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Pela primeira vez, varejo online deve superar o varejo físico na China

País mais populoso do mundo e considerado um dos grandes berços do e-commerce, a China está bem próxima de registrar um novo grande feito no comércio eletrônico. Em 2021, pela primeira vez na história, o varejo online deve superar o varejo físico e se tornar uma das principais forças econômicas internas do país.

Segundo estudo da eMarketer, o varejo online deve representar 52,1% de todas as vendas no valor (em valor) em 2021. O instituto mostra que as vendas online chinesas devem acelerar acentuadamente dos 44,8% do total alcançado em 2020.

O número é extremamente representativo. A China está tão disparada no varejo online que a Coreia do Sul, segunda no ranking, deve ter 28,9% do total de vendas do varejo via e-commerce. O Reino Unido vem em terceiro lugar, com um varejo online que deve representar 28,3% do total neste ano.

Leia também: Exemplos da China: IA, tecnologias e experiências que podem inspirar os lojistas brasileiros

Segundo a eMarketer há vários fatores por trás do boom. Um é o comércio social. A estimativa é que ele tenha crescido 44,1% na China no ano passado e cresça mais 35,5% neste ano, atingindo 363,26 bilhões de dólares.

Os “Mini Programs” do WeChat se tornaram “onipresentes”, uma vez que o aplicativo da Tencent está na China há quase uma década. Mas foi “apenas recentemente que sua interface começou a facilitar o comércio eletrônico de terceiros”, de acordo com o eMarketer.

A eMarketer prevê um crescimento de 11% nas vendas online no próximo ano e espera que a barreira de 3 trilhões de dólares nas vendas de e-commerce seja ultrapassada em 2022.

Fonte: e-commerce Brasil

Vitrine da Lojas Americanas, no Shopping Iguatemi.

Lojas Americanas e B2W estudam combinação de operações

As Lojas Americanas e a B2W anunciaram na sexta-feira (19) que vão criar comitês especiais independentes para avaliarem uma combinação de suas operações no momento em que os impactos das medidas de isolamento social catapultaram o comércio eletrônico.

As empresas anunciaram que a combinação como Universo Americanas e não deram detalhes sobre quando os estudos poderão ser concluídos e assembleias de acionistas serem convocadas.

A B2W é atualmente controlada pela Lojas Americanas em 62,5%. A companhia possui alguns dos principais sites de comércio eletrônico do país, como Submarino, além de uma relevante operação digital de pagamentos, a Ame.

Omnichannel mais amplo
Ambas as companhias já vinham há meses anunciando parcerias entre si para a criação do chamado omnichannel, em que clientes podem fazer compras pela internet e optarem pela retirada de produtos em lojas físicas ou usarem infraestrutura de lojas como pequenos centros de armazenagem de produtos.

Em apresentação sobre os propósitos da operação, as companhias afirmaram que a combinação criará um “poderoso motor de fusões e aquisições”.

Juntas, as empresas possuem uma rede de 1.700 lojas físicas em 750 cidades do país e um marketplace online com mais de 87 mil vendedores. As companhias também citaram que a união poderá criar um “poderoso negócio” de publicidade integrado, reunindo fornecedores, vendedores e outros parceiros.

Leia também: Americanas diminui prazo de entrega para compras internacionais

Fonte: e-commerce Brasil

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Clubhouse pode ser aposta do marketing para os negócios; veja dicas

Com boom nas últimas semanas, rede social entrou no radar de marcas e empresas, mas traz “mundo novo” aos profissionais de marketing

Quando a rede social Clubhouse caiu nas graças dos brasileiros nas últimas semanas, a montadora Audi não perdeu tempo. Usou a rede social como mais um dos espaços que a Internet garante para os negócios contarem suas histórias e tentar gerar algum impacto.

O Clubhouse funciona como um fórum, em que diversas salas temáticas são criadas para discussões simultâneas, sobre algum tema específico. Tudo por voz. Uma boa forma de defini-lo é um “podcast ao vivo”.

