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A importância das embalagens no e-commerce

As embalagens no e-commerce são extremamente importantes, pois elas asseguram a integridade dos produtos contra danos, avarias e outros problemas que podem ocorrer durante o envio das mercadorias.

Mas, além disso, os invólucros também são uma maneira de cativar o cliente, demonstrando que a empresa tem cuidado com os produtos e realiza um trabalho profissional, com atenção aos mínimos detalhes.

No artigo de hoje, saiba mais sobre a importância das embalagens no e-commerce e quais as vantagens de usá-las no seu negócio. Acompanhe a leitura!

Por que devo usar embalagens?

Seja com uma caixa de encomenda 6b ou uma simples sacola, as embalagens tornaram-se imprescindíveis para as empresas. Afinal de contas, elas asseguram a qualidade dos produtos, fazendo com que eles cheguem inteiros à casa do consumidor.

Porém, percebeu-se que as embalagens também são ótimas ferramentas de marketing, pois além da proteção, elas igualmente melhoram o relacionamento com o público, imprimem a identidade da marca e ajudam na divulgação do seu negócio.

Portanto, as embalagens tornaram-se um fator de competitividade essencial dentro de um mercado cada vez mais competitivo e exigente.

As marcas de luxo dão um bom exemplo nesse sentido. Não é incomum vermos sacola de tecido personalizada, com o logo da empresa e as cores da identidade visual, ou até mesmo, caixas belíssimas que ajudam na composição do produto.

Fora que a abertura das embalagens fornece uma experiência única aos compradores. Podemos ver isso nos famosos unboxings (desembalando), que são conteúdos famosos e populares no YouTube e perfis no Instagram.

Ou seja, os invólucros são parte do marketing visual, sensorial e de experiência, para que o cliente sinta que adquiriu muito mais do que um simples produto, mas também está comprando algo diferenciado e especial.

Fora que a proteção é incomparável! Imagine que um motoboy entregador acaba deixando a mercadoria cair no chão durante o trajeto até o consumidor final.

Sem uma embalagem adequada, o produto pode se danificar, ainda mais se for algo frágil, como vidro. Mas com o invólucro correto, é possível assegurar que o item se mantenha inteiro, sem danos.

Isso vale para todos os tipos de envios, não só com a contratação de serviço de motoboy terceirizado, mas a logística de caminhões, por exemplo, também pode oferecer riscos à integridade das mercadorias, quando não protegidas adequadamente.

Como escolher as embalagens certas para seus produtos?

Diante de todas as vantagens das embalagens, os negócios estão priorizando cada vez mais o uso de invólucros resistentes, ainda mais os e-commerces (já que eles trabalham diretamente com a entrega dos produtos).

No entanto, muitas pessoas têm dúvidas de como escolher as embalagens certas. Afinal de contas, não se pode usar a mesma caixa que abriga marmitas para empresa para embalar peças de roupas, por exemplo.

Por isso, separamos algumas dicas que podem te ajudar na escolha dos pacotes corretos. Confira!

1 – Conheça quais produtos irá oferecer

Entender as características dos produtos é o primeiro passo para escolher a embalagem certa. Para isso, leve em consideração alguns pontos da mercadoria:

  • Tamanho;
  • Peso;
  • Fragilidade;
  • Perecividade;
  • Temperatura ideal.

Essas especificações ajudam na escolha da embalagem com o nível de resistência correto e, além disso, caso a sua mercadoria exija um condicionamento específico, é possível procurar pelo invólucro correto.

Por exemplo, no embalo de uma lava louça compacta, é preciso escolher uma embalagem que suporte os atritos do deslocamento. Porém, ao abrigar um alimento, é necessário optar por pacotes com capacidade térmica.

Da mesma forma, é fundamental conhecer a quantidade média de produtos adquiridos para a venda, especialmente se o seu e-commerce costuma vender itens em grande quantidade, ou mescla mercadorias grandes, pequenas e médias.

Isso facilita na hora de escolher as embalagens ideais para a logística.

2 – Considere os quesitos de proteção

Como percebemos, a questão da proteção é um dos itens mais importantes na escolha das embalagens. Por esse motivo, vale a pena conhecer quais são os principais materiais usados na confecção de embalagens, bem como na proteção dos produtos. São eles:

  • Almofadas de ar: para produtos pequenos;
  • Plástico-bolha: para produtos mais frágeis;
  • Papel kraft ou papel seda: para envolver produtos resistentes;
  • Caixa de papelão ou envelope: para diversos tipos de produtos.

Aqui, nos quesitos de proteção, vale a pena considerar a facilidade de transporte também. Por exemplo, na logística de um kimono infantil judô, pode ser muito mais fácil usar um envelope do que uma caixa grande de papelão.

3 – Tenha embalagens personalizadas

Para atingir os objetivos de marketing, vale a pena investir em embalagens personalizadas para os seus produtos.

Verifique o custo de estamparia, bem como a impressão do logo em alguns invólucros. Isso ajuda na geração de brand awareness, além de ser uma forma de mostrar a sua empresa para um número maior de pessoas.

4 – Explore os cinco sentidos do comprador

Mais do que entregar um produto sem avarias, as embalagens também são parte da experiência de compra. Por esse motivo, elas se tornaram indispensáveis para todos os tipos de empresas, principalmente os e-commerces.

Sendo assim, vale a pena explorar mais os cinco sentidos dos compradores para criar uma afetividade do público com a marca.

Você pode usar materiais com um toque diferenciado, ou até mesmo borrifar uma essência nos produtos. Além disso, vale a pena incluir alguns brindes, como balinhas ou canetas.

Outra alternativa é incluir um cartão da loja ou até mesmo uma cartinha, agradecendo o consumidor pela compra. É um gesto simples, mas que faz toda a diferença na fidelização dos clientes.

5 – Desenvolva embalagens que facilitem o carregamento

Além de pensar nos compradores, é importante levar em conta a facilidade do carregamento, tanto para os clientes quanto para os responsáveis logísticos.

Inclusive, quanto mais fácil for de carregar, menor é o risco de avarias. Assim, no caso de mercadorias grandes, como uma mesa grande para escritório, vale a pena dividi-la em mais de uma caixa, por exemplo.

6 – Coloque o valor do frete

O valor do frete deve estar incluso como parte da compra do consumidor. Dessa forma, o cliente saberá que está pagando para ter segurança no envio da sua mercadoria, já que toda a compra de embalagens e o envio logístico têm um custo para os e-commerces.

No entanto, tente realizar algumas promoções, como fretes grátis em compras acima de um limite de gastos, ou descontos. Isso ajuda a convencer os clientes, tornando-os mais próximos de fazer uma compra com você.

Importante ressaltar que as embalagens menores e mais leves tendem a custar menos. Ou seja, você tem a oportunidade de baratear o frete, mas sempre mantendo o cuidado com a segurança da mercadoria.

Quais são os principais tipos de embalagens?

Agora que você já sabe como escolher a embalagem ideal, está na hora de conhecer quais são os principais pacotes usados pelos e-commerces. Dessa forma, você terá uma ideia mais concreta de qual invólucro é o melhor. Veja a seguir:

Caixas de papelão

As caixas de papelão são as embalagens mais famosas dos e-commerces, pois elas ganham no quesito versatilidade. Afinal, elas são capazes de transportar a grande maioria dos produtos, tendo diversidade de tamanhos e comprimentos.

Além disso, as caixas de papelão ocupam pouco espaço e são fáceis de montar. Por isso, são as preferidas dos responsáveis logísticos.

Para escolher as caixas certas, uma dica é identificar a quantidade média de produtos vendidos, para encontrar embalagens padronizadas para o seu negócio.

Não deixe de usar proteção interna, como plástico-bolha ou almofadas de ar, no caso de produtos frágeis.

Envelopes de papel kraft

O papel kraft ajuda na criação de embalagens com diversas resistências. Inclusive, a grande vantagem desse modelo é que a maioria já vem com uma fita colante, que ajuda no fechamento do invólucro.

Em geral, os envelopes de papel kraft são usados para empacotar livros, CDs, bijuterias e pequenas peças de roupas. Por vezes, podem ser substituídos por envelopes de plástico.

Além disso, esse tipo de embalagem é mais fácil e barato de personalizar. Por esse motivo, os envelopes são a preferência de grande parte dos e-commerces.

Conclusão

As embalagens são fundamentais para os e-commerces. Mais do que ajudar a proteger os produtos contra avarias e danos, elas também contribuem com a experiência de compra. 

Não é à toa que muitos e-commerces são conhecidos pelo envio de embalagens diferenciadas, que encantam o público.

O artigo de hoje buscou trazer algumas dicas de como escolher a embalagem ideal, considerando as características da sua mercadoria. Dessa forma, você poderá melhorar o marketing da sua empresa e se destacar da concorrência.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Remarketing para e-commerce: saiba como fazer

O retargeting é uma estratégia muito usada para atrair pessoas que entraram em seu site para comprar, mas acabaram desistindo. O remarketing para e-commerce consegue identificar páginas que o usuário está acessando para tentar engajá-lo novamente.

Esses anúncios podem aparecer em diversos locais, como:

  • Redes sociais;
  • Motores de busca;
  • Portais de notícia;
  • E-mails.

A frequência e os locais onde serão incluídas as propagandas depende da estratégia que você pretende utilizar para encontrar seu público.

Uma pessoa pode encontrar sua loja em um flyer digital, escolher alguns produtos e abandonar o carrinho. É preciso compreender o porquê esse cliente fez isso e como trazê-lo de volta.

O remarketing é uma estratégia fundamental para o aumento de vendas de seu e-commerce, além de diminuir taxas de abandono de carrinhos e outras métricas que podem prejudicar o desempenho da empresa.

Entretanto, para conseguir atingir seus clientes, é preciso conhecimento sobre seu público-alvo. É importante em estratégias de remarketing que você consiga criar campanhas que efetivamente atraiam interessados para concluir a compra.

Quanto mais informações você conseguir sobre seu público-alvo, melhor conseguirá qualificá-lo.

Isso significa saber onde moram, quanto ganham por mês, qual a influência que eles possuem dentro de casa no que diz respeito a poder de compra, entre muitas outras informações relevantes para conseguir identificar um padrão.

Uma pessoa que procure um vinho pequeno para lembrança, provavelmente, terá um evento especial próximo, por isso é importante rapidez para conseguir converter o cliente de volta.

Vale lembrar que muitas pessoas costumam entrar em sites do qual já são clientes para observar produtos, e costumam ser o tipo de público que deixa um carrinho de compras abandonado.

Neste caso, é importante cruzar informações de compras anteriores e de dados informativos deste cliente para conseguir encontrar a melhor forma de ação para tomar, conhecendo-o melhor no processo.

