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Pela primeira vez, varejo online deve superar o varejo físico na China

País mais populoso do mundo e considerado um dos grandes berços do e-commerce, a China está bem próxima de registrar um novo grande feito no comércio eletrônico. Em 2021, pela primeira vez na história, o varejo online deve superar o varejo físico e se tornar uma das principais forças econômicas internas do país.

Segundo estudo da eMarketer, o varejo online deve representar 52,1% de todas as vendas no valor (em valor) em 2021. O instituto mostra que as vendas online chinesas devem acelerar acentuadamente dos 44,8% do total alcançado em 2020.

O número é extremamente representativo. A China está tão disparada no varejo online que a Coreia do Sul, segunda no ranking, deve ter 28,9% do total de vendas do varejo via e-commerce. O Reino Unido vem em terceiro lugar, com um varejo online que deve representar 28,3% do total neste ano.

Leia também: Exemplos da China: IA, tecnologias e experiências que podem inspirar os lojistas brasileiros

Segundo a eMarketer há vários fatores por trás do boom. Um é o comércio social. A estimativa é que ele tenha crescido 44,1% na China no ano passado e cresça mais 35,5% neste ano, atingindo 363,26 bilhões de dólares.

Os “Mini Programs” do WeChat se tornaram “onipresentes”, uma vez que o aplicativo da Tencent está na China há quase uma década. Mas foi “apenas recentemente que sua interface começou a facilitar o comércio eletrônico de terceiros”, de acordo com o eMarketer.

A eMarketer prevê um crescimento de 11% nas vendas online no próximo ano e espera que a barreira de 3 trilhões de dólares nas vendas de e-commerce seja ultrapassada em 2022.

Fonte: e-commerce Brasil

Vitrine da Lojas Americanas, no Shopping Iguatemi.

Lojas Americanas e B2W estudam combinação de operações

As Lojas Americanas e a B2W anunciaram na sexta-feira (19) que vão criar comitês especiais independentes para avaliarem uma combinação de suas operações no momento em que os impactos das medidas de isolamento social catapultaram o comércio eletrônico.

As empresas anunciaram que a combinação como Universo Americanas e não deram detalhes sobre quando os estudos poderão ser concluídos e assembleias de acionistas serem convocadas.

A B2W é atualmente controlada pela Lojas Americanas em 62,5%. A companhia possui alguns dos principais sites de comércio eletrônico do país, como Submarino, além de uma relevante operação digital de pagamentos, a Ame.

Omnichannel mais amplo
Ambas as companhias já vinham há meses anunciando parcerias entre si para a criação do chamado omnichannel, em que clientes podem fazer compras pela internet e optarem pela retirada de produtos em lojas físicas ou usarem infraestrutura de lojas como pequenos centros de armazenagem de produtos.

Em apresentação sobre os propósitos da operação, as companhias afirmaram que a combinação criará um “poderoso motor de fusões e aquisições”.

Juntas, as empresas possuem uma rede de 1.700 lojas físicas em 750 cidades do país e um marketplace online com mais de 87 mil vendedores. As companhias também citaram que a união poderá criar um “poderoso negócio” de publicidade integrado, reunindo fornecedores, vendedores e outros parceiros.

Leia também: Americanas diminui prazo de entrega para compras internacionais

Fonte: e-commerce Brasil

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E-commerce brasileiro cresceu 75% em 2020, indica Mastercard SpendingPulse

As vendas do e-commerce brasileiro durante o ano de 2020 — de janeiro a dezembro — cresceram 75% em comparação com o mesmo período de 2019, segundo o Mastercard SpendingPulse. O índice mede os gastos dos consumidores em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque.

Impulsionado pelo distanciamento social, que teve início no Brasil em março de 2020, e os novos protocolos de saúde da OMS, os setores que mais se destacaram no comparativo ano a ano foram: hobby & livrarias, com um crescimento de 110%, e o de drogaria, com alta de 88,7%.

“Sabemos que esse crescimento exponencial do e-commerce foi intensamente acelerado pelo distanciamento social que vivemos em 2020 e a contínua necessidade do consumidor em comprar mesmo sem sair de casa”, afirma João Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard no Brasil e ConeSul.

“À medida que a realidade da pandemia e as novas preocupações com higiene entraram na vida do consumidor, as compras online se tornaram um modo de vida para quase tudo.”, completa o executivo.

Já o varejo físico brasileiro registrou expansão de 0,2% no ano de 2020 em comparação com 2019 — um número pequeno, mas positivo e que demonstra um crescimento importante para setor.

Fonte: E-commerce Brasil

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YouTube testa venda direta de produtos que aparecem nos vídeos

O YouTube está testando uma maneira de fazer com que as pessoas possam comprar produtos apresentados nos vídeos diretamente pela plataforma. O recurso em si não é novo – o Instagram já faz isso, por exemplo – e é uma evolução de uma outra ferramenta do site, testada em abril, que mostrava detalhes dos produtos na tela.

