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6 dicas para trabalhar com marketing de conteúdo

O tempo passa e o marketing de conteúdo se mantém como uma opção de destaque para atrair novos clientes.

Não é de hoje que a produção de conteúdo proporciona campanhas de sucesso para as empresas.

Contudo, a popularização do marketing digital trouxe novas possibilidades, visto que agora, uma marca pode usar vários formatos para transmitir mensagens para todo o mundo.

Desse modo, esse tipo de estratégia ganha novos contornos, portanto, vamos apresentar o conceito de marketing de conteúdo, a importância de fazer uso dele e 6 dicas para aplicá-lo da melhor maneira, confira.

Apresentando o marketing de conteúdo

Como denuncia o nome, essa vertente do marketing se baseia na produção de conteúdos relevantes como forma de agregar valor à marca.

Hoje, mais do que nunca, as empresas que se esforçam para influenciar o dia a dia das pessoas são aquelas que mais têm sucesso.

Para isso, não basta investir em anúncios atrativos, é necessário demonstrar na prática como a empresa pode mudar a vida de quem entra em contato com ela.

O marketing de conteúdo serve especificamente para isso.

Vamos usar lojas de películas automotivas como exemplo, para conquistar o maior número possível de clientes, não basta só fazer propagandas deste produto.

É importante alimentar sites, blogs ou redes sociais com informações complementares às películas automotivas. 

O objetivo deve ser informar o público sobre o que está sendo oferecido.

Quanto mais informações as pessoas obtiverem por meio das suas plataformas, mais preparadas elas estarão para fechar negócio com você.

Sendo assim, o marketing de conteúdo é uma maneira de atender às necessidades do público-alvo ao mesmo tempo em que se valoriza o produto anunciado.

Entenda a importância do marketing de conteúdo

Portanto, agora você conhece o conceito que estamos abordando. O próximo passo é saber em detalhes quais os benefícios de aplicá-lo em uma empresa de projeto usinas solares, por exemplo.

Mais visibilidade na web

O Google privilegia os sites e blogs que produzem conteúdo original. Os métodos de rastreio dos motores de busca identificam páginas desse tipo como mais relevantes.

Dessa forma, investir em marketing de conteúdo significa trabalhar para ter mais visibilidade no ambiente virtual.

Portanto, seguir as estratégias de SEO é vital para concretizar essa possibilidade. 

Interação com o público

Usar as plataformas de comunicação virtuais é primordial se uma empresa fabricante de divisórias sanitárias para banheiros coletivos quer interagir com seus clientes.

Isso inclui:

  • Responder comentários;
  • Acompanhar as reações;
  • Prestar assistência técnica;
  • Tirar dúvidas.

Uma resposta atenciosa ou um compartilhamento podem inclusive se transformar em publicidade espontânea para a marca.

Além disso, o conjunto de ações que um post desperta (engajamento) define a relevância de um perfil nas redes sociais.

Nutrição de leads

Os leads são as pessoas que demonstraram interesse em um produto ou serviço, mas ainda não o adquiriram ou contrataram.

Para transformá-los em clientes efetivos, você precisa nutri-los com as informações necessárias.

Por exemplo, se uma mulher que está construindo uma nova casa pesquisou sobre borda de piscina antiderrapante e chegou ao seu site, é essencial que ela seja exposta a conteúdos que a convençam a fazer a compra.

Esse direcionamento de conteúdo deve ser baseado no chamado funil de vendas, que consiste nas etapas que cada lead percorre até completar uma compra.

Cada perfil tem características próprias, portanto, acompanhe-os para definir quais são os conteúdos mais adequados para eles.

Diminuição do CAC

O CAC é o custo de aquisição de clientes. Essa métrica indica quanto uma empresa gasta para conquistar um novo cliente.

Existem várias formas de fazer isso, mas só o marketing de conteúdo incentiva o tráfego orgânico e a fidelização com um custo-benefício baixo.

Afinal, se você produzir material de qualidade sobre restauração de fachadas preço e souber divulgá-lo nas redes, com o tempo o público vai acessar seu site sem precisar de intermediários como anúncios.

Boa reputação

O marketing de conteúdo é essencial para construir uma boa reputação na internet. 

As empresas que investem nisso têm mais chances de se tornarem referência no ramo de atuação.

Basta pensar que a consultoria de direcionamento de carreira que se dedica a entregar posts relevantes para os seguidores se faz mais presente na vida deles.

As pessoas valorizam marcas que assumem uma postura mais próxima, quando houver necessidade, elas consideram primeiro esse tipo de empresa.

Foco no pós-venda

As ações que a marca assume no pós-venda são partes fundamentais do processo de fidelização de clientes.

Um marketing de conteúdo consistente é um grande auxílio nesta etapa.

Portanto, invista em atendimento online, FAQ e e-mail marketing a fim de incentivar os clientes a continuarem com você. Esse tratamento diferenciado causa uma ótima impressão.

6 dicas para aplicar o marketing de conteúdo

Tendo ciência dos benefícios que essa prática pode proporcionar para a sua atuação profissional, o interesse aumenta.

A seguir, separamos 6 dicas para ter uma atuação impactante no mercado usando essa estratégia, acompanhe.

1- Crie um blog

É essencial que você tenha uma plataforma acessível para publicar o conteúdo produzido. Nesse aspecto, o mais indicado é criar um blog.

Na época das mídias sociais os blogs podem parecer ultrapassados, mas, na verdade, eles são muito úteis para que você tenha o controle do seu marketing de conteúdo.

Depender apenas das redes sociais para repercutir os materiais sobre transferência de veículo valor, por exemplo, pode ser arriscado.

Além disso, em um blog há a possibilidade de pensar todo o layout e o design das páginas para proporcionar uma excelente experiência aos visitantes.

2- Use as técnicas de SEO

As técnicas de SEO já foram citadas no texto anteriormente. Elas consistem em medidas para obter um bom posicionamento nos motores de busca.

Algumas dessas técnicas são:

  • Uso de palavras-chaves;
  • Uso de imagens, listas e vídeos;
  • Produção de conteúdo 100% original;
  • Fácil legibilidade.

Não se esqueça de também valorizar a experiência do usuário. Isso significa não encher o texto de palavras-chaves e vídeos visando apenas o posicionamento.

3- Invista em conteúdos ricos

Os conteúdos ricos são materiais voltados para educar o lead sobre aspectos do produto ou serviço oferecidos.

A principal função deles, além da função didática, é incentivar que os leads forneçam informações pessoais em troca de e-books sobre seguro de moto valor em Curitiba, para citar um exemplo concreto.

Normalmente esses conteúdos são oferecidos por meio de landing pages, páginas independentes do seu site que tem como finalidade conseguir mais conversões.

Os dados que a empresa consegue captar a partir dessa estratégia podem ser usados para segmentar campanhas de anúncios e aprimorar o atendimento ao cliente como um todo.

4- Pense nas redes sociais como aliadas

É preciso pensar nas redes sociais além do senso comum. Elas não são apenas grandes plataformas de entretenimento, muito pelo contrário.

Uma marca que investe em redes sociais está investindo em uma comunicação mais direta e efetiva com a sua base de clientes.

Não é à toa que plataformas como o Twitter e o Instagram são os principais canais de consumo de conteúdo hoje em dia.

Pesquise as principais funcionalidades de cada rede e estude quais são mais interessantes para você, de acordo com os hábitos dos seus clientes.

Elas são ferramentas fundamentais para construir uma imagem positiva na web.

5- Acompanhe os resultados

As principais ferramentas de marketing de conteúdo possibilitam que os usuários acompanhem de perto os resultados obtidos.

No Facebook, são os números de curtidas, compartilhamentos e comentários. No Instagram, o número de visualizações nos stories e cliques nos links.

Esses são apenas alguns exemplos de como você pode mensurar os resultados das suas campanhas.

É importante destacar que nem sempre um grande número de visualizações se traduz em conversões.

Portanto, o melhor a se fazer é analisar o impacto dos seus posts e trabalhar para que cada vez mais pessoas se tornem clientes a partir deles.

6- Faça e-mail marketing

O e-mail é um método de comunicação já consagrado na internet. Você pode pensar que as redes sociais o tornaram obsoleto, mas isso não é verdade.

