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Entenda como sustentar uma boa quantidade de leads com conteúdos!

Já é conhecido no mundo do marketing um número chocante e que dá os caminhos de boas estratégias para prospectar leads: mais de 90% dos usuários que visitam o seu site pela primeira vez não vão consumir nada. 

Mas o que isso revela? Esses dados mostram a importância de conquistar as pessoas que visitaram e não compraram ou adquiriram serviços por meio de um trabalho de convencimento, com bons conteúdos e que agreguem valor. 

Isso se chama nutrição de leads. É como alimentar constantemente os usuários e cada vez mais chegar próximo a uma fidelização e consolidação de novos clientes. 

Essa é uma das formas mais produtivas de sustentar uma boa quantidade de leads. Pensando nisso, neste artigo, vamos abordar mais sobre este assunto, além de mostrar a importância de nutrir os potenciais clientes do seu negócio. Acompanhe a leitura! 

O que é e como fazer a prospecção de leads?

Você pode ter todos os elementos para o sucesso, como uma marca forte de loja de material de construção, conteúdos muito bem construídos e um plano de negócio consolidado. Mas, se ninguém estiver visualizando todo esse potencial, o que adianta?

É por isso que a geração de leads é muito importante e pode ser o fator definidor para o seu sucesso. Se você quer saber quais são as melhores formas de fazer isso, alguns elementos a serem colocados em prática são:

  • Escolha formas pagas de gerar leads de forma mais rápida;
  • Crie conteúdo valioso e bem pensado;
  • Abuse dos formulários de inscrição para webinars e e-books;
  • Gere leads a partir de conteúdos frequentes em seu blog.

A seguir, entenda de maneira mais abrangente quais recursos podem ser utilizados para colocar em prática cada um destes tópicos.

1 – Investir em anúncios pagos

A presença da sua empresa de paisagismo e jardinagem nas redes sociais nunca foi tão importante quanto no momento atual. Caso você queira gerar leads mais instantâneos, ou seja, de forma mais rápida, os anúncios pagos costumam ser eficazes para esse objetivo. 

Mesmo com um orçamento modesto, é possível gerar bons resultados com o uso dessa estratégia.

2 – Fazer uso do e-mail marketing

O e-mail marketing, apesar de ser uma estratégia mais antiga, ainda dá grandes retornos em termos de tração e geração de leads, principalmente se forem personalizados. 

É uma ótima forma de angariar leads porque é um canal direto com o seu projeto de loja de roupa.

Dependendo do tipo de texto que você faz e do quão engajamento for gerado, bons leads podem vir deste tipo de comunicação.

3 – Usar CTAs nos conteúdos

Quando você cria conteúdos e textos dos mais diversos assuntos que têm a intenção de atrair novos usuários para o seu blog ou site da sua empresa de roupas femininas para revenda, por exemplo, o objetivo maior é atender as necessidades dos clientes.

Seja respondendo dúvidas ou mostrando na prática como fazer algo, bem como atrair novas pessoas para se tornarem potenciais clientes.

Porém, um texto por si só pode não ser a melhor experiência para o usuário. Para gerar realmente leads com uma estratégia de conteúdo é preciso usar chamadas para ação (ou Call to Action) mais fortes. 

Geralmente, esse CTA é uma caixa, botão ou chamada que leva a pessoa a fazer uma ação.

Seja clicar no link que você deixou à disposição ou para preencher um formulário com seus dados e, em seguida, baixar um e-book ou ir direto à compra de uma camiseta dry fit branca masculina.

Dessa forma, você consegue reter esses leads e fazer novas comunicações com eles a fim de nutri-los e convencê-los, ao longo do tempo, a comprar ou adquirir algo que sua companhia oferece.

Mas lembre-se que para os usuários chegarem a esses textos com diversos CTAs que vão fornecer mais leads, você precisa estabelecer uma forma paga ou uma maneira orgânica de trazer essas pessoas. 

O primeiro caso já vimos por aqui, mas o segundo é importante rever com uma boa estratégia SEO, que nada mais é do que deixar seu texto apto para o Google entender que aquele conteúdo merece estar nas primeiras posições dos resultados de busca. 

Isso faz com que mais pessoas, que procuram pelos termos que têm a ver com seu negócio de sala comercial compartilhada, acessem os seus conteúdos e, portanto, a chance é maior de converter essas pessoas por meio de um CTA. 

4 – Reviews e demonstrações do produto em vídeo

Hoje em dia, é inegável que os vídeos são os conteúdos que mais engajam. Na rapidez das rotinas, eles são muito práticos e uma ótima forma de trazer leads qualificados. 

Quando se trata de demonstrações ou reviews de produtos, a procura é ainda maior. 

Por isso, com a atratividade em alta, você só precisa ter um bom conteúdo em vídeo e instruir os usuários a clicarem no link e, assim, sua empresa pode reter esses dados para nutrir os leads e convencê-los eventualmente a se tornarem clientes. 

5 – Conteúdos para download

Em se tratando de marketing de conteúdo, focado em adquirir cada vez mais leads, uma arma poderosa são os conteúdos disponíveis para as pessoas baixarem se tiverem interesse, como e-books, planilhas exclusivas de gestão patrimonial, vídeos especiais, etc.

Porém, certifique-se de que esses conteúdos estejam, de fato, prontos, chamativos e interessantes a ponto de as pessoas quererem deixar os seus contatos no formulário de download. Isso é importantíssimo! 

Além de que a qualidade deve ser garantida, pois caso as pessoas se sintam enganadas, a opção mais provável para elas será encontrar o canal mais rápido que tiver e fazer reclamações, e você certamente não quer isso. Então, o seu conteúdo deve estar tinindo. 

Principais estratégias para nutrição de leads

Primeiramente, tenha calma e muita paciência, afinal, nutrir leads leva tempo e esforço, baseados em tentativa e erro. 

Se você ainda não começou com uma estratégia de nutrição de leads em sua empresa, não tem problema. Nunca é tarde para começar. Vamos ver algumas estratégias mais efetivas para conquistar cada vez mais potenciais clientes:

Marketing e Vendas devem estar bem alinhados

Há sempre uma polêmica no mundo empresarial entre Marketing e Vendas, áreas que costumam brigar pelos clientes e divergir bastante em situações conceituais de trabalho. 

Por exemplo, o que pode ser um lead qualificado para alguém do departamento de marketing pode não ser para um profissional de vendas. 

Por isso, como primeiro passo de uma estratégia de nutrição de leads, ambas as partes devem concordar com a definição de um lead. 

Isso é fundamental uma vez que é só a partir dessa definição que dá para entender o que fazer com o contato dessas pessoas, que acontece por causa do funil de vendas. 

Ou seja, se os leads que acabaram de encontrar sua empresa declararam poucas informações e não se verificou um interesse maior, então esse lead ainda precisa ser mais trabalhado dentro do funil para passar a outros estágios de interesse em se tornar cliente. 

Já os leads mais qualificados, que são aqueles que a empresa tem mais conhecimento e que estão prontos para dar os próximos passos em torno de uma compra, para nutri-lo, é preciso personalizar bastante a sua comunicação.

Assim, cada vez mais esse lead qualificado se sente exclusivo e passará a dar valor à empresa, a ponto de se tornar cliente. 

Crie um planejamento de conteúdo focado em nutrição de leads

Depois de alinhar as expectativas das duas áreas principais que lidarão com os leads, além de entender que há diferenciação entre eles devido às etapas do funil de vendas, é hora de criar o conteúdo que fará essa roda girar. 

Para garantir que você mantenha o relacionamento com seus clientes em potencial através da nutrição de leads, é uma boa ideia criar categorizações do seu conteúdo para que você saiba quando enviar, o que enviar e para quem enviar.

Por exemplo, veja quais conteúdos se adequam mais aos leads de topo de funil ou aqueles que se identificam mais com leads mais avançados.

Nesta primeira etapa, não se esqueça que o planejamento de conteúdo focado em nutrição de leads precisa ser simples. Não torne-o complicado demais e com muitos processos para não dificultar a execução. Com o tempo, vá aprimorando. 

Importância de nutrir potenciais clientes

Os leads, no geral, são pessoas que se interessaram pela reforma de loja de sua empresa, proposta, ideia, estilo ou pelos produtos e/ou serviços disponibilizados.

No entanto, sobretudo no meio online, o interesse desaparece muito rápido porque há inúmeras outras campanhas e comunicações de concorrentes acontecendo. Portanto, para fisgar e manter o interesse dessas pessoas, é preciso ter um relacionamento muito próximo. 

É exatamente nisso que se apoia a nutrição de leads. Assim como você precisa se alimentar para manutenção da saúde, os leads também precisam ser alimentados frequentemente, mas só que com conteúdos de primeiríssima qualidade.

Ao escrever e divulgar os conteúdos, pense como se você fosse um cliente. De que forma você gostaria de receber e acessar os conteúdos de uma empresa que você originalmente gostou em um primeiro contato? 

Dessa forma empática é que se cria maneiras muito criativas de captação de leads, sempre tentando antever o que ele precisa e o que ele quer assistir.

Com isso, fica claro como seguir as estratégias corretas seu negócio será capaz de captar e nutrir leads, consequentemente aumentando sua cartela de clientes.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

nutrição de leads

Nutrição de Leads: como fazer de forma eficiente

Atrair clientes, esse é um dos principais objetivos de um estabelecimento, afinal de contas, para que o comércio sobreviva é preciso que alguém consuma os serviços. Portanto, uma das maneiras encontradas para fazer isso é com a nutrição de leads

Entender o público que é atingido por um negócio e mantê-lo com uma produção de conteúdo em troca de dados pode ser uma solução para um comércio que se sente perdido, bem como não sabe de que forma conseguir novos consumidores. 

Nesse sentido, investir na nutrição ajuda o comércio na sua estratégia, já que para o seu bom desempenho ele necessita que as pessoas se interessem por ele. Então, veja como usar esse recurso de modo adequado. 

Nutrição de leads do que se trata?

Para que, por exemplo, uma empresa de motoboy se mantenha, ela precisa de clientes, assim como qualquer comércio. Desse modo, ela procura maneiras para divulgar os seus serviços e captar novos consumidores. 

Assim, ela consegue que mais indivíduos conheçam o seu trabalho, então, quando uma pessoa precisar, vai procurar pelo estabelecimento. Nesse sentido, os leads são esses possíveis consumidores que a empresa vai atingir. 

Na prática, eles ainda não se tornaram clientes, só há a possibilidade disso acontecer porque o indivíduo demonstrou algum tipo de interesse, mas isso não significa que ele vá fazer alguma aquisição. 

