Funil de vendas - o que é e como desenvolver para seu negócio

Funil de vendas: o que é e como desenvolver para seu negócio

O funil de vendas é um dos principais conceitos do Inbound Marketing, sendo usado para acompanhar a jornada de compra dos clientes e melhorar os resultados das empresas, seja para o aumento de vendas ou para a fidelização dos clientes

Embora não seja usado somente em ambientes online, o funil de vendas é amplamente empregado no marketing digital, garantindo a eficácia da estratégia.

No artigo de hoje, acompanhe o que é e como desenvolver o funil de vendas para o seu negócio, além de dicas valiosas para aplicar o conceito na sua empresa. Continue a leitura!

O que é o Funil de Vendas?

O funil de vendas, também conhecido como pipeline, é uma representação gráfica da jornada de compras do cliente, desde seu primeiro contato com a empresa, até a concretização da compra do produto ou serviço, ou até além dela.

Na prática, o funil de vendas envolve a primeira vez que uma pessoa vê uma persiana rolô double vision, por exemplo, seja por um blog post ou por um anúncio patrocinado em rede social, até o momento em que o usuário resolve comprar o artigo

Essas ações também envolvem os pós-venda realizados pela loja. É importante verificar que a compra não é um processo homogêneo, mas ocorre por etapas. 

Logo, durante toda a jornada, o cliente passa por vários momentos que revelam se ele está realmente próximo a concretizar o negócio.

Assim, temos o momento em que ele ouve falar pela primeira vez do produto ou serviço, posteriormente faz a pesquisa sobre o assunto e, somente após uma reflexão, decide por realizar a compra e recomendá-lo para outra pessoa, quando a experiência é positiva.

Por esse motivo, para determinar qual é a maturidade do cliente em relação à compra, o funil de vendas é dividido em algumas etapas, que ajudam a elaborar uma estratégia de captação de clientes mais assertiva.

Afinal de contas, uma pessoa que acabou de conhecer o amortecedor de carro de uma determinada empresa tem outra percepção quando comparada a um usuário que já conhece o produto.

As etapas do funil de vendas são:

  • Topo do funil: aprendizado e descoberta;
  • Meio do funil: consideração;
  • Fundo do funil: concretização da compra;
  • Pós-venda: fidelização do cliente.

Nesse sentido, fica mais fácil pensar em ações de marketing, direcionadas e assertivas, capazes de influenciar a tomada de decisão dos consumidores.

Quais são as etapas do funil de vendas?

Como vimos, o funil de vendas é dividido, basicamente, em quatro etapas principais. 

Em cada uma delas, é necessário orientar a estratégia de marketing, conforme o nível de maturidade do cliente.

A seguir, conheça algumas especificações e iniciativas de marketing para cada estágio do funil de vendas.

1 – Topo do funil

O topo do funil, ou ToFu, é o momento da consciência, pois até então o usuário não conhecia o produto/serviço, bem como era indiferente à sua própria necessidade.

Por exemplo, alguém que está procurando informações sobre sintomas que envolvem animais de estimação pode se deparar com o serviço de um veterinário oftalmologista, algo desconhecido anteriormente pelo usuário.

Em resumo, o internauta não buscava pela atividade, devido ao próprio desconhecimento da demanda. 

Mas ao ter o primeiro contato com o empreendimento, no exemplo o veterinário, acaba compreendendo que existe essa necessidade e, por isso, acaba procurando mais informações sobre o serviço.

Diante disso, o topo do funil é o melhor momento para se colocar como especialista no tema. Isso irá ajudar a moldar a percepção do visitante com conteúdos valiosos e de qualidade e respeito do seu negócio.

Aqui, a empresa geralmente lida com usuários que chegaram até o site de alguma forma, mas que não possuem nenhuma informação concreta sobre o produto ou serviço.

Ou seja, a pessoa pode ter visto um anúncio sobre disco de desbaste diamantado e, assim, ter sido redirecionada a uma página web. Porém, o visitante ainda precisa de mais conteúdos sobre o produto. 

Portanto, é o momento de oferecer materiais ricos, na tentativa de converter os usuários em leads (potenciais clientes).

Algumas ações de marketing interessantes para o topo de funil são:

  • Criação de blog posts;
  • Criação de landing pages;
  • Elaboração de postagens em redes sociais;
  • Produção de vídeos e ativos de marketing.

Importante ressaltar que o marketing de conteúdo é o grande aliado do funil de vendas. 

Afinal, o consumidor da internet não quer apenas se deparar com uma propaganda sensacionalista, mas sim verificar um material de qualidade, com informações pertinentes.

Sendo assim, vale muito mais a pena produzir um folder 2 dobras com conteúdo valioso, do que uma propaganda apelativa e comercial.

2 – Meio do funil

O meio do funil (MoFu) define a passagem da primeira para a segunda etapa, a partir do momento em que o visitante tem reconhecimento do problema.

Quer dizer que o usuário já leu o suficiente sobre o assunto e verificou que tem uma demanda, sendo assim, ele está em busca de maneiras para solucionar o contratempo.

Nesta etapa, estamos lidando com os leads, isto é, pessoas que já interagiram com o conteúdo da empresa, forneceram informações básicas de contato (como e-mail ou telefone), em busca de um aprofundamento maior a respeito do produto ou serviço.

Nesse sentido, o lead já sabe que está procurando uma escola período integral, por exemplo, mas ele ainda precisa de mais informações para tomar a decisão correta.

Sendo assim, é importante que a empresa seja honesta e transparente, deixando claro que o objetivo é ajudar o consumidor, não vender algo diretamente. Isso ajuda a estabelecer uma relação de confiança, aproximando o usuário da compra.

Aqui, o ideal é trabalhar com materiais ainda mais ricos, como e-books, webinars, newsletters e diálogo periódico com clientes (através de e-mails, troca de mensagens, entre outros meios).

3 – Fundo do funil

O fundo do funil (BoFu) é a etapa da compra propriamente dita. Neste momento, estamos lidando com os MQLs (Marketing Qualified Leads), que são os leads que já conhecem o produto ou serviço, e estão prontos para fazer contato com vendedores.

Ou seja, as pessoas que estão no fundo do funil perceberam que precisam de ajuda para resolver um problema – e isso significa fechar negócio com a sua empresa. 

Porém, elas precisam ter certeza de que estão fazendo a coisa certa e, por esse motivo, buscam não só pelo seu negócio, mas também pela concorrência.

Assim, no serviço de adição de categoria a, por exemplo, o fundo de funil é o estágio certo para mostrar o quanto a sua autoescola é referência no mercado e o porquê ela é a melhor escolha para o seu cliente.

Por esse motivo, vale a pena continuar com a criação de materiais relevantes, mas com foco nos diferenciais do produto ou serviço, além de citar as principais vantagens da empresa em relação à concorrência.

Também é importante que os vendedores tenham em mãos todos os dados do cliente e saibam orientar sua abordagem de modo direcionado, já que ninguém quer receber informações duplicadas ou conteúdos incorretos.

Por isso, vale a pena investir em ferramentas de automação de marketing, capazes de armazenar e compartilhar dados em tempo real, tornando a comunicação mais efetiva.

4 – Pós-venda

Apesar de nem todas as empresas incluírem o pós-venda como etapa do funil, percebe-se que a fidelização dos consumidores é muito maior quando a estratégia é adotada. 

Afinal de contas, é preciso fazer com que as pessoas se lembrem da sua empresa e, como consequência dessa iniciativa, busquem realizar novas compras e indicar o seu negócio para outras pessoas.

Por exemplo, após a aquisição de uma balança digital 300kg, o empreendimento pode enviar um e-mail ao cliente, pedindo um feedback sobre a mercadoria. Assim, é possível saber o que o consumidor gosta no produto e o que é preciso melhorar.

As estratégias de pós-venda incluem o envio de newsletters, além de outras mensagens, com ofertas, cupons de desconto e até programas de fidelidade.

Conclusão

O funil de vendas é uma representação da jornada de compras do cliente, que tem ajudado a moldar estratégias de marketing direcionadas, como forma de auxiliar na tomada de decisão dos consumidores, bem como aproximá-los do fechamento do negócio.

É fundamental ter em mente que todas as iniciativas precisam contemplar os interesses e preferências de cada usuário, já que o processo de compra não é homogêneo, mas sim, é influenciado por inúmeros fatores.

Assim, com a aplicação do funil de vendas, de modo prático e estratégico, é possível melhorar os resultados de venda, aumentando a conversão de leads, educando o público a respeito dos produtos e serviços e melhorando sua lucratividade e rentabilidade.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/funil-de-vendas/

Saiba como o e-mail marketing pode ajudar no seu e-commerce

Saiba como o e-mail marketing pode ajudar no seu e-commerce

Você utiliza o e-mail marketing para o seu e-commerce, aproveitando os benefícios que a ferramenta proporciona nas mais diversas ações relacionadas ao negócio?

