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Clubhouse pode ser aposta do marketing para os negócios; veja dicas

Com boom nas últimas semanas, rede social entrou no radar de marcas e empresas, mas traz “mundo novo” aos profissionais de marketing

Quando a rede social Clubhouse caiu nas graças dos brasileiros nas últimas semanas, a montadora Audi não perdeu tempo. Usou a rede social como mais um dos espaços que a Internet garante para os negócios contarem suas histórias e tentar gerar algum impacto.

O Clubhouse funciona como um fórum, em que diversas salas temáticas são criadas para discussões simultâneas, sobre algum tema específico. Tudo por voz. Uma boa forma de defini-lo é um “podcast ao vivo”.

Os usuários podem seguir clubes que discutem assuntos que são do seu interesse e buscar salas dentro de temas gerais como esportes, religião, línguas e tecnologia.

Apesar de o aplicativo ter sido desenhado para pessoas, ele pode ser uma oportunidade para marcas.

Pessoas serão porta-vozes

O Clubhouse ainda não tem, porém, um perfil específico para páginas institucionais, de empresas e negócios. O foco é realmente nas pessoas. Isso pode estimular que as marcas adotem posturas de utilizar os funcionários como porta-vozes, personificando sua identidade e estimulando discussões de impacto para seus negócios.

A sala promovida pela Audi na última semana foi sobre o futuro dos carros elétricos, com a presença de funcionários da empresa, que tem em sua descrição a ocupação no trabalho. Na visão do diretor de comunicação e marketing da Audi Brasil, a rede social tem um perfil profissional.

“Qualquer fala que eu tenha ali dentro é associada à Audi, a responsabilidade é grande. Eu acho muito bacana que a rede social exija que seja um perfil pessoal. Como é uma plataforma de áudio, vai ter sempre alguém falando como a marca. Não dá para ter um ‘ghost’ ou um robô por trás”, explica Cláudio Rawicz.

Entre as dicas para os profissionais que estão entrando na rede, Rawicz afirma que é importante perguntar para a organização se a pessoa pode entrar ali com o título profissional.

De acordo com a Rawicz, a decisão de entrar com seu perfil na rede social em nome da Audi, já que o Clubhouse não permite ainda perfis institucionais, foi para testar e experimentar a rede.

“Eu achei o Clubhouse interessante porque ali tinha um público qualificado, potenciais clientes para a Audi. Ali, discutimos questões além da marca, mas conseguimos até gerar interesse de um dos participantes em fazer um teste-drive com um caro”

Apesar do entusiasmo e de confirmar que a Audi seguirá com novas salas, Rawicz admite que o formato foi beta. Ele destaca também que as pessoas que entrarem ali em nome de suas empresas ou marcas devem estar treinadas para representá-las. Há que se atentar para a responsabilidade de entrar ali como porta-voz.

Pioneirismo ou cautela?

Uma encruzilhada que algumas marcas podem se ver, e que explica por que a maioria ainda não entrou no aplicativo, é a oposição entre já entrar no Clubhouse para ser pioneiro ou fazer a entrada com algum planejamento, ou até esperar que a rede crie políticas e possibilite perfis institucionais.

“As marcas estão tateando ainda, e isso é aos poucos. Estão aprendendo, vendo o que funciona e o que funciona. Ao mesmo tempo, tem a questão do ineditismo e do pioneirismo. A plataforma é muito barata e fácil. Não demanda pré-produção, câmera. Outro ponto legal é que as conversas são nichadas”, explica o professor de marketing do Insper e da PUC-RS Renato Mendes.

Sem filtro

Apesar de ter a opção de salas em que só pessoas definidas podem falar, o Clubhouse acaba sendo uma rede social sem filtros quando alguém “levanta a mão” e é autorizado a falar. Isso pode ser um problema para empresas mais sensíveis à exposição;

“O marketing costuma não gostar de surpresas. Entrar no Clubhouse envolve aceitar que isso envolve riscos”, opina Renato Mendes.

Para o diretor de comunicação da Audi, as empresas têm que entender essa vulnerabilidade de forma natural e lidar com com algum comentário negativo que possa vocalizado da mesma forma que elas lidaram se ele fosse escrito.

Antes de entrar no Clubhouse, o professor Mendes destaca alguns pontos de reflexão para os profissionais de marketing.

Primeiro, é necessário se familiarizar com a rede, entendendo a etiqueta dela e como funciona.

