualidade.

No entanto, assim como toda estratégia de marketing, o Inbound também exige o monitoramento e acompanhamento de resultados. 

Afinal, somente com a análise precisa de relatórios, é possível verificar se as iniciativas estão, de fato, gerando bons resultados ou é preciso adaptá-las.

Por exemplo, de nada adianta ter um grande número de visitantes no seu blog, se não há conversão de leads. 

Quando isso ocorre, é necessário pensar em novas estratégias para melhorar essa porcentagem e, assim, ter maiores chances de vendas.

Hoje em dia, há ferramentas especializadas na análise de resultados. Desse modo, os conteudistas podem ver o engajamento de uma publicação no Facebook sobre gaveteiro com rodinhas e comparar os dados.

No entanto, um erro muito comum é esquecer de fazer essa análise. 

Por isso, separe um dia do mês somente para verificar cada uma das iniciativas de Inbound e, se preciso, refazer algumas ações conforme os objetivos do seu e-commerce.

Conclusão

O Inbound Marketing visa atrair, encantar e fidelizar clientes, diferentemente do marketing tradicional. 

A abordagem faz uso de conteúdo relevante, oferecendo soluções para problemas específicos de um determinado público-alvo e influenciando a tomada de decisões durante a jornada de compra.

Talvez por isso a estratégia ganha cada vez mais notoriedade no mercado, já que grande parte dos conteudistas e profissionais de marketing consideram o Inbound como um dos métodos mais eficazes para prospecção de clientes.

No caso dos e-commerces, o Inbound se destaca ainda mais, visto que a estratégia é aplicada confortavelmente na internet, através de ações de blog posts, compartilhamento em redes sociais, e-mail marketing, entre outros.

Apesar de muito amplo, com as dicas acima, já é possível elaborar um planejamento assertivo de Inbound Marketing e, com isso, conquistar o reconhecimento no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/estatisticas-sobre-inbound-marketing/

https://inteligencia.rockcontent.com/estatisticas-de-seo/

https://blog.lahar.com.br/marketing-digital/inbound-marketing-e-commerce/

https://ecommercenapratica.com/como-usar-o-inbound-marketing-no-seu-ecommerce/

webinar

Webinar: saiba o que é e como funciona

Você já ouviu a previsão de que no futuro a internet será dos vídeos? E não é apenas um palpite, mas sim, diversas pesquisas indicam que, daqui há alguns anos, os vídeos irão dominar a internet.

Para você ter uma ideia, a sexta edição da Video Viewers em conjunto com o Google e Provokers, afirmou que o consumo de vídeo nos meios online cresceu cerca de 165% nos últimos cinco anos, enquanto o de programação de TV obteve uma aumento de apenas 24% no mesmo período.

Ou seja, o vídeo já está se tornando uma das ferramentas mais poderosas do marketing digital, já que também é capaz de gerar leads (potenciais clientes), ampliar o relacionamento de uma empresa, auxiliar no processo de nutrição e até mesmo impulsionar os leads em sua jornada de compra.

E o webinar é uma ferramenta que possibilita uma empresa a gerar estratégias de vídeo inovadoras e personalizadas.

Especialmente se você atua com nicho, como no fornecimento de conexões pneumáticas, por exemplo, o webinar pode ser vantajoso para explicar as vantagens e conceitos dos seus produtos, garantindo a experiência dos clientes.

Mas, afinal, o que é o webinar e como funciona? Neste post, nós iremos falar sobre todos os detalhes do assunto, por isso, continue nos acompanhando!

Afinal, o que é webinar?

O termo “webinar” é uma abreviação da expressão em inglês “web based seminar”, que significa algo como: seminário realizado pela internet.

Basicamente, o webinar é um modelo de videoconferência, ou seja, a conferência de vídeo entre dois ou mais dispositivos de maneira online e instantânea, só que com fins comerciais ou educacionais.

Ou seja, pode ser definido como uma palestra online. Imagine que uma empresa de insumos para cerveja queira lançar um novo produto e gostaria de apresentá-lo ao seu público.

Para isso, ao invés de ter o trabalho de organizar um evento e chamar todos os visitantes, levando em consideração os imprevistos, trânsitos, esforços e estrutura, a empresa pode utilizar a internet para realizar o seu próprio webinar de maneira online e otimizada!

Como funciona um webinar?

Normalmente, o webinar é uma videoconferência apresentada em formato de palestra ou seminário, ou seja, nela, há um apresentador que conduz todas as informações e exposição, além de também interagir com os visitantes por meio de um chat que fica incluso dentro da própria plataforma,

Hoje em dia, é possível encontrar diversas plataformas para a realização de um webinar, como o YouTube Live, GoToWebinar e até mesmo o Google Hangouts.

Se você vende rachador de lenha, com um webinar, é possível apresentar seu produto apenas utilizando uma câmera, microfones e alguns equipamentos de iluminação. Ou seja, é uma maneira simples e com um baixo custo para atrair leads, aumentar a sua notoriedade e melhorar o seu relacionamento!

Agora que você já sabe o que é o webinar e como ele funciona, o que está esperando para aplicá-lo em suas estratégias de marketing digital? Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente!