O marketing digital trouxe uma série de oportunidades, e junto com elas possibilita diferentes estratégias que, ao serem aplicadas na rotina da loja virtual, podem ser responsáveis pelo aumento de resultados e pelo bom relacionamento com o público.

Dessa forma, se antes os meios de atuação de quem investiu em uma atuação online eram limitados, hoje existem recursos importantes e que facilitam a administração de um e-commerce. 

Uma dessas ferramentas significativas é o e-mail marketing, que é capaz de promover a venda de um filtro manga, indo desde o anúncio sobre o item até o questionamento sobre a satisfação do comprador com a aquisição realizada.

Justamente por isso, é possível perceber a flexibilidade e as utilidades que uma estratégia de e-mail marketing pode fornecer a um estabelecimento. 

Para que essas vantagens sejam facilmente alcançadas é preciso conhecer melhor o funcionamento da ferramenta e para quais tipos de ações ela pode ser utilizada, garantindo o sucesso da loja virtual.

Se você reconhece que o e-mail marketing é importante e quer utilizá-lo no dia a dia do seu e-commerce, siga na leitura deste artigo e entenda melhor sobre o assunto.

O que é o e-mail marketing?

Certamente você já utilizou a internet para vários tipos de ações, desde a procura de uma empresa que forneça crepe para festa até a realização da compra de um determinado produto.

Para muitas dessas necessidades, você se cadastrou em um site ou e-commerce deixando o seu endereço de e-mail, permitindo assim que contatos fossem feitos por parte da empresa. 

De fato, uma loja virtual que quer marcar presença na rotina dos seus clientes deve se empenhar no uso do e-mail marketing, criando vínculos e conquistando um relacionamento mais próximo com o seu público.

Isso porque a ferramenta trata-se do envio de um conteúdo para os leads de uma companhia, de modo que o assunto abordado ali possa ser de interesse desses destinatários, trazendo, assim, resultados efetivos para o negócio.

Desse modo, é possível dizer que o e-mail marketing pode ser utilizado para várias finalidades, sendo de grande importância para lojas virtuais de qualquer segmento. 

Como utilizar o e-mail marketing no seu e-commerce

O e-mail marketing fará parte de diversas etapas de uma compra de bandeirola colorida, do mesmo modo que deve ser utilizado para levar conteúdos para os clientes, não apenas com o intuito de vender, mas de conquistar a confiança e fidelizar o público.

Por isso, saber com quais estratégias você deve seguir ao usar o e-mail marketing pode ser um fator determinante para o desenvolvimento de campanhas assertivas. 

Sendo assim, é possível dizer que o e-mail marketing pode ser bem aplicado para:

  • Divulgação de promoções;
  • Acompanhamento de pedidos;
  • Estratégias institucionais;
  • Envio de felicitações;
  • Compartilhamento de conteúdos;
  • Aumento de tráfego;
  • Entre outros.

1. E-mail marketing para divulgar promoções

Um dos principais objetivos do e-mail marketing é, sem dúvida, a divulgação de promoções e descontos, que vão servir para potencializar os resultados financeiros de um negócio.

Assim como uma clínica de estética pode decidir criar um pacote de sessões de depilação a laser virilha completa para estimular o preenchimento da sua agenda, os e-commerces podem utilizar do e-mail marketing para anunciar preços atrativos para o seu público.

Afinal, esse é o meio mais prático de garantir que uma empresa consiga comunicar esses benefícios ao cliente, já que grande parte deles não terá contato diário com a marca. 

2. Acompanhamento de pedidos

O e-mail marketing também pode servir como uma ferramenta potente de comunicação. 

Ao finalizar a compra de uma mesa de inox para cozinha, certamente o comprador vai querer saber quando ela foi despachada e quando deverá chegar no endereço de entrega. 

Nesse sentido, o envio de mensagens surge como um recurso prático e eficaz, já que cada disparo pode conter informações que são importantes para o comprador, como a confirmação do pagamento ou o envio do pedido. 

Por isso, ele pode ser um auxílio também nessa etapa de relacionamento com o cliente, sendo, dessa maneira, ideal para qualquer loja virtual.

3. Estratégias institucionais

Levar informações para os clientes, revelando as novidades do seu e-commerce, também pode ser fundamental para o seu negócio. 

Há vários exemplos que podem ser utilizados para promover o e-commerce, como a abertura de uma loja física, a participação em ações beneficentes, o investimento na formação da equipe com um curso de mopp, de tecnologia, etc.

Ao levar esse tipo de informação para os clientes, eles conseguem perceber o comprometimento da marca com o seu público e com os seus funcionários, mostrando a sua responsabilidade social.

Dessa forma, a admiração e confiança do público com a marca crescem de modo positivo, fazendo com que o e-commerce ganhe destaque no seu nicho. 

4. Envio de felicitações

O e-mail marketing pode ser utilizado na construção do relacionamento com o público inclusive em datas especiais.

Assim, enviar bons votos e felicitações em datas comemorativas importantes, como o aniversário, dia das mães, dos pais, Natal, etc., é uma ótima oportunidade de marcar presença em dias comemorativos. 

Pode ser também uma ocasião interessante para oferecer desconto na compra de produtos para pintura eletrostática a pó, oferecidas pelo seu e-commerce, com um desconto especial para aniversariantes.

5. Compartilhamento de conteúdos

Se você já se inscreveu para receber e-mails marketing de alguma empresa, provavelmente já percebeu que essa ferramenta não é utilizada apenas para vender. 

Além de possibilitar a construção de uma ponte com os seus consumidores, trazendo-os mais para perto do seu negócio, o e-mail marketing também é importante para educar o público e fidelizar os clientes. 

Assim como ter um blog é fundamental para que os potenciais compradores da sua marca que estejam pesquisando sobre caldeiraria industrial possam encontrar a sua loja virtual, o e-mail marketing também é um caminho para levá-los até o seu e-commerce.

Os mesmos conteúdos que são disponibilizados no seu site, e que podem influenciar o leitor a acessar a loja, também podem ser enviados por e-mail, de modo que você instrua o público sobre as novidades e os temas importantes do seu nicho. 

Ao receber uma mensagem com um título atrativo, é possível que você conquiste a atenção do destinatário, que desejará ler o que você enviou naquele e-mail.

Dessa forma, você consegue mostrar aos clientes a importância e a qualidade dos produtos oferecidos, ao mesmo tempo em que conquista a fidelidade dele quando mostra domínio sobre os principais assuntos do segmento. 

6. Aumento de tráfego

Se os seus compradores estiverem ausentes e não fazem compras há um certo tempo, é interessante utilizar o e-mail marketing para recordá-los das vantagens oferecidas pela sua loja virtual. 

Nesse tipo de mensagem, é importante que você insira o link do seu blog, site ou qualquer outra página relacionada ao seu negócio, fazendo com que o número de pessoas que estejam acessando o endereço na web cresça a cada dia. 

Além de aumentar a relevância do seu e-commerce na internet, você também facilita o caminho para a compra de um cliente interessado, garantindo maiores vendas para a sua loja. 

Os benefícios do uso do e-mail marketing

Depois de conhecer as principais maneiras de utilizar o e-mail marketing para o seu e-commerce, é interessante perceber os benefícios que ele traz para o seu negócio, de modo que você desenvolva campanhas cada vez mais eficazes.

O e-mail marketing é barato

O investimento para o envio de e-mail marketing é um dos menores entre as principais estratégias de marketing digital, o que mostra o quanto ele é cada vez mais indispensável para qualquer empresa. 

O e-mail marketing pode ser automatizado

Existem softwares hoje que podem automatizar o envio de e-mail marketing, possibilitando a criação de listas específicas e que levem em conta as características dos seus clientes. 

Além de programar os melhores dias e horários, você ainda pode personalizar cada mensagem com o nome do destinatário, o que torna o contato muito mais próximo e direcionado. 

O e-mail marketing é mensurável

Assim como um software permite que você automatize e personalize as mensagens, ele também oferece meios de mensurar os resultados das suas campanhas, de modo que você terá acesso aos números de taxa de abertura, cliques, entre outros.

Com isso, você terá melhores subsídios para entender as preferências do seu público e o que pode trazer mais resultados para o seu e-commerce. 

Considerações finais

O e-mail marketing é uma das principais ferramentas do marketing digital, e justamente por isso é fundamental para uma loja virtual.

Sendo assim, utilizá-lo para as mais diversas finalidades, de acordo com os objetivos do seu e-commerce, é um modo de garantir o crescimento e o desenvolvimento positivo da sua marca. 