Em segundo lugar, é verificar se há indícios de que seu público está ali dentro. Na visão do professor Renato Mendes, a rede social parece ser frequentada por pessoas mais velhas. Como o aplicativo é exclusivo para iPhones, há também um corte de renda.

Em terceiro, também é importante checar qual tema se quer abordar e como explorar a audiência para isso.

Topo, meio ou fundo de funil?

No marketing, os canais e os conteúdos podem ser classificados conforme o seu propósito na jornada de compra do consumidor. Lives no Youtube e postagens em blogs sobre assuntos genéricos, não necessariamente ligados à marca, são o topo do funil, que atraem pessoas por aquele tema, e não necessariamente pelo seu produto.

O Clubhouse tem uma vocação para essa posição de topo de funil, segundo o professor Renato Mendes. É um lugar para criar reforço de marca, com o chamado “awareness”. Ali, uma possível conversão é mais difícil.

Os indicadores (ou KPIs) que as marcas devem ficar atentas nesses casos são a quantidade de pessoas impactadas.

Apesar de reconhecer que a vocação do Clubhouse é de topo de funil, o diretor de comunicação da Audi vê a possibilidade de explorar as outras etapas também: a do meio e a do fundo do funil.

“Você pode usar o Clubhouse para qualquer etapa. No topo do funil, você pode usar discussões genéricas, como a era dos carros elétricos. Já na próxima etapa, de consideração, poderíamos criar uma sala falando sobre um produto específico, como o novo Audi A4″.

E o futuro?

A pergunta que fica é se a rede social conseguirá manter o apelo depois do frenesi inicial, causado principalmente pela entrada de personalidades como Elon Musk.

Como a rede é exclusiva para o sistema operacional iOS, da Apple, ainda pode ter um forte crescimento de público se decidir funcionar nos sistemas Android.

Independentemente se ela veio para ficar ou não, as marcas devem começar a entrar nela mais fortemente nas próximas semanas, segundo Renato Mendes, que já foi procurado por empresas para prestar assessoria.

As lições que ficaram para a Audi, após a primeira experiência, foram positivas. Segundo Cláudio, ele viu que é possível utilizar aquele canal como ferramenta de marketing. Além da Audi, outras marcas brasileiras que já estão tateando a rede social são a Nestlé e a corretora Genial Investimentos.

A Diageo, que produz bebidas como o Whisky Johnnie Walker, estreia no aplicativo nesta sexta-feira.

Assim como a maioria das outras marcas, ela entra no Clubhouse sem um perfil institucional, mas utilizando pessoas para iniciar uma discussão sobre diversos assuntos como sustentabilidade, diversidade, o papel da inteligência artificial e o consumo responsável de bebidas alcóolicas. Vão participar da sala Astrid Fontenelle, João Vicente de Castro e executivos da empresa.

Fonte: Exame

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Clubhouse: por que devo entrar nesta nova rede? Stock Pickers responde

Coffee & Stocks desta segunda falará da nova rede social onde as pessoas só podem conversar por áudio; participe enviando suas dúvidas!

(CONDADO DA FARIA LIMA) – “Mais uma rede social? Isso é tudo que NÃO preciso”. Aposto que essa foi a primeira reação de muitos que ouviram falar do Clubhouse. Mas o fato é que tem bastante gente usando (e gostando!) desta nova rede social, focada exclusivamente em conversas de áudio.

O Stock Pickers não só resolveu testar o Clubhouse como também faremos o “Coffee & Stocks” desta segunda-feira (8) focado em falar sobre a usabilidade deste app e se ele será útil (ou não) na sua rotina.

O Coffee & Stocks é sempre ao vivo às 8 da manhã (horário de Brasília) no youtube do Stock Pickers. O entrevistado será Lucas Lameiras, um dos fundadores do BRASA Talks e que estudou e mora em Londres e já usa o app há tempo suficiente para nos dar várias dicas.

(Inclusive, no teste que fizemos sábado pra conhecer o Clubhouse, o Lucas já nos deu várias dicas de como potencializar o uso da plataforma. Repassaremos ela durante a nossa live).

Aos que já estão no Clubhouse: também transmitiremos o papo desta segunda no meu perfil no Clubhouse (Thiago Salomão).

Mas, o que é o Clubhouse?

Uma boa definição do Clubhouse é uma espécie de “podcast live“: os usuários podem acessar diversas salas e acompanhar conversas de outras pessoas sobre qualquer assunto. Você pode ser chamado para o ‘palco’ e falar ou apenas ficar como ouvinte e ver quais são as outras pessoas que estão dentro da sala. Tudo é por voz: não há textões, curtidas, compartilhamentos, nada disso… ou você está falando ou está escutando alguém.

