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Fidelidade às marcas diminuiu: Como engajar os clientes mesmo assim?

São poucos os empresários e gestores de empresas que param para fazer uma análise de conjuntura sobre o mercado. Quem faz isso, por exemplo, percebe que a fidelidade às marcas tem diminuído cada vez mais, o que preocupa.

Afinal, se as pessoas já não têm aquele prazer espontâneo de defender as marcas que preferem ou mesmo chegarem a vestir camisetas, bonés e outros artigos com suas marcas estampadas, o que podemos esperar para o futuro do mundo corporativo?

Você pode pensar que isso só diz respeito às grandes multinacionais, que dominam segmentos como os de informática, telefonia, roupas esportivas, lanchonete, refrigerante e afins. Mas, não é verdade, pois isso diz respeito a todas as empresas.

De fato, uma papelaria de bairro que vende pasta catálogo personalizada também precisa de uma margem de satisfação e de engajamento do seu público para conseguir, no mínimo, aquele antigo boca a boca que fazia um estabelecimento vender mais.

No fundo, o boca a boca é só um modo de dizer, pois hoje em dia é preciso muito mais do que isso para sobreviver no mercado. 

Basta considerarmos a existência das plataformas online e o quanto elas são dinâmicas e exigentes.

Com isso, aliás, já entramos em cheio na questão do porquê a fidelidade às marcas tem diminuído. Na verdade, isso envolve questões que não se limitam apenas ao universo corporativo, mas sim a fatores tecnológicos, culturais e até psicológicos.

Como o surgimento das famosas Gerações Y e Z, que é um recorte sociológico de pessoas nascidas de meados dos anos 1980 e 2000 para cá. 

Naturalmente, elas já crescem com acesso ilimitado à informática, à telefonia e à internet.

Também é natural que isso acabe mudando seu comportamento, o que inclui os hábitos de compra e venda e, portanto, sua relação com as marcas. Outro modo de se referir a isso é falar do Cliente 4.0, como veremos em detalhes abaixo.

O fato é que, quando esse consumidor compra algo como placas personalizadas, ele não está fazendo uma escolha qualquer. 

Certamente, ele preferiu essas placas e não outras pois elas são personalizadas, ou seja, customizadas para ele.

Esse é um dos pilares da nova geração de clientes, o fato de que eles já não aceitam certas imposições que antes as marcas faziam arbitrariamente. Resumidamente, é a geração que quer montar o seu próprio lanche, em vez de aceitar um cardápio engessado.

Tudo isso já começa a deixar mais claro que não é necessariamente a fidelidade às marcas que está diminuindo, ou o desejo dos clientes de se engajarem, mas sim os critérios para que isso ocorra de modo espontâneo e sustentável.

Talvez as pessoas queiram ser mais fiéis do que nunca, já que elas continuam sedentas por soluções que resolvam uma dor em suas vidas, seja um produto ou serviço. Só que para isso elas querem, junto, ter uma experiência memorável.

Por isso, deliberamos sobre a necessidade urgente de desenvolver este conteúdo em específico, falando sobre fidelização, engajamento e Cliente 4.0, mostrando como manter esse pessoal encantado com o que você se propôs a fazer comercialmente.

Lembrando que, se por um lado os clientes que procuram algo como capa para sofá em L estão mais exigentes, por outro lado eles também podem se tornar mais conectados com a loja, em uma espécie de lei natural de peso e contrapeso.

Ou seja, com o esforço redobrado que é preciso fazer hoje, também precisamos lembrar que é possível converter e até “evangelizar” esses consumidores. 

Assim, eles se tornam não apenas satisfeitos, mas propagadores e defensores naturais de sua marca.

Daí a importância de trazer os conceitos e características principais dessa estratégia, mas também dicas práticas que qualquer um já possa começar a colocar em prática hoje mesmo, em vez de ficar apenas em questões abstratas e genéricas.

De fato, vamos lidar com exemplos de segmentos e nichos de mercado bem concretos, como modo de ilustrar o que está sendo dito e tornar essas táticas acessíveis a qualquer um, desde que haja desejo de crescer e tornar a marca mais madura.

Inclusive, o mais bacana disso tudo é que, realmente, hoje esse tipo de estratégia evoluiu tanto que já pode ser aplicado a qualquer modelo de negócio, sejam empresas que vendem uniforme administrativo feminino ou as que prestam serviços industriais.

Desta forma, se o seu interesse mais imediato é mergulhar de cabeça em informações e conselhos que podem transformar a realidade de seu negócio, afastando a concorrência e aproximando os clientes, então você precisa ficar por aqui até o fim da leitura.

 

Quem é o cliente 4.0?

Após o boom da Revolução Industrial, já na primeira metade do século XX, várias indústrias e empresas começaram a produzir muito mais do que eram capazes de vender.