Com o avanço da tecnologia, ferramentas de inteligência artificial têm tomado espaço em análises e controle desse tipo de informação.

Um e-commerce de refeições para empresa pode usar essas ferramentas para conseguir encontrar os melhores resultados de clientes em busca de seus serviços.

Assim, um cliente que deseje um produto, coloque-o no carrinho, mas desista porque o item está acima de sua capacidade de compra.

Ele acabará recebendo informativos e propagandas personalizadas, indicando opções similares ao que ele desejava, porém com um valor mais acessível.

Esse tipo de ferramenta acaba sendo um grande auxílio para as empresas, que conseguem identificar as necessidades dos clientes automaticamente, aumentando a capacidade de criar um bom recurso de remarketing.

Por que as pessoas desistem?

De acordo com pesquisas realizadas pelo SEBRAE, o número de conversões médias em um e-commerce ainda é muito baixo. 

Por conta disso, muitas empresas têm buscado mudar esses resultados, entendendo que existe um enorme potencial de mercado neste formato.

Mesmo empresas de serviço, como motoboy expresso, tem uma alta taxa de abandono em suas opções digitais.

Um dos grandes indicadores dessas pesquisas é a quantidade de carrinhos abandonados em sites. 

Um carrinho abandonado é a representação do ato de escolher um produto e desistir na hora de completar o pagamento.

Muitas vezes, a pessoa pode apenas estar procurando opções de valores mais em conta ou não encontrou o produto específico que estava procurando. 

Outras pessoas acabam desistindo por falta de informações no site, o que deve ser reparado o quanto antes.

Entretanto, existem alguns fatores importantes que devem ser levados em conta quando pensamos em abandono de carrinhos de compra. Verifique se seu site possui uma forma simples de conclusão ou se o processo é burocrático.

Muitas pessoas desistem de comprar quando existe um trabalho muito grande para conseguir concluir o cadastro e efetuar o pagamento, sendo um fator importante para o abandono de carrinho.

Uma empresa que trabalha com gravação áudio precisa compreender o que fez o cliente desistir para conseguir tentar mudar a cabeça dele.

Além disso, identifique se você oferece abertamente todos os protocolos de segurança financeira. 

Uma vez que os clientes terão que passar dados importantes, como número de cartão e documentos, é imprescindível que o cliente se sinta seguro na hora da operação.

Quanto mais detalhes você conseguir identificar, melhor será o processo de chamar novamente seus clientes e conseguir efetuar a conversão.

Vantagens do remarketing

A ferramenta apresenta diversos benefícios, que vão muito além do óbvio que é o retorno financeiro. 

Por isso, quanto mais clientes você conseguir trazer de volta e completar a compra, melhor sua empresa ficará.

Exposição

Quanto mais um cliente estiver exposto a uma marca, mais chances ele terá de consumí-la. Por isso, é importante que ele tenha um contato frequente e direto com sua empresa. Entretanto, é preciso tomar cuidado com essa estratégia.

Assim, uma pessoa que esteja procurando um anel de diamante noivado acabará encontrando diversas opções no seu site.

Se a propaganda surgir de forma incômoda, atrapalhando a leitura de um artigo ou a utilização de uma rede social, isso pode acabar tendo um efeito negativo e afastando o cliente.

É importante que ele mantenha a marca sempre na cabeça para voltar ao site e comprar.

Um cliente exposto por muito tempo poderá ponderar sobre os valores e a vontade de consumir o produto, voltando ao e-commerce para concluir a operação e tornar-se um consumidor de fato.

Aumento de conversão

A taxa de conversão é quando o cliente avança no funil de vendas. Esse termo é utilizado em todas as etapas, sendo a principal delas a de vendas, na qual a conversão se dá quando o cliente efetivamente compra um produto da marca.

Mais pessoas comprarão suas semijoias alianças com uma boa estratégia de remarketing para trazer seus clientes de volta.

Por isso, quanto mais você conseguir cativar o cliente e fazê-lo voltar com as estratégias de remarketing, maiores serão as chances de você conseguir efetivar uma conversão. 

Esse tipo de ação é fundamental para conseguir bons resultados para a empresa.

Melhoria no ROI

A sigla ROI significa Return of Investment, inglês para o termo retorno de investimento. Trata-se do valor recuperado após uma venda.

Todo o gasto feito para adquirir o cliente, desde o custo de produção até publicidade e outros fatores cria o CAC ou custo de aquisição do cliente.

Essa métrica então é utilizada junto com o ROI para definir se a empresa está de fato obtendo lucro ou se está sendo prejudicada na operação.

O ideal é que se faça uma balança, na qual o valor do CAC deve ser sempre muito menor que o do ROI. Isso significa que você está conseguindo converter cada vez mais clientes usando menos investimento, e por consequência gerando lucro.

As estratégias de remarketing costumam não ter custos elevados, e podem acabar conseguindo reduzir o CAC e aumentar o retorno do investimento para a conquista de um determinado cliente.

Segmentação de público

Quanto mais você conhecer seu público-alvo e identificar os detalhes que as pessoas que deixam o carrinho abandonado possuem em suas rotinas, mais você pode criar esforços para conseguir acessar essa clientela.

Assim, você conseguirá compreender quais ações devem ser tomadas para conseguir um melhor engajamento com uma parte específica de seu público. 

O importante é conseguir converter em compra, diminuindo assim a taxa de abandono de carrinho.

Uma empresa de serviço de motoboy precisa identificar seu público e quem está interessado em consumir os serviços para conseguir uma melhor conversão.

Isso ajuda você a conseguir encontrar um espaço melhor de mercado e aprimorar seus números, conseguindo conversões melhores e compreendendo quais ações de marketing tomar no futuro para evitar esse abandono.

Além disso, quanto mais segmentado seu público for, mais fácil será criar estratégias que atinjam diretamente as pessoas, conseguindo resultados muito maiores por conta da valorização de seu público alvo.

Flexibilidade de orçamento

Todas as ferramentas de marketing e publicidade tem um custo que deve estar inserido em seu orçamento para este fim. 

Entretanto, algumas ações exigem um pouco mais desse orçamento para conseguir resultados positivos.

Uma das principais vantagens do remarketing é justamente que o valor de orçamento que deve ser separado para ações desse tipo é altamente maleável, se adaptando a necessidade e a realidade da empresa para conseguir uma boa resposta.

Além disso, você pode identificar quais são as melhores ferramentas de divulgação que se pode investir, selecionando aquelas que apresentam bons resultados. Com isso, você conseguirá aumentar suas possibilidades de engajamento.

Considerações finais

O remarketing é uma estratégia fundamental para qualquer e-commerce, pois ele visa reencontrar um cliente que estava próximo da conversão e desistiu. 

Assim, você não só consegue completar uma transação, mas diminui a taxa de abandono em seu site.

Essas métricas são muito importantes para conseguir identificar os resultados que sua empresa tem apresentado, o que é um norte para todas as ações de estratégia de marketing que serão escolhidas para o e-commerce.

Por isso, quanto mais você conseguir trazer de volta clientes que chegaram perto de concluir uma operação, melhor ficará o resultado final da empresa, alcançando um status de liderança no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Lead scoring: saiba mais sobre o tema

Você já ouviu falar do lead scoring? Para quem trabalha com marketing digital, conhecer mais sobre esse conceito é algo imprescindível para a análise das suas campanhas, já que é possível descobrir como anda a conversão de leads (potenciais clientes).

Então, se você ainda não conhece essa classificação, acompanhe o artigo de hoje e saiba mais sobre o tema!

O que é lead scoring?

O lead scoring nada mais é que um sistema de pontuação, que classifica os seus clientes, determinando se eles estão realmente prontos para fazer uma compra. Ou seja, assim que o lead recebe determinados pontos, o time de vendas já pode entrar em contato.

Isso aumenta as chances de venda, visto que nem sempre, um usuário que acabou de encontrar o seu creme para clarear o rosto está pronto para fazer uma compra. Às vezes, é preciso alimentá-lo com mais conteúdo, convencendo-o dos benefícios do seu produto.

A pontuação do lead scoring é definida com base no perfil do seu potencial cliente, em comparação com a persona da empresa, bem como por suas ações durante a jornada de compra. 

Nesse sentido, quanto mais próximo o lead for da sua persona, mais pontos ele ganha.

Ao mesmo tempo, se o lead realizar ações junto a sua empresa, como download de materiais, participação em pesquisas, visitantes constantes à sua página, entre outras coisas, ele também vai aumentando os pontos.

Afinal de contas, essas ações mostram que o usuário pode estar interessado no seu produto ou serviço.

Quais as vantagens do lead scoring?

O lead scoring é uma das estratégias mais importantes do marketing digital, já que é possível visualizar o quanto um usuário está realmente interessado no produto ou serviço da sua marca.

Além disso, dá para perceber que nem todo lead é igual. Por vezes, uma pessoa que acabou de conhecer a sua empresa de refeições coletivas decide fechar um negócio rápido, enquanto um outro usuário demora mais tempo.

Desse modo, os vendedores podem trabalhar com dados concretos sobre cada um dos leads, orientando a melhor abordagem e melhorando o relacionamento com os clientes.

A seguir, conheça algumas das principais vantagens do lead scoring para o seu negócio.

Redução de custos

Quando aplicamos o lead scoring, é possível conhecer mais sobre o lead e, consequentemente, direcionar melhor os esforços de marketing e vendas. Com isso, há uma significativa redução de custos, principalmente com estratégias desnecessárias.

Além do mais, os times de marketing e vendas vão gastar menos tempo preparando e abordando os leads, ao mesmo tempo em que têm um boa taxa de conversão.

Ou seja, é uma diminuição do CAC (Custo de Aquisição de Clientes), com o encurtamento do tempo médio de vendas, bem como a menor quantidade de recursos para conquistar o consumidor.

Vale dizer que essa redução pode ser vista em qualquer negócio, tanto em uma empresa de montagem de stands para feiras, quanto comércios de mais serviços.

Ganho de produtividade

Diferentes departamentos da sua empresa podem usar o sistema de pontuação para avaliar o nível de amadurecimento dos leads, incluindo:

  • Marketing;
  • Vendas;
  • Atendimento;
  • Relacionamento.

Isso quer dizer que diferentes profissionais são beneficiados com o lead scoring, o que contribui para o aumento da produtividade do seu negócio.

Além do mais, as informações do lead scoring ajudam a equipe de marketing a concentrar seus esforços nos leads que têm uma pontuação ideal, ao mesmo tempo em que é possível acompanhar os outros potenciais clientes e investir em fluxos de nutrição.

Com o tempo, mais pessoas passam a conhecer mais sobre a sua empresa, seja por meio de conteúdo relevante ou flyer de festa. De qualquer forma, o resultado é um crescimento na taxa de conversão.