Os usuários podem seguir clubes que discutem assuntos que são do seu interesse e buscar salas dentro de temas gerais como esportes, religião, línguas e tecnologia.

Apesar de o aplicativo ter sido desenhado para pessoas, ele pode ser uma oportunidade para marcas.

Pessoas serão porta-vozes

O Clubhouse ainda não tem, porém, um perfil específico para páginas institucionais, de empresas e negócios. O foco é realmente nas pessoas. Isso pode estimular que as marcas adotem posturas de utilizar os funcionários como porta-vozes, personificando sua identidade e estimulando discussões de impacto para seus negócios.

A sala promovida pela Audi na última semana foi sobre o futuro dos carros elétricos, com a presença de funcionários da empresa, que tem em sua descrição a ocupação no trabalho. Na visão do diretor de comunicação e marketing da Audi Brasil, a rede social tem um perfil profissional.

“Qualquer fala que eu tenha ali dentro é associada à Audi, a responsabilidade é grande. Eu acho muito bacana que a rede social exija que seja um perfil pessoal. Como é uma plataforma de áudio, vai ter sempre alguém falando como a marca. Não dá para ter um ‘ghost’ ou um robô por trás”, explica Cláudio Rawicz.

Entre as dicas para os profissionais que estão entrando na rede, Rawicz afirma que é importante perguntar para a organização se a pessoa pode entrar ali com o título profissional.

De acordo com a Rawicz, a decisão de entrar com seu perfil na rede social em nome da Audi, já que o Clubhouse não permite ainda perfis institucionais, foi para testar e experimentar a rede.

“Eu achei o Clubhouse interessante porque ali tinha um público qualificado, potenciais clientes para a Audi. Ali, discutimos questões além da marca, mas conseguimos até gerar interesse de um dos participantes em fazer um teste-drive com um caro”

Apesar do entusiasmo e de confirmar que a Audi seguirá com novas salas, Rawicz admite que o formato foi beta. Ele destaca também que as pessoas que entrarem ali em nome de suas empresas ou marcas devem estar treinadas para representá-las. Há que se atentar para a responsabilidade de entrar ali como porta-voz.

Pioneirismo ou cautela?

Uma encruzilhada que algumas marcas podem se ver, e que explica por que a maioria ainda não entrou no aplicativo, é a oposição entre já entrar no Clubhouse para ser pioneiro ou fazer a entrada com algum planejamento, ou até esperar que a rede crie políticas e possibilite perfis institucionais.

“As marcas estão tateando ainda, e isso é aos poucos. Estão aprendendo, vendo o que funciona e o que funciona. Ao mesmo tempo, tem a questão do ineditismo e do pioneirismo. A plataforma é muito barata e fácil. Não demanda pré-produção, câmera. Outro ponto legal é que as conversas são nichadas”, explica o professor de marketing do Insper e da PUC-RS Renato Mendes.

Sem filtro

Apesar de ter a opção de salas em que só pessoas definidas podem falar, o Clubhouse acaba sendo uma rede social sem filtros quando alguém “levanta a mão” e é autorizado a falar. Isso pode ser um problema para empresas mais sensíveis à exposição;

“O marketing costuma não gostar de surpresas. Entrar no Clubhouse envolve aceitar que isso envolve riscos”, opina Renato Mendes.

Para o diretor de comunicação da Audi, as empresas têm que entender essa vulnerabilidade de forma natural e lidar com com algum comentário negativo que possa vocalizado da mesma forma que elas lidaram se ele fosse escrito.

Antes de entrar no Clubhouse, o professor Mendes destaca alguns pontos de reflexão para os profissionais de marketing.

Primeiro, é necessário se familiarizar com a rede, entendendo a etiqueta dela e como funciona.

Em segundo lugar, é verificar se há indícios de que seu público está ali dentro. Na visão do professor Renato Mendes, a rede social parece ser frequentada por pessoas mais velhas. Como o aplicativo é exclusivo para iPhones, há também um corte de renda.

