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André Cardia
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Como o Marketing Jurídico pode ajudar seu escritório de advocacia

Com o advento da internet e do marketing digital, uma série de áreas viu novas possibilidades surgirem no seu radar de técnicas comerciais. Esse é o caso da advocacia e do marketing jurídico.

Neste caso, porém, além das diferenças radicais entre o marketing on-line e o off-line, entre o mercado de hoje e o de duas décadas atrás, temos ainda outra questão em jogo.

Trata-se do Código de Ética da OAB, que veda aos advogados a aplicação da publicidade no sentido mais mercadológico do termo, embora não proíba ações de marketing que tenham cunho mais informativo e de conscientização.

O interessante é que com isso ele restringe o campo de atuação comercial dos advogados e escritórios de advocacia, mas não apenas.

Isso porque também é verdade que aquela parcela da estratégia que é permitida, equivale ao que há de mais promissor na atualidade, que é o marketing de conteúdo.

Portanto, se você quer ficar por dentro de como o marketing jurídico pode ser feito, ajudando um escritório ou profissional liberal a se tornar uma referência em seu mercado, siga conosco até o final da leitura.

O que diz o Código de Ética da OAB?

Embora alguns países de primeiro mundo, como os próprios Estados Unidos da América, não tenham tantas limitações legais quanto à divulgação do trabalho de um advogado, este não é o caso do nosso país.

Contudo, ao contrário do que pode parecer em um primeiro momento, isso não proíbe todo e qualquer tipo de “divulgação” do trabalho. Ou seja, um escritório ou profissional não está fadado a crescer apenas organicamente, no famoso “boca a boca”.

Para entender melhor, vamos ao próprio Código de Ética da OAB, no seu Capítulo IV, intitulado “Da Publicidade”, no artigo 28.

Nele, está descrito que um advogado, ou empresa, pode abordar seus serviços de maneira informativa com “discrição e moderação”.

Pois bem, o debate que isto põe na mesa vai além do campo jurídico: é o das diferenças existentes entre branding, marketing e publicidade.

Adiante iremos compreender um pouco melhor do que se trata o marketing jurídico e essa diferenciação e como isso pode ajudar com que as ações sejam mais assertivas e promissoras.

A importância do branding e do marketing

Quase todo mundo já ouviu falar em publicidade e marketing. Já em branding, nem todo mundo. Além disso, é muito comum usarmos marketing e publicidade como sinônimos, embora em termos técnicos os dois não sejam idênticos.

Então vamos entender melhor esses três termos: o branding, primeiramente, é o processo de criação de uma marca qualquer.

Desde uma grande indústria, até uma empresa que trabalha com motoboy express, ambas precisam definir os seguintes pontos:

  • O seu logotipo e cores;
  • O seu slogan ou tagline;
  • A sua identidade visual;
  • A sua identidade verbal, etc.

Não é preciso estender muito para perceber que um escritório de advocacia também pode/precisa fazer o seu branding. Na sequência vem o papel do marketing.

Peguemos, agora, o caso de um negócio que trabalha com portaria virtual e automação, atendendo demandas como controle de acesso linear.

Após definir sua própria persona (branding) e como ela se coloca no mercado, é hora de entender melhor o próprio mercado e como a marca pode impactá-lo de modo positivo.

Também aqui, o advogado ou escritório de advocacia precisa entender a realidade do seu mercado, as demandas do seu público-alvo, o posicionamento da “concorrência” e assim por diante.

De fato, o marketing jurídico é um dos principais fatores que podem fazer o seu escritório de advocacia deslanchar e atingir resultados incríveis.

Marketing de conteúdo e marketing jurídico

Como vimos acima, a publicidade comercialmente apelativa é o último estágio de uma campanha de marketing, sendo perfeitamente possível fazê-lo sem recorrer à ela.

Também já fizemos uma referência ao termo Marketing de Conteúdo, que é importante pois, nesse contexto todo, ele se torna praticamente um sinônimo de marketing jurídico.

Também chamado de content marketing, o marketing de conteúdo está em todo lugar. Hoje, se uma empresa quiser atrair clientes da área de aluguel de gerador de energia, por exemplo, ela precisa gerar conteúdo.

Os canais mais comuns para isso são:

  • E-mail marketing e newsletters;
  • Blogs, vlogs e canais similares;
  • E-books, infográficos e afins;
  • Webinários, podcasts e lives.

