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6 dicas para trabalhar com marketing de conteúdo

O tempo passa e o marketing de conteúdo se mantém como uma opção de destaque para atrair novos clientes.

Não é de hoje que a produção de conteúdo proporciona campanhas de sucesso para as empresas.

Contudo, a popularização do marketing digital trouxe novas possibilidades, visto que agora, uma marca pode usar vários formatos para transmitir mensagens para todo o mundo.

Desse modo, esse tipo de estratégia ganha novos contornos, portanto, vamos apresentar o conceito de marketing de conteúdo, a importância de fazer uso dele e 6 dicas para aplicá-lo da melhor maneira, confira.

Apresentando o marketing de conteúdo

Como denuncia o nome, essa vertente do marketing se baseia na produção de conteúdos relevantes como forma de agregar valor à marca.

Hoje, mais do que nunca, as empresas que se esforçam para influenciar o dia a dia das pessoas são aquelas que mais têm sucesso.

Para isso, não basta investir em anúncios atrativos, é necessário demonstrar na prática como a empresa pode mudar a vida de quem entra em contato com ela.

O marketing de conteúdo serve especificamente para isso.

Vamos usar lojas de películas automotivas como exemplo, para conquistar o maior número possível de clientes, não basta só fazer propagandas deste produto.

É importante alimentar sites, blogs ou redes sociais com informações complementares às películas automotivas. 

O objetivo deve ser informar o público sobre o que está sendo oferecido.

Quanto mais informações as pessoas obtiverem por meio das suas plataformas, mais preparadas elas estarão para fechar negócio com você.

Sendo assim, o marketing de conteúdo é uma maneira de atender às necessidades do público-alvo ao mesmo tempo em que se valoriza o produto anunciado.

Entenda a importância do marketing de conteúdo

Portanto, agora você conhece o conceito que estamos abordando. O próximo passo é saber em detalhes quais os benefícios de aplicá-lo em uma empresa de projeto usinas solares, por exemplo.

Mais visibilidade na web

O Google privilegia os sites e blogs que produzem conteúdo original. Os métodos de rastreio dos motores de busca identificam páginas desse tipo como mais relevantes.

Dessa forma, investir em marketing de conteúdo significa trabalhar para ter mais visibilidade no ambiente virtual.

Portanto, seguir as estratégias de SEO é vital para concretizar essa possibilidade. 

Interação com o público

Usar as plataformas de comunicação virtuais é primordial se uma empresa fabricante de divisórias sanitárias para banheiros coletivos quer interagir com seus clientes.

Isso inclui:

  • Responder comentários;
  • Acompanhar as reações;
  • Prestar assistência técnica;
  • Tirar dúvidas.

Uma resposta atenciosa ou um compartilhamento podem inclusive se transformar em publicidade espontânea para a marca.

Além disso, o conjunto de ações que um post desperta (engajamento) define a relevância de um perfil nas redes sociais.

Nutrição de leads

Os leads são as pessoas que demonstraram interesse em um produto ou serviço, mas ainda não o adquiriram ou contrataram.

Para transformá-los em clientes efetivos, você precisa nutri-los com as informações necessárias.

Por exemplo, se uma mulher que está construindo uma nova casa pesquisou sobre borda de piscina antiderrapante e chegou ao seu site, é essencial que ela seja exposta a conteúdos que a convençam a fazer a compra.

Esse direcionamento de conteúdo deve ser baseado no chamado funil de vendas, que consiste nas etapas que cada lead percorre até completar uma compra.

Cada perfil tem características próprias, portanto, acompanhe-os para definir quais são os conteúdos mais adequados para eles.

Diminuição do CAC

O CAC é o custo de aquisição de clientes. Essa métrica indica quanto uma empresa gasta para conquistar um novo cliente.

Existem várias formas de fazer isso, mas só o marketing de conteúdo incentiva o tráfego orgânico e a fidelização com um custo-benefício baixo.

Afinal, se você produzir material de qualidade sobre restauração de fachadas preço e souber divulgá-lo nas redes, com o tempo o público vai acessar seu site sem precisar de intermediários como anúncios.

Boa reputação

O marketing de conteúdo é essencial para construir uma boa reputação na internet. 

As empresas que investem nisso têm mais chances de se tornarem referência no ramo de atuação.

Basta pensar que a consultoria de direcionamento de carreira que se dedica a entregar posts relevantes para os seguidores se faz mais presente na vida deles.

As pessoas valorizam marcas que assumem uma postura mais próxima, quando houver necessidade, elas consideram primeiro esse tipo de empresa.

Foco no pós-venda

As ações que a marca assume no pós-venda são partes fundamentais do processo de fidelização de clientes.

Um marketing de conteúdo consistente é um grande auxílio nesta etapa.

Portanto, invista em atendimento online, FAQ e e-mail marketing a fim de incentivar os clientes a continuarem com você. Esse tratamento diferenciado causa uma ótima impressão.

6 dicas para aplicar o marketing de conteúdo

Tendo ciência dos benefícios que essa prática pode proporcionar para a sua atuação profissional, o interesse aumenta.

A seguir, separamos 6 dicas para ter uma atuação impactante no mercado usando essa estratégia, acompanhe.

1- Crie um blog

É essencial que você tenha uma plataforma acessível para publicar o conteúdo produzido. Nesse aspecto, o mais indicado é criar um blog.

Na época das mídias sociais os blogs podem parecer ultrapassados, mas, na verdade, eles são muito úteis para que você tenha o controle do seu marketing de conteúdo.

Depender apenas das redes sociais para repercutir os materiais sobre transferência de veículo valor, por exemplo, pode ser arriscado.

Além disso, em um blog há a possibilidade de pensar todo o layout e o design das páginas para proporcionar uma excelente experiência aos visitantes.

2- Use as técnicas de SEO

As técnicas de SEO já foram citadas no texto anteriormente. Elas consistem em medidas para obter um bom posicionamento nos motores de busca.

Algumas dessas técnicas são:

  • Uso de palavras-chaves;
  • Uso de imagens, listas e vídeos;
  • Produção de conteúdo 100% original;
  • Fácil legibilidade.

Não se esqueça de também valorizar a experiência do usuário. Isso significa não encher o texto de palavras-chaves e vídeos visando apenas o posicionamento.

3- Invista em conteúdos ricos

Os conteúdos ricos são materiais voltados para educar o lead sobre aspectos do produto ou serviço oferecidos.

A principal função deles, além da função didática, é incentivar que os leads forneçam informações pessoais em troca de e-books sobre seguro de moto valor em Curitiba, para citar um exemplo concreto.

Normalmente esses conteúdos são oferecidos por meio de landing pages, páginas independentes do seu site que tem como finalidade conseguir mais conversões.

Os dados que a empresa consegue captar a partir dessa estratégia podem ser usados para segmentar campanhas de anúncios e aprimorar o atendimento ao cliente como um todo.

4- Pense nas redes sociais como aliadas

É preciso pensar nas redes sociais além do senso comum. Elas não são apenas grandes plataformas de entretenimento, muito pelo contrário.

Uma marca que investe em redes sociais está investindo em uma comunicação mais direta e efetiva com a sua base de clientes.

Não é à toa que plataformas como o Twitter e o Instagram são os principais canais de consumo de conteúdo hoje em dia.

Pesquise as principais funcionalidades de cada rede e estude quais são mais interessantes para você, de acordo com os hábitos dos seus clientes.

Elas são ferramentas fundamentais para construir uma imagem positiva na web.

5- Acompanhe os resultados

As principais ferramentas de marketing de conteúdo possibilitam que os usuários acompanhem de perto os resultados obtidos.

No Facebook, são os números de curtidas, compartilhamentos e comentários. No Instagram, o número de visualizações nos stories e cliques nos links.

Esses são apenas alguns exemplos de como você pode mensurar os resultados das suas campanhas.

É importante destacar que nem sempre um grande número de visualizações se traduz em conversões.

Portanto, o melhor a se fazer é analisar o impacto dos seus posts e trabalhar para que cada vez mais pessoas se tornem clientes a partir deles.

6- Faça e-mail marketing

O e-mail é um método de comunicação já consagrado na internet. Você pode pensar que as redes sociais o tornaram obsoleto, mas isso não é verdade.

O ponto é que, hoje em dia, o e-mail vai além do envio de mensagens.

É possível separar o público por áreas de interesse, segmentar mensagens para um tipo de cliente, enviar e-mails promocionais e investir em newsletters, cartas digitais que contêm as principais novidades da empresa.

