aumentar tráfego do e-commerce

5 dicas para você aumentar o tráfego do seu e-commerce

É sabido que o mercado digital vem crescendo nos últimos tempos. Por isso, aumentar tráfego do e-commerce deve ser um pensamento primordial para qualquer dono de negócio que deseja manter-se competitivo frente aos seus concorrentes.

A cada dia, o e-commerce torna-se uma forma mais interessante de investimento. Isso porque as facilidades que a internet propicia para a montagem de uma loja são muito mais benéficas que arcar com todos os custos de uma loja física.

Além disso, o público brasileiro tem se mostrado cada vez mais adepto da modalidade. O medo de comprar pela internet oficialmente ficou no passado, e hoje em dia os e-commerces estão em plena ascensão.

Até mesmo uma loja de semijoias alianças na internet encontrará muitas oportunidades, se souber trabalhar seu conteúdo digital.

Por conta disso, uma série de negócios decidiu investir no caminho digital, criando uma concorrência muito maior do que existia há alguns anos atrás. Isso faz com que os e-commerces tenham que disputar seu lugar no mercado.

Um dos principais pontos é que uma empresa deve ser vista para ser lembrada. 

Para continuar relevante no mercado, é preciso que você tenha um fluxo de clientes acessando sua página constantemente, além de gerar uma estrutura de segurança para obter mais conversões.

Por esse motivo, para conseguir estar sempre em movimento e ser lembrado toda vez que alguém pensar em seus produtos ou serviços, é fundamental que você mantenha seu tráfego sempre em alta.

O tráfego é a quantidade de dados enviados e recebidos por visitantes em páginas na internet. Então, quanto mais tráfego o seu e-commerce champagne magnum tiver, significa que ele está sendo visitado mais vezes. 

Entretanto, a qualidade deste tráfego deve ser pensada.

Não basta um possível cliente acessar sua loja virtual. É necessário que haja interação, que esse lead procure conhecer mais sobre seu trabalho e que ele compre produtos, criando um relacionamento de confiança com sua empresa.

Estratégias de engajamento para aumentar tráfego do e-commerce

Algumas dicas podem ser fundamentais para alavancar seu e-commerce, aumentando o tráfego e, como consequência, vendendo mais. 

Por isso, é preciso compreender as principais ferramentas online que podem ser utilizadas para seu benefício.

1. Invista na otimização

As ferramentas de SEO (Search Engine Optimization) são essenciais para sua estratégia de marketing.

Isso porque muitos clientes, antes de chegarem até a sua loja, pesquisarão por produtos ou serviços em buscadores, e normalmente encontram a solução para suas necessidades entre os primeiros links de pesquisa.

Por exemplo, uma empresa de rótulo de vinho personalizado precisa saber quais palavras-chave seu público-alvo mais utiliza nas pesquisas para conseguir gerar ações de SEO que potencialize suas vendas.

Estar entre estes primeiros links é possível através da aplicação das técnicas de otimização de motores de busca, para que seu conteúdo seja bem avaliado pelo Google e seja encontrado facilmente. 

Isso é realizado através da utilização de uma série de elementos, como:

  • Palavras-chave,
  • Links internos e externos;
  • URLs amigáveis;
  • Velocidade de carregamento.

Todos estes e muitos outros recursos permitem que um site seja melhor colocado dentro das plataformas de busca, possibilitando um acesso maior de pessoas interessadas, o que resulta no aumento das vendas de seu e-commerce.

2. Faça descrições adequadas dos produtos

Não economize palavras para descrever seus produtos e serviços. O cliente não tem a opção de ver o item ao vivo ou tocá-lo, então elementos como a descrição tornam-se fundamentais para garantir a compra.

Procure identificar o máximo possível de detalhes na descrição, principalmente de produtos mais complexos como equipamentos eletrônicos, que precisem de especificações técnicas.

Além disso, guarde um espaço da descrição para identificar as vantagens deste item. O que o torna essencial para seus clientes, diferenciando-o da concorrência? Criar a sensação de desejo de um produto é uma das principais estratégias de vendas online.

Ademais, lembre-se de que as informações, desde um calendário personalizado com fotos até um aparelho de som, devem ser colocadas com clareza e de fácil entendimento.

Isso porque todos os dados do produto devem ficar em um espaço adequado para a leitura, uma vez que textos muito longos em descritivos de produtos fazem as pessoas desistirem da compra.

3. Crie um blog

Parte importante de um e-commerce é conseguir ser mais do que uma simples loja online. Blogs permitem um engajamento muito mais direto com o público, uma vez que apresentam conteúdos interessantes que podem ser usados para aprimorar a experiência de compra.

Além disso, blogs são excelentes locais para aplicar palavras-chave e links internos, permitindo um melhor ranqueamento da página. 

É importante pensar que o blog deve possuir conteúdos relevantes e interessantes, e não ser uma página de anúncio de seus produtos.

Você pode até mesmo anunciar um flyer de festa em seu blog para chamar as pessoas para um evento junto a sua marca.

Conquistar os clientes de forma orgânica exige uma relação muito mais próxima entre marca e consumidor, e pode ser extremamente benéfico para ambas as partes.

Isso porque o usuário ficará satisfeito com a resposta para a sua solução, e a empresa conseguirá converter mais clientes em consumidores, aumentando seu lucro.

4. Aposte nas redes sociais para aumentar tráfego do e-commerce

Hoje em dia, a maioria das pessoas está em pelo menos uma rede social. Essas plataformas também têm crescido de maneira exponencial, e muitas delas já possuem recursos para auxiliar os e-commerces.

Nas redes sociais, invista em uma interação mais direta com seus consumidores. É possível conversar por meio de chats e mensagens diretas, além de ser possível utilizar esse perfil para conquistar novos consumidores e engajar-se em atividades especiais.