Estratégias mais assertivas

Para gerar e nutrir os leads, a equipe de marketing precisa elaborar uma série de campanhas, como produção de conteúdo, oferta de materiais ricos, entre outros.

Em conjunto, é necessário ter uma forte presença nas redes sociais. Até porque dá para encontrar de tudo nessas plataformas, desde anúncios de terapia manual até conteúdos interativos.

Assim, à medida que o lead scoring torna-se recorrente na sua empresa, é possível fazer análise do desempenho de cada campanha e, desse modo, identificar quais conteúdos tiveram mais sucesso entre os potenciais clientes.

O sistema de pontuação também permite descobrir qual o melhor padrão de linguagem para lidar e interagir com o público, aumentando as chances de conversão.

Ou seja, as suas estratégias de marketing tornam-se mais eficientes, desde a simples elaboração de placas informativas personalizadas, até a criação de conteúdos valiosos.

Como aplicar o lead scoring na sua empresa?

Diante de todas as vantagens do lead scoring, várias empresas buscam aplicar a estratégia de pontuação para analisar o amadurecimento dos potenciais clientes. No entanto, antes de tudo, é preciso focar em um planejamento adequado.

A falta de um plano detalhado pode comprometer toda a aplicação da sua estratégia. Tanto que alguns negócios buscam ajuda de agências especializadas em marketing.

Abaixo, separamos algumas dicas de como aplicar o lead scoring na sua empresa. Confira!

1 – Identifique o MQL e o SQL

O primeiro passo para colocar em prática a estratégia do lead scoring é identificar quem são os MQL (Marketing Qualified Leads) e os SQLs (Sales Qualified Leads).

De modo resumido, os MQLs são os leads que já conhecem a sua empresa, mas ainda não estão prontos para a compra. Por isso, a equipe de marketing deve focar na entrega de mais conteúdos relevantes.

Já os SQLs são os leads que podem ser repassados para o time de vendas.

Assim, se um usuário está pronto para comprar, os vendedores podem sugerir opções de delivery do produto com motoboy entrega, ou até mesmo um desconto, para convencer o SQL a fechar a compra.

A partir dessa definição, é possível entender mais sobre a realidade do seu negócio e aplicar o lead scoring corretamente, de acordo com as necessidades de cada departamento da sua empresa.

2 – Analise as informações da base de leads

Depois de identificar os MQLs e SQLs, é o momento de analisar as informações da sua base de leads. Assim, você consegue definir a pontuação que cada um dos leads deve receber ao longo da jornada de compra.

Uma dica: para ter um lead scoring eficaz, vale a pena fazer uma pesquisa de mercado, identificando a sua persona e as características do público. Até porque os usuários interessados em encadernação capa dura, por exemplo, têm um perfil específico.

Por conta disso, faça o cruzamento de dados para obter a melhor pontuação para o seu lead scoring.

3 – Determine pontos de ativação

Agora é o momento de determinar qual é a pontuação que encaminha o lead para o time de vendas. Essa decisão deve ser tomada em conjunto entre o time de vendedores e de marketing, para evitar quaisquer erros que possam prejudicar a compra.

Ao estabelecer um limite de ativação, é mais fácil decidir o nível de maturidade do cliente, além de classificá-lo dentro do sistema de pontuação.

4 – Crie um padrão de pontuação

O próximo passo é definir um padrão de pontuação. Pode parecer meio óbvio, mas o planejamento é essencial para determinar quantos pontos cada ação tem e o quanto um lead precisa alcançar para estar próximo da compra.

Por mais conhecimento que o time de marketing tenha, os pontos não devem ser definidos aleatoriamente, ou distribuídos de maneira igual para todos os leads.

Ao contrário, é preciso considerar as particularidades de cada usuário, bem como as atividades mais e menos importantes. A partir daí, é possível orientar a estratégia e a abordagem correta para os clientes.

O padrão de pontuação impede que os leads sejam classificados erroneamente e passem para o time de vendas sem estarem prontos para a compra. Se isso ocorrer em demasia, a empresa pode ter mais gastos e menos lucros, pois as vendas não são concretizadas.

Por esse motivo, vale a pena determinar critérios realistas, além de considerar as individualidades de cada lead no processo de compra.

Considerações finais

O lead scoring é uma das estratégias mais eficientes para a classificação dos potenciais clientes, em especial no marketing digital.

Com um sistema de pontos bem definidos, é possível orientar as melhores estratégias e verificar se o usuário está perto de realizar uma compra. Porém, para que isso traga resultados, é fundamental ter um planejamento.

O artigo de hoje trouxe algumas dicas de como aplicar o lead scoring na sua empresa. Desse modo, você vai perceber todas as vantagens da estratégia e o aumento das vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Ciclo de venda: o que é e como auxilia na sua estratégia

O ciclo de venda diz respeito ao tempo que um produto ou serviço leva para ser vendido. Este depende de várias etapas, que vão desde o primeiro contato do cliente com a marca até a fase do pós-venda.

Vender é uma necessidade, mas também um desafio para qualquer empresa. Isso acontece porque uma série de obstáculos pode surgir até que o cliente realmente queira adquirir o que você oferece.

Daí surgem as dúvidas sobre como passar em cada etapa da venda, sem perder uma boa oportunidade de negócio.

Entender como funciona o ciclo de vendas é o primeiro passo a ser dado, afinal, esse processo se encaixa perfeitamente à nova relação de compra e venda que existe atualmente.

O consumidor moderno não é mais tão fácil de ser influenciado, uma vez que tem acesso a muita informação e a diferentes possibilidades para comprar um mesmo produto ou serviço.

Isso exigiu novas habilidades da marca e estar por dentro do funcionamento do ciclo de vendas é uma forma de vencer a concorrência.

Por isso, neste artigo, vamos explicar o seu conceito, quais são suas etapas, como montar o ciclo de vendas mais adequado para seu tipo de negócio, bem como suas vantagens. Confira!

O que é ciclo de vendas?

O ciclo de vendas planeja cada ação, que começa assim que o cliente tem o primeiro contato com a marca e se encerra no pós-venda, etapa que se inicia logo após o fechamento de um negócio.

Tudo começa quando a marca prospecta novos leads, e toda a sua sequência é definida como um ciclo. Alguns processos inerentes à qualquer organização, como uma fabricante de creme para rosto, fazem parte desse ciclo.

O financeiro é o primeiro deles, e diz respeito ao investimento feito para disponibilizar determinado produto ou serviço ao cliente, afinal, é quando ele compra que o capital investido se transforma em lucro.

O processo de vendas consiste nas tarefas que levam o produto ou serviço até as mãos do cliente. 

Por fim, há o processo de compra, que depende do cliente e de seus hábitos de consumo.

Obter lucro com aquilo que você vende é um requisito mínimo, afinal, é dessa maneira que o seu negócio se mantém ativo no mercado.

As vendas acontecem quando a marca considera os hábitos e desejos de seus clientes, pois assim a experiência deles é muito melhor.

Só que perceber que o ciclo de vendas se baseia no tempo é a melhor forma de obter sucesso. Por isso, negociar um preço por muito tempo não é vantajoso, visto que pode levar a uma falta de recursos financeiros para a empresa.

Sem falar que você corre o risco de ter esse ciclo interrompido pelo próprio cliente, devido a uma experiência que não se encaixou no tempo dele.

Ademais, quando uma gráfica de calendário personalizado com fotos reduz os gastos para encerrar o ciclo, por exemplo, consegue aumentar sua produtividade e aumentar as vendas.     

O funcionamento é bem simples, e consiste em acompanhá-lo para entender a situação do lead. Assim, os processos são bem executados em cada estágio, por meio de abordagens, materiais e estratégias adequadas.

Vários setores da empresa trabalham ao mesmo tempo para fechar uma venda o quanto antes e garantir a satisfação do cliente. É assim que se começa a entender a importância do ciclo de vendas.

As empresas que trabalham com vendas mais complexas, como as B2B (Business-to-Business, ou de empresa para empresa), não costumam diminuir esse ciclo. 

Mas, mesmo no caso de vendas mais simples, muitos negócios se perguntam qual o momento ideal de entrar em contato com o cliente.

É normal não saber se ele teve tempo para pensar e, com isso, solicitar uma resposta. Seria ótimo se soubéssemos com precisão qual é o momento de partir para uma abordagem de venda.

Portanto, o ciclo de vendas ajuda tanto uma empresa de convites personalizados como um autônomo a identificar melhor esse momento, daí a sua importância. Isso acontece por meio de estágios, conforme veremos a seguir.

Etapas do ciclo de vendas

Independentemente de qual segmento seu negócio está inserido, o ciclo de vendas depende das mesmas etapas, que são:

  • Prospecção;
  • Contato inicial;
  • Qualificação;
  • Apresentação;
  • Avaliação;
  • Fechamento;
  • Pós-venda.

A prospecção é quando a marca está em busca de seus potenciais clientes. Já o primeiro contato é aquele e-mail inicial, um brinde em uma feira de negócios, a oferta de um conteúdo rico, entre outros.

A qualificação consiste em saber quais dos leads estão prontos para a compra, e assim, seguir para a etapa de apresentação.

Nessa fase, uma fabricante de lembrancinha com chocolate, por exemplo, apresenta o seu produto e sua proposta comercial.

Durante a etapa de avaliação, empresa e cliente começam a negociar, o que pode envolver um tempo de espera, até que o cliente analise a proposta.

No fechamento, por sua vez, é quando a compra é efetivada e aí entra o pós-venda, que é descobrir se o cliente está satisfeito e solicitar que ele indique a sua marca para outras pessoas.

Para elaborar o seu ciclo de vendas, é preciso definir quais dessas etapas são cabíveis para a sua organização e saber como cada uma será realizada.

Trata-se de estabelecer metas e objetivos alinhados com as estratégias do seu negócio e com o processo de compra do cliente.

Assim, é necessário conhecer esse processo, que engloba objetivos e metas da marca, mas também os hábitos e desejos do consumidor, sendo que estes últimos são vitais para o ciclo de vendas.

Por exemplo, se o seu cliente costuma pesquisar soluções na internet, não faz sentido anunciar seu produto ou serviço no jornal para estabelecer um primeiro contato.

É necessário saber quais são os hábitos de compra dele, como é influenciado, de que maneira ele realiza suas pesquisas, com quem busca indicações, quando está disponível, os lugares que costuma frequentar e o que é importante para ele.

Quanto mais informações uma loja de vinho malbec argentino conseguir levantar, mais assertiva será a sua abordagem e melhor será o tempo do ciclo de vendas.

A elaboração dele vai além de saber o que fazer, mas também como, onde e quando fazer. É necessário se atentar à qualificação do lead para saber se ele está pronto para a abordagem de vendas.