O ponto é que, hoje em dia, o e-mail vai além do envio de mensagens.

É possível separar o público por áreas de interesse, segmentar mensagens para um tipo de cliente, enviar e-mails promocionais e investir em newsletters, cartas digitais que contêm as principais novidades da empresa.

Só tome o cuidado de não enviar e-mails com frequência excessiva e segmentar o público corretamente.

Esse texto traz todas as informações básicas sobre o marketing de conteúdo, desde a definição até as formas de aplicação.

Portanto, você sabe em detalhes a importância da produção de conteúdo para a divulgação dos produtos ou serviços de uma empresa.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

títulos

5 dicas para criar títulos para o seu conteúdo

Não é segredo para ninguém que algumas pessoas leem apenas os títulos de matérias jornalísticas e manchetes de jornal. No marketing digital, esse problema ressurge na importância dos títulos para conteúdos de blogs, vlogs e afins.

Na verdade, de nada adianta ter os melhores produtos do mundo, sejam infoprodutos (e-books, apostilas, videoaulas, etc) ou produtos convencionais como roupas, calçados e joias, se o título não for eficiente em atrair a atenção dos clientes em potencial.

Lembrando que a internet trouxe uma democratização incrível dos veículos de divulgação, permitindo que qualquer empresa marque presença nela e promova seu trabalho. Mas o que é bom, por outro lado, cria uma concorrência enorme.

Então, se seus concorrentes utilizam gatilhos e toda uma estratégia de criação de títulos, não é possível você ficar para trás e ainda assim querer resultados melhores, não é mesmo? Daí que decidimos escrever este artigo, sobre como fazer títulos matadores.

Além disso, alguns vícios de formatos antigos de marketing precisam ficar para trás. Por exemplo, o erro de tentar falar a todos os públicos, sem segmentação ou personalização da mensagem, como será aprofundado adiante.

Se a televisão e o rádio tinham o desafio de pulverizar sua mensagem, fazendo o famoso “atirar para todo lado”, no marketing digital isso jamais funcionará, uma vez que tudo precisa levar em conta os perfis da sua persona, com base no público-alvo.

Outro extremo que costuma cair em erro e gerar títulos ruins, é o tamanho da frase. Segmentar não quer dizer colocar quase todas as informações no título, pois isso pode deixá-lo muito grande e bastante desinteressante.

Aliás, existem plataformas que priorizam títulos curtos, como algumas redes sociais e, sobretudo, os motores de busca, que chegam a sugerir limites (como o de não passar de 65 caracteres, por razões de otimização da página).

Na mesma linha, um erro comum é exagerar na dose de humor, metáforas ou até mesmo sensacionalismo. Até porque, é preciso estudar cada segmento a sério e primeiro compreender a linguagem apropriada para seu público.

Além do mais, um título sempre vai precisar entregar o que promete, portanto, não adianta exagerar na promessa apenas para atrair público, e depois frustrar a maioria das pessoas. Esse tipo de ação acaba se tornando um desserviço para o site e a marca.

Então, agora que já vimos o que não é um bom título, que tal irmos no sentido contrário? 

Se você quer entender como criar títulos que engajam de verdade, atraindo o seu público de maneira criativa e assertiva, é só seguir adiante na leitura.

1. AIDA: a estratégia principal

Do que foi dito acima, já deu para compreender que a criação de títulos é quase que uma ciência, ou mesmo uma arte. Por isso mesmo, já existe até uma técnica utilizada pela maioria dos especialistas da área, que é o método AIDA.

Na prática, essa estratégia contém todos os elementos que qualquer segmento pode precisar, seja uma oficina de troca de óleo carro ou uma indústria petrolífera. O próprio significado das quatro letras já demonstra isso:

  • A de ATTENTION (Atração);
  • I de INTEREST (Interesse);
  • D de DESIRE (Desejo);
  • A de ACTION (Ação).

Isso já mostra como a falta de planejamento ou estratégia pode trazer limitações. A maioria de nós pensaria, em um primeiro momento, apenas em gerar atração, não é mesmo? No máximo, interesse e desejo, já a parte da ação provavelmente escaparia.

Inclusive, a própria distinção entre interesse e desejo poderia ficar nebulosa. Então, vamos por partes: primeiro, a atração, que nada mais é do que utilizar ao menos uma palavra central a respeito do que será entregue, e que seja atraente para o leitor.

O interesse pode ser despertado pelo uso de palavras que indiquem qual o benefício ou as vantagens que o leitor terá em acessar aquele conteúdo. Ao passo que o desejo pode surgir no senso de urgência, o que faz a pessoa querer consumir aquilo rápido.

O timing é um elemento fundamental na internet, pois, como vimos, a concorrência e disputa por atenção é muito grande. Aí é que entra o papel da ação, como um título que diga “Aprenda tudo sobre aula de direção baliza”.

Geralmente, a ação vai ser incluída por meio de um verbo, como o “aprenda” do exemplo acima. Outro ainda mais prático seria algo na linha do título que utilizamos neste artigo, que também poderia ser: “5 dicas para criar sites que superam a concorrência”.

Neste caso, a palavra “site” é o elemento de atração, a ação permanece no verbo “criar”, ao passo que o interesse e o desejo (aliado à urgência) surgem no termo “superam a concorrência”, que é algo que todo empresário quer.

2. Por que customizar ao máximo?

Acima falamos sobre segmentação e perfis da persona. É preciso aprofundar isso, afinal, a tentação de “falar para todo mundo” é muito grande. A gente sempre pensa que com isso as chances de atingir alguém aumentam.

Mas não é bem assim. Na verdade, diminuímos as chances, pois é impossível um produto impactar todo mundo. Ele sempre vai ter alguma restrição de gênero, de valor ou simplesmente de interesse.

Pense em um exemplo clássico, se um título diz “Você aí que é advogado, quer resolver X problemas?”, talvez 90% das pessoas que lerem não são advogadas realmente. Porém, quando um advogado ler, vai parecer que foi feito especialmente para ele, concorda?

O mesmo vale para limpeza de bancos automotivos e qualquer outro segmento do mercado. A ideia é customizar ao máximo o título e o conteúdo. Acredite, isso gera um gatilho que torna o material muito mais assertivo e converte muito mais.

3. O poder da simplicidade

É claro que um técnico conhece todos os jargões ou termos específicos do seu segmento. Contudo, embora o foco seja customizar, é sempre bom lembrar que um título não precisa ter palavras difíceis por causa disso.

Então, a não ser que uma palavra-chave técnica seja o grande segredo que você tem certeza que vai atrair a atenção do seu público, prefira sempre o simples, como diz a regra de que “menos é mais”.

Por exemplo: faria mais sentido dizer “Somos a melhor oficina funilaria e pintura do bairro”, ou “Somos a oficina de melhor performance…?”. Perceba que a segunda opção ficou truncada e nichada demais.

Na regra do método AIDA, lembre-se do último elemento, o da “ação”. Foque no verbo como o grande motivador do título, e isso vai evitar o uso de termos secundários. Como no caso de “somos” a melhor do bairro. No fundo, isso é o que importa, concorda?

4. Palavras boas e palavras ruins

É sempre bom lembrar que as palavras ruins precisam ser evitadas, assim como um vendedor costuma evitar elementos negativos, correto? Não exatamente, pois o marketing digital tem suas regras próprias.

É claro que você não fala mal do seu produto, porém, uma palavra ou expressão negativa pode ressaltar a sua solução. Um exemplo clássico seria “Pare de perder dinheiro…”, ou ainda “Não corra riscos: renove sua cnh tipo b”.

É claro que perder dinheiro é algo ruim, e correr o risco de ser parado por um policial rodoviário com a carteira vencida, também. Mas se você aplica esse gatilho psicológico, no fundo, o termo caiu como uma isca, concorda?

Na verdade, todo produto pode ser explorado pela negatividade que sua ausência causa, como um cronograma capilar para crescimento, ou produtos alimentícios, ou mesmo de saúde. 

Também assim, os adjetivos podem ter o mesmo efeito, porém com o sinal invertido. No caso deles, você explora a positividade das palavras, como ao usar os termos “oportunidade”, “incrível”, “excelente”, “única” e tantas outras.

