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Tinder terá opção para investigar se usuário já foi acusado de assédio sexual

O plano é coibir a prática de violência sexual entre usuários do aplicativo de relacionamento

A investiga√ß√£o ser√° feita a partir de um servi√ßo prestado pela Garbo, organiza√ß√£o sem fins lucrativos que ‚Äúfaz a coleta de registros p√ļblicos e relat√≥rios envolvendo viol√™ncia ou abuso, incluindo pris√Ķes, condena√ß√Ķes, ordens de restri√ß√£o, ass√©dio e outros crimes violentos‚ÄĚ, segundo esta postagem.

O plano do Match Group, que realizou um investimento de valor não revelado na Garbo, é simples: tornar o ambiente digital (e o real) mais seguro para os usuários de aplicativos de relacionamento.

Apesar de a Garbo ter acesso a uma base de dados que envolve um n√ļmero muito maior de usu√°rios com antecedentes criminais, a organiza√ß√£o n√£o ir√° divulgar detalhes de pessoas acusadas de crimes menores e que n√£o est√£o relacionados com ass√©dio ou abuso sexual, como posse de drogas.

A Match ainda n√£o deu muitos detalhes de como o servi√ßo vai funcionar nem de quando ele ser√° ativado. Sabe-se que a pesquisa poder√° ser feita utilizando apenas o nome completo ou com a combina√ß√£o do primeiro nome e do n√ļmero de telefone. N√£o est√° claro se o recurso ser√° disponibilizado para todos os usu√°rios ou apenas aqueles com planos pagos do Tinder.

Al√©m do Tinder, outras marcas da empresa, como os aplicativos¬†OkCupid,¬†Hinge¬†¬†Match, tamb√©m dever√£o contar com recurso. Por se tratar da coleta de dados p√ļblicos, √© poss√≠vel que o recurso n√£o esteja dispon√≠vel em todos os pa√≠ses, apenas naqueles nos quais essas informa√ß√Ķes poder√£o ser coletadas legalmente pela Garbo ou por outra empresa parceira do Tinder.

Fonte: Exame

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Clubhouse pode ser aposta do marketing para os negócios; veja dicas

Com boom nas √ļltimas semanas, rede social entrou no radar de marcas e empresas, mas traz “mundo novo” aos profissionais de marketing

Quando a rede social Clubhouse caiu nas gra√ßas dos brasileiros nas √ļltimas semanas, a montadora Audi n√£o perdeu tempo. Usou a rede social como mais um dos espa√ßos que a Internet garante para os neg√≥cios contarem suas hist√≥rias e tentar gerar algum impacto.

O Clubhouse funciona como um f√≥rum, em que diversas salas tem√°ticas s√£o criadas para discuss√Ķes simult√Ęneas, sobre algum tema espec√≠fico. Tudo por voz. Uma boa forma de defini-lo √© um ‚Äúpodcast ao vivo‚ÄĚ.

Os usuários podem seguir clubes que discutem assuntos que são do seu interesse e buscar salas dentro de temas gerais como esportes, religião, línguas e tecnologia.

Apesar de o aplicativo ter sido desenhado para pessoas, ele pode ser uma oportunidade para marcas.

Pessoas ser√£o porta-vozes

O Clubhouse ainda n√£o tem, por√©m, um perfil espec√≠fico para p√°ginas institucionais, de empresas e neg√≥cios. O foco √© realmente nas pessoas. Isso pode estimular que as marcas adotem posturas de utilizar os funcion√°rios como porta-vozes, personificando sua identidade e estimulando discuss√Ķes de impacto para seus neg√≥cios.

A sala promovida pela Audi na √ļltima semana foi sobre o futuro dos carros el√©tricos, com a presen√ßa de funcion√°rios da empresa, que tem em sua descri√ß√£o a ocupa√ß√£o no trabalho. Na vis√£o do diretor de comunica√ß√£o e marketing da Audi Brasil, a rede social tem um perfil profissional.

‚ÄúQualquer fala que eu tenha ali dentro √© associada √† Audi, a responsabilidade √© grande. Eu acho muito bacana que a rede social exija que seja um perfil pessoal. Como √© uma plataforma de √°udio, vai ter sempre algu√©m falando como a marca. N√£o d√° para ter um ‚Äėghost‚Äô ou um rob√ī por tr√°s‚ÄĚ, explica Cl√°udio Rawicz.

Entre as dicas para os profissionais que estão entrando na rede, Rawicz afirma que é importante perguntar para a organização se a pessoa pode entrar ali com o título profissional.

De acordo com a Rawicz, a decis√£o de entrar com seu perfil na rede social em nome da Audi, j√° que o Clubhouse n√£o permite ainda perfis institucionais, foi para testar e experimentar a rede.

