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Você já usou o Digital Storytelling nas estratégias de negócio? Aprenda a utilizar

Um dos modos mais comuns de transmitir conhecimento entre gerações é transformá-lo em um enredo. Observando isso, o Digital Storytelling surge como forma de tornar a publicidade mais interessante. 

Um dos desafios enfrentados pelas empresas na criação de tráfego e conversões orgânicas é manter o público interessado em seu empreendimento e em sua propaganda por muito tempo. Considerada desagradável, material publicitário é visto como um mal necessário. 

 

Para mudar essa perspectiva, o Digital Storytelling propõe o estímulo à criatividade na criação de peças de marketing. 

 

Seus resultados envolvem números maiores de engajamento do público, maior satisfação e fidelização do cliente. 

 

Fundamentos do Digital Storytelling

O Digital Storytelling tem por objetivo transformar o modo como se faz peças publicitárias para plataformas virtuais. 

 

Indo além do modelo tradicional de prospecção do cliente, a empresa transmite seus valores de modo simples e atrativo. 

 

Usando ferramentas intrínsecas ao mundo virtual, aliadas às técnicas de construção de enredos usadas na literatura, teatro e cinema, o Digital Storytelling emprega recursos de audiovisual por meio de um conjunto de fundamentos, que são: 

 

  • Foco na tecnologia; 
  • Abordagem emocional da comunicação; 
  • A audiência deve visualizar e não imaginar a história; 
  • Ponto de vista ou proposta; 
  • Ritmo cativante; 
  • Otimização da entrega de informações. 

 

Um dos fatores que separam o digital storytelling de sua forma original é o incentivo por uma audiência diretamente envolvida no desenrolar da história, que desemboca em brindes promocionais, em comparação ao consumo passivo de peças comuns.  

 

Ferramentas do Digital Storytelling

O Digital Storytelling é uma metodologia que une marketing digital, prospecção de vendas e criação de peças artísticas. 

A expressão do material criativo que é desenvolvido nesse tipo de proposta pode ser exposto ao público por meio das ferramentas:

 

Plataformas de vídeo 

As plataformas de vídeo se diversificam entre canais de vídeos curtos, voltados para a experiência mobile, e por isso, exibidos na vertical para o usuário; os vídeos longos, por outro lado, se encaixam em telas maiores e se apresentam na horizontal. 

 

Em todos os casos, é possível distribuir a história pelas duas modalidades, implementando algumas das estratégias listadas neste artigo para separação de partes da história ao passo em que mantém o ritmo dela, segurando a atenção do público. 

 

O princípio do Digital Storytelling é ideal para uma abordagem multiplataforma, onde a empresa traça uma jornada do usuário e guia o consumidor por vários canais, até convertê-lo em vendas ou leads para uma empresa de arquitetura e reforma.

 

Fotografia para redes sociais 

Com a popularização do smartphone, o emprego de fotografias como a principal fonte de criação de conteúdo para redes sociais dominou a interface de vários nomes da tecnologia. 

 

Os aplicativos projetados para celular garantiram a ênfase nesse aspecto. 

 

O sucesso dessa mudança de rota é motivado pelo intenso apelo que o estímulo visual exerce sobre o cérebro humano. 

 

Uma estratégia de Digital Storytelling usa isso para transformar pequenos artigos em peças visuais interessantes. 

 

Portanto, a fotografia pode ser usada para o compartilhamento de informações valiosas sobre os produtos ou serviços de uma empresa, bem como a área onde o criador de conteúdo está situado, transformando dados em uma história carismática. 

 

Pequenas chamadas

As chamadas são curtos arquivos de texto criados em escritórios compartilhados, usualmente composto por duas até quatro linhas, caracterizadas pelo uso de verbos e linguagem persuasiva para despertar o interesse da audiência. 

 

Essas peças de texto são muito usadas em banners, infográficos e outras peças publicitárias, mas seu formato pode ser adaptado para uma narrativa de Digital Storytelling em redes sociais que apresentam um número limitado de caracteres. 

 

É importante, nesse caso, que o criador de conteúdo não trate o processo como o anúncio de um produto e sim como a revelação de uma parte da história, que deve ser desenvolvida junto às demais, publicadas dentro da mesma plataforma ou entre plataformas distintas. 

 

Sistemas interativos

Os sistemas interativos utilizam inteligência artificial para gerar respostas automáticas e ao mesmo tempo, compatíveis com a mensagem recebida. 

 

Os projetos mais comuns nesse segmento são as caixas de bate-papo, que usam machine learning e centrais na nuvem

 

Outros exemplos são os jogos de RPG movidos por automação. Com informações básicas, esses locais desenvolvem uma história de acordo com as contribuições do usuário. 

 

Este é um excelente exemplo de como um projeto de digital storytelling deve agir. 

 

A proposta de digital storytelling é oferecer uma experiência tridimensional, mantendo o público ativamente envolvido. 

 

Na prática, nem todo modelo interativo de storytelling precisa envolver inteligência artificial, uma vez que versões de RPG exigem comandos simples. 