Desse modo, quando se tem uma lista de leads, há a necessidade de nutri-los, isso nada mais é do que a elaboração de materiais que interessem a essas pessoas. Assim, para enviar as matérias, os leads fornecem dados que ajudam o comércio a aperfeiçoar a sua tática.

Mas atenção, esses materiais não são sobre qualquer coisa, é preciso que eles tenham relação com o estabelecimento e de preferência que trate de algum problema do lead que foi identificado na estratégia. 

Por que nutrir os leads?

Pode parecer bobagem, ou até tempo desperdiçado, alimentar os interessados,  mas com essa produção os leads são educados e ficam por dentro de suas ações, desse modo, é possível conquistá-los. 

O processo é assim: por meio de e-mails, ou outros formatos que o comércio ache relevante para o seu público, ele recebe conteúdos que tenham relação com o estabelecimento, que podem ser informações sobre promoções ou sobre utilidades. 

Assim, por meio dessas produções, uma loja de convites personalizados, por exemplo, mostra para os seus leads a relevância das suas mercadorias, bem como explica por quais motivos a pessoa deve adquirir esse item.

Esse é o objetivo de nutrir esse indivíduo, aos poucos ele vai sendo convencido de que precisa daquele produto, assim, pessoas que estão próximas disso, com a ajuda dos conteúdos, concluem mais rapidamente a aquisição. 

Mas a técnica também funciona para aqueles que estão no início da jornada de aquisição, assim, quem ainda está conhecendo o comércio e pesquisando também pode ser impactado. 

Nesse caso em específico, o indivíduo está mais longe da aquisição e precisa se convencer de que ele realmente necessita da mercadoria, assim, aqui a nutrição de leads atua como uma espécie de vendedor.

E essa é a diferença do meio digital para o físico, essa atividade de nutrição pessoalmente é feita pelo vendedor no momento do atendimento, ali ele mostra os benefícios, as funções e como outros usuários avaliaram a experiência. 

No meio digital nada disso é possível, por isso a técnica de nutrição é uma solução que consegue desempenhar esse papel e mostrar para o usuário as melhores condições. 

Além disso, essa técnica é vantajosa, pois o comércio que a utiliza pode:

  • Reduzir os custos;
  • Ter um relacionamento direto com o cliente;
  • Ter bons retornos financeiros;
  • Aumentar a possibilidade de compras dos leads.  

Nesse sentido, a equipe de marketing de uma loja de placas informativas para restaurantes, por exemplo, pode ter menos trabalho para conquistar novos clientes, logo, o dono pode reduzir o orçamento para esse setor. 

Isso porque a equipe não precisa se dedicar tanto quanto anteriormente para que os leads sejam conquistados. Com o contato já se consegue fazer isso, porque frequentemente o indivíduo está sendo alimentado. 

Além disso, o negócio sempre está em contato direto com o lead, isso ajuda para que a empresa não seja esquecida. Assim, mesmo que o indivíduo não esteja em um momento de finalizar a aquisição, quando esta hora chegar, ele vai lembrar daquele comércio.

Outro fator é que o recurso traz bons retornos para quem a usa, na prática aqueles indivíduos que não estavam pensando em fazer uma aquisição podem ser convencidos e concluir a ação

Já aqueles que estão pesquisando ou apenas descobrindo a sua empresa também podem ser levados a concluir a ação. Com a técnica, todos que chegam na página de uma loja de notebook para escritório, por exemplo, serão nutridos. 

A diferença é que existe a possibilidade de identificar em que momento da compra cada um está, e assim, disponibilizar conteúdos que se adequem a este momento.

Isso porque se a pessoa só está pesquisando, não faz sentido ela receber um conteúdo de quem está perto da compra. 

Por fim, a técnica ajuda aqueles que estavam perto de finalizar a aquisição, a realmente concluí-la. Assim, as chances de que o indivíduo faça a compra são maiores. 

Como fazer nutrição de leads

Com os resultados que são adquiridos com a técnica e os feitos que são gerados, o negócio pode prosseguir para a próxima etapa, realizando a nutrição de maneira adequada.

Veja como fazer isso:

Faça um planejamento

Tudo nessa vida precisa de planejamento, sendo que com essa estratégia não seria diferente, por isso é essencial que sejam pensadas táticas para atrair os leads. 

Devem ser pensados quais serão os conteúdos, com que frequência eles serão enviados, além dos formatos. 

Tudo deve ser pensado e estruturado para que os resultados alcançados por um comércio de automação industrial empresas, por exemplo, sejam satisfatórios. 

Além disso, é preciso pensar nas necessidades do público para que as produções sejam relacionadas com isso. 

Nesse momento, deve ser analisada a classificação relacionada ao momento que o lead está, ou seja, perto ou não da aquisição. Assim, é possível planejar de forma mais coerente os conteúdos. 

Acompanhe os leads

É essencial que os leads sejam acompanhados pela equipe, assim a qualquer interação que surgir deve ter alguém para responder. Isso porque uma possível venda pode ser perdida por falta de um acompanhamento. 

Apesar do recurso para nutrição de leads mais usado ser o e-mail, existem outros meios em que a técnica pode ser usada como redes sociais, blog e outros canais que forem identificados coerentes para o seu público. 

Assim, uma loja de peças refrigeração industrial, por exemplo, não pode demorar no atendimento, principalmente para evitar que vendas ou negociações sejam perdidas.

Personalize o conteúdo 

Textos que são enviados de modo personalizado com nome têm maiores chances de serem abertos, pelo fato do indivíduo se sentir mais atraído quando mencionado.

Sendo assim, personalize as produções, opte por e-mail com menção ao destinatário, mostre para ele que ele não é mais um no meio de todos, mostre que ele é único. 

Por isso, faça isso no título e no corpo do e-mail, seja educado e cumprimente o lead, assim juntamente com um conteúdo que seja personalizado para o momento que ele se encontra na jornada de aquisição, o e-mail tem mais chances de ser lido. 

Assim, uma loja de instalação elétrica externa, por exemplo, vai ter um melhor desempenho na sua nutrição de leads, além de ter elevadas chances que os seus e-mails sejam lidos. 

Obtenha dados dos leads

A coleta de dados ajuda muito na elaboração de produções que sejam relevantes para a nutrição, quanto mais dados forem obtidos e mais específicos forem, melhor. Fica mais fácil pensar em conteúdos quando se conhece melhor o público. 

Desse modo, isso permite que o comércio compreenda as necessidades, dúvidas e questões de cada momento do lead, assim ele consegue elaborar produções de acordo com cada etapa. 

Assim, um estabelecimento de banner de loja, por exemplo, entende o que o seu cliente que está realizando somente uma pesquisa precisa saber para continuar a sua jornada e ser estimulado a concluir uma aquisição.

Conclusão

A nutrição de potenciais compradores interessados ajuda os estabelecimentos a terem mais conhecimento sobre as produções que eles devem fazer, além disso, é possível que eles fiquem mais próximos dos consumidores e elevem as suas vendas, 

Desse modo, para os comércios que atuam no ambiente digital, investir na técnica ajuda para que vendas não sejam perdidas, além de possibilitar que a estratégia de marketing tenha um bom desempenho. 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

gatilhos mentais

Gatilhos mentais: conheça os principais e como aplicá-los

Talvez você nunca tenha ouvido falar em gatilhos mentais, mas com certeza já foi influenciado por essas técnicas. Na verdade, é possível que você seja impactado dezenas de vezes todos os dias, dependendo de onde você mora.

Trata-se de recursos de marketing que se comunicam não apenas com o nosso consciente, mas sobretudo com o inconsciente, tentando influenciar nossa tomada de decisão. De fato, engana-se muito quem pensa que tudo o que decidimos é totalmente racional.

Há muitas decisões que fazemos durante o dia das quais a razão praticamente não participa. Imagine se tudo tivesse que ser racionalizado pelo seu cérebro, desde os movimentos de escovar os dentes até os músculos envolvidos em uma simples corrida.

Por isso é que existe o famoso “piloto automático”, que é aquilo que fazemos em um estado semiconsciente, sem que precisemos prestar atenção. 

Por exemplo, ao ver uma catraca de academia, ninguém tenta pular, mas procura alguém para saber como passar, não é mesmo?

Um estudo muito conhecido, que é “O Erro de Descartes”, de António Damásio, mostra que se tudo fosse mesmo racional, o homem não conseguiria decidir que calça utilizar antes de sair de casa para o trabalho.

Ao identificar essa possibilidade é que o marketing começou a investir nessas técnicas que hoje são chamadas “gatilho mental”. Há décadas, o esforço é o de fazer com que as pessoas tomem um refrigerante e não outro, ou comprem este e não aquele celular.

Não pense, porém, que apenas as grandes marcas do mundo podem utilizá-los. Hoje eles se disseminaram e podem ser aplicados a qualquer negócio, especialmente com o advento da internet e do marketing digital.

Realmente, muitos de nós já cruzamos com alguma landing page, que são páginas de destino focadas em uma ação principal, como comprar algo, baixar um e-book ou preencher um formulário de newsletters.

Ora, certamente essa página estava cheia de gatilhos, que iam desde um reforço de autoridade até um sentimento de escassez e medo de perder a oportunidade. Tudo isso foi pensado para ser assim, com vistas a gerar um efeito muito específico.

Então, se você quer compreender quais são os principais gatilhos mentais do mundo e como aplicá-los no seu próprio negócio, basta seguir adiante na leitura.

O que exatamente são os gatilhos mentais?

Seria um erro imaginar que os gatilhos são uma invenção da publicidade ou do marketing, embora realmente tenham começado a ser aplicados já nas décadas de 1960 e 1970. Mas eles existem desde sempre, onde quer que haja seres humanos.

Sem dúvida, uma empresa que vende esteira para academia pode aplicar psicologia no seu catálogo de vendas. 

Mas também não restam questionamentos de que muitos políticos e até pensadores da antiguidade também tinham algum conhecimento sobre esses fenômenos.

O foco central para entendermos do que se trata, e podermos aproveitar melhor as dicas práticas de gatilhos que daremos abaixo, é entender que o cérebro humano não apenas tem uma energia limitada, como ele sabe disso e faz algo a respeito.

Como vimos acima, se você fosse racionalizar cada decisão, desde os passos que dá até o suco que vai pedir durante o almoço, provavelmente você teria uma congestão cerebral na metade do dia, e não conseguiria fazer mais nada.