Só tome o cuidado de não enviar e-mails com frequência excessiva e segmentar o público corretamente.

Esse texto traz todas as informações básicas sobre o marketing de conteúdo, desde a definição até as formas de aplicação.

Portanto, você sabe em detalhes a importância da produção de conteúdo para a divulgação dos produtos ou serviços de uma empresa.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Business Connection, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Tráfego orgânico; Como conseguir gerar para o seu e-commerce?

O tráfego orgânico é todo o movimento recebido por seu site de forma espontânea, ou seja, que não utiliza nenhum tipo de anúncio pago. Esse tipo de tráfego normalmente tem origem em mecanismos de busca e referências.

Toda vez que seu site recebe uma visita, esta representa um determinado tipo de tráfego. Isso demonstra a quantidade de pessoas que acessam seu conteúdo através da internet.

Portanto, o tráfego orgânico nada mais é do que aquele que vem sem nenhum tipo de impulsionamento, de forma natural.

Entretanto, é um erro dizer que é um tráfego sem custo. Isso porque muitas vezes as estratégias de marketing utilizadas por um determinado conteúdo tem um custo de execução, buscando justamente receber como retorno o tráfego orgânico.

Porém, um dos grandes diferenciais desse modelo de tráfego é justamente que o custo é muito baixo, e seu negócio de serviço de frete e transporte de pequenas cargas acaba recebendo em retorno bons resultados por muito mais tempo, diferente do tráfego pago.

Além do orgânico, você também pode conseguir consumidores acessando sua página com outros tipos de tráfego, tais como:

  • Direto;
  • Pago;
  • Social;
  • De referência.

Embora todos os tipos de tráfego sejam vantajosos para um e-commerce, o que gera um engajamento maior acaba sendo o orgânico.

Isso porque clientes que desejam um produto ou serviço em particular acabarão procurando por eles nos próprios mecanismos de busca. Assim, uma pessoa que procura no Google “empresas de entregas”, certamente encontrará o local ideal para fechar negócio.

Por esse motivo, um cliente que chegou em seu site organicamente tem muito mais chance de fazer a compra do que ter se deixado levar por um anúncio pago.

Por que usar o tráfego orgânico?

Existem inúmeras vantagens na utilização desse tipo de tráfego para um e-commerce, principalmente por conta das possibilidades de conversão geradas pelo interesse do público. Entre elas, podemos mencionar:

1 – Melhor custo-benefício

Um dos principais pontos da utilização do tráfego orgânico é seu custo-benefício. Para modificar seu e-commerce para que ele consiga melhorar seu engajamento, você terá um custo muito menor em comparação a outras ações de marketing.

Isso porque o único fator realmente determinante é melhorar o SEO do conteúdo. A sigla, que significa Search Engine Optimization, representa uma série de atividades que tem como objetivo final melhorar seu ranqueamento junto aos motores de busca.

Se você está com um projeto de loja de roupa online, é interessante já começar a alimentar essa ferramenta agora, para no futuro, estar melhor estabelecido.

Quando um cliente faz uma pesquisa na internet, ele normalmente encontra o que estava precisando entre os primeiros links apresentados.

Por isso, há uma movimentação por parte da empresa para se adequar aos algoritmos de pesquisa e se encontrar nestas primeiras posições.

Quanto mais seu e-commerce for capaz de subir no ranqueamento das ferramentas de pesquisa, maior será o potencial de negócios que conseguirá alcançar.

Esse tipo de ação acaba gerando muitos resultados, com um custo baixo e que não precisa de gastos de reposição.

Assim, seja uma loja de roupas femininas para revenda ou e-commerces dos mais variados ramos podem conquistar muito mais oportunidades.

2 – Não há prazo de validade

Outra grande vantagem do tráfego orgânico é que, diferente de outros formatos de alcançar seus seguidores, neste caso, não existe um prazo de validade para as ações.

Todos os procedimentos tomados para melhorar o tráfego em seu e-commerce são permanentes.

Isso porque tudo fica em um histórico em seu site, e ele não tem uma limitação para ficar ativo na internet gerando engajamento. Por conta disso, esse movimento se torna fundamental para conseguir atingir os objetivos da empresa.

Isso porque uma campanha de marketing teria um custo praticamente impossível de acompanhar para ter a mesma funcionalidade que o tráfego orgânico.

3 – Poder de escalada

Quando você cria um anúncio para seu e-commerce, ele não tem nenhum poder de escalada. Isso significa que, no momento em que você parar de pagar o anúncio, ele cessará os resultados.

Entretanto, quando você cria conteúdo para gerar um maior tráfego orgânico, a situação é diferente. Os efeitos que você começar a receber vão aumentar progressivamente, uma vez que conforme o tráfego orgânico aumenta, o custo para criá-lo diminui.

4 – Apresenta credibilidade

Muitas pessoas não confiam em sites que aparecem apenas em propagandas pagas. Quando você tenta vender bolo caseiro artesanal, a credibilidade é um importante fator de negociação.

Um site que organicamente tem bons resultados em pesquisas, passa muito mais credibilidade, uma vez que as ferramentas de busca procuram conteúdo de confiança e qualidade para apresentar.

Por isso, quanto mais você conseguir converter em tráfego orgânico para sua página, maior será a autoridade de seu site, que logo acabará se tornando uma referência na área de atuação.

Ao explorar conteúdos mais profundamente, você consegue ainda mais espaço dentro do mercado, e seu e-commerce pode se tornar uma liderança forte no nicho em que está posicionado.

Por isso, a divulgação orgânica de bolo de leite ninho simples e outros sabores oferecidos pelo seu estabelecimento online pode acabar sendo um grande chamariz para sua empresa, se você utilizar corretamente os elementos digitais.

Como aumentar seu tráfego orgânico?

Para um e-commerce conseguir aproveitar da melhor maneira possível os benefícios gerados pelo tráfego orgânico, é preciso se atentar a alguns detalhes que podem fazer a diferença para conquistar estes resultados.

Conhecendo o seu público

Para que suas ações tenham resultados efetivos, não basta criar anúncios e outras etapas mecânicas. Você precisa saber para quem está apresentando o conteúdo e como estas pessoas consomem.

O primeiro passo é delimitar seu público-alvo. Esse grupo de pessoas está muito mais alinhado com o tipo de produto ou serviço que você oferece em seu e-commerce.

É possível identificar estas pessoas através de relatórios e avaliações de clientes, usuários interessados, motoboy delivery e outros.

Quando você define o público-alvo, já tem ideia do que deve fazer para conseguir um melhor engajamento. Entretanto, esse tipo de métrica ainda é genérica e tem uma margem de erro um pouco maior.

Portanto, o ideal quando você está preparando seu e-commerce para o tráfego orgânico é criar personas para conquistar uma resposta mais personalizada.

A persona é a idealização de um cliente. Trata-se de uma figura fictícia criada pela equipe de marketing para simular um consumidor de fato. A persona tem um nome, endereço, gostos, hobbies, desejos, medos, entre outros.

Quanto mais real for a persona, melhor será o resultado que ela fornecerá para suas ações de marketing.

Otimizando o SEO

Um outro ponto a se verificar é se o seu e-commerce está com o SEO em ordem. Conforme mencionamos anteriormente, o SEO é um conjunto de ferramentas muito importante para melhorar seu ranqueamento junto aos mecanismos de busca.

Trata-se de uma ferramenta fundamental para conseguir explorar em sua totalidade o tráfego orgânico. 

Para conseguir aproveitar todo este potencial, existem alguns detalhes que fazem toda a diferença para conseguir engajar seu e-commerce com estratégias de tráfego orgânico. Um dos pontos mais importantes de qualquer publicação é o título. 

Isso porque os algoritmos dos sites de busca procuram constantemente por palavras-chave, e conteúdos mais fáceis de serem encontrados são aqueles que definem de forma clara e objetiva o que estão oferecendo no título do material.

Por isso, apresentar logo de início que você trabalha com motoboy para delivery pode acabar alavancando seu site.

Assim, será possível aumentar a quantidade de resultados encontrados quando alguém pesquisar sobre o seu conteúdo.

Aproveite as redes sociais

As redes sociais são uma ferramenta imprescindível para qualquer empreendimento.

Embora elas não afetem diretamente o SEO, o potencial de compartilhar seu conteúdo nas redes acaba aumentando as pesquisas relacionadas à sua empresa, o que gera resultados muito positivos.