5. Nunca se esqueça do SEO

Não é possível falar em marketing digital sem mencionar o SEO (Search Engine Optimization), que nada mais é do que a Otimização de Páginas para Motores de Busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Atualmente, quando uma pessoa pesquisa algo como “projeto data center”, ela só encontra nas primeiras páginas os sites que fizeram otimização e seguiram os algoritmos. Portanto, seu título precisa levar em conta esses parâmetros.

Afinal, você não vai querer ficar de fora dos grandes buscadores, não é mesmo? Saiba que hoje essas plataformas já são capazes de identificar até mesmo se uma palavra-chave, que consta no título, realmente está presente no corpo do texto.

Então, se for explorar um título com a palavra-chave “escapamento de carro”, certifique-se de que ela está presente no primeiro parágrafo, e que aparece algumas vezes em subtítulos e até no nome das imagens da página.

Tudo isso vai facilitar na otimização e permitir que suas páginas consigam atingir um bom ranqueamento nessas que se tornaram as maiores vitrines da atualidade.

Com isso, vemos que a aplicação de um título estratégico pode fazer toda diferença na hora de criar e promover um conteúdo, especialmente quando as dicas dadas acima são levadas em conta.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

engajamento

6 dicas para aumentar o engajamento em suas redes sociais

A importância das redes sociais já não é uma novidade para quem entende o papel do marketing digital hoje em dia. Mas, afinal, como realmente conseguir aumentar o engajamento e os resultados de uma marca?

Além disso, muitas vezes a gente nem sequer compreende o que seja um bom engajamento. Com certeza não tem a ver com curtidas ou compartilhamentos, embora esses possam ser alguns dos indícios.

No fundo, o engajamento verdadeiro só pode nascer da interação de qualidade que você mantém com o seu público. Nem mesmo o número de comentários em uma postagem pode ser considerado um indício infalível.

Imagine, por exemplo, que a marca pretende fazer uma campanha de captação de leads, então consegue fazer algo criativo, chama atenção e recebe um monte de curtidas, compartilhamentos e comentários. Porém, não consegue nenhum lead.

O que há de errado nesse tipo de caso? É bem simples: a marca não se comunicou bem, não conseguiu traduzir sua meta final em meios eficientes de marketing. Não conseguiu, enfim, estabelecer uma interação de qualidade com o público.

Uma marca jamais vai conseguir crescer se não conseguir fazer com que as pessoas ajam conforme ela deseja. Ou seja, se a empresa não toma as rédeas da comunicação, ela perde em termos de engajamento e resultados.

Por isso, essa questão é muito mais abrangente do que parece, e envolve alguns conceitos como público-alvo, personas, planejamento de médio e longo prazo, tipos de linguagem e de gatilhos mentais, etc.

Então, se você quer conhecer as melhores dicas sobre como aumentar o engajamento das suas redes sociais de maneira sustentável, basta seguir adiante na leitura.

1. O poder de dominar as personas

Pense bem: em nossa vida pessoal, o que faz com que consideremos alguns como nossos amigos, outros apenas colegas e alguns não mais do que conhecidos? Tem a ver com o quanto nos conhecemos entre nós, certamente.

Na comunicação de marketing é igual, inclusive nas redes sociais. Você não consegue impactar positivamente um público de dieta para casal emagrecer se não entender mais ou menos como eles pensam e o que esperam da sua solução.

Até alguns anos atrás, o branding e o marketing só falavam, basicamente, em público-alvo. Hoje, esse conceito foi aprofundado de modo incrível, por meio das personas, com as quais você desenvolve dois ou três perfis como se fossem personagens semi fictícios.

Assim, você passa a ter uma clareza muito maior sobre como deve ser cada ação ou campanha publicitária, por ser capaz de falar a língua do seu público, tocando nas dores que ele tem e sugerindo uma solução que realmente o atraia.

As perguntas essenciais para montar as personas são:

  • Onde meu cliente ideal está?
  • Quais redes sociais ele mais utiliza?
  • O que ele faz nas horas vagas?
  • O que ama em uma marca?
  • O que odeia que ocorra em suas compras?
  • Que tipo de conteúdo pode atraí-lo?

Note que perguntas assim vão muito além do tradicional “nome, idade, profissão e endereço”. Aí é que está o segredo, pois ao aplicar algo assim, seu conteúdo sobre paisagismo quintal dos fundos vai mobilizar o público e trazer mais resultados.

O bacana é que, conhecendo a persona deste modo, não apenas a captação de leads e oportunidades irão aumentar (graças ao engajamento), mas também a fidelização de clientes e o pós-venda, trazendo melhorias até no médio e longo prazo.

2. Por dentro do marketing de conteúdo

As redes sociais são o lugar por excelência do marketing de conteúdo. Você pode até utilizar estratégias mais antigas de “promoções arrasadoras”, que exploram mais as vantagens do produto do que uma comunicação de qualidade.

Mas não é possível crescer de modo sustentável fazendo apenas nisso. Portanto, a empresa que vende mala antiga decoração ganha muito mais pontos quando traz conteúdos que agregam algum valor ao seu público.

Às vezes, que tal falar não apenas sobre malas, mas sobre a função delas? Para que viajamos mesmo? A trabalho, esperando crescer na carreira; para realizarmos um sonho; podemos ir sozinhos, com um parceiro, com a família toda, etc.

Esse tipo de abordagem tende a personalizar a comunicação. Tal como dicas práticas do tipo “10 maneiras de preservar uma mala antiga e usá-la como decoração”. 

Assim, você vai muito além de simplesmente postar por postar.

Uma dica interessante é sobre usar as redes como ponte para outros conteúdos, como as produções do seu blog/vlog. Se você tem um artigo ou vídeo sobre microagulhamento no rosto, faça um link para quem quiser se aprofundar no assunto.

Isso vai reforçar sua autoridade e também vai aumentar o engajamento dentro das próprias redes sociais, que foram o veículo que levou o visitante até um conteúdo mais completo.

3. O que é uma agenda editorial?

É verdade que as mídias sociais representam o que há de mais dinâmico no mundo do marketing e dos negócios atualmente. Porém, isso pode causar uma confusão: a de achar que as postagens precisam nascer da correria, do improviso.

Nada mais falso e mais prejudicial. Se você trabalha com talão para sorteio, é claro que pode ter um imprevisto, e então mudar a ordem de uma postagem no dia a dia, mas é preciso ter uma agenda editorial pré-estabelecida.

Primeiramente, porque o público se acostuma e já espera consumir seu conteúdo sempre no mesmo horário, ou nos mesmos dias da semana. Segundo, porque a qualidade da sua produção vai aumentar – e muito.

Na introdução falamos sobre esse problema, que é o de a marca acabar perdendo o fio condutor das suas próprias metas, e se deixar levar pelas novidades do momento.

Por isso, se a empresa lida com lipoescultura no quadril, e não quer perder o controle e a capacidade de gerar oportunidades reais, ela precisa de um bom planejamento que garanta que ela está indo para o lugar certo.

Realmente, muitas empresas acabam caindo nesse tipo de dispersão, e depois culpam a internet por suas campanhas não trazerem resultados.

4. CTAs e a linguagem do seu público

Além da qualidade do conteúdo, é preciso que ele conte com alguns elementos técnicos da linguagem do marketing digital, como os famosos CTAs, que são os Call to Actions, ou seja, as “Chamadas para Ação”.

Assim, ao postar algo sobre agenda personalizada com nome, não finalize sem deixar uma isca para o público interagir com você. Uma sugestão é deixar um CTA como: “Você alguma vez já se esqueceu de algum compromisso por não ter uma agenda?”.

Isso não apenas chama atenção para suas agendas (ou qualquer produto que seja), como vai além e faz com que a pessoa queira interagir, impactando diretamente no engajamento que sua marca pode alcançar.

Isso também reforça a importância de você falar a linguagem do seu público. É natural demorar um tempo até encontrar o ponto exato entre a formalidade e a informalidade.

