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Elaboração de estratégias de marketing: O que levar em consideração?

Cada dia que passa fica mais importante e urgente compreender o papel das estratégias de marketing para um negócio que deseja crescer de modo sério e sólido. 

Por isso, todo empresário e todo gestor que ambicionam isso precisam ficar atentos.

Até porque, é muito comum fazer uma confusão logo no começo deste tipo de esforço, que consiste em pensar que o marketing é algo que muitas vezes se afasta do que ele seja realmente, reduzindo-o de modo grosseiro e pouco produtivo.

Por exemplo, quando uma empresa da área de infraestrutura de redes paga para aparecer nos grandes motores de busca como Google, Bing e Yahoo ou mesmo quando paga um outdoor ou uma rádio no seu bairro de atuação.

Tudo isso é importante e precisa ser feito, como ação de divulgação da marca, reforço da sua história, e claro, com a expectativa de que isso traga mais leads, mais gente interessada e, no fim das contas, mais clientes e compradores.

Contudo, se formos analisar friamente e de modo realmente técnico e conceitual, isso não se trata tanto de marketing, porém, muito mais de publicidade. 

A diferença é bastante simples no fim das contas, e tem a ver com a proposta de cada um.

De maneira mais abrangente e com maior alcance, o marketing diz respeito a planejamentos e análises muito mais amplas. 

Ele remete à filosofia da marca, ao comportamento do seu público-alvo e até ao estudo de mercado, ou seja, simplesmente tentar compreender melhor sua concorrência pode ser uma ação de marketing muito mais do que fazer uma panfletagem em prol da sua empresa. 

No primeiro caso, você faz algo mais conceitual, no segundo, algo mais prático e publicitário.

O exemplo que demos sobre os grandes buscadores também vem a calhar, dada a importância deles atualmente. 

Basta pesquisar algo como fachada de loja moderna para confirmarmos isso de maneira inconfundível.

Em poucos segundos aparecem centenas ou mesmo milhares de resultados, alguns deles com a opção de ativar o GPS para ir até o local. É o caso de quem pesquisa pelo celular com olho nos mapas para fazer compras ou retiradas presenciais.

Portanto, dada a confusão que tem surgido no universo digital a respeito de vários recursos de marketing e de divulgação, é preciso ser um pouco mais exigente quando o assunto for fazer uma elaboração de estratégia e saber o que levar em consideração.

Aliás, foi justamente por isso que decidimos desenvolver a fundo este tema, trazendo este conteúdo como modo de demonstrar o quanto o assunto é importante e o quanto ele precisa de uma olhar mais técnico e mais atencioso.

No fundo, essas confusões acabam sendo boas, pois são eles que nos fazem voltar um pouco atrás e tratar o assunto com tanto afinco como faremos aqui. É o desafio que nos move a melhorar e retomar algo que não deveria ter sido perdido.

Inclusive, um aspecto positivo de tudo isso é que traremos exemplos bem ilustrativos e baseados em casos reais, com segmentos e nichos que são verdadeiramente aplicáveis e portanto nos tiram da esfera de mera aplicações teóricas e genéricas.

De fato, hoje em dia as estratégias de marketing evoluíram tanto que já podem ser aplicadas com proveito a qualquer modelo de negócio, seja para quem presta serviço como cursos de vendas ou para quem vende algo no varejo de bairro.

Portanto, onde quer que haja uma marca consciente da solução que presta, como produto ou como serviço, há também espaço para estratégias de crescimento sem limites. Desde que seus donos e líderes dominem os pontos que trataremos aqui.

Desta forma, se o interesse mais urgente e genuíno do leitor é justamente o de compreender a fundo uma maneira de elaborar recursos que podem mudar radicalmente sua história, então basta seguir adiante e ver o que levar em conta.

 

Por que aplicar marketing?

Como visto, muita gente confunde o que seja o marketing. Quando isso ocorre, naturalmente, fica difícil explicar por que ele deve ser aplicado e usado como modo de fortalecer marcas e aumentar resultados de modo sólido.

A verdade é que podemos compará-lo ao que vem antes dele e ao que vem depois. Sendo que não falamos de “antes” em um sentido cronológico necessariamente, mas sobretudo em sentido lógico, como aquilo que sustenta outra coisa.

Sendo assim, antes do marketing vem o branding, que é o que funda a cultura organizacional de uma corporação. 

Trata-se de algo próximo do que hoje se convencionou chamar de pilares da missão, da visão e dos valores, ou seja, algo bem conceitual.

Depois do marketing, por sua vez, vem a publicidade. Tecnicamente, quando uma empresa de painéis fotográficos investe nela seu branding e seu marketing já deveriam estar em dia, de modo evoluído e suficientemente maduro.