É preciso ter em mente que as publicações para redes sociais devem ser planejadas pensando em suas estruturas, uma vez que cada tipo de rede tem seu próprio formato de publicação e suas peculiaridades, que devem ser seguidas.

Por isso, é essencial utilizar-se das ferramentas que domine para conseguir criar bons resultados e aproveitar melhor o potencial que as redes têm para oferecer na obtenção de tráfego orgânico.

Além disso, muitas pessoas preferem o contato direto que as redes sociais oferecem, optando por esse tipo de engajamento para tirar dúvidas e questionamentos sobre seu e-commerce.

Por isso, é fundamental ter em mente que sua equipe de atendimento deve sempre estar de prontidão para garantir o melhor retorno possível quando há esse tipo de interação.

Tenha um site responsivo

Um dos mais importantes termos da atualidade, qualquer e-commerce que deseja se manter firme no mercado e aproveitar os benefícios do tráfego orgânico precisa ter em mente o conceito de responsividade.

Trata-se de estruturar o design da página para que pessoas consigam acessar o conteúdo de qualquer plataforma, principalmente em dispositivos mobile.

Esse é um mercado em amplo crescimento, e estar na frente disso significa um excelente potencial para a empresa.

Considerações finais

O tráfego orgânico é um importante ponto para que você consiga explorar seu e-commerce da melhor maneira possível, e é preciso tomar uma série de cuidados para que você consiga obter o melhor desta ferramenta.

Por isso, criar um ambiente com bom potencial de geração de tráfego é fundamental para qualquer loja online que queira ser uma referência em seu nicho de atuação.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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4 dicas para aumentar o tráfego do seu e-commerce

Se você atua com vendas online e não sabe como aumentar o tráfego do seu e-commerce, saiba que chegou ao lugar certo!

As vendas realizadas por meio do comércio eletrônico ficou em alta após a chegada da pandemia gerada pelo novo coronavírus (covid-19), logo, quanto maior o número de acesso e permanência no seu e-commerce, é maior a possibilidade de potencializar as vendas.

Até mesmo um gerador de energia é possível comprar online e se torna o modo rápido e prático de aquisição. Por isso, é importante seguir algumas estratégias a fim de aumentar o tráfego no seu comércio eletrônico para proporcionar a visibilidade do seu negócio na internet.

Pensando nisso, listamos quatro dicas infalíveis para você, empreendedor, aplicar a partir de hoje e potencializar os seus resultados. Ficou interessado e quer saber mais sobre o assunto? Então, continue lendo e confira!

Entenda a importância de aumentar o tráfego do seu e-commerce

É fato que para uma empresa obter sucesso nos resultados é necessário o maior número de clientes tanto no meio físico, quanto virtual. 

Assim sendo, suponhamos que você deseja comercializar de modo online etiquetas personalizadas. Para ter aumento de vendas, será essencial que a sua marca seja vista, certo?

Afinal, é quase impossível vender sem a presença de clientes. Logo, o tráfego é caracterizado pelo número de usuários que acessam a sua página e que podem realizar a compra no momento em que entender que a marca atende suas necessidades. 

Vale ressaltar que as estratégias aplicadas para atrair o público para a loja virtual também envolve as informações relevantes que influenciam o consumidor na decisão de compra. Continue lendo e confira as quatro dicas para aumentar o tráfego e potencializar suas vendas.

1. Aposte no SEO

Muito provavelmente você já tenha ouvido falar em SEO (Search Engine Optimization). 

É a forma ideal para facilitar a busca do potencial cliente que pesquisa desengraxante biodegradável nos mecanismos de busca como Google, Bing e Yahoo. 

Já imaginou a quantidade de pessoas que fariam o acesso na sua loja virtual, ao ver a sua loja no topo de pesquisa? É uma estratégia excelente para aumentar o tráfego.

2. Tenha um site responsivo

Uma situação que afeta a experiência do usuário no seu comércio eletrônico é um site responsivo. Ou seja, proporcionar que o seu público acesse a loja de diferentes dispositivos, sem a interrupção e alterações no layout.

Além disso, é necessário aplicar um bom design para distribuir as informações e permitir facilidade para que o usuário encontre o que precisa. 

3. Forneça informações detalhadas sobre o produto e entrega

Da mesma forma que o cliente quer acessar um site sem interrupções e experiências negativas ao ter fácil navegação, ele também quer ter informações das descrições de produtos, preços e afins.

Você, como consumidor, compraria em uma loja virtual que não fornece informações relevantes para que possa finalizar a compra? Certamente a resposta é não!

Sabemos que nos dias de hoje, o cliente exige o maior número de informações possível para ter ciência do que está adquirindo e se a marca é confiável. Isso pode impactar nos resultados de pessoas que permanecem interessadas pelos produtos e procure pelo concorrente. 

4. Invista nas redes sociais para auxiliar o aumento de tráfego do e commerce

Por fim, mas não menos importante, investir nas redes sociais é primordial para alcançar excelentes resultados de tráfego para a loja virtual.

Isso porque o seu público alvo pode estar neste exato momento navegando no Instagram ou facebook, e ao se deparar com anúncios do seu negócio, pode ser direcionado para o seu e-commerce através de links patrocinados.

Portanto, apostar em conteúdos relevantes, estratégia de SEO e site responsivo, contribuem para o aumento de tráfego e melhoram a experiência do usuário. Se deseja garantir essa prática no seu negócio e ter sucesso nas vendas online, siga as dicas e conquiste excelentes resultados!

Esse artigo foi escrito por Thais Teixeira, Criadora de Conteúdo do Soluções Industriais.

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Trade Marketing Digital: saiba como aumentar suas vendas com essa estratégia

O Trade Marketing Digital, ou Digital Trade Marketing, é uma estratégia que tem sido cada vez mais adotada por empresas para alavancar suas vendas.

Muitas pessoas já estão na internet vendendo seus produtos e serviços, e podem até alcançar algum sucesso, mas é possível que o empresário não esteja explorando todo o potencial de seu negócio.

Vender um banner com ilhos pela internet pode ser um trabalho muito fácil se você souber quais elementos utilizar para uma melhor conversão.

Isso porque a maioria dos negócios ainda não está completamente adequada para uma experiência correta de compra online.

Esse tipo de problema afeta diretamente os lucros de uma empresa, uma vez que com a queda de vendas, os rendimentos também diminuem, gerando uma série de problemas.

Os carrinhos virtuais muitas vezes são abandonados com itens, deixando apenas o desejo de realizar um negócio na mente do empreendedor. Para isso, foi criada a ideia do Digital Trade Marketing, como uma forma de minimizar esses danos.

A ferramenta propõe melhorar a experiência do usuário, impactando a decisão de compras e aumentando a conversão de clientes que colocam os produtos nos carrinhos virtuais.

Essa técnica é, portanto, adequada para aqueles clientes em estágio final do funil de vendas, onde é o momento de gerar a conversão e conquistar o consumidor.

Utilizando essa ferramenta, você pode identificar as melhores estratégias para vender seus produtos, como fita de cetim personalizada, e identificar quais são os elementos primordiais para converter mais clientes.

Trade Marketing Digital ou tradicional?

O conceito de Trade Marketing não é novo para empreendedores com lojas físicas. Essa estratégia promove ações nos pontos de venda para impulsionar um determinado produto.

Isso pode ter uma série de atividades, desde exposições, posicionamento do produto nas vitrines e aumento de estoque para dar conta das vendas.

O Digital Trade Marketing, entretanto, está mais focado em converter em venda o visitante da loja virtual, buscando maneiras de fidelizar o cliente enquanto realiza a conversão.

A grande diferença entre os dois é a área de atuação. O mundo digital exigiu essa migração para criar novas ferramentas de suporte ao empresário, visando a conclusão de mais negócios.

A forma de consumo mudou com os anos. Antigamente, para efetuar uma compra, você obrigatoriamente tinha que sair de casa e ir até uma loja. Lá, era possível conversar com um vendedor, que se encarregaria de concluir a transação.

Você poderia ir em uma loja e ver em funcionamento uma impressora térmica etiqueta adesiva, por exemplo.

Hoje em dia, a maioria dos produtos e serviços está a um clique de distância, com uma variedade muito maior de escolhas através de e-commerces concorrentes.

Isso obrigou o empreendedor a criar uma experiência diferenciada para o cliente como uma forma de se destacar e conseguir fechar uma venda.

