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E-commerce ultrapassa moda e é novo líder em engajamento nas redes sociais

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da indústria não se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, a liderança absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.

Já o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espaço para outros segmentos, como é o caso dos serviços alimentícios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posições no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos serviços de delivery.

Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronavírus acarretou em grandes mudanças no comportamento das empresas e dos usuários das redes sociais. “A pandemia acelerou a transformação digital em diversos setores e um número cada vez maior de marcas vão entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percepção à construção de intenção de compra e retenção, em um mundo repleto de interconexões tecnológicas”, explica.

Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.

Abaixo estão os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1 – E-commerce – 17,8% das interações
2 – Varejo – 15,2% das interações
3 – Serviços – 9,3% das interações
4 – Serviços alimentícios – 9,3% das interações
5 – Moda – 7,5% das interações

Instagram

1 – E-commerce – 24,5% das interações
2 – Moda – 22,5% das interações
3 – Varejo – 14% das interações
4 – Beleza – 11,6% das interações
5 – Serviços – 7,6% das interações

Metodologia do relatório

Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

Fonte: e-commerce Brasil

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Facebook anuncia Shops no app principal e novos recursos para e-commerce

Com as medidas de distanciamento social, cerca de 85% da população mundial faz compras online, de acordo com pesquisa do Facebook. Nesta semana, a empresa lançou o Facebook Shops para seu aplicativo e novos recursos para comércio eletrônico também no Instagram.

À medida que o comportamento do consumidor mudava com a pandemia, a gigante das redes sociais investia em novos modelos de negócios para pequenos e grandes empresários.

“Queremos tornar as compras mais fáceis para as pessoas e capacitar qualquer pessoa, desde um empreendedor até a maior marca, a usar nossos aplicativos para se conectar com os clientes e expandir seus negócios. É por isso que estamos criando novas maneiras para as pessoas comprarem em nossos aplicativos e fornecendo ferramentas para ajudar as empresas a vender online”, diz o comunicado da empresa.

Shops, um espaço de compras do Facebook e Instagram, foi lançado em maio e, nas próximas semanas, será disponibilizado para qualquer empresa qualificada e adicionando recursos de personalização, mensagens e novos insights para ajudar as empresas a medir os resultados.

De acordo com comunicado da empresa, Shops é uma maneira mais fácil de as empresas divulgarem seus produtos no Facebook e Instagram em um único lugar, facilitando também a busca por novos negócios e produtos.

George Lee, diretor de Gerenciamento de Produtos, disse ao site TechCrunch que o objetivo é criar algo que seja “exclusivo para o aplicativo do Facebook e para a comunidade do Facebook”. “Isso não quer dizer que não haja aprendizagem generalizada”, disse ele. “[Instagram Shop e Facebook Shop] provavelmente parecem um pouco diferentes no primeiro dia, e o objetivo não é que eles sejam cópias da mesma experiência”.

O Instagram lançou recentemente uma seção de Shops, onde os usuários podem navegar pelos produtos de suas marcas e criadores favoritos. O Instagram Shops chegou ao Brasil no final de julho.

Isenção de taxa

Os novos recursos anunciados pela empresa incluem novos layouts de design para apresentar produtos únicos ou grupos de produtos em lojas, visualização em tempo real das coleções à medida que são projetadas, capacidade de criar lojas automaticamente para novos vendedores e novos insights para medir os resultados no Commerce Manager.

As lojas também terão uma nova opção de mensagens para os clientes enviarem uma mensagem aos vendedores através do MessengerWhatsApp ou Instagram Direct.

No Instagram, a empresa disse que todos os vendedores nos Estados Unidos poderão usar o recurso de checkout do Instagram nas próximas semanas, gerenciado pelo Commerce Manager do Facebook ou pelas plataformas de parceiros BigCommerce e Shopify (com mais integrações planejadas). O Instagram isentará de sua taxa de venda para checkout no resto do ano.

A empresa também tem testado uma experiência de compra ao vivo, em que as empresas podem exibir produtos em um vídeo ao vivo, enquanto os consumidores podem navegar pelos produtos em destaque e fazer compras. O Instagram Live Shopping agora deve estar disponível para todos os vendedores que usam o Instagram Live Shopping nos Estados Unidos.