Aí é que entram os gatilhos, como um recurso natural que visa a automatizar algumas decisões que o cérebro considera secundárias. É claro que isso tem limites, pois ninguém jamais vai comprar uma casa ou um carro no “piloto automático”, certo? Nem tanto.

É verdade que é mais fácil contar com gatilhos para um serviço como adesivação de carros, ou pintura da fachada de uma casa, mas mesmo na venda desses bens de valor agregado alto, é possível utilizar algum tipo de gatilho.

Até porque, é possível utilizar mais de um ao mesmo tempo, e ele se torna mais poderoso quanto mais próximo está do que a marca realmente pode entregar, já que a função dele não é enganar ninguém, só deixar a concorrência para trás.

O famoso gatilho da escassez

Platão, o filósofo grego, já dizia que não deveríamos esperar uma crise em nossas vidas para aprendermos a dar valor ao que realmente importa. A verdade é que se passaram dois mil e quinhentos anos, e o ser humano não mudou em nada.

Por isso mesmo, sabendo que quase sempre perdemos o que não queríamos perder, surge em nós o gatilho da escassez. Assim, uma promoção de aula de dança sertanejo que tem vagas limitadas atrai mais do que outra que pode ser feita quando eu quiser.

Na verdade, esse gatilho vai além, e mostra que o sentimento de perda é mais forte em nós do que o de ganho. 

Ou seja, dizer que a pessoa não vai ter de pagar uma taxa a mais, seria melhor do que dizer que ela vai ganhar um desconto do mesmo valor.

Portanto, a famosa faixa de “50% off” que toda loja pendura na porta já não faz tanto sentido, não se ela estiver lá todo dia. Não é o fato de ganhar um desconto que faz a pessoa comprar, mas a sensação de que se não comprar hoje, pagará mais caro amanhã.

Um exemplo de como operar essa inversão é o das “vagas limitadas”. Como vimos no exemplo da aula de dança, ou de uma academia de hidroginástica, lembrando que a escassez precisa ser real, ou seus clientes perceberão a falta de boa-fé.

Outro exemplo clássico é o da disponibilidade de “1 item” no carrinho em uma loja virtual. Durante um tempo se pensou que dizer que há apenas um ou dois itens disponíveis seria algo ruim, mas na verdade a conversão aumenta, justamente por causa do risco de perda.

Qual a diferença para o da urgência?

É muito comum ver as pessoas confundindo o gatilho da urgência com o da escassez. No fundo, trata-se realmente do mesmo mecanismo, porém, embasado de um modo diferente.

Se o foco da escassez é o fato de que as vagas ou unidades do produto são limitadas, aqui o fator essencial é o do tempo. A bem dos bens, dizer que só resta um item no estoque não define até quando ele estará lá, concorda?

Já o da urgência vem com prazo de validade. Como dizer que um kimono karatê infantil que você quer dar para o seu filho só estará em promoção até o último horário do dia das crianças, depois, só no ano que vem.

Essa modalidade ficou conhecida com os sites de ofertas coletivas, justamente porque eles colocam um cronômetro bem grande na página, indicando quantos dias, horas, minutos e até segundos faltam para a promoção acabar.

Tal como já referido, é preciso ser sincero. O importante aqui é explicar o motivo de haver um “prazo limitado”, como uma data especial, implicações com o fornecedor ou com sua rotina de trabalho. Do contrário, o gatilho se esvazia e traz o efeito contrário.

O poder da autoridade em sua área

Talvez a gente não vá ao médico mais caro do mundo por falta de dinheiro, mas certamente, reconhecemos que ele só chegou lá porque é excelente no que faz, não é mesmo?

Essa autoridade pode ser replicada no mundo dos negócios, especialmente graças às pesquisas de mercado que costumam ser feitas em todos os segmentos.

Por isso, falar em funilaria é uma coisa, mas falar na funilaria que trabalha com a tinta que, comprovou-se cientificamente, “conserva a aparência do carro pelo dobro do tempo”, aí já é totalmente diferente, concorda?

Hoje em dia é possível demonstrar autoridade de várias maneiras, mesmo fora de uma oferta explicitamente vantajosa. 

Os blogs e vlogs são um modo de fazer isso. Com eles, você vai construindo a imagem que farão de você, até se tornar referência total em seu nicho.

Onde entra o da prova social?

Uma variação do gatilho de autoridade é o da prova social. Ele pode ser usado no caso de você não ter nenhuma pesquisa para comprovar a eficiência do seu produto ou serviço, especialmente se a clientela está aí para provar que é bom mesmo.

Verdade seja dita, os circos eram conhecidos por terem (ao menos os de antigamente), algumas pessoas pagas para rirem no meio da plateia, o que faria com que o restante das pessoas também rissem.

Hoje qualquer marca pode fazer algo parecido, seja para vender celulares ou banner de lona, especialmente se for algo verdadeiro. 

Os modos de ativar esse gatilho são:

  • Trazendo números de pesquisas de satisfação;
  • Utilizando depoimentos de clientes;
  • Mostrando a quantidade de unidades vendidas;
  • Por meio do engajamento em redes sociais;
  • Com fotos/vídeos de clientes usando o produto;
  • Entre outros índices ou conteúdos similares.

Por meio desses quatro gatilhos mentais, que são os principais já utilizados no mundo todo, é possível criar variações (assim como o de urgência deriva do de escassez, e o da prova social deriva do de autoridade).

Ao aplicá-los de maneira justa e criativa, certamente você mudará a realidade comercial do seu negócio.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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SEO: Como ele pode aumentar as vendas do seu e-commerce

Quando falamos sobre SEO para e-commerce estamos nos referindo, sem dúvida, a alguns dos termos mais importantes do universo digital. A razão para isso é bem simples, e vai ficar clara mais adiante.

Por um lado temos os e-commerces, que nada mais são do que o comércio eletrônico como um todo, o que envolve sites, plataformas e marketplaces que vão desde a venda de produtos de grande apelo popular, até venda entre empresas.

Esse tipo de negociação está entre as que mais cresceram nas últimas décadas, e hoje já concorrem seriamente com as lojas físicas. Já o termo SEO remete aos motores de busca, pois é uma sigla para Search Engine Optimization.

Trata-se da famosa otimização de sites, que faz o ranqueamento das páginas de modo a permitir que elas apareçam com destaque para ferramentas de busca como o Google, Bing e Yahoo, que hoje são os mais utilizados pela média dos brasileiros.

Só de ler isto, certamente você já se identifica com esse cenário e não deve duvidar que seja mesmo dessa forma. Ademais, há números e pesquisas que comprovam esse fato, ano após ano.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Compre&Confie, demonstrou que o e-commerce cresceu mais de 70% no último período. O que, em termos de faturamento, significa mais de R$ 27 bilhões movimentados em apenas um ano.

Já sobre os buscadores, podemos nos focar no Google, que é o maior do mundo e concentra cerca de 90% das pesquisas totais. Segundo a Internet Live Stats, conceituada empresa de pesquisas, o número deles vem crescendo muito.

Atualmente, cerca de metade da população mundial realiza ao menos uma busca por dia. 

Isso significa que a plataforma Google processa mais de 3,5 bilhões de pesquisas, ultrapassando o número de um trilhão de buscas anuais.

Agora, imagina se você tiver um e-commerce ou se estiver migrando seu negócio físico para o digital, e consegue bons posicionamentos nesse motor de busca. A pesquisa por seu portfólio e suas soluções promete crescer espantosamente.

Com isso já fica um pouco mais claro o quanto faz sentido falarmos sobre SEO para e-commerce, não é mesmo? 

Para isso, é preciso ponderar que, embora tudo isso seja democrático e sirva a qualquer empresa, há dicas que não podem passar em branco.

Então se você quer compreender melhor como oxigenar suas vendas no e-commerce por meio da otimização das suas páginas, siga adiante na leitura e tome nota.

Qual a importância da palavra-chave?

Hoje em dia, quase todo mundo já utilizou um site de busca. Se você chegou aqui, pode ter sido por meio do link direito, talvez por indicação de alguém, mas é bem provável que tenha sido por uma pesquisa realizada no Google, no Bing ou no Yahoo.

No caso de ser por pesquisa, qual não foi a importância da palavra-chave que você utilizou, não é mesmo? Os buscadores registram buscas que vão desde sacolas de papel artesanal, até “melhor restaurante de comida japonesa perto de mim”.

Esse tipo de variação também diz muito sobre a importância da palavra-chave, sendo as mais comuns:

  • “Perto de mim”;
  • “Em SP” (RJ, MG, etc.);
  • “Comprar”;
  • “Detalhes”;
  • “Vantagens”;
  • “Preço”.

Isso mostra a conveniência e a facilidade que a plataforma costuma oferecer aos usuários.

O que pouca gente sabe é que a escolha das palavras-chave é uma técnica, quase uma ciência, que pode ser mensurada e agir conforme previsões bem acertadas. Não trata-se de sorte ou de “atirar no escuro”.

O que chamamos cauda longa são as palavras maiores, e cauda curta, as menores. Se você precisa ser encontrado pelas primeiras, como “empresas de instalações elétricas prediais”, certamente quanto mais assertivo for, melhor.

Hoje o próprio Google Ads, por exemplo, oferece o seu “Planejador de palavras-chave”, e ali, você verifica quais as variações mais assertivas dos principais produtos que comercializa no seu e-commerce.

Refere-se a um dos pontos essenciais da melhoria de sites, embora haja vários outros algoritmos que são igualmente importantes, de acordo com o que está aprofundado abaixo.

Sobre a descrição dos seus produtos

Uma dica fundamental para e-commerces é a da descrição do produto. Claro que toda descrição de produto é importante, mesmo fora da internet, porém, aqui se trata, como vimos acima, de cumprir algoritmos ou os famosos “robôs do Google”.

Não é difícil imaginar que muito do que os grandes buscadores posicionam foi selecionado por programação, e não manualmente. Isso é um algoritmo, é ele que se relaciona com você quando procura por vinho frutado tinto.

Eles têm evoluído cada vez mais, como para entender (baseado no seu histórico de pesquisa) se você procura vinho para comprar, ou se você apenas costuma ler artigos a respeito. Este é só um exemplo de possibilidades de interação.

Portanto, descrever bem seus produtos é essencial. Você será encontrado pelo texto, pela descrição dos itens do seu e-commerce. O mais importante aqui é a originalidade, e tem muito site grande que deixa isso passar batido.

Certamente é fácil copiar a descrição que está na caixa original do produto, mas, e se você conseguisse personalizá-la e dizer o mesmo só que do seu modo? Pratique isso, pois assim, o buscador vai reconhecer originalidade no seu conteúdo e priorizá-lo.