“Espectadores verão uma lista dos produtos apresentados clicando no ícone da sacola de compras no canto inferior esquerdo do vídeo. A partir daí, poderão explorar a página de cada produto para ver mais informações, vídeos relacionados e opções de compra”, explica o YouTube.

A novidade, por enquanto, está restrita a um número limitado de criadores dos Estados Unidos. Em outubro, um porta-voz do YouTube disse ao site Bloomberg que a plataforma estava testando uma nova integração com a Shopify para vendas. Não está claro como o site geraria receita a partir da ferramenta, mas, nas assinaturas de membros dos canais, o YouTube leva uma comissão de 30%.

Youtube e e-commerce

De maneira geral, o Google tem tido pouco sucesso no e-commerce. A empresa tem preferido focar em venda de anúncios que direcionam as pessoas a outras lojas digitais, em vez de vender os produtos ela mesma. Porém, a pandemia de Covid-19 afetou os orçamentos de marketing das empresas, principalmente nos setores de viagens e varejo físico, que são os principais anunciantes do Google.

Por outro lado, o comércio eletrônico vem crescendo na medida em que as pessoas ficam mais tempo em casa, comprando mais produtos online. Uma pesquisa da RBC Capital com profissionais de marketing revelou o “comércio social” como uma área importante para companhias como Facebook e o Pinterest.

Há meses, os executivos do Google sinalizam que o YouTube será fundamental para sua estratégia de comércio eletrônico. O CEO da empresa, Sundar Pichai, já sugeriu que vídeos de unboxing — quando alguém abre as embalagens dos produtos — poderiam ser transformado em ótimas oportunidade de compra. Outras categorias populares, como tutoriais de maquiagem e culinária também serviriam como vitrine para os produtos.

Fonte: Olhar Digital

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Dona do TikTok lança serviço de pagamento na China

A ByteDance lançou recentemente um serviço de pagamento para a versão chinesa do TikTok, o Douyin Pay, ampliando fontes de receita no comércio eletrônico na China.

“A ferramenta Douyin Pay visa complementar as principais opções de pagamento existentes e, em última análise, melhorar a experiência do usuário”, disse o TikTok em comunicado à Reuters na terça-feira (19).

Os mais de 600 milhões de usuários ativos por dia do Douyin, anteriormente podiam usar o Alipay, do Ant Group, e o WeChat Pay, da Tencent, os dois canais de pagamento em dispositivos móveis onipresentes do país, para comprar presentes virtuais para transmissões ao vivo ou itens de lojas da plataforma.

O fundador e presidente-executivo da ByteDance, Zhang Yiming, ampliou a capacidade da empresa em atuar no mercado de pagamentos na China ao adquirir a Wuhan Hezhong Yibao Technology no ano passado.

A Hezhong Yibao obteve uma licença de pagamento a terceiros do banco central em 2014.

TikTok de olho na receita

O Douyin é o principal gerador de receita da ByteDance. Ele oferece um vislumbre do que o TikTok pode vir a se tornar, à medida que Douyin começou a vender mercadorias em 2017 e agora possui uma operação de comércio eletrônico em crescimento, na qual centenas de milhões de usuários fazem compras diariamente.

A expansão da ByteDance ocorre em um momento em que reguladores financeiros da China estão intensificando a supervisão das fintechs, especialmente empresas como o Ant Group.

O setor de pagamentos da China é dominado pela Alipay e pelo WeChat Pay, com o primeiro tendo 55,39% do mercado total no segundo trimestre do ano passado, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Analysys.

Fonte: Money Times, com Reuters

métricas para e-commerce

Métricas para e-commerce: saiba quais números analisar

Quem está pensando em abrir uma loja virtual, ou até já tem um empreendimento online, precisa levar em consideração a importância das métricas para e-commerce.

Afinal de contas, online ou offline, a administração dos negócios segue a mesma lógica. Por esse motivo, ter ao lado indicadores de desempenho é uma forma de avaliar se o desempenho da sua loja está realmente indo bem.

Hoje em dia, ainda temos a vantagem de contar com várias ferramentas e recursos online, que permitem acompanhar praticamente todas as ações em tempo real.

Ou seja, basta ter um notebook novo e de qualidade, que você pode verificar com precisão as métricas da sua loja.

No artigo de hoje, saiba quais números analisar para ver a performance das suas campanhas e conheça as principais métricas para e-commerce. Acompanhe a leitura!

Mas, afinal, o que são métricas?

Chamamos de “métricas” todos os resultados, que podem ser numéricos ou não, que uma empresa apresenta, com relação ao seu desempenho estratégico.

Por exemplo, o número de pessoas que fecharam a contratação do serviço de locação de van para praia é uma métrica. 

A quantidade de visitantes do seu site também é outra métrica. 

Número de seguidores, pessoas cadastradas na newsletter… Enfim, as métricas estão em todo o lugar, sendo relacionadas com campanhas de marketing, vendas, mas também com questões de administração e finanças.

As métricas são extremamente importantes para medir o desempenho do seu e-commerce. Isso porque elas demonstram se os dados obtidos são satisfatórios ou não para os negócios, o que pode significar o sucesso do seu empreendimento.