‚ÄúEu achei o Clubhouse interessante porque ali tinha um p√ļblico qualificado, potenciais clientes para a Audi. Ali, discutimos quest√Ķes al√©m da marca, mas conseguimos at√© gerar interesse de um dos participantes em fazer um teste-drive com um caro‚ÄĚ

Apesar do entusiasmo e de confirmar que a Audi seguirá com novas salas, Rawicz admite que o formato foi beta. Ele destaca também que as pessoas que entrarem ali em nome de suas empresas ou marcas devem estar treinadas para representá-las. Há que se atentar para a responsabilidade de entrar ali como porta-voz.

Pioneirismo ou cautela?

Uma encruzilhada que algumas marcas podem se ver, e que explica por que a maioria ainda não entrou no aplicativo, é a oposição entre já entrar no Clubhouse para ser pioneiro ou fazer a entrada com algum planejamento, ou até esperar que a rede crie políticas e possibilite perfis institucionais.

‚ÄúAs marcas est√£o tateando ainda, e isso √© aos poucos. Est√£o aprendendo, vendo o que funciona e o que funciona. Ao mesmo tempo, tem a quest√£o do ineditismo e do pioneirismo. A plataforma √© muito barata e f√°cil. N√£o demanda pr√©-produ√ß√£o, c√Ęmera. Outro ponto legal √© que as conversas s√£o nichadas‚ÄĚ, explica o professor de marketing do Insper e da PUC-RS Renato Mendes.

Sem filtro

Apesar de ter a op√ß√£o de salas em que s√≥ pessoas definidas podem falar, o Clubhouse acaba sendo uma rede social sem filtros quando algu√©m ‚Äúlevanta a m√£o‚ÄĚ e √© autorizado a falar. Isso pode ser um problema para empresas mais sens√≠veis √† exposi√ß√£o;

‚ÄúO marketing costuma n√£o gostar de surpresas. Entrar no Clubhouse envolve aceitar que isso envolve riscos‚ÄĚ, opina Renato Mendes.

Para o diretor de comunicação da Audi, as empresas têm que entender essa vulnerabilidade de forma natural e lidar com com algum comentário negativo que possa vocalizado da mesma forma que elas lidaram se ele fosse escrito.

Antes de entrar no Clubhouse, o professor Mendes destaca alguns pontos de reflex√£o para os profissionais de marketing.

Primeiro, é necessário se familiarizar com a rede, entendendo a etiqueta dela e como funciona.

Em segundo lugar, √© verificar se h√° ind√≠cios de que seu p√ļblico est√° ali dentro. Na vis√£o do professor Renato Mendes, a rede social parece ser frequentada por pessoas mais velhas. Como o aplicativo √© exclusivo para iPhones, h√° tamb√©m um corte de renda.

Em terceiro, também é importante checar qual tema se quer abordar e como explorar a audiência para isso.

Topo, meio ou fundo de funil?

No marketing, os canais e os conte√ļdos podem ser classificados conforme o seu prop√≥sito na jornada de compra do consumidor. Lives no Youtube e postagens em blogs sobre assuntos gen√©ricos, n√£o necessariamente ligados √† marca, s√£o o topo do funil, que atraem pessoas por aquele tema, e n√£o necessariamente pelo seu produto.

O Clubhouse tem uma voca√ß√£o para essa posi√ß√£o de topo de funil, segundo o professor Renato Mendes. √Č um lugar para criar refor√ßo de marca, com o chamado “awareness”. Ali, uma poss√≠vel convers√£o √© mais dif√≠cil.

Os indicadores (ou KPIs) que as marcas devem ficar atentas nesses casos s√£o a quantidade de pessoas impactadas.

Apesar de reconhecer que a vocação do Clubhouse é de topo de funil, o diretor de comunicação da Audi vê a possibilidade de explorar as outras etapas também: a do meio e a do fundo do funil.

‚ÄúVoc√™ pode usar o Clubhouse para qualquer etapa. No topo do funil, voc√™ pode usar discuss√Ķes gen√©ricas, como a era dos carros el√©tricos. J√° na pr√≥xima etapa, de considera√ß√£o, poder√≠amos criar uma sala falando sobre um produto espec√≠fico, como o novo Audi A4″.

E o futuro?

A pergunta que fica é se a rede social conseguirá manter o apelo depois do frenesi inicial, causado principalmente pela entrada de personalidades como Elon Musk.

Como a rede √© exclusiva para o sistema operacional iOS, da Apple, ainda pode ter um forte crescimento de p√ļblico se decidir funcionar nos sistemas Android.

Independentemente se ela veio para ficar ou não, as marcas devem começar a entrar nela mais fortemente nas próximas semanas, segundo Renato Mendes, que já foi procurado por empresas para prestar assessoria.

As li√ß√Ķes que ficaram para a Audi, ap√≥s a primeira experi√™ncia, foram positivas. Segundo Cl√°udio, ele viu que √© poss√≠vel utilizar aquele canal como ferramenta de marketing. Al√©m da Audi, outras marcas brasileiras que j√° est√£o tateando a rede social s√£o a Nestl√© e a corretora Genial Investimentos.

A Diageo, que produz bebidas como o Whisky Johnnie Walker, estreia no aplicativo nesta sexta-feira.