Mas saiba que na internet o jogo é “de um para um”. Ou seja, o cliente quer ser tratado de modo customizado, como se a marca fosse uma amiga dele, e não uma máquina fria. O que nos leva ao próximo ponto, que é fundamental.

5. Por que interagir com o público?

Esqueça aquele mundo antigo dos SACs (Serviços de Atendimento ao Cliente), que deixavam os clientes pendurados no telefone por horas a fio, esperando a atenção de um atendente.

Hoje tudo é tão dinâmico que, se a marca não tiver disponibilidade para interagir com o seu público, é melhor ela nem entrar nas redes sociais.

Afinal, se você publica algo sobre banner para academia, mas ignora as dúvidas sobre medidas, valores e prazos de entrega, como pode esperar algum engajamento?

As redes sociais vieram para provar que a participação e opinião do cliente é algo que realmente faz parte da rotina da empresa, então precisa estar integrado à estratégia.

6. Bônus: onde meu público-alvo está?

Já vimos que o conceito de público-alvo foi aprofundado com a estratégia das personas. Mas, afinal, para que ele continua servindo?

Entre várias de suas aplicações, uma das mais importantes é na hora de identificar, por exemplo, onde seus clientes ideias se encontram, já que as redes sociais se tornaram um oceano de oportunidades e modalidades diferentes.

Há redes focadas em mensagens instantâneas, ou em textos mais longos, ou ainda em multimídias como fotos, imagens e vídeos. Outras lidam apenas com o mundo corporativo, e daí em diante.

A própria natureza do seu produto já deve indicar isso, como o fato de que artes gráficas puxam mais para as redes de multimídia; assim como literatura, vestibular e redação se voltam para as mídias de texto.

Uma dica de ouro é focar os esforços principais na rede que apresentar a maior sinergia com o seu público. Você pode até marcar presença nas demais, porém, não tente abraçar todas, ou acabaria perdendo a assertividade.

Com isso, vemos como essas seis dicas podem ajudar e muito na hora de uma marca aumentar seu engajamento e seus resultados nas mídias sociais.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

A importância de investir em marketing de conteúdo para seu negócio

A importância de investir em marketing de conteúdo para seu negócio

Você já investe em Marketing de Conteúdo para o seu negócio? A estratégia pode ser capaz de oferecer bons resultados para qualquer empresa e, por isso, merece ser utilizada no seu planejamento de marketing digital.

Em um mercado cada vez mais competitivo, onde vários estabelecimentos oferecem vantagens para quem compra os seus produtos, é preciso encontrar meios de se destacar e conquistar a preferência do público. 

Tudo isso certamente dependerá de ações assertivas, que sejam diretamente responsáveis por atrair a atenção do público para os serviços prestados por um endocrinologista para emagrecer, por exemplo.

As empresas que garantem a sua presença na internet já estão um passo à frente daquelas que ainda não reconhecem a importância de atuar virtualmente. 

Mas como fazer para ser visto entre os inúmeros concorrentes que estão no mundo online?

Para isso existem diversas estratégias, como o uso do marketing digital, que podem trazer uma série de benefícios em termos de divulgação e de publicidade. Mas há ainda um elemento fortíssimo nesse cenário: o marketing de conteúdo.

Afinal, o consumidor está cada vez mais exigente, querendo saber sobre uma marca, sobre os seus produtos ou serviços e entender a fundo os seus processos, além de pesquisar melhor um segmento, adquirindo assim novos conhecimentos. 

Nesse sentido, investir em marketing de conteúdo vai muito além de uma mera formalidade, já que é com base nesses materiais que os seus clientes poderão saber o que desejam, de maneira prática e dinâmica. 

Por isso, se você tem dúvidas sobre o que é essa ferramenta e como ela pode ser utilizada para ajudar nos processos de captação e de fidelização de clientes, siga na leitura deste conteúdo e saiba mais sobre o tema. 

O que é o marketing de conteúdo e qual é a sua importância?

O marketing de conteúdo está dentro do Inbound Marketing, ou seja, faz parte de uma série de ações com o intuito de impactar clientes de modo menos invasivo. 

Se as ações de publicidade sempre foram vistas como uma interrupção, “pulando” na frente dos clientes enquanto eles estavam fazendo uma atividade, o Inbound deseja ser eficiente ao evitar esse tipo de incômodo. 

Para tanto, ele é dividido em quatro etapas principais:

  • Atrair um visitante;
  • Convertê-lo em lead;
  • Vender para o cliente;
  • Fidelizá-lo.

Isso quer dizer que uma clínica especializada em microagulhamento para melasma conseguirá utilizar do marketing de conteúdo para trazer clientes para o seu estabelecimento sem ser inoportuna ou desagradável. 

Assim, é possível dizer que a melhor definição do marketing de conteúdo é: uma estratégia de desenvolvimento de conteúdos relevantes e de qualidade com foco em atrair, converter, vender e fidelizar o público de uma empresa. E então, como utilizá-lo no dia a dia?

1 – Marketing de conteúdo para atrair

Todo estabelecimento, seja ele especializado em impressão a laser ou em venda de roupa feminina, precisa conhecer a persona do seu negócio. 

Ou seja, ele deve identificar o perfil do cliente com potencial para adquirir seus produtos, e a partir disso, conseguir utilizar estratégias para atrair essas pessoas. 

O marketing de conteúdo pode ser aplicado para essa etapa com a elaboração de textos que sejam interessantes o suficiente para trazer usuários para o site da empresa, conquistando visitantes. 

2 – Marketing de conteúdo para converter

Marketing de conteúdo também é conversão, o que quer dizer que para conquistar leads para o seu negócio, é fundamental ter uma estratégia bem delineada, que possibilite montar uma lista extensa de contatos. 

Para que isso seja possível, a elaboração de bons conteúdos pode ser uma maneira simples e eficaz de converter visitantes em leads.

No seu blog, por exemplo, é possível compartilhar um conteúdo sobre como é desenvolvida uma aula de violão iniciante e, com uma explicação interessante, levar os leitores do conteúdo a se inscrever para receber mais informações sobre o assunto no e-mail. 

3 – Marketing de conteúdo para vender

O marketing de conteúdo também é importante para gerar um maior número de vendas para uma empresa. 

Se depois de conquistar o lead você investiu em um trabalho completo de divulgação e suporte para dúvidas, com o envio de materiais interessantes e que mostrassem a qualidade da cortina blecaute rolo que você vende, o próximo passo é receber o pedido. 

Por isso, o marketing de conteúdo é utilizado na etapa da venda, sendo responsável por mostrar ao potencial comprador que aquele produto ou serviço oferecido pelo seu negócio pode ser a solução ideal para a necessidade dele. 

4 – Marketing de conteúdo para fidelizar

Apesar de muitas pessoas acharem que o relacionamento com o cliente se encerra na compra, essa ideia está equivocada. 

Há ainda a etapa da fidelização, que virá após a entrega do produto e a consequente satisfação do consumidor com toda a experiência que ele teve até aqui com o seu estabelecimento. 

Nesse sentido, continuar a encaminhar conteúdos relevantes, que podem tratar de levar dicas de rotina úteis para as pessoas, tal como aumentar a durabilidade de uma lampada fluorescente de led, pode ser um caminho para alimentar esse contato com os clientes. 

Assim, é possível dizer que o relacionamento pós-venda é tão importante quanto o da conversão, já que nesses próximos passos a confiança com o seu público deve ser trabalhada para gerar uma relação duradoura, com a fidelização do comprador. 

Os benefícios do marketing de conteúdo e onde usá-lo

Entender em quais processos o marketing de conteúdo pode ser utilizado na sua empresa faz com que se compreenda a importância dele para qualquer empresa. 

Para esclarecer ainda mais o tema, é interessante mencionar os benefícios do uso dessa estratégia para o seu negócio, que podem ser:

  • Aumento de tráfego do site;
  • Fortalecimento de marca;
  • Engajamento dos clientes;
  • Educação do mercado;
  • Redução do custo de aquisição de clientes;
  • Entre outros.

Com o marketing de conteúdo, você pode facilmente aumentar o número de visitantes que entram no seu blog para conhecer dicas de design para um cartão de visita arquiteto, por exemplo, e com isso aumentar a relevância do negócio. 