Além disso, as redes sociais muitas vezes permitem a avaliação de uma empresa, possibilitando que seus clientes já fidelizados possam postar um depoimento, aumentando sua credibilidade e confiança em sua marca.

Por isso, para vender óleo de groselha negra, o fornecedor pode utilizar as redes sociais como um excelente meio de publicar material, indicando as propriedades do produto, por exemplo.

Muitas empresas criam até mesmo uma identidade digital, para interações mais divertidas e descontraídas com o público, o que costuma agradar muito as pessoas.

Inclusive, existem redes sociais em que é possível vender produtos nas próprias plataformas, como é o caso do Instagram. Assim, o poder de venda de seu e-commerce é ampliado, alcançando resultados muito mais positivos que anteriormente.

As redes sociais ainda permitem a produção de conteúdo audiovisual, o que pode ser muito interessante como forma de atrair novos clientes para o seu e-commerce. 

Esses conteúdos podem ser espalhados pelas demais redes sociais que sua loja tiver um perfil, com o objetivo de tentar viralizar uma ação.

5. Não se esqueça do e-mail Marketing

O e-mail é a forma mais direta de contato com seus clientes. Uma vez que alguém interessado cadastra-se para receber novidades pelo e-mail, você tem um canal direto para anunciar promoções, descontos e apresentar um conteúdo de qualidade.

É importante filtrar neste tipo de marketing as pessoas que costumam consumir os produtos de seu e-commerce, para conseguir um resultado mais lucrativo com a ação. Para isso, elabore uma boa lista de contatos e atualize-a constantemente.

O segredo do e-mail marketing é apresentar para o cliente ofertas vantajosas que o façam sentir-se acolhido pela empresa, valorizado por estar entre aqueles que apoiam a marca e querem um contato mais próximo.

Para buscar melhores resultados de vendas, uma confecção de uniformes pode encaminhar promoções e descontos para e-mails corporativos ou até para clientes que já realizaram alguma compra.

Benefícios do tráfego constante

O aumento do tráfego em seu site acaba trazendo consigo uma série de benefícios fundamentais para o bom funcionamento do e-commerce.

O primeiro e mais importante deles é o fato de que quanto mais o site da sua loja for acessado, mais chances você tem de converter uma venda. 

Isso significa que mais pessoas estão buscando ativamente o que você tem a oferecer, e podem acabar comprando seus produtos.

Além disso, o aumento de pessoas engajando-se em seu conteúdo melhora sua visibilidade, levando sua empresa a grupos que antes não seriam de acesso tão fácil. 

Quanto melhor for o atendimento e o pós-venda, mais chances de aumentar o fluxo você terá.

Isso porque não só clientes voltarão a consumir seus produtos, mas também levarão sua marca para as redes de amigos e familiares deles, espalhando ainda mais o seu nome e criando uma rede de confiança muito forte para uma relação entre marca e consumidor.

A quantidade de tráfego também afeta diretamente sua credibilidade. Isso porque páginas que têm mais procura e acessos costumam ser consideradas muito mais confiáveis do que sites desconhecidos e que não conseguem um engajamento muito bom.

A credibilidade é fundamental para conquistar novos clientes, uma vez que as pessoas se sentirão mais confortáveis em comprar de um e-commerce em que elas confiem.

Através das utilizações corretas do blog, sites e de publicações relevantes em outros locais, com o uso de guest post, você pode se tornar uma referência no seu nicho de atuação.

Um especialista em vinho seco tinto certamente convencerá muito mais clientes a consumirem seu produto se mostrar que tem domínio sobre o produto que vende.

Esse tipo de ação acaba ajudando uma empresa a alcançar outros patamares, uma vez que todos aqueles que entrarem em contato com seu material externo confiarão em sua palavra quando você apresentar um produto.

Portanto, utilizar as ferramentas ideais para aumentar seu tráfego é essencial. Com as dicas que abordamos no decorrer deste conteúdo, se bem aplicadas, certamente trarão bons resultados para seu e-commerce.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Funil de vendas: o que é e como desenvolver para seu negócio

O funil de vendas é um dos principais conceitos do Inbound Marketing, sendo usado para acompanhar a jornada de compra dos clientes e melhorar os resultados das empresas, seja para o aumento de vendas ou para a fidelização dos clientes

Embora não seja usado somente em ambientes online, o funil de vendas é amplamente empregado no marketing digital, garantindo a eficácia da estratégia.

No artigo de hoje, acompanhe o que é e como desenvolver o funil de vendas para o seu negócio, além de dicas valiosas para aplicar o conceito na sua empresa. Continue a leitura!

O que é o Funil de Vendas?

O funil de vendas, também conhecido como pipeline, é uma representação gráfica da jornada de compras do cliente, desde seu primeiro contato com a empresa, até a concretização da compra do produto ou serviço, ou até além dela.

Na prática, o funil de vendas envolve a primeira vez que uma pessoa vê uma persiana rolô double vision, por exemplo, seja por um blog post ou por um anúncio patrocinado em rede social, até o momento em que o usuário resolve comprar o artigo

Essas ações também envolvem os pós-venda realizados pela loja. É importante verificar que a compra não é um processo homogêneo, mas ocorre por etapas. 

Logo, durante toda a jornada, o cliente passa por vários momentos que revelam se ele está realmente próximo a concretizar o negócio.

Assim, temos o momento em que ele ouve falar pela primeira vez do produto ou serviço, posteriormente faz a pesquisa sobre o assunto e, somente após uma reflexão, decide por realizar a compra e recomendá-lo para outra pessoa, quando a experiência é positiva.

Por esse motivo, para determinar qual é a maturidade do cliente em relação à compra, o funil de vendas é dividido em algumas etapas, que ajudam a elaborar uma estratégia de captação de clientes mais assertiva.

Afinal de contas, uma pessoa que acabou de conhecer o amortecedor de carro de uma determinada empresa tem outra percepção quando comparada a um usuário que já conhece o produto.