Fora que as métricas também estão relacionadas com a previsibilidade.

Por meio delas, você pode conferir dados reais acerca da sua empresa e, com isso, tomar decisões mais assertivas, o que te ajuda a poupar tempo e dinheiro.

Vale dizer que as métricas também informam sobre o seu público. Isso é fundamental para um e-commerce, diante da grande concorrência da internet.

Por isso, quando uma escola bilíngue infantil conhece bem a sua audiência, ela consegue elaborar campanhas mais orientadas, o que inevitavelmente vai colaborar com os bons resultados da sua empresa.

9 métricas para e-commerce para ter sucesso nas campanhas

É muito normal que alguns e-commerces analisem algumas métricas que não necessariamente medem os objetivos do seu planejamento. Isso porque nem sempre conhecemos os reais indicadores e suas características.

Por esse motivo, separamos algumas das principais métricas para e-commerce que vão te ajudar a ter sucesso nas campanhas. Confira a seguir!

1 – Transações comerciais

As transações comerciais referem-se à quantidade de pedidos que foram realizados na sua loja virtual. Por exemplo, quantas pessoas pediram por uma vela rechaud atacado.

No entanto, vale dizer que essa métrica mede todos os pedidos, incluindo os que não foram concluídos por boletos não pagos, cartões não aprovados, etc. Por isso, é importante ter atenção na hora de avaliar o número de transações comerciais.

Afinal de contas, não basta ter uma grande quantidade – elas precisam ser efetivadas (pagas) para dar lucros ao seu e-commerce.

2 – Receita

A receita consiste no valor monetário das transações comerciais, isto é, quantos reais (R$) os usuários gastaram, somando todos os pedidos.

Dessa forma, se uma aula de canto iniciante custa R$ 50 e a sua escola teve 10 transações, significa que a receita total é de R$ 500. 

No entanto, mais uma vez, é válido ressaltar que todos os valores são contabilizados, inclusive os não pagos.

3 – Taxa de conversão

A taxa de conversão é uma das métricas mais populares quando se trata de e-commerces. Ela refere-se à quantidade de usuários que visitaram o seu site e finalizaram uma compra, ou seja, a porcentagem de pessoas que se tornaram clientes.

Aqui, é possível ter uma ideia maior da performance das campanhas. Afinal de contas, se a taxa estiver baixa, dá para saber o porquê. Os motivos são diversos, como:

  • Dificuldade de navegação no site;
  • Desorganização do catálogo de produtos;
  • Insegurança na hora de fechar a compra;
  • Layout não responsivo;
  • Entre outros.

Aliás, também vale a pena dar uma olhadinha na concorrência. Muitas vezes, a sua taxa de conversão diminui porque outras empresas estão oferecendo melhores soluções, como entregas rápidas.

Quando isso acontecer, você pode planejar uma maneira de conquistar os clientes.

4 – Quantidade média de produtos

A quantidade média de produtos te ajuda a compreender quantas mercadorias saem por pedido no seu site. De forma geral, dá para saber quantos produtos um cliente costuma comprar na sua loja.

Essa métrica ajuda você a medir a quantidade de itens que um usuário costuma comprar para não pagar frete, por exemplo. Assim, você pode ter um insight e fazer uma promoção de up selling.

Imagine que a quantidade média de pratos para congelar vendidos na sua loja é de 5 unidades. Assim, uma dica é fazer uma promoção do tipo: leve 10 e ganhe mais desconto.

Percebe? É uma forma de obter melhores resultados e vender mais!

5 – Ticket médio

O ticket médio refere-se à relação entre a receita e a quantidade de transações comerciais. Para calculá-lo, basta aplicar a seguinte fórmula:

Ticket Médio = receita / transação

Da mesma forma que a quantidade média de produtos, o ticket fornece algumas ideias valiosas para promoções, já que é possível saber o quanto as pessoas costumam gastar na sua loja.

6 – Taxa de rejeição

A taxa de rejeição é uma das métricas mais famosas do mercado. Ela mede as pessoas que deixaram o seu site sem realizar nenhuma interação, nem ao mesmo navegar em uma outra seção da página.

Essa métrica é muito importante, pois ela é capaz de mostrar quais aspectos do seu site não estão agradando o público.

Vale dizer que o seu produto pode ser muito bom, como uma super modeladora de pão. Mas se o seu site não oferecer uma experiência agradável aos visitantes, é bem provável que você tenha uma alta taxa de rejeição.

7 – ROI (Retorno sobre Investimento)

O ROI é mais uma das métricas mais conhecidas no marketing. Com ela, é possível calcular o retorno sobre o investimento em uma determinada mídia.

Por exemplo, caso você tenha pago um anúncio no Facebook e essa propaganda resultou em um grande aumento de vendas, o seu ROI é positivo.

O cálculo do ROI segue a fórmula:

ROI = (Ganho obtido – Investimento inicial) / Investimento inicial

Por meio dessa métrica, é possível orientar melhor os seus investimentos em marketing digital e, com isso, evitar gastos desnecessários em campanhas improdutivas.

