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Análise interna mostra declínio do Facebook

Nos últimos anos, o uso do Facebook diminuiu, com mais usuários migrando para outros canais de mídia social, como o Instagram. De fato, a pesquisa interna do Facebook vista pela The Information revelou que a gigante da mídia social está muito consciente da queda no uso.

A equipe interna de ciência de dados do Facebook descobriu que, a menos que a plataforma possa mudar as tendências de uso, o futuro do aplicativo pode estar em crise.

The Information disse: “[pesquisadores do Facebook] avisaram que se usuários suficientes começassem a postar no Instagram ou WhatsApp em vez do Facebook, o aplicativo azul poderia entrar em um declínio auto-sustentado no uso que seria difícil desfazer. E apesar de tais” pontos de inflexão ” são difíceis de prever, devem ser a maior preocupação do Facebook “.

Até agora, a tendência só foi vista externamente, mas esses dados internos mostram que a especulação e outras pesquisas estavam corretas. Segundo relatos, o Facebook começou a ver um declínio no uso quando o Snapchat começou a crescer em popularidade, com as gerações mais jovens optando pelo aplicativo “anti-Facebook”. É por isso que o Facebook tentou comprar o Snapchat em 2013, criando funções semelhantes ao aplicativo quando sua oferta foi rejeitada.

Agora parece que mais pessoas estão escolhendo o Instagram, WhatsApp e Messenger, o que significa que o Facebook ainda ganha no final, pois é dono de todos eles. No entanto, sua principal fonte de receita é o aplicativo do Facebook, portanto, um declínio no uso afetará fortemente a receita, especialmente da publicidade.

No entanto, por enquanto, ainda parece que o Facebook é uma opção viável para os profissionais de marketing, embora você possa querer começar a procurar ampliar sua estratégia para alcançar um público mais amplo.

Fonte: Smart Insights

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Facebook continua crescendo

Há pouco mais de 15 anos, em 4 de fevereiro de 2004, Mark Zuckerberg, um estudante de Harvard de 19 anos, junto com alguns de seus colegas, lançou um pequeno site chamado Thefacebook. 
“Thefacebook é um diretório online que conectava pessoas através de redes sociais em faculdades”, o site original cumprimentava seus visitantes , explicando que isso lhes permitiria “procurar pessoas na sua escola, descobrir quem está nas suas aulas [sic] , procure os amigos dos seus amigos e veja uma visualização da sua rede social. “Confinado ao campus de Harvard no início, o serviço rapidamente ganhou popularidade e foi posteriormente lançado para outras faculdades. Até o final de 2004, Thefacebook tinha mais de 1 milhão de usuários registrados e a empresa recém-fundada não apenas se mudou para o Vale do Silício, mas também garantiu um investimento de US $ 500.000 do co-fundador do PayPal, Peter Thiel. Depois de mudar seu nome para apenas ” Facebook ” em 2005, a rede social foi aberta ao público em geral no outono de 2006, marcando o início de uma das mais notáveis ​​histórias de crescimento da história corporativa.

Em três anos, a rede social adicionou 350 milhões de usuários e, no verão de 2012, tornou-se o primeiro serviço on-line do gênero a atingir 1 bilhão de usuários ativos mensais. Até hoje, apesar de estar envolto em controvérsias sobre sua (má) manipulação da privacidade do usuário, o Facebook continua crescendo. Somente no último trimestre, o Facebook adicionou 39 milhões de usuários ativos mensais, elevando sua base total de usuários a surpreendentes 2,41 bilhões.

Infographic: Facebook Keeps On Growing | Statista

Fonte: Statista

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Instagram confirma o fim dos likes

Inicialmente a mudança não ocorrerá para todos usuários do Instagram

A iniciativa tem como objetivo contornar o problema de saúde pública que atinge diversos usuários que usam excessivamente e de forma nociva a plataforma de rede social. O “vício em likes” já é tido em muitos países como um grande mal pois provoca alterações no cérebro e consequentemente no comportamento de diversas pessoas de forma similar aos usuários de álcool, drogas, jogos e outras dependências.

As empresas ligadas as plataformas de redes sociais têm se mostrado preocupadas publicamente, até porque não querem parecer produtoras de algo que está alterando a forma de comportamento humano para pior. Sem falar que já é público e notório, mesmo para quem não trabalha com marketing digital, redes sociais e não é influenciador digital que há formas de comprar likes, o que certamente não é recomendado, mas provoca uma sensação de “poder ser quem não é” para uma grande quantidade de desavisados.

Mas qual o motivo?