 

Anatomia do storytelling

O digital storytelling é uma categoria derivada do modelo tradicional, como uma pasta catálogo personalizada

Presente desde os primeiros vestígios escritos, o estudo da estrutura dos enredos deu origem aos seguintes mecanismos e técnicas:

 

Arcos dramáticos 

Os arcos dramáticos de uma história é o esqueleto de qualquer storytelling, usado para esquematizar os elementos principais de um enredo em fases que marcam a introdução, o desenvolvimento e o desfecho da história. 

 

No processo de criação dos arcos dramáticos, o autor pode pensar em personagens e outros detalhes importantes, adicionando riqueza à história. 

 

De acordo com o modelo, um enredo é dividido entre três atos, cada um deles com um clímax próprio. 

 

O clímax do primeiro ato apresenta um nível de envolvimento emocional e importância para a história distintos do clímax apresentado no segundo e terceiro ato. A função em comum de cada um deles é construir a transição entre um arco e outro. 

 

Por isso, muitos gráficos que esquematizam os arcos dramáticos usam o formato de curva para definir o ponto de inflexão, que é propriamente a fase da história onde se desenvolve o clímax. A partir desse ponto, a narrativa volta a cair, gradativamente, em ritmo. 

 

Ambientação de cenário 

A ambientação de cenário é feita geralmente por meio de fichas, podendo ser dividida entre os aspectos que serão abordados. 

 

Personagens, por exemplo, podem apresentar fichas com nome, idade, sexo, região, profissão, família e relacionamentos. 

 

Outro modo importante de ambientar o contexto da história é inferindo traços de personalidade mais marcantes nas vozes que contam o enredo. 

 

Essa técnica pode ser usada em projetos de pequeno ou grande porte para uma fachada de loja moderna

 

Para os demais detalhes, a ambientação de cenário viabiliza que o criador de conteúdo traduza sua perspectiva e objetivos com a linguagem subjetiva e não-verbal empregada. 

 

A ambientação de cenários define os estilos de vídeo, músicas e ritmo da história. 

 

Voz narrativa 

A voz narrativa é aquela que vai guiar o público até a compreensão do que está acontecendo, além de marcar o ritmo de desenvolvimento do enredo. Nesse ponto, a projeção da narrativa é transformada em mídia digital. 

 

Projetos de digital storytelling contam com uma voz narrativa que deve expressar todas as características traçadas para o personagem, como uma personalidade e energia compatíveis com a audiência, a fim de criar uma relação carismática. 

 

Para definir qual é o perfil de voz de seu projeto de digital storytelling, vale resgatar algumas categorias básicas da narração: 

 

  • O narrador-personagem (1ª pessoa);
  • O narrador-observador (3ª pessoa);
  • O narrador-onisciente (3ª pessoa);
  • O discurso indireto livre (3ª pessoa). 

 

No momento de escolher, vale conferir o esboço mais básico do projeto, contendo a pesquisa de mercado realizada por uma fábrica de camisetas lisas, por exemplo, para definir o tema e a mensagem final, junto com os arcos dramáticos já pontuados. 

 

Storyboard

Na fase final de planejamento, o storyboard é um esquema para desenho da história, de maneira a auxiliar o design gráfico na construção das peças visuais que serão exibidas ao público. O modelo pode contar com dezenas de blocos em uma só folha. 

 

Alocados fisicamente ou em arquivos digitais, os modelos de storyboard são preenchidos por desenhos criados pelo artista responsável pela criação e fornecem uma ficha técnica rápida com detalhes de cada um, que ajudam na organização das partes do enredo. 

 

A técnica é amplamente utilizada na criação de vídeos de desenho, mas também pode auxiliar trabalhos de fotografia e muitos outros. 

 

Como parte final de um trabalho de Digital Storytelling, o storyboard fecha o projeto e o expõe à avaliação. 

 

Essa avaliação final é realizada pelo gestor de marketing e balcão de venda, bem como pelos profissionais que primeiramente organizaram o projeto, executaram o trabalho de pesquisa e definiram os princípios e pontos de vista básicos da obra. 

 

Uma eventual aprovação encaminha o trabalho até designers, editores, redatores e fotógrafos, que executam o que foi estipulado. 

 

Por fim, o social media é o responsável pela publicação e monitoramento do conteúdo desenvolvido. 

 

Conclusão

Portanto, o Digital Storytelling é uma das estratégias mais promissoras para as empresas no contexto digital.

 

Uma vez que adaptam metodologias tradicionais de storytelling para as mídias mais utilizadas pelo usuário de celulares, computadores e outras ferramentas. 

 

Com alta capacidade de persuasão comprovada, o storytelling é um antigo modo de transmitir conhecimento sem cansar a audiência, utilizada na educação infantil e na explicação de diversos valores e questões importantes. 

 

Uma das razões para esse tipo de abordagem é a capacidade de transformar dados concretos em metáfora, estimulando a capacidade humana de fazer associações improváveis e pensar conceitos mais profundos e complexos. 

 

Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.

Auris

Por: Auris Ideias Digitais

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