O que tem gerado frenesi com esse aplicativo é a possibilidade de acompanhar conversas soltas com grandes personalidades mundo afora. É o caso de Mark Zuckerberg ou Elon Musk, que apareceram no programa “The Good Time Show”, transmitido no próprio Clubhouse.

O Clubhouse foi criado em março de 2020 por Paul Davison e Rohan Seth (ex-funcionários do Google). De dezembro pra cá passou de 600 mil para 6 milhões de usuários e já está avaliado em mais de US$ 1 bilhão.

Acesso restrito e só via iOs (por enquanto)
Um detalhe: você só pode entrar no Clubhouse se for convidado por algum usuário e o app só funciona em iOs (se você não tem iPhone, espere mais um pouco para testar a ferramenta).

Ainda é muito cedo dizer que essa rede social será a nova sensação, mas já é possível perceber muita acessibilidade principalmente para quem trabalha com conteúdo sonoro, como podcasts (por isso mesmo, o Stock Pickers está “demarcando território” por ali).

Mande suas dúvidas!
Se você quer saber mais, não deixe de acompanhar nossa live nesta segunda às 8 da manhã. Envie suas dúvidas chat que tentaremos responder todas elas!

Fonte: Infomoney

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Birdwatch: Twitter anuncia novo programa piloto de checagem de fatos

Na busca por combater a desinformação e as fake news em sua plataforma, o Twitter lançou, na segunda-feira (25), o programa Birdwatch. Inicialmente disponível apenas nos Estados Unidos, o projeto-piloto reunirá cerca de mil usuários, que poderão adicionar notas e contextos informativos em tuítes considerados enganosos.

De acordo com um post de Keith Coleman, vice-presidente de produto do Twitter, no blog da companhia, a intenção não é dar um veredito de “verdadeiro” ou “falso” ao tuíte, mas sim, possibilitar que a própria comunidade forneça contexto útil para melhor o entendimento e a avaliação da publicação.

“Acreditamos que essa abordagem tem o potencial de responder rapidamente quando informações enganosas se espalham, adicionando contexto em que as pessoas confiam e consideram valioso”, diz a postagem.

Primeiramente, o usuário do Birdwatch classificará o tuíte duvidoso — os participantes do piloto também poderão adicionar notas em tuítes de outros usuários do programa. “Contém um erro factual”, “Apresenta uma afirmação não verificada como um fato” e “Trata-se de uma piada ou sátira que pode ser interpretada erronamente como um fato” são alguns exemplos.

Depois, o usuário poderá classificar os danos que o tuíte pode causar e deverá postar um contra-argumento para a publicação, dando mais contexto ou apresentando novos fatos à postagem.

Exemplo de nota na plataforma Birdwatch, do Twitter
Exemplo de notas postadas em tuítes duvidosos na plataforma Birdwatch. Foto: Twitter/Reprodução

Todos os dados contribuídos para o Birdwatch estarão disponíveis publicamente e poderão ser baixados em arquivos TSV. Já os algoritmos usados para impulsionar o programa serão publicados no Guia do Birdwatch, disponível na página GitHub do Twitter.

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YouTube testa venda direta de produtos que aparecem nos vídeos

O YouTube está testando uma maneira de fazer com que as pessoas possam comprar produtos apresentados nos vídeos diretamente pela plataforma. O recurso em si não é novo – o Instagram já faz isso, por exemplo – e é uma evolução de uma outra ferramenta do site, testada em abril, que mostrava detalhes dos produtos na tela.

“Espectadores verão uma lista dos produtos apresentados clicando no ícone da sacola de compras no canto inferior esquerdo do vídeo. A partir daí, poderão explorar a página de cada produto para ver mais informações, vídeos relacionados e opções de compra”, explica o YouTube.

A novidade, por enquanto, está restrita a um número limitado de criadores dos Estados Unidos. Em outubro, um porta-voz do YouTube disse ao site Bloomberg que a plataforma estava testando uma nova integração com a Shopify para vendas. Não está claro como o site geraria receita a partir da ferramenta, mas, nas assinaturas de membros dos canais, o YouTube leva uma comissão de 30%.

