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Análise interna mostra declínio do Facebook

Nos últimos anos, o uso do Facebook diminuiu, com mais usuários migrando para outros canais de mídia social, como o Instagram. De fato, a pesquisa interna do Facebook vista pela The Information revelou que a gigante da mídia social está muito consciente da queda no uso.

A equipe interna de ciência de dados do Facebook descobriu que, a menos que a plataforma possa mudar as tendências de uso, o futuro do aplicativo pode estar em crise.

The Information disse: “[pesquisadores do Facebook] avisaram que se usuários suficientes começassem a postar no Instagram ou WhatsApp em vez do Facebook, o aplicativo azul poderia entrar em um declínio auto-sustentado no uso que seria difícil desfazer. E apesar de tais” pontos de inflexão ” são difíceis de prever, devem ser a maior preocupação do Facebook “.

Até agora, a tendência só foi vista externamente, mas esses dados internos mostram que a especulação e outras pesquisas estavam corretas. Segundo relatos, o Facebook começou a ver um declínio no uso quando o Snapchat começou a crescer em popularidade, com as gerações mais jovens optando pelo aplicativo “anti-Facebook”. É por isso que o Facebook tentou comprar o Snapchat em 2013, criando funções semelhantes ao aplicativo quando sua oferta foi rejeitada.

Agora parece que mais pessoas estão escolhendo o Instagram, WhatsApp e Messenger, o que significa que o Facebook ainda ganha no final, pois é dono de todos eles. No entanto, sua principal fonte de receita é o aplicativo do Facebook, portanto, um declínio no uso afetará fortemente a receita, especialmente da publicidade.

No entanto, por enquanto, ainda parece que o Facebook é uma opção viável para os profissionais de marketing, embora você possa querer começar a procurar ampliar sua estratégia para alcançar um público mais amplo.

Fonte: Smart Insights

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Facebook continua crescendo

Há pouco mais de 15 anos, em 4 de fevereiro de 2004, Mark Zuckerberg, um estudante de Harvard de 19 anos, junto com alguns de seus colegas, lançou um pequeno site chamado Thefacebook. 
“Thefacebook é um diretório online que conectava pessoas através de redes sociais em faculdades”, o site original cumprimentava seus visitantes , explicando que isso lhes permitiria “procurar pessoas na sua escola, descobrir quem está nas suas aulas [sic] , procure os amigos dos seus amigos e veja uma visualização da sua rede social. “Confinado ao campus de Harvard no início, o serviço rapidamente ganhou popularidade e foi posteriormente lançado para outras faculdades. Até o final de 2004, Thefacebook tinha mais de 1 milhão de usuários registrados e a empresa recém-fundada não apenas se mudou para o Vale do Silício, mas também garantiu um investimento de US $ 500.000 do co-fundador do PayPal, Peter Thiel. Depois de mudar seu nome para apenas ” Facebook ” em 2005, a rede social foi aberta ao público em geral no outono de 2006, marcando o início de uma das mais notáveis ​​histórias de crescimento da história corporativa.

Em três anos, a rede social adicionou 350 milhões de usuários e, no verão de 2012, tornou-se o primeiro serviço on-line do gênero a atingir 1 bilhão de usuários ativos mensais. Até hoje, apesar de estar envolto em controvérsias sobre sua (má) manipulação da privacidade do usuário, o Facebook continua crescendo. Somente no último trimestre, o Facebook adicionou 39 milhões de usuários ativos mensais, elevando sua base total de usuários a surpreendentes 2,41 bilhões.

Infographic: Facebook Keeps On Growing | Statista

Fonte: Statista

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10 tendências de redes sociais para 2019

2018 foi um ano de muitas novidades e acontecimentos no mundo digital, principalmente quando o assunto é rede social. Novas redes surgiram, outras ganharam notoriedade, funcionalidades inéditas foram criadas, algumas redes até se envolveram em escândalos mundiais.

Tudo o que aconteceu no ano passado tem um peso importante nos próximos anos. Neste artigo iremos listar e comentar as tendências de redes sociais para 2019. Confira e comece já a utilizar essas dicas nas estratégias de marketing digital da sua empresa!