As informações são do Computer World

Fonte: e-commerce Brasil

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Alibaba e Mercado Livre demonstram interesse em comprar os Correios

Com a iminente privatização dos Correios, a disputa nos bastidores é forte, segundo o colunista Leandro Mazzini, do Blog Esplanada. Além do Alibaba, o Mercado Livre está de olho na estatal, com a qual já tem uma grande parceria de entregas de produtos compradas no seu site.

De acordo com a publicação, enquanto o Alibaba planeja uma oferta discreta, provavelmente com um grande parceiro brasileiro, o Mercado Livre aposta na sua logística de entrega e nos centros de distribuição como um diferencial.

A Associação dos Profissionais dos Correios informa que é praxe na estatal a realização de mutirões quando há greve, e  que a gestão do general Floriano Peixoto, ao comemorar entrega normal de objetos, fez o dever de casa. “Nunca foi preciso sequer um sargento para fazer isso”, complementa a assessoria da associação.

Fonte: e-commerce Brasil

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Amazon lança canal no YouTube com aulas de machine learning

A Amazon criou um canal no Youtube parra disponibilizar gratuitamente parte do conteúdo da a Machine Learning University (MLU). Criada em 2016, a MLU é uma iniciativa da Amazon com o objetivo de capacitar o maior número possível de funcionários para dominar a tecnologia, essencial para que a empresa consiga oferecer aos clientes produtos com maior chance de compra.

Parte do conhecimento produzido dentro dos escritórios da marca acabou de ser disponibilizada de forma online e gratuita desde o início de agosto.

A companhia disponibilizou atualmente três cursos, todos em inglês: processamento de linguagem natural, visão computacional e dados tabulares.

Mais cursos da Amazon

Em comunicado, a empresa informou que pretende disponibilizar mais seis cursos até o final do ano. Os cursos foram criados para resolver problemas enfrentados pela Amazon ao longo dos anos, então a abordagem é mais voltada para resolver problemas relacionados ao universo varejista.

O tempo das aulas varia de 4 a 45 minutos e a empresa disponibilizou no GitHub slides, anotações e datasets que podem ser usados pelos alunos para colocar em prática alguns dos conhecimentos apresentados na aula.

Fonte: e-commerce Brasil

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Amazon inaugura novo conceito de supermercado nos EUA

A Amazon informou que está abrindo um supermercado em Los Angeles, nos Estados Unidos, com carrinhos de compras que fazem com que clientes não precisem passar pelos caixas, conforme a empresa de comércio eletrônico aumenta sua presença offline.

O mercado, no bairro de Woodland Hills, é chamado de supermercado Amazon Fresh. É o primeiro aberto a clientes — apenas por convites — dos sete mercados que a Amazon confirmou para o sul da Califórnia e Chicago. O local será aberto ao público geral nas próximas semanas.

Amazon Dash Cart

A maior varejista online do mundo tem feito experiências com lojas físicas nos últimos anos para capturar mais gastos do consumidor. A empresa já possui mais de 20 lojas sem caixas para seus funcionários e mais de 500 lojas na rede Whole Foods Market que adquiriu em 2017.

A loja será a primeira com o Amazon Dash Cart. Isso permite que os clientes que comprem um número limitado de itens não precisem passar pelos caixas, podendo apenas sair da loja. Sistemas de tecnologia detectam o que os clientes colocam no carrinho e cobram seu cartão de crédito assim que eles saem da loja.

O local também tem um balcão para retirada e devolução de pedidos online e estações em que a assistente de voz da Amazon, Alexa, responde perguntas sobre a loja.

A Amazon registrou no mês passado seu maior lucro trimestral devido às vendas online durante a pandemia de coronavírus, mas uma queda de 13% na receita de lojas físicas.

As informações são da Reuters

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Amazon inaugura seu maior escritório no mundo na Índia

AAmazon inaugurou o seu maior escritório no mundo na cidade de Hyderabad, no sul da Índia, após quatro anos de construção. É o primeiro escritório que pertence exclusivamente à Amazon fora dos Estados Unidos, e se soma aos 40 outros escritórios, 67 centros de logística, 1.400 estações de entrega e uma força de trabalho de mais de 60 mil pessoas. O tamanho do prédio — 167 mil m² — equivale a quase 65 campos de futebol.

