mcdonalds-e-uber-eats-fecham-parceria-para-fazer-delivery-com-drones

McDonald’s entregará lanches em drone da Uber

A previsão do tempo para San Diego, na Califórnia, é de rajadas de milk-shakes e Big Macs cruzando o céu. E isso é literal: o McDonald’s é a primeira cadeia de restaurantes a testar a entrega de comida nos drones da Uber, em testes que começam em breve, no verão do Hemisfério Norte.

O anúncio foi feito nesta manhã, em Washington, durante o congresso Uber Elevate, projeto de transporte aéreo urbano da empresa do Vale do Silício. Ontem, a EmbraerX apresentou detalhes do seu modelo de carro voador.

Até o fim do ano, outros parceiros, como o restaurante local Juniper & Ivy, serão incluídos no programa.

O drone e a caixa padrão apresentados no Uber Elevate Summit, em Washington (Daniel Bergamasco/VEJA)

Em princípio, os drones não pousarão diretamente na casa dos consumidores. Eles farão parte da jornada. No restaurante, a refeição é colocada em uma caixa de dimensões padronizadas. Encaixada ao drone, ela segue até o topo de um carro da Uber Eats, que terá um grande QR code impresso no capô, o que deve facilitar o pouso do aparelho de forma autônoma. O automóvel segue então até a casa de quem fez o pedido.

Na semana passada, a Amazon, gigante do e-commerce, anunciou que “em questão de meses” começará a testar entregas em seu drone Prime Air. Em maio, o Google revelou que Helsinque, na Finlândia, seria o primeiro local de testes para entregar comida em drones. É o início da corrida espacial pelo delivery urbano, um tema que já desafia os órgãos de regulação. Um dos motivos que farão a Uber trafegar por ar em parte do caminho da entrega é o número grande de áreas em que esse voo não é permitido pela FAA (Federal Aviation Administration), que controla o espaço aéreo nos Estados Unidos. O órgão, porém, participa ativamente das discussões e vem dado sinal positivo para as iniciativas.

E o nosso dadinho de tapioca aéreo, quando chega? Ainda não há previsão para que o Brasil seja incluído nos testes.

 

Fonte: Veja

Artigo Cartão Digital

Cartão Digital ou cartão Impresso, qual devo escolher?

Estamos na era do encantamento e experiência, vivencial se torna cada vez mais necessária. Desta forma, não basta apenas ser bom, temos que ser bons e percebidos, ainda mais quando a referência feita é a vida profissional. Apresentar-se bem e fazer com que o cliente tenha uma lembrança positiva de nós mesmos ou da empresa, pode ajudar a aumentar consideravelmente as vendas.

Em um mercado globalizado e frenético, fazer com que pessoas tenham acesso fácil às suas informações de contato, acaba sendo crucial para fechar negócios de forma imediata ou fixar sua marca na mente de seus prospects.

O bom e velho cartão de visita é uma das opções mais tradicionais e eficientes nesse processo de prospecção e Networking. Pensando nisso, a partir do advento das novas tecnologias, qual cartão é mais eficiente: o cartão de visitas digital ou o antigo cartão impresso?

Cartão de Visita Digital e Interativo é uma das novas formas de disponibilizar as suas informações de forma fácil, eficiente e 100% ecológica, através do seu aparelho móvel (smartphone, tablet, etc…). Por ser online, existe a possibilidade de inserir links de redirecionamento para os contatos que você deseja transmitir, ou seja, o seu site, whatsapp, um vídeo de apresentação de sua empresa ou serviços ou até mesmo para as suas redes sociais.

A exemplo do livro digital, o cartão de visitas digital não mata o cartão impresso, são ferramentas de multiplicação que caminham em conjunto para ações estratégicas dirigidas planejadas.