1 – Verdade e transparência em 1º lugar

Em 2018 a internet e as redes sociais foram tomadas por fake news e manipulação de dados. Isso teve uma consequência real na percepção dos usuários em relação às redes sociais. De acordo com uma pesquisa da Edelman, agência especializada em relações públicas e marketing, 60% dos usuários disseram não sentir confiança em empresas de mídias sociais. Isso mostra que o principal foco da gestão de redes sociais em 2019 deve ser mais do que nunca o engajamento transparente e significativo de usuários, e não apenas a maximização no alcance de publicações.

2 – Instagram como principal rede social

O Instagram existe desde 2010, mas o ano de 2018 foi um ano especial que trouxe muitas novidades para a rede. Só para ter uma ideia, os gastos com anúncios pagos no Facebook cresceu 40% no segundo trimestre de 2018, enquanto os gastos com anúncios no Instagram aumentaram 177% no mesmo período. Foram muitas novidades: atualização no algoritmo (permitindo ao usuário visualizar conteúdos que mais gosta), compartilhamento de conteúdo de outras contas no Stories, criação do IGTV (aplicativo para vídeos mais longos) e criação do Instagram Shopping (possibilidade de adicionar etiquetas a produtos, com informações de preço e links). Graças a essas novas funcionalidades, o Instagram elevou o seu status e tem grandes chances de ser considerada a principal rede social de 2019.

3 – O crescimento do LinkedIn

Em 2018 o LinkedIn, rede social de negócios, passou dos 500 milhões de usuários, com conteúdo potencial de 100 mil artigos por semana na plataforma. Isso tudo enquanto outras redes sociais passavam por diversos escândalos e problemas. Funcionalidades de grupos, vídeos e a possibilidade de integração com outras redes sociais e aplicativos foram responsáveis por dar ao LinkedIn uma maior visibilidade, transformando a rede numa das melhores mídias para divulgação em 2019.

4 – Conteúdos em vídeo

Os conteúdos disponibilizados em vídeo vêm crescendo desde 2015. Especialistas estimam que em 2019, 80% do que consumimos online será em vídeo, mostrando que este formato poderá dominar a web em pouco tempo. As redes sociais estão disponibilizando cada vez mais funcionalidades audiovisuais, confirmando essa tendência. E as opções de como usar os vídeos são muitas: vídeos gravados e editados, vídeos ao vivo, uso de realidade virtual e outras.

5 – Conteúdo criado pelo usuário (UCG)

O conteúdo criado pelo usuário, também conhecido como UCG (user-generated content), é qualquer tipo de conteúdo que usuários comuns (nada de artistas, celebridades ou influencers) criam espontaneamente sobre produtos ou serviços. A ideia por trás do UCG é aproveitar-se da autenticidade e credibilidade para a criação de um conteúdo com o qual o público pode se identificar. Esse conteúdo pode estar presente em espaços para comentários e avaliações, fóruns de discussões, sessões de perguntas e respostas e ações com hashtags, por exemplo.

6 – Stories

Stories são conteúdos curtos que ficam disponíveis por 24h e depois desaparecem. Essa funcionalidade, presente em redes sociais como Instagram, Snapchat, Whatsapp e Facebook Messenger, está crescendo 15 vezes mais rápido do que o conteúdo compartilhado em feed. Isso mostra que em 2019 esse tipo de recurso pode superar os outros. Assim, as empresas que pretendem melhorar a performance em 2019, devem manter seus stories atualizados e bem gerenciados.

7 – Influenciadores digitais

Já faz algum tempo que realizar ações com influenciadores digitais traz bons resultados para empresas. E parece que em 2019 isso não vai mudar. Só que nesses últimos anos, as empresas perceberam que a quantidade de seguidores não é o dado mais relevante de um influenciador, mas sim os seus resultados mensuráveis. Visto isso, algo que provavelmente crescerá em 2019 serão as buscas por micro influenciadores, que são perfis menores, porém fortes em determinados nichos.

8 – Aplicativos de mensagens privadas

Os aplicativos de mensagem privada, como Whatsapp e Facebook Messenger, estão dominando nossa comunicação. Juntos eles possuem mais de 2,8 bilhões de usuários. Muitas empresas estão preferindo transferir o atendimento ao cliente para esse tipo de ambiente, mais íntimo. Empresas que não disponibilizam de atendimento 24h podem contar com uma outra tendência para ajudar nessa tarefa: os chatbots.

9 – Chatbots e mensagens diretas automáticas

Em 2018 começaram a ser usados com mais frequência os chatbots, programas de computador que usam algoritmos para simular conversas humanas em chats, automatizando tarefas repetitivas e burocráticas. Em 2019 essa tendência se consolida e se aperfeiçoa. Hoje ela já é uma solução viável, de fácil acesso e implementação. Já é possível usar esses robozinhos no Facebook Messenger, Whatsapp e outras redes sociais.