Para isso, também é importante investir em estratégias de Inbound e Outbound Marketing. No caso do Inbound, fazer uso de estratégias de nutrição de leads, como a criação de conteúdo relevante para eles.

No caso do Outbound, é fundamental usar estratégias para alcançar quem decide pela compra, ou seja, quem tem autonomia para comprar ou não.

Da mesma forma, é interessante usar algumas ferramentas de auxílio, como o CRM (Customer Relationship Management, ou Gestão de Relacionamento com o Cliente), que ajuda a acompanhar e gerir o ciclo de vendas.

Por fim, seja uma empresa de serviço de entrega motoboy ou uma loja de roupas infantis precisa acompanhar as métricas, como os indicadores de venda, que são essenciais para garantir bons rendimentos.

Quais os resultados e vantagens obtidos?

Usar o ciclo de vendas corretamente traz uma série de benefícios que se refletem diretamente nos resultados da organização.

Por exemplo, é por meio dele que você vai saber o momento de agir, assim, a empresa evita entrar com uma abordagem de vendas com um lead que ainda não está maduro para a decisão de compra.

Uma empresa de aluguel de endereço fiscal ainda consegue conhecer melhor os seus consumidores, visto que ela terá acesso aos hábitos de seu perfil de cliente.

Esse tipo de informação ajuda a reformular o processo de vendas e até a realizar projetos de maneira mais efetiva.

É uma forma de compreender a situação dos leads e entender suas dores, trabalhando uma abordagem personalizada, oferecendo aquilo que seja realmente do interesse dele.

Também é uma maneira de prever melhor as vendas, uma vez que estamos nos referindo a uma prática repetitiva e constante, que depois de um tempo, torna as vendas mais previsíveis.

Com isso, fica mais fácil mensurar alguns indicadores, como número de conversões, fechamento em algumas épocas, ticket médio constante, entre outras possibilidades.

Esse ciclo, por fim, alinha as estratégias de marketing e vendas, melhorando a relação entre elas e estabelecendo o papel de cada setor. Essa união tem como objetivo fazer com que as áreas trabalhem juntas para alcançar o mesmo objetivo.

Conclusão

O ciclo de vendas é capaz de auxiliar empresas dos mais variados setores, como uma papelaria que produz carimbo empresarial a organizar melhor esse processo e conseguir vender mais e melhor.

Assim como posicionar a sua marca como uma organização preocupada em solucionar os problemas e necessidades de seus clientes..

Ele é benéfico para a marca, que consegue investir em esforços mais eficazes para vender, mas também para os clientes, que receberão propostas quando realmente estiverem maduros para a compra.

Além disso, vão adquirir produtos e serviços que realmente sejam úteis para as suas necessidades, o que melhora a imagem e a credibilidade de uma marca.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

nutrição de leads

Nutrição de Leads: como fazer de forma eficiente

Atrair clientes, esse é um dos principais objetivos de um estabelecimento, afinal de contas, para que o comércio sobreviva é preciso que alguém consuma os serviços. Portanto, uma das maneiras encontradas para fazer isso é com a nutrição de leads

Entender o público que é atingido por um negócio e mantê-lo com uma produção de conteúdo em troca de dados pode ser uma solução para um comércio que se sente perdido, bem como não sabe de que forma conseguir novos consumidores. 

Nesse sentido, investir na nutrição ajuda o comércio na sua estratégia, já que para o seu bom desempenho ele necessita que as pessoas se interessem por ele. Então, veja como usar esse recurso de modo adequado. 

Nutrição de leads do que se trata?

Para que, por exemplo, uma empresa de motoboy se mantenha, ela precisa de clientes, assim como qualquer comércio. Desse modo, ela procura maneiras para divulgar os seus serviços e captar novos consumidores. 

Assim, ela consegue que mais indivíduos conheçam o seu trabalho, então, quando uma pessoa precisar, vai procurar pelo estabelecimento. Nesse sentido, os leads são esses possíveis consumidores que a empresa vai atingir. 

Na prática, eles ainda não se tornaram clientes, só há a possibilidade disso acontecer porque o indivíduo demonstrou algum tipo de interesse, mas isso não significa que ele vá fazer alguma aquisição. 

Desse modo, quando se tem uma lista de leads, há a necessidade de nutri-los, isso nada mais é do que a elaboração de materiais que interessem a essas pessoas. Assim, para enviar as matérias, os leads fornecem dados que ajudam o comércio a aperfeiçoar a sua tática.

Mas atenção, esses materiais não são sobre qualquer coisa, é preciso que eles tenham relação com o estabelecimento e de preferência que trate de algum problema do lead que foi identificado na estratégia. 

Por que nutrir os leads?

Pode parecer bobagem, ou até tempo desperdiçado, alimentar os interessados,  mas com essa produção os leads são educados e ficam por dentro de suas ações, desse modo, é possível conquistá-los. 

O processo é assim: por meio de e-mails, ou outros formatos que o comércio ache relevante para o seu público, ele recebe conteúdos que tenham relação com o estabelecimento, que podem ser informações sobre promoções ou sobre utilidades. 

Assim, por meio dessas produções, uma loja de convites personalizados, por exemplo, mostra para os seus leads a relevância das suas mercadorias, bem como explica por quais motivos a pessoa deve adquirir esse item.

Esse é o objetivo de nutrir esse indivíduo, aos poucos ele vai sendo convencido de que precisa daquele produto, assim, pessoas que estão próximas disso, com a ajuda dos conteúdos, concluem mais rapidamente a aquisição. 

Mas a técnica também funciona para aqueles que estão no início da jornada de aquisição, assim, quem ainda está conhecendo o comércio e pesquisando também pode ser impactado. 

Nesse caso em específico, o indivíduo está mais longe da aquisição e precisa se convencer de que ele realmente necessita da mercadoria, assim, aqui a nutrição de leads atua como uma espécie de vendedor.

E essa é a diferença do meio digital para o físico, essa atividade de nutrição pessoalmente é feita pelo vendedor no momento do atendimento, ali ele mostra os benefícios, as funções e como outros usuários avaliaram a experiência. 

No meio digital nada disso é possível, por isso a técnica de nutrição é uma solução que consegue desempenhar esse papel e mostrar para o usuário as melhores condições. 

Além disso, essa técnica é vantajosa, pois o comércio que a utiliza pode:

  • Reduzir os custos;
  • Ter um relacionamento direto com o cliente;
  • Ter bons retornos financeiros;
  • Aumentar a possibilidade de compras dos leads.  

Nesse sentido, a equipe de marketing de uma loja de placas informativas para restaurantes, por exemplo, pode ter menos trabalho para conquistar novos clientes, logo, o dono pode reduzir o orçamento para esse setor. 

Isso porque a equipe não precisa se dedicar tanto quanto anteriormente para que os leads sejam conquistados. Com o contato já se consegue fazer isso, porque frequentemente o indivíduo está sendo alimentado. 

Além disso, o negócio sempre está em contato direto com o lead, isso ajuda para que a empresa não seja esquecida. Assim, mesmo que o indivíduo não esteja em um momento de finalizar a aquisição, quando esta hora chegar, ele vai lembrar daquele comércio.

Outro fator é que o recurso traz bons retornos para quem a usa, na prática aqueles indivíduos que não estavam pensando em fazer uma aquisição podem ser convencidos e concluir a ação

Já aqueles que estão pesquisando ou apenas descobrindo a sua empresa também podem ser levados a concluir a ação. Com a técnica, todos que chegam na página de uma loja de notebook para escritório, por exemplo, serão nutridos. 

A diferença é que existe a possibilidade de identificar em que momento da compra cada um está, e assim, disponibilizar conteúdos que se adequem a este momento.

Isso porque se a pessoa só está pesquisando, não faz sentido ela receber um conteúdo de quem está perto da compra. 

Por fim, a técnica ajuda aqueles que estavam perto de finalizar a aquisição, a realmente concluí-la. Assim, as chances de que o indivíduo faça a compra são maiores. 

Como fazer nutrição de leads

Com os resultados que são adquiridos com a técnica e os feitos que são gerados, o negócio pode prosseguir para a próxima etapa, realizando a nutrição de maneira adequada.

Veja como fazer isso:

Faça um planejamento

Tudo nessa vida precisa de planejamento, sendo que com essa estratégia não seria diferente, por isso é essencial que sejam pensadas táticas para atrair os leads. 

Devem ser pensados quais serão os conteúdos, com que frequência eles serão enviados, além dos formatos. 

Tudo deve ser pensado e estruturado para que os resultados alcançados por um comércio de automação industrial empresas, por exemplo, sejam satisfatórios. 

Além disso, é preciso pensar nas necessidades do público para que as produções sejam relacionadas com isso. 

Nesse momento, deve ser analisada a classificação relacionada ao momento que o lead está, ou seja, perto ou não da aquisição. Assim, é possível planejar de forma mais coerente os conteúdos. 

Acompanhe os leads

É essencial que os leads sejam acompanhados pela equipe, assim a qualquer interação que surgir deve ter alguém para responder. Isso porque uma possível venda pode ser perdida por falta de um acompanhamento. 

Apesar do recurso para nutrição de leads mais usado ser o e-mail, existem outros meios em que a técnica pode ser usada como redes sociais, blog e outros canais que forem identificados coerentes para o seu público. 

Assim, uma loja de peças refrigeração industrial, por exemplo, não pode demorar no atendimento, principalmente para evitar que vendas ou negociações sejam perdidas.

Personalize o conteúdo 

Textos que são enviados de modo personalizado com nome têm maiores chances de serem abertos, pelo fato do indivíduo se sentir mais atraído quando mencionado.

Sendo assim, personalize as produções, opte por e-mail com menção ao destinatário, mostre para ele que ele não é mais um no meio de todos, mostre que ele é único. 

Por isso, faça isso no título e no corpo do e-mail, seja educado e cumprimente o lead, assim juntamente com um conteúdo que seja personalizado para o momento que ele se encontra na jornada de aquisição, o e-mail tem mais chances de ser lido. 

Assim, uma loja de instalação elétrica externa, por exemplo, vai ter um melhor desempenho na sua nutrição de leads, além de ter elevadas chances que os seus e-mails sejam lidos. 

Obtenha dados dos leads

A coleta de dados ajuda muito na elaboração de produções que sejam relevantes para a nutrição, quanto mais dados forem obtidos e mais específicos forem, melhor. Fica mais fácil pensar em conteúdos quando se conhece melhor o público. 

Desse modo, isso permite que o comércio compreenda as necessidades, dúvidas e questões de cada momento do lead, assim ele consegue elaborar produções de acordo com cada etapa. 

Assim, um estabelecimento de banner de loja, por exemplo, entende o que o seu cliente que está realizando somente uma pesquisa precisa saber para continuar a sua jornada e ser estimulado a concluir uma aquisição.