Alguns diferenciais e vantagens do cartão digital:

1.     Acesso Mobile:

Compatível com smartphones, facilitando o acesso rápido aos seus dados e informações que deseja transmitir aos seus clientes e prospects;

 2.     Envios Ilimitados

Por ser digital, você pode enviar aos seus contatos quantas vezes quiser, evitando imprevistos de término de cartões como ocorre com o cartão impresso;

3.     Whatsapp trabalhando para você

A maior rede de comunicação do Brasil trabalhando a seu favor, ou seja, direcione seu cartão digital para seus grupos de contatos multiplicando os dados que deseja transmitir de seu negócio ou expertise;

4.     Integre com as Redes Sociais

Facebook, Instagram, Linkedin, entre outras centenas de redes sociais integradas em seu cartão digital;

5.     Seja amigo da natureza

Cada vez mais as pessoas estão aderindo e interagindo com empresas e profissionais que atuam com responsabilidade quanto à preservação ambiental. Evite impressões desnecessárias em gráficas e ajude a preservar a natureza;

6.     Repositório seguro

Tenha seus dados em nuvem e recupere de forma rápida e segura através de um QR Code;

Estas são algumas das inúmeras vantagens e funcionalidades do cartão digital frente ao modelo impresso. Saliento, ainda, que  são ferramentas que caminham em conformidade e conjuntas para ações traçadas com brevidade seja na multiplicação ou prospecção de negócios. Como dica, ideal para um profissional de alta performance possuir tanto o cartão impresso como o cartão digital, seja pessoal/profissional e de sua Empresa.

Vou ficando por aqui sempre antenado com as novas tendências e tecnologias para compartilhar com profissionais que gostam de estar um passo a frente de seus concorrentes neste mercado tecnológico globalizado. Eu possuo o codecard, cartão digital que apresenta diferenciais dos demais e tem me proporcionado uma atenção diferenciada em reuniões de negócios, palestras e afins.

E aí, quer ter a experiência de apresentar o seu cartão digital?

Autor: Sergio Escaleira Jr

er]

9gb09jx9guro9corl6w2zx7bv

As marcas nas redes sociais

A internet pegou todas as regras que conhecíamos, a respeito de relacionamento com o cliente, e as modificou. Afinal, os hábitos de navegação on-line das pessoas se transformaram em informações úteis para as empresas, suas redes sociais e novas oportunidades de negócio.

Sem falar que os próprios usuários podem ser considerados, atualmente, como mídia: um meio para divulgar a sua marca, promovê-la e expandir o alcance do seu negócio. Bastava traduzir esse volume massivo de dados on-line para convertê-los em prospects — clientes em potencial.

E a melhor solução para isso foi humanizar as marcas. Afinal de contas, ainda que as empresas queiram conquistar novos seguidores e gerar engajamento, publicações institucionais não surtiriam impacto algum na vida das pessoas.

O que significa humanizar as marcas

As marcas precisam de um rosto, precisam de uma voz — uma que dialogue de forma que o seu público se identifique. Elas precisam de uma abordagem para que sejam encontradas nas preferências e nos assuntos de interesse dos consumidores em potencial.

Isso ocorre em todas as redes sociais e de múltiplas maneiras, como:

  • postagens em blogs
  • ações nas redes sociais
  • entrevistas
  • aplicativos
  • vídeos
  • conteúdo gratuito para download

E mais uma infinidade de estratégias que, lenta e gradativamente, tem humanizado as marcas – pois as pessoas curtem, comentam, compartilham, marcam os amigos e interagem com quem alimenta as redes sociais de suas empresas.

Quais os desafios de manter-se próximo do público

Como em todo relacionamento saudável, deve existir uma troca. E, nesse caso, ela ocorre quando as empresas fazem mais do que divulgar, expor e apresentar conteúdos relevantes para o seu público: acontece quando elas passam a ouvir os clientes.

