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5 métricas do LinkedIn que você deve acompanhar

Vista por muitos como uma rede social exclusiva para anúncio de vagas ou busca de empregos, o LinkedIn vem ganhando expressividade com o passar dos anos por mostrar ser muito mais do que isso.

O relatório Social Media Trends 2018 aponta que 47,2% das empresas já estão nessa rede, e reconhecem que as estratégias adotadas na rede possuem, sim, um impacto nos resultados de marketing digital.

No entanto, assim como as redes sociais mais populares, o aproveitamento do desempenho em campanhas estratégicas acontece, principalmente, graças a uma boa análise de resultados.

Neste artigo, você conhecerá algumas métricas do LinkedIn e descobrirá o que cada uma delas pode agregar em sua ação de marketing.

O que indicam as métricas do LinkedIn?

Com as métricas do LinkedIn, é possível saber como se comporta o público-alvo diante de determinadas temáticas abordadas, entender que tipo de publicação gera mais impacto e engajamento e descobrir como sua empresa se consolida na rede social.

Tais informações são grandes trunfos para potencializar sua estratégia de social selling, por exemplo, tornando sua página capaz de converter visitantes em leads.

Quais as principais métricas para acompanhar?

Existem inúmeros indicadores de performance disponíveis na chamada maior rede profissional do mundo, desde os mais simples até os mais complexos.

Uma forma de dividir e classificar as métricas do LinkedIn é separando-as por segmento:

  • performance das publicações;
  • comportamento dos seguidores;
  • desempenho da página.

Que tal conhecer algumas delas?

1. Resultados de pesquisas

Sua empresa utiliza as palavras-chave corretas em seu perfil? Uma boa dica para descobrir essa resposta é fazendo simulações de pesquisas com as palavras elencadas como sendo as que melhor descrevem seu negócio e os diferenciais vendáveis de sua companhia.

Dica: Uma boa maneira de tornar sua empresa mais visível na rede é utilizar técnicas de geomarketing. No LinkedIn, essa estratégia é chamada de “personalização para públicos globais”, e permite a criação de direcionamentos de página a usuários que estejam em determinadas localidades.

2. Seguidores na página da empresa

Com base nesse dado numérico, é possível avaliar se a empresa está sendo vista e se as ações desenvolvidas na página geram interesse legítimo no negócio, fazendo com que as interações não sejam apenas pontuais.

O LinkedIn oferece quatro tipos de análise de seguidores: destaques, novos seguidores, demografia dos novos apreciadores e comparação do perfil de seguidores de sua empresa a outras do mesmo ramo de atuação.

3. Perfil dos visitantes

Essa métrica do Linkedin tem como função fornecer dados sobre o perfil dos visitantes da company page.

Na aba “análise”, disponível no perfil corporativo, é possível acompanhar métricas de visitantes divididas em tráfego (visualizações e visitantes únicos) e demografia dos visitantes (filtrados por função, país, região, etc.).

4. Engajamento

As análises de engajamento disponíveis no LinkedIn possibilitam às empresas avaliar os níveis de engajamento com a página e com postagens feitas num período de 30 dias.

Com base no engajamento, é possível avaliar e comparar dados relacionados a “curtidas”, comentários, compartilhamentos, seguidores conquistados e impressões.

5. Número de cliques

Também relacionada ao engajamento, a métrica de número de cliques indica quantas vezes os usuários clicaram no nome da empresa, logo ou conteúdo compartilhado.Além da taxa de cliques, a plataforma fornece uma outra métrica pronta, chamada CTR — Click Through Rate — e representa o número de cliques recebidos por um anúncio dividido pelo número de impressões causado por ele.

O LinkedIn fornece mais impressões a publicações com um CTR alto, baseando-se na probabilidade de que mais usuários interajam com elas. Para apoiar o processo de mensuração de métricas no LinkedIn, a própria página oferece uma aba de análises bastante completa, com gráficos e porcentagens.Conhecer as ferramentas de análise de resultados permite ganhos extraordinários em ações de marketing digital.

O ideal é manter a página sempre atualizada, utilizando-a como cartão de visitas (o que permite até mesmo interligá-lo a serviços inovadores, como o Whatsapp Business, que permite a inclusão de um link para website em sua interface) e também como porta-voz da empresa.Agora você já sabe como usar as métricas do LinkedIn a favor da otimização de sua estratégia. Que tal compartilhar com a gente suas dúvidas e experiências sobre o assunto? Deixe um comentário aqui!

Fonte: marketingpordados

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10 tendências de redes sociais para 2019

2018 foi um ano de muitas novidades e acontecimentos no mundo digital, principalmente quando o assunto é rede social. Novas redes surgiram, outras ganharam notoriedade, funcionalidades inéditas foram criadas, algumas redes até se envolveram em escândalos mundiais.