Foi assim que surgiram o marketing e a publicidade. Contudo, no começo eles eram focados no que se chamava Cliente 1.0, que não tinha muita voz e só ficava assistindo a disputa entre as propagandas.

Sendo assim, as marcas se limitavam a explorar os diferenciais do seu produto. Na versão 2.0, o que elas fazem é começar a disputar entre si, sobretudo em comerciais de televisão que marcavam presença e denegriram as outras marcas.

Mas, isso também deixava o cliente de lado, até que surgiu a versão 3.0, já por volta dos anos 1980 e 1990. Agora agradar o cliente passava a ser a prioridade das maiores marcas do mundo, que começavam a estudar seu comportamento.

A realidade do Cliente 4.0 se dá dos anos 2000 para cá, graças à disseminação não apenas da informática e da internet, mas também de tecnologias mobile (móveis).

Como um celular smartphone, que permite ao cliente abrir um motor de busca na rua e, por comando de voz, pesquisar algo como limpeza de couro branco, encontrando milhares de resultados em poucos segundos, literalmente na palma de sua mão.

Diante dessas novidades, alguns traços desse novo consumidor são os seguintes:

 

  • Ele vive conectado à internet;
  • Não gosta de falar ao telefone;
  • Prefere digitar ou gravar áudios;
  • Acessa várias redes sociais;
  • Sempre pesquise antes de comprar;
  • Consome entretenimento digital;
  • Defende causas e bandeiras sociais;
  • Busca uma experiência memorável.

 

Naturalmente, entender essas tendências é algo fundamental para tentar fidelizá-lo e fazer com que ele realmente engaje na marca.

Como vimos, na versão 3.0 do marketing o esforço já era o de compreender o comportamento dos clientes, sobretudo com foco nas Gerações Y e Z.

Agora isso não basta, pois é preciso arregaçar as mangas e marcar presença onde ele está, digitalizando sua marca e dando um rosto para ela, como ao entrar nas redes sociais.

Adiante entenderemos tudo isso melhor. O que precisa ficar assentado aqui é o fato de que esse Cliente 4.0 exige a melhor versão de nós, pois só ao atingir a excelência na comunicação uma marca vai conseguir ser líder de seu segmento.

 

Alguns passos fundamentais

Agora vamos aprofundar o fato de que não é possível falar sobre fidelização e engajamento sem mencionar as redes sociais, ou a digitalização da marca como um todo.

De fato, o próprio termo “engajamento” é uma expressão retirada diretamente da internet, no contexto das mídias sociais em que os usuários podem se engajar por meio de curtidas, comentários, compartilhamentos e afins.

Por isso, uma dica de ouro para uma fábrica de bolsa personalizada para loja é marcar presença nas redes sociais, onde é possível usar uma linguagem mais coloquial e se aproximar incrivelmente de seu público.

A própria brevidade dos posts e os recursos como emojis, gifs e memes ajudam a tornar essa comunicação mais descolada e mais assertiva.

Além disso, é possível firmar-se digitalmente ampliando esse portfólio de veículos, como ao criar seu próprio site, um blog atrelado a ele, um aplicativo de celular, e enfim, toda uma plataforma digital da sua marca, que estimule o cliente a se engajar.

 

Cogite fazer um redesign

Imagine que você vai a uma festa e quer passar uma imagem de alguém moderno, conectado e, ao mesmo tempo, descolado, sem ser formal demais.

O que você vai fazer para conseguir isso? Escolher uma roupa apropriada é com certeza o mesmo que uma marca faz ao colocar em prática o redesign.

Um modo clássico de fazer isso é investindo em fachada de loja moderna, para mudar o logotipo, a paleta de cores e a tipografia do próprio estabelecimento. 

Mas, hoje isso pode ser feito digitalmente também, o que facilita o processo e otimiza seu tempo e seus recursos. 

Assim, você foca tudo em oxigenar sua identidade visual, atraindo muito mais as novas gerações de consumidores.

 

Proponha uma experiência

Por fim, as grandes marcas já não se limitam a comercializar um produto ou serviço apenas, mas sim uma solução completa, como uma experiência.

Isso passa por estratégias como melhorar o atendimento e a comunicação, mas também por ter uma filosofia de trabalho ou abraçar alguma causa.

Como uma confecção de roupas femininas, que pode simplesmente assumir o compromisso de representar a mulher de algum modo.

 

Considerações finais

Sendo assim, com as dicas dadas acima, sua marca se torna não apenas mais bonita e mais chamativa, mas essencialmente valiosa e apta a atrair, engajar e fidelizar mais os clientes modernos.

Para que você consiga aplicar essas estratégias inovadoras, trouxemos também informações imprescindíveis e conceitos essenciais ao tema.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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