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Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

Hoje em dia, todo mundo que usa automóvel – seja motorista ou passageiro – conhece o Waze e sabe como o aplicativo ajuda as pessoas a driblarem o trânsito. Mas, além de ser um aplicativo de navegação, o Waze também pode atuar como uma poderosa ferramenta de marketing, mais precisamente, de destination marketing – conceito em que as pessoas são impactadas durante o deslocamento.

É importante que as marcas entendam que podem contar com o Waze para interagir com seus clientes minutos antes da decisão de compra, o que gera conveniência para as pessoas e mais conversões para os anunciantes. E, em tempos de Black Friday, essa estratégia pode ser fundamental.

Mais que um app, um ecossistema

A missão do Waze enquanto empresa é resolver questões de mobilidade, e a plataforma é preparada, globalmente, para receber as informações dos usuários. O app é um crowdsourcing e recebe alertas sobre o trânsito em tempo real, que é o que faz do Waze um aplicativo tão diferenciado em apresentar os melhores trajetos aos usuários.

Isso faz com que o Waze seja muito mais que um aplicativo: ele é um ecossistema com impacto real na mobilidade das cidades. E quem faz o mapa existir são os seus usuários-editores. A comunidade é o DNA da plataforma. Hoje, o Waze é, ao mesmo tempo, o mapa mais atualizado do mundo e a maior comunidade global de motoristas.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

A relevância do Waze para a mobilidade em um mundo conectado fez com que ele expandisse o seu alcance. Com seus parceiros de mídia, como emissoras de TV, por exemplo, as informações de trânsito em tempo real chegam ao grande público.

Outras iniciativas vão além dos mapas atualizados pelos usuários, ou ampliam a sua utilidade. O Waze Carpool, lançado em agosto de 2018, possibilita que as pessoas peguem e deem carona, reduzindo o número de carros nas ruas e melhorando o fluxo do trânsito. Já o Waze for Cities é uma parceria com o poder público, na qual há uma troca de dados visando um melhor planejamento de mobilidade urbana nas cidades.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

O sucesso e a importância do Waze são refletidos no tempo que os usuários passam usando o app: em média, 1h56 por dia no Brasil, um número impressionante se pensarmos em quantas “horas úteis” – tempo gasto no trabalho, nos estudos ou em trânsito – cada pessoa tem em sua rotina.

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O valor do Destination Marketing para as marcas

Por guiar tantas pessoas para seus destinos, o Waze consegue capturar o contexto de seus deslocamentos. A análise de dados do aplicativo pode indicar se os usuários estão perto de casa, em uma viagem de fim de semana, presos no trânsito ou a caminho de um shopping, por exemplo.

Enquanto outras plataformas de mídia utilizam geolocalização saber onde o consumidor está – em casa, no trabalho, na academia ou em uma loja – o Waze sabe para o cliente vai. Isso é Destination Marketing: impactar o consumidor que está indo para algum lugar, no melhor momento para a comunicação, e é extremamente relevante por identificar o contexto futuro do consumidor.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

Por mais que o consumidor brasileiro seja conectado e influenciado pelo online, 96% das vendas do varejo no Brasil ainda acontecem nas lojas físicas. Neste contexto, sabe-se que a pessoa efetivamente vai até a loja – e é nesse momento pré-consumo, durante o deslocamento, que o Waze pode influenciar o consumidor quando ele está considerando ou adquirindo um produto ou serviço.

O Waze é uma plataforma que de fato leva os consumidores às lojas.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

Destination Marketing gera mais visitas, mais lembrança de marca, mais vendas e mais retorno sobre investimento. Alguns cases globais de campanhas comprovam isso – como no caso da loja Hering que, no Dia dos Pais de 2018, teve 32% a mais de fluxo e 14% de aumento nas transações nas lojas.

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A rota dos consumidores para as lojas na Black Friday

Lojas físicas vêm ganhando cada vez mais representatividade na Black Friday, é o que mostra uma pesquisa do Google com a Provokers. Em 2018, 48% dos consumidores compraram presencialmente e, este ano 62% pretendem visitar as lojas para fazer suas compras. O contexto de compras em lojas físicas é tão grande que até mesmo durante a Cyber Monday, uma data teoricamente 100% digital, passou a ser um momento de ofertas nas lojas offlines.

Na Black Friday, mais consumidores usam Waze para ir até as lojas.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

A Black Friday se tornou a data no ano com maior fluxo para estabelecimentos varejistas no Waze – 60% maior que a média de sextas-feiras comuns. Várias categorias têm crescimento significativo de fluxo em loja na data:

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday-8

O fluxo para shoppings, por exemplo, aumenta 63% na sexta-feira da Black Friday e 10% na semana da data. Além disso, a quantidade de navegações para shoppings no horário de pico, entre 17h e 20h, é 22% maior na Black Friday em comparação com as sextas-feiras comuns.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

Encontrar e ir até as lojas é uma etapa importante na jornada do consumidor:

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

Na Black Friday não é diferente: as buscas por varejistas com alguma referência geográfica associada (ex: nome da loja + endereço, ou nome da loja + nome de um shopping específico) crescem no período. E isso é um fator fundamental na decisão de compra.