O escritório de 15 andares possui salas de oração, um pequeno campo sintético de críquete, 49 elevadores, um heliporto e uma lanchonete aberta 24 horas por dia em um campus que é feito de 2,5 vezes mais aço que a Torre Eiffel, segundo a empresa.

Escritório da Amazon Índia. Imagem: Divulgação/ Anushya Badrinath/ Amazon Índia Blog)
No local, circulam 7 mil funcionários de uma força de trabalho esperada de 15 mil, em grande parte composta por equipes de tecnologia focadas no uso de aprendizado de máquina e desenvolvimento de software para inovar serviços — como o serviço de transferência de dinheiro da Amazon Pay para transações digitais em um país com 190 milhões de cidadãos desbancarizados — bem como funcionários de atendimento ao cliente.

Representantes da Amazon não quiseram comentar sobre o valor total do desenvolvimento, mas revelaram à Bloomberg que custou “centenas de milhões de dólares” para construir. O campus é o maior da Amazon, mas a empresa planeja abrir uma segunda sede nos EUA, que pode ser ainda maior.

Polo tecnológico indiano

A cidade de Hyderabad surgiu há poucos anos como um centro financeiro e de tecnologia e uma atração para jovens talentos. A cidade de 10 milhões de habitantes teve o maior aumento em espaços para escritórios de tecnologia no ano passado, e já é uma base na Índia para outras empresas multinacionais de tecnologia como Facebook, Google, Microsoft e Apple, que gastaram US$ 25 milhões para o desenvolvimento de seus escritórios por lá.

“Hyderabad é um conhecido centro de talentos em tecnologia de software, e o governo tem sido um facilitador para que tenhamos um campus desse tamanho”, disse Minari Shah, porta-voz da Amazon. “Esta é uma confirmação como a Índia continua a ser importante para a Amazon’.

Desde a construção do escritório de Hyderabad, a Amazon fez alguns apelos promissores para os locais: abriu uma loja Amazon Fresh para entrega de alimentos em Bangalore. Também deu início ao Prime Reading com livros em hindi e tâmil e introduziu uma farmácia online em meio à pandemia.

Plano de expansão da Amazon

O desejo de expansão do gigante do varejo é fácil de explicar. O setor de comércio eletrônico da Índia ainda está em sua infância, perto de 120 milhões de compradores online em 2018 de uma população de mais de um bilhão.

Em 2018, a Amazon era o segundo maior varejista online da Índia, atrás da Flipkart, com 32% do mercado (em comparação com 41% nos Estados Unidos). E analistas da Forrester prevêem que as vendas de e-commerce no país chegarão a quase US$ 86 bilhões em 2024. Mas o plano da Amazon para o mercado indiano enfrenta desafios, incluindo resistência de empresários e políticos locais.

De acordo com uma reportagem do The New York Times, quando o fundador da Amazon, Jeff Bezos, visitou a Índia em janeiro, ele se deparou com um caso antitruste de reguladores indianos, que estão investigando a Amazon e o gigante do comércio eletrônico indiano Flipkart, propriedade em grande parte do Walmart.

A Índia proíbe o investimento estrangeiro direto no varejo. Por lei, a Amazon e outras firmas de comércio eletrônico de propriedade estrangeira devem ser mercados neutros que dependem de vendedores independentes.

Mas Praveen Khandelwal, fundador e secretário-geral da Confederation of All India Traders, que supervisiona 70 milhões de comerciantes e 40 mil associações comerciais, argumenta que a empresa prejudicou o comércio interno, resultando no fechamento de milhares de empresas locais em todo o país.

O novo escritório da Amazon em Hyderabad, disse ele, é apenas uma forma de “pressionar pelo controle e domínio sobre o comércio varejista indiano de uma forma mais estruturada”.

Pânico dos vendedores locais

O regulador de varejo da Índia está investigando a Amazon sob alegações de que está usando grandes descontos e vendedores preferenciais, segundo Satish Meena, analista sênior da empresa global de pesquisa de tecnologia Forrester. “Existem lacunas que eles estão explorando; todo mundo sabe disso”, disse Meena.