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

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5 dicas de como montar um blog para seu e-commerce

Apesar dos negócios e-commerce crescerem mais a cada dia, boa parte deles ainda não possuem um blog. O problema é que tal crescimento está tornando a concorrência mais agressiva, o que reforça a importância de conversar com o público.

É aqui que entra a importância de usar uma plataforma exclusiva para oferecer conteúdos de interesse do público-alvo, e não apenas para vender.

Os consumidores atuais estão sempre em busca de informação, algo que a internet oferece de sobra. Por isso, quem investe em estratégias como um blog e o marketing de conteúdo, se destaca frente à concorrência.

As empresas que se que sobressaem são as que estão antenadas e entendem a importância do blog, pois por meio dele, é possível aumentar o tráfego e o número de leads.

Além disso, ele traz muitas outras vantagens para as estratégias em marketing digital, principalmente para os e-commerces, que são modelos de negócio que dependem exclusivamente da internet para vender.

Pelo fato de muitas lojas virtuais ainda não usarem essa ferramenta, fica ainda mais fácil para as que usam saírem na frente.

Tendo isso em vista, vamos falar sobre a importância do blog para seu e-commerce, por que investir em marketing de conteúdo nessas plataformas e dar algumas dicas para estruturar seu blo. Acompanhe a leitura!

Importância do blog para plataformas e-commerce

O comércio eletrônico depende exclusivamente de suas estratégias na internet para crescer. Por isso, o primeiro passo é criar um blog, para ter acesso a vantagens como:

1 – Tráfego para a loja on-line

A criação de bons conteúdos no blog atrai clientes para o site da loja, e isso também está relacionado às estratégias em SEO. Isso porque conforme os posts são criados, páginas são adicionadas ao site, representando valor para o Google e outros buscadores.

No entanto, é preciso ter uma certa periodicidade de publicações, pois são materiais que ajudam os usuários a encontrarem sua página, gerando mais tráfego.

E para atrair mais tráfego, uma dica é colocar links dentro do post que direcione para outras páginas do blog ou do site.

2 – Poder de convencimento

O blog ajuda a destacar a loja em meio à concorrência, passando uma imagem de autoridade no assunto. Mas para chegar a esse resultado, é importante investir em conteúdos que falem sobre produtos mais recentes.

Também é interessante colocar entrevistas com clientes satisfeitos e abordar assuntos relacionados a produtos que ainda serão lançados.

Portanto, esse canal é interessante, educativo e mostra mais da autoridade da marca. Isso porque com ele a empresa pode dar dicas que encantem os clientes e os levem a comprar os produtos oferecidos.

3 – Destaque nas mídias sociais

Quando uma plataforma e-commerce de conserto de máquina compartilha conteúdos nas redes sociais, ela usa os materiais publicados no blog.

Isso faz com que a marca seja notada e dissemina seus conteúdos por meio de outras redes. Como resultado, há um aumento de visitantes no site e possíveis conversões de leads.

Para isso, é necessário descobrir o que a persona gosta de ler, e ele pode assumir diversos formatos, tais como:

  • Infográficos;
  • Vídeos;
  • E-books;
  • Whitepapers.

4 – Expõe a personalidade da marca

Por meio desse canal, o público compreende qual é a personalidade da marca. Isso transmite confiança para o consumidor, consequentemente o levando a realizar a compra.

Também é importante deixar um espaço para comentários embaixo de cada publicação. Essa estratégia permite a participação das pessoas e faz com que se sintam à vontade no ambiente da empresa.

Isso também ajuda a mensurar o engajamento e dá novas ideias para publicações futuras. Quanto aos comentários negativos, é importante responder cada um deles com cordialidade e objetividade.

Por que investir em marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo é uma estratégia que visa fidelizar e aumentar a rede de clientes de uma marca. Isso acontece, por exemplo, quando um escritório publica um material em seu blog com dicas para um bom projeto arquitetura.

Esses conteúdos também aumentam o engajamento, além de gerar valor para as pessoas. Como resultado, a empresa conquista uma imagem positiva e gera mais negócios.

Benefícios

A maioria das marcas existentes hoje no Brasil usam essa estratégia. Para as plataformas e-commerce, os benefícios são muitos, e dentre os principais, podemos citar:

Aumento do tráfego no site

Vamos imaginar que uma pessoa esteja procurando informações sobre elevador para cadeirante na internet. O site das empresas que oferecem esses serviços, bem como os blogs, serão a porta de entrada para um primeiro contato.

O Google representa o caminho que essa pessoa usou para chegar a essas páginas. Por conta disso, é indispensável produzir conteúdo relevante, assim o buscador coloca o seu blog nas primeiras páginas de resultados.

Educa os consumidores

Algumas pessoas podem não saber o que é, por exemplo, impermeabilização de telhado. E é exatamente com a produção de conteúdos que uma empresa que ofereça esse serviço consegue sanar as dúvidas dos clientes.

Consumidores esclarecidos têm muito mais chance de fechar uma venda do que os que não fazem ideia do produto ou serviço oferecido.

Conteúdos de qualidade eliminam objeções e deixa os clientes satisfeitos, pois eles passam a comprar mais conscientes.