1 – O que considerar no Trade Marketing Digital?

A primeira coisa a se considerar com o Digital Trade Marketing é que a ferramenta deve avaliar os motivos da rejeição de produtos no carrinho.

Esse elemento é uma das maiores problemáticas de e-commerce no Brasil, e conseguir entender os motivos pode ajudar a driblar essa situação. Muitos clientes podem estar até considerando a compra, mas algo os faz desistir.

Identificar esse motivo é fundamental para aumentar suas vendas no site.

Trabalhar com atividades de estimulação sensorial pode te fazer pensar que não é possível converter seu serviço através de vendas online.

Entretanto, uma boa estratégia pode identificar um público-alvo que você estava perdendo por não se atualizar com a internet.

Além disso, a ferramenta busca uma evolução da experiência do cliente enquanto estiver comprando. Não basta ter um bom produto, toda a jornada de compra deve ser uma experiência única e prazerosa para render um bom resultado.

Isso porque, quanto mais satisfeito um cliente estiver, não só ele irá concluir a compra mas também torna-se um promotor de sua empresa, divulgando em suas redes de amigos e familiares sobre a qualidade da experiência, ou com o famoso marketing boca a boca.

Se você tiver uma loja offline, as chances de crescimento ficam ainda maiores. Isso porque a experiência online oferecida pelo Trade Marketing Digital pode melhorar a visão que os clientes têm de seu negócio físico também.

2 – A experiência omnichannel do cliente

Alguns clientes podem preferir efetuar toda a jornada de compras online, mas retirar em mãos o produto: é o famoso omnichannel. Nesse caso, ao chegar em sua loja, você tem uma oportunidade de fidelizar o cliente e garantir que ele voltará mais vezes.

Um consumidor pode comprar pela internet uma cesta para bicicleta, mas pode desejar levar a bicicleta até sua loja para instalação. Ali, você pode mostrar mais produtos e se engajar em uma nova venda, ou garantir o retorno do cliente mais vezes.

Com essas ações, é possível identificar os elementos de sua estratégia de marketing que têm sido mais bem sucedidos, e quais você deve repensar no planejamento para um resultado melhor.

Como o Trade Marketing Digital está focado em diversas pequenas ações, que podem ser facilmente implementadas, é possível testar e diversificar seu plano estratégico para que se adeque às suas necessidades.

Isso permite que você consiga melhorar o efeito que deseja alcançar de forma prática, fácil e assertiva, com ações pontuais.

Como aplicar o Trade Marketing Digital?

Não existe um passo a passo para você seguir no que diz respeito ao Digital Trade Marketing. As ações que envolvem a ferramenta são independentes e podem ser aplicadas em qualquer ordem.

O importante, nesse caso, é a quantidade de ações que você aplicará, e não a sequência de eventos.

Para vender seu serviço de motoboy, é preciso utilizar uma série de ferramentas que possibilitarão ao cliente compreender as especificações do serviço e as formas de contratação.

Comece com um trabalho de base em seu site. Muitas pessoas desistem de compras online por falta de informação, então trabalhe muito bem a descrição de seu produto. Quanto mais detalhado for o perfil de um item, mais segurança o cliente terá na hora de fechar o negócio.

É preciso detalhar tudo com clareza de informação, de forma que o consumidor consiga compreender rapidamente e sem precisar perder muito tempo lendo descritivos técnicos. Isso vale também para imagens.

Não economize na hora de colocar imagens do produto que está à venda. Ângulos diferentes, cores, áreas de exposição. 

O máximo de informações visuais que você puder fornecer será ideal, uma vez que antes de ler toda a descrição de um produto, o cliente se atrai pelo visual.

Além disso, procure uma plataforma responsiva para seu site. Atualmente, muitas pessoas utilizam smartphones e tablets para efetuar suas compras online, e se a página não ficar adequada nessas ferramentas, as chances de o cliente desistir da compra são grandes.

Tente facilitar o máximo possível o checkout da loja. Alguns sites até mesmo oferecem a possibilidade de compra com um clique. Isso ocorre porque, quanto mais demorado for a etapa de pagamento, maiores são as chances do cliente desistir.

1 – A otimização para motores de busca

O SEO (Search Engine Optimization) é uma das ferramentas principais para auxiliar o trabalho dentro do Trade Marketing Digital. 

Com essa estratégia, é possível alavancar suas vendas usando ferramentas de engajamento orgânico, subindo seu ranqueamento em motores de busca.

Para vender vinho lambrusco rosé na internet, não basta ter um excelente produto. É preciso se engajar para aparecer no topo das páginas de busca, onde as pessoas costumam parar sua pesquisa.

Para isso, o SEO possui algumas estratégias, como:

  • Palavras-chave;
  • Otimização de página;
  • Velocidade de carregamento;
  •  Automatização.

Esses processos auxiliam a melhorar a imagem da marca junto ao consumidor ao engajar com conteúdo real e orgânico, permitindo uma maior aproximação entre o cliente e a empresa.

 

2 – Fique de olho na concorrência

Apesar de abandonar um carrinho com produtos ser um problema, ele não é exclusivo. Monitore seus concorrentes, identifique as ações que eles estão tomando para lidar com esse tipo de situação.

Você não deve interferir negativamente nos trabalhos de um concorrente, uma vez que isso seria muito antiético. Mas pode aprender com o que eles estão fazendo certo e utilizar as estratégias para tentar melhorar seu próprio empreendimento.

A análise é fundamental nesse tipo de engajamento de marketing. O processo de evolução da empresa se dá por tentativa e erro, e você provavelmente não vai resolver todos seus problemas na primeira tentativa.

Uma empresa de controle de acesso externo precisará de várias tentativas para resolver todas as pendências envolvendo sua estratégia de marketing.

Por isso, manter um monitoramento constante é fundamental para conseguir identificar quais elementos da estratégia de Digital Trade Marketing estão funcionando, quais você pode deixar de lado e onde melhorar.

É possível inclusive analisar se não é o momento de tentar outras microações dentro do Trade Marketing Digital para melhorar sua conversão de vendas.

O essencial nesse tipo de estratégia é identificar os pontos de falha em seu site, que podem afastar clientes ou fazê-los desistir de comprar. Ao melhorar a experiência de um usuário, você garante mais sucesso e resultados.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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5 dicas para criar títulos para o seu conteúdo

Não é segredo para ninguém que algumas pessoas leem apenas os títulos de matérias jornalísticas e manchetes de jornal. No marketing digital, esse problema ressurge na importância dos títulos para conteúdos de blogs, vlogs e afins.

Na verdade, de nada adianta ter os melhores produtos do mundo, sejam infoprodutos (e-books, apostilas, videoaulas, etc) ou produtos convencionais como roupas, calçados e joias, se o título não for eficiente em atrair a atenção dos clientes em potencial.

Lembrando que a internet trouxe uma democratização incrível dos veículos de divulgação, permitindo que qualquer empresa marque presença nela e promova seu trabalho. Mas o que é bom, por outro lado, cria uma concorrência enorme.

Então, se seus concorrentes utilizam gatilhos e toda uma estratégia de criação de títulos, não é possível você ficar para trás e ainda assim querer resultados melhores, não é mesmo? Daí que decidimos escrever este artigo, sobre como fazer títulos matadores.

Além disso, alguns vícios de formatos antigos de marketing precisam ficar para trás. Por exemplo, o erro de tentar falar a todos os públicos, sem segmentação ou personalização da mensagem, como será aprofundado adiante.

Se a televisão e o rádio tinham o desafio de pulverizar sua mensagem, fazendo o famoso “atirar para todo lado”, no marketing digital isso jamais funcionará, uma vez que tudo precisa levar em conta os perfis da sua persona, com base no público-alvo.

Outro extremo que costuma cair em erro e gerar títulos ruins, é o tamanho da frase. Segmentar não quer dizer colocar quase todas as informações no título, pois isso pode deixá-lo muito grande e bastante desinteressante.

Aliás, existem plataformas que priorizam títulos curtos, como algumas redes sociais e, sobretudo, os motores de busca, que chegam a sugerir limites (como o de não passar de 65 caracteres, por razões de otimização da página).

Na mesma linha, um erro comum é exagerar na dose de humor, metáforas ou até mesmo sensacionalismo. Até porque, é preciso estudar cada segmento a sério e primeiro compreender a linguagem apropriada para seu público.