Meena diz que há pânico entre os vendedores locais, que sentem que estão sendo empurrados para fora do mercado à medida que outros têm preferência, e agora estão vendo o governo levantar questões sobre as práticas de negócios de grandes empresas de tecnologia somente depois de desenvolverem suas próprias plataformas de e-commerce.

Para acalmar a situação com os varejistas indianos, Bezos anunciou um investimento de US$ 1 bilhão durante sua visita em janeiro para ajudar pequenas e médias empresas a impulsionar seu crescimento online. Isso além da promessa da Amazon de US$ 5 bilhões em investimentos no país em 2016, e outros US$ 500 milhões em e-commerce de alimentos no próximo ano.

Desde a pandemia, no entanto, com o comércio eletrônico como o único canal de venda de produtos por meses, mais pequenas empresas estão percebendo o potencial de trabalhar com marketplaces como a Amazon e a Flipkart, acrescentou Meena.

As informações são da Época Negócios

Fonte: e-commerce Brasil

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Impulsionada pela pandemia, expansão do e-commerce chega a 40% ao ano

Aexpansão do e-commerce no país bateu um importante recorde em 2020, totalizando mais de 1,3 milhão de lojas online, com um ritmo de crescimento de 40,7% ao ano, como revela a 6ª edição da pesquisa Perfil do E-Commerce Brasileiro. O mapeamento é feito desde 2014 pelo PayPal Brasil em parceria com a BigData Corp.

Reflexo direto da pandemia de Covid-19 e da necessidade de digitalização das empresas, a migração em massa de pequenos negócios para o comércio eletrônico impressiona. Em 2019, 26,93% dos e-commerces eram de pequeno porte e faturavam até R$ 250 mil por ano, segundo o mapeamento. Hoje, esses negócios passaram a representar perto da metade das lojas online (48,06%).

“Muitos negócios tiveram de migrar para a versão online por causa da pandemia – para serem capazes de manter um mínimo de vendas e conseguirem sobreviver. Isso, claro, somado ao amadurecimento que o setor vem apresentando no decorrer dos últimos anos – haja visto o crescimento registrado em 2019, que já havia batido os 37%”, enumera Thiago Chueiri, diretor de Desenvolvimento de Negócios do PayPal Brasil.

 

Além da expansão acelerada, o e-commerce no Brasil segue amadurecendo: 55,68% já adotam meios eletrônicos de pagamento, o que representa um aumento de 5,4 pontos percentuais em relação ao estudo de 2019. Da mesma forma, 76,55% das lojas online se encontram em uma das 211 plataformas de e-commerce mapeadas, aumento de 2,52 pontos percentuais sobre o resultado de 2019.

“Para enxergar a presença do pequeno empreendedor no e-commerce brasileiro é preciso avaliar quantos e-commerces não têm sequer um único empregado: pela primeira vez este ano eles são maioria, ou 52,63%. Quando o corte são as lojas online com até cinco empregados, o universo desses pequenos negócios abrange mais de 3/4 do total de comércios eletrônicos”, diz Thoran Rodrigues, CEO e fundador da BigData Corp.

Confira os principais destaques do estudo deste ano:

O e-commerce brasileiro em 2020

  • O e-commerce já é responsável por 8,48% do total de sites na internet brasileira. Essa fatia não passava de 2,65% há cinco anos.
  • 88,77% dos sites de e-commerce no Brasil recebem até 10 mil visitas mensais. Outros 8,73% são grandes sites, com mais de meio milhão de visitas mensais. Os 2,5% restantes estão na faixa intermediária: recebem entre 10 mil e meio milhão de visitas por mês.
  • 76,55% dos e-commerces oferecem até dez produtos em seus sites; 12,17% oferecem de 11 a 100 produtos; enquanto 11,28% apresentam mais de uma centena de produtos.
  • São Paulo segue sendo o estado que concentra a maioria dos e-commerces no Brasil (58,95%). Em segundo lugar, está o Rio de Janeiro, com 6,93%, e Minas Gerais, com 6,2%.
  • 76,67% das ofertas de produtos nos e-commerces brasileiros custam menos de R$ 100; 10,31% delas se situam entre R$ 100,01 e R$ 500; em seguida, há a faixa dos produtos acima de R$ 1 mil, com participação de 10,07%.
  • A faixa de preços com a menor participação, 2,95%, é a das ofertas entre R$ 500,01 e R$ 1 mil (*).
  • “A acessibilidade nos e-commerces aumentou 200% porque antes era quase inexistente, mas ainda está bem longe do ideal”, critica Rodrigues.

