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Com e-commerce aquecido, Amazon registra maior lucro dos √ļltimos 3 anos

AAmazon¬†divulgou, na √ļltima quinta-feira (29), o seu primeiro balan√ßo de 2021 com os n√ļmeros referentes ao primeiro trimestre e as not√≠cias foram excelentes para os acionistas da empresa. Foi o maior lucro da companhia nos √ļltimos tr√™s anos, registrando um lucro l√≠quido de US$ 8,11 bilh√Ķes no primeiro trimestre de 2021 e nos 12 meses encerrados em mar√ßo totalizou um resultado l√≠quido de US$ 26,9 bilh√Ķes.

O principal neg√≥cio da empresa, o e-commerce, foi impulsionado de maneira sem precedentes neste ano de pandemia, uma vez que um n√ļmero recorde de pessoas passou a fazer compras online.

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No primeiro trimestre a Amazon teve um aumento de 44% nas vendas, chegando a US$ 108,5 bilh√Ķes. Foi o segundo trimestre consecutivo em que a¬†big tech¬†teve mais de US$ 100 bilh√Ķes de faturamento.

Os dados foram muito acima das expectativas dos analistas. Segundo a Refinitiv, a m√©dia das estimativas do mercado financeiro era de uma receita l√≠quida de US$ 104,46 bilh√Ķes. O lucro por a√ß√£o esperado era de US$ 9,54, bem abaixo dos US$ 15,79 efetivamente reportados.

As a√ß√Ķes da¬†Amazon¬†sobem 3,68% a US$ 3.598 no¬†after-market¬†da Bolsa de Valores de Nova York.

Com informa√ß√Ķes do Infomoney

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Primeiro trimestre de 2021: vendas no e-commerce têm alta de 57,4% em comparação ao mesmo período de 2020

Em pesquisa realizada com os dados de compra no e-commerce durante o primeiro trimestre de 2021, a Neotrust mostra que houve continuidade do crescimento das vendas online no Brasil.

Foram realizadas 78,5 milh√Ķes de compras online nos tr√™s primeiros meses do ano, um aumento de 57,4% em compara√ß√£o ao mesmo per√≠odo do ano passado.

Esta quantidade de compras resultou em um faturamento de R$ 35,2 bilh√Ķes para o e-commerce entre janeiro e mar√ßo de 2021, aumento de 72,2% na compara√ß√£o com 2020.

‚ÄúNo come√ßo deste ano de 2021 havia uma expectativa de redu√ß√£o da intensidade da expans√£o, mas com a chegada da nova variante do Covid-19 e, consequentemente, da segunda onda de contamina√ß√£o que atinge nosso pa√≠s, nos deparamos com uma evolu√ß√£o ainda mais intensa das vendas no e-commerce n√£o somente brasileiro, mas ao redor do mundo‚ÄĚ, explicou Fabr√≠cio Dantas, CEO da Neotrust, na apresenta√ß√£o do relat√≥rio.

Os principais motivos para o crescimento est√£o relacionados √†s diversas promo√ß√Ķes realizadas nos tr√™s primeiros meses do ano, al√©m do Dia do Consumidor, realizado em mar√ßo. Outro fator determinante foi o agravamento da pandemia no pa√≠s, resultando em uma nova onda de fechamento ou redu√ß√£o de circula√ß√£o no com√©rcio f√≠sico em diversos estados.

O consumidor também tem investido mais nas compras online: houve aumento de 9,4% no valor do ticket médio em comparação com o mesmo período de 2020. Atualmente, o gasto registrado está em R$ 447,90.

Para efeito de comparação, o aumento do ticket médio no quarto trimestre de 2020 foi de 2,9%.

‚ÄúO m√™s de mar√ßo em 2021, foi o segundo maior m√™s da hist√≥ria em termos de volume de vendas do e-commerce brasileiro, ficando atr√°s somente do m√™s de novembro de 2020, que evidentemente, tem o impacto positivo das promo√ß√Ķes da Black Friday‚ÄĚ, explicou o executivo.

Destaques por regi√£o do Brasil

A região Sudeste ainda é a que mais se destaca em volume de compras e no quarto trimestre de 2020 foi responsável por 63% do total de pedidos feitos online no país. Mesmo que siga na dianteira, caiu 3,9 pontos percentuais em comparação com o trimestre anterior.

