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Amazon Business lança relatório 2021 de e-commerce B2B

A Amazon Business lançou na segunda-feira (14) o primeiro Relatório de Evolução do Comércio Eletrônico entre Empresas (B2B) de 2021, que compartilha tendências B2B e novos insights de profissionais de compras dos EUA em setores e organizações.

Para o relatório, que examina a rápida transformação que a aquisição eletrônica de B2B sofreu nos últimos anos, a Amazon Business pesquisou 250 compradores e 250 vendedores de B2B que ocupam funções influentes de compras em setores governamentais, educacionais, de saúde e comerciais nos Estados Unidos.

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56% das pequenas e médias empresas digitalizaram seus processos de compra devido ao Covid-19, informa o relatório da Amazon Business.

De acordo com os resultados, 85% dos compradores de negócios disseram que, como resultado da pandemia, suas organizações foram impulsionadas a mover mais suas compras on-line, e 96% disseram que preveem que suas organizações continuarão fazendo mais compras online, mesmo após a pré- retomada das funções de negócios da pandemia. 91% dos compradores disseram preferir a aquisição eletrônica aos métodos de compra tradicionais e offline.

Organizações comerciais menores foram especialmente motivadas a acelerarem seus esforços de transformação digital no ano passado. 56% das pequenas e médias empresas disseram que digitalizaram mais completamente seus processos de compra devido ao Covid-19, em comparação com apenas 42% das empresas comerciais.

“Nosso relatório 2021 B2B E-commerce em Evolução enfatiza o fato que simplesmente alavancar a aquisição eletrônica não é mais suficiente”, disse Todd Heimes, diretor da Amazon Business. “Em última análise, acreditamos que as organizações têm uma oportunidade significativa de maximizar as tecnologias de aquisição eletrônica que as ajudarão a superar os desafios operacionais que reduzem a eficiência e o desperdício de orçamento”.

Fonte: e-comerce Brasil 

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

Pix já é aceito por um terço dos e-commerces, revela relatório

Pix tem conquistado uma parcela crescente de aceitação entre as modalidades de pagamento por parte dos maiores lojistas do e-commerce no Brasil: quase um terço deles (32,2%) já oferece essa opção aos clientes. Esse foi um dos dados apurados por um levantamento da GMattos, consultoria de e-commerce e meios de pagamento.

O estudo analisou 59 lojas online de destaque no mercado brasileiro, nos mais diversos segmentos, entre os dias 3 e 12 de maio de 2021. Entre os estabelecimentos, constam Magalu, Amazon, Mercado Livre, Americanas, Uber, Drogasil e Carrefour.

Vantagens do Pix para o e-commerce
Quase um terço dos e-commerces (32,2%) já oferece o Pix como opção de pagamento aos clientes

Na comparação com pesquisa similar realizada pela GMattos em março, a aceitação do Pix cresceu 6,8 pontos percentuais, saltando de 25,4% para 32,2%.

Em contrapartida, a aceitação do débito apresentou uma queda em patamar semelhante — menos 6,7 pontos percentuais em maio em relação a março, caindo de 42,3% para 35,6%. Essa diminuição se deveu principalmente ao débito bandeira, uma vez que o débito banco não apresentou variação significativa, segundo o relatório.

Proximidade do Pix com débito

Na análise de Gastão Mattos, cofundador e gerente-geral da GMattos, a proximidade entre os percentuais de elevação do Pix e de baixa do débito não é coincidência.

Segundo o executivo, o Pix vem exercendo efeito predatório sobre o débito, ao contrário do que se imaginava com o surgimento da nova modalidade. Inicialmente, pensava-se que o Pix roubaria espaço do boleto, o que não aconteceu — este segue com o mesmo percentual de aceitação de março (83%), maior que o verificado em janeiro (74,6%).

Uma prova de que o Pix não ameaça o boleto é ambos caminharem bem juntos. Na edição de março do estudo da GMattos, 80% das lojas que aceitavam Pix também trabalhavam com boleto; em maio, essa proporção subiu para 89,5%.