Além do mais, um título sempre vai precisar entregar o que promete, portanto, não adianta exagerar na promessa apenas para atrair público, e depois frustrar a maioria das pessoas. Esse tipo de ação acaba se tornando um desserviço para o site e a marca.

Então, agora que já vimos o que não é um bom título, que tal irmos no sentido contrário? 

Se você quer entender como criar títulos que engajam de verdade, atraindo o seu público de maneira criativa e assertiva, é só seguir adiante na leitura.

1. AIDA: a estratégia principal

Do que foi dito acima, já deu para compreender que a criação de títulos é quase que uma ciência, ou mesmo uma arte. Por isso mesmo, já existe até uma técnica utilizada pela maioria dos especialistas da área, que é o método AIDA.

Na prática, essa estratégia contém todos os elementos que qualquer segmento pode precisar, seja uma oficina de troca de óleo carro ou uma indústria petrolífera. O próprio significado das quatro letras já demonstra isso:

  • A de ATTENTION (Atração);
  • I de INTEREST (Interesse);
  • D de DESIRE (Desejo);
  • A de ACTION (Ação).

Isso já mostra como a falta de planejamento ou estratégia pode trazer limitações. A maioria de nós pensaria, em um primeiro momento, apenas em gerar atração, não é mesmo? No máximo, interesse e desejo, já a parte da ação provavelmente escaparia.

Inclusive, a própria distinção entre interesse e desejo poderia ficar nebulosa. Então, vamos por partes: primeiro, a atração, que nada mais é do que utilizar ao menos uma palavra central a respeito do que será entregue, e que seja atraente para o leitor.

O interesse pode ser despertado pelo uso de palavras que indiquem qual o benefício ou as vantagens que o leitor terá em acessar aquele conteúdo. Ao passo que o desejo pode surgir no senso de urgência, o que faz a pessoa querer consumir aquilo rápido.

O timing é um elemento fundamental na internet, pois, como vimos, a concorrência e disputa por atenção é muito grande. Aí é que entra o papel da ação, como um título que diga “Aprenda tudo sobre aula de direção baliza”.

Geralmente, a ação vai ser incluída por meio de um verbo, como o “aprenda” do exemplo acima. Outro ainda mais prático seria algo na linha do título que utilizamos neste artigo, que também poderia ser: “5 dicas para criar sites que superam a concorrência”.

Neste caso, a palavra “site” é o elemento de atração, a ação permanece no verbo “criar”, ao passo que o interesse e o desejo (aliado à urgência) surgem no termo “superam a concorrência”, que é algo que todo empresário quer.

2. Por que customizar ao máximo?

Acima falamos sobre segmentação e perfis da persona. É preciso aprofundar isso, afinal, a tentação de “falar para todo mundo” é muito grande. A gente sempre pensa que com isso as chances de atingir alguém aumentam.

Mas não é bem assim. Na verdade, diminuímos as chances, pois é impossível um produto impactar todo mundo. Ele sempre vai ter alguma restrição de gênero, de valor ou simplesmente de interesse.

Pense em um exemplo clássico, se um título diz “Você aí que é advogado, quer resolver X problemas?”, talvez 90% das pessoas que lerem não são advogadas realmente. Porém, quando um advogado ler, vai parecer que foi feito especialmente para ele, concorda?

O mesmo vale para limpeza de bancos automotivos e qualquer outro segmento do mercado. A ideia é customizar ao máximo o título e o conteúdo. Acredite, isso gera um gatilho que torna o material muito mais assertivo e converte muito mais.

3. O poder da simplicidade

É claro que um técnico conhece todos os jargões ou termos específicos do seu segmento. Contudo, embora o foco seja customizar, é sempre bom lembrar que um título não precisa ter palavras difíceis por causa disso.

Então, a não ser que uma palavra-chave técnica seja o grande segredo que você tem certeza que vai atrair a atenção do seu público, prefira sempre o simples, como diz a regra de que “menos é mais”.

Por exemplo: faria mais sentido dizer “Somos a melhor oficina funilaria e pintura do bairro”, ou “Somos a oficina de melhor performance…?”. Perceba que a segunda opção ficou truncada e nichada demais.

Na regra do método AIDA, lembre-se do último elemento, o da “ação”. Foque no verbo como o grande motivador do título, e isso vai evitar o uso de termos secundários. Como no caso de “somos” a melhor do bairro. No fundo, isso é o que importa, concorda?

4. Palavras boas e palavras ruins

É sempre bom lembrar que as palavras ruins precisam ser evitadas, assim como um vendedor costuma evitar elementos negativos, correto? Não exatamente, pois o marketing digital tem suas regras próprias.

É claro que você não fala mal do seu produto, porém, uma palavra ou expressão negativa pode ressaltar a sua solução. Um exemplo clássico seria “Pare de perder dinheiro…”, ou ainda “Não corra riscos: renove sua cnh tipo b”.

É claro que perder dinheiro é algo ruim, e correr o risco de ser parado por um policial rodoviário com a carteira vencida, também. Mas se você aplica esse gatilho psicológico, no fundo, o termo caiu como uma isca, concorda?

Na verdade, todo produto pode ser explorado pela negatividade que sua ausência causa, como um cronograma capilar para crescimento, ou produtos alimentícios, ou mesmo de saúde. 

Também assim, os adjetivos podem ter o mesmo efeito, porém com o sinal invertido. No caso deles, você explora a positividade das palavras, como ao usar os termos “oportunidade”, “incrível”, “excelente”, “única” e tantas outras.

5. Nunca se esqueça do SEO

Não é possível falar em marketing digital sem mencionar o SEO (Search Engine Optimization), que nada mais é do que a Otimização de Páginas para Motores de Busca, como o Google, o Bing e o Yahoo.

Atualmente, quando uma pessoa pesquisa algo como “projeto data center”, ela só encontra nas primeiras páginas os sites que fizeram otimização e seguiram os algoritmos. Portanto, seu título precisa levar em conta esses parâmetros.

Afinal, você não vai querer ficar de fora dos grandes buscadores, não é mesmo? Saiba que hoje essas plataformas já são capazes de identificar até mesmo se uma palavra-chave, que consta no título, realmente está presente no corpo do texto.

Então, se for explorar um título com a palavra-chave “escapamento de carro”, certifique-se de que ela está presente no primeiro parágrafo, e que aparece algumas vezes em subtítulos e até no nome das imagens da página.

Tudo isso vai facilitar na otimização e permitir que suas páginas consigam atingir um bom ranqueamento nessas que se tornaram as maiores vitrines da atualidade.

Com isso, vemos que a aplicação de um título estratégico pode fazer toda diferença na hora de criar e promover um conteúdo, especialmente quando as dicas dadas acima são levadas em conta.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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Long Tail e Head Tail: saiba os diferentes tipos de palavras-chave

Palavras-chave Long Tail e Head Tail estão presentes nas estratégias de marketing digital de empresas no mundo todo. São compostas por uma ou mais palavras e dizem respeito aos termos que as pessoas mais usam para fazer pesquisas.

Esses tipos de palavras-chave são usadas em buscadores como o Google, sendo fundamental entender bem sobre elas para saber aplicá-las. 

É especialmente importante abordar sobre as long e head tails quando começamos a elaborar um planejamento de estratégias em SEO (Search Engine Optimization, ou otimização para mecanismos de busca).

Não dá para fazer SEO sem as palavras-chave e sem saber usá-las, uma vez que são elas que vão otimizar um texto e fazer com que ele seja encontrado mais facilmente pelos usuários, quando estes realizarem uma pesquisa.

De maneira resumida, trata-se, nada mais nada menos, do que a maneira que o usuário escreve sua dúvida no Google.

É dessa forma que o buscador pretende esclarecer suas dúvidas para você obter as respostas que deseja. No entanto, esses termos também norteiam as ações no momento de criar posts, blogs e sites.

Por isso, neste artigo, vamos explicar a importância das palavra-chaves, como elas influenciam as estratégias de SEO, além de abordar sobre os seus dois principais tipos: long tail e head tail. Acompanhe a leitura!

Importância da escolha da palavra-chave

O marketing digital já predomina os esforços das empresas para divulgar sua marca, produtos e serviços na internet, uma vez que o ambiente online faz parte do dia a dia das pessoas em muitos momentos.

Se a maioria dos indivíduos estão conectados, logo os clientes de qualquer negócio estarão lá, como uma joalheria que venda anel de compromisso folheado a ouro.