Por isso, não deixe de incluí-lo no planejamento das suas ações de publicidade e colha frutos cada vez melhores para a sua loja virtual.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Como usar o e-mail marketing na comunicação interna do seu e-commerce

Como usar o e-mail marketing na comunicação interna do seu e-commerce

Você sabia que o E-mail Marketing pode ser uma excelente ferramenta de comunicação interna para o seu e-commerce? 

Por meio dele, várias ações podem ser realizadas, sendo possível, inclusive, otimizar o relacionamento entre os gestores e os funcionários.

Administrar um estabelecimento, seja ele físico ou virtual, exige bastante conhecimento e experiência por parte dos responsáveis, já que é deles que nascem as decisões mais importantes e significativas. 

Não à toa, o desempenho de uma campanha de publicidade para o aumento de vendas de lona grossa para toldo pode ter muito mais sucesso se houver embasamento em teorias e práticas anteriores, que serão coordenadas pela equipe de marketing. 

Mas o funcionamento de uma empresa não depende apenas do relacionamento dela com os seus clientes. Apesar de representar grande parte do faturamento de um negócio, uma administração adequada de uma loja virtual dependerá de muitos outros fatores. 

Um dos mais importantes, e que vem ganhando o devido destaque no cenário empresarial, é justamente a comunicação interna. 

Afinal, um time alinhado, tanto com as suas metas e expectativas, quanto com o seu trabalho e resultados, poderá ter um desempenho cada vez mais completo e produtivo.

Para auxiliar nesse aspecto, existem ferramentas interessantes, como é o caso do e-mail marketing, que possuem um papel fundamental para potencializar o sucesso de uma comunicação ampla e estratégica. 

Se você quer saber mais sobre o assunto, entendendo o que é a comunicação interna e como o e-mail marketing pode contribuir positivamente com ela, siga na leitura deste conteúdo e conheça melhor esse recurso indispensável para qualquer negócio. 

O que é a comunicação interna?

Uma empresa que atue com a fabricação de cloreto de magnésio liquido certamente possui uma estrutura bastante grande, que inclui desde a sua linha de produção até os setores de vendas, administrativo e financeiro.

Todos esses departamentos são indispensáveis para permitir o funcionamento do negócio, o que quer dizer que mesmo que eles não estejam diretamente relacionados entre si, um dependerá do outro para conseguir fazer com que a empresa exista e seja eficiente. 

O mesmo ocorre com um e-commerce. Ele dependerá de diversas áreas: a de compras, de estoque, de logística, de atendimento, de vendas, etc. 

Mas essa divisão estrutural não funcionará adequadamente se não houver investimentos em comunicação interna. 

Ou seja, é essencial que esses setores se relacionem para desfrutar de um trabalho coerente e produtivo para o negócio.

Assim, é possível definir a comunicação interna como um elemento de interação entre toda a equipe do e-commerce, garantindo que as informações circulam do modo correto e para todos os envolvidos no trabalho. 

Pode-se dizer que a comunicação interna existe em dois níveis: entre colaboradores do mesmo nível de hierarquia, e entre os gestores e os seus subalternos. 

Ela ainda pode ter várias funções dentro da empresa, tais como:

  • Reforçar os valores do e-commerce;
  • Fornecer feedbacks sobre o trabalho;
  • Otimizar reuniões de alinhamento;
  • Estabelecer novas metas;
  • Promover treinamentos e cursos;
  • Engajar funcionários;
  • Entre outros.

A comunicação interna pode ser responsável por reforçar para a equipe quais são os valores institucionais da loja virtual, de modo que a atuação deles seja sempre guiada da maneira correta. 

Além disso, ela pode ser facilmente aplicada em momentos onde é necessário passar feedbacks para os funcionários, independentemente se essas análises são positivas ou negativas. 

Do mesmo modo, um nutricionista esportivo campinas pode utilizar de uma boa relação com o time para alinhar toda a sua equipe, priorizando o atendimento ao público, reforçando ações que devem ser praticadas e ajustando funções quando preciso. 

Outro ponto importante da comunicação interna é auxiliar no estabelecimento de metas. 

Assim, se o e-commerce quer aumentar o seu número de pedidos de papel filtro laboratório, é necessário deixar esse objetivo claro para todos.

Isso porque para que uma campanha de divulgação do produto seja aplicada, a equipe de marketing, a de vendas, de tecnologia e de atendimento devem estar cientes e criar estratégias de atuação para todos esses setores. 

Também vale mencionar que a comunicação interna pode ser responsável por promover cursos ou treinamentos para todos os colaboradores. 

Com isso, a qualidade do trabalho é potencializada, além de que todos se dedicam com maior determinação nos seus cargos. 

Por fim, com todas essas aplicações, a comunicação interna também tem papel indispensável no engajamento dos colaboradores, fazendo com que eles se sintam parte importante da loja virtual, além de serem efetivamente valorizados pela empresa. 

Depois de entender melhor o que é a comunicação interna e como ela pode ser aplicada no seu e-commerce, também é essencial saber como ela pode ser aplicada, tendo como uma ferramenta indispensável o uso de e-mail marketing. 

O uso do e-mail marketing na comunicação interna do seu e-commerce

A internet se tornou um elemento cada vez mais presente no dia a dia das pessoas e das empresas dos mais diversos segmentos. 

Afinal, quando se precisa pesquisar quanto custa um paquímetro, ou mesmo para enviar ou receber mensagens, é com o auxílio de diferentes ferramentas online que se pesquisa assuntos e se envia e-mails para quem quer que seja. 

No segmento comercial, isso não é diferente. O e-mail marketing, por exemplo, é um dos principais recursos para que a publicidade de um e-commerce possa trazer resultados, levando informações importantes para os clientes. 

Uma promoção de vinho halberth, oferecida na sua loja virtual, pode ser vista pelo seu público ao ser encaminhada uma mensagem para a caixa de entrada dessas pessoas, que certamente vão querer aproveitar o desconto para fazer uma compra. 

Mas o uso do e-mail marketing não para por aí. Muito pelo contrário. 

Levando em consideração a importância da comunicação interna de uma empresa, ele pode ser uma estratégia complementar para o sucesso do relacionamento entre funcionários e setores.

Isso porque ele pode ser utilizado em diferentes ações, conforme veremos a seguir. 

1. E-mail marketing para promover a interação

Tão importante quanto investir na compra de cadeira de escritorio confortavel é garantir que eles se sintam mais dispostos para exercer as suas funções. 

Muito disso está relacionado ao modo como a interação entre líderes e subalternos se dá na empresa, e como ocorre a comunicação interna entre os departamentos do e-commerce. 

Nesse sentido, utilizar do e-mail marketing para enviar informações importantes, como a implementação de novos processos de venda na loja virtual, pode auxiliar nessa interação entre a empresa e os seus colaboradores. 

Do mesmo modo, comunicar sobre investimentos na estrutura da empresa, como a compra de mesa grande para escritorio que ajudará na rotina do estabelecimento pode ser vista como uma ação integrativa, onde a empresa torna as suas práticas conhecidas por todos. 

Vale a pena pedir um feedback e sugestões sobre o que a sua equipe acha dessa novidade, convidando-os para um relacionamento mais ativo e participativo com o negócio. 

2. E-mail marketing para divulgar eventos institucionais

Se o e-commerce vai passar por uma reformulação no design, nos processos de compra e de atendimento ao público, certamente oferecer um treinamento para os seus funcionários é a melhor maneira de evitar confusões e aumentar o conhecimento da equipe. 

Além disso, investir em qualificação para os seus funcionários, promovendo cursos que vão aprimorar a sua mão de obra, são atitudes positivas, que devem ser comunicadas para os colaboradores, contribuindo para a melhoria das relações internas da loja virtual. 

Por isso, o e-mail marketing pode ser aplicado para que todos possam se programar e comparecer em todos os treinamentos oferecidos pela empresa. 

3. E-mail marketing para reconhecer os méritos dos funcionários

O e-mail marketing pode ser uma ferramenta para reconhecer os méritos de toda a equipe ou de um colaborador específico, de modo coletivo ou individual. 

Esse tipo de ação pode reforçar o relacionamento do e-commerce com os seus funcionários, mostrando que ele percebe cada passo dados pelos seus colaboradores, assim como valoriza as iniciativas tomadas em favor do negócio.

Considerações finais

A comunicação interna vem ganhando cada vez mais destaque dentro das empresas, auxiliando na administração do relacionamento do e-commerce com a sua equipe e potencializando a rotina de funcionamento do local. 

De fato, a interação e a comunicação dos diferentes setores e dos colaboradores são de suma importância para um bom desempenho da empresa, já que o alinhamento de todos é necessário para que não haja dificuldades em conduzir o negócio. 

Utilizar o e-mail marketing pode ser uma alternativa interessante dentro das ações de relacionamento da equipe, pois além de facilitar o envio de informações e conteúdos para o time, torna a transmissão de dados mais simples e dinâmica. 