Assim como a maioria das outras marcas, ela entra no Clubhouse sem um perfil institucional, mas utilizando pessoas para iniciar uma discussão sobre diversos assuntos como sustentabilidade, diversidade, o papel da inteligência artificial e o consumo responsável de bebidas alcóolicas. Vão participar da sala Astrid Fontenelle, João Vicente de Castro e executivos da empresa.

Fonte: Exame

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Clubhouse: por que devo entrar nesta nova rede? Stock Pickers responde

Coffee & Stocks desta segunda falar√° da nova rede social onde as pessoas s√≥ podem conversar por √°udio; participe enviando suas d√ļvidas!

(CONDADO DA FARIA LIMA) ‚Äď ‚ÄúMais uma rede social? Isso √© tudo que N√ÉO preciso‚ÄĚ.¬†Aposto que essa foi a primeira rea√ß√£o de muitos que ouviram falar do Clubhouse. Mas o fato √© que tem bastante gente usando (e gostando!) desta nova rede social, focada exclusivamente em conversas de √°udio.

O¬†Stock Pickers¬†n√£o s√≥ resolveu testar o Clubhouse como tamb√©m faremos o¬†‚ÄúCoffee & Stocks‚Ä̬†desta segunda-feira (8) focado em falar sobre a usabilidade deste app e se ele ser√° √ļtil (ou n√£o) na sua rotina.

O Coffee & Stocks é sempre ao vivo às 8 da manhã (horário de Brasília) no youtube do Stock Pickers. O entrevistado será Lucas Lameiras, um dos fundadores do BRASA Talks e que estudou e mora em Londres e já usa o app há tempo suficiente para nos dar várias dicas.

(Inclusive, no teste que fizemos s√°bado pra conhecer o Clubhouse, o Lucas j√° nos deu v√°rias dicas de como potencializar o uso da plataforma. Repassaremos ela durante a nossa live).

Aos que já estão no Clubhouse: também transmitiremos o papo desta segunda no meu perfil no Clubhouse (Thiago Salomão).

Mas, o que é o Clubhouse?

Uma boa defini√ß√£o do Clubhouse √© uma esp√©cie de ‚Äúpodcast live‚Äú: os usu√°rios podem acessar diversas salas e acompanhar conversas de outras pessoas sobre qualquer assunto. Voc√™ pode ser chamado para o ‚Äėpalco‚Äô e falar ou apenas ficar como ouvinte e ver quais s√£o as outras pessoas que est√£o dentro da sala. Tudo √© por voz: n√£o h√° text√Ķes, curtidas, compartilhamentos, nada disso‚Ķ ou voc√™ est√° falando ou est√° escutando algu√©m.

O que tem gerado frenesi com esse aplicativo √© a possibilidade de acompanhar conversas soltas com grandes personalidades mundo afora. √Č o caso de Mark Zuckerberg ou Elon Musk, que apareceram no programa ‚ÄúThe Good Time Show‚ÄĚ, transmitido no pr√≥prio Clubhouse.

O Clubhouse foi criado em mar√ßo de 2020 por Paul Davison e Rohan Seth (ex-funcion√°rios do Google). De dezembro pra c√° passou de 600 mil para 6 milh√Ķes de usu√°rios e j√° est√° avaliado em mais de US$ 1 bilh√£o.

Acesso restrito e só via iOs (por enquanto)
Um detalhe: você só pode entrar no Clubhouse se for convidado por algum usuário e o app só funciona em iOs (se você não tem iPhone, espere mais um pouco para testar a ferramenta).

Ainda √© muito cedo dizer que essa rede social ser√° a nova sensa√ß√£o, mas j√° √© poss√≠vel perceber muita acessibilidade principalmente para quem trabalha com conte√ļdo sonoro, como podcasts (por isso mesmo, o Stock Pickers est√° ‚Äúdemarcando territ√≥rio‚ÄĚ por ali).

Mande suas d√ļvidas!
Se voc√™ quer saber mais, n√£o deixe de acompanhar nossa live nesta segunda √†s 8 da manh√£. Envie suas d√ļvidas chat que tentaremos responder todas elas!

Fonte: Infomoney

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Birdwatch: Twitter anuncia novo programa piloto de checagem de fatos

Na busca por combater a desinformação e as fake news em sua plataforma, o Twitter lançou, na segunda-feira (25), o programa Birdwatch. Inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, o projeto-piloto reunirá cerca de mil usuários, que poderão adicionar notas e contextos informativos em tuítes considerados enganosos.

De acordo com um post de Keith Coleman, vice-presidente de produto do Twitter, no blog da companhia, a inten√ß√£o n√£o √© dar um veredito de ‚Äúverdadeiro‚ÄĚ ou ‚Äúfalso‚ÄĚ ao tu√≠te, mas sim, possibilitar que a pr√≥pria comunidade forne√ßa contexto √ļtil para melhor o entendimento e a avalia√ß√£o da publica√ß√£o.