Em terceiro, também é importante checar qual tema se quer abordar e como explorar a audiência para isso.

Topo, meio ou fundo de funil?

No marketing, os canais e os conteúdos podem ser classificados conforme o seu propósito na jornada de compra do consumidor. Lives no Youtube e postagens em blogs sobre assuntos genéricos, não necessariamente ligados à marca, são o topo do funil, que atraem pessoas por aquele tema, e não necessariamente pelo seu produto.

O Clubhouse tem uma vocação para essa posição de topo de funil, segundo o professor Renato Mendes. É um lugar para criar reforço de marca, com o chamado “awareness”. Ali, uma possível conversão é mais difícil.

Os indicadores (ou KPIs) que as marcas devem ficar atentas nesses casos são a quantidade de pessoas impactadas.

Apesar de reconhecer que a vocação do Clubhouse é de topo de funil, o diretor de comunicação da Audi vê a possibilidade de explorar as outras etapas também: a do meio e a do fundo do funil.

“Você pode usar o Clubhouse para qualquer etapa. No topo do funil, você pode usar discussões genéricas, como a era dos carros elétricos. Já na próxima etapa, de consideração, poderíamos criar uma sala falando sobre um produto específico, como o novo Audi A4″.

E o futuro?

A pergunta que fica é se a rede social conseguirá manter o apelo depois do frenesi inicial, causado principalmente pela entrada de personalidades como Elon Musk.

Como a rede é exclusiva para o sistema operacional iOS, da Apple, ainda pode ter um forte crescimento de público se decidir funcionar nos sistemas Android.

Independentemente se ela veio para ficar ou não, as marcas devem começar a entrar nela mais fortemente nas próximas semanas, segundo Renato Mendes, que já foi procurado por empresas para prestar assessoria.

As lições que ficaram para a Audi, após a primeira experiência, foram positivas. Segundo Cláudio, ele viu que é possível utilizar aquele canal como ferramenta de marketing. Além da Audi, outras marcas brasileiras que já estão tateando a rede social são a Nestlé e a corretora Genial Investimentos.

A Diageo, que produz bebidas como o Whisky Johnnie Walker, estreia no aplicativo nesta sexta-feira.

Assim como a maioria das outras marcas, ela entra no Clubhouse sem um perfil institucional, mas utilizando pessoas para iniciar uma discussão sobre diversos assuntos como sustentabilidade, diversidade, o papel da inteligência artificial e o consumo responsável de bebidas alcóolicas. Vão participar da sala Astrid Fontenelle, João Vicente de Castro e executivos da empresa.

Fonte: Exame

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E-commerce brasileiro cresceu 75% em 2020, indica Mastercard SpendingPulse

As vendas do e-commerce brasileiro durante o ano de 2020 — de janeiro a dezembro — cresceram 75% em comparação com o mesmo período de 2019, segundo o Mastercard SpendingPulse. O índice mede os gastos dos consumidores em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque.

Impulsionado pelo distanciamento social, que teve início no Brasil em março de 2020, e os novos protocolos de saúde da OMS, os setores que mais se destacaram no comparativo ano a ano foram: hobby & livrarias, com um crescimento de 110%, e o de drogaria, com alta de 88,7%.

“Sabemos que esse crescimento exponencial do e-commerce foi intensamente acelerado pelo distanciamento social que vivemos em 2020 e a contínua necessidade do consumidor em comprar mesmo sem sair de casa”, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard no Brasil e ConeSul.

“À medida que a realidade da pandemia e as novas preocupações com higiene entraram na vida do consumidor, as compras online se tornaram um modo de vida para quase tudo.”, completa o executivo.

Já o varejo físico brasileiro registrou expansão de 0,2% no ano de 2020 em comparação com 2019 — um número pequeno, mas positivo e que demonstra um crescimento importante para setor.

Fonte: E-commerce Brasil

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Clubhouse: por que devo entrar nesta nova rede? Stock Pickers responde

Coffee & Stocks desta segunda falará da nova rede social onde as pessoas só podem conversar por áudio; participe enviando suas dúvidas!