Fidelização dos clientes

Conquistar novos clientes é importante, mas custa caro. Já a fidelização é menos trabalhosa, mais barata para as marcas e traz segurança para a receita.

Seja na hora de vender tenda de circo ou qualquer outro item, o marketing de conteúdo leva até o consumidor informações que, além de enriquecer os conhecimentos dele, o transforma em um verdadeiro fã.

Esses clientes voltam a comprar e, mais do que isso, falam bem da empresa para as outras pessoas.

Dicas para montar um blog

Em vista da importância do blog para as estratégias de marketing digital e o crescimento de uma plataforma e-commerce, vamos listar 5 dicas que são fundamentais para ter sucesso nessa empreitada. Dentre elas estão:

1 – Responsividade

Com o avanço da tecnologia, a maneira como as pessoas acessam a internet também mudou. Antigamente, somente os notebooks e desktops permitiam que uma pessoa procurasse, por exemplo, um gerador diesel.

Hoje em dia, ninguém mais precisa esperar chegar em casa para fazer isso. Por meio do celular, é possível pesquisar sobre qualquer assunto e entrar em qualquer página. 

Mas esses endereços na web precisam ser responsivos para que funcionem nos aparelhos móveis.

Este é o papel de um blog responsivo. Ele pode ser acessado e ter um bom funcionamento tanto em um celular, quanto em um notebook. Sites e blogs que não se adaptam bem a qualquer tamanho de tela perdem acesso e ficam para trás.

2 – Investir em SEO

Essa estratégia tem como objetivo colocar as páginas de um blog nos primeiros resultados dos sites de busca, como o Google.

Ela envolve o uso de palavras-chave mais usadas pelos usuários, além da produção de conteúdo de valor, dentro das estratégias de marketing de conteúdo.

Portanto, se uma plataforma e-commerce que oferece serviços para festas infantis usar esses recursos, e alguém pesquisar bolinha para piscina, as páginas de seu blog que falem sobre esse assunto aparecerão entre os primeiros resultados.

3 – Escolher um CMS

O CMS é um sistema de gerenciamento de conteúdo que permite customizar páginas, editar publicações, gerenciá-las, etc.

Também é possível trabalhar com outras ferramentas e até contratar um desenvolvedor para construir seu blog a partir do zero.

Independentemente de qual seja a escolha, é importante seguir esta dica para que o blog tenha uma frequência exata de publicações e ofereça a melhor experiência para o público.

4 – Pensar num layout

A parte visual do blog é muito importante, afinal, é a responsável por causar a primeira impressão para o visitante. É importante que ela prenda a atenção e deixe as informações bem organizadas.

Usar templates prontos não é proibido, mas o ideal é que ele seja personalizado para que tenha as características e personalidade da loja.

Além disso, quando uma loja virtual de solda de alumínio, por exemplo, estrutura bem o layout, ela consegue oferecer a melhor experiência ao usuário e este é um fator determinante para a permanência dele na página.

5 – Escolher um bom domínio

O domínio precisa chamar a atenção e ficar na cabeça das pessoas. Isso é mais fácil para elas acessarem e também indicarem a outros visitantes.

A simplicidade e a sonoridade são fundamentais na hora de criar o endereço, além disso, a disponibilidade dele deve ser averiguada antes. Se ele estiver disponível, é importante registrá-lo imediatamente após a criação.

Conclusão

A internet trouxe muitos recursos para as empresas por conta das estratégias em marketing digital e canais de mídia para veiculação.

Um desses recursos é o blog, que é muito vantajoso para que marcas estabeleçam uma comunicação valiosa com os consumidores e leve a um bom relacionamento entre ambas as partes.

Para os negócios e-commerce, que dependem da internet para vender, o blog tornou-se uma excelente ferramenta de destaque para vencer a concorrência, conquistar novos clientes e fidelizar os que já existem.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Saiba como o Guest Post pode alavancar seu site

A palavra da vez em termos de marketing digital é “conteúdo”, afinal, sem gerar materiais interessantes e gratuitos, dificilmente, um empreendimento conseguirá se tornar uma autoridade no seu segmento. Nesse contexto é que surge o Guest Post.

As relações de compra e venda mudaram muito nos últimos anos. Hoje, antes de depositar sua confiança em alguma empresa, um cliente costuma ler todo tipo de material a respeito não apenas da solução de que precisa, como daquela própria marca.

Isso vale tanto para produtos de consumo (como roupas, calçados, relógios, alimentação e afins) quanto para serviços distintos: da relação B2C à B2B, desde a área de corte de tubos de aço até soluções contábeis, jurídicas, tecnológicas, etc.

Em ambos os casos, é praticamente impossível que o comprador se convença apenas com o que está escrito no site institucional da empresa, sem recorrer às redes sociais, plataformas de qualificações/feedbacks, blogs e demais canais de interação.

Daí a importância da empresa estar sempre gerando conteúdos de qualidade, mantendo seu público informado e, claro, trocando conteúdos com outros blogs, por meio de estratégias como a de guest post.

Portanto, se você quer entender melhor como isso funciona, e como pode aumentar a relevância do seu site e do seu negócio, siga adiante na leitura.

