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Black Friday: Saiba como preparar seu e-commerce

A Black Friday é um grande potencializador de negócios. A data é uma das maiores do mundo para o comércio, e participar dela é importantíssimo para a saúde financeira de sua empresa.

Um empreendimento que trabalha com serviço de motoboy, por exemplo, pode alavancar muito as vendas de seu serviço com uma boa infraestrutura desta data comemorativa.

A origem da Black Friday é antiga, e o termo é uma referência a graves crises no mercado dos Estados Unidos. Esses agravamentos levaram as empresas a baixar seus preços para tentar manter um lucro no mercado, que era aproveitado pelos consumidores.

Surgido na Filadélfia, o evento tornou-se a pouco tempo o maior dia de compras do mundo, ganhando impacto internacional ao se espalhar, gerando a ideia de um dia com grandes descontos por parte do comércio, facilitando o poder de compra das pessoas.

É essencial pensar na Black Friday como uma grande oportunidade de gerar novas conversões e ganhar muitos novos clientes, no entanto, é preciso cautela e atenção para um planejamento adequado que não prejudique seu comércio.

Começando no Brasil em 2010, diversas lojas têm incorporado em seus calendários a data, que normalmente é o dia seguinte ao feriado norte-americano conhecido como “Dia de Ação de Graças”, sendo realizado na última sexta-feira do mês de novembro.

Muitas empresas alugam até mesmo uma estrutura de galpão para dar conta de estocar os itens que serão vendidos na data.

Os valores movimentados anualmente são impressionantes e, hoje em dia, é difícil pensar em não participar da Black Friday, pois o prejuízo pode ser muito grande.

Pensando nisso, neste artigo, apresentamos algumas dicas de como seu negócio deve preparar-se para a Black Friday, bem como algumas dicas para conseguir vender bem nessa data. Acompanhe!

Como se preparar para a Black Friday

Não basta colocar descontos em seus produtos e esperar os clientes chegarem até eles. 

Hoje em dia, uma boa estratégia de marketing é fundamental para o funcionamento de uma empresa, e em datas como essa, é mais importante ainda as ações planejadas.

É ideal possuir um pedestal organizador de fila para colocar na área externa de sua loja física, uma vez que a organização deve ser fundamental durante esse dia.

Muitas empresas já costumam tomar a dianteira e anunciar suas promoções antes da data específica. Isso permite que o consumidor faça as escolhas do que pretende comprar e se programe financeiramente para os gastos.

Esse tipo de ação acaba desenvolvendo um gatilho mental no público-alvo, que começa a criar expectativas para a data.

Promoções que realmente se destaquem têm ainda a possibilidade de expandir sua rede de clientes e alcançar novos consumidores que não tinham acesso a seu nicho.

Para não perder o momento, é interessante que toda a campanha prévia a data da Black Friday seja trabalhada em torno de descontos menores e promoções rápidas, que atraiam o cliente e os façam começar a consumir antes mesmo da sexta-feira.

Logo, no dia, a empresa pode preparar a parte pesada das promoções, fazendo com que as pessoas que estavam acompanhando tenham possibilidade de adquirir muito mais.

Comparar preços com a concorrência é uma estratégia que deve ser realizada o ano inteiro.

Um cliente irá procurar pela internet qualquer produto, até mesmo um colar 7 chakras, para avaliar a diferença de preços e de produção. Por isso, é importante ser honesto e ético com as promoções da Black Friday.

Além disso, é preciso identificar o quão dentro do mercado seus produtos ou serviços estão. Entretanto, vale a pena conferir promoções especiais e descontos de Black Friday que os concorrentes estão sugerindo.

Dessa forma, você pode avaliar a situação e identificar um preço competitivo e agradável ao público, sem perder uma margem de lucro. É fundamental que o preço seja qualificado, entretanto.

Um valor muito baixo para um produto pode levantar dúvidas sobre a qualidade e a segurança do item apresentado, diminuindo as chances de venda. Mantenha-se competitivo, ainda que com preços baixos.

Se você fizer as contas e não conseguir diminuir o preço abaixo de seu concorrente, vale a pena tentar outras formas de conquistar o cliente.

Um desconto ou isenção de frete vale muito nesse tipo de situação, e uma diminuição no tempo de entrega pode ser o diferencial que fechará a compra.

Mesmo em serviços, você pode oferecer, por exemplo, um preço promocional para motoboy contrato mensal, melhorando seu portfólio e ganhando mais clientes.

Tenha seu e-commerce bem estruturado

Além das dicas dadas acima, é importante preparar seu site para a Black Friday é fundamental. Só assim ele alcançará os resultados adequados para a data, com um planejamento estratégico completo e uma ação de marketing contundente.