‚ÄúAcreditamos que essa abordagem tem o potencial de responder rapidamente quando informa√ß√Ķes enganosas se espalham, adicionando contexto em que as pessoas confiam e consideram valioso‚ÄĚ, diz a postagem.

Primeiramente, o usu√°rio do Birdwatch classificar√° o tu√≠te duvidoso ‚ÄĒ os participantes do piloto tamb√©m poder√£o adicionar notas em tu√≠tes de outros usu√°rios do programa. ‚ÄúCont√©m um erro factual‚ÄĚ, ‚ÄúApresenta uma afirma√ß√£o n√£o verificada como um fato‚ÄĚ e ‚ÄúTrata-se de uma piada ou s√°tira que pode ser interpretada erronamente como um fato‚ÄĚ s√£o alguns exemplos.

Depois, o usuário poderá classificar os danos que o tuíte pode causar e deverá postar um contra-argumento para a publicação, dando mais contexto ou apresentando novos fatos à postagem.

Exemplo de nota na plataforma Birdwatch, do Twitter
Exemplo de notas postadas em tuítes duvidosos na plataforma Birdwatch. Foto: Twitter/Reprodução

Todos os dados contribuídos para o Birdwatch estarão disponíveis publicamente e poderão ser baixados em arquivos TSV. Já os algoritmos usados para impulsionar o programa serão publicados no Guia do Birdwatch, disponível na página GitHub do Twitter.

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YouTube testa venda direta de produtos que aparecem nos vídeos

O YouTube¬†est√° testando uma maneira de fazer com que as pessoas possam comprar produtos apresentados nos v√≠deos diretamente pela plataforma. O recurso em si n√£o √© novo ‚Äď o¬†Instagram¬†j√° faz isso, por exemplo ‚Äď e √© uma evolu√ß√£o de uma outra ferramenta do site, testada em abril, que mostrava detalhes dos produtos na tela.

‚ÄúEspectadores ver√£o uma lista dos produtos apresentados clicando no √≠cone da sacola de compras no canto inferior esquerdo do v√≠deo. A partir da√≠, poder√£o explorar a p√°gina de cada produto para ver mais informa√ß√Ķes, v√≠deos relacionados e op√ß√Ķes de compra‚ÄĚ, explica o YouTube.

A novidade, por enquanto, est√° restrita a um n√ļmero limitado de criadores dos Estados Unidos. Em outubro, um porta-voz do YouTube disse ao site Bloomberg que a plataforma estava testando uma nova integra√ß√£o com a¬†Shopify¬†para vendas. N√£o est√° claro como o site geraria receita a partir da ferramenta, mas, nas assinaturas de membros dos canais, o YouTube leva uma comiss√£o de 30%.

Youtube e e-commerce

De maneira geral, o¬†Google¬†tem tido pouco sucesso no¬†e-commerce. A empresa tem preferido focar em venda de an√ļncios que direcionam as pessoas a outras lojas digitais, em vez de vender os produtos ela mesma. Por√©m, a pandemia de¬†Covid-19¬†afetou os or√ßamentos de marketing das empresas, principalmente nos setores de viagens e varejo f√≠sico, que s√£o os principais anunciantes do Google.

Por outro lado, o¬†com√©rcio eletr√īnico¬†vem crescendo na medida em que as pessoas ficam mais tempo em casa, comprando mais produtos online. Uma pesquisa da RBC Capital com profissionais de marketing revelou o ‚Äúcom√©rcio social‚ÄĚ como uma √°rea importante para companhias como Facebook e o¬†Pinterest.

H√° meses, os executivos do Google sinalizam que o YouTube ser√° fundamental para sua estrat√©gia de com√©rcio eletr√īnico. O CEO da empresa, Sundar Pichai, j√° sugeriu que v√≠deos de unboxing ‚ÄĒ quando algu√©m abre as embalagens dos produtos ‚ÄĒ poderiam ser transformado em √≥timas oportunidade de compra. Outras categorias populares, como tutoriais de maquiagem e culin√°ria tamb√©m serviriam como vitrine para os produtos.

Fonte: Olhar Digital

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WhatsApp adia atualização de recursos de negócios após polêmica sobre privacidade

O WhatsApp, do Facebook, est√° adiando a atualiza√ß√£o para uso em transa√ß√Ķes de neg√≥cios ap√≥s a preocupa√ß√£o de usu√°rios que ligada a mudan√ßas na pol√≠tica de privacidade.

Os usuários receberam uma notificação este mês de que o aplicativo de mensagens estava preparando uma nova política de privacidade e termos, e se reservou o direito de compartilhar alguns dados do usuários com o Facebook.

Isso gerou protestos globais e uma onda de novos usuários para aplicativos de mensagens privadas concorrentes, incluindo Telegram e Signal.

O WhatsApp disse na sexta-feira (15) que atrasaria o lançamento da nova política para maio e que a atualização estava focada em permitir que os usuários enviassem mensagens às empresas e que a atualização não afetaria as conversas pessoais, que continuarão a ter criptografia de ponta a ponta.

‚ÄúEsta atualiza√ß√£o n√£o expande nossa capacidade de compartilhar dados com o Facebook‚ÄĚ, disse em um comunicado.