E essa tem sido a grande sacada na humanização das marcas. Ou seja, o estabelecimento de um diálogo aberto, franco e o mais transparente possível. Principalmente porque essa relação também trafega por linhas tênues, nas quais ações ou comentários equivocados podem colocar toda a estratégia a perder. Daí nasce a necessidade de se manter relevante, atrativo e com cuidado para não fragilizar essa relação, que é um dos grandes desafios de humanizar as marcas.

A personalização é o caminho para desenvolver as marcas

Não é de se admirar que as pessoas prefiram que as suas marcas favoritas sejam humanizadas, ganhando DNA e personalidade. As próprias empresas já fazem isso com o seu público-alvo, ao desenvolver as suas estratégias de marketing digital, traçando um perfil do seu cliente ideal. Principalmente em uma época em que nossos hábitos de consumo diários se transformam em dados, compilados em tempo real por servidores e enviados para empresas os explorarem.

Ao criarmos um rosto, uma voz e uma personalidade— em ambos os lados dessa relação —, humanizamos também a internet, colocando-nos em um mesmo patamar. O foco ainda é a divulgação de sua marca, a exposição dos seus produtos ou serviços e as estratégias mais eficientes para gerar vantagem competitiva, mas agora tratamos os nossos consumidores pelo primeiro nome.

Fonte: penseavanti

9gb09jx9guro9corl6w2zx7bv

10 tendências de redes sociais para 2019

2018 foi um ano de muitas novidades e acontecimentos no mundo digital, principalmente quando o assunto é rede social. Novas redes surgiram, outras ganharam notoriedade, funcionalidades inéditas foram criadas, algumas redes até se envolveram em escândalos mundiais.

Tudo o que aconteceu no ano passado tem um peso importante nos próximos anos. Neste artigo iremos listar e comentar as tendências de redes sociais para 2019. Confira e comece já a utilizar essas dicas nas estratégias de marketing digital da sua empresa!

1 – Verdade e transparência em 1º lugar

Em 2018 a internet e as redes sociais foram tomadas por fake news e manipulação de dados. Isso teve uma consequência real na percepção dos usuários em relação às redes sociais. De acordo com uma pesquisa da Edelman, agência especializada em relações públicas e marketing, 60% dos usuários disseram não sentir confiança em empresas de mídias sociais. Isso mostra que o principal foco da gestão de redes sociais em 2019 deve ser mais do que nunca o engajamento transparente e significativo de usuários, e não apenas a maximização no alcance de publicações.

2 – Instagram como principal rede social

O Instagram existe desde 2010, mas o ano de 2018 foi um ano especial que trouxe muitas novidades para a rede. Só para ter uma ideia, os gastos com anúncios pagos no Facebook cresceu 40% no segundo trimestre de 2018, enquanto os gastos com anúncios no Instagram aumentaram 177% no mesmo período. Foram muitas novidades: atualização no algoritmo (permitindo ao usuário visualizar conteúdos que mais gosta), compartilhamento de conteúdo de outras contas no Stories, criação do IGTV (aplicativo para vídeos mais longos) e criação do Instagram Shopping (possibilidade de adicionar etiquetas a produtos, com informações de preço e links). Graças a essas novas funcionalidades, o Instagram elevou o seu status e tem grandes chances de ser considerada a principal rede social de 2019.

3 – O crescimento do LinkedIn

Em 2018 o LinkedIn, rede social de negócios, passou dos 500 milhões de usuários, com conteúdo potencial de 100 mil artigos por semana na plataforma. Isso tudo enquanto outras redes sociais passavam por diversos escândalos e problemas. Funcionalidades de grupos, vídeos e a possibilidade de integração com outras redes sociais e aplicativos foram responsáveis por dar ao LinkedIn uma maior visibilidade, transformando a rede numa das melhores mídias para divulgação em 2019.

