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Taxa de rejeição: o que é e como superá-la

Já não é segredo para ninguém que trabalha com marketing digital o quanto aparecer nos motores de busca é importante. Mas se tem um tema que ainda deixa dúvidas e causa receios é o da taxa de rejeição, a famosa bounce rate.

De fato, em um mundo em que a geração de conteúdo se torna cada vez mais importante para as marcas, sejam multinacionais de roupa esportivas ou um berçário infantil, o engajamento e as interações tendem a se tornar cada vez mais importantes.

Um dos vários modos de calcular se o pessoal está engajando e interagindo com seus conteúdos é, justamente, por meio da taxa de rejeição. Afinal, quanto tempo a pessoa passa em suas páginas, ou ainda, em quantos botões ela clica?

Se você investe bastante em CTA (Call to Action), que são as Chamadas para Ação, e nem assim seus materiais são clicados, baixados ou mesmo abertos, realmente existe algum ponto errado na sua estratégia, concorda?

Por exemplo, se uma pessoa adora consumir o conteúdo gratuito de um blog de aula de violão para crianças, é natural que mais hora menos hora ela acabe baixando um e-book, depois alguns vídeos e, enfim, que se torne cliente da plataforma.

Mas pode ficar tranquilo, se isso não acontece com você, não quer dizer que seu conteúdo é necessariamente ruim. Ocorre apenas que o marketing digital não é tão simples quanto alguns dizem, e que vários detalhes podem fazer a diferença no fim das contas.

É aí que entra o papel das análises, das métricas e dos índices como o próprio bounce rate. Ao aprender como exatamente ele funciona, qual sua importância e como superá-lo, certamente os resultados vão melhorar e o crescimento virá.

Então, se você quer entender como tudo isso funciona, basta seguir adiante na leitura.

O que exatamente é o bounce rate?

Como dito, trata-se de um assunto que ainda causa muitas confusões. Em termos técnicos, a taxa de rejeição nada mais é do que a contagem de pessoas que acessam um site e logo o deixam, sem qualquer interação com ele.

Na prática, isso pode acontecer de várias maneiras diferentes, entre as principais:

  • O usuário simplesmente fecha a página/aba;
  • A pessoa clica em voltar pelo navegador;
  • O leitor clica rapidamente em um link de outro site;
  • O usuário digita outro endereço na barra do navegador;
  • A pessoa fica inativa por mais de 30 minutos.

O erro mais comum aqui é considerar bounce rate e “taxa de saída” (outra métrica que é possível extrair de qualquer página da internet) como sendo a mesma coisa, quando na verdade não são.

Ora, a taxa de saída remete ao fluxo da página, como os índices de entrada, visualização, impressão e saída de um site.

Uma página excelente sobre empresas de instalação elétrica pode ter um número alto, e isso ser positivo, indicando que ela teve, no fundo, várias entradas.

Já a taxa de rejeição, como explicado, refere-se ao tipo de interação e de engajamento que o site está conseguindo manter.

Como hoje vivemos a era dos conteúdos e do inbound marketing, é natural que uma marca precise de pessoas que engajem, comentem, curtam, compartilhem, baixem arquivos e daí em diante, concorda?

Aí é que está não apenas o papel do bounce rate, como a sua importância nas estratégias de marketing digital e, claro, a importância de superar essa taxa caso ela esteja negativa.

Atenção à leitura desse índice

Se tem algo fundamental no mundo das métricas e análises digitais, é saber o que fazer com os números que foram coletados. Ou seja, não adianta você ter vários relatórios em mãos no fim do mês, se não souber apurá-los.

O índice ou taxa de rejeição é um exemplo desse tipo de confusão. Pense bem, um site sobre curso de musicalização infantil cheio de links com vídeos, materiais gratuitos, formulários para preenchimento e CTAs precisa de cliques e interação?

“Com certeza”, diríamos. Porém, depende do ponto de vista. Podemos dizer que uma página com essas características precise mesmo, já que o objetivo dela é gerar esse tipo de ação. Mas a página e o site inteiro não são a mesma coisa, concorda?

O fato é que existe, dentro do mesmo site, páginas que não são feitas necessariamente para gerar interação por cliques, ou mesmo um tempo estendido de leitura. 

Um exemplo muito claro é o campo de contato, que pode conter apenas endereço e número telefônico.