Por isso, investir no uso do e-mail marketing pode ser a melhor maneira de promover a comunicação interna do seu e-commerce e colher bons frutos com essa prática.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências:

https://rockcontent.com/blog/comunicacao-interna/

https://aurisideiasdigitais.com.br/saiba-como-usar-o-e-mail-marketing-na-comunicacao-interna-de-sua-empresa/

Como empresas podem utilizar estratégias de endomarketing com trabalhadores freelancers

Como empresas podem utilizar estratégias de endomarketing com trabalhadores freelancers

O endomarketing é uma das estratégias mais importantes dentro de uma organização, pois é totalmente voltada para as ações internas da empresa.

É essencial para reduzir índices de rotatividade de pessoal e atrair profissionais altamente qualificados. No entanto, isso é feito criando uma imagem de bom lugar para se trabalhar.

É comum encontrarmos pessoas que falam que a empresa “X” é um ótimo lugar para trabalhar. Algumas delas se dedicam aos estudos, como uma formação em uma faculdade ou curso, almejando um cargo em determinada empresa.

Isso é resultado de um bom marketing interno, que traz satisfação para a vida dos colaboradores de uma organização e é levado para o lado de fora da empresa.

Além disso, essa prática vai melhorar a produtividade, reduzir o absenteísmo e facilitar o caminho para que a empresa alcance os objetivos dela, afinal, seus colaboradores estão mais comprometidos e engajados.

No entanto, essa prática pode e deve se estender para os profissionais parceiros da empresa, ou seja, os freelancers, pois eles também precisam de motivação e engajamento.

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é endomarketing, seus benefícios e dar algumas dicas de estratégias para esses profissionais autônomos. Acompanhe!

O que é endomarketing?

Endomarketing é uma estratégia de marketing institucional focada nas ações internas da empresa. É também conhecido como “marketing interno” e melhora a imagem da empresa entre os seus colaboradores.

Como resultado, é possível ter uma equipe mais motivada.

É importante investir nessa prática porque os colaboradores são influenciadores da marca para a qual trabalham, e podem influenciar tanto de maneira positiva quanto de maneira negativa.

Logo uma pessoa que trabalhe para uma fabricante de válvula solenoide 12v, em sua linha de produção, conhece seus processos e pode opinar e influenciar com sinceridade pessoas de seu convívio.

Se estiver satisfeito, esse colaborador começa a enxergar a fábrica de maneira mais humana e até carismática, desenvolvendo um sentimento de gratidão. 

Mas se um profissional não se sente satisfeito, então esse negócio pode ficar para trás na concorrência.

Benefícios do endomarketing

Agora que já sabemos o que é endomarketing e qual o seu principal objetivo, precisamos entender quais são seus benefícios para as empresas, conforme apresentaremos a seguir.

1 – Mais motivação

O marketing interno é muito importante para a motivação dos colaboradores. É por meio dele que uma fabricante de grelha de inox, por exemplo, consegue se mostrar aberta a sugestões e melhorias vindas dos funcionários.

A motivação do público interno aumenta muito quando as pessoas estão inseridas em um ambiente que se preocupa com o bem-estar e a qualidade de seu trabalho.

2 – Melhores resultados

A produtividade melhora muito dentro de uma organização que implementa o endomarketing.

Isso porque os funcionários estão se sentindo mais motivados e satisfeitos com suas atividades diárias, o que faz com que executem melhor suas funções, por meio de atitudes proativas e trazendo resultados mais positivos.

3 – Turnover menor

O turnover é a rotatividade de funcionários dentro da empresa. Se os colaboradores estão mais satisfeitos e motivados com seu ambiente de trabalho, não pensam em deixar o trabalho.

Se a organização preza pela qualidade de vida e bem-estar de seus funcionários, estes se mostram menos dispostos a deixá-la. Eles deixam de pensar apenas no salário e passam a considerar, também, a importância da empresa.

4 – Colaboradores mais leais e compromissados

Qualquer pessoa se sente mais compromissada com uma organização que se preocupe com suas necessidades e sugestões. Isso faz com que o profissional sinta-se acolhido e melhore o seu trabalho no dia a dia.

5 – Melhora o ambiente de trabalho

Algumas empresas possuem um clima competitivo entre seus colaboradores, como no caso de lojas. Mas, por exemplo, se uma loja de persiana vertical tecido investe em endomarketing, ela melhora seu clima organizacional.

Seu fluxo de atividades se ajusta e os processos começam a ser seguidos de maneira mais precisa. Todo o desempenho do time é influenciado, aumentando os resultados positivos.

6 – Melhora a rotina dos funcionários

Dentro de qualquer empresa – e na vida de qualquer profissional – é normal que existam atividades mais estressantes. Muitos colaboradores acabam permitindo que esse momento de estresse afete o seu bem-estar.

No entanto, se a empresa se preocupa com a saúde de seus funcionários, o ambiente se torna mais propício e agradável, o que melhora a saúde mental da equipe e diminui os momentos de tensão.

Importância do endomarketing voltado aos freelancers

Ficou claro que o marketing interno é fundamental para melhorar o desempenho, a qualidade de vida e os resultados dos colaboradores de uma fabricante de filtro de manga ou qualquer outra empresa.  

Só que, atualmente, é muito comum que as organizações contem com profissionais autônomos parceiros, mais conhecidos como freelancers. Eles também precisam de incentivo para desempenhar bem suas funções.

A elaboração de estratégias de endomarketing para esses profissionais acaba por trazer muitos benefícios que explicam sua importância. E dentre eles podemos mencionar:

  • Promover a motivação dos parceiros;
  • Aumentar sua produtividade;
  • Diminuir a rotatividade de freelancers;
  • Reter talentos para a empresa;
  • Aumentar o faturamento da empresa.

Os freelancers, em geral, trabalham fora da empresa, por isso, é importante que eles se sintam acolhidos e que a organização esteja sempre disponível para orientá-los e melhorar a qualidade de seu trabalho. 

Essa receptividade pode ser feita de diversas maneiras, como:

  • Palestras;
  • Eventos;
  • Workshops;
  • Treinamentos;
  • Entre outros

Tudo isso motiva esses profissionais e evita que eles procurem outras parcerias.

Consequentemente, a empresa consegue reter bons talentos que trazem mais resultados para ela, como no caso de uma fabricante de balcão caixa mdf.

Como aplicar endomarketing no relacionamento com freelancers

Algumas pessoas ainda acreditam que o endomarketing é algo feito apenas para as grandes empresas, o que não é verdade. Ele pode ser aplicado por empresas de qualquer tamanho e em qualquer segmento.

O segredo é estar atento à estrutura do negócio, isso porque as estratégias precisam estar adequadas às especificidades da empresa, seu orçamento e o perfil da equipe.

Alguns gestores, como em uma loja que venda lavadora de alta pressão industrial utilizam técnicas de tempos em tempos. E quando se trata de freelancers, o ideal é fazer um planejamento anual. E dentre as etapas temos:

  • Diagnosticar a empresa;
  • Identificar o público interno;
  • Traçar objetivos;
  • Definir ferramentas de endomarketing;
  • Implantar a estratégia;
  • Mensurar resultados;
  • Fazer melhorias necessárias.

É fundamental escolher adequadamente as ferramentas para o sucesso das ações, e elas devem estar adequadas tanto à empresa quanto aos freelancers.

É importante reunir esses profissionais em eventos internos, pois ajuda a promover a integração deles e a troca de experiências. 

Para isso, podem ser feitas dinâmicas ou encontros simples para uma conversa, reunião ou feedbacks.

Isso também pode ser feito por meio de redes sociais corporativas e qualquer canal estruturado para comunicação que a empresa utilize.

A organização também pode oferecer um plano de carreira ou um programa de benefícios, pois isso fortalece ainda mais o vínculo e traz mais motivação para o profissional.

De qualquer forma, é importante promover o diálogo, seja em uma fabricante de faixa de gôndola ou em uma prestadora de serviços. Dessa forma, é possível trocar informações entre gestores, freelancers e colaboradores.

Isso vai permitir que os profissionais estejam sempre atentos às condições e ao tipo de relação de trabalho que mantém com a empresa, ouvindo e dando sugestões que colaboram para a melhoria mútua dos processos.

Mesmo que a empresa não tenha um espaço físico de trabalho, existem opções que permitem uma aproximação maior, tanto física quanto remotamente.

Um exemplo disso é a locação de espaços coworking, que permitem a realização de eventos, palestras, reuniões e outros acontecimentos do tipo.

Se não for possível reunir todos os profissionais por trabalharem em cidades, estados ou países diferentes, é possível realizar reuniões remotamente por meio de sites e aplicativos.