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

Transformando seu negócio em destino

O Waze pode transformar negócios em destino para os consumidores. E a importância de uma data como a Black Friday só aumenta as possibilidades para os varejistas que apostarem nesse caminho. Vamos ver como isso ocorre: 1. Construindo conveniência & consideração para as lojas

Saiba como destination marketing pode transformar seu negócio em destino na Black Friday

1. Construindo conveniência & consideração para as lojas

Os pins do Waze colocam as fachadas das lojas no campo de visão dos usuários. Isso gera consideração para os varejistas e conveniência para os usuários, já que, ao clicar, o motorista já consegue traçar uma rota para a loja. O pin também tem a função de location awareness, levando informações qualificadas às pessoas.

2. Facilitando a experiência do consumidor

No momento da busca pela loja ou por uma categoria, as marcas podem aparecer em destaque na busca, com informações qualificadas e em tempo real a respeito do estabelecimento, como horário de funcionamento, por exemplo.

3. Impactando a pessoa em um momento de potencial conversão

O Takeover é um banner que surge quando o carro está totalmente parado. Ele oferece um call to action que pode levar o motorista a diversos tipos de interação. Isso acontece em um momento de grande potencial de conversão: em um trajeto qualquer (alertando para uma loja no caminho, por exemplo), ou antes do consumo, levando ao usuário um anúncio na reta final para direcioná-lo ao local.

4. First look: alta visibilidade em um só dia…

O First Look é semelhante ao Takeover: a diferença é ser o primeiro impacto do dia para os usuários do Waze. O formato fica bloqueado para uma única marca em um único dia, impactando cerca de 1,3 milhão de pessoas, gerando alta visibilidade para a marca.

5. … e re-impactando o consumidor no momento certo

É possível re-impactar usuários que engajaram com o First Look através de um push notification. Assim, quem engajar dessa forma pode ser acionado em um momento estratégico posterior – por exemplo, quando estiver próximo da loja, ou quando chegar em casa, ou algumas horas depois de ter engajado com o anúncio.

6. Loyalty Targeting

Loyalty Targeting possibilita que a marca trabalhe especificamente a fidelização – impactando quem frequentou seu local recentemente (nos últimos 7, 15 ou 30 dias, por exemplo), cross-sell e upsell – impactando quem está a caminho da loja em tempo real, e penetração – impactando quem costuma visitar os concorrentes e não as lojas da marca.

Nesta Black Friday, junte-se ao movimento utilizando Destination Marketing em sua estratégia e torne-se o destino de muitos consumidores.

Fonte: Google

13 dicas fundamentais para começar em UX

Quando comecei a aprender sobre UX (User Experience), encontrei dezenas de desafios e dificuldades. Eram muitos métodos, nomes e jargões diferentes. Pesquisar sobre os princípios orientadores e quais eram as orientações para iniciantes, me ajudou bastante neste processo de aprendizado. Então, para quem está começando, compartilho minha experiência em forma de dicas.

1- Entender de uma vez por todas o que é UX

“UX” significa User Experience (Experiência do Usuário) e se refere a como, quando, onde, por que e quem é a pessoa que utiliza, desde um aplicativo de celular, até um caixa eletrônico. Também está relacionada a como uma pessoa se sente ao utilizar um produto ou serviço. Então, experiência do usuário é qualquer coisa que envolva alguém, por meio de algum tipo de interação ou experiência.

UX vai além de telas ou interações. É a experiência como um todo

De certa forma, é errado se declarar UX designer, porém, este é o termo mais usado no mercado. O que importa é ter a intenção real de querer criar coisas que resolvam problemas e ajudem as pessoas. Vale notar que é uma área multidisciplinar, que engloba conhecimentos diversos, como psicologia e até engenharia. Às vezes, pode parecer confuso e um pouco complicado para iniciantes, pelo fato de reunir uma grande porção de tópicos, rótulos e jargões que mudam e evoluem a todo momento.

2- Entenda as nomenclaturas dos diferentes cargos de UX

Designer UI/UX, estrategista de UX, designer de interação, arquiteto de informação, etc. No início, os profissionais eram chamados de arquitetos de informação, ou analista de usabilidade e depois de um tempo, UX designer.

Elisa Volpato, especialista em UX, fez uma pesquisa em agosto de 2017, em comunidades de UX na internet para conhecer um pouco mais destes profissionais e relatou em um artigo sobre o tema, que traz todas as nomenclaturas possíveis e pode ajudar a determinar a sua.

3- UI e UX são duas coisas completamente diferentes

Uma das principais confusões é achar que UI (User Interface, interface do usuário) é a mesma coisa que UX (User experience, experiência do usuário). UI está inserido dentro de UX, entretanto, é somente uma interface/tela, um meio da pessoa interagir com algo.