Tudo o que aconteceu no ano passado tem um peso importante nos próximos anos. Neste artigo iremos listar e comentar as tendências de redes sociais para 2019. Confira e comece já a utilizar essas dicas nas estratégias de marketing digital da sua empresa!

1 – Verdade e transparência em 1º lugar

Em 2018 a internet e as redes sociais foram tomadas por fake news e manipulação de dados. Isso teve uma consequência real na percepção dos usuários em relação às redes sociais. De acordo com uma pesquisa da Edelman, agência especializada em relações públicas e marketing, 60% dos usuários disseram não sentir confiança em empresas de mídias sociais. Isso mostra que o principal foco da gestão de redes sociais em 2019 deve ser mais do que nunca o engajamento transparente e significativo de usuários, e não apenas a maximização no alcance de publicações.

2 – Instagram como principal rede social

O Instagram existe desde 2010, mas o ano de 2018 foi um ano especial que trouxe muitas novidades para a rede. Só para ter uma ideia, os gastos com anúncios pagos no Facebook cresceu 40% no segundo trimestre de 2018, enquanto os gastos com anúncios no Instagram aumentaram 177% no mesmo período. Foram muitas novidades: atualização no algoritmo (permitindo ao usuário visualizar conteúdos que mais gosta), compartilhamento de conteúdo de outras contas no Stories, criação do IGTV (aplicativo para vídeos mais longos) e criação do Instagram Shopping (possibilidade de adicionar etiquetas a produtos, com informações de preço e links). Graças a essas novas funcionalidades, o Instagram elevou o seu status e tem grandes chances de ser considerada a principal rede social de 2019.

3 – O crescimento do LinkedIn

Em 2018 o LinkedIn, rede social de negócios, passou dos 500 milhões de usuários, com conteúdo potencial de 100 mil artigos por semana na plataforma. Isso tudo enquanto outras redes sociais passavam por diversos escândalos e problemas. Funcionalidades de grupos, vídeos e a possibilidade de integração com outras redes sociais e aplicativos foram responsáveis por dar ao LinkedIn uma maior visibilidade, transformando a rede numa das melhores mídias para divulgação em 2019.

4 – Conteúdos em vídeo

Os conteúdos disponibilizados em vídeo vêm crescendo desde 2015. Especialistas estimam que em 2019, 80% do que consumimos online será em vídeo, mostrando que este formato poderá dominar a web em pouco tempo. As redes sociais estão disponibilizando cada vez mais funcionalidades audiovisuais, confirmando essa tendência. E as opções de como usar os vídeos são muitas: vídeos gravados e editados, vídeos ao vivo, uso de realidade virtual e outras.

5 – Conteúdo criado pelo usuário (UCG)

O conteúdo criado pelo usuário, também conhecido como UCG (user-generated content), é qualquer tipo de conteúdo que usuários comuns (nada de artistas, celebridades ou influencers) criam espontaneamente sobre produtos ou serviços. A ideia por trás do UCG é aproveitar-se da autenticidade e credibilidade para a criação de um conteúdo com o qual o público pode se identificar. Esse conteúdo pode estar presente em espaços para comentários e avaliações, fóruns de discussões, sessões de perguntas e respostas e ações com hashtags, por exemplo.

6 – Stories

Stories são conteúdos curtos que ficam disponíveis por 24h e depois desaparecem. Essa funcionalidade, presente em redes sociais como Instagram, Snapchat, Whatsapp e Facebook Messenger, está crescendo 15 vezes mais rápido do que o conteúdo compartilhado em feed. Isso mostra que em 2019 esse tipo de recurso pode superar os outros. Assim, as empresas que pretendem melhorar a performance em 2019, devem manter seus stories atualizados e bem gerenciados.

7 – Influenciadores digitais

Já faz algum tempo que realizar ações com influenciadores digitais traz bons resultados para empresas. E parece que em 2019 isso não vai mudar. Só que nesses últimos anos, as empresas perceberam que a quantidade de seguidores não é o dado mais relevante de um influenciador, mas sim os seus resultados mensuráveis. Visto isso, algo que provavelmente crescerá em 2019 serão as buscas por micro influenciadores, que são perfis menores, porém fortes em determinados nichos.

8 – Aplicativos de mensagens privadas

Os aplicativos de mensagem privada, como Whatsapp e Facebook Messenger, estão dominando nossa comunicação. Juntos eles possuem mais de 2,8 bilhões de usuários. Muitas empresas estão preferindo transferir o atendimento ao cliente para esse tipo de ambiente, mais íntimo. Empresas que não disponibilizam de atendimento 24h podem contar com uma outra tendência para ajudar nessa tarefa: os chatbots.

9 – Chatbots e mensagens diretas automáticas

Em 2018 começaram a ser usados com mais frequência os chatbots, programas de computador que usam algoritmos para simular conversas humanas em chats, automatizando tarefas repetitivas e burocráticas. Em 2019 essa tendência se consolida e se aperfeiçoa. Hoje ela já é uma solução viável, de fácil acesso e implementação. Já é possível usar esses robozinhos no Facebook Messenger, Whatsapp e outras redes sociais.