Assim, a publicidade tem muito mais a ver com algo prático, ligado a:

 

  • Anúncios e patrocínios;
  • Parceiros de divulgação;
  • Impulsionamentos;
  • Ação em redes sociais.

 

Enfim, o marketing é justamente quem faz o meio de campo entre o mais conceitual e o mais prático, já que seria impossível ou muito inviável saltar de um para o outro.

O maior exemplo disso é o recurso que ficou conhecido como benchmarking, cuja tradução livre mais próxima seria justamente a de estudo de mercado ou análise de mercado, com foco especial na ação da concorrência e nos hábitos do público-alvo.

Ao fazer esse levantamento qualquer marca acaba dando um santo que vai das maiores conceituações até as frentes mais objetivas. 

Também é assim que surge um horizonte mais positivo sobre o que fazer e como sair da zona de conforto.

Naturalmente, isso é fundamental na hora de começar a elaboração das estratégias de marketing de uma determinada marca, seja ela nova ou tradicional, de serviço como salas privativas ou de compra e venda.

Até porque, muitas vezes o que define o marketing não é o passado de uma corporação, mas justamente seu futuro. 

Portanto, o que ela projeta como meta de crescimento para si mesma, sempre de olho no presente e no médio e longo prazo.

O que também vem comprovar que ela não conseguiria bem mesmo dominar categorias básicas ou as leis mais simples do mercado e não fosse esse esforço e esse direcionamento que estamos dando aqui.

Basicamente, podemos dizer que talvez a grande diferença entre uma empresa qualquer e uma marca que não apenas sobrevive, mas cresce e se torna líder de mercado, é a diferença entre a que domina e a que ignora essas lições.

 

Um planejamento infalível

Um passo realmente indispensável para falarmos verdadeiramente em elaboração de estratégias de marketing é o do planejamento de marketing.

Muita gente já ouviu falar nesse recurso, mas não necessariamente domina sua função e sua aplicação real. 

A começar pelo fato de que ele precisa ser feito com meses de antecedência, se possível definindo um ano inteiro da empresa.

Como um negócio da área de quadro de gestão, que pode desenhar todo seu planejamento do próximo ano até outubro ou novembro no máximo. Dezembro já serve para aparar arestas e implementar ferramentas.

O que não pode faltar nesse planejamento é o seguinte:

 

  • Perfis do público;
  • Diferenciais da marca;
  • Ferramentas aplicáveis;
  • Orçamento disponível;
  • Mão de obra presente;
  • Metas e objetivos;
  • Análises e métricas.

 

Com isso, você aprende a levar em conta, na hora de definir as estratégias de marca, fatores que são tão impositivos que se fossem ignorados poderiam significar a ruína de um determinado negócio em específico.

Adiante veremos alguns desses pilares de modo ainda mais claro. O que precisa ficar explícito aqui é justamente a necessidade de colocar tudo isso no papel, que é a proposta do planejamento de marketing enquanto documento e ferramenta de trabalho.

 

O papel da mão de obra

Quando falamos em mão de obra, geralmente pensamos apenas em uma esteira industrial e pessoas apertando porcas e parafusos. Mas, não se trata apenas disso.

Basta imaginar uma campanha de marketing que vai exigir muito de todo um departamento, que rapidamente vemos como isso também é uma mão de obra.

Se o negócio lida com distribuição de panfletos, pode começar com estudo de mercado, passar por ferramentas a serem implementadas, depois suporte ao funil de venda, então relatórios e análises de conjuntura, enfim pós-venda e melhorias.

Sendo que dentro de cada uma dessas etapas temos inúmeras e talvez dezenas de demandas que aprofundam e demandam muito mais esforço.

Daí a importância de elaborar uma estratégia de marketing tendo em vista quantas pessoas você tem ao dispor e a possibilidade de contratar mais. Pois isso definirá boa parte do esforço.

 

Cuidado com orçamento

Por fim, ao falar sobre orçamento estamos diante de algo parecido com a mão de obra, já que aqui também ninguém vai querer dar um passo maior que a perna.

Se a empresa atua com balcão de venda, quanto ela consegue mobilizar do caixa para anúncios e propagandas? Se necessário, será possível chamar freelancers e afins?

A clareza do orçamento é a garantia de que os recursos e metodologias aplicados poderão seguir até o fim do período almejado de crescimento.

 

Considerações finais

Portanto, com isso chegamos ao fim, mostrando que a elaboração de estratégia de marketing é algo que passa por conceitos, planejamentos e muito mais.

Acima mostramos os pontos essenciais desse esforço, bem como a importância de levar essas questões em consideração antes de dar início às estratégias.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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