É na comparação com o débito que os lojistas veem vantagens no Pix, por este ser forte em conveniência para o cliente e em sua distribuição no Brasil — mais de 80 milhões de CPFs —, além de ter uma alta taxa de conversão (superior a 90%). Para as lojas, esse ganho na conversão do pagamento faz com que o sistema de pagamento gere receitas três vezes superiores às propiciadas pelo débito.

Crescente aceitação do Pix

O estudo destaca ainda que o Pix vem em alta desde janeiro, de acordo com os estudos da GMattos. No primeiro mês do ano, sua aceitação era de 16,9%. Gastão Mattos inclusive estima que, ao longo dos próximos meses, o Pix deverá ultrapassar o débito no ranking das preferências dos lojistas do e-commerce no Brasil.

A nova modalidade, porém, precisa ainda ser aperfeiçoada em termos de usabilidade para o cliente. Nesse sentido, a GMattos analisou o fluxo de pagamentos via Pix em sete lojas, e apenas em três delas ele foi considerado ideal, apresentando sincronismo total entre a experiência de autenticação no app do banco e a navegação no site da loja.

Ainda de acordo com o último levantamento, o cartão de crédito (98,3%) e o boleto (83%) são as modalidades com maiores níveis de aceitação pelas lojas online, seguidas pelas wallets (52,5%). Estas sofreram pequena oscilação negativa na comparação de maio com março, quando tinham 54,2% de aceitação.

Fonte : e-comerce Brasil 

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Com e-commerce aquecido, Amazon registra maior lucro dos últimos 3 anos

AAmazon divulgou, na última quinta-feira (29), o seu primeiro balanço de 2021 com os números referentes ao primeiro trimestre e as notícias foram excelentes para os acionistas da empresa. Foi o maior lucro da companhia nos últimos três anos, registrando um lucro líquido de US$ 8,11 bilhões no primeiro trimestre de 2021 e nos 12 meses encerrados em março totalizou um resultado líquido de US$ 26,9 bilhões.

O principal negócio da empresa, o e-commerce, foi impulsionado de maneira sem precedentes neste ano de pandemia, uma vez que um número recorde de pessoas passou a fazer compras online.

Leia também: Última carta de Bezos deixa claro: olhar a Amazon é olhar para o futuro

No primeiro trimestre a Amazon teve um aumento de 44% nas vendas, chegando a US$ 108,5 bilhões. Foi o segundo trimestre consecutivo em que a big tech teve mais de US$ 100 bilhões de faturamento.

Os dados foram muito acima das expectativas dos analistas. Segundo a Refinitiv, a média das estimativas do mercado financeiro era de uma receita líquida de US$ 104,46 bilhões. O lucro por ação esperado era de US$ 9,54, bem abaixo dos US$ 15,79 efetivamente reportados.

As ações da Amazon sobem 3,68% a US$ 3.598 no after-market da Bolsa de Valores de Nova York.

Com informações do Infomoney

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Primeiro trimestre de 2021: vendas no e-commerce têm alta de 57,4% em comparação ao mesmo período de 2020

Em pesquisa realizada com os dados de compra no e-commerce durante o primeiro trimestre de 2021, a Neotrust mostra que houve continuidade do crescimento das vendas online no Brasil.

Foram realizadas 78,5 milhões de compras online nos três primeiros meses do ano, um aumento de 57,4% em comparação ao mesmo período do ano passado.

Esta quantidade de compras resultou em um faturamento de R$ 35,2 bilhões para o e-commerce entre janeiro e março de 2021, aumento de 72,2% na comparação com 2020.

“No começo deste ano de 2021 havia uma expectativa de redução da intensidade da expansão, mas com a chegada da nova variante do Covid-19 e, consequentemente, da segunda onda de contaminação que atinge nosso país, nos deparamos com uma evolução ainda mais intensa das vendas no e-commerce não somente brasileiro, mas ao redor do mundo”, explicou Fabrício Dantas, CEO da Neotrust, na apresentação do relatório.