Conclusão

A nutrição de potenciais compradores interessados ajuda os estabelecimentos a terem mais conhecimento sobre as produções que eles devem fazer, além disso, é possível que eles fiquem mais próximos dos consumidores e elevem as suas vendas, 

Desse modo, para os comércios que atuam no ambiente digital, investir na técnica ajuda para que vendas não sejam perdidas, além de possibilitar que a estratégia de marketing tenha um bom desempenho. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

taxa de rejeição

Taxa de rejeição: o que é e como superá-la

Já não é segredo para ninguém que trabalha com marketing digital o quanto aparecer nos motores de busca é importante. Mas se tem um tema que ainda deixa dúvidas e causa receios é o da taxa de rejeição, a famosa bounce rate.

De fato, em um mundo em que a geração de conteúdo se torna cada vez mais importante para as marcas, sejam multinacionais de roupa esportivas ou um berçário infantil, o engajamento e as interações tendem a se tornar cada vez mais importantes.

Um dos vários modos de calcular se o pessoal está engajando e interagindo com seus conteúdos é, justamente, por meio da taxa de rejeição. Afinal, quanto tempo a pessoa passa em suas páginas, ou ainda, em quantos botões ela clica?

Se você investe bastante em CTA (Call to Action), que são as Chamadas para Ação, e nem assim seus materiais são clicados, baixados ou mesmo abertos, realmente existe algum ponto errado na sua estratégia, concorda?

Por exemplo, se uma pessoa adora consumir o conteúdo gratuito de um blog de aula de violão para crianças, é natural que mais hora menos hora ela acabe baixando um e-book, depois alguns vídeos e, enfim, que se torne cliente da plataforma.

Mas pode ficar tranquilo, se isso não acontece com você, não quer dizer que seu conteúdo é necessariamente ruim. Ocorre apenas que o marketing digital não é tão simples quanto alguns dizem, e que vários detalhes podem fazer a diferença no fim das contas.

É aí que entra o papel das análises, das métricas e dos índices como o próprio bounce rate. Ao aprender como exatamente ele funciona, qual sua importância e como superá-lo, certamente os resultados vão melhorar e o crescimento virá.

Então, se você quer entender como tudo isso funciona, basta seguir adiante na leitura.

O que exatamente é o bounce rate?

Como dito, trata-se de um assunto que ainda causa muitas confusões. Em termos técnicos, a taxa de rejeição nada mais é do que a contagem de pessoas que acessam um site e logo o deixam, sem qualquer interação com ele.

Na prática, isso pode acontecer de várias maneiras diferentes, entre as principais:

  • O usuário simplesmente fecha a página/aba;
  • A pessoa clica em voltar pelo navegador;
  • O leitor clica rapidamente em um link de outro site;
  • O usuário digita outro endereço na barra do navegador;
  • A pessoa fica inativa por mais de 30 minutos.

O erro mais comum aqui é considerar bounce rate e “taxa de saída” (outra métrica que é possível extrair de qualquer página da internet) como sendo a mesma coisa, quando na verdade não são.

Ora, a taxa de saída remete ao fluxo da página, como os índices de entrada, visualização, impressão e saída de um site.

Uma página excelente sobre empresas de instalação elétrica pode ter um número alto, e isso ser positivo, indicando que ela teve, no fundo, várias entradas.

Já a taxa de rejeição, como explicado, refere-se ao tipo de interação e de engajamento que o site está conseguindo manter.

Como hoje vivemos a era dos conteúdos e do inbound marketing, é natural que uma marca precise de pessoas que engajem, comentem, curtam, compartilhem, baixem arquivos e daí em diante, concorda?

Aí é que está não apenas o papel do bounce rate, como a sua importância nas estratégias de marketing digital e, claro, a importância de superar essa taxa caso ela esteja negativa.

Atenção à leitura desse índice

Se tem algo fundamental no mundo das métricas e análises digitais, é saber o que fazer com os números que foram coletados. Ou seja, não adianta você ter vários relatórios em mãos no fim do mês, se não souber apurá-los.

O índice ou taxa de rejeição é um exemplo desse tipo de confusão. Pense bem, um site sobre curso de musicalização infantil cheio de links com vídeos, materiais gratuitos, formulários para preenchimento e CTAs precisa de cliques e interação?

“Com certeza”, diríamos. Porém, depende do ponto de vista. Podemos dizer que uma página com essas características precise mesmo, já que o objetivo dela é gerar esse tipo de ação. Mas a página e o site inteiro não são a mesma coisa, concorda?

O fato é que existe, dentro do mesmo site, páginas que não são feitas necessariamente para gerar interação por cliques, ou mesmo um tempo estendido de leitura. 

Um exemplo muito claro é o campo de contato, que pode conter apenas endereço e número telefônico.

Assim, um site de marmitas para empresa que não seja focado em venda ou fechamento pela web, mas apenas publique seus conteúdos como se a internet fosse um cartão de visitas online, por exemplo, vai precisar ter outra visão sobre o seu bounce rate.

Como saber se a taxa está alta?

Para que o ponto detalhado acima fique claro, é preciso explicar melhor quais são, afinal, os casos em que o bounce rate pode realmente indicar uma falta de eficiência.

Como vimos, o marketing digital é mais complicado do que pode parecer em um primeiro momento, então nem sempre certos índices vão indicar que seu conteúdo, produto ou serviço tem realmente um problema.

Quem recentemente fez uma pesquisa profunda sobre isso foi a QuickSprout, uma empresa norte-americana que estuda o mercado digital, cujo resultado indica a taxa comum de rejeição para cada plataforma, conforme o segmento:

  • Blogs (sem e-commerce): 70% a 98%;
  • Uma landing page comum: 70% a 90%;
  • Ramo varejista em geral: 20% a 40%;
  • Serviços e geração de leads: 30% a 50%;
  • Portais noticiosos: 10% a 30%.

Se percebermos, um blog sem produto, focado apenas em conteúdo, pode chegar a quase 100% na taxa, ao passo que um site de varejo e venda talvez devesse ficar em 20% apenas, dependendo do caso.

Certamente, levar em conta essa pesquisa vai tornar suas ações muito mais assertivas e direcionadas, sobretudo na hora de superar realmente uma taxa negativa.

Por dentro dos maiores problemas

Todo mundo já teve a experiência de entrar em um site qualquer e simplesmente não conseguir navegar, não é mesmo?

Aparece um banner no topo, outro embaixo, um pop-up enorme no meio da tela e mais um anúncio ao canto. Aí fica difícil, não é mesmo? 

Claro, um site stand feira pode aproveitar para fazer propaganda de parceiros, ou mesmo ativar as redes de links patrocinados, que vão trazer banners de vários sites.

Mas isso não pode ser exagerado ou causar desequilíbrio. Portanto, uma dica de ouro para superar taxas negativas de rejeição é pensar e repensar a navegabilidade do seu site, o layout e a experiência que o cliente vai ter.

Lembrando que a usabilidade também aponta para o tempo de carregamento, então é preciso que o site abra rapidamente, e que os menus e botões funcionem.

Hoje, já existem softwares que ajudam a escanear seu site diariamente para verificar isso.

Outra dica semelhante é a da responsividade, que permite que o site abra tanto em computadores quanto em dispositivos móveis, como celulares e tablets.

Cuidado com os links utilizados

Outro modo infalível de superar as taxas de rejeição é tomando cuidado com os links. 

Isso causa muita confusão também. Afinal, todo mundo já ouviu falar de link building, então, quanto mais links melhor, certo? Não é bem assim.

Como já mencionado, se a pessoa entra no seu site e clica em um link externo muito depressa, isso pode prejudicar sua taxa de rejeição.

Então, uma dica é ficar de olho nos famosos clickbaits, que são sites cujos conteúdos têm unicamente a finalidade de “caçar clicks”, para gerar tráfego e receita em cima disso. Se algum campo de banner seu estiver promovendo conteúdos assim, cuidado.

Um modo pró-ativo de trabalhar os links é investindo em conteúdos internos. Não que você não possa fazer link externo. Até pode, desde que tenham realmente a ver com o assunto, e que não acabem simplesmente canalizando sua audiência.

Se o site fala sobre as aulas do ensino médio particular, crie você mesmo páginas de blog sobre assuntos ligados, como disciplina de Português, de Matemática, de Física, etc.

Considerações finais

Como vimos, o bounce rate não é algo tão simples quanto parece num primeiro momento.

Mas, com certeza, prestar atenção nesse indicador e trabalhar para que ele se torne um fator positivo é algo que pode mudar suas estratégias de patamar.

Na linha de todas as dicas dadas aqui, o essencial do marketing digital sempre vai ser o conteúdo, a originalidade e a relevância.

Ou seja, se uma página trata de sala de reunião para alugar, é preciso que gere conteúdos realmente novos, e que valorize a interação com o seu público.

Usabilidade, escaneabilidade, layout, CTAs e chamadas atraentes podem ajudar, mas no fim das contas, sempre vai ser o material entregue o que vai fazer a taxa de rejeição cair.

Levando em conta todas as dicas dadas acima, vai ficar ainda mais fácil superá-la, sempre que necessário.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

marketing boca a boca

Marketing boca a boca, continua sendo um pilar importante para as imobiliárias

Compreenda a importância do marketing boca a boca para o seu negócio imobiliário e dê um passo à frente para abrir portas e fechar mais contratos!

O grande desafio para as imobiliárias em Florianópolis que querem se manter competitivas no mercado é apostar em uma boa campanha de marketing. Contudo, nem sempre apenas investir em tecnologia e nas últimas tendências de vendas é a única alternativa para atingir um público-alvo.

O marketing boca a boca pode ser uma ferramenta valiosa. Afinal, é um dos mais importantes tipos de marketing para a maioria das marcas, produtos ou serviços. Isso ocorre porquê o marketing boca a boca faz com que pelo menos 92% das pessoas comprem um produto que foi indicado por uma pessoa da sua rede de relacionamento.

Hoje em dia, o marketing boca a boca está se tornando muito importante especialmente para pequenas lojas e marcas locais que não têm um enorme orçamento de marketing. Eles podem prestar um bom serviço e obter os retornos por causa das relações pessoais que ajudam a manter em relevo.

Grandes retornos sobre o investimento

O marketing boca a boca é um dos mais antigos, e atualmente a tática de marketing mais forte para qualquer comerciante, desde quem anuncia frutas até quem deseja emplacar apartamentos à venda nos Ingleses. Um produto ou serviço recém-lançado pode se tornar um sucesso ou um fracasso devido ao marketing boca a boca. À medida que a popularidade e a penetração da internet e das mídias sociais aumentam, o marketing boca a boca está se tornando cada vez mais importante para todas as marcas. Contudo, tenha atenção: é mito que o marketing boca a boca não custa nada. Você precisa investir na prestação de um serviço sólido aos clientes para gerar boa repercussão. No entanto, uma vez que você dá esse serviço, você terá um enorme retorno sobre o investimento.  Ás vezes, alguns clientes ficam tão felizes com sua marca que se tornam defensores da marca. Esses clientes são os que geram o máximo de negócios para você via marketing boca a boca – sem nenhum custo para você!