Às vezes, no próprio manual do software para loja de brinquedos que você anunciou, existem informações mais ricas sobre aquela solução. Pode ser que os outros sites não tenham explorado isso, então se você o fizer, com certeza vai sair na frente.

A originalidade e a relevância são o ponto central aqui. Também é possível fazer descrições mais aprofundadas ao pé da página, como se fosse um blog dentro da landing page ou página de vendas do seu e-commerce, tendência que tem crescido.

Dominando a parte técnica das páginas

Como estamos falando sobre algoritmos, programação e afins, há alguns termos técnicos que não podem ficar de fora. 

A vantagem é que essas plataformas são feitas para serem intuitivas e utilizadas por quase todo internauta.

Então, não se assuste ao ler algo como “meta description”. Trata-se da meta descrição e tem tudo a ver com o que dissemos cima. É simples, se você pesquisa por anzol triplo, sabe aquela descrição curta que aparece logo abaixo dos links?

Trata-se dela, que idealmente não deve ultrapassar 160 caracteres e precisa resumir perfeitamente o que o leitor vai encontrar ali. A dica de ouro é ser chamativo sem ser enganoso, afinal não adianta prometer algo que a página não entrega.

Outra questão técnica e igualmente fácil de manejar é a das URLs, que nada mais são que o endereço do site escrito “por extenso”, por assim dizer. Ou seja, o termo completo que aparece na barra de endereços do navegador.

Quanto mais amigável ela for, melhor será o seu posicionamento. Lembrando que aqui você não “conversa” apenas com os robôs da plataforma, mas também com seu leitor/cliente, que pode prestar mais atenção nisso do que você imagina.

Se o produto é guardanapo de papel infantil, certamente o mais atrativo (além de ter afinidade com o produto, lembrando da regra de não ser enganoso) vai ser algo como: www.seusite.com.br/promoção-de-guardanapo-de-papel-infantil.

Ou seja, esqueça aqueles endereços confusos, quase criptografados, que apresentam caracteres estranhos e são enormes ou sem sentido. Hoje, as próprias plataformas de desenvolvimento de site facilitam essa configuração.

Avaliações: sua história de sucesso!

Tudo o que foi dito até aqui deve ter reforçado a importância que a internet, os e-commerces e os motores de busca atingiram. Certamente, eles se comparam com a importância da televisão e do rádio nas décadas anteriores.

Uma vantagem gritante é que quase ninguém podia pagar por um anúncio em horário nobre na maior emissora do país. Hoje você pode aparecer na maior vitrine do mundo com sua empresa terceirizada de motoboy e com seu e-commerce que venda itens da área.

Mais do que aparecer, você pode escrever uma história de sucesso, oxigenando suas vendas, ampliando seu negócio e lançando bases sólidas para um crescimento escalável e sustentável, tendo resultados desde já, pensando no médio e longo prazo.

Você ainda pode transformar essa história de sucesso em outro fator de otimização. Muita gente utiliza a internet para buscar ou deixar opiniões sobre seu trabalho. 

Então, fique de olho nas avaliações que você recebe por lá, pois essas qualificações dizem muito.

Imagine a importância dos comentários em um produto como anel de formatura folheado a ouro, que lida diretamente com o sonho das pessoas e de uma família inteira, por remeter a um momento tão especial quanto uma formatura acadêmica.

Também não é preciso dizer que se trata de outro algoritmo mensurado pelos robozinhos do Google, não é mesmo? Então acompanhe, agradeça os clientes que deixaram bons feedbacks e considere contatar rapidamente os que manifestaram algo negativo.

Tudo isso demonstra como as técnicas de otimização podem aumentar as vendas do seu e-commerce.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Saiba como aplicar estratégias de Inbound Marketing para seu negócio

O Inbound Marketing é um dos pilares mais importantes do Marketing Digital, focado em atrair, converter e encantar clientes. Um conceito completamente diferente do que costumávamos ver antigamente.

Isso porque o marketing era sinônimo de interrupção, ou seja, as marcas tiravam as pessoas de suas atividades diárias, como assistir TV, para mostrar os benefícios de seus produtos e serviços através dos comerciais.

Os tempos mudaram e hoje vivemos em uma era digital que trouxe novos conceitos para se fazer e trabalhar o marketing. Mas isso só aconteceu porque a internet mudou radicalmente o comportamento do consumidor.

Eles estão mais bem informados e sempre buscando saber mais a respeito daquilo que desejam ou precisam comprar, independentemente do que seja.

Por isso, as empresas precisaram criar novas formas de conquistar o público e fidelizar seus clientes. Então, surgiu o Inbound Marketing para atender às necessidades de quem vende e de quem compra.

Ele é tão importante que faz parte das estratégias de empresas de todos os tamanhos e setores ao redor do mundo. 

Para que você e seu negócio não fiquem de fora, neste artigo vamos falar sobre o que é Inbound Marketing e quais suas principais estratégias. Acompanhe!

O que é Inbound Marketing?

Inbound Marketing é um extenso conjunto de estratégias que se baseiam na criação e compartilhamento de conteúdos direcionados a um público-alvo específico.

Por meio de materiais ricos e ações bem planejadas, ele conquista a permissão das pessoas para se comunicar com elas de maneira direta.

A partir disso, uma fabricante de fita de led para sanca, por exemplo, consegue criar um relacionamento com seus clientes que promete ser duradouro.

Ou seja, ao invés de usar a velha prática de interromper o público, o Inbound consegue atraí-lo por meio de conteúdos relevantes.

Eles geram impactam nas pessoas e fazem com que elas se sintam confiantes, permitindo que a marca se aproxime e crie um relacionamento que as leve até a venda.

É exatamente por isso que essas estratégias são conhecidas como “Marketing de Atração” ou “Novo Marketing”.

Sua visão é estimular a aproximação dos clientes até as empresas, atraídos pela sua mensagem, o que facilita na hora de apresentar as soluções e transformar clientes em verdadeiros fãs da marca.

Possibilidades e desafios do Inbound Marketing

Assim como qualquer outra prática do Marketing Digital, o Inbound traz possibilidades e desafios em sua aplicação. Por exemplo, se uma clínica de depilação a laser masculina aplicá-lo, pode encontrar desafios como:  

1 – Boas práticas e tempo

Essa ação não funciona da noite para o dia, o que é um dos maiores dificuldades na hora de converter clientes. Boas práticas de Inbound provêm de muita pesquisa e teste, que resultam em crescimento orgânico e aumento de tráfego.

2 – Investimento e fidelidade

A fidelidade é outro ponto crucial para a efetividade do Inbound Marketing. É preciso um planejamento de médio e longo prazo, além de manter ações e investimentos ininterruptos para atingir os resultados esperados.

Com relação às possibilidades, podemos destacar:

Conteúdo gerado por consumidores

Uma empresa de curso do mopp pode usar o Inbound de modo a dar voz aos seus consumidores. Estamos na era do Customer Success (sucesso do cliente), e deixar o consumidor falar é cada vez mais importante. Dentre os materiais gerados por eles estão:

  • Reviews;
  • Pontuações;
  • Comentários;
  • Avaliações.

Eles podem ser inseridos na produção de conteúdos que sigam as técnicas de Inbound. Isso fortalece a relação com os clientes e torna a marca mais confiável.

Diferença entre Inbound e Outbound Marketing

O Inbound e o Outbound Marketing são diferentes em seus conceitos e aplicações, e é importante que as empresas compreendam suas distinções.

Enquanto o Inbound está focado em atrair por meio de conteúdos relevantes, o Outbound age com base em ações ativas, como anúncios, contato por telefone, e-mail, estande de vendas em eventos, propagandas na TV etc.

São ações são de custo mais elevado e que nem sempre possibilitam a medição de seus resultados.

Já uma empresa que retira entulho vai usar o Inbound em canais diferentes, como seu site, blog, redes sociais e e-mails informativos. Tudo possibilitando uma mensuração rápida e assertiva.

Como exemplo de Outbound Marketing, podemos citar os links patrocinados, que são anúncios pagos veiculados em sites de busca, redes sociais etc.

O Inbound, por sua vez, tem como exemplo o envio de um e-book para o lead, por meio de um endereço de e-mail fornecido por ele, contendo informações importantes e relevantes a respeito de um assunto que lhe interessa.

Principais estratégias de Inbound Marketing

Depois da comparação feita acima, deu para entender que o Inbound Marketing trabalha com práticas orgânicas muito importantes para ressaltar a autoridade da marca e sua credibilidade.

No entanto, é preciso conhecer bem e saber trabalhar com suas principais estratégias, conforme veremos a seguir.

1- SEO

SEO é uma sigla para Search Engine Optimization, ou “otimização para motores de busca”.

Como o próprio nome já diz, é um conjunto de técnicas que uma fabricante de barraquinha para festa usa para influenciar os algoritmos de buscadores como o Google, melhorando o seu posicionamento nos resultados de uma pesquisa.

Para usar essa estratégia, a empresa precisa lançar mão de algumas práticas que a envolvem, tais como:

URL

A URL da página do site ou blog de uma marca precisa ser amigável e conter a palavra-chave principal de seu conteúdo.

Uma URL amigável consiste em um endereço fácil de ser decorado, sem a presença de números ou símbolos. Por exemplo, se uma pessoa pesquisar sobre acupuntura para ansiedade no Google, vai encontrar muitos resultados.

Os primeiros são de sites com endereços das páginas como “www.clinica.com.br/beneficiosdaacunputuraparaansiedade”.

Uso de palavras-chave

A palavra-chave é a base de um bom SEO, e como você viu, ela está presente até mesmo na URL de uma página. Esta consiste nos termos mais buscados pelo público-alvo de uma empresa.

Também precisa estar presente nos conteúdos, em seus títulos e ao longo da página para que o buscador possa indexá-la e classificá-la entre os primeiros resultados.

2 – E-mail marketing

O e-mail continua sendo um dos principais canais de comunicação entre empresa e cliente, além de ser uma das melhores estratégias dentro do Inbound.

Por meio dele, uma que conserte instalação elétrica aparente consegue estabelecer um relacionamento com seus leads, trabalhar o funil de vendas, fidelizar clientes e muitas outras possibilidades.

Ela faz isso por meio do envio de conteúdos de valor, como newsletter, e-book e informações sobre atualização de conteúdos no blog.

Ou seja, é um excelente canal para veicular materiais de qualidade, dentro das especificações do Inbound Marketing.