10 – Social Commerce

Social Commerce, ou Comércio Social, é a integração dos e-commerces com as redes sociais. Diversas novidades apareceram em 2018 mostrando que essa integração será tendência em 2019. O Instagram disponibilizou o Instagram Shopping e a loja virtual no Facebook ganhou mais adeptos. Fora que Facebook e Pinterest já contam há algum tempo com funcionalidades características de e-commerce (call to action, links e botões de compra).

Essas foram algumas tendências para redes sociais em 2019. Coloque essas dicas em prática agora ou procure uma agência de mídias sociais para um gerenciamento completo.

Fonte: king.host

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Fim dos likes? Entenda o teste do Instagram que vai esconder curtidas

Ao saber dessa notícia, a primeira reação das pessoas foi entender que o “Like” acabaria, mas não é isso que vai acontecer. Ferramentas de interação é a base de qualquer rede social, e o Instagram não é diferente. Abaixo, tentamos explicar os aspectos que levaram a esta mudança e as implicações para o futuro da plataforma.

Instagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/InstagramInstagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/Instagram

Instagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/Instagram

Quando a novidade estará disponível?

Facebook ainda não se manifestou quanto a data para essa alteração entrar em vigor. No momento, os testes estão sendo conduzidos por usuários selecionados no Canará. Também não há previsão do recurso chegar ao Brasil até o momento.

Qual o objetivo real por trás dessa mudança?

De acordo com o The Verge, um porta-voz não identificado pelo site afirmou que o objetivo principal é “tirar a pressão” de cima do usuário. O Instagram entende que a sua rede social deve ser um local para as pessoas se expressarem, e não um concurso de popularidade. Além disso, querem deixar o ambiente menos tóxico e competitivo.

Continuarei tendo acesso ao meu número de likes?

Sim, cada usuário saberá exatamente quantas curtidas uma foto ou vídeo recebeu, porém, isso não estará aberto para o público. Perguntado pelo site TechCrunch sobre como os influenciadores vão lidar com esta novidade, um porta-voz do Facebook afirmou que eles estudam uma maneira de fazer o usuário demonstrar o seu valor digital para possíveis marcas que queiram patrocinar o seu conteúdo.

Durante o congresso F8, Adam Mosseri, líder do Instagram, anunciou outras possíveis ferramentas da plataforma que entrarão em testes, a maioria com o objetivo de combater o bullying na rede social de fotos. Um deles vai “cutucar” o usuário quando ele estiver escrevendo uma mensagem tóxica ou ofensiva de certa forma, antes de postar o comentário.

Outra ferramenta é o “Away mode”, que permite ao usuário encerrar todas as notificações do Instagram e deixar a sua conta “suspensa” sem precisar deletar, ideal para momentos em que estiver passando por um “período difícil”. Depois que conseguir superar essa fase, poderá voltar normalmente que todo conteúdo estará lá.

Além disso, novas funções vão dar mais controle para o usuário decidir como as pessoas em geral vão interagir com o seu perfil. Assim, poderá escolher quem pode enviar mensagem privada, por exemplo, ou ainda, quem pode comentar em suas postagens.

Fonte: techtudo

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Zuckerberg anuncia mudanças no Facebook, e Messenger vai se integrar a Instagram e Whatsapp, com versão para desktop

Em evento anual, Zuckerberg diz que futuro da rede é permitir experiências mais íntimas e assume que empresa ‘não tem a melhor reputação’ em relação a privacidade no momento.

Zuckerberg apresenta novo visual do Facebook, que muda agora no app e ainda neste ano no site — Foto: Reprodução/Facebook

No evento na Califórnia, o presidente-executivo da empresa divulgou os primeiros passos do grupo nesse sentido, destacando novidades no Messenger, que ele promete que será “o aplicativo de conversas mais rápido” que existe, e a nova cara do Facebook.

O novo Messenger, “refeito do zero”, será lançado “dentro de alguns meses”, mas Zuckerberg não deixou claro se todas as novidades preparadas para o aplicativo serão lançadas ao mesmo tempo. As principais são uma versão para desktop e integração com WhatsApp e Instagram.