Isso porque as demais regi√Ķes t√™m apresentado crescimento tamb√©m. A regi√£o Nordeste se destaca por ocupar a segunda posi√ß√£o em total de vendas no e-commerce, concentrando 14,6% das que realizadas entre outubro e dezembro de 2020. Esse n√ļmero representa um crescimento de 2,6 pontos percentuais em rela√ß√£o ao trimestre anterior. A regi√£o Sul segue pr√≥xima, com 14,1% do total de pedidos realizados.

Frete gr√°tis

De acordo com o relatório aumentou também a quantidade de compras que foram feitas com entrega gratuita. No primeiro trimestre de 2021, 53% dos pedidos foram entregues sem que o consumidor pagasse pelo frete. No primeiro trimestre de 2020, a porcentagem de entregas gratuitas era de 47%.

Também na marca de 47% estão os pagantes de frete neste período. Eles, no entanto, também foram beneficiados. A pesquisa mostrou que houve redução de 15,5% no valor pago pelas entregas. Dessa forma, o valor médio do frete no período foi de R$ 18,15.

Por categoria

Com relação ao comportamento de consumo por categoria, a pesquisa mostrou um padrão semelhante ao dos outros trimestres: os produtos com ticket médio mais baixo foram os mais procurados. Em contrapartida, os produtos mais caros foram responsáveis pelos maiores faturamentos.

As categorias que mais se destacaram por total de pedidos foram: moda e acess√≥rios (16,5% dos pedidos); beleza, perfumaria e sa√ļde (15,2%); e entretenimento (12,6%).

Já as categorias com melhor faturamento são: telefonia (com 21,2% do total faturado no período); eletrodomésticos e ventilação (17%); e entretenimento (12,4%).

O relat√≥rio aponta ainda que os n√ļmeros refletem as promo√ß√Ķes realizadas no come√ßo do ano e a dura√ß√£o extendida do Dia do Consumidor neste ano.

Como destaque para categoria mais comprada, moda e acess√≥rios teve 13,3 milh√Ķes de pessoas comprando no primeiro trimestre de 2021 (considerando uma compra por consumidor). O gasto m√©dio total foi de R$ 145,00.

A categoria telefonia n√£o apresentou tantos consumidores, mas conquistou um gasto m√©dio mais impressionante: foram apenas 2,9 milh√Ķes de consumidores, mas com um gasto m√©dio total de R$ 2.232,00.

Na contramão deste dado, o setor atinge hoje apenas 17,2% do total de pessoas com acesso à internet no país.

De março de 2020 a março de 2021

O relatório apontou ainda quais foram as categorias mais compradas online durante o isolamento social, ou seja, de março de 2020 a março de 2021. De maneira geral, elas corroboram os dados levantados no primeiro semestre de 2021, pois apontam para as mesmas categorias apontadas aqui em mais vendidas e em faturamento.

As subcategorias que mais cresceram e venderem de março de 2020 a março de 2021 foram (representação do share da subcategoria dentro do segmento): livros (variação de 97,2%), fones de ouvido (76,1%), aparelhos de televisão (80,5%), remédios (56,7%) e aparelhos elétricos para o cabelo (50,4%).

Os que mais faturaram de março de 2020 a março de 2021 foram (representação do share da subcategoria dentro do segmento): ar condicionado (86,9%), celulares e smartphones (81,6%), TV (80,5%), notebook (22,6%) e geladeiras/refrigeradores (19,7%).

Leia também: Crescimento de compras no cartão de crédito aquece setor de cobranças.

Quem s√£o os consumidores?

A pesquisa confirmou os dados das edi√ß√Ķes anteriores: as mulheres compram mais, mas os homens gastam mais. As mulheres representam 58,1% dos consumidores e o ticket m√©dio masculino √© de R$ 538,20.

A pesquisa mostrou ainda que a idade m√©dia do consumidor √© de 37 anos. O p√ļblico consumidor mais significativo foi o de 36 a 50 anos, com 33,9% do total de consumidores digitais. Seguidos de perto pelos consumidores de 26 a 35 anos, com 33,1% do total.

Os consumidores at√© 25 anos representam 19% das compras online, enquanto o p√ļblico acima dos 51 √© respons√°vel por 14% das compras.

Novos consumidores e consumidores √ļnicos

O primeiro trimestre do ano teve queda em 16,4% na quantidade de novos consumidores, com 3,8 milh√Ķes de consumidores comprando pela primeira vez online. A compara√ß√£o foi feita com o primeiro trimestre de 2020.

Por√©m, para o e-commerce o saldo foi positivo, pois obteve um aumento de 43,9% no n√ļmero de consumidores √ļnicos: 22,8 milh√Ķes.