‚ÄúEmbora nem todo mundo compre com uma empresa no WhatsApp hoje, achamos que mais pessoas escolher√£o faz√™-lo no futuro e √© importante que as pessoas conhe√ßam esses servi√ßos‚ÄĚ, disse.

Facebook e WhatsApp

O Facebook vem ampliando ferramentas de neg√≥cios no WhatsApp, √† medida que se move para aumentar a receita de unidades de maior crescimento, como WhatsApp e¬†Instagram, enquanto une a infraestrutura de com√©rcio eletr√īnico¬†da empresa.

O Facebook comprou o WhatsApp por US$ 19 bilh√Ķes em 2014, mas tem demorado para monetiz√°-lo. O aplicativo j√° compartilha certas categorias de dados pessoais, incluindo o n√ļmero de telefone e endere√ßo IP do usu√°rio, com o Facebook.

‚ÄúN√£o mantemos registros de quem est√° trocando mensagens ou ligando. Tamb√©m n√£o podemos ver sua localiza√ß√£o compartilhada e n√£o compartilhamos seus contatos com o Facebook‚ÄĚ, disse.

O WhatsApp disse em outubro que ofereceria compras no aplicativo por meio de lojas do Facebook e daria às empresas que usam as ferramentas de mensagens de atendimento ao cliente o poder de armazenar essas mensagens nos servidores do Facebook.

O WhatsApp disse na época que os bate-papos com uma empresa que usa o novo serviço de hospedagem não seriam protegidos pela criptografia de ponta a ponta do aplicativo.

Fonte: 6 Minutos, com Reuters

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6 dicas para aumentar o engajamento em suas redes sociais

A import√Ęncia das redes sociais j√° n√£o √© uma novidade para quem entende o papel do marketing digital hoje em dia. Mas, afinal, como realmente conseguir aumentar o engajamento e os resultados de uma marca?

Além disso, muitas vezes a gente nem sequer compreende o que seja um bom engajamento. Com certeza não tem a ver com curtidas ou compartilhamentos, embora esses possam ser alguns dos indícios.

No fundo, o engajamento verdadeiro s√≥ pode nascer da intera√ß√£o de qualidade que voc√™ mant√©m com o seu p√ļblico. Nem mesmo o n√ļmero de coment√°rios em uma postagem pode ser considerado um ind√≠cio infal√≠vel.

Imagine, por exemplo, que a marca pretende fazer uma campanha de captação de leads, então consegue fazer algo criativo, chama atenção e recebe um monte de curtidas, compartilhamentos e comentários. Porém, não consegue nenhum lead.

O que h√° de errado nesse tipo de caso? √Č bem simples: a marca n√£o se comunicou bem, n√£o conseguiu traduzir sua meta final em meios eficientes de marketing. N√£o conseguiu, enfim, estabelecer uma intera√ß√£o de qualidade com o p√ļblico.

Uma marca jamais vai conseguir crescer se não conseguir fazer com que as pessoas ajam conforme ela deseja. Ou seja, se a empresa não toma as rédeas da comunicação, ela perde em termos de engajamento e resultados.

Por isso, essa quest√£o √© muito mais abrangente do que parece, e envolve alguns conceitos como p√ļblico-alvo, personas, planejamento de m√©dio e longo prazo, tipos de linguagem e de gatilhos mentais, etc.

Então, se você quer conhecer as melhores dicas sobre como aumentar o engajamento das suas redes sociais de maneira sustentável, basta seguir adiante na leitura.

1. O poder de dominar as personas

Pense bem: em nossa vida pessoal, o que faz com que consideremos alguns como nossos amigos, outros apenas colegas e alguns não mais do que conhecidos? Tem a ver com o quanto nos conhecemos entre nós, certamente.

Na comunica√ß√£o de marketing √© igual, inclusive nas redes sociais. Voc√™ n√£o consegue impactar positivamente um p√ļblico de dieta para casal emagrecer se n√£o entender mais ou menos como eles pensam e o que esperam da sua solu√ß√£o.

At√© alguns anos atr√°s, o branding e o marketing s√≥ falavam, basicamente, em p√ļblico-alvo. Hoje, esse conceito foi aprofundado de modo incr√≠vel, por meio das personas, com as quais voc√™ desenvolve dois ou tr√™s perfis como se fossem personagens semi fict√≠cios.

Assim, voc√™ passa a ter uma clareza muito maior sobre como deve ser cada a√ß√£o ou campanha publicit√°ria, por ser capaz de falar a l√≠ngua do seu p√ļblico, tocando nas dores que ele tem e sugerindo uma solu√ß√£o que realmente o atraia.

As perguntas essenciais para montar as personas s√£o:

  • Onde meu cliente ideal est√°?
  • Quais redes sociais ele mais utiliza?
  • O que ele faz nas horas vagas?
  • O que ama em uma marca?
  • O que odeia que ocorra em suas compras?
  • Que tipo de conte√ļdo pode atra√≠-lo?