Via de mão dupla: os dois lados ganham

Em tradução direta guest post significa “post convidado”. Trata-se, portanto, de um artigo escrito por outro blog que não o seu, e publicado no seu espaço; ou publicado no seu blog, apesar de ter sido escrito por outro canal.

Como vimos, o segredo do sucesso na internet tem nome: tráfego. É preciso que você tenha visitantes, que as pessoas cheguem até você, que elas não apenas gostem do que leem, como queiram comentar, curtir, compartilhar, etc.

Contar com o peso de um blog especialista na sua área é uma das melhores estratégias que uma página pode utilizar. O mais interessante é que isso gera vantagens para ambas as partes, dessa forma, os dois lados saem ganhando.

Se um canal especializado em solda em aço carbono troca um conteúdo com você, por exemplo, o que se entende é que você também conhece do assunto e pode ser uma autoridade. Ao mesmo tempo, a troca gera tráfego, como veremos adiante.

É assim que os guest posts têm se tornado uma estratégia de sucesso. Ao contrário do que alguns pensam, qualquer tipo de conteúdo pode ser trocado, não apenas textos mais populares ou de grande apelo, como os opinativos, políticos, etc.

Em muitos casos, essa estratégia pode se focar em áreas totalmente nichadas e específicas, como a respeito de caldeiraria tubulação industrial, por exemplo.

Outra vantagem da troca de conteúdo, é que os materiais podem ser feitos em formato evergreen. Ou seja, sem datação que os limite, de modo que “durem” por mais tempo, e possam ser lidos dali anos com a mesma atualidade e o mesmo engajamento.

Tráfego de referência e demais vantagens

Todo mundo que gera conteúdo sabe que nem sempre é fácil manter uma linha de produção com a frequência necessária.

Se você atrasa muito para postar, por exemplo, é possível que seu público “esqueça” que você existe, pois o bombardeamento de informações é contínuo.

Por outro lado, escrever sempre, ou quase diariamente, implica em um risco elevado de cair na mesmice e na repetição, tornando seu blog monótono.

Com isso, as vantagens da estratégia de guest post e troca de conteúdo podem ir além do que se imagina, sendo as principais delas:

  • Aumento de autoridade/reconhecimento do blog;
  • Aumento do alcance e disseminação do site;
  • Otimização das páginas e tráfego de referência;
  • Maior variedade de assuntos abordados;
  • Entre outros pontos.

Veja que todas essas pautas são bilaterais. Ou seja, elas dizem respeito tanto aos benefícios por parte do blog convidado e do criador do conteúdo, quanto por parte da página que recebe o conteúdo criado.

Um exemplo prático é o de um blog que se especializou em investigação confirmatória de passivo ambiental, uma área ampla que pode atender desde empresas privadas até repartições públicas, com foco em construção civil ou em engenharia ambiental.

Ao produzir conteúdo como convidado para um canal assim, que tem longo alcance, você cria uma relação entre as partes. Como sabemos, ao associar-se a uma marca, junto vêm a credibilidade e a imagem da outra parte.

Inclusive, esse tráfego de referência é uma técnica de SEO, como veremos no último capítulo. 

Outra estratégia similar é a do link building, que é uma ação voltada para gestão de links de empresas que geram maior autoridade/ranqueamento para uma página.

Guest post: sinergia com a publicidade atual

Uma das maiores exigências das gerações mais novas, dos “nativos digitais” da Geração Z, é que as marcas não façam propagandas afrontosamente comerciais.

Essa quebra de paradigma mudou profundamente o modo de se fazer marketing, não apenas o digital como também a publicidade tradicional. Tanto que os comerciais de TV apresentam muito mais storytelling, do que saldões e promoções.

Sendo assim, é preciso pescar o cliente por meio da criatividade. A mera propaganda que se fazia antigamente, já não convence, nem engaja tanto.

A sinergia que essa nova tendência tem com o guest post é incrível, pois por meio dele, os blogs precisam atrair visitantes e gerar tráfego, sem que isso soe explicitamente comercial.

Como na suposição que demos acima (do blog que escreve sobre a área de construção civil/engenharia ambiental): ainda é possível um canal assim divulgar novas soluções, ir além da investigação confirmatória cetesb, e fazer uma série de outros artigos.

Nas novas postagens, é possível falar sobre perícia judicial, ou sobre análise de incidentes, chamando a atenção do público para essas ofertas. Tudo sem precisar falar em promoções, preços, formas de pagamento e apelos comerciais desse tipo.

Quanto mais conteúdos um canal tiver, e quanto mais utilizar a estratégia de guest post, melhor será sua relação e influência em termos de relevância.

Em que ele difere da publicidade paga?

Além de aumentar o tráfego de uma página ou a relevância de um blog, realizar esse tipo de troca de conteúdos guarda outra vantagem incrível: tudo isso é de graça, não é preciso investir altos valores em publicidade.

Claro que conteúdos mais técnicos como enchimento torre de resfriamento, que lida com indústrias de termoplásticos e afins, envolvem muito know-how e formações da parte de quem vai produzir o conteúdo a ser trocado.

Seja como for, comparado com os as publicidades pagas, o guest post não custa nada, a não ser a expertise envolvida entre as partes.