(CONDADO DA FARIA LIMA) – “Mais uma rede social? Isso é tudo que NÃO preciso”. Aposto que essa foi a primeira reação de muitos que ouviram falar do Clubhouse. Mas o fato é que tem bastante gente usando (e gostando!) desta nova rede social, focada exclusivamente em conversas de áudio.

O Stock Pickers não só resolveu testar o Clubhouse como também faremos o “Coffee & Stocks” desta segunda-feira (8) focado em falar sobre a usabilidade deste app e se ele será útil (ou não) na sua rotina.

O Coffee & Stocks é sempre ao vivo às 8 da manhã (horário de Brasília) no youtube do Stock Pickers. O entrevistado será Lucas Lameiras, um dos fundadores do BRASA Talks e que estudou e mora em Londres e já usa o app há tempo suficiente para nos dar várias dicas.

(Inclusive, no teste que fizemos sábado pra conhecer o Clubhouse, o Lucas já nos deu várias dicas de como potencializar o uso da plataforma. Repassaremos ela durante a nossa live).

Aos que já estão no Clubhouse: também transmitiremos o papo desta segunda no meu perfil no Clubhouse (Thiago Salomão).

Mas, o que é o Clubhouse?

Uma boa definição do Clubhouse é uma espécie de “podcast live“: os usuários podem acessar diversas salas e acompanhar conversas de outras pessoas sobre qualquer assunto. Você pode ser chamado para o ‘palco’ e falar ou apenas ficar como ouvinte e ver quais são as outras pessoas que estão dentro da sala. Tudo é por voz: não há textões, curtidas, compartilhamentos, nada disso… ou você está falando ou está escutando alguém.

O que tem gerado frenesi com esse aplicativo é a possibilidade de acompanhar conversas soltas com grandes personalidades mundo afora. É o caso de Mark Zuckerberg ou Elon Musk, que apareceram no programa “The Good Time Show”, transmitido no próprio Clubhouse.

O Clubhouse foi criado em março de 2020 por Paul Davison e Rohan Seth (ex-funcionários do Google). De dezembro pra cá passou de 600 mil para 6 milhões de usuários e já está avaliado em mais de US$ 1 bilhão.

Acesso restrito e só via iOs (por enquanto)
Um detalhe: você só pode entrar no Clubhouse se for convidado por algum usuário e o app só funciona em iOs (se você não tem iPhone, espere mais um pouco para testar a ferramenta).

Ainda é muito cedo dizer que essa rede social será a nova sensação, mas já é possível perceber muita acessibilidade principalmente para quem trabalha com conteúdo sonoro, como podcasts (por isso mesmo, o Stock Pickers está “demarcando território” por ali).

Mande suas dúvidas!
Se você quer saber mais, não deixe de acompanhar nossa live nesta segunda às 8 da manhã. Envie suas dúvidas chat que tentaremos responder todas elas!

Fonte: Infomoney

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Birdwatch: Twitter anuncia novo programa piloto de checagem de fatos

Na busca por combater a desinformação e as fake news em sua plataforma, o Twitter lançou, na segunda-feira (25), o programa Birdwatch. Inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, o projeto-piloto reunirá cerca de mil usuários, que poderão adicionar notas e contextos informativos em tuítes considerados enganosos.

De acordo com um post de Keith Coleman, vice-presidente de produto do Twitter, no blog da companhia, a intenção não é dar um veredito de “verdadeiro” ou “falso” ao tuíte, mas sim, possibilitar que a própria comunidade forneça contexto útil para melhor o entendimento e a avaliação da publicação.

“Acreditamos que essa abordagem tem o potencial de responder rapidamente quando informações enganosas se espalham, adicionando contexto em que as pessoas confiam e consideram valioso”, diz a postagem.