3 – Blog

Os blogs são indispensáveis para as empresas em todos os setores e portes, pois é a principal plataforma para publicação de materiais relevantes para o público.

Por exemplo, se um despachante cria um conteúdo sobre transferência de veículo detran, ele vai publicá-lo no blog, onde também haverá outras publicações sobre os mais variados assuntos de sua área de atuação.

Ele até pode publicar no site, mas essa plataforma é mais indicada para assuntos institucionais e vendas, o que faz do blog imprescindível para o sucesso das estratégias em Inbound Marketing.

5 – Marketing de Conteúdo

O Marketing de Conteúdo se tornou, hoje, uma das ações mais importantes do Marketing Digital quando o assunto são as estratégias orgânicas, e ele é a base do objetivo do Inbound.

Trata-se da criação de materiais ricos e relevantes, que têm como intuito informar o público-alvo, gerando autoridade para a marca credibilidade no que faz e conquistando leads para os negócios.

Esses materiais podem ter vários formatos, podendo ser um e-book, áudios, vídeos, infográficos, entre outros, e abordam os assuntos de uma maneira aprofundada.

Ele é essencial porque os consumidores estão sempre em busca de informações, e como abordado no início do texto, eles estão cada vez mais informados a respeito do que querem ou precisam comprar.

A internet possibilita que eles encontrem milhares de empresas que ofereçam um mesmo produto ou serviço, mas só vão confiar naquelas que demonstram autoridade naquilo que fazem.

Os materiais criados com o Marketing de Conteúdo mostram a competência e a capacidade que uma marca tem para solucionar os problemas de seus clientes. Por isso, é parte do Inbound e deve ser trabalhado pelas empresas.

Conclusão

Estar na internet não é simplesmente criar um perfil nas redes sociais ou um site e achar que os resultados vão aparecer. É preciso trabalhar o Marketing Digital do jeito certo, usando suas melhores estratégias.

E entre as principais está o Inbound Marketing, que engloba as melhores práticas orgânicas para que uma marca conquiste espaço, reconhecimento e respeito por parte dos consumidores e da concorrência.

Tem a capacidade de beneficiar quem vende, porque mostra a credibilidade da empresa; e de quem compra, entregando valor, informação e solução.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para e-commerce

5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para e-commerce

O Inbound Marketing é uma estratégia muito eficaz na prospecção de clientes, ainda mais para quem trabalha com a internet, como e-commerces e lojas virtuais.

Ao contrário das tradicionais experiências de propaganda, com anúncios invasivos e sensacionalistas de produtos ou serviços, o Inbound vai de encontro ao novo perfil do consumidor, muito mais interessado em adquirir conhecimento e ter informações valiosas.

Diante disso, ao invés de anunciar uma oferta de uma cadeira de escritorio sem rodinha, por exemplo, o Inbound Marketing irá desenvolver um conteúdo relevante, com dicas de decoração para home office, entre outras especificações para atrair os clientes.

De acordo com uma pesquisa da HubSpot, cerca de 75% das empresas que aplicam o Inbound Marketing acreditam que suas estratégias são eficazes. 

Ao lado disso, 59% dos profissionais de marketing afirmam que o método é capaz de oferecer leads (potenciais clientes) de melhor qualidade para a equipe de vendas.

As vantagens do Inbound são inúmeras, já que o público não se sente invadido pela publicidade, mas sim, contemplado com materiais ricos sobre um determinado assunto.

Assim, a estratégia leva em conta todas as etapas do processo de compra, oferecendo informações interessantes para influenciar na tomada de decisão. 

Ou seja, o Inbound Marketing converte conteúdos para os estágios de:

  • Aprendizado e descoberta;
  • Reconhecimento do problema;
  • Consideração de soluções;
  • Decisão da compra.

Em resumo, o Inbound entrega o conteúdo certo, para o perfil ideal do cliente, no momento mais adequado. 

Por esse motivo, o método é bastante eficiente na conversão de leads e no aumento das vendas nos comércios eletrônicos.

No artigo de hoje, conheça algumas dicas de como utilizar o Inbound Marketing para e-commerce e alcançar ótimos resultados!

1 – Invista na criação de conteúdo informativo

O conteúdo é o coração da estratégia de Inbound. Não é à toa que o marketing de conteúdo é o grande protagonista das campanhas, seja para o compartilhamento de materiais em blogs, redes sociais ou outras plataformas midiáticas.

Segundo a Content Trends, o marketing de conteúdo consegue gerar 4 vezes mais visitas em sites ou blogs, além de render 5 vezes mais leads para as empresas. No Brasil, mais de 70% das empresas utilizam a estratégia.

Para uma produção de qualidade, não basta falar apenas do produto ou serviço, mas trazer informações relevantes, que possam ser úteis para a audiência.

Por exemplo, se um e-commerce vende um gabinete de cozinha 2 metros, pode ser interessante falar sobre as vantagens dos móveis pré-fabricados. 

Ou seja, é trazer materiais sobre o nicho de atuação, sem necessariamente mencionar a mercadoria.

Importante ressaltar que a produção de conteúdo também deve ser diversificada e respeitar as especificações de cada mídia, até porque o artigo de um blog é diferente de uma legenda para um perfil no Instagram.

2 – Use técnicas de SEO (Search Engine Optimization)

O SEO, ou otimização para os mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas que visa melhorar a classificação da sua página web nos buscadores, em especial o Google. 

Dessa forma, o seu conteúdo pode aparecer em destaque dentro dos resultados de pesquisa, o que gera aumento no tráfego orgânico e maior conversão de leads.

É interessante notar que o SEO trabalha em conjunto com o marketing de conteúdo. Muito disso, deve-se à própria dinâmica do algoritmo do Google, que lê majoritariamente códigos e textos. 

Por isso, é comum que os e-commerces tenham blogs em seus sites, para compartilhar artigos e melhorar a classificação nos buscadores.

Uma das técnicas mais comuns do SEO é o emprego de palavras-chave. 

Assim, ao tratar sobre banho de niquel, por exemplo, o responsável irá empregar os termos mais pesquisados nos mecanismos de busca dentro do conteúdo, para ajudar no rankeamento.

Mas o SEO também faz uso de outros recursos, como:

  • Considerar uma boa experiência de leitura do usuário;
  • Ter linkagens dentro do artigo (link building);
  • Oferecer uma boa navegabilidade em dispositivos móveis;
  • Construir um material atrativo e relevante.

Conforme dados do SEO Trends, os e-commerces no Brasil que investem em otimização conseguiram 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes.

Por esse motivo, cada vez mais empresas buscam adaptar seus conteúdos com SEO. 

Diante disso, 61% dos profissionais de marketing afirmam que a estratégia é responsável pelo aumento da presença orgânica, sendo prioridade no Inbound.

3 – Identifique as personas

O Inbound Marketing tem como principal característica a oferta de conteúdo para um determinado público-alvo. Isso quer dizer que os materiais sobre micrometro centesimal, por exemplo, serão oferecidos para pessoas interessadas, com reais intenções de compra.

Para isso, é importante definir quem são as personas, isto é, o perfil ideal dos clientes. 

Somente assim, é possível orientar as campanhas, com conteúdos altamente segmentados, direcionados e assertivos.

A persona é um personagem semifictício, elaborado com base nas características do público-alvo do negócio. Para coletar esses dados, é necessário fazer uma pesquisa de mercado, coletando algumas informações, tais como:

  • Faixa etária;
  • Estado civil e gênero;
  • Escolaridade;
  • Nível socioeconômico;
  • Comportamentos de compra;
  • Localidade;
  • Entre outros.

Quanto mais dados, melhor. No entanto, a persona precisa ir além – tem que ter uma história de vida, um contexto. 

Isso ajuda na humanização do conteúdo e, consequentemente, as pessoas passam a confiar mais no seu e-commerce.

4 – Acompanhe o funil de vendas

Além de oferecer o conteúdo para a pessoa certa, o Inbound também direciona materiais no momento certo. 

Quer dizer, talvez o usuário ainda esteja longe de comprar cloreto de magnesio pa em pó 1kg porque ainda não recebeu informações suficientes para tomar essa decisão.

Por causa disso, o Inbound Marketing deve acompanhar o funil de vendas, isto é, a jornada de compra do consumidor. Dessa forma, é possível verificar em qual estágio o usuário está (mais próximo ou mais afastado do fechamento do negócio).

Normalmente, o funil de vendas é dividido em três etapas: 1) topo do funil (descobrimento); 2) meio do funil (consideração); 3) fundo do funil (compra).

Para o primeiro estágio, recomendam-se os blogs posts, em que o usuário irá conhecer mais sobre o produto ou serviço. 

Assim, é possível usar o SEO para que mais visitantes possam se deparar com um artigo sobre o uso da espatula de laboratorio, por exemplo.

No meio do funil, o usuário já conhece o produto ou serviço, sabe que tem um problema e precisa resolvê-lo, mas ainda não está completamente decidido. 

Aqui, vale a pena investir em ações de e-mail marketing, bem como demais iniciativas que ofereçam conteúdos continuamente e aprofundados aos leads.

Por fim, o fundo do funil é a compra propriamente dita. Neste momento, o cliente está levando em consideração possíveis concorrentes, então, é a hora de falar sobre os diferenciais do seu produto ou serviço. 

Por exemplo, o porquê a sua lona para tatame personalizada é considerada a melhor do mercado.

5 – Monitore os resultados

Há muitas maneiras de investir em Inbound Marketing. O segredo é saber direcionar as ações conforme o público-alvo, verificando os estágios de compra e considerando a produção de conteúdo informativo, relevante e de qualidade.

No entanto, assim como toda estratégia de marketing, o Inbound também exige o monitoramento e acompanhamento de resultados. 

Afinal, somente com a análise precisa de relatórios, é possível verificar se as iniciativas estão, de fato, gerando bons resultados ou é preciso adaptá-las.

Por exemplo, de nada adianta ter um grande número de visitantes no seu blog, se não há conversão de leads. 

Quando isso ocorre, é necessário pensar em novas estratégias para melhorar essa porcentagem e, assim, ter maiores chances de vendas.

Hoje em dia, há ferramentas especializadas na análise de resultados. Desse modo, os conteudistas podem ver o engajamento de uma publicação no Facebook sobre gaveteiro com rodinhas e comparar os dados.

No entanto, um erro muito comum é esquecer de fazer essa análise. 

Por isso, separe um dia do mês somente para verificar cada uma das iniciativas de Inbound e, se preciso, refazer algumas ações conforme os objetivos do seu e-commerce.

Conclusão

O Inbound Marketing visa atrair, encantar e fidelizar clientes, diferentemente do marketing tradicional. 