Garantir o estoque de seus produtos é uma excelente sacada. Estime com base nos resultados de anos anteriores para criar uma estrutura adequada, pensando nos produtos com mais saída e nos destaques de suas divulgações.

Como a maioria das lojas oferecem opções alternativas de frete, busque opções menos custosas e que ofereçam o melhor serviço para o cliente.

Durante esse período, junto das vendas que crescem vertiginosamente, a demanda de atendimento também pode aumentar. Não hesite em contratar funcionários temporários para suprir a necessidade de atendimento.

Por serem pessoas que não estão a muito tempo na empresa, é fundamental que haja uma capacitação boa e qualificada, para não causar nenhum tipo de transtorno no atendimento.

Seus colaboradores devem saber exatamente o que você está vendendo, para uma melhor conversação. Se você está tentando vender bermuda tactel elastano, é preciso compreender o tipo de questionamento que um consumidor fará, por exemplo.

No começo da difusão da Black Friday no Brasil, muitas pessoas tentaram fazer promoções falsas e aplicar golpes no consumidor. Isso gerou uma desconfiança que muitas vezes permanece nos clientes.

Por isso, é de fundamental importância que suas promoções sejam reais e honestas. 

Ofereça opções realmente boas, uma vez que a maioria das pessoas tem buscado em históricos e faz uma publicidade negativa forte em empresas que tentam passar a perna no consumidor o durante o evento.

Dicas para vender bem na Black Friday

O consumidor costuma procurar lojas que tenham descontos especiais durante a época. Por isso, criar uma página exclusiva com todas suas promoções pode ser um excelente meio de atrair mais público.

Coloque seu vinho halberth em destaque para conseguir alcançar mais pessoas com a promoção.

É ideal que a página reflita o evento, usando cores temáticas e várias chamadas para ação (CTAs) que destaquem a qualidade de seus serviços ou produtos e por que aproveitar as promoções que você está fazendo.

Reduzir preços progressivamente também é uma excelente estratégia de venda. Nesse caso, a expectativa é ganhar pela quantidade. Oferecer um desconto de 20% que aumenta progressivamente a cada item adicional comprado pode alavancar muito suas vendas.

Anúncios são fundamentais para melhorar suas vendas durante a Black Friday. Dentre as opções de engajamento, você pode divulgar através de:

  • Rádio e TV;
  • Internet;
  • Redes sociais;
  • Panfletos e outdoors.

Qualquer elemento que possa difundir suas promoções é válido. Aproveite também a ocasião para aumentar seu engajamento em redes sociais, utilizando hashtags e outras ferramentas para que sua publicidade alcance mais pessoas.

Além disso, ganhar novos clientes é ótimo, mas é preciso pensar em vantagens para aqueles que já são fiéis a sua empresa. 

Essas pessoas se engajam com o estabelecimento e seguem consumindo, sendo uma importante figura do desenvolvimento da saúde financeira do empreendimento.

Clientes recorrentes de uma empresa de controle de bens patrimoniais têm grandes chances de contratar mais dos serviços com um preço promocional.

Pensando nisso, o ideal é criar promoções exclusivas para clientes já fidelizados, e havendo a impossibilidade de baixar mais os preços, incentivar o consumo com brindes e outros pequenos agrados que farão o cliente ficar ainda mais próximo da empresa.

Verificar sua infraestrutura também é muito importante nesse período. Se você possui um site de vendas, ele deve ficar hospedado em um servidor. É essencial pensar que esse servidor tem grandes chances de sobrecarregar com o excesso de pessoas acessando.

Para conseguir tirar o melhor proveito dessa data, é imprescindível que o estabelecimento mantenha-se em ordem durante todo o período.

Se seu site fica em uma empresa terceirizada de hospedagem, pode ser interessante avisá-los com antecedência para evitar qualquer tipo de transtorno que possa ser causado durante os dias que antecedem e procedem a Black Friday.

Tão relevante quanto a infraestrutura, são os conceitos de segurança. Em compras online, seus consumidores colocarão dados pessoais e financeiros sob a sua responsabilidade.

Garanta que não haverá nenhum vazamento de dados, para evitar uma situação muito complicada após o evento.

Considerações finais

A criatividade é o elemento chave para se destacar na Black Friday. A maioria das empresas irá oferecer produtos com descontos imbatíveis, então pense fora da caixinha para chamar a atenção do público e converter mais resultados.

Ademais, é essencial lembrar que o sucesso da Black Friday é ótimo, mas ainda trata-se de só um dia de ofertas. Seu trabalho de engajamento e vendas durante esse período pode gerar uma imensa base de apoio de consumidores.

