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Qual é o impacto que uma boa embalagem pode gerar ao seu e-commerce?

A primeira embalagem foi confeccionada para servir como propósito de proteção. No momento em que os humanos começaram a armazenar e transportar alimentos e outros itens de subsistência, protegê-los de intempéries, colisões e animais, tornou-se prioridade. 

 

Esta é uma função cumprida pelas embalagens até os dias atuais, elevada à décima potência com o advento do e-commerce e das transferências remotas de bens. A distância entre produtor e consumidor força o produto a percorrer longos e árduos trajetos. 

 

As longas viagens estão presentes no roteiro da civilização em seus primeiros relatos, nas sociedades altamente organizadas do Crescente Fértil. Restritas, porém, ao nível de distribuição, ainda não havia o conceito de embalagem como propaganda. 

 

Este cenário se estendeu por grande parte da história das embalagens, formadas por tecido, madeira, palha, papel e ferro, envolvendo imensos volumes de mercadorias em navios, barcas, trens e o tronco de animais de grande porte.

 

Conforme desenvolveram-se os meios de transporte, transformando a movimentação de cargas em uma tarefa mais rápida e menos arriscada, os humanos puderam enxergar o material que as envolvia de outra maneira. 

 

Neste contexto, situado no epicentro da terceira fase da Revolução Industrial, nasce a ideia de embalagem como material publicitário, junto ao surgimento da teoria moderna do marketing e a apresentação das marcas ao mercado consumidor. 

 

A inclusão de anexos que tornaram a embalagem um artigo de luxo, em impressao 3d brindes da logomarca acrescentaram apelo ao produto, destacando-o do mar de novas alternativas e substituições.  

 

O objetivo de uma embalagem, que consiste em aumentar ou preservar a vida útil do produto, aplicou-se ao mundo das ideias quando os itens vendidos ganharam status de identidade e símbolo. Afinal, uma embalagem atraente indica os benefícios da aquisição. 

 

A transformação das embalagens acompanhou a mudança de paradigma no que diz respeito ao comportamento da empresa diante de seu mercado. O volume de opções para a aquisição de qualquer bem cresceu exponencialmente, multiplicando a concorrência. 

 

A partir da formação e aplicação das personas comerciais, a embalagem passa a cumprir o papel de transmitir os valores e sofisticação da marca ao cliente. 

 

Todas as etapas de sua confecção, cores e material utilizado, além de formatos e lacres, são cuidadosamente planejados. 

 

A oferta de serviços como entrega de encomendas com motoboy eleva os serviços de distribuição ao patamar de fase final, em que o cliente recebe o produto ainda envolto em caixas ou pacotes, ao invés de exibido em uma prateleira. 

A embalagem como produto

As embalagens devem ser vistas, no mercado atual, como parte do produto oferecido. O consumidor informado, fenômeno próprio da era digital, estende suas demandas por qualidade até a logística de transporte do produto que comprou. 

 

Cada embalagem é pensada de acordo com seu item correspondente, o destino final, o veículo de transporte utilizado e as especificações de peso e tamanho permitidas. O material escolhido, mais resistente e mais barato que o produto. 

 

As embalagens também fornecem informações importantes ao órgão distribuidor. Nela são grifados símbolos que indicam a fragilidade do conteúdo, o tamanho, além das datas de fabricação e validade, cumprindo as finalidades de melhoria na proteção e manuseio.

 

Esses dados exibidos na caixa facilitam o trabalho de colaboradores que manuseiam e transportam as mercadorias em postos intermediários, sem acesso à entrega de documento, com especificações para cada tipo de carga.  

Sobre a segurança que esses itens promovem

A função primordial da embalagem é executada dividindo-a em camadas que podem multiplicar-se a depender do tipo e quantidade do item. As embalagens de primeira camada estão em contato direto com o produto envolvido e servem para imobilização. 

 

Estas primeiras camadas de embalagem não cumprem função estética e são pouco trabalhadas, consistindo em blocos de papel, isopor ou plástico compactados nos espaços entre o produto e a embalagem secundária. 

 

Sua utilidade parte da norma que garante uma pequena distância entre a embalagem que estará em contato com o meio externo e o produto, de forma a proteger ambas as unidades, evitando a violação de um e a danificação de outro. 

 

Nota-se a diferença do material utilizado para cada camada. As embalagens mais próximas ao produto são fabricadas por substâncias mais maleáveis e leves, ideais para absorção de impacto. É o caso das esponjas, folhas de plástico e papel. 

Quanto mais distantes do bem transportado as embalagens estão posicionadas, mais rígidos e resistentes são os materiais utilizados para confecção, como uma embalagem de madeira para exportacao, por exemplo.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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