Primeiramente, o usuário do Birdwatch classificará o tuíte duvidoso — os participantes do piloto também poderão adicionar notas em tuítes de outros usuários do programa. “Contém um erro factual”, “Apresenta uma afirmação não verificada como um fato” e “Trata-se de uma piada ou sátira que pode ser interpretada erronamente como um fato” são alguns exemplos.

Depois, o usuário poderá classificar os danos que o tuíte pode causar e deverá postar um contra-argumento para a publicação, dando mais contexto ou apresentando novos fatos à postagem.

Exemplo de nota na plataforma Birdwatch, do Twitter
Exemplo de notas postadas em tuítes duvidosos na plataforma Birdwatch. Foto: Twitter/Reprodução

Todos os dados contribuídos para o Birdwatch estarão disponíveis publicamente e poderão ser baixados em arquivos TSV. Já os algoritmos usados para impulsionar o programa serão publicados no Guia do Birdwatch, disponível na página GitHub do Twitter.

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YouTube testa venda direta de produtos que aparecem nos vídeos

O YouTube está testando uma maneira de fazer com que as pessoas possam comprar produtos apresentados nos vídeos diretamente pela plataforma. O recurso em si não é novo – o Instagram já faz isso, por exemplo – e é uma evolução de uma outra ferramenta do site, testada em abril, que mostrava detalhes dos produtos na tela.

“Espectadores verão uma lista dos produtos apresentados clicando no ícone da sacola de compras no canto inferior esquerdo do vídeo. A partir daí, poderão explorar a página de cada produto para ver mais informações, vídeos relacionados e opções de compra”, explica o YouTube.

A novidade, por enquanto, está restrita a um número limitado de criadores dos Estados Unidos. Em outubro, um porta-voz do YouTube disse ao site Bloomberg que a plataforma estava testando uma nova integração com a Shopify para vendas. Não está claro como o site geraria receita a partir da ferramenta, mas, nas assinaturas de membros dos canais, o YouTube leva uma comissão de 30%.

Youtube e e-commerce

De maneira geral, o Google tem tido pouco sucesso no e-commerce. A empresa tem preferido focar em venda de anúncios que direcionam as pessoas a outras lojas digitais, em vez de vender os produtos ela mesma. Porém, a pandemia de Covid-19 afetou os orçamentos de marketing das empresas, principalmente nos setores de viagens e varejo físico, que são os principais anunciantes do Google.

Por outro lado, o comércio eletrônico vem crescendo na medida em que as pessoas ficam mais tempo em casa, comprando mais produtos online. Uma pesquisa da RBC Capital com profissionais de marketing revelou o “comércio social” como uma área importante para companhias como Facebook e o Pinterest.

Há meses, os executivos do Google sinalizam que o YouTube será fundamental para sua estratégia de comércio eletrônico. O CEO da empresa, Sundar Pichai, já sugeriu que vídeos de unboxing — quando alguém abre as embalagens dos produtos — poderiam ser transformado em ótimas oportunidade de compra. Outras categorias populares, como tutoriais de maquiagem e culinária também serviriam como vitrine para os produtos.

Fonte: Olhar Digital

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Dona do TikTok lança serviço de pagamento na China

A ByteDance lançou recentemente um serviço de pagamento para a versão chinesa do TikTok, o Douyin Pay, ampliando fontes de receita no comércio eletrônico na China.

“A ferramenta Douyin Pay visa complementar as principais opções de pagamento existentes e, em última análise, melhorar a experiência do usuário”, disse o TikTok em comunicado à Reuters na terça-feira (19).

Os mais de 600 milhões de usuários ativos por dia do Douyin, anteriormente podiam usar o Alipay, do Ant Group, e o WeChat Pay, da Tencent, os dois canais de pagamento em dispositivos móveis onipresentes do país, para comprar presentes virtuais para transmissões ao vivo ou itens de lojas da plataforma.

O fundador e presidente-executivo da ByteDance, Zhang Yiming, ampliou a capacidade da empresa em atuar no mercado de pagamentos na China ao adquirir a Wuhan Hezhong Yibao Technology no ano passado.