Para o Instagram, o objetivo é fazer com que a plataforma seja mais saudável e não vicie as pessoas, gerando sensações positivas e não maléficas.

A mudança não ocorrerá em definitivo e não estará visível para todos os usuários do Instagram brasileiro. Iniciando hoje, os usuários da versão beta do aplicativo, influenciadores digitais com muitos fãs e outros perfis pessoais e comerciais importantes já verão a mudança.

Também já está claro que a mudança que já foi testada no Canadá com alguns resultados positivos é apenas um teste. Na realidade, é o primeiro teste deste tipo realizado pelo Instagram em um país maior, pois o Brasil é o terceiro país com mais usuários da plataforma, sendo o primeiro os Estados Unidos e em segundo a Índia.

As curtidas não acabarão

Se a mudança for confirmada em definitivo ou para quem já for selecionado para este primeiro teste, você ainda poderá ver as curtidas realizadas por um amigo, familiar ou fã de sua empresa. Mas isso não aparecerá mais publicamente, sendo que a quantidade de curtidas (likes) restrita apenas aos administradores do perfil.

E sua empresa está no Instagram e outras redes sociais?

Trabalhamos com campanhas de marketing digital focadas em resultado, incluindo criação e gestão de perfis de redes socais, para organizações e podemos assessorar você e sua equipe a iniciar ou manter uma estratégia competitiva digital. Vamos conversar sobre o seu projeto?

Fonte: Equipe Digital

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Marketing digital: dicas para ser encontrado na internet

A disputa por clientes acontecia tradicionalmente nas imediações das lojas, a partir de distribuição de panfletos e propagandas sonoras. Com a chegada da internet, vendas começaram a ser mediadas por computadores e, agora, o desafio de conquistar clientes não tem mais barreiras geográficas. Hoje, você vai conhecer um pouco sobre marketing digital e, com estas dicas, será mais fácil sua loja ser encontrada na internet!

Presença digital é a base do marketing digital

O primeiro passo para você ser encontrado na internet é garantir presença digital – clique aqui para saber mais sobre o assunto. Ao contrário do que se pensa, entretanto, isso é muito mais do que fazer sucesso nas redes sociais e conquistar likes e compartilhamentos.

O sucesso da sua empresa na internet depende destes quatro pilares:

 

  • Conteúdo: o material publicado em seu site e redes sociais deve ser relevante e adequado ao público;
  • Relacionamento: a internet é o meio mais fácil para você se relacionar com o seu cliente e, segundo o IBGE, 116 milhões de brasileiros acessam a rede mundial de computadores;
  • Plataforma: a maneira que o seu site, rede social ou loja são feitos interfere diretamente no relacionamento entre a sua empresa e o cliente. Seja profissional ao usar plataformas e garanta que elas são confiáveis e fáceis de usar;
  • Posicionamento: a maneira que a sua loja se comunica com o público é uma extensão dos valores da sua marca. O discurso presente em suas redes sociais deve combinar com os valores do seu negócio

 

Investir em presença digital é uma maneira de fazer seu negócio crescer sem grandes investimentos. Site e redes sociais são fundamentais! (Foto: Unsplash)

Qual é o meu público-alvo?

A maneira mais fácil de converter uma venda é conhecer bem quem está interessado em concluir a compra. O grupo de consumidores e organizações formado por essas pessoas compartilha um perfil semelhante e se comporta de maneira parecida. Esta é a definição de público-alvo.

Ao conhecer as preferências na hora de comprar, hábitos de consumo, condições socioeconômicas (como renda e formação escolar) e detalhes como meios de informação favoritos, será mais fácil entrar em contato com essas pessoas em sites, redes sociais ou campanhas publicitárias. Para ser encontrado, é bom saber quem te busca.

SEO, site e blog

Ao fazer uma pesquisa nos buscadores como o Google.com, a plataforma organiza os resultados a partir de regras de ranqueamento. Sites, blogs e demais páginas da internet são expostas como resposta de acordo com o grau de adaptação aos critérios. Para ser encontrado ali, uma das principais estratégias do marketing digital que você vai precisar usar é o SEO (Search Engine Optimization).

Para melhorar o ranqueamento e aumentar a quantidade de pessoas que encontra a sua loja como resposta, uma das principais estratégias é criar um blog. Ao alimentá-lo com conteúdo relevante e adaptado ao famoso SEO, sua página pode aparecer como primeira resposta.