10 – Social Commerce

Social Commerce, ou Comércio Social, é a integração dos e-commerces com as redes sociais. Diversas novidades apareceram em 2018 mostrando que essa integração será tendência em 2019. O Instagram disponibilizou o Instagram Shopping e a loja virtual no Facebook ganhou mais adeptos. Fora que Facebook e Pinterest já contam há algum tempo com funcionalidades características de e-commerce (call to action, links e botões de compra).

Essas foram algumas tendências para redes sociais em 2019. Coloque essas dicas em prática agora ou procure uma agência de mídias sociais para um gerenciamento completo.

Fonte: king.host

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Zuckerberg anuncia mudanças no Facebook, e Messenger vai se integrar a Instagram e Whatsapp, com versão para desktop

Em evento anual, Zuckerberg diz que futuro da rede é permitir experiências mais íntimas e assume que empresa ‘não tem a melhor reputação’ em relação a privacidade no momento.

Zuckerberg apresenta novo visual do Facebook, que muda agora no app e ainda neste ano no site — Foto: Reprodução/Facebook

No evento na Califórnia, o presidente-executivo da empresa divulgou os primeiros passos do grupo nesse sentido, destacando novidades no Messenger, que ele promete que será “o aplicativo de conversas mais rápido” que existe, e a nova cara do Facebook.

O novo Messenger, “refeito do zero”, será lançado “dentro de alguns meses”, mas Zuckerberg não deixou claro se todas as novidades preparadas para o aplicativo serão lançadas ao mesmo tempo. As principais são uma versão para desktop e integração com WhatsApp e Instagram.

Veja os principais anúncios:

  • Facebook ganha novo visual primeiro no app, e muda no site ainda neste ano, com a cor branca predominando, em vez do azul;
  • o serviço de “Facebook Dating”, o “Tinder” da rede social, chega ao Brasil e a outros 13 países;
  • Messenger ganhará uma versão oficial para desktop ainda neste ano, que incluirá chamadas em vídeo;
  • o Messenger se integra ao Instagram e ao WhatsApp: por ele vai ser possível mandar mensagens para amigos dessas outras redes sociais; não foi dito a partir de quando;
  • O Messenger foi “refeito do zero”, ficou mais leve e promete ser o aplicativo de conversas “mais rápido” que existe; a nova edição será lançada neste ano;
  • Também será possível que amigos assistam a um mesmo vídeo, ao mesmo tempo, no Messenger;
  • No Facebook, os grupos serão mais destacados. Grupos sobre temas diferentes terão funções diferentes. Por exemplo, membros de uma comunidade sobre saúde poderão tirar dúvidas sem o nome aparecer na postagem;
  • Grupos de empregos no Facebook terão uma maneira mais fácil para empregadores anunciarem vagas;
  • Grupos sobre jogos terão um novo chat, para que as pessoas possam acompanhar eventos ao vivo e comentar em tempo real — algo próximo do que já acontece em plataformas como a Twitch e o YouTube;
  • Encontre novos amigos será uma nova função do Facebook, que vai conectar quem estiver disposto a isso dentro de uma mesma comunidade (escola, trabalho ou cidade);
  • Instagram terá uma nova câmera, para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos e o uso de efeitos, filtros e figurinhas;
  • o Instagram terá uma figurinha para doações para entidades;
  • Será possível comprar o look só clicando na foto de quem postou, sem sair do Instagram;
  • empresa testa tirar a contagem de “likes” do Instagram — só o dono da foto vai poder ver quantos teve, se quiser; a ideia é que esta seja uma plataforma com “menos pressão”;
  • Whatsapp Business terá um catálogo, para que os vendedores mostrem produtos.
Nova cara da timeline do Facebook — Foto: Divulgação

Nova cara da timeline do Facebook — Foto: Divulgação

Facebook Messenger ganhará versão para desktop ainda neste ano — Foto: Divulgação

Facebook Messenger ganhará versão para desktop ainda neste ano — Foto: Divulgação

Rival do Tinder no Brasil

Ao mesmo tempo em que Zuckerberg discursava, o Facebook anunciou o lançamento de um serviço rival do Tinder no Brasil. O “Dating” já funcionava em 5 países, e será expandido para mais 14. Veja como ele funciona.