Se investido corretamente, o relacionamento com essas pessoas pode tornar sua empresa ainda maior e melhor.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Matriz BCG

Matriz BCG: conheça mais sobre essa ferramenta

Já imaginou uma ferramenta ou metodologia que permitisse ter uma visão ampla sobre um negócio, seus produtos e a recepção dos clientes, tudo de modo estratégico e voltado para o futuro? Eis aí a grande proposta da Matriz BCG.

Pode parecer que essa sigla não diga muito sobre o método, pois ela remete ao Boston Consulting Group, famoso grupo de consultoria empresarial norte-americano. Mas isso diz tudo sobre a história e o contexto em que a Matriz BCG surgiu.

Ela foi concebida na década de 1970, por um desenvolvedor chamado Bruce Henderson, que se esforçou ao máximo para tornar o método bastante visual, amparado em um desenvolvimento gráfico de análises.

Isso é importante para nos contextualizar sobre a origem de algo que pode mudar nossa empresa de patamar. No sentido de já entendermos, de antemão, que se trata de um método intuitivo, que pode ser aplicado por todos os interessados.

Desde sua criação, essa análise ou matriz se tornou a mais utilizada no mundo todo, segundo o famoso livro “Manual de Estratégia: Conceitos, Prática e Roteiro”, de autoria de José Crespo Carvalho e José Cruz Filipe.

Quem é da área nem precisa de referências, pois certamente já está acostumado a aplicar o método na rotina de desenvolvimento de produtos e soluções. Especialmente com foco em análises de portfólios e estratégias ligadas ao ciclo de vida de cada produto.

Na prática, essa “visão ampla” que mencionamos acima é a visão sistêmica, ou ainda visão holística de que tanto se fala atualmente. De fato, hoje em dia nada é mais importante do que a capacidade de “conversar” com o futuro.

De fato, em um mercado cada vez mais concorrente, saturado e desafiador, e sem um método que permita debater quais produtos merecem continuar na linha de produção, e quais não merecem, dificilmente uma empresa vai conseguir se manter.

Já adiantamos que a aplicação da Matriz BCG não é difícil. Mas, para aplicá-la de maneira realmente funcional e promissora, é preciso conhecer suas etapas e alguns conceitos, que vamos aprofundar adiante.

Então, se você quer conhecer mais sobre essa ferramenta incrível, basta seguir na leitura.

Por dentro da lógica da Matriz BCG

A Matriz BCG, tal como se consagrou no mundo todo, é dividida em dois blocos ou quatro partes distintas. Os blocos dizem respeito às métricas, que incluem o nível “Alto” e o nível “Baixo”, e remetem a dois conceitos práticos.

O primeiro é o de “taxa de crescimento de mercado”, que compara produtos, como o desempenho de um vinho malbec argentino com outras bebidas do mesmo portfólio. Claro, os produtos comparados precisam ter um ticket e um perfil semelhantes.

O segundo bloco diz respeito à “participação do produto no mercado”, o que alguns chamam de “participação relativa”. Essa métrica tem uma visão ainda mais abrangente sobre a realidade do produto dentro da empresa e no mercado como um todo.

Já as quatro partes ou etapas vão muito além, completando os dois blocos/eixos dessa tabela gráfica que é a Matriz BCG, conforme os seguintes símbolos:

  • A interrogação: introdução de um novo produto;
  • A estrela: produtos de crescimento no mercado;
  • A vaca leiteira: ponto de maturidade de um produto;
  • O abacaxi: símbolo de alerta e declínio no mercado.

Adiante aprofundaremos a aplicação desse gráfico. Mas já ficou claro que, se você vai lançar uma novidade como incluir um vinho lambrusco branco em sua carta de vinhos, o primeiro passo é considerar a Matriz BCG.

Ademais, tantos os dois ciclos de mercado dos eixos, quanto os quadrantes, foram pensados de modo pragmático para que um bom líder consiga fazer as demonstrações diante de sua equipe, já que as análises envolvem vários setores da empresa.

Os produtos “interrogação” e “estrela”

O ponto de interrogação é, no sentido lógico, o primeiro quadrante de todos. Trata-se de produtos que ainda não podem ser julgados com base em métricas reais, apenas cenários e conjunturas que se faça no plano de lançamento.

Se você acaba de lançar um bolo de leite ninho simples na sua loja, essa proposta ainda está no reino da aposta, da novidade. Na prática, a empresa não fica parada, é claro, pois o marketing serve justamente para esse tipo de cenário.

Mas a Matriz BCG ainda não consegue canalizar seu potencial analítico para tais itens. Às vezes não é nem sequer um produto novo, mas todo um nicho de mercado que uma marca disruptiva acaba de inventar.