As etapas do funil de vendas são:

  • Topo do funil: aprendizado e descoberta;
  • Meio do funil: consideração;
  • Fundo do funil: concretização da compra;
  • Pós-venda: fidelização do cliente.

Nesse sentido, fica mais fácil pensar em ações de marketing, direcionadas e assertivas, capazes de influenciar a tomada de decisão dos consumidores.

Quais são as etapas do funil de vendas?

Como vimos, o funil de vendas é dividido, basicamente, em quatro etapas principais. 

Em cada uma delas, é necessário orientar a estratégia de marketing, conforme o nível de maturidade do cliente.

A seguir, conheça algumas especificações e iniciativas de marketing para cada estágio do funil de vendas.

1 – Topo do funil

O topo do funil, ou ToFu, é o momento da consciência, pois até então o usuário não conhecia o produto/serviço, bem como era indiferente à sua própria necessidade.

Por exemplo, alguém que está procurando informações sobre sintomas que envolvem animais de estimação pode se deparar com o serviço de um veterinário oftalmologista, algo desconhecido anteriormente pelo usuário.

Em resumo, o internauta não buscava pela atividade, devido ao próprio desconhecimento da demanda. 

Mas ao ter o primeiro contato com o empreendimento, no exemplo o veterinário, acaba compreendendo que existe essa necessidade e, por isso, acaba procurando mais informações sobre o serviço.

Diante disso, o topo do funil é o melhor momento para se colocar como especialista no tema. Isso irá ajudar a moldar a percepção do visitante com conteúdos valiosos e de qualidade e respeito do seu negócio.

Aqui, a empresa geralmente lida com usuários que chegaram até o site de alguma forma, mas que não possuem nenhuma informação concreta sobre o produto ou serviço.

Ou seja, a pessoa pode ter visto um anúncio sobre disco de desbaste diamantado e, assim, ter sido redirecionada a uma página web. Porém, o visitante ainda precisa de mais conteúdos sobre o produto. 

Portanto, é o momento de oferecer materiais ricos, na tentativa de converter os usuários em leads (potenciais clientes).

Algumas ações de marketing interessantes para o topo de funil são:

  • Criação de blog posts;
  • Criação de landing pages;
  • Elaboração de postagens em redes sociais;
  • Produção de vídeos e ativos de marketing.

Importante ressaltar que o marketing de conteúdo é o grande aliado do funil de vendas. 

Afinal, o consumidor da internet não quer apenas se deparar com uma propaganda sensacionalista, mas sim verificar um material de qualidade, com informações pertinentes.

Sendo assim, vale muito mais a pena produzir um folder 2 dobras com conteúdo valioso, do que uma propaganda apelativa e comercial.

2 – Meio do funil

O meio do funil (MoFu) define a passagem da primeira para a segunda etapa, a partir do momento em que o visitante tem reconhecimento do problema.

Quer dizer que o usuário já leu o suficiente sobre o assunto e verificou que tem uma demanda, sendo assim, ele está em busca de maneiras para solucionar o contratempo.

Nesta etapa, estamos lidando com os leads, isto é, pessoas que já interagiram com o conteúdo da empresa, forneceram informações básicas de contato (como e-mail ou telefone), em busca de um aprofundamento maior a respeito do produto ou serviço.

Nesse sentido, o lead já sabe que está procurando uma escola período integral, por exemplo, mas ele ainda precisa de mais informações para tomar a decisão correta.

Sendo assim, é importante que a empresa seja honesta e transparente, deixando claro que o objetivo é ajudar o consumidor, não vender algo diretamente. Isso ajuda a estabelecer uma relação de confiança, aproximando o usuário da compra.

Aqui, o ideal é trabalhar com materiais ainda mais ricos, como e-books, webinars, newsletters e diálogo periódico com clientes (através de e-mails, troca de mensagens, entre outros meios).

3 – Fundo do funil

O fundo do funil (BoFu) é a etapa da compra propriamente dita. Neste momento, estamos lidando com os MQLs (Marketing Qualified Leads), que são os leads que já conhecem o produto ou serviço, e estão prontos para fazer contato com vendedores.

Ou seja, as pessoas que estão no fundo do funil perceberam que precisam de ajuda para resolver um problema – e isso significa fechar negócio com a sua empresa. 

Porém, elas precisam ter certeza de que estão fazendo a coisa certa e, por esse motivo, buscam não só pelo seu negócio, mas também pela concorrência.

Assim, no serviço de adição de categoria a, por exemplo, o fundo de funil é o estágio certo para mostrar o quanto a sua autoescola é referência no mercado e o porquê ela é a melhor escolha para o seu cliente.

Por esse motivo, vale a pena continuar com a criação de materiais relevantes, mas com foco nos diferenciais do produto ou serviço, além de citar as principais vantagens da empresa em relação à concorrência.

Também é importante que os vendedores tenham em mãos todos os dados do cliente e saibam orientar sua abordagem de modo direcionado, já que ninguém quer receber informações duplicadas ou conteúdos incorretos.

Por isso, vale a pena investir em ferramentas de automação de marketing, capazes de armazenar e compartilhar dados em tempo real, tornando a comunicação mais efetiva.

4 – Pós-venda

Apesar de nem todas as empresas incluírem o pós-venda como etapa do funil, percebe-se que a fidelização dos consumidores é muito maior quando a estratégia é adotada. 

Afinal de contas, é preciso fazer com que as pessoas se lembrem da sua empresa e, como consequência dessa iniciativa, busquem realizar novas compras e indicar o seu negócio para outras pessoas.

Por exemplo, após a aquisição de uma balança digital 300kg, o empreendimento pode enviar um e-mail ao cliente, pedindo um feedback sobre a mercadoria. Assim, é possível saber o que o consumidor gosta no produto e o que é preciso melhorar.

As estratégias de pós-venda incluem o envio de newsletters, além de outras mensagens, com ofertas, cupons de desconto e até programas de fidelidade.