Frequência

Analisando exclusivamente as vendas no e-commerce feitas no feitas nos três primeiros meses do ano, houve uma média de 3 compras por consumidor digital, com um gasto médio de R$ 1.340,00 para o total das compras, aumento de 14,1% em comparação ao primeiro trimestre de 2020.

Ao analisar os consumidores que fizeram pelo menos uma compra nestes meses, as mulheres tamb√©m compraram mais (58,6% dos consumidores √ļnicos), com a m√©dia de idade mais relevante para consumidores homens e mulheres entre 26 a 35 anos (31,2%).

Fonte: e-commerce Brasil

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Varejo Omnichannel: novas perspectivas dessa tendência para o e-commerce

De acordo com a Funda√ß√£o Get√ļlio Vargas (FGV), o Brasil conta com mais de um¬†smartphone¬†por habitante no pa√≠s. Nesse cen√°rio, n√£o √© exagero dizer que podemos fazer tudo pelo celular, inclusive compras.

A grande penetra√ß√£o de¬†smartphones¬†nos √ļltimos anos foi um importante catalisador da ascens√£o do¬†varejo digital. A pandemia do coronav√≠rus tamb√©m levou boa parte dos consumidores a migrar para o e-commerce. No final de 2020, cerca de¬†91% dos brasileiros¬†que acessam a internet pelo aparelho disseram fazer pagamentos por ele, os dados s√£o da Mobile Time e Opinion Box.

Se os lojistas adaptaram seus neg√≥cios para atender os clientes em um cen√°rio de pandemia ‚Äď realizando as suas compras de casa -, esse √© o momento de come√ßar a estruturar os neg√≥cios para¬†atender √†s novas formas de consumo do p√≥s-pandemia.

Afinal, devemos sempre lembrar que as lojas físicas continuarão com um papel importante, mesmo que com adaptação e evolução, e é disso que precisamos falar. Como o varejo pode absorver a eficiência e a capilaridade do digital, sem perder o contato pessoal, o trato humano e a possibilidade de experimentação do físico?

Nesse sentido, os smartphones podem ser uma ferramenta a favor da sua loja também fora de casa. Sim, estamos falando de uma fusão de lojas físicas e online, o famoso, mas ainda não tão bem aproveitado, varejo omnichannel.

O conceito de omnichannel busca unir o melhor dos dois mundos ‚Äď on e offline ‚Äď para¬†oferecer a melhor experi√™ncia para o cliente e a melhor gest√£o para os neg√≥cios. Conhe√ßa a seguir suas potencialidades na gest√£o de e-commerces e quais novidades no omnichannel devem estar, desde j√°, no seu radar.

A gest√£o de estoque omnichannel

Vamos começar falando pelo lado da gestão em um de seus pontos mais delicados: o estoque. A estratégia omnichannel é uma via de mão dupla nesse quesito, com vantagens para o varejo online e físico.

No digital, o compartilhamento de estoque com a loja física pode otimizar a logística, já que é possível utilizar o estoque da loja mais próxima para a entrega, diminuindo custos e tempo. Outra grande possibilidade é oferecer pick up in store, ou seja, a possibilidade do cliente realizar a compra no conforto de sua casa e buscar na loja mais próxima.

Por outro lado, usando o estoque do digital no mundo físico, você passa a ter uma vitrine infinita, podendo oferecer para o cliente muito mais do que cabe na sua loja. Dessa forma, pode evoluir, inclusive, para um modelo de showroom, diminuindo custos de espaço físico. Isso, é claro, se torna viável de acordo com o seu modelo de negócio.

A vitrine infinita, aliás, pode ir muito além do seu negócio. Ao firmar parcerias com grandes varejistas, quando a sua loja não tiver um produto que o seu cliente deseja, você pode guiá-lo para a plataforma do seu parceiro. Assim, mantém o cliente feliz e fidelizado a você e ainda garante a sua comissão.

Meios de pagamentos: novas tecnologias para atender a estrutura multicanal

Outro grande ganho com uma estrutura de multicanais é a ampliação dos meios de pagamentos, que trazem consigo uma considerável melhoria de experiência.

Podemos citar como destaque nesse segmento o crescimento das¬†carteiras digitais¬†nos √ļltimos anos, que colocou empresas de diferentes nichos no mesmo p√°reo. As¬†fintechs¬†dominam o cen√°rio, mas grandes varejistas e at√© os maiores bancos do pa√≠s tamb√©m entraram na guerra.