A Hezhong Yibao obteve uma licença de pagamento a terceiros do banco central em 2014.

TikTok de olho na receita

O Douyin é o principal gerador de receita da ByteDance. Ele oferece um vislumbre do que o TikTok pode vir a se tornar, à medida que Douyin começou a vender mercadorias em 2017 e agora possui uma operação de comércio eletrônico em crescimento, na qual centenas de milhões de usuários fazem compras diariamente.

A expansão da ByteDance ocorre em um momento em que reguladores financeiros da China estão intensificando a supervisão das fintechs, especialmente empresas como o Ant Group.

O setor de pagamentos da China é dominado pela Alipay e pelo WeChat Pay, com o primeiro tendo 55,39% do mercado total no segundo trimestre do ano passado, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Analysys.

Fonte: Money Times, com Reuters

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WhatsApp adia atualização de recursos de negócios após polêmica sobre privacidade

O WhatsApp, do Facebook, está adiando a atualização para uso em transações de negócios após a preocupação de usuários que ligada a mudanças na política de privacidade.

Os usuários receberam uma notificação este mês de que o aplicativo de mensagens estava preparando uma nova política de privacidade e termos, e se reservou o direito de compartilhar alguns dados do usuários com o Facebook.

Isso gerou protestos globais e uma onda de novos usuários para aplicativos de mensagens privadas concorrentes, incluindo Telegram e Signal.

O WhatsApp disse na sexta-feira (15) que atrasaria o lançamento da nova política para maio e que a atualização estava focada em permitir que os usuários enviassem mensagens às empresas e que a atualização não afetaria as conversas pessoais, que continuarão a ter criptografia de ponta a ponta.

“Esta atualização não expande nossa capacidade de compartilhar dados com o Facebook”, disse em um comunicado.

“Embora nem todo mundo compre com uma empresa no WhatsApp hoje, achamos que mais pessoas escolherão fazê-lo no futuro e é importante que as pessoas conheçam esses serviços”, disse.

Facebook e WhatsApp

O Facebook vem ampliando ferramentas de negócios no WhatsApp, à medida que se move para aumentar a receita de unidades de maior crescimento, como WhatsApp e Instagram, enquanto une a infraestrutura de comércio eletrônico da empresa.

O Facebook comprou o WhatsApp por US$ 19 bilhões em 2014, mas tem demorado para monetizá-lo. O aplicativo já compartilha certas categorias de dados pessoais, incluindo o número de telefone e endereço IP do usuário, com o Facebook.

“Não mantemos registros de quem está trocando mensagens ou ligando. Também não podemos ver sua localização compartilhada e não compartilhamos seus contatos com o Facebook”, disse.

O WhatsApp disse em outubro que ofereceria compras no aplicativo por meio de lojas do Facebook e daria às empresas que usam as ferramentas de mensagens de atendimento ao cliente o poder de armazenar essas mensagens nos servidores do Facebook.

O WhatsApp disse na época que os bate-papos com uma empresa que usa o novo serviço de hospedagem não seriam protegidos pela criptografia de ponta a ponta do aplicativo.

Fonte: 6 Minutos, com Reuters

métricas para e-commerce

Métricas para e-commerce: saiba quais números analisar

Quem está pensando em abrir uma loja virtual, ou até já tem um empreendimento online, precisa levar em consideração a importância das métricas para e-commerce.

Afinal de contas, online ou offline, a administração dos negócios segue a mesma lógica. Por esse motivo, ter ao lado indicadores de desempenho é uma forma de avaliar se o desempenho da sua loja está realmente indo bem.

Hoje em dia, ainda temos a vantagem de contar com várias ferramentas e recursos online, que permitem acompanhar praticamente todas as ações em tempo real.

Ou seja, basta ter um notebook novo e de qualidade, que você pode verificar com precisão as métricas da sua loja.

No artigo de hoje, saiba quais números analisar para ver a performance das suas campanhas e conheça as principais métricas para e-commerce. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que são métricas?