4 – Conteúdos em vídeo

Os conteúdos disponibilizados em vídeo vêm crescendo desde 2015. Especialistas estimam que em 2019, 80% do que consumimos online será em vídeo, mostrando que este formato poderá dominar a web em pouco tempo. As redes sociais estão disponibilizando cada vez mais funcionalidades audiovisuais, confirmando essa tendência. E as opções de como usar os vídeos são muitas: vídeos gravados e editados, vídeos ao vivo, uso de realidade virtual e outras.

5 – Conteúdo criado pelo usuário (UCG)

O conteúdo criado pelo usuário, também conhecido como UCG (user-generated content), é qualquer tipo de conteúdo que usuários comuns (nada de artistas, celebridades ou influencers) criam espontaneamente sobre produtos ou serviços. A ideia por trás do UCG é aproveitar-se da autenticidade e credibilidade para a criação de um conteúdo com o qual o público pode se identificar. Esse conteúdo pode estar presente em espaços para comentários e avaliações, fóruns de discussões, sessões de perguntas e respostas e ações com hashtags, por exemplo.

6 – Stories

Stories são conteúdos curtos que ficam disponíveis por 24h e depois desaparecem. Essa funcionalidade, presente em redes sociais como Instagram, Snapchat, Whatsapp e Facebook Messenger, está crescendo 15 vezes mais rápido do que o conteúdo compartilhado em feed. Isso mostra que em 2019 esse tipo de recurso pode superar os outros. Assim, as empresas que pretendem melhorar a performance em 2019, devem manter seus stories atualizados e bem gerenciados.

7 – Influenciadores digitais

Já faz algum tempo que realizar ações com influenciadores digitais traz bons resultados para empresas. E parece que em 2019 isso não vai mudar. Só que nesses últimos anos, as empresas perceberam que a quantidade de seguidores não é o dado mais relevante de um influenciador, mas sim os seus resultados mensuráveis. Visto isso, algo que provavelmente crescerá em 2019 serão as buscas por micro influenciadores, que são perfis menores, porém fortes em determinados nichos.

8 – Aplicativos de mensagens privadas

Os aplicativos de mensagem privada, como Whatsapp e Facebook Messenger, estão dominando nossa comunicação. Juntos eles possuem mais de 2,8 bilhões de usuários. Muitas empresas estão preferindo transferir o atendimento ao cliente para esse tipo de ambiente, mais íntimo. Empresas que não disponibilizam de atendimento 24h podem contar com uma outra tendência para ajudar nessa tarefa: os chatbots.

9 – Chatbots e mensagens diretas automáticas

Em 2018 começaram a ser usados com mais frequência os chatbots, programas de computador que usam algoritmos para simular conversas humanas em chats, automatizando tarefas repetitivas e burocráticas. Em 2019 essa tendência se consolida e se aperfeiçoa. Hoje ela já é uma solução viável, de fácil acesso e implementação. Já é possível usar esses robozinhos no Facebook Messenger, Whatsapp e outras redes sociais.

10 – Social Commerce

Social Commerce, ou Comércio Social, é a integração dos e-commerces com as redes sociais. Diversas novidades apareceram em 2018 mostrando que essa integração será tendência em 2019. O Instagram disponibilizou o Instagram Shopping e a loja virtual no Facebook ganhou mais adeptos. Fora que Facebook e Pinterest já contam há algum tempo com funcionalidades características de e-commerce (call to action, links e botões de compra).

Essas foram algumas tendências para redes sociais em 2019. Coloque essas dicas em prática agora ou procure uma agência de mídias sociais para um gerenciamento completo.

Fonte: king.host

WhatsApp faz transferências bancárias

WhatsApp faz transferências bancárias.

Correntistas do Banco do Brasil agora podem fazer mais operações por meio do WhatsApp, sem precisar do app do banco. O sistema foi expandido e agora permite a realização de solicitações mais complexas por meio de um chatbot da instituição financeira.

O sistema já estava em testes desde maio deste ano, mas suas funções eram bastante limitadas e restritas a funções de consulta, como visualização do saldo e extrato da conta corrente. Agora, porém, é possível realizar essas 11 operações por meio do WhatsApp.