O site da sua loja também pode ser otimizado para aparecer entre as primeiras respostas no Google. Procure parceiros que vão te atender nesse quesito! (Foto: Unsplash)

Redes sociais

As três principais redes sociais são o Instagram, o Facebook e o Twitter. Entretanto, ainda é possível utilizar o PinterestLinkedIn e até o YouTube para se comunicar com clientes em potencial. Escolher as redes sociais que você deve explorar é um processo que precisa levar em consideração o funcionamento de cada rede social e o público presente nela.

Por exemplo, se você vende roupas ou produtos de beleza, explore as fotos e vídeos curtos do Instagram. Se você oferece serviços variados, o Facebook é o local com o público mais variado. Se a sua loja é especializada em consultoria ou prestação de serviços empresariais, o LinkedIn é uma rede social profissional e deve reunir públicos importantes para a sua loja.

Postagens pagas

Outra maneira de aumentar a possibilidade de sua página ser encontrada é investir em publicidade em redes sociais. É possível aumentar a quantidade de pessoas que verão as suas postagens no feed ao pagar pequenas quantias por clique em links ou visualização da publicação.

Para entender melhor como funciona cada um dos tipos de publicidade, clique nos links: Facebook; Instagram.

Anúncios em mecanismos de busca

Outra alternativa para aumentar a visibilidade da sua empresa na internet é anunciar diretamente no Google. É possível pagar para que sua página apareça no topo dos resultados de pesquisa como um link ou como propaganda em espaços de anúncio do Google em diversos sites da internet.

Marketing digital é o caminho para ser encontrado na internet

Usar a internet para atrair clientes é um dos passos para o sucesso do seu negócio. A partir de redes sociais, mecanismos de busca, blog e site, é possível aumentar a quantidade de pessoas que tem contato com a sua marca, conhecem suas soluções ou produtos e, assim, optam por comprar de você!

Se você precisa de mais dicas para fazer a gestão do seu negócio, entre em contato conosco Auris Ideias Digitais.

Fonte: terraempresas

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Métricas da Vaidade: como não se entregar a elas

Quando falamos de redes sociais, a primeira coisa que vem em sua cabeça é número de seguidores, certo? Vejo muita gente se gabar por ter milhares de seguidores! Legal, mas será que isso é de fato uma métrica relevante? As métricas da vaidade são um problema para quem decide investir em marketing digital nas mídias sociais.

Empresas e profissionais liberais em vez de qualificar o que realmente tem importância em uma rede social ou blog, se preocupam em quantificar números que não expressam se uma estratégia deu certo, se houve conversão.

Uma vez recebi uma cliente aqui na agência questionando o porquê de não conseguir converter em vendas as promoções que postava no seu perfil: “eu não entendo, tenho 16 mil seguidores é só minhas amigas compram de mim”, comentou a cliente que estufou o peito para se referir ao número de seguidores em seu perfil.

Fazendo uma rápida análise, observamos que as interações em suas postagens não passavam de 1%, onde muitos likes e comentários eram de público masculino que com certeza não estavam interessados em comprar um vestido tubinho para uma baladinha sábado à noite.

Esse é um típico exemplo de métricas da vaidade. Quando apresentadas para um público não técnico, podem até parecer grandes coisas, mas quando submetidas a um julgamento crítico e profissional, se desmancham como um castelo de areias.

Então o que são as métricas da vaidade?

Definimos as métricas da vaidade, sejam elas em um site ou em redes sociais, como indicadores que medem quantidade e não qualidade.

Um perfil com 200.000 seguidores no Twitter pode ser um número espetacular, não acham? Bem, se você fizer uma análise minuciosa e descobrir que 1,5% dos seguidores deste perfil são realmente ativos, acredito que irá mudar de ideia.

Uma análise técnica deste perfil, chegamos à conclusão que esses números são pura ilusão e tomar decisões em dados que não correspondem o que realmente é preciso analisar, é o caminho para o fracasso, seja o ramo de atuação que for.

Números simples e rápidos de se obter, geram uma miopia que tornam essa “qualificação” equivocada que prejudica qualquer estratégia digital. O que importa é estabelecer métricas que realmente medem o valor e não a sua popularidade.

Alguns exemplos clássicos de métricas da vaidade

1 – Likes e coraçõezinhos no Instagram & cia

É muito comum comentários do tipo, meu perfil vai muito bem! Conseguimos X likes essa semana! Legal, mas e daí? O que você ganha de fato com isso? Ah já sei! Faz bem para o ego rs.

Posso ter dado um like porque gostei do título, ou da imagem com um gif de um cachorrinho fofinho que você colocou junto ou de uma foto sua fazendo pose na academia.