Em suma, os conteúdos criados precisam ser relevantes e distribuídos gratuitamente com uma cadência que crie laços entre as partes.

É exatamente do mesmo modo que o marketing jurídico trará resultados para um escritório ou profissional liberal.

Como ficou claro, o conteúdo gerado vai desde textos mais frios e objetivos, distribuídos entre visitantes desconhecidos da marca, até interações ao vivo, geralmente feitas com foco em contatos que já entraram pelo famoso Funil de Vendas.

Assim, se o escritório desejar tratar sobre a área de empresa de automação residencial, terá de criar conteúdos jurídicos com detalhes sobre esse universo, o que atrairá o tipo de cliente que ele espera.

Vejamos abaixo o que é o famoso funil de vendas e como utilizá-lo para trazer melhores resultados dentro do universo do marketing jurídico.

O funil de vendas e a jornada da compra

O funil de vendas anda lado a lado com o conceito de jornada da compra. Esta, por sua vez, compreende as etapas percorridas por um cliente, que costuma ir desde a situação de ignorância a respeito de um produto/serviço, até a compra efetiva.

Por exemplo, uma pessoa física ou mesmo jurídica pode enfrentar uma série de dificuldades na hora de comprar ou vender um carro, sem saber que algumas agências realizam o famoso laudo pericial veicular, que dá suportes nesse sentido.

Essa pessoa começa sua jornada da compra na fase de descoberta e aprendizado. Ao entrar em contato com o marketing de conteúdo de quem oferta a solução, entra na fase de “Reconhecimento do Problema”.

Na sequência surgem as considerações, como negociações sobre prazo e preços. Enfim, há a decisão ou ato da compra.

Do mesmo modo, se um escritório advocatício quer se especializar na área de laudo avcb, (Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros, obrigatório a todos os estabelecimentos do Estado de São Paulo), ele precisa gerar conteúdos nessa área.

O nome que se dá ao contato que percorre as etapas do funil é lead. Ao utilizar os vários canais citados acima, estreitando laços com o seu público e dando suporte gratuito, o profissional da área do Direito irá captar cada vez mais leads.

Com o tempo, além de enriquecer seu banco de contatos e possibilidades, ele poderá trabalhar um tipo de “pós-venda”. 

Assim, irá fidelizar os clientes já conquistados, tornando-os fãs e defensores da marca, isto é, do escritório.

Usando a internet e indo além dela…

Além dos exemplos citados acima, existe outro ponto muito importante. Na verdade são dois pontos: o primeiro, sobre como tornar seus conteúdos mais visíveis na internet. 

Já o segundo é sobre não se esquecer de que ainda há muitas oportunidades fora da esfera digital.

1. Dominando a esfera digital

Qualquer blog ou página criada para promover conteúdos precisará aparecer com destaque na primeira página dos grandes buscadores.

Afinal, eles são, em qualquer segmento que seja, a maior vitrine do mercado. Assim, quando um cliente precisa de algo como instalação de som ambiente, ele vai abrir um motor de busca no celular ou computador e pesquisar por essa palavra-chave.

Certamente, os resultados que estiverem na primeira página terão preferência. O modo de conseguir isso é praticando SEO (Search Engine Optimization, em português: Otimização para Motores de Busca).

Lembrando que, como essa estratégia só diz respeito à relevância e configuração das páginas da internet, ela não fere em nada o Código de Ética da OAB, de modo que cabe perfeitamente nas campanhas de marketing do seu escritório de advocacia.

2. Marcando presença no mercado

A internet, embora fundamental, não detém o monopólio das oportunidades. No caso do Direito, isto é ainda mais verdadeiro. Isso porque, as feiras e congressos que acontecem durante todo o ano são essenciais para qualquer profissional dessa área.

Nesses encontros, promover palestras e expor presencialmente alguns conteúdos de qualidade é um excelente modo de marketing jurídico.

Além dos workshops nichados, se o escritório quer focar na área de projeto de paisagismo residencial, também pode participar de exposições do setor, bem como em qualquer outro no qual deseje angariar clientes.

De fato, há vários recursos de marketing que um escritório de advocacia pode utilizar, com o que ele conseguirá alcançar resultados cada vez melhores.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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