A abordagem faz uso de conteúdo relevante, oferecendo soluções para problemas específicos de um determinado público-alvo e influenciando a tomada de decisões durante a jornada de compra.

Talvez por isso a estratégia ganha cada vez mais notoriedade no mercado, já que grande parte dos conteudistas e profissionais de marketing consideram o Inbound como um dos métodos mais eficazes para prospecção de clientes.

No caso dos e-commerces, o Inbound se destaca ainda mais, visto que a estratégia é aplicada confortavelmente na internet, através de ações de blog posts, compartilhamento em redes sociais, e-mail marketing, entre outros.

Apesar de muito amplo, com as dicas acima, já é possível elaborar um planejamento assertivo de Inbound Marketing e, com isso, conquistar o reconhecimento no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/estatisticas-sobre-inbound-marketing/

https://inteligencia.rockcontent.com/estatisticas-de-seo/

https://blog.lahar.com.br/marketing-digital/inbound-marketing-e-commerce/

https://ecommercenapratica.com/como-usar-o-inbound-marketing-no-seu-ecommerce/

inbound

5 dicas de como utilizar Inbound Marketing para e-commerce

O Inbound Marketing é uma estratégia muito eficaz na prospecção de clientes, ainda mais para quem trabalha com a internet, como e-commerces e lojas virtuais.

Ao contrário das tradicionais experiências de propaganda, com anúncios invasivos e sensacionalistas de produtos ou serviços, o Inbound vai de encontro ao novo perfil do consumidor, muito mais interessado em adquirir conhecimento e ter informações valiosas.

Diante disso, ao invés de anunciar uma oferta de uma cadeira de escritorio sem rodinha, por exemplo, o Inbound Marketing irá desenvolver um conteúdo relevante, com dicas de decoração para home office, entre outras especificações para atrair os clientes.

De acordo com uma pesquisa da HubSpot, cerca de 75% das empresas que aplicam o Inbound Marketing acreditam que suas estratégias são eficazes. 

Ao lado disso, 59% dos profissionais de marketing afirmam que o método é capaz de oferecer leads (potenciais clientes) de melhor qualidade para a equipe de vendas.

As vantagens do Inbound são inúmeras, já que o público não se sente invadido pela publicidade, mas sim, contemplado com materiais ricos sobre um determinado assunto.

Assim, a estratégia leva em conta todas as etapas do processo de compra, oferecendo informações interessantes para influenciar na tomada de decisão. 

Ou seja, o Inbound Marketing converte conteúdos para os estágios de:

  • Aprendizado e descoberta;
  • Reconhecimento do problema;
  • Consideração de soluções;
  • Decisão da compra.

Em resumo, o Inbound entrega o conteúdo certo, para o perfil ideal do cliente, no momento mais adequado. 

Por esse motivo, o método é bastante eficiente na conversão de leads e no aumento das vendas nos comércios eletrônicos.

No artigo de hoje, conheça algumas dicas de como utilizar o Inbound Marketing para e-commerce e alcançar ótimos resultados!

1 – Invista na criação de conteúdo informativo

O conteúdo é o coração da estratégia de Inbound. Não é à toa que o marketing de conteúdo é o grande protagonista das campanhas, seja para o compartilhamento de materiais em blogs, redes sociais ou outras plataformas midiáticas.

Segundo a Content Trends, o marketing de conteúdo consegue gerar 4 vezes mais visitas em sites ou blogs, além de render 5 vezes mais leads para as empresas. No Brasil, mais de 70% das empresas utilizam a estratégia.

Para uma produção de qualidade, não basta falar apenas do produto ou serviço, mas trazer informações relevantes, que possam ser úteis para a audiência.

Por exemplo, se um e-commerce vende um gabinete de cozinha 2 metros, pode ser interessante falar sobre as vantagens dos móveis pré-fabricados. 

Ou seja, é trazer materiais sobre o nicho de atuação, sem necessariamente mencionar a mercadoria.

Importante ressaltar que a produção de conteúdo também deve ser diversificada e respeitar as especificações de cada mídia, até porque o artigo de um blog é diferente de uma legenda para um perfil no Instagram.

2 – Use técnicas de SEO (Search Engine Optimization)

O SEO, ou otimização para os mecanismos de busca, é um conjunto de técnicas que visa melhorar a classificação da sua página web nos buscadores, em especial o Google. 

Dessa forma, o seu conteúdo pode aparecer em destaque dentro dos resultados de pesquisa, o que gera aumento no tráfego orgânico e maior conversão de leads.

É interessante notar que o SEO trabalha em conjunto com o marketing de conteúdo. Muito disso, deve-se à própria dinâmica do algoritmo do Google, que lê majoritariamente códigos e textos. 

Por isso, é comum que os e-commerces tenham blogs em seus sites, para compartilhar artigos e melhorar a classificação nos buscadores.

Uma das técnicas mais comuns do SEO é o emprego de palavras-chave. 

Assim, ao tratar sobre banho de niquel, por exemplo, o responsável irá empregar os termos mais pesquisados nos mecanismos de busca dentro do conteúdo, para ajudar no rankeamento.

Mas o SEO também faz uso de outros recursos, como:

  • Considerar uma boa experiência de leitura do usuário;
  • Ter linkagens dentro do artigo (link building);
  • Oferecer uma boa navegabilidade em dispositivos móveis;
  • Construir um material atrativo e relevante.

Conforme dados do SEO Trends, os e-commerces no Brasil que investem em otimização conseguiram 13,2 vezes mais visitantes e 5,7 vezes mais clientes.

Por esse motivo, cada vez mais empresas buscam adaptar seus conteúdos com SEO. 

Diante disso, 61% dos profissionais de marketing afirmam que a estratégia é responsável pelo aumento da presença orgânica, sendo prioridade no Inbound.

3 – Identifique as personas

O Inbound Marketing tem como principal característica a oferta de conteúdo para um determinado público-alvo. Isso quer dizer que os materiais sobre micrometro centesimal, por exemplo, serão oferecidos para pessoas interessadas, com reais intenções de compra.

Para isso, é importante definir quem são as personas, isto é, o perfil ideal dos clientes. 

Somente assim, é possível orientar as campanhas, com conteúdos altamente segmentados, direcionados e assertivos.

A persona é um personagem semi-fictício, elaborado com base nas características do público-alvo do negócio. Para coletar esses dados, é necessário fazer uma pesquisa de mercado, coletando algumas informações, tais como:

  • Faixa etária;
  • Estado civil e gênero;
  • Escolaridade;
  • Nível socioeconômico;
  • Comportamentos de compra;
  • Localidade;
  • Entre outros.

Quanto mais dados, melhor. No entanto, a persona precisa ir além – tem que ter uma história de vida, um contexto. 

Isso ajuda na humanização do conteúdo e, consequentemente, as pessoas passam a confiar mais no seu e-commerce.

4 – Acompanhe o funil de vendas

Além de oferecer o conteúdo para a pessoa certa, o Inbound também direciona materiais no momento certo. 

Quer dizer, talvez o usuário ainda esteja longe de comprar cloreto de magnesio pa em pó 1kg porque ainda não recebeu informações suficientes para tomar essa decisão.

Por causa disso, o Inbound Marketing deve acompanhar o funil de vendas, isto é, a jornada de compra do consumidor. Dessa forma, é possível verificar em qual estágio o usuário está (mais próximo ou mais afastado do fechamento do negócio).

Normalmente, o funil de vendas é dividido em três etapas: 1) topo do funil (descobrimento); 2) meio do funil (consideração); 3) fundo do funil (compra).

Para o primeiro estágio, recomendam-se os blogs posts, em que o usuário irá conhecer mais sobre o produto ou serviço. 

Assim, é possível usar o SEO para que mais visitantes possam se deparar com um artigo sobre o uso da espatula de laboratorio, por exemplo.

No meio do funil, o usuário já conhece o produto ou serviço, sabe que tem um problema e precisa resolvê-lo, mas ainda não está completamente decidido. 

Aqui, vale a pena investir em ações de e-mail marketing, bem como demais iniciativas que ofereçam conteúdos continuamente e aprofundados aos leads.

Por fim, o fundo do funil é a compra propriamente dita. Neste momento, o cliente está levando em consideração possíveis concorrentes, então, é a hora de falar sobre os diferenciais do seu produto ou serviço. 

Por exemplo, o porquê a sua lona para tatame personalizada é considerada a melhor do mercado.

5 – Monitore os resultados

Há muitas maneiras de investir em Inbound Marketing. O segredo é saber direcionar as ações conforme o público-alvo, verificando os estágios de compra e considerando a produção de conteúdo informativo, relevante e de qualidade.

No entanto, assim como toda estratégia de marketing, o Inbound também exige o monitoramento e acompanhamento de resultados. 

Afinal, somente com a análise precisa de relatórios, é possível verificar se as iniciativas estão, de fato, gerando bons resultados ou é preciso adaptá-las.

Por exemplo, de nada adianta ter um grande número de visitantes no seu blog, se não há conversão de leads. 

Quando isso ocorre, é necessário pensar em novas estratégias para melhorar essa porcentagem e, assim, ter maiores chances de vendas.

Hoje em dia, há ferramentas especializadas na análise de resultados. Desse modo, os conteudistas podem ver o engajamento de uma publicação no Facebook sobre gaveteiro com rodinhas e comparar os dados.

No entanto, um erro muito comum é esquecer de fazer essa análise. 

Por isso, separe um dia do mês somente para verificar cada uma das iniciativas de Inbound e, se preciso, refazer algumas ações conforme os objetivos do seu e-commerce.

Conclusão

O Inbound Marketing visa atrair, encantar e fidelizar clientes, diferentemente do marketing tradicional. 

A abordagem faz uso de conteúdo relevante, oferecendo soluções para problemas específicos de um determinado público-alvo e influenciando a tomada de decisões durante a jornada de compra.

Talvez por isso a estratégia ganha cada vez mais notoriedade no mercado, já que grande parte dos conteudistas e profissionais de marketing consideram o Inbound como um dos métodos mais eficazes para prospecção de clientes.

No caso dos e-commerces, o Inbound se destaca ainda mais, visto que a estratégia é aplicada confortavelmente na internet, através de ações de blog posts, compartilhamento em redes sociais, e-mail marketing, entre outros.