De qualquer forma, essa comunicação vai demonstrar que aquela empresa se preocupa com a satisfação, a motivação e a qualidade do trabalho do profissional freelancer.

Essas ações são sempre bem-vistas e têm um enorme valor na vida dos profissionais em questão.

Conclusão

O endomarketing é uma estratégia importante e ela se estende a todos aqueles que trabalham tanto para uma empresa de serviço motoboy como para qualquer outra, seja ele um colaborador registrado ou um freelancer.

É uma maneira inteligente de demonstrar que a organização se preocupa com a satisfação deles e que está disposta a ouvir e realizar as melhorias necessárias.

Dessa forma, ela garante não apenas que seus profissionais estejam satisfeitos, mas que tenha ao seu lado grandes talentos que farão toda a diferença em seu crescimento.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Annotation 2020-06-05 132026

Omni-Channel vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa?

Da lojas físicas as lojas virtuais, as formas de consumo vem se modernizando no decorrer dos anos. É comum observar consumidores dentro da loja física experimentando um tênis, agradecendo a paciência do vendedor e realizar a compra do produto uma loja virtual. Muitas vezes a loja virtual concorre com a loja física, mas este cenário vem mudando. Novos conceitos e tecnologias surgiram afim de acompanhar os nossos novo hábitos de compra, entre eles o multi-channel e o omni-channel. Vamos as suas definições:

  • O comércio eletrônico multi-channel (multi-canal ou seja, “muitos” canais), embora menos integrado, permite que os clientes comprem nativamente onde preferirem navegar e comprar.
  • O comércio eletrônico omni-channel ( omni-canal ou seja, “todos” canais) unifica as vendas e o marketing para criar uma experiência de comércio única em toda a sua marca.

Ecommerce multicanal

O que é multicanal?

Segundo definição da Wikipedia multi-canal significa:

“O  multicanal é a mistura de diferentes canais de distribuição e promocionais para fins de marketing. Os canais de distribuição variam de uma loja de varejo, um website ou um catálogo de pedidos por correspondência.

“Marketing multicanal é sobre escolha. O objetivo das empresas que fazem o marketing é facilitar a compra de um consumidor da maneira que for mais adequada ”.

A palavra primordial é “escolha”. O marketing e as vendas multicanal permitem que os clientes não apenas interajam com seus produtos através de qualquer meio que seja mais natural para eles … mas para comprar diretamente por esse meio .

A melhor metáfora para um marketing multicanal  é uma roda com raios.

No centro da roda está o seu produto (ou seja, uma venda). Na borda externa da roda estão os clientes, onde cada canal oferece uma oportunidade separada e independente de compra.

E-commerce multicanal

Não há nada sagrado sobre quantos canais você vende. A questão é simplesmente oferecer aos clientes a opção de comprar de você em qualquer canal que preferirem … e depois dobrar os canais que se mostrarem mais lucrativos.

Como funciona uma abordagem “multicanal”?

Como um exemplo do mundo real, vamos escolher a Leesa, uma empresa de colchões ecommerce, e examinar quatro canais possíveis.

Número um, o site deles. Para um visitante pela primeira vez sem uma conta existente, a Leesa oferece duas sobreposições para maximizar sua loja on-line. Primeiro, uma mensagem de boas-vindas com uma oferta de “US $ 100 de desconto” e um toque sazonal sutil:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Se você optar por ignorar essa oferta e, em vez disso, navegar pelo site por conta própria, uma segunda sobreposição será exibida. Para mim, isso aconteceu depois que eu selecionei um colchão, adicionei-o ao carrinho de compras e decidi abandonar minha compra.

Quando mudei o mouse para sair, uma call-to-action semelhante a “US$ 100 de desconto” apareceu, desta vez acompanhada de uma opção de e-mail direcionada para que a Leesa pudesse me segmentar mais tarde:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Fiel à sua promessa, momentos depois de deixar o site, recebi o primeiro de uma série de e-mails voltados para compradores iniciantes.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Clique em “Finish Shopping” e você será enviado diretamente para o carrinho que abandonou anteriormente com o desconto de US $ 100,00 já aplicado:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Ao operar por e-mail e no local, essa combinação one-two é essencialmente um único canal.

Número dois, mercados. Além de seu site de comércio eletrônico, a Leesa também lista e promove seus produtos no maior mercado digital do mundo, a Amazon.

Depois de mais uma vez abandonar o meu carrinho sem fazer uma compra – desculpe Leesa – fui até a Amazon e procurei por “colchão”. Não é de surpreender que esses sejam os primeiros resultados patrocinados que recebi:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

A chave com o multicanal, no entanto, não é simplesmente listar seus produtos nos mercados … mas ficar nativa.

Como tal, a página de produtos da Leesa está longe de ser genérica. Em vez disso, a Leesa oferece a mesma experiência on-line robusta na Amazon do que no local, completa com um vídeo de produto, prova social e uma explicação detalhada de seu valor exclusivo:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Número três, Facebook. Como é de se esperar, na próxima vez que eu entrei no Facebook, encontrei o mesmo colchão e a mesma oferta que deixei no site, além de anúncios mais robustos do ponto de vista textual e gráfico no meu feed:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importaOmni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Dado o preço de compra relativamente alto – ao contrário de algo como roupas – os anúncios no Facebook da Leesa me levam de volta ao site deles. Sua própria abordagem pode, em vez disso, permitir que os clientes comprem nativamente por meio de uma Loja do Facebook ou do botão Comprar .

Número quatro, Pinterest. Como um exemplo hipotético, a Leesa também pode listar e vender seus produtos nativamente no Pinterest através de um Pin Comprável :

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Em uma estratégia multicanal, cada canal existe como uma oportunidade de compra separada . Quais canais você prioriza se resumem ao seu produto, ao próprio canal e aos testes.

Comércio eletrónico Omni-Channel

O que é “omni-channel”?

Como na maioria das buscas online, a definição da Wikipedia – tirada do SEBRAE significa:

A estratégia omni-channel baseia-se na ideia de que fornecer uma experiência de compra ininterrupta em lojas físicas e por meio de uma variedade de canais digitais não apenas diferencia os varejistas de seus pares, mas também proporciona uma vantagem competitiva sobre os varejistas on-line, alavancando seus ativos de loja ”.

Certamente, a sobreposição entre digital, social, físico e móvel é um bom ponto de partida e, no entanto, mesmo essa definição não faz jus a um prefixo abrangente como “omni”.

Ser onipotente é ser todo poderoso. Onipresente, em todos os lugares em todos os momentos sem exceção … sempre.

Afinal o que significa ser omnicanal ?

No Omni-Channel Retailing , Tommy Walker oferece o que é facilmente o resumo mais abrangente do termo:

“O Omni-channel, como filosofia, é fornecer experiências de marca consistentes, porém únicas e contextuais, em vários pontos de contato com o cliente, incluindo lojas físicas, mercados, web, dispositivos móveis e sociais”.

“Trata-se de permitir que os consumidores comprem onde quer que estejam enquanto se comunicam de uma maneira que esteja em sintonia com o porquê eles usam um determinado canal e demonstrem consciência de seu estágio individual no ciclo de vida do cliente”.

Em essência, o omni-channel remove os limites entre diferentes canais de vendas e marketing para criar um todo unificado e integrado. As distinções entre os canais – onsite, social, mobile, email, físico e agora instant messaging – desaparecem à medida que uma única visão do cliente e uma única experiência de comércio emergem.

Ao contrário da roda multicanal, pense no omni-channel como uma imersão, como mergulhar em um pool de vendas e marketing com tudo incluído ou ser colocado no centro da gravidade de uma marca.

No omni-channel, o cliente – e não o produto ou marca – está no centro:

Comércio eletrônico omni-channel

No lugar de uma abordagem multipolarizada, o omni-channel une os mundos de websites, e-mails, anúncios redirecionados, marketing de mídia social e locais físicos para mostrar aos clientes individuais ofertas personalizadas, produtos e mensagens que se alinham e respondem em todas as etapas do caminho .

Tudo isso pode soar um pouco esotérico, então…

Como funciona uma abordagem “omni-channel”?

Para ilustrar, vamos voltar para a Leesa. Já vimos como a Leesa usa anúncios de retargeting no Facebook. Essa é talvez a forma mais fácil de omnicanal de envolver nossa mente: o que o cliente faz no local afeta diretamente sua experiência com a marca externa .