Home do Facebook Encontros, nova ferramenta de relacionamentos da rede social. — Foto: Divulgação/Facebook

Facebook: falha na segurança.

Empresa afirma não saber ainda se informações das contas foram acessadas no ataque. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários a se logarem de novo.

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que descobriu uma falha na segurança que afetou quase 50 milhões de perfis. A empresa diz que não sabe ainda se informações das contas foram acessadas. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários em todo o mundo a se logarem de novo para entrar na rede social.

O problema foi descoberto na última terça (25), afirma o Facebook em comunicado.

“Como nossas investigações estão apenas começando, ainda temos que determinar se essas contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada.”

Ao G1, a empresa diz que ainda não tem confirmação de que o problema afetou perfis no Brasil. Quem foi deslogado vai receber uma notificação no topo do Feed de Notícias, explicando o que aconteceu.

“Estamos levando isso extremamente a sério e vamos informar a todos o que acontece e que ações estão sendo tomadas para proteger a segurança das pessoas”, informa o Facebook.

Onde estava a brecha

O ataque explorou uma brecha no código relacionada ao recurso “Ver como”, que mostra ao usuário como o perfil dele é exibido para outras pessoas.

A brecha permitiu o roubo de tokens de acesso ao Facebook, que funcionam como chaves e permitem que os usuários permaneçam online sem a necessidade de digitar a senha toda vez que acessam a rede social.

“Nós também invalidamos os tokens de quase 50 milhões de contas que sabemos que foram afetadas, para torná-las seguras novamente. Por precaução, nós também invalidamos acesso a tokens de outras 40 milhões de contas que usaram a funcionalidade ‘Ver como’ no último ano”.

A empresa disse que a funcionalidade “Ver como” está temporariamente desativada enquanto é feita uma análise de segurança e a investigação está em andamento.

Fonte: G1.

Ações da Fang: Investidores procuram o próximo “lobo alfa”

A temporada de resultados do segundo trimestre abalou as grandes empresas de internet que compõem as ações da FANG – Facebook ( FB ), Amazon.com ( AMZN ), Netflix ( NFLX ) e Google Alphabet ( GOOGL ) – e o mercado está se perguntando qual será o próximo “lobo alfa” do grupo.

Os investidores viram uma “dramática bifurcação” nos resultados trimestrais das ações da Fang, disse o analista da Evercore ISI, Anthony DiClemente, em relatório divulgado nesta sexta-feira.

Aqui está o porquê. Facebook e Netflix entregaram relatórios trimestrais decepcionantes que atacaram os preços das ações. Enquanto isso, a Amazon e o Google aplaudiram os investidores com resultados otimistas.

Desde a publicação dos resultados na quarta-feira, o Facebook caiu cerca de 20%. A Netflix caiu 11% desde que divulgou seu relatório em 16 de julho. No lado positivo, a Amazon subiu 0,5% na sexta-feira após anunciar seus números na quinta-feira. E o Alphabet subiu 3% desde o seu registro em 23 de julho.

Em seu ranking das ações da Fang em 20 de julho, Michael Olson, analista da Piper Jaffray, colocou a Amazon em primeiro lugar em termos de  posicionamento para o resto de 2018. Ele ainda classificou a Netflix em segundo lugar, mesmo depois de seu desconcertante relatório de lucros.

“Nosso ranking baseia-se principalmente em uma combinação de catalisadores específicos da empresa, vantagens temporais, riscos, movimentação no ano e avaliação”, disse Olson. Olson, no entanto, classificou o Facebook em terceiro lugar, à frente do Google, antes dos ganhos das duas empresas. Ele disse que ainda não reavaliou oficialmente seus rankings à luz dos relatórios das empresas.

Facebook faz uma faceplant

O gigante da mídia social Facebook assustou os investidores com a previsão de forte desaceleração da receita e erosão da margem de lucro.

O Facebook, sediado em Menlo Park, na Califórnia, perdeu as metas de Wall Street de receita e crescimento de usuários no segundo trimestre. Ele também alertou que as taxas de crescimento de receita irão desacelerar pelos percentuais de “um dígito alto” no terceiro e quarto trimestres. As margens operacionais também cairão nos próximos anos, disseram executivos do Facebook.

Enquanto isso, o Facebook continua a lidar com questões importantes, como a privacidade dos dados do consumidor e o uso de sua plataforma para espalhar informações falsas e discurso de ódio.