Além disso, ao gerar conteúdos interessantes, que atraiam a atenção das pessoas, é possível fortalecer a sua marca, mostrando o quanto o seu estabelecimento domina o nicho, e é uma autoridade no setor. 

Também vale lembrar que bons conteúdos podem engajar os seus leitores, fazendo com que eles queiram continuar acompanhando o que você escreve e que compartilhem esses materiais com outras pessoas. 

O marketing de conteúdo ajuda, inclusive, na educação do mercado. 

Ao escrever sobre a importância de contar com um serviço de entrega rápidas, você ajuda os seus clientes a perceberem o quanto esse elemento pode ser indispensável para vários setores.

Por fim, vale mencionar que o marketing de conteúdo ajuda uma empresa a economizar com publicidade e anúncios pagos, já que ele é um tipo de marketing orgânico. 

Ou seja, ele diminui os custos de aquisição de clientes da empresa, trazendo resultados e economia. 

Onde utilizar o marketing de conteúdo

O marketing de conteúdo do seu negócio pode ser elaborado em diversos formatos: artigos, vídeos, ebooks, webinars, podcasts, etc. 

Ao elaborá-los, você pode disponibilizar esses materiais em diversas plataformas, indo desde o site do seu negócio, até as redes sociais e, inclusive, por e-mail marketing. 

Você deve, no entanto, saber como utilizá-los de maneira estratégica de acordo com a etapa do funil que cada cliente está. 

É possível oferecer um ebook para captar leads, assim como fazer uma postagem na sua rede social com o intuito de fidelizar o público, oferecendo informações importantes de maneira dinâmica. 

Para ter maior eficiência, é preciso captar a essência de cada uma dessas ferramentas para utilizá-las com sabedoria. 

As redes sociais, por exemplo, são plataformas onde é importante divulgar o seu negócio, mas é preciso considerar as características que cada uma delas apresenta. 

Assim, utilizar o Instagram pode ser excelente para quem produziu boas imagens e deseja que o público visualize melhor os produtos, enquanto o Facebook comporta o compartilhamento de artigos e textos que sejam mais extensos.

Considerações finais

De fato, produzir materiais é indispensável para qualquer negócio que deseja crescer. 

Essa ação é também um meio de promover o contato com os seus clientes, se tornando acessível e presente no dia a dia de cada um deles. 

É justamente por isso que o marketing de conteúdo se torna uma ferramenta de grande importância para quem quer se promover na internet, pois possibilita a captação de contatos e fidelização do público, com ações simples e duradouras. 

Sendo assim, se você ainda tinha dúvidas sobre o potencial dessa estratégia dentro do marketing digital para a sua empresa, saiba que os resultados colhidos com ela podem ser surpreendentes, e que ela pode trazer mais consumidores para perto da sua marca.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Referência:

https://rockcontent.com/blog/marketing-de-conteudo/

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As vantagens do Marketing de Conteúdo para e-commerce

O Marketing de Conteúdo é uma das principais estratégias de marketing digital, sendo considerado muito importante para qualquer nicho de mercado, incluindo as plataformas e-commerce.

Esse modelo de negócios, inclusive, cresceu muito no ano de 2020 por conta da pandemia do coronavírus, e a previsão é de que movimente cerca de R$ 106 bilhões até o final do ano, um crescimento de 18% em relação ao ano de 2019.

Os principais fatores que contribuem para isso, além do atual cenário, é uma tendência normal de prevalência desse modelo de compra e venda futuramente, além dos marketplaces e compras por meio dos smartphones.

Isso significa que, assim como a tendência é que as vendas aumentem, cresça também a concorrência. Dessa forma, é necessário que as plataformas e-commerce invistam em estratégias para se destacarem dos demais comércios.

Para isso, é importante ter em vista que, além de o consumidor moderno preferir as compras pela internet, ele também está sempre em busca de informações a respeito do produto ou serviço que deseja.

Por isso, neste artigo, vamos falar sobre o que é Marketing de Conteúdo e sua importância para as plataformas e-commerce. Acompanhe a leitura!

O que é Marketing de Conteúdo?

O marketing digital se tornou a principal maneira de divulgação de marcas, produtos e serviços, uma vez que a internet é, hoje, o principal meio de comunicação.

Sendo assim, a disseminação rápida de informação transformou o comportamento dos consumidores, assim como o uso das redes sociais para esses fins. Por isso, eles querem saber mais a respeito daquilo que pretendem comprar.

Aqui entra a relevância do Marketing de Conteúdo, trazendo materiais que abordem todo tipo de assunto, desde a importância da valvula de retenção para caixa d’agua, até dicas de como escolher o melhor tipo de decoração para sua casa.

Sendo assim, o Marketing de Conteúdo é definido como uma estratégia que tem a missão de atrair clientes pode meio de conteúdos relevantes, que podem assumir diversos formatos, tais como:

  • Vídeos;
  • Textos;
  • Infográficos;
  • E-books.
  • Entre outros.

Não trata-se de uma estratégia que deseja somente promover a marca, mas que atrai o público-alvo por meio de soluções, transformando o negócio em autoridade naquilo que faz.

Sendo assim, quando a marca precisa de uma estratégia focada em engajar o seu público-alvo, crescer sua rede de clientes e potenciais clientes, ela cria materiais relevantes e de valor.

Com isso, atrai, envolve e gera valor para as pessoas, criando uma percepção positiva sobre a marca e aumentando a oportunidade de novos negócios.

O Marketing de Conteúdo para e-commerce

O crescimento rápido do e-commerce no Brasil e no mundo reforça a necessidade que esses negócios têm de investir em Marketing de Conteúdo para captar leads, transformá-los em clientes e fidelizá-los.

Para isso, uma loja e-commerce de masseira pequena, por exemplo, deve investir em conteúdos informativos e relevantes, que apresentem mais do que serviço ou produto ao cliente. Tudo isso permite que o negócio eletrônico tenha acesso a vantagens como:

1 – Mais tráfego para o site

Quase 100% dos usuários da internet utilizam-na para se informar a respeito de alguma coisa. 

Portanto, o site de uma empresa é a porta de entrada para novas oportunidades, sendo o Google um caminho até ela.

Dessa forma, uma loja virtual não deve focar-se apenas nos produtos que expõe no site, mas também em conteúdos informativos e relevantes, que ajudam a colocar o site na primeira página do Google.

É isso que fará com que a marca seja encontrada por seu público-alvo, uma vez que essa estratégia comprovadamente aumenta em até 4 vezes o número de visitas em um site.

2 – Aumenta o engajamento

O engajamento é importante para que uma empresa de tamani bauru e muitas outras construam um relacionamento próximo e constante com uma audiência mais seletiva.

Isso porque, quando os conteúdos de qualidade aumentam as interações das pessoas com a marca, o engajamento cresce. Como resultado, a marca ganha verdadeiros fãs que a defendem e recomendam.

3 – Educa o mercado

É comum que algumas pessoas não compreendam o mercado de atuação que uma empresa está inserida, do que se trata o produto ou serviço que ela vende etc.

Assim sendo, são os conteúdos informativos que vão responder às dúvidas dos compradores e educá-los a respeito dos seus produtos, de modo que eles fiquem cientes de tudo o que é necessário para tomar uma decisão de compra.

Conteúdos que realmente têm qualidade quebram objeções e aumentam a satisfação do cliente. Isso porque essas pessoas vão comprar tendo total consciência do produto e como utilizá-lo.

4 – Gera vendas

O principal objetivo de qualquer negócio é vender, principalmente de uma loja virtual, que concentra todas as suas atividades em vendas. 

E apesar de esse não ser o principal objetivo do Marketing de Conteúdo, ele certamente ajudará a vender mais.

Neste caso, aumentar as vendas diz respeito a focar na produção de conteúdos que visam guiar os leads por toda a jornada de compra, preparando-os para o processo de decisão.

Para isso, é necessário identificar exatamente qual é o público-alvo, pois quem tem interesse em banho cromo dourado não deve receber conteúdo direcionado a pessoas interessadas em outros produtos.

5 – Impulsiona a geração de leads

Para que uma loja on-line tenha sucesso, não basta que ela crie um site e espere as vendas acontecerem. É preciso obter informações dos visitantes para que seja possível criar um conteúdo adequado e que gere oportunidades.