Um ponto essencial a levar em conta é que realmente a adesão do público costuma ser baixa nesses casos, então não há espanto no sentido de colocar tais produtos no quadrante da interrogação, é tudo uma questão de método.

Outro ponto importante é o modo como o produto do quadrante interrogação cruza os dois eixos. Isto é, a maneira como se relaciona com o crescimento de mercado, que é alta, e com a participação do produto no mercado, que é, naturalmente, baixa.

Pela lógica, o próximo passo ou tipo de produto é o “estrela”. Como o nome já sugere, trata-se dos produtos mais interessantes ou principais de qualquer portfólio. Seria como um champagne magnum que gerasse a melhor rentabilidade para a loja.

É o alto índice de resultados/vendas que justifica sua posição de destaque, bem como sua função de manter a marca bem posicionada no mercado. Porém, existem algumas ponderações a serem feitas em relação a ele.

Primeiramente, o fato de ser um produto que, embora não seja tão novo quanto os do quadrante de interrogação, ainda não é estável em termos de vendas contínuas. Ele está vendendo muito porque é algo inovador, tem um forte potencial.

É o caso de uma marca que acaba de ter uma grande ideia, cujo produto principal se mostra um verdadeiro “arrasa quarteirões”. Contudo, é preciso testá-lo no tempo, ver se a aderência é contínua e a consolidação de mercado vai se dar de fato.

O que são o “abacaxi” e a “vaca leiteira”

Mesmo quem nunca ouviu falar na Matriz BCG, certamente já deve ter ouvido a expressão “abacaxi”, como indicando algo que não dá bons resultados ou gera transtornos. Isso diz muito sobre esse quadrante, e o processo de decadência de um produto.

Claro, se uma fabricante de alimentos para eventos percebe que itens como panquecas estão entrando em baixa no gosto do público, ela pode investir mais em crepe para festa, ou em waffles e soluções similares que substituam o produto em declínio.

Ainda assim, é importante manter no radar ou no gráfico BCG o ciclo de vida desses produtos, até como modo de evitar que outros entrem em declínio igual. O que nem sempre é impossível, pois as possibilidades de remarketing e “revisitação” estão sempre aí.

Enfim, a “vaca leiteira”, que é o sonho de toda marca. Se o produto estrela tem altos índices de venda, lembremos que os investimento também são altos, pois demandam muitos testes, muito marketing e reciclagem constante.

Já neste quarto quadrante ou cenário, o produto se consolidou, portanto continua vendendo tal como um produto estrela, porém sem altos custos. Daí sua expressão, que significa a capacidade de “ordenhar” o produto sempre, sem escassez.

Imagine uma loja que vende lembrancinha de chocolate, por exemplo. Não é preciso muito esforço para perceber que esse tipo de lembrancinha ou brinde sempre vai ter uma alta aderência no mercado.

Vale notar que a relação do produto de tipo “vaca leiteira” com as duas linhas do eixo é alta. Portanto, ele tem uma boa participação relativa de mercado e, ao mesmo tempo, um crescimento de mercado elevado, por ser consagrado.

Como se dá a dinâmica da Matriz BCG?

Falar sobre os quatro tipos de produto e sobre as duas linhas do eixo já é algo suficientemente proveitoso para entendermos como se dá o ciclo de vida de um produto.

Ainda assim, podemos abordar o método em termos de aplicação. A primeira grande dica é contentar-se com o fato de que nem todo produto vai chegar a ser “vaca leiteira”, ou mesmo “estrela”.

Como no caso de uma fábrica de peças plásticas, que precisa ter um portfólio grande, justamente para poder equilibrar esse mix de soluções, o que é normal.

Estrategicamente, é o lucro praticamente garantido do “vaca leiteira” que permite a inovação no mercado. O maior mérito da Matriz BCG é fazer a marca compreender essas relações do ciclo de vida, para conseguir consolidar-se realmente.

O sucesso de qualquer empresa está, por assim dizer, em sua carteira de produtos, e não apenas na “carteira de clientes”. Já que, afinal, sem bons produtos, não há compradores constantes.

Imagine o caso de um buffet de massas. Ele precisa ter um gráfico muito claro sobre quais itens são os que mais atraem seus clientes, e mais garantem o fechamento de pedidos e contratos, pois as estratégias vão girar em torno disso.

Hoje, toda grande empresa trabalha seu mix de produtos baseada nessa filosofia. Com isso, vemos como a Matriz BCG é uma ferramenta incrível para todo tipo de marca, especialmente as que querem se consolidar como referência no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Long Tail e Head Tail: saiba os diferentes tipos de palavras-chave

Palavras-chave Long Tail e Head Tail estão presentes nas estratégias de marketing digital de empresas no mundo todo. São compostas por uma ou mais palavras e dizem respeito aos termos que as pessoas mais usam para fazer pesquisas.