8 – CAC (Custo de Aquisição por Cliente)

O CAC é a soma de todos os recursos investidos para que os clientes cheguem até a sua loja virtual, dividido pelo número de consumidores adquiridos.

Isso quer dizer que quanto menor for o CAC do seu e-commerce, mais bem-sucedida é a sua campanha – fora que a retenção de clientes também estará dando frutos.

Para calcular o CAC, é fundamental que o e-commerce documente todos os gastos de marketing, propaganda e divulgação, uma vez que eles contribuem para que os valores calculados sejam reais.

O CAC também contribui para conhecer a quantidade de dinheiro que precisa ser investido para alcançar as metas propostas pelo seu e-commerce.

9 – Abandono de carrinho

O abandono de carrinho, como o próprio nome sugere, diz respeito à quantidade de pessoas que iniciaram uma compra, mas não concluíram, deixando os produtos pendentes no carrinho de compras.

Para calcular a taxa de abandono de carrinho, a fórmula é:

Abandono de carrinho = (número de pessoas que colocaram um produto no carrinho / número de pessoas que realizaram uma compra) x 100

Com essa métrica, você consegue ter uma ideia do porquê os usuários desistiram da compra, pois isso pode estar atrelado à falta de segurança no check out, ou até mesmo aos valores altos do frete.

Conclusão

As métricas são indicadores indispensáveis para qualquer negócio, seja ele online ou offline. Porém, no caso dos e-commerces, vale a pena conhecer alguns resultados específicos, pois eles ajudam a orientar melhor as próximas campanhas de marketing.

Além disso, é uma maneira de avaliar  se o seu negócio é bem sucedido na internet, já que o ambiente digital tem uma alta concorrência.

No entanto, sabemos que nem sempre é fácil escolher as métricas adequadas para avaliar a sua loja virtual. Por conta disso, o artigo de hoje trouxe algumas dicas que podem te ajudar a escolher os melhores indicadores.

Dessa forma, o seu planejamento irá ser cada vez mais assertivo, com investimentos orientados e, com isso, é possível ter um aumento da lucratividade e redução dos custos.

Então, se você ainda não trabalha com métricas, a hora é agora!

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

black friday

Black Friday: Saiba como preparar seu e-commerce

A Black Friday é um grande potencializador de negócios. A data é uma das maiores do mundo para o comércio, e participar dela é importantíssimo para a saúde financeira de sua empresa.

Um empreendimento que trabalha com serviço de motoboy, por exemplo, pode alavancar muito as vendas de seu serviço com uma boa infraestrutura desta data comemorativa.

A origem da Black Friday é antiga, e o termo é uma referência a graves crises no mercado dos Estados Unidos. Esses agravamentos levaram as empresas a baixar seus preços para tentar manter um lucro no mercado, que era aproveitado pelos consumidores.

Surgido na Filadélfia, o evento tornou-se a pouco tempo o maior dia de compras do mundo, ganhando impacto internacional ao se espalhar, gerando a ideia de um dia com grandes descontos por parte do comércio, facilitando o poder de compra das pessoas.

É essencial pensar na Black Friday como uma grande oportunidade de gerar novas conversões e ganhar muitos novos clientes, no entanto, é preciso cautela e atenção para um planejamento adequado que não prejudique seu comércio.

Começando no Brasil em 2010, diversas lojas têm incorporado em seus calendários a data, que normalmente é o dia seguinte ao feriado norte-americano conhecido como “Dia de Ação de Graças”, sendo realizado na última sexta-feira do mês de novembro.

Muitas empresas alugam até mesmo uma estrutura de galpão para dar conta de estocar os itens que serão vendidos na data.

Os valores movimentados anualmente são impressionantes e, hoje em dia, é difícil pensar em não participar da Black Friday, pois o prejuízo pode ser muito grande.

Pensando nisso, neste artigo, apresentamos algumas dicas de como seu negócio deve preparar-se para a Black Friday, bem como algumas dicas para conseguir vender bem nessa data. Acompanhe!

Como se preparar para a Black Friday

Não basta colocar descontos em seus produtos e esperar os clientes chegarem até eles. 

Hoje em dia, uma boa estratégia de marketing é fundamental para o funcionamento de uma empresa, e em datas como essa, é mais importante ainda as ações planejadas.

É ideal possuir um pedestal organizador de fila para colocar na área externa de sua loja física, uma vez que a organização deve ser fundamental durante esse dia.

Muitas empresas já costumam tomar a dianteira e anunciar suas promoções antes da data específica. Isso permite que o consumidor faça as escolhas do que pretende comprar e se programe financeiramente para os gastos.

Esse tipo de ação acaba desenvolvendo um gatilho mental no público-alvo, que começa a criar expectativas para a data.

Promoções que realmente se destaquem têm ainda a possibilidade de expandir sua rede de clientes e alcançar novos consumidores que não tinham acesso a seu nicho.

Para não perder o momento, é interessante que toda a campanha prévia a data da Black Friday seja trabalhada em torno de descontos menores e promoções rápidas, que atraiam o cliente e os façam começar a consumir antes mesmo da sexta-feira.