Com o cen√°rio da pandemia do coronav√≠rus, os super apps ganharam ainda mais relev√Ęncia na vida dos brasileiros.¬†Vale destacar que o varejo n√£o deve se preocupar com isso, mas sim surfar nessa onda.¬†A maioria das carteiras digitais j√° oferecem integra√ß√Ķes para que todos os tipos de neg√≥cio fa√ßam parte desse ecossistema. Com uma boa estrutura omnichannel, √© poss√≠vel oferecer essa facilidade em e-commerces e lojas f√≠sicas com simplicidade e flexibilidade, sem precisar colocar diversos QR Codes no balc√£o, por exemplo.

Al√©m disso,¬†n√£o √© poss√≠vel falar em inova√ß√£o nos meios de pagamento sem citar o novo queridinho do pa√≠s, o¬†Pix.¬†Sem d√ļvidas ele veio para ficar, seus primeiros meses de vida foram de crescimento cont√≠nuo, e novos casos de uso e de evolu√ß√Ķes do produto ainda est√£o para chegar.

A chegada de novos meios de pagamentos √© super positiva e torna o mercado, inclusive, mais democr√°tico. No entanto, n√£o podemos esquecer que o cart√£o ainda √© o meio de pagamento digital mais utilizado pelos brasileiros ‚Äď corresponde a 72% das compras via computador, somadas compras √† vista e parceladas, os dados s√£o da¬†Sociedade Brasileira de Varejo e Consumo. Dessa forma, os players desse nicho seguem inovando e trazendo melhores experi√™ncias para o comprador. O grande exemplo disso √©¬†o crescimento do¬†contactless¬†na pandemia.

N√£o perca de vista o token e one-click-buy

Como falamos no começo do texto, o celular do consumidor está sempre à mão e, se ele tem um cartão de crédito já guardado no app da sua loja, por que você vai fazê-lo pegar a carteira para pagar?

A tokeniza√ß√£o de cart√£o √© um dos grandes ganhos do e-commerce nos √ļltimos anos. O famoso one-click-buy tira a fric√ß√£o e estimula a compra por impulso, podendo ser utilizado na sua loja f√≠sica tamb√©m. No final do dia, o objetivo √© que com uma estrutura multicanal o cliente possa escolher de perto tudo em sua loja e, na hora de pagar, tenha a mesma facilidade de dentro de casa ‚Äď com tudo a um clique de dist√Ęncia.

Com todas essas vantagens, não há motivos para não procurar os caminhos para uma estrutura omnichannel para seu negócio. Para integrar vendas, estoque e toda a sua loja on e offline, é preciso utilizar em toda a sua cadeia, desde o sistema de gestão, pagamentos e plataformas, tecnologias que estejam prontas para proporcionar tudo o que o omnichannel tem a oferecer de ganhos. Então, busque os parceiros certos para apostar no varejo omnichannel e criar a melhor experiência para o seu cliente e a melhor rentabilidade para o seu negócio.

Fonte: e-commerce Brasil

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Amazon, Magalu, Mercado Livre e mais empresas com descontos de até 80% no Dia do Consumidor

As ofertas variam de descontos nos preços ao pagamento parcelado em até 30x sem juros

O Dia do Consumidor √© comemorado em 15 de mar√ßo e as varejistas premiam os consumidores oferecendo descontos ou benef√≠cios para compra de produtos. Com promo√ß√Ķes que t√™m descontos de at√© 80%, a semana promete ser agitada para o com√©rcio eletr√īnico nacional. Confira, a seguir, a sele√ß√£o da EXAME das melhores ofertas do Dia do Consumidor, que devem se estender por toda a semana.

Amazon

A Amazon j√° realiza, desde a semana passada, uma s√©rie de promo√ß√Ķes de produtos que podem ter descontos de at√© 70% no pre√ßo dos itens.

Ser√£o mais de 30 categorias de produtos, entre dispositivos eletr√īnicos, livros e e-books, artigos de escrit√≥rios, bens de consumo, eletrodom√©sticos e ferramentas. Itens de marcas como Havaianas, Tramontina, Nespresso, 3M, Wap e Stabilo tamb√©m est√£o em promo√ß√£o no site e aplicativo da Amazon. As ofertas s√£o v√°lidas at√© o dia 15 de mar√ßo e os descontos v√£o de 15% a 70%.

Além disso, dispositivos da Amazon podem ter desconto de R$200, como as caixas de som inteligentes Echo (equipadas com a assistente Alexa), e o Fire TV Stick Lite, rival do Chromecast.