Conclusão

O funil de vendas é uma representação da jornada de compras do cliente, que tem ajudado a moldar estratégias de marketing direcionadas, como forma de auxiliar na tomada de decisão dos consumidores, bem como aproximá-los do fechamento do negócio.

É fundamental ter em mente que todas as iniciativas precisam contemplar os interesses e preferências de cada usuário, já que o processo de compra não é homogêneo, mas sim, é influenciado por inúmeros fatores.

Assim, com a aplicação do funil de vendas, de modo prático e estratégico, é possível melhorar os resultados de venda, aumentando a conversão de leads, educando o público a respeito dos produtos e serviços e melhorando sua lucratividade e rentabilidade.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/funil-de-vendas/

https://resultadosdigitais.com.br/blog/o-que-funil-de-vendas/

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Instagram aposta no e-commerce e expande acesso a sua loja virtual

Rede social, do Facebook, libera novos recursos para ajudar marcas, pessoas e pequenas e médias empresas a venderem pela plataforma

A rede social Instagram está dando nesta quinta-feira, 9, mais um passo na tentativa de ser relevante no comércio eletrônico. A partir de hoje a rede social vai estender a compra de produtos e serviços a qualquer loja virtual ou criador de conteúdo na rede – como influenciadores, por exemplo. Até agora, apenas um grupo restrito de empresas tinha esse benefício. A ideia é que as marcas possam usar o Instagram como uma vitrine, expondo ali os preços de seus produtos, e a partir dali redirecionar os seguidores para sites de fora do Instagram.

Ao menos por enquanto, a vitrine virtual será gratuita. A julgar pela receita dos demais anúncios na rede social, trata-se de um negócio e tanto. No ano passado, o Facebook faturou perto de 70 bilhões de dólares com publicidade. Só 6% desse total vêm de grandes empresas como Unilever e Adidas, que na semana passada anunciaram um boicote global à rede social fundada por Mark Zuckerberg por causa da política frouxa contra o discurso do ódio em suas plataformas. O grosso da publicidade vem de mais de 8 milhões de anunciantes – muitos deles pequenos negócios, numa estratégia de cauda longa.

Não é só o Facebook está de olho nesse público. O aplicativo chinês de vídeos TikTok lançou uma opção Business no final de junho. Em uma plataforma própria, a empresa permite que marcas criem campanhas de vendas. Até mesmo o Google entrou na onda. A empresa lançou o Business Messages, canal que permite que os clientes conversem com as empresas a partir do buscador ou do Google Maps.

Fonte: Exame

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O que é UX/UI e como investir no seu e-commerce

Plataformas e-commerce têm crescido muito no Brasil e no mundo. Isso porque, essa modalidade de negócios, permite a compra venda dos mais diversos produtos na internet, e com muita facilidade.

Por conta disso, os comércios eletrônicos precisam contar com um bom design em suas páginas. Afinal, um design bem elaborado, é um atrativo fundamental para essas plataformas.

Além disso, o design pode ser muito importante para as estratégias de marketing digital. Por isso, é essencial que os proprietários dessas plataformas entendam como ele pode ser melhor utilizado em suas técnicas.

É interessante observar que os maiores e-commerces do mundo estão sempre preocupados com o design de suas páginas. 

Mas a boa notícia é que todos podem ter acesso a essas estratégias, de maneira a fortalecer a marca na internet.

Isso significa que mais do que poder, a pequena empresa deve investir em um design bem elaborado. Porém, é importante saber como fazer isso do jeito certo.

Para isso, é necessário aprender o que são as interfaces UI e UX, entendendo suas características e diferenças.

Portanto, neste artigo, vamos falar sobre o que é UI e UX design, as diferenças entre eles, as principais estratégias e como as plataformas e-commerce podem utilizá-los.

O que é UX design

UX é uma sigla para User Experience, ou seja, a experiência do usuário. Ela é responsável por avaliar como uma pessoa se sente ao utilizar um produto ou serviço de determinada marca.

Inclusive, essa estratégia está também atenta a como os usuários se sentem depois de usar algum produto ou serviço. 

Isso também está atrelado ao uso de sites e blogs, incluindo sistemas on-line e aplicativos.

Por que o UX é importante?

Para explicar melhor o papel do UX, podemos imaginar que uma pessoa acessou a página de uma empresa que ofereça transferencia de veículo detran. Depois disso, ela quer saber como entrar em contato com um representante da marca.

Então, ela pode acessar um link para preenchimento de formulário para obter mais informações, ou um espaço para comentários. Isso deu a ela uma boa experiência de uso do site da empresa.

Se acontece o contrário, e uma pessoa que está acessando um site não consegue preencher um formulário ou precisa realizar inúmeras tentativas, ela considera a experiência como negativa.

Mesmo enquanto está procurando por algo e não encontra, por exemplo, o usuário pode ter uma sensação frustrante. Mas ao ter dificuldades com o formulário, a pessoa pode ficar decepcionada ou desanimada.

O problema é que, quando algo não funciona direito, muitas não terão a mesma disposição em falar com a empresa depois.

Portanto, o UX garante uma boa experiência do usuário em um site, facilitando, assim, a conversão em vendas. E vendas, para uma plataforma e-commerce, é essencial.

O que é UI design?

UI é uma sigla para User Interface, ou seja, a interface do usuário. Sua função é guiar o usuário enquanto ele usa um site, por exemplo, de uma empresa de vistoria de transferência.

Quando uma pessoa acessa uma plataforma e-commerce, existem algumas ações específicas que a empresa deseja que ela realize.

Quando um bom trabalho de UI design é feito, os usuários realizam essas ações de maneira mais natural.

Se o objetivo de uma plataforma e-commerce é fazer com que o usuário realize uma compra, tudo deve colaborar para isso. E dentre os principais cuidados estão:

  • Conteúdos;
  • Menus de navegação;
  • CTAs;
  • Imagens.