Os principais motivos para o crescimento estão relacionados às diversas promoções realizadas nos três primeiros meses do ano, além do Dia do Consumidor, realizado em março. Outro fator determinante foi o agravamento da pandemia no país, resultando em uma nova onda de fechamento ou redução de circulação no comércio físico em diversos estados.

O consumidor também tem investido mais nas compras online: houve aumento de 9,4% no valor do ticket médio em comparação com o mesmo período de 2020. Atualmente, o gasto registrado está em R$ 447,90.

Para efeito de comparação, o aumento do ticket médio no quarto trimestre de 2020 foi de 2,9%.

“O mês de março em 2021, foi o segundo maior mês da história em termos de volume de vendas do e-commerce brasileiro, ficando atrás somente do mês de novembro de 2020, que evidentemente, tem o impacto positivo das promoções da Black Friday”, explicou o executivo.

Destaques por região do Brasil

A região Sudeste ainda é a que mais se destaca em volume de compras e no quarto trimestre de 2020 foi responsável por 63% do total de pedidos feitos online no país. Mesmo que siga na dianteira, caiu 3,9 pontos percentuais em comparação com o trimestre anterior.

Isso porque as demais regiões têm apresentado crescimento também. A região Nordeste se destaca por ocupar a segunda posição em total de vendas no e-commerce, concentrando 14,6% das que realizadas entre outubro e dezembro de 2020. Esse número representa um crescimento de 2,6 pontos percentuais em relação ao trimestre anterior. A região Sul segue próxima, com 14,1% do total de pedidos realizados.

Frete grátis

De acordo com o relatório aumentou também a quantidade de compras que foram feitas com entrega gratuita. No primeiro trimestre de 2021, 53% dos pedidos foram entregues sem que o consumidor pagasse pelo frete. No primeiro trimestre de 2020, a porcentagem de entregas gratuitas era de 47%.

Também na marca de 47% estão os pagantes de frete neste período. Eles, no entanto, também foram beneficiados. A pesquisa mostrou que houve redução de 15,5% no valor pago pelas entregas. Dessa forma, o valor médio do frete no período foi de R$ 18,15.

Por categoria

Com relação ao comportamento de consumo por categoria, a pesquisa mostrou um padrão semelhante ao dos outros trimestres: os produtos com ticket médio mais baixo foram os mais procurados. Em contrapartida, os produtos mais caros foram responsáveis pelos maiores faturamentos.

As categorias que mais se destacaram por total de pedidos foram: moda e acessórios (16,5% dos pedidos); beleza, perfumaria e saúde (15,2%); e entretenimento (12,6%).

Já as categorias com melhor faturamento são: telefonia (com 21,2% do total faturado no período); eletrodomésticos e ventilação (17%); e entretenimento (12,4%).

O relatório aponta ainda que os números refletem as promoções realizadas no começo do ano e a duração extendida do Dia do Consumidor neste ano.

Como destaque para categoria mais comprada, moda e acessórios teve 13,3 milhões de pessoas comprando no primeiro trimestre de 2021 (considerando uma compra por consumidor). O gasto médio total foi de R$ 145,00.

A categoria telefonia não apresentou tantos consumidores, mas conquistou um gasto médio mais impressionante: foram apenas 2,9 milhões de consumidores, mas com um gasto médio total de R$ 2.232,00.

Na contramão deste dado, o setor atinge hoje apenas 17,2% do total de pessoas com acesso à internet no país.

De março de 2020 a março de 2021

O relatório apontou ainda quais foram as categorias mais compradas online durante o isolamento social, ou seja, de março de 2020 a março de 2021. De maneira geral, elas corroboram os dados levantados no primeiro semestre de 2021, pois apontam para as mesmas categorias apontadas aqui em mais vendidas e em faturamento.

As subcategorias que mais cresceram e venderem de março de 2020 a março de 2021 foram (representação do share da subcategoria dentro do segmento): livros (variação de 97,2%), fones de ouvido (76,1%), aparelhos de televisão (80,5%), remédios (56,7%) e aparelhos elétricos para o cabelo (50,4%).