É comum encontrar descrições de vagas que vão pedir que tenha conhecimentos de pesquisa, de design de interfaces e outros afins. Isso é papel para mais de um profissional, mas o mercado foi educado de maneira errônea. Claro que é interessante que o profissional de UX conheça e entenda um pouco sobre os princípios de design visual e softwares, como Photoshop e Sketch.

Para lembrar: quando se fala sobre UX Design isso não se limita somente a projetar telas de aplicativos. O profissional responsável por isso é o UI Designer ou o Designer Visual.

4- Entenda o que é usabilidade

A usabilidade é uma parte crucial que molda UX. Não é apenas um produto usável, mas algo que pode ser usado de maneira efetiva para completar o objetivo do usuário de maneira eficiente e satisfatória.

5- Nunca deixe de fazer protótipos e wireframes

A melhor maneira de descobrir se uma ideia vai funcionar, é por meio da prototipação. Ou seja, quando o usuário tem algo concreto para interagir, e não somente especulações. Ajuda o profissional a decidir se aquilo resolve ou não um problema. Testes, erros e acertos.

6- UX e empatia são melhores amigos

Empatia é a palavra que mais aparece no universo de UX. Não existe UX sem empatia, que é a habilidade de se colocar no lugar de outra pessoa, sentir o que ela sente e entender profundamente a situação dela. Essa é uma área que sempre vai levar em consideração o ponto de vista das pessoas.

Logo, desenvolver a capacidade de ter empatia é algo indispensável para quem almeja ser um bom profissional de UX. Buscar conhecer e entender os usuários facilita na hora de projetar algo que funcione e beneficie o próximo. Se não está tentando melhorar a vida das pessoas, o que está fazendo, então?

7- Apresente informações fortes

Seres humanos não são adivinhadores. Independentemente do que você estiver criando, as informações devem ser tangíveis e de fácil compreensão. O design funciona por modelos mentais, e cada pessoa reage de acordo com o que já experienciou. Nem sempre algo que funciona para você irá funcionar para outros.

Dê poucas opções. Quanto mais escolhas o usuário tiver, mais difícil será decidir. O ideal é remover os itens que são legais de ter e deixar somente as alternativas necessárias.

Ah, sim! Um modelo mental é a maneira como pensamos, agimos e compreendemos como algo funciona. Cada pessoa tem um modelo mental diferente. E este é um dos maiores motivos pelos quais você deve entender profundamente para quem está criando.

8- Descobrir o problema verdadeiro antes de tentar resolver os problemas errados

Muitas vezes recebemos problemas “enlatados”, como: projetar uma nova interface mais fácil de usar, melhorar o fluxo de uso de um site, etc. Entretanto, será que este é o problema real que você precisa resolver? Quanto mais questionamentos fizer, mais perto estará de descobrir o que realmente precisa ser solucionado.

Design é sobre pessoas e UX é sobre como projetar elementos que vão compor a experiência de uma pessoa. Não realizar pesquisas ou levar em consideração o ponto de vista do seu usuário é completamente contra todos os princípios de UX.

9- Faça as coisas de maneira simples e intuitiva

Tudo o que você criar deve ser simples de aprender e fácil de usar, encontrar e adaptar. A intuição das pessoas ocorre de maneira automática, então, ao utilizá-la, você vai estar proporcionando uma experiência melhor ao usuário.

O seu trabalho é criar experiências positivas. No mínimo, deve se preocupar e cuidar para não causar nenhuma dor ao usuário. De nada adianta projetar uma interface maravilhosa, cheia de efeitos e motions, se ela é difícil de usar ou não resolve o problema de ninguém.

10- Você não é o seu usuário

O que é óbvio para você, não é para outra pessoa. Os nossos pensamentos, ações e julgamentos são influenciados pela nossa cultura e estilo de vida, de tal forma que nos leva a criar um modelo mental único. Quantas pessoas conseguem entender como você pensa?

11- Forneça pistas e sinalizações

Nunca deixe o usuário ficar perdido. A sinalização é um dos elementos mais importantes de usabilidade, especialmente quando se trata de web, onde há inúmeras opções e caminhos. O seu design deve sempre deixar a pessoa ciente de onde ela se encontra, seja por meio de um título, subtítulo ou breadcrumb, mostrando detalhadamente de onde veio, onde está e para onde irá.

12- Não use jargões

Seja claro! Não use termos técnicos, nem gírias. Lembre-se que a experiência é sobre o usuário e não sobre você.

13- Aprenda a observar

Depois da habilidade de ter empatia, a observação é um dos fatores mais importantes que um profissional de UX deve se preocupar em desenvolver. Muitas pessoas não conseguem descrever muito bem o que estão sentindo ou pensando, e com a observação é possível entender o que está acontecendo, então fique de olho!

Finalizando: estes são os princípios básicos que me ajudaram a começar em UX, mas no final das contas, tudo está relacionado à experiência. Então, não se esqueça de buscar maneiras de apresentar soluções cada vez melhores e que resolvam os problemas das pessoas.

Autor: Gabriel Silvestre

Fonte: iMasters