Por que UI é importante?

Se um site não guiar bem os seus usuários, dificilmente eles realizarão as ações esperadas. Isso pode levar a plataforma a fracassar nos negócios.

Sites confusos e que dificultam o acesso das pessoas, são exemplos de UI mal feito. Isso pode trazer muitos prejuízos para a empresa, uma vez que o consumidor vai deixar de visitá-lo para procurar o concorrente.

Tendo isso em mente, empresas de todos os tipos, como de transferencia de carro precisam ter em mente as diferenças entre UI e UX.

Diferenças entre UX e UI

Existem diferenças importantes entre UX e UI que as empresas, principalmente os e-commerces, precisam compreender para melhor aplicá-las. Dentre elas estão:

UX não precisa de interface visual

Diferentemente do UI, que só existe com uma interface visual, o UX não depende dela. Isso acontece porque a sensação do usuário não tem nada a ver com a estratégia em si.

Inclusive, algumas experiências podem se tornar mais agradáveis se algumas etapas do processo forem eliminadas. Ou seja, se o usuário tiver menos telas para interagir.

UI guia o usuário

Enquanto o UI guia o usuário em uma plataforma e-commerce de revenda de tacógrafo digital, o UX faz a navegação valer a pena.

Isso é óbvio, já que o UI conduz a navegação a certas ações, enquanto o UX torna essa navegação mais agradável.

Isso permite que uma página tenha as informações que o usuário procura, da maneira como eles querem consumi-la.

UI razão vs. UX emoção

O UI vai mostrar para o usuário a maneira mais fácil de navegar por determinado site. Enquanto isso, o UX vai trazer até ele uma emoção positiva durante essa navegação.

Com todas essas informações em mente, é importante que as plataformas e-commerce saibam como aplicar as melhores estratégias em UI e UX.

Principais estratégias de UI e UX para e-commerce

As plataformas e-commerce, bem como sites de empresas, dependem muito mais do que anunciar e divulgar o seu endereço na web. Elas dependem de boas estratégias de UI e UX design em suas páginas. Por isso, as principais dicas são:

1 – Facilitar ações para o usuário

Uma plataforma e-commerce de bateria para carro moura precisa priorizar a usabilidade para quem procura por esse produto ou serviço. Isso porque ela se encaixa perfeitamente nos critérios de UX.

Por meio dela é possível transformar a plataforma em algo útil, eficiente, onde clicar em um botão leva exatamente para onde o visitante deseja ir.

Isso torna a experiência do usuário mais satisfatória, de acordo com seus aspectos sentimentais. Portanto, facilitar determinadas ações para o usuário, é possibilitar que ele tenha uma oportunidade de navegação fácil e intuitiva.

2 – Incluir botões que ajudam

Para se adequar melhor às necessidades dos clientes, um e-commerce de revenda de vidro blindado automotivo, por exemplo, utiliza páginas comprimidas e sem acúmulo de informações.

Portanto, uma ferramenta de pesquisa é essencial para que a pessoa consiga encontrar o que procura. 

Outra dica é deixar o botão “voltar à página inicial” bem visível, para que o usuário possa percebê-la facilmente.

3 – Navegação otimizada

Quem acessa uma plataforma e-commerce quer praticidade. Independentemente do produto vendido, desde roupas a serviços de clínica veterinária e pet shop, o principal desejo é o de facilidade.

Portanto, a navegação deve ser a mais simples possível. Para isso, o recomendado é evitar poluição visual, pois ele é o maior vilão e faz com que o cliente procure uma página mais limpa.

É fundamental que ela contenha somente o essencial, isto é, aquelas informações que realmente são relevantes para o usuário. 

Para isso, é interessante evitar o uso de muitas cores, organizar as páginas por sessões, de modo a torná-las mais simples e fáceis.

4 – Layout objetivo e funcional

Esta dica de UI é importante para qualquer plataforma e-commerce. Por exemplo, um site de ortopedista de cachorro precisa causar boa impressão para convencer o cliente da qualidade do serviço. 

E mesmo diante das mudanças mais simples na página, elas farão grande diferença.

Uma boa dica aqui é optar por um layout de apenas uma coluna. Isso torna a visualização mais previsível, pois a navegação será de maneira retilínea, ou seja, de cima para baixo.

5 – Apostar em estilos clicáveis

Outra dica para UI é se atentar a informações como estilo, cor, profundidade e contraste. Esses elementos são os que ajudam as pessoas a entenderem a linguagem da navegação. A partir delas é que o usuário consegue entender onde está e para onde pode ir.

Para chegar a esse objetivo, uma boa dica é fazer com que botões, links, elementos e textos simples se diferenciem e sejam aplicados a uma interface.

6 – Usar Chatbots

Uma boa dica de UX é usar os chatbots para impressionar e elevar a experiência do usuário.

Essas conversas podem ser personalizadas para que o cliente tenha a impressão de estar falando diretamente com uma pessoa.

Apesar de uma plataforma e-commerce ser fruto da tecnologia, assim como das facilidades trazidas pela internet, garantir uma experiência mais humanizada para o usuário também é essencial.

As plataformas de comércio eletrônico dependem exclusivamente de suas páginas online para comercializarem seus produtos. 

Elas são, em vários aspectos, completamente diferentes de outras empresas que possuem um espaço físico para vender.

Sendo assim, é fundamental que estejam atentas aos benefícios do UI e UX, para fazerem de seu negócio na internet um grande sucesso. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Varejo: Campanhas de Marketing Digital para o Natal

A aproximação do final do ano, especialmente do Natal, representa para o mercado a necessidade de empregar esforços diferenciados nas ações de marketing digital, especialmente ao considerar a competitividade e o maior número de oportunidades nesse período.

Com ênfase no varejo, que está voltado para o atendimento dos consumidores finais, é de grande importância destacar que, conforme será visto a seguir, o planejamento é um dos principais pontos a serem adotados.