Considero Likes ou curtidas com a mais maldita das métricas que pode existir em uma postagem sem objetivo bem definido. Tive uma namorada que quando postava uma foto sua, ficava contabilizando o número de curtidas que havia recebido. Se o número era baixo, ela entrava quase em depressão, uma lágrima podia escorrer de seus olhos. Mas quando atingia uma marca satisfatória, ela ia radiante trabalhar, se sentia uma verdadeira super-star.

2 – Cliques

Outra métrica que geralmente soa como importante mas que pode se tornar mera vaidade.

A quantidade de cliques em uma postagem pode ser interessante para você saber quantas pessoas está levando para um site ou blog, ou estão clicando em um anúncio. Se não tiver uma estratégia bem definida, um objetivo, de nada adianta os cliques.

O post possui muitos cliques mas a taxa de conversão é baixíssima, o tempo de permanência no site é ínfimo, é preciso avaliar se a página de direcionamento condiz com a postagem e se sacia a expectativa da chamada.

3 – Compartilhamentos

Muitas pessoas compartilham a sua postagem, isso pode significar que algo deu certo!

Mas a quantidade de compartilhamento de uma postagem pode não dizer necessariamente que a sua estratégia deu certo. Por exemplo o compartilhamento de uma postagem de humor ou algo que não tenha nenhum objetivo por trás.

Compartilhamentos de seus conteúdos geram tráfego para o seu site. Mas quando esse tráfego já está bem definido, o que realmente importa é colocar esse usuário dentro de um funil de vendas, entregando conteúdo que realmente desperte o seu interesse em prosseguir em uma jornada de compra. Ai sim podemos medir a efetividade de postagens em uma rede social.

Existem muitas outras métricas como taxa de rejeição, downloads de seu aplicativo, seguidores, número de páginas visitadas, que se não tiverem objetivos bem definidos, não servem para nada.

Como fugir das métricas da vaidade

A primeira coisa a fazer é ser humilde o suficiente para entender o seu real tamanho e influência no mercado que atua. É preciso ser frio e analítico e definir quais métricas realmente são importantes para a sua estratégia.

Não é pelo número de seguidores que você tem no Twitter ou no Linkedin que vai determinar que você seja uma referência na área que atua. O número de seguidores não é uma métrica que necessariamente o define como um influenciador.

Não é pelo fato de você ter mais de 30 mil pessoas seguindo o seu perfil no Twitter ou Instagram, que você realmente seja uma referência na área em que atua. Passar o dia inteiro em busca de fãs ao invés de produzir conteúdo de qualidade, que gerem engajamentos, só vai trazer resultado para uma coisa: o seu ego.

Se você já conhece a Auris Ideias Digitais, você já sabe que a gente ajuda empresas a implementar vendas pela Internet. Então se esse for o seu caso e você precisa de uma ajuda para vender mais, é muito provável que podemos ajudá-lo. Logo abaixo clique em fale comum especialista e a gente vai poder entrar em contato com você e entender um pouco mais da sua empresa para ver se realmente a gente pode ser uma ajuda para o seu negócio.

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Autor: André Cardia

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5 métricas do LinkedIn que você deve acompanhar

Vista por muitos como uma rede social exclusiva para anúncio de vagas ou busca de empregos, o LinkedIn vem ganhando expressividade com o passar dos anos por mostrar ser muito mais do que isso.

O relatório Social Media Trends 2018 aponta que 47,2% das empresas já estão nessa rede, e reconhecem que as estratégias adotadas na rede possuem, sim, um impacto nos resultados de marketing digital.

No entanto, assim como as redes sociais mais populares, o aproveitamento do desempenho em campanhas estratégicas acontece, principalmente, graças a uma boa análise de resultados.

Neste artigo, você conhecerá algumas métricas do LinkedIn e descobrirá o que cada uma delas pode agregar em sua ação de marketing.

O que indicam as métricas do LinkedIn?

Com as métricas do LinkedIn, é possível saber como se comporta o público-alvo diante de determinadas temáticas abordadas, entender que tipo de publicação gera mais impacto e engajamento e descobrir como sua empresa se consolida na rede social.

Tais informações são grandes trunfos para potencializar sua estratégia de social selling, por exemplo, tornando sua página capaz de converter visitantes em leads.

Quais as principais métricas para acompanhar?

Existem inúmeros indicadores de performance disponíveis na chamada maior rede profissional do mundo, desde os mais simples até os mais complexos.

Uma forma de dividir e classificar as métricas do LinkedIn é separando-as por segmento:

  • performance das publicações;
  • comportamento dos seguidores;
  • desempenho da página.

Que tal conhecer algumas delas?