Marketing negativo significa enormes perdas

Quando um cliente experimenta um produto ou um serviço, e recomenda o produto ou o serviço para outra pessoa, oralmente ou via comunicação escrita, então isso é conhecido como marketing positivo. Evidentemente, nem sempre todos são agradados com um produto ou serviço. Assim, uma campanha boca a boca negativa pode causar enormes perdas para um produto ou marca recém-lançado. É por isso que as empresas precisam se concentrar no marketing boca a boca positivo o tempo todo. O marketing boca a boca pode ser tanto – bom ou ruim. Pode ser bom se a recomendação for positiva ou pode ser ruim se a recomendação for negativa. A razão pela qual o marketing boca a boca é tão importante para os profissionais de marketing é por causa disso geralmente uma recomendação pessoal de alguém que você conhece – e, portanto, é conhecida por ter uma taxa de conversão muito alta – maior do que qualquer outra forma de marketing.

Boca a boca também existe nas redes sociais

Uma menção especial precisa ser dada às mídias sociais e seu poder por causa do marketing boca a boca. Já viu um filme recente ser lançado e o filme ir um FLOP dentro de 2 dias de seu lançamento? Quem faz isso? As pessoas ficam na frente dos cinemas e gritam que o filme é ruim? Não. Eles só precisam digitar linhas 2 no Facebook ou Twitter. Quanto mais positivo o feedback, mais o filme será um sucesso. De fato, as mídias sociais se tornaram tão poderosas, que todas as eleições políticas em todo o mundo estão acontecendo mais nas mídias sociais do que offline. Muitos políticos estão focados em melhorar sua imagem online compartilhando regularmente as melhores fotos e ações nas mídias sociais. Se eles cometem um erro, isso é engessado na internet. Nos dias de hoje, se você quer um boca a boca positivo, é impossível obtê-lo se você não se concentrar nas mídias sociais. Desse modo, uma imobiliária que deseja ter imagem positiva nas redes sociais deve estabelecer os sinais sociais certos com seus clientes, e é provável que você gere mais positivo boca a boca e obtenha muito mais perguntas para o seu negócio a partir de uma boa indicação. Hoje, as mídias sociais controlam o boca a boca de uma forma importante.

O efeito do boca a boca negativa

Publicidade negativa boca a boca é devastadora para qualquer negócio. Hoje, com a internet e as mídias sociais, o boca a boca negativo é um grande problema para marcas, produtos e serviços – inclusive imobiliários. Assim como o marketing boca a boca positivo significa que os clientes recomendam o produto para outros clientes em potencial, o boca a boca negativo significa que os clientes impedem outros potenciais clientes de comprar o produto ou o serviço. O boca a boca negativo tem um enorme impacto no resultado final ou nos lucros de qualquer organização. As vendas de produtos em qualquer plataforma de comércio são um exemplo de como as classificações negativas podem resultar imediatamente em uma queda nas vendas.

No entanto, há muitos clientes inteligentes que tomam as classificações negativas com uma pitada de sal. O motivo? Pessoas que tiveram experiências negativas são muito mais propensas a dar avaliações negativas em comparação com pessoas que tiveram experiências positivas. Portanto, se você ama um produto ou um serviço, certifique-se de que você está dando uma avaliação positiva para ele, caso contrário, avaliações negativas puxarão para baixo o produto ou serviço e pode destruí-lo do mercado.

Ferramentas adequadas

Um dos fatores mais comuns para o marketing boca a boca positivo é dar atendimento rápido e eficaz aos clientes. Isso torna sua marca ou produto confiável e o cliente irá recomendo fortemente a outros por causa da confiabilidade. A qualidade de seu atendimento faz uma enorme diferença no boca a boca gerado para um produto ou serviço. Se o cliente estava esperando uma boa qualidade, e ele superou isso, espere que um retorno muito positivo seja gerado para o seu atendimento. Por outro lado, se a qualidade estava abaixo das expectativas, então espere feedback negativo também. Os clientes podem não se lembrar de sua marca. Eles podem não se lembrar do produto também. Mas se você tem as pessoas certas em sua empresa, mais do que provavelmente, as pessoas construirão boas relações com o cliente final. Uma pessoa errada pode fazer os clientes irem embora, por isso, capacite sempre muito bem seus corretores.

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edgerank

EdgeRank: Conheça mais sobre esse algoritmo do Facebook

O EdgeRank é um algoritmo criado pelo Facebook para determinar o alcance das publicações de uma determinada página aos usuários dessa plataforma. 

Ter um conhecimento aprofundado desse algoritmo é fundamental para qualquer empresa que deseja uma melhor interação com seu público dentro da rede social.

Se você quer engajar uma postagem sobre o paisagismo piscina realizado por sua empresa, é importante entender quais elementos você deve utilizar para alcançar o maior número possível de pessoas.

Quem trabalha com marketing digital sabe a importância de estar ativo e presente nas redes sociais. Por isso, saber quais estratégias tornam a interação entre marca e consumidor possível são essenciais.

Desse modo, compreender a funcionalidade do EdgeRank permite que você consiga entender melhor o que o Facebook busca como relevância de uma publicação, permitindo que você use o algoritmo a seu favor para buscar melhores resultados.

O Facebook cresce progressivamente, e a cada novo usuário, as redes de conexão ficam maiores e mais complexas. Isso acaba sendo um impeditivo para o sistema mostrar todas as informações que uma pessoa pode ter acesso.

Por isso, para conseguir encontrar o público que esteja interessado nos serviços de paisagismo jardim que sua empresa oferece, você deve buscar soluções para aparecer com maior frequência para esses usuários..

O EdgeRank surge, então, como uma solução para adaptar a linha do tempo de cada usuário. O algoritmo avalia a relevância de cada uma das publicações para determinar quando elas devem ser exibidas em um feed de notícias.

Como o EdgeRank é calculado?

Existem três fatores determinantes que o algoritmo busca quando está avaliando uma publicação.

Cada um deles tem seu peso dentro da pesquisa, e é fundamental que um criador de conteúdo saiba utilizar esses pontos de forma estratégica para alcançar um engajamento maior.

1. Fator de afinidade

Este determina o quanto de interações o usuário teve com uma determinada página. Cada curtida, comentário e compartilhamento conta, uma vez que ele avalia de forma orgânica cada uma das atividades.

A qualidade da interação também é levada em conta, sendo que comentários curtos como emojis acabam ficando atrás de conversas com respostas e têm um tempo menor de interação.

O EdgeRank reconhece o histórico do usuário como parte de seus gostos e interesses. 

Portanto, quanto mais uma página de buffet de aniversário infantil for acessada pelo usuário que busca um contato mais próximo, maiores são as chances dela aparecer em seu feed de notícias.

2. Fator de tempo

Uma das principais preocupações do Facebook é apresentar aos usuários um conteúdo o mais atualizado possível. Por isso, publicações antigas tendem a se perder em questão de valor de engajamento.

Desse modo, para que a sua conta continue sendo bem-vista pela plataforma e seu conteúdo entregue aos usuários, é necessária uma consistência em publicações, para não deixar o tempo passar e você perder oportunidades de engajamento.

Quanto mais nova for sua publicação, maiores são as chances dela alcançar um bom resultado orgânico. Portanto, é importante estudar o comportamento de seu público-alvo dentro da plataforma do Facebook.

Você deve aproveitar eventos grandes para fazer uma publicação no momento certo, como no caso de empresas de fantasia de carnaval infantil, que podem aproveitar a proximidade do evento para aumentar o engajamento.

Ao saber quando seus clientes costumam utilizar a rede social, você pode se programar para soltar suas publicações, garantindo o máximo de efetividade com relação ao tempo.

3. Fator de peso e relevância

A relevância é uma análise mais geral da página. O cálculo é realizado levando em consideração todas as interações que aconteceram anteriormente com seu perfil. Quanto mais as pessoas se engajarem em um conteúdo, maior será a exposição orgânica dele.

Algumas ações têm um “peso” maior do que outras quando é feito o cálculo de relevância. Publicações com comentários costumam ser consideradas mais importantes do que aquelas que tem apenas curtidas.

Quanto mais as pessoas falarem de aluguel de espaço para casamento, maiores as chances das suas publicações aparecerem para mais pessoas.

Além disso, conteúdos em foto e vídeo costumam gerar um engajamento muito maior que os de textos e links, portanto, é fundamental saber como colocar seu conteúdo, de maneira a conquistar um maior peso e conquistar mais espaço na rede social.

Como melhorar seu engajamento

Compreender como funciona o EdgeRank é o primeiro passo para conseguir utilizar com propriedade o Facebook para alavancar seu negócio, mas é preciso tomar alguns cuidados para conseguir aproveitar o melhor que o algoritmo tem a oferecer. Por esse motivo:

1. Faça postagens curtas

O Facebook é uma rede social dinâmica, e muitas pessoas não chegam ao final de textos muito longos ou informativos. Opte por postagens curtas, que sejam diretas e sem rodeios, para atrair mais a atenção do público.

Isso não significa, entretanto, que as publicações devem ser pobres de conteúdo. Escreva as informações pertinentes ao post, mas tenha em mente que quanto mais sucinto você for, melhor.

2. Capriche nos recursos visuais

Para conseguir transmitir sua ideia corretamente na rede, o ideal é a utilização de recursos visuais, como fotos e vídeos. Esse tipo de publicação tem uma aceitação muito maior do público, em grande parte pela facilidade de consumo. Dentre as opções, podemos citar:

  • Gifs animados;
  • Fotos com ou sem texto;
  • Transmissões ao vivo;
  • Stories.

Alguns flyers de festa digitais podem acabar sendo muito mais proveitosos que publicações extensas sobre o assunto.

Pensando nisso, utilize fotos e vídeos para a maior quantidade de conteúdo que você puder. Às vezes, uma imagem que chame a atenção vale muito mais do que um texto longo e cheio de detalhes técnicos.

Ainda assim, mantenha esse conteúdo visual sempre em conexão com a mensagem que você está querendo passar. Do contrário, o vídeo ou a imagem não atingirá o público da forma correta e você não conquistará o engajamento necessário.

3. Acompanhe as novidades

O Facebook constantemente se atualiza e cria novas funções para seus usuários. Sempre que uma novidade aparece nos formatos de publicação, é comum que a própria plataforma coloque como prioridade os posts que utilizam essas novas ferramentas.