Os leads são potenciais clientes que, além de terem chances de compra, ajudam a empresa a entender o que seu público deseja e outras informações. 

E por meio de Marketing de Conteúdo, uma loja virtual consegue conquistar muito mais leads.

Trata-se de uma estratégia e que traz excelentes resultados no longo prazo, aumentando tráfego e leads, mesmo que a produção não seja frequente.

6 – Reduz o CAC (Custo de Aquisição de Clientes)

Para que uma fabricante de cracha de identificação conquiste um novo cliente, ela precisa investir em Marketing e Vendas.

Quando esse custo não é alto, rapidamente a compra do cliente cobre os gastos para adquiri-lo, mas geralmente custa mais caro, porque o principal hábito das marcas é injetar dinheiro em mídia paga.

Só que o Marketing de Conteúdo também ajuda a atrair novos clientes, por meio de materiais que eliminam as dúvidas deles e facilitam a compra.

Por isso, recomenda-se até que a equipe de vendas trabalhe com e-books, webinars e outros conteúdos que ajudam a diminuir todo o processo de vendas.

O mesmo material fornecido para o cliente pode ser aproveitado pela equipe de vendas, o que sem sombra de dúvidas vai aumentar a conversão de leads, construir autoridade dentre outros benefícios.

7 – Gera brand awareness

Se uma loja virtual de pulseiras tyvek atacado usa a produção de conteúdo, mais pessoas passam a reconhecê-la, bem como seus serviços.

E tudo isso com pessoas mais propensas a comprar, que são familiares com a marca e que se sentem atraídas por ela.

Para exemplificar, o leitor assíduo do blog de uma loja virtual de materiais de construção, que venda pvc para sublimação, vai preferir essa loja quando quiser comprar alguma coisa.

Isso acontece porque ele já conhece a loja, e mesmo que nunca tenha comprado nada na plataforma, ela sempre lhe ajudou com os conteúdos quando mais precisou.

8 – Aumenta o Lifetime Value (LTV)

LTV é uma sigla para Lifetime Value que mostra o valor que o cliente gasta com uma marca. Por exemplo, se numa loja virtual de jóias os consumidores costumam gastar duas vezes R$500,00, então o LTV dele é de R$ 1000,00.

Além disso, todo proprietário de negócio, seja uma loja física ou on-line de catraca com biometria sabe que é muito mais barato vender de novo para um cliente atual do que conquistar um novo cliente.

Portanto, podemos considerar que o uso de uma boa estratégia de marketing de conteúdo com esse objetivo é uma boa prática, porque consegue manter o cliente engajado com a marca.

Inclusive, é possível usar diferentes tipos de conteúdo no pós-venda, como envio de newsletter, oferecer novos produtos e divulgar descontos.

Conclusão

Não existe nada mais valioso para os consumidores do que empresas que têm capacidade para informar e compartilhar informações com o público.

Com isso, elas conseguem provar que mais do que vender, está disposta a ajudar seus clientes com suas soluções. 

Ela demonstra que quer entendê-lo e que ele saiba quais são as melhores soluções, mesmo que isso descarte a venda.

Para as plataformas e-commerce isso não é diferente, uma vez que esse modelo de negócio está totalmente inserido em um mercado moderno. 

E se vende pela internet, precisa de boas estratégias em marketing digital para predominar seu ambiente.

E com o Marketing de Conteúdo, as lojas virtuais conseguem atrair seu público, mostrar sua autoridade no mercado e aumentar as vendas.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Marketing de Conteúdo para novos empreendedores

Nos últimos anos a internet tem ganhado cada vez mais importância, não apenas na esfera pessoal da maioria das pessoas do mundo, como também na rotina das empresas e marcas que, por meio de várias estratégias, dependem bastante dela. Inclusive, uma das táticas mais disseminadas na atualidade é justamente a do Marketing de Conteúdo.

Esse tipo de marketing é, na verdade, quase que um conceito, sob o qual se encontram várias modalidades distintas e uma gama enorme de possibilidades, vantagens e benefícios. 

De modo geral, sua maior promessa é a de tornar uma marca referencial em seu segmento, de modo que a empresa se torne uma autoridade no assunto. E tudo sem grandes gastos.

O que é mais interessante é que o marketing de conteúdo pode ser aplicado por qualquer nicho ou formato de negócio. 

De tal modo que é possível constatar casos em que ele traz resultados tanto para quem vende infoprodutos sobre depilação pubiana feminina na internet, por exemplo, quanto para uma indústria química multinacional.0

Portanto, se você quer entender como isso é possível e já começar a desenhar planos que realmente possam mudar seu negócio de patamar, siga adiante na leitura.

O cliente é o novo horizonte da publicidade

O principal ponto a ser compreendido aqui remete a uma mudança que, mais que meramente comercial, é cultural e até sociológica. 

Trata-se do modo como as novas gerações se relacionam com as empresas e marcas, e qual a expectativa delas para os novos formatos da relação de compra e venda.

Até alguns anos atrás o estilo mais praticado de publicidade era o de outbound marketing. Essa estratégia remete ao que se chama prospecção ativa, ou seja, à captação comercialmente apelativa de clientes e compradores.

Nesse formato antigo, uma empresa de detergente para lava louças industrial, por exemplo, só tinha uma escolha: fazer anúncios, panfletos e até comerciais em rádio e televisão explorando as vantagens da sua marca em relação à concorrência, bem como seus presumidos diferenciais em termos de produto e solução.

Ora, hoje em dia a abordagem já não é tão simples. Atualmente o foco não pode se dar apenas no produto, na concorrência ou mesmo na marca que faz a oferta, senão no novo protagonista do marketing de conteúdo: o cliente/comprador.

Isso que vale para produtos de apelo popular, como roupas, calçados, perfumes, alimentação, viagens e afins, vale também para setores mais industriais e nichados. 

Tal como aqueles que lidam com torres de resfriamento e controle de temperatura, por meio de bico aspersor e das demais peças de kits de aspersão e resfriamento.

Em todos esses casos, o que encontramos são clientes antenados em relação aos produtos que consomem e aplicam em suas vidas pessoais ou profissionais; igualmente engajados com os serviços/produtos de que realmente gostam e dependem.

Mais importante do que captar leads e converter clientes, hoje o foco da empresa deve ser o de tornar seus compradores um fã e defensor da marca. Sem isso, o risco de acabar perdendo espaço para a concorrência é cada vez maior.

Quais os principais modos de gerar conteúdo?

Também chamado de content marketing, o marketing de conteúdo vem se popularizando cada vez mais no Brasil, embora em países de primeiro mundo ele já tenha angariado alguns cases incríveis de superação e ampliação de negócios.

Há casos de empresas que começaram do absoluto zero e se tornaram referência nacional no seu segmento, bem como algumas que estavam prestes a fechar as portas, até conhecerem algumas estratégias que as permitiram recomeçar e recuperar seu lugar.

Para tanto, porém, não há fórmulas mágicas. Embora em termos de investimento financeiro o marketing de conteúdo custe bem menos que as modalidades antigas de publicidade e divulgação, é preciso ter e acumular muito conhecimento na área.

Por exemplo, uma indústria de aço e ferro que queira ser uma autoridade quando o assunto for laminados e tubos, barra redonda trefilada, vigas estruturais, aço ressulfurado e afins, certamente precisará dominar e muito o assunto.

Mas não se trata apenas desse tipo de expertise: também é preciso ter a disposição de conhecer melhor o próprio marketing de conteúdo, bem como seus principais conceitos e táticas mais utilizadas, quais sejam:

  • Inbound marketing;
  • Funil de vendas e captação de leads;
  • Conteúdos de blogs e vlogs;
  • Newsletters e e-mail marketing, etc.

Talvez o termo inbound marketing seja até mais popular do que o “marketing de conteúdo”. De fato, nem todo mundo sabe que este último é um conceito mais amplo, que inclui o anterior e o reduz a apenas mais uma de suas possibilidades.

O inbound marketing nada mais é que o marketing de prospecção passiva, em contraposição ao supracitado outbound marketing. 