1. Resultados de pesquisas

Sua empresa utiliza as palavras-chave corretas em seu perfil? Uma boa dica para descobrir essa resposta é fazendo simulações de pesquisas com as palavras elencadas como sendo as que melhor descrevem seu negócio e os diferenciais vendáveis de sua companhia.

Dica: Uma boa maneira de tornar sua empresa mais visível na rede é utilizar técnicas de geomarketing. No LinkedIn, essa estratégia é chamada de “personalização para públicos globais”, e permite a criação de direcionamentos de página a usuários que estejam em determinadas localidades.

2. Seguidores na página da empresa

Com base nesse dado numérico, é possível avaliar se a empresa está sendo vista e se as ações desenvolvidas na página geram interesse legítimo no negócio, fazendo com que as interações não sejam apenas pontuais.

O LinkedIn oferece quatro tipos de análise de seguidores: destaques, novos seguidores, demografia dos novos apreciadores e comparação do perfil de seguidores de sua empresa a outras do mesmo ramo de atuação.

3. Perfil dos visitantes

Essa métrica do Linkedin tem como função fornecer dados sobre o perfil dos visitantes da company page.

Na aba “análise”, disponível no perfil corporativo, é possível acompanhar métricas de visitantes divididas em tráfego (visualizações e visitantes únicos) e demografia dos visitantes (filtrados por função, país, região, etc.).

4. Engajamento

As análises de engajamento disponíveis no LinkedIn possibilitam às empresas avaliar os níveis de engajamento com a página e com postagens feitas num período de 30 dias.

Com base no engajamento, é possível avaliar e comparar dados relacionados a “curtidas”, comentários, compartilhamentos, seguidores conquistados e impressões.

5. Número de cliques

Também relacionada ao engajamento, a métrica de número de cliques indica quantas vezes os usuários clicaram no nome da empresa, logo ou conteúdo compartilhado.Além da taxa de cliques, a plataforma fornece uma outra métrica pronta, chamada CTR — Click Through Rate — e representa o número de cliques recebidos por um anúncio dividido pelo número de impressões causado por ele.

O LinkedIn fornece mais impressões a publicações com um CTR alto, baseando-se na probabilidade de que mais usuários interajam com elas. Para apoiar o processo de mensuração de métricas no LinkedIn, a própria página oferece uma aba de análises bastante completa, com gráficos e porcentagens.Conhecer as ferramentas de análise de resultados permite ganhos extraordinários em ações de marketing digital.

O ideal é manter a página sempre atualizada, utilizando-a como cartão de visitas (o que permite até mesmo interligá-lo a serviços inovadores, como o Whatsapp Business, que permite a inclusão de um link para website em sua interface) e também como porta-voz da empresa.Agora você já sabe como usar as métricas do LinkedIn a favor da otimização de sua estratégia. Que tal compartilhar com a gente suas dúvidas e experiências sobre o assunto? Deixe um comentário aqui!

Fonte: marketingpordados

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As marcas nas redes sociais

A internet pegou todas as regras que conhecíamos, a respeito de relacionamento com o cliente, e as modificou. Afinal, os hábitos de navegação on-line das pessoas se transformaram em informações úteis para as empresas, suas redes sociais e novas oportunidades de negócio.

Sem falar que os próprios usuários podem ser considerados, atualmente, como mídia: um meio para divulgar a sua marca, promovê-la e expandir o alcance do seu negócio. Bastava traduzir esse volume massivo de dados on-line para convertê-los em prospects — clientes em potencial.

E a melhor solução para isso foi humanizar as marcas. Afinal de contas, ainda que as empresas queiram conquistar novos seguidores e gerar engajamento, publicações institucionais não surtiriam impacto algum na vida das pessoas.

O que significa humanizar as marcas

As marcas precisam de um rosto, precisam de uma voz — uma que dialogue de forma que o seu público se identifique. Elas precisam de uma abordagem para que sejam encontradas nas preferências e nos assuntos de interesse dos consumidores em potencial.

Isso ocorre em todas as redes sociais e de múltiplas maneiras, como:

  • postagens em blogs
  • ações nas redes sociais
  • entrevistas
  • aplicativos
  • vídeos
  • conteúdo gratuito para download

E mais uma infinidade de estratégias que, lenta e gradativamente, tem humanizado as marcas – pois as pessoas curtem, comentam, compartilham, marcam os amigos e interagem com quem alimenta as redes sociais de suas empresas.

Quais os desafios de manter-se próximo do público

Como em todo relacionamento saudável, deve existir uma troca. E, nesse caso, ela ocorre quando as empresas fazem mais do que divulgar, expor e apresentar conteúdos relevantes para o seu público: acontece quando elas passam a ouvir os clientes.