Esses tipos de palavras-chave são usadas em buscadores como o Google, sendo fundamental entender bem sobre elas para saber aplicá-las. 

É especialmente importante abordar sobre as long e head tails quando começamos a elaborar um planejamento de estratégias em SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca).

Não dá para fazer SEO sem as palavras-chave e sem saber usá-las, uma vez que são elas que vão otimizar um texto e fazer com que ele seja encontrado mais facilmente pelos usuários, quando estes realizarem uma pesquisa.

De maneira resumida, trata-se, nada mais nada menos, do que a maneira que o usuário escreve sua dúvida no Google.

É dessa forma que o buscador pretende esclarecer suas dúvidas para você obter as respostas que deseja. No entanto, esses termos também norteiam as ações no momento de criar posts, blogs e sites.

Por isso, neste artigo, vamos explicar a importância das palavra-chaves, como elas influenciam as estratégias de SEO, além de abordar sobre os seus dois principais tipos: long tail e head tail. Acompanhe a leitura!

Importância da escolha da palavra-chave

O marketing digital já predomina os esforços das empresas para divulgar sua marca, produtos e serviços na internet, uma vez que o ambiente online faz parte do dia a dia das pessoas em muitos momentos.

Se a maioria dos indivíduos estão conectados, logo os clientes de qualquer negócio estarão lá, como uma joalheria que venda anel de compromisso folheado a ouro.

É preciso que as empresas também marquem essa presença online, mas somente “estar” não é o suficiente; é preciso usar algumas estratégias e técnicas bem elaboradas.

Devemos pensar como usuários da internet para tomar algumas decisões. Por exemplo, quando queremos esclarecer uma dúvida, qual o primeiro lugar que pensamos em pesquisar? Certamente, no Google.

Pode até ser que você tenha outras fontes, mas o Google é a porta de entrada para a pesquisa de diversos assuntos na internet, até mesmo no acesso pelos computadores convencionais.

O Google recebe cerca de 100 bilhões de pesquisas por mês, o que significa que muitas pessoas estão pesquisando sobre variados temas mensalmente. É essencial que as empresas estejam entre os resultados que os usuários vão obter a cada pesquisa.

A razão é óbvia, e podemos usar como exemplo uma empresa de segurança bancária que aparecer entre os resultados de pesquisa de um usuário. Com isso, ela tem muito mais chances de atraí-lo e conquistá-lo como cliente.

É aqui que mora a importância de escolher bem a palavra-chave que será usada em uma estratégia, afinal, é por meio dela que o cliente ou potencial cliente (lead) vai ou não encontrar o seu negócio nos resultados.

No entanto, existem milhares de concorrentes lutando por uma boa posição do Google, por isso é necessário saber quais os termos ideais a serem usados em seus conteúdos. Isso significa que mais do que escolher, é importante pesquisar com calma as palavras-chave.

Essa ação envolve um estudo bem detalhado, conhecimento de público e outras ações importantes, principalmente porque esses termos influenciam diretamente nas estratégias de SEO.

Seu objetivo é otimizar o site e colocar a página em uma boa posição no ranking de resultados. Logo, se uma pessoa pesquisou sobre empresa de escavação, as empresas que fizeram boas escolhas de palavras-chave tendem a aparecer nas primeiras posições.

Nem sempre é uma tarefa fácil, uma vez que muitos acreditam que os termos usados devem ser aqueles que as pessoas mais pesquisam, mas é necessário pensar que a maioria das empresas também podem estar usando as mesmas opções de palavras.

O ideal é escolher as palavras-chave que melhor se encaixam no conteúdo e que realmente descrevam o que tem nele.

Tipos de palavras-chave

Existem dois tipos muito usados de palavra-chave, como mencionamos no início deste conteúdo. Vamos explicar um pouco sobre cada um desses modelos a seguir.

Long tail

O primeiro tipo de palavras-chave é o que chamamos de long tail. Ela ajuda a melhorar as ações em marketing de conteúdo, aumentando o tráfego e atraindo visitantes qualificados.

Trata-se de um termo mais pontual, que atende a uma demanda específica do usuário. Traduzindo para o português, seu nome quer dizer “cauda longa”, e possui quatro ou mais termos em sua estrutura.

Portanto, é destinada a uma pesquisa mais específica. Um exemplo disso é uma pessoa que pesquise algo como “creme rejuvenescedor e clareador em Campinas”. Note que ela procura um creme exclusivo em uma cidade específica.