  • Transferências
  • Consulta código IBAN (International Bank Account Number)
  • Recarga de celular
  • Liberação de cartão
  • Saldo de conta corrente
  • Extrato de conta corrente
  • Extrato de poupança
  • Saldo de poupança
  • Extrato de fundos de investimento
  • Rastreio de cartão
  • Fatura de cartão

Para realizar essas operações, é necessário adicionar o chatbot do Banco do Brasil aos contatos do seu celular, com o número (61) 4004-0001. Quando enviar uma mensagem qualquer, receberá as orientações sobre como usar o serviço.

Vale notar, no entanto, que nem todos os usuários terão acesso à novidade imediatamente. Por enquanto, o sistema está em fase de expansão para atingir apenas 3 milhões de usuários antes de a ferramenta ser liberada para todos.

Em relação a segurança, a autenticação será feita por meio de um link, no qual é necessário digitar seus dados como agência, número da conta e senha, junto de um código de verificação. Assim que houver a confirmação, o próprio robô avisará o usuário de que ele está autenticado.

Fonte: Olhar Digital.

[/fusion_text][/fusion_builder_column][/fusion_builder_row][/fusion_builder_container]

Spotify completa 10 anos.

Aplicativo sueco tem mais de 180 milhões de usuários e 35 milhões de músicas em seu catálogo.

O famoso aplicativo sueco de streaming de música Spotify completará dez anos de existência no domingo, na condição de como “salvador” da indústria fonográfica, que foi gravemente prejudicada pela pirataria na internet. Com 35 milhões de músicas em seu catálogo, o Spotify continua sendo o serviço de áudio online “mais popular do mundo”, com uma comunidade de 180 milhões de usuários.

Destes, 83 milhões são assinantes que pagam pelo serviço, que está presente em 65 mercados do planeta. Em março, a plataforma chegou à África do Sul, o que representou seu lançamento no continente africano. O aplicativo também é o serviço que mais proporciona retorno econômico até hoje à indústria musical, com 9,2 trilhões de dólares (cerca de 35 trilhões de reais) até 31 de dezembro de 2017.

Por cada usuário, a plataforma paga 20 dólares (cerca de 77 reais) a selos e gravadoras, enquanto o YouTube, outro nome gigante do ‘streaming’, remunera os artistas com menos de um dólar. Seu desenvolvimento tecnológico começou em 2006 e o lançamento oficial aconteceu dois anos depois, em 2008, alterando a percepção de que era preciso possuir a música em algum tipo de suporte, físico ou virtual, para poder desfrutar da mesma.

Com a revolução digital do início deste século, os consumidores já estavam habituados ao fato de que não era mais preciso adquirir música em suporte físico. No entanto, a facilidade da pirataria pelos meios digitais fez com que, para cada música baixada legalmente, 20 fossem adquiridas de forma ilícita.

Isso fez com que a indústria fonográfica registrasse oito anos de perdas consecutivas, que depois chegariam a 15. O setor musical passou de quase 23,3 bilhões de dólares de faturamento no ano 2000 para cerca de 17 bilhões de dólares em 2008 e chegou ao “fundo do poço” em 2014, com 14,3 bilhões de dólares, o que supôs uma retração de quase 40%, segundo dados da Federação Internacional da Indústria Fonográfica (IFPI, na sigla em inglês).

Somente nos últimos três anos, a indústria vem retornando para o caminho do crescimento e faturou 17,3 bilhões de dólares em 2017, graças ao empurrão dado pelo ‘streaming’, que gerou 38% das receitas totais, após aumentar seu faturamento em 41% de um ano para o outro.

Com a tecnologia de ‘streaming’, o consumidor de música não precisa mais adquirir um disco completo se estiver interessado em apenas uma canção, uma situação semelhante ao que acontecia quando as gravadoras lançavam álbuns e singles em suporte físico.