Americanas

At√© 17 de mar√ßo, a Americanas.com preparou para a Semana do Consumidor descontos at√© 80% no app, site e, tamb√©m, nas mais de 1.700 lojas Americanas em todo o Brasil — apesar das restri√ß√Ķes de circula√ß√£o e aglomera√ß√Ķes contra a covid-19. Entre os artigos em promo√ß√£o, a Smart TV 4K UN7310PSC de 60 polegadas, da LG, e o tablet Android Samsung Galaxy Tab A de 8 polegadas, da Samsung.

O Botic√°rio

O Botic√°rio tem descontos de at√© 40% em produtos de beleza, perfumes e maquiagens na Semana do Consumidor. O per√≠odo promocional come√ßou no Dia Internacional da Mulher, 8 de mar√ßo, e vai at√© 15 de mar√ßo (Dia do Consumidor). As promo√ß√Ķes est√£o tanto no site quanto nas lojas f√≠sicas da empresa.

Magalu

O Magazine Luiza tem descontos de at√© 70% no seu site e app. A promo√ß√£o vale para diversas categorias, como artigos para casa, eletr√īnicos e livros. No aplicativo, o frete √© gr√°tis para compras a partir de 99 reais.

Mercado Livre

At√© 21 de mar√ßo deste ano, o Mercado Livre vai oferecer descontos de at√© 70% nas categorias moda, smartphones e eletr√īnicos. As compras feitas na √°rea de supermercado da empresa tamb√©m ter√° desconto. Na compra de 10 itens, o desconto √© de 10%. Na compra de 15 itens ou mais, o desconto ser√° de 15%. No per√≠odo promocional, o frete gr√°tis vale para compras de, no m√≠nimo, 79 reais.

Ponto Frio e Casas Cahia

As lojas da Via Varejo permitem o parcelamento de compras em at√© 30x sem juros nos cart√Ķes do Ponto Frio e das Casas Bahia.

Fonte: Exame

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E-commerce têm alta de 45,17% em janeiro, revela índice MCC-ENET

O e-commerce¬†no Brasil registrou crescimento de 45,17% em janeiro de 2021, frente ao mesmo m√™s do ano anterior. Usando a mesma base de compara√ß√£o, o faturamento do setor teve alta de 61,82%. Os dados s√£o do √≠ndice¬†MCC-ENET, desenvolvido pela Neotrust | Movimento Compre & Confie, em parceria com o Comit√™ de M√©tricas da C√Ęmara Brasileira da Economia Digital (camara-e.net).

‚ÄúO m√™s de janeiro costuma ser de fortes vendas no e-commerce brasileiro devido √†s ofertas de sald√£o dos grandes varejistas e retorno √†s aulas. A pequena retra√ß√£o observada entre dezembro/20 e janeiro/21 justifica-se pelas vendas de Natal no √ļltimo m√™s do ano, considerada uma das melhores datas para o com√©rcio eletr√īnico‚ÄĚ, afirma Felipe Brand√£o, secret√°rio executivo da camara-e.net. ‚ÄúNos pr√≥ximos meses, a tend√™ncia ser√° de alta nas vendas, uma vez que as vendas online tornaram-se um h√°bito dos consumidores brasileiros.‚ÄĚ

Vendas online

Apesar das vendas pela internet continuarem em expans√£o, ao comparar os meses de janeiro de 2021, com dezembro de 2020, a varia√ß√£o foi negativa (-3,88%). Por sua vez, ao observar a evolu√ß√£o do acumulado dos √ļltimos 12 meses, o crescimento foi de 68,15%, segundo o ind√≠ce.

Ao observar os dados regionais, na comparação entre janeiro de 2021 com o mesmo período de 2020, a métrica de vendas online ficou da seguinte forma: Nordeste (72,76%), Norte (52,39%), Sul (50,15%), Centro-Oeste (49,51%) e Sudeste (38,45%).

Os dados do acumulado dos √ļltimos 12 meses foram: Nordeste (97,35%), Norte (82,85%), Centro-Oeste (74,67%), Sul (69,27%) e Sudeste (62,07%).

Faturamento do e-commerce

De acordo com o levantamento, na compara√ß√£o de janeiro de 2021 com dezembro de 2020, teve crescimento de 5,84%. No acumulado dos √ļltimos 12 meses, a alta foi de 87,65%.

A composi√ß√£o por regi√£o ficou da seguinte forma: Nordeste (90,59%), Norte (74,90%), Centro-Oeste (72,69%), Sul (64,52%) e Sudeste (52,88%). E no acumulado dos √ļltimos 12 meses, por sua vez, os resultados foram: Nordeste (122,36%), Norte (111,49%), Centro-Oeste (99,25%), Sul (83,73%) e Sudeste (78,94%).