Logo, no dia, a empresa pode preparar a parte pesada das promoções, fazendo com que as pessoas que estavam acompanhando tenham possibilidade de adquirir muito mais.

Comparar preços com a concorrência é uma estratégia que deve ser realizada o ano inteiro.

Um cliente irá procurar pela internet qualquer produto, até mesmo um colar 7 chakras, para avaliar a diferença de preços e de produção. Por isso, é importante ser honesto e ético com as promoções da Black Friday.

Além disso, é preciso identificar o quão dentro do mercado seus produtos ou serviços estão. Entretanto, vale a pena conferir promoções especiais e descontos de Black Friday que os concorrentes estão sugerindo.

Dessa forma, você pode avaliar a situação e identificar um preço competitivo e agradável ao público, sem perder uma margem de lucro. É fundamental que o preço seja qualificado, entretanto.

Um valor muito baixo para um produto pode levantar dúvidas sobre a qualidade e a segurança do item apresentado, diminuindo as chances de venda. Mantenha-se competitivo, ainda que com preços baixos.

Se você fizer as contas e não conseguir diminuir o preço abaixo de seu concorrente, vale a pena tentar outras formas de conquistar o cliente.

Um desconto ou isenção de frete vale muito nesse tipo de situação, e uma diminuição no tempo de entrega pode ser o diferencial que fechará a compra.

Mesmo em serviços, você pode oferecer, por exemplo, um preço promocional para motoboy contrato mensal, melhorando seu portfólio e ganhando mais clientes.

Tenha seu e-commerce bem estruturado

Além das dicas dadas acima, é importante preparar seu site para a Black Friday é fundamental. Só assim ele alcançará os resultados adequados para a data, com um planejamento estratégico completo e uma ação de marketing contundente.

Garantir o estoque de seus produtos é uma excelente sacada. Estime com base nos resultados de anos anteriores para criar uma estrutura adequada, pensando nos produtos com mais saída e nos destaques de suas divulgações.

Como a maioria das lojas oferecem opções alternativas de frete, busque opções menos custosas e que ofereçam o melhor serviço para o cliente.

Durante esse período, junto das vendas que crescem vertiginosamente, a demanda de atendimento também pode aumentar. Não hesite em contratar funcionários temporários para suprir a necessidade de atendimento.

Por serem pessoas que não estão a muito tempo na empresa, é fundamental que haja uma capacitação boa e qualificada, para não causar nenhum tipo de transtorno no atendimento.

Seus colaboradores devem saber exatamente o que você está vendendo, para uma melhor conversação. Se você está tentando vender bermuda tactel elastano, é preciso compreender o tipo de questionamento que um consumidor fará, por exemplo.

No começo da difusão da Black Friday no Brasil, muitas pessoas tentaram fazer promoções falsas e aplicar golpes no consumidor. Isso gerou uma desconfiança que muitas vezes permanece nos clientes.

Por isso, é de fundamental importância que suas promoções sejam reais e honestas. 

Ofereça opções realmente boas, uma vez que a maioria das pessoas tem buscado em históricos e faz uma publicidade negativa forte em empresas que tentam passar a perna no consumidor o durante o evento.

Dicas para vender bem na Black Friday

O consumidor costuma procurar lojas que tenham descontos especiais durante a época. Por isso, criar uma página exclusiva com todas suas promoções pode ser um excelente meio de atrair mais público.

Coloque seu vinho halberth em destaque para conseguir alcançar mais pessoas com a promoção.

É ideal que a página reflita o evento, usando cores temáticas e várias chamadas para ação (CTAs) que destaquem a qualidade de seus serviços ou produtos e por que aproveitar as promoções que você está fazendo.

Reduzir preços progressivamente também é uma excelente estratégia de venda. Nesse caso, a expectativa é ganhar pela quantidade. Oferecer um desconto de 20% que aumenta progressivamente a cada item adicional comprado pode alavancar muito suas vendas.

Anúncios são fundamentais para melhorar suas vendas durante a Black Friday. Dentre as opções de engajamento, você pode divulgar através de:

  • Rádio e TV;
  • Internet;
  • Redes sociais;
  • Panfletos e outdoors.

Qualquer elemento que possa difundir suas promoções é válido. Aproveite também a ocasião para aumentar seu engajamento em redes sociais, utilizando hashtags e outras ferramentas para que sua publicidade alcance mais pessoas.

Além disso, ganhar novos clientes é ótimo, mas é preciso pensar em vantagens para aqueles que já são fiéis a sua empresa. 

Essas pessoas se engajam com o estabelecimento e seguem consumindo, sendo uma importante figura do desenvolvimento da saúde financeira do empreendimento.

Clientes recorrentes de uma empresa de controle de bens patrimoniais têm grandes chances de contratar mais dos serviços com um preço promocional.

Pensando nisso, o ideal é criar promoções exclusivas para clientes já fidelizados, e havendo a impossibilidade de baixar mais os preços, incentivar o consumo com brindes e outros pequenos agrados que farão o cliente ficar ainda mais próximo da empresa.