No entanto, se essa mesma pessoa digitar “creme” no Google, ela ter diversos resultados diferentes como resposta. Em outras palavras, as palavras-chave long tail fornecem resultados mais direcionados.

Usar esse tipo de termo é muito importante para as empresas, pois ele traz vantagens como:

  • Facilitar conversão;
  • Melhor custo-benefício;
  • Clientes mais qualificados;
  • Baixas taxas de rejeição;
  • Aumento do tráfego.

As palavras de cauda longa devem ser usadas frequentemente, pois quanto mais a empresa é específica em seus conteúdos, mais fácil ela aparecerá nos resultados do Google.

É importante ser bastante direcionado, por exemplo: uma farmácia de manipulação pode escolher o termo “shampoo manipulado para oleosidade” em seus conteúdos, pois trata-se de um assunto pontual, que apenas pessoas específicas irão pesquisar.

Para usar uma long tail do jeito certo, também é importante escolher com cuidado o assunto que será abordado. Muitos temas podem tratar um assunto com uma palavra-chave de cauda longa, por isso, o segredo é produzir vários, mas bem direcionados.

Esse tipo de termo também pode ser aplicado em qualquer etapa do funil, mas é preciso ter habilidade em seu uso, além de planejar bem o conteúdo.

Head tail

Além das long tail, também existem as head tail, que dizem respeito a termos mais gerais de busca. Trata-se de uma única palavra que tem como intuito responder a uma pergunta.

Por exemplo, uma clínica para tratamentos na coluna pode usar a palavra “shiatsu nas costas” como tema central de seu blog, caso esta seja sua especialidade.

São termos menores e com alto volume de busca, o que significa que há muitas pessoas pesquisando ao mesmo tempo, o que exige um planejamento estratégico para usá-los.

Essas palavras também são importantes para as estratégias, uma vez que elas conseguem impactar um número maior de usuários. As head tail também complementam as ações com as palavras de cauda longa, por isso, recomenda-se seu uso junto à elas.

Como resultado, as head tails atraem pessoas que tenham um perfil compatível com os produtos ou serviços oferecidos pela marca.

Essas palavras-chave devem ser usadas também porque nem sempre o tema específico do conteúdo será pesquisado.

Por exemplo, se uma gráfica criou um conteúdo sobre “quando solicitar uma impressão digital em cores em papel transparente”, poucas pessoas usarão o termo, mas muitas podem pesquisar somente “impressão digital colorida”.

Esse exemplo de head tail vai fazer com que mais pessoas cheguem até aquele conteúdo que usa uma long tail como tema central de seu conteúdo. Ou seja, uma complementa a outra.

Nem sempre as pautas de atração são o foco dos materiais feitos pelas marcas. No caso do funil de vendas, por exemplo, é importante produzir conteúdos de decisão e consideração.

O tema central não é algo muito procurado, pois o consumidor sabe que tem um problema, mas não sabe qual solução aplicar.

Vamos pensar, por exemplo, em uma mulher que está em sua primeira gravidez. É natural que ela busque informações sobre tudo o que diz respeito a sua nova condição, o que inclui roupas.

Uma confecção terá conteúdos mais específicos, como calça jeans com elástico na cintura, um tipo de vestimenta ideal para as gestantes. Mas não é usando esse termo que ela vai fisgar a grávida.

Isso porque a mulher ainda não sabe que sentirá falta de usar um jeans quando a barriga estiver maior. Portanto, ela vai pesquisar termos como “roupas para gestantes”; “calça jeans grávida”, entre outros.

Portanto, se a confecção em questão quiser atrair esse público mais inexperiente, terá que usar termos mais gerais, como as head tail.

Outro exemplo disso é uma pessoa que acabou de adotar um filhote e precisa dar a primeira vacina no animal. Dificilmente ela procurará informações como “veterinário vacina importada primeira dose”, mas sim algo mais abrange como “clínica veterinária 24hrs”.

Conclusão

As palavras-chave são determinantes para fazer com que as páginas de um blog ou site apareçam entre os primeiros resultados de uma pesquisa. Só que é preciso saber usá-las e conhecer os seus diferentes tipos.

Neste artigo, você aprendeu sobre as palavras de cauda longa e as head tails, bem como quando cada uma deve ser usada. Assim, fica mais fácil criar conteúdos que estejam de acordo com as pesquisas do público-alvo e os mecanismos do Google.

Desse modo, os clientes e potenciais clientes tomam conhecimento dos produtos, serviços e soluções que a marca tem a oferecer, independentemente do nível de conhecimento do consumidor e da especificação do termo usado pela marca.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Inbound ou Outbound: qual a melhor estratégia de marketing para sua empresa?