Ele remete mais à parte prática da geração de conteúdo, ao passo em que o marketing de conteúdo remete a teorias mais abrangentes.

Como captar o máximo possível de leads

Como o content marketing não lida com prospecção ativa, nem se utiliza de apelos comerciais para atrair a atenção de clientes, ele encontra alguns desafios em termos de captação de leads.

Um conceito que ajuda bastante nesse momento é o de funil de vendas. Sem ele seria bem difícil administrar todos os contatos entre visitantes, prospects, suspects, clientes e daí por diante.

Se uma pessoa entra no seu site para ler sobre outorga de poço, por exemplo, ela ainda é um visitante apenas. Então, só se ela decidir deixar seus próprios dados para contato, é que chegará a ser um lead.

Daí a importância do conteúdo: seria preciso explicar, no exemplo dado, como funciona o certificado de outorga para perfuração de poços artesianos, deixando bem claro que você sabe do que está falando.

Ao mesmo tempo, seria preciso deixar algumas lacunas, de modo que o visitante quisesse entender mais, e deixasse os dados para receber novidades por e-mail. É assim que você consegue enriquecer seu banco de leads, dos quais você depende bastante.

Hoje se ouve falar de empresas que conseguem captar centenas ou mesmo milhares de leads com uma única campanha ou conteúdo. Também é aí que entra o papel dos blogs e vlogs, que veremos adiante.

O que os blogs e vlogs representam hoje

Os blogs e vlogs são a essência do marketing de conteúdo, uma vez que são os meios mais eficientes para a veiculação gratuita de informações de qualidade, as quais deverão ser capazes de realmente agregar valor aos leitores.

Em termos de funil de vendas, são eles a porta de entrada para que o visitante se torne um lead e comece a avançar pelas demais etapas. 

Nesses termos um prospect nada mais é que um lead já qualificado, cuja probabilidade de compra aumentou muito. E embora ele ainda não a tenha realizado, é questão de tempo.

A pessoa deixou contato em um artigo a respeito de cossinete manual, por exemplo, após tirar dúvidas sobre condições de pagamento e de entrega. 

Ora, também conhecido como tarraxa, esse produto é bem específico e serve para rosqueamento de máquinas de usinagem/siderurgia, de tal modo que seu visitante sabe exatamente do que precisava.

Se o seu conteúdo já encantou e a pessoa tirou dúvidas técnicas, e bem possível que vá comprar. Mas, caso o valor ou alguma condição se torne um impeditivo real, então ela se torna um suspect: alguém que precisa da sua solução, mas não está no momento ideal.

A diferença do blog para o vlog é que este último tende a atrair mais pessoas. Afinal, vivemos a era das imagens e do elemento visual. 

Hoje as pessoas vivem com o celular nas mãos, conectadas enquanto se locomovem, se alimentam, se exercitam, etc. De tal modo que às vezes é mais fácil consumir um vídeo/áudio, do que um texto.

Entenda o segredo das newsletters

Se os blogs e vlogs são a essência do marketing de conteúdo, em termos de disseminação de material gratuito e de qualidade, as newsletters são a alma da fidelização de clientes e do aumento da carteira de compradores.

Se uma empresa tem os melhores conteúdos digitais sobre ciclone industrial, por exemplo, que são equipamentos industriais voltados para a purificação da água, do ar e até de gases reutilizáveis, é certo que conseguirá cada vez mais leads.

No entanto, embora conquistar clientes novos seja uma boa estratégia, também é preciso trabalhar as taxas de fidelização e retenção de compradores, não é mesmo? Neste caso, é preciso continuar alimentando seus leads, mesmo depois de se tornarem clientes.

O ideal aqui é dividir tudo em dois grupos: os prospects e suspects de um lado, e do outro lado os já convertidos. Se um cliente seu consumiu a solução do revestimento autonivelante, por exemplo, que além de poder ser aplicado direto no contra-piso é uma superfície impermeável e fácil de limpar, você pode continuar instruindo-o sobre isso.

Ao disparar newsletters personalizadas para ele, sobre como manter o brilho, a qualidade e a durabilidade desse tipo de material, certamente ele perceberá que você não é daquele tipo que “só está preocupado na hora da venda”, e passará a indicá-lo.

Com essas táticas e todas as demais mencionadas, certamente você irá extrair do marketing de conteúdo o que ele tem de melhor: o poder de transformar um novo empreendedor em uma empresa de renome e autoridade.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Por que sua marca deveria saber o que a comunidade LGBTQIA+ espera dela

Quantas vezes você escutou os termos diversidade e inclusão nos últimos meses? Provavelmente várias. O número de buscas no YouTube por eles aumentou 71% e 24% respectivamente, só no último ano. Eles passaram a ser discutidos pela indústria da beleza, abraçados pelas artes e observados pelo mercado como um todo em diferentes esferas, gerando debates apaixonados e polêmicos que, acima de tudo, ajudam a moldar os nossos tempos.

Mas será que estamos abrangendo os pontos mais importantes dessa discussão? Nosso foco está no que realmente importa na hora de promover a diversidade e a inclusão? Ou melhor: será que a comunidade LGBTQIA+ está efetivamente inserida nesse debate? Qual é a percepção dela sobre a maneira como o tema vem sendo abordado? Quais serão os maiores desafios dessa discussão daqui pra frente?

Para entender melhor esse universo a partir da perspectiva de quem o vive na prática, o Google e a Box 1824 conduziram um estudo qualitativo e abrangente1. Como parte da metodologia, foram recrutados entrevistadores de dentro e de fora da comunidade LGBTQIA+, com e sem “lugar de fala” (ou seja, “propriedade e vivência”) em ambos os temas. O resultado? Um retrato sobre as diferenças entre o que é realidade e o que é percepção dessas questões, além de aprendizados que podem ajudar as marcas a encontrar caminhos para se posicionar de forma construtiva, honesta e coerente com seus valores dentro de um cenário em transformação.

COMEÇANDO PELO COMEÇO: POR QUE EXISTEM TANTAS LETRAS NA SIGLA?

Se é uma busca por inclusão, por que precisamos de tanta diferenciação? Exatamente para mostrar que as diferenças existem. Apesar de estar claro o significado de cada letra entre os especialistas e ativistas da comunidade, não há um consenso sobre qual sigla é a mais adequada para reconhecer cada grupo, muito menos sobre o tamanho que a nomenclatura acabou atingindo ao longo dos anos. A primeira sigla foi criada na década de 70, e desde então passa por atualizações constantes.

O importante é compreender que a inclusão de todos os grupos aparece como um primeiro passo na busca por visibilidade para as suas existências. Assim, incluir uma letra passa a ser parte significativa do processo para gerar visibilidade e reconhecimento.

DIVERSIDADE NO BRASIL: EXPECTATIVA x REALIDADE

Pode parecer contraditório. Apesar de o termo “diversidade” ser muito usado, parte da população LGBTQIA+ não se sente conectada a ele, e até ironiza seu uso mais amplo. O estudo indica que quanto mais esse público sofre discriminação, menos ele acredita que nossa sociedade é diversa.

Já a percepção de pessoas cis² e hétero, dentro do grupo estudado, é diferente – especialmente nas classes mais altas. Em princípio, boa parte dos entrevistados categoriza a homofobia como negativa, e a diversidade, aceitável. Mas nas entrevistas, mesmo entre os que acreditam não ser homofóbicos, é possível perceber a manifestação de vieses inconscientes. Um sinal de que frequentemente a norma – ou seja, os padrões estéticos, culturais e de comportamento mais “aceitos” na sociedade – fala mais alto que a diversidade em si.

QUANTO MAIOR A DISCRIMINAÇÃO, MAIOR O ENVOLVIMENTO

“Você é trans/gay/lésbica? Nem parece.” Essa fala ilustra um conceito chamado “passabilidade”, ou seja, “o quanto um membro da comunidade LGBTQIA+ aproxima-se da norma”. Ele está relacionado à maneira como a pessoa é lida pela sociedade. Uma mulher trans que tenha características físicas parecidas com as de uma mulher cis, por exemplo, tem uma passabilidade maior. E por que isso é relevante?