É preciso que as empresas também marquem essa presença online, mas somente “estar” não é o suficiente; é preciso usar algumas estratégias e técnicas bem elaboradas.

Devemos pensar como usuários da internet para tomar algumas decisões. Por exemplo, quando queremos esclarecer uma dúvida, qual o primeiro lugar que pensamos em pesquisar? Certamente, no Google.

Pode até ser que você tenha outras fontes, mas o Google é a porta de entrada para a pesquisa de diversos assuntos na internet, até mesmo no acesso pelos computadores convencionais.

O Google recebe cerca de 100 bilhões de pesquisas por mês, o que significa que muitas pessoas estão pesquisando sobre variados temas mensalmente. É essencial que as empresas estejam entre os resultados que os usuários vão obter a cada pesquisa.

A razão é óbvia, e podemos usar como exemplo uma empresa de segurança bancária que aparecer entre os resultados de pesquisa de um usuário. Com isso, ela tem muito mais chances de atraí-lo e conquistá-lo como cliente.

É aqui que mora a importância de escolher bem a palavra-chave que será usada em uma estratégia, afinal, é por meio dela que o cliente ou potencial cliente (lead) vai ou não encontrar o seu negócio nos resultados.

No entanto, existem milhares de concorrentes lutando por uma boa posição do Google, por isso é necessário saber quais os termos ideais a serem usados em seus conteúdos. Isso significa que mais do que escolher, é importante pesquisar com calma as palavras-chave.

Essa ação envolve um estudo bem detalhado, conhecimento de público e outras ações importantes, principalmente porque esses termos influenciam diretamente nas estratégias de SEO.

Seu objetivo é otimizar o site e colocar a página em uma boa posição no ranking de resultados. Logo, se uma pessoa pesquisou sobre empresa de escavação, as empresas que fizeram boas escolhas de palavras-chave tendem a aparecer nas primeiras posições.

Nem sempre é uma tarefa fácil, uma vez que muitos acreditam que os termos usados devem ser aqueles que as pessoas mais pesquisam, mas é necessário pensar que a maioria das empresas também podem estar usando as mesmas opções de palavras.

O ideal é escolher as palavras-chave que melhor se encaixam no conteúdo e que realmente descrevam o que tem nele.

Tipos de palavras-chave

Existem dois tipos muito usados de palavra-chave, como mencionamos no início deste conteúdo. Vamos explicar um pouco sobre cada um desses modelos a seguir.

Long tail

O primeiro tipo de palavras-chave é o que chamamos de long tail. Ela ajuda a melhorar as ações em marketing de conteúdo, aumentando o tráfego e atraindo visitantes qualificados.

Trata-se de um termo mais pontual, que atende a uma demanda específica do usuário. Traduzindo para o português, seu nome quer dizer “cauda longa”, e possui quatro ou mais termos em sua estrutura.

Portanto, é destinada a uma pesquisa mais específica. Um exemplo disso é uma pessoa que pesquise algo como “creme rejuvenescedor e clareador em Campinas”. Note que ela procura um creme exclusivo em uma cidade específica.

No entanto, se essa mesma pessoa digitar “creme” no Google, ela ter diversos resultados diferentes como resposta. Em outras palavras, as palavras-chave long tail fornecem resultados mais direcionados.

Usar esse tipo de termo é muito importante para as empresas, pois ele traz vantagens como:

  • Facilitar conversão;
  • Melhor custo-benefício;
  • Clientes mais qualificados;
  • Baixas taxas de rejeição;
  • Aumento do tráfego.

As palavras de cauda longa devem ser usadas frequentemente, pois quanto mais a empresa é específica em seus conteúdos, mais fácil ela aparecerá nos resultados do Google.

É importante ser bastante direcionado, por exemplo: uma farmácia de manipulação pode escolher o termo “shampoo manipulado para oleosidade” em seus conteúdos, pois trata-se de um assunto pontual, que apenas pessoas específicas irão pesquisar.

Para usar uma long tail do jeito certo, também é importante escolher com cuidado o assunto que será abordado. Muitos temas podem tratar um assunto com uma palavra-chave de cauda longa, por isso, o segredo é produzir vários, mas bem direcionados.

Esse tipo de termo também pode ser aplicado em qualquer etapa do funil, mas é preciso ter habilidade em seu uso, além de planejar bem o conteúdo.

Head tail

Além das long tail, também existem as head tail, que dizem respeito a termos mais gerais de busca. Trata-se de uma única palavra que tem como intuito responder a uma pergunta.

Por exemplo, uma clínica para tratamentos na coluna pode usar a palavra “shiatsu nas costas” como tema central de seu blog, caso esta seja sua especialidade.

São termos menores e com alto volume de busca, o que significa que há muitas pessoas pesquisando ao mesmo tempo, o que exige um planejamento estratégico para usá-los.

Essas palavras também são importantes para as estratégias, uma vez que elas conseguem impactar um número maior de usuários. As head tail também complementam as ações com as palavras de cauda longa, por isso, recomenda-se seu uso junto à elas.

Como resultado, as head tails atraem pessoas que tenham um perfil compatível com os produtos ou serviços oferecidos pela marca.

Essas palavras-chave devem ser usadas também porque nem sempre o tema específico do conteúdo será pesquisado.

Por exemplo, se uma gráfica criou um conteúdo sobre “quando solicitar uma impressão digital em cores em papel transparente”, poucas pessoas usarão o termo, mas muitas podem pesquisar somente “impressão digital colorida”.

Esse exemplo de head tail vai fazer com que mais pessoas cheguem até aquele conteúdo que usa uma long tail como tema central de seu conteúdo. Ou seja, uma complementa a outra.

Nem sempre as pautas de atração são o foco dos materiais feitos pelas marcas. No caso do funil de vendas, por exemplo, é importante produzir conteúdos de decisão e consideração.

O tema central não é algo muito procurado, pois o consumidor sabe que tem um problema, mas não sabe qual solução aplicar.

Vamos pensar, por exemplo, em uma mulher que está em sua primeira gravidez. É natural que ela busque informações sobre tudo o que diz respeito a sua nova condição, o que inclui roupas.

Uma confecção terá conteúdos mais específicos, como calça jeans com elástico na cintura, um tipo de vestimenta ideal para as gestantes. Mas não é usando esse termo que ela vai fisgar a grávida.

Isso porque a mulher ainda não sabe que sentirá falta de usar um jeans quando a barriga estiver maior. Portanto, ela vai pesquisar termos como “roupas para gestantes”; “calça jeans grávida”, entre outros.

Portanto, se a confecção em questão quiser atrair esse público mais inexperiente, terá que usar termos mais gerais, como as head tail.

Outro exemplo disso é uma pessoa que acabou de adotar um filhote e precisa dar a primeira vacina no animal. Dificilmente ela procurará informações como “veterinário vacina importada primeira dose”, mas sim algo mais abrange como “clínica veterinária 24hrs”.

Conclusão

As palavras-chave são determinantes para fazer com que as páginas de um blog ou site apareçam entre os primeiros resultados de uma pesquisa. Só que é preciso saber usá-las e conhecer os seus diferentes tipos.

Neste artigo, você aprendeu sobre as palavras de cauda longa e as head tails, bem como quando cada uma deve ser usada. Assim, fica mais fácil criar conteúdos que estejam de acordo com as pesquisas do público-alvo e os mecanismos do Google.

Desse modo, os clientes e potenciais clientes tomam conhecimento dos produtos, serviços e soluções que a marca tem a oferecer, independentemente do nível de conhecimento do consumidor e da especificação do termo usado pela marca.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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SEO: Como ele pode aumentar as vendas do seu e-commerce

Quando falamos sobre SEO para e-commerce estamos nos referindo, sem dúvida, a alguns dos termos mais importantes do universo digital. A razão para isso é bem simples, e vai ficar clara mais adiante.

Por um lado temos os e-commerces, que nada mais são do que o comércio eletrônico como um todo, o que envolve sites, plataformas e marketplaces que vão desde a venda de produtos de grande apelo popular, até venda entre empresas.

Esse tipo de negociação está entre as que mais cresceram nas últimas décadas, e hoje já concorrem seriamente com as lojas físicas. Já o termo SEO remete aos motores de busca, pois é uma sigla para Search Engine Optimization.

Trata-se da famosa otimização de sites, que faz o ranqueamento das páginas de modo a permitir que elas apareçam com destaque para ferramentas de busca como o Google, Bing e Yahoo, que hoje são os mais utilizados pela média dos brasileiros.