Agora imagine isso …

1.  Um cliente passa pelo processo descrito acima, adiciona um colchão queen ao carrinho e sai.

2.  Novamente, o primeiro e-mail que eles recebem contém o incentivo de “US $ 100 de desconto”. Mas eles ignoram isso.

3.  Simultaneamente, eles veiculam uma série de anúncios para o mesmo colchão de casal e cupom de “US $ 100 de desconto” no Facebook, Pinterest, Instagram e YouTube … todos escalonados ao longo de uma semana para garantir que não fiquem aborrecidos.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

4.  Após uma semana sem envolvimento, a Leesa muda automaticamente sua abordagem e começa a apresentar anúncios destacando seu lado socialmente consciente com CTAs para conferir a página de Devolução:

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

5.  O anúncio precedente do YouTube para o Dream Center, em Phoenix, Arizona, faz o truque.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

6.  O cliente retorna à Leesa, assiste a outro vídeo e visita a página do colchão do rei, em vez da rainha.

7.  Em resposta, uma nova rodada de anúncios sociais aparece como um e-mail com duas alterações: primeiro, todos eles têm um colchão king size e, segundo, o incentivo é aumentado para “US $ 150 de desconto”.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

8.  Desta vez, a oferta os atrai. O cliente clica no Facebook, preenche suas informações de remessa, mas na última tela de confirmação decide que um colchão precisa ser experimentado antes de ser comprado… então eles saem.

9.  A boa notícia é que a Leesa antecipou essa objeção e detectou que o endereço do cliente está a quilômetros de distância do showroom de Nova York.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

10.  Dois dias depois, o cliente recebe um convite personalizado em sua caixa de correio para conferir o colchão king para si na The Leesa Dream Gallery.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

11.  Finalmente, essa é a oferta que eles aceitam. O cliente pára, adquire o colchão e usa o PDV da Leesa no momento do checkout, que atualiza automaticamente sua conta.

12.  Quando o cliente chega em casa, há um e-mail de agradecimento esperando por eles e uma semana depois outro e-mail chega para revisar o colchão.

13.  Infelizmente, eles ignoram ambos. Então, como um follow-up – porque a Leesa sabe como valiosas avaliações são – dois dias depois, o cliente recebe um convite do Facebook Messenger para enviar sua revisão.

14.  Desta vez… eles respondem e dão à Leesa 5 de 5 estrelas, interagindo exclusivamente através do Facebook Messenger.

15.  Dado que eles estão tão felizes com o novo colchão – e os últimos dois pontos de contato do cliente – na semana seguinte, a Leesa envia tanto uma mala direta física quanto uma mensagem do Messenger descrevendo seu programa “Indique um Amigo”.

16.  Enquanto isso, todos os anúncios do Facebook, Pinterest, Instagram e YouTube de um colchão foram interrompidos . Em seu lugar – encenado ao longo do tempo – os anúncios aparecem para o The Leesa Blanket.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

17.  Para surpresa de Leesa, o cliente compra não um, mas três cobertores. Isso aciona automaticamente uma nova série de anúncios de colchão no social e via email.

18.  Em resposta, o cliente clica em um dos e-mails, mas – em vez de fazer uma compra – passa algum tempo na página de financiamento da Leesa.

19.  Provavelmente, isso significa que eles estão contemplando colchões adicionais, mas estão preocupados com a queda de todo esse dinheiro de uma só vez.

20.  E assim, o próximo e-mail que recebem e o anúncio no Facebook que veem falam diretamente sobre essa necessidade.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Pontos adicionais de contato e canais poderiam ser elaborados. A grande ideia é que, no omni-channel, cada interação com o cliente muda sua experiência geral de seu produto e marca .

O cliente está no centro e sua abordagem a eles está alinhada às suas ações, tanto on-line quanto na vida real.

Escolhendo entre Omni-Channel ou Multi-Channel

No papel, pode parecer que o omni-channel é a escolha certa. Afinal de contas, cria uma experiência de compra muito mais suave, que é o que realmente importa a longo prazo.

No entanto, a resposta é mais complicada do que isso.

Tornar o seu canal omnidirecional exigirá muitos recursos. Pior ainda, não há como parar no meio do caminho. A tecnologia omni-channel não funcional criará a mesma experiência que absolutamente nenhuma tecnologia omnicanal (a menos que você possa descobrir como construí-la de maneira modular).

Assim, enquanto o omni-channel for uma resposta teórica, as empresas poderiam ser mais bem servidas começando com uma experiência multicanal antes de juntá-las em um canal omni-channel.

Duas perguntas devem estar na vanguarda do seu processo de pensamento …

Recursos?

Tornar sua loja uma experiência omnicanal significa investir nas capacidades tecnológicas da sua organização. Mesmo se você tiver uma equipe de TI interna, talvez ainda não tenha essa infraestrutura técnica, qualificação ou visão para iniciar uma transição de omni-channel e concluí-la.

Por exemplo, um sistema de gerenciamento de informações do produto (PIM) é a espinha dorsal de qualquer loja multi-canal ou omni-channel robusta – sua empresa ainda tem uma dessas?

Se não (ou se esta é a primeira vez que você ouviu falar de um PIM), talvez seja necessário contratar especialistas em tecnologia de comércio eletrônico . Você pode gradualmente construir sua competência tecnológica internamente, mas a orientação especializada pode ajudar a estabelecer uma base sólida para expansão futura (e pode ajudá-lo a recrutar e contratar).

Caso você contrate especialistas, preste atenção ao conselho do ex-consultor de comércio eletrônico Bill Davis :

“Faça muito mais diligência do que normalmente é feito hoje. Os contratos precisam ser estruturados para manter os fornecedores mais responsáveis. Objetivos claros e mensuráveis ​​precisam ser definidos no início do projeto e os resultados devem ser medidos em relação a esses. ”

Além da terceirização, você provavelmente investirá mais em sua própria equipe. RSR escreve em seu relatório que 73% das lojas que excedem a taxa de crescimento da indústria de 4,5 por cento (que eles chamam de “Vencedores de Varejo”) realmente investiram mais em sua equipe nos últimos três anos.

Seus custos de folha de pagamento como porcentagem das vendas aumentaram – mais de cada dólar que eles ganham é investido em sua equipe.

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Além disso, você ainda precisa ter o fluxo de caixa para manter seus principais negócios e operações em andamento. Como Davis explica,

“Mesmo os varejistas mais bem administrados, essa é uma jornada de mais de 4 anos para realmente se estabelecer como um varejista de canal omni. Tendo tido alguma visibilidade de onde os varejistas estão, e a maturidade das soluções atuais, eu diria que a maioria dos varejistas está olhando mais de 7 ou mais anos antes que eles possam se referir a eles mesmos no caminho omnicanal ”.

Isso exigirá comprometimento, decisões ousadas e recursos para sustentar a transição.

Flexibilidade?

Embora o omni-channel exija muitos conhecimentos técnicos, é importante não exagerar o papel da tecnologia.

Uma grande parte de fazer a transição é sobre pessoas e incentivos.

McKinsey escreve:

“Incentivos projetados ostensivamente para incentivar o desempenho involuntariamente reforçam o isolamento dos canais – como metas de geração de receita que pressionam cada canal a aumentar seu próprio volume de vendas, independentemente de qualquer impacto nos canais irmãos.

“A competição se torna ainda mais brutal internamente do que com o mundo exterior”.

Desconfie dos incentivos que você estabeleceu para sua equipe e certifique-se de que eles funcionem a longo prazo. Não deixe seu império de comércio eletrônico desabar.

A curva de aprendizado potencialmente íngreme e a consequente incerta do omnicanal exigem que você trabalhe em equipe. Eles devem estar confiantes em tecnologia e inovação humana.

Sua equipe está preparada? Ou eles vão inibir a organização de avançar e desacelerar as coisas?

Omni-Channel Vs Multi-Channel: Qual é a diferença e por que isso importa

Sua equipe de liderança também precisa tomar as rédeas. Os CMOs e os CIOs, em particular, devem desenvolver uma visão compartilhada.

Organizações como a Amazon têm sofisticação técnica suficiente em seus altos escalões para não ter que fazer essa transição – elas começaram com a tecnologia desde o primeiro dia. Mais uma vez, Davis:

“A Amazon usa a tecnologia para criar vantagens e está disposta a aceitar erros, em vez de evitar riscos, sabendo que as lições aprendidas os tornarão mais fortes.

“Um executivo de varejo que tem um profundo conhecimento técnico é mais uma exceção do que a regra e a administração tende a se ater ao que sabe.”

Onde tudo começa …

Em tudo, o elemento crucial a ser compreendido é a diferença entre o omnicanal e o multicanal, porque escolher a abordagem correta começa com uma compreensão clara:

Visão geral omnicanal versus multicanal

Para ter certeza, omni-channel e multi-channel são palavras de ordem … mas isso não significa que eles não possam ser descompactados para obter insights.

Bibliografia:

Fonte: Shopify

Seu e-commerce está bem na foto?

Um elemento indispensável no processo de venda é a mensagem, a comunicação.