Note que perguntas assim v√£o muito al√©m do tradicional ‚Äúnome, idade, profiss√£o e endere√ßo‚ÄĚ. A√≠ √© que est√° o segredo, pois ao aplicar algo assim, seu conte√ļdo sobre paisagismo quintal dos fundos vai mobilizar o p√ļblico e trazer mais resultados.

O bacana é que, conhecendo a persona deste modo, não apenas a captação de leads e oportunidades irão aumentar (graças ao engajamento), mas também a fidelização de clientes e o pós-venda, trazendo melhorias até no médio e longo prazo.

2. Por dentro do marketing de conte√ļdo

As redes sociais s√£o o lugar por excel√™ncia do marketing de conte√ļdo. Voc√™ pode at√© utilizar estrat√©gias mais antigas de ‚Äúpromo√ß√Ķes arrasadoras‚ÄĚ, que exploram mais as vantagens do produto do que uma comunica√ß√£o de qualidade.

Mas n√£o √© poss√≠vel crescer de modo sustent√°vel fazendo apenas nisso. Portanto, a empresa que vende mala antiga decora√ß√£o ganha muito mais pontos quando traz conte√ļdos que agregam algum valor ao seu p√ļblico.

Às vezes, que tal falar não apenas sobre malas, mas sobre a função delas? Para que viajamos mesmo? A trabalho, esperando crescer na carreira; para realizarmos um sonho; podemos ir sozinhos, com um parceiro, com a família toda, etc.

Esse tipo de abordagem tende a personalizar a comunica√ß√£o. Tal como dicas pr√°ticas do tipo ‚Äú10 maneiras de preservar uma mala antiga e us√°-la como decora√ß√£o‚ÄĚ.¬†

Assim, você vai muito além de simplesmente postar por postar.

Uma dica interessante √© sobre usar as redes como ponte para outros conte√ļdos, como as produ√ß√Ķes do seu blog/vlog. Se voc√™ tem um artigo ou v√≠deo sobre microagulhamento no rosto, fa√ßa um link para quem quiser se aprofundar no assunto.

Isso vai refor√ßar sua autoridade e tamb√©m vai aumentar o engajamento dentro das pr√≥prias redes sociais, que foram o ve√≠culo que levou o visitante at√© um conte√ļdo mais completo.

3. O que é uma agenda editorial?

√Č verdade que as m√≠dias sociais representam o que h√° de mais din√Ęmico no mundo do marketing e dos neg√≥cios atualmente. Por√©m, isso pode causar uma confus√£o: a de achar que as postagens precisam nascer da correria, do improviso.

Nada mais falso e mais prejudicial. Se você trabalha com talão para sorteio, é claro que pode ter um imprevisto, e então mudar a ordem de uma postagem no dia a dia, mas é preciso ter uma agenda editorial pré-estabelecida.

Primeiramente, porque o p√ļblico se acostuma e j√° espera consumir seu conte√ļdo sempre no mesmo hor√°rio, ou nos mesmos dias da semana. Segundo, porque a qualidade da sua produ√ß√£o vai aumentar – e muito.

Na introdução falamos sobre esse problema, que é o de a marca acabar perdendo o fio condutor das suas próprias metas, e se deixar levar pelas novidades do momento.

Por isso, se a empresa lida com lipoescultura no quadril, e n√£o quer perder o controle e a capacidade de gerar oportunidades reais, ela precisa de um bom planejamento que garanta que ela est√° indo para o lugar certo.

Realmente, muitas empresas acabam caindo nesse tipo de dispers√£o, e depois culpam a internet por suas campanhas n√£o trazerem resultados.

4. CTAs e a linguagem do seu p√ļblico

Al√©m da qualidade do conte√ļdo, √© preciso que ele conte com alguns elementos t√©cnicos da linguagem do marketing digital, como os famosos CTAs, que s√£o os Call to Actions, ou seja, as ‚ÄúChamadas para A√ß√£o‚ÄĚ.

Assim, ao postar algo sobre agenda personalizada com nome, n√£o finalize sem deixar uma isca para o p√ļblico interagir com voc√™. Uma sugest√£o √© deixar um CTA como: ‚ÄúVoc√™ alguma vez j√° se esqueceu de algum compromisso por n√£o ter uma agenda?‚ÄĚ.

Isso não apenas chama atenção para suas agendas (ou qualquer produto que seja), como vai além e faz com que a pessoa queira interagir, impactando diretamente no engajamento que sua marca pode alcançar.

Isso tamb√©m refor√ßa a import√Ęncia de voc√™ falar a linguagem do seu p√ļblico. √Č natural demorar um tempo at√© encontrar o ponto exato entre a formalidade e a informalidade.

Mas saiba que na internet o jogo √© ‚Äúde um para um‚ÄĚ. Ou seja, o cliente quer ser tratado de modo customizado, como se a marca fosse uma amiga dele, e n√£o uma m√°quina fria. O que nos leva ao pr√≥ximo ponto, que √© fundamental.