Só de ler isto, certamente você já se identifica com esse cenário e não deve duvidar que seja mesmo dessa forma. Ademais, há números e pesquisas que comprovam esse fato, ano após ano.

Uma pesquisa recente, realizada pelo Compre&Confie, demonstrou que o e-commerce cresceu mais de 70% no último período. O que, em termos de faturamento, significa mais de R$ 27 bilhões movimentados em apenas um ano.

Já sobre os buscadores, podemos nos focar no Google, que é o maior do mundo e concentra cerca de 90% das pesquisas totais. Segundo a Internet Live Stats, conceituada empresa de pesquisas, o número deles vem crescendo muito.

Atualmente, cerca de metade da população mundial realiza ao menos uma busca por dia. 

Isso significa que a plataforma Google processa mais de 3,5 bilhões de pesquisas, ultrapassando o número de um trilhão de buscas anuais.

Agora, imagina se você tiver um e-commerce ou se estiver migrando seu negócio físico para o digital, e consegue bons posicionamentos nesse motor de busca. A pesquisa por seu portfólio e suas soluções promete crescer espantosamente.

Com isso já fica um pouco mais claro o quanto faz sentido falarmos sobre SEO para e-commerce, não é mesmo? 

Para isso, é preciso ponderar que, embora tudo isso seja democrático e sirva a qualquer empresa, há dicas que não podem passar em branco.

Então se você quer compreender melhor como oxigenar suas vendas no e-commerce por meio da otimização das suas páginas, siga adiante na leitura e tome nota.

Qual a importância da palavra-chave?

Hoje em dia, quase todo mundo já utilizou um site de busca. Se você chegou aqui, pode ter sido por meio do link direito, talvez por indicação de alguém, mas é bem provável que tenha sido por uma pesquisa realizada no Google, no Bing ou no Yahoo.

No caso de ser por pesquisa, qual não foi a importância da palavra-chave que você utilizou, não é mesmo? Os buscadores registram buscas que vão desde sacolas de papel artesanal, até “melhor restaurante de comida japonesa perto de mim”.

Esse tipo de variação também diz muito sobre a importância da palavra-chave, sendo as mais comuns:

  • “Perto de mim”;
  • “Em SP” (RJ, MG, etc.);
  • “Comprar”;
  • “Detalhes”;
  • “Vantagens”;
  • “Preço”.

Isso mostra a conveniência e a facilidade que a plataforma costuma oferecer aos usuários.

O que pouca gente sabe é que a escolha das palavras-chave é uma técnica, quase uma ciência, que pode ser mensurada e agir conforme previsões bem acertadas. Não trata-se de sorte ou de “atirar no escuro”.

O que chamamos cauda longa são as palavras maiores, e cauda curta, as menores. Se você precisa ser encontrado pelas primeiras, como “empresas de instalações elétricas prediais”, certamente quanto mais assertivo for, melhor.

Hoje o próprio Google Ads, por exemplo, oferece o seu “Planejador de palavras-chave”, e ali, você verifica quais as variações mais assertivas dos principais produtos que comercializa no seu e-commerce.

Refere-se a um dos pontos essenciais da melhoria de sites, embora haja vários outros algoritmos que são igualmente importantes, de acordo com o que está aprofundado abaixo.

Sobre a descrição dos seus produtos

Uma dica fundamental para e-commerces é a da descrição do produto. Claro que toda descrição de produto é importante, mesmo fora da internet, porém, aqui se trata, como vimos acima, de cumprir algoritmos ou os famosos “robôs do Google”.

Não é difícil imaginar que muito do que os grandes buscadores posicionam foi selecionado por programação, e não manualmente. Isso é um algoritmo, é ele que se relaciona com você quando procura por vinho frutado tinto.

Eles têm evoluído cada vez mais, como para entender (baseado no seu histórico de pesquisa) se você procura vinho para comprar, ou se você apenas costuma ler artigos a respeito. Este é só um exemplo de possibilidades de interação.

Portanto, descrever bem seus produtos é essencial. Você será encontrado pelo texto, pela descrição dos itens do seu e-commerce. O mais importante aqui é a originalidade, e tem muito site grande que deixa isso passar batido.

Certamente é fácil copiar a descrição que está na caixa original do produto, mas, e se você conseguisse personalizá-la e dizer o mesmo só que do seu modo? Pratique isso, pois assim, o buscador vai reconhecer originalidade no seu conteúdo e priorizá-lo.

Às vezes, no próprio manual do software para loja de brinquedos que você anunciou, existem informações mais ricas sobre aquela solução. Pode ser que os outros sites não tenham explorado isso, então se você o fizer, com certeza vai sair na frente.

A originalidade e a relevância são o ponto central aqui. Também é possível fazer descrições mais aprofundadas ao pé da página, como se fosse um blog dentro da landing page ou página de vendas do seu e-commerce, tendência que tem crescido.

Dominando a parte técnica das páginas

Como estamos falando sobre algoritmos, programação e afins, há alguns termos técnicos que não podem ficar de fora. 

A vantagem é que essas plataformas são feitas para serem intuitivas e utilizadas por quase todo internauta.

Então, não se assuste ao ler algo como “meta description”. Trata-se da meta descrição e tem tudo a ver com o que dissemos cima. É simples, se você pesquisa por anzol triplo, sabe aquela descrição curta que aparece logo abaixo dos links?

Trata-se dela, que idealmente não deve ultrapassar 160 caracteres e precisa resumir perfeitamente o que o leitor vai encontrar ali. A dica de ouro é ser chamativo sem ser enganoso, afinal não adianta prometer algo que a página não entrega.

Outra questão técnica e igualmente fácil de manejar é a das URLs, que nada mais são que o endereço do site escrito “por extenso”, por assim dizer. Ou seja, o termo completo que aparece na barra de endereços do navegador.

Quanto mais amigável ela for, melhor será o seu posicionamento. Lembrando que aqui você não “conversa” apenas com os robôs da plataforma, mas também com seu leitor/cliente, que pode prestar mais atenção nisso do que você imagina.

Se o produto é guardanapo de papel infantil, certamente o mais atrativo (além de ter afinidade com o produto, lembrando da regra de não ser enganoso) vai ser algo como: www.seusite.com.br/promoção-de-guardanapo-de-papel-infantil.

Ou seja, esqueça aqueles endereços confusos, quase criptografados, que apresentam caracteres estranhos e são enormes ou sem sentido. Hoje, as próprias plataformas de desenvolvimento de site facilitam essa configuração.

Avaliações: sua história de sucesso!

Tudo o que foi dito até aqui deve ter reforçado a importância que a internet, os e-commerces e os motores de busca atingiram. Certamente, eles se comparam com a importância da televisão e do rádio nas décadas anteriores.

Uma vantagem gritante é que quase ninguém podia pagar por um anúncio em horário nobre na maior emissora do país. Hoje você pode aparecer na maior vitrine do mundo com sua empresa terceirizada de motoboy e com seu e-commerce que venda itens da área.

Mais do que aparecer, você pode escrever uma história de sucesso, oxigenando suas vendas, ampliando seu negócio e lançando bases sólidas para um crescimento escalável e sustentável, tendo resultados desde já, pensando no médio e longo prazo.

Você ainda pode transformar essa história de sucesso em outro fator de otimização. Muita gente utiliza a internet para buscar ou deixar opiniões sobre seu trabalho. 

Então, fique de olho nas avaliações que você recebe por lá, pois essas qualificações dizem muito.

Imagine a importância dos comentários em um produto como anel de formatura folheado a ouro, que lida diretamente com o sonho das pessoas e de uma família inteira, por remeter a um momento tão especial quanto uma formatura acadêmica.

Também não é preciso dizer que se trata de outro algoritmo mensurado pelos robozinhos do Google, não é mesmo? Então acompanhe, agradeça os clientes que deixaram bons feedbacks e considere contatar rapidamente os que manifestaram algo negativo.

Tudo isso demonstra como as técnicas de otimização podem aumentar as vendas do seu e-commerce.

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

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A importância de deixar o seu site mais responsivo

Hoje em dia, já não é mais segredo para ninguém a importância de ter um site para a sua empresa. Afinal de contas, é difícil encontrar pessoas que não usam a internet para compras, dado o grande crescimento das plataformas online.