Os que mais faturaram de março de 2020 a março de 2021 foram (representação do share da subcategoria dentro do segmento): ar condicionado (86,9%), celulares e smartphones (81,6%), TV (80,5%), notebook (22,6%) e geladeiras/refrigeradores (19,7%).

Leia também: Crescimento de compras no cartão de crédito aquece setor de cobranças.

Quem são os consumidores?

A pesquisa confirmou os dados das edições anteriores: as mulheres compram mais, mas os homens gastam mais. As mulheres representam 58,1% dos consumidores e o ticket médio masculino é de R$ 538,20.

A pesquisa mostrou ainda que a idade média do consumidor é de 37 anos. O público consumidor mais significativo foi o de 36 a 50 anos, com 33,9% do total de consumidores digitais. Seguidos de perto pelos consumidores de 26 a 35 anos, com 33,1% do total.

Os consumidores até 25 anos representam 19% das compras online, enquanto o público acima dos 51 é responsável por 14% das compras.

Novos consumidores e consumidores únicos

O primeiro trimestre do ano teve queda em 16,4% na quantidade de novos consumidores, com 3,8 milhões de consumidores comprando pela primeira vez online. A comparação foi feita com o primeiro trimestre de 2020.

Porém, para o e-commerce o saldo foi positivo, pois obteve um aumento de 43,9% no número de consumidores únicos: 22,8 milhões.

Frequência

Analisando exclusivamente as vendas no e-commerce feitas no feitas nos três primeiros meses do ano, houve uma média de 3 compras por consumidor digital, com um gasto médio de R$ 1.340,00 para o total das compras, aumento de 14,1% em comparação ao primeiro trimestre de 2020.

Ao analisar os consumidores que fizeram pelo menos uma compra nestes meses, as mulheres também compraram mais (58,6% dos consumidores únicos), com a média de idade mais relevante para consumidores homens e mulheres entre 26 a 35 anos (31,2%).

Fonte: e-commerce Brasil

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Varejo Omnichannel: novas perspectivas dessa tendência para o e-commerce

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Brasil conta com mais de um smartphone por habitante no país. Nesse cenário, não é exagero dizer que podemos fazer tudo pelo celular, inclusive compras.

A grande penetração de smartphones nos últimos anos foi um importante catalisador da ascensão do varejo digital. A pandemia do coronavírus também levou boa parte dos consumidores a migrar para o e-commerce. No final de 2020, cerca de 91% dos brasileiros que acessam a internet pelo aparelho disseram fazer pagamentos por ele, os dados são da Mobile Time e Opinion Box.

Se os lojistas adaptaram seus negócios para atender os clientes em um cenário de pandemia – realizando as suas compras de casa -, esse é o momento de começar a estruturar os negócios para atender às novas formas de consumo do pós-pandemia.

Afinal, devemos sempre lembrar que as lojas físicas continuarão com um papel importante, mesmo que com adaptação e evolução, e é disso que precisamos falar. Como o varejo pode absorver a eficiência e a capilaridade do digital, sem perder o contato pessoal, o trato humano e a possibilidade de experimentação do físico?

Nesse sentido, os smartphones podem ser uma ferramenta a favor da sua loja também fora de casa. Sim, estamos falando de uma fusão de lojas físicas e online, o famoso, mas ainda não tão bem aproveitado, varejo omnichannel.

O conceito de omnichannel busca unir o melhor dos dois mundos – on e offline – para oferecer a melhor experiência para o cliente e a melhor gestão para os negócios. Conheça a seguir suas potencialidades na gestão de e-commerces e quais novidades no omnichannel devem estar, desde já, no seu radar.

A gestão de estoque omnichannel

Vamos começar falando pelo lado da gestão em um de seus pontos mais delicados: o estoque. A estratégia omnichannel é uma via de mão dupla nesse quesito, com vantagens para o varejo online e físico.

No digital, o compartilhamento de estoque com a loja física pode otimizar a logística, já que é possível utilizar o estoque da loja mais próxima para a entrega, diminuindo custos e tempo. Outra grande possibilidade é oferecer pick up in store, ou seja, a possibilidade do cliente realizar a compra no conforto de sua casa e buscar na loja mais próxima.