Youtube e e-commerce

De maneira geral, o Google tem tido pouco sucesso no e-commerce. A empresa tem preferido focar em venda de anúncios que direcionam as pessoas a outras lojas digitais, em vez de vender os produtos ela mesma. Porém, a pandemia de Covid-19 afetou os orçamentos de marketing das empresas, principalmente nos setores de viagens e varejo físico, que são os principais anunciantes do Google.

Por outro lado, o comércio eletrônico vem crescendo na medida em que as pessoas ficam mais tempo em casa, comprando mais produtos online. Uma pesquisa da RBC Capital com profissionais de marketing revelou o “comércio social” como uma área importante para companhias como Facebook e o Pinterest.

Há meses, os executivos do Google sinalizam que o YouTube será fundamental para sua estratégia de comércio eletrônico. O CEO da empresa, Sundar Pichai, já sugeriu que vídeos de unboxing — quando alguém abre as embalagens dos produtos — poderiam ser transformado em ótimas oportunidade de compra. Outras categorias populares, como tutoriais de maquiagem e culinária também serviriam como vitrine para os produtos.

Fonte: Olhar Digital

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WhatsApp adia atualização de recursos de negócios após polêmica sobre privacidade

O WhatsApp, do Facebook, está adiando a atualização para uso em transações de negócios após a preocupação de usuários que ligada a mudanças na política de privacidade.

Os usuários receberam uma notificação este mês de que o aplicativo de mensagens estava preparando uma nova política de privacidade e termos, e se reservou o direito de compartilhar alguns dados do usuários com o Facebook.

Isso gerou protestos globais e uma onda de novos usuários para aplicativos de mensagens privadas concorrentes, incluindo Telegram e Signal.

O WhatsApp disse na sexta-feira (15) que atrasaria o lançamento da nova política para maio e que a atualização estava focada em permitir que os usuários enviassem mensagens às empresas e que a atualização não afetaria as conversas pessoais, que continuarão a ter criptografia de ponta a ponta.

“Esta atualização não expande nossa capacidade de compartilhar dados com o Facebook”, disse em um comunicado.

“Embora nem todo mundo compre com uma empresa no WhatsApp hoje, achamos que mais pessoas escolherão fazê-lo no futuro e é importante que as pessoas conheçam esses serviços”, disse.

Facebook e WhatsApp

O Facebook vem ampliando ferramentas de negócios no WhatsApp, à medida que se move para aumentar a receita de unidades de maior crescimento, como WhatsApp e Instagram, enquanto une a infraestrutura de comércio eletrônico da empresa.

O Facebook comprou o WhatsApp por US$ 19 bilhões em 2014, mas tem demorado para monetizá-lo. O aplicativo já compartilha certas categorias de dados pessoais, incluindo o número de telefone e endereço IP do usuário, com o Facebook.

“Não mantemos registros de quem está trocando mensagens ou ligando. Também não podemos ver sua localização compartilhada e não compartilhamos seus contatos com o Facebook”, disse.

O WhatsApp disse em outubro que ofereceria compras no aplicativo por meio de lojas do Facebook e daria às empresas que usam as ferramentas de mensagens de atendimento ao cliente o poder de armazenar essas mensagens nos servidores do Facebook.

O WhatsApp disse na época que os bate-papos com uma empresa que usa o novo serviço de hospedagem não seriam protegidos pela criptografia de ponta a ponta do aplicativo.

Fonte: 6 Minutos, com Reuters

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6 dicas para aumentar o engajamento em suas redes sociais

A importância das redes sociais já não é uma novidade para quem entende o papel do marketing digital hoje em dia. Mas, afinal, como realmente conseguir aumentar o engajamento e os resultados de uma marca?

Além disso, muitas vezes a gente nem sequer compreende o que seja um bom engajamento. Com certeza não tem a ver com curtidas ou compartilhamentos, embora esses possam ser alguns dos indícios.

No fundo, o engajamento verdadeiro só pode nascer da interação de qualidade que você mantém com o seu público. Nem mesmo o número de comentários em uma postagem pode ser considerado um indício infalível.

Imagine, por exemplo, que a marca pretende fazer uma campanha de captação de leads, então consegue fazer algo criativo, chama atenção e recebe um monte de curtidas, compartilhamentos e comentários. Porém, não consegue nenhum lead.

O que há de errado nesse tipo de caso? É bem simples: a marca não se comunicou bem, não conseguiu traduzir sua meta final em meios eficientes de marketing. Não conseguiu, enfim, estabelecer uma interação de qualidade com o público.