E essa tem sido a grande sacada na humanização das marcas. Ou seja, o estabelecimento de um diálogo aberto, franco e o mais transparente possível. Principalmente porque essa relação também trafega por linhas tênues, nas quais ações ou comentários equivocados podem colocar toda a estratégia a perder. Daí nasce a necessidade de se manter relevante, atrativo e com cuidado para não fragilizar essa relação, que é um dos grandes desafios de humanizar as marcas.

A personalização é o caminho para desenvolver as marcas

Não é de se admirar que as pessoas prefiram que as suas marcas favoritas sejam humanizadas, ganhando DNA e personalidade. As próprias empresas já fazem isso com o seu público-alvo, ao desenvolver as suas estratégias de marketing digital, traçando um perfil do seu cliente ideal. Principalmente em uma época em que nossos hábitos de consumo diários se transformam em dados, compilados em tempo real por servidores e enviados para empresas os explorarem.

Ao criarmos um rosto, uma voz e uma personalidade— em ambos os lados dessa relação —, humanizamos também a internet, colocando-nos em um mesmo patamar. O foco ainda é a divulgação de sua marca, a exposição dos seus produtos ou serviços e as estratégias mais eficientes para gerar vantagem competitiva, mas agora tratamos os nossos consumidores pelo primeiro nome.

Fonte: penseavanti

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10 tendências de redes sociais para 2019

2018 foi um ano de muitas novidades e acontecimentos no mundo digital, principalmente quando o assunto é rede social. Novas redes surgiram, outras ganharam notoriedade, funcionalidades inéditas foram criadas, algumas redes até se envolveram em escândalos mundiais.

Tudo o que aconteceu no ano passado tem um peso importante nos próximos anos. Neste artigo iremos listar e comentar as tendências de redes sociais para 2019. Confira e comece já a utilizar essas dicas nas estratégias de marketing digital da sua empresa!

1 – Verdade e transparência em 1º lugar

Em 2018 a internet e as redes sociais foram tomadas por fake news e manipulação de dados. Isso teve uma consequência real na percepção dos usuários em relação às redes sociais. De acordo com uma pesquisa da Edelman, agência especializada em relações públicas e marketing, 60% dos usuários disseram não sentir confiança em empresas de mídias sociais. Isso mostra que o principal foco da gestão de redes sociais em 2019 deve ser mais do que nunca o engajamento transparente e significativo de usuários, e não apenas a maximização no alcance de publicações.

2 – Instagram como principal rede social

O Instagram existe desde 2010, mas o ano de 2018 foi um ano especial que trouxe muitas novidades para a rede. Só para ter uma ideia, os gastos com anúncios pagos no Facebook cresceu 40% no segundo trimestre de 2018, enquanto os gastos com anúncios no Instagram aumentaram 177% no mesmo período. Foram muitas novidades: atualização no algoritmo (permitindo ao usuário visualizar conteúdos que mais gosta), compartilhamento de conteúdo de outras contas no Stories, criação do IGTV (aplicativo para vídeos mais longos) e criação do Instagram Shopping (possibilidade de adicionar etiquetas a produtos, com informações de preço e links). Graças a essas novas funcionalidades, o Instagram elevou o seu status e tem grandes chances de ser considerada a principal rede social de 2019.

3 – O crescimento do LinkedIn

Em 2018 o LinkedIn, rede social de negócios, passou dos 500 milhões de usuários, com conteúdo potencial de 100 mil artigos por semana na plataforma. Isso tudo enquanto outras redes sociais passavam por diversos escândalos e problemas. Funcionalidades de grupos, vídeos e a possibilidade de integração com outras redes sociais e aplicativos foram responsáveis por dar ao LinkedIn uma maior visibilidade, transformando a rede numa das melhores mídias para divulgação em 2019.

4 – Conteúdos em vídeo

Os conteúdos disponibilizados em vídeo vêm crescendo desde 2015. Especialistas estimam que em 2019, 80% do que consumimos online será em vídeo, mostrando que este formato poderá dominar a web em pouco tempo. As redes sociais estão disponibilizando cada vez mais funcionalidades audiovisuais, confirmando essa tendência. E as opções de como usar os vídeos são muitas: vídeos gravados e editados, vídeos ao vivo, uso de realidade virtual e outras.