Verificar sua infraestrutura também é muito importante nesse período. Se você possui um site de vendas, ele deve ficar hospedado em um servidor. É essencial pensar que esse servidor tem grandes chances de sobrecarregar com o excesso de pessoas acessando.

Para conseguir tirar o melhor proveito dessa data, é imprescindível que o estabelecimento mantenha-se em ordem durante todo o período.

Se seu site fica em uma empresa terceirizada de hospedagem, pode ser interessante avisá-los com antecedência para evitar qualquer tipo de transtorno que possa ser causado durante os dias que antecedem e procedem a Black Friday.

Tão relevante quanto a infraestrutura, são os conceitos de segurança. Em compras online, seus consumidores colocarão dados pessoais e financeiros sob a sua responsabilidade.

Garanta que não haverá nenhum vazamento de dados, para evitar uma situação muito complicada após o evento.

Considerações finais

A criatividade é o elemento chave para se destacar na Black Friday. A maioria das empresas irá oferecer produtos com descontos imbatíveis, então pense fora da caixinha para chamar a atenção do público e converter mais resultados.

Ademais, é essencial lembrar que o sucesso da Black Friday é ótimo, mas ainda trata-se de só um dia de ofertas. Seu trabalho de engajamento e vendas durante esse período pode gerar uma imensa base de apoio de consumidores.

Se investido corretamente, o relacionamento com essas pessoas pode tornar sua empresa ainda maior e melhor.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 dicas para melhorar a entrega de produtos do seu e-commerce

A entrega de produtos comprados pela internet é de grande responsabilidade de de um e-commerce, sendo um dos momentos mais aguardados e importantes para os consumidores modernos, uma vez que a maioria das compras, hoje em dia, é feita online.

Só que pode ser uma grande decepção se o produto atrasa ou vem danificado, e isso pode prejudicar a imagem do seu negócio.

As plataformas e-commerce ganharam destaque nos últimos meses, especialmente durante a pandemia, quando as pessoas começaram a comprar ainda mais pela internet devido o isolamento social.

Só que para se manter competitivo no mercado e ter condições de enfrentar a concorrência, é preciso ir além de bom preço, bem como se atentar à qualidade dos serviços prestados.  

Muitas pessoas preferem pagar mais caro apenas por saberem que determinada loja entrega mais rápido, mesmo que o valor do frete também seja mais alto. No entanto, quem vende pela internet não tem como fugir dessa questão.

Melhorar a entrega é como aprimorar o negócio como um todo, afinal, ele passa a ser visto com bons olhos pelos consumidores.

Pensando em tamanha importância, neste artigo, vamos falar sobre a importância da etapa de entrega, dar dicas para melhorá-la e mostrar os impactos que ela pode trazer para o e-commerce. Acompanhe!

Importância da etapa de entrega para o e-commerce

Uma empresa online de sucesso deve levar em conta diversos fatores, que vão desde a qualidade do produto ou serviço oferecido, atendimento de valor e o momento em que a compra chega na casa do cliente.

A entrega é um fator de peso, uma vez que é essa etapa que vai determinar se o cliente voltará ou não a comprar daquele e-commerce.

Muitas lojas online possuem seu próprio setor de entrega, no entanto, ele demanda um gasto muito maior, inacessível para a maioria, como ter a própria frota.

Os pequenos negócios não saem prejudicados nisso, pois podem contar com alternativas como transportadora cargas pequenas.

Ao terceirizar esse serviço, muito tempo e dinheiro é poupado, ao mesmo tempo em que a empresa consegue alcançar um público ainda maior.

Isso porque as empresas que se dedicam a esse trabalho visam suprir as necessidades das lojas virtuais e de seus clientes ao mesmo tempo.

Esses e-commerces entendem que o produto não fala por si só, pois é possível encontrar o mesmo item, pelo mesmo preço, mas em uma loja que faça uma entrega melhor e mais rápida.

Quem faz uma compra é porque deseja aquele determinado produto, e a mesma situação acontece com os consumidores que compram pela internet. A diferença é que esse público preza pelo conforto e comodidade que só os e-commerces podem oferecer.

Comprar de casa, a qualquer horário do dia ou da noite, por um preço muito mais acessível e com uma entrega rápida feita por serviço de motofrete é o que tem levado os consumidores e preferir essa modalidade.

Inclusive, isso tem chamado a atenção de lojistas que estão estendendo seus espaços para a internet, a fim de entrar nesse mercado cada vez mais promissor.

Só que, para se diferenciarem da concorrência, precisam investir na etapa que mais pesa: a entrega.

Por isso, quem entrega mais rápido conquista mais clientes e um espaço maior no mercado, transmitindo imagem de confiança. Mas de que maneira isso pode ser feito? É o que veremos no próximo tópico.

Dicas para fazer uma boa entrega

As plataformas e-commerce trabalham com vendas 100% virtuais. O cliente não pode tocar ou ver o produto pessoalmente até que ele chegue em sua casa, por isso, a expectativa da entrega é tão grande.