Sendo assim, além de lidar com datas importantes no segundo semestre do ano, como a Black Friday, as marcas também devem se antecipar em relação aos preparos com as campanhas de Natal, o que evita grandes transtornos no momento de executá-las. 

A seguir, confira mais algumas dicas:

Garanta uma experiência positiva

Por conta de uma demanda mais movimentada, as instituições precisam redobrar os cuidados com o tipo de estrutura oferecida para os consumidores, para assegurar que todo o processo de compra seja válido e importante.

Por exemplo, ao entrar em um site para adquirir um gerador silencioso, a organização, rapidez e segurança, certamente fazem toda a diferença para os consumidores.

No Natal, é interessante que o site esteja não apenas atrativo, como também apto a receber um maior número de acessos e realizar mais transações de forma garantida.

Importante lembrar, que todo erro pode prejudicar o seu negócio. Por isso, é importante ficar sempre atento aos detalhes.

Conte com um design estratégico

No Natal, é indispensável que as plataformas da marca já estejam compatíveis com esse período, ou seja, é preciso elaborar os layouts com antecedência, como a capa para a página do Facebook, design de publicações, fotos dos perfis, entre outras possibilidades.

Cada espaço deve ser utilizado de forma inteligente para que a empresa entre em clima natalino e reforce as campanhas de marketing digital.

Ao planejar esse aspecto, sem dúvidas, a identidade da marca precisa ser preservada, afinal, as características de uma empresa que atua com a venda de cinta pós cirurgica lipoaspiração e de marcas de outros setores podem ser totalmente distintas, o que é normal no mercado e precisa ser sempre respeitado.

Ainda mais, marcas que apresentam também lojas físicas devem adotar o clima natalino, principalmente para garantir que a experiência do cliente seja mais especial em todos os canais.

Tenha um conceito claro para a campanha

Uma campanha de marketing digital para o Natal, assim como para outras datas, deve contar com um conceito claro, especialmente para que seja criada de forma assertiva para as pessoas certas.

Dessa maneira, seja uma empresa que comercializa itens para a casa, como persiana blecaute rolo ou de qualquer outro setor, será possível identificar formas mais eficazes de se posicionar nos canais escolhidos.

Uma das consequências de um bom posicionamento, é uma maior atenção, autoridade e engajamento para os produtos do setor varejista.

Por essa razão, é interessante analisar quais são os valores a serem trabalhados, assim como os demais aspectos que a marca deseja transmitir para as pessoas por meio da campanha de Natal, que comumente envolve aspectos mais sentimentais.

Aposte em quem busca presentes

Normalmente, as empresas buscam uma precisão notável em suas estratégias, porém, em épocas festivas, é válido empregar os esforços tanto em públicos distintos, como naqueles que estão em buscas de presentes.

Por exemplo, filhos que desejam dar presentes para as mães e presentes entre amigos. Por esse motivo, nas dicas a seguir, é interessante que as marcas priorizem o custo-benefício dos produtos.

Ações diferenciadas podem ser decisivas para alavancar as vendas no varejo nesse período.

Por exemplo, além de direcionar campanhas para quem busca presentes, uma empresa que comercializa itens elétricos e de decoração, como luminária e disjuntor para tomadas, pode apostar na realização de sorteios.

Dicas de campanhas de marketing digital para o Natal

Algumas ações realizadas no marketing digital para o período de Natal, naturalmente, não mudam de forma total, pois conforme será apresentado, em muitos casos apenas alguns aspectos são adaptados para gerar mais resultados para essa data.

De qualquer maneira, é fundamental que exista atenção em cada passo adotado, principalmente para que o empreendimento não sofra grandes prejuízos por investimentos falhos.

Entre as ações de marketing digital que podem ser adotadas para uma campanha de sucesso, é possível citar:

Crie uma landing page específica de natal

A landing page é uma parte importante de uma tática de marketing digital, especialmente ao considerar que se trata de uma página específica para a captação de leads, que correspondem aos consumidores em potencial, que em algum ponto expressam interesse pela empresa.

Tal interesse, comumente, é demonstrado por meio da transmissão de dados em um formulário em troca de algo de valor.

Por exemplo, um cliente em potencial preenche um formulário com seu nome e e-mail para obter novidades de uma marca que comercializa itens para carros, como rodas aro 19.

A partir desse ponto, a marca pode direcionar ofertas e conteúdos personalizados. No entanto, vale citar que no caso do Natal, é interessante que a landing page seja personalizada para a época.

Ainda mais, entre as opções que podem ser oferecidas, estão:

  • Download de material gratuito;
  • Condições especiais de pagamento;
  • Descontos;
  • Frete grátis.

Essas alternativas podem alavancar o número de leads captados e, consequentemente, ter impacto nas conversões, caso exista um acompanhamento adequado da trajetória de compra.

Prepare conteúdos para e-mail marketing

O que fazer com a base de e-mails no Natal? A melhor maneira de lidar com esse recurso durante esse período no setor de varejo é se preparar antecipadamente para se relacionar rapidamente com os leads captados.

Como exemplo de uma ação que pode ser adotada, pode-se citar uma marca que comercializa envelope timbrado e opta por um mês antes analisar quais são as possibilidades das campanhas.

Em meio aos pontos que podem ser trabalhados, estão questões como os tipos de conteúdos que serão enviados, frequência, o que será ofertado, segmentação, layout, tipos de CTAs, entre outras possibilidades.

Aposte na mídia patrocinada

Essa é uma dica para potencializar os resultados das outras estratégias apresentadas ao longo do texto, especialmente ao considerar as chances de tornar o ciclo de vendas mais curto.

O mais vantajoso é a versatilidade dessa alternativa, uma vez que os anúncios patrocinados podem ser uma aposta associada tanto com os buscadores quanto com sites, redes sociais, entre outras plataformas.