Chamamos de “métricas” todos os resultados, que podem ser numéricos ou não, que uma empresa apresenta, com relação ao seu desempenho estratégico.

Por exemplo, o número de pessoas que fecharam a contratação do serviço de locação de van para praia é uma métrica. 

A quantidade de visitantes do seu site também é outra métrica. 

Número de seguidores, pessoas cadastradas na newsletter… Enfim, as métricas estão em todo o lugar, sendo relacionadas com campanhas de marketing, vendas, mas também com questões de administração e finanças.

As métricas são extremamente importantes para medir o desempenho do seu e-commerce. Isso porque elas demonstram se os dados obtidos são satisfatórios ou não para os negócios, o que pode significar o sucesso do seu empreendimento.

Fora que as métricas também estão relacionadas com a previsibilidade.

Por meio delas, você pode conferir dados reais acerca da sua empresa e, com isso, tomar decisões mais assertivas, o que te ajuda a poupar tempo e dinheiro.

Vale dizer que as métricas também informam sobre o seu público. Isso é fundamental para um e-commerce, diante da grande concorrência da internet.

Por isso, quando uma escola bilíngue infantil conhece bem a sua audiência, ela consegue elaborar campanhas mais orientadas, o que inevitavelmente vai colaborar com os bons resultados da sua empresa.

9 métricas para e-commerce para ter sucesso nas campanhas

É muito normal que alguns e-commerces analisem algumas métricas que não necessariamente medem os objetivos do seu planejamento. Isso porque nem sempre conhecemos os reais indicadores e suas características.

Por esse motivo, separamos algumas das principais métricas para e-commerce que vão te ajudar a ter sucesso nas campanhas. Confira a seguir!

1 – Transações comerciais

As transações comerciais referem-se à quantidade de pedidos que foram realizados na sua loja virtual. Por exemplo, quantas pessoas pediram por uma vela rechaud atacado.

No entanto, vale dizer que essa métrica mede todos os pedidos, incluindo os que não foram concluídos por boletos não pagos, cartões não aprovados, etc. Por isso, é importante ter atenção na hora de avaliar o número de transações comerciais.

Afinal de contas, não basta ter uma grande quantidade – elas precisam ser efetivadas (pagas) para dar lucros ao seu e-commerce.

2 – Receita

A receita consiste no valor monetário das transações comerciais, isto é, quantos reais (R$) os usuários gastaram, somando todos os pedidos.

Dessa forma, se uma aula de canto iniciante custa R$ 50 e a sua escola teve 10 transações, significa que a receita total é de R$ 500. 

No entanto, mais uma vez, é válido ressaltar que todos os valores são contabilizados, inclusive os não pagos.

3 – Taxa de conversão

A taxa de conversão é uma das métricas mais populares quando se trata de e-commerces. Ela refere-se à quantidade de usuários que visitaram o seu site e finalizaram uma compra, ou seja, a porcentagem de pessoas que se tornaram clientes.

Aqui, é possível ter uma ideia maior da performance das campanhas. Afinal de contas, se a taxa estiver baixa, dá para saber o porquê. Os motivos são diversos, como:

  • Dificuldade de navegação no site;
  • Desorganização do catálogo de produtos;
  • Insegurança na hora de fechar a compra;
  • Layout não responsivo;
  • Entre outros.

Aliás, também vale a pena dar uma olhadinha na concorrência. Muitas vezes, a sua taxa de conversão diminui porque outras empresas estão oferecendo melhores soluções, como entregas rápidas.

Quando isso acontecer, você pode planejar uma maneira de conquistar os clientes.

4 – Quantidade média de produtos

A quantidade média de produtos te ajuda a compreender quantas mercadorias saem por pedido no seu site. De forma geral, dá para saber quantos produtos um cliente costuma comprar na sua loja.

Essa métrica ajuda você a medir a quantidade de itens que um usuário costuma comprar para não pagar frete, por exemplo. Assim, você pode ter um insight e fazer uma promoção de up selling.