5 – Conteúdo criado pelo usuário (UCG)

O conteúdo criado pelo usuário, também conhecido como UCG (user-generated content), é qualquer tipo de conteúdo que usuários comuns (nada de artistas, celebridades ou influencers) criam espontaneamente sobre produtos ou serviços. A ideia por trás do UCG é aproveitar-se da autenticidade e credibilidade para a criação de um conteúdo com o qual o público pode se identificar. Esse conteúdo pode estar presente em espaços para comentários e avaliações, fóruns de discussões, sessões de perguntas e respostas e ações com hashtags, por exemplo.

6 – Stories

Stories são conteúdos curtos que ficam disponíveis por 24h e depois desaparecem. Essa funcionalidade, presente em redes sociais como Instagram, Snapchat, Whatsapp e Facebook Messenger, está crescendo 15 vezes mais rápido do que o conteúdo compartilhado em feed. Isso mostra que em 2019 esse tipo de recurso pode superar os outros. Assim, as empresas que pretendem melhorar a performance em 2019, devem manter seus stories atualizados e bem gerenciados.

7 – Influenciadores digitais

Já faz algum tempo que realizar ações com influenciadores digitais traz bons resultados para empresas. E parece que em 2019 isso não vai mudar. Só que nesses últimos anos, as empresas perceberam que a quantidade de seguidores não é o dado mais relevante de um influenciador, mas sim os seus resultados mensuráveis. Visto isso, algo que provavelmente crescerá em 2019 serão as buscas por micro influenciadores, que são perfis menores, porém fortes em determinados nichos.

8 – Aplicativos de mensagens privadas

Os aplicativos de mensagem privada, como Whatsapp e Facebook Messenger, estão dominando nossa comunicação. Juntos eles possuem mais de 2,8 bilhões de usuários. Muitas empresas estão preferindo transferir o atendimento ao cliente para esse tipo de ambiente, mais íntimo. Empresas que não disponibilizam de atendimento 24h podem contar com uma outra tendência para ajudar nessa tarefa: os chatbots.

9 – Chatbots e mensagens diretas automáticas

Em 2018 começaram a ser usados com mais frequência os chatbots, programas de computador que usam algoritmos para simular conversas humanas em chats, automatizando tarefas repetitivas e burocráticas. Em 2019 essa tendência se consolida e se aperfeiçoa. Hoje ela já é uma solução viável, de fácil acesso e implementação. Já é possível usar esses robozinhos no Facebook Messenger, Whatsapp e outras redes sociais.

10 – Social Commerce

Social Commerce, ou Comércio Social, é a integração dos e-commerces com as redes sociais. Diversas novidades apareceram em 2018 mostrando que essa integração será tendência em 2019. O Instagram disponibilizou o Instagram Shopping e a loja virtual no Facebook ganhou mais adeptos. Fora que Facebook e Pinterest já contam há algum tempo com funcionalidades características de e-commerce (call to action, links e botões de compra).

Essas foram algumas tendências para redes sociais em 2019. Coloque essas dicas em prática agora ou procure uma agência de mídias sociais para um gerenciamento completo.

Fonte: king.host

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Fim dos likes? Entenda o teste do Instagram que vai esconder curtidas

Ao saber dessa notícia, a primeira reação das pessoas foi entender que o “Like” acabaria, mas não é isso que vai acontecer. Ferramentas de interação é a base de qualquer rede social, e o Instagram não é diferente. Abaixo, tentamos explicar os aspectos que levaram a esta mudança e as implicações para o futuro da plataforma.

Instagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/InstagramInstagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/Instagram

Instagram vai esconder os likes da audiência geral — Foto: Divulgação/Instagram

Quando a novidade estará disponível?

Facebook ainda não se manifestou quanto a data para essa alteração entrar em vigor. No momento, os testes estão sendo conduzidos por usuários selecionados no Canará. Também não há previsão do recurso chegar ao Brasil até o momento.

Qual o objetivo real por trás dessa mudança?

De acordo com o The Verge, um porta-voz não identificado pelo site afirmou que o objetivo principal é “tirar a pressão” de cima do usuário. O Instagram entende que a sua rede social deve ser um local para as pessoas se expressarem, e não um concurso de popularidade. Além disso, querem deixar o ambiente menos tóxico e competitivo.

Continuarei tendo acesso ao meu número de likes?

Sim, cada usuário saberá exatamente quantas curtidas uma foto ou vídeo recebeu, porém, isso não estará aberto para o público. Perguntado pelo site TechCrunch sobre como os influenciadores vão lidar com esta novidade, um porta-voz do Facebook afirmou que eles estudam uma maneira de fazer o usuário demonstrar o seu valor digital para possíveis marcas que queiram patrocinar o seu conteúdo.