Participação do e-commerce no comércio varejista

Em dezembro de 2020, o¬†com√©rcio eletr√īnico¬†representou 7,8% do com√©rcio varejista restrito (exceto ve√≠culos, pe√ßas e materiais de constru√ß√£o). No acumulado dos √ļltimos 12 meses, nota-se que a participa√ß√£o do e-commerce no com√©rcio varejista corresponde a 9,6%. Vale destacar que esse indicador foi feito a partir da √ļltima Pesquisa Mensal do Com√©rcio do IBGE, divulgado no dia 10 de fevereiro.

Categorias

De acordo com o levantamento, em dezembro de 2020, a composi√ß√£o de compras realizadas pela internet, por segmento, ficou da seguinte forma: equipamentos e materiais para escrit√≥rio, inform√°tica e comunica√ß√£o (41,9%); m√≥veis e eletrodom√©sticos (26,2%); e tecidos, vestu√°rio e cal√ßados (11,5%). Na sequ√™ncia, artigos farmac√™uticos, m√©dicos, ortop√©dicos, de perfumaria e cosm√©ticos (7,5%), outros artigos de usos pessoal e dom√©stico (7,1%); hipermercados, supermercados, produtos aliment√≠cios, bebidas e fumo (3,4%); e, por √ļltimo, livros, jornais, revistas e papelaria (2,4%). Esse indicador tamb√©m utiliza a Pesquisa Mensal do Com√©rcio do IBGE como base.

Consumidores online

Outra métrica avaliada pelo MCC-ENET revela que, no trimestre de outubro a dezembro de 2020, 18,4% dos internautas brasileiros realizaram ao menos uma compra online. Observa-se uma alta de 0,5 p.p em relação ao trimestre anterior (17,9%). Já na comparação com o mesmo período em 2019 (13,7%), houve crescimento de 4,7 p.p.

Metodologia do MCC-ENET

Os √≠ndices mensais v√™m da compara√ß√£o dos dados do √ļltimo m√™s vigente em rela√ß√£o ao per√≠odo base (m√©dia de 2017). Para compor o √≠ndice, o Neotrust | Compre & Confie coleta 100% de todas as vendas reais de grande parte do mercado de e-commerce brasileiro, utilizando adicionalmente processos estat√≠sticos para composi√ß√£o das informa√ß√Ķes do mercado total do com√©rcio eletr√īnico brasileiro. Tamb√©m s√£o utilizadas informa√ß√Ķes dos indicadores econ√īmicos nacionais do IBGE, IPEA e FGV.

N√£o est√£o contabilizados no MCC-ENET dados dos sites MercadoLivre, OLX e Webmotors, al√©m do setor de viagens e turismo, an√ļncios e aplicativos de transportes e alimenta√ß√£o, pois ainda n√£o s√£o monitorados pela Neotrust | Movimento Compre & Confie.

Clique aqui para acessar o estudo completo: https://www.mccenet.com.br/

Fonte: e-commerce Brasil

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Pela primeira vez, varejo online deve superar o varejo físico na China

Pa√≠s mais populoso do mundo e considerado um dos grandes ber√ßos do e-commerce, a China est√° bem pr√≥xima de registrar um novo grande feito no com√©rcio eletr√īnico. Em 2021, pela primeira vez na hist√≥ria, o varejo online deve superar o varejo f√≠sico e se tornar uma das principais for√ßas econ√īmicas internas do pa√≠s.

Segundo estudo da eMarketer, o varejo online deve representar 52,1% de todas as vendas no valor (em valor) em 2021. O instituto mostra que as vendas online chinesas devem acelerar acentuadamente dos 44,8% do total alcançado em 2020.

O n√ļmero √© extremamente representativo. A China est√° t√£o disparada no varejo online que a Coreia do Sul, segunda no ranking, deve ter 28,9% do total de vendas do varejo via e-commerce. O Reino Unido vem em terceiro lugar, com um varejo online que deve representar 28,3% do total neste ano.

Leia também: Exemplos da China: IA, tecnologias e experiências que podem inspirar os lojistas brasileiros

Segundo a eMarketer h√° v√°rios fatores por tr√°s do boom. Um √© o com√©rcio social. A estimativa √© que ele tenha crescido 44,1% na China no ano passado e cres√ßa mais 35,5% neste ano, atingindo 363,26 bilh√Ķes de d√≥lares.