Não é como esperar a entrega de remédio que estamos habituados a consumir; é uma espera ansiosa por algo que desejamos.

O momento da entrega da compra é quando a experiência do consumidor finalmente é concretizada. Mesmo que o site da sua loja seja espetacular e ofereça a melhor usabilidade, nada se compara à ocasião em que o cliente recebe o que comprou.

Qualquer erro na entrega pode frustrar o cliente, como um sapato para um casamento que chegou em tamanho errado ou somente após o evento, um objeto que veio com defeito,  entre outras situações que podem desanimar as pessoas que compram pela internet.

Para evitar tudo isso, é preciso investir em soluções que melhorem a entrega do seu e-commerce, tais como:

1. Caprichar na embalagem

A embalagem faz toda a diferença. Por isso, ela deve ser valorizada sendo, além de bonita, resistente contra possíveis impactos que o produto possa sofrer.

Lembrando que quanto mais frágil for o item, mais importante é a embalagem para entrega dele. Você pode até usar sacolas de papel artesanal e plásticos bola, desde que tudo esteja seguro e protegido. Dentre os que mais precisam de proteção são:

  • Vidros;
  • Eletroeletrônicos;
  • Brinquedos;
  • Joias;
  • Móveis.

Todos devem chegar em bom estado para o consumidor, portanto, é papel do vendedor classificar a sua necessidade.  

2. Disponibilizar o rastreio no e-commerce

Se uma gráfica recebeu um grande pedido de impressão de calendário de mesa, sabe que seu cliente gostaria de acompanhar a entrega do produto.

A mesma situação acontece com uma plataforma e-commerce que, aliás, deixam os consumidores bastante ansiosos e até preocupados com o andamento da entrega.

Ao invés de o seu SAC responder às dúvidas deles, que tal oferecer o código de rastreio para o cliente? Várias modalidades de entrega o disponibilizam por meio do e-mail ou até mensagens SMS e, assim, o cliente pode acompanhar sua compra com mais tranquilidade.

3. Entregar o quanto antes

O tempo de entrega é o fato mais importante desse processo. Boa parte dos consumidores, inclusive, paga mais caro para receber o produto o quanto antes.

Uma nova modalidade está crescendo no Brasil, conhecida como “same-day delivery”, que em tradução livre seria “entrega no mesmo dia”.

É mais comum em grandes centros urbanos, próximos a distribuidoras e em compras de produto de maior giro. Caso sua loja online ainda não possa fazer esse tipo de entrega, vale negociar prazos com as transportadoras.

Assim como você escolhe aquelas que usam plástico bolha para mudança para proteger o produto, pode escolher uma que trabalhe com prazos menores.

4. Cumprir os prazos

O cliente fica mais insatisfeito com entregas fora do prazo do que com entregas que demoram, mas ainda estão dentro do período previsto. Não garanta um tempo curto se o seu negócio não é capaz de fazer isso.

Respeitar o prazo é ter respeito com os planos do comprador, como no exemplo do sapato que mencionamos acima. Se alguém precisa dele para o casamento, não é interessante que ele chegue depois.

O ideal é dar a garantia de um tempo longo para entrega e surpreender seu cliente entregando o produto bem antes, do que tentar promessas que você não pode cumprir.

5. Oferecer modalidades diferentes

As plataformas e-commerce podem usar diferentes modalidades de entrega, que vão além das disponibilizadas pelos serviços postais.

Pequenos e médios negócios podem ter sua demanda atendida por eles, mas para quem tem um número alto de vendas, contar com transportadoras privadas é uma necessidade.

Se você vai fazer uma entrega próxima, pode usar meios como as bicicletas. Inclusive, existem empresas especializadas nesse tipo de transporte.

Caso também conte com uma loja física, pode oferecer ao cliente a compra pelo site e a retirada na loja, como costumamos ver.

Um serviço de motoboy terceirizado também pode agilizar etapa e deixar o seu cliente ainda mais satisfeito.

Combinar várias soluções deixa os consumidores mais confortáveis e seguros e ainda pode ser mais econômico, uma vez que seu negócio pode empregar o tipo de entrega de acordo com o local e o produto.

Impactos positivos no e-commerce

Uma boa entrega vai impactar positivamente o e-commerce, primeiro mostrando ao consumidor que ele pode confiar na empresa.

A confiança é um fator muito importante e melhora a imagem do negócio. Ter uma boa imagem é necessário tanto para uma empresa de automação corporativa, quanto para qualquer e-commerce. Ele torna-se essencial.

Algumas pessoas ainda se sentem inseguras ao comprar pela internet, mas se você tem uma boa imagem, consegue atraí-las e fazer com que se sintam mais à vontade para consumir em seu estabelecimento.

Por fim, se o cliente recebe o que adquiriu com rapidez e segurança, vai comprar mais vezes, pois ele sabe que os produtos sempre chegarão dentro do prazo combinado.

É importante fidelizar o cliente para que ele compre mais vezes e cada vez mais. Em períodos sazonais como o Natal, por exemplo, ele pode até mesmo indicar a sua loja para amigos e familiares.