Por isso, é importante estar atento a qualquer novidade e aproveitar os momentos de lançamento para conseguir engajamentos mais certeiros e com uma recepção melhor.

Entretanto, vale a pena conferir usando as ferramentas de análise da própria plataforma como está a recepção dessa nova funcionalidade. É preciso identificar se, além do EdgeRank, o público está consumindo o material.

Muitas vezes, um conteúdo tradicional com um bom engajamento em curtidas e comentários vale mais a pena do que o trabalho de criar um conteúdo para uma nova função que os clientes não estão demonstrando interesse em utilizar.

4. Incentive o engajamento

Uma forma interessante de conquistar um engajamento maior para suas publicações é através do uso de perguntas. Deixe a publicação em aberto, para que o público consiga interagir diretamente.

É importante manter esse tipo de questionamento pertinente ao conteúdo da publicação, mas muitas vezes, deixar uma lacuna em aberto ou perguntar a opinião do público no post original acaba fazendo com que as pessoas comentem.

Por exemplo, se a sua gráfica quer que os usuários se engajem em sua publicação sobre convites personalizados, pergunte como elas gostariam de personalizar o convite ou para quem elas enviariam um convite desses.

Utilize essa ferramenta como uma forma de identificar e conhecer melhor seu público-alvo. Perguntas polêmicas podem gerar um engajamento bom através dos comentários, mas dificilmente eles servirão para sua empresa.

O ideal aqui é utilizar as perguntas como uma forma de estruturar seu conteúdo para conquistar ainda mais seguidores.

Benefícios do EdgeRank para empresas

A utilização do algoritmo por contas comerciais pode trazer uma série de vantagens, uma vez que a própria ferramenta é uma medida de qualidade de publicações na rede social.

Uma empresa que tem suas publicações alinhadas ao EdgeRank acaba aumentando sua credibilidade, até porque para melhorar o engajamento, precisa criar conteúdo de qualidade e demonstrar autoridade sobre a área de atuação.

Além disso, quanto mais você conseguir se engajar na rede, maior será a quantidade de pessoas interagindo com a sua empresa.

Isso porque a qualidade de suas publicações fará as pessoas se interessarem o suficiente para compartilhar o conteúdo, espalhando de forma viral para suas redes de amigos e familiares.

Até mesmo uma empresa de placas informativas personalizadas que tem um conteúdo interessante nas redes acabará alcançando um público muito maior.

Essa etapa é muito importante para conquistar o engajamento orgânico, uma vez que as pessoas conversam entre si e, quanto mais elas gostarem do seu conteúdo e espalharem para outras pessoas, maior será a chance de você conquistar novos seguidores.

Quanto mais pessoas receberem seu conteúdo, melhor será a conversão de clientes. Essa possibilidade de aumento de lucratividade é fundamental para qualquer negócio que deseja utilizar o Facebook como plataforma de marketing.

Considerações finais

É necessário um tempo de aprendizado para você conseguir aplicar todas as ações necessárias de engajamento com o EdgeRank, mas com isto realizado, as chances de crescimento de sua empresa são enormes.

O Facebook é uma das maiores redes sociais do mundo, e por isso, é essencial estar atualizado no mercado e sempre pronto para novos meios de interação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

algoritmo do google

Conheça as principais atualizações do algoritmo do Google

As atualizações do algoritmo do Google não param. A cada ano que passa, o buscador lança uma nova tendência, que reflete na maneira em que os sites são classificados nos resultados de pesquisa (SERPs).

Com isso, quem investe em SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, precisa ficar de olho em todas as mudanças, para reformular os conteúdos e, dessa forma, alcançar a tão sonhada primeira posição.

No artigo de hoje, conheça as principais atualizações do algoritmo do Google e saiba como otimizar o seu site para melhorar a classificação nas SERPs. Acompanhe a leitura!

Mas, primeiro: como funcionam os algoritmos?

O algoritmo do Google nada mais é que um conjunto de operações que define a forma como os resultados das buscas serão apresentados aos usuários.

Por exemplo, quando você faz uma pesquisa sobre reeducação alimentar para emagrecer, o Google oferece uma série de resultados. Porém, os que estão no topo da lista são os que seguiram as recomendações dos algoritmos.

Sendo assim, eles são considerados mais valiosos do que os outros sites, com um conteúdo informativo de qualidade, além de oferecer uma boa experiência ao usuário.

Em resumo, os algoritmos são responsáveis por descobrir, entender e organizar o conteúdo que irá aparecer nos resultados de pesquisas, para entregar as melhores respostas aos usuários.

9 principais atualizações do algoritmo do Google

Agora que você já entendeu como os algoritmos funcionam, é o momento de conhecer as principais atualizações do Google nos últimos anos. Dessa forma, você saberá exatamente como otimizar o seu site para melhorar a classificação.

1 – Panda (2011)

O Panda foi uma atualização lançada oficialmente em 2011, que transformou significativamente a estratégia de SEO. Com ela, mais de 12% dos resultados de busca foram afetados e milhares de sites foram rebaixados.

A principal diretriz do Panda é punir as páginas com conteúdos de baixa qualidade. Sendo assim, alguns sites tiveram que reestruturar seus materiais.

De acordo com a atualização, as páginas serão punidas em caso de:

  • Plágio (conteúdo duplicado ou copiado);
  • Produção automática de textos;
  • Pouca informação de qualidade;
  • Excesso de publicidade, ao invés de conteúdo;
  • Geração indiscriminada de backlinks.

Por isso, se uma empresa de motoboy quer começar a investir no SEO, ela precisa ficar atenta a todas as recomendações do Panda, pois essa é uma das atualizações que mais pesa na hora de classificar os conteúdos no Google.

2 – Penguin (2012)

O Penguin (ou pinguim) foi uma atualização lançada em 2012, que afetou cerca de 3% das páginas nas SERPs. 

A ideia aqui é evitar a “superotimização” dos sites, ou seja, páginas que investem pesado em SEO, mas acabam esquecendo que o usuário é quem merece destaque. Normalmente, o excesso de otimização resultava no famoso black hat (técnicas abusivas).

Diante disso, o Penguin passou a punir os sites que produziam conteúdos de baixa qualidade somente para ludibriar o algoritmo.

Como exemplo, podemos destacar os textos que somente repetiam as palavras-chave aleatoriamente. Desse modo, se o termo era contrato motoboy, por exemplo, essa mesma palavra era repetida indiscriminadamente ao longo do artigo.

Essa é uma prática de black hat, punida pelo Penguin.

3 – Hummingbird (2013)

O Hummingbird foi lançado em 2013, tendo como principal objetivo aprimorar os resultados de busca. Diferentemente das atualizações anteriores, a intenção aqui não é punir, mas sim, fazer uma classificação mais estratégica.

Com o Hummingbird, as páginas não precisavam mais conter a representação exata das palavras-chave pesquisadas pelo usuário. Sendo assim, os conteúdos poderiam ter termos variantes, o que colabora com a riqueza textual.

Dessa forma, ao invés de escrever “moto frete” em um blog post, por exemplo, é possível optar pelo conjunto “frete de moto”, que dá mais sentido e leveza ao conteúdo.

Com a ajuda de sinônimos e melhor correspondência do campo semântico, o Google era capaz de compreender o que está sendo pesquisado e, assim, entregar os melhores resultados ao usuário.

4 – Pigeon (2014)

O Pigeon é uma atualização de 2014, que aprimorou as buscas para resultados locais.

Com ela, o Google passou a classificar as pesquisas de acordo com a localização do usuário, entregando resultados de empresas, lojas e outras informações de negócios próximos.

Assim, quando o usuário busca por sala comercial compartilhada, por exemplo, o buscador irá indexar os coworkings que estão dentro da cidade ou bairro em que a pessoa está. Isso ajuda nas buscas mais específicas.

Estima-se que o Pigeon modificou a classificação de vários sites, além de melhorar o rankeamento de pequenos negócios locais.

5 – HTTP/SSL Update (2014)

Também em 2014, o Google lançou outra atualização, mas dessa vez, com foco na segurança. O HTTPS tornou-se um fator de rankeamento porque incentivou a adoção de protocolos de proteção nos sites.

Sendo assim, as páginas que possuem certificados SSL e migram para o HTTPS contam com informações criptografadas, impedindo que os dados possam ser usados por pessoas mal intencionadas, ou perdidos.

Além disso, alguns sites mais seguros, com tecnologia similar a uma catraca controle de acesso, permitindo que somente pessoas autorizadas possam verificar informações, também obtiveram melhor classificação no Google.

6 – Mobilegeddon (2015)

Já em 2015, o Google lançou o Mobilegeddon, uma atualização voltada às pesquisas em dispositivos móveis.

Com essa mudança, os sites mobile-friendly passaram a ganhar mais destaque nos resultados de busca, justamente porque permitiam o acesso através de tablets e smartphones, aparelhos em expansão nos últimos anos.

O objetivo do Mobilegeddon era melhorar a experiência dos usuários que fazem buscas por dispositivos móveis, tendo um site com design mais responsivo e maior velocidade de carregamento.

Na prática, essa atualização não causou grandes mudanças, uma vez que várias páginas já se preparavam para oferecer uma boa navegabilidade em diferentes telas.

7 – Rank Brain (2015)

Outra atualização lançada em 2015 foi o Rank Brain, como uma evolução do Hummingbird

Visto que o Google já era capaz de compreender as intenções de busca do usuário, agora o buscador também utilizaria a inteligência artificial e machine learning para a classificação.

Dessa forma, o mecanismo de busca conseguiu interpretar melhor as consultas dos usuários. Sem a ajuda de intervenção humana, o Google aprendeu automaticamente as questões de interação, para entregar resultados mais relevantes.

Nesse sentido, quando um usuário pesquisava por gravação áudio, por exemplo, o Google já sabia qual era a intenção, por exemplo, encontrar um software ou um estúdio, de acordo com as pesquisas previamente feitas e o comportamento do internauta.

8 – Fred (2017)

A atualização nomeada como Fred foi lançada em 2017, tendo como principal objetivo identificar os sites com conteúdos de baixa qualidade, com excesso de banners publicitários.

O Fred funciona basicamente como o Panda, porém, tem como foco identificar a presença de anúncios patrocinados usados indiscriminadamente nos sites.

9 – BERT (2019)

Em 2019, o Google lançou a atualização conhecida como BERT (Bidirectional Encoder Representations from Transformers). O algoritmo conta com um novo sistema de inteligência artificial, especializado no processamento de linguagem natural (NLP).

De acordo com o próprio Google, cerca de 15% das buscas realizadas diariamente são inéditas. Sendo assim, os sistemas precisam de inteligência suficiente para compreender as intenções dos usuários, mesmo que as pesquisas nunca tenham sido feitas.