O estudo mostrou que, quanto mais perto a pessoa está da norma, menores são seus relatos de discriminação – por vezes, foi possível notar até um certo distanciamento das questões e das pessoas que compõem os outros perfis da sigla. Da mesma forma, quanto mais longe de uma “norma social predominante” a pessoa estiver, mais excluída ela possivelmente se sentirá e mais sujeita às dificuldades relacionadas ao preconceito.

Para ajudar a ilustrar essa dinâmica, o estudo gerou um Grid da Diversidade Sexual que relaciona a sexualidade com várias outras dimensões (demográficas, socioeconômicas, étnicas, de gênero) e que vai nos mostrando como essas interseccionalidades vão gerando, cada vez mais, esse distanciamento de um “padrão social ideal”.

O grid reflete os preconceitos ligados a gênero, etnia e classe social: de acordo com ele, um homem gay branco, com nível superior, tende a ser menos discriminado do que uma mulher lésbica negra. E isso, junto com seu grau de passabilidade, vai determinar o quanto a pessoa se envolve com os seis assuntos mais comentados, reivindicados e urgentes para a população LGBTQIA+ hoje:

1) VIOLÊNCIA: DO PRECONCEITO AO GENOCÍDIO LGBTQIA+

2) POLÍTICA: DA INVISIBILIDADE À FRAGILIDADE DE DIREITOS

3) SAÚDE: DO ACESSO BÁSICO RESTRITO À VIDA QUE ACABA

4) TRABALHO: DA DISCRIMINAÇÃO À EXCLUSÃO DO MERCADO

5) EDUCAÇÃO: DO COMBATE À FOBIA LGBTQIA+ À EXCLUSÃO ESCOLAR

6) FAMÍLIA: DA EXCLUSÃO À IMPOSSIBILIDADE DE CONSTITUIR UMA

RESULTADO: O CICLO DA EXCLUSÃO

O que o estudo conclui é que essas seis agendas frequentemente se inter-relacionam, muitas vezes em uma relação destrutiva de causa e efeito. Nas diferentes trajetórias LGBTQIA+, esse Ciclo de Exclusão, na maioria dos casos, começa na família e culmina em violência. Casos de exclusão no próprio núcleo familiar são mais comuns do que imaginamos, afetando diretamente a assiduidade escolar, por exemplo. Na escola, além de episódios de bullying contra o jovem LGBTQIA+, também se repete o movimento de exclusão. Nos dados oficiais, ficam registrados somente os números de evasão escolar, sem esclarecimento dos motivos.

Por consequência, a falta de inclusão e acolhimento já nesses primeiros anos de vida se reflete no acesso à educação e, como um efeito dominó, limita as chances de inserção no mercado de trabalho. Somado a isso, há também a falta de representatividade política, ou seja, direitos básicos que não são pautados e discutidos na esfera pública, gerando mais vulnerabilidade e violência.

VISIBILIDADE E NORMALIZAÇÃO: SUPERPODERES BÁSICOS DA COMUNICAÇÃO

Apenas falar sobre o problema é uma solução? Sabemos que não. Mas é um passo importante. O YouTube hoje tem 2,3 milhões de vídeos com conteúdo LGBTQIA+. Criadores da comunidade ou conectados a ela constroem todos os dias narrativas que mostram suas realidades e sensibilizam as pessoas em relação ao Ciclo da Exclusão.

Dentro do YouTube, as oportunidades são diversas. Não apenas para entender mais sobre esse universo, mas também para colaborar com a normalização da existência dessas pessoas. Elas têm audiência por falar sobre a agenda de inclusão, mas fazem um trabalho muito importante ao retratar que a existência delas não é unidimensional. São pessoas reconhecidas como especialistas em diferentes temas, como gamesentretenimentobeleza e muitos dos outros assuntos explorados na plataforma.

PARTE DA TRANSFORMAÇÃO PASSA POR CRIAR UM CICLO DE INCLUSÃO. E AS MARCAS, PODEM AJUDAR?

Em uma palavra: sim. Os benefícios da diversidade para as marcas são muito maiores do que um olhar para a comunidade LGBTQIA+ enquanto mercado consumidor. Ter uma equipe mais diversa efetivamente trabalhando para sua marca facilita conexões mais empáticas com as pessoas de uma forma geral.

É importante considerar a relação que se cria quando se percebe um alinhamento legítimo às questões vividas por pessoas da comunidade. Isso pode ser observado inclusive em termos práticos: dos quase 18 milhões de brasileiros que se identificam com alguma das letras da sigla, 50% se dizem dispostos a priorizar uma marca que apoie a causa, mesmo contra ofertas mais vantajosas3.

Existe um passo simples e eficiente que está ao alcance das marcas e que foi o campeão de citações durante o estudo: empregar pessoas da comunidade.

Quando começa no trabalho, a inclusão tem potencial de quebrar as cadeias destrutivas. Ter poder aquisitivo permite estudar mais, abre oportunidades de crescimento profissional e pessoal. Em seguida, vêm o acesso a serviços de saúde e a ocupação de espaços políticos em busca de direitos. Por fim, já com uma vida mais estruturada, a pessoa LGBTQIA+ pode se sentir mais protegida das diferentes formas de violência.

Outras iniciativas consideradas determinantes para avançar a agenda inclusiva:

O QUE MINHA MARCA JÁ PODERIA FAZER HOJE?

Em um país onde a sociedade ainda está aprendendo a acolher as diferenças, é importante ressaltar que onde há muito a ser feito também há muitas oportunidades. E as marcas têm um papel importante na transformação do cenário da comunidade LGBTQIA+.

A pesquisa nos trouxe vários direcionamentos úteis para refletir e agir de maneira positiva em relação à agenda inclusiva. Dividimos abaixo alguns deles, que podem ser tanto pontos de partida como de inspiração para outras ações.

Quando o assunto é diversidade, é comum existir a cobrança de que o discurso venha acompanhado de ação. No caso das parcerias – com iniciativas que se dedicam aos temas da agenda de inclusão –, é importante considerar ações que façam a diferença de maneira efetiva na estrutura em questão, indo além da doação de lucros. A marca pode promover treinamentos para aumentar o alcance da iniciativa que visa apoiar? Pode construir novos espaços físicos? Melhorar os que já existem? O que aceleraria a mudança além de recursos financeiros?

Avaliar o contexto e discutir possíveis melhorias com as partes envolvidas é fundamental.

Em todos os casos, o primeiro passo deve ser olhar pra dentro: estou apoiando a agenda de inclusão, mas estou fazendo o mesmo com os colaboradores da minha empresa?

Retratar algo a partir do ponto de vista de quem vive, e não apenas de quem observa. Para criar conexões com verdade e emoção, a recomendação é buscar histórias e experiências verdadeiras, dando espaço para que os próprios protagonistas também gerem narrativas. Aqui entra a importância de ter representatividade no time – da idealização à produção.

Simplificar a linguagem para que a mensagem alcance todos os públicos é essencial. Quando falamos de diversidade, é preciso pensar com o objetivo de sensibilizar e engajar as pessoas além do público LGBTQIA+.

Seja na hora de buscar parcerias com Criadores ou mesmo de escolher a melhor maneira de executar sua mensagem, é importante lembrar: o público LGBTQIA+ não é unidimensional. Ele não deve ser considerado só quando o assunto é diversidade. Sua campanha é sobre games? Viagem? Beleza? As pessoas LGBTQIA+ atuam, consomem e têm interesse em diferentes áreas. A representatividade real precisa partir dessa premissa e também precisa considerar as diferentes classes sociais, raças, identidades de gênero e orientação sexual que compõem a comunidade, ajudando a garantir a visibilidade do maior número de existências possível.

É necessário entender que as realidades são diferentes, ainda que exista uma agenda comum. Vale se atentar ao cuidado de não colocar todas as letras da sigla “em um mesmo barco”.

Há um abismo de conhecimento entre boa parte das pessoas cis e hétero sobre a realidade LGBTQIA+. Até mesmo dentro da comunidade há desinformação sobre as agendas. Produzir conteúdo que mostre essas diferenças é uma oportunidade de se diferenciar e promover a mudança da conscientização e da cultura sobre o tema no Brasil.

Fonte: Think with Google

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