Além disso, os conteúdos trocados não precisam necessariamente ser do mesmo segmento. Como o foco é aumentar o tráfego da página, certamente seus leitores terão interesse em outros tipos de matérias.

Embora os motores de busca tenham parâmetros que entendem que um tráfego de referência ocorrido, por exemplo, entre blogs do mesmo segmento, gere uma experiência melhor em termos de pesquisa e leitura.

Ainda assim, oscilar entre assuntos mais nichados e outros de jornalismo, conhecimentos gerais, dicas de saúde e afins, pode ser uma opção, dependendo da estratégia.

Bônus: os tipos de tráfego existentes

Como vimos acima, “tráfego” é uma das grandes palavras quando o assunto é internet e marketing digital.

De fato, não adianta muito garantir que seu blog tenha os melhores conteúdos, se ele não for acessado por ninguém. 

É claro que existe um crescimento orgânico, onde as pessoas “virão” aos poucos, mas há modos de acelerar isso.

Atualmente, os principais métodos existentes para gerar tráfego são os seguintes:

  • Tráfego direto;
  • Tráfego orgânico;
  • Tráfego de referência;
  • Tráfego pago;
  • Tráfego social.

Se uma página faz link patrocinado para posicionar a palavra-chave “calibrador de rosca tipo anel”, por exemplo, ela está gerando tráfego pago. 

Contudo, nem sempre alguém está disposto a pagar, além disso, nem sempre pagar significa ter autoridade, mérito ou influência.

Já a parte da estratégia orgânica de SEO (Search Engine Optimization), mencionada lá no topo, inclui outros algoritmos, todos baseados em mérito. Quando bem feita, ela permite que seu site apareça com destaque nos grandes motores de busca, como o Google.

Assim, quando um cliente pesquisar algo, como “produtos para marmoraria”, você aparecerá na primeira página, graças à relevância da sua página, gerada por estratégias como as de link-building e guest post.

De fato, cumprir os requisitos de uma boa estratégia de guest post é um dos melhores modos de alavancar o seu site e mudar sua empresa de patamar.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Lead Magnet over paper background attracting and retaining many spheres, symbol of new customers. B2B inbound marketing concept. 3D illustration

Inbound ou Outbound: qual a melhor estratégia de marketing para sua empresa?

As estratégias de marketing de uma empresa podem ser trabalhadas de duas formas diferentes, com o Inbound e o Outbound Marketing. Enquanto o primeiro busca despertar o interesse dos clientes com conteúdos relevantes para que eles cheguem até o produto, o Outbound utiliza técnicas mais tradicionais, com propagandas físicas e digitais.

Com a crescente popularidade da internet, é comum que os empreendedores tenham dúvidas sobre as melhores formas de divulgar o seu negócio. 

É preciso ter em mente que não existe ação de marketing superior ou inferior. Nesse caso, ambas podem ser extremamente benéficas para os negócios, dependendo do segmento de atuação ou da dimensão das empresas.

Contudo, é cada vez mais importante que os empreendedores entendam as principais diferenças entre as estratégias. Assim, fica mais fácil decidir qual estratégia tem maior potencial para alavancar a empresa.

O que é Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é uma estratégia que tem como principal foco a atração e fidelização dos consumidores. Em uma tradução livre do inglês para o português, o conjunto de ações também pode ser chamado de Marketing de Atração. 

A ideia não é ir atrás do cliente. O Inbound foca em despertar o interesse dele, para que ele venha até a empresa com interesse nas soluções que ela oferece.

Essa atração é uma conquista que ocorre por meio de materiais informativos, de qualidade e úteis para o público da empresa, disponíveis em blogs, sites ou redes sociais.

Como a produção de conteúdos é a base do Inbound Marketing, é extremamente necessário que eles sejam adequados para o público da empresa.

Para despertar o interesse genuíno na audiência pelos produtos ou serviços oferecidos, é fundamental que os empreendedores conheçam bem o seu público. Interesses, dúvidas e desafios comuns à audiência da empresa irão guiar a produção de materiais.

Assim, as empresas conseguem oferecer informações relevantes. Elas ajudam na resolução de problemas, fazendo o potencial cliente enxergar uma oportunidade, em que o produto da empresa se mostra uma solução.

A empresa deve investir em conteúdos para as diferentes etapas da jornada de compras. Assim, ajuda o público a caminhar até a fase final, quando ele se efetiva como cliente.

Portanto, por meio do Inbound Marketing, os conteúdos atrativos ajudam a aumentar o tráfego do site da empresa. Com pontos de conversão (como formulários ou landing pages), as marcas também conseguem transformar os visitantes em contatos. Eles representam potenciais compradores e também podem ser chamados de Leads.

Com uma boa base de Leads, a empresa pode até criar um canal de relacionamento com os clientes, por meio do Email Marketing. Assim, ela consegue nutrir essa pessoa com informações relevantes, que incentivem a sua intenção de compra.

Por isso, quando o Inbound Marketing é bem planejado e executado, ele se mostra relevante principalmente para os clientes, com conteúdos adequados e não intrusivos. A venda acaba sendo um resultado de ações bem orientadas e específicas.