No mundo físico, eu costumo dizer que a comunicação presencial é uma das coisas mais interessantes, geniais, complexas, dinâmicas que o ser humano é capaz de participar. De uma forma intuitiva e extremamente rápida a percepção humana permite ao bom vendedor imediatamente perceber dezenas, centenas de pequenos sinais do cliente e adaptar toda a comunicação, considerando o destinatário. Se adequa o vocabulário, a expressão corporal, o sorriso, o olhar, o tom de voz…Toda a comunicação é adequada e modificada em fração de segundos.

Aí temos o e-commerce. Não tem olho no olho…  A comunicação ao vivo com o consumidor ainda é muito rara. Neste contexto temos como principais elementos de comunicação os textos, raramente os vídeos, e a fotografia!

A fotografia é um dos principais, se não o principal elemento de contemplação que o consumidor tem em relação ao produto desejado. É na fotografia que se percebe muitas vezes o elemento decisivo para que aquela visita se converta em uma venda.

Mas quais elementos da fotografia são importantes para um varejista?

Não precisamos discutir a importância da foto do produto para o consumidor. Além de demonstrar o produto para aquele que tem interesse, a fotografia transmite uma mensagem de profissionalismo da loja. Se a foto é boa, é mais um elemento para acreditarmos que todo o resto da experiência será bom. Costumo dizer que uma fotografia boa ou ruim tem o mesmo impacto de você entrar numa loja suja ou limpa.

Mas o que eu gostaria de discutir aqui é a fotografia sob o ponto de vista do varejista.

Muitos varejistas, quando comparam as fotos que são capazes de produzir, com as fotos que um estúdio profissional é capaz de produzir, pode ter a sensação que a qualidade das fotos são muito parecidas.

Muitas vezes isso é verdade. A foto está nítida, fundo branco, produto bem enquadrado. O varejista pensa, “pra que vou investir contratando esse serviço?” É aí que, muitas vezes começa o erro.

Clicar um produto, muitas vezes é a parte mais fácil do trabalho. Clicar 50 produtos, gerando 250 fotos em média, já não é tão fácil. Clicar 200 produtos, gerando-se 1000 fotos, o desafio começa a ficar apertado.

Vale aqui repassar as etapas operacionais para se produzir uma foto para o e-commerce.

Separar o produto:

Pode parecer uma atividade fácil, mas acredite, não é! Já enfrentamos projetos, que os varejistas tinham a necessidade de produzir fotos de mais de 250 itens por dia. E acredite, separar 250 produtos, em condições adequadas para serem fotografados dá trabalho. Imagina se esses produtos forem roupas. Teremos que separar, passar, cuidar para que não sujem, re-embalar e devolver.  Falando em alto volume tudo fica mais difícil!

Fotografar:

Entendo que é uma das atividades menos complexas da cadeia, exceto se estivermos falando em produtos reflexivos… Opa, tem as jóias…  ai meu Deus, temos as fotos de roupa em Still… Espera aí, tem o tal do manequim fantasma (quando a roupa é preenchida como se tivesse vestida)…

Tratar os arquivos:

Aqui talvez a parte mais complexa e custosa do processo. Em média um tratador de imagens não trata mais que 50 ou 60 fotos por dia. Se você precisar fotografar 100 produtos, estamos falando em um volume médio de 500 fotos e uma demanda para aproximadamente 10 pessoas (para que isso seja feito em um dia). Considere fazer o recorte, deixar o fundo branco, tratar imperfeições do produto, garantir fidelidade de cores, garantir que o produto esteja centralizado na foto, e no tamanho adequado e claro, que o arquivo seja leve (300 k no máximo!)

Renomear os Arquivos:

Você abre a pasta e está lá…  2000 arquivos, esperando a nomenclatura, um por um, conforme o código do produto e o padrão da plataforma. Se você quer garantir que o sapato azul anunciado no seu site não mostre a foto do chinelo rosa, eis aqui uma etapa do desafio. Não tem remédio, todos os arquivos devem estar nomeados adequadamente e isso no volume da trabalho, toma tempo.

Um varejo pequeno, dificilmente manterá uma estrutura de pessoas fixas e especialistas em fotografar e tratar suas imagens. Isso demandará tempo, esforço. Tirará o foco da equipe, que certamente deixará de fazer outra atividade para cuidar das fotos.

Ufa!!! Depois de ponderar tudo isso, um ponto importante. Sem foto o produto não sobe, se não subir, não vende… Outro ponto, o custo da foto. Quando me reuni com um especialista em equipamentos fotográficos no vale do silício ele usou uma frase que eu considero perfeita.

“Foto pra e-commerce, não é para ser a melhor foto do mundo, não é a mesma qualidade de foto pra impressão, não é a mesma qualidade de foto pra catálogo, apesar de fotos inspiracionais para campanhas e espaços especiais no site, como identificação de categoria, a foto do e-commerce tem que ser boa suficiente.

Não sejamos ingênuos, temos limitação financeira pra fazer essa atividade. Também não é adequado, cobrar do seu profissional, o esforço de uma foto que custaria R$ 50,00 ou R$ 100,00, sendo que seu budget não chega a 10% desse valor muitas vezes. Aqui é um grande exercício de bom senso. De simplicidade, pragmatismo e valorização da experiência de uso.

Inovação:

Pra roupa ou vídeo, mas para objetos, tem a foto em 360º. Isso mesmo, seu cliente pode ver seu produto por diversos ângulos, girando o produto em sua tela com a ponta dos dedos. Não é um filme, é o alinhamento de uma quantidade pré definida de fotos, que através de um script de HTML 5 traz uma nova experiência de contato com o produto para o usuário.

No Brasil, alguns varejistas já utilizam essa tecnologia. Tanto o time de Marketing da Technos Relógios quanto as Lojas Pompéia, dão relatos muito animadores para esse tipo de tecnologia. Seu tempo de produção é rápido, seu custo é relativamente barato e sem dúvida, num mercado tão equilibrado, esse diferencial tem resultado perceptível na conversão. Um estudo americano, que pode ser conferido nesse link indicou um aumento em 40% na taxa de conversão, num teste A/B, quando comparada a página de produto com foto estática e foto em 360º.

Mais que mudar a cor do botão, e-commmerce é uma ciência de experimentação e contínua busca por melhoria. Me impressiona a timidez dos varejistas na busca por formas inovadoras em demonstrar seus produtos. Certamente, colocar o usuário no centro do seu e-commerce passa pelo amadurecimento de uma estratégia focada na melhora da exibição do seu produto.

Fonte: e-commerce brasil

Google e Mastercard supostamente fazem parceria para rastrear compras off-line

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De acordo com um relatório da Bloomberg , o Google e Mastercard assinaram um acordo secreto para que o Google possa rastrear as vendas no varejo usando dados de transação da Mastercard. Esta é mais uma prova de que os verdadeiros clientes do Google são seus parceiros de publicidade.

A publicidade on-line já superou todos os outros métodos de publicidade. As empresas gastam mais em anúncios on-line do que anúncios de TV, anúncios em jornais e muito mais.

E o motivo pelo qual os anúncios on-line se tornaram tão populares é que é muito mais fácil acompanhar a eficácia de sua campanha publicitária. Se você gasta dinheiro em anúncios do Google ou do Facebook, pode acompanhar diretamente o número de clientes que acabam na sua loja on-line devido à sua campanha. Você pode até ver o que eles acabam comprando.

E, no entanto, se você vir um anúncio on-line para uma TV e comprar uma TV na loja? As empresas de tecnologia tentaram por anos preencher a lacuna entre anúncios on-line e vendas off-line. É por isso que o Google rastreia sua localização o tempo todo , mesmo que você desative o histórico de localização. E é também por isso que o Google e a Mastercard podem ter assinado um acordo.

De acordo com a Bloomberg, todos os dados de transações da Mastercard nos EUA são criptografados e transmitidos ao Google. O Google está pagando à Mastercard, e potencialmente a outras redes de cartões, para acessar essas informações.

O Google não pode ver transações individuais. Mas a empresa pode extrair informações relevantes dessa pilha de dados. Por exemplo, poderia combinar compras off-line com perfis de usuário. E a empresa sabe se um usuário clicou em um anúncio.

Os anunciantes podem fazer upload de um banco de dados de e-mail para corresponder às vendas off-line com os perfis do Google e os cliques em anúncios. O Google envia relatórios com total de vendas off-line. Os anunciantes, em seguida, podem ver quanto dinheiro eles geraram graças a sua campanha publicitária on-line.

É uma boa maneira de convencer os clientes de publicidade de que a campanha deles foi eficaz. Quando essas empresas estão pensando em seu orçamento de publicidade, as chances são de que acabarão gastando mais dinheiro no Google se perceberem que isso gera muitas vendas.

Essa estratégia mostra mais uma vez que a construção de uma empresa de publicidade em escala requer algumas concessões de privacidade. É ainda mais ofensivo que o Google não fale sobre esses negócios mais publicamente. Os usuários merecem saber o que acontece.