O Facebook registrou vendas no segundo trimestre de US $ 13,2 bilhões, um aumento ano a ano de 42%, mas perdeu a visão dos analistas de US $ 13,3 bilhões. Ele relatou usuários ativos mensais de 2,23 bilhões, abaixo das expectativas de 2,24 bilhões. Ele entregou lucro ajustado por ação de US $ 1,74, um aumento de 32% e estimativas de bordas de US $ 1,72.

“O segundo trimestre introduz uma perspectiva muito mais sóbria” para o Facebook, disse Michael Graham, analista da Canaccord Genuity, em nota aos clientes. Graham reduziu sua meta de preço nas ações do Facebook para 200 de 240, mas manteve seu índice de compra.

As ações do Facebook estão entrando na “caixa de penalidades”, disse o analista da Baird, Colin Sebastian, em seu relatório. Ele manteve sua classificação outperform no estoque, mas reduziu sua meta de preço de 195 para 195.

O presidente-executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, foi criticado por não ter feito o suficiente para resolver os problemas da empresa, que vieram à tona durante o escândalo de dados da Cambridge Analytica no início deste ano.

A Trillium Asset Management, que possui ações do Facebook em nome de seus clientes, propôs que o Facebook nomeie um presidente independente. Zuckerberg atualmente atua no duplo papel de presidente e diretor executivo. É improvável que a mudança aconteça, no entanto, dado o poder de voto de Zuckerberg.

Amazon liga a torneira de lucros

E-commerce e líder em computação em nuvem A Amazon perdeu a meta de receita de Wall Street no segundo trimestre , mas superou as expectativas de ganhos com uma enorme batida.

A empresa sediada em Seattle divulgou lucro ajustado por ação de US $ 5,07, mais do que o dobro de estimativas de analistas para US $ 2,50. No mesmo trimestre do ano passado, o lucro por ação foi de 52 centavos. Foi o terceiro trimestre consecutivo de aceleração do crescimento dos lucros.

A Amazon registrou receita de US $ 52,9 bilhões, 39% acima do ano anterior, mas superando a meta de Wall Street de US $ 53,4 bilhões.

A unidade de computação em nuvem da empresa, Amazon Web Services, alcançou US $ 46,1 bilhões. Isso é até 49% do período do ano passado.

A Amazon pode estar fazendo uma transição para uma história de crescimento de lucros em vez de uma história de crescimento de receita, disse Edward Yruma, analista da KeyBanc Capital Markets, em um relatório divulgado na quinta-feira. Ele classifica o estoque como peso do setor.

Depois de construir escala no e-commerce e na computação em nuvem, a Amazon está “abrindo a torneira de lucro”, disse Shebly Seyrafi, analista da FBN Securities, em um relatório na sexta-feira. Ele reiterou sua classificação outperform no estoque e aumentou sua meta de preço para 2.000 de 1.850.

“A Amazon pode se beneficiar com os investidores que realocam dólares do Facebook em outros nomes do Fang”, disse Seyrafi.

O ano fiscal de 2018 pode ser um ano de inflexão para a Amazon, com aceleração do crescimento da receita e expansão da margem de lucro, disse Mark Mahaney, analista da RBC Capital Markets, em relatório divulgado na quinta-feira. Os resultados do segundo trimestre da empresa colocaram a empresa no caminho para alcançar uma valorização de mercado de US $ 1 trilhão, disse ele.

Crescimento de assinantes da Netflix desaponta

A rede de TV pela Internet Netflix perdeu sua meta de novos assinantes no segundo trimestre em 1 milhão. Acrescentou 5,2 milhões de assinantes, contra a previsão de 6,2 milhões feita em meados de abril. Os assinantes da Netflix no final do trimestre de junho estavam em 130,1 milhões em todo o mundo.

Para o trimestre atual, a Netflix espera adicionar 5 milhões de novos assinantes. Wall Street estava procurando por mais de 6 milhões.

No trimestre de junho, a Netflix ganhou 85 centavos por ação, com vendas de US $ 3,91 bilhões. Os analistas esperavam que ela ganhasse 79 centavos por ação, com vendas de US $ 3,94 bilhões.

Para o trimestre de setembro, a empresa com sede em Los Gatos, Califórnia, espera ganhar 68 centavos por ação, com vendas de US $ 3,99 bilhões. Wall Street foi modelo para Netflix para ganhar 73 centavos por ação sobre vendas de US $ 4,13 bilhões.