Uma marca jamais vai conseguir crescer se não conseguir fazer com que as pessoas ajam conforme ela deseja. Ou seja, se a empresa não toma as rédeas da comunicação, ela perde em termos de engajamento e resultados.

Por isso, essa questão é muito mais abrangente do que parece, e envolve alguns conceitos como público-alvo, personas, planejamento de médio e longo prazo, tipos de linguagem e de gatilhos mentais, etc.

Então, se você quer conhecer as melhores dicas sobre como aumentar o engajamento das suas redes sociais de maneira sustentável, basta seguir adiante na leitura.

1. O poder de dominar as personas

Pense bem: em nossa vida pessoal, o que faz com que consideremos alguns como nossos amigos, outros apenas colegas e alguns não mais do que conhecidos? Tem a ver com o quanto nos conhecemos entre nós, certamente.

Na comunicação de marketing é igual, inclusive nas redes sociais. Você não consegue impactar positivamente um público de dieta para casal emagrecer se não entender mais ou menos como eles pensam e o que esperam da sua solução.

Até alguns anos atrás, o branding e o marketing só falavam, basicamente, em público-alvo. Hoje, esse conceito foi aprofundado de modo incrível, por meio das personas, com as quais você desenvolve dois ou três perfis como se fossem personagens semi fictícios.

Assim, você passa a ter uma clareza muito maior sobre como deve ser cada ação ou campanha publicitária, por ser capaz de falar a língua do seu público, tocando nas dores que ele tem e sugerindo uma solução que realmente o atraia.

As perguntas essenciais para montar as personas são:

  • Onde meu cliente ideal está?
  • Quais redes sociais ele mais utiliza?
  • O que ele faz nas horas vagas?
  • O que ama em uma marca?
  • O que odeia que ocorra em suas compras?
  • Que tipo de conteúdo pode atraí-lo?

Note que perguntas assim vão muito além do tradicional “nome, idade, profissão e endereço”. Aí é que está o segredo, pois ao aplicar algo assim, seu conteúdo sobre paisagismo quintal dos fundos vai mobilizar o público e trazer mais resultados.

O bacana é que, conhecendo a persona deste modo, não apenas a captação de leads e oportunidades irão aumentar (graças ao engajamento), mas também a fidelização de clientes e o pós-venda, trazendo melhorias até no médio e longo prazo.

2. Por dentro do marketing de conteúdo

As redes sociais são o lugar por excelência do marketing de conteúdo. Você pode até utilizar estratégias mais antigas de “promoções arrasadoras”, que exploram mais as vantagens do produto do que uma comunicação de qualidade.

Mas não é possível crescer de modo sustentável fazendo apenas nisso. Portanto, a empresa que vende mala antiga decoração ganha muito mais pontos quando traz conteúdos que agregam algum valor ao seu público.

Às vezes, que tal falar não apenas sobre malas, mas sobre a função delas? Para que viajamos mesmo? A trabalho, esperando crescer na carreira; para realizarmos um sonho; podemos ir sozinhos, com um parceiro, com a família toda, etc.

Esse tipo de abordagem tende a personalizar a comunicação. Tal como dicas práticas do tipo “10 maneiras de preservar uma mala antiga e usá-la como decoração”. 

Assim, você vai muito além de simplesmente postar por postar.

Uma dica interessante é sobre usar as redes como ponte para outros conteúdos, como as produções do seu blog/vlog. Se você tem um artigo ou vídeo sobre microagulhamento no rosto, faça um link para quem quiser se aprofundar no assunto.

Isso vai reforçar sua autoridade e também vai aumentar o engajamento dentro das próprias redes sociais, que foram o veículo que levou o visitante até um conteúdo mais completo.

3. O que é uma agenda editorial?

É verdade que as mídias sociais representam o que há de mais dinâmico no mundo do marketing e dos negócios atualmente. Porém, isso pode causar uma confusão: a de achar que as postagens precisam nascer da correria, do improviso.

Nada mais falso e mais prejudicial. Se você trabalha com talão para sorteio, é claro que pode ter um imprevisto, e então mudar a ordem de uma postagem no dia a dia, mas é preciso ter uma agenda editorial pré-estabelecida.

Primeiramente, porque o público se acostuma e já espera consumir seu conteúdo sempre no mesmo horário, ou nos mesmos dias da semana. Segundo, porque a qualidade da sua produção vai aumentar – e muito.

Na introdução falamos sobre esse problema, que é o de a marca acabar perdendo o fio condutor das suas próprias metas, e se deixar levar pelas novidades do momento.