Além disso, o BERT consegue identificar quando as palavras-chave são escritas incorretamente. Dessa forma, se alguém busca por “aluguel de endereço fiscal”, mas escreve algo errado, o algoritmo é capaz de fazer essa diferenciação.

Em suma, o BERT consegue compreender o contexto geral das buscas, tendo como base uma análise dos termos que compõem a pesquisa, os significados, o contexto e a relação entre as palavras.

Com essa atualização, a indexação do Google não fica travada em palavras-chave específicas, já que o buscador entende frases completas, mesmo quando são escritas de modo informal.

Conclusão

Ter uma boa classificação no Google não é uma tarefa simples. Afinal de contas, é preciso considerar uma série de aspectos na hora de produzir o conteúdo e, além disso, levar em consideração os algoritmos envolvidos no buscador.

Em conjunto, o Google está em constante mudança, sempre lançando novas atualizações para melhorar a classificação das páginas. Como consequência, o SEO é afetado e vários sites precisam renovar seus materiais para manter o bom rankeamento.

O artigo de hoje buscou trazer algumas das principais atualizações do algoritmo do Google, destacando as mudanças que afetaram diretamente o SEO. 

Ao conhecer todas elas, é possível produzir conteúdos mais direcionados, tendo em vista não só as exigências do buscador, mas também as intenções de busca do usuário.

Assim, você irá conseguir alcançar a tão sonhada primeira posição no Google!

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

 

CRM

CRM: o que é e qual sua importância

O CRM, sigla para Customer Relationship Management (ou Gestão do Relacionamento com o Cliente) vai muito além de apenas um software. Trata-se de uma abordagem que tem como principal foco os processos de uma empresa o cliente.

Percebendo e antecipando suas necessidades para encontrar as melhores formas de atendê-lo.

O conceito é bem simples: basicamente criar toda uma estratégia de negócios com foco no cliente. Essa estratégia engloba todas as áreas da empresa, desde o operacional até as ações de marketing, vendas e, principalmente, atendimento. 

O processo básico consiste em:

  • Definir;
  • Medir;
  • Analisar;
  • Melhorar;
  • Controlar.

Para facilitar a aplicação destas estratégias, existem diversos sistemas CRM, soluções tecnológicas que permitem um melhor preparo e execução dos elementos necessários para a realização do CRM.

Uma empresa de catraca para academia pode estar com as vendas em baixa por não conseguir lidar de forma adequada com seus clientes. Utilizar uma nova ferramenta estratégica pode acabar mudando completamente a situação da empresa.

Hoje em dia, principalmente por conta do avanço na tecnologia e a facilidade de contato que a internet traz, o perfil do cliente mudou.

Aos poucos, o relacionamento entre consumidor e marca evoluiu e tornou-se a mais importante etapa de um processo de vendas, com a criação de conceitos, como a experiência do cliente.

Não basta um folheto a3 indicando a um cliente que ele pode ter confiança para comprar um produto ali. As relações em si mudaram ao longo do tempo, e uma empresa deve se atualizar para manter-se competitiva.

Isso porque, com muito mais opções de compra no mercado, o diferencial no atendimento tornou-se um dos principais motivos de conquista no mercado. O cliente deve ser cativado, com uma interação inteligente e amigável, que não o diminua a um número.

Um sistema CRM armazena todas as informações que pode sobre clientes atuais e aqueles que ainda não completaram uma transação. Dados como nome, endereço, número de telefone, contatos anteriores que ele teve com a empresa, entre outros.

Com isso, o sistema permite um acompanhamento muito melhor do cliente em questão, que se sentirá muito mais valorizado ao se dar conta de que há um esforço para compreender suas necessidades e buscar soluções adequadas.

Uma série de processos podem ser considerados obsoletos hoje em dia. Para poder deixar de lado estes recursos e acelerar o trabalho com a automação nas áreas necessárias para poder focar-se no cliente, as ferramentas do CRM são fundamentais.

Uma clínica de drenagem linfática no rosto pode utilizar esse sistema para conseguir identificar as necessidades de seus clientes e apresentar novas propostas no mercado estético.

Isso porque você consegue automatizar o repasse de leads para sua equipe de vendas trabalhar, buscando um contato mais próximo e real com estes possíveis clientes, com o objetivo de encontrar uma conversão maior.

Tipos de CRM

Existem dois modelos básicos de CRM,sendo o Local e o de Nuvem. O caminho que sua empresa vai trilhar depende muito da necessidade e do orçamento disponível para identificar em qual deles você melhor se encaixa.

O CRM Local, também conhecido como On-Premise, é o sistema que é mantido em um servidor físico dentro da empresa. Por ser um equipamento delicado e complexo, é importante que seu estabelecimento tenha uma equipe de TI própria para lidar com ele.

Isso permite que esses profissionais possam manter um maior controle sobre o sistema, mas é importante pensar que todos os processos se tornarão extremamente independentes da equipe de Tecnologia da Informação.

Isso porque qualquer falta de energia pode atrapalhar o uso do sistema, além de problemas de outras fontes que dependam do trabalho constante de suporte do TI para conseguir uma boa utilização.

Além disso, este formato costuma ser mais custoso, uma vez que o equipamento necessário para seu uso pode acabar saindo caro.

Por exemplo, uma clínica de nutricionistas que elaboram plano alimentar para emagrecer provavelmente não terá a estrutura necessária para manter um servidor ativo como uma empresa multinacional tem.

Por isso, muitas empresas têm optado pelos serviços online. Mesmo que estes dependam da internet e estejam sujeitos a uma falha caso a conexão se perca por algum motivo, o sistema tem funcionalidades muito mais atuais neste formato.

Com este modelo, você consegue acessar o sistema 24 horas por dia, todos os dias da semana, de qualquer lugar que você esteja, desde que possua pelo menos um smartphone ou computador e conexão com a internet.

Essa mobilidade é perfeita para pessoas que costumam ter que trabalhar viajando, uma vez que elas podem continuar acompanhando os registros da empresa, independentemente do local.

Os custos de utilização de um serviço desses, se constatado de um especialista, é muito menor que o de montar e configurar um servidor próprio.

Além disso, normalmente as empresas que oferecem esse tipo de serviço já tem suas próprias equipes de TI, que oferecem suporte ao longo de todo o dia, sem gerar custos maiores para a empresa.

Com isso, é possível focar-se nos elementos principais de sua estratégia de negócios, que é a captação e conversão de clientes. Isso porque toda a etapa automatizada do serviço facilitará a busca para a equipe de vendas conseguir melhores resultados.

Benefícios e resultados do CRM

A utilização do CRM pode trazer uma série de benefícios tanto para uma empresa de placas informativas personalizadas, quanto para uma loja de equipamentos eletrônicos, uma vez que a estratégia é muito mais ligada no contato com o cliente.

Conheça, a seguir, algumas das vantagens trazidas com o uso do CRM.

1. Relacionamento com clientes

Por mantê-lo sempre no foco negocial, o CRM permite que o relacionamento com clientes se torne muito mais dinâmico, alcançando resultados melhores.

Isso porque todas as negociações passam a se tornar sistemáticas, fazendo com que a gestão de vendas seja potencializada para seu empreendimento.

Compreendendo o cliente e suas necessidades, você consegue identificar o melhor resultado para ele e gera um aumento de fidelidade, uma vez que o cliente certamente conseguirá confiar em você.

Uma loja de vinho frutado tinto precisa conhecer seus clientes para oferecer novas experiências de consumo, conquistando-os no processo.

Além disso, o sistema cria um conceito de obtenção e análise de feedbacks, permitindo que sempre seja possível aprimorar os planos de ação em vigor e criar novas ferramentas para mudar pontos negativos que surjam em um feedback.

2. Potencializa as vendas

Com a coleta de dados realizada pela ferramenta, um vendedor terá muito mais argumentos para conseguir identificar novas estratégias de vendas com um cliente.

Isso porque ele acaba tendo acesso aos gastos anteriores do cliente, bem como produtos em que houve uma consistência em compras. Em posse destas informações, é possível para um bom vendedor trabalhar a negociação com o cliente.

Quando a equipe de vendas de uma fabricante de camiseta personalizada com logo faz uma abordagem para um cliente que ela conhece, é muito mais fácil identificar quais produtos podem ser ofertados para aumentar a qualidade do comprador.

Além de tornar mais fácil estreitar o relacionamento entre consumidor e marca.

3. Melhora a comunicação

A comunicação é um fator crucial para uma boa equipe de vendas. Isso porque muitas vezes, é necessário que um atendimento se inicie em um contato e passe para outro, ou um cliente retorne uma compra depois de ter finalizado o atendimento com outro atendente.

O sistema CRM permite um compartilhamento padronizado de dados, fazendo com que toda a equipe esteja no mesmo tom quando lidar com sua clientela.

Por isso, qualquer vendedor pode tomar uma negociação de onde ela parou sem ficar perdido ou ter que recomeçar o processo.

É possível também adicionar novas informações para auxiliar os colegas de equipe a conquistar resultados muito mais positivos e adequados para a empresa.

4. Aprimora a gestão

O sistema CRM não auxilia apenas na etapa operacional de um negócio. 

Os gestores têm em suas mãos uma ferramenta poderosa de análise, da qual em poucos instantes conseguem gerar relatórios completos de atividades e avaliar as melhores ações a serem tomadas.

A utilização dessa ferramenta por gestores amplia seu panorama de visão, permitindo que ele alcance resultados muito mais satisfatórios para a empresa.

Um gerente de uma companhia de fretamento de vans, por exemplo, pode acessar em instantes as buscas e negociações de seus serviços, conseguindo identificar as estratégias mais funcionais no processo.

Por isso, é importante que toda a equipe esteja no mesmo tom com relação a aplicação, para que o gestor consiga usufruir da melhor forma possível.

O CRM para as equipes de marketing e vendas

Em muitas empresas, as equipes de marketing e de vendas acabam se rivalizando, em grande parte porque um culpa o outro quando um trabalho não é bem sucedido. Esse tipo de discussão pode acabar sendo muito prejudicial para sua empresa.

Por isso, o ideal é criar um ambiente de conforto, onde ambas as equipes sintam-se conectadas e parte da equipe.

Com um sistema CRM, a equipe de marketing pode verificar os resultados obtidos pela equipe de vendas para formular novas técnicas de engajamento, criando um mecanismo muito mais funcional para o bom andamento das negociações.

Quando as duas equipes estão unidas, você consegue extrair o melhor de cada uma alavancando seus resultados e conquistando ainda mais espaço em qualquer mercado que sua empresa atue.

Uma empresa que decida utilizar as estratégias de CRM tem muito a ganhar, uma vez que a agilidade e padronização do processo podem alavancá-la e torná-la uma líder no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.