O custo do Inbound Marketing talvez seja uma grande vantagem a se destacar. É possível fazer pequenos investimentos e ter grandes retornos. Com o tempo, quanto melhor o conteúdo produzido e promovido pela marca, menor tende a ser a necessidade de investimento em mídias pagas.

Portanto, para resumir o Inbound Marketing, trata-se de uma metodologia pautada em:

  • Conteúdos para educar ou entreter o público;
  • Atração do cliente até a empresa;
  • Comunicação em duplo sentido;
  • Clientes atraídos em ferramentas de pesquisas, pelo SEO;
  • Menor custo médio para aquisição de clientes;
  • Movido a criatividade e esforço na produção de material;
  • Marketing de permissão com conteúdos relevantes.

O Inbound Marketing na prática

O Inbound Marketing pode ser aplicado para a promoção de empreendimentos de diferentes setores e proporções, e não só para o segmento de tecnologia, como muitas pessoas podem pensar.

Um hospital para animais, por exemplo, pode investir na produção de conteúdos para atrair e reter os proprietários de pets.

Para isso, o primeiro passo é criar um site para a instituição. Ele deve ser otimizado com boas práticas de SEO (Search Engine Optimization) e estruturado para proporcionar uma boa experiência aos usuários. 

Depois, recomenda-se a criação de um blog. Uma transportadora de mudanças, para exemplificar, pode utilizar o blog como canal para atração dos clientes, abordando as principais dúvidas do público.

Vale lembrar a jornada de compra que o cliente percorre até a decisão final. Os visitantes do site podem estar em diferentes etapas da jornada. 

No caso de um blog de uma empresa especializada em aluguel de caçamba entulho, por exemplo, o visitante pode ainda não estar convencido da importância do serviço, no início da jornada. Por outro lado, pode haver outros que já estejam pesquisando empresas para a contratação.

Por isso as empresas devem investir em materiais para suprir as necessidades do público em todas as fases. Assim, consegue despertar o interesse de diferentes tipos de consumidores em potencial.

Depois de atrair e captar os potenciais clientes, ou leads, a empresa de instalação de placa solar, por exemplo, pode pensar em formas de nutrir e manter um relacionamento com essas pessoas. Então, a marca pode criar campanhas de Email Marketing.

O que é Outbound Marketing?

Por sua vez, o Outbound Marketing também pode ser chamado de Marketing Tradicional. Ele atrai os clientes e potenciais clientes pelo oferecimento direto de produtos ou serviços.

No Outbound Marketing a marca vai atrás do consumidor de maneira mais ativa, sem necessariamente gerar um interesse genuíno no cliente em potencial.

As estratégias tradicionais são bastante populares em canais como programas de rádio, de televisão, jornais, revistas, correspondência por mala direta, cartazes e outras formas comuns de publicidade.

Além disso, hoje em dia o Outbound Marketing também pode ser aplicado no meio digital. Nesses casos, os usuários são surpreendidos com propagandas. Elas podem aparecer em pop-ups, banners em sites, emails disparados em massa, etc.

Geralmente o Outbound demanda um investimento maior, em comparação com a metodologia Inbound. O ponto negativo disso é que, caso a empresa precise cortar os investimentos na área, ela pode simplesmente sumir da mídia. 

Já os conteúdos do Inbound continuam na internet e podem ser acessados a qualquer momento e de diversos tipos de dispositivos.

Portanto, para resumir o Outbound Marketing, trata-se de uma metodologia pautada em:

  • Propagandas ativas, com divulgação direta dos produtos;
  • A empresa procura o cliente;
  • Comunicação em um único sentido;
  • Prospecção ativa com outdoors, flyers e anúncios;
  • Maior custo médio de aquisição de clientes;
  • Pouco ou nenhum valor agregado com os conteúdos;
  • Marketing baseado na interrupção.

O Outbound Marketing na prática

Embora alguns empreendedores pensem que a metodologia Outbound serve apenas para empresas mais tradicionais, tratam-se de ações que podem ser bastante benéficas para empresas de diversos segmentos e dimensões.

Um despachante, por exemplo, pode divulgar uma promoção na consultoria para laudo cautelar veicular por meio de flyers. Além de fazer uma ação de panfletagem, também pode investir em propagandas em rádios, atraindo o público local, interessado especialmente nas ofertas.

Por outro lado, para garantir presença digital, uma construtora, por exemplo, pode divulgar os serviços com anúncios pagos nas redes sociais. Assim, pode alcançar interessados em boas condições para serviços como a restauração de fachada predial.

As ações contribuem para que as empresas alcancem um elevado número de pessoas, sendo que dentre elas haverá aqueles que podem ser atraídos pelas ofertas, com interesse em se tornarem clientes.

Inbound e Outbound: como mesclar os dois?

Para garantir o crescimento exponencial das empresas, o ideal é que elas invistam em ambas as técnicas, já que uma não anula a outra.

Para vender um armário de aço escritorio, a fabricante pode produzir conteúdos informativos para o blog, abordando as vantagens do material, problemas que o móvel ajuda a resolver, dicas para escolher o armário ideal, entre outras ideias. 

Mas também pode promover diretamente o produto quando houver promoções ou descontos especiais.