Veja os principais anúncios:

  • Facebook ganha novo visual primeiro no app, e muda no site ainda neste ano, com a cor branca predominando, em vez do azul;
  • o serviço de “Facebook Dating”, o “Tinder” da rede social, chega ao Brasil e a outros 13 países;
  • Messenger ganhará uma versão oficial para desktop ainda neste ano, que incluirá chamadas em vídeo;
  • o Messenger se integra ao Instagram e ao WhatsApp: por ele vai ser possível mandar mensagens para amigos dessas outras redes sociais; não foi dito a partir de quando;
  • O Messenger foi “refeito do zero”, ficou mais leve e promete ser o aplicativo de conversas “mais rápido” que existe; a nova edição será lançada neste ano;
  • Também será possível que amigos assistam a um mesmo vídeo, ao mesmo tempo, no Messenger;
  • No Facebook, os grupos serão mais destacados. Grupos sobre temas diferentes terão funções diferentes. Por exemplo, membros de uma comunidade sobre saúde poderão tirar dúvidas sem o nome aparecer na postagem;
  • Grupos de empregos no Facebook terão uma maneira mais fácil para empregadores anunciarem vagas;
  • Grupos sobre jogos terão um novo chat, para que as pessoas possam acompanhar eventos ao vivo e comentar em tempo real — algo próximo do que já acontece em plataformas como a Twitch e o YouTube;
  • Encontre novos amigos será uma nova função do Facebook, que vai conectar quem estiver disposto a isso dentro de uma mesma comunidade (escola, trabalho ou cidade);
  • Instagram terá uma nova câmera, para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos e o uso de efeitos, filtros e figurinhas;
  • o Instagram terá uma figurinha para doações para entidades;
  • Será possível comprar o look só clicando na foto de quem postou, sem sair do Instagram;
  • empresa testa tirar a contagem de “likes” do Instagram — só o dono da foto vai poder ver quantos teve, se quiser; a ideia é que esta seja uma plataforma com “menos pressão”;
  • Whatsapp Business terá um catálogo, para que os vendedores mostrem produtos.
Nova cara da timeline do Facebook — Foto: Divulgação

Nova cara da timeline do Facebook — Foto: Divulgação

Facebook Messenger ganhará versão para desktop ainda neste ano — Foto: Divulgação

Facebook Messenger ganhará versão para desktop ainda neste ano — Foto: Divulgação

Rival do Tinder no Brasil

Ao mesmo tempo em que Zuckerberg discursava, o Facebook anunciou o lançamento de um serviço rival do Tinder no Brasil. O “Dating” já funcionava em 5 países, e será expandido para mais 14. Veja como ele funciona.

Home do Facebook Encontros, nova ferramenta de relacionamentos da rede social. — Foto: Divulgação/Facebook

Marketing Digital – uma sopa de letrinhas

Sabemos que o investimento em marketing digital é um caminho importantíssimo para todas as empresas que buscam alcançar seu público presente na web. Essa é a forma mais indicada para reduzir custos e otimizar seus resultados de investimentos em marketing.

Mas, para isso, é necessário acompanhar constantemente o desempenho de suas campanhas, as visitas a seus site e blog, as conversões de suas campanhas. É importante conhecer termos utilizados no jargão dos “marketeiros digitais”.

Nesse sentido, criei uma “sopa de letrinhas” que vai te ajudar a entender um pouco melhor conceitos e termos envolvidos no mundo do Marketing Digital.

Quais são os principais termos do  marketing digital?

Existem diversos termos relacionados ao trabalho de marketing digital que utilizamos em estratégias escolhidas no mundo digital da Internet. Iremos listar os principais, aqueles que você precisa conhecer para entender melhor como esse universo funciona:

  • KPI;
  • Métricas;
  • Impressões;
  • Cliques;
  • CTR;
  • Alcance;
  • Cookie;
  • Frequência;
  • Usuários, sessões e Pageviews;
  • Bounce Rate, páginas por visitas e duração média;
  • LEAD;
  • Conversão;
  • Taxa de conversão;
  • ROI;
  • CPA;
  • CPC;
  • CPM.

KPI

O termo KPI significa Key Performance Indicator ou Indocador-chave de Performance. Esses indicadores de marketing digital são os números que você deve acompanhar para comprovar se as estratégias adotadas estão funcionando.

Exemplos de KPIs:

  • Número de visitas no seu blog;
  • Percentual de visitantes que assinam a newsletter.

Todo o KPI é uma métrica, mas nem toda a métrica é um KPI.

Métricas

É uma medição quantitativa dos seus dados. Por exemplo a métrica Sessões é o número total de sessões de um site. A métrica Páginas/sessão é o número médio de páginas visualizadas por sessão. Observe a tabela abaixo:

Impressões

Número de vezes que um anúncio foi exibido a alguém. Também conhecido como exposições.

Cliques

Métrica que determina o número de acessos originados de uma determinada publicação.

CTR

CTR significa Click Through Rate ou Taxa de cliques. Define o percentual de impacto que um anúncio geraram em um clique. Encontramos o CTR de um anúncio através da fórmula:

Considerando que um anúncio foi exibido 1.000 vezes e recebi 5 cliques, o meu CTR será igual a 0,5%.

Muitos profissionais ainda ficam em dúvida de qual seria o valor ideal de CTR. A verdade é que isso varia muito de mercado para mercado. Mas uma média considerada razoável para o CTR é de 2%. Se tiver páginas com percentuais abaixo disso, é interessante fazer modificações que ajudem esse percentual subir.

