Em pleno 2019, alguém lê e-mail?

Em pleno 2019, alguém lê e-mails?

Vamos falar um pouco sobre lista de e-mails qualificados (ou leads), mas afinal o que é um lead? Um lead nada mais é que o contato de possível cliente, seja o telefone, e-mail, ou qualquer outra forma de contato. Um lead é uma pessoa que está aguardando alguma forma de contato.

O e-mail é o meio de contato mais antigo da internet, a internet toda surgiu por causa da troca de mensagens entre instituições, e até hoje é utilizado ativamente, por praticamente todos os usuários da internet.

Você já deve ter ouvido falar que o e-mail marketing já morreu, e eu escuto isso todo ano, ano após ano, mas eu lhe afirmo, não acredite! Vou tentar te convencer do porquê dessa afirmação está errada, com números e fontes de dados (nada melhor que estatísticas não?!).

Vamos começar do porquê usar e-mail? Uma pergunta comum que ouço no dia a dia, eu tenho alguns dados simples vamos a eles:

58% dos consumidores abrem seu e-mail logo pela manhã, antes de suas redes sociais. (fonte)

91% dos consumidores usam e-mail diariamente. (fonte)

77% preferem receber mensagens promocionais por e-mail, com a sua autorização (ou seja, eles se forem autorizados, as empresas estão aptas a enviar promoções de seu interesse) (fonte)

Para cada R$ 0,25 reais gastos com e-mail marketing, você pode esperar um retorno médio de R$ 10 reais. Então aproveite ao máximo esse ROI. (fonte)

E se ainda não está convencido, de acordo com o Radicati Group, temos mais de 2 bilhões de usuários de e-mails no mundo, a quantidade de e-mails enviado se recebidos por dia está aumentando em 5% a cada ano, e até o final de 2019, deve chegar a 246 bilhões de e-mails.

Mas afinal por que as pessoas acham que o e-mail marketing não funciona?

Existem muitas razões dos quais as pessoas acham que o e-mail marketing não funciona, mas ao me fazer essa pergunta eu vejo apenas duas razões em minha mente: As redes sociais e o spam.

Marketing de mídia social

A maioria das pessoas se deixam levar pelo momento, o velho “efeito manada”, onde o ser humano precisa pertencer a um grupo, e segue cegamente o que está em evidencia, mas se esquecem que também é passageiro, e quando passar, terão que começar do zero em algum momento.

É inquestionável o crescimento das redes sociais, porém ainda assim as estatísticas provam que o e-mail está muito a frente se tratando de retorno sobre o investimento (ROI). As pessoas que compram produto comercializados por e-mail gastam 138% a mais que aqueles que não recebem ofertas por e-mail, o valor médio de um pedido de um e-mail é pelo menos três vezes maior que o da mídia social. A verdade é que as pessoas seguem as marcas nas mídias sociais, mas na verdade não querem que essas marcas entrem em seus DMs.

Marketing de e-mail ineficaz

Muitos acreditam que quantidade e não qualidade faz a diferença, já está mais que comprovado que lista de e-mails funciona, porém vários profissionais e empresas ainda acreditam que bombardear os leads de promoções a todo momento irá gerar vendas constantemente, e sabemos que não é bem assim. Isso ocorre porque muitas empresas pedem muito de seu público no começo, e esquecem que antes de pedir alguma coisa, precisam entregar algo de valor a elas.

Essas ações causam afastamento um afastamento temporário, digo temporário, pois mesmo que o usuário tenha sua caixa de e-mail invadida por spams e na falta de não conseguir organizá-la, a solução será, criar um novo e-mail e não parar de usar e-mail.

 

Uma estratégia de e-mail bem-sucedida é saber como conectar sua mensagem ao seu cliente de maneira que seja relevante para seus desejos, necessidades e estilo de vida. E se não usa ainda lista de e-mails está deixando dinheiro na mesa.

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Marketing digital: dicas para ser encontrado na internet

A disputa por clientes acontecia tradicionalmente nas imediações das lojas, a partir de distribuição de panfletos e propagandas sonoras. Com a chegada da internet, vendas começaram a ser mediadas por computadores e, agora, o desafio de conquistar clientes não tem mais barreiras geográficas. Hoje, você vai conhecer um pouco sobre marketing digital e, com estas dicas, será mais fácil sua loja ser encontrada na internet!

Presença digital é a base do marketing digital

O primeiro passo para você ser encontrado na internet é garantir presença digital – clique aqui para saber mais sobre o assunto. Ao contrário do que se pensa, entretanto, isso é muito mais do que fazer sucesso nas redes sociais e conquistar likes e compartilhamentos.

O sucesso da sua empresa na internet depende destes quatro pilares:

 

  • Conteúdo: o material publicado em seu site e redes sociais deve ser relevante e adequado ao público;
  • Relacionamento: a internet é o meio mais fácil para você se relacionar com o seu cliente e, segundo o IBGE, 116 milhões de brasileiros acessam a rede mundial de computadores;
  • Plataforma: a maneira que o seu site, rede social ou loja são feitos interfere diretamente no relacionamento entre a sua empresa e o cliente. Seja profissional ao usar plataformas e garanta que elas são confiáveis e fáceis de usar;
  • Posicionamento: a maneira que a sua loja se comunica com o público é uma extensão dos valores da sua marca. O discurso presente em suas redes sociais deve combinar com os valores do seu negócio

 

Investir em presença digital é uma maneira de fazer seu negócio crescer sem grandes investimentos. Site e redes sociais são fundamentais! (Foto: Unsplash)

Qual é o meu público-alvo?

A maneira mais fácil de converter uma venda é conhecer bem quem está interessado em concluir a compra. O grupo de consumidores e organizações formado por essas pessoas compartilha um perfil semelhante e se comporta de maneira parecida. Esta é a definição de público-alvo.

Ao conhecer as preferências na hora de comprar, hábitos de consumo, condições socioeconômicas (como renda e formação escolar) e detalhes como meios de informação favoritos, será mais fácil entrar em contato com essas pessoas em sites, redes sociais ou campanhas publicitárias. Para ser encontrado, é bom saber quem te busca.

SEO, site e blog

Ao fazer uma pesquisa nos buscadores como o Google.com, a plataforma organiza os resultados a partir de regras de ranqueamento. Sites, blogs e demais páginas da internet são expostas como resposta de acordo com o grau de adaptação aos critérios. Para ser encontrado ali, uma das principais estratégias do marketing digital que você vai precisar usar é o SEO (Search Engine Optimization).

Para melhorar o ranqueamento e aumentar a quantidade de pessoas que encontra a sua loja como resposta, uma das principais estratégias é criar um blog. Ao alimentá-lo com conteúdo relevante e adaptado ao famoso SEO, sua página pode aparecer como primeira resposta.

O site da sua loja também pode ser otimizado para aparecer entre as primeiras respostas no Google. Procure parceiros que vão te atender nesse quesito! (Foto: Unsplash)

Redes sociais

As três principais redes sociais são o Instagram, o Facebook e o Twitter. Entretanto, ainda é possível utilizar o PinterestLinkedIn e até o YouTube para se comunicar com clientes em potencial. Escolher as redes sociais que você deve explorar é um processo que precisa levar em consideração o funcionamento de cada rede social e o público presente nela.

Por exemplo, se você vende roupas ou produtos de beleza, explore as fotos e vídeos curtos do Instagram. Se você oferece serviços variados, o Facebook é o local com o público mais variado. Se a sua loja é especializada em consultoria ou prestação de serviços empresariais, o LinkedIn é uma rede social profissional e deve reunir públicos importantes para a sua loja.

Postagens pagas

Outra maneira de aumentar a possibilidade de sua página ser encontrada é investir em publicidade em redes sociais. É possível aumentar a quantidade de pessoas que verão as suas postagens no feed ao pagar pequenas quantias por clique em links ou visualização da publicação.

Para entender melhor como funciona cada um dos tipos de publicidade, clique nos links: Facebook; Instagram.

Anúncios em mecanismos de busca

Outra alternativa para aumentar a visibilidade da sua empresa na internet é anunciar diretamente no Google. É possível pagar para que sua página apareça no topo dos resultados de pesquisa como um link ou como propaganda em espaços de anúncio do Google em diversos sites da internet.

Marketing digital é o caminho para ser encontrado na internet

Usar a internet para atrair clientes é um dos passos para o sucesso do seu negócio. A partir de redes sociais, mecanismos de busca, blog e site, é possível aumentar a quantidade de pessoas que tem contato com a sua marca, conhecem suas soluções ou produtos e, assim, optam por comprar de você!

Se você precisa de mais dicas para fazer a gestão do seu negócio, entre em contato conosco Auris Ideias Digitais.

Fonte: terraempresas

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5 tendências de marketing de conteúdo

Confira 5 tendências de marketing de conteúdo para você aplicar em seu blog:

1) Pesquisa por voz

 

O Google anda investindo bastante nas pesquisas por voz, cuja estratégia é bem simples: tornar a busca do usuário mais rápida e prática. Afinal, as pessoas andam escrevendo cada vez menos e querendo cada vez mais rapidez em sua experiência como usuário.

De acordo com pesquisa do próprio Google, desde 2017, cerca de 20% das consultas feitas na plataforma são a partir de uma pesquisa por voz.

Invista em plataformas que operem com essa tecnologia. Assim, você auxilia o usuário na busca por informação ao otimizar seu site para um SEO que leve em consideração esse comportamento do usuário.

 

2) Conteúdo em vídeo

 

Em quatro anos, o crescimento do consumo de vídeos na internet subiu 135%. A preferência vira uma oportunidade para quem acompanhar essa tendência, que só deve ganhar força em 2019.

Os vídeos são capazes de se sobressair a imagens e textos, engajando e retendo mais a atenção do público. Vale produzir lives ou até vídeos dinâmicos explicando o funcionamento do seu produto ou serviço e respondendo as principais dúvidas dos clientes. O importante é atrair a atenção do usuário.

No caso das lives, por exemplo, assistir vídeos ao vivo proporciona ao espectador a vantagem de consumir o seu conteúdo em tempo real. Com caráter de informação exclusiva. É como se você estivesse fazendo parte da vida da pessoa, visto que ela poderá te assistir de qualquer lugar e de onde estiver. No que diz respeito ao posicionamento no Google e SEO do site, o buscador já deixou claro a sua preferência por conteúdos multimídias.

Mais um ponto para as empresas que estiverem atentas a isso em 2019 e saírem na frente.

 

3) Influenciadores digitais

 

Não estamos falando daqueles influenciadores mega famosos. Se a estratégia da empresa é falar com determinado público e/ou nicho – e não com o objetivo de ter o maior alcance possível – o foco precisa estar nos pequenos e microinfluenciadores digitais. São eles que podem alavancar a sua estratégia digital ao mostrar que consomem o seu produto ou serviço.

É aquela velha história: fazer propaganda sem cara de propaganda, sem ser aquela coisa forçada, comprada. Nessas horas, os (bons) influenciadores entram em cena.

 

4) Automação de conteúdo (Chatbots)

 

A automatização do atendimento ao cliente – sem desconsiderar a personalização e a brand persona! – possibilita a redução de erros e o rápido feedback tão necessário nas redes sociais.

E isso vai muito além das respostas automáticas. Utilizar o chatbot não deve parar por aí!

Com a automação é possível coletar dados sobre os seus clientes e utilizá-los para outras estratégias de marketing. Que tal produzir um conteúdo super segmentado de acordo com os interesses do seu público?

 

5) Topic Clusters

 

No universo do SEO, essa é uma grande novidade. Topic Clusters, ou no português literal “Grupo de Tópicos”, é um recurso que trabalha termos de busca por agrupamento de acordo com relevância e interconexão.

Em outras palavras, você organiza seu conteúdo para que os assuntos sejam aglomerados de forma clara e complementar. Você produz um conteúdo principal, com uma palavra-chave mais genérica, e vários outros relacionados e linkados entre si que fortaleçam o tema em seu site para o usuário e para o Google.

A proposta é que os produtores de conteúdo não usem mais as palavras-chaves de forma “solitária”. Agora, palavras alocadas em um mesmo grupo, com alta relevância entre si, ativarão os algoritmos do Google. A ferramenta, por sua vez, entregará o melhor resultado de busca ao usuário.

Fonte: aldeiaconteudo

Definições de Marketing: descobrindo e satisfazendo necessidades

O objetivo do Marketing é entender tão bem o cliente que ele se torne cliente de uma empresa para sempre

Marketing é um conjunto de atividades que visa descobrir e satisfazer às necessidades do cliente. Na área de Marketing, prefere-se o termo “cliente” aos termos consumidor, comprador ou usuário.

Entender e atender o mercado

Quando falamos de cliente, estamos tratando de todas etapas do processo de compra e de relacionamento, desde o cliente prospect até o ex-cliente, incluindo todas as etapas intermediárias neste relacionamento. O objetivo do Marketing é entender tão bem o cliente que ele se torne cliente de uma empresa para sempre. Para fidelizar o cliente é preciso que a empresa/marca o conheça bem: seus hábitos, medos, angústias, anseios, etc.

O profissional de Marketing pode atuar em diversas frentes, desde o planejamento até o relacionamento com os clientes. Em muitas empresas, a área de vendas responde às necessidades do Marketing, executando as atividades de venda, que fazem parte do ciclo de relacionamento com os clientes. Em outras empresas, a área de Marketing dá suporte para a área de vendas, atuando nos processos de suporte para as atividades comerciais.

Por isso, hoje existem diferentes perfis de Marketing, como o Marketing orientado a Vendas, o Marketing orientado ao Relacionamento e o Marketing orientado a Marca (com ênfase em Branding).

Foi a Escola de Administração de Empresas de São Paulo, da Fundação Getúlio Vargas, em 1954, que introduziu o conceito de Marketing ou de mercadologia no Brasil. A palavra Marketing foi aportuguesada somente no final da década de 1980.

Definições de Marketing

“Identificar, antecipar e satisfazer às necessidades do cliente de forma lucrativa”.
Chartered Institute of Marketing

“Marketing é o conjunto de atividades que tem por fim concretizar relações de troca. Essa troca ocorre entre os produtos e serviços da empresa com o poder aquisitivo do consumidor”.
Raimar Richers

“O Marketing é a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo”
Philip Kotler

“O Marketing é a atividade, o conjunto de conhecimentos e os processos de criar, comunicar, entregar e trocar ofertas que tenham valor para consumidores, clientes, parceiros e a sociedade como um todo”.
American Marketing Association

Definição social de Marketing

“Marketing é um processo social pelo qual indivíduos e grupos obtêm o que necessitam e desejam por meio da criação, da oferta e da livre troca de produtos de valor entre si”.

Posicionamento: a palavra que resume o Marketing

Segundo Philip Kotler, posicionamento é “a ação de projetar o produto e a imagem da organização com o fim de ocupar uma posição diferenciada na escolha de seu público-alvo”. Em termos práticos, o posicionamento pode ser obtido a partir da fórmula: Segmentação + Diferenciação = Posicionamento. Logo, a análise do posicionamento é indispensável para avaliar o destaque da imagem da empresa.

O posicionamento de Marketing está relacionado com os 4 Ps do Marketing: preço, praça, produto e promoção. Ele se refere aos empenhos da empresa/marca em atender às necessidades de consumo dos seus clientes.

O posicionamento de mercado é um fator fundamental na hora do desenvolvimento estratégico do Marketing de uma empresa. Para definir o posicionamento de mercado do seu produto ou serviço é preciso selecionar o seu mercado-alvo, segmentar o mercado, entender a jornada de compra dos seus consumidores, saber se diferenciar dos concorrentes e desenvolver um posicionamento de mercado bem definido.

Definição de Posicionamento

“Posicionamento é ocupar um lugar claro, distinguível e desejável na mente do consumidor”.
Al Ries e Jack Trout

Pela primeira vez na história, é possível ouvir a voz do consumidor sem ser estimulado. A opinião nua, crua, autêntica, legítima e sincera.

O profissional de Marketing é quem mais entende dos clientes na empresa. Ele é o evangelizador do cliente para toda a empresa.

As eras do Marketing

1a. Era do Marketing: orientado ao Produto (até 1945)
2a. Era do Marketing: orientado ao Consumidor (pós-guerra)
3a. Era do Marketing: orientado ao Relacionamento (pós-1980)
4a. Era do Marketing: orientado para a Responsabilidade Social (século XXI)

Case de sucesso: Havaianas – Todo mundo usa

Talvez você não se lembre (ou nem tenha nascido nessa época), mas as Havaianas eram conhecidas como alpargatas e vendidas com um modelo único até 1993. O produto era voltado ao consumidor de baixa renda e poderia ser encontrado em apenas três cores. Por essa razão, o público-alvo tinha vergonha de usar as sandálias, que eram associadas com a falta de dinheiro.

Com o sucesso da marca Rider, as Havaianas passaram por um período muito delicado. A única forma de sobreviver era mudar radicalmente o seu posicionamento para elevar o status do seu produto.

Finalmente, em 1994, surgiram as Havaianas top, com 40 opções de cores e três vezes mais caras que as originais. Para elevar o valor da marca, as propagandas eram protagonizadas por celebridades. Não demorou muito para que a classe média começasse a comprar as sandálias.

As Havaianas conseguiram com sucesso o reposicionamento de mercado.  A empresa assumiu novamente a liderança do mercado e até hoje é considerada um exemplo mundial de reconstrução de marca.

Fonte: Nova Escola de Marketing

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O que é E-mail Marketing?

E-mail Marketing é toda comunicação via e-mail que acontece entre uma empresa e seus contatos ou clientes. Uma campanha de E-mail Marketing pode ser desenvolvida em texto ou HTML e conter produtos, promoções, conteúdos etc. Em geral, as mensagens são enviadas com uma ferramenta de disparo de emails.

De acordo com o site Statista, o número de usuários de e-mail ao redor do mundo será de 2,9 bilhões em 2019 — mais de um terço da população.

É provável que o público-alvo da sua empresa esteja entre essas pessoas, certo?

A história do E-mail Marketing começou no fim da década de 1970, quando o gerente de marketing da Digital Equipment Corp, Gary Thuerk enviou 400 emails promovendo computadores da companhia, o que resultou em 13 milhões de dólares em vendas.

Mas foi nos anos 1990 que a internet massificou o E-mail Marketing.

Isso abriu as portas para uma nova forma de comunicação, mas também fez surgir os indesejáveis spams — e, por consequência, as regras para proteger os consumidores dessa prática.

Nos anos 2000, tornou-se claro que pensar que somente enviar e-mails, sem pensar no destinatário ou no conteúdo, não era suficiente.

Desde então entende-se que, para fazer um E-mail Marketing efetivo e não acabar na caixa de spam, é importante seguir as boas práticas.

O surgimento de tecnologias como os smartphones e de novas formas de relacionamento, como as redes sociais, teve impacto também sobre o E-mail Marketing.

No entanto, independentemente da tecnologia, sabe-se que hoje é importante focar nas necessidades de cada usuário ao receber o email.

Assim, o que iniciou como comunicação de massa desenvolveu-se para uma estratégia de relacionamento com Leads e clientes.

Hoje os sistemas de automação de marketing, permitem segmentações avançadas e a análise das mensagens enviadas, em uma abordagem estratégica do E-mail Marketing.

Fonte: Resultados Digitais.

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Você sabe mesmo qual é o diferencial competitivo da sua empresa?

Você já percebeu como o Marketing Digital possibilitou que empresas de todos os portes e nichos atraiam e se relacionem melhor com a audiência? Se por um lado essa vantagem abriu as fronteiras da comunicação entre a marca e o consumidor, por outro fortaleceu a concorrência. Ao descobrir o seu diferencial competitivo, você garante um melhor resultado e mais visibilidade.

O que um lead qualificado precisa para se tornar um cliente satisfeito? Hoje a resposta não se resume apenas à qualidade do produto. Deve haver uma identificação dos valores da empresa e da solução oferecida. O prospect também deseja se sentir único, em uma relação verdadeira com a marca, além, é claro, de perceber benefícios exclusivos.

Entenda quem é o seu público

Talvez você esteja pensando que esse fator é óbvio para qualquer ação de Marketing Digital. Entretanto, o diferencial está no posicionamento estratégico e você só conseguirá alcançá-lo se ouvir a persona. Modele as suas soluções de acordo com os fatores que agregam valor. Com um CRM e o monitoramento de redes sociais, por exemplo, você consegue responder a perguntas como:

  • O que faz meus clientes escolherem a minha marca?
  • Quais são os valores inegociáveis que tornam meu produto destacado perante a concorrência?
  • Como meu produto ajuda (de forma real) o cliente?
  • A concorrência pode alcançar os diferenciais que meu negócio oferece hoje?

Faça benchmarking e veja o posicionamento da concorrência

Agora que você já descobriu o que a sua audiência quer e gosta, é hora de saber o que as outras empresas estão oferecendo, não é mesmo? Afinal, como você pode definir um diferencial sem saber de quais parâmetros você pretende se destacar? Com o ambiente virtual, ficou mais simples analisar dados de mercado e até mesmo estratégias da concorrência.

Use o benchmarking para descobrir se:

  • Seu produto supera as tecnologias e tendências do mercado;
  • Existem gargalos de oportunidade que podem ser aproveitados, mas a concorrência ainda não identificou;
  • Tem alguma estratégia de concorrentes que possam ser otimizadas;
  • Observando o mercado, seu produto ainda se apresenta inovador e exclusivo.

Cuide da equipe para implementar o diferencial competitivo

Às vezes, é difícil para os colaboradores entenderem o negócio. Primeiro você precisa definir os pontos positivos que precisam ser fortalecidos. Depois, atualize e capacite todos os envolvidos com a cultura da empresa.

Assim, a sua marca transmite os valores estabelecidos em todos os contatos e canais de atendimento. Imagine que seus leads façam uma pesquisa online antes de visitar sua loja física (o que é uma tendência) e têm uma experiência integrada, identificando sua marca? O fortalecimento da cultura alinha o posicionamento da empresa.

 

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Use a análise SWOT para identificar oportunidades em potencial

Também conhecida como FOFA (forças, oportunidades, fraquezas e ameaças), essa é uma ferramenta que cruza dados internos e externos sobre o seu empreendimento. Você sabe o motivo da SWOT ser um recurso importante?

  • Entender as tecnologias do mercado que sua empresa precisa acompanhar;
  • Descobrir quais são as vantagens únicas do seu negócio;
  • Acompanhar oportunidades que podem se transformar no seu diferencial competitivo. Como um valor agregado (agilidade, personalização, dentre outros) ou mesmo uma técnica (automação do atendimento ou geolocalização, por exemplo).

Conte com apoio profissional para uma visão mais abrangente

Você já identificou pontos que podem virar o diferencial competitivo do seu negócio ou mesmo não sabe qual destacar para a sua empresa? Talvez seja hora de contar com uma consultoria de Marketing para ter uma perspectiva mais segura sobre a sua empresa. Além de ser experiente, uma agência está sempre se atualizando sobre ferramentas de análise e o mercado.

O diferencial competitivo é muito importante para fortalecer o propósito de marca, criando exclusividade e conexão com o público certo. Identifique a melhor forma de destacar as soluções que a sua empresa entrega e assegure de a concorrência não copiará seu diferencial com facilidade. Para garantir uma visão certeira e otimizada, faça uma consultoria do seu negócio.

 

 

Fonte: Orgânica Digital.

7 táticas de marketing que você sempre usou e não sabia.

Entenda como as ações que você sempre utilizou na sua empresa para atrair clientes podem ser usadas para construir uma estratégia digital forte e lucrativa!

Qual é o papel do marketing no dia a dia da sua empresa? Se você acha que faz menos do que deveria para o seu negócio ganhar visibilidade, não está sozinho.

Muitos empreendedores não entendem muito do assunto, acham que não têm orçamento suficiente ou já tentaram usar algumas táticas sem grandes resultados.

Por isso, tanta gente desiste do marketing ou resiste a fazer investimentos na área. Mas e se eu te falasse que você sempre fez marketing, mesmo sem perceber?

Marketing Digital é cheio de técnicas, ferramentas e processos que podem confundir bastante quem não trabalha com isso todos os dias. É por isso que você não deve se concentrar tanto no que não sabe.

Veja agora como as ações que você sempre realizou para atrair clientes podem ser usadas para construir uma estratégia digital forte e lucrativa!

7 táticas de marketing que você já usa sem perceber

Você, que achou que o marketing não era parte integral do seu negócio, vai se surpreender com a lista abaixo. Ela tem nada menos que 8 táticas muito comuns (e bem recomendadas) numa estratégia de marketing digital.

Veja como a sua empresa sempre usou formas consagradas de marketing para conquistar e fidelizar clientes, sem nem perceber isso:

1. Marketing de afiliados

Sabe quando você oferece comissões para que outras pessoas promovam e vendam seus produtos para você? Isso é marketing de afiliados.

Basicamente, você terceiriza boa parte da divulgação e venda, e compartilha uma pequena parte do lucro com o parceiro.

O marketing de afiliados é uma estratégia muito comum para infoprodutos, como são chamados os produtos digitais que oferecem alguma informação valiosa ao público.

Nesta categoria, podemos incluir livros em formato digital, palestras e cursos online, planilhas, etc.

A tática é tão eficaz que existem até empresas dedicadas apenas a ela, sem contar os blogs, cursos e treinamentos sobre o tema.

2. Testes A/B

Suponha que o botão “comprar” da sua loja virtual favorita é da cor vermelha. Para saber se essa cor tem impacto positivo nas vendas, o dono poderia comparar o botão vermelho com um de outra cor, como verde.

Então, é possível fazer um teste entre as duas variações de cores para conferir qual das duas tem mais impacto na conversão de visitantes em vendas, por exemplo. Quando feito em um ambiente controlado, com todas as demais variáveis que impactam (como texto do botão e a localização do botão na página), esse se torna um ótimo exemplo de um teste A/B.

Mas pense bem, quantos testes como este você já fez na sua empresa? Em muitos casos, são mudanças tão sutis quanto mudar uma vitrine, um portfólio ou trocar os produtos de lugar e ver o que é melhor para as vendas.

3. Programas de fidelidade e de indicações

Cupons de desconto soam como música para os ouvidos de qualquer cliente. Mas eles costumam funcionar melhor quando fazem parte de um programa de fidelidade.

Um exemplo muito comum acontece em lanchonetes e restaurantes: a cada compra, o cliente ganha um cupom. Depois de juntar 10 cupons, ganha um lanche ou pizza grátis, por exemplo.

Os programas de indicação também fazem grande sucesso, e funcionam de forma tão simples quanto: indique um número específico de amigos e ganhe descontos ou vantagens no seu próprio serviço.

No mundo digital, esse tipo de programa já foi usado por empresas como Uber e Dropbox, e continuam a fazer sucesso com milhares de negócios dos mais variados tamanhos e segmentos de mercado.

4. Co-marketing

Se alguma vez a sua empresa já uniu forças com outro negócio para ganhar exposição ou gerar oportunidades de venda em conjunto, já fez uso do co-marketing.

Essa é uma das formas mais poderosas de conseguir clientes sem gastar muito. Por isso, algumas empresas que são referência no mercado e contam com grandes orçamentos de marketing já fazem uso dela.

A forma mais comum de fazer co-marketing no ambiente digital é por produzir conteúdo, quer em forma de um artigo para blog, e-book, palestra online ou outra.

A produção do material pode ser dividida ou feita por apenas uma das empresas, mas a grande sacada desta estratégia está em compartilhar os esforços de divulgação e os contatos que serão gerados a partir deste material. Assim, ambas as empresas têm a oportunidade de divulgar sua marca para uma nova base de contatos.

5. Anúncios segmentados

No marketing digital, anúncios segmentados, ou seja, direcionados para que apenas o perfil de público selecionado veja, são usados de forma estratégica para gerar ótimos resultados.

No mundo offline, essa prática já era utilizada — mesmo que em uma versão um pouco mais primitiva. Ao distribuir panfletos em frente a um shopping ou em um ponto específico da cidade em que você sabe que o seu público costumava frequentar, a sua intenção provavelmente era a mesma de quem usa anúncios segmentados online, ou seja, alcançar o seu público onde ele já está.

6. Marketing sazonal

Muitas empresas usam eventos populares ou notícias do momento para chamar atenção e gerar engajamento nas redes sociais, por email ou em lojas virtuais.

Grandes eventos esportivos, como a Copa do Mundo e as Olimpíadas, bem como hashtags populares nas redes sociais são as oportunidades mais exploradas.

A sua empresa já usou eventos ou notícias das quais todo mundo estava comentando para se promover? Então fez marketing sazonal!

7. Sucesso do cliente

Sucesso do cliente é um dos conceitos modernos de marketing mais usados nas empresas. Esse termo se refere a um novo tipo de atendimento ao cliente, que vai além de simplesmente do suporte. A responsabilidade se estende a garantir que o cliente saiba utilizar o produto ou serviço ofertado pela empresa da melhor maneira possível. A ideia é de que, se o cliente tem resultados consistentes com seus produtos ou serviços, vai se manter cliente por mais tempo.

Quanto mais clientes fiéis, maior o sucesso do seu negócio, agora e no futuro. É isso que tantas pequenas empresas conseguem por oferecer bom atendimento e serviços de qualidade.

E quem pensa que atendimento e qualidade dos produtos não têm nada a ver com marketing está bem enganado. Esses fatores nunca foram tão importantes para conseguir e manter bons clientes.

O que isso quer dizer para o seu negócio, na prática?

A maior lição que você pode tirar dessa lista é que o marketing não precisa ser um bicho de sete cabeças. Mesmo sem saber, muitas empresas já usam as principais técnicas de marketing digital para vender mais e fazer os clientes felizes.

É claro que esse cenário pode melhorar (muito) quando você coloca essas mesmas ações em prática dentro de um processo estruturado, que permite avaliar os resultados e aprender com eles a cada dia. É sobre isso que vamos falar em seguida.

O próximo passo: colocar seu negócio na era digital

Se a sua empresa usa de forma analógica as técnicas mais conhecidas no Marketing Digital, o próximo passo é entrar nesse ambiente também para aproveitar ao máximo os benefícios das estratégias.

 

Fonte: Marketing de Conteúdo.

Transformando o mercado com Inovação Aberta e Cocriação.

Conhecer o consumidor com pesquisas de mercado é uma prática tradicional para que empresas guiem o lançamento de novos produtos e serviços.

Porém, duas práticas têm mostrado que aproximar o consumidor do processo de inovação é ainda mais eficiente com a inovação aberta e a cocriação.

Inovação aberta é uma abordagem do processo de inovação. Nela, a empresa inova com a participação de agentes externos (consumidores, fornecedores e até mesmo concorrentes). O mais interessante é que, na inovação aberta, tanto o processo como os resultados da inovação são públicos, sendo o extremo oposto de abordagens de inovação que estamos acostumados (com o processo e resultado fechados na empresa).

Cocriação é uma prática de inovação aberta, ou seja, uma técnica utilizada na abordagem. Ela conta com a participação efetiva de agentes externos no processo de inovação, principalmente no desenvolvimento de novos produtos e serviços. Há quatro pilares básicos para empresas que possuem interesse em cocriar com seus consumidores, fornecedores ou concorrentes: 1) diálogo claro para que todos os objetivos sejam atendidos; 2) acesso mútuo a informações e recursos; 3) compreensão dos benefícios e riscos do processo; e 4) transparência de informações.

As vantagens de utilizar a inovação aberta e a cocriação são várias. Vamos imaginar na cocriação com fornecedores: compartilhando o processo de inovação, é possível alcançar soluções com menor custo e maior eficiência para o mercado. Na cocriação com consumidores: a opinião e o feedback efetivos sobre um novo produto ou serviço fazem com que o produto reaja de maneira dinâmica às nuances dos consumidores.

O processo de participação efetiva dos consumidores soa distante da realidade? Vamos observar dois casos que, por conta da tecnologia, facilitaram a cocriação:

Alguns anos atrás, a Fiat lançou uma plataforma colaborativa para criar um carro- -conceito. Batizado de Fiat Mio, o projeto foi criado a partir de sugestões e ideias de consumidores em uma plataforma que alcançou mais de 15 mil interessados. Nela, consumidores publicaram o que esperavam de um carro da Fiat a partir da sua imaginação. Então, uma equipe de técnicos da Fiat analisou a viabilidade das ideias e adicionou as mais interessantes ao projeto. O carro foi apresentado no Salão Internacional do Automóvel no ano de 2010.

A LEGO, querida de crianças, jovens e adultos há décadas, também lançou uma plataforma colaborativa para criação de novos produtos: a LEGO Ideas. Nela, consumidores são convidados a publicar seus projetos de kits a serem produzidos pela empresa e a votar nas criações de outros consumidores. Então, após os votos e o feedback da comunidade, o projeto que alcançar 10 mil votos é revisado por técnicos da LEGO, aprovado pelo criador e vendido oficialmente no mundo todo. O consumidor, por sua vez, recebe um percentual das vendas e é reconhecido oficialmente como criador do kit.

Estes são apenas dois exemplos de grandes empresas que trabalham com inovação e encontraram uma maneira de fazer com que seus consumidores participem da criação de novos produtos. Ao nosso redor, as plataformas de colaboração também fazem esse papel, desde a concepção da ideia até o financiamento, a exemplo do Kickstarter e do Catarse.

Enquanto pesquisas de mercado buscam compreender os hábitos e preferências dos consumidores, a inovação aberta e a cocriação inserem esses consumidores no processo de inovação. Isso permite que a empresa desenvolva um produto ou serviço que tenha alta aderência no mercado e, consequentemente, maior retorno nas vendas.

Caio Bianchi é professor na Pós-Graduação da ESPM, doutorando em inovação internacional (PMDGI/ESPM) e pesquisador especialista sobre gestão da criatividade, inovação, empreendedorismo e negócios internacionais.

 

Fonte: ESPM.