A maior sombra sobre o futuro do Spotify, no entanto, está relacionada com seu equilíbrio econômico, já que, desde a sua fundação, vem registrando prejuízos. Em 2017, a companhia fechou o ano com perdas de 1,5 bilhão de dólares. Por outro lado, suas receitas vêm progredindo e chegaram a 4,99 bilhões de dólares no ano passado e o valor de suas ações na Bolsa de Nova York seguem acima do preço de seu lançamento.

 

Fonte: Veja.

Brasil terá longa espera por rede 5G.

Na América Latina, o 5G só deve chegar em 2020 e não deve se massificar até 2025, prevê associação global de operadoras móveis.

Países como Estados Unidos, Coreia do Sul e China correm para ser pioneiros no lançamento da tecnologia 5G em 2019. A promessa é de avanços, como a possibilidade de médicos fazerem cirurgias à distância, por meio de robôs conectados à internet. Outra inovação será a Internet das Coisas, que permitirá que eletrodomésticos “aprendam” as preferências de seus usuários com o uso de inteligência artificial. Na América Latina, porém, o 5G só deve chegar em 2020 e não deve se massificar até 2025, prevê a GSMA, associação global de operadoras móveis.

“Ainda não se sabe qual será o primeiro país da América Latina a usar o 5G”, disse Sebastian Cabello, diretor regional para a América Latina da GSMA. No caso do 3G, o primeiro experimento se deu no Chile, e o 4G começou no Uruguai.

O Brasil possui hoje 218 milhões de conexões móveis ativas, sendo 79% em smartphones. Pouco mais da metade (55%) já usa o 4G. Apesar de serem os maiores números da América Latina, segundo a GSMA, os dados refletem o atraso da região. No México, sede da Claro, são 109 milhões de conexões móveis ativas, 63% por smartphones e 24% com 4G.

O avanço em direção ao 5G será lento. Para 2025, a associação prevê que apenas 8% das conexões móveis da América Latina se darão pelo 5G e, inicialmente, em negócios entre empresas e nas conexões máquina a máquina.

Diretores da Anatel afirmam que o Brasil deve conviver com uma desigualdade tecnológica por muitos anos a partir do lançamento do 5G. Embora a agência já trabalhe para viabilizar o leilão de faixas para a nova tecnologia em 2019, a prioridade ainda é universalizar o acesso à internet banda larga. O 4G já está em mais de 4 mil municípios, onde vivem 94,5% da população, mas ainda há 2 mil localidades que não têm nem com sinal de celular 2G, tecnologia usada apenas para ligações de voz, sem acesso à web.

A ausência de internet móvel se espalha por todas as regiões do País e afeta 4 milhões de habitantes. São Paulo, por exemplo, possui áreas descobertas nos municípios de Cafelândia, Campo Limpo Paulista, Cananéia, Casa Branca, Cesário Lange, Ilhabela, Lavrinhas e Presidente Bernardes. “Querer que o Brasil esteja na ponta das discussões tecnológicas sem ter feito o dever de casa é vender ilusões”, disse o conselheiro da Anatel Anibal Diniz. “Não faz sentido falar em 5G, Internet das Coisas, inteligência artificial e carros autônomos sendo que ainda não conseguimos universalizar o acesso à banda larga.”

Recursos. O desafio do 5G será a formatação de um modelo que viabilize capital para a exploração dos novos serviços, disse o presidente da consultoria Teleco, Eduardo Tude. A novidade deve ser o slicing, sub-redes dentro de uma mesma rede que vão dar prioridade a alguns aplicativos em detrimento de outros. “Provavelmente esse modelo não estará nas pessoas físicas, mas nas empresas, a partir da Internet das Coisas. Talvez tenhamos algo mais concreto em dois ou três anos”, disse.