As estratégias de marketing de uma empresa podem ser trabalhadas de duas formas diferentes, com o Inbound e o Outbound Marketing. Enquanto o primeiro busca despertar o interesse dos clientes com conteúdos relevantes para que eles cheguem até o produto, o Outbound utiliza técnicas mais tradicionais, com propagandas físicas e digitais.

Com a crescente popularidade da internet, é comum que os empreendedores tenham dúvidas sobre as melhores formas de divulgar o seu negócio. 

É preciso ter em mente que não existe ação de marketing superior ou inferior. Nesse caso, ambas podem ser extremamente benéficas para os negócios, dependendo do segmento de atuação ou da dimensão das empresas.

Contudo, é cada vez mais importante que os empreendedores entendam as principais diferenças entre as estratégias. Assim, fica mais fácil decidir qual estratégia tem maior potencial para alavancar a empresa.

O que é Inbound Marketing?

O Inbound Marketing é uma estratégia que tem como principal foco a atração e fidelização dos consumidores. Em uma tradução livre do inglês para o português, o conjunto de ações também pode ser chamado de Marketing de Atração. 

A ideia não é ir atrás do cliente. O Inbound foca em despertar o interesse dele, para que ele venha até a empresa com interesse nas soluções que ela oferece.

Essa atração é uma conquista que ocorre por meio de materiais informativos, de qualidade e úteis para o público da empresa, disponíveis em blogs, sites ou redes sociais.

Como a produção de conteúdos é a base do Inbound Marketing, é extremamente necessário que eles sejam adequados para o público da empresa.

Para despertar o interesse genuíno na audiência pelos produtos ou serviços oferecidos, é fundamental que os empreendedores conheçam bem o seu público. Interesses, dúvidas e desafios comuns à audiência da empresa irão guiar a produção de materiais.

Assim, as empresas conseguem oferecer informações relevantes. Elas ajudam na resolução de problemas, fazendo o potencial cliente enxergar uma oportunidade, em que o produto da empresa se mostra uma solução.

A empresa deve investir em conteúdos para as diferentes etapas da jornada de compras. Assim, ajuda o público a caminhar até a fase final, quando ele se efetiva como cliente.

Portanto, por meio do Inbound Marketing, os conteúdos atrativos ajudam a aumentar o tráfego do site da empresa. Com pontos de conversão (como formulários ou landing pages), as marcas também conseguem transformar os visitantes em contatos. Eles representam potenciais compradores e também podem ser chamados de Leads.

Com uma boa base de Leads, a empresa pode até criar um canal de relacionamento com os clientes, por meio do Email Marketing. Assim, ela consegue nutrir essa pessoa com informações relevantes, que incentivem a sua intenção de compra.

Por isso, quando o Inbound Marketing é bem planejado e executado, ele se mostra relevante principalmente para os clientes, com conteúdos adequados e não intrusivos. A venda acaba sendo um resultado de ações bem orientadas e específicas.

O custo do Inbound Marketing talvez seja uma grande vantagem a se destacar. É possível fazer pequenos investimentos e ter grandes retornos. Com o tempo, quanto melhor o conteúdo produzido e promovido pela marca, menor tende a ser a necessidade de investimento em mídias pagas.

Portanto, para resumir o Inbound Marketing, trata-se de uma metodologia pautada em:

  • Conteúdos para educar ou entreter o público;
  • Atração do cliente até a empresa;
  • Comunicação em duplo sentido;
  • Clientes atraídos em ferramentas de pesquisas, pelo SEO;
  • Menor custo médio para aquisição de clientes;
  • Movido a criatividade e esforço na produção de material;
  • Marketing de permissão com conteúdos relevantes.

O Inbound Marketing na prática

O Inbound Marketing pode ser aplicado para a promoção de empreendimentos de diferentes setores e proporções, e não só para o segmento de tecnologia, como muitas pessoas podem pensar.

Um hospital para animais, por exemplo, pode investir na produção de conteúdos para atrair e reter os proprietários de pets.

Para isso, o primeiro passo é criar um site para a instituição. Ele deve ser otimizado com boas práticas de SEO (Search Engine Optimization) e estruturado para proporcionar uma boa experiência aos usuários. 

Depois, recomenda-se a criação de um blog. Uma transportadora de mudanças, para exemplificar, pode utilizar o blog como canal para atração dos clientes, abordando as principais dúvidas do público.

Vale lembrar a jornada de compra que o cliente percorre até a decisão final. Os visitantes do site podem estar em diferentes etapas da jornada. 