Por outro lado, usando o estoque do digital no mundo físico, você passa a ter uma vitrine infinita, podendo oferecer para o cliente muito mais do que cabe na sua loja. Dessa forma, pode evoluir, inclusive, para um modelo de showroom, diminuindo custos de espaço físico. Isso, é claro, se torna viável de acordo com o seu modelo de negócio.

A vitrine infinita, aliás, pode ir muito além do seu negócio. Ao firmar parcerias com grandes varejistas, quando a sua loja não tiver um produto que o seu cliente deseja, você pode guiá-lo para a plataforma do seu parceiro. Assim, mantém o cliente feliz e fidelizado a você e ainda garante a sua comissão.

Meios de pagamentos: novas tecnologias para atender a estrutura multicanal

Outro grande ganho com uma estrutura de multicanais é a ampliação dos meios de pagamentos, que trazem consigo uma considerável melhoria de experiência.

Podemos citar como destaque nesse segmento o crescimento das carteiras digitais nos últimos anos, que colocou empresas de diferentes nichos no mesmo páreo. As fintechs dominam o cenário, mas grandes varejistas e até os maiores bancos do país também entraram na guerra.

Com o cenário da pandemia do coronavírus, os super apps ganharam ainda mais relevância na vida dos brasileiros. Vale destacar que o varejo não deve se preocupar com isso, mas sim surfar nessa onda. A maioria das carteiras digitais já oferecem integrações para que todos os tipos de negócio façam parte desse ecossistema. Com uma boa estrutura omnichannel, é possível oferecer essa facilidade em e-commerces e lojas físicas com simplicidade e flexibilidade, sem precisar colocar diversos QR Codes no balcão, por exemplo.

Além disso, não é possível falar em inovação nos meios de pagamento sem citar o novo queridinho do país, o Pix. Sem dúvidas ele veio para ficar, seus primeiros meses de vida foram de crescimento contínuo, e novos casos de uso e de evoluções do produto ainda estão para chegar.

A chegada de novos meios de pagamentos é super positiva e torna o mercado, inclusive, mais democrático. No entanto, não podemos esquecer que o cartão ainda é o meio de pagamento digital mais utilizado pelos brasileiros – corresponde a 72% das compras via computador, somadas compras à vista e parceladas, os dados são da Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Dessa forma, os players desse nicho seguem inovando e trazendo melhores experiências para o comprador. O grande exemplo disso é o crescimento do contactless na pandemia.

Não perca de vista o token e one-click-buy

Como falamos no começo do texto, o celular do consumidor está sempre à mão e, se ele tem um cartão de crédito já guardado no app da sua loja, por que você vai fazê-lo pegar a carteira para pagar?

A tokenização de cartão é um dos grandes ganhos do e-commerce nos últimos anos. O famoso one-click-buy tira a fricção e estimula a compra por impulso, podendo ser utilizado na sua loja física também. No final do dia, o objetivo é que com uma estrutura multicanal o cliente possa escolher de perto tudo em sua loja e, na hora de pagar, tenha a mesma facilidade de dentro de casa – com tudo a um clique de distância.

Com todas essas vantagens, não há motivos para não procurar os caminhos para uma estrutura omnichannel para seu negócio. Para integrar vendas, estoque e toda a sua loja on e offline, é preciso utilizar em toda a sua cadeia, desde o sistema de gestão, pagamentos e plataformas, tecnologias que estejam prontas para proporcionar tudo o que o omnichannel tem a oferecer de ganhos. Então, busque os parceiros certos para apostar no varejo omnichannel e criar a melhor experiência para o seu cliente e a melhor rentabilidade para o seu negócio.