O que a empresa deve levar em conta é o ROI (Retorno sobre o Investimento), que vai apontar as ações e canais que podem valer mais a pena o investimento de tempo e dinheiro.

Para ambas as metodologias, as plataformas digitais possibilitam o acompanhamento dos resultados. Na rádio ou TV, por exemplo, pode ser mais difícil descobrir quantas pessoas tiveram acesso ao anúncio e quantas foram atraídas por ele.

Contudo, o que de fato pode guiar na mistura entre as estratégias é o conhecimento sobre o perfil dos clientes, a jornada de compra que eles realizam, ticket médio que costumam gastar e outros aspectos. 

O empreendedor também deve considerar o modelo de gestão da sua empresa, e contar com profissionais qualificados, com experiência para garantir as ações mais adequadas.

Para unir as estratégias, uma ideia é a promoção do serviço de recepcionista para eventos com indicações no meio offline impulsionadas por e-mails, por exemplo.

Por fim, tendo em mente que uma metodologia não exclui a outra, as empresas conseguem atrair cada vez mais clientes, formando uma poderosa estratégia de marketing para impulsionar as vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Cropped shot of Young asian man is working at home with his laptop to protect against Corona virus or Covid-19.

Estratégias de comunicação nas Redes Sociais e a Pandemia do Coronavírus

Desde que a OMS (Organização Mundial da Saúde) declarou o novo coronavírus como uma pandemia, várias empresas estão colaborando para diminuir a transmissão da doença, e investindo no compartilhamento de informações relevantes e verdadeiras no combate ao Covid-19.

Afinal de contas, há muitas notícias falsas circulando por aí, especialmente na internet, que podem desinformar as pessoas, indo na contramão do que recomendam os órgãos de saúde.

Por esse motivo, é importante pensar em estratégias de comunicação, principalmente dentro das redes sociais, que tragam conteúdos verdadeiros a respeito da pandemia do coronavírus, para que os usuários possam ser, de fato, informados com responsabilidade.

Enquanto empresa, é necessário compreender que, em momentos de crise como este, é dever da gestão manter as redes de relacionamento e comunicação como forma de manter a proximidade com o público-alvo, a afinidade com os clientes fiéis e o respeito com a audiência.

Isso torna a sua empresa credível dentro do mercado e é uma maneira de se destacar, em meio de um boom de informações falsas.

Além disso, se você tem um negócio que não é da área da saúde, como uma retifica de motores automotivos, deve introduzir como parte da sua estratégia de comunicação nas redes sociais a procura por fontes confiáveis e que têm autoridade no assunto.

No artigo de hoje, vamos falar mais como compartilhar informações verdadeiras a respeito da pandemia do coronavírus, e a adotar esse hábito como parte das estratégias de comunicação para redes sociais. Acompanhe a leitura!

Coronavírus: o que é importante saber

De acordo com o Ministério da Saúde, o Coronavírus (CID10) é o nome dado a uma família de vírus que são responsáveis por infecções respiratórias. 

O novo coronavírus, ou Covid-19, foi descoberto em dezembro de 2019, na China.

Os sinais e sintomas do atual agente do vírus são principalmente respiratórias, bem semelhantes a uma gripe. 

Contudo, o vírus pode causar infecção no trato respiratório inferior, ocasionando possíveis pneumonias e, até mesmo levar a óbito, em casos de pessoas imunocomprometidas, crianças e idosos.

Ainda estão sendo feitas novas pesquisas e investigações acerca dos sintomas do Covid-19, porém, os sinais mais conhecidos são:

  • Febre;
  • Tosse;
  • Dificuldade para respirar;
  • Espirros.

Atualmente, diversos governos estão adotando medidas preventivas para conter a transmissão do coronavírus, incluindo as orientações de distanciamento social, higienização periódica das mãos (com água e sabão, além do uso de álcool gel), bem como optar por ambientes ventilados.

Desse modo, muitas pessoas estão realizando suas atividades em casa, via internet.

Setor automotivo como exemplo de comunicação através das Redes Sociais

A tecnologia tem dado muito respaldo à isso, visto que é possível fazer a renovação de CNH vencida quase toda online.

Quanto à transmissão, o Ministério da Saúde diz que as investigações ainda estão em andamento, mas constata-se a disseminação da doença de pessoa para pessoa, por meio de gotículas respiratórias ou de contato físico.

Assim, qualquer um que tenha contato próximo (cerca de 1 metro) de alguém infectado, ou que apresente sintomas do Covid-19, está em risco de ser exposto à infecção.

Como pensar em estratégias de comunicação nas redes sociais diante do coronavírus?

Devido o distanciamento social, recomendado como medida de prevenção, muitas empresas estão autorizando seus colaboradores para o trabalho remoto.

Além disso, tem a parcela da população que resolveu cumprir as recomendações da OMS e dos demais órgãos de saúde, isolando-se em casa.

Diante desse cenário, buscam-se informações sobre o coronavírus em todos os lugares da internet, em especial nas redes sociais. 

Porém, é preciso ter cuidado com as famosas “fake news”, isto é, notícias falsas, que não disseminam informações verdadeiras a respeito da pandemia.