A prioridade no Brasil é encontrar formas de financiar novas redes de fibra óptica, disse o diretor da Anatel. Neste ano, a agência reguladora enviou ao governo projetos de lei que direcionam taxas pagas por operadoras a esses investimentos. Hoje, a legislação só permite que o dinheiro seja usado nas redes de telefonia fixa.

A despeito do atraso tecnológico, o Brasil faz um trabalho prévio para receber as novas tecnologias. Diniz destacou que a Anatel propôs ao governo taxação zero para a Internet das Coisas. Sem a mudança, seria necessário pagar para habilitar o chip de cada eletrodoméstico conectado – hoje, o valor por chip de celular é de R$ 26. A proposta precisa passar pelo Executivo e também pelo Legislativo. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Fonte: Exame.

IA usada para paliar a falta de médicos na China.

Algumas empresas de tecnologia optam por máquinas que interpretam a frequência cardíaca ou as radiografias de um paciente.

Para superar a escassez de médicos na China, algumas empresas de tecnologia optam por máquinas que, graças à inteligência artificial, interpretam a frequência cardíaca ou as radiografias de um paciente.

Qu Jianguo, aposentado de 64 anos, coloca o pulso em um bracelete de metal colocado sobre a mesa. Alguns minutos depois, recebe em seu telefone celular uma análise médica realizada a partir dos batimentos cardíacos, tudo isso prescindindo de médicos.

Este aparelho criado pela empresa “Ping An Good Doctor” atraiu os olhares durante a Exposição Mundial de Inteligência Artificial, em Xangai, realizada entre 17 e 19 de setembro. Uma boa notícia para a China, que quer liderar os avanços tecnológicos no âmbito médico.

“Vim para ver como amedicina tradicional chinesa [que se baseia na frequência cardíaca para o diagnóstico] pode funcionar sem médico. Seria prático”, explica Qu.

A China conta com apenas 12 milhões de profissionais de saúde para uma população de quase 1,4 bilhão de habitantes.

Ping An Good Doctor, com 228 milhões de inscritos, é uma das maiores plataformas chinesas digitais de cuidados médicos. Afirma receber 500.000 solicitações de consulta por dia.

Diagnóstico express

Os pacientes introduzem dados pessoais e seu histórico médico no aplicativo da empresa e então descrevem seus sintomas. Partindo desta base, a inteligência artificial emite um diagnóstico, que é enviado a um médico.

Este último ganha tempo: basta verificar e validar a pré-análise realizada pelo sistema e escrever, se for necessário, uma receita digital, de modo que os pacientes não precisariam ir a um dispensário.

“Sem dúvida isto pode ajudar a resolver o problema da escassez de médicos. A inteligência artificial pode eximi-los dos gestos banais, simples e repetitivos”, aponta o médico Liu Kang, ex-funcionário do prestigioso hospital Xiehe em Pequim.

“A China ainda se encontra em uma fase de recuperação neste âmbito”, reconhece.

Nos Estados Unidos e na União Europeia (UE), as start-ups e os pesquisadores já se lançaram há algum tempo ao desenvolvimento de tecnologias para resolver as questões de saúde.

A China se inspirou neles e, com a ajuda da inteligência artificial e de big data, cria dispositivos para facilitar o diagnóstico, realizar intervenções cirúrgicas com robôs e participar no desenvolvimento de novos medicamentos.

 

 

Fonte: Exame.

Aplicativo para apuração dos votos em tempo real.

A ferramenta do TSE é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones.

aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014, já tem sua versão para 2018 e a expectativa é que novamente seja um recorde de acessos. Este ano, o aplicativo foi rebatizado para “Resultados 2018”.

A ferramenta é gratuita e a expectativa é que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

Há quatro anos, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a plataforma foi disponibilizada apenas para aparelhos com sistema Android e foi chamada de “Apuração 2014”. O aplicativo foi baixado em 2,7 milhões de dispositivos.