Fonte: e-commerce Brasil

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Amazon, Magalu, Mercado Livre e mais empresas com descontos de até 80% no Dia do Consumidor

As ofertas variam de descontos nos preços ao pagamento parcelado em até 30x sem juros

O Dia do Consumidor é comemorado em 15 de março e as varejistas premiam os consumidores oferecendo descontos ou benefícios para compra de produtos. Com promoções que têm descontos de até 80%, a semana promete ser agitada para o comércio eletrônico nacional. Confira, a seguir, a seleção da EXAME das melhores ofertas do Dia do Consumidor, que devem se estender por toda a semana.

Amazon

A Amazon já realiza, desde a semana passada, uma série de promoções de produtos que podem ter descontos de até 70% no preço dos itens.

Serão mais de 30 categorias de produtos, entre dispositivos eletrônicos, livros e e-books, artigos de escritórios, bens de consumo, eletrodomésticos e ferramentas. Itens de marcas como Havaianas, Tramontina, Nespresso, 3M, Wap e Stabilo também estão em promoção no site e aplicativo da Amazon. As ofertas são válidas até o dia 15 de março e os descontos vão de 15% a 70%.

Além disso, dispositivos da Amazon podem ter desconto de R$200, como as caixas de som inteligentes Echo (equipadas com a assistente Alexa), e o Fire TV Stick Lite, rival do Chromecast.

Americanas

Até 17 de março, a Americanas.com preparou para a Semana do Consumidor descontos até 80% no app, site e, também, nas mais de 1.700 lojas Americanas em todo o Brasil — apesar das restrições de circulação e aglomerações contra a covid-19. Entre os artigos em promoção, a Smart TV 4K UN7310PSC de 60 polegadas, da LG, e o tablet Android Samsung Galaxy Tab A de 8 polegadas, da Samsung.

O Boticário

O Boticário tem descontos de até 40% em produtos de beleza, perfumes e maquiagens na Semana do Consumidor. O período promocional começou no Dia Internacional da Mulher, 8 de março, e vai até 15 de março (Dia do Consumidor). As promoções estão tanto no site quanto nas lojas físicas da empresa.

Magalu

O Magazine Luiza tem descontos de até 70% no seu site e app. A promoção vale para diversas categorias, como artigos para casa, eletrônicos e livros. No aplicativo, o frete é grátis para compras a partir de 99 reais.

Mercado Livre

Até 21 de março deste ano, o Mercado Livre vai oferecer descontos de até 70% nas categorias moda, smartphones e eletrônicos. As compras feitas na área de supermercado da empresa também terá desconto. Na compra de 10 itens, o desconto é de 10%. Na compra de 15 itens ou mais, o desconto será de 15%. No período promocional, o frete grátis vale para compras de, no mínimo, 79 reais.

Ponto Frio e Casas Cahia

As lojas da Via Varejo permitem o parcelamento de compras em até 30x sem juros nos cartões do Ponto Frio e das Casas Bahia.

Fonte: Exame

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E-commerce têm alta de 45,17% em janeiro, revela índice MCC-ENET

O e-commerce no Brasil registrou crescimento de 45,17% em janeiro de 2021, frente ao mesmo mês do ano anterior. Usando a mesma base de comparação, o faturamento do setor teve alta de 61,82%. Os dados são do índice MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comitê de Métricas da Câmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

“O mês de janeiro costuma ser de fortes vendas no e-commerce brasileiro devido às ofertas de saldão dos grandes varejistas e retorno às aulas. A pequena retração observada entre dezembro/20 e janeiro/21 justifica-se pelas vendas de Natal no último mês do ano, considerada uma das melhores datas para o comércio eletrônico”, afirma Felipe Brandão, secretário executivo da camara-e.net. “Nos próximos meses, a tendência será de alta nas vendas, uma vez que as vendas online tornaram-se um hábito dos consumidores brasileiros.”

Vendas online

Apesar das vendas pela internet continuarem em expansão, ao comparar os meses de janeiro de 2021, com dezembro de 2020, a variação foi negativa (-3,88%). Por sua vez, ao observar a evolução do acumulado dos últimos 12 meses, o crescimento foi de 68,15%, segundo o indíce.