As ações da Netflix também foram abaladas por notícias de que o varejista Walmart ( WMT ) planeja entrar no mercado de streaming de vídeo por assinatura.

Surpresas do crescimento dos ganhos da Alphabet

A Alphabet bateu as metas do segundo trimestre graças à força em seu principal negócio de publicidade.

A empresa sediada em Mountain View, na Califórnia, faturou US $ 11,75 por ação, um aumento de 32% em relação ao ano anterior, com vendas de US $ 32,66 bilhões, um aumento de 26% no trimestre de junho . Os analistas esperavam que ele ganhasse US $ 9,59 por ação, com vendas de US $ 32,2 bilhões.

O Google Properties, que inclui seu negócio de busca na internet e o YouTube, aumentou a receita de publicidade em 26% em relação ao ano anterior, para US $ 23,3 bilhões, superando as opiniões dos analistas.

Os executivos do Google creditaram os negócios de publicidade móvel da empresa e a expansão de seus negócios de computação em nuvem como impulsionadores do crescimento.

Em uma teleconferência com analistas, o CEO do Google, Sundar Pichai, citou investimentos em inteligência artificial como um ativo importante para ajudar o Google a ficar à frente dos rivais.

Fonte: Investor`s

Facebook, Amazon e Cisco podem enfrentar multas de US $ 10 bilhões na UE

Algumas grandes empresas de tecnologia dos Estados Unidos podem sofrer penalidades adicionais após multa recorde de US $ 5 bilhões da União Européia aplicada ao Google na semana passada, segundo o CEO da Acronis, Serguei Beloussov.

Amazon, Facebook, Cisco estão entre as principais empresas dos EUA que devem ser mais cuidadosas com suas práticas de negócios na Europa, de acordo com Beloussov.

“Essas empresas precisam melhorar a coordenaçção entre o pessoal de vendas e o departamento jurídico sobre como eles lidam com certas práticas”, disse Beloussov durante uma entrevista com Stuart Varney, da FOX Business, nesta segunda-feira.

De acordo com a Acronis CEO, a nova realidade enfrentada pelas companhias americanas que fazem negócios com a Europa enfrentam as leis estrangeiras, as quais são planejadas com o objetivo de regular o mercado.

“Se você não seguir as regras, você dá uma oportunidade para a União Europeia multá-lo”, disse Beloussov.

multa recorde contra as violações antitruste do Google para Android foi a segunda multa recebida em mais de um ano. A UE impôs uma multa de US $ 2,7 bilhões ao Google em junho de 2017 por abusos relacionados ao negócio de plataformas de compras do mecanismo de busca.

Beloussov prevê que a UE batize empresas de tecnologia dos EUA com mais de US $ 10 bilhões em multas em um ano.

Fonte: Fox Business

Facebook supera WhatsApp e chega a 127 milhões de usuários no Brasil

O Facebook chegou à marca de 127 milhões de usuários ativos por mês no Brasil no primeiro trimestre deste ano, segundo números divulgados pela própria companhia. O número faz com que a rede social supere o WhatsApp, que faz parte da mesma empresa, por aqui: em território nacional, 120 milhões de números estão registrados no aplicativo de mensagens, de acordo com os últimos dados disponíveis.

De todos as contas do Facebook no Brasil, 90% acessam a plataforma por meio de dispositivos móveis, especialmente smartphones. O crescimento registrado não chega a ser enorme – em novembro de 2016 a rede social tinha 111 milhões de usuários por aqui –, mas o novo número supera o de usuários ativos de internet no Brasil.

Segundo pesquisa do IBGE de fevereiro deste ano, 116 milhões de brasileiros (ou 65% da população com 10 anos ou mais) estão conectados. Desse total, 95% se conecta à web pelo celular – um número similar ao da rede social– e apenas 65% usam o computador.

No mundo, o Facebook tem 2,2 bilhões de usuários mensais, o que também a deixa na frente do WhatsApp, com seus 1,5 bilhão. De acordo com a empresa de Mark Zuckerberg, o Brasil forma uma das cinco maiores bases de usuários da rede social.

Fonte: Olhar Digital

Facebook está trazendo anúncios de Realidade Aumentada para o News Feed

O novo recurso permitirá que você “experimente” itens enquanto navega no site.