A capacidade de segmentação em diversos meios também tem visibilidade, por exemplo, uma marca que comercializa itens para manutenção de estruturas, como produtos de limpeza e saco de lixo 30 litros, pode empregar um anúncio no Facebook com uma oferta apenas para determinada região.

Da mesma forma que aspectos como a faixa etária, gênero e interesses também podem ser selecionados em diversas ocasiões.

Além de uma imagem de qualidade, é importante implantar a chamada para ação, também conhecida como CTA (Call to Action) para estimular ainda mais a compra.

De acordo com o método utilizado, os anúncios podem variar, por exemplo, no Facebook e Instagram, várias imagens dos produtos/serviços podem ser utilizadas, juntamente com um link e o CTA.

Elabore conteúdos específicos para esse período

O marketing de conteúdo é um grande aliado de diversos setores e não seria diferente nesse cenário. Sem dúvidas, os materiais elaborados devem ser sempre planejados com cautela, e datas como o Natal estão envolvidas.

Nesse caso, os temas a serem trabalhados são amplos, por exemplo, uma empresa que comercializa materiais elétricos, como luminária ou lâmpada tubular led 40w, pode criar publicações com dicas de como aproveitar a data ou de presentes.

A criatividade pode ser trabalhada de maneiras variadas e, ainda mais, essa é uma forma de elevar o tráfego orgânico, ao contrário da alternativa anteriormente apresentada.

Nas redes sociais e em blogs, as empresas também podem apostar em vídeos, especialmente pelo potencial de viralização que esses recursos apresentam.

Sem dúvidas, cabe aos profissionais analisarem qual é a necessidade da empresa em relação aos conteúdos e, no caso dos vídeos, se é vantajoso produzir algo institucional ou promocional.

De qualquer forma, pode-se perceber que com as ações apresentadas no decorrer do texto, as empresas do setor de varejo podem ganhar um grande destaque ao se tratar do Natal. 

No entanto, é preciso que exista um planejamento cauteloso de cada etapa a ser adotada.

Afinal, para garantir a satisfação do cliente é preciso considerar que os comunicados devem ser entregues de forma que dê tempo de adquirir e receber antes do Natal. Caso contrário, a marca pode ter grandes prejuízos devido à insatisfação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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As 5 melhores fontes de tráfego para seu negócio online

Quando pensamos em uma loja física, ao abrir esperamos que os clientes entrem e visitem a loja para ver os produtos e consequentemente vender os nossos produtos, e sobreviver a mais um mês pagando todas as contas em dia, dinamizar essas fontes de tráfego é muito importante para o negócio.

Na internet temos que pensar da mesma forma, quando temos um e-commerce ou site de serviços, precisamos mostrá-lo para que alguém se interesse por nossos produtos/serviços, para que possamos vender.

E quando falamos de internet existe uma imensidão de pessoas disponíveis para ver o que temos a oferecer, só que, imagine pegar uma pedrinha do tamanho de sua mão e joga-la em uma piscina olímpica, ela provavelmente sumirá na imensidão da piscina, o seu site é como a pedra e internet é a piscina.

Para poder mostrar o que sua empresa tem a oferecer na internet podemos utilizar várias estratégias, que podem ser utilizadas de acordo com o perfil do negócio. Aqui iremos destacar cinco fontes de tráfego que utilizamos com bastante frequência para analisar as fontes de tráfego na Auris Ideias Digitais.

Tráfego Social

Estamos falando literalmente de redes sociais Youtube, Facebook, Instagram e outros. Existem diversas estratégias que podemos utilizar nas redes sociais, porém deve ser usada com muita cautela, não adianta somente fazer posts bonitos e agradáveis, com um criativo (imagem) bonito, se não for trabalhado juntamente com alguma estratégia para conversão. Postar somente por postar não vende, não esqueça dos boletos no final no mês!

Hoje sem dúvida nenhuma (para determinados tipos de seguimentos) a melhor fonte de tráfego social é o Facebook, em companhia de outras plataformas como Instagram e o mais recente WhatsApp que agora foi liberado para anúncios. Atualmente até a produção deste texto,  o Facebook conta com surpreendentes 2.4 bilhões de usuários ativos mensais.

Claro, que dependendo do negócio temos outras redes que podem ser tão poderosas quanto, como LinkedIn, com sua rede social totalmente nichada e seletiva, até mesmo o Youtube pode trazer uma audiência enorme e exponencial para o site, tudo irá depender do seu negócio e saber onde atuar mais ativamente.

Tráfego Pago

Com certeza você já deve ter visto anúncios pela internet, e justamente esses anúncios são o tráfego pago, é como as grandes como Google e Facebook (estou citando estas por serem as mais comuns, porém existem outras) empresas garantem que seu site seja visto na internet, lembra da pedra na piscina? Seria como colocar um neon na pedra para que ela seja destacada na internet (claro que, com muitos detalhes a se levar em conta).

Da mesma forma que conversamos sobre tráfego social, se não for usado com alguma estratégia não irá trazer resultado, o tráfego pago deve ser usada com um objetivo claro e mensurável, a fim de atingir sempre um objetivo macro, que em um e-commerce por exemplo, será a venda!

Tráfego Referencial

É quando outros sites indicam seu site como referência para consulta. Neste caso o conteúdo de inbound é muito importante e conseguimos avaliar se o público está contente com o seu conteúdo ao ponto de compartilhar com amigos.

Este tráfego é o mais difícil de conseguir, pois é um trabalho que deverá ser feito manualmente, onde pessoas reais irão indicar seu site, existem algumas estratégias que usamos para ter resultados aqui, mas iremos conversar sobre em um outro momento.

Tráfego de E-mail

Um dos mais importantes e fiel é o tráfego de e-mail, que se usado de forma correta se torna uma poderosa arma de venda instantânea, seja para produtos ou serviços.