Assim, um site de marmitas para empresa que não seja focado em venda ou fechamento pela web, mas apenas publique seus conteúdos como se a internet fosse um cartão de visitas online, por exemplo, vai precisar ter outra visão sobre o seu bounce rate.

Como saber se a taxa está alta?

Para que o ponto detalhado acima fique claro, é preciso explicar melhor quais são, afinal, os casos em que o bounce rate pode realmente indicar uma falta de eficiência.

Como vimos, o marketing digital é mais complicado do que pode parecer em um primeiro momento, então nem sempre certos índices vão indicar que seu conteúdo, produto ou serviço tem realmente um problema.

Quem recentemente fez uma pesquisa profunda sobre isso foi a QuickSprout, uma empresa norte-americana que estuda o mercado digital, cujo resultado indica a taxa comum de rejeição para cada plataforma, conforme o segmento:

  • Blogs (sem e-commerce): 70% a 98%;
  • Uma landing page comum: 70% a 90%;
  • Ramo varejista em geral: 20% a 40%;
  • Serviços e geração de leads: 30% a 50%;
  • Portais noticiosos: 10% a 30%.

Se percebermos, um blog sem produto, focado apenas em conteúdo, pode chegar a quase 100% na taxa, ao passo que um site de varejo e venda talvez devesse ficar em 20% apenas, dependendo do caso.

Certamente, levar em conta essa pesquisa vai tornar suas ações muito mais assertivas e direcionadas, sobretudo na hora de superar realmente uma taxa negativa.

Por dentro dos maiores problemas

Todo mundo já teve a experiência de entrar em um site qualquer e simplesmente não conseguir navegar, não é mesmo?

Aparece um banner no topo, outro embaixo, um pop-up enorme no meio da tela e mais um anúncio ao canto. Aí fica difícil, não é mesmo? 

Claro, um site stand feira pode aproveitar para fazer propaganda de parceiros, ou mesmo ativar as redes de links patrocinados, que vão trazer banners de vários sites.

Mas isso não pode ser exagerado ou causar desequilíbrio. Portanto, uma dica de ouro para superar taxas negativas de rejeição é pensar e repensar a navegabilidade do seu site, o layout e a experiência que o cliente vai ter.

Lembrando que a usabilidade também aponta para o tempo de carregamento, então é preciso que o site abra rapidamente, e que os menus e botões funcionem.

Hoje, já existem softwares que ajudam a escanear seu site diariamente para verificar isso.

Outra dica semelhante é a da responsividade, que permite que o site abra tanto em computadores quanto em dispositivos móveis, como celulares e tablets.

Cuidado com os links utilizados

Outro modo infalível de superar as taxas de rejeição é tomando cuidado com os links. 

Isso causa muita confusão também. Afinal, todo mundo já ouviu falar de link building, então, quanto mais links melhor, certo? Não é bem assim.

Como já mencionado, se a pessoa entra no seu site e clica em um link externo muito depressa, isso pode prejudicar sua taxa de rejeição.

Então, uma dica é ficar de olho nos famosos clickbaits, que são sites cujos conteúdos têm unicamente a finalidade de “caçar clicks”, para gerar tráfego e receita em cima disso. Se algum campo de banner seu estiver promovendo conteúdos assim, cuidado.

Um modo pró-ativo de trabalhar os links é investindo em conteúdos internos. Não que você não possa fazer link externo. Até pode, desde que tenham realmente a ver com o assunto, e que não acabem simplesmente canalizando sua audiência.

Se o site fala sobre as aulas do ensino médio particular, crie você mesmo páginas de blog sobre assuntos ligados, como disciplina de Português, de Matemática, de Física, etc.

Considerações finais

Como vimos, o bounce rate não é algo tão simples quanto parece num primeiro momento.

Mas, com certeza, prestar atenção nesse indicador e trabalhar para que ele se torne um fator positivo é algo que pode mudar suas estratégias de patamar.

Na linha de todas as dicas dadas aqui, o essencial do marketing digital sempre vai ser o conteúdo, a originalidade e a relevância.

Ou seja, se uma página trata de sala de reunião para alugar, é preciso que gere conteúdos realmente novos, e que valorize a interação com o seu público.

Usabilidade, escaneabilidade, layout, CTAs e chamadas atraentes podem ajudar, mas no fim das contas, sempre vai ser o material entregue o que vai fazer a taxa de rejeição cair.

Levando em conta todas as dicas dadas acima, vai ficar ainda mais fácil superá-la, sempre que necessário.

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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