5. Por que interagir com o p√ļblico?

Esqueça aquele mundo antigo dos SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente), que deixavam os clientes pendurados no telefone por horas a fio, esperando a atenção de um atendente.

Hoje tudo √© t√£o din√Ęmico que, se a marca n√£o tiver disponibilidade para interagir com o seu p√ļblico, √© melhor ela nem entrar nas redes sociais.

Afinal, se voc√™ publica algo sobre banner para academia, mas ignora as d√ļvidas sobre medidas, valores e prazos de entrega, como pode esperar algum engajamento?

As redes sociais vieram para provar que a participação e opinião do cliente é algo que realmente faz parte da rotina da empresa, então precisa estar integrado à estratégia.

6. B√īnus: onde meu p√ļblico-alvo est√°?

J√° vimos que o conceito de p√ļblico-alvo foi aprofundado com a estrat√©gia das personas. Mas, afinal, para que ele continua servindo?

Entre v√°rias de suas aplica√ß√Ķes, uma das mais importantes √© na hora de identificar, por exemplo, onde seus clientes ideias se encontram, j√° que as redes sociais se tornaram um oceano de oportunidades e modalidades diferentes.

H√° redes focadas em mensagens instant√Ęneas, ou em textos mais longos, ou ainda em multim√≠dias como fotos, imagens e v√≠deos. Outras lidam apenas com o mundo corporativo, e da√≠ em diante.

A própria natureza do seu produto já deve indicar isso, como o fato de que artes gráficas puxam mais para as redes de multimídia; assim como literatura, vestibular e redação se voltam para as mídias de texto.

Uma dica de ouro √© focar os esfor√ßos principais na rede que apresentar a maior sinergia com o seu p√ļblico. Voc√™ pode at√© marcar presen√ßa nas demais, por√©m, n√£o tente abra√ßar todas, ou acabaria perdendo a assertividade.

Com isso, vemos como essas seis dicas podem ajudar e muito na hora de uma marca aumentar seu engajamento e seus resultados nas mídias sociais.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde voc√™ pode encontrar centenas de conte√ļdos informativos sobre diversos segmentos.

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E-commerce ultrapassa moda e é novo líder em engajamento nas redes sociais

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da ind√ļstria n√£o se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da¬†Socialbakers,¬†plataforma l√≠der global em solu√ß√Ķes para a otimiza√ß√£o de performance corporativa em¬†redes sociais, a lideran√ßa absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de¬†e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.

J√° o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espa√ßo para outros segmentos, como √© o caso dos servi√ßos aliment√≠cios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posi√ß√Ķes no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos servi√ßos de delivery.

Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronav√≠rus acarretou em grandes mudan√ßas no comportamento das empresas e dos usu√°rios das redes sociais. ‚ÄúA pandemia acelerou a transforma√ß√£o digital em diversos setores e um n√ļmero cada vez maior de marcas v√£o entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percep√ß√£o √† constru√ß√£o de inten√ß√£o de compra e reten√ß√£o, em um mundo repleto de interconex√Ķes tecnol√≥gicas‚ÄĚ, explica.

Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.

Abaixo est√£o os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1 ‚Äď E-commerce ‚Äď 17,8% das intera√ß√Ķes
2 ‚Äď Varejo ‚Äď 15,2% das intera√ß√Ķes
3 ‚Äď Servi√ßos ‚Äď 9,3% das intera√ß√Ķes
4 ‚Äď Servi√ßos aliment√≠cios ‚Äď 9,3% das intera√ß√Ķes
5 ‚Äď Moda ‚Äď 7,5% das intera√ß√Ķes

Instagram

1 ‚Äď E-commerce ‚Äď 24,5% das intera√ß√Ķes
2 ‚Äď Moda ‚Äď 22,5% das intera√ß√Ķes
3 ‚Äď Varejo ‚Äď 14% das intera√ß√Ķes
4 ‚Äď Beleza ‚Äď 11,6% das intera√ß√Ķes
5 ‚Äď Servi√ßos ‚Äď 7,6% das intera√ß√Ķes

Metodologia do relatório

Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no in√≠cio do trimestre seguinte ao trimestre do relat√≥rio. Os dados s√£o extra√≠dos uma vez e n√£o s√£o atualizados entre as libera√ß√Ķes.

Fonte: e-commerce Brasil

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Facebook anuncia Shops no app principal e novos recursos para e-commerce

Com as medidas de distanciamento social, cerca de 85% da popula√ß√£o mundial faz compras online, de acordo com pesquisa do¬†Facebook. Nesta semana, a empresa lan√ßou o¬†Facebook Shops¬†para seu aplicativo e novos recursos para¬†com√©rcio eletr√īnico¬†tamb√©m no¬†Instagram.

À medida que o comportamento do consumidor mudava com a pandemia, a gigante das redes sociais investia em novos modelos de negócios para pequenos e grandes empresários.