Conclusão

As vendas pela internet têm crescido muito, e a tendência é que as pessoas migrem de vez para esse gênero. Sendo assim, é fundamental ter diferenciais que destaquem a sua loja virtual das demais.

Uma das melhores estratégias para fazer isso é melhorando as entregas, que são o ponto mais importante para qualquer consumidor.

Quem tem uma entrega rápida e segura, torna-se preferência entre os compradores e atrai cada vez mais pessoas.

Com as dicas que demos aqui, certamente seu e-commerce vai se destacar nesse processo e estar entre os preferidos dos consumidores. Afinal, garantir uma boa entrega é investir na imagem e no crescimento do seu negócio.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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E-commerce ultrapassa moda e é novo líder em engajamento nas redes sociais

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da indústria não se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, a liderança absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.

Já o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espaço para outros segmentos, como é o caso dos serviços alimentícios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posições no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos serviços de delivery.

Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronavírus acarretou em grandes mudanças no comportamento das empresas e dos usuários das redes sociais. “A pandemia acelerou a transformação digital em diversos setores e um número cada vez maior de marcas vão entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percepção à construção de intenção de compra e retenção, em um mundo repleto de interconexões tecnológicas”, explica.

Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.

Abaixo estão os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1 – E-commerce – 17,8% das interações
2 – Varejo – 15,2% das interações
3 – Serviços – 9,3% das interações
4 – Serviços alimentícios – 9,3% das interações
5 – Moda – 7,5% das interações

Instagram

1 – E-commerce – 24,5% das interações
2 – Moda – 22,5% das interações
3 – Varejo – 14% das interações
4 – Beleza – 11,6% das interações
5 – Serviços – 7,6% das interações

Metodologia do relatório

Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

Fonte: e-commerce Brasil

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Facebook anuncia Shops no app principal e novos recursos para e-commerce

Com as medidas de distanciamento social, cerca de 85% da população mundial faz compras online, de acordo com pesquisa do Facebook. Nesta semana, a empresa lançou o Facebook Shops para seu aplicativo e novos recursos para comércio eletrônico também no Instagram.

À medida que o comportamento do consumidor mudava com a pandemia, a gigante das redes sociais investia em novos modelos de negócios para pequenos e grandes empresários.

“Queremos tornar as compras mais fáceis para as pessoas e capacitar qualquer pessoa, desde um empreendedor até a maior marca, a usar nossos aplicativos para se conectar com os clientes e expandir seus negócios. É por isso que estamos criando novas maneiras para as pessoas comprarem em nossos aplicativos e fornecendo ferramentas para ajudar as empresas a vender online”, diz o comunicado da empresa.

Shops, um espaço de compras do Facebook e Instagram, foi lançado em maio e, nas próximas semanas, será disponibilizado para qualquer empresa qualificada e adicionando recursos de personalização, mensagens e novos insights para ajudar as empresas a medir os resultados.

De acordo com comunicado da empresa, Shops é uma maneira mais fácil de as empresas divulgarem seus produtos no Facebook e Instagram em um único lugar, facilitando também a busca por novos negócios e produtos.

George Lee, diretor de Gerenciamento de Produtos, disse ao site TechCrunch que o objetivo é criar algo que seja “exclusivo para o aplicativo do Facebook e para a comunidade do Facebook”. “Isso não quer dizer que não haja aprendizagem generalizada”, disse ele. “[Instagram Shop e Facebook Shop] provavelmente parecem um pouco diferentes no primeiro dia, e o objetivo não é que eles sejam cópias da mesma experiência”.

O Instagram lançou recentemente uma seção de Shops, onde os usuários podem navegar pelos produtos de suas marcas e criadores favoritos. O Instagram Shops chegou ao Brasil no final de julho.

Isenção de taxa

Os novos recursos anunciados pela empresa incluem novos layouts de design para apresentar produtos únicos ou grupos de produtos em lojas, visualização em tempo real das coleções à medida que são projetadas, capacidade de criar lojas automaticamente para novos vendedores e novos insights para medir os resultados no Commerce Manager.

As lojas também terão uma nova opção de mensagens para os clientes enviarem uma mensagem aos vendedores através do MessengerWhatsApp ou Instagram Direct.

No Instagram, a empresa disse que todos os vendedores nos Estados Unidos poderão usar o recurso de checkout do Instagram nas próximas semanas, gerenciado pelo Commerce Manager do Facebook ou pelas plataformas de parceiros BigCommerce e Shopify (com mais integrações planejadas). O Instagram isentará de sua taxa de venda para checkout no resto do ano.

A empresa também tem testado uma experiência de compra ao vivo, em que as empresas podem exibir produtos em um vídeo ao vivo, enquanto os consumidores podem navegar pelos produtos em destaque e fazer compras. O Instagram Live Shopping agora deve estar disponível para todos os vendedores que usam o Instagram Live Shopping nos Estados Unidos.

As informações são do Computer World

Fonte: e-commerce Brasil