Alcance

Medido através de cookies, mostra número de navegadores que exibiram um anúncio ou registraram um clique. Essa medida é uma estimativa, pois algumas pessoas usam mais de um navegador ou computador, e outras compartilham navegadores.

Nas redes sociais (Facebook e Instagram), alcance é o número de pessoas que viram uma publicação. Uma publicação é contabilizada como tendo alcançado alguém quando é exibida no Feed de Notícias.

Cookie

Pequenos arquivos sites salvam em seu computador quando você os visita pela primeira vez. Esses pequenos arquivos salvam informações de acesso do usuário ao site como páginas visitadas, preferências do usuário, produtos adicionados no carrinho de uma loja virtal, etc.

Uma importante função do cookie é notificar o site quando você retornar.Número médio de vezes que um único usuário visualiza ou pode visualizar seu anúncio em um determinado período.

Frequência

Número médio de vezes que um único usuário visualiza ou pode visualizar seu anúncio em um determinado período.

Usuários, Sessões e Pageviews

  • Usuários: Número de pessoas que visitaram um site no tempo definido. Também conhecido como visitantes únicos.
  • Sessões: Número total de visitas que o site recebeu no período analisado. Por padrão uma sessão dura 30 minutos sem nenhuma interação do usuário na página acessada.

Bounce Rate, páginas por visitas e duração média

  • Bounce Rate (Taxa de Rejeição): Porcentagem de pessoas que deixam o seu site após visualizarem apenas uma página.
  • Páginas por visitas: É a média do número de páginas dentro do seu site que um visitante acessa.
  • Duração média: É o tempo gasto por um visitante em seu site.

LEAD

LEAD é qualquer usuário que permite ou estabelece alguma forma de diálogo com a marca por meios digitais. Em Marketing Digital, é um potencial consumidor de uma marca que demonstrou interesse em consumir o seu produto ou serviço.

Mas como esse interesse é demonstrado?

Geralmente, isso acontece através do preenchimento de dados por parte do usuário em um formulário para receber uma oferta (material rico) ou uma assinatura de newsletter.

O lead passa a fazer parte do funil de vendas daquela empresa e é trabalhado pela equipe de marketing e vendas em esforços conjuntos no sentido do fechamento do negócio.

Com isso, lead se tornou sinônimo de qualquer visitante que informe seus contatos em troca de algum tipo de conteúdo. Lead também pode ser definido como alguém que entra em contato com a sua empresa interessado em mais informações sobre o seu produto ou serviço.

De modo simplificado, uma lead é um usuário que está ao alcance da empresa, independentemente do canal digital ao qual ele está conectado.

Conversão

Quando um usuário realiza uma ação desejada, exemplos:

  • Alguém faz uma compra em um site;
  • Alguém deixa seu telefone para contato.

Taxa de Conversão

Número médio de conversões por clique no anúncio, mostrado como uma porcentagem. Uma Taxa de Conversão – TR é calculada através da seguinte fórmula:

Exemplo: O e-commerce de Victor registrou 112 compras em julho. Qual foi a sua taxa de conversão considerando que ele teve 8.600 cliques no mesmo período?

ROI

Return On Investment (retorno sobre o investimento).  Por meio desse indicador, é possível saber quanto dinheiro a empresa está ganhando (ou perdendo) em cada investimento realizado.

Como é calculado o ROI?

O ROI pode ser calculado através da seguinte fórmula:

Exemplo:

Vamos supor que a empresa, como um todo, tenha recebido R$ 70.000,00 em vendas e que R$ 25.000,00 tenham vindo da loja virtual.

Para manter o site funcionando é preciso gastar R$ 5.000,00, enquanto a loja física precisa de 15.000,00.

Neste caso, o ROI do nosso e-commerce seria:

Em outras palavras, você teria ganho 400% de retorno, ou seja, a cada 1 real investido, você recebe R$ 4,00 de lucro.

Outra forma de calcularmos o ROI é dividir o retorno financeiro pelo valor investido: Se a loja de vestidos da Vera investir R$ 10.000
na campanha de inverno e a venda for de R$ 63.000, qual foi o ROI da campanha de Vera?

CPA

CPA significa Custo por Aquisição (conversão), ou seja, quanto uma loja investe para conseguir uma aquisição.

Utilizamos a seguinte fórmula para calcular o CPA:

Exemplo: Se a loja de vestidos da Vera investir R$ 10.000 na campanha de inverno e ela obteve 460 vendas, qual foi o CPA da campanha de Vera?

CPC

CPC é a sigla para custo por clique, uma forma de cobrança de anúncios pagos na qual o pagamento é feito pelo número de cliques realizados. Para calcular, basta dividir o total gasto pelo número de cliques recebidos pelo anúncio.

Em outras palavras, o anunciante paga pelos visitantes que vão do site em que o anúncio foi feito para o site dele.