Muitas pessoas podem se perguntar e ‘afirmar’ que as pessoas nem olham seus e-mails, pois saiba que estatísticas e contagens pelo Grupo Radicati descobriram o seguinte:

  • Mais da metade da população mundial usa e-mail em 2019.
  • O número de usuários de e-mail em todo o mundo deverá crescer para mais de 4,3 bilhões até o final de 2023.
  • O número total de e-mails comerciais e de clientes enviados e recebidos por dia excederá 293 bilhões em 2019 e deverá crescer para mais de 347 bilhões até o final de 2023.

Então se o seu e-commerce, não! O seu negócio, não tem lista e-mails para contatos, saiba que já está saindo bem atrás.

Tráfego Orgânico

Quando falamos de tráfego orgânico estamos falando de inbound marketing, precisamente de conteúdos para manter seu site atualizado e atrativo para os sites de busca. É inevitável admitir que quando falamos de site de busca na internet falamos de Google, porém existem outros como Bing, Yahoo etc.

Atualmente todos os sites são otimizados de acordo com as regras do Google para que se possa aparecer entre os primeiros na hora da busca, por se tratar do site mais acessado do mundo. Existem várias regras que aceleram o processo de Ranqueamento (posição) do site na hora da busca, por exemplo, escolhas de palavras chaves corretas, configuração de imagens corretamente, SEO, tempo de carregamento do site, muito outros itens que devem ser levados em consideração para que o site esteja bem colocado na hora da busca.

E como bônus, verificamos se nossas ações e estratégias estão corretas na mensuração do tráfego direto que vamos falar abaixo.

Tráfego Direto

Deixei o tráfego direto para o final por crer ser o mais importante na mensuração dos esforços de inbound marketing feito no seu site, por se tratar do próprio cliente lembrando de você e do seu site, e visitando por vontade própria sem incentivo de anúncios ou indicações.

O tráfego direto funciona quando você tem constância e qualidade, constância ao postar conteúdos e não falhar na entrega para o usuário, por exemplo, se toda quarta tem artigo novo e quinta tem lives ao vivo, então não se pode falhar na entrega desses conteúdos, e qualidade para o usuário saiba, que irá encontrar algum conteúdo de seu interesse ou que irá resolver seu problema na hora que acessar seu site.

Trabalhar as fontes de tráfegos é muito importante, para quem já teve ou têm algum negócio físico, o movimento de pessoas na sua loja ou empresa é fundamental, para que as vendas aconteçam. E na internet não é diferente, saber entender e trabalhá-las para gerar retorno é de fundamental importância para a sobrevivência do negócio digital.

Auditorio-Vendas-Guo-Dongbai-ALI-EXPRESS-Forum-2018

Os desafios do AliExpress para vender fora da China.

Quem acessa o site do AliExpress muitas vezes não se dá conta da dimensão que tomou o marketplace – que é um braço de exportação da gigante chinesa Alibaba.

Atualmente, o e-commerce tem cerca de 50 milhões de produtos disponíveis em 110 mil lojas diferentes, todas vendendo por meio da plataforma do AliExpress. Ao todo, são comercializados itens em 20 idiomas, transações podem ser feitas em 18 moedas e entrega é realizada em 207 países.

O Alibaba espera que, em dez anos, 40% da sua receita venha de fora da China.

Tamanha operação, entretanto, demanda muita inteligência de mercado. Segundo Guo Dongbai, CTO da empresa, mais do que as respostas, o que importa são as perguntas certas. “Quando você passa a trabalhar globalmente, como gerenciar diversos servidores em países diferentes? Como você lida com as taxas, os diferentes tipos de riscos de segurança?”, questionou, durante o Fórum E-Commerce Brasil 2018.

De acordo com o executivo, o AliExpress passou a usar big data para entender o comportamento dos consumidores em tantos países e cruzar as informações para ser mais assertivo.

Para se ter uma ideia, a empresa tem registradas em seu sistema 9,5 mil marcas, 507 sistemas operacionais rodando ao mesmo tempo em mais de 39 mil modelos de aparelhos diferentes, com 836 resoluções de tela distintas entre si.

Big Data

Big Data

Esse é o nível de detalhamento.

Assim, o marketplace sabe de onde exatamente chegam os acessos, de onde vem o dinheiro e quais áreas precisam de mais investimento, por exemplo, já que é possível descobrir, com profundidade, o que acontece no site em cada passo dos usuários.

“É preciso inovar onde faz mais sentido. Caso contrário, você investe nos lugares errados [e gasta dinheiro à toa]”, cravou Dongbai.

Um exemplo interessante, de acordo com ele, ocorre quando se cruzam dados de compras no Brasil, Rússia, Espanha e Estados Unidos.

De maneira geral, a exposição de produtos ocorre de forma similar em todos esses países. Nas demais etapas – cliques e checkout -, porém, o comportamento passa a ficar cada vez mais específico por região.

Por isso, uma operação global precisa trabalhar com segmentação de dados. “A gente precisa não só ter os dados, mas usá-los de maneira completa”, afirmou.

Parceiros locais

Apesar do tamanho sem precedentes, o AliExpress ainda tem seus desafios. Os principais dizem respeito justamente às peculiaridades regionais.

Isso porque o e-commerce não tem condições de contratar engenheiros e equipes especializadas para todos os países onde atua. Dessa forma, a intenção da empresa é fazer parcerias com operações locais.

“Eles [fornecedores locais] conhecem os consumidores, [sabem] que tipo de promoção vai fazer as pessoas clicarem mais em um anúncio. Nós não conhecemos o customer service em Brasil, então, precisamos de um parceiro aqui”, exemplificou Guo Dongbai.

De acordo com ele, o Brasil está no radar dos chineses. “Nós pensamos em trazer uma melhor experiência no Brasil. Estamos em contato com operadores locais, mas isso é ainda algo que estamos estudando”, finalizou.

Fonte: Ecommerce Brasil.