Os ‚ÄúMini Programs‚ÄĚ do WeChat se tornaram ‚Äúonipresentes‚ÄĚ, uma vez que o aplicativo da Tencent est√° na China h√° quase uma d√©cada. Mas foi ‚Äúapenas recentemente que sua interface come√ßou a facilitar o com√©rcio eletr√īnico de terceiros‚ÄĚ, de acordo com o eMarketer.

A eMarketer prev√™ um crescimento de 11% nas vendas online no pr√≥ximo ano e espera que a barreira de 3 trilh√Ķes de d√≥lares nas vendas de e-commerce seja ultrapassada em 2022.

Fonte: e-commerce Brasil

Vitrine da Lojas Americanas, no Shopping Iguatemi.

Lojas Americanas e B2W estudam combina√ß√£o de opera√ß√Ķes

As Lojas Americanas e a B2W anunciaram na sexta-feira (19) que v√£o criar comit√™s especiais independentes para avaliarem uma combina√ß√£o de suas opera√ß√Ķes no momento em que os impactos das medidas de isolamento social catapultaram o com√©rcio eletr√īnico.

As empresas anunciaram que a combinação como Universo Americanas e não deram detalhes sobre quando os estudos poderão ser concluídos e assembleias de acionistas serem convocadas.

A B2W √© atualmente controlada pela Lojas Americanas em 62,5%. A companhia possui alguns dos principais sites de com√©rcio eletr√īnico do pa√≠s, como Submarino, al√©m de uma relevante opera√ß√£o digital de pagamentos, a Ame.

Omnichannel mais amplo
Ambas as companhias já vinham há meses anunciando parcerias entre si para a criação do chamado omnichannel, em que clientes podem fazer compras pela internet e optarem pela retirada de produtos em lojas físicas ou usarem infraestrutura de lojas como pequenos centros de armazenagem de produtos.

Em apresenta√ß√£o sobre os prop√≥sitos da opera√ß√£o, as companhias afirmaram que a combina√ß√£o criar√° um ‚Äúpoderoso motor de fus√Ķes e aquisi√ß√Ķes‚ÄĚ.

Juntas, as empresas possuem uma rede de 1.700 lojas f√≠sicas em 750 cidades do pa√≠s e um marketplace online com mais de 87 mil vendedores. As companhias tamb√©m citaram que a uni√£o poder√° criar um ‚Äúpoderoso neg√≥cio‚ÄĚ de publicidade integrado, reunindo fornecedores, vendedores e outros parceiros.

Leia também: Americanas diminui prazo de entrega para compras internacionais

Fonte: e-commerce Brasil

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E-commerce brasileiro cresceu 75% em 2020, indica Mastercard SpendingPulse

As vendas do e-commerce brasileiro durante o ano de 2020 ‚ÄĒ de janeiro a dezembro ‚ÄĒ cresceram 75% em compara√ß√£o com o mesmo per√≠odo de 2019, segundo o Mastercard SpendingPulse. O √≠ndice mede os gastos dos consumidores em todos os tipos de pagamento, incluindo dinheiro e cheque.

Impulsionado pelo distanciamento social, que teve in√≠cio no Brasil em mar√ßo de 2020, e os novos protocolos de sa√ļde da OMS, os setores que mais se destacaram no comparativo ano a ano foram: hobby & livrarias, com um crescimento de 110%, e o de drogaria, com alta de 88,7%.

‚ÄúSabemos que esse crescimento exponencial do e-commerce foi intensamente acelerado pelo distanciamento social que vivemos em 2020 e a cont√≠nua necessidade do consumidor em comprar mesmo sem sair de casa‚ÄĚ, afirma Jo√£o Pedro Paro Neto, presidente da Mastercard no Brasil e ConeSul.

‚Äú√Ä medida que a realidade da pandemia e as novas preocupa√ß√Ķes com higiene entraram na vida do consumidor, as compras online se tornaram um modo de vida para quase tudo.‚ÄĚ, completa o executivo.

J√° o varejo f√≠sico brasileiro registrou expans√£o de 0,2% no ano de 2020 em compara√ß√£o com 2019 ‚ÄĒ um n√ļmero pequeno, mas positivo e que demonstra um crescimento importante para setor.

Fonte: E-commerce Brasil

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YouTube testa venda direta de produtos que aparecem nos vídeos

O YouTube¬†est√° testando uma maneira de fazer com que as pessoas possam comprar produtos apresentados nos v√≠deos diretamente pela plataforma. O recurso em si n√£o √© novo ‚Äď o¬†Instagram¬†j√° faz isso, por exemplo ‚Äď e √© uma evolu√ß√£o de uma outra ferramenta do site, testada em abril, que mostrava detalhes dos produtos na tela.