Por isso, se a empresa lida com lipoescultura no quadril, e não quer perder o controle e a capacidade de gerar oportunidades reais, ela precisa de um bom planejamento que garanta que ela está indo para o lugar certo.

Realmente, muitas empresas acabam caindo nesse tipo de dispersão, e depois culpam a internet por suas campanhas não trazerem resultados.

4. CTAs e a linguagem do seu público

Além da qualidade do conteúdo, é preciso que ele conte com alguns elementos técnicos da linguagem do marketing digital, como os famosos CTAs, que são os Call to Actions, ou seja, as “Chamadas para Ação”.

Assim, ao postar algo sobre agenda personalizada com nome, não finalize sem deixar uma isca para o público interagir com você. Uma sugestão é deixar um CTA como: “Você alguma vez já se esqueceu de algum compromisso por não ter uma agenda?”.

Isso não apenas chama atenção para suas agendas (ou qualquer produto que seja), como vai além e faz com que a pessoa queira interagir, impactando diretamente no engajamento que sua marca pode alcançar.

Isso também reforça a importância de você falar a linguagem do seu público. É natural demorar um tempo até encontrar o ponto exato entre a formalidade e a informalidade.

Mas saiba que na internet o jogo é “de um para um”. Ou seja, o cliente quer ser tratado de modo customizado, como se a marca fosse uma amiga dele, e não uma máquina fria. O que nos leva ao próximo ponto, que é fundamental.

5. Por que interagir com o público?

Esqueça aquele mundo antigo dos SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente), que deixavam os clientes pendurados no telefone por horas a fio, esperando a atenção de um atendente.

Hoje tudo é tão dinâmico que, se a marca não tiver disponibilidade para interagir com o seu público, é melhor ela nem entrar nas redes sociais.

Afinal, se você publica algo sobre banner para academia, mas ignora as dúvidas sobre medidas, valores e prazos de entrega, como pode esperar algum engajamento?

As redes sociais vieram para provar que a participação e opinião do cliente é algo que realmente faz parte da rotina da empresa, então precisa estar integrado à estratégia.

6. Bônus: onde meu público-alvo está?

Já vimos que o conceito de público-alvo foi aprofundado com a estratégia das personas. Mas, afinal, para que ele continua servindo?

Entre várias de suas aplicações, uma das mais importantes é na hora de identificar, por exemplo, onde seus clientes ideias se encontram, já que as redes sociais se tornaram um oceano de oportunidades e modalidades diferentes.

Há redes focadas em mensagens instantâneas, ou em textos mais longos, ou ainda em multimídias como fotos, imagens e vídeos. Outras lidam apenas com o mundo corporativo, e daí em diante.

A própria natureza do seu produto já deve indicar isso, como o fato de que artes gráficas puxam mais para as redes de multimídia; assim como literatura, vestibular e redação se voltam para as mídias de texto.

Uma dica de ouro é focar os esforços principais na rede que apresentar a maior sinergia com o seu público. Você pode até marcar presença nas demais, porém, não tente abraçar todas, ou acabaria perdendo a assertividade.

Com isso, vemos como essas seis dicas podem ajudar e muito na hora de uma marca aumentar seu engajamento e seus resultados nas mídias sociais.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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E-commerce ultrapassa moda e é novo líder em engajamento nas redes sociais

No segundo trimestre de 2020 o isolamento social foi mantido quase que no mundo todo, mas o engajamento relacionado aos ramos da indústria não se comportou da mesma maneira que no levantamento anterior. Segundo novo estudo da Socialbakers, plataforma líder global em soluções para a otimização de performance corporativa em redes sociais, a liderança absoluta nos meses de abril, maio e junho ficou com o setor de e-commerce, que obteve 17,7% do total de engajamento no Facebook e 24,54% no Instagram.

Já o setor de moda, que liderava o ranking anterior na rede social de fotos e estava no top 3 no Facebook, sofreu queda, e passou a ocupar o segundo e o quinto lugar, respectivamente. Sendo assim, o ramo acabou dando ainda mais espaço para outros segmentos, como é o caso dos serviços alimentícios, que tiveram uma porcentagem 3,6% maior de engajamento no Facebook e subiram duas posições no ranking, comportamento provavelmente impulsionado pelos serviços de delivery.