De acordo com o relatório Digital In, as pessoas têm perdido o medo de comprar online. Em 2017, mais de 1,77 bilhões de pessoas (23% da população mundial) realizaram ao menos uma aquisição por e-commerces. 

Ao todo, mais de US$ 1,4 trilhão foram gastos, com um consumo médio de US$ 833 por usuário.

Além disso, mais de 28% das vendas online são realizadas por dispositivos móveis (tablets, celulares e smartphones), que concentram cerca de 43% do share de todo o mercado.

Isso reflete algumas mudanças pelas quais passa o mercado online. 

Os jovens de 26 a 35 anos são os principais usuários dos aparelhos de telefonia, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), e eles também estão entre o segmento de pessoas que mais compra pela internet.

Por esse motivo, não vai demorar muito para que os sites responsivos deixem de ser um diferencial da concorrência, para se tornarem uma obrigatoriedade para as empresas que desejam sobreviver no mercado online.

Afinal de contas, basta digitar qualquer coisa no celular, como “curso de transporte de passageiros”, por exemplo, e se deparar com muitos resultados. E, é claro, as pessoas vão preferir as páginas com boa navegabilidade em telas menores.

No artigo de hoje, conheça a importância de deixar o seu site mais responsivo e saiba como construir uma plataforma navegável em dispositivos móveis. Acompanhe a leitura!

Mas, primeiro, o que é um site responsivo?

Os sites responsivos são projetados para serem adaptados a qualquer tipo de tela, isto é, desde desktops até celulares, com uma boa resolução e sem deformações. 

A programação é especialmente desenvolvida para identificar a largura e o tamanho de cada aparelho, para então determinar o espaço em que a página irá aparecer.

Importante ressaltar que os sites responsivos ajustam perfeitamente as imagens. Assim, os usuários podem conferir a foto de um guarda corpo de inox, por exemplo, sem interferências, ruídos ou granulações.

Há também uma confusão muito comum entre os sites responsivos e os mobile friendly

Embora ambos proporcionem uma boa experiência de navegabilidade nos tablets e smartphones, a responsividade pode se adequar à qualquer tela, enquanto os mobile são voltados apenas para os celulares.

Sendo assim, muitos negócios preferem adotar a página responsiva, já que não é preciso investir em uma arquitetura diferente, só para navegação nos dispositivos móveis.

Quais as vantagens de ter um site responsivo?

Atualmente, mais de 70% de todo o tráfego da internet se origina dos smartphones. 

Com apenas um toque no celular, é possível ter acesso aos mais diversos conteúdos, desde uma aula de direção para habilitados, até produtos, serviços e curiosidades.

Ao lado disso, cerca de 51% dos consumidores afirmam que usam os dispositivos móveis para descobrir novas marcas e produtos e 89% se mostram mais propensos a recomendar um empreendimento após ter uma experiência de navegação positiva nos smartphones.

Por isso, otimizar o seu site em uma plataforma responsiva é a certeza de expansão e crescimento dos negócios.

Abaixo, confira algumas vantagens de adotar um site responsivo para a sua empresa.

1 – Melhor classificação nos mecanismos de busca

Oferecer uma boa navegabilidade aos usuários é uma das técnicas de SEO (Search Engine Optimization), ou otimização para os mecanismos de busca, uma estratégia que visa melhorar a classificação das páginas web nos buscadores, como o Google.

Quer dizer que um blog post sobre pressostato compressor tem maiores chances de aparecer entre os primeiros resultados, quando a plataforma é responsiva.

Como consequência, é possível aumentar o tráfego orgânico do site, já que os usuários tendem a clicar nos links que estão com melhor rankeamento.

Importante ressaltar que o SEO não se esgota na responsividade. A estratégia também usa outros artifícios, tais como:

  • Emprego de palavras-chave ao longo do conteúdo;
  • Produção de materiais informativos e de qualidade;
  • Construção de uma boa experiência de leitura;
  • Diversificação de conteúdos (texto, foto, vídeo);
  • Entre outros.

Aparecer com um bom rankeamento no Google é um dos objetivos mais comuns dentro do marketing digital. Por isso, ao elaborar um artigo sobre balança digital 180kg, vale a pena investir na utilização do SEO.

2 – Economia com o layout do site

Os sites responsivos são fáceis de gerenciar e de desenvolver. As atualizações aparecem tanto no desktop quanto nos dispositivos móveis, já que não há diferença entre os conteúdos. Com isso, a construção do layout é muito mais simples e econômica.

Afinal de contas, não é preciso requisitar que o programador construa duas plataformas totalmente diferentes, para se adaptar ao tamanho das telas.

Ou seja, os custos operacionais do site responsivo são muito mais otimizados e eficientes.

Portanto, mesmo um pequeno negócio, como uma empresa recém-criada de limpeza ar condicionado automotivo, pode investir na criação de uma página responsiva.

3 – Melhor experiência para o usuário

A experiência é tudo na internet. Os consumidores online tendem a comprar muito mais pelo que vivenciaram dentro de um site e pelo relacionamento com a marca, do que simplesmente por se depararem com um anúncio ou comercial.

Por isso, recomenda-se que as empresas não façam só uma propaganda de uma lampada de led redonda, mas sim, produzam um conteúdo interessante sobre o produto ou outro assunto que seja da curiosidade do público-alvo.

O mesmo vale para a responsividade: ao ter uma boa experiência de navegação, o usuário provavelmente terá mais confiança na sua empresa e, como consequência, irá recomendá-la para outras pessoas.

Dessa forma, é possível não só aumentar as vendas, mais atrair novos visitantes, interessados em compartilhar da mesma experiência positiva.

Além do mais, a responsividade aumenta a velocidade de carregamento dos conteúdos. Ou seja, o internauta consegue visualizar um vídeos sobre o funcionamento de uma caldeiraria industrial, por exemplo, muito mais facilmente.

O tempo também é responsável por melhorar a experiência do usuário. Afinal de contas, com uma rotina cada vez mais rápida e dinâmica, todos querem acessar um site com boa velocidade de carregamento das páginas.

Como criar um site responsivo?

Hoje em dia, é possível encontrar várias plataformas que já oferecem a possibilidade de criação de sites responsivos. 

Isso facilita muito para as empresas, em especial as que não podem arcar com custos de infraestrutura digital, em um primeiro momento.

No entanto, para quem deseja colocar novos recursos e explorar ao máximo da responsividade, recomenda-se contratar um profissional qualificado, como programadores e web designers, que fazem o trabalho de construção e implementação da infraestrutura.

Vale dizer que é importante escolher um tema responsivo para a sua página, já que muitos layouts podem “travar” em dispositivos móveis, devido ao tamanho do arquivo.

Outra dica é ter atenção ao tamanho das imagens. O ideal é optar por uma resolução que não prejudique a qualidade da foto ou da ilustração, garantindo boa visibilidade, mas que ao mesmo tempo, seja leve.

Aliás, é fundamental não usar, de maneira alguma, recursos em Flash. A própria Adobe já anunciou o fim do programa, devido aos inúmeros problemas de navegação e segurança, porém há ainda pessoas que insistem em usar o recursos.

Caso o seu site tenha planos em Flash e há a intenção em transformá-lo em uma página responsiva, busque por alternativas viáveis, como o Java e o CSS. 

Em caso de dúvidas, busque orientação de um programador ou web designer.

Conclusão

O número de dispositivos móveis cresce exponencialmente em todo o mundo. 

Segundo uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), só o Brasil conta com dois dispositivos digitais por habitante e a estimativa é que o país tenha mais de 230 milhões de celulares ativos.

Com a facilidade de conexão à internet pelos celulares, em conjunto com o avanço e aperfeiçoamento cada vez mais fino da tecnologia, muitas pessoas têm substituído os computadores pelos smartphones, principalmente em relação às compras virtuais.

No começo do artigo, mostramos alguns dados que corroboram a afirmação, o que deixa claro a importância de adotar a responsividade para os comércios eletrônicos, sites e demais páginas web.

Espera-se que em um futuro não tão distante, a responsividade deixe de ser um diferencial competitivo, para ser uma obrigatoriedade, indispensável para todos os sites que desejam sobreviver no mercado exigente da internet.

Por isso, se a sua empresa ainda não investiu na promoção de uma boa navegabilidade em dispositivos móveis, está na hora de mudar essa perspectiva e buscar por soluções viáveis o quanto antes.

Mais do que vendas, a responsividade irá ajudar na atração de novos clientes, além de oferecer uma experiência única aos usuários.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.