Apesar de muito amplo, com as dicas acima, já é possível elaborar um planejamento assertivo de Inbound Marketing e, com isso, conquistar o reconhecimento no mercado.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referências

https://rockcontent.com/blog/estatisticas-sobre-inbound-marketing/

https://inteligencia.rockcontent.com/estatisticas-de-seo/

https://blog.lahar.com.br/marketing-digital/inbound-marketing-e-commerce/

https://ecommercenapratica.com/como-usar-o-inbound-marketing-no-seu-ecommerce/

webinar

Webinar: saiba o que é e como funciona

Você já ouviu a previsão de que no futuro a internet será dos vídeos? E não é apenas um palpite, mas sim, diversas pesquisas indicam que, daqui há alguns anos, os vídeos irão dominar a internet.

Para você ter uma ideia, a sexta edição da Video Viewers em conjunto com o Google e Provokers, afirmou que o consumo de vídeo nos meios online cresceu cerca de 165% nos últimos cinco anos, enquanto o de programação de TV obteve uma aumento de apenas 24% no mesmo período.

Ou seja, o vídeo já está se tornando uma das ferramentas mais poderosas do marketing digital, já que também é capaz de gerar leads (potenciais clientes), ampliar o relacionamento de uma empresa, auxiliar no processo de nutrição e até mesmo impulsionar os leads em sua jornada de compra.

E o webinar é uma ferramenta que possibilita uma empresa a gerar estratégias de vídeo inovadoras e personalizadas.

Especialmente se você atua com nicho, como no fornecimento de conexões pneumáticas, por exemplo, o webinar pode ser vantajoso para explicar as vantagens e conceitos dos seus produtos, garantindo a experiência dos clientes.

Mas, afinal, o que é o webinar e como funciona? Neste post, nós iremos falar sobre todos os detalhes do assunto, por isso, continue nos acompanhando!

Afinal, o que é webinar?

O termo “webinar” é uma abreviação da expressão em inglês “web based seminar”, que significa algo como: seminário realizado pela internet.

Basicamente, o webinar é um modelo de videoconferência, ou seja, a conferência de vídeo entre dois ou mais dispositivos de maneira online e instantânea, só que com fins comerciais ou educacionais.

Ou seja, pode ser definido como uma palestra online. Imagine que uma empresa de insumos para cerveja queira lançar um novo produto e gostaria de apresentá-lo ao seu público.

Para isso, ao invés de ter o trabalho de organizar um evento e chamar todos os visitantes, levando em consideração os imprevistos, trânsitos, esforços e estrutura, a empresa pode utilizar a internet para realizar o seu próprio webinar de maneira online e otimizada!

Como funciona um webinar?

Normalmente, o webinar é uma videoconferência apresentada em formato de palestra ou seminário, ou seja, nela, há um apresentador que conduz todas as informações e exposição, além de também interagir com os visitantes por meio de um chat que fica incluso dentro da própria plataforma,

Hoje em dia, é possível encontrar diversas plataformas para a realização de um webinar, como o YouTube Live, GoToWebinar e até mesmo o Google Hangouts.

Se você vende rachador de lenha, com um webinar, é possível apresentar seu produto apenas utilizando uma câmera, microfones e alguns equipamentos de iluminação. Ou seja, é uma maneira simples e com um baixo custo para atrair leads, aumentar a sua notoriedade e melhorar o seu relacionamento!

Agora que você já sabe o que é o webinar e como ele funciona, o que está esperando para aplicá-lo em suas estratégias de marketing digital? Gostou do nosso conteúdo? Conta pra gente!

Esse artigo foi escrito por Rafaela Ricardo, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

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5 dicas de como montar um blog para seu e-commerce

Apesar dos negócios e-commerce crescerem mais a cada dia, boa parte deles ainda não possuem um blog. O problema é que tal crescimento está tornando a concorrência mais agressiva, o que reforça a importância de conversar com o público.

É aqui que entra a importância de usar uma plataforma exclusiva para oferecer conteúdos de interesse do público-alvo, e não apenas para vender.

Os consumidores atuais estão sempre em busca de informação, algo que a internet oferece de sobra. Por isso, quem investe em estratégias como um blog e o marketing de conteúdo, se destaca frente à concorrência.

As empresas que se que sobressaem são as que estão antenadas e entendem a importância do blog, pois por meio dele, é possível aumentar o tráfego e o número de leads.

Além disso, ele traz muitas outras vantagens para as estratégias em marketing digital, principalmente para os e-commerces, que são modelos de negócio que dependem exclusivamente da internet para vender.

Pelo fato de muitas lojas virtuais ainda não usarem essa ferramenta, fica ainda mais fácil para as que usam saírem na frente.

Tendo isso em vista, vamos falar sobre a importância do blog para seu e-commerce, por que investir em marketing de conteúdo nessas plataformas e dar algumas dicas para estruturar seu blo. Acompanhe a leitura!

Importância do blog para plataformas e-commerce

O comércio eletrônico depende exclusivamente de suas estratégias na internet para crescer. Por isso, o primeiro passo é criar um blog, para ter acesso a vantagens como:

1 – Tráfego para a loja on-line

A criação de bons conteúdos no blog atrai clientes para o site da loja, e isso também está relacionado às estratégias em SEO. Isso porque conforme os posts são criados, páginas são adicionadas ao site, representando valor para o Google e outros buscadores.

No entanto, é preciso ter uma certa periodicidade de publicações, pois são materiais que ajudam os usuários a encontrarem sua página, gerando mais tráfego.

E para atrair mais tráfego, uma dica é colocar links dentro do post que direcione para outras páginas do blog ou do site.

2 – Poder de convencimento

O blog ajuda a destacar a loja em meio à concorrência, passando uma imagem de autoridade no assunto. Mas para chegar a esse resultado, é importante investir em conteúdos que falem sobre produtos mais recentes.

Também é interessante colocar entrevistas com clientes satisfeitos e abordar assuntos relacionados a produtos que ainda serão lançados.

Portanto, esse canal é interessante, educativo e mostra mais da autoridade da marca. Isso porque com ele a empresa pode dar dicas que encantem os clientes e os levem a comprar os produtos oferecidos.

3 – Destaque nas mídias sociais

Quando uma plataforma e-commerce de conserto de máquina compartilha conteúdos nas redes sociais, ela usa os materiais publicados no blog.

Isso faz com que a marca seja notada e dissemina seus conteúdos por meio de outras redes. Como resultado, há um aumento de visitantes no site e possíveis conversões de leads.

Para isso, é necessário descobrir o que a persona gosta de ler, e ele pode assumir diversos formatos, tais como:

  • Infográficos;
  • Vídeos;
  • E-books;
  • Whitepapers.

4 – Expõe a personalidade da marca

Por meio desse canal, o público compreende qual é a personalidade da marca. Isso transmite confiança para o consumidor, consequentemente o levando a realizar a compra.

Também é importante deixar um espaço para comentários embaixo de cada publicação. Essa estratégia permite a participação das pessoas e faz com que se sintam à vontade no ambiente da empresa.

Isso também ajuda a mensurar o engajamento e dá novas ideias para publicações futuras. Quanto aos comentários negativos, é importante responder cada um deles com cordialidade e objetividade.

Por que investir em marketing de conteúdo?

O marketing de conteúdo é uma estratégia que visa fidelizar e aumentar a rede de clientes de uma marca. Isso acontece, por exemplo, quando um escritório publica um material em seu blog com dicas para um bom projeto arquitetura.

Esses conteúdos também aumentam o engajamento, além de gerar valor para as pessoas. Como resultado, a empresa conquista uma imagem positiva e gera mais negócios.

Benefícios

A maioria das marcas existentes hoje no Brasil usam essa estratégia. Para as plataformas e-commerce, os benefícios são muitos, e dentre os principais, podemos citar:

Aumento do tráfego no site

Vamos imaginar que uma pessoa esteja procurando informações sobre elevador para cadeirante na internet. O site das empresas que oferecem esses serviços, bem como os blogs, serão a porta de entrada para um primeiro contato.

O Google representa o caminho que essa pessoa usou para chegar a essas páginas. Por conta disso, é indispensável produzir conteúdo relevante, assim o buscador coloca o seu blog nas primeiras páginas de resultados.

Educa os consumidores

Algumas pessoas podem não saber o que é, por exemplo, impermeabilização de telhado. E é exatamente com a produção de conteúdos que uma empresa que ofereça esse serviço consegue sanar as dúvidas dos clientes.

Consumidores esclarecidos têm muito mais chance de fechar uma venda do que os que não fazem ideia do produto ou serviço oferecido.

Conteúdos de qualidade eliminam objeções e deixa os clientes satisfeitos, pois eles passam a comprar mais conscientes.

Fidelização dos clientes

Conquistar novos clientes é importante, mas custa caro. Já a fidelização é menos trabalhosa, mais barata para as marcas e traz segurança para a receita.

Seja na hora de vender tenda de circo ou qualquer outro item, o marketing de conteúdo leva até o consumidor informações que, além de enriquecer os conhecimentos dele, o transforma em um verdadeiro fã.

Esses clientes voltam a comprar e, mais do que isso, falam bem da empresa para as outras pessoas.

Dicas para montar um blog

Em vista da importância do blog para as estratégias de marketing digital e o crescimento de uma plataforma e-commerce, vamos listar 5 dicas que são fundamentais para ter sucesso nessa empreitada. Dentre elas estão:

1 – Responsividade

Com o avanço da tecnologia, a maneira como as pessoas acessam a internet também mudou. Antigamente, somente os notebooks e desktops permitiam que uma pessoa procurasse, por exemplo, um gerador diesel.

Hoje em dia, ninguém mais precisa esperar chegar em casa para fazer isso. Por meio do celular, é possível pesquisar sobre qualquer assunto e entrar em qualquer página. 

Mas esses endereços na web precisam ser responsivos para que funcionem nos aparelhos móveis.

Este é o papel de um blog responsivo. Ele pode ser acessado e ter um bom funcionamento tanto em um celular, quanto em um notebook. Sites e blogs que não se adaptam bem a qualquer tamanho de tela perdem acesso e ficam para trás.

2 – Investir em SEO

Essa estratégia tem como objetivo colocar as páginas de um blog nos primeiros resultados dos sites de busca, como o Google.

Ela envolve o uso de palavras-chave mais usadas pelos usuários, além da produção de conteúdo de valor, dentro das estratégias de marketing de conteúdo.

Portanto, se uma plataforma e-commerce que oferece serviços para festas infantis usar esses recursos, e alguém pesquisar bolinha para piscina, as páginas de seu blog que falem sobre esse assunto aparecerão entre os primeiros resultados.

3 – Escolher um CMS

O CMS é um sistema de gerenciamento de conteúdo que permite customizar páginas, editar publicações, gerenciá-las, etc.