O Facebook anunciou hoje em um evento em Nova York que está testando anúncios de realidade aumentada em seu Feed de notícias. O novo recurso, que por enquanto será limitado aos usuários nos EUA , permitirá que você experimente virtualmente itens como acessórios de moda, cosméticos, móveis e muito mais. O objetivo é ajudá-lo a visualizar como um produto pode ficar em você, ou em torno de seu ambiente físico, antes de comprá-lo. Michael Kors é a primeira marca a ter o anúncios de Realidade Aumentada no Feed de notícias, onde ele permite que as pessoas procurem diferentes óculos de sol, usem a câmera para “colocá-las” e depois comprem um par se gostarem – tudo dentro de um de Anúncios.

Ty Ahmad-Taylor, vice-presidente de marketing de produtos do Facebook, disse que a ideia da Realidade Aumentada nos anúncios do Facebook é oferecer novas maneiras de levar os compradores a descoberta de produtos para as compras instantaneamente. “As pessoas agora esperam uma experiência personalizada e visualmente inspiradora onde quer que comprem, seja no telefone ou na loja”, disse Taylor, observando que isso não apenas tornará as compras mais imersivas para os consumidores, mas também ajudará as empresas a impulsionar as vendas. Os próprios anúncios RA são parecidos com os tradicionais e estáticos, mas eles ganham vida quando os usuários clicam ou tocam no botão Tocar para experimentá-lo“.

O Kyrie 4 “Red Carpet” da Nike foi vendido em RA no Facebook Messenger.

Os anúncios RA são o exemplo mais recente do Facebook atuando com Ralidade Aumentada. Em sua conferência de desenvolvedores F8 em maio passado, a empresa uniu-se à Nike em uma experiência de AR que permitia que os sneakerheads comprassem um par de sapatos de edição limitada através de seu aplicativo Messenger. Embora Michael Kors seja a única marca que está testando o anúncios RA, o Facebook diz que mais pessoas participarão do experimento no futuro próximo, então você deve esperar ver muito mais dessas novidades em seu News Feed em breve.

Mantendo o tema de varejo, o Facebook revelou que seu recurso “Compras em histórias do Instagram” está se expandindo globalmente. Com um bilhão de usuários ativos mensais (e aumentando), o Instagram tornou-se cada vez mais importante para a linha de fundo do Facebook e para as marcas que anunciam e vendem produtos no aplicativo. Ahmad-Taylor disse que o Stories agora tem 400 milhões de usuários ativos diariamente, e que 80% das contas do Instagram seguem um negócio – o que torna difícil para qualquer um ignorar.

Como funciona o algoritmo de ranqueamento do Facebook hoje

No dia 11 de janeiro deste ano, Mark Zuckerberg, fundador e CEO do Facebook, fez um post na rede social dizendo que seu algoritmo de rankeamento iria mudar. O foco dessa mudança, segundo ele, era “garantir que o tempo que nós passamos no Facebook é um tempo bem gasto”.

Na prática, o que muda é o algoritmo da rede social, que agora tem o propósito divulgado de oferecer às pessoas “mais oportunidades de interagir com quem se importam”.

Mais especificamente, o Facebook afirmou que, além de reações, comentários e compartilhamentos, levaria em conta também posts que geram conversas e o que chamam de “interações significativas” entre pessoas.

Isso significa mostrar menos vídeos virais, que são consumidos de maneira passiva, e de forma geral reduzir em 50 milhões de horas o tempo gasto diariamente por todos os usuários (5% do total).

Há embasamento social e científico para esta decisão. Existem, por exemplo, estudos que mostram uma relação entre o uso excessivo de redes sociais e transtornos mentais como depressão. Entre adolescentes, também há indícios de que o uso excessivo dos celulares (pelo qual as redes sociais podem ser responsáveis) pode aumentar a probabilidade de que eles desenvolvam transtornos psicológicos.

“Ao focarmos nas conexões que importam, nossa comunidade e nosso negócio estarão mais fortes no longo prazo”, continuou Zuckerberg.

Por que o Facebook mudou o algoritmo?

Segundo um porta-voz do Facebook, essa alteração foi feita com base na opinião dos usuários. “Pedimos para milhões de pessoas avaliarem suas experiências e elas nos disseram que gostariam de ver mais publicações de amigos”, disse.

Além disso, continua, “estudos acadêmicos mostram que, quando usamos redes sociais para nos conectar com pessoas de que gostamos, isso pode ser bom para o nosso bem-estar”.