Mídias sociais no e-commerce

  • As mídias sociais já são adotadas por 68,63% das lojas online.
  • O YouTube cresceu em importância no e-commerce brasileiro: entre as lojas online que se utilizam de mídias sociais, ele está presente em 39,87%, aumentando sua participação em 7,65 pontos percentuais em relação a 2019. A plataforma fica atrás apenas do Facebook, presente em 54,18% dos comércios eletrônicos do país. Na sequência, vêm Twitter (30,45%), Instagram (21,16%), e Pinterest (4,81%).

“O crescimento do Youtube e do Instagram é uma tendência porque os vendedores estão usando mais ferramentas visuais e interativas para engajar os clientes, seja com vídeos de demonstração dos produtos, reviews de influenciadores ou mesmo comunicação da marca com os clientes”, explica Rodrigues.

  • Entre as soluções adotadas pelas lojas online, a mais popular é a das plataformas fechadas (63,41%), que vêm conquistando participação gradual e constante desde o início da série histórica, segundo o mapeamento. Em seguida, as lojas sem plataforma são o formato preferido por 23,45% dos e-commerces. Plataformas abertas respondem por apenas 13,14% do total.

  • A adesão ao SSL (Secure Sockets Layer), uma camada de segurança que criptografa os dados transacionados entre consumidor e loja online, voltou a crescer e hoje se encontra em 88,43%. Essa adesão só foi maior em 2017, quando chegou a 91,27%.

  • 81,96% dos e-commerces no país já são responsivos, ou seja, já estão preparados para serem acessados em qualquer tela, inclusive a do celular. Este é mais um recorde desta edição da pesquisa.

 

  • Já a presença de analytics caiu 6,4 pontos percentuais entre as lojas online este ano, para uma participação de 48,55%. Segundo Rodrigues, “embora as plataformas entreguem os sites, elas não entregam os dados do analytics, pois algumas preferem usar suas próprias soluções”.

(*) Os valores citados são preços médios dos sites, ou seja, a média do preço de todos os produtos vendidos em uma dada loja virtual.

Metodologia

A série Perfil do E-Commerce Brasileiro usa o processo de captura de dados da internet da BigData Corp., o qual prevê o processamento de mais de 10 petabytes semanalmente, extraídos de visitas a mais de 28 milhões de sites brasileiros, dos quais são obtidos informações estruturadas e seus links. Os dados apresentados foram colhidos na primeira semana de agosto de 2020.

Para acessar o mapeamento na íntegra, basta acessar a página do PayPal

Por Dinalva Fernandes, da redação do E-Commerce Brasil

Fonte:

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E-commerce dobra o número de vendas em julho em comparação ao ano passado, diz estudo da MCC-ENET

Mesmo com a flexibilização e a abertura de determinados setores em algumas cidades brasileiras, as vendas por comércio eletrônico seguem em alta. Ao analisar o mês de julho de 2020, ante o mesmo mês do ano passado, o tamanho do setor dobrou: crescimento de 106,78%. Seguindo a mesma base de comparação, o faturamento teve desempenho maior e registrou aumento de 109,07%. Os dados compõem o índice MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie.

“Mesmo com parte da reabertura das lojas físicas no Brasil e sazonalidade do mês de julho, que tradicionalmente apresenta menor volume de vendas por conta do período de férias escolares, o comércio eletrônico manteve patamares de crescimento exponenciais”, explica André Dias, coordenador do Comitê de Métricas da camara-e.net e diretor executivo do Neotrust | Compre & Confie.

“O conjunto de novos consumidores, maior frequência de compra e aquisição de produtos de alto giro continuarão mantendo o e-commerce como um dos setores mais promissores no Brasil”, completou o executivo.

Vendas online

Após ter variado negativamente no mês anterior, ao comparar julho com o mês de junho, as vendas por comércio eletrônico tiveram alta de 5,99%. No acumulado do ano, a variação segue positiva: 65,88%.