Também é possível trabalhar com outras ferramentas e até contratar um desenvolvedor para construir seu blog a partir do zero.

Independentemente de qual seja a escolha, é importante seguir esta dica para que o blog tenha uma frequência exata de publicações e ofereça a melhor experiência para o público.

4 – Pensar num layout

A parte visual do blog é muito importante, afinal, é a responsável por causar a primeira impressão para o visitante. É importante que ela prenda a atenção e deixe as informações bem organizadas.

Usar templates prontos não é proibido, mas o ideal é que ele seja personalizado para que tenha as características e personalidade da loja.

Além disso, quando uma loja virtual de solda de alumínio, por exemplo, estrutura bem o layout, ela consegue oferecer a melhor experiência ao usuário e este é um fator determinante para a permanência dele na página.

5 – Escolher um bom domínio

O domínio precisa chamar a atenção e ficar na cabeça das pessoas. Isso é mais fácil para elas acessarem e também indicarem a outros visitantes.

A simplicidade e a sonoridade são fundamentais na hora de criar o endereço, além disso, a disponibilidade dele deve ser averiguada antes. Se ele estiver disponível, é importante registrá-lo imediatamente após a criação.

Conclusão

A internet trouxe muitos recursos para as empresas por conta das estratégias em marketing digital e canais de mídia para veiculação.

Um desses recursos é o blog, que é muito vantajoso para que marcas estabeleçam uma comunicação valiosa com os consumidores e leve a um bom relacionamento entre ambas as partes.

Para os negócios e-commerce, que dependem da internet para vender, o blog tornou-se uma excelente ferramenta de destaque para vencer a concorrência, conquistar novos clientes e fidelizar os que já existem.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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O que é Landing Page e como utilizar no seu site

A landing page é uma página usada nos sites de empresas, cujo foco está na conversão. Ao invés de apresentar um conteúdo, por exemplo, ela foca em uma oferta, que pode ser de produto ou serviço.

As landing pages devem ser capazes de incentivar o consumo de ofertas, para que cada vez mais pessoas caminhem pelo funil e se tornem clientes.

Para que eles realmente sigam pela jornada de compras, é necessário converter essas pessoas. E a Landing Page é, justamente, a melhor estratégia de conversão.

Por isso, é muito importante que os empreendedores se certifiquem de que ela está entre as ações de marketing digital das empresas. 

Além disso, é fundamental a criação de páginas que, realmente, impactem na conversão do funil de vendas, resultando em mais lucratividade.

O que são as landing pages?

As landing pages também são conhecidas como páginas de destino. Elas têm o objetivo de incentivar a conversão dos visitantes, com poucos elementos e foco em um CTA (Call to Action, ou chamada para ação, do inglês). 

Com poucas distrações e o estímulo correto, a empresa garante a conversão desejada.

Para entender este funcionamento basta ter em mente o seguinte exemplo: um fabricante de sombrite para horta atrai milhões de visitas ao blog mensalmente, devido à produção de conteúdos interessantes, mas tem encontrado dificuldades para levar os contatos ao próximo passo, que seria a compra dos itens. 

Nesse caso, as visitas são ótimas, porque agregam notoriedade e visibilidade aos negócios, mas não têm um impacto muito significativo.

Então, as landing pages são utilizadas para influenciar os visitantes a realizarem uma ação. Elas dispensam elementos que podem distraí-lo, como menu, excesso de texto ou imagens.

Nas estratégias de marketing, de uma maneira geral, as landing pages costumam pedir o preenchimento de formulário, em troca de um conteúdo de valor. 

Uma empresa pode solicitar informações como nome, idade, e-mail e localização, por exemplo. 

Em troca, oferece o download de um e-book sobre licença ambiental simplificada, ou outros assuntos relacionados com produtos ou serviços oferecidos pela empresa. 

O importante é que o material agregue valor, com qualidade suficiente para o fornecimento dos dados.

Entretanto, uma landing page também pode conter uma oferta especial, pode ser a conclusão de uma compra ou qualquer outra ação, desde que faça sentido dentro da estratégia de marketing ou relacionamento.

É válido ressaltar que não existem limitações, e as landing pages podem ser usadas como estratégias por empresas de diferentes segmentos de atuação e tamanho, como uma empresa de serviço motoboy, por exemplo, desde que faça sentido no plano de marketing.

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Landing pages e oportunidades de negócios

De primeiro impacto, pode não parecer óbvio, mas é muito interessante que as empresas consigam fazer os visitantes preencherem os formulários e realizarem as ações, porque assim elas conseguem gerar leads.

Os leads são oportunidades de negócios para as empresas. Até porque, as visitas nos sites são bastante positivas, mas não contribuem diretamente para a lucratividade dos negócios.

Entretanto, com as informações de contato e outros dados básicos é possível:

  • Investir na construção de um relacionamento mais próximo;
  • Aumentar a confiança e empatia do público pela empresa;
  • Entender melhor quem são essas pessoas que acessam aos conteúdos;
  • Entender se os contatos têm perfil para serem clientes;
  • Contribuir com o time de vendas com oportunidades;
  • Entre outros pontos.

Portanto, a conversão com o uso de landing pages nos sites é uma excelente estratégia para encaminhar os visitantes até as próximas etapas, para a construção de um relacionamento com possibilidade de compra.

Principais elementos de uma landing page

No marketing digital não basta seguir a tendência e realizar as ações, é necessário investir em campanhas que, realmente, atendam às suas demandas. 

Em outras palavras, as landing pages devem ser criadas, especialmente, para a conversão dos visitantes.

Claro, que como em outras estratégias, existem pontos que podem deixar sua técnica ainda melhor. Confira alguns:

Oferta

As pessoas não irão, simplesmente, preencher os formulários com suas informações pessoais. Por isso a landing page deve conter uma oferta que gere valor a quem visita a página.

A oferta pode ser um e-book explicativo sobre meio fio de concreto, para exemplificar. O material deve ser valioso e compensar o preenchimento do formulário, encantando o visitante para que ele venha a se tornar um lead.

Título

O título deixa uma mensagem clara, informando ao visitante sobre o que está sendo oferecido na página. 

Assim, a pessoa pode se sentir interessada no download de um vídeo passo a passo de como limpar uma cadeira dobrável estofada, ou de outros tipos de materiais.

É necessário que o título seja chamativo, simples e compreensível, sempre fazendo jus à oferta, para que a pessoa não se sinta enganada pela empresa e continue encantada com o contato.

É preciso deixar claro o tipo de conteúdo oferecido em troca do preenchimento de formulário, evitando desentendimentos e frustrações.

CTA

Os chamados CTAs são botões ou textos que convidam as pessoas para realização de determinadas ações. 

Geralmente, eles contam com frases no imperativo, como “baixe agora” ou “acesse o conteúdo completo”, entre outras opções.

Tal qual o título, o CTA também precisa ser claro, objetivo e ajudar o visitante a entender a ação que ele precisa realizar, ao mesmo tempo em que deixa uma espécie de convite para a sua realização.

Descrição

Alguns modelos de landing page dispensam a descrição, mas isso depende bastante do público da empresa. 

A descrição costuma passar uma mensagem sucinta sobre o objetivo da oferta e o valor que ela pode gerar para quem converter.

Usando como exemplo a landing page de um site de uma empresa especializada em reciclagem de papelão, a descrição pode informar a quem se destina o material oferecido, que pode ser pessoas que tenham interesse em reciclar resíduos domésticos.

Não há problema dispensar a descrição, desde que ela não seja essencial para que o usuário entenda a oferta que está sendo feita na landing page.

Conteúdos visuais

Assim como título e descrição, os conteúdos visuais podem ajudar a incentivar o visitante a fazer o download de um material sobre pilates funcional, ou outros tipos de assuntos. 

Basta imaginar um vídeo que explique a relevância do download, se ele for didático e de fácil compreensão, aumentam as chances de conversão dos visitantes.

Formulário

O formulário é uma das partes mais essenciais das landing pages, pois é através dele que ocorre uma espécie de pagamento, em que a empresa recebe as informações dos visitantes em troca dos materiais. Ao mesmo tempo, os usuários se transformam em leads.

Para isso, é importante deixar claro todos os campos de preenchimento, facilitando para os interessados. 

O ideal é que o preenchimento seja o mais breve e prático possível, extraindo as informações mais importantes para os negócios.

Dicas para otimizar Landing Pages

Durante ou após a criação das landing pages, é necessário pensar em maneiras de otimizar a página, para que ela fique mais atraente possível, elevando a sua capacidade de conversão.

Algumas técnicas que podem facilitar e ajudar com impactos positivos são:

  • Investir em benchmarking, análises estratégicas aprofundadas do mercado;
  • Realizar testes de imagens, cores e textos para melhores resultados;
  • Uso de ferramentas de automação, facilitando testes e estratégias;
  • Otimização SEO, para que as páginas sejam encontradas nos pesquisas;
  • Uso de forms inteligentes, facilitando o preenchimento de visitantes recorrentes;
  • Investir em design mobile friendly, para abertura em tablets e celulares.

As landing pages podem ser criadas com ferramentas especializadas, de acordo com a estratégia desenvolvida. 

As ferramentas também facilitam a gestão de leads, facilitando o desenvolvimento das estratégias em larga escala e a otimização das ações.

Depois da captação, com os dados armazenados na plataforma, empresas preocupadas com a experiência do usuário utilizam thank you pages, páginas de agradecimento. 

Em um site de uma empresa que vende película fume, ou diversos tipos de produtos, elas aparecem logo após o consumidor completar uma tarefa em uma landing page. 

A ideia é que a empresa mostre que o preenchimento foi concluído com sucesso e, além disso, que a ação é apreciada pela corporação.

Além de dar um parecer para o contato (informando que o download será feito, por exemplo), a thank you page é mais uma oportunidade de conquistar o cliente, mostrando atenção e cordialidade, resultando em uma boa impressão.

Outro ponto importante é que as landing pages podem ser divulgadas, aumentando a quantidade de pessoas que podem se tornar leads. 

Os principais canais para isso são e-mail, redes sociais, mídias pagas, parcerias ou pontos de conversão nos sites.

Desta forma, as estratégias ajudam a manter os visitantes em contato com as instituições, o que aumenta a chance de engajamento e oferece novas oportunidades para que os contatos se identifiquem com as marcas.

A conclusão é que as landing pages representam inúmeras possibilidades para estratégias eficientes, gerando mais oportunidades de negócio, motivo pelo qual elas são fundamentais em planos de marketing digital.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.