Você pode optar por recusar essa oferta da Mastercard desativando “Atividade na Web e de apps” na sua conta do Google. Mas essa configuração é difícil de encontrar e engloba uma tonelada de coisas. As compras off-line não são dados “web” nem “app”, por exemplo.

Fonte: Tech Crunch

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Qual a importância de um CRM efetivo no comércio eletrônico?

Trazer receita ao seu e-commerce sempre é um desafio no dia a dia. Como convencer seu gestor ou a si mesmo da necessidade de se traçar uma estratégia de CRM para o e-commerce?

Dados

Recentemente uma pesquisa do Boston Consulting Group* trouxe um dado importante. Ela detalha que 77% dos usuários brasileiros clicam em publicidade que chega via e-mail. Como parâmetro nesta mesma pesquisa, 56% dos usuários clicam em um anúncio.

Obviamente, existe uma distância grande entre clicar e converter. Mas aí trago um segundo dado: consumidores que compram produtos promovidos através de e-mail marketing, gastam 138% a mais do que os consumidores que não recebem essas ofertas, segundo o Convince&Convert de 2016.

Essas duas informações já seriam suficientes para você começar a montar a sua estratégia de disparos de e-mail marketing (aquele tradicional disparo de news comerciais) a partir da base de contato cadastrada no e-commerce. Mas um terceiro ponto a ser considerado é o custo de aquisição via canais tradicionais como SEM. Você já notou como está cada vez mais alto o valor do clique? Faça uma rápida pesquisa: busque no Google Trends por “calçado esportivo”. Você perceberá que ao longo dos últimos anos houve um aumento significativo na busca pelo termo. A consequência dessa procura se dá pelo aumento do custo de investimento.

Conteúdo relevante

Realizando as contas da caixa de entrada do meu e-mail, constatei que recebo em média de 15 a 20 newsletters promocionais por dia (não considerando SPAM).  Isso significa que clico em 11 dessas comunicações (seguindo a premissa dos 70%) endereçadas.

Agora numa próxima etapa, repare se em algum desses e-mails você enxerga qualquer tipo de personalização ou segmentação que tenha a ver contigo. Imagino que assim como eu, ao carregar alguma imagem que não tenha relação com seu interesse, a newsletter é deletada sem pensar duas vezes, certo?

Ao meu ver, isso acontece porque as empresas estão estagnadas na primeira etapa de CRM, a do disparo da comunicação para uma base geral ou ativa. Ou seja, essas empresas não estão de fato criando um e-CRM.

Nós, marqueteiros e gestores de e-commerce, precisamos enxergar que o consumidor não é facilmente influenciado pelas mídias. Logo, ele não compra o que você faz, mas o porquê você faz. É preciso transpassar o valor por traz do produto para que ele se torne desejável. Diversas pesquisas atestam que a personalização aumenta ainda mais a conversão deste canal, que pode ser tão efetivo.

Aquela fase de mandarmos e-mails como se fosse um simples panfleto de farmácia na rua ficou para trás. O consumidor deseja uma comunicação direcionada.

Dicas

1 – Você já pensou em criar uma comunicação diferenciada entre o novo visitante e o recorrente?

Por que não comunicar os teus benefícios de forma muito mais clara, quando um novo cliente se cadastra no e-commerce? Já testei essa estratégia e obtive resultados muito bacanas em termos de receita.

2 – Que tal segmentar usuários ativos e inativos para não prejudicar a entregabilidade dos teus e-mails?

Parece óbvio, mas muita gente não o faz. Esse ponto integra uma questão mais técnica.  É muito importante segmentar os IPs de disparo, aqueles que os abrem com frequência e os que não os abrem. Mais cliques é igual a mais tráfego para seu site.

3 – Personalização do e-mail:

Para entrar em contato com os destinatários, a personalização de e-mail não precisa ser insanamente complicada. Por exemplo, você já recebeu algum e-mail da Netflix? Consciente de que seu banco de dados pode ser avassalador, a Netflix envia regularmente esses e-mails personalizados de acordo com os interesses dos usuários, sugerindo filmes e séries.

Particularmente, eu gosto de buscar conteúdos diferentes da Netflix. Ao receber esse tipo de mensagem personalizada, percebo claramente que o valor pago pela assinatura se justifica. Porque, além da programação disponível, também recebo o conteúdo via e-mail, pertinente aos meus interesses, resultando em uma experiência positiva (retenção).

Outro exemplo: recebi recentemente o seguinte e-mail da GOL. Ao avaliarem meu histórico de viagens e suas recorrências, a empresa me “relembrou” de que fazia um certo tempo que não viajava, criando como sugestão alguns roteiros de viagem.

Considerações finais

Devemos nos lembrar de que vivemos numa era de personalização. Todos nós, diariamente somos impactados por diversos conteúdos.

Com o disparo exacerbado, o cliente espera mais do que apenas um e-mail com ofertas. É preciso encher os olhos, despertar o desejo, fazer com que ele se sinta único e, principalmente, criar uma relação de proximidade.

Cabe às empresas reconhecer que, no mundo digital, a personalização e segmentação é inerente a efetividade das suas mídias em geral. O e-CRM, em especial, pode ser uma excelente ferramenta para construir a abordagem desejada por cada empresa. Isso desde que se compreenda as necessidades de seus clientes. É possível chegar a esse entendimento observando, compreendendo e investindo sempre na melhor comunicação para que se obtenha a tão sonhada fidelização.

A princípio, pode parecer um grande empreendimento que irá demandar tempo e esforço. Porém, o processo consiste exatamente em oferecer aquele algo a mais. O que é fundamental para que sua comunicação tenha uma abordagem única, segmentada e, por fim, assertiva.

*Estudo “Só investir não basta: as expectativas do consumidor para marketing digital no Brasil”.

Fonte: e-commerce Brasil

magazine luiza aumenta faturamento

Magazine Luiza aumenta faturamento de e-commerce em 66,1% contra 34,1% em lojas físicas

Lucro do Magazine Luiza soma R$ 140,7 mi no segundo trimestre

O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 140,7 milhões no segundo trimestre de 2018, resultado 94,5% maior que o registrado no mesmo trimestre do ano anterior. O resultado acumulado do primeiro semestre deste ano é um lucro de R$ 288,2 milhões, alta de 120,2% na comparação anual.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da varejista de eletroeletrônicos foi 32,5% maior no segundo trimestre de 2018 ante iguais meses de 2017. A companhia registrou Ebitda de R$ 312,4 milhões entre abril e junho deste ano, com margem Ebitda de 8,5%, queda de 0,2 ponto porcentual ante o ano passado. No semestre, o Ebitda chega a R$ 612,9 milhões, alta de 31,1%.

Magazine Luiza
Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 140,7 milhões no segundo trimestre de 2018 Foto: Divulgação

A receita líquida do Magazine Luiza no segundo trimestre de 2018 atingiu R$ 3,696 bilhões, expansão de 36,9% ante igual período de 2017. Em seis meses, a receita atingiu R$ 7,309 bilhões, crescimento de 32,8%.

E-commerce cresce 66% e aumenta participação nas receitas da companhia

O Magazine Luiza obteve crescimento de 66,1% nas vendas de seu comércio eletrônico no segundo trimestre de 2018. O valor de mercadorias vendidas pelo site, o que inclui a operação de marketplace, atingiu R$ 1,526 bilhão entre abril e junho. O resultado acumulado do primeiro semestre é um crescimento de 65,4% do e-commerce.

As vendas online chegaram a 33% da receita total da companhia ao final de junho. No ano anterior, esse porcentual era de 28,5%.

No comércio eletrônico, a maior parte das vendas ainda ocorre na modalidade tradicional, de venda direta ao consumidor final, que gerou faturamento de R$ 1,376 bilhão no segundo trimestre. Já o marketplace, negócio em que vendedores pagam uma comissão à companhia para negociarem produtos na plataforma, movimentou R$ 150 milhões em mercadorias no trimestre.

Nas lojas físicas, o Magazine Luiza reportou crescimento de 27,1% nas vendas do segundo trimestre de 2018 no critério mesmas lojas, que indica o resultado em pontos de venda abertos há mais de um ano. O indicador representa uma aceleração ante os 14,1% do segundo trimestre de 2017.

Incluindo as lojas abertas durante o último ano, o crescimento de vendas nos pontos físicos do Magazine Luiza foi de 34,1%. Com isso, as vendas totais em lojas físicas da companhia somaram R$ 3,092 bilhões no trimestre.

O Magazine Luiza encerrou junho com 885 lojas em funcionamento, 71 pontos de venda a mais do que no mesmo mês do ano anterior. Apenas no segundo trimestre de 2018, a empresa afirmou que inaugurou 27 novas lojas.

Fonte: Estadão