Na comparação regional, nas vendas online de julho deste ano, em relação ao mesmo período do ano passado, o Nordeste lidera com alta de 149,90%. Na sequência, apareceram Sul (102,34%), Sudeste (100,95%), Centro-Oeste (99,79%) e Norte (86,34%).

No acumulado do ano, a configuração praticamente não muda: Nordeste (95,11%), Sul (69,49%), Centro-Oeste (65,12%),Norte (64,92%) e Sudeste (60,19%).

Leia também: Mercado Livre contrata 60 carretas para entregas e terá mais 90 até dezembro.

Faturamento

O faturamento do setor teve alta de 3,03% em julho frente a junho. O acumulado do ano segue em alta com 62,74%.

A composição regional, usando a base de comparação julho deste ano com o mesmo mês do ano passado, ficou da seguinte forma: Nordeste (165,45%),Norte (117,38%),Centro-Oeste (106,77%),Sudeste (98,77%),e Sul (94,84%).

No acumulado do ano, a configuração mudou: Nordeste (100,26%), Norte (60,49%), Sul (60,26%), Sudeste (55,51%) e Centro-Oeste (54,40%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

No mês de junho, o e-commerce representou 11,2% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 7,5%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 12 de agosto.

Categorias

A composição de compras realizadas pela internet, por segmento, em junho, ficou da seguinte forma:

  • equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (40,4%);
  • móveis e eletrodomésticos (23,7%);
  • tecidos, vestuário e calçados (13,1%);
  • outros artigos de usos pessoal e doméstico (9,5%);
  • artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (8,2%);
  • hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,1%);
  • e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2%).

Esse indicador também segue a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE.

Leia também: Prejuízo operacional de Pinduoduo na China aumenta em meio à pandemia.

Consumidores online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de abril a junho de 2020, 18,2% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 5,9 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior (12,3%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (10,1%), houve crescimento de 8,1 pontos percentuais.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

O MCC-ENET traz uma visão completa a respeito do e-commerce no paísa partir da análise das seguintes variáveis: percentual nacional e regional de vendas online, faturamento do setor e tíquete médio. Outras métricas analisadas mensalmente são participação mensal do e-commerce no comércio varejista e crescimento do setor no varejo restrito e ampliado, além da distribuição das vendas por categoria. Por último, a penetração de internautas que realizaram ao menos uma compra trimestralmente pela internet também está contemplada no índice.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pelo Neotrust | Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo.

Fonte: e-commerce Brasil

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Alibaba supera estimativas com vendas e demanda por computação em nuvem

OAlibaba superou estimativas do mercado na quinta-feira (20) com receita e lucro trimestrais impulsionados por alta nas vendas de comércio eletrônico e serviços de computação em nuvem causados pelas medidas de isolamento social.

As vendas do principal negócio de varejo do Alibaba saltaram 34%, para 133,32 bilhões de iuans (US$ 19,27 bilhões) no trimestre encerrado em junho.

“Nosso principal negócio doméstico de comércio se recuperou totalmente para os níveis pré-Covid-19, enquanto a receita de computação em nuvem cresceu 59% ano a ano”, disse a vice-presidente financeira, Maggie Wu.

Alibaba como alvo

O Alibaba é visto como um alvo potencial se o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, tomar mais medidas contra empresas chinesas, após lançar campanha contra os aplicativos TikTok e WeChat.

“Hoje, enfrentamos incertezas não apenas da pandemia global, mas também do aumento das tensões entre os EUA e a China”, disse o presidente-executivo, Daniel Zhang.

O lucro líquido do Alibaba mais do que dobrou, para 47,59 bilhões de iuans. Em termos ajustados, a empresa lucrou 14,82 iuans por ação contra estimativa de 13,78 iuans, de acordo com dados da Refinitiv.

A receita foi de 153,75 bilhões de iuans, contra uma previsão de 147,77 bilhões.

Leia também: “O Brasil tem potencial para crescer no e-commerce, mas precisa investir”, afirma executivo da JD.com

As informações são do Reuters

Fonte: ecommerce Brasil

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Impasse de pagamento por WhatsApp completa dois meses sem solução à vista

Embora o BC não tenha se pronunciado oficialmente, o maior avanço até agora foi a liberação para que o serviço seja testado