Durante o congresso F8, Adam Mosseri, líder do Instagram, anunciou outras possíveis ferramentas da plataforma que entrarão em testes, a maioria com o objetivo de combater o bullying na rede social de fotos. Um deles vai “cutucar” o usuário quando ele estiver escrevendo uma mensagem tóxica ou ofensiva de certa forma, antes de postar o comentário.

Outra ferramenta é o “Away mode”, que permite ao usuário encerrar todas as notificações do Instagram e deixar a sua conta “suspensa” sem precisar deletar, ideal para momentos em que estiver passando por um “período difícil”. Depois que conseguir superar essa fase, poderá voltar normalmente que todo conteúdo estará lá.

Além disso, novas funções vão dar mais controle para o usuário decidir como as pessoas em geral vão interagir com o seu perfil. Assim, poderá escolher quem pode enviar mensagem privada, por exemplo, ou ainda, quem pode comentar em suas postagens.

Fonte: techtudo

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Zuckerberg anuncia mudanças no Facebook, e Messenger vai se integrar a Instagram e Whatsapp, com versão para desktop

Em evento anual, Zuckerberg diz que futuro da rede é permitir experiências mais íntimas e assume que empresa ‘não tem a melhor reputação’ em relação a privacidade no momento.

Zuckerberg apresenta novo visual do Facebook, que muda agora no app e ainda neste ano no site — Foto: Reprodução/Facebook

No evento na Califórnia, o presidente-executivo da empresa divulgou os primeiros passos do grupo nesse sentido, destacando novidades no Messenger, que ele promete que será “o aplicativo de conversas mais rápido” que existe, e a nova cara do Facebook.

O novo Messenger, “refeito do zero”, será lançado “dentro de alguns meses”, mas Zuckerberg não deixou claro se todas as novidades preparadas para o aplicativo serão lançadas ao mesmo tempo. As principais são uma versão para desktop e integração com WhatsApp e Instagram.

Veja os principais anúncios:

  • Facebook ganha novo visual primeiro no app, e muda no site ainda neste ano, com a cor branca predominando, em vez do azul;
  • o serviço de “Facebook Dating”, o “Tinder” da rede social, chega ao Brasil e a outros 13 países;
  • Messenger ganhará uma versão oficial para desktop ainda neste ano, que incluirá chamadas em vídeo;
  • o Messenger se integra ao Instagram e ao WhatsApp: por ele vai ser possível mandar mensagens para amigos dessas outras redes sociais; não foi dito a partir de quando;
  • O Messenger foi “refeito do zero”, ficou mais leve e promete ser o aplicativo de conversas “mais rápido” que existe; a nova edição será lançada neste ano;
  • Também será possível que amigos assistam a um mesmo vídeo, ao mesmo tempo, no Messenger;
  • No Facebook, os grupos serão mais destacados. Grupos sobre temas diferentes terão funções diferentes. Por exemplo, membros de uma comunidade sobre saúde poderão tirar dúvidas sem o nome aparecer na postagem;
  • Grupos de empregos no Facebook terão uma maneira mais fácil para empregadores anunciarem vagas;
  • Grupos sobre jogos terão um novo chat, para que as pessoas possam acompanhar eventos ao vivo e comentar em tempo real — algo próximo do que já acontece em plataformas como a Twitch e o YouTube;
  • Encontre novos amigos será uma nova função do Facebook, que vai conectar quem estiver disposto a isso dentro de uma mesma comunidade (escola, trabalho ou cidade);
  • Instagram terá uma nova câmera, para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos e o uso de efeitos, filtros e figurinhas;
  • o Instagram terá uma figurinha para doações para entidades;
  • Será possível comprar o look só clicando na foto de quem postou, sem sair do Instagram;
  • empresa testa tirar a contagem de “likes” do Instagram — só o dono da foto vai poder ver quantos teve, se quiser; a ideia é que esta seja uma plataforma com “menos pressão”;
  • Whatsapp Business terá um catálogo, para que os vendedores mostrem produtos.
Nova cara da timeline do Facebook — Foto: Divulgação

Nova cara da timeline do Facebook — Foto: Divulgação

Facebook Messenger ganhará versão para desktop ainda neste ano — Foto: Divulgação

Facebook Messenger ganhará versão para desktop ainda neste ano — Foto: Divulgação

Rival do Tinder no Brasil

Ao mesmo tempo em que Zuckerberg discursava, o Facebook anunciou o lançamento de um serviço rival do Tinder no Brasil. O “Dating” já funcionava em 5 países, e será expandido para mais 14. Veja como ele funciona.

Home do Facebook Encontros, nova ferramenta de relacionamentos da rede social. — Foto: Divulgação/Facebook