Segundo Alexandra Avelar, country manager da Socialbakers, o momento vivido com o coronavírus acarretou em grandes mudanças no comportamento das empresas e dos usuários das redes sociais. “A pandemia acelerou a transformação digital em diversos setores e um número cada vez maior de marcas vão entender que o marketing digital eficaz tornou-se um objetivo para qualquer empresa que pretenda melhorar seu funil de venda, desde a percepção à construção de intenção de compra e retenção, em um mundo repleto de interconexões tecnológicas”, explica.

Ainda segundo o levantamento da Socialbakers, houve uma diminuição quanto ao tempo gasto no Facebook agora no segundo trimestre. A quantidade de horas que os usuários passavam no aplicativo havia sofrido um aumento durante o início da pandemia, depois foi diminuindo até retornar aos níveis normais, sendo equivalente ao do mês de janeiro.

Abaixo estão os setores que mais se destacaram em cada uma das redes sociais:

Facebook

1 – E-commerce – 17,8% das interações
2 – Varejo – 15,2% das interações
3 – Serviços – 9,3% das interações
4 – Serviços alimentícios – 9,3% das interações
5 – Moda – 7,5% das interações

Instagram

1 – E-commerce – 24,5% das interações
2 – Moda – 22,5% das interações
3 – Varejo – 14% das interações
4 – Beleza – 11,6% das interações
5 – Serviços – 7,6% das interações

Metodologia do relatório

Os Social Media Trends Reports refletem o banco de dados da Socialbakers no início do trimestre seguinte ao trimestre do relatório. Os dados são extraídos uma vez e não são atualizados entre as liberações.

Fonte: e-commerce Brasil

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Facebook anuncia Shops no app principal e novos recursos para e-commerce

Com as medidas de distanciamento social, cerca de 85% da população mundial faz compras online, de acordo com pesquisa do Facebook. Nesta semana, a empresa lançou o Facebook Shops para seu aplicativo e novos recursos para comércio eletrônico também no Instagram.

À medida que o comportamento do consumidor mudava com a pandemia, a gigante das redes sociais investia em novos modelos de negócios para pequenos e grandes empresários.

“Queremos tornar as compras mais fáceis para as pessoas e capacitar qualquer pessoa, desde um empreendedor até a maior marca, a usar nossos aplicativos para se conectar com os clientes e expandir seus negócios. É por isso que estamos criando novas maneiras para as pessoas comprarem em nossos aplicativos e fornecendo ferramentas para ajudar as empresas a vender online”, diz o comunicado da empresa.

Shops, um espaço de compras do Facebook e Instagram, foi lançado em maio e, nas próximas semanas, será disponibilizado para qualquer empresa qualificada e adicionando recursos de personalização, mensagens e novos insights para ajudar as empresas a medir os resultados.

De acordo com comunicado da empresa, Shops é uma maneira mais fácil de as empresas divulgarem seus produtos no Facebook e Instagram em um único lugar, facilitando também a busca por novos negócios e produtos.

George Lee, diretor de Gerenciamento de Produtos, disse ao site TechCrunch que o objetivo é criar algo que seja “exclusivo para o aplicativo do Facebook e para a comunidade do Facebook”. “Isso não quer dizer que não haja aprendizagem generalizada”, disse ele. “[Instagram Shop e Facebook Shop] provavelmente parecem um pouco diferentes no primeiro dia, e o objetivo não é que eles sejam cópias da mesma experiência”.

O Instagram lançou recentemente uma seção de Shops, onde os usuários podem navegar pelos produtos de suas marcas e criadores favoritos. O Instagram Shops chegou ao Brasil no final de julho.

Isenção de taxa

Os novos recursos anunciados pela empresa incluem novos layouts de design para apresentar produtos únicos ou grupos de produtos em lojas, visualização em tempo real das coleções à medida que são projetadas, capacidade de criar lojas automaticamente para novos vendedores e novos insights para medir os resultados no Commerce Manager.

As lojas também terão uma nova opção de mensagens para os clientes enviarem uma mensagem aos vendedores através do MessengerWhatsApp ou Instagram Direct.

No Instagram, a empresa disse que todos os vendedores nos Estados Unidos poderão usar o recurso de checkout do Instagram nas próximas semanas, gerenciado pelo Commerce Manager do Facebook ou pelas plataformas de parceiros BigCommerce e Shopify (com mais integrações planejadas). O Instagram isentará de sua taxa de venda para checkout no resto do ano.

A empresa também tem testado uma experiência de compra ao vivo, em que as empresas podem exibir produtos em um vídeo ao vivo, enquanto os consumidores podem navegar pelos produtos em destaque e fazer compras. O Instagram Live Shopping agora deve estar disponível para todos os vendedores que usam o Instagram Live Shopping nos Estados Unidos.