Por esse motivo, é importante pensar em novas estratégias de comunicação das redes sociais para todas as empresas, desde multinacionais, até empreendimentos que não são do ramo da saúde, como uma oficina de vistoria para carros.

Vale dizer que, o compartilhamento de conteúdo nas redes sociais fortalece o posicionamento das marcas, ainda mais quando prioriza informações verdadeiras e de fontes confiáveis.

Esse tipo de compartilhamento agrega valor à empresa, fortalecendo a imagem no mercado e ajudando a construir uma boa imagem aos consumidores.

Abaixo, confira algumas estratégias de comunicação para redes sociais que podem ajudar.

1 – Lembre-se de educar a sua audiência

Quando se compartilha um conteúdo nas redes sociais, a intenção não é somente fornecer uma informação, mas sim, educar o público a respeito de um determinado assunto.

Por exemplo, a produção de um artigo explicando o que é um tacógrafo caminhão tem muito mais valor do que uma simples propaganda.

O mesmo vale para casos como o atual cenário do coronavírus. É preciso pensar que, toda informação compartilhada nesses canais, ajudam a formar uma compreensão do usuário a respeito do tema. 

Portanto, é preciso pensar no compartilhamento como algo educativo.

2 – Tenha uma regularidade de postagem

Imagina que você entrou em uma página do Facebook, com a intenção de saber mais sobre laudo veicular ecv, mas percebeu que o perfil não é atualizado há muito tempo. 

Isso pode afetar a sua percepção sobre a marca, que abandonou a rede social e não produziu nenhum conteúdo novo.

Por conta disso, é importante ter uma regularidade de postagem, de modo que as pessoas esperem pelo seu próximo post.

A regularidade é também um fator de credibilidade, pois mostra que você está acompanhando as notícias e o que está acontecendo no mundo.

3 – Compreenda o ambiente das redes

Faça um teste: procure por bateria para carro Moura nas redes sociais e depois faça a mesma pesquisa em um blog. É bem provável que você encontre as mesmas informações, mas apresentadas de modo diferente.

Isso acontece porque nas redes sociais tem-se uma maior liberdade para falar com o público, sendo possível adotar uma linguagem mais informal e pessoal.

Além do mais, é preciso ter compreensão do ambiente das redes e saber qual tom de linguagem adotar, dependendo do conteúdo.

Por exemplo, se for para dar uma notícia sobre o número de casos do coronavírus no Brasil, não dá para abordar o assunto com uma linguagem que mostra entusiasmo. Além de ser totalmente desrespeitoso, os usuários não irão ter uma boa imagem da sua empresa.

Deixe para usar a tonalidade mais expansiva quando for falar de assuntos como as vantagens de uma injeção eletrônica automotiva, entre outros temas.

4 – Procure o engajamento dos usuários

Essa é uma das estratégias de comunicação nas redes sociais mais complexas. Afinal de contas, promover o engajamento dos usuários não é assim tão fácil – você precisa de um conteúdo atrativo, rico, confiável e que desperte o interesse do leitor para tecer algum comentário, crítica ou compartilhamento da postagem.

No entanto, o engajamento é o principal responsável pela credibilidade e poder de influência sobre os seus seguidores.

Ora, um conteúdo sobre laudo veicular Ecv, quando tem um bom engajamento, costuma ser melhor visto pelos usuários e, como consequência, passa a ter autoridade no assunto.

Por isso, no caso específico sobre os acontecimentos do coronavírus, é importante promover discussões relevantes, sempre ter atenção às fontes, e priorizar um conteúdo informativo de qualidade, ao invés da autopromoção.

5 – Tenha uma equipe qualificada para as redes sociais

Não caia na bobeira de deixar qualquer pessoa tomar conta da sua rede social. Conduzir estratégias de comunicação e implementá-las não é algo simples – ao contrário, requer conhecimento específico.

É possível perceber a diferença de um anúncio sobre vidro blindado automotivo produzido por uma pessoa que tem experiência em redes sociais, do que um post de um leigo.

Em tempos de crise, como a do coronavírus, é essencial ter alguém próprio e qualificado para gerenciar as redes sociais. 

Afinal, qualquer informação compartilhada de modo errôneo pode ser o suficiente para comprometer a imagem da empresa.

Conclusão

O momento que estamos vivendo, com a expansão da pandemia de coronavírus, fez com que a sociedade tivesse que ressignificar seus comportamentos, modos de trabalho e pensar em estratégias de comunicação, não só nas redes, mas em todos os canais, para evitar a disseminação de notícias falsas.

Vale dizer que, as consequências das fake news são inúmeras e podem ser alarmantes, atingindo os campos sociais, econômicos, políticos, pessoais e psicológicos. 

Por esse motivo, é preciso pensar em formas de comunicar com responsabilidade – e isso vale para todos nós.

No cenário de pandemia de coronavírus, já é possível perceber muitas consequências das notícias falsas, que afetam o modo como as pessoas encaram a situação, por exemplo.

Sendo assim, as empresas, agências e até mesmo seguidores leigos devem pensar em como vão se comunicar e o que desejam transmitir.

A melhor estratégia é sempre optar por fontes confiáveis e pesquisar muito antes de compartilhar qualquer assunto, ainda mais quando não temos um conhecimento específico sobre o tema.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.