No caso de um blog de uma empresa especializada em aluguel de caçamba entulho, por exemplo, o visitante pode ainda não estar convencido da importância do serviço, no início da jornada. Por outro lado, pode haver outros que já estejam pesquisando empresas para a contratação.

Por isso as empresas devem investir em materiais para suprir as necessidades do público em todas as fases. Assim, consegue despertar o interesse de diferentes tipos de consumidores em potencial.

Depois de atrair e captar os potenciais clientes, ou leads, a empresa de instalação de placa solar, por exemplo, pode pensar em formas de nutrir e manter um relacionamento com essas pessoas. Então, a marca pode criar campanhas de Email Marketing.

O que é Outbound Marketing?

Por sua vez, o Outbound Marketing também pode ser chamado de Marketing Tradicional. Ele atrai os clientes e potenciais clientes pelo oferecimento direto de produtos ou serviços.

No Outbound Marketing a marca vai atrás do consumidor de maneira mais ativa, sem necessariamente gerar um interesse genuíno no cliente em potencial.

As estratégias tradicionais são bastante populares em canais como programas de rádio, de televisão, jornais, revistas, correspondência por mala direta, cartazes e outras formas comuns de publicidade.

Além disso, hoje em dia o Outbound Marketing também pode ser aplicado no meio digital. Nesses casos, os usuários são surpreendidos com propagandas. Elas podem aparecer em pop-ups, banners em sites, emails disparados em massa, etc.

Geralmente o Outbound demanda um investimento maior, em comparação com a metodologia Inbound. O ponto negativo disso é que, caso a empresa precise cortar os investimentos na área, ela pode simplesmente sumir da mídia. 

Já os conteúdos do Inbound continuam na internet e podem ser acessados a qualquer momento e de diversos tipos de dispositivos.

Portanto, para resumir o Outbound Marketing, trata-se de uma metodologia pautada em:

  • Propagandas ativas, com divulgação direta dos produtos;
  • A empresa procura o cliente;
  • Comunicação em um único sentido;
  • Prospecção ativa com outdoors, flyers e anúncios;
  • Maior custo médio de aquisição de clientes;
  • Pouco ou nenhum valor agregado com os conteúdos;
  • Marketing baseado na interrupção.

O Outbound Marketing na prática

Embora alguns empreendedores pensem que a metodologia Outbound serve apenas para empresas mais tradicionais, tratam-se de ações que podem ser bastante benéficas para empresas de diversos segmentos e dimensões.

Um despachante, por exemplo, pode divulgar uma promoção na consultoria para laudo cautelar veicular por meio de flyers. Além de fazer uma ação de panfletagem, também pode investir em propagandas em rádios, atraindo o público local, interessado especialmente nas ofertas.

Por outro lado, para garantir presença digital, uma construtora, por exemplo, pode divulgar os serviços com anúncios pagos nas redes sociais. Assim, pode alcançar interessados em boas condições para serviços como a restauração de fachada predial.

As ações contribuem para que as empresas alcancem um elevado número de pessoas, sendo que dentre elas haverá aqueles que podem ser atraídos pelas ofertas, com interesse em se tornarem clientes.

Inbound e Outbound: como mesclar os dois?

Para garantir o crescimento exponencial das empresas, o ideal é que elas invistam em ambas as técnicas, já que uma não anula a outra.

Para vender um armário de aço escritorio, a fabricante pode produzir conteúdos informativos para o blog, abordando as vantagens do material, problemas que o móvel ajuda a resolver, dicas para escolher o armário ideal, entre outras ideias. 

Mas também pode promover diretamente o produto quando houver promoções ou descontos especiais.

O que a empresa deve levar em conta é o ROI (Retorno sobre o Investimento), que vai apontar as ações e canais que podem valer mais a pena o investimento de tempo e dinheiro.

Para ambas as metodologias, as plataformas digitais possibilitam o acompanhamento dos resultados. Na rádio ou TV, por exemplo, pode ser mais difícil descobrir quantas pessoas tiveram acesso ao anúncio e quantas foram atraídas por ele.

Contudo, o que de fato pode guiar na mistura entre as estratégias é o conhecimento sobre o perfil dos clientes, a jornada de compra que eles realizam, ticket médio que costumam gastar e outros aspectos. 

O empreendedor também deve considerar o modelo de gestão da sua empresa, e contar com profissionais qualificados, com experiência para garantir as ações mais adequadas.

Para unir as estratégias, uma ideia é a promoção do serviço de recepcionista para eventos com indicações no meio offline impulsionadas por e-mails, por exemplo.

Por fim, tendo em mente que uma metodologia não exclui a outra, as empresas conseguem atrair cada vez mais clientes, formando uma poderosa estratégia de marketing para impulsionar as vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.