‚ÄúEspectadores ver√£o uma lista dos produtos apresentados clicando no √≠cone da sacola de compras no canto inferior esquerdo do v√≠deo. A partir da√≠, poder√£o explorar a p√°gina de cada produto para ver mais informa√ß√Ķes, v√≠deos relacionados e op√ß√Ķes de compra‚ÄĚ, explica o YouTube.

A novidade, por enquanto, est√° restrita a um n√ļmero limitado de criadores dos Estados Unidos. Em outubro, um porta-voz do YouTube disse ao site Bloomberg que a plataforma estava testando uma nova integra√ß√£o com a¬†Shopify¬†para vendas. N√£o est√° claro como o site geraria receita a partir da ferramenta, mas, nas assinaturas de membros dos canais, o YouTube leva uma comiss√£o de 30%.

Youtube e e-commerce

De maneira geral, o¬†Google¬†tem tido pouco sucesso no¬†e-commerce. A empresa tem preferido focar em venda de an√ļncios que direcionam as pessoas a outras lojas digitais, em vez de vender os produtos ela mesma. Por√©m, a pandemia de¬†Covid-19¬†afetou os or√ßamentos de marketing das empresas, principalmente nos setores de viagens e varejo f√≠sico, que s√£o os principais anunciantes do Google.

Por outro lado, o¬†com√©rcio eletr√īnico¬†vem crescendo na medida em que as pessoas ficam mais tempo em casa, comprando mais produtos online. Uma pesquisa da RBC Capital com profissionais de marketing revelou o ‚Äúcom√©rcio social‚ÄĚ como uma √°rea importante para companhias como Facebook e o¬†Pinterest.

H√° meses, os executivos do Google sinalizam que o YouTube ser√° fundamental para sua estrat√©gia de com√©rcio eletr√īnico. O CEO da empresa, Sundar Pichai, j√° sugeriu que v√≠deos de unboxing ‚ÄĒ quando algu√©m abre as embalagens dos produtos ‚ÄĒ poderiam ser transformado em √≥timas oportunidade de compra. Outras categorias populares, como tutoriais de maquiagem e culin√°ria tamb√©m serviriam como vitrine para os produtos.

Fonte: Olhar Digital

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Dona do TikTok lança serviço de pagamento na China

A ByteDance¬†lan√ßou recentemente um servi√ßo de pagamento para a vers√£o chinesa do¬†TikTok, o Douyin Pay, ampliando fontes de receita no com√©rcio eletr√īnico na China.

‚ÄúA ferramenta¬†Douyin Pay¬†visa complementar as principais op√ß√Ķes de pagamento existentes e, em √ļltima an√°lise, melhorar a experi√™ncia do usu√°rio‚ÄĚ, disse o TikTok em comunicado √† Reuters na ter√ßa-feira (19).

Os mais de 600 milh√Ķes de usu√°rios ativos por dia do Douyin, anteriormente podiam usar o¬†Alipay, do¬†Ant Group, e o¬†WeChat Pay, da¬†Tencent, os dois canais de pagamento em dispositivos m√≥veis onipresentes do pa√≠s, para comprar presentes virtuais para transmiss√Ķes ao vivo ou itens de lojas da plataforma.

O fundador e presidente-executivo da ByteDance, Zhang Yiming, ampliou a capacidade da empresa em atuar no mercado de pagamentos na China ao adquirir a Wuhan Hezhong Yibao Technology no ano passado.

A Hezhong Yibao obteve uma licença de pagamento a terceiros do banco central em 2014.

TikTok de olho na receita

O Douyin √© o principal gerador de receita da ByteDance. Ele oferece um vislumbre do que o TikTok pode vir a se tornar, √† medida que Douyin come√ßou a vender mercadorias em 2017 e agora possui uma opera√ß√£o de¬†com√©rcio eletr√īnico¬†em crescimento, na qual centenas de milh√Ķes de usu√°rios fazem compras diariamente.

A expans√£o da ByteDance ocorre em um momento em que reguladores financeiros da China est√£o intensificando a supervis√£o das fintechs, especialmente empresas como o Ant Group.

O setor de pagamentos da China é dominado pela Alipay e pelo WeChat Pay, com o primeiro tendo 55,39% do mercado total no segundo trimestre do ano passado, de acordo com a empresa de pesquisa de mercado Analysys.

Fonte: Money Times, com Reuters