Ao observar os dados regionais, na comparação entre janeiro de 2021 com o mesmo período de 2020, a métrica de vendas online ficou da seguinte forma: Nordeste (72,76%), Norte (52,39%), Sul (50,15%), Centro-Oeste (49,51%) e Sudeste (38,45%).

Os dados do acumulado dos últimos 12 meses foram: Nordeste (97,35%), Norte (82,85%), Centro-Oeste (74,67%), Sul (69,27%) e Sudeste (62,07%).

Faturamento do e-commerce

De acordo com o levantamento, na comparação de janeiro de 2021 com dezembro de 2020, teve crescimento de 5,84%. No acumulado dos últimos 12 meses, a alta foi de 87,65%.

A composição por região ficou da seguinte forma: Nordeste (90,59%), Norte (74,90%), Centro-Oeste (72,69%), Sul (64,52%) e Sudeste (52,88%). E no acumulado dos últimos 12 meses, por sua vez, os resultados foram: Nordeste (122,36%), Norte (111,49%), Centro-Oeste (99,25%), Sul (83,73%) e Sudeste (78,94%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em dezembro de 2020, o comércio eletrônico representou 7,8% do comércio varejista restrito (exceto veículos, peças e materiais de construção). No acumulado dos últimos 12 meses, nota-se que a participação do e-commerce no comércio varejista corresponde a 9,6%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da última Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE, divulgado no dia 10 de fevereiro.

Categorias

De acordo com o levantamento, em dezembro de 2020, a composição de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (41,9%); móveis e eletrodomésticos (26,2%); e tecidos, vestuário e calçados (11,5%). Na sequência, artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (7,5%), outros artigos de usos pessoal e doméstico (7,1%); hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (3,4%); e, por último, livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%). Esse indicador também utiliza a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE como base.

Consumidores online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de outubro a dezembro de 2020, 18,4% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 0,5 p.p em relação ao trimestre anterior (17,9%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (13,7%), houve crescimento de 4,7 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os índices mensais vêm da comparação dos dados do último mês vigente em relação ao período base (média de 2017). Para compor o índice, o Neotrust | Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estatísticos para composição das informações do mercado total do comércio eletrônico brasileiro. Também são utilizadas informações dos indicadores econômicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

Não estão contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, além do setor de viagens e turismo, anúncios e aplicativos de transportes e alimentação, pois ainda não são monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: https://www.mccenet.com.br/

Fonte: e-commerce Brasil

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Pela primeira vez, varejo online deve superar o varejo físico na China

País mais populoso do mundo e considerado um dos grandes berços do e-commerce, a China está bem próxima de registrar um novo grande feito no comércio eletrônico. Em 2021, pela primeira vez na história, o varejo online deve superar o varejo físico e se tornar uma das principais forças econômicas internas do país.

Segundo estudo da eMarketer, o varejo online deve representar 52,1% de todas as vendas no valor (em valor) em 2021. O instituto mostra que as vendas online chinesas devem acelerar acentuadamente dos 44,8% do total alcançado em 2020.

O número é extremamente representativo. A China está tão disparada no varejo online que a Coreia do Sul, segunda no ranking, deve ter 28,9% do total de vendas do varejo via e-commerce. O Reino Unido vem em terceiro lugar, com um varejo online que deve representar 28,3% do total neste ano.

Leia também: Exemplos da China: IA, tecnologias e experiências que podem inspirar os lojistas brasileiros

Segundo a eMarketer há vários fatores por trás do boom. Um é o comércio social. A estimativa é que ele tenha crescido 44,1% na China no ano passado e cresça mais 35,5% neste ano, atingindo 363,26 bilhões de dólares.

Os “Mini Programs” do WeChat se tornaram “onipresentes”, uma vez que o aplicativo da Tencent está na China há quase uma década. Mas foi “apenas recentemente que sua interface começou a facilitar o comércio eletrônico de terceiros”, de acordo com o eMarketer.

A eMarketer prevê um crescimento de 11% nas vendas online no próximo ano e espera que a barreira de 3 trilhões de dólares nas vendas de e-commerce seja ultrapassada em 2022.

Fonte: e-commerce Brasil