Há outros motivos possíveis. O jornal The Guardian especula, por exemplo, que essa mudança seja uma maneira de se afastar da publicidade negativa causada pela atuação da rede social nas eleições de 2016 nos Estados Unidos e no Brexit.

Afinal, se a rede social só mostrasse posts de amigos, ela dificilmente poderia ser acusada de disseminar “fake news”. (Na época do anúncio da mudança, a crise causada pela Cambridge Analytica ainda não havia estourado.)

Fora isso, continua o jornal, o Facebook vem notando há bastante tempo uma queda no compartilhamento orgânico entre seus usuários. Ou seja: as pessoas não estão mais postando tantas coisas sobre suas vidas pessoais na plataforma.

Se sentirem que esse tipo de post tem bastante alcance entre seus contatos, no entanto, e se virem seus amigos e parentes compartilhando esse tipo de conteúdo, a chance de que façam o mesmo aumenta.

O que muda no algoritmo de ranqueamento do Facebook?

Se você usa o Facebook apenas para postar fotos, ver o que seus amigos estão fazendo e passar o tempo, deve ter notado uma mudança positiva nos últimos meses.

Como o Hootsuite explica, o novo algoritmo “vai te mostrar mais fotos do cachorro que seu tio tem e menos listas do BuzzFeed”. É um exemplo simples, mas que ilustra que a rede social passará a privilegiar seus amigos – sua rede de fato – no seu feed.

Algo em que essas pessoas tenham postado ou comentado (especialmente se marcarem outros amigos seus) será preferido pelo algoritmo. “Vamos prever em que posts você gostaria de interagir com seus amigos e eles estarão mais alto no feed”, explica Adam Mosseri, chefe da área de Feed de Notícias do Facebook.

Naturalmente, há algo do outro lado dessa decisão. Se você gerencia uma página, deve ter notado que o alcance dos posts dela vem caindo – e essa tendência deve se fortalecer. “Posts de amigos e famílias terão uma prioridade maior do que conteúdo público”, afirma Mosseri.

E agora, o que fazer para ranquear no Facebook?

Caso tenha notado essa queda no alcance dos posts da sua página, não se desespere: a rede social explica que conteúdos que inspirem as conversas significativas que ela quer terão destaque no feed.

Em outras palavras, é hora de deixar os clickbaits de lado e trocar de estratégia. A ideia é que os criadores de conteúdo busquem dar aos posts um viés que inspire debates interessantes e estimule os leitores a se engajarem.

Há algumas sugestões do Hootsuite que você pode seguir:

  • Inclua perguntas em seus posts: incite leitores a usar as informações fornecidas para gerar uma boa discussão
  • Entre na conversa: crie posts relacionados a assuntos do momento sobre os quais seus leitores provavelmente terão uma opinião a acrescentar

O próprio Facebook dá outras dicas:

  • Em média, os vídeos ao vivo recebem seis vezes mais interações do que os vídeos normais. Cogite essa opção
  • Em páginas de grupos, as pessoas interagem mais com conteúdo público, como notícias
  • Páginas de negócios locais se conectam com suas comunidades ao postar updates relevantes e criar eventos

Nesse cenário, pode ser tentador usar técnicas simplórias para aumentar os números de engajamento, como escrever algo do tipo “Comente se você também adora gatinhos!” em um vídeo sobre animais de estimação. (No Facebook, isto é conhecido como engagement baiting e é algo penalizado.) Resista.

A tendência é que as páginas que empregarem a estratégia oposta saiam na frente no longo prazo. Como a rede social está privilegiando interações significativas nos feeds, criadores que conseguirem fidelizar e cativar seu público serão beneficiados.

Como aponta o TechCrunch, uma publicação especializada em tecnologia, “o público sempre deseja (mais) conteúdo de seus veículos favoritos e das marcas em que confia”.

Por fim, há uma dose de realismo que precisa ser trazida à mesa: para criadores de conteúdo que dependem muito da rede social para trazer sua audiência, vale a pena repensar o orçamento de publicidade e analisar as métricas com cuidado.

Se o Facebook é um driver de audiência muito importante para você, patrocinar alguns posts pode acabar sendo um investimento rentável. Mas se o custo de posts patrocinados estiver alto demais para o retorno que dão – e isso vai ficar cada vez mais evidente nos próximos meses –, pode ser hora de pensar em outra estratégia.

Fonte: Udacity Brasil

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