As informações são do Computer World

Fonte: e-commerce Brasil

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Recurso de pagamentos no WhatsApp chega ao Brasil para pessoas físicas e pequenas empresas

Temos o grande prazer de anunciar que, a partir de hoje, os usuários no Brasil poderão utilizar o recurso de pagamentos no WhatsApp para enviar dinheiro com segurança e fazer pagamentos no comércio local diretamente em suas conversas no WhatsApp.

Mais de 10 milhões de micro e pequenas empresas movimentam a economia brasileira, e já é muito comum mandar um zap para essas empresas para tirar dúvidas sobre produtos e fazer pedidos. Com o recurso de pagamentos no WhatsApp, além de ver os produtos no catálogo, os clientes também poderão fazer o pagamento do produto escolhido sem sair do WhatsApp. Ao simplificar o processo de pagamento, esperamos ajudar a trazer mais empresas para a economia digital e gerar mais oportunidades de crescimento.

Além disso, enviar dinheiro para seus amigos e familiares vai ser tão fácil quanto enviar uma mensagem, o que é muito útil quando estamos fisicamente distantes. Como o recurso de pagamentos no WhatsApp é oferecido pelo Facebook Pay, no futuro, queremos que pessoas e empresas possam usar os mesmos dados de pagamento em toda a família de aplicativos do Facebook.

Um dos pilares da criação do recurso de pagamentos é a segurança, e para evitar transações não autorizadas, será necessário informar um PIN de 6 dígitos ou usar a biometria do celular para autorizar cada transação. A princípio, nossos usuários poderão utilizar cartões de débito e crédito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, Nubank e Sicredi. Porém, nosso modelo de programa é aberto e facilita a entrada de mais participantes no futuro. Todos os pagamentos serão processados pela Cielo, líder no setor de processamento de pagamentos no Brasil.

Pessoas físicas poderão enviar dinheiro e fazer compras no WhatsApp sem taxas. As empresas pagarão uma taxa de processamento para receber pagamentos de clientes, uma prática comum para comerciantes que aceitam pagamentos com cartão de crédito.

O recurso de pagamentos no WhatsApp será disponibilizado gradualmente a partir de hoje, e futuramente todos os usuários no Brasil poderão aproveitar seus benefícios.

Fonte: Whasapp
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LinkedIn lança recurso de Stories no Brasil

LinkedIn é a mais nova plataforma a ter um recurso de Stories — e o Brasil é o primeiro país a receber a novidade oficialmente. Depois da versão original no Snapchat, copiada por InstagramFacebookWhatsAppYouTubeTwitter e outras redes, o serviço de conexão e postagem de conteúdo com foco corporativo agora também permite o compartilhamento de posts com data para desaparecer.

O recurso foi descoberto no final de fevereiro deste ano, quando testes internos já eram realizados para implementar a novidade. A ideia é que a comunidade compartilhe novidades da carreira e momentos do cotidiano profissional, como uma palestra ou o dia a dia no escritório.

O design das postagens e as possibilidades de edição

O design das postagens e as possibilidades de edição Fonte: LinkedIn

Segundo o LinkedIn, o Brasil é o terceiro maior produtor de conteúdo em vídeo na plataforma e foi escolhido também por ter uma fama mundial em criatividade. Por enquanto, os Stories do LinkedIn são restritos ao aplicativo da plataforma para Android e iOS.

O que postar nos Stories do LinkedIn

O funcionamento é similar ao dos demais serviços: você pode compartilhar fotos ou vídeos de até 20 segundos, aplicando textos e figurinhas por cima. Os conteúdos ficam visíveis por 24 horas e é possível responder a eles por mensagens privadas apenas se você estiver a um ou dois graus do contato em questão. Os recados são enviados diretamente à caixa da própria rede, o que significa que você também pode responder via desktop.

Além disso, é possível saber exatamente quem visualizou a sua postagem, reportar uma publicação indevida ou baixar o conteúdo.

Recursos para marcas

Marcas e companhias também podem utilizar o recurso para fortalecer a imagem e melhorar o engajamento com parceiros e colaboradores. Neste caso, entretanto, o LinkedIn Stories só será disponibilizado para todas as marcas nas próximas semanas e somente os seguidores brasileiros da página poderão ver o conteúdo publicado, ao menos até que o recurso tenha um lançamento oficial em outras regiões.

Fonte: LinedIn