Imagine que a quantidade média de pratos para congelar vendidos na sua loja é de 5 unidades. Assim, uma dica é fazer uma promoção do tipo: leve 10 e ganhe mais desconto.

Percebe? É uma forma de obter melhores resultados e vender mais!

5 – Ticket médio

O ticket médio refere-se à relação entre a receita e a quantidade de transações comerciais. Para calculá-lo, basta aplicar a seguinte fórmula:

Ticket Médio = receita / transação

Da mesma forma que a quantidade média de produtos, o ticket fornece algumas ideias valiosas para promoções, já que é possível saber o quanto as pessoas costumam gastar na sua loja.

6 – Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é uma das métricas mais famosas do mercado. Ela mede as pessoas que deixaram o seu site sem realizar nenhuma interação, nem ao mesmo navegar em uma outra seção da página.

Essa métrica é muito importante, pois ela é capaz de mostrar quais aspectos do seu site não estão agradando o público.

Vale dizer que o seu produto pode ser muito bom, como uma super modeladora de pão. Mas se o seu site não oferecer uma experiência agradável aos visitantes, é bem provável que você tenha uma alta taxa de rejeição.

7 – ROI (Retorno sobre Investimento)

O ROI é mais uma das métricas mais conhecidas no marketing. Com ela, é possível calcular o retorno sobre o investimento em uma determinada mídia.

Por exemplo, caso você tenha pago um anúncio no Facebook e essa propaganda resultou em um grande aumento de vendas, o seu ROI é positivo.

O cálculo do ROI segue a fórmula:

ROI = (Ganho obtido – Investimento inicial) / Investimento inicial

Por meio dessa métrica, é possível orientar melhor os seus investimentos em marketing digital e, com isso, evitar gastos desnecessários em campanhas improdutivas.

8 – CAC (Custo de Aquisição por Cliente)

O CAC é a soma de todos os recursos investidos para que os clientes cheguem até a sua loja virtual, dividido pelo número de consumidores adquiridos.

Isso quer dizer que quanto menor for o CAC do seu e-commerce, mais bem-sucedida é a sua campanha – fora que a retenção de clientes também estará dando frutos.

Para calcular o CAC, é fundamental que o e-commerce documente todos os gastos de marketing, propaganda e divulgação, uma vez que eles contribuem para que os valores calculados sejam reais.

O CAC também contribui para conhecer a quantidade de dinheiro que precisa ser investido para alcançar as metas propostas pelo seu e-commerce.

9 – Abandono de carrinho

O abandono de carrinho, como o próprio nome sugere, diz respeito à quantidade de pessoas que iniciaram uma compra, mas não concluíram, deixando os produtos pendentes no carrinho de compras.

Para calcular a taxa de abandono de carrinho, a fórmula é:

Abandono de carrinho = (número de pessoas que colocaram um produto no carrinho / número de pessoas que realizaram uma compra) x 100

Com essa métrica, você consegue ter uma ideia do porquê os usuários desistiram da compra, pois isso pode estar atrelado à falta de segurança no check out, ou até mesmo aos valores altos do frete.

Conclusão

As métricas são indicadores indispensáveis para qualquer negócio, seja ele online ou offline. Porém, no caso dos e-commerces, vale a pena conhecer alguns resultados específicos, pois eles ajudam a orientar melhor as próximas campanhas de marketing.

Além disso, é uma maneira de avaliar  se o seu negócio é bem sucedido na internet, já que o ambiente digital tem uma alta concorrência.

No entanto, sabemos que nem sempre é fácil escolher as métricas adequadas para avaliar a sua loja virtual. Por conta disso, o artigo de hoje trouxe algumas dicas que podem te ajudar a escolher os melhores indicadores.

Dessa forma, o seu planejamento irá ser cada vez mais assertivo, com investimentos orientados e, com isso, é possível ter um aumento da lucratividade e redução dos custos.

Então, se você ainda não trabalha com métricas, a hora é agora!

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.