Esse é o modelo utilizado na compra de palavras-chave do Google AdWords, por exemplo. É um formato útil para saber os resultados exatos do seu anúncio. É adequado para quem quer obter mais tráfego para o site ou blog.

Podemos calcular CPC através da fórmula:

CPM

CPM significa custo por mil impressões, é uma métrica que representa o gasto gerado a cada mil impressões do anúncio.

O CPM é utilizado em campanhas de branding, por exemplo, que têm como objetivo aumentar a consciência de marca de uma empresa ou produto. Também é uma estratégia indicada para empresas de médio e grande porte, que tenham a área de marketing bem estruturada e estratégia clara.

CPM pode ser calculado pela fórmula:

Nossa sopa de letrinhas chega ao fim. Espero que as informações descritas acima ajudem-no a compreender melhor os principais termos técnicos que são utilizados diariamente por profissionais e agência de Marketing Digital.

Deixe o seu cometário abaixo!

Um abraço e até breve…

Definições de Marketing: descobrindo e satisfazendo necessidades

O objetivo do Marketing é entender tão bem o cliente que ele se torne cliente de uma empresa para sempre

Marketing é um conjunto de atividades que visa descobrir e satisfazer às necessidades do cliente. Na área de Marketing, prefere-se o termo “cliente” aos termos consumidor, comprador ou usuário.

Entender e atender o mercado

Quando falamos de cliente, estamos tratando de todas etapas do processo de compra e de relacionamento, desde o cliente prospect até o ex-cliente, incluindo todas as etapas intermediárias neste relacionamento. O objetivo do Marketing é entender tão bem o cliente que ele se torne cliente de uma empresa para sempre. Para fidelizar o cliente é preciso que a empresa/marca o conheça bem: seus hábitos, medos, angústias, anseios, etc.

O profissional de Marketing pode atuar em diversas frentes, desde o planejamento até o relacionamento com os clientes. Em muitas empresas, a área de vendas responde às necessidades do Marketing, executando as atividades de venda, que fazem parte do ciclo de relacionamento com os clientes. Em outras empresas, a área de Marketing dá suporte para a área de vendas, atuando nos processos de suporte para as atividades comerciais.

Por isso, hoje existem diferentes perfis de Marketing, como o Marketing orientado a Vendas, o Marketing orientado ao Relacionamento e o Marketing orientado a Marca (com ênfase em Branding).

Foi a Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, em 1954, que introduziu o conceito de Marketing ou de mercadologia no Brasil. A palavra Marketing foi aportuguesada somente no final da década de 1980.

Definições de Marketing

“Identificar, antecipar e satisfazer às necessidades do cliente de forma lucrativa”.
Chartered Institute of Marketing

“Marketing é o conjunto de atividades que tem por fim concretizar relações de troca. Essa troca ocorre entre os produtos e serviços da empresa com o poder aquisitivo do consumidor”.
Raimar Richers

“O Marketing é a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo”
Philip Kotler

“O Marketing é a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo”.
American Marketing Association

Definição social de Marketing

“Marketing é um processo social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação, da oferta e da livre troca de produtos de valor entre si”.

Posicionamento: a palavra que resume o Marketing

Segundo Philip Kotler, posicionamento é “a ação de projetar o produto e a imagem da organização com o fim de ocupar uma posição diferenciada na escolha de seu público-alvo”. Em termos práticos, o posicionamento pode ser obtido a partir da fórmula: Segmentação + Diferenciação = Posicionamento. Logo, a análise do posicionamento é indispensável para avaliar o destaque da imagem da empresa.

O posicionamento de Marketing está relacionado com os 4 Ps do Marketing: preço, praça, produto e promoção. Ele se refere aos empenhos da empresa/marca em atender às necessidades de consumo dos seus clientes.

O posicionamento de mercado é um fator fundamental na hora do desenvolvimento estratégico do Marketing de uma empresa. Para definir o posicionamento de mercado do seu produto ou serviço é preciso selecionar o seu mercado-alvo, segmentar o mercado, entender a jornada de compra dos seus consumidores, saber se diferenciar dos concorrentes e desenvolver um posicionamento de mercado bem definido.

Definição de Posicionamento

“Posicionamento é ocupar um lugar claro, distinguível e desejável na mente do consumidor”.
Al Ries e Jack Trout

Pela primeira vez na história, é possível ouvir a voz do consumidor sem ser estimulado. A opinião nua, crua, autêntica, legítima e sincera.

O profissional de Marketing é quem mais entende dos clientes na empresa. Ele é o evangelizador do cliente para toda a empresa.