‚ÄúQueremos tornar as compras mais f√°ceis para as pessoas e capacitar qualquer pessoa, desde um empreendedor at√© a maior marca, a usar nossos aplicativos para se conectar com os clientes e expandir seus neg√≥cios. √Č por isso que estamos criando novas maneiras para as pessoas comprarem em nossos aplicativos e fornecendo ferramentas para ajudar as empresas a vender online‚ÄĚ, diz o comunicado da empresa.

Shops, um espaço de compras do Facebook e Instagram, foi lançado em maio e, nas próximas semanas, será disponibilizado para qualquer empresa qualificada e adicionando recursos de personalização, mensagens e novos insights para ajudar as empresas a medir os resultados.

De acordo com comunicado da empresa, Shops √© uma maneira mais f√°cil de as empresas divulgarem seus produtos no Facebook e Instagram em um √ļnico lugar, facilitando tamb√©m a busca por novos neg√≥cios e produtos.

George Lee, diretor de Gerenciamento de Produtos, disse ao site TechCrunch que o objetivo √© criar algo que seja ‚Äúexclusivo para o aplicativo do Facebook e para a comunidade do Facebook‚ÄĚ. ‚ÄúIsso n√£o quer dizer que n√£o haja aprendizagem generalizada‚ÄĚ, disse ele. ‚Äú[Instagram Shop e Facebook Shop] provavelmente parecem um pouco diferentes no primeiro dia, e o objetivo n√£o √© que eles sejam c√≥pias da mesma experi√™ncia‚ÄĚ.

O Instagram lançou recentemente uma seção de Shops, onde os usuários podem navegar pelos produtos de suas marcas e criadores favoritos. O Instagram Shops chegou ao Brasil no final de julho.

Isenção de taxa

Os novos recursos anunciados pela empresa incluem novos layouts de design para apresentar produtos √ļnicos ou grupos de produtos em lojas, visualiza√ß√£o em tempo real das cole√ß√Ķes √† medida que s√£o projetadas, capacidade de criar lojas automaticamente para novos vendedores e novos insights para medir os resultados no Commerce Manager.

As lojas também terão uma nova opção de mensagens para os clientes enviarem uma mensagem aos vendedores através do Messenger, WhatsApp ou Instagram Direct.

No Instagram, a empresa disse que todos os vendedores nos Estados Unidos poder√£o usar o recurso de checkout do Instagram nas pr√≥ximas semanas, gerenciado pelo Commerce Manager do Facebook ou pelas plataformas de parceiros BigCommerce e Shopify (com mais integra√ß√Ķes planejadas). O Instagram isentar√° de sua taxa de venda para checkout no resto do ano.

A empresa também tem testado uma experiência de compra ao vivo, em que as empresas podem exibir produtos em um vídeo ao vivo, enquanto os consumidores podem navegar pelos produtos em destaque e fazer compras. O Instagram Live Shopping agora deve estar disponível para todos os vendedores que usam o Instagram Live Shopping nos Estados Unidos.

As informa√ß√Ķes s√£o do Computer World

Fonte: e-commerce Brasil

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Recurso de pagamentos no WhatsApp chega ao Brasil para pessoas físicas e pequenas empresas

Temos o grande prazer de anunciar que, a partir de hoje, os usuários no Brasil poderão utilizar o recurso de pagamentos no WhatsApp para enviar dinheiro com segurança e fazer pagamentos no comércio local diretamente em suas conversas no WhatsApp.

Mais de 10 milh√Ķes de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e j√° √© muito comum mandar um zap para essas empresas para tirar d√ļvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, al√©m de ver os produtos no cat√°logo, os clientes tamb√©m poder√£o fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento.

Al√©m disso, enviar dinheiro para seus amigos e familiares vai ser t√£o f√°cil quanto enviar uma mensagem, o que √© muito √ļtil quando estamos fisicamente distantes. Como o recurso de pagamentos no WhatsApp √© oferecido pelo Facebook Pay, no futuro, queremos que pessoas e empresas possam usar os mesmos dados de pagamento em toda a fam√≠lia de aplicativos do Facebook.

Um dos pilares da cria√ß√£o do recurso de pagamentos √© a seguran√ßa, e para evitar transa√ß√Ķes n√£o autorizadas, ser√° necess√°rio informar um PIN de 6 d√≠gitos ou usar a biometria do celular para autorizar cada transa√ß√£o. A princ√≠pio, nossos usu√°rios poder√£o utilizar cart√Ķes de d√©bito e cr√©dito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. Por√©m, nosso modelo de programa √© aberto e facilita a entrada de mais participantes no futuro. Todos os pagamentos ser√£o processados pela Cielo, l√≠der no setor de processamento de pagamentos no Brasil.

Pessoas físicas poderão enviar dinheiro e fazer compras no WhatsApp sem taxas. As empresas pagarão uma taxa de processamento para receber pagamentos de clientes, uma prática comum para comerciantes que aceitam pagamentos com cartão de crédito.

O recurso de pagamentos no WhatsApp será disponibilizado gradualmente a partir de hoje, e futuramente todos os usuários no Brasil poderão aproveitar seus benefícios.

Fonte: Whasapp