Pesquisa

Pelo aplicativo, os eleitores poderão acompanhar a contagem dos votos em tempo real. É possível pesquisar desde o desempenho de um determinado candidato por meio de consulta nominal até um dado mais nacional.

Na tela da pesquisa, aparecerá, por exemplo, o quantitativo de votos para cada candidato com a indicação dos eleitos ou, no caso da disputa para governador e presidente da República, dos que irão para o segundo turno. Também é possível selecionar os candidatos favoritos e visualizá-los com destaque.

A ferramenta permite que o usuário selecione a abrangência que deseja acompanhar a apuração. Pode ser “Brasil” para a votação de presidente da República e “Estados” para acompanhar a votação para governador, senador, deputado federal, deputado estadual ou deputado distrital.

O eleitor também poderá conferir o desempenho nas urnas do candidato a presidente em cada estado. Além de visualizar o número de votos, é possível acompanhar o percentual de apuração das seções e ainda compartilhar essas informações nas redes sociais.

Votos zerados

Os resultados são atualizados automaticamente e, ao final da apuração, serão exibidos os eleitos com o quantitativo de votos obtidos e o percentual de votação por candidato. O candidato que aparecer com zero voto pode não ter tido votação, estar indeferido com recurso ou, após a preparação das urnas, ter sido indeferido, ter renunciado ou falecido.

Os votos para candidatos indeferidos com recurso ou cassados com recurso não serão exibidos, conforme a Lei das Eleições (Lei nº 9.504/97, artigo 16-A). O aplicativo não apresenta resultados da votação em trânsito nem da votação no exterior para o cargo de presidente da República.

Em decorrência da diferença de fuso horário, o TSE irá começar a divulgar os resultados da totalização dos votos para presidente da República às 19h (horário de Brasília) no dia 7 de outubro, quando a votação do primeiro turno estiver encerrada em todo o território nacional.

Para os demais cargos, a totalização dos votos pelos Tribunais Regionais Eleitorais (TREs) e a remessa das informações ao TSE terá início logo após o encerramento da votação, às 17h, respeitando o horário local.

 

Fonte: Exame.

Facebook: falha na segurança.

Empresa afirma não saber ainda se informações das contas foram acessadas no ataque. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários a se logarem de novo.

O Facebook anunciou nesta sexta-feira (28) que descobriu uma falha na segurança que afetou quase 50 milhões de perfis. A empresa diz que não sabe ainda se informações das contas foram acessadas. Por precaução, obrigou 90 milhões de usuários em todo o mundo a se logarem de novo para entrar na rede social.

O problema foi descoberto na última terça (25), afirma o Facebook em comunicado.

“Como nossas investigações estão apenas começando, ainda temos que determinar se essas contas foram mal utilizadas ou se alguma informação foi acessada.”

Ao G1, a empresa diz que ainda não tem confirmação de que o problema afetou perfis no Brasil. Quem foi deslogado vai receber uma notificação no topo do Feed de Notícias, explicando o que aconteceu.

“Estamos levando isso extremamente a sério e vamos informar a todos o que acontece e que ações estão sendo tomadas para proteger a segurança das pessoas”, informa o Facebook.

Onde estava a brecha

O ataque explorou uma brecha no código relacionada ao recurso “Ver como”, que mostra ao usuário como o perfil dele é exibido para outras pessoas.

A brecha permitiu o roubo de tokens de acesso ao Facebook, que funcionam como chaves e permitem que os usuários permaneçam online sem a necessidade de digitar a senha toda vez que acessam a rede social.

“Nós também invalidamos os tokens de quase 50 milhões de contas que sabemos que foram afetadas, para torná-las seguras novamente. Por precaução, nós também invalidamos acesso a tokens de outras 40 milhões de contas que usaram a funcionalidade ‘Ver como’ no último ano”.

A empresa disse que a funcionalidade “Ver como” está temporariamente desativada enquanto é feita uma análise de segurança e a investigação está em andamento.

Fonte: G1.