As eras do Marketing

1a. Era do Marketing: orientado ao Produto (até 1945)
2a. Era do Marketing: orientado ao Consumidor (pós-guerra)
3a. Era do Marketing: orientado ao Relacionamento (pós-1980)
4a. Era do Marketing: orientado para a Responsabilidade Social (século XXI)

Case de sucesso: Havaianas – Todo mundo usa

Talvez você não se lembre (ou nem tenha nascido nessa época), mas as Havaianas eram conhecidas como alpargatas e vendidas com um modelo único até 1993. O produto era voltado ao consumidor de baixa renda e poderia ser encontrado em apenas três cores. Por essa razão, o público-alvo tinha vergonha de usar as sandálias, que eram associadas com a falta de dinheiro.

Com o sucesso da marca Rider, as Havaianas passaram por um período muito delicado. A única forma de sobreviver era mudar radicalmente o seu posicionamento para elevar o status do seu produto.

Finalmente, em 1994, surgiram as Havaianas top, com 40 opções de cores e três vezes mais caras que as originais. Para elevar o valor da marca, as propagandas eram protagonizadas por celebridades. Não demorou muito para que a classe média começasse a comprar as sandálias.

As Havaianas conseguiram com sucesso o reposicionamento de mercado.  A empresa assumiu novamente a liderança do mercado e até hoje é considerada um exemplo mundial de reconstrução de marca.

Fonte: Nova Escola de Marketing

Cramer sinaliza oportunidade em FANG após o trimestre “menos brilhante” da Netflix

O relatório de lucros “decepcionante” da Netflix poderia ter dado aos investidores uma oportunidade de comprar outras ações de tecnologia de alta qualidade, disse Jim Cramer, da CNBC, na segunda-feira.

As ações da gigante do streaming afundaram até 13 por cento no after-hours, depois de reportar adições de novos assinantes abaixo do esperado em seu segundo trimestre fiscal , a primeira falha da Netflix neste item em cinco trimestres.

No total, a empresa por trás de Stranger Things adicionou 5,15 milhões de assinantes no segundo trimestre, cerca de um milhão a menos do que o previsto. Novos assinantes domésticos foram pouco mais da metade do que foi projetado para este trimestre.

O apresentador ” Mad Money ” observou que o resto da FANG, sua sigla para as ações do Facebook , Amazon , Netflix e Google, agora Alphabet, teve tendência de baixa após o expediente, juntamente com ações de serviço de assinatura como o Spotify .

Para Cramer, toda a tendência de baixa parecia estar “em sintonia com o diabo Netflix”.

“Parece culpa por associação”, disse ele. “Essas empresas como Facebook e Twitter [cujas ações] estão caindo… Quero dizer, a única coisa que elas têm em comum com as ações da Netflix é que elas subiram bastante”.

Tudo somado, disse Cramer que os investidores têm de estar dispostos a ir contra as tendências mais amplas do mercado nos próximos pregões.

“Neste mercado louco, você precisa estar disposto a ir contra a corrente, porque é a única maneira de ser racional”, disse ele. “Apenas tente não exagerar para que você possa ser oportunista – não seja cego – [comprando] boas ações em queda causada por danos colaterais e talvez colocando o registro em força excessiva como se você tivesse entrado no “menos brilhante” Trimestre da Netflix. “

Vários analistas expressaram preocupação antes do relatório da Netflix, onde achavam que poderia representar a primeira etapa do crescimento mais lento da gigante de mídia. As ações da Netflix aumentaram mais de 100% no acumulado do ano.

Fonte: NCBC

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Como adicionar música à sua história do Instagram

A nova funcionalidade ainda não está disponível no Brasil

Apenas alguns dias após o lançamento do bate-papo por vídeo para as massas , o Instagram adicionou mais um novo recurso na quinta-feira. Agora você pode colocar música em suas histórias com alguns toques simples para adicionar um pouco de sabor extra. Claro, essas não são músicas completas, mas clipes de 15 segundos que você pode usar nas suas fotos e vídeos. Estas não são faixas instrumentais ou livres de royalties – você encontrará músicas populares do top 40 e além, em uma biblioteca de milhares de músicas.

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Adicionar música não poderia ser mais fácil. Primeiro, toque para adicionar um adesivo enquanto visualiza uma foto ou um vídeo em sua história. Isto irá puxar uma página cheia de adesivos que você pode colocar no seu conteúdo. Em seguida, encontre o novo adesivo rotulado “Música” na segunda linha. Você verá imediatamente uma longa lista de músicas populares, embora você também possa classificar por humor e gêneros se não tiver certeza da música que deseja. Se você tem uma música em mente, pode procurá-la.

Histórias do Instagram

Depois de selecionar uma música, você pode escolher a parte da música que deseja reproduzir na sua história e arrastá-la para a foto ou vídeo que julgar apropriado. Os clipes podem ter até 15 segundos, mas também podem ser curtos. Depois que o clipe de música for inserido, o nome da faixa e do artista aparecerá sempre que seus amigos visualizarem a história, para que possam encontrar a faixa por conta própria, caso aconteçam.

Por fim, você também pode escolher sua música antes de começar a passar para a nova opção “Música” no botão “Gravar”, que permite que você grave um clipe, em vez de adaptar músicas em seu conteúdo. No momento, esse recurso só está disponível no iOS, mas o Instagram diz que também será lançado em breve para o Android.

Fonte: BGR

8 filmes sobre comunicação e marketing para assistir na Netflix

Confira os 7 filmes que Uchoa indica em seu canal no Youtube para ensinar e, ao mesmo tempo, entreter

A empresa Netflix tem mais de 100 milhões de assinantes em todo o mundo. O serviço de transmissão online foi fundado em 1997 nos Estados Unidos. Hoje mais de 190 países tem acesso à plataforma, que disponibiliza filmes, séries e documentários para seus clientes. Há uma grande variedade de títulos. O especialista em oratória criativa, Augusto Uchoa, dá algumas dicas para quem quer ver filmes com a temática sobre Comunicação e Marketing e aprender com esses filmes.

O diabo veste Prada (2006)– o filme com Meryl Streep é ótimo e tem muito mais que o mundo da moda, mostra o preço que ela paga pela ambição. O filme “As 48 leis do poder” explora isso. Você está a fim de pagar o preço pelo sucesso?  O filme coloca na balança qual é o preço pela entrega.

                                                               O diabo veste Prada

 

Obrigada por fumar (2005)– é a história de um lobista que tem um gigantesco poder de argumentação. Ele é porta-voz de uma empresa de tabaco que defende de forma persuasiva os interesses da empresa. A cena que tem os lobistas de alimentos, armas e cigarros jantando, o diálogo entre eles e quem mata mais é um primor. O personagem Nick Naylor usa os argumentos de maneira correta.  Ele usa gatilhos da persuasão de Robert Cialdini, autor de “As armas da persuasão”.

Obrigada por fumar

O discurso do rei (2010)– com tópico sobre comunicação e coaching, tutoria e aprendizado, o filme conta a estória do rei que tinha que discursar para milhares de pessoas e tinha problemas de dicção, o que gerava descrédito. Com a ajuda de um professor de fonoaudiologia, o discurso passou a ter uma nova percepção do público. Então é interessante perceber que quando você começa a falar, as portas se abrem. Não é dom ou sorte. É encontrar a pessoa certa e se expor. É uma grande metáfora para quem está começando a falar.

O discurso do rei

A rede social (2010)– Marc se junta e monta um negócio com um parceiro no quarto de faculdade em Harvard. O filme é interessante para perceber os novos meios de comunicação e a modificação da maneira das pessoas se comunicarem com estratégias já existentes. É uma grande metáfora. Mostra o poderoso impacto das redes sociais nos dias de hoje. A oratória é explorada também no filme.

                                                               A rede social

O advogado do diabo (1997) – o filme tem Al Pacino como diabo. É interessante para questionar ética e ambiente (como ele molda as pessoas) e principalmente, ninguém está isento da coerção que o ambiente exerce sobre nós (o Cisne Negro também explora isso numa visão mais psicológica). Ele está sempre dando opções para o advogado, até com certa falta de ética. Nossos pais faziam isso (é estratégia de oradores antigos). Eles davam as opções em que ambas as escolhas eram interessantes apenas para eles. O ego e a vaidade fazem com que a pessoas troquem tudo: família, amor, etc. Fama e vaidade são os novos likes.

                                                               O advogado do diabo

O lobo de Wall Street (2013) –na opinião de Uchoa, é uma pena o ator Leonardo Di Caprio não ganhar o Oscar, principalmente naquela cena em que ele aparece drogado tentando entrar no carro. O jovem fez fortuna no mercado financeiro, mas ficou preso por lavagem de dinheiro e fraude. Os fins não justificam os meios. Mas qual é a ética e o tribunal do travesseiro por traz disso? Neste mundo conectado vale desconfiar do bom demais para ser verdade, os modelos de pirâmides e as fórmulas de lançamento. O filme acaba com Di Caprio se transformando em guru e ajudando as pessoas. É uma crítica aos gurus de palco.

                                                               O lobo de Wall Street

Steve Jobs (2015) – é uma obra prima que mostra o perfil sociopata dele, mas a paixão que ele tinha pelos produtos que criava. Explora também um pouco de oratória. A maior ênfase é o storytelling, como ele transmitia das ideias dele. Ele não gostava de gente, mas gostava do que estava entregando, e se transformou no garoto propaganda da marca dele, depois de muito treinamento.

Steve Jobs

Fome de Poder (2016) – A história da ascensão do McDonald’s. Após receber uma demanda sem precedentes e notar uma movimentação de consumidores fora do normal, o vendedor de Illinois Ray Kroc (Michael Keaton) adquire uma participação nos negócios da lanchonete dos irmãos Richard e Maurice “Mac” McDonald no sul da Califórnia e, pouco a pouco eliminando os dois da rede, transforma a marca em um gigantesco império alimentício.

Fome de Poder

Fonte: Ad News