As 20 marcas mais valiosas do Brasil.

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Segundo o ranking BrandZ, Skol figura no topo da lista, com valor estimado de US$ 8,2 bilhões.

As 20 marcas mais valiosas do Brasil somam quase US$ 50 bilhões, segundo a edição 2018 do ranking anual BrandZ Brasil, realizado pela WPP e Kantar. Lançada na Europa em 1964 e vendida no Brasil três anos depois, a Skol figura no topo da lista, com valor estimado de US$ 8,2 bilhões e crescimento tímido de apenas 1% entre 2017 e 2018.

Em seguida vem o banco Bradesco, que se manteve na segunda posição em relação ao ano anterior, mas com aumento  vertiginoso de valor de 58%, atingindo US$ 7 bilhões de dólares. Em terceiro lugar aparece o banco Itaú, que subiu uma posição no ranking e hoje possui valor de US$ 6,1 bilhões de dólares, aumento de 42% comparado a 2017.

A única marca no TOP20 a perder valor (-22%) foi a Sadia, pertencente à BRF, que está envolta em incertezas. E duas integram a lista de líderes pela primeira vez: a Embratel (em 12º) e a Net (14º), ambas pertencentes ao grupo mexicano América Móvil.

Segundos os especialistas da Kantar, cinco princípios auxiliam no crescimento e sucesso de uma marca no Brasil e de quebra  contribuem para aumentar seu valor: propósito bem definido, inovação, boa comunicação, experiência de marca e amabilidade (atributos emocionais).

A cultura de inovação — avaliada pelos consumidores como investidas de marcas para surpreendê-los com algo novo — é um dos pontos fortes da líder Skol, e também da Globo, Natura e Itaú, segundo a BrandZ.

RANKING MARCA

VALOR 2018     (EM US$)

VALOR 2017   (EM US$)

CRESCIMENTO
1 Skol 8,26 bilhões 8,14 bilhões 1 %
2 Bradesco 7,01 bilhões 4,43 bilhões 58 %
3 Itaú 6,19 bilhões 4,35 bilhões 42 %
4 Brahama 4,47 bilhões 4,38 bilhões 2 %
5 Globo 3,31 bilhões 4,12 bilhões 5 %
6 Antarctica 2,97 bilhões 2,85 bilhões 4 %
7 Bohemia 1,60 bilhões 1,57 bilhões 2 %
8 Sadia 1,46 bilhões 1,88 bilhões -22 %
9 Ypê 1,39 bilhões 1,13 bilhões 24 %
10 Natura 1,35 bilhões 1,25 bilhões 7 %
11 Ipiranga 1,26 bilhões 976 milhões 30 %
12 Embratel 1,14 bilhões Não integrava a lista
13 Lojas Americanas 1 bilhão 731 milhões 40 %
14 NET 939 milhões Não integrava a lista
15 Porto Seguro 922 milhões 640 milhões 44 %
16 Vivo 874 milhões 775 milhões 13 %
17 Renner 820 milhões 684 milhões 20 %
18 Caixa 790 milhões 703 milhões 12 %
19 Petrobras 788 milhões 719 milhões 10 %
20 Pão de Açucar 768 milhões 442 milhões 74 %

Fonte: Exame.

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E-commerce fatura R$ 23,6 bilhões no 1º semestre, alta de 12,1%.

O comércio eletrônico brasileiro faturou R$ 23,6 bilhões no primeiro semestre de 2018, um crescimento de 12,1% ante igual período do ano anterior, de acordo com dados do relatório Webshoppers, produzido pela Ebit/Nielsen.

A pesquisa projeta continuidade do mesmo ritmo de crescimento até o final do ano. Para o ano fechado de 2018, a perspectiva é de alta de 12% nas vendas na comparação anual, totalizando faturamento de R$ 53,4 bilhões.

No primeiro semestre, o comércio eletrônico registrou 54,4 milhões de pedidos, 8% a mais do que no ano passado. O tíquete médio aumentou 3,8%, para R$ 433.

A Ebit, empresa especializada em informações sobre e-commerce, foi adquirida pela Nielsen num acordo assinado ao final de julho. Com o negócio, a Nielsen reforçou sua unidade